ORDEM HYMENOPTERA. (himen = membrana; ptera = asas) GRUPO: SAUL, TAISE, TIAGO, TIARLE

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1 ORDEM HYMENOPTERA (himen = membrana; ptera = asas) GRUPO: SAUL, TAISE, TIAGO, TIARLE

2 CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA Reino: Filo: Classe: Superordem: Ordem: Animalia Arthropoda Insecta desenvolvimento e Importancia Endopterygota Hymenopter a FORMIGAS

3 Ø Subordem Symphyta ØArgidae ØPergidae ØSiricidae ØTenthredinidae desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

4 Ø Subordem Apocrita Ø APOIDEA Ø ANDRENIDAE Ø APIDAE Ø ANTHOPHORIDAE Ø MEGACHILIDAE Ø EVANIIDAE Ø HALLICTIDAE Ø COLLETIDAE Ø CHALCIDOIDEA Ø AGAONIDAE Ø CHALCIDIDAE Ø EULOPHIDAE Ø TRICHOGRAMMATIDAE Ø POMPILIDAE Ø CHRYSIDIDAE Ø BRACONIDAE desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

5 gerais Conta com cerca de espécies descritas. Seus principais representantes são abelhas, vespas, marimbondos, mamangavas e formigas. É considerada a ordem mais benéfica dentre os insetos. Característica s desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

6 MORFOLOGIA EXTERNA GERAL A cabeça é bem desenvolvida destacada do corpo. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

7 Olhos compostos bem desenvolvidos (1.000 a omatídeos). Ocelos em número de três, disposto em triângulo no vértice da cabeça. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

8 Aparelho bucal de dois tipos: mastigador (vespas e formigas) ou lambedor (abelhas e mamangavas). desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

9 Pernas posteriores coletoras nas abelhas e mamangavas. Nos demais himenópteros, as pernas são principalmente do tipo ambulatórias. Tarsos pentâmeros. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

10 Asas membranosas, transparentes ou coloridas. Podem ainda ser atrofiadas ou ausente. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

11 Antenas do tipo geniculada. Abdômen largamente ligado ao tórax ou a ele ligado através de um pedúnculo, sendo bem desenvolvido nas formigas e vespas. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

12 Em muitos grupos é visível o ovopositor adaptado para perfurar, penetrar, serrar, ovopositar e também para matar ou paralisar presas. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

13 desenvolvimento Geralmente são ovíparos, reproduzindo-se por via sexuada. Na maior parte dos hymenopteros o sexo é determinado pela fertilização do ovo: ovos fertilizados dão origem a fêmeas e ovos não fertilizados dão origem a machos. desenvolvime nto e Importancia

14 O desenvolvimento é holometabólico. desenvolvime nto e Importancia

15 Larvas na maioria são do tipo vermiforme ou euruciforme. As pupas são do tipo livre e as vezes estão no interior de um casulo, no hospedeiro quando são parasitos ou em células especiais. desenvolvime nto e Importancia

16 desenvolvime nto e Importancia

17 HABITAT E HABITOS Solitários: casinhas de barro desenvolvimento Hábitat e hábitos e Importancia

18 Sociais: utilizam cera, terra, resinas, celulose, excremento de gado, folhas, pedaços de galhos desenvolvimento Hábitat e hábitos e Importancia

19 Existem, em todo o mundo, cerca de espécies de abelhas descritas e mais de 1500 no Brasil. Importantes no processo de polinização. Sensíveis a modificações no meio em que vivem. desenvolvimento Característica s e Importancia

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21 Existem em diversas formas, tamanhos e cores. Temos abelhas com ou sem ferrão; muitas de vida livre e algumas com comportamento parasita, e também espécies coloniais e solitárias. desenvolvimento Característica s e Importancia FORMIGAS

22 Abelhas sociais, elas representam somente 2% desses insetos, e são, quase em sua totalidade, produtoras de mel. desenvolvimento Característica s e Importancia FORMIGAS

23 Podem se tornar um problema às espécies nativas, principalmente quando há o cruzamento entre as linhagens europeias e africanas; uma vez que os indivíduos resultantes, popularmente chamados de abelhas africanizadas, podem comportar-se como organismos invasores, competindo com espécies típicas do ambiente. desenvolvimento Característica s Importância FORMIGAS

