RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO. Acadêmico: Rafael Marques Nascimento. Curso de Engenharia Florestal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO. Acadêmico: Rafael Marques Nascimento. Curso de Engenharia Florestal"

Transcrição

1 RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO ESTIMATIVA DE VOLUME DE ÁGUA EM AÇUDES PARA IRRIGAÇÃO DA CULTURA ORIZÍCOLA EM SANTA MARGARIDA DO SUL Acadêmico: Rafael Marques Nascimento Curso de Engenharia Florestal São Gabriel, RS, Brasil. Novembro de 2012.

2 ESTIMATIVA DE VOLUME DE ÁGUA EM AÇUDES PARA IRRIGAÇÃO DA CULTURA ORIZÍCOLA EM SANTA MARGARIDA DO SUL Por: Rafael Marques Nascimento Relatório de estágio final apresentado ao Curso de Graduação em Engenharia Florestal, Área de Topografia, da Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA, como requisito parcial para obtenção do grau de Engenheiro Florestal. Orientador: Prof º. Ms. Adriano Luís Schunemann São Gabriel, RS, Brasil. Novembro de 2012.

3 Rafael Marques Nascimento ESTIMATIVA DE VOLUME DE ÁGUA EM AÇUDES PARA IRRIGAÇÃO DA CULTURA ORIZÍCOLA EM SANTA MARGARIDA DO SUL Elaborado por Rafael Marques Nascimento como requisito parcial para obtenção do grau de Engenheiro Florestal COMISSÃO EXAMINADORA: Profº. Me. Adriano Luís Schunemann/Unipampa Profº. Me. Diogo Belmonte Lippert Profª. Dra. Mirla Andrade Weber São Gabriel, Novembro de 2012.

4 Dedico este Trabalho a meus pais, Robson da Silva Nascimento e Cristiane Marques Nascimento, meus irmãos Eduardo Marques Nascimento, Gabriel Marques Nascimento e a minha namorada Susane Formanowicz Lemos.

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço aos meus familiares, pela força, compreensão, amor e carinho concedido durante essa longa caminhada. Agradeço ao Engenheiro Agrícola Luciano Corrêa Hanemann instrutor chefe do IRGA - 1º NATE São Gabriel, pela oportunidade do estágio. Ao meu orientador Prof º Ms Adriano Luís Schunemann, por ter acreditado na ideia, pelo auxílio, orientação, confiança e compreensão. Aos colegas que de alguma forma contribuíram para a realização do estágio, em especial a Luís Augusto Goi Rott e Ícaro Taborda, pela ajuda na realização de atividades e pelos momentos de amizade, o meu muito obrigado. E a todos que, de uma forma ou de outra, ajudaram na realização deste trabalho.

6 RESUMO O presente estágio foi realizado no IRGA - 1 Nate São Gabriel, localizado na Rua Duque de Caxias, N º 6050, Bairro Centro, em São Gabriel, no estado do RS, no período entre 14 de março a 13 de setembro de O trabalho teve por objetivo realizar levantamentos topográficos e nivelamentos de sete açudes localizados no município de Santa Margarida do Sul, estimar a área de alague, volume máximo d água e capacidade de irrigação de cada um dos reservatórios para o cultivo de arroz. O primeiro reservatório teve área de alague estimada em m², o volume máximo ficou em torno de m³ d água, com capacidade de irrigar 44.2 hectares de arroz; O segundo reservatório a área de alague ficou estimada em m²,e com volume máximo de m³ d água com capacidade de irrigar 20,5 hectares de arroz; O terceiro reservatório a área de alague é estimada em m², volume máximo é de m³ d água com capacidade de irrigar 29,7 hectares de arroz; O quarto reservatório a área de alague é estimada em m², volume máximo é de m³ d água com capacidade de irrigar 30,1 hectares de arroz; O quinto reservatório a área de alague é estimada em m², volume máximo é de m³ d água com capacidade de irrigar 80 hectares de arroz; O sexto reservatório a área de alague foi estimada em m², volume máximo é de m³ d água com capacidade de irrigar 31 hectares de arroz; O sétimo e último reservatório obteve área de alague estimada em m², com volume máximo de m³ d água e com capacidade para irrigar 29,7 hectares de arroz. Palavras-chaves: reservatório; área de alague.

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Partes Componentes de um Reservatório Figura 2 - Tripé e nível à esquerda. Marcação das curvas de nível com auxílio da mira falante à direita Figura 3 - Pontos trilhas retirados do GPS Figura 4 - Curvas de nível Figura 5 - Print screen do Microsoft Excel para demonstrar valores da barragem Figura 6 - Curvas de nível do açude Figura 7 - Print scren do Track Maker para mostrar as curvas de nível e valores do açude Figura 8 - Altura da lâmina d'água, onde indica-se o levantamento Figura 9 - Print screen do Microsoft Excel para demonstrar valores do açude Figura 10 - Área de Algue em m² de Cada Reservatório Figura 11 - Volume máximo d'água de cada reservatório Figura 12 - Print sreen do Microsoft Excel para demonstrar valores do açude

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Área máxima de alague, altura, volume máximo, área que cada reservatório pode irrigar Quadro 2 - Comparação dos dados do reservatório 1 e

9 Sumário ORGANIZAÇÃO INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Hidráulica e Irrigação Armazenamento de água Conceituação e importância Barragem Reserva de disponibilidade hídrica Partes componentes de um reservatório: Bacia de acumulação Dimensionamento do volume de água Sistema de Posicionamento Global (GPS) Métodos de Posicionamento GPS Precisões e finalidades dos métodos Atividades Desenvolvidas Primeira Etapa do Estágio Segunda Etapa do Estágio Terceira Etapa do Estágio Quarta Etapa do Estágio Quinta Etapa do Estágio Sexta Etapa do Estágio Setima Etapa do Estágio Resultados e Discussão... 28

10 5 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 31

11 ORGANIZAÇÃO A história do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) tem início com a iniciativa do Sindicato Arrozeiro do Rio Grande do Sul, que para dinamizar a cultura no Estado, resolveu transformar o sindicato no Instituto do Arroz do Rio Grande, no dia 31 de maio de 1930, em Cachoeirinha, sendo oficializado pelo Decreto nº Seu principal objetivo era a defesa dos segmentos da orizicultura, o desenvolvimento de pesquisa e assistências técnicas aos lavoureiros. No dia 20 de junho de 1940, o Instituto Rio Grandense do Arroz IRGA foi criado como entidade pública, através do Decreto-Lei nº 20, tendo como finalidade principal incentivar, coordenar e superintender a defesa da produção, da indústria e do comércio de arroz produzido no Estado. Em 31 de dezembro de 1948 o IRGA foi institucionalizado através da Lei nº 533, que vigora até os dias atuais. Diz o artigo 1º: O Instituto Rio Grandense do Arroz - IRGA, criado e oficializado pelo Decreto-Lei nº 20, de 20 de junho de 1940, é uma entidade pública, com autarquia administrativa, subordinada ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por intermédio da Secretaria da Agricultura (apud. IRGA, 2012). O presente estágio foi realizado no IRGA 1º NATE, São Gabriel fundado em 25 de junho de 1970, como primeira Zona de Assistência Orizícola, hoje composto por um Engenheiro Agrícola (responsável técnico), um Engenheiro Agrônomo, uma agente executiva, dois estagiários (alunos dos cursos de Gestão Ambiental e Engenharia Florestal, UNIPAMPA-SG)

