O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados as "Partes"),

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados as "Partes"),"

Transcrição

1 AJUSTE COMPLEMENTAR AO ACORDO DE COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados as "Partes"), Considerando a importância do trabalho conjunto para a abordagem de problemas comuns de saúde e questões de saúde pública que representem mútua preocupação; Reconhecendo a existência de interesses bilaterais amplos no que se refere à promoção da saúde, à prevenção, ao controle e ao tratamento de doenças; e Desejando promover maior entendimento e fortalecer futuras relações na área da saúde pública entre ambos os países e, quando adequado, com terceiros países; e Pretendendo aprofundar as relações já existentes entre os setores envolvidos com a saúde pública e as comunidades científicas de ambos os países e, quando adequado, com terceiros países, Acordam o seguinte: ARTIGO I Propósito da Cooperação Este Ajuste Complementar tem como propósito aprofundar e fortalecer esforços para desenvolver a cooperação no campo da saúde pública e da ciência, conforme os seguintes princípios gerais:

2 a) este Ajuste Complementar fornece a base legal para encorajar a cooperação bilateral voltada para questões e problemas de importância para ambos os países. b) a cooperação desenvolvida ao abrigo do presente Ajuste Complementar destina-se a apoiar e intensificar relações presentemente estabelecidas no campo da saúde pública e das ciências entre instituições e/ou indivíduos dos Estados Unidos da América e do Brasil, não devendo, em nenhuma circunstância, restringir tais relações. Ao contrário, deverão as Partes trabalhar na identificação de áreas de esforço conjunto em benefício mútuo e promover a cooperação de forma coordenada. c) as atividades conjuntas, sempre que possível, devem estar coordenadas ou servir de apoio a ações e objetivos de organizações internacionais voltadas para a saúde, incluindo a Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde. ARTIGO II Órgãos Executores 1. Este Ajuste Complementar está ao abrigo e orienta-se pelo Acordo de Cooperação em Ciência e Tecnologia entre os Estados Unidos da América e a República Federativa do Brasil, assinado em 6 de fevereiro de 1984 e que foi renovado pelo Protocolo de Emenda e Prorrogação ao Acordo de Cooperação em Ciência e Tecnologia entre a República Federativa do Brasil e os Estados Unidos da América, assinado em 21 de março de 1994, ("O Acordo"). As Partes concordaram em assinar o presente Ajuste Complementar para a Cooperação na Área da Saúde ("Ajuste Complementar"). 2. Os Órgãos Executores deste Ajuste Complementar são, pelos Estados Unidos da América, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e, pela República Federativa do Brasil, o Ministério da Saúde. ARTIGO III Áreas de Cooperação 1. Os Órgãos Executores esperam fortalecer a cooperação em um elenco amplo de áreas de interesse mútuo; intencionam dirigir esforços para fomentar a cooperação em áreas de mútuo interesse, incluindo, embora não se limitando a:

3 a) planejamento na área da saúde, de recursos humanos e serviços em vários níveis, com ênfase em modelos organizacionais de sistemas de atenção; b) pesquisa em saúde e serviços humanos, incluindo avaliação e monitoramento de serviços de saúde; tecnologias aplicadas aos cuidados de saúde e sistemas de atenção; economia da saúde; financiamento de serviços de saúde; contenção de custos da atenção à saúde e serviços de atenção de longo prazo, incluindo alternativas não institucionais; c) sistemas de informação em saúde, incluindo metodologias estatísticas e intercâmbio de informações; d) áreas relacionadas à saúde, incluindo produtos sujeitos à regulamentação, especificamente alimentos (complementos alimentares), medicamentos (incluindo medicamentos biológicos), cosméticos, correlatos, produtos eletrônicos que emitem radiação e produtos correlacionados; e) outras áreas da saúde pública, incluindo mas não se limitando a: epidemiologia, saúde ambiental, saúde ocupacional, saúde maternoinfantil, envelhecimento, nutrição, prevenção de doenças e promoção à saúde, bem como questões específicas como HIV/AIDS e Câncer; f) pesquisa biomédica; g) questões de saúde relacionadas à mulher e grupos populacionais especiais, tais como migrantes, idosos, portadores de deficiências, adolescentes e crianças e outros grupos e populações vulneráveis; h) controle de doenças transmissíveis e não transmissíveis e traumas, bem como de outros problemas relativos à saúde; i) outras áreas que venham a ser periodicamente identificadas por acordo mútuo entre os Órgãos Executores. 2. Não se espera que produtos de valor comercial venham a ser gerados no âmbito das atividades ao abrigo do presente Ajuste Complementar. Se, durante o desenvolvimento de alguma atividade, produtos de valor comercial venham a ser gerados, serão aplicáveis as condições estipuladas no Acordo.

