Confederación Iberoamericana de Asociaciones Científicas y Académicas de la Comunicación

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1 Confederación Iberoamericana de Asociaciones Científicas y Académicas de la Comunicación Folkcomunicação Política e Campanhas Eleitorais: Um estudo sobre a utilização de jingles folclóricos na internet junto às estratégias dos candidatos ao governo do Piauí nas eleições de 2010 Maurício Santana de Oliveira Sobrinho 1 Resumo: Este artigo tem por objetivo apresentar a relação entre comunicação e política em campanhas eleitorais, destacando a presença da folkcomunicação em jingles com uso de expressões e estilos regionais durante o processo eleitoral de 2010 no Estado do Piauí. Partiu-se de uma abordagem de estudos de casos da disputa entre dois candidatos ao cargo majoritário de governador e as disseminações de suas propostas pela internet através de jingles com características da cultura popular no período eleitoral de 2010; mais especificamente do candidato eleito Wilson Martins e do segundo candidato mais votado, Silvio Mendes. O referencial teórico fundamenta-se em estudos sobre a folkcomunicação como intercambio de mensagens criativas, debatendo ainda os seus efeitos em aliança com as novas tecnologias da comunicação como a internet. Os resultados mostram que, as técnicas utilizadas pelos candidatos estabeleceram formas baratas e alternativas de transmissão de idéias dentro do período eleitoral. Palavras-chave: Folclore, eleição, intertnet, candidatos, Folkcomunicação Abstract: This paper has aims to present the relationship between communication and politics in election campaigns, highlighting the presence of folk communication in jingles with the use of expressions and stylesduring the regional elections of 2010 in the State of Piauí. It was started from an approach of case studies of dispute between two candidates for the post of governor and the majority of their distributions proposals online through the jingle with features of popular culture during the 2010 election, more specifically the elected candidate Wilson Martin and the second most voted candidate, Silvio Mendes. The theoretical framework is based on studies of Folkcommunication and exchange of creative messages, still debating its effects in alliance with the new communication technologies like the Internet. The results show that the techniques used by candidates established and cheap alternative forms of transmission of ideas within the election period. Keywords: Folklore, election, intertnet, candidates, folkcommunication Introdução Muitos pesquisadores consideram que, nos últimos anos, a relação entre mídia e política vem auferindo cada vez mais no Brasil papeis definidores na divulgação e disseminação de propostas em campanhas eleitorais. A busca pela linguagem e 1 Maurício Santana de Oliveira Sobrinho. Especialização em andamento em Jornalismo e Marketing Político pelo Centro de Ensino Unificado CEUT/PI, Especialista em Metodologia da Pesquisa e do Ensino de História pela Universidade Estadual do Piauí - UESPI, e Graduado em Jornalismo pela Faculdade Santo Agostinho FSA/PI

2 comunicação mais eficiente, é o que fazem das disputas políticas nestes períodos um verdadeiro acirramento; principalmente nos comuicacionais. E é neste contexto que, a aplicação da cultura popular como cordéis, musicas regionais, paródias dentre outras formas, como fortes opções para a busca de eleitores. Para Beltrão (2001), a analise que percorre os estudos da cultura popular em detrimento da cultura de massa, intitulada por ele como Folkcomunicação, determinava por vez, as vozes subalternas no canário acadêmico. Para ele, símbolos e imagens enraizados nas tradições, eram convertidas em mercadorias, distribuindo-as para o consumo. Há hoje, uma evolução contínua nesta disciplina de novas descobertas através de novos objetos de investigação. As analises de Beltrão (2001), partem de uma série de aplicações que se aproximam dos meios de comunicação de massa, passando pelo lídercomunicador até chegar à audiência folk. Com o desenvolvimento da Internet, surge uma grande gama de objetos de projeções sociais da cultura popular que merecem uma avaliação mais aprofundada. Assim, o objetivo principal que norteia esse trabalho é o de verificar a relação entre a Internet e Folkcomunicação dentro dos processos políticos, mostrando como objetos folk podem se transformar em ferramentas para a atração da grande audiência. Partindo deste pressuposto, sabe-se que o envolvimento entre os setores sociais por meio das Novas Tecnologias da Informação (NTICs), além de contribuírem para uma melhor efetivação democrática, favorecem o crescimento da esfera púbica em um espaço partilhado, dando visibilidade a uma comunicação coletiva e servindo então como ferramenta de investigação para uma maior transparência (LEVY, 2002). Esta atmosfera cria espaços de debates cada vez mais simples, numa intrigante rede de contrapontos que se retro-alimentam, possibilitando o diálogo entre os grupos sociais mais diversos, dispersos geograficamente e os domínios políticos. Esta interação é que emerge novas configurações de comunicação para um poder atrativo nas relações entre Internet e Política e assim formando novas ações políticas (EISENBERG, 2003). Para tanto, foi analisado através de estudo de caso, e tendo como objeto de pesquisa, as campanhas eleitorais ao governo dos candidatos Wilson Martins e Silvio Mendes no Estado do Piauí em 2010 na internet, e suas produções folkcomunicacionais.

3 Parte 1. Folkcomunicação, internet e política A Folkcomunicação, segundo Beltrão (2001), é uma disciplina dedicada aos estudos das expressões folclóricas da sociedade. Para Marques de Melo (2005), outra característica da Folkcomunicação é a utilização de estratégias de propagação simbólica capazes de difundir em linguagem popular mensagens previamente veiculadas pelos meios de comunicação. Como definida de acordo com Marques de Melo (2005), a Folkcomunicação configura-se hoje como estudo dos agentes e dos meios populares de informação de fatos e expressão de idéias, o que seria para ele, uma fronteira entre o Folclore e a Comunicação de Massa. Para Beltrão (2001), seria um processo de intermediação entre a cultura das elites e a cultura das classes trabalhadoras; uma tradução dos conteúdos midiáticos pelos meios populares, com uma atenção sobre as estratégias e os mecanismos adotados pelos agentes folkcomunicacionais, em construírem e acionarem veículos artesanais em relação ao sistema vigente e elitizados, como o rádio e a televisão. Marques de Melo (2001) considera que hoje, os novos discípulos de seu fundador, Luiz Beltão, procuram desvendar de que maneira a Folkcomunicação retroalimenta as indústrias culturais; pautando a grande mídia, gerando produtos ficcionais, fortalecendo campanhas publicitárias e completando espaços de entretenimento. Silva (2001) observa que, Beltrão e sua obra valorizam a interpretação, ao mesmo tempo em que conserva o interesse último das ciências clássicas; o de explicar. O que acarreta para Silva (2001) alguns questionamentos como, pode o popular perdurar diante de um filtro da indústria cultural? Ou, a folkcomunicação para ser fiel ao popular deve trabalhar com expressões resgatadas do passado ainda não contaminadas pela cultura de massa? Se pensarmos nestes problemas nos dias de hoje, e em sua relação com as disseminações culturais causadas pelos novos sistemas e pelas novas tecnologias, como seria traçar o popular em um mundo cada vez mais unificado? Atualmente, as contribuições das novas tecnologias da comunicação têm possibilitado uma descentralização e uma participação da sociedade nos mais variados interesses da coletividade, o que a transforma em um grande celeiro para novas difusões

4 folkcomunicacionais. As relações entre internet, comportamentos culturais diversos, cultura popular e os processos políticos, revelam grandes esperanças para contribuições democráticas em todo o mundo, e assim dando novas possibilidades de participação política criadas por esta rede social virtual. Eisenberg (2003) considera que os surgimentos destas estruturas estão possibilitando a criação de uma cultura extremamente propícia para a manifestação de novos movimentos, novas conquistas e novos saberes, atrelada à busca de novas alternativas de comunicação para suas disseminações. Para Berti (2009), a internet, que atualmente já está presente em boa parte do Brasil, aumenta os canais de mediação comunicacional e principalmente folkcomunicacionais, com mais espaços para os agentes marginalizados como vozes alternativas à mídia convencional. Assim, determinados líderes folk agem, conquistando espaços que outrora não seriam possíveis diante dos filtros dos sistemas de comunicação tradicionais. Como considera Berti (2009), estes líderes agem como grandes usuários das redes virtuais socializando a informação, preservando e ampliando suas culturas e vivências sociais via processos comunicacionais. A internet, para Marques de Melo (2005), tem favorecido a criação de relatos sobre as atividades desenvolvidas por agentes folkcomunicacionais o que, para ele, garante a sobrevivência de vários gêneros ou formatos de expressão popular. A web, segundo Marques de Melo (2005), permite ampliar os seus interlocutores, bem como ensejar o intercâmbio entre grupos e pessoas que possuem identidades comuns. Para Renó (2006), além destas novas condutas sociais, o dinamismo da internet desenvolveu um espaço para o consumo cultural mais próximo de cumprir certas como uma democracia ao alcance de qualquer usuário. Diante disso, Levy (2002), reflete que, com esses avanços e emancipações seriam as comunidades virtuais as grandes responsáveis pelo trunfo da socialização dentro desses espaços, definidos de Ciberespaços. Para ele, estas comunidades constituem a chave para uma nova relação democrática, a Ciberdemocracia.