12 12 1 INTRODUÇÃO Após a inventarem o aspersor de impacto (divide o jorro d água em gotículas e molha suavemente o solo), a área de produtos voltados para irrigação agrícola começaram a ter um maior desenvolvimento. Ocorrendo um disparo na evolução de desenvolvimento de novos produtos para atender as necessidades dos mais variados tipos de atividades agrícolas, satisfazendo as necessidades d água. Assim, a irrigação dividiu-se em dois métodos: por Aspersão, Irrigação Localizada (processo de aplicação de água em alta freqüência e baixo volume, sobre ou abaixo da superfície do solo, mantendo com alto grau de umidade um pequeno volume de solo que contém o sistema radicular das plantas) e a Irrigação por Superfície (é considerada por alguns como a forma menos complexa de irrigação. Basicamente, nada é feito para impedir que os campos se alaguem naturalmente. De forma geral, ela só é apropriada em situações nas quais a plantação tem pouco valor ou nas quais o campo será utilizado somente para o pasto ou até mesmo para recreação). Em 1926, desenvolveu-se o primeiro aspersor ( segundo Bernardo et. Al. aspergi a água sobre o solo, ficando semelhante a uma chuva, pois a água passa por pequenos orifícios no bocal) que girava com a ajuda de engrenagens, utilizado na irrigação de jardins, as indústrias de bombeamento e tubulações também foram evoluindo. A fabricação do PVC que se deu em 1960 foi de extrema importância na indústria de irrigação, que antes só utilizava canos galvanizados, assim, tornando a irrigação um negócio mais lucrativo. Na década de 80, introduziu-se programas de computador para controlar a irrigação, assim, evoluindo até chegarmos ao sistema totalmente automatizado. Açude é uma barreira artificial, feita em cursos de água para a retenção de grandes quantidades de água. A sua utilização é principalmente para abastecimento de água em zonas residenciais, agrícolas, industriais, produção de energia eléctrica (energia hidráulica), ou regularização de um caudal. Segundo SILVA (2007), importância da irrigação é vital de tal forma que vem sendo desenvolvida desde 6000 A.C. no rio Nilo. As chuvas de setembro/outubro

13 13 que caem nas cabeceiras, se espalhavam pelo Egito, quando baixavam deixavam uma camada de húmus muito fértil, onde plantavam trigo e os animais pastavam. Quando as chuvas eram fracas as áreas para plantio eram reduzidas a tal forma que a água fosse o suficiente para o plantio, e se fosse chuva em excesso ocorriam devastações. Sob o comando do faraó Ramsés I, os egípcios construíram diques que prensaram o rio em um vale estreito, elevando suas águas e represando-as em grandes reservatórios, de onde desciam aos campos através de canais e comportas, na quantidade desejada. O trabalho teve como objetivo estimar a capacidade de armazenamento máximo d água em cada um dos sete açudes encontrados no município de Santa Margarida do Sul, através de levantamentos topográficos e nivelamentos, e assim, calcular a área orizícola que poderá ser irrigada.

14 14 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Hidráulica e Irrigação A água é um elemento fundamental ao metabolismo vegetal, pois participa ativamente do processo de absorção radicular e da reação de fotossíntese. A planta, contudo, transfere para atmosfera aproximadamente 98% da quantidade de água que retira do solo (FERNADEZ, ARAUJO e ITO, 1998). Segundo Bernardo et.al (2006), a irrigação é uma técnica milenar que com o passar dos anos tem se desenvolvido cada vez mais, onde desenvolveu-se equipamentos e sistemas para as mais distintas condições, e assim, continuaram sendo desenvolvidos cada vez mais. A humanidade começou a se desenvolver em regiões húmidas onde a irrigação não era uma questão de sobrevivência. Mas com a expansão da população, ocorreu a exploração de áreas mais secas que representam 55% da área continental, assim ocorrendo grande exploração da irrigação. No Brasil o primeiro projeto implantado foi pelos padres jesuítas por volta de No passado a irrigação era vista com função única quer era de combater a seca, e hoje é vista como uma função de elevar a rentabilidade da propriedade agrícola por meio da produção, segundo Bernardo, soares Mantovani (2006). Principais funções da irrigação: criação de empregos diretos, aumento da renda per capita, crescimento considerável da demeada de bens de consumo e serviços, diminuição do êxodo rural, melhoria nas condições de saúde, educação, habitação, e lazer dos irrigantes segundo. 2.2 Armazenamento de água Conceituação e importância O escoamento de uma microbacia ou ravina, é o mais perfeito aproveitamento de águas, nos grandes períodos chuvosos aproveita-se para armazenar a água,

15 15 utilizando-a em períodos de estiagem, como é o caso do arroz irrigado, comum na parte sul do Brasil (PUGATCH, 1991) Barragem Segundo Lopes (2005) barragem de terra é uma estrutura construída em sentido geralmente transversal ao fluxo d água, de tal forma que permita a formação de um reservatório artificial. Esse reservatório terá a finalidade de acumular água ou elevar o nível do curso d água. Quando apenas as águas das chuvas serão acumuladas no reservatório, ele é denominado de açude, já os reservatórios que tem um regime normal de abastecimento são denominados de represas. As barragens, sejam elas de terra ou de concreto, são construções artificiais; os materiais que as constituem podem ser especificados e, portanto, conhecidos e controlados pelo projetista. O mesmo não ocorre com o terreno de função, que não foi posto por mão humana e sobre o qual tem-se pouco controle. Como regra geral, é necessário conviver com os problemas, sendo permitido, no máximo, submeter as funções a um tratamento, para melhorar as suas características de percolação (MASSAD, 2003) Reserva de disponibilidade hídrica Para Lopes (2005), reserva de disponibilidade hídrica é uma estrutura construída com finalidade de acumular água, ou seja, um reservatório artificial, com finalidade de acumular água, visando diversas situações, tais como: permitir o abastecimento uniforme de água para comunidades; armazenar água para ser utilizada em irrigações; elevar o nível de um curso de água para possibilitar o abastecimento por gravidade, a sistemas de irrigação, pisciculturas e criatórios de animais; possibilitar a instalação de rodas d água, associadas a bombas de pistão, para realizar bombeamento de água, possibilitando a criação de peixes em tanquesrede, entre outras.