4 ARTIGO IV Métodos de Cooperação Em conformidade com a legislação nacional de cada país e com o Acordo, a cooperação ao abrigo deste Ajuste Complementar poderá consistir das seguintes modalidades: intercâmbio de informação científica e tecnológica, visitas de profissionais especializados, pesquisa conjunta, incluindo pesquisas nas áreas biomédica e de serviços de saúde, atividades de treinamento e reuniões tais como seminários, oficinas de trabalho, simpósios e conferências e outras formas de cooperação a serem acordadas, consistentes com as atribuições e os programas em execução dos Órgãos Executores. ARTIGO V Transferência de Tecnologia 1. As Partes concordam em que nenhuma informação ou equipamento sujeito à proteção por interesse da defesa nacional ou de relações exteriores de cada País e classificado como tal conforme a legislação aplicável, será fornecida por uma das Partes à outra, no âmbito do presente Ajuste Complementar. No caso de alguma informação ou equipamento que, reconhecida ou supostamente, requeira tal proteção seja identificado no curso das atividades de cooperação desenvolvidas ao abrigo deste Ajuste, o conhecimento deste fato deverá ser dado às autoridades competentes, e os Órgãos Executores consultar-se-ão mutuamente para identificar as medidas adequadas de segurança a serem acordadas entre eles. 2. A transferência de informações não-confidenciais ou de equipamentos protegidos com relação à exportação entre as Órgãos Executores será processada em conformidade com a legislação pertinente de cada país. Se os Órgãos Executores julgarem necessário, uma providência detalhada será tomada de modo a impedir a transferência e retransferência não autorizada de tal informação ou equipamento. 3. As informações controladas para a exportação serão assinaladas para que se possa identificá-las como tal, bem como serão identificadas as restrições para seu uso e transferência. ARTIGO VI Financiamento e Considerações Legais 1. Todas as atividades desenvolvidas ao abrigo deste Ajuste Complementar estão sujeitas às leis e normas de cada Parte, incluindo a disponibilidade de fundos ou recursos apropriados e de múltiplas fontes.

5 2. Cada Órgão Executor responsável por atividades de cooperação desenvolvidas no âmbito deste Ajuste Complementar será responsável pelos custos decorrentes de sua participação, estando sujeita à disponibilidade de recursos financeiros e à legislação de cada Parte, exceto em caso de acordo por escrito dispondo sobre outras condições. Despesas relacionadas ao desenvolvimento de atividades previstas pelo presente Ajuste serão realizadas conforme termos a serem definidos pelas instituições cooperantes para cada projeto em particular, utilizandose dos recursos disponíveis. ARTIGO VII Relação com, Outros Acordos Este Ajuste Complementar não afeta os direitos e obrigações assumidos pelas Partes em outros Acordos existentes, bilaterais e multilaterais. ARTIGO VIII Informação e Publicação Toda informação científica e tecnológica originada da cooperação estabelecida nos termos deste Ajuste Complementar poderá ser publicada ou disponibilizada conforme definido no Acordo, após consulta entre os Órgãos Executores sobre a substância do material a ser publicado. ARTIGO IX Disposições Específicas Sempre que necessário, questões relacionadas a patentes, desenho industrial, segredos de comércio, direitos autorais e qualquer outro tipo de propriedade resultante das atividades a serem implementadas ao abrigo deste Ajuste Complementar serão reguladas conforme o disposto no anexo relativo a Direitos de Propriedade Intelectual, em particular na Seção II(B), Artigo 2 (a) do Acordo. ARTIGO X Proteção de Seres Humanos e Animais de Laboratório 1. Para a proteção de seres humanos envolvidos em pesquisa, antes que qualquer projeto envolvendo seres humanos seja iniciado, os Órgãos Executores serão responsáveis por promover sua adequação a orientações internacionais, reconhecidas como tal por ambos os países, tais como a Declaração

