CONTROLE INTERNO NAS EMPRESAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTROLE INTERNO NAS EMPRESAS"

Transcrição

1 FLÁVIA FERREIRA DE ARAÚJO KAMILLA CORDEIRO RODRIGUES LEANDRO CLAÚDIO TEIXEIRA MARINA FREIRE CONTROLE INTERNO NAS EMPRESAS Trabalho da disciplina Auditoria 1 da Universidade de Brasília - UnB no curso de Ciências Contábeis apresentado ao Professor Wolney Resende de Oliveira. Brasília

2 ÍNDICE Índice Introdução A importância do controle interno Revisão do controle interno Questionário de controle interno Testes do sistema do controle interno nas empresas contábeis Controle interno e sistemas de procedimento eletrônico de dados Programas de computador Procedimento de entrada Processamento Manutenção de arquivos Manutenção de equipamentos Aplicação do estudo do controle interno Determinação do estudo do controle interno Atividades ou ciclos operacionais Avaliação do controle interno Resultado da avaliação do controle interno Sistema de controle interno adequado Sistema de controle interno adequado, porém aprimorável Sistema de controle interno adequado com fraquezas Sistema de controle interno inadequado Testes de procedimentos Conclusão Referência Bibliográfia

3 INTRODUÇÃO Este trabalho irá tratar do controle interno e sua importância para a empresa. Tem-se que o controle interno é indispensável para uma adequada avaliação da entidade analisada. É por meio desses procedimentos que o auditor realiza seu trabalho, pois que a empresa adota certos métodos para fazer sua contabilização, e esses passos são seguidos e analisados cautelosamente. E assim, o auditor depois de ter visto os procedimentos seguidos pela empresa realiza testes e faz questionários para que ele tenha real segurança de emitir uma opinião sobre a empresa. Tem-se também que, na atualidade, o trabalho do auditor é facilitado, pois que as empresas passaram a se utilizar de meios eletrônicos para realizar seus procedimentos contábeis. No entanto, esses dados devem ser tratados minunciosamente, pois que nenhum meio está livre de erros e fraudes. Assim, percebe-se que o controle interno permanece presente em todas as áreas, e cada procedimento praticado dentro de uma área compreende uma parte do conjunto, e que deve ser vista com cuidado e praticidade. 3

4 A importância do controle interno A importância do controle interno fica patente a partir do momento em que se torna impossível conceber uma empresa que não disponha de controles que possam garantir a continuidade do fluxo de operações e informações proposto. A confiabilidade dos resultados gerados por esse fluxo que transforma simples dados em informações a partir das quais os empresários, utilizando-se de sua experiência administrativa, tomam decisões com vistas no objetivo comum da empresa, assume vital importância. Toda empresa possui controles internos. A diferença básica é que estes podem ser adequados ou não. A classificação pode ser dada analisando-se a eficiência dos fluxos de operações e informações e os seus custos/benefícios. A implantação ou aprimoramento de um tipo de controle é tanto viável quanto positiva for a sua relação custo/beneficio. O grau máximo de avaliação do beneficio deve ser atribuído a importância e qualidade da informação a ser gerada. O controle interno é parte integrante de cada segmento da organização e cada procedimento corresponde a uma parte do conjunto do controle interno. Por exemplo, se o departamento de vendas tira um pedido, devem existir procedimentos que permitem determinar se o cliente poderá quitar seus compromissos junto à companhia. Por sua vez, o setor de expedição terá de saber se a venda foi realizada para proceder ao seu despacho e solicitar a emissão da documentação comprobatória, que compulsoriamente terá de ser contabilizada, e assim por diante. O conjunto dos procedimentos no exemplo é que pode ser considerado como controle interno, muito embora haja outros procedimentos que mereçam considerações para que se complete o ciclo, de vendas, no caso. Como se pode depreender do referido exemplo, o controle interno gira em torno dos aspectos administrativos, que têm influência direta sobre os aspectos contábeis; há, portanto, necessidade premente de sua consideração conjunta para efeito de determinação de adequado sistema de controle interno. A função da contabilidade como instrumento de controle administrativo é hoje unanimemente reconhecida. Um sistema de contabilidade que não esteja apoiado 4

5 em eficiente controle interno é, até certo ponto, inútil, uma vez que não é possível confiar nas informações contidas nos seus relatórios. Informações contábeis distorcidas podem levar a conclusões erradas e danosas para a empresa. Apesar disso, embora pareça absurdo, existem muitas empresas para as quais o controle interno é desconhecido. Pensam que, tendo empregados de confiança, estarão cobertas contra qualquer irregularidade. Confiar nos subordinados não deixa de ser correto; é necessário, porém, admitir que esta confiança possa dar lugar a toda espécie de fraudes. Basta dizer que grande parte das irregularidades nos negócios, segundo se tem verificado, deve-se a empregados nos quais se confiava. Além disso, quando não existem procedimentos adequados de controle interno, a empresa fica aberta para as fraudes e erros. Um bom sistema de controle interno funciona como uma peneira na detecção de erros ou irregularidades. A auditoria interna e externa são os instrumentos mais eficazes para evitar irregularidades administrativas nos negócios (testes), devemos notar que a função do auditor é preventiva e nunca reativa. O controle interno representa em uma organização os procedimentos métodos ou rotinas cujos objetivos são proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis e ajudar a administração na condução ordenada dos negócios da empresa. Em sentido amplo, o controle interno compreende controles que se podem caracterizar como contábeis ou como administrativos: Controles contábeis: compreendem o plano da organização e todos os métodos e procedimentos que tem ligação com a proteção do patrimônio da empresa e integridade dos registros contábeis. Controles administrativos: compreendem o plano de organização e todos os métodos e procedimentos que tem ligação direta com a eficiência das operações e com a política da empresa. A segregação de função consiste em estabelecer que uma mesma pessoa não pode ter acesso aos ativos e aos registros contábeis, em virtude de essas funções serem incompatíveis dentro do sistema do controle interno. 5

