PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS APL CONVÊNIO IBGM/SEBRAE 2013 RELATÓRIO CONSOLIDADO 11/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS APL CONVÊNIO IBGM/SEBRAE 2013 RELATÓRIO CONSOLIDADO 11/2014"

Transcrição

1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS APL CONVÊNIO IBGM/SEBRAE 2013 RELATÓRIO CONSOLIDADO 11/2014 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este relatório foi elaborado tomando como referência as principais conclusões e propostas de ação geradas nas oficinas de Planejamento Estratégico realizadas em seis APL (Cristalina/ GO, São José do Rio Preto/SP, Guaporé/RS, Pedro II/PI, Belém/ PA e Rio de Janeiro/RJ, durante o ano de 2013 e no APL de Belo Horizonte/MG e região, realizada em Os resultados mais relevantes dessas oficinas são apresentados por meio de material compilado, que inclui: 1. Declaração de Missão e Visão de cada um dos APL trabalhados; 2. Principais pontos levantados por meio de Análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças); 3. Principais ações propostas pelo conjunto dos APL; 4. Comentários sobre o trabalho realizado. 1. MISSÃO e VISÃO APL GO PI PA MISSÃO Fortalecer o APL de Cristalina, através de ações que facilitem o acesso a crédito e a mercados, aprimorem a gestão empresarial, a estrutura produtiva e a qualificação de mão de obra, de forma que haja desenvolvimento regional, geração de emprego e renda, com qualidade, eficiência, criatividade e sustentabilidade. Desenvolver a cadeia produtiva da opala, nos municípios de Pedro II e Buriti dos Montes, através de ações de base tecnológica e mercadológica, com vistas à ampliação da qualidade, produtividade e mercado. Fortalecer a cadeia produtiva de gemas, joias e bijuterias do Pará 1 VISÃO Ter o APL de Cristalina reconhecido nacional e internacionalmente pelo alto nível de competitividade de suas empresas e pela qualidade, originalidade e características sustentáveis de sua produção. Ter consolidado o APL como referência nacional em produção, lapidação e ourivesaria artesanal de opalas, objetivando a sustentabilidade, a inovação e o associativismo entre seus agentes, e tendo ampliado significativamente o mercado de seus produtos. Ter o setor de gemas, joias e bijuterias do Pará reconhecido nacionalmente e

2 RJ RS SJRP BH através de ações de inovação no âmbito de gestão, tecnologia, conhecimento e acesso a mercados, com foco na geração de emprego e renda. Consolidar os agentes do setor de gemas, joias e bijuterias do RJ por meio de ações de fomento no âmbito da gestão, tecnologia, conhecimento e acesso a mercados, com foco na geração de um ambiente de negócios sustentável e na valorização da criatividade, inovação e empreendedorismo. Consolidar e integrar a cadeia produtiva de gemas e joias do RS, por meio de ações vinculadas à inovação tecnológica, gestão empresarial, qualificação de mão de obra e acesso a mercados, com foco no aumento da competividade e sustentabilidade. Ampliar a competitividade e a sustentabilidade da indústria joalheira da região de São José do Rio Preto, por meio de ações de fomento no âmbito da inovação tecnológica, gestão empresarial, qualificação de mão de obra e acesso a mercados. Consolidar e integrar a cadeia produtiva de gemas joias bijuterias e folheados de BH e região, por meio de ações vinculadas à inovação tecnológica, gestão empresarial, qualificação de mão de obra e acesso a mercados, com foco na competitividade e sustentabilidade, criatividade, moda e design. internacionalmente como atuante, competitivo, criativo, valorizando a cultura local e gerando riquezas de forma sustentável. Ter o setor de gemas, joias e bijuterias do RJ reconhecido nacional e internacionalmente como referência de competitividade, criatividade e geração de emprego e renda de forma sustentável e ética. Ter a cadeia produtiva de gemas e joias do RS reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade dos produtos, sustentabilidade de processos, capacidade de atrair e reter talentos e cooperação empresarial. Ter a indústria joalheira de São José do Rio Preto reconhecida nacionalmente como referência em geração de riqueza, competitividade empresarial e disseminação de processos e práticas sustentáveis na cadeia de valor do setor. Ter o APL de BH e região reconhecido no mercado pela competitividade, criatividade, originalidade, qualidade e alto valor agregado de seus produtos. 2

3 2. MATRIZ ESTRATÉGICA - ANÁLISE FOFA Para apresentação desses resultados foi estabelecido o seguinte critério: a) Os itens (fraquezas, forças, oportunidades e ameaças) comuns a dois ou mais APL foram agrupados em uma única tabela, constituindo os principais pontos a serem considerados para uma análise setorial global; b) Os itens com apenas uma ocorrência, por serem específicos de cada um dos APL estudados, são apresentados em outra tabela FRAQUEZAS 10 PRINCIPAIS FRAQUEZAS RS SJRP RJ GO PA PI BH 1-Alta informalidade da cadeia produtiva 2-Nível insuficiente de qualificação dos profissionais do setor 3-Nível insuficiente de profissionalização na gestão das empresas 4-Pouco comprometimento dos empresários (falta de mentalidade associativa) 5-Baixa capacidade de produção das empresas do APL 6-Falta de capital de giro da maioria das empresas 3

