Índice. Vitor Rodrigues. 9º Delphi Developers Day. Marcelo Nogueira. Visão Holística do COBIT em Relação

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1 dezembro 2008

2 dezembro 2008

3 Índice Editorial Vitor Rodrigues Delphi Caro leitor no ultimo dia 29 de Novembro o The Club participou do 9º Delphi Developers Day, um dia de palestras voltada para o programador Delphi, desta forma abro este editorial pedindo licença para agradecer algumas pessoas pelo excelente evento realizado na cidade de São Paulo... 9º Delphi Developers Day Marcelo Nogueira 05 Visão Holística do COBIT em Relação a Outros Modelos de Melhores Práticas para 04 Governança de TI 06 Utilizando as funções de data e hora do Delphi 14 Criando uma barra de controle genérica 16.NET Dicas Delphi Dicas.NET Linq to Objects Olá pessoal, com esse artigo fechamos a serie sobre LINQ. Espero que tenha sido bem legal! E que tenha contribuído para e agregado conhecimento, pois esta ferramenta pra mim e uma das melhores evoluções da FrameWork. Legenda Iniciante Intermediário Avançado 22 DBGrid Congelar uma coluna Desligar/Reiniciar o Windows XP InnoSetup Verificar a Versão do Aplicativo antes de instalar 26 Como executar um método de uma página em um UserControl 28 Desafio The CLub Teste seus conhecimentos. 30 dezembro

4 Bem-vindo Caro leitor no ultimo dia 29 de Novembro o The Club participou do 9º Delphi Developers Day, um dia de palestras voltada para o programador Delphi, desta forma abro este editorial pedindo licença para agradecer algumas pessoas pelo excelente evento realizado na cidade de São Paulo, e pela receptividade com a Equipe The Club, assim meu muito obrigado vai para Marcelo Nogueira (CTA), Marcelo Ribeiro (Active Delphi), Sidinei Akira, Marcos Paulo (Delphi-br ), Emerson Facunte e demais membros do DUG-BR. Este mês Marcelo Nogueira está de volta com o artigo Visão Holística de COBIT em Relação a Outros Modelos de Melhores Práticas para Governança de TI. Neste artigo Marcelo faz uma síntese do modelo COBIT, e os relacionamentos de seus processos com os outros modelos de melhores práticas. Na seção Delphi temos a estréia do consultor Antonio Spitareli Neto, onde escreve a respeito das inúmeras funções de data da unit DateUtils, onde embora muito útil está unit mostra-se desconhecida por inúmeros programadores. Luiz Alexandre trás em seu artigo um exemplo de como criar uma barra de controle genérica, permitindo seu reaproveitamento em diversas telas de cadastro. Temos também nesta publicação a continuação da seqüência de artigos de Fabiano Belmonte, onde mostra todos os recurso do LINQ, falando nesta revista mais especificamente sobre Linq to Objects. Em dicas.net Fabiano Belmonte mostra como executar um método de uma página em um UserControl. Encerro este editorial agradecendo a todos que colaboram com o The Club para a superação dos diversos desafios que tivemos que transpor neste ano que está se fechando. Meu agradecimento vai também para todos os sócios que estiveram com a gente durante todo este ano de 2008, e sabendo que entraremos em 2009 com o objetivo em manter esta parceria baseado na missão de melhorar a cada dia nossa qualidade técnica, para oferecer o suporte necessário no nível e qualidade que nossos sócios precisam e merecem. Boas Festas e que o espírito natalino esteja presente nos lares de todos. Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Skype Cadastro: theclub_cadastro Skype Suporte: theclub_linha1 theclub_linha2 Copyright The Club Megazine 2008 Diretor Técnico Marcos César Silva Diagramação e Arte Vitor M. Rodrigues Revisão Marcos César Silva Colunistas Antonio Spitaleri Neto Fabiano Belmonte Luís Alexandre de Oliveira Marco Antonio Armando Marcos César Silva Vitor Manuel Rodrigues Impressão e acabamento: GRIL - Gráfica e Editora Rua São Paulo, nº 447 Cep: Taquarituba-SP Tel. (14) Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Até o próximo ano. Marcos César Silva - Editor Chefe Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. 04 dezembro 2008

5 Vitor Rodrigues Aconteceu no dia 29 de novembro na Unip Tatuapé em São Paulo o 9º DDD (Delphi Developers Day) um dia dedicado aos desenvolvedores Delphi, com palestras sobre os acontecimentos e novidades no mundo Delphi. Muito bem organizado pelo DUG- BR (Delphi users group Brasil) Marcelo Nogueira, Akira, Facunte e Eduardo Rocha o 9º DDD teve a participação de centenas de programadores e contou com a presença de vários colaboradores como: CODEGEAR, FireBase, DelphiBR, Active Delphi, UNIP, SafeNet CTA; e claro, o The Club, que não iria deixar de prestigiar esse evento e marcou presença com um estande onde mostramos o trabalho realizado pelo The Club. Quem compareceu ao evento teve a oportunidade de assistir palestras akira, marcos (the club) e marcos de alto nível com os mais importantes programadores na linguagem Delphi da atualidade. Abaixo cito as palestras e palestrantes: Monitorando banco de dados e servidores Firebird com Cantu Fábrica de Software com Fábio Vieira do Amaral Aplicações ASP.NET utilizando 00 e Generics com Eduardo Mercado Novidades Delphi 2009 com Marcelo Nogueira e Bruno Lichot Passei a relação das palestras pra deixar quem não foi ao evento com muita água na boca e ansioso em participar do próximo. O 9º DDD foi também uma excelente oportunidade para dezenas estudantes que puderam além de assistir as palestras e adquirir conhecimento técnico, tiveram a oportunidade de estar no meio de tantos programadores experientes. E o mais importante, a entrada para os estudantes foi 1kg de alimento que no final foi revertida para o estado de Santa Catarina. InterBase SMP 2009 Segurança Total com Felipe Santos Relatórios Avançados com Rave Reports com Leandro Matos Servidor Web (LLS) dicas e truques com Facunte Generics no Delphi 2009 com Manoel Edésio Criação de Componentes no Delphi com Robinson Ledesma SOA com Akira Delphi ISAPI (case Saraiva.com) com Facunte Reconhecimento de Impressão Digital com Delphi com Eduardo Rocha Aplicabilidade da Engenharia de Software com Marcelo Nogueira Firebird A escolha certa com Cantu Delphi com Microsoft Word e Excel com Walter Chagas SMS Machine-To-Machine, XPEmbededd em MicroTerminais com Claudenir Visão Holística do COBT em Relação a Outros Modelos com Marcelo Nogueira DataSnap 2009 e interface MARCELO NOGUEIRA Web 2.0 com VCL for Web com Bruno Lichot equipe the club: marco, alexandre, vitor, vanessa e marcos Parabéns ao pessoal do DUG-BR que organizaram o 9º DDD com tanto brilhantismo e pela iniciativa onde foram arrecadados mais de 300Kg de alimentos; e parabéns aos diversos programadores presentes que também se sensibilizaram com a causa. dezembro