16 Partes componentes de um reservatório: Na Figura 1 teremos as principais partes componentes de um reservetório: Figura 1 - Partes Componentes de um Reservatório Fonte: Autor: (2012). CRISTA: é a largura total do maciço (taipa) na parte superior do mesmo. Normalmente essa largura é uniforme no desenvolvimento do mesmo; BASE DA BARRAGEM: parte inferior do maciço de terra que ficará assentada sobre o terreno onde a barragem será construída, a qual deverá ter, praticamente, o mesmo comprimento da barragem; TALUDE A MONTANTE: inclinação dada na lateral do maciço para suportar a pressão proveniente da água, evitando assim o colapso da estrutura. A inclinação dos taludes é dada em função da altura do maciço. O talude a montante se posicionam na lateral do maciço em que ocorre contato com a água; TALUDE A JUSANTE: inclinação dada na lateral do maciço para suportar a pressão proveniente da água, evitando assim o colapso da estrutura, porém se posicionando na lateral do maciço onde não ocorre contato com a água. O talude a jusante pode possuir uma inclinação menor do que o talude a montante, ou pode possuir a mesma inclinação; ALTURA NORMAL (Hn): nível normal da água, durante os períodos de ausência de chuvas, ou seja, em condições normais de abastecimento da represa; ALTURA DE ENCHENTE (He): elevação do nível da água da represa, além do nível normal, nas ocasiões de enchentes, sem ocorrer transbordamento; ALTURA DE FOLGA (Hf): margem de segurança, caso ocorra uma enchente superior aquela considerada no projeto da barragem.

17 Bacia de acumulação A escolha da área para ser construída uma bacia de acumulação é feita através de levantamentos topográficos tradicionais, cartas do exército, imagens de satélite, fotogrametria, etc. A área dela é obtida através de levantamento planialtimétrico, onde são geradas curvas de nível da área, nesse processo deve-se deixar pontos de apoio para a posterior locação da obra, em locais estratégicos, fora da área da bacia, materializados por piquetes,. Essa área irá auxiliar no cálculo da máxima contribuição anual que a bacia poderá ter para com o cultivo de determinada cultura. Segundo a análise feita no Laboratório de Solos da UFSM o Assentamento Novo Horizonte é composto nas partes mais altas de 30,5% de argila, 17,7%% de areia e 51,8% de silte, sendo classificado como um solo franco argiloso siltosa, e na várzea é composto 39,9% de argila, 48,7% de areia e 11,4% de silte, sendo classificado como um solo argila arenoso. Em 1973 foi classificado como um planossolo textura média, e em 1999(atual) classificou-se pela EMBRAPA CNPS como planossolo hidromórfico eutrófico arênico Sge 1. Segundo Streck et al. esse tipo de solo tem os horizontes A ou A+E de textura arenosa com espessura de 50 a 100cm até o início do B Dimensionamento do volume de água Após escolhermos o local, realiza-se o reconhecimento topográfico, onde o técnico fará a primeira avaliação real do potencial do reservatório, a partir de determinados pontos avalia-se a distância até a taipa e a altura, utilizando-se a fórmula: V = 4/9 SH, em que: S = superfície estimada; H = altura máxima d água; V = volume acumulado na bacia hidráulica. Obtendo-se o ponto de partida que a altura de alague irá atingir. Essa técnica oscila em 10% de erro (KIELING,1991).

18 Sistema de Posicionamento Global (GPS) Segundo MONICO (2008), atribuir coordenadas nada mais é do que posicionar o GPS, onde um dos primeiros problemas que o ser humano tentou solucionar foi o de determinar posições. Todas as atividades que necessitam de posicionamento são facilitadas com a ajuda do GPS, e em qualquer lugar da terra tem no mínimo quatro satélites a serem rastreados por ele. O GPS e-trex possui uma precisão horizontal da ordem de 100m, no nível de probabilidade de 95%. Nesse trabalho foi utilizado o método de posicionamento absoluto. Neste método as coordenadas estão ligadas diretamente ao geocentro e é usado somente um receptor para determinar as coordenadas. 2.4 Métodos de Posicionamento GPS Segundo Monico (2008), posicionamento diz respeito à determinação da posição de objetos com relação a um referencial específico, sendo classificado em posicionamento absoluto, quando as coordenadas estão associadas diretamente ao geocentro, e relativo, no caso em que as coordenadas são determinadas em relação a um referencial materializado por um ou mais vértices com coordenadas conhecidas, o objeto a ser posicionado pode estar em repouso ou em movimento, o que gera um complemento à classificação com respeito ao referencial adotado. 2.5 Precisões e finalidades dos métodos Segundo Monico (2008) métodos rápidos de posicionamento relativo: enquanto está se deslocando o receptor coleta dados, permitindo estimar coordenadas de sua própria trajetória. Se durante o deslocamento o receptor se desliga trata-se do método estático rápido. O método semicinemático trata-se de quando o receptor mantém sintonia com os satélites durante o deslocamento, e não necessita estar armazenando observações. Na maioria dos receptores a coleta de dados é permitida no método cinemático, semicinemático e estático. O posicionamento por ponto simples, método em que se baseou a concepção do GPS e do GLONASS, e do DGPS, desenvolvido para reduzir os efeitos da S.A.

19 19 Atualmente esses métodos proporcionam acurácia da ordem de 10m e de 0,5 a 1m, respectivamente, e fazem uso apenas de pseudodistâncias (MONICO, 2008). 3 Atividades Desenvolvidas No presente estágio foram desenvolvidas as atividades de levantamento topográfico dos sistemas de irrigação das lavouras de arroz, planejamento e elaboração do plano de gestão dos recursos hídricos para irrigação, dimensionamento e acompanhamento em estruturas de recalque de água para a irrigação de arroz. 3.1 Primeira Etapa do Estágio A primeira atividade desenvolvida ocorreu na data de 15 de março de 2012, realizada no município de Santa Margarida do Sul e teve como objetivo mensurar o volume máximo de água de sete açudes presentes na região. Esses açudes foram escolhidos porque estão localizados no Assentamento Novo Horizonte, onde uma das principais atividades desenvolvidas é a cultura orizícola. No local determinou-se o ritmo de trabalho, sendo orientada a forma de condução do levantamento de dados. Para tanto utilizou-se o GPS de navegação da marca Garmin que possui precisão em torno de 5 à 15m. Para determinação da primeira curva de nível, instalou-se um nível de forma a coincidir a leitura de seu fio médio com o valor de 4 m, no nível da água. Realizou-se a marcação dos pontos que possuíam a mesma cota do ponto tomado inicialmente como referência. Em cada ponto, para determinar as abscissas e ordenadas (Latitudes e Longitudes), de cada ponto marcado com a mira, utilizou-se o equipamento do GPS. A segunda curva de nível foi marcada 1 metro acima da primeira curva tomada como referência. A partir daí, determinaram-se as coordenadas horizontais da mesma forma que na primeira curva, demarcando os pontos que possuíam o mesmo nível com o auxílio da mira falante e nível, como descrito anteriormente (Figura 2).