5 A extensão do ciberespaço transforma as restrições que haviam ditado à filosofia política, às ciências da administração, às tradições de organização em geral o leque habitual de suas soluções. Hoje, um bom número de restrições desapareceu devido à disponibilidade de novas ferramentas de comunicação e de coordenação, e podemos pensar modos de organização dos grupos humanos, estilos de relações entre os indivíduos e os coletivos radicalmente novos, sem modelos na história e nas sociedades animais. (LEVY, 2003, p.132) A construção desses novos espaços de relacionamento, como as comunidades virtuais, vem proporcionando uma constante no desenvolvimento de novos comportamentos. O seu interesse por criações de novas comunidades, cada vez mais diversificadas, designa novas possibilidades e ferramentas de relações sociais. Segundo Gomes e Maia (2008), estas arquiteturas no âmbito do Ciberespaço, revelaria um perfeito debate para que se possa construir uma solução de problemas como a participação política nas sociedades contemporâneas. Para ele, a Internet possui mecanismos perfeitos de realizações de uma democracia participativa e direta. Teria então condições os grupos não-organizados, de baixa renda, excluída da cultura erudita e das atividades políticas, identificadas por Luiz Beltrão de classes subalternas, de aproveitarem destes novos meios de comunicação? Para Castell (1999), o constante barateamento das novas tecnologias e a possibilidade de divulgação de informações sem filtros são características favorecem a rápida popularização deste sistema, principalmente se comparada com os meios tradicionais de comunicação. O papel da Internet, também é vista por alguns cientistas sociais, como uma das possíveis soluções para a participação política, tanto por parte dos atores políticos quanto da própria sociedade. Assim, Gomes e Maia (2008) aponta vantagens e suas contribuições para mudanças nesses comportamentos, que seriam elas: a) Superação dos limites de tempo e espaço para a participação política, b) Extensão e qualidade do estoque de informação on-line c) Comodidade, conforto, conveniência e custo d) Facilidade e extensão de acesso e) Sem filtros nem controles f) Interatividade e interação g) Oportunidade para vozes minoritárias ou excluídas.

6 Parte 2. Folkcomunicação, internet e estratégias políticas Percebe-se o aumento da utilização da internet no Brasil pela classe política a partir das campanhas eleitorais de 2002, que segundo Aldé (2004), o alto grau de competitividade entre a candidatura para presidente deste período, fizeram do mundo virtual, mais uma ferramenta para ampliar e divulgar as ações de cada candidato. Para ela, este crescimento significativo deve-se também ser atribuído à maturidade e sofisticação dos meios de comunicação digital no país, além da difusão crescente da internet entre os brasileiros. De acordo com Braga (2007), o uso da internet no processo político contemporâneo estaria tendo um positivo grau de aceitação do público. Além disso, ele considera que esses atores políticos fazem da internet, um uso individual para divulgar suas atividades e interagir com os cidadãos comuns e assim estimular um eventual eleitor. Estas características, segundo Braga (2006), já revelados por um amplo conjunto de pesquisadores das TICs, apontam ainda para as possibilidades de emergência de uma democracia direta eletrônica ou uma democracia deliberativa, onde todos ou pelo menos a maior parte dos indivíduos poderiam usar a internet para deliberar sobre os temas públicos. Com o aumento de novos adeptos e usuários na internet, as mudanças nos processos comunicacionais são cada vez mais fortes, com destaque para a forma ativa do receptor. Como estes novos comportamentos sociais são, de forma geral, unificados pela Web, os processos políticos, desde campanhas de candidatos a debates de referendos populares também ganham novos espaços e atores. Para Real (2010), em referência aos conceitos de Luiz Beltrão sobre folkcomunicação; seria ainda, este capaz de aproximar grupos que possuem diversos interesses em comum. Características bastante comuns da rede mundial de computadores, que apesar da coincidência quando Beltrão formulava sua teoria, a internet dava ainda os seus primeiros passos. Segundo Berti (2009), dos três grupos marginalizados distinguidos por Luiz Beltrão, que seriam os messiânicos, político-ativistas e erótico-pornográficos, o político-ativista é o que mais utiliza de espaços alternativos para dar ênfase às questões