6 REVISÃO DO CONTROLE INTERNO A revisão do controle interno tem a finalidade de determinar qual a confiabilidade dos mecanismos existentes, para que possam definir quais e quando os procedimentos de auditoria serão utilizados e em qual extensão. Essa avaliação é realizada mediante a aplicação de questionários que auxiliam na avaliação global do processo em estudo revelando o nível de controle interno. O risco da ocorrência de um erro, em uma empresa com um bom sistema de controle interno, é muito menor que em uma empresa com um sistema de controle interno ruim. O auditor externo utiliza o sistema de controle interno da empresa para determinar a amplitude dos testes de auditoria. Quando o controle interno é bom, o auditor externo faz um menor volume de testes; caso contrário, o auditor externo faz um maior volume de testes. Questionário de controle interno No anexo um apresentamos um modelo de questionário de controle interno. Testes do sistema do controle interno nas empresas contábeis O sistema de controle das operações da empresa contábil deve ser submetido a uma avaliação para aferir o seu grau de confiabilidade. Para tanto são submetidos a um tipo de teste muito comum realizado pela auditoria interna das empresas. Com base nestes testes o auditor avalia procedimentos e dispositivos de controle essenciais ao sistema e elabora um guia para o supervisor e operadores do setor se anteciparem a possíveis problemas futuros, adotando uma atitude preventiva. Controle interno e sistemas de procedimento eletrônico de dados. No Brasil, até 1970 (salvo algumas exceções) a informação contábil era processada manualmente, com alto custo salarial, pouca flexibilidade, riscos quanto a sua exatidão, e com problemas de oportunidade pela demora que era 6

7 quase sempre verificada por conclusão dos trabalhos. Após a década de 70, começaram a ser utilizados os primeiros computadores que representaram um avanço no sistema de geração de informações em relação aos processos manuais utilizados até então. Desde essa época até os dias de hoje, a evolução dessa tecnologia em termos de agilidade de processamento, capacidade de armazenamento de informação e barateamento dos equipamentos permitiu que houvesse ampla utilização do processamento eletrônico dos dados na geração das informações contábeis da gestão. Entretanto o sistema eletrônico de processamento apresenta alguns aspectos que exigem cuidados especiais da contabilidade para garantir a fidedignidade e integridade das informações. É preciso atentar para o fato de que: É possível que a informação armazenada esteja disponível de tal forma que somente por meio de um computador possa ser acessada e/ou analisada. Nem todos os procedimentos de controle se evidenciam de forma expressa; em alguns casos, a própria lógica do programa os realiza. Um erro pode afetar várias transações, devido à automação do processo. Os erros que por ventura venham a ocorrer são de difícil detectação. Minimização de erros de operações semelhantes e repetitivas, com as mesmas instruções de processamento. Mas existe a possibilidade de ingresso de dados errados no sistema, ou ainda incompletos. É preciso tomar cuidado para o fato de que, o acesso e a modificação indevida de dados, mesmo que efetuados até por pessoas autorizadas, podem ocorrer sem deixar vestígios. É necessário um eficaz controle de acesso aos dados e arquivos, com um adequado sistema de senhas e níveis de acesso com a identificação de cada usuário. É possível que algumas transações ou funções do sistema sejam efetuadas automaticamente pelo computador sem que haja evidencias deste processamento. Há diferenças entre funções de processamento e funções de controle. 7

8 As funções de processamento compreendem os procedimentos dos sistemas administrativos com relação às transações e operações da empresa. Fazem parte desses procedimentos as tarefas de cálculo, comparação e acumulação de dados, que podem ser realizadas manualmente ou por meio do sistema eletrônico de processamento. Já os controles tem objetivo de evitar os erros ou irregularidades, a fim de garantir a salvaguarda dos ativos, e compreendem tanto as ações a serem realizadas por pessoas, quanto por um software. Esta divisão não é muito clara, pois assim como as funções de processamento que não estão preocupadas com controles (registro, cálculo e acumulação de dados), há aqueles que, além de serem funções de processamento, são também funções de controle (comparação e validação). As funções de processamento são importantes para a exatidão e integridade dos dados gerados pelo sistema. Normalmente, num sistema manual existe relação direta entre as funções e os controles de processamento. Para cada função realizada, existe um controle que pode ser feito de forma seletiva ou global realizado por uma pessoa ou departamento diferente. Num ambiente computadorizado é possível que esta relação direta não exista; uma soma não tem necessidade de ser reconferida, por exemplo. Mas devem existir controles adequados sobre o software, nos sentido de proteção a alterações e de gerenciamento dos níveis de acessos e senhas. Vistos pelo enfoque da auditoria, os controles num ambiente computadorizado dividem-se em diretos e gerais. Os controles diretos são aqueles desenhados para detectar erros e evitar irregularidades, e são também às próprias funções de processamento. Os controles gerais contribuem para a eficácia dos controles diretos. Correspondem à segregação de funções incompatíveis, incluindo também controles do departamento de sistemas. 8

9 Com a crescente aplicação dos meios eletrônicos de processamento de dados nos sistemas de informação das empresas surgem como conseqüência, novos aspectos de controle interno nesses sistemas. A correta observação dos princípios de controle interno é muito importante quanto há aplicação de meios eletrônicos de processamento de dados, às vezes até mais do que um sistema cujo processamento seja convencional. Isto decorre do fato de que uma unidade do CPD passa a centralizar o processamento de uma parte substancial dos dados. Programas de computador O problema básico de controle interno com relação aos programas refere-se à documentação deles. Os documentos que explicam e servem de suporte aos programas devem ser cuidadosamente elaborados e mantidos. As alterações de programas também devem ser refletidas na documentação. Devem, ainda, ser aprovadas por pessoas com autoridade para tanto. Procedimento de entrada É evidente a importância de que os dados de entrada sejam precisos e recebidos para processamento, de forma ordenada, acurada e completa. São necessários, portanto, procedimentos adequados e formais, um mínimo de transações que requeiram tratamento especial, para que se obtenha exatidão nos dados de entrada e se fortaleça o controle interno. Processamento Durante o processamento, vários procedimentos são necessários para efeito de controle interno. As instruções aos operadores devem ser precisas e por escrito; estes devem ser instruídos para não manter contatos diretos ou aceitar instruções verbais dos programadores, quando surgirem erros; códigos numéricos de pontos de controle em toda a extensão do processamento, instruções formais sobre inconsistências etc. 9