6 Marcelo Nogueira Visão Holística do COBIT em Relação a Outros Modelos de Melhores Práticas para Governança de TI Resumo A competitividade entre as empresas tem aumentado a partir do advento da globalização. Desta forma, a gestão da informação tornou-se crítica para os gestores de TI nas tomadas de decisão. A área da Tecnologia da Informação, alinhada à estratégia empresarial, passou a ser elemento essencial, diante da capacidade de elevar os índices de produtividade e de propiciar vantagens competitivas. Porém, a qualidade dos serviços prestados, ao longo do tempo, não tem apresentado conformidade com os requisitos de negócios. Um dos principais fatores identificados foi à ausência de gestão sistêmica nos âmbitos de controle, transparência e monitoração. Esta demanda originou a Governança de TI. E para compô-la, vários modelos de melhores práticas foram criados, e aos poucos estão sendo adotados pelas empresas. Neste cenário de diversidade, a alta direção encontra dificuldades para escolher qual modelo adotar. Através de um levantamento bibliográfico desses modelos, foi possível identificar as suas abrangências e suas relações. Este artigo tem o objetivo de apresentar aos profissionais da área, uma visão holística, ou seja, uma síntese do modelo COBIT, e os relacionamentos de seus processos com os outros modelos de melhores práticas, propiciando ao gestor, informações necessárias para apoiar a decisão de qual modelo será o mais adequado para as necessidades da empresa. Palavras-Chave: Governança de TI, COBIT, ITIL, PMBOK, SOX, PRINCE2, ISO Objetivo O objetivo deste estudo é apresentar uma visão holística do modelo COBIT em relação aos outros modelos de melhores práticas, para contribuir com a alta direção e gestores da área de TI na escolha do modelo de melhores práticas para governança de TI. Este artigo pretende contribuir com outros estudos de adoção e implementação da Governança de TI nas empresas. 2. Introdução Com o advento da globalização, cada vez mais as empresas, buscam apoiar-se na Tecnologia da Informação que possam propiciar relevantes contribuições aos negócios. O grande desafio está em buscar tecnologias que possam de forma real, organizar operacionalmente o processo de informação, minerar dados de forma que possam ser analisados e conseqüentemente encontrar ligações e possíveis informações que levarão a estabelecer estratégias de negócios em mercados ainda não explorados ou não enxergados, obtendo diferenciação e vantagens competitivas. O ambiente da era da informação, tanto para as organizações do setor de produção quanto para as do setor de serviços, exige novas capacidades para assegurar o sucesso competitivo. A capacidade de mobilização e exploração dos ativos intangíveis ou invisíveis tornou-se muito mais decisiva do que investir e gerenciar ativos físicos tangíveis. Os ativos intangíveis permitem que uma empresa (KAPLAN,1997): Desenvolva relacionamentos que conservem a fidelidade dos clientes existentes e permitam que novos segmentos de clientes e áreas de mercado que sejam atendidos com eficácia e eficiência. Lance produtos e serviços inovadores desejados por seus clientes-alvo. Produza bens e serviços personalizados de alta qualidade a preços baixos e com ciclos de produção mais curtos. Mobilize as habilidades e a motivação dos funcionários para a melhoria contínua de processos, qualidade e os tempos de resposta. Utilize tecnologia da informação, bancos de dados e sistemas. Com a implementação da TI, as empresas passaram a enfrentar o ambiente de competição com maiores possibilidades de obtenção de êxito nas 06 dezembro 2008

7 suas operações, diante das possibilidades reveladas pelas informações omitidas pelo aglomerado de dados em suas bases. Com a complexidade inerente a área de TI, a qualidade dos serviços prestados, tanto para clientes internos ou externos, tornou-se crítica para o sucesso dos empreendimentos desenvolvidos. Ao longo dos anos de sua existência a área demonstrou dificuldades em implantar modelos sistêmicos de gestão, seja por inexistência cultural ou por resistência a mudanças. Para atender as necessidades de controle, transparência e monitoração, apresenta-se a governança de TI. Com a capacidade de se alinhar às estratégias de negócios da empresa, vem sendo adotada em larga escala pelas empresas que estão focadas em melhorar os serviços de TI prestados (FAGUNDES, 2004). Diante desta demanda, muitos modelos de melhores práticas foram criados e outros adaptados para serem aderentes a Governança de TI. Posta a diversidade dos modelos presentes para adoção, à escolha do modelo mais adequado tornou-se fundamental para o sucesso da implantação da governança de TI, pois cada modelo apresenta particularidades e especificidades, que são objetos de estudo deste artigo. A prática da governança é definida simplesmente como o Ato de governar, ou seja é algo inerente à ação de se comandar um ambiente formado por pessoas, processos e tecnologias. No entanto, o conjunto de atitudes às quais o termo diz respeito atualmente, principalmente quando se fala em governança corporativa, vai muito além disso. Hoje, o termo se refere a uma melhor forma de gerenciar esse ambiente, identificando processos, definindo responsabilidades e, principalmente, mostrando claramente os resultados obtidos para a corporação. Sempre com um objetivo: dar transparência ao negócio (CERIONI,2004). Para compreender os fatores que motivam a adoção, os conceitos de Governança Corporativa e Governança de TI serão apresentados a seguir. 3. Governança Corporativa A Governança Corporativa é o modelo de gestão pelo qual as organizações são administradas e controladas. A Governança Corporativa contempla os seguintes tópicos (Nogueira, 2004):» Efetividade e eficiência das operações;» Confiabilidade dos relatórios financeiros;» Conformidade com leis e regulamentos;» Proteção dos ativos;» Transparência na relação com os acionistas, colaboradores e clientes;» Prestação de contas. Os modelos de melhores práticas da Governança de TI têm por objetivo atender aos requisitos fundamentais que regem a governança corporativa. 4. Governança de TI Atualmente, há uma grande expectativa acerca das aplicações da tecnologia da informação nas empresas, graças às novas alternativas para os negócios que elas proporcionam e às melhorias que trazem aos processos existentes (LAURINDO,2002). Contudo há um questionamento sobre os ganhos reais advindos dos investimentos maciços em tecnologia, pois, muitas vezes, o retorno fica aquém do esperado. Neste contexto, surge a governança de TI e o gerenciamento de riscos como assuntos fundamentais para as empresas e gestores, visto que os maiores riscos a que estão expostas às organizações atualmente, estão relacionados à tecnologia da informação. A Governança de TI define-se com um conjunto de processos e controles que direcionam a estratégia de Tecnologia da Informação, garantindo que a TI possa suportar as estratégias e objetivos do negócio (Nogueira, 2004). Figura 1 Contexto da Governança de TI (Nogueira, 2004). Para a maioria das organizações, a informação e a tecnologia que suportam os negócios representam seus ativos mais valiosos. Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, a administração requer qualidade, funcionalidade e facilidade no uso dos recursos de TI, assim como alta disponibilidade a custos mais baixos. Não há dúvidas quanto aos benefícios do uso da tecnologia, entretanto, para ser bem sucedida, uma organização deve adotar um modelo de gestão que possibilite a eficácia e eficiência da TI. É nesse contexto que o COBIT surge como um guia de melhores práticas para a governança de TI. 5. COBIT O COBIT (Control Objectives for Information and related Technology) pode ser traduzido como Objetivos de Controle para a Informação e Tecnologia relacionada. Publicado pela ISACA (Information Systems Audit and Control Foundation) em 1996, o COBIT está em sua quarta edição, atualmente mantido pelo IT Governance Institute, e compõe a sua estrutura, guias de gerenciamento requeridas pela governança corporativa. O COBIT foi desenvolvido com base no consenso de especialistas de todo o mundo no que concerne as melhores práticas e metodologias, tais como códigos de conduta (Conselho Europeu, OECD, ISACA etc.) critérios de qualificação para os sistemas e processos de TI (ITSEC, TCSEC, ISO 9000, SPICE, TickIT, Common Criteria etc.), padrões profissionais para controle interno e auditoria (COSO, IFAC, AICPA, CICA, ISACA, IIA, PCIE, GAO etc.), práticas de mercado e requerimentos legais, governamentais e específicos dos mercados que dependem fortemente de tecnologia, tais como os setores financeiro e de telecomunicações (ISACA, 2008). O grande diferencial do COBIT é sua orientação para negócios, o que vem atender as seguintes demandas:» Da administração e gerência, visando equilibrar os riscos e os investimentos em controles no ambiente dinâmico de TI;» Dos usuários, que dependem dos serviços de TI e seus respectivos controles e mecanismos de segurança para realizar suas atividades;» Dos auditores, que podem utilizá-lo para validar suas opiniões ou para recomendar melhorias dos controles internos à administração. As atividades de TI são apresentadas pelo COBIT de forma lógica e estruturada, relacionando riscos de negócios, necessidades de controles e questões técnicas. O COBIT pode ser usado independentemente da plataforma tecnológica adotada pela organização e se aplica também a qualquer segmento de indústria (ITGI, 2008). O COBIT agrupa os processos de TI em 4 domínios abrangentes: dezembro

8 » Planejamento e Organização;» Aquisição e Implementação;» Entrega e Suporte;» Monitoramento. Observe a Figura 2. O COBIT contém 34 Objetivos de Controle de alto nível e 318 objetivos detalhados para os processos de TI. Esses Objetivos de Controle são suportados pelos Guias de Auditoria que possibilitam aos auditores e gerentes revisarem os processos específicos de TI assegurando que os controles sejam suficientes ou que necessitam de melhorias. Figura 2 Estrutura do COBIT (Nogueira, 2004). O terceiro principal componente do COBIT são as Guias de Gerenciamento. Observe a Figura 3. As Guias de Gerenciamento são compostos por: - Modelos de Maturidade: São usados para definir o perfil da empresa em relação aos controles adotados para os processos de TI e fornecem um método de nivelação para cada um dos 34 processos de TI, de forma que a organização possa se enquadrar em um ranking de inicial a otimizado (1 a 5). Desta forma, a alta administração tem acesso às seguintes informações: Figura 3 COBIT Família de Produtos (Nogueira, 2004).» Onde a organização está;» A situação atual dos melhores do mercado;» Permite visualizar onde a organização quer estar. Observe a Figura 4. Figura 4 COBIT Níveis de Maturidade (Nogueira, 2004). - Fatores críticos de sucesso: Definem as questões e ações mais importantes para que a gerência possa ter controle sobre os processos de TI. Identificam o que a gerência deve fazer estratégica, técnica, procedural e organizacionalmente. - Indicadores chave de metas: definem medidas que informam a gerência, depois do fato ocorrido, se um processo de TI atendeu os requerimentos de negócios. Geralmente expressos em termos dos seguintes critérios de informação:» Disponibilidade da informação necessária para suportar o negócio;» Redução de riscos de integridade e confidencialidade;» Custo-eficiência de processos e operações;» Validação da confiabilidade, efetividade e conformidade. - Indicadores chave de desempenho: definem medidas para determinar quão bem está sendo realizado um processo de TI visando atingir a meta definida. São os indicadores principais para saber se a meta será ou não atingida e podem também apontar capacidades, práticas e habilidades. As Guias de Gerenciamento trazem as diretrizes para a implementação. O CobiT é um padrão aberto, sendo que seus componentes se encontram disponíveis para download na página do IT Governance Institute ou na página da ISACA, exceto as guias de auditoria. 6. Outros Modelos de Melhores Práticas A seguir, os modelos ITIL, PMBOK, CMMI, ISO/ IEC 17799, PRINCE 2 e SOX serão apresentados. 6.1 ITIL O ITIL (Information Technology Infrastructure Library) é o modelo de referência para gerenciamento de processos de TI mais aceito mundialmente. A metodologia foi criada pela secretaria de 08 dezembro 2008