7 das mediações folkcomunicacionais. E nesse caso, para ele, a internet é a mais utilizada nos últimos anos; através de comunidades virtuais de redes sociais, sendo as principais no Brasil o Orkut e o Facebook com milhares de comunidades de pró-candidatos, prómovimentos populares, pró-movimentos alternativos, movimentos de protesto, onde mediadores e donos de comunidades agem como líderes folk, mediando e traduzindo informações que ocorrem na sociedade ou na própria Internet. Desta forma, constrói-se para a sociedade uma nova forma de abordagem democrática e de participação coletiva dos novos fatores sociais dentro do Ciberespaço nos mais diferentes assuntos. Mas é preciso levar em consideração que, para que seja fortalecida esta forma de democracia, não são necessárias apenas as estruturas comunicacionais como estas. Devem estar presentes o interesse e a disponibilidade dos próprios cidadãos para engajar-se em debates de participação (GOMES; MAIA, 2008). Como observamos, é evidente que a Internet, ao abrir canais de comunicação mais práticos e econômicos, tem modificado a forma como as pessoas se relacionam socialmente. A Política, como parte integrante deste conjunto, também sofre influência destas novas tecnologias. E são nos fatores Folkcomunicacionais, na tentativa de tradução dos conteúdos midiáticos por meios da cultura popular, que líderes ganham na internet novos espaços, socializando informações, interagindo e atraindo grupos de diversos interesses. E é dessa forma que Braga (2006), relaciona os comportamentos políticos aos processos comunicacionais via Internet. Partindo de uma abordagem dos parlamentares no Sul do Brasil, ele destaca que os políticos brasileiros procuram uma identificação e uma personalização dentro da rede para além de uma prolongação de seus discursos na grande mídia, e um melhor relacionamento com possíveis eleitores na Web. O que isso se encaixaria dentro da perspectiva de Beltrão (2001), como uma busca através de mensagens e de um canal por líderes de opinião, definidos por ele como líderescomunicadores. Assim observamos também que os espaços dos meios de comunicação tradicional estão sendo conquistados pelos processos via Web. A agregação destes antigos meios aos processos da internet potencializa novas concepções de estruturas de comunicação, além de criarem um vínculo direto e de troca entre emissor e receptor.

8 Estas mudanças acarretam, além disso, modificação até mesmo nas estruturas dos meios de comunicação tradicionais. É desta forma que Nassif (2003), caracteriza a mudança do profissional da mídia dos novos tempos, que para ele, seria uma postura mais continuada e profissionalizada de acompanhamento de notícias em tempo real. Os meios que ele possui hoje, é que possibilitam uma maior intervenção nos processos informacionais, de forma mais barata e rápida. Com a proliferação da internet e a criação dos indicadores modelo adotado pelas agências regulatórias o trabalho da imprensa passa, necessariamente, pela montagem de painéis de controle sobre temas variados, que permitam não só ao jornalista, como ao leitor, ter a noção de conjunto do processo de construção dos temas do país. (NASSIF, 2003, p.35) Para Kucinski, (2005), a internet como novo meio de transmissão de informação, sem dúvidas, mudou por completo a forma de trabalho das empresas de mídia. Esse mesmo sistema, segundo ele, não se difere das antigas praticas da atualização de noticias e sim por um novo ritmo de abastecimentos, a que fatos são narrados em textos contínuos e curtos, servindo assim como uma agência de noticias provisória, que pauta os outros meios de comunicação. Assim sendo, Braga (2006), identifica a nova relação de políticos aos processos comunicacionais via Internet, onde este sistema ganha uma nova troca direta de informações em conseqüência, fica na superficialidade dos fatos, marcado apenas pela quantificação. Seria então a Folkcomunicação uma tática para efetivar de forma proveitosa a relação entre políticos e mídia, ou ainda políticos e população na internet? Para Marques de Melo (2005), a folkcomunicação tem a capacidade de renovar modos de agir e assim atrair grupos que antes eram resguardados pelos filtros dos meios tradicionais. Os espaços ocupados pelas tradições populares na agenda midiática contemporânea podem traduzir iniciativas destinadas a preservar identidades culturais ameaçadas de extermínio ou estagnação, quando confinadas em territórios pretensamente inexpugnáveis. Mas também podem funcionar como alavancas para a renovação dos modos de agir, pensar e sentir de grupos ou nações que, empurrados conjunturalmente para o isolamento mundial, haviam permanecido refratários à incorporação de novidades. (MARQUES DE MELO, 2005, p.03)