6 da Associação Médica Internacional de 1964 (emendada em 1975, 1983 e 1989). Os Órgãos Executores serão responsáveis por assegurar que qualquer projeto ou atividade envolvendo seres humanos, implementado sob este Ajuste Complementar, obedeça às leis e normas aplicáveis das Partes. 2. Para a proteção do bem-estar de animais de laboratório e de espécies ameaçadas de extinção, os Órgãos Executores serão responsáveis por promover a adequação dos projetos aos princípios das normas internacionais adequadas para a pesquisa biomédica envolvendo animais. Os Órgãos Executores serão responsáveis por assegurar que qualquer projeto ou atividade envolvendo animais implementado sob este Ajuste Complementar obedeça às leis e normas das Partes, aplicáveis ao uso de animais de laboratório. ARTIGO XI Entrada em Vigor, Término e Emendas 1. O presente Ajuste Complementar entrará em vigor na data de sua assinatura por ambas as Partes e terá a vigência de 5 (cinco) anos. 2. O presente Ajuste Complementar poderá ser prorrogado ou emendado mediante acordo mútuo, por escrito, através de troca da notas diplomáticas; poderá ser denunciado por qualquer uma das Partes; a denúncia surtirá efeito 90 (noventa) dias após o recebimento da nota diplomática. 3. Em caso de denúncia deste Ajuste Complementar, a validade e a duração das atividades em andamento não serão afetadas. 4. Como testemunho, os abaixo assinados, devidamente autorizados por seus respectivos Governos, assinaram este Ajuste Complementar. Feito em Genebra, em 12 de maio de 1998, em dois exemplares originais, nos idiomas português e inglês, sendo ambos os textos igualmente autênticos. PELO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para

Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para referir-me ao texto acordado em 29 de fevereiro de 2000, em Washington, de Ajuste Complementar ao Acordo de Cooperação

Leia mais

Senhores Membros do Congresso Nacional,

Senhores Membros do Congresso Nacional, Mensagem n o 691 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas Excelências,

Leia mais

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde)

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde) MEMORANDUM DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O SECRETARIADO DO PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS (UNAIDS) PARA CONSTITUIÇÃO DO CENTRO INTERNACIONAL

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Federal da Nigéria (doravante denominados Partes Contratantes);

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Federal da Nigéria (doravante denominados Partes Contratantes); ACORDO DE COOPERAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA NIGÉRIA O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República

Leia mais

De acordo com a vontade comum com vistas ao entendimento mútuo e à cooperação bilateral;

De acordo com a vontade comum com vistas ao entendimento mútuo e à cooperação bilateral; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, E A COMISSÃO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO E REFORMA, DA REPÚBLICA POPULAR

Leia mais

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a "Parte brasileira",

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a Parte brasileira, Memorando de Entendimento entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério do Meio Ambiente da República Federativa do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente e Território da República da Itália

Leia mais

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTERIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O MINISTÉRIO DO TRABALHO, DA SAÚDE E DAS POLÍTICAS SOCIAIS DA REPÚBLICA ITALIANA SOBRE COOPERAÇÃO NO CAMPO DA SAÚDE

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ),

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ), ACORDO DE ALCANCE PARCIAL DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 38, SUBCRITO AO AMPARO DO ARTIGO 25 DO TRATADO DE MONTEVIDÉU 1980, ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA COOPERATIVISTA DA GUIANA

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA DE CUBA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA DE CUBA r R epública de C uba M inistério Público Federal,y/'i;U '< t/í(i v e n e m / r/e / o ^ Â e fm //.e * MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil - O Governo dos Estados Unidos da América, (doravante denominados "Partes"),

O Governo da República Federativa do Brasil - O Governo dos Estados Unidos da América, (doravante denominados Partes), MEMORANDO DE ENTENDIMENTO RELATIVO AO CONTROLE DE ENTORPECENTES ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA O Governo da República Federativa do Brasil -

Leia mais

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL;