20 20 Figura 2 - Tripé e nível à esquerda. Marcação das curvas de nível com auxílio da mira falante à direita. Fonte: Autor: (2012). O restante das curvas foram marcadas da mesma forma que as anteriores, até atingir os 10 metros de altura, o que correspondia a parte da soleira do vertedor. As coordenadas obtidas com o GPS de navegação, foram utilizadas para determinar a área ocupada por cada curva de nível e posteriormente calcular o volume de água entre as curvas de nível. Ao final foi possível estimar o volume total de água do reservatório e os seus volumes parciais, entre cada curva de nível. A partir do trabalho de campo, realizaram-se reuniões em escritório a fim de obter esclarecimentos básicos de como manusear o programa computacional, GPS TrackMaker Pro, de forma que fosse possível calcular o volume de água máximo do açude 1, que seria utilizado para irrigar lavouras de arroz. Os pontos atribuídos pelo GPS de navegação foram transferidos via cabo para um computador portátil, a partir daí começou-se a conectar os pontos da 1ª curva de nível com uso de linhas, por ordem numérica, que corresponde ao intervalo de pontos entre os pontos 122 ao 129. Como mostra na Figura 3.

21 21 Figura 3 - Pontos trilhas retirados do GPS. Fonte: Autor: (2012). As curvas de nível realizadas com os dados levantados a campo com o GPS foram criadas ligando-se os pontos em ordem crescente, com diferença de 1m de altura entre cada uma no programa Track Maker Pro, sendo as mesmas, do açude 1, apresentadas na Figura 4. Figura 4 - Curvas de nível. Fonte: Autor: (2012). Após a realização do desenho das 10 curvas de nível no software, realizou-se o cálculo da capacidade de água existente entre as curvas de nível (CN). Para tanto, inicialmente determinou-se a área média entre as duas curvas de referência, através da soma da área da 1ª curva com a área da 2ª, e dividindo-se o seu resultado por 2. De posse da área média, multiplicou-se a mesma pela altura entre as duas, que foi determinada em 1m, pois foi a distância vertical tomada entre as curvas de nível.

22 22 Com esse resultado, obteve-se o primeiro volume, correspondente ao volume de água estimado entre a lâmina de água existente e a curva de nível posicionada 1 metro acima da mesma. Esse cálculo foi realizado com o auxílio do programa computacional Microsoft Excel, onde criou-se uma equação para a primeira linha e depois copiou-se a mesma para as linha abaixo. As fórmulas utilizadas foram as seguintes, e seus resultados são apresentados na Figura 5: 1ª curva de nível: =((0+C3)/2)*E3 equivalente a célula F3 2ª curva de nível: =((C3+C4)/2)*E4 equivalente a célula F4 3ª curva de nível: =((C4+C5)/2)*E5 equivalente a célula F5 E assim sucessivamente até a 10ª curva. Volume Acumulado: m³ Figura 5 - Print screen do Microsoft Excel para demonstrar valores da barragem. Fonte: Autor: (2012). Posteriormente ao cálculo da estimativa do volume de armazenamento máximo do reservatório, identificou-se a capacidade de irrigação do mesmo para a cultura do arroz (Oryza sativa). Para a cultura do arroz, utiliza-se de à m³ d água para irrigar um hectare (SOSBAI, 2012), que correspondem a m² de área. Segundo Bernardo et al. (2006) a cultura orizícola pode variar entre e m³ por hectare,então para determinar a capacidade utiliza-se o volume total armazenado, dividindo o mesmo por , para se estimar o tamanho da área capaz de ser irrigada, sendo nesse caso: / = 44.2 ha.

23 23 A partir do levantamento realizado, é possível dizer que o 1º açude levantado, terá capacidade de irrigar uma área 44,2 hectares por safra se estiver com sua capacidade máxima. 3.2 Segunda Etapa do Estágio Na realização do segundo levantamento, não foi possível iniciar as curvas de nível da parte mais baixa do açude, e sim da parte mais baixa sem água, porque a qual estava com pouca água, mas não totalmente vazio como o anterior. A 1ª cota, que está em azul na Figura 5 abaixo, foi calculada de maneira diferente da anterior citada, justamente por estar parcialmente vazia (e não totalmente), então utilizou-se o método dos 4/9, conforme descrito a seguir. Com algumas de fios estadimétricos, avaliando prováveis distâncias máximas dos locais da taipa, associadas a uma altura arbitrária, utilizando a fórmula: V= 4 / 9 * S * H, em que: S = superfície estimada (m²) -> Lâmina D água; H = altura máxima da água (m); V = volume acumulado na bacia hidráulica (m³); Calculou-se a altura da 1ª cota, onde através da subtração do montante e jusante, obteve-se altura de 3,58m. Utilizando-se essa fórmula, foi calculado a área da lâmina d água, onde obteve-se m², na sequencia esse valor foi aplicado na fórmula: V = 4 / 9 * * 3,58 V = (4 * * 3,58) * 9 V = ( ,16) / 9 V = , m³ No Microsoft Excel a fórmula é representada da seguinte maneira: =(4/9*F2)*C2. Nas cotas do segundo açude adotou-se o mesmo procedimento da primeira etapa, obtendo-se diferença de 1m de altura entre as quais, onde, a última obteve 0,75m de altura, mostrado na Figura 6.

24 24 Figura 6 - Curvas de nível do açude 2. Fonte: Autor: (2012). 3.3 Terceira Etapa do Estágio Para o levantamento do terceiro açude, os seus pontos já haviam sido marcados anteriormente, então a marcação foi utilizada para medir a capacidade máxima de água do reservatório, onde realizou-se os cálculos da mesma maneira que na primeira etapa. Para o cálculo, identificou-se que este possui uma curva de nível a menos e sua capacidade de irrigação é de aproximadamente 1/3 menor que do açude levantado na primeira etapa, totalizando litros d água de diferença entre os dois, e apresentando 3,3504 hectares a menos que o primeiro, em relação a sua capacidade de irrigação. Obteve-se uma área de alague de m² e um volume de m³. Seguem abaixo (Figura 7) os dados levantados e calculados do presente açude com seus respectivos valores estimados.