24 Apis mellifera Introduzida no Brasil no período colonial visando a produção de mel, própolis e cera. É dividida em várias subespécies adaptadas a diferentes condições ambientais. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

25 Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Ordem: Insecta Hymenoptera desenvolvimento Subordem: Apocrita e Importancia Superfamília: Apoidea Família: Género: Apidae Apis FORMIGAS

26 MORFOLOGIA Caracteristicas desenvolvimento Importância FORMIGAS

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28 Abelhas CABEÇA: O número de omatideos varia de acordo com a casta. Mais numerosos em zangões. desenvolvimento Importância FORMIGAS

29 PRODUÇÃO DE GELÉIA REAL No interior da cabeça estão: Glândulas hipofaringeanas, que têm por função a produção da geléia real Glândulas mandibulares que estão relacionadas à produção de geléia real e feromônio de alarme. Caracteristicas desenvolvimento Importância FORMIGAS

30 COMO AS FAZEM O MEL? desenvolvimento VER VIDEO EXPLICATIVO 2 minutos Importância FORMIGAS

31 TORAX: 3 pares de pernas, a 3º do tipo coletora. Asas membranosas que possibilitam um vôo de até 24 Km/h. desenvolvimento Importância FORMIGAS

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33 ABDOMEM Destaca-se o papo ou vesícula nectarífera, que é o órgão responsável pelo transporte de água e néctar e auxilia na formação do mel. Este possui grande capacidade de expansão e ocupa quase toda a cavidade abdominal quando está cheio. O seu conteúdo pode ser regurgitado pela contração da musculatura. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

34 Ferrão orgão de defesa das abelhas: fica preso na superfície picada, quando a abelha tenta voar ou sair do local após a ferroada, ocorre uma ruptura de seu abdome e conseqüente morte. Na rainha, as farpas do ferrão são menos desenvolvidas que nas operárias e a musculatura ligada ao ferrão é bem forte para que a rainha não o perca após utilizá-lo desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

35 Uma colmeia abriga de 60 a 80 mil abelhas. Tem uma rainha, cerca de 400 zangões e milhares de operárias. Se nascem duas ou mais rainhas ao mesmo tempo, elas lutam até que uma morra. A abelha-rainha vive até 5 anos, enquanto as operárias vivem de 28 a 48 dias. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

36 Divisão em castas: Operárias: responsáveis pela alimentação e proteção da colmeia, e assistência às larvas e a rainha. Rainha: geralmente só tem uma por colmeia. Ela é alimentada pelas operárias, com geleia real, rica em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. Os machos, zangões, nascem por partenogênese e são desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

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39 Independentemente da temperatura externa, a área de cria da colmeia é mantida entre 34 e 35º C, temperatura ideal para o desenvolvimento das crias. Entre as abelhas Apis mellifera, a comunicação pode ser feita por meio de sons, substâncias químicas (feromônios), tato (na troca e alimento) e danças. desenvolvimento e Importancia FORMIGAS

40 produtividade Uma abelha produz cinco gramas de mel por ano, para produzir um quilo de mel, as abelhas precisam visitar 5 milhões de flores e consomem cerca de 6 a 7 gramas de mel para produzirem 1 grama de cera. desenvolvimento e Importância FORMIGAS

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42 FORMIGAS As formigas cortadeiras estão situadas dentro do reino Animal, Filo Arthropoda, Classe Insecta. Ordem: Hymenoptera Subordem: Apocrita Superfamília: Formicoidea Família: Formicidae Sub-família: Myrmicinae Tribo : Attini

43 FORMIGAS Este grupo de insetos, é composto de 5 gêneros: Atta Acromyrmex Sericomyrmex Trachymyrmex Micoceporus Sendo que os gêneros de maior importância são o Atta e o Acromyrmex

44 Existem espécies de formigas catalogadas no mundo, mas estima-se que a quantidade real seja cerca de Só no Brasil são mais de conhecidas Pertencentes ao grupo de insetos sociais, elas vivem em colônias. Dentro do ninho, as tarefas são divididas entre as castas e cada uma cumpre seu papel.