10 Manutenção de arquivos O processamento é amplamente baseado em arquivos e dados (fitas magnéticas, discos). É, portanto, evidente a necessidade de adequado controle interno sobre a manutenção desses arquivos. Devem existir controles físicos que impossibilitem rasuras ou reutilizações inadvertidas de fitas, discos; para isso os arquivos devem ser adequadamente identificados. Manutenção do equipamento É óbvia a necessidade de que se tenha segurança quanto ao funcionamento constante e normal do equipamento. Assim sendo, as condições físicas do local devem ser adequadas, devendo haver manutenção do equipamento feita regularmente e por pessoal capacitado. Aplicação do estudo do controle interno Do ponto de vista da auditoria, o controle interno tem grande influência, pois é o ponto de partida dos trabalhos a serem realizados pelo auditor. Compete ao auditor o estudo e a avaliação do controle interno como base de determinação da extensão da auditoria e para fornecer-lhe conhecimento geral sobre a empresa, que nos ciclos em exame, que na empresa comum todo. Regra geral, todo trabalho de auditoria se inicia com o conhecimento do controle interno praticado pela empresa. Todavia, a fim de conseguir o máximo proveito do trabalho a executar, é recomendável que o auditor identifique os ciclos ou áreas operacionais de maior influência ou risco na atividade global da empresa, de forma a neles concentrar sua atenção no estudo e avaliação do controle interno existente. Cada empresa, como uma entidade diferente, tem objetivos operacionais específicos de acordo com as suas atividades, se utiliza de objetivos operacionais específicos de acordo com as suas atividades, e se utiliza de procedimentos de controle internos distintos em função de seus negócios, volumes e riscos envolvidos. 10

11 A determinação dos ciclos operacionais ou áreas de maior interesse para auditoria baseia-se na relevância e riscos das operações abrangidas e seus conseqüentes reflexos nas demonstrações financeiras. A totalidade dos ciclos operacionais e áreas merecem a atenção do auditor para estudo e avaliação do controle interno, variando apenas quanto ao enfoque de acordo com os riscos envolvidos. De maneira geral, as operações praticadas de forma contínua e uniforme ao longo do tempo, como um número substancial de operações realizadas durante um período, são examinadas de forma diferente daquelas operações ou atividades de número limitado e sem grandes reflexos nas demonstrações financeiras. Para cada ciclo operacional, atividade ou área identificada pelo auditor como de interesse, seu trabalho será executado de forma ordenada e dirigida para a obtenção de um conhecimento abrangente que lhe permita formar uma opinião sobre a efetividade e adequação do controle interno e assegurar-se do processamento das operações, inclusive quanto à elaboração de dados contábeis confiáveis para o lançamento e registro contábil. Determinação do estudo do controle interno A determinação do estudo do controle interno diz respeito aos controles internos que serão objeto de exame por parte do auditor. Invariavelmente, o auditor está preocupado com a empresa como um todo e adota o critério de subdividí-la em partes, de forma a facilitar a execução de sua tarefa. Cada um dos segmentos e setores de uma empresa precisa ser olhado de acordo com que representa para o conjunto. A forma, segundo a qual será vista, deve variar de acordo com a característica de cada caso; deve ocorrer estudo para atividades ou ciclos operacionais, atividades departamentalizadas e demonstrações financeiras observadas de forma estanque. Atividades ou ciclos operacionais O auditor deve basear sua decisão sobre o estudo de ciclos operacionais a partir da constatação de que as operações nele envolvidas geram saldos nas demonstrações financeiras, resultantes da realização de elevado número de 11

12 transações, de forma contínua e uniforme durante o período abrangido nessas demonstrações. Essa característica acumulativa, própria dessas contas, impede que o auditor fundamente uma opinião sobre a adequação dos valores expressos nas contas que, nesse caso, demandariam dispêndio de tempo tão elevado que tornaria proibitivo seu trabalho. Como resultado da avaliação dos controles internos existentes nos principais ciclos operacionais, o auditor determina o grau de confiança que pode ser depositado em relação aos saldos apresentados nas demonstrações financeiras, e pode definir os procedimentos de auditoria, e a extensão dos testes que realizará diretamente sobre esses saldos, a fim de fundamentar sua opinião sobre os valores expostos nas demonstrações financeiras. A título de exemplo, tomemos uma empresa cuja principal atividade esteja concentrada na comercialização de produtos, adquiridos de fornecedores diversos para pagamento a prazo, que são vendidos a grande número de pequenos clientes, também a prazo. Nesse caso, os principais ciclos operacionais decorrentes de atividade básica de comercialização de produtos são as compras efetuadas junto aos fornecedores e as vendas realizadas aos clientes. As operações envolvidas nesses dois grandes ciclos (a saber: compras, devoluções de compras, pagamento aos fornecedores, abatimentos, descontos obtidos, vendas, devoluções de vendas, recebimento de clientes, abatimentos e descontos concedidos) certamente estarão relacionados com os saldos contábeis apresentados nas demonstrações financeiras, nas contas; duplicatas a receber, provisão para devedores duvidosos, contas a pagar, receitas por vendas e descontos ou abatimentos recebidos e despesas com devolução e descontos ou abatimentos concedidos. Com conseqüência, a empresa incorrerá na necessidade de desenvolver outras operações que também podem ser configuradas em ciclos operacionais, dos quais se destacam como mais comuns os ciclos de custos e controles de estoques e pessoal e folha de pagamento, que também se relacionam com os saldos contábeis apresentados nas demonstrações financeiras. 12

