OBSERVAÇÕES SOBRE TIANA, A PRIMEIRA PRINCESA NEGRA DA DISNEY. Literatura infantil e os contos de fadas: da oralidade às produções cinematográficas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OBSERVAÇÕES SOBRE TIANA, A PRIMEIRA PRINCESA NEGRA DA DISNEY. Literatura infantil e os contos de fadas: da oralidade às produções cinematográficas"

Transcrição

1 OBSERVAÇÕES SOBRE TIANA, A PRIMEIRA PRINCESA NEGRA DA DISNEY João Paulo Baliscei - Universidade Estadual de Maringá (UEM) Giane Rodrigues de Souza Andrade - Universidade Estadual de Maringá (UEM) Literatura infantil e os contos de fadas: da oralidade às produções cinematográficas A literatura infantil, especificamente os contos de fadas, tem um significado relevante para o desenvolvimento infantil. Pesquisas no âmbito da psicologia têm demonstrado isso (BETTELHEIM, 2002), embora sua repercussão já tenha sido percebida empiricamente desde a época em que esses contos eram narrados oralmente por adultos que os utilizavam como um meio de manterem vivas as tradições culturais, assim como alertar as pessoas sobre os perigos iminentes. Em meados do século XVIII, com as mudanças ocorridas na sociedade, sobretudo decorrentes do crescimento da produção industrial, foi se consolidando uma nova concepção de criança na qual a infância é concebida como um estado constante de irracionalidade ou ausência da razão, atributos contrários àqueles próprios dos indivíduos adultos (SARAT, 2009). Segundo Cunha (2011), a literatura infantil acompanhou as mudanças da concepção de infância e contribuiu para sua consolidação. Histórias que antes eram contadas, sobretudo, através da oralidade foram transcritas, transformando-se em obras literárias destinadas, principalmente, ao público infantil. Estas narrativas passaram a estar presentes, inclusive, no espaço escolar, fazendo parte do cotidiano das crianças. Embora essas histórias contribuam para o desenvolvimento infantil, chama-nos a atenção o fato de que representações estereotipadas inerentes aos contos de fadas oferecem padrões de comportamentos que são imitados pelas crianças. Por vezes, quando as histórias retratam figuras femininas, as chamadas mocinhas, representam-nas magras, altas, loiras, brancas, com cabelos longos e lisos. São apresentadas também como fracas e incapazes de sobreviver aos perigos sem alguém que lhes proteja: um homem. Estas constatações são recorrentes nos estudos de autores e autoras como Baliscei (2014; 2015), Cunha (2008; 2011; 2014), Giroux (1995; 2001; 2013), Nunes (2010) e

2 Sabat(2002), que investigaram os discursos e representações presentes nas personagens de contos de fadas, desenhos animados e filmes voltados ao público infantil. Dentre os muitos artefatos visuais, neste estudo, discutimos sobre a história A Princesa e o Sapo 1 (2009) por se tratar da primeira produção cinematográfica da Disney que apresenta um casal negro como protagonista, diferente dos príncipes e princesas de filmes anteriormente produzidos pela empresa. Em razão disso questionamos: Quais as representações sobre negritudes são produzidas, oferecidas e divulgadas pelo filme A Princesa e o Sapo? Para debater sobre essa questão, selecionamos onze cenas do filme, considerando que nelas podemos identificar e problematizar os modos como personagens negras e brancas são apresentadas para o público infantil. Os estereótipos raciais: as imagens que a Disney produz e reproduz Giroux (2013) se refere a Disney Company (ou Walt Disney, como é popularmente conhecida) como um excelente exemplo de produtora de estