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1 Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 05 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Inquérito Policial: Instauração do IP - Ação Penal Privada; Diligências Investigatórias; Indiciamento; Tramitação do IP; Arquivamento - Espécies. 4. Instauração do IP: d) Ação Penal Privada: Ele é instaurado com o requerimento da vítima, que não interrompe o prazo decadencial para o oferecimento da queixa. 5. Diligências Investigatórias do IP (art. 6º CPP): O rol de diligências previstas no art. 6º do CPP não é taxativo. Art. 6º, II CPP - esta apreensão é feita de ofício e administrativamente pela Polícia, sem necessidade de prévia ordem judicial de busca e apreensão. Art. 6º, V CPP - O legislador estabeleceu que o interrogatório feito em sede policial deve observar, na medida do possível, o interrogatório realizado em sede judicial. Porém, esse dispositivo não trouxe de forma alguma o contraditório e a ampla defesa para o inquérito, como também não deu as partes o direito de interferir ou formular perguntas. O que será aplicado na medida do possível é o aspecto formal do interrogatório. Art. 6º, VII CPP - Em regra, o delegado pode determinar a realização de qualquer exame pericial, salvo o exame para verificação de doença mental ou dependência química, pois nesses dois casos deverão ser instaurados incidentes processuais - incidente de insanidade mental e incidente para constatação de dependência toxicológica.

2 Indiciamento: Ocorre quando todas as diligências do inquérito apontam para alguém como sendo o suposto autor do crime. A partir desse momento, o agente passa a ser o centro das investigações, sendo qualificado e interrogado. Obs: O resultado prático do indiciamento é a anotação na FAC - Folha de Antecedentes Criminais. Segundo o STF, o indiciamento possui um caráter ambíguo, pois se por um lado ele traz todo o constrangimento inerente ao indiciamento, por outro lado, ele é uma fonte de garantias individuais, como o direito ao silêncio, direito a um advogado, etc. O indiciamento não subordina a atuação do Ministério Público, ou seja, mesmo sem ele o agente pode ser denunciado, bem como com o indiciamento o MP poderá promover o arquivamento. Polícia pode indiciar quem tem foro por prerrogativa de função? Em relação a membros do MP e do Judiciário, a LOMP e a LOMAM estabelecem que cabe, respectivamente, à Procuradoria de Justiça e ao Conselho da Magistratura investigarem os seus membros. Em relação as outras pessoas, que não possuem regras específicas, a tendência é não admitir esse indiciamento, uma vez que haveria uma incompatibilidade entre as garantias decorrentes do foro privilegiado e esse indiciamento. Tramitação do IP: Em quase todo o Estado do RJ, existem Promotorias de Investigação Penal (PIP) que são órgãos das Centrais de Inquérito. Cada PIP tem atribuição para atuar junto de uma ou algumas Delegacias, de forma que a tramitação dos inquéritos é feita entre MP e Delegado sem interferência do juiz. O inquérito só é enviado ao juízo quando houver oferecimento de denúncia, pedido de arquivamento ou pedido de medida cautelar. Em relação ao flagrante, como o inquérito é instaurado em razão de uma medida cautelar, ele é distribuído às Varas Criminais sem passar pela Central de Inquérito. 6. Arquivamento do IP: Ocorre quando esgotadas as diligências investigatórias não foi possível esclarecer autoria e materialidade delitivas, devendo o mesmo ser encerrado.