4 7-Pouco conhecimento dos processos de internacionalização 8-Dificuldade de acesso a novos mercados, por falta de recursos ou de iniciativa 9-Baixa capacidade de investimento em ações de marketing 10-Baixa competitividade em relação aos produtos estrangeiros O gráfico a seguir mostra a distribuição dos 10 itens acima segundo o número de ocorrências: 'Alta informalidade da cadeia produtiva 2- Nível insuficiente de qualificação dos profissionais do setor 3-'Nível insuficiente de profissionalização na gestão das empresas 4-'Pouco comprometimento dos empresários (falta de mentalidade associativa ) 5-'Baixa capacidade de produção das empresas do APL 6-'Falta de capital de giro da maioria das empresas 7-'Pouco conhecimento dos processos de internacionalização 8-'Dificuldade de acesso a novos mercados, por falta de recursos ou de iniciativa 9- Baixa capacidade de investimento em ações de marketing 10-'Baixa competitividade em relação aos produtos estrangeiros 4

5 OUTRAS FRAQUEZAS RS SJRP RJ GO PA PI BH Alta rotatividade dos profissionais na cadeia produtiva Falta de competitividade do produto no mercado nacional Descompasso entre as novas competências exigidas pelo mercado e os programas de educação e capacitação profissional oferecidos Dificuldade das empresas em absorver novos modelos de negócio (franquias, e-commerce, marcas coletivas, etc.) Baixo investimento em P&D (design próprio, produtos e processos) pelas empresas e instituições de ensino e pesquisa ligadas ao setor, dificultando incorporação de tecnologia de ponta nas empresas Desconfiança e/ou desinformação dos órgãos de fiscalização com as práticas comerciais do setor Pouco conhecimento técnico dos profissionais do varejo em relação aos produtos do setor Falta de integração entre os polos de gemas e joias do estado e entre as diversas entidades representativas do setor no estado e no país. Baixa capacidade de produção das minas da região Deficiência nos processos de governança do APL Falta de profissionais e consultores locais que possuam conhecimento técnico específico do setor Insegurança das empresas de se relacionarem com órgãos reguladores e fiscalizadores Dificuldade de acesso a linhas de crédito Pouca capacidade para atrair e reter bons profissionais no varejo Falta de profissionais e consultores locais que possuam conhecimento técnico específico do setor Dificuldade de acesso à matéria-prima e outros insumos na região, gerando custo elevado do produto final Baixo grau de escolaridade das pessoas que atuam no setor Baixa visibilidade da joia paraense no mercado Falta certificação de processos, produtos e insumos para uso na joia paraense Baixa valorização do profissional do design no mercado local Perda gradual das técnicas artesanais, em função da baixa transferência dos conhecimentos tradicionais (ourives, mestres artesãos) Enfraquecimento de entidade representativa do setor Sazonalidade do mercado local Falta de estudos sobre competitividade setorial 5

6 2.2. FORÇAS 10 PRINCIPAIS FORÇAS RS SJRP RJ GO PA PI BH 1-Mix e evolução da qualidade dos produtos do APL 2-Boa capacidade de articulação e integração entre os parceiros do APL 3-Associações setoriais atuantes 4-Lideranças locais do setor fortes 5-Capacidade empreendedora dos produtores do APL 6-Apoio governamental e institucional existente 7-Design diferenciado, criatividade e qualidade da joia do APL identidade 8-Tendência de aumento da formalização das empresas 9-Disponibilidade de matérias-primas e insumos na região do APL 10-Crescente comprometimento dos empresários com ganhos de produtividade e novas posturas de gestão O gráfico a seguir mostra a distribuição dos 10 itens acima segundo o número de ocorrências: 6

7 'Mix e evolução da qualidade dos produtos do APL 2- 'Boa capacidade de articulação e integração entre os parceiros do APL 3- 'Associações setoriais atuantes 4- 'Lideranças locais do setor fortes 5- 'Capacidade empreendedora dos produtores do APL 6- 'Apoio governamental e institucional existente 7- 'Design diferenciado, criatividade e qualidade da joia do APL IDENTIDADE 8- 'Tendência de aumento da formalização das empresas 9- 'Disponibilidade de matérias-primas e insumos na região do APL 10- Crescente comprometimento dos empresários com ganhos de produtividade e novas posturas OUTRAS FORÇAS Parceria e articulação com organismos do setor turístico local Feiras regionais fortes e representativas Exclusividade do produto local (vínculo cultural ou uso de matéria-prima diferenciada) Existência de empresas âncoras que fornecem serviços de apoio aos empreendedores de menor porte Vantagens locacionais favorecendo a logística de produção e a possibilidade de cooperação entre as empresas do APL Implantação do Polo Joalheiro José Paschoal Costantini Qualificação dos profissionais da AJORESP Bolsa de empregos da AJORESP Parcerias já existentes com instituições de fomento e capacitação RS SJRP RJ GO PA PI BH 7