9 Assim, segundo Marques de Melo (2005), ao construir um referencial teórico consistente, Luiz Beltrão, lançou pontes entre a folk-mídia e a mass-mídia; onde reconheceu o universal que subsiste na produção simbólica dos grupos populares, percebendo ao mesmo tempo que os dois sistemas comunicacionais continuarão a se articular numa espécie de retroalimentação, um feed-back dialético, contínuo e criativo. Parte 3. Folkcomunicação, internet e estratégias políticas no contexto piauiense Para Marques de Melo (2005), a trajetória da Folkcomunicação nos espaços propiciados pela Internet tem tido uma significativa trajetória. Para ele, o território mostrou-se fértil, principalmente para a germinação e o cultivo de relatos sobre as atividades desenvolvidas pelos agentes folkcomunicacionais, o que para ele de garante a sobrevivência de vários gêneros ou formatos de expressão popular. Com o objetivo de percorrer estas discussões, a pesquisa se adentra sobre eleições ao governo no Estado do Piauí em 2010, onde estas foram marcadas por debates políticos através de jingles de criações não oficiais, norteadas de aspectos folkcomunicações já discutidos pelo referencial proposto. Entre os de maiores impactos, ao qual esta pesquisa se dedicou, encontram-se os dois candidatos mais bem votados. O candidato eleito Wilson Martins pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) com a música Molim Molim, e o segundo colocado, Silvio Mendes pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com a música Durim Durim. As duas produções privilegiaram o estilo regional, mais especificamente o forró. O primeiro lançamento não oficial deu-se pela internet no site de distribuição de vídeos on-line Youtube, já na metade das campanhas, no mês de setembro. Intitulada de Molim Molim, o jingle representado por uma paródia, contou com a composição do Manoel Sousa Machado, mais conhecido como Manuelzinho do Acordeon, que presenteara o candidato Wilson Martins com a música, era até então desconhecido do ramo político e da grande audiência. Segundo Berti (2009), a tese de Beltrão mostra que, enquanto no sistema de comunicação social é muito frequente a coincidência entre os líderes e as autoridades políticas, científicas, artísticas ou econômicas, na Folkcomunicação existe uma maior elasticidade na identificação desses elementos. Os líderes agentes-comunicadores de

10 Folk, para Beltrão (2001), nem sempre são autoridades ou são reconhecidas, eles possuem carisma suficiente para acabar atraindo grande número de ouvintes e seguidores. Já para Maranini (2007), esses líderes, alcançam posição de orientadores da audiência sem uma consciência integral do papel desempenhado por eles. Assim o jingle Molim Molim ganha um grande respaldo dentre os possíveis eleitores no Estado. A aceitação dentro da própria campanha do então candidato Wilson Martins, para o jingle demora a ser absorvida, mas o mesmo não acontece com a sociedade que já passa a aceita-la de forma positiva. Além do apelo musical regional, o jingle conta com uma letra simples e de aspectos folclóricos. Podemos observar em Beltrão (2001), aspectos semelhantes em sua tese, quando ele relata sobre a produção dos Cantadores, onde estes, segundo ele, são os responsáveis pela atualização de conhecimentos e tomadas de atitude das camadas marginalizadas da população brasileira. Esta atmosfera cria espaços de debates cada vez mais simples, numa intrigante rede de contrapontos que se retro-alimentam, possibilitando o diálogo entre os grupos sociais mais diversos, dispersos geograficamente e os domínios políticos. Esta interação é que emerge novas configurações de comunicação para um poder atrativo nas relações entre Internet e Política e assim formando novas ações políticas (EISENBERG, 2003). Desta forma, esta esfera encontra um caminho de comunicar-se de forma direta com a sociedade civil, dispensando o papel da imprensa e mudando a rotina e agenda política, que agora ver a probabilidade de envolver-se mais efetivamente com um público extenso a baixos custos financeiros. Partindo disso, percebe-se ainda que as produções noticiosas piauiense, influente da cultura política local, recorrem constantemente a estas estruturas como fonte de informação, tornando-a assim um novo campo de disputa política. Daí a observação de que o uso destes instrumentos possibilita uma possível conquista da mídia, e uma ampliação e repercussão de seus discursos. Por seu baixo custo econômico e um grande crescimento de acesso em vários Estados a popularização da Internet no meio político tem tido uma forte aceitação e utilização. Com isso, muitos do Piauí vêm criando suas identificações próprias dentro da rede como Sites, Blogs, Twitter, e comportando junto