3 Questão Prova MP: Arquivamento de IP faz coisa julgada? 1. Ada e Afrânio Silva Jardim Sempre que a decisão de arquivamento envolver análise de mérito, como excludente de ilicitude ou de culpabilidade, isso equivale a um julgamento antecipado da lide capaz de formar coisa julgada material 2. Fauzi (Promotor SP) Coisa julgada é algo inerente à ação penal, processo, o que não existe em um inquérito policial. Logo, em hipótese alguma a decisão fará coisa julgada. 3. STF Em regra, a decisão não faz coisa julgada, salvo nas hipóteses de atipicidade ou extinção da punibilidade, quando a decisão fará coisa julgada material Cabe HC para trancar inquérito? A jurisprudência admite com a alegação de que quando não houver justa causa para o inquérito, o juiz poderia arquivar. Porém, Polastri entende que, em regra, isso não deve ser admitido, salvo em situações teratológicas, como na hipótese do agente estar sendo perseguido pela autoridade policial, caso contrário, esse "trancamento" estaria retirando do MP a possibilidade dele formar a sua opinio. Obs: Na verdade não se trata de um trancamento, mas sim arquivamento de ofício pelo juiz decorrente de pedido da defesa. Quando o promotor faz a promoção de arquivamento, ele deverá encaminhar o feito ao juiz, que dependendo da hipótese encaminhará ao PGJ (nos casos de discordância). O juiz faz isso pois está exercendo a função anômala de fiscalizar o Princípio da Obrigatoriedade, o que Paulo Rangel denomina de Princípio da Devolução. Para boa parte da doutrina, a participação do juiz no arquivamento é incompatível com o sistema acusatório, uma vez que o juiz não deve ter nenhuma ingerência nesse momento, pois não há qualquer atividade jurisdicional. Toda questão relacionada ao arquivamento deveria ser exclusiva do MP. Quando o PGJ receber o inquérito nos termos do art. 28 do CPP, ele terá as seguintes opções: Concorda com o arquivamento; Discorda do arquivamento e oferece denúncia; Discorda do arquivamento e designa outro membro do MP para oferecer denúncia.

4 Esse promotor designado é obrigado a oferecer denúncia? 1. Carvalhinho Este promotor é obrigado a denunciar, pois ele está agindo por delegação do PGJ, sendo um longa manus. 2. Polastri Por conta do Princípio da Independência Funcional, nada obriga o promotor a concordar com o PGJ. Porém, para evitar que isso ocorra, a designação deverá recair sobre um dos promotores da assessoria do PGJ. 6.1 Espécies de Arquivamento: a) Arquivamento Objetivo é aquele cujo objeto são fatos investigados. b) Arquivamento Subjetivo é aquele cujo objeto são pessoas investigadas. c) Arquivamento Implícito ( tese muito boa para a Defensoria Pública): Para parte da doutrina (Rangel, Afrânio, Frederico Marques), esse arquivamento ocorria quando o MP se omitisse na denúncia em relação a algum fato ou autor, e o juiz, sem perceber essa omissão, recebesse a inicial. Nesse momento, ocorreria o arquivamento implícito, de forma que o MP só poderia aditar a denúncia se surgisse prova nova. Para o STF, não existe arquivamento implícito, pois tanto o art. 28 do CPP como a Súmula 524 do STF exigem pedido expresso e decisão também expressa sobre o arquivamento. Ademais, o Princípio da Obrigatoriedade que norteia a ação penal pública exige o aditamento pelo MP. d) Arquivamento Indireto: Conflito de Competência x Conflito de Atribuição: Segundo Paulo César Pinheiro Carneiro não importa a qualidade das autoridades em conflito, mas sim a natureza do ato que será praticado. Durante o inquérito o conflito será sempre de atribuições, salvo se já existir alguma medida cautelar decretada quando então o conflito será de competência. Durante a ação penal o conflito será de competência, salvo em situações excepcionais, como na hipótese de um Promotor e um Procurador estarem discutindo quem tem atribuição para apresentar razões recursais ( Questão de Prova Específica de Processo Penal MP/RJ).

5 Promotor da Comarca A pede ao juiz a remessa dos autos de um inquérito para a Comarca B, por entender que B é a Comarca competente. O que o juiz da Comarca A poderá fazer se discordar do pedido de remessa? 1) Pacelli O juiz deve receber esse pedido de remessa como uma espécie de arquivamento indireto do feito de sua competência e, em razão da discordância, aplicar o art. 28 do CPP. 2) Polastri O juiz não deve ter nenhuma ingerência nessa fase do procedimento, pois não existe atividade jurisdicional. Porém, se ocorrer a intromissão, a solução será aplicar o art. 28 do CPP. 3) Nucci e Tourinho De nada adianta aplicar o art. 28 do CPP, pois a opinio do PGJ não subordina o juiz. A solução será forçar o MP a denunciar para após ser suscitado conflito de competência.

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