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL; MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 08/04 RESUMO DE DISCUSSÕES ENTRE A AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) E AS RESPECTIVAS AUTORIDADES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL SOBRE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

TRATADO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA FRANCESA RELATIVO À COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA

TRATADO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA FRANCESA RELATIVO À COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA Resolução da Assembleia da República n.º 30/2000 Tratado entre a República Portuguesa e a República Francesa Relativo à Cooperação no Domínio da Defesa, assinado em Paris em 30 de Julho de 1999 Resolução

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República do Paraguai

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República do Paraguai CONVÊNIO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DO PARAGUAI SOBRE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL e O Governo da República Federativa

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO FEDERAL DE TRABALHO E DE ASSUNTOS SOCIAIS DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA Considerando a necessidade

Leia mais

Tenho a honra de acusar o recebimento da Nota B-075, datada de 05 de junho de 1997, cujo teor em português é o seguinte:

Tenho a honra de acusar o recebimento da Nota B-075, datada de 05 de junho de 1997, cujo teor em português é o seguinte: ABC/DCS/DAI/ 01 /ETEC-BRAS-CANA Senhor Encarregado de Negócios a.i., Tenho a honra de acusar o recebimento da Nota B-075, datada de 05 de junho de 1997, cujo teor em português é o seguinte: "Senhor Ministro,

Leia mais

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC AVALIAÇÃO DOS PROJETOS Diligências/informações INSTITUIÇÕES Projeto SE Credenciamento Distribuição SECRETARIAS Análise Parecer conclusivo SECRETARIAS Acompanhamento

Leia mais

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL)

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL) SECRETÁRIA-GERAL DA UNASUL Ficha para a identificação de Iniciativas Conjuntas da UNASUL (PIC-UNASUL) I Nome do projeto: Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas

Leia mais

TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA

TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA 1 / 7 TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA CONCEDENTE: NOME: CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NATUREZA JURÍDICA:

Leia mais

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República da Polônia (doravante

Leia mais

EDITAL CIPE 008/2016 CADASTRO E RECADASTRO DE PLANO DE TRABALHO DE PROJETO DE PESQUISA

EDITAL CIPE 008/2016 CADASTRO E RECADASTRO DE PLANO DE TRABALHO DE PROJETO DE PESQUISA EDITAL CIPE 008/2016 CADASTRO E RECADASTRO DE PLANO DE TRABALHO DE PROJETO DE PESQUISA A Faculdade Especializada na Área de Saúde do Rio Grande do Sul (FASURGS), autorizada pela Portaria do MEC Nº 1.220,

Leia mais

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES . ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTESENAES ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO MTE E O BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN COM A INTERVENIÊNCIA DA SECRETARIA

Leia mais

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução;

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL em matéria de reforço

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM UNIÃO, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO E AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA PARA ESTABELECER AS DIRETRIZES PARA A EXECUÇÃO DOS PROJETOS E DAS OBRAS DO PARQUE OLÍMPICO

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Minuta de PROTOCOLO entre O FUNDO ESPECIAL DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) e (ENTIDADE PROPONENTE) Para a implementação

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 116 DE 08 DE ABRIL DE 2015.

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 116 DE 08 DE ABRIL DE 2015. RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 116 DE 08 DE ABRIL DE 2015. Disciplina a concessão de visto a cientista, pesquisador, professor e ao profissional estrangeiro que pretenda vir ao País para participar das atividades

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI Versão: outubro/2016 1. OBJETIVO Em concordância com as diretrizes da Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República do Chile, (doravante denominados "Partes Contratantes"),

O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República do Chile, (doravante denominados Partes Contratantes), AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DO CHILE NO ÂMBITO DA COOPERAÇÃO E DA CO-PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TUNÍSIA PARA O PERÍODO

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TUNÍSIA PARA O PERÍODO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TUNÍSIA PARA O PERÍODO 2001-2004 O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO CANADÁ E O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO BRASIL

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO CANADÁ E O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO BRASIL MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO CANADÁ E O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO BRASIL O Ministério da Agricultura do Canadá e o Ministério da Agricultura do Brasil, Considerando

Leia mais

APÊNDICE I EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2016/2017

APÊNDICE I EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2016/2017 APÊNDICE I EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2016/2017 Pelo presente faz-se saber que estarão abertas, no período de 10 a 30 de junho de 2016, as inscrições para seleção de bolsistas do Programa Institucional