11 aos seus interesses a sua utilização como meio propagador e de divulgação direta de suas ações na conquista de novos eleitores. Como resposta, o candidato Silvio Mendes, também lança como jingle não oficial a música Durim Durim sem descrição de compositor próprio, em que responde ao opositor com os mesmo aspectos musicais mudando apenas a letra. Isso da um novo respaldo as duas campanhas, que passam agora a elaborar diversos jingles compostos por trocas de acusações, mas nenhuma com referências ou com aceitação dos candidatos. Outra característica destas campanhas, atrelada a estes aspectos folkcomunicacionais foram as suas ligações com a Internet. Os dois candidatos disponibilizaram na rede, em seus sites oficias os jingles tanto oficiais de campanha, como os já citados. Por não depender de filtros como a própria legislação eleitoral e dos sistemas de comunicação, a internet passou a ser uma grande aliada no período de campanha. A elaboração de Sites, e a distribuição de materiais no seu interior, como os jingles não oficiais em formato MP3, protagonizaram a massificação dessas musicas. Podemos observar no exemplo, que tanto um Site quanto o outro, possuíam em seus Menus, a opção para Downloads. Como pode ser observado nas imagens abaixo (figuras 1 e 2): Figura 1: Menu com a opção para Download Fonte: Máscara copiada através do sistema Print Screen SysRq (PSS), 2010 Figura 2: Menu com a opção para Download Fonte: Máscara copiada através do sistema Print Screen SysRq (PSS), 2010

12 Era desta forma que, lideres-comunicadores poderiam ter acesso a materiais não oficiais em qualquer canto do Piauí. A forma fácil de adquirir estas ferramentas, como os próprios jingles, que mais tarde viriam estar em celulares, sons de carros e demais formas de expressão; assim ganharam uma popularidade impar. Fica claro que, em um contexto de alta competição, a garantia da internet como mais um meio comunicação capaz de agendar e expandir os limites da informação publicada na rede para outros veículos, é de fundamental importância para a nova conjuntura política eleitoral (ALDÉ; BORGES 2004) Eisemberg (2003) considera que na relação Internet e Política, o verdadeiro impacto seria a virtualização e a desterritorialização que ela implica e o fato de a política ser inerentemente a um complexo de interações humanas necessariamente territorializada. Assim ele afirma que existe uma política universal na rede, mas somente uma política circunscrita a um determinado território ou realidade. A utilização de Sites já conhecidos e disseminados, como o Youtube, do grupo Google, como ferramentas de campanha, só aumentaram disputas entre os dois candidatos. O primeiro jingle, intitulado de Molim Molim, foi apresentado primeiramente no site de compartilhamento de vídeos já citado; apresentando além da musica em estilo regional, vários aspetos visuais no tocante ao Folclore local, como vestimentas, adereços, danças entre outros, e que remetiam um tom gozado. Vejamos o exemplo (figura 3): Figura 3: Jingle Molim Molim no Youtube Fonte: Máscara copiada através do sistema Print Screen SysRq (PSS), 2011

13 Renó (2006) considera que com a chegada do YouTube, as perspectivas de uma possível aldeia global passaram a ganhar força. Através dele, a classe subalterna ganha força como agente emissor de sua cultura popular. O líder de grupo continua a ser aquele que produz imagens audiovisuais, mas que também possua intimidade com a Internet e suas ferramentas, e a grande massa, inclusive a elite, continua a ser o receptor. O opositor Silvio Mendes também disponibilizou no Youtube, vídeo da música similar, o que além de aumentar o debate político em outras fronteiras, ampliou as manifestações próprias de campanha. As imagens do vídeo também refletem vários costumes da cultura popular, apresentando vários adereços políticos como santinho, cavaletes, bandeiras dentre outros. Vejamos o exemplo (figura 3): Figura 3: Jingle Durim Durim no Youtube Fonte: Máscara copiada através do sistema Print Screen SysRq (PSS), 2011 Aldé e Borges (2004) apontam que, com a Internet, as eleições de 2002 trouxeram novidades no tocante as estratégicos políticas. Com o seu dinamismo, as campanhas foram potencializadas para a divulgação dos candidatos, e para uma maior publicidade de seus discursos. Isso implica em considerar uma nova ação e planejamento político. Dentro deste contexto, e aliado aos aspectos Folkcomuicacionais, a Internet, para Marques de Melo (2005), permite multiplicar os seus interlocutores, bem como ensejar