13 No exemplo apresentado, a identificação dos quatro grandes ciclos operacionais e das operações neles envolvidas, que compõem a maior parte das atividades da empresa, permitirá ao auditor, com conseqüência da realização do estudo e avaliação dos controles internos existentes nesses ciclos, estabelecer o grau de confiança que pode ser depositado nos saldos apresentados nas demonstrações financeiras e determinar os procedimentos e testes a serem aplicados para a formação de sua opinião. Mesmo quando houver auditoria de empresa que tenha atividade principal diferente da exemplificada, os conceitos de controle interno aqui apresentados permanecem uniformes, cabendo ao auditor, para a consecução de seu trabalho, a identificação e avaliação dos controles internos envolvidos nos principais ciclos. E em uma empresa comercial ou industrial corresponde ao ciclo de vendas e em uma empresa financeira, onde o produto negociado são os empréstimos concedidos aos clientes, utiliza-se um outro tipo de ciclo. Em uma empresa prestadora de serviços, possivelmente, que formará a base para o faturamento ao cliente tomador do serviço. Avaliação do controle interno O controle interno permanece presente em todas as áreas, e cada procedimento praticado dentro de uma área compreende uma parte do conjunto. Nem sempre as áreas ou operações estabelecem seus controles através de manuais de procedimentos específicos que acompanharão a operação até a formação final de controle interno. Se analisarmos o controle interno amiúde, veremos que é composto de inúmeras atividades de procedimentos que envolvem aprovações, autorizações, registros, formulários e vias, layout da operação e do formulário, necessidades de relatórios, arquivos, capacidade técnica e outros. Como analogia, para efeito de exemplo, comparemos o controle interno ao motor de um carro. Este motor é composto de inúmeras peças, tais como velas, distribuidor, cilindros, válvulas, óleos, bielas, anéis, porcas, parafusos, carcaça e outros. 13

14 As peças soltas por si sós nada representam, porém em conjunto afinado entre si fornece a força necessária para que o carro ande, e basta que uma das peças se quebre ou deteriore para que todo o conjunto se torne inerte e inoperante. O controle interno funciona da mesma forma, pois o conjunto das operações, autorizações, registros etc. é que permite que a operação ou o sistema caminhe, e basta que um dos itens não funcione adequadamente para que o todo o sistema emperre. É importante que o auditor, após conhecer e registrar o controle interno, adote uma posição crítica independente sobre o mesmo, para que então possa estabelecer e recomendar um sistema mas ágil, econômico e funcional. Ainda que o controle interno em estudo seja bom, é inadmissível que não possa ser alterado para melhor, mesmo que a alteração seja pequena e que o todo não precise ser reformulado. Dentro dessa linha de conduta e tendo-se em vista a filosofia do estudo do controle interno, o seu levantamento e registro é inevitável para que se possa conhecer sua intensidade e suas ineficiências. O levantamento do controle interno por parte do auditor deve ser desenvolvido através de uma atitude mental independente, obtendo-se o conjunto das práticas e procedimentos que estejam em uso pelos executores e não aqueles por ele julgados adequados. À luz do conhecimento, objetivo e princípios do controle interno é que deve ser avaliado o item em exame. É nesse momento que todo o conhecimento profissional e técnico do auditor é colocado à prova e que ele pode revelar-se de utilidade e benefício à empresa, com recomendações e sugestões feitas com bases sólidas e possíveis de serem realizadas. Após a realização da documentação do controle interno, o auditor deve proceder à avaliação do controle documentado para determinar a existência de controles necessários e qual a confiabilidade a ser nestes depositada. Esta avaliação é realizada mediante a aplicação dos objetivos e princípios de controle interno; envolve os controles contábeis e os controles administrativos. Usualmente, desenvolvem-se questionários que auxiliam a avaliação global do sistema ou do ciclo em estudo. 14

15 Os questionários de avaliação dos controles realizam-se após concluída a fase de revisão, uma vez que os controles internos relativos à área ou ao ciclo em estudo tenham sido conhecidos e registrados. Nesta fase, a experiência profissional adquirida pelo auditor pela execução de trabalhos anteriores torna-se de grande valia para que ele faça adequada avaliação, comparando sistematicamente os controles internos já conhecidos com aqueles utilizados pela empresa na qual esteja auditando. Com a utilização dos questionários e a aplicação dos princípios de controle interno, surgirá inevitavelmente a opinião global do auditor quanto à eficiência ou ineficiência dos controles internos em relação ao objeto em exame, o que será a base para a determinação da confiabilidade a ser neste depositada e para o estabelecimento dos procedimentos de auditoria a serem aplicados e sua extensão. Resultado da avaliação do controle interno Por intermédio do conhecimento obtido pelo auditor, assim como pela aplicação do questionário de avaliação, o auditor pode vir a defrontar-se com os seguintes aspectos: O sistema de controle interno é adequado; O sistema de controle interno é adequado, podendo, entretanto, ser aprimorado; O sistema de controle interno é adequado, existindo, porém, fraquezas que deterioram e podem vir a comprometer o sistema como um todo; O sistema de controle interno é inadequado, pois não atende aos princípios básicos vitais para a obtenção de um sistema de controle interno mínimo. Em qualquer das hipóteses discriminadas, o auditor deve determinar quais as possíveis conseqüências e implicações, quais os procedimentos de auditoria estudando-os em toda amplitude que merecem. 15