Leia mais

Senhores Membros do Congresso Nacional,

Senhores Membros do Congresso Nacional, Mensagem n o 873 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas Excelências,

Leia mais

ACORDO CULTURAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA SOCIALISTA DO SRI LANKA

ACORDO CULTURAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA SOCIALISTA DO SRI LANKA Decreto n.º 1/2000 Acordo Cultural entre a República Portuguesa e a República Democrática Socialista do Sri Lanka, assinado em Lisboa em 19 de Fevereiro de 1999 Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre o exercício da profissão de supervisor de segurança portuária. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A profissão de supervisor de segurança

Leia mais

O Governo da República Socialista Federativa da Iugoslávia,

O Governo da República Socialista Federativa da Iugoslávia, aprofundar ACORDO DE COMÉRCIO E PAGAMENTOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDE- RATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA SOCIALISTA FEDERATIVA DA IUGOSLÁVIA e O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

CAPÍTULO I. Dos Objetivos da Pesquisa

CAPÍTULO I. Dos Objetivos da Pesquisa RESOLUÇÃO Nº 01/2014 DISPÕE SOBRE O REGIMENTO DO GRUPO DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE CASA DO ESTUDANTE. A Direção Geral da IES

Leia mais

A República Portuguesa e a República de Cuba, adiante denominadas «Partes»:

A República Portuguesa e a República de Cuba, adiante denominadas «Partes»: Decreto n.º 41/98 Acordo entre a República Portuguesa e a República de Cuba sobre Cooperação na Prevenção do Uso Indevido e Repressão do Tráfico Ilícito de Estupefacientes e Substâncias Psicotrópicas,

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ----- ENTRE ----- A REPÚBLICA DE ANGOLA, A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, A REPÚBLICA DE CABO VERDE, A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU, A REPÚBLICA

Leia mais

RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE

RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE Dispõe sobre a comunicação entre Núcleos de Enfrentamento ao

Leia mais

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis Organização Pan Americana da Saúde Oficina Regional da Organização Mundial da Saúde Municípios e Comunidades Saudáveis Guia dos prefeitos e outras autoridades locais Promovendo a qualidade de vida através

Leia mais

o presente diploma tem por objecto regulamentar a gestão dos recursos pesqueiros existentes nas águas juridicionais de Angola.

o presente diploma tem por objecto regulamentar a gestão dos recursos pesqueiros existentes nas águas juridicionais de Angola. MINISTÉRIO DAS PESCAS E AMBIENTE Decreto Executivo n." 48/98 de 28 de Agosto Havendo necessidade de estabelecer o ordenamento dos recursos pesqueiros nacionais; No uso da faculdade que me é conferida pela

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004.

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS - CONPORTOS RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. Dispõe sobre a concessão de Declaração de Proteção

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TURQUIA SOBRE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA INDÚSTRIA DE DEFESA

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TURQUIA SOBRE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA INDÚSTRIA DE DEFESA ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TURQUIA SOBRE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA INDÚSTRIA DE DEFESA ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TURQUIA SOBRE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece as diretrizes que devem ser observadas na regulamentação, na vigilância e na supervisão das instituições de pagamento e dos arranjos de pagamento

Leia mais

REDE DE CONTROLE DA GESTÃO PÚBLICA PARANÁ. Regimento Interno TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS

REDE DE CONTROLE DA GESTÃO PÚBLICA PARANÁ. Regimento Interno TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1º. A Rede de Controle da Gestão Pública, constituída como espaço colegiado e permanente no âmbito do Estado do Paraná, formada por órgãos/instituições integrantes

Leia mais

ACORDO DE AMIZADE E COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A UCRÂNIA

ACORDO DE AMIZADE E COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A UCRÂNIA Resolução da Assembleia da República n.º 9/2002 Acordo de Amizade e Cooperação entre a República Portuguesa e a Ucrânia, assinado em Lisboa em 25 de Outubro de 2000 A Assembleia da República resolve, nos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 017/ CONSELHO SUPERIOR

RESOLUÇÃO Nº 017/ CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 017/2015 - CONSELHO SUPERIOR Regulamenta o desenvolvimento das Atividades Teórico-Práticas de Aprofundamento em áreas específicas de interesse do estudante dos cursos de licenciatura do IFPI.