8 Bom acolhimento de novos entrantes pelo setor Presença de empresas de nível internacional sediadas no RJ Implantação do Mercado do Cristal Alta qualidade do Cristal da região Consolidação Institucional do Programa Polo Joalheiro São José Liberto Ingresso dos designers no processo produtivo, aprimorando o produto local Fomento para criação e aplicação de técnicas inovadoras na joia paraense Uso de material orgânico de origem sustentável Manutenção e logística do SJL com funcionamento multisetorial (artesanato, etc.) Capital humano com capacidade de trabalhar coletivamente Indicação geográfica de procedência Alto grau de internacionalização das empresas de gemas 2.3. OPORTUNIDADES 10 PRINCIPAIS OPORTUNIDADES RS SJRP RJ GO PA PI BH 1-Crescente interesse do consumidor por produtos com características sustentáveis 2-Reconhecimento da região como polo produtor de joias de qualidade (MG/RS/SJRP) 3-Tendência de ampliação do consumo de peças de ouro e/ou prata mais leves e diversificadas 4-Cenário econômico atual favorável ao consumo de folheados, bijuterias e acessórios de moda 5-Ascensão da nova classe média no país 6-Tendência de recuperação da economia americana e dos países da Europa 7-Criação de vínculos entre o design de moda e o setor de gemas e joias 8-Estado é grande produtor e/ou beneficiador de gemas ou outras matérias-primas (RS/PA/MG) 9-Grandes eventos no BR (Copa, Olimpíada no RJ) 10-Políticas públicas em todos os níveis favoráveis ao setor O gráfico a seguir mostra a distribuição dos 10 itens acima segundo o número de ocorrências: 8

9 'Crescente interesse do consumidor por produtos com características sustentáveis 2-'Reconhecimento da região como polo produtor de joias de qualidade (MG/RS/SJRP) 3-'Tendência de ampliação do consumo de peças de ouro e/ou prata mais leves e diversificadas 4-'Cenário econômico atual favorável ao consumo de folheados, bijuterias e acessórios de moda 5-Ascensão da nova classe média no país 6-'Tendência de recuperação da economia americana e dos países da Europa 7-'Criação de vínculos entre o design de moda e o setor de gemas e joias 8-'Estado é grande produtor e/ou beneficiador de gemas ou outras matérias-primas (RS/PA/MG) 9-'Grandes eventos no BR (Copa, Olimpíada no RJ) 10-'Políticas públicas em todos os níveis favoráveis ao setor OUTRAS OPORTUNIDADES Apoio do Governo RS aos APL reconhecidos Interesse de alguns países em adquirir produtos produzidos no APL Demanda do varejo estadual ainda não atendida plenamente por empresas do APL Valorização do estilo de vida carioca, gerando interesse por produtos com essa característica Crescimento econômico e da autoestima da população local, com melhoria do ambiente de negócios para o setor Processo de pacificação das comunidades, com redução do nível de violência, estimulando o uso de adornos pessoais Valorização do empreendedorismo e da indústria criativa, estimulando o surgimento de novos entrantes no setor RS SJRP RJ GO PA PI BH 9

10 Região possuidora de uma das maiores jazidas de cristal do mundo Maior PIB agrícola regional do país, atraindo investidores e favorecendo o crescimento econômico da região Localização geográfica estratégica Mercado nacional de gemas em expansão Expansão do mercado do cristal irradiado Grande número de profissionais de design sendo formados a cada ano Cultura paraense valorizada no âmbito nacional e internacional Tendência de crescimento de vendas do Polo SJL Interesse de alguns países em adquirir produtos da região amazônica (sustentabilidade) Visibilidade e reconhecimento da opala da região Proximidade da região com outras atrações turísticas (Parque das Sete Cidades) Festival de Inverno de Pedro II Aquecimento do turismo no Brasil, no NE e em Pedro II Evento Piauí Sampa Reconhecimento da região como gerador de tendências em design Implantação do Fashion City 2.4. AMEAÇAS 10 PRINCIPAIS AMEAÇAS RS SJRP RJ GO PA PI BH 1-Risco de descontinuidade de apoio político e institucional ao APL 2-Variação cambial desfavorável ao mercado interno, com instabilidade no preço de matérias-primas 3-Produtos e setores concorrentes, com risco de estagnação do mercado para produtos do setor 4-Ausência de linhas de crédito diferenciadas para o setor 5-Risco inflacionário e baixo crescimento econômico, com tendência de contração do consumo e aumento de custos do setor 6-Nível de endividamento do consumidor (retração do consumo) 7-Entrada maciça e indiscriminada de produtos estrangeiros 8-Alta carga tributária 9-Complexidade da legislação trabalhista e tributária Falta de interesse do jovem em ingressar no mercado (diminuição atratividade do setor) 10

11 O gráfico a seguir mostra a distribuição dos 10 itens acima segundo o número de ocorrências: 'Risco de descontinuidade de apoio político e institucional ao APL 2- Variação cambial desfavorável ao mercado interno, com instabilidade no preço de 3-'Produtos e setores concorrentes, com risco de estagnação do mercado para produtos do 4-'Ausência de linhas de crédito diferenciadas para o setor 5-'Risco inflacionário e baixo crescimento econômico, com tendência de contração do 6-'Nível de endividamento do consumidor (retração do consumo) 7-'Entrada maciça e indiscriminada de produtos estrangeiros 8-'Alta carga tributária 9-Complexidade da legislação trabalhista e tributária 10- Falta de interesse do jovem em ingressar no mercado (diminuição atratividade do setor) OUTRAS AMEAÇAS Aumento da criminalidade e despreparo dos órgãos de segurança na prevenção e combate ao crime Dificuldade de desenvolvimento da mentalidade associativa entre empreendedores Dificuldade de acesso a matéria-prima (gemas) de forma legal no estado Falta de integração entre órgãos reguladores municipais, estaduais e federais Desconfiança em relação à capacidade de gestão pública durante os grandes eventos Ampliação de outros setores econômicos na região, reduzindo a atratividade do setor para novos profissionais RS SJRP RJ GO PA PI BH 11

12 Alto custo e dificuldade de acesso a matérias-primas e outros insumos Inflexibilidade da legislação ambiental em relação ao porte do empreendimento Baixa rentabilidade da atividade de mineração em Pedro II Forte entrada de produtos sintéticos no mercado Novo produtor na África com possibilidade de grande produção Diminuição do interesse pela joia no ideal de consumo dos novos consumidores Indústrias estão se tornando "montadoras" e migrando para o comércio 3. PLANO DE AÇÃO As propostas de ação formuladas durante o processo de Planejamento Estratégico foram, para fins de sistematização, divididas em quatro áreas, de acordo com suas caraterísticas, independentemente do número de ocorrências: a) Capacitação e Treinamento: constituem atividades de uma ou outra forma vinculadas à área de capacitação, sejam elas de curta ou longa duração; b) Promoção e Comercialização: dizem respeito a ações promocionais de acesso a mercados; c) Articulação político-institucional: ações de caráter institucional, vinculadas ao marco regulatório do setor, seja ele local, regional ou federal, e outras que dependem fundamentalmente da atuação do corpo de governança do APL; d) Outras ações propostas: ações de cunho tecnológico e gestão empresarial, estudos técnicos, etc. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO Capacitação específica para desenvolvimento tecnológico, voltada às necessidades de cada APL Palestras e workshops visando formalização (para indústria e varejo) via Programa Sou Formal Sou Legal Oficinas e cursos de desenvolvimento de produtos, dadas as características de cada APL e tendências de mercado Oficinas e palestras de sensibilização sobre associativismo e liderança Cursos e oficinas de capacitação de força de vendas para empreendedores, lojistas e representantes comerciais Oficinas com técnicos do exterior para treinar profissionais locais (parceria com Escola SENAI) Cursos e oficinas sobre novos métodos e técnicas de lapidação e confecção de joias Capacitação dos empresários para internacionalização de empresas RS SJRP RJ GO PA PI BH 12

13 Reavaliação do conteúdo dos cursos vinculados ao setor e implantação de novos cursos Cursos e oficinas de capacitação em gestão e inovação Oficinas de Visual Merchandising Curso de capacitação de designers locais no Rhinoceros (parceria SENAI) Ciclo de palestras aos empresários locais sobre os riscos de utilização de produtos sintéticos. Curso superior de especialização de design de joias (criação) Capacitação de profissionais para atuação no parque tecnológico (SENAI) Cursos, palestras e consultorias em PII e BM nas áreas de gestão, cooperativismo e associativismo, pelo SEBRAE Implantação da Escola de formação profissional do SENAI Ciclo de palestras na feira da AJORESP Oficinas de Design Emocional Cursos e oficinas de desenvolvimento de produtos: tornar produto mais acessível às Classes C e D Capacitação de mão de obra existente e futura (SENAI/ MODATEC) - Replicar Companheiros do Dever (Panificação) Capacitação para gestão estratégica de design como diferencial competitivo (Fapemig, Centro Minas Design, Modatec, SEBRAE) ARTICULAÇÃO POLÍTICO-INSTITUCIONAL Reuniões periódicas entre as entidades de classe regionais e nacionais para troca de experiências e ações em parceria. Incorporação do design de joias na grade dos cursos de design das instituições de ensino superior Articulação para criação de mecanismos de incentivo governamental favorecendo o beneficiamento e a venda de gemas, joias e bijuterias no mercado interno do RS Articulação para diminuir alíquota estadual para o setor (crédito do ICMS na aquisição de matéria-prima de SIMPLES) Articulação para obtenção de diferencial de alíquota no ICMS estadual para o setor Estruturação de programa de atração dos novos entrantes ao APL Articulação e realização de ações integradas com outras entidades setoriais do país, empresários, colaboradores e organismos governamentais da área de segurança Instituição de programa de benefícios para profissionais do setor, para atrair e reter pessoal qualificado RS SJRP RJ GO PA PI BH Atrair empresas da área de lapidação para fortalecer o polo Articulação com entidades governamentais do RS ligadas ao fortalecimento de APL para criação/ampliação de APL no estado 13

14 Realização de seminários e reuniões técnicas para aproximar os organismos reguladores das práticas comerciais do setor Articulação para alterar a forma de tributação dos importados (de valor para peça ) e adoção da prata como ativo financeiro Articulação para Bolsa Valores autorizar a comercialização de contratos de Prata como ativo financeiro Articulação com organismos responsáveis e empresários do APL, para instituição de selo de qualidade e origem Criação de base sindical da indústria local Criação da Comissão de Mediação de Conflitos Implantação de Galpão Industrial com espaço para oficinas experimentais de produção Consolidação das Parcerias Institucionais do espaço São José Liberto Articular mecanismos de incentivo à venda de matéria prima paraense para as indústrias locais Articulação para vinculação do Polo SJL a uma lei estadual para evitar descontinuidade de recursos Fortalecimento político das duas entidades AJOLP e COOGP Missão técnica universitária (parcerias entre Universidades e o APL) Implantação de Central de Compra de matérias-primas Constituição de Comitê Gestor do APL de Cristalina Promoção de ações integradas com escolas públicas para conhecerem a cadeia produtiva do Cristal Criação de Núcleo de Educação Ambiental do APL de Cristalina Combater contrabando por meio de trabalho de inteligência defensiva em parceria com Receita Federal Reduzir o IPI a ZERO Diferir o ICMS em gemas brutas e lapidadas Redução definitiva do ICMS para 5% em MG (votar lei de incentivo) Implantar Gold Loan (agente financeiro que empreste às empresas em ouro) e Resolução 1121 Criação de Delegacia especializada/orientação sobre riscos e segurança Ampliar representatividade política do APL Articulação para estimular a participação dos empresários nas instâncias do APL Construir parcerias para garantir governança do APL Incentivar cadeia produtiva na criação do Selo de Origem "Made in Minas" Incentivar indústria a desenvolver produtos com mais pedras de cor e design diferenciado Campanha de conscientização para empresas mineiras aderirem ao projeto do Fashion City (SINDICATO) Trabalhar cultura da cooperação: Cultura da Cooperação (SEBRAE) 14

15 PROMOÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO Abrir novos canais de comercialização (feiras, road-shows, Brasil Criativo, etc.) Sondagem no mercado sobre novos modelos de negócio Programa de atração de clientes (newsletters, marketing, etc.) Ampliar canais de comercialização com varejo local via roadshows e outras ações similares Buscar integração com entidades do setor de moda (calçados, confecções) para realização de ações em parceria Estimular a participação das empresas do APL em feiras internacionais Projeto de comunicação estratégica para melhorar posicionamento do produto local Pesquisa do mercado varejista (atualização de cadastro da AJORESP) Participação dos membros do APL em feiras e congressos nacionais e internacionais Realizar eventos de promoção dos produtos do APL com a produção de material gráfico individual e também coletivo Criação de newsletter dirigida aos públicos de interesse do APL Projeto Comprador na Feira AJORESP Intensificar parcerias com entidades ligadas à área agrícola para estabelecimento de ações em conjunto Ações de marketing para atrair novos consumidores para o município e divulgar os produtos do APL Desenvolver plano de marketing para posicionamento do produto paraense nos mercados interno e externo Criação de um evento específico do setor de gemas e joias em Pedro II. Exemplo: Feira da Opala de Pedro II Iniciativa de divulgação da Cadeia Produtiva da Opala em estabelecimentos comerciais de Pedro II Ações regulares de promoção da Opala na mídia para ampliar seu consumo Website sobre Opala de Pedro II RS SJRP RJ GO PA PI BH Instituir categoria Joia de Opala no Prêmio IBGM de Design Fortalecimento da Indicação Geográfica como instrumento de marketing para a opala de Pedro II Reforçar a participação de empresas do APL no evento Piauí Sampa Aperfeiçoamento do Plano de comunicação da feira da AJORESP Participar de feiras internacionais com as empresas do Polo José Paschoal Costantini (JPC) Intensificar participação do APL nos eventos turísticos da região Estruturar uma ação promocional específica do setor dentro do Festival de Inverno de Pedro II 15

16 Estruturar programa permanente de visitas à mina de Opala da região em parceria com agências de turismo locais Instalação de quiosque com produtos da Cadeia Produtiva da Opala em shopping de Teresina Concurso de designers para capa do catálogo da feira da AJORESP Envolver o Comitê Gestor do APL na FECRIS - Feira de Joias, Artesanato Mineral e Pedras Preciosas de Cristalina Buscar inserção em novos mercados (participação coletiva em feiras) Identificar novos nichos de mercado Participação no Minas Trend Preview (joias) reforço do vínculo com Moda Criação de e-commerce compartilhado (SINDICATO/SEBRAE) Construção de um Plano de Comunicação e Marketing para o APL (consumidor/governo/associados sistema) Participação em feiras do setor de forma coletiva (definir as feiras, estratégia de segmentação e buscar parceiros) Valorização dos atributos intangíveis do produto joia - Campanha Institucional dirigida ao setor Campanha de valorização do design mineiro junto ao consumidor Campanha para estimular o consumo de produtos (Joias/folheados/bijuterias) com pedras de cor e quartzo OUTRAS AÇÕES PROPOSTAS Programa de estímulo de atualização do parque tecnológico das empresas do APL, por meio de linha de crédito específica, onde o produto seja dado como garantia do financiamento Implantar práticas sustentáveis no APL (sensibilização, capacitação e acompanhamento) Programa de fortalecimento de ações coletivas por meio da mobilização e intercâmbio de experiências entre as empresas do APL Programa de estímulo à criação de produtos que se integrem aos dos segmentos concorrentes. Criar programa de integração produtiva buscando ampliar a competividade das empresas do APL Instituir programa de atualização tecnológica do setor extrativo, para aquisição de equipamentos e treinamento de pessoal na área de mineração (crédito+capacitação) RS SJRP RJ GO PA PI BH Realização de pesquisa de cargos e salários regional Programa de sensibilização de jovens com oferecimento de estágios, visitação indústrias, cursos técnicos no SENAI e formação continuada Criação e aprimoramento de embalagens mais adequadas aos produtos da região Programa de desenvolvimento e aplicação de materiais, técnicas e processos inovadores na cadeia do setor, em parceria com instituições de E&P 16

17 Criar mecanismos de integração produtiva entre o setor de gemas e a indústria local de joias Estabelecer mecanismo de comprovação da legalidade de aquisição de gemas pelas empresas do APL Realização de prototipagem de novos produtos no Centro Tecnológico, com apoio do SENAI Implantar laboratório de análise de teor e gemas no polo; Instituir mecanismo de compartilhamento de uso de equipamentos e processos entre as empresas do Polo JPC (fundição, prototipagem, design) e, no APL, de design e prototipagem. Consolidar cooperativa de crédito para o setor via AgeRio Realização de ações em parceria com Polo SJRP na área de tecnologia e sustentabiliade (Manual de Produção Limpa) Elaboração de manuais de técnicas artesanais de manufatura dos produtos do setor Estudo de viabilidade de compra conjunta de matériasprimas no Polo São José Liberto Instituir mecanismo de comprovação da legalidade de aquisição dos produtos pelos empresarios do Polo SJL Programa de apoio aos produtores para obtenção da certificação (segmentação por porte da empresa) Instituição de plano de benefícios e melhoria das condições de trabalho dos colaboradores Realização de mapeamento do setor de gemas no Pará Realização de estudo técnico para localização de novas jazidas de opala na região de Pedro II Contratação de consultoria técnica especializada no setor produtivo (equipamentose processos) Buscar apoio do SEBRAE local para realizar análise de competitividade setorial em MG Estudo de Inteligência de mercado, para priorizar canais de distribuição, com participação de empresários Desenvolvimento Núcleo de apoio à Indústria Senai/Modatec - Investir em inovação, automação e terceirização Para o IBGM definir as ações que seriam priorizadas dentro do Planejamento Estratégico, foi estabelecida uma sistemática baseada no número de vezes que uma mesma ação foi proposta por diferentes APL ( máximo de 7 e mínimo de 3), a partir do entendimento de que aquelas cujo número de ocorrência situam-se abaixo desse patamar (1 ou 2 ocorrências) são menos abrangentes e, portanto, específicas de cada APL, devendo ser trabalhadas em âmbito regional. O quadro a seguir mostra aquelas ações que foram consideradas prioritárias a partir do critério descrito acima: T* AÇÕES PROPOSTAS OCORRÊNCIAS 17

18 C Oficinas e palestras de sensibilização sobre associativismo e liderança 5 A O C C P C Reuniões periódicas (presenciais ou virtuais) entre as entidades de classe regionais e nacionais para troca de experiências e ações em parceria. Programa de fortalecimento de ações coletivas por meio da mobilização e intercâmbio de experiências entre as empresas do APL Palestras e workshops visando formalização (para indústria e varejo) via Programa Sou Formal Sou Legal Oficinas e cursos de desenvolvimento de produtos, considerando as características de cada APL e tendências de mercado Abrir novos canais de comercialização (feiras, road-shows, Brasil Criativo, etc.) Cursos e oficinas de capacitação de força de vendas, para empreendedores, lojistas e representantes comerciais C Capacitação dos empresários para internacionalização de empresas 4 P Sondagem no mercado sobre novos modelos de negócio 4 P Programa de atração de clientes (newsletters, marketing, etc.) 3 P O C O C C Participação dos membros do APL em feiras e congressos nacionais e internacionais Implantar práticas sustentáveis no APL (sensibilização, capacitação e acompanhamento) Capacitações específicas de desenvolvimento tecnológico, voltadas às necessidades de cada APL Programa de estímulo à atualização do parque tecnológico das empresas do APL com linha de crédito específica, tendo o produto como garantia do financiamento Oficinas com técnicos do exterior para treinar profissionais locais (parceria com SENAI) Cursos e oficinas sobre novos métodos e técnicas de lapidação e confecção de joias C Cursos e oficinas de capacitação em gestão e inovação 3 A Incorporação do design de joias na grade dos cursos de design das instituições de ensino superior *As letras indicadas na primeira coluna à esquerda dizem respeito à letra inicial da categoria (Capacitação, Articulação, Promoção ou Outras) na qual a ação foi incluída. Após definição das ações consideradas prioritárias, foi considerada uma nova forma de sua agregação, conforme as quatro principais linhas de ação, que se complementam e constituem armas de competição relevantes para as empresas dos diferentes APL:

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto Convênio FIESP/SEBRAE APL de Jóias de São José do Rio Preto Rio de Janeiro - Outubro, 2004 1 Metodologia FIESP 2 Objetivos: Micros e Pequenas Empresas Aumentar a Competitividade Criar Processos de Auto-Sustentação