45 CASTAS Castas são divisões morfofisiológicas dos indivíduos de uma colônia de acordo com sua função na sociedade.

46 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA As formigas vivem em colônias e são consideradas resistentes, pois conseguem habitar praticamente todos os ambientes terrestres. Sua exceção se dá nos pólos do planeta, onde não existe ocorrência de tais insetos. Porém formigas cortadeiras do gênero Atta (saúvas), são insetos americanos, não estando presentes na Europa, Ásia, África e Oceania. Na América, sua área de dispersão vai do sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina.

47 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

48 CICLO DE VIDA DA FORMIGA O ciclo de vida da formiga consiste em quatro estágios: ovo, larva, pupa, e adulto.

49 ANATOMIA EXTERNA INTERNA

50 ANATOMIA Aparelho bucal As formigas possuem um aparelho bucal mastigador. Isso é possível graças ao par de mandíbulas

51 ANATOMIA - Olhos As de formigas têm de cada lado da cabeça um olho composto Algumas formigas aladas também possuem três olhos simples, os ocelos, na parte posterior da cabeça

52 ANATOMIA - Antenas Geniculada em cotovelo, com o primeiro segmento longo e os demais pequenos, formando ângulo com o primeiro

53 ANATOMIA Pernas Possuem três pares de pernas. Cada uma é dividida em cinco segmentos. Também são usadas para limpeza do corpo.

54 ANATOMIA Asas Quando presentes são membranosas

55 ANATOMIA Tipo abdome Tipo de abdômen: Pedúnculado

56 ANATOMIA - INTERNA

57 DANOS Os maoiores danos são causados à atividade agro-pastoril-florestal. Algumas espécies desfolham, indistintamente, mono e dicotiledôneas e por este motivo constituem a pior praga das florestas implantadas.

58 CONTROLE DAS FORMIGAS CORTADEIRAS Mecânicos: por ocasião da instalação dos formigueiros novos é possível identificá- los e destruí-los mecanicamente cavando-os; Culturais: que consistem em aração e gradagem, culturas armadilhas e resistência de plantas; Biológicos e naturais: que envolvem fatores climáticos e ação de predadores e parasitóides, como pássaros e moscas da família Phoridae, ou com a utilização de fungos entomopatogênicos; Químicos, que consistem na utilização de produtos químicos.

59 CONTROLE QUÍMICO Em relação ao método químico, várias são as formas de se proceder o controle das formigas cortadeiras, estes diferem principalmente pela formulação e modo de aplicação. De uma maneira geral, os formicidas podem ser classificados em 5 formulações diferentes: pós secos; concentrados emulsionáveis; gases liquefeitos; soluções nebulígenas e iscas granuladas, sendo esta formulação uma das mais usadas.

60 ISCAS FORMICIDAS Um porta-iscas deve atender aos seguintes requisitos: Comportar uma quantidade relativamente grande de isca; Proteger as iscas contra a chuva, umidade e animais silvestres; Permitir uma ventilação eficiente, para que não ocorra condensação de vapor de água e permita a liberação do odor da isca para a atratividade; Evitar o aquecimento interno, que seria prejudicial à isca; Possibilitar o controle preventivo e intensivo dos sauveiros, mesmo que sejam de difícil localização;

61 TIPOS DE PORTA ISCAS PORTA-ISCAS CONVENCIONAL (COPO) O porta-iscas consiste em copos de papel parafinado externamente, de formato cônico, com dimensões de 6,0 x 6,0 x 7,0 cm, respectivamente, diâmetro da base, altura e diâmetro da boca. Possuem 6 orifícios laterais equidistantes de um centímetro de diâmetro. MICRO-PORTA-ISCAS (MIPI) O porta-iscas MIPI, consiste em um saquinho plástico, que contém em seu interior determinada quantidade de isca formicida, com as dimensões de 6 x 8 cm, com espessura de 0,06 mm, na cor juta, que permite que o saquinho confunda-se com as folhas que estão no solo. A dosagem de isca normalmente utilizada é de 10 gramas por recipiente plástico, com preferência para a micro-isca granulada.

62 OBRIGADO PELA ATENÇÃO

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