14 o intercâmbio entre grupos e pessoas que possuem identidades comuns, mesmo distanciados pela geografia. O ciberespaço é a expressão da aspiração de construção de um laço social, que não seria fundado sobre links territoriais, nem sobre relações institucionais, nem sobre relações de poder, mas sobre a reunião em torno de centros de interesse comuns, sobre o jogo, sobre o compartilhamento do saber, sobre a aprendizagem cooperativa, sobre processos abertos de abertos de colaboração. O apetite para as comunidades virtuais encontra um ideal de relação humana desterritorializada, transversal, livre. As comunidades virtuais são os motores, os atores a vida diversa e surpreendente do universo por contato (LEVY, 1998, p.127) Se considerarmos a expansão folclórica na rede, e a sua capacidade de atrair novos adeptos além de apropriações folkmidiáticas, como nos formatos ficcionais ou musicais, a própria mídia se abastece continuamente nas fontes da cultura popular, registrando indícios das sobrevivências tradicionais na vida das comunidades modernas. Estas manifestações têm o poder de se converter em notícias pelo seu caráter inusitado, pitoresco ou sentimental. A Folkcomunicação adquire cada vez mais importância por sua natureza mediadora entre a cultura de massa e a cultura popular; um fenômeno capaz de seduzir gerações de pesquisadores, aproximando-os a este campo de estudos, cuja riqueza cognitiva está a merecer explorações mais atentas e profundas. Conclusões Da presente pesquisa conclui-se que, os aspectos folkcomunicacionais cada vez mais estão presentes nas diversas organizações sociais como disseminadoras de informação de fatos e de expressão de idéias. Tanto na política como na Internet, as observações de características folkmídiaticas se tornam mais constantes. As tentativas, mesmo que não propositais, de unificação entre Política, Folkcomunicação e Internet pela população, além de não serem discretas o aumento de suas proporções, nos mostram como suas transformações em possíveis ferramentas de interação entre mídia e sociedade são potencializadas. Cada vez mais, temos visto políticos usando expressões, vestimentas e adereços de cunhos folclóricos com o intuito de uma maior aproximação com a mídia e por consequência de possíveis eleitores. Os efeitos dessas ações é o que indaga esta pesquisa.

15 As Novas Tecnologias da Comunicação, protagonizadas pela Internet nos revelam que, as suas aproximações com a Folkcomunicação darão novos rumos e concepções aos comportamentos políticos e sociais. Os processos aqui identificados e analisados mostram como eles se confundem, em um procedimento de retroalimentação. Pela raridade entre os objetos propostos, e as poucas observações nestes sentidos, não podemos considerar que este sistema já esteja consolidado, mas sim que as constantes mutações sociais causadas pela internet, e a ligação entre mídia e folclore propostas pela Folkcomunicação fortalecem novos laços de conquistas no que tange a comunicação e cultura popular. Com possibilidades cada vez mais reais de uma democracia direta e participativa pelas redes virtuais, como propõe Eisemberg (2003), os enlaces sociais e políticos tendem a aumentar suas aproximações. No Piauí, o uso destes aspectos políticos nos demonstraram que, tanto a utilização da Internet, na criação de sites, e suas formas e facilidades na troca de comunicações sem filtros, como o uso da cultura popular para propagar expressões de idéias; nos evidenciaram uma forma barata e que provoca grande repercussão diante da sociedade. Desta forma, cria-se uma comunicação sem barreiras e de linguagens simples e populares, onde o emissor, que no caso do político pode se dirigir diretamente ao seu receptor, a exemplo; o seu eleitor. Assim, a pesquisa deixa hipóteses como, driblar algumas legislações e os sistemas burocráticos dos meios tradicionais durante os processos de campanha seria, esta ferramenta, uma opção? Referencias Livros BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: um estudo dos agentes e dos meios populares de informação de fatos e expressão de idéias. Porto Alegre: EDIPUCRS, CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede a Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura (vol 01). São Paulo: Paz e Terra, 1999.

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