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2047 - Micro e Pequenas Empresas Número de Ações 10 Tipo: Operações Especiais 0473 - Honra de Aval decorrente de Garantia do Risco das Operações de Financiamento a Micro, Pequenas e Médias Empresas

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

UGE UNIDADE DE GESTÃO ESTRATÉGICA

UGE UNIDADE DE GESTÃO ESTRATÉGICA PLANO PLURIANUAL 2010 2012 Brasília, outubro de 2009. ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO DO SEBRAE/DF CENÁRIO DE RECURSOS DO SEBRAE/DF RESUMO DE RECEITA LIMITES ORÇAMENTÁRIOS RESUMO POR TIPOLOGIA CARTEIRA DE PROJETO

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

Projeto de Apoio a Inserção Internacional de. São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009

Projeto de Apoio a Inserção Internacional de. São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009 Projeto de Apoio a Inserção Internacional de MPE s Brasileiras Calçadistas do APL de São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009 Identificar OBJETIVOS DA AÇÃO e solucionar gargalos na gestão das empresas, principalmente

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS 22 de Outubro de 2014 AGENDA Relembrar o conceito de Plano Municipal de Turismo Etapas percorridas no desenvolvimento do PMT de Farroupilha

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras Incentivos fiscais para a manutenção da competitividade das indústrias mineiras Histórico do APL Eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí A pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais,

Leia mais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais 1ª Conferência Brasileira sobre Arranjos Produtivos Locais Carlos Roberto Rocha Cavalcante Superintendente 2004 Histórico de Atuação do IEL 1969 -

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional

Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional Objetivos Objetivo Geral: Ampliar capacidade da força de trabalho se inserir no processo de desenvolvimento econômico da RMBH, com

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica. Consumo Responsável, Compromisso com a Vida!

O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica. Consumo Responsável, Compromisso com a Vida! Mercado Mata Atlântica Reserva da Biosfera da Mata Atlântica O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica Consumo Responsável, Compromisso com a Vida! Apresentação O Programa "Mercado Mata

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Institui a Política Municipal de Estímulo à Inovação e ao Desenvolvimento de Startups na Cidade

Leia mais

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012 GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY Oficina de Planejamento 2010-2012 Paraty, agosto de 2010 Objetivo da oficina Elaborar o Direcionamento Estratégico da Gastronomia Sustentável de Paraty para os próximos

Leia mais

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Santa Maria, 15 de Outubro de 2012 Pauta: 1) Contexto da Economia Criativa no Brasil de acordo com o Plano da Secretaria da Economia Criativa

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Ministério do Turismo Ministério do Turismo Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Funções e Objetivos Coordenar as ações voltadas à qualificação profissional e à melhoria

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA

DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA Área de Atuação 1. Formação Profissional Cooperativista São ações voltadas à formação, qualificação e capacitação dos associados,

Leia mais

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde Inovação, Regulação e Certificação I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde São Paulo 11/04/2012 ABDI Criada pelo Governo Federal em 2004 Objetivo Objetivos Desenvolver ações

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

Arranjo Produtivo Local de Jóias do Estado do Rio de Janeiro

Arranjo Produtivo Local de Jóias do Estado do Rio de Janeiro Arranjo Produtivo Local de Jóias do Estado do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO CAPITAL INTRODUÇÃO As indústrias de lapidação, folheados e de joalheria, do Rio de Janeiro, congregam cerca de 80 empresas formais.

Leia mais

DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA

DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA DIRETRIZ ESTRATÉGICA DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA O segmento do turismo vem se constituindo na Bahia uma importante atividade na geração de ocupação e renda, especialmente

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO

ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO PLANEJAMENTO, SEGMENTAÇÃO E AÇÕES DE PROMOÇÃO CASO ABIHPEC EIXOS ESTRATÉGICOS DO PROJETO DE (Resultado do Workshop out 2008) Objetivos Relacionados: 11 - AUMENTAR A DECLARAÇÃO

Leia mais

1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003

1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003 1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003 ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE Japão Alemanha Canadá Reino Unido

Leia mais

Agenda para Micro e Pequenas Empresas

Agenda para Micro e Pequenas Empresas Agenda para Micro e Pequenas Empresas As Micro e Pequenas Empresas (MPE) são de vital importância para o desenvolvimento econômico de Goiás, pois atuam em diversas atividades econômicas, tais como indústria,

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela Planejamento Estratégico de Estrela 2015 2035 O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS Rede CIN CIN MS Centro Internacional de Negócios FIEMS O que é a REDE CIN? Coordenada pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, e criada com o apoio da Agência Nacional de Promoção de Exportações

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SE É DESENVOLVIMENTO É PRIORIDADE DO SEBRAE LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA REGULAMENTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LG REGULAMENTADA LG REGULAMENTADA

Leia mais

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento

Leia mais

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária Edital de Seleção de Pontos Fixos de Comercialização Solidária Candidatos para Participar da Rede Brasileira de Comercialização Solidária - Rede Comsol (Edital - Ubee/Ims N. 01/2014) 1. Apresentação A

Leia mais

Topic 13: Commercializing Intellectual Property Assets: Case Study No. 2

Topic 13: Commercializing Intellectual Property Assets: Case Study No. 2 Training of Trainers Program on Effective Intellectual Property Asset Management by Small and Medium Sized Enterprises (SMEs) in Portuguese-Speaking African Countries (PALOP) Lisboa, Portugal 11 de abril

Leia mais

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012 CONTEXTO O setor de florestas plantadas no Brasil éum dos mais competitivos a nível mundial e vem desempenhando um importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje?