25 25 Figura 7 - Print scren do Track Maker para mostrar as curvas de nível e valores do açude 3. Fonte: Autor: (2012). 3.4 Quarta Etapa do Estágio No quarto levantamento iniciamos com uma altura de 1,695m, devido esse açude estar desativado a bastante tempo e diante disso, possuia uma vegetação muito alta dificultando o trabalho, onde 1,695m foi a altura mínima que conseguiu-se enxergar a mira falante através do nível. O obteve-se uma altura total de 8,645m, uma área de alague 72,589m² e um volume estimado em m³ capaz de irrigar aproximadamente m² de arroz. 3.5 Quinta Etapa do Estágio Nesta etapa, por se tratar de um reservatório de água com dimensões inferiores aos anteriores, foi possível a realização do levantamento de forma mais rápida, sendo a primeira curva de nível realizada à altura de 0,75m do seu fundo, e as próximas 3 curvas foram realizadas com 1m de diferença entre as mesma, sendo a 5ª e última realizada a 1,2m de altura, o que agilizaria o levantamento e não prejudicaria a realização da estimativa. O volume máximo de captação foi estimado em m³ d água, assim, com capacidade para irrigar 8 hectares de cultivos de arroz.

26 Sexta Etapa do Estágio Nesta etapa utilizou-se a fórmula dos quatro nonos, como citada anteriormente no levantamento da segunda etapa, sento que a altura mais baixa considerada foi a da lâmina d água, como mostra na Figura 8: Figura 8 - Altura da lâmina d'água, onde indica-se o levantamento. Fonte: Autor: (2012). Esse reservatório, comparando com os demais levantados durante o período de estágio, é o segundo maior em área alagável, sendo que a partir do nivelamento obteve-se em sua primeira curva de nível a 3,38m de distância vertical em relação ao seu ponto mais baixo, assim, utilizando-se o mesmo método de cálculo do segundo açude e o anterior citado pode-se estimar o volume de água. Figura 9 - Print screen do Microsoft Excel para demonstrar valores do açude 6. Fonte: Autor: (2012).

27 27 Como pode ser observado na Figura 9, esse não é o açude com maior capacidade de armazenamento d água estimado, mas possui a maior área de alague em sua última curva de nível com 103,440 m² e uma capacidade para irrigar 31 hectares da cultura orizícola. 3.7 Setima Etapa do Estágio Nesta etapa, realizou-se o último levantamento e estimativa do volume de reservatórios sendo utilizada a mesma metodologia da primeira etapa, estimou-se o volume em 46,238m³ d água, capaz de irrigar aproximadamente 4,6 hectares de arroz.

28 28 4 Resultados e Discussão É possível observar na Figura 10 (abaixo) que o açude sete tem a menor área de alague, e o açude seis com a maior área de alague entre os levantados. Figura 10 - Área de Algue em m² de Cada Reservatório Fonte: Autor: (2012). Já na Figura 11 (abaixo) podemos observar que o açude seis apesar de ter a maior área de alague não possui o maior volume d água entre os levantados, pois o reservatório um possui a maior capacidade de armazenamento d água entre os sete, sendo capaz de irrigar aproximadamente 44,2 hectares de arroz, e o sétimo levantado continua sendo o menor entre eles e irrigando apenas 4,6 hectares. Figura 11 - Volume máximo d'água de cada reservatório. Fonte: Autor: (2012).

29 29 Através dos dados abaixo, podemos analisar que para obter uma maior quantidade d água captada sem ter uma área de alague muito expressiva, é necessário que o reservatório seja o mais profundo possível, como podemos observar o reservatório um possui uma área de alague menor que o sexto, e é capaz de irrigar 13,2 hectares de arroz a mais. Reservat ório Área Máxima de Alague (m²) Altura (m) Volume máximo (m³) , , , , , , , , , , , ,6 Área a ser irrigada (hec) Quadro 1 - Área máxima de alague, altura, volume máximo, área que cada reservatório pode irrigar. Fonte: Autor: (2012). Observou-se que o presente reservatório possui a menos área alagada, dentre os levantados no município de Santa Margarida do Sul, possuindo o volume estimado de 46,238m³ d água, possivelmente por possuir a menor altura do maciço entre todos, com apenas 3,9m e a segunda menor área de abrangência (Figura 12), sendo capaz de irrigar aproximadamente 4,6 hectares e arroz. Figura 12 - Print sreen do Microsoft Excel para demonstrar valores do açude 7. Fonte: Autor (2012).

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 1)

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 1) 6 Sistemas de irrigação (parte 1) 6.1 Considerações iniciais Aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade necessária ao desenvolvimento das plantas nele

Leia mais

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK Douglas Luiz Grando 1 ; Valdemir Land 2, Anderson Clayton Rhoden 3 Palavras-chave: Topografia; Geodésia; GPS de Precisão. INTRODUÇÃO Com a evolução das

Leia mais

* Desvio - Critérios de Projeto. * Tipos de Desvios: Exemplos. * Casos históricos importantes

* Desvio - Critérios de Projeto. * Tipos de Desvios: Exemplos. * Casos históricos importantes MARÇO/2011 EXPERIÊNCIA BRASILEIRA EM DESVIO DE GRANDES RIOS ERTON CARVALHO COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS - CBDB PRESIDENTE * Desvio - Critérios de Projeto * Etapas de Desvio * Tipos de Desvios: Exemplos

Leia mais

Irrigação por Superfície: Sulcos

Irrigação por Superfície: Sulcos Irrigação por Superfície: Sulcos INTRODUÇÃO Sob a definição de irrigação por superfície está incluída os métodos de irrigação que distribuem a água diretamente sobre a superfície do solo, a partir de uma

Leia mais

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 1. Introdução A avaliação das condições de disponibilidade de água no espaço de solo ocupado pelas raízes das plantas fornece informações

Leia mais

Parecer sobre a Salinidade do Rio Araranguá e suas Implicações para a Cultura do Arroz Irrigado

Parecer sobre a Salinidade do Rio Araranguá e suas Implicações para a Cultura do Arroz Irrigado Parecer sobre a Salinidade do Rio Araranguá e suas Implicações para a Cultura do Arroz Irrigado Introdução A bacia hidrográfica do rio Araranguá está inserida na Região Hidrográfica Catarinense do Extremo

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel

Leia mais

ABC da Agricultura Familiar. Barragens, cacimbas e poços amazonas

ABC da Agricultura Familiar. Barragens, cacimbas e poços amazonas ABC da Agricultura Familiar Formas de garantir água nas secas 2 Barragens, cacimbas e poços amazonas Barragens, cacimbas e poços 2004 FL- 15651 1111111//111//111//11/111/111111111111///1111111//11//111//111//1/111/111/1

Leia mais

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS SIMÕES FILHO BAHIA. PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS Salvador, Outubro/2010 SIMÕES FILHO BAHIA. A P R E S

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 3 CONDUÇÃO DE ÁGUA 3.1 CONDUTOS LIVRES OU CANAIS Denominam-se condutos

Leia mais

VENTOSAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa

VENTOSAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa NIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁLICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa VENTOSAS 01. INTRODÇÃO: As ventosas são aparelhos automáticos destinados

Leia mais

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO.