Leia mais

Ministério da Integração Nacional

Ministério da Integração Nacional Protocolo Conjunto para Proteção Integral a Crianças e Adolescentes, Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência em Situação de Riscos e Desastres Portaria Interministerial Nº 02 de 06 de Dezembro de 2012

Leia mais

(ERC/API/SJ) C. À ERC cumpre também, nos termos do artigo 9.º dos seus Estatutos, promover a coregulação em colaboração estreita com os regulados;

(ERC/API/SJ) C. À ERC cumpre também, nos termos do artigo 9.º dos seus Estatutos, promover a coregulação em colaboração estreita com os regulados; ACORDO DE CO-REGULAÇÃO EM MATÉRIA DE CLASSIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS (ERC/API/SJ) Considerando que: A. A classificação das publicações periódicas é, nos termos dos artigos 9.º a 14.º da Lei de

Leia mais

PQ /04/

PQ /04/ PQ.06 03 02/04/2013 1-5 1. OBJETIVO Estabelecer sistematica para o processo de solicitação, análise crítica e preparação para a avaliação da conformidade. 2. DEFINIÇÕES Modelo de Avaliação da Conformidade:

Leia mais

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX DISPÕE SOBRE O PLANO MUNICIPAL DE APOIO E INCENTIVO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE ARACRUZ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 3.1 DISPOSIÇÕES INICIAIS...

Leia mais

Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Fundo de mobilidade FLAD-UAc Crossing the Atlantic

Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Fundo de mobilidade FLAD-UAc Crossing the Atlantic Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento, elaborado nos termos do disposto na cláusula quinta do protocolo de cooperação

Leia mais

Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior.

Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior. Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior. PLANO GERAL DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO Com a entrada em vigor da Lei 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Leia mais

Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português, é o seguinte:

Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português, é o seguinte: Brasília, 12 de março de 2009 DAM-II/DAI/CG-DECAS/ 01 /PEXT-BRAS-BOLI/2009/ Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português,

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011 NATAL/RN MARÇO/2012

Leia mais

N 2016/02 01 de Dezembro a 06 Dezembro de O DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,

N 2016/02 01 de Dezembro a 06 Dezembro de O DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, EDITAL DE PROCESSO EXTERNO PARA SELETIVO INTERNO E O CURSO DE NUTRIÇÃO N 2016/02 01 de Dezembro a 06 Dezembro de 2016. Dispõe sobre o TESTE SELETIVO INTERNO E EXTERNO para COORDENADOR DO CURSO DE NUTRIÇÃO

Leia mais

PORTARIA MMA Nº 445, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014

PORTARIA MMA Nº 445, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014 ALTERADA PELA PORTARIA MMA Nº 98/2015, PORTARIA MMA Nº 163/2015. PORTARIA MMA Nº 163, DE 08 DE JUNHO DE PORTARIA MMA Nº 445, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014 2015 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007

PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007 PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007 Dispõe sobre o Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - Pró-Saúde - para os cursos de graduação da área

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos ISO 9001:2008 GESTÃO DE QUALIDADE O que é ISO? ISO = palavra grega que significa Igualdade O Comitê - ISO A Organização Internacional de Normalização (ISO) tem sede em Genebra na Suíça, com o propósito

Leia mais

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 1. Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso e financiamento a projectos

Leia mais

Certificação e Auditoria Ambiental

Certificação e Auditoria Ambiental Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 5 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Auditoria Ambiental Questionário Pré-Auditoria É um instrumento utilizado na etapa de pré-auditoria,

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA SOBRE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA CULTURA E CIÊNCIA.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA SOBRE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA CULTURA E CIÊNCIA. Decreto do Governo n.º 7/83 Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República da Áustria sobre Cooperação nos Domínios da Cultura e Ciência Decreto do Governo n.º 7/83 de 24 de Janeiro

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO Sob o Alto Patrocínio do MINISTRO DA ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE Ti MOR-LESTE e da MINISTRA DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL DE PORTUGAL É OUTORGADO:

