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1 Avaliação comparativa de iscas atrativas na amostragem de formigas (Hymenoptera: Formicidae) numa parcela de floresta plantada de Eucalyptus grandis, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil Jardel Boscardin a*, Ervandil Corrêa Costa a, Juliana Garlet a, Augusto Bolson Murari a, Jacques Hubert Charles Delabie b a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Ciências Rurais, Campus Universitário Bairro Camobi, Prédio 42 sala 3225 CEP Santa Maria, RS Brasil. b Laboratório de Mirmecologia, Convênio UESC/CEPLAC, Centro de Pesquisas do Cacau (CEPEC/CEPLAC), Caixa Postal 7, CEP Itabuna, BA, Brasil. E- mail: * Autor para correspondência: +55(55) Palavras-chave: bioindicadores ambientais, entomologia florestal, proteína, atratividade. Título abreviado: Avaliação comparativa de iscas atrativas para formigas ABSTRACT Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden is an angiosperm of the family Myrtaceae with high potential of growth and production in homogeneous stands. The monoculture of the eucalyptus changes the natural environments. Several authors affirm that ants are efficient bioindicators of the environmental quality. To evaluate the ants may be used baits with animal protein. This study was made to evaluate the efficiency of different 1

2 baits in capturing ants, in relation to the diversity and the quantity of species. The experiment was conducted in a stand of E. grandis with 16 years old and five hectares, in Santa Maria, RS. The baits: sardine in oil (SO), sardine with tomato (ST), chicken pâté (FR), pâté of chicken liver (FG) and solid tuna (AT) were distributed randomly in the stand, five meters of distance and in five repetitions, in a total of 25 experimental units, sampled at each season of the year, between 2007, November and 2008, August. After 60 minutes, all the material on the traps were put in a recipient with alcohol 70 % and taken to the entomology laboratory to separate the morfo-species to future identification. It was collected 3072 individuals, distributed in 14 species, eight genders and four subfamilies. In the statistical analysis it was observed that the collection in the summer was the more abundant, with 1863 individuals. The pâté of chicken liver show more species richness (S obs =13), the biggest diversity index of Shannon-Wiener (H =1.04) and the equitability (J=0.91). Species of the genders Brachymyrmex, Camponotus, Pheidole, Wasmannia and Solenopsis were commons for the five baits. The species Wasmannia auropunctata Roger and Solenopsis (Diplorhoptrum) sp. shown the bigger median relative frequencies, 26.0 % e 19.0 %, respectfully, these species are commons in environments with simplification and alterations, showing the alteration in the ecosystem. RESUMO Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden é uma angiosperma pertencente à família Myrtaceae, que possui elevado potencial de crescimento e produção em plantios homogêneos. A monocultura de eucalipto altera os ambientes naturais. Muitos autores citam as formigas como eficientes bioindicadores da qualidade ambiental. Para inventariar as formigas epigéicas podem-se usar iscas a base de proteína animal. O 2

3 presente estudo propôs a avaliação de diferentes iscas, buscando eficiência quanto à diversidade e quantidade de espécies de formigas capturadas. Neste sentido, foi conduzido um experimento num plantio de E. grandis, 16 anos, de aproximadamente cinco hectares, em Santa Maria, RS. As iscas, constituídas por sardinha com óleo (SO), sardinha com tomate (ST), patê de frango (FR), patê de fígado de frango (FG) e atum sólido (AT) foram aleatoriamente distribuídas na área, a intervalos de cinco metros, com cinco repetições, totalizando 25 unidades experimentais, amostradas a cada estação do ano, de novembro de 2007 a agosto de Após 60 minutos de exposição, todo o material presente sobre a armadilha foi recolhido num recipiente com álcool 70 %, e levado ao laboratório de entomologia onde se processava a separação em morfoespécies para posterior identificação. Coletaram-se 3072 indivíduos, distribuídos em 14 espécies pertencentes a oito gêneros e quatro subfamílias. A partir da análise estatística observou-se a coleta realizada no verão como a mais abundante, com 1863 indivíduos amostrados. A isca constituída de patê de fígado de frango apresentou maior riqueza de espécies (S obs =13), maior índice de diversidade de Shannon-Wiener (H =1.04) e maior Equitabilidade (J=0.91). Espécies dos gêneros Brachymyrmex, Camponotus, Pheidole, Wasmannia e Solenopsis foram comuns nas cinco iscas. As espécies Wasmannia auropunctata Roger e Solenopsis (Diplorhoptrum) sp. apresentaram maiores freqüências relativas médias, 26.0 % e 19.0 %, respectivamente, tais espécies são comuns em ambientes simplificados e alterados. Indicando assim, a alteração ambiental existente neste ecossistema. INTRODUÇÃO O Eucalyptus L Herit pertencente à família Myrtaceae é originário do território australiano, sua importância silvicultural se deve ao fato de possuir crescimento rápido e 3