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje? Entrevista A diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Cândida Cervieri, foi entrevistada pelo Informativo RENAPI.

Leia mais

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PEQUENOS negócios no BRASIL 99% 70% 40% 25% 1% do total de empresas brasileiras da criação de empregos formais da massa salarial do PIB das exportações

Leia mais

PALESTRA IBGM Rodada Temática de Design Apex Brasil São Paulo, 17 maio 2010

PALESTRA IBGM Rodada Temática de Design Apex Brasil São Paulo, 17 maio 2010 PALESTRA IBGM Rodada Temática de Design Apex Brasil São Paulo, 17 maio 2010 DESIGN COMO DIFERENCIAL NA EXPORTAÇÃO : O CASO DO IBGM PRINCIPAIS INSTRUMENTOS : Caderno de Tendências / Preview / Fontes de

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

Histórico do Programa Brasileiro do Design

Histórico do Programa Brasileiro do Design Histórico do Programa Brasileiro do Design 1995 Lançamento do Programa Brasileiro do Design; Exposição: "O Brasil Mostra sua Marca". 1996 Concurso da Logomarca do PBD; Estudo: "Design para a Competitividade".

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas AGENDA Como Surgiu Situação Atual Variáveis Importantes Governança Conquistas Impacto na Região Linhas Estratégicas Rodrigo Fernandes Coordenador Executivo da COMTEC Como Surgiu A T.I. surgiu para prover

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Agenda de Políticas para Inovação Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Recursos Humanos para Inovação Horácio Lafer Piva - Klabin A Agenda Promover uma mudança no ensino brasileiro com direcionamento claro

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Programas 2013. Abril de 2013

Programas 2013. Abril de 2013 Programas 2013 Abril de 2013 A nova SUDENE -Lei Complementar n 125, de 03 de janeiro de 2007 -Decreto n 6.219/2007 Autarquia especial, administrativa e financeiramente autônoma,... vinculada ao Ministério

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

Sistema Indústria. 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57 milhões de alunos capacitados

Sistema Indústria. 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57 milhões de alunos capacitados Sistema Indústria CNI 27 Federações de Indústrias 1.136 Sindicatos Associados 622.874 Indústrias SENAI SESI IEL 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS 1 Setor de Brinquedos Estratégias: Ampliação de Acesso e Conquista de Mercado Objetivos: 1 - Aumentar a competitividade; 2 - consolidar o

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Elisabeth Gomes elisabeth.gomes@sbgc.org.br Diretora de relações com o governo - SBGC 2º Fórum de Gestão

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ LUÍS MÁRIO LUCHETTA DIRETOR PRESIDENTE GESTÃO 2005/2008 HISTÓRICO

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E ÀS EMPRESAS, COM IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DA REGIÃO DO ALGARVE Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 1 1 CONTEÚDOS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013 Atuação das Instituições GTP- APL Sebrae Brasília, 04 de dezembro de 2013 Unidade Central 27 Unidades Estaduais 613 Pontos de Atendimento 6.554 Empregados 9.864 Consultores credenciados 2.000 Parcerias

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 O Presidente do Instituto Pauline Reichstul-IPR, torna público que receberá inscrições para o processo seletivo de pessoal para atuação no projeto Ações Integradas

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável 2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 29 de Novembro de 2014 Aveiro - Centro Cultural e de Congressos Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. - Assistente Técnico Local -

Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. - Assistente Técnico Local - Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher - Assistente Técnico Local - No âmbito do Programa Pará - Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial de Políticas para

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE CONTEXTO DO PROGRAMA O Texbrasil, Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira, foi criado em 2000 pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

Projeto Setorial de Exportação. ABF Associação Brasileira de Franchising

Projeto Setorial de Exportação. ABF Associação Brasileira de Franchising Projeto Setorial de Exportação ABF Associação Brasileira de Franchising Abril / 2013 INTRODUÇAO A ABF A Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1987. Hoje a ABF

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Disseminar a cultura empreendedora e inovadora em Santa Maria Ações de disseminação da Cultura Empreendedora Ações de trabalho conjunto entre Universidades e Comunidade Divulgação do trabalho pelo CEI

Leia mais

Levantamento Qualitativo e Quantitativo

Levantamento Qualitativo e Quantitativo Estabelecer ações conjuntas no sentido de enfrentar os desafios e potencializar as muitas oportunidades existentes para o desenvolvimento do setor artesanal, gerando oportunidades de trabalho e renda,

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios

Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios Foz do Iguaçu PR 30 de maio de 2014 Força das Pequenas Empresas 8,7 Milhões optantes no Simples 4

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais:

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais: PROJETO DA SHELL BRASIL LTDA: INICIATIVA JOVEM Apresentação O IniciativaJovem é um programa de empreendedorismo que oferece suporte e estrutura para que jovens empreendedores de 18 a 30 anos desenvolvam

Leia mais