9 comércio (Office of Government Commerce, OGC) do governo Inglês, a partir de pesquisas realizadas por Consultores, Especialistas e Doutores, para desenvolver as melhores práticas para a gestão da área de TI nas empresas privadas e públicas. Atualmente se tornou a norma BS-15000, sendo esta um anexo da ISO 9000/2000. O foco deste modelo é descrever os processos necessários para gerenciar a infra-estrutura de TI eficientemente e eficazmente de modo a garantir os níveis de serviço acordados com os clientes internos e externos. Entre os processos que fazem parte do modelo de referência, podemos citar (MANSUR, 2007):» Planejamento de serviços;» Gerenciamento de incidentes;» Problemas;» Mudanças;» Configuração;» Operações;» Segurança;» Capacidade;» Disponibilidade;» Custos;» Entrada em produção;» Testes. Observe a Figura 5. As empresas que o adotaram estão preocupadas em gerar valor do TI para os negócios da empresa e provar este valor de maneira adequada, através de processos corretos. As normas ITIL estão documentadas em aproximadamente 40 livros, onde os principais processos e as recomendações das melhores práticas de TI estão descritas. O ITIL é composto por módulos. Os mais importantes são o "IT Service Support" e o "IT Service Delivery" (BRODBECK, 2008). São Características do ITIL:» Modelo de referência para processos de TI não proprietário;» Adequado para todas as áreas de atividade;» Independente de tecnologia e fornecedor;» Um padrão de fato;» Baseado nas melhores práticas;» Um modelo de referência para a implementação de processos de TI;» Padronização de terminologias;» Interdependência de processos;» Diretivas básicas para implementação;» Diretivas básicas para funções e responsabilidades dentro de cada processo; Figura 5 ITIL - Processos (Nogueira, 2004).» Checklist testado e aprovado;» O que fazer e o que não fazer. 6.2 PMBOK O PMBOK foi desenvolvido contando com a colaboração de várias dezenas de profissionais afiliados ao PMI e de origens diversas. A primeira versão do PMBOK foi publicada em 1996, a segunda em 2000 e a terceira atual versão em O PMI (Project Management Institute) é uma organização não-governamental respeitada mundialmente no campo da gestão de projetos, de uma maneira geral, e podemos afirmar que é a organização que criou a profissão de gerente de projetos, como hoje é reconhecida. Atualmente com mais de 240 mil membros espalhados em 160 países (ARAGON, 2008). O modelo é estruturado em nove áreas de conhecimento em gerenciamento de projetos:» Gerenciamento Integrado de Projetos;» Gerenciamento Escopo de Projetos;» Gerenciamento Tempo de Projetos;» Gerenciamento Custo de Projetos;» Gerenciamento Qualidade de Projetos;» Gerenciamento Recursos Humanos de Projetos;» Gerenciamento Comunicações de Projetos;» Gerenciamento Riscos de Projetos;» Gerenciamento Aquisições de Projetos. Cada área de conhecimento é organizada em cinco grupos de processo:» Iniciação;» Planejamento;» Execução;» Monitoramento e Controle;» Encerramento. O objetivo principal do modelo é identificar o subconjunto do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos que é amplamente reconhecido como boa prática. O PMBOK não fornece uma descrição detalhada do conjunto de conhecimentos, mas sim uma visão geral, sendo que boa prática significa que existe um acordo geral de que a aplicação correta dessas habilidades, ferramentas e técnicas podem aumentar as chances de sucesso de uma ampla série de projetos diferentes. De acordo com uma pesquisa realizada em 2001 pelo Center for Business Practices em 43 organizações de variados portes, os seguintes benefícios foram obtidos com a implantação da gestão de projetos em organizações de TI: dezembro

