LEVANTAMENTO FLORÍSTICO PRELIMINAR DA SERRA DA FORMIGA EM CAICÓ RN

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1 LEVANTAMENTO FLORÍSTICO PRELIMINAR DA SERRA DA FORMIGA EM CAICÓ RN Resumo expandido - Proteção da Biodiversidade Neusiene Medeiros da Silva¹, Manoel Cirício Pereira Neto¹, Ubirajara Dantas da Silva¹, Valfredo Pereira de Araújo Filho¹, Luiza Mirian Gonçalves Vieira² e Renato de Medeiros Rocha ³ 1 Graduando em Geografia /Universidade Federal do Rio Grande do Norte 2 Graduanda em Engenharia Florestal/Universidade Federal de Viçosa 3 Coordenador e orientador do Laboratório de Ecologia do Semiárido (LABESA)/UFRN RESUMO A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, é ainda por muitas vezes caracterizada como um bioma marginal de uma fitofisionomia homogênea, composta por uma pobre variedade de espécies endêmicas, ainda de modo pouco alterado pelas ações antrópicas. No que se refere a região do Seridó potiguar, O presente trabalho teve como objetivo catalogar as espécies arbóreo-arbustivas da Serra da Formiga em Caicó/RN; visando permitir o auxilio no conhecimento da biodiversidade vegetal das áreas serranas da região do Seridó potiguar, ainda tão pouco estudadas. Constituindo-se, portanto de fundamental importância para o estudo da fitogeografia potiguar através da catalogação das espécies arbóreo-arbustivas da biodiversidade serrana seridoense. As coletas da vegetação arbóreo-arbustiva na área serrana foram realizadas nos meses de abril a julho de 2010 e processaram-se por caminhadas aleatórias, instruções do mateiro-guia e com entrevistas a população residente no local. A identificação dos exemplares se caracterizou por meio de bibliografia especializada e análise de material botânico (exsicatas). A vegetação arbóreo-arbustiva serrana foi por fim representada por 49 espécies identificadas, distribuídas por 24 famílias e 42 gêneros. As famílias com maior número de espécies foram respectivamente a Leguminosae (12 espécies), família Euphobiaceae (9 espécies), Anacardiaceae e Cactácea (3 espécies) e Boraginaceae e Bignoniaceae (2 espécies). Os gêneros mais representativos foram mimosa, spondias, tabebuia, croton e pilocereus. Desta maneira, estudos como estes visam um maior entendimento da composição florística das formações vegetais da região seridoense potiguar fornecendo subsídios para trabalhos de conservação e uso sustentável dos recursos naturais. Palavras-chave: caatinga; ecossistemas serranos; levantamento florístico INTRODUÇÃO O Brasil é um país que possui grande extensão territorial com aproximadamente km², abrangendo uma grande variedade de ecossistemas fruto das diversas condições naturais, refletindo por sua vez em uma das maiores biodiversidades do planeta. O primeiro trabalho sobre a flora brasileira foi realizado pelo botânico alemão Carl Friedrich Philipp von Martius juntamente com naturalistas e desenhistas em 1817 levando para a Europa amostras de plantas e sementes. Esta expedição proporcionou a Martius importantes obras, dentre as quais merece destaque a Flora Brasiliense reunindo tratamentos taxonômicos de espécies, a maioria de angiospermas brasileiras. Atualmente a obra de Martius está acessível por meio do Projeto Flora Brasiliensis. Mas hoje se estima que a biodiversidade da flora brasileira possa ser quase o dobro e chegar a 50 mil espécies. O bioma de Caatinga, exclusivamente brasileiro, é ainda por muitas vezes caracterizada como um bioma marginal de uma fitofisionomia homogênea, composta por uma