16 Sistema de controle interno adequado Se a avaliação geral do auditor acerca do sistema de controle interno constatar ser este adequado, tal fato sugere que o sistema contém todos os aspectos fundamentais, procedimentos e práticas compatíveis, de forma a possibilitar alcançar os objetivos a que se propõe. Neste caso, a tarefa subseqüente do auditor deve incluir o exame confirmatório de que, na prática, os procedimentos instituídos encontram-se efetivados. Para tanto, o auditor deve coordenar um teste de procedimento, vislumbrando um universo que lhe assegure razoável certeza sobre a matéria. Sistema de controle interno adequado, porém aprimorável Para este caso deve-se seguir igual critério ao comentado anteriormente, ressaltando-se os fatos em que o sistema pode ser aprimorado. A título de exemplo, podemos verificar um sistema de controle interno qualquer, cujos procedimentos executados sejam manuais. O fato de que os procedimentos sejam executados manualmente não quer dizer que o sistema como um todo seja inconsistente. Entretanto, sugere que possam ocorrer erros pelo fato de serem manuais, o que poderia ser evitado se fossem realizados eletronicamente. Dessa forma, é recomendável que o sistema de controle interno seja aperfeiçoado de acordo com as circunstâncias e necessidades, o que pode, inclusive, vir a torná-lo mais econômico e confiável. Sistema de controle interno adequado com fraquezas Durante o estudo do controle interno, o auditor pode vir a determinar a existência de quaisquer fraquezas que podem vir a afetar o sistema de controle como um todo para aquela operação ou atividade em exame. Qualquer que seja a fraqueza apontada do controle interno deve ser acompanhada pelo auditor para a determinação de suas implicações em relação ao objeto em exame e para a possível consecução de procedimentos de auditoria a serem seguidos em relação aos riscos envolvidos e sua relevância nas demonstrações financeiras. 16

17 Sistema de controle interno inadequado Um sistema de controle interno inadequado resulta, obviamente, na possibilidade de diversas aberturas que permitem a ocorrência de anomalias, fraudes e atos de dolo contra a empresa. Qualquer sistema de controle interno está calcado na existência de pessoas qualificadas e aptas a desenvolver suas tarefas. Um sistema de trabalho que vislumbre e possibilite que pessoas possam controlar e serem controlados auxilia a que se tenham pessoas nas atividades que executem. Se considerarmos drasticamente, podemos dizer que a partir do momento que se conclui que o sistema de controle interno é inadequado, é incompatível denominálo de controle, pois ele inexiste. O que pode ocorrer, neste caso, é a existência de determinados procedimentos que não chegam a compor um sistema, mas estabelecem pequenos limites e bases de rastreamento de atividades. O auditor necessita recomendar reformulação tempestiva, introduzindo pontos críticos de controle até que se estabeleça um sistema de controle interno compatível com as necessidades da empresa. Teste de procedimentos A execução de teste de procedimentos tem por objetivo determinar que os procedimentos e práticas de controle interno documentados estão em vigor e são adequados para atestar a efetividade do sistema e permitir a correta apuração e o registro permanente. Após a consecução da documentação e avaliação do controle interno, o auditor tem condições de elaborar o programa de trabalho voltado para cobrir os pontoschave de controle e dirigir seus testes em função destes. Note-se que o teste de transação visa cobrir os pontos considerados chaves, enquanto a revisão da documentação visa percorrer o caminho integral registrado. O teste de procedimentos é um processo de confirmação de que os controles internos documentados são efetivamente seguidos e de forma adequada; visa, acima de tudo, determinar se os procedimentos existentes e avaliados foram 17

18 praticados, ao longo do tempo, de maneira uniforme. A título de exemplo, as vendas realizadas ao longo do ano passam pelo mesmo processo de aprovação de crédito, faturamento, contabilização e baixa de estoque, que, além de influenciar a demonstração de resultados, tem seu reflexo no balanço patrimonial, na área de contas a receber. É, portanto, importante que o auditor tenha a segurança de que os processos de venda recebem o mesmo tratamento ao longo do tempo e que este seja, além de tudo, adequado para permitir o seu reflexo contábil. 18

19 CONCLUSÃO Concluímos com esse trabalho que o controle interno das empresas mostra como, de fato, é o funcionamento dela. E por isso, cada empresa deve ter a capacidade de produzir métodos e procedimentos que possam transmitir a real situação da empresa. Assim o trabalho da auditor é feito mediante o controle interno da empresa, que pode se mostrar eficiente ou não. E nesse ponto, é que o auditor será capaz de opinar se as demostrações contábeis são fidedignas ou não. E para que um controle seja considerado eficiente, a empresa deve ter uma contabilização fiel das situações ocorridas, deve ter uma segmentação adequada da sua equipe de trabalho, deve ter praticidade e objetividade quanto as atividades que devem ser seguidas por cada empregado. E para se ter um relatório final do auditor vários testes devem ser realizados, e o profissional deve ser capaz de compreender os dados que a empresa emitiu. E por fim, a opinião do auditor irá relatar se a empresa é ou não transparente quanto as suas demostrações financeiras. 19

20 Referência bibliográfica Crepaldi, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil, teoria e prática, 2ª edição, Editora Atlas, São Paulo, Attie, William. Auditoria Interna, 2ª edição. Editora Atlas, São Paulo, Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo. Controle Interno nas Empresas. Editora Atlas, Araujo, Aneide Oliveira. Característica do controle interno nas empresas de serviços contábeis. Universidade de Brasília. 20

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

Evidência de Auditoria

Evidência de Auditoria Evidência de Auditoria Compreende as informações utilizadas pelo auditor para chegar às conclusões em que se fundamentam a sua opinião. Inclui as informações contidas nos registros contábeis que suportam

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

PROFESSOR: Salomão Dantas Soares. Procedimentos de Auditoria

PROFESSOR: Salomão Dantas Soares. Procedimentos de Auditoria AUDITORIA PROFESSOR: Salomão Dantas Soares ASSUNTO Procedimentos de Auditoria TURMA: PECC 1 - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA ASPECTOS CONCEITUAIS Nesta aula, estudaremos os Procedimentos de Auditoria, abordando

Leia mais

Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria

Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria i Professor Marcelo Aragão Trabalhos de outros auditores ou especialistas Complexidade das transações Volume das transações Áreas importantes

Leia mais

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Ciências Contábeis e Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Auditoria Professor: Wolney Turma: A Programas de Auditoria para contas

Leia mais

TESTES EM AUDITORIA: UMA REVISÃO CONCEITUAL APLICÁVEL NA PRÁTICA.