10 » 38,6% foi a melhoria na estimativa de prazo;» 32,8% foi a melhoria na estimativa de esforço e de custo;» 7,6%% foi a melhoria na estimativa da qualidade;» 37,8% foi a melhoria na satisfação dos clientes;» 37% foi a melhoria no alinhamento dos projetos com as estratégias do negócio;» 21,7% foi a melhoria no time-tomaket ;» 31,9% foi a melhoria na qualidade;» 32,5% foi a melhoria na entrega dos projetos dentro do orçamento;» 25,6% foi a melhoria na utilização das horas de trabalho;» 32,1% foi a melhoria no desempenho do prazo;» 23,8% foi a melhoria no desempenho do custo;» 12,9% foi a melhoria na taxa de defeitos;» 22,8% foi a melhoria na produtividade do staff do projeto;» 23% foi a melhoria no tempo de resposta;» O ROI total observado foi de 27,9%. Figura 7 CMMI Níveis de Maturidade (CMMI, 2006). de grandes projetos militares e, para a sua aplicação em projetos menores e em outras áreas, é necessário um trabalho cuidadoso de interpretação e adequação à realidade da organização (FIORINI, 1998),(CMMI, 2006). No modelo CMMI foram estabelecidos níveis referentes à maturidade que a organização possui para desenvolver software: Inicial (1), gerenciado (2), definido (3), gerenciado Quantitativamente (4) e otimizado (5). pela organização (ISO/IEC , 2005). Para elaborar um processo de política de segurança com qualidade, existe a norma NBR ISO/ IEC padrão definitivo em Security Management - uma abordagem única para a definição e implementação de Políticas de Segurança para organizações de todos os portes. Compatibilizando prazos curtos com alta qualidade. Figura 6 PMBOK Áreas de Conhecimento (PMBOK, 2004). 6.3 CMMI O CMMI (Capability Maturity Model Integrated) foi desenvolvido pelo SEI (Software Engineering Institute), ligado à CMU (Carnegie Mellon University), em Pittsburgh, nos Estados Unidos. O desenvolvimento desse modelo foi financiado pelo DoD, Departamento de Defesa Americano, com o objetivo de se estabelecer um padrão de qualidade para software desenvolvido para as forças armadas (PESSOA&SPINOLA). O CMMI foi concebido para o desenvolvimento Cada nível de maturidade está dividido em áreas-chave de processo chamadas de PA (Process Area), que estabelecem grandes temas a serem abordados, somando 18 áreas-chave. Observe a Figura ISO/IEC A informação é o bem mais importante de uma organização e, portanto, este patrimônio necessita de proteção. A segurança da informação visa proteger a informação contra uma variedade de ameaças, pois esta é uma das formas de garantir a continuidade dos negócios, minimizando riscos e maximizando o retorno de investimentos. A Política de Segurança é um mecanismo preventivo de proteção dos dados e processos importantes de uma organização, que define um padrão de segurança a ser seguido pelo corpo técnico e gerencial, usuários internos e remotos e, também terceiros, além de estabelecer um processo formal para acompanhamento e revisão das melhores práticas de segurança a serem exercidas Figura 8 ISO/IEC Processos (ISO/IEC , 2005). 6.5 PRINCE 2 A PRINCE foi estabelecida primeiramente em 1989 pelo CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) do governo britânico. A metodologia PRINCE foi desenvolvida a partir da PROMPTII, uma metodologia de gerenciamento de projetos criada pela empresa Simpact Systems 10 dezembro 2008

11 Ltda em 1975, a qual foi adotada pelo CCTA em 1979 como padrão para uso por todos os projetos de sistemas de informação do governo. A PRINCE sucedeu a PROMPTII em 1989 para os projetos do governo britânico (ARAGON, 2008). O CCTA, agora incorporado ao Office of Government Commerce, continuou o desenvolvimento da metodologia e a PRINCE2 foi lançada em 1996, em resposta aos requisitos dos usuários para melhorar a orientação de gestão de projetos para todos os tipos de projeto, além dos projetos de sistemas de informação. Em 2002 foi lançada a terceira edição da metodologia e em 2005 a quarta edição. Da mesma forma que o PMBOK, a PRINCE2 também possui o seu modelo de maturidade. A metodologia PRINCE2 é baseada nas experiências com os projetos, gerentes de projetos e equipes de projeto que contribuíram com os seus erros e acertos e sucessos. A metodologia é, atualmente, o padrão usado pelo governo britânico, sendo também reconhecida e usada no setor privado, tanto na Grã-Bretanha como internacionalmente. A metodologia possui 08 processos:» Criando um projeto;» Dirigindo um projeto;» Iniciando um projeto;» Gerenciando as fronteiras de um estágio;» Controlando um estágio;» Gerenciando a entrega do produto;» Fechando um projeto;» Planejamento. E possui 07 componentes:» Casos de Negócio;» Organização;» Planos;» Controles;» Gestão de Riscos;» Qualidade no ambiente do projeto;» Gestão de configuração;» Controle de mudanças. 6.6 SOX Figura 10 SOX - Processos (DELLOITE, 2003). A Sarbanes-Oxley, ou simplesmente SOX, é uma lei criada nos Estados Unidos para aperfeiçoar os controles financeiros das empresas que possuem capital na Bolsa de Nova York, incluindo cerca de 70 empresas brasileiras. Esta lei veio em decorrência dos escândalos financeiros das empresas Enron, Worldcom e outras que pulverizaram as economias pessoais de muitos americanos. A lei tem como objetivo restaurar a confiança dos investidores. Para isso ela exige um maior nível de responsabilidade e comprometimento das companhias no que se refere aos processos e controles internos e um aumento na supervisão sobre as demonstrações financeiras. Esta lei é composta pelas as seções (SARBANES- OXLEY, 2006):» Seção 1-Títulos e Conteúdos» Título I Companhias Públicas» Título II Auditoria Independente» Título III Responsabilidade Corporativa» Título IV Revelações Financeiras Avançadas» Título V Análise de Conflito de Interesses» Título VI Comissão de Recursos e Autoridade» Título VII Estudos e Relatórios» Título VIII Responsabilidade Corporativa e Fraudes Criminais» Título IX Crimes de Colarinho Branco e Penalidades Avançadas» Título X Taxa de Retorno Corporativo» Título XI Responsabilidade e Fraudes Corporativas governo americano encontrou para, de uma maneira legal, impor as empresas as regras da boa governança corporativa. A SOX torna os executivos explicitamente responsáveis por estabelecer, avaliar e monitorar a eficácia da estrutura de controle internos das companhias. A lei Sarbanes-Oxley de 2002 mudou significativamente a visão sobre governança corporativa. Muitas organizações estão nesse momento, planejando e implementando processos que as auxiliarão na avaliação sobre a eficácia dos seus controles internos relacionados à elaboração de suas demonstrações financeiras (Internal Control Over Financial Reporting) (DELOITTE, 2003). A SOX objetiva atender os seguintes aspectos (YOSHIDA, 2007):» Restituir a confiança dos investidores nos auditores independentes e nas empresas de capital privado.» Aumentar a responsabilidade e comprometimento da direção da empresa, relativamente aos processos e controles internos.» Aumentar à supervisão sobre as demonstrações financeiras apresentadas pelas organizações. Especificamente em relação à área de TI, as seções 302 (certificação das indicações financeiras pela diretoria) e 404 (auditoria interna / relatório gerencial atestado por auditor certificado) afetam diretamente, na medida em que na seção 302 atribui à diretoria a responsabilidade pelas informações prestadas oficialmente e a seção 404 trata mais precisamente dos controles internos e dos aspectos relacionados ao trabalho dos auditores externos. Figura 9 PRINCE2 - Fases (PRINCE2, 2005). A Lei Sarbanes-Oxley foi uma forma que o Observe a Figura 10. dezembro