Leia mais

EDITAL IFES-CAMPUS SERRA Nº 01/2016 REGULAR PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE ATIVIDADES DISCENTES

EDITAL IFES-CAMPUS SERRA Nº 01/2016 REGULAR PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE ATIVIDADES DISCENTES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS SERRA Rodovia ES-010 Km 6,5 Bairro Manguinhos 29173-087 Serra ES 27 3348-9200 EDITAL IFES-CAMPUS SERRA

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS Comissão de Graduação do Curso de Ciências Biológicas COMGRAD/BIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS Comissão de Graduação do Curso de Ciências Biológicas COMGRAD/BIO DECISÃO 03/2015 - Altera: Decisão n o 03/2013 ESTÁGIO SUPERVISIONADO A, reunida em 18 de novembro de 2015, no uso de suas atribuições, DECIDE Regulamentar a atividade de Ensino de Estágio Supervisionado,

Leia mais

Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica. Jose A. PINTO MARTINS Diretor do Serviço de Difusão

Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica. Jose A. PINTO MARTINS Diretor do Serviço de Difusão Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica Jose A. PINTO MARTINS Diretor do Serviço de Difusão POLITICA DE DIFUSÃO DO INE ( ) As estatísticas oficiais são um bem público,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição, Decreto n.º 3.548, de 21 de julho de 2000 Promulga o Acordo de Cooperação Cultural entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Argentina, celebrado em Brasília, em 10 de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001)

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) Página 1 de 5 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 9.433,

Leia mais

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição:

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição: RESOLUÇÃO N 2554 Dispõe sobre a implantação e implemenação de sistema de controles internos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO

Leia mais

Manual do Estágio Supervisionado

Manual do Estágio Supervisionado IBB Ano 2015 1. APRESENTAÇÃO: A partir do 1º Semestre Letivo de 2016, os alunos em fase de conclusão do Curso de (Currículo 2013) deverão realizar o Estágio Curricular Supervisionado. O presente manual

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL Considerando: Que o NERGA é uma Pessoa Coletiva de Utilidade Pública que, tem como objetivo

Leia mais

POLÍTICA. Sistema de Gestão de Segurança da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Referência do Documento PL03 SGSI _V5

POLÍTICA. Sistema de Gestão de Segurança da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Referência do Documento PL03 SGSI _V5 POLÍTICA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Referência do Documento PL03 SGSI _V5 D Público 1 PL03 SGSI_V5 ÍNDICE 1. Referências Pág. 3 2. Documentos Associados Pág. 3 3. Registos Associados Pág. 3 4.

Leia mais

Políticas Operacionais

Políticas Operacionais Pág. 1 de 5 Recursos Culturais Físicos Nota: A OP e a BP 4.11 baseiam-se na Revised Draft Operational Policy/Bank Procedure 4.11 (Política Operacional Preliminar Revista/Procedimento Bancário 4.11): O

Leia mais

Brasília, 20 de novembro de

Brasília, 20 de novembro de NOTA TÉCNICA /2012 Redefine as diretrizes e normas para a organização e o funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) no âmbito da Atenção Básica, cria a Modalidade NASF 3, e dá outras

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Juiz de Fora. (logo da instituição parceira) (Nome da Instituição Parceira) instituições.

Ministério da Educação Universidade Federal de Juiz de Fora. (logo da instituição parceira) (Nome da Instituição Parceira) instituições. Ministério da Educação Universidade Federal de Juiz de Fora (logo da instituição parceira) (Nome da Instituição Parceira) ACORDO DE COOPERAÇÃO ACADÊMICO INTERNACIONAL O presente acordo tem por objeto a

Leia mais

Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores. Carta ao Consumidor

Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores. Carta ao Consumidor Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores Carta ao Consumidor Introdução Os consumidores de todo o mundo confiam nos telefones celulares para se manterem em contato

Leia mais

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx IESUR / FAAR Instituto de Ensino Superior de Ariquemes Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO entre xxxx e IESUR, Rondônia, Brasil CLÁUSULA PRIMEIRA - Preâmbulo Em busca de interesses

Leia mais

I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DIREITO UNICERP RESOLUÇÃO N 01/2014 Institui a monitoria acadêmica do Curso de Direito e dá outras providências. I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - A monitoria acadêmica do

