RIQUEZA DE FORMIGAS CULTIVADORAS DE FUNGO (FOMICIDAE: ATTINI) ASSOCIADAS A CULTURAS FLORESTAL E AGRÍCOLA NA REGIÃO DE IPAMERI, GO

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1 RIQUEZA DE FORMIGAS CULTIVADORAS DE FUNGO (FOMICIDAE: ATTINI) ASSOCIADAS A CULTURAS FLORESTAL E AGRÍCOLA NA REGIÃO DE IPAMERI, GO Raiane Lima 1, Pedro Ivo Decurcio Cabral 2, José Rosa Paim Neto 3, Márcio da Silva Araújo 4 1 Acadêmica do Curso de Engenharia Florestal, UnU Ipameri - UEG. Bolsista do programa PBIC/UEG. 2 Acadêmico do Curso de Engenharia Florestal, UnU Ipameri - UEG. Bolsista do programa PVIC/UEG. 3 Acadêmico do Curso de Engenharia Florestal, UnU Ipameri - UEG. 4 Orientador, docente dos Cursos de Agronomia e Engenharia Florestal, UnU Ipameri UEG. RESUMO Dentre os Attini, as formigas cortadeiras Atta (saúvas) e Acromyrmex (quenquéns) são consideradas as principais pragas da agricultura e setor florestal brasileiro. Isso se deve ao fato delas cortarem grandes quantidades de vegetais frescos para o cultivo do seu fungo simbionte. Entretanto, vários representantes desse mesmo grupo não utilizam substrato vegetal fresco para o cultivo do seu fungo simbionte. Muitos deles, mesmo não apresentando importância econômica para a agricultura de maneira geral, desempenham relevante papel nos ecossistemas onde ocorrem. Assim, é de fundamental relevância conhecer essa fauna de formigas. O objetivo deste trabalho foi identificar os Attini presentes na região de Ipameri, GO e, também, verificar se as condições de uso do solo (cultura agrícola, reflorestamento com eucalipto e cerrado sentido restrito) influenciaria na riqueza de espécies e a densidade de ninhos das mesmas. Doze espécies foram coletadas nas áreas experimentais. Dessas, Atta sexdens rubropilosa, Mycocepurus sp.1 e Atta laevigata foram as espécies mais abundantes, freqüentes e constantes na região e se destacaram das demais. Não foi verificada diferença significativa na riqueza de espécies de Attini nas três diferentes condições de uso de solo. Palavras-Chave: Formiga cultivadoras de fungo, formiga cortadeira, levantamento. 1

2 Introdução A tribo Attini é uma pequena parte das mais de espécies conhecidas até então (Fernandes, 2003). Vivem em mutualismo obrigatório com fungos que cultivam no interior dos ninhos utilizando substrato predominantemente vegetal. Dentre os Attini, os gêneros de destaque são Atta (saúvas) e Acromyrmex (quenquéns). Isso, porque, dentre os Attini, são Atta e Acromyrmex que utilizam folhas frescas, brotações e flores como substrato para o cultivo de seu fungo (Della Lucia, 1993). Essas formigas são dominantes na maioria das comunidades vegetais neotropicais (Mariconi, 1970) e, seu destaque se dá devido ao porte de suas colônias e ao fato de causarem severos prejuízos econômicos. Outras formigas da tribo Attini, como Sericomyrmex, Mycocepurus e Trachymyrmex, além de usarem matéria orgânica morta, fezes e carcaças de insetos para o cultivo de seu fungo simbionte, podem, ocasionalmente provocar injúrias às plantas vivas. Segundo Lizidatti et al. (2000), como os remanescentes do Cerrado encontram-se sob forte pressão de degradação, o conhecimento de sua mirmecofauna pode vir a representar uma valiosa ferramenta para sua conservação. Além disso, segundo Araújo et al. (1997), devido ao fato de cultivarem fungos, a maioria dos Attini são em muitas das vezes tratados como pragas agrícolas e controladas com inseticidas químicos, o que certamente implica em prejuízos ambientais a econômicos. Objetiva-se neste trabalho, identificar as espécies de Attini de ocorrência na região de Ipameri, GO, bem como comparar a freqüência de ocorrência de ninhos das mesmas em três distintas condições de uso do solo: cultura de soja/sorgo, eucalipto e cerrado. 2