4 alta produtividade em plantios homogêneos (Marchiori & Sobral, 1997). No Brasil o cultivo de eucalipto está voltado principalmente à produção de papel e celulose, além de servir para a produção de madeira serrada, a fabricação de painéis e móveis e para fins energéticos como lenha e carvão vegetal, entre outros (Leão, 2000), sendo o Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden a espécie mais plantada. As implantações de monoculturas são importantes para a economia, porém implicam em efeitos negativos levando-se em conta a simplificação dos ecossistemas primitivos causada pela baixa diversidade vegetal (Vallejo et al., 1987). O que pode acarretar o desaparecimento de espécies da fauna e da flora, bem como favorecer o aparecimento de espécies oportunistas e insetos-praga em potencial. Os insetos têm sido utilizados como bioindicadores ambientais, devido às funções que desempenham na natureza, estreita relação com a heterogeneidade dos ecossistemas e processos ecológicos, assim como seu alto grau de sensibilidade às mudanças do ambiente (Wink et al., 2005). Dentre os insetos de solo utilizados como indicadores de áreas degradadas estão às formigas. Pertencentes à ordem Hymenoptera, família Formicidae, as formigas estão distribuídas em mais de 1015 espécies no Brasil (Gallo et al., 2002). Considerados animais dominantes na maioria dos ecossistemas terrestres, as formigas em uma área da Amazônia Central, por exemplo, constituem cerca de 15 % da biomassa animal (Fittkau & Klinge, 1973). As formigas são potenciais indicadores ambientais, por apresentarem muitos dos fatores exigidos aos bioindicadores, como abundância local alta; riqueza de espécies local e global alta; muitos táxons especializados; são facilmente amostradas; de fácil separação em morfo-espécies; e sensíveis às mudanças na condição do ambiente (Majer, 1983; Silva & Brandão, 1999). 4

5 Para levantamentos de insetos edáficos, incluindo as formigas, um dos métodos de amostragem mais utilizados constitui-se no uso de armadilhas de solo do tipo pitfall, que segundo Almeida et al. (2003) tem sua eficiência aumentada quando do uso de iscas atrativas. Em levantamentos de diversidade de formigas, nos mais diversos habitats, utilizando-se iscas atrativas à base de proteína animal (sardinha com óleo), foram encontradas espécies de formigas de importância ambiental, por possuírem relação direta com alterações sofridas no habitat estudado, como os gêneros Solenopsis, Wasmannia, Pheidole e Ectatomma entre outros (Nascimento et al., 2003; Fonseca & Diehl, 2004; Brugger et al., 2007). Assim, o presente trabalho de pesquisa tem como objetivo avaliar diferentes iscas atrativas, buscando eficiência quanto à diversidade e quantidade de espécies capturadas. METODOLOGIA O estudo foi realizado em uma parcela de floresta plantada de Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden, com 16 anos de idade, de aproximadamente cinco hectares de área, nos meses de novembro de 2007, fevereiro, maio e agosto de 2008, totalizando quatro amostragens, uma em cada estação do ano. A área experimental utilizada pertence ao Departamento de Ciências Florestais (DCFL) e está localizada nas dependências do campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no município de Santa Maria, região fisiográfica da Depressão Central do Rio Grande do Sul. O campus da UFSM está localizado a aproximadamente 95 m de altitude, nas coordenadas 29º 42 S e 53º42 W. As iscas, constituídas por sardinha com óleo (SO), sardinha com tomate (ST), patê de frango (FR), patê de fígado de frango (FG) e atum sólido (AT) foram 5