12 Tabela 1 Visão Holística - COBIT x Outros modelos de melhores práticas. 7. Metodologia Através do levantamento bibliográfico dos modelos de melhores práticas foi possível encontrar os processos do COBIT e dos demais modelos e verificar as suas interligações e relacionamentos. Foi utilizado o modelo COBIT, pois de todos os modelos de melhores práticas, é o mais abrangente em termos de atendimento à gestão de TI (ARAGON, 2008). Desses dados levantados, foi gerada uma planilha, agrupando a partir do COBIT, os outros modelos em colunas, formando assim a visão holística. 8. Visão Holística A palavra hólos veio do grego e significa inteiro; composto. Segundo o dicionário Aurélio, holismo é a tendência a sintetizar unidades em totalidades, que se supõe seja própria do universo. Sintetizar é reunir elementos em um todo; compor. A visão holística do modelo de melhores práticas de TI de uma empresa equivale a se ter uma "imagem única", sintética de todos os elementos da empresa, que normalmente podem ser relacionados a visões parciais abrangendo suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização, estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas inter-relações. Apresenta-se a seguir o quadro que representa a visão holística do modelo de melhores práticas COBIT em relação os modelos ITIL, PMBOK, CMMI, ISO/IEC , PRINCE 2 e SOX. Foram adaptadas (ARAGON, 2008) e utilizadas algumas siglas para identificar a abrangência, conforme a legenda a seguir:» E Excede;» C Cobertura Completa;» A Vários Aspectos abordados;» NA Não se Aplica. Observe a Tabela Considerações Finais Através do estudo do modelo de melhores práticas COBIT e da contextualização dos modelos ITIL, PMBOK, CMMI, ISO/IEC , PRINCE 2 e SOX, na revisão dos conceitos de Governança Corporativa e Governança de TI, foi possível identificar que a construção de uma visão holística de um modelo abrangente e a comparação com alguns modelos, seria fundamental para contribuir com o gestor da área, no momento de decidir qual modelo mais adequado adotar e que abrangência ele possui. Em cada situação e para cada caso, buscando atender os requisitos de controle, transparência e monitoração, através dessa visão holística, fornecida por este trabalho, será possível minimizar os riscos da escolha de qual modelo mais adequado para as necessidades da organização. Como trabalho futuro, pretende-se ampliar o estudo na descrição dos processos dos modelos comparados, em relação aos do COBIT, criando uma lista analítica de processos. 12 dezembro 2008

13 10. Referências Bibliográficas B5C, Big Five Consulting, acesso em 24/05/2008. BRODBECK, Henrique J., Governança de TI, acessado em 20/05/2008 CERIONI, THAIS ALINE, Cada Peça em seu lugar, Information Week, Ed.122, São Paulo, ITMidia, CMMI, SEI, Software Engineering Institute, Carnegie Melon University, 2006, acesso em 20/05/2008. DELLOITE, Lei Sarbanes-Oxley Guia para melhorar a governança corporativa através dos controles internos Deloitte, em com.br, acesso em 20/05/2008. FAGUNDES, Eduardo Mayer, COBIT, Um Kit de Ferramentas para excelência na Gestão de TI, acesso em 21/03/2008. Fernandes, Aguinaldo Aragon, Implantando Governança de TI, Brasport, RJ, FIORINI, SOELI T., et al. Engenharia de Software com CMM, Rio de Janeiro, Ed. Brasport, ISACA, Information System Audit and Control Association, acesso em 21/03/2008. ITGI, IT Governance Institute, acesso em 21/03/2008. KAPLAN, ROBERT S., et al., A Estratégia em Ação,Ed.Campus, Rio de Janeiro,1997. LAURINDO, FERNANDO J.B., Tecnologia da Informação Eficácia nas organizações, São Paulo, Editora Futura, Mansur, Ricardo, Governança de TI: Metodologias, Frameworks e Melhores Práticas, Brasport, Rio de Janeiro, Nogueira, Marcelo, Gestão de Infraestrutura de Tecnologia da Informação com ITIL, WCETE 2004, anais do IEEE Education Society, SP, Nogueira, Marcelo, Gestão de Riscos em Projetos de Software, WCETE 2004, anais do IEEE Education Society, SP, Nogueira, Marcelo, Governança de Tecnologia da Informação com COBIT, WCETE 2004, anais do IEEE Education Society, SP, PESSOA, MARCELO E SPINOLA, MAURO in WEBER, KIVAL CHAVES, et al. Qualidade e Produtividade em Software, São Paulo, Ed. Makron Books, PMI, PMBOK, Project Management Institute, SARBANES-OXLEY. acesso em 20/05/2008. YOSHIDA, Marta Harumi, Alinhamento dos Requisitos da Lei Sarbanes-Oxley com o RUP para o processo de desenvolvimento de sistemas, Monografia, Programa de Educação Continuada em Engenharia (PECE), USP, Universidade de São Paulo, SP, Sobre o autor Marcelo Nogueira UNIP Universidade Paulista dezembro

14 Delphi Utilizando as funcoes de data e hora do Delphi Em várias situações na programação nos deparamos com a necessidade de realizar cálculos com datas e horários. Neste artigo, estarei falando sobre algumas funções da unit dateutils do delphi. Funções estas muito úteis para se manipular datas e horários. O primeiro passo consiste em declarar a unit dateutils na cláusula uses do formulário. Com isso as funções já estarão disponíveis. Mostrarei algumas a seguir: Daysbetween: Essa função retorna a quantidade de dias entre duas datas. Sua sintaxe é a seguinte: Daysbetween (datainicial,datafinal:tdatetime):in teger. Exemplo: Datainicial:=encodedatet ime(2003,01,15,0,0,0,0) Datafinal:=now Diferença:=hoursbetween( datainicial,datatafinal) Semelhantes a essa função existem as funções yearsbetween, monthsbetween, hoursbetween, minutesbetween e secondsbetween com sintaxe igual a primeira. Daysinamonth: Essa função retorna a quantidade de dias em um determinado mes de um ano. Sintaxe: Daysinamonth (ano,mês:word):word Exemplo: Para saber a quantidade de dias do mês de janeiro de 2006, por exemplo, podemos fazer: Daysinamonth (2006,1) Lembrando que o índice que representa o mês segue a ordem normal, ou seja: 1-janeiro, 2-fevereiro, etc.. Daysinayear: Essa função possui sintaxe semelhante a anterior só que recebe como parâmetro apenas o ano. Sintaxe: Daysinayear(ano:word): word. Exemplo: Quantidade de dias do ano 1997: Daysinayear (1997) 14 dezembro 2008

15 Dayspan Semelhante a daysbetween só que retorna um número fracionário. Por exemplo, se a diferença entre duas datas for de 3 dias e 6 horas o resultado será de 3,25. Sintaxe: Dayspan(dataincial,dataf inal:tdatetime):double Isleapyear 07:00 19/12/ :27 05/01/ /01/ :60 14:05 03/12/ /03/ :59 05/08/ :30 Essa função retorna verdadeiro caso o ano passado como parâmetro for bissexto. Sintaxe: Isleapyear (ano):boolean. Exemplo: If isleapyear (1997) then Showmessage ( O ano é bissexto ) Else Showmessage ( O ano não é bissexto ) Fileage Função que retorna a data da última modificação de um arquivo passado como parâmetro. Para utilizá-la não é necessária a abertura do arquivo especificado, caso o mesmo não seja encontrado será retornado -1.Sintaxe: Fileage ('caminho do arquivo':string):integer. Exemplo: Showmessage( O arquivo foi modificado pela última vez em: +fileage( C:\ meuarquivo.txt )) Monthoftheyear Essa função retorna o índice do mês da data passada como parâmetro. Esse índice seguirá a ordem: 1-janeiro..12-dezembro. Sintaxe: Monthoftheyear (data:tdatetime):word Incyear Retorna uma data acrescida da quantidade de anos passados por parâmetro. Sintaxe: Incyear (data:tdatetime,número de anos:integer):tdatetime. Exemplo: Data de hoje acrescida de 15 anos: Incyear (now,15) Semelhantes a essa função existem as funções: Incday, incmonth, incsecond, incmilisecond e incminute. Dayofweek Retorna o índice do dia da semana da data passada como parâmetro. Esse índice seguirá a ordem: 1-Domingo até 7-Sábado.Sintaxe: Dayofweek (data:tdatetime):integer Secsperday Essa função retorna o número de segundos em um dia. Exemplo de uso: Showmessage ('O dia tem ' +inttostr (secsperday)+'segundos') Conclusão Com essas funções e com as demais existentes na unit dateutils, com certeza a manipulação de datas e horários se torna muito mais produtiva. O bom uso dessas funções proporcionará um ganho de tempo considerável na tarefa de programar. Espero que tenham gostado e até a próxima. Sobre o autor Antonio Spitaleri Neto Consultor Técnico The club dezembro

16 CRIANDO UMA BARRA DE CONTROLE GENÉRICA Neste artigo irei demonstrar umas das possíveis implementação de uma barra de Menu genérica, que poderá ser utilizado em praticamente todos os formulários que fazem operações básicas num banco de dados( inclusão, exclusão, edição, cancelamento). Com isso criaremos uma classe genérica que poderá ser utilizada em diversos projetos. Classes genéricas Do ponto de vista do projeto, classes genéricas são forms/units que irão gerar outros forms/ units com as mesmas características, utilizando o principio de herança de classes (conceitos de orientação a objeto). Quais são as vantagens? Otimização de código, como o código é genérico ele será único para uma determinada função. Agilidade no desenvolvimento, você não fica criando vários forms e tendo que inserir os mesmos objetos e criando os mesmo metódos. Fácil detecção de erros, com um código genérico você encontra os erros com maior facilidade. Utilização em vários projetos, quando você cria um form/unit genérico de cadastro ele pode ser utilizado em vários projetos distintos, basta adicioná-lo ao projeto. Otimização do executável, com menos código menor será seu executável. Construção da barra de menu Crie um novo projeto e vá file>new>frame. Salve o projeto como prframemenu, a unit com unframemenu. Nomeie o frame com FrameMenu. Adicione um componente TollBar que se encontra na paleta Win32. Nomeie de ToolBar_Edicao. Adicione três objetos ImageList que estão localizados na paleta Win32. Com esses componentes iremos definir as imagens dos nossos botões. Nomeie os ImageList para Images, DisableImages e HotImages respectivamente. Teremos que adicionar algumas imagens nos componentes ImageList. Observe as imagens sugeridas nos editores dos três ImageList (Figura1, 2 e 3) No objeto ToolBar_Edição altere seguintes propriedades (tabela 1): Propriedade DisableImages HotImages Images Tabela 1. Valor DisableImages HotImages Images Adicione um ActionList, que se encontra na paleta standard.altere a propriedade name para Acoes Umas das principais vantagens desse componente é a reutilização de código. As ações (Actions) têm várias propriedades que serão aplicadas aos outros componentes vinculados à ela através da propriedade Action de cada componente. Insira oito ações. Clique duas vezes no actionlist e clique new action ( ícone amarelo). Observe a figura 4 : 16 dezembro 2008