3 Material e Métodos O experimento foi realizado em três áreas de lavouras comerciais de soja/sorgo, eucalipto e cerrado (sentido restrito), localizadas em propriedade rurais no entorno da cidade de Ipameri, GO. A amostragem de formicídeos foi a mesma adotada pelo sistema de monitoramento de formigas cortadeiras da empresa reflorestadora V&M Florestal Ltda., em Minas Gerais, onde a cada 5,0 hectares de área plantada, em unidades amostrais de 720,0 m 2 (80,0 x 9,0 m), avalia-se o número de ninhos das espécies de formigas cortadeiras (Oliveira et al., 1993; Araújo et al., 1997). A coleta de operárias para identificação da espécies de formiga era feita manualmente no olheiro de entrada da colônia ou no interior da mesma, após escavação com uso de enxadão. A identificação dos formicídeos foi realizada com auxílio de chaves taxonômicas e por comparação com coleção de referência do Insetário, DBA, Universidade Federal de Viçosa (UFV) e com a colaboração do Dr. Marco Antônio Oliveira, Universidade Federal do Acre. A densidade de ninhos das diferentes espécies nos distintos ambientes foi comparado por Anova a p<0,05. A freqüência (F) com que cada espécie ocorreu nos distintos ambiente foi calculada da seguinte forma: F(%) = N/T * 100, onde N= número de colônias da espécie de Attini) e T= número total de colônias. Também, foi determinada a constância (C) de colônias da espécie nas diferentes unidades amostrais, da seguinte forma: (C) = (P * 100)/N, em que P= total de unidades amostrais avaliadas em que a colônia da espécie foi encontrada e N= total de unidades amostrais avaliadas. Em função desse índice, as espécies foram distribuídas em: 3

4 Constantes (presentes em mais de 50% das unidades amostrais; Acessórias (25 a 50% das unidades amostrais), e, Acidentais (em menos de 25% das unidades amostrais). Resultados e Discussão Foram encontradas 12 espécies de Attini nas áreas (Tabela 1). As diferentes condições de uso do solo não implicaram em diferenças na riqueza de formigas cultivadoras de fungo (Anova, a p<0,05), vale ressaltar, no entanto, a tendência de aumento da riqueza de Attini em ambiente mais heterogêneo (cerrado), quando comparado com área ocupada por cultura agrícola e eucalipto (Anova, p<0,05). Tabela 1. Relação das espécies de formigas cultivadoras de fungo encontradas na região e suas respectivas densidades totais de ninhos. Ipameri, GO, Taxa Média de Ninhos/750 m 2 1 Trachymyrmex sp.2 0, a 2 Trachymyrmex sp.3 0, a 3 Apterostigma sp.1 0, a 4 Cyphomyrmex sp.1 0, a 5 Acromyrmex balzani 0, a 6 Acromyrmex coronatus 0, a 7 Mycetosoritis sp.1 0, a 8 Trachymyrmx sp.1 0, a 9 Trachymyrmex fuscus 0, a 1 Atta laevigata 0, a b 0 1 Mycocepurus sp.1 1, b c 1 1 Atta sexdens rubropilosa 2, c 2 Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a p<0,05. Para análise, a média de número de formigueiros das referidas espécies encontradas por parcelas de 720 m 2 foram transformados em x. Independentemente da condição de uso do solo, A. sexdens rubropilosa e Mycocepurus sp.1 foram as espécies dominantes (Tukey, a p<0,05) (Tabela 1). Particularmente para áreas com monocultivo de eucalipto, Araújo et al. (1997) relataram A. sexdens rubropilosa como aquela de maior freqüência dentre os Attini. O controle sistemático 4