TESTES EM AUDITORIA: UMA REVISÃO CONCEITUAL APLICÁVEL NA PRÁTICA. TESTES EM AUDITORIA: UMA REVISÃO CONCEITUAL APLICÁVEL NA PRÁTICA. Por: Prof. MSc Cláudio Marcelo Rodrigues Cordeiro 1 INTRODUÇÃO Considerando que a atividade de auditoria não se propõe a verificar a totalidade

Leia mais

AUDITORIA CONTÁBIL. Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas.

AUDITORIA CONTÁBIL. Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Controle Interno Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Exemplo: vendas, fabricação, compras. Quando exercido adequadamente sobre uma das funções acima,

Leia mais

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES Os aplicativos financeiros da MPS - Contas a Receber, Contas a Pagar e Fluxo de Caixa - são utilizados por diversos clientes e possuem todas as funcionalidades operacionais necessárias, além de opções

Leia mais

Aula Nº 12 Auditoria Externa

Aula Nº 12 Auditoria Externa Aula Nº 12 Auditoria Externa Objetivos da aula: Apresentar a atividade de auditoria externa (independente) como meio para aferir a eficiência dos controles e como ferramenta administrativa para validação

Leia mais

AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES

AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES 1 AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES Alessandra Cristina Rubio¹ Josiane Marcacini Silva² RESUMO Thiago Silva Guimarães³ A auditoria interna é de suma importância para as organizações,

Leia mais

Tópico 6: Testes e. Procedimentos básicos de auditoria. Testes de auditoria. Prof. Marcelo Aragão. Testes de auditoria

Tópico 6: Testes e. Procedimentos básicos de auditoria. Testes de auditoria. Prof. Marcelo Aragão. Testes de auditoria Tópico 6: Testes e Procedimentos básicos de auditoria Prof. Marcelo Aragão Testes de auditoria 1. TESTES DE OBSERVÂNCIA (DE CONTROLES, DE ADERÊNCIA OU DE PROCEDIMENTOS) Visam à obtenção de razoável segurança

Leia mais

Planejamento dos Trabalhos de Auditoria

Planejamento dos Trabalhos de Auditoria Universidade de Brasília Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais Disciplina: Auditoria 1 Prof: Wolney Resende de Oliveira Turma B. Planejamento dos Trabalhos de Auditoria Ana Carolina Araujo Catarina

Leia mais

20/03/2014. A Auditoria de Sistemas em Sistemas Integrados de Informações (ERP s)

20/03/2014. A Auditoria de Sistemas em Sistemas Integrados de Informações (ERP s) Conforme introdução sobre o assunto em parágrafos anteriores, as grandes e médias corporações e os escritórios de contabilidade, fazem uso de sistemas de processamento de dados próprios para execução de

Leia mais

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos.

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos. Comentado pelo professor Ted Jefferson Auditoria 1) (ESAF/AFRFB/2012) A empresa Betume S.A. é uma empresa de interesse público que vem sendo auditada pela empresa Justos Auditores Independentes, pelo mesmo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 820/97. Aprova a NBC T 11 Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis com alterações e dá outras providências.

RESOLUÇÃO CFC N.º 820/97. Aprova a NBC T 11 Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis com alterações e dá outras providências. RESOLUÇÃO CFC N.º 820/97 Aprova a NBC T 11 Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis com alterações e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas

Leia mais

Programas de Auditoria para Contas do Ativo

Programas de Auditoria para Contas do Ativo Programas de Auditoria para Contas do Ativo ATIVO CIRCULANTE Auditoria Contábil PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO CIRCULANTE Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras Contas a Receber Estoques Impostos a Recuperar

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03

RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC T 12 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

QUAIS AS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS BÁSICAS ENTRE AUDITORIA INTERNA E AUDITORIA EXTENA

QUAIS AS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS BÁSICAS ENTRE AUDITORIA INTERNA E AUDITORIA EXTENA QUAIS AS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS BÁSICAS ENTRE AUDITORIA INTERNA E AUDITORIA EXTENA! O que faz a auditoria externa?! Quais as funções da auditoria interna?! Qual a interligação entre a auditoria externa

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito das normas brasileiras de contabilidade, julgue os itens a seguir. 51 Considere que determinada entidade, que passava por uma auditoria independente, tenha contratado

Leia mais

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil Ferramentas da Contabilidade Tipos de Auditoria Escrituração Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis Auditoria * Balanço Patrimonial -- BP, BP, Demonstração do do Resultado do do Exercício

Leia mais

Fiscal Auditoria Procedimentos - Pós Materialidade e Normas de Auditoria

Fiscal Auditoria Procedimentos - Pós Materialidade e Normas de Auditoria Fiscal Auditoria Procedimentos - Pós Materialidade e Normas de Auditoria 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Auditoria Profº Guilherme Albuquerque. Profº guilherme

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.029/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.029/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.029/05 Aprova a NBC T 11.12 Processamento Eletrônico de Dados. O, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS

O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS Wanderlei Pereira das Neves 1 Resumo Nosso trabalho visa a demonstrar que a auditoria interna governamental é o ápice da

Leia mais

Observa-se que nas três primeiras questões (n 91, 92 e 93), a ênfase do examinador recaiu nas seguintes Resoluções:

Observa-se que nas três primeiras questões (n 91, 92 e 93), a ênfase do examinador recaiu nas seguintes Resoluções: Comentário Prova Auditor Fiscal SEFAZ-RJ 2011 Parte 1 Olá meus amigos! Irei, a partir deste toque, comentar as questões de Auditoria constantes da prova mais recente para Auditor Fiscal (Secretaria de