17 Figura 1. Images Figura 4. Após a adição das oito ações altere algumas propriedades (tabela 2) Figura 2. DisableImages Obs: Na propriedade ShortCut definimos as teclas de atalho. Figura 3. HotImages Ação Incluir Propriedades Valores Caption Incluir Name acincluir ShortCut F2 ImageIndex 0 Ação Alterar Caption Alterar Name acalterar ShortCut F# ImageIndex 1 Ação Excluir Caption Excluir Name acexcluir ShortCut F4 ImageIndex 2 Ação Confirmar Caption Confirmar Name acconfirmar Tabela 2 dezembro

18 Adicione 8 botões na ToolBar. Clique com o botão direito do mouse da ToolBar, menu New. Altere as propriedades dos botões confome tabela. Observe a tabela 3 : Ação Cancelar Ação Anterior Ação Próximo Ação Sair Tabela 2 ShortCut F5 ImageIndex 3 Caption Cancelar Name accancelar ShortCut F6 ImageIndex 4 Caption Anterior Name acanterior ShortCut 0 ImageIndex 5 Caption Próximo Name acproximo ShortCut 0 ImageIndex 6 Caption Sair Name acsair ShortCut F9 ImageIndex 7 ToolButton1 Propriedades Valores Caption Incluir Name tbincluir Action acincluir ToolButton2 Caption Alterar Name tbalterar Action acalterar ToolButton3 Caption Excluir Name tbexcluir Action acexcluir ToolButton4 Caption Confirmar Name tbconfirmar Action acconfirmar ToolButton5 Caption Cancelar Name tbcancelar Action accancelar Tabela 3 18 dezembro 2008

19 Adicione uma DataSource e nomeie como dsmenu. Como é um rotina genérica, este Data- Source não estará ligado a nenhum DataSet. Iremos ligá-lo a um DataSet somente quando estivermos manipulando os formulários. Veremos isso mais adiante. Temos ainda os eventos que estão disponíveis no Action List, como o OnExecute, que será atribuído, em geral, ao OnClick dos controles vinculados à ele. Nele iremos adicionar os métodos dos DataSets (Append,Cancel,Update,Delete, post e etc). Clique novamente na ActionList Acoes, selecione a ação acincluir. Clique duas vezes no evento OnExecute. Listagem 1 ToolButton6 ToolButton7 ToolButton8 Caption Name Action Caption Name Action Caption Name Action Anterior tbanterior acanterior Próximo tbproximo acproximo Sair tbsair acsair Iremos fazer isso para todas as ações : Tabela 3 Veja Listagem 1. procedure TfrmMenu.acIncluirExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.insert; acexcluir procedure TfrmMenu.acExcluirExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.delete; TClientDataSet(dsMenu.DataSet). ApplyUpdates(-1); acalterar procedure TfrmMenu.acAlterarExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.edit; acconfirmar procedure TfrmMenu.acConfirmaExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.post; TClientDataSet(dsMenu.DataSet). ApplyUpdates(-1); accancelar procedure TfrmMenu.acCancelaExecute(Sender: TObject); Listagem 1 dezembro

20 No evento OnStateChange do DataSource dsmenu iremos controlar os ToolButtons conforme o estado do DataSet.(listagem 2) dsmenu.dataset.cancel; Nossa barra de menu genérica esta finalizada Para testar, crie um simples projeto em file>new> application. No formulário principal adicione dois componentes do dbexpress: o SQL- Connection e o SQLDataSet. Da paleta DataAccess adicione um DataSetProvider, um ClientDataSet e um DataSource. Nesse exemplo irei utilizar o banco EMPLOYEE. GDB que se encontra na pasta C:\Arquivos de programas\arquivos comuns\borland Shared\ Data\EMPLOYEE.GDB Faça a conexão do componente SQLConnection com o banco banco EMPLOYEE.GDB. Na propriedade commandtext do SQLDataSet digite a instrução SQL da figura 4: acanterior procedure TfrmMenu.acAnteriorExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.prior; dsmenustatechange(dsmenu); acproximo procedure TfrmMenu.acProximoExecute(Sender: TObject); dsmenu.dataset.next; dsmenustatechange(dsmenu); acsair procedure TfrmMenu.acSairExecute(Sender: TObject); if Self.Owner is TForm then TForm(Self.Owner).Close; Listagem 1 Figura 4. Conecte o DataSetProvider com o DataSet em questão (SqlDataSet) e o ClientDataSet com o DataSetProvider (providername) No menu Project > Add to Project adicione a unit unframemenu recém criada. Clique em Frames e selecione o frame a ser inserido.figura5 procedure TfrmMenu.dsMenuStateChange(Sender: TObject); acincluir.enabled := dsmenu.state = dsbrowse; acalterar.enabled := dsmenu.state = dsbrowse; acexcluir.enabled := dsmenu.state = dsbrowse; acconfirma.enabled := dsmenu.state in [dsinsert, dsedit]; accancela.enabled := dsmenu.state in [dsinsert, dsedit]; acanterior.enabled := ((dsmenu.state = dsbrowse) and (dsmenu.dataset.isempty=false)); acproximo.enabled := ((dsmenu.state = dsbrowse) and (dsmenu.dataset.isempty=false)) ; acsair.enabled := dsmenu.state = dsbrowse; Listagem 2 Figura 5 20 dezembro 2008

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