6 aleatoriamente distribuídas na área, a intervalos de cinco metros, com cinco repetições, totalizando 25 unidades experimentais. Para a realização das coletas, depositavam-se cinco gramas de isca atrativa sobre uma tampa de plástico transparente, com 15 cm de diâmetro, ao nível da serapilheira. Após 60 minutos de exposição, todo o material presente sobre a armadilha era recolhido em um pote, de 80 ml, contendo álcool com 70 % de concentração. O tempo de exposição utilizado é ideal segundo Freitas et al. (2003), pois a exposição por um tempo maior que este, pode resultar na dominância de algumas espécies com bom recrutamento, como por exemplo, as espécies pertencentes aos gêneros Pheidole, Camponotus e Solenopsis, em detrimento de outras como as espécies da subfamília Ponerinae. O material acondicionado nos potes foi encaminhado ao laboratório de entomologia florestal da UFSM, onde se procedeu à triagem. Com o auxilio de esteroscópio, os formicídeos foram separados em morfo-espécies para posterior identificação. A freqüência relativa de ocorrência (%) das espécies de formigas foi obtida multiplicando-se a freqüência absoluta (X) por 100 % e dividindo-se o valor encontrado por 20 (número de amostras por isca). Os índices de diversidade de Shannon-Wiener (H ), dado pela fórmula: H = p i log p i, onde p i é a proporção da espécie em relação ao número total de espécimes encontrado nos levantamentos realizados. O índice de Equitabilidade Shannon-Wiener (J) é obtido através da equação: J = H / H max, onde H é o índice de Shannon-Wiener e H max é dado pela seguinte expressão: H max = Log s, sendo s correspondente ao número de espécies amostradas. Estes dois índices foram determinados usando o programa 6

7 DivEs v2.0 (Rodrigues, 2007). A riqueza observada de espécies (S obs ) corresponde ao número de espécies encontrado em cada isca. Foi realizada análise estatística no programa ASSISTAT Versão 7.5 beta (Silva, 2008) onde se comparou as médias de ocorrência de espécies entre as iscas, bem como o número de indivíduos capturados entre as estações do ano, pelo Teste de Tukey a 5 % de significância. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foi coletado um total de 3072 formigas, distribuídas em 14 espécies identificadas, oito gêneros e quatro subfamílias: Myrmicinae, Formicinae, Ponerinae e Pseudomyrmecinae. A subfamília Myrmicinae apresentou maior riqueza observada de espécies (S obs =10). Esta subfamília se caracteriza como a maior e mais diversificada tanto em âmbito regional quanto global (Höllodobler &Wilson, 1990), mais de 45 % das espécies e mais de 52 % dos gêneros de Formicidae pertence à subfamília Myrmicinae (Bolton, 1995). O gênero Pheidole apresentou maior riqueza específica dentro da subfamília Myrmicinae, com sete espécies. Situação semelhante foi encontrada nos mais diversos habitats (Carvalho et al., 2004; Schmidt et al., 2005). Para Schütte et al. (2007) em seu experimento em floresta ombrófila, o gênero Pheidole apresentou maior riqueza de espécies (13), seguido por Solenopsis com nove e Camponotus com oito espécies. Os mesmos autores encontraram um total de 70 espécies de formigas na serapilheira, e destas a espécie Pheidole sp.3, foi a mais freqüente, encontrada em 40.3 % das amostras. Como pode se observar na Tabela 1, as espécies comuns às cinco iscas foram: Brachymyrmex patagonicus Mayr, Camponotus rufipes Fabricius, Pheidole 7

8 asperithorax Emery, Pheidole stigma Wilson, Wasmannia auropunctata Roger e Solenopsis (Diplorhoptrum) sp.. As duas últimas apresentaram maiores freqüências relativas médias, 25.0 % e 19.0 %, respectivamente. Tabela 1 - Freqüência absoluta (X) e freqüência relativa de ocorrência (%), por isca atrativa: sardinha com óleo (SO), sardinha com tomate (ST), patê de frango (FR), patê de fígado de frango (FG) e atum sólido (AT), de espécies de formigas epigéicas capturadas em uma parcela de Eucalyptus grandis, Santa Maria, RS. Novembro de 2007 à agosto de Eucalyptus grandis (iscas) Subfamília/Tribo/Espécie SO ST FR FG AT X (%) X (%) X (%) X (%) X (%) Formicinae Plagiolepidini Brachymyrmex patagonicus Mayr Camponotini Camponotus rufipes (Fabricius) Myrmicinae Crematogastrini Crematogaster victima Smith Pheidolini Pheidole asperithorax Emery Pheidole laevinota Forel Pheidole pubiventris Mayr Pheidole rufipilis Forel Pheidole sp. 1 grupo tristis Pheidole stigma Wilson Pheidole synarmata Wilson Selonopsidini Solenopsis (Diplorhoptrum) sp Blepharidattini Wasmannia auropunctata (Roger) Ponerinae Ponerini Odontomachus chelifer (Latreille) Pseudomyrmecinae Pseudomyrmecini Pseudomyrmex termitarius Smith X = Freqüência absoluta. (%) = Freqüência relativa de ocorrência, onde (%) = X / 20. 8