Leia mais

PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 CURSO: ANO LETIVO: 2007 TURMA: 4º ANO AUDITORIA CONTÁBIL EMENTA

PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 CURSO: ANO LETIVO: 2007 TURMA: 4º ANO AUDITORIA CONTÁBIL EMENTA PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 DEPARTAMENTO CIÊNCIAS CONTÁBEIS CAMPUS UNIVERSITÁRIO TANGARÁ DA SERRA CURSO: ANO LETIVO: 2007 CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA: 4º ANO DISCIPLINA: AUDITORIA CONTÁBIL CARGA

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID. (Documento AF-400)

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID. (Documento AF-400) Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID (Documento AF-400) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org

Leia mais

AUDITORIA EXTERNA PARECERES

AUDITORIA EXTERNA PARECERES 1 AUDITORIA EXTERNA PARECERES Breve conceito Auditoria externa é uma ramificação da contabilidade que dentre seus objetivos esta a análise das demonstrações contábeis/financeiras da empresa auditada. Por

Leia mais

Teste de recuperabilidade Impairment test

Teste de recuperabilidade Impairment test 1 Teste de recuperabilidade Impairment test A informação tem sido considerada o principal insumo para a obtenção de um conhecimento maior acerca das decisões que devem ser tomadas no âmbito das organizações.

Leia mais

1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS

1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS 1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS 1.1- Desenvolvimento Histórico da Auditoria no Mundo e no Brasil Termo auditor origem latina (aquele que ouve), origem inglesa (aquele que examina. O surgimento

Leia mais

PROFESSOR: Salomão Dantas Soares

PROFESSOR: Salomão Dantas Soares AUDITORIA PROFESSOR: Salomão Dantas Soares ASSUNTO Papéis de Trabalho TURMA: PECC Nesta aula, continuaremos o estudo dos aspectos técnicos concernentes à Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis,

Leia mais

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados.

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados. DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) é uma das principais ferramentas utilizadas no projeto de sistemas de informação. O DFD é um diagrama gráfico, baseado apenas em quatro símbolos,

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

Controladoria Geral da União - Regional Santa Catarina

Controladoria Geral da União - Regional Santa Catarina PLANEJAMENTO DE AUDITORIA INTERNA PRÁTICA E OPERACIONALIZAÇÃO MARÇO/2013 SCI Sistema de Controle Interno Legislação Básica Conceitos e Princípios de CI Planejamento e Execução Técnicas de Controle Comunicação

Leia mais

A importância do Controle Interno dentro das organizações

A importância do Controle Interno dentro das organizações , Nº 03, p. 33-44, jan./jun.2004 A importância do Controle Interno dentro das organizações SUELY MARQUES DE REZENDE 1 HAMILTON LUIZ FAVERO 2 RESUMO A economia do país passa por transformações que afetam

Leia mais

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3.

Leia mais

A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais

A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais Silvana Duarte dos Santos 1 Resumo No século XXI, a intensificação do processo de globalização da economia, teve como conseqüência

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE 1 Jackson Auditoria É um conjunto de técnicas que devem ser aplicadas, para permitir ao auditor emitir uma opinião sobre a razoabilidade das demonstrações contábeis

Leia mais

Corrigir detalhamento das Contas Correntes.

Corrigir detalhamento das Contas Correntes. Corrigir detalhamento das Contas Correntes. A seguir, tem-se o Informativo AUDESP-SP, publicado no dia 24/09/2014, no site do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo 1 : VARIAÇÃO NA NATUREZA DO SALDO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS Linha de pesquisa: Sistema de informação gerencial Pâmela Adrielle da Silva Reis Graduanda do Curso de Ciências

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro

PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro SUMÁRIO 1. FINANCEIRO... 5 1.1. ED - SECRETARIA... 5 1.2. ED - ESCOLA... 5 1.3. USUÁRIOS POR ENTIDADE NO ED SECRETARIA E ESCOLA... 6 2. FINANCEIRO - SECRETARIA... 7 2.1.

Leia mais

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as Normas de Auditoria as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório; os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame. 2 CONCEITO

Leia mais

Universidade do Estado de Minas Gerais Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Ituiutaba Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas

Universidade do Estado de Minas Gerais Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Ituiutaba Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas 1. Conceitos e Organização da Auditoria Universidade do Estado de Minas Gerais 1.1 Conceitos Auditoria é uma atividade que engloba o exame de operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

Auditoria de Sistemas Computacionais. Aula 06. Auditoria de Computadores 29/03/2005. Aula 6. Aula 6. Aula 6. Aula 6. Aula 6

Auditoria de Sistemas Computacionais. Aula 06. Auditoria de Computadores 29/03/2005. Aula 6. Aula 6. Aula 6. Aula 6. Aula 6 Auditoria Sistemas Computacionais Aula 06 Auditoria Computadores Mapeamento estatístico stico dos programas computador (mapping) Técnica computação que po ser utilizada pelo auditor para efetuar verificações

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.220/09 Aprova a NBC TA 510 Trabalhos Iniciais Saldos Iniciais. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o processo de

Leia mais

3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações

3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações Curso de Especialização em Gestão Empresarial (MBA Executivo Turma 12) Disciplina: Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Dr. Álvaro José Periotto 3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá.

AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá. AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá. Olá pessoal! Segue resumo de Auditoria para a prova de ISS-Cuiabá, que será aplicada amanhã (27/03). Abraços e boa prova a todos. 1. Auditar é testar a

Leia mais

Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis

Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis Professor Marcelo Aragao ÁREAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A SEREM AUDITADAS Contas de Ativo Contas de Passivo Patrimônio Líquido

Leia mais

Tópico 12: Relatórios e Pareceres de Auditoria

Tópico 12: Relatórios e Pareceres de Auditoria Tópico 12: Relatórios e Pareceres de Auditoria Prof. Marcelo Aragão Relatórios Relatórios em forma curta Relatórios em forma longa Descrição chamados de Parecer do Auditor poderão ser bastante analíticos

Leia mais

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 2013.02 AUDITORIA INTERNA Prof. Esp. Ailton Nóbrega www.profailtonnobrega@gmail.com www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 01. APRESENTAÇÃO Buscando complementar as informações trabalhadas em sala de aula

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 1 - INTRODUÇÃO As exposições sujeitas ao risco de crédito são grande parte dos ativos da COGEM. Por isso, o gerenciamento do risco dessas exposições é fundamental para que os objetivos da Cooperativa sejam

Leia mais

AUDITORIA EXTERNA: ESTUDO SOBRE O PAPEL DO AUDITOR E AS NORMAS REGULAMENTADORAS DA PROFISSÃO

AUDITORIA EXTERNA: ESTUDO SOBRE O PAPEL DO AUDITOR E AS NORMAS REGULAMENTADORAS DA PROFISSÃO 1 AUDITORIA ETERNA: ESTUDO SOBRE O PAPEL DO AUDITOR E AS NORMAS REGULAMENTADORAS DA PROFISSÃO Anilton ROCHA SILVA, Carina VIAL DE CANUTO, Carolina CLIVIAN PEREIRA AVIER, Débora LORAINE CARVALHO DE OLIVEIRA,

Leia mais

LSoft SGC Gestão Empresarial

LSoft SGC Gestão Empresarial LSoft SGC Gestão Empresarial O LSoft SGC é um sistema de gestão dinâmico, eficiente e flexível idealizado para atender diversos segmentos de indústrias, comércios e serviços. O objetivo principal é tornar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas

Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas milenaresende@fimes.edu.br http://professor.fimes.edu.br/milena/ Presidência Executiva Auditoria de Sistemas Diretoria

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Auditoria 1. Uma das diferenças entre o auditor independente e o auditor interno é que o primeiro

Maratona Fiscal ISS Auditoria 1. Uma das diferenças entre o auditor independente e o auditor interno é que o primeiro Maratona Fiscal ISS Auditoria 1. Uma das diferenças entre o auditor independente e o auditor interno é que o primeiro (A) necessita de registro no Conselho Regional de Contabilidade e o segundo, não. (B)

Leia mais

NBC TA 450. CRC SP - Material exclusivo para uso nas atividades promovidas por este Regional.

NBC TA 450. CRC SP - Material exclusivo para uso nas atividades promovidas por este Regional. NBC TA 450 CRC SP - Material exclusivo para uso nas atividades promovidas por este Regional. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.216/09 Aprova a NBC TA 450 Avaliação das Distorções Identificadas durante a Auditoria. O

Leia mais

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA I ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS Prof. Emanoel Truta ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Os Elementos das Demonstrações Contábeis

Leia mais

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Brito Amoedo Imobiliária S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS)

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A Unidade de Auditoria

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S.

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 4: Trilhas de Auditoria Existe a necessidade

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA Artigo apresentado ao Professor Heber Lavor Moreira da disciplina de Análise dos Demonstrativos Contábeis II turma 20, turno: tarde, do curso

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

CARTA DE OPINIÃO - IBGC 1 Comitê de Auditoria para Instituições Financeiras de Capital Fechado

CARTA DE OPINIÃO - IBGC 1 Comitê de Auditoria para Instituições Financeiras de Capital Fechado CARTA DE OPINIÃO - IBGC 1 Comitê de Auditoria para Instituições Financeiras de Capital Fechado Em maio de 2004 foi publicada a Resolução 3.198 do Conselho Monetário Nacional, que trouxe, entre outras novidades,

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

AUDITORIA BASEADA EM RISCO

AUDITORIA BASEADA EM RISCO Centro Universitário de Brasília CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS (FASA) CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: MONOGRAFIA ACADÊMICA ÁREA: CONTABILIDADE GERENCIAL

Leia mais

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS.

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Sobre o MedOne GESTÃO SIMPLIFICADA, EFICIÊNCIA GARANTIDA. Gestão simplificada, segurança

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro ABNT NBR ISO/IEC 27002 Segurança nas operações Responsabilidades e procedimentos operacionais Assegurar a operação segura e correta

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Ciências Contábeis A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NOS ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Ciências Contábeis A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NOS ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Ciências Contábeis A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NOS ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE Ricardo Marquiore 1 Carolina Moreira Fernandes 2 RESUMO: A pesquisa

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

SIE - Sistemas de Informação Empresarial. Transação. Fontes: O Brien e Associação Educacional Dom Bosco

SIE - Sistemas de Informação Empresarial. Transação. Fontes: O Brien e Associação Educacional Dom Bosco SIE - Sistemas de Informação Empresarial SPT Sistemas de Processamento de Transação Fontes: O Brien e Associação Educacional Dom Bosco Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa O Brien [ Problema Organizacional

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Auditoria no Terceiro Setor

Auditoria no Terceiro Setor Auditoria no Terceiro Setor Percepções e Resultados da Pesquisa 2006 AUDIT 1 Introdução O Terceiro Setor vem em crescente processo de evolução porém, nos últimos anos, um das principais missões das entidades

Leia mais

MATERIAL PARA CAPACITAÇÃO INTERNA DO FIPLAN

MATERIAL PARA CAPACITAÇÃO INTERNA DO FIPLAN MATERIAL PARA CAPACITAÇÃO INTERNA DO FIPLAN MÓDULO: RECONHECIMENTO DO PASSIVO POR COMPETÊNCIA - RPC COLABORADORES DO MATERIAL: STELA ALVES ASSIS Página 1 de 24 Página 2 de 24 RECONHECIMENTO DO PASSIVO

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES Qual o objetivo da consolidação? O que precisa ser consolidado? Quais são as técnicas de consolidação? Como considerar a participação

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

E&L ERP Almoxarifado

E&L ERP Almoxarifado Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: Prevendo todas as rotinas necessárias ao bom funcionamento da administração de materiais, o produz automaticamente as médias

Leia mais