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DEFINIÇÃO O BMB entende que uma gestão apropriada do risco operacional é importante,

Leia mais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA)

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA) PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ADMINISTRAÇÃO GERAL DE SUPERVISÃO DE QUALIDADE, INSPEÇÃO E QUARENTENA DA REPÚBLICA POPULAR DA

Leia mais

EDITAL N. 11 /2013. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores. Curitiba, 15 de abril de 2013

EDITAL N. 11 /2013. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores. Curitiba, 15 de abril de 2013 GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ Reconhecida pelo Decreto Governamental n.º 70.906 de 01/08/72 e Portaria n.º 1.062

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Estágio

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Apoio: Núcleo de Economia da Saúde PB Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento/SE/MS -DESID/MS; Governo do Estado da Paraíba: DECRETO nº 33.766,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN 3.1.6 - MCT 1 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviços de pessoa física para a elaboração de documento

Leia mais

Conferência Internacional do Trabalho

Conferência Internacional do Trabalho Conferência Internacional do Trabalho PROTOCOLO À CONVENÇÃO 29 PROTOCOLO À CONVENÇÃO SOBRE TRABALHO FORÇADO, 1930, ADOTADA PELA CONFERÊNCIA EM SUA CENTÉSIMA TERCEIRA SESSÃO, GENEBRA, 11 DE JUNHO DE 2014

Leia mais

ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE

ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE A Auditoria Geral da República- Argentina O Tribunal de Contas da União Brasil A Controladoria

Leia mais

CAPÍTULO I Abrangência do Acordo

CAPÍTULO I Abrangência do Acordo ACORDO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI SOBRE COOPERAÇÃO POLICIAL EM MATÉRIA DE INVESTIGAÇÃO, PREVENÇÃO E CONTROLE DE FATOS DELITUOSOS A República Federativa do

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Junho/2016 Edge Brasil Gestão de Ativos Ltda. 1. Objetivo Esta política tem por objetivo estabelecer regras, procedimentos e descrição dos controles a serem observados para

Leia mais

Decreto n.º 19/94 Acordo de Cooperação em Matéria de Protecção Civil entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Marrocos

Decreto n.º 19/94 Acordo de Cooperação em Matéria de Protecção Civil entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Marrocos Decreto n.º 19/94 Acordo de Cooperação em Matéria de Protecção Civil entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Marrocos Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

Número do Documento:

Número do Documento: Número do Documento: 1323910 Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior Universidade Estadual do Ceará UECE Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva - SODC RESOLUÇÃO

Leia mais

MANTENEDORA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE AECISA MANTIDA FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE- FPS

MANTENEDORA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE AECISA MANTIDA FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE- FPS MANTENEDORA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE AECISA MANTIDA FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE- FPS REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES RECIFE/PE Atualizado em 21 de setembro de 2015 1 SUMÁRIO

Leia mais

EDITAL 01/2016 ABERTURA DE SELEÇÃO INTERNA PARA MONITOR-BOLSISTA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (GTI) I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

EDITAL 01/2016 ABERTURA DE SELEÇÃO INTERNA PARA MONITOR-BOLSISTA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (GTI) I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES EDITAL 01/2016 ABERTURA DE SELEÇÃO INTERNA PARA MONITOR-BOLSISTA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (GTI) I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES A FAI Faculdades de Itapiranga/SC, no uso de suas atribuições

Leia mais

FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC -

FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - SUMÁRIO CAPITULO I... 3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO II... 3 DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES...

Leia mais

RESOLUÇÃO TGT Nº 04/2015

RESOLUÇÃO TGT Nº 04/2015 ANO XLV N. 078 26/05/2015 SEÇÃO II PÁG. 028 RESOLUÇÃO TGT Nº 04/2015 Niterói, 06 de maio de 2015 O Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Telecomunicações, em reunião ordinária de 06/05/2015,

Leia mais

Descrição da Pesquisa

Descrição da Pesquisa Projeto de Pesquisa Descrição da Pesquisa Título do Projeto Pesquisador Principal Colaboradores [se houver] Local de Realização Período da Pesquisa 1. Objetivo da Pesquisa [o que se pretende pesquisar]

Leia mais