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO. EFEITO DE MODIFICAÇÕES NO PLANO CULTURAL E NO SISTEMA DE IRRIGAÇÃO COMO FORMA DE MELHOR APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA PARA CENÁRIOS CLIMÁTICOS NORMAL E SECO Rosires Catão Curi, Profa.do Dept. de Eng.

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido

Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido Introdução Alcides Peixinho Nascimento 1 Alaíde Régia Sena Nery de Oliveira 2 Fabrício

Leia mais

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2. Métodos de Aquisição de dados Planialtimétricos

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2. Métodos de Aquisição de dados Planialtimétricos UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2 Métodos de Aquisição de dados Planialtimétricos Recife, 2014 Métodos de Aquisição dos Dados O cuidado

Leia mais

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO CONDUTOS SOB PRESSÃO Denominam-se condutos sob pressão ou condutos forçados, as canalizações onde o líquido escoa sob uma pressão diferente da atmosférica. As seções

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO Instituto da Água - Direcção de Serviços de Recursos Hídricos Sónia Fernandes, Ana Catarina Mariano, Maria Teresa Álvares, Maria

Leia mais

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 2 Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução O tratamento da água começa na sua captação A parte

Leia mais

Indução de Recalques das Fundações de um Edifício Através de Rebaixamento do Lençol Freático.

Indução de Recalques das Fundações de um Edifício Através de Rebaixamento do Lençol Freático. Indução de Recalques das Fundações de um Edifício Através de Rebaixamento do Lençol Freático. Aline D. Pinheiro e Paulo César A. Maia Laboratório de Engenharia Civil, Universidade Estadual do Norte Fluminense,

Leia mais

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB Yuri Tomaz Neves 1 ; Laércio Leal dos Santos 2 ; Jonathan Nóbrega Gomes 3 ; Bruno Menezes

Leia mais

Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura.

Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura. ANÁLISE DIMENSIONAL Modelos Reduzidos Prof. Manuel Rocha - LNEC Prof. Eduardo C. S. Thomaz Notas de aula Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura. Na década de 60, época do projeto e da construção

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ BINS, Fernando Henrique²; TEIXEIRA, Laís³; TEIXEIRA, Marília 4 ; RIBEIRO, Mariana 5 1 Trabalho de pesquisa_unifra ² Acadêmico

Leia mais

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia Manejo integrado de bacias urbanas e planos diretores de drenagem urbana: Porto Alegre e Caxias do Sul - RS - Brasil Adolfo O. N. Villanueva, Ruth Tassi e Daniel G. Allasia Instituto de Pesquisas Hidráulicas

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM Manaus 21 de Novembro de 2012 LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM 1. INTRODUÇÃO Por solicitação da Câmara dos Vereadores da cidade de Manaus,

Leia mais

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA 413 Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA Maria Isabel Cacimiro Xavier Estudante de Graduação em Gestão Ambiental, IFPB,

Leia mais

READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO

READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO Autores Rafael Rivoire Godoi Navajas, Engenheiro Civil graduado pela UFRGS (Universisade Federal do Rio Grande do Sul) 1998.

Leia mais

Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal.

Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal. Capítulo Controle de Enchentes e Inundações 10 1. DEFINIÇÃO Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal.

Leia mais

Falta de água e excesso de água

Falta de água e excesso de água Falta de água e excesso de água Quando era aluno na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o professor doutor José Meiches era Secretário de Obras Públicas do Estado de São Paulo em seu primeiro

Leia mais

AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO

AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO 1!" AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO I - INTRODUÇÃO O carneiro hidráulico, também chamado bomba de aríete hidráulico, balão de ar, burrinho, etc., foi inventado em 1796 pelo cientista francês Jacques

Leia mais

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância de conservar o solo e sua influência sobre as plantas As formas e métodos de conservação do terreno Como combater

Leia mais

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Autores: Emílio Rodrigues Versiani Junior 1 Geraldo Aristides Rabelo Nuzzi Andréa Rodrigues Fróes Resumo O Projeto

Leia mais

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL CONCEITO CONCEITO Unidade do SAA constituída

Leia mais

AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS. Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L.

AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS. Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L. AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito

Leia mais

I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO

I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO José Vieira de Figueiredo Júnior (1) Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Leia mais

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO 7. INFILTRAÇÃO 7 - INFILTRAÇÃO 7.1 - Conceituação Geral Uma gota de chuva pode ser interceptada pela vegetação ou cair diretamente sobre o solo. A quantidade de água interceptada somente pode ser avaliada

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Deodato do Nascimento Aquino Técnico

Leia mais

SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK

SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK INSTALAÇÃO: Figura 1 Para instalação e montagem das conexões, siga os seguintes passos: 1) Os tubos que descem das calhas são conectados nas entradas

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária Mostra de Projetos 2011 Programa Águas de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Secretaria Municipal

Leia mais

Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba

Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba Alexsandro O. da Silva, Paulo R. Isler, Joselina S. Correia

Leia mais

MAPEAMENTO FLORESTAL

MAPEAMENTO FLORESTAL MAPEAMENTO FLORESTAL ELISEU ROSSATO TONIOLO Eng. Florestal Especialista em Geoprocessamento OBJETIVO Mapear e caracterizar a vegetação visando subsidiar o diagnóstico florestal FUNDAMENTOS É uma ferramenta

Leia mais

[APOSTILA DE TOPOGRAFIA]

[APOSTILA DE TOPOGRAFIA] 2009 [APOSTILA DE TOPOGRAFIA] - SENAI-DR/ES CEP HRD APOSTILA DE TOPOGRAFIA Apostila montada e revisada pela Doc. Regiane F. Giacomin em março de 2009. Tal material foi baseado, e recortado em alguns momentos

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Prof. Robson Alves de Oliveira robson.aoliveira@gmail.com.br Ji-Paraná - 2014 Atividades realizadas pelo projetista da rede coletora de esgoto: Identificação

Leia mais

Rafael Vieira Vilela 1

Rafael Vieira Vilela 1 ESTUDO INICIAL PARA INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE CAPTAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA PARA ABASTECIMENTO DE CAMINHÕES DE COMBATE A INCÊNCIO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE SANTA CATARINA NOS QUARTÉIS DA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS

Leia mais

Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água

Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água www.tsga.ufsc.br O QUE É E COMO FUNCIONA? Trata-se de um sistema desenvolvido para captar e armazenar

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DA GRADE DE TRILHAS E PARCELAS PERMANENTES NA RESERVA BIOLÓGICA DO UATUMÃ

TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DA GRADE DE TRILHAS E PARCELAS PERMANENTES NA RESERVA BIOLÓGICA DO UATUMÃ TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DA GRADE DE TRILHAS E PARCELAS PERMANENTES NA RESERVA BIOLÓGICA DO UATUMÃ 1. Objeto Contratação de serviço especializado de topografia plani-altimétrica georeferenciada

Leia mais

DOSSIÊ Sistema Rio Grande

DOSSIÊ Sistema Rio Grande Espaço das Águas Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp DOSSIÊ Sistema Rio Grande Fevereiro 2009 1. Histórico do Sistema Rio

Leia mais

ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE!

ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE! ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE! Prof. Dr. Adilson Roque dos Santos Doutor em Ecologia UERJ Email: adilsonroquesantos@gmail.com adilson.roque@uol.com.br CARACTERÍSTICAS A Água Água e História

Leia mais

Comunicado Técnico 06

Comunicado Técnico 06 Comunicado Técnico 06 ISSN 2177-854X Agosto. 2010 Uberaba - MG Irrigação de Pastagens Instruções Técnicas Responsáveis: André Luis Teixeira Fernandes; E-mail: andre.fernandes@fazu.br Engenheiro Agrônomo;

Leia mais

Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente.

Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. APRESENTAÇÃO O presente diagnóstico Sócio-Econômico da Lavoura de Arroz e sua cadeia produtiva têm por finalidade apresentar sua relevante importância no município de Arroio Grande e Zona Sul, sendo a

Leia mais

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 ANÁLISE COMPARATIVA NA AVALIAÇÃO DE FLORESTA PLANTADA DE PINUS PELO MÉTODO DO VALOR ECONÔMICO, UTILIZANDO COMO PARÂMETROS

Leia mais

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 200784 Topografia I PLANO DE ENSINO Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE ENSINO: 1. TOPOGRAFIA: Definições, Objetivos e Divisões.

Leia mais

INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA. Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO?

INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA. Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 INFORMAÇÕES TÉCNICAS QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? Diante da preocupação com o desmatamento

Leia mais

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE PLANO BÁSICO AMBIENTAL DA AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.26 Elaborar um estudo específico

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCANDO PARA UM AMBIENTE MELHOR Apresentação A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte SEMARH produziu esta

Leia mais

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1:

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: IPH 111 Hidráulica e Hidrologia Aplicadas Exercícios de Hidrologia Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: Tabela 1 Características

Leia mais

ELIPSE E3 REDUZ AS DESPESAS DA COGERH COM MANUTENÇÃO E CONSUMO DE ÁGUA

ELIPSE E3 REDUZ AS DESPESAS DA COGERH COM MANUTENÇÃO E CONSUMO DE ÁGUA ELIPSE E3 REDUZ AS DESPESAS DA COGERH COM MANUTENÇÃO E CONSUMO DE ÁGUA Controle disponibilizado pela solução da Elipse Software contribuiu para que a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos - COGERH

Leia mais

DISSEMINAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS BARRAGINHAS E LAGO DE MÚLTIPLO USO PARA SEGURANÇA HÍDRICA DE LAVOURAS E ALIMENTAR DE COMUNIDADES

DISSEMINAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS BARRAGINHAS E LAGO DE MÚLTIPLO USO PARA SEGURANÇA HÍDRICA DE LAVOURAS E ALIMENTAR DE COMUNIDADES XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 DISSEMINAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS BARRAGINHAS E LAGO DE MÚLTIPLO USO PARA SEGURANÇA HÍDRICA DE LAVOURAS E ALIMENTAR

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima. FEAGRI/UNICAMP - Prof. Roberto Testezlaf

Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima. FEAGRI/UNICAMP - Prof. Roberto Testezlaf Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima Relações água e solo Fases do solo Sólida Líquida (Água/Solução) Ar Fase sólida Densidades do solo e de partícula Densidade de partícula (real) Relação

Leia mais

ANAIS DO SIMPÓSIO NACIONAL DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

ANAIS DO SIMPÓSIO NACIONAL DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO PROPOSTA DE SOFTWARE PARA DETERMINAÇÃO DA QUANTIDADE DE VÃOS DE PIVÔ CENTRAL Izabelly Martines Labegalini 1, Vitor Hugo Bastida Fadel 2, Renato Maravalhas de Carvalho Barros 3, Rogério Marinke 4 1 Aluna

Leia mais

TALUDES DE MONTANTE E JUSANTE

TALUDES DE MONTANTE E JUSANTE TALUDES DE MONTANTE E JUSANTE Karl Terzaghi em seu discurso de abertura, referindo-se aos solos residuais brasileiros, disse que os nossos técnicos estavam em condições de pesquisar e experimentar nas

Leia mais

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo.

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo. Ciclo hidrológico Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROJETO DE FUNDAÇÕES Todo projeto de fundações

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

CARTOGRAFIA TEMÁTICA e GPS

CARTOGRAFIA TEMÁTICA e GPS CARTOGRAFIA TEMÁTICA e GPS Orientação e Forma Diversidade = A visibilidade é variável Ordem = As categorias se ordenam espontaneamente Proporcionalidade = relação de proporção visual Cores convencionais

Leia mais

TVNI ANTES + SV DESPOIS

TVNI ANTES + SV DESPOIS TVNI ANTES + SV DESPOIS BIOENGENHARIA VETIVER: Fundamentos da Tecnologia Verde Palestrante: RAFAEL LUQUE M. VENEZUELA Presidente de VETIVER ANTIEROSION, C.A. (Certificado Bioengenharia Vetiver) Data: 24

Leia mais

Medição de vazão. Capítulo

Medição de vazão. Capítulo Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. São José dos Campos, 17/02/ 2012.

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. São José dos Campos, 17/02/ 2012. INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO São José dos Campos, 17/02/ 2012. Nome do Aluno: Gabriela Nobre Pedreira da Costa 1 INFORMAÇÕES GERAIS Estagiário

Leia mais

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W José Waldomiro Jiménez Rojas, Anderson Fonini. Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS RESOLUÇÃO/CEMAAM/Nº01/08 Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, BARRAGENS, PEQUENOS RESERVATÓRIOS, CANAIS DE IGARAPÉS E TANQUES REDE DESTINADOS PARA A AQÜICULTURA

Leia mais

AMBIENTAL MS PROJETOS EQUIPAMENTOS E SISTEMAS

AMBIENTAL MS PROJETOS EQUIPAMENTOS E SISTEMAS AMBIENTAL MS PROJETOS EQUIPAMENTOS E SISTEMAS MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL MS TAC 4000 REV.02 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE TRATAMENTO PARA REUSO....