9 Os gêneros Pheidole e Solenopsis tendem a ser predominantes em todos os ecossistemas terrestres, uma vez que as espécies que constituem estes gêneros possuem ampla tolerância às condições físicas do ambiente (Andersen, 1991). As espécies de Solenopsis estão entre as mais agressivas na utilização de recursos do meio (Marinho et al., 2002). A espécie W. auropunctata Roger possui ampla distribuição, e é tida como uma espécie invasora (Schultz & McGlynn, 2000). A espécie W. auropunctata Roger é freqüentemente encontrada em áreas perturbadas e de baixa heterogeneidade ambiental (Ramos et al., 2001). Já o gênero Brachymyrmex possui espécies de formigas que são sensíveis às perturbações ambientais (Delabie et al., 2000). Enquanto que a espécie Camponotus rufipes Fabricius, ocorre com maior freqüência em locais alterados como os eucaliptais (Ramos et al., 2001), e juntamente com os gêneros Crematogaster e Pheidole são tidos como mais abundantes e ricos do mundo (Wilson, 1976). Tabela 2 - Média de espécies de formigas epigéicas por isca atrativa: sardinha com óleo (SO), sardinha com tomate (ST), patê de frango (FR), patê de fígado de frango (FG) e atum sólido (AT), em uma parcela de Eucalyptus grandis, Santa Maria, RS. Novembro de 2007 a agosto de Estações do ano Iscas SO ST FR FG AT Total Média Primavera b* Verão a Outono b Inverno b CV% = *Médias seguidas por letras iguais, não diferem entre si, pelo teste de Tukey 5 % de probabilidade. 9

10 Verificou-se diferença significativa no número de indivíduos coletados nas diferentes estações do ano. No verão, a coleta foi mais abundante, de acordo com a Tabela 2, encontrou-se um total de 1863 indivíduos amostrados. As espécies Pheidole stigma Wilson e W. auropunctata Roger, foram às únicas encontradas nas quatro estações do ano. Schütte et al. (2007), encontraram menor abundância e riqueza de espécies de formigas amostradas na serapilheira de uma floresta ombrófila. Tendo sido realizada uma das amostragens em julho, portanto, estação climática correspondente ao inverno, com baixas temperaturas e menor ocorrência de chuvas no local. Os autores sugerem que tais fatores tenham influenciado diretamente na quantidade e diversidade das espécies capturadas. Não houve diferença significativa entre as iscas atrativas. Porém, a isca constituída de patê de fígado de frango (FG) apresentou maior riqueza de espécies (S obs =13), não ocorrendo à espécie Crematogaster victima Smith, além de apresentar maior índice de diversidade de Shannon-Wiener (H =1.04) e maior índice de Equitabilidade (J=0.91). Morelli et al. (2007), também não encontraram diferença significativa, quando da utilização, em seu trabalho, de iscas a base de proteína (sardinha) e a base de carboidrato (pasta constituída por mel e pão sovado). No entanto observaram, que a espécie Ectatoma sp. foi recrutada somente nas iscas a base de proteína com uma freqüência relativa de 38 %. Enquanto que os gêneros Pheidole e Solenopsis foram encontrados nas duas iscas. Schimidt et al. (2005) utilizaram iscas atrativas a base de mel com sardinha, no levantamento de formigas em uma ilha com vegetação secundária de Mata Atlântica, e encontraram um índice de diversidade de Shannon-Wiener, no verão de H =

11 Pereira et al.(2007), observaram em uma área com apenas uma espécie vegetal exótica, uma menor densidade de galhos colonizados por formigas, bem como, menor riqueza de espécies em galhos e iscas, perdendo somente para a testemunha. De acordo com os mesmos autores, as comunidades de formigas são mais ricas em espécies em ambientes reabilitados. A composição das espécies também varia segundo a estrutura da vegetação. Sendo que ambientes reabilitados utilizando-se espécies nativas apresentam fauna diferenciada com relação às ambientes sem intervenções ou reabilitados com espécies arbóreas exóticas. CONCLUSÕES Constatou-se que as espécies de formigas observadas não apresentaram preferência por isca de sardinha com óleo, sardinha com tomate, patê de frango, patê de fígado de frango ou atum sólido. Fatores ambientais, como altas temperaturas podem ter influenciado no número de indivíduos capturados, tendo sido observado uma maior abundância no verão. A estrutura vegetal está diretamente ligada à composição das comunidades de espécies de formigas. Os plantios de E. grandis simplificam os habitats naturais, o que implica numa menor diversidade de espécies observadas, dentre elas pode-se destacar Wasmannia auropunctata Roger e Solenopsis (Diplorhoptrum) sp., constantemente encontradas em ambientes degradados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Almeida LM, Ribeiro-Costa CS & Marinoni, L Manual de Coleta, Conservação, Montagem e Identificação de Insetos. Editora Holos, Ribeirão Preto, Brasil: 88 p 11

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