5 e de maneira intensiva de formigas (Atta, principalmente) e outras relevantes pragas na cultura podem ter influenciado na menor incidência de saúvas nesse ambiente. Em culturas agrícolas, geralmente o veneno usado no combate de Atta e Acromyrmex é aplicado diretamente na colônia, seja ele iscas granuladas, pós-secos ou termonebulização. Dessa forma, colônias muito pequenas como as de Mycocepurus sp.1 não foram eliminadas pelo uso dos mesmos (Tabela 1). A espécie A. sexdens rubropilosa foi considerada constante nas três condições de uso de solo investigadas. A espécie A. laevigata foi considerada acidental em área de cultivo agrícola e acessória em ambiente de floresta (cerrado e eucalipto). As espécies Acromyrmex balzani e Acromyrmex coronatus somente foram constatadas em áreas cobertas com florestas (eucalipto e cerrado) e em baixa infestação nas áreas. Assim, classificadas como acidentais, com exceção de A. balzani em ambiente de cerrado, onde ela ocorreu com maior frequencia, assim, considerada constante. Essa espécie é uma típica cortadeira de gramínea (Mendes et al., 1992), vegetação abundante nas áreas de cerrado avaliadas. Excluindo-se Atta e Acromyrmex, merece destaque a grande freqüência e constância da morfoespécie Mycocepurus sp.1 em todos os ambiente investigados, apresentado constância de 72,2, 33,3 e 66,7 %, em ambiente de cultivo agrícola, eucalipto e cerrado, respectivamente e, T. fuscus sendo considerada uma espécie acessória em ambiente de cerrado (ocorrendo entre 33,3 % das parcelas experimentais). Demais Attini ocorreram esporadicamente nas parcelas amostrais, sendo consideradas acidentais. Conclusão Nas três diferentes condições de uso do solo investigadas, foram encontradas 12 espécies de Attini. As diferentes condições de uso do solo não afetaram significativamente e 5

6 riqueza de espécie dessas formigas. As espécies de Attini mais freqüentes das áreas em estudo foram aquelas consideradas pragas, A. sexdens rubropilosa e A. laevigata, com destaque significativo para A. sexdens rubropilosa. Entre os Attini menores mereceu destaque Mycocepurus sp.1, pela maior densidade, freqüência e constância de seus ninhos em todos os ambientes investigados. Referências Bibliográficas ARAÚJO, M.S.; T.M.C. DELLA LUCIA; A.J. MAYHÉ-NUNES. Levantamento de Attini (Hymenoptera, Formicidae) em povoamento de Eucalyptus na região de Paraopeba, Minas Gerais, Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, Curitiba, 14: , DELLA LUCIA, T.M.C. (ed.) As formigas cortadeiras. Viçosa: Folha de Viçosa, 1993, 262p. FERNANDES, W.D. Biodiversidade de formigas no Pantanal Sul-Matogrossense. In: XVI SIMPÓSIO DE MIRMECOLOGIA, Anais..., Florianópolis, p.7-11, LIZIDATTI, C.S.; DINIZ, J.L.M.; SANTOS, G.G. Arquitetura de ninhos e alimentação de formigas do Cerrado cultivadoras de fungo, Trachymyrmex sp. (Hymenoptera, Formicidae, Attini). VII Congresso de Ecologia do Brasil, Resumos..., Caxambu, MARICONI, F.AM. As saúvas. São Paulo: Agronômica Ceres, 1970, 167p. MENDES, W.B.A.; FREIRE, J.A.H.; LOUREIRO, M.C. et al. Aspectos ecológicos de Acromyrmex (Moellerius) balzani (Emery, 1890) (Formicidae: Attini) no município de São Geraldo, Minas Gerais. Anais da Sociedade Entomológica do Brasil, Viçosa, 21: , OLIVEIRA, A.C.; BARCELOS, J.A.V.; MORAES, E.J. et al. Um estudo de caso: o sistema de monitoramento e controle de formigas cortadeiras na Mannesmann Fi-El Florestal Ltda. p In: Della Lucia T.M.C. (ed.) As formigas cortadeiras. Viçosa: Folha de Viçosa, p. 6

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