Leia mais

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 2)

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 2) 6 Sistemas de irrigação (parte 2) irrigação localizada: é o método em que a água é aplicada diretamente sobre a região radicular, com baixa intensidade e alta freqüência. Métodos de irrigação: gotejamento

Leia mais

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO !" AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO 1- INTRODUÇÃO O transporte de água (ADUÇÃO) pode ser realizado das seguintes formas: a) Por GRAVIDADE Utilizando Conduto Livre (Canal) b) Por GRAVIDADE Utilizando

Leia mais

ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO RESUMO

ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO RESUMO ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO Ródney Ferreira Couto 1 ; Elton Fialho dos Reis 2 ; Antônio Lazaro Ferreira

Leia mais

Projeto PLADE (JICA) Foz do Rio Itajaí-Açu. Por: Dr. João Luiz Baptista de Carvalho

Projeto PLADE (JICA) Foz do Rio Itajaí-Açu. Por: Dr. João Luiz Baptista de Carvalho Projeto PLADE (JICA) Foz do Rio Itajaí-Açu Por: Dr. João Luiz Baptista de Carvalho Para a região da foz do Itajaí-Açu Melhoramento fluvial ao longo do rio Itajaí; Canal extravasor; Melhoramento fluvial

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Gerson Cunha Eng. Maria Francisca

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL Vanessa Lira Angelim (1); Luiz Fernando Mählmann Heineck (2) (1) Integral Engenharia e-mail: angelim.vanessa@gmail.com (2) Departamento

Leia mais

Disciplina: Topografia I

Disciplina: Topografia I Curso de Graduação em Engenharia Civil Prof. Guilherme Dantas Fevereiro/2014 Disciplina: Topografia I Indrodução atopografia definição Definição: a palavra "Topografia" deriva das palavras gregas "topos"

Leia mais

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A.

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Rogério Sales GÓZ Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Brasil RESUMO

Leia mais

guia de instalação cisterna vertical

guia de instalação cisterna vertical guia de instalação cisterna vertical FORTLEV CARACTERÍSTICAS FUNÇÃO Armazenar água pluvial ou água potável à temperatura ambiente. APLICAÇÃO Residências, instalações comerciais, fazendas, escolas ou qualquer

Leia mais

A precisão que você precisa.

A precisão que você precisa. A precisão que você precisa. -30 Agronave 30 O Agronave 30 é um moderno sistema de navegação agrícola para auxiliar o produtor rural nos diversos processos de aplicação, plantio e colheita. Leia com cuidado

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA A participação da Comunidade é fundamental Na preservação do Meio Ambiente COMPANHIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DO DISTRITO FEDERAL ASSESSORIA

Leia mais

ESTABILIZAÇÃO DA BARRAGEM DAS CODORNAS. Jorge Felippe da Silva Filho e Alexandre José de Carvalho

ESTABILIZAÇÃO DA BARRAGEM DAS CODORNAS. Jorge Felippe da Silva Filho e Alexandre José de Carvalho XXIII Seminário Nacional de Grandes Barragens - Belo Horizonte, 1999 - Pág. 165 a 174 ESTABILIZAÇÃO DA BARRAGEM DAS CODORNAS Jorge Felippe da Silva Filho e Alexandre José de Carvalho RESUMO Durante as

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA

ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA ISSN 1984-9354 ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA Sérgio Luiz Souza Nazário (UNESC) Natália Sanchez Molina (UNESC) Rafael Germano Pires (UNESC) Débora Pereira

Leia mais

GNSS: CONCEITOS, MODELAGEM E PERSPECTIVAS FUTURAS DO POSICIONAMENTO POR SATÉLITE

GNSS: CONCEITOS, MODELAGEM E PERSPECTIVAS FUTURAS DO POSICIONAMENTO POR SATÉLITE GNSS: CONCEITOS, MODELAGEM E PERSPECTIVAS FUTURAS DO POSICIONAMENTO POR SATÉLITE Prof. Dra. Daniele Barroca Marra Alves Departamento de Cartografia SUMÁRIO Posicionamento Sistemas de Posicionamento GPS,

Leia mais

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal ÁGUA NO SOLO Geografia das Águas Continentais Profª Rosângela Leal A ÁGUA E O SOLO Os solos são constituídos de elementos figurados, água e ar. Os elementos figurados são contituídos partículas minerais

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

Aterro Sanitário. Gersina N. da R. Carmo Junior

Aterro Sanitário. Gersina N. da R. Carmo Junior Aterro Sanitário Gersina N. da R. Carmo Junior Aterro Sanitário Rotina de operação do aterro Descarga do lixo O caminhão deve depositar o lixo na frente de serviço mediante presença do fiscal, para controle

Leia mais

" ;,% / 22 <+ = " >;?,9# 2' = " >;@A>BA= 4 #/2: ''-34/#:/ 9'C#0 D2 25' E:/F2/90'G %&$: %09$%:#'%<9'# #2-'/# :2-# 9#'% G

 ;,% / 22 <+ =  >;?,9# 2' =  >;@A>BA= 4 #/2: ''-34/#:/ 9'C#0 D2 25' E:/F2/90'G %&$: %09$%:#'%<9'# #2-'/# :2-# 9#'% G !"# $%&' ()*) +,'#-.# /#0#'''1$'2! 0'%%#2'34/#5'# ''-/ %0 2#0%6/7 " 8 9$%$0#2/''-34/#:/ -'##-7 " ;,% / 22

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA

SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA Fernando Deodato de Sousa; José Dias Campos e José Rêgo Neto cepfs@uol.com.br Centro de Educação Popular e Formação Sindical

Leia mais

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 1 Medição de Vazão João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 2 Vazão 3 Definição Vazão: Refere-se a quantidade volumétrica de um fluido que escoa por um duto ou canal em unidade de tempo

Leia mais

Índice de 11,6% é maior do que 11,4% registrado no último dia de fevereiro. Outros 5 sistemas também subiram,mas São Paulo ainda vive crise hídrica.

Índice de 11,6% é maior do que 11,4% registrado no último dia de fevereiro. Outros 5 sistemas também subiram,mas São Paulo ainda vive crise hídrica. PROJETO ATUALIZAR 2015 TEMA SISTEMA CANTAREIRA DATA DE APLICAÇÃO 09 a 13/03/2015 PROFESSORES RESPONSÁVEIS Cristiane e Felipe 1. SUGESTÕES DE PONTOS QUE PODEM SER ABORDADOS 1.1. A importância da água 1.2.

Leia mais

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS.

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS. PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS. Paula Cordeiro Rodrigues da Cunha (*), Kássia Graciele dos Santos, Patrícia Moisés Urias, Karla Santos de Araújo

Leia mais

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO / DIURNO PROGRAMA DE DISCIPLINA

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO / DIURNO PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO / DIURNO PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: CARTOGRAFIA E TOPOGRAFIA CÓDIGO: CRT003 CLASSIFICAÇÃO: Obrigatória PRÉ-REQUISITO: não tem CARGA HORÁRIA: TÉORICA : 30 horas

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 1. Objeto. 2. Referências. OUTORGA DE APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS UHE / PCH / CGH 3. Obtenção de outorgas junto ao. 4. Fluxograma dos procedimentos para uso

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANEXO I REFERENTE AO EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 004/2013 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Página 1 de 10 Serviços de Terraplanagem na Subestação de Interligação à Rede Básica Construção de novo Bay de Saída

Leia mais