2 pobre variedade de espécies endêmicas, ainda de modo pouco alterado pelas ações antrópicas. Distribuído na maioria dos Estados da região Nordeste e uma estreita faixa do norte do Estado de Minas Gerais, ocupando uma área de aproximadamente Km², destacando-se como o único bioma exclusivamente brasileiro (FERNANDES, 2006; GUERDA, 2004; MMA, 2002). Este bioma apresenta várias características ecológicas que lhe proporcionam adaptações para sobreviver às condições do clima semiárido; em relação aos aspectos morfológicos observa-se afilia, com expressão xeromórfica bem visível, intumescência caulinar (barrigudas), cladódios carnoso-suculentos; anatômicos: cascas finas e lisas, grande número de estômatos nas folhas para controle da transpiração e fisiológicos: germinação rápida das sementes, intensa atividade clorofiliana, alta velocidade na floração e frutificação, dentre muitas outras adaptações (FERNANDES, 2006). A grande diversidade de paisagens e tipos vegetacionais da Caatinga encontra-se relacionada às variações climáticas, topográficas e geomoforlógicas (ANDRADE-LIMA, 1981); levantamentos florísticos realizados na região mostram que 932 espécies já foram catalogadas, sendo que 380 são endêmicas; obtidos ainda de maneira inacabada e subamostrada (TABARELLI, 2000). No que se refere ao estado do Rio Grande do Norte este apresenta, entre outras, uma peculiar formação vegetal de transição entre os domínios de Caatinga e Mata Atlântica: a Floresta das Serras. A composição florística das serras varia de acordo com a região onde está localizada, podendo ser típica de Caatinga, no Sertão, ou ainda caracterizada por formações associadas à Mata Atlântica, como os brejos de altitude nas serras úmidas do Estado, onde se verifica a existência de uma floresta sub-perinifólia (IDEMA, 2010). A microrregião do Seridó potiguar, por sua vez, ao longo de seu processo histórico de ocupação e desenvolvimento, tem se caracterizado como um território marcado pela degradação ambiental dos recursos naturais, oriundos, sobretudo pelas técnicas rudimentares de manejo utilizadas ao longo dos ciclos econômicos da região; desde a povoação do território com a instalação e difusão dos currais de gado passando pelo ciclo da monocultura do algodão até as atividades econômicas de mineração e de cerâmica, atualmente realizadas de forma insustentável. Localizado em plena Depressão Sertaneja, a região do Seridó Potiguar apresenta feições das caatingas hipoxérofilas e hiperxerófilas, cujos componentes predominantes são s e s com dominância de poucas espécies e um estrato herbáceo efêmero. De acordo com a classificação proposta por Köppen, a província enquadra-se em uma região ecológica que apresenta temperaturas mínimas que variam de 17 a 20ºC e máxima próxima de 40ºC. A precipitação varia muito, em média de 500 (ou menos) a 800 (ou mais) mm/ano. Segundo MMA (2002) o Seridó Potiguar constitui uma das áreas prioritárias para conservação da caatinga; sendo também descrito como um dos quatro núcleos de desertificação no Brasil. O propósito deste trabalho foi catalogar as espécies arbóreo-arbustivas da Serra da Formiga em Caicó/RN, visando auxiliar no conhecimento da biodiversidade vegetal das áreas serranas as quais são tão pouco conhecidas por falta de estudos. Constituindo-se em uma importante ferramenta de auxilio ao estudo da fitogeografia potiguar, através da catalogação das espécies arbóreo-arbustivas dos ecossistemas serranos. A busca pelo desenvolvimento sustentável na região do Seridó, baseado pelo equilíbrio da conservação do meio ambiente juntamente ao desenvolvimento da população local, tem, portanto sido atualmente alvo de pesquisas, debates e ações que visem à promoção do potencial social, ambiental, cultural e econômico ainda estagnado no território seridoense. O conhecimento e a conservação do referido bioma e em especial da região do Seridó norterio-grandense, torna-se, portanto de urgente e fundamental importância juntamente àquelas áreas menos estudadas no que diz respeito às matas serranas.

3 METODOLOGIA As coletas da vegetação arbóreo-arbustiva na área serrana foram realizadas nos meses de abril a julho de 2010 e processaram-se por caminhadas aleatórias, instruções do mateiro-guia e com entrevistas a população residente no local. Dessa forma, ao longo da área de estudo a amostragem foi realizada por caminhamento, método expedito para levantamentos florísticos qualitativos. Para o estudo florístico foi amostrada a presença de todas as espécies arbóreoarbustivas que ocorreram na área. A identificação dos exemplares se caracterizou por meio de bibliografia especializada e análise de material botânico (exsicata). RESULTADOS A vegetação arbóreo-arbustiva da mata serrana foi representada por 49 espécies identificadas. As 49 espécies ficaram distribuídas por 23 famílias e 42 gêneros. As famílias com maior número de espécies foram a Leguminosae (12 espécies), seguida pela família Euphobiaceae (9 espécies), Anacardiaceae e Cactácea (3 espécies) e Boraginaceae e Bignoniaceae (2 espécies). Os gêneros mais representativos foram mimosa, spondias, tabebuia, cróton e pilocereus. Além das 49 espécies identificadas foram listadas a presença de 4 espécies não identificadas, sendo três s e 1. Cerca de 76% das espécies listadas são s e 24 % s (TAB. 1). Tabela 01 Listagem das espécies arbóreo-arbustivas da Serra da Formiga em Caicó - RN Família/Espécie Nome Popular Hábito AGAVACEAE Agave sisalana Perr. agave ANACARDIACEAE Myracrodruon urundeuva Allemão Spondias tuberosa Arruda Spondias mombin L. aroeira umbuzeiro cajarana APOCYNACEAE Aspidosperma pyrifolium Mart. pereiro ARECACEAE Copernicia cerifera (Arruda) Mart. carnaúba BIGNONIACEAE Tabebuia impetiginosa (Mart. ex DC.) Standl. Tabebuia aurea (Manso) Benth & Hook. F. ex. Mook. pau-d arco-roxo caibreira BOMBACACEAE Pseudobombax marginatum (A.St.-Hil., Juss. & Cambess.) A.Robyns embiratanha BORAGINACEAE Auxemma oncocalyx (Allemao) Taub. Cordia salzmanni DC pau-branco maria-preta BROMELIACEAE Encholirium spectabile Mart. Ex Schult & Schult,F. macambira-de-flecha BURSERACEAE Commiphora leptophloeos (Mart.) J.B.Gillett imburana CACTACEAE Cereus jamacaru DC. Pilosocereus gounellei (F.A.C. Weber) Byles & G.D. Rowley Pilosocereus pachycladus Ritter. cardeiro xique-xique facheiro CAPPARACEAE Capparis cynophallophora L. feijão-bravo CHRYSOBALANACEAE Licania rigida Benth. oiticica COCHLOSPERMACEAE Cochlospermum vitifolium (Willd.) Spreng. algodão-do-mato COMBRETACEAE Combretum leprosum Mart. mofumbo-branco EUPHORBIACEAE Chamaesyce prostrata (Aiton) Small Jatropha mollissima (Pohl) Baill. urtiga-branca pião-brabo sub

4 Euphorbia phosphorea Mart. Ricinus communis Linn. Sapium lanceolatum Huber Croton sonderianus Müll.Arg. Cnidoscolus phyllacanths (Müll. Arg.) Pax & K. Hoffm. Croton heliotropiifolius Kunth. Manihot Glaziovii Muell. Arg. FABACEAE Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke Myroxylon peruiferum L. f. LEGUMINOSAE Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir. Mimosa adenophylla Taub. var. mitis Barneby Mimosa sp. Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altschul Bauhinia cheilantha (Bong.) Steud. Caesalpinia pyramidalis Tul. Erythrina velutina Willd. Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. Prosopis juliflora (Sw.) DC. Amburana cearensis (Allemão) A.C.Sm. Tamarindus indica Linn. pau-leite carrapateira burra-leteira marmeleiro faveleira velame maniçoba pau-pedra brejuí jurema-branca jurema-preta jurema-amorosabranca jurema-amorosa-preta angico mororó catingueira mulungu jucá algaroba cumaru tamarindo NYCTAGENACEAE Guapira sp. joão-mole OLACACEAE Ximenia americana L. ameixa-de-espinho POLYGONACEAE Triplaris sp. - RHAMNACEAE Ziziphus joazeiro Mart. juazeiro SAPOTACEAE Sideroxylon obtusifolium (Humb. ex Roem. &Schult.) T.D.Penn. quixabeira VERBENACEAE Lantana camara L. camara Levantamentos quantitativos realizados em diferentes tipos caducifólios do semiárido nordestino (Araújo et al. 1995; oliveira et al. 1997; Ferraz et al. 1988) mostram que Leguminosae e Euphobiaceae entre outras são definidas como as famílias com maior riqueza de espécies no componente arbóreo-arbustivo. Essas assertivas corroboram a ampla distribuição dessas famílias nos vários ecossistemas do semiárido inclusive os serranos. Os nomes populares foram nomeados de acordo com o conhecimento do mateiro-guia de campo e pela população residente no local. CONCLUSÃO Verificou-se a presença de uma diversidade de espécies vegetais, distribuídas em várias famílias botânicas, em correlação ao recorte espacial pesquisado. Infere-se, portanto que a área apresenta-se em um estágio bem conservado com a presença de diversas espécies em processo de extinção na região do Seridó como a aroeira, mulungu, pau-d arco-roxo, cumaru, juazeiro, brejuí, quixabeira, embiratanha entre outras. Os elementos obtidos nesta pesquisa vêm, portanto acrescentar a necessidade de preservação dos ecossistemas serranos da região do Seridó norte-rio-grandense ambientes visando a sustentabilidade destes ambientes em relação às atividades insustentáveis desenvolvidos ao longo da história seridoense.

5 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ANDRADE-LIMA, D. The Caatingas Dominium. Revista Brasileira de Botânica, Vol. 4 (2) São Paulo Brasil ARAÚJO, E. L.; SAMPAIO, E. V.S.B. & RODAL, M.J.N. Composição Florística e fitossociologia de três áreas de caatinga de Pernambuco. Revista Brsileira de Biologia,1995. BARBOSA, M. R. V.; SOTHERS, C.; MAYO, S.; GAMARRA-ROJAS, C. F. L.; BRAGA, R. Plantas do Nordeste: especialmente do Ceará. Escola Superior de Agricultura de Mossoró, CASCUDO, L. C. Nomes da Terra: história, geografia e toponímia do Rio Grande do Norte. Fundação José Augusto, FERRAZ, E.M.N; RODAL, M.J.N; SAMPAIO, E.V.SB. & PEREIRA, R.C.A. Agricultura, IDEMA. Instituto de Defesa e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte. Anuário Estatístico do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: IDEMA/RN; Site: Acesso em 13 de março de LEAL, I.R.; TABARELLI, M. & SILVA, J.M.C Ecologia e conservação da Caatinga. Editora Universitária, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brasil. 822p. LORENZI, H. Árvores Brasileiras: maual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa-SP. Editora Plantarum, v , H. Árvores Brasileiras: maual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa-SP. Editora Plantarum, v , Botânica Sistemática. Nova Odessa - SP. Editora Plantarum, MAIA, G.. Caatinga: s e s e suas utilidades. São Paulo: D & Z Computação Gráfica e Editora, MESQUITA, A. C. (orgs.). Checklist de plantas do nordeste brasileiro: angiospermas e gymnospermas. Brasília: Ministério de Ciência e Tecnologia, p. MMA (Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia legal) Avaliação e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade da caatinga. Universidade Federal de Pernambuco/Fundação de apoio ao desenvolvimento, Fundação Biosiversitas, EMBRAPA/Semi-Árido, MMA/SBF, Brasília - DF. 36p. OLIVEIRA, M. E. A.; SAMPAIO, E. V. S. B.; CASTRO, A. A. J. F. & RODAL, M. J. N. Flora e fitossociologia de uma área de transição carrasco-caatinga de Areia em Padre Marcos, Piauí. Naturalia, RODAL, M. J. N. SAMPAIO. E. V. de S. FIGUEIREDO, M. A. Manual sobre métodos de estudos florísticos e fitossociológico. Brasília, ROMARIZ, D. A. Aspectos da vegetação do Brasil. 2 ed. São Paulo, edição da autora, SILVA. J. M. C. & TABARELLI. M. (cood.) Workshop. Avaliação e identificação de ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade do bioma Caatinga. Petrolina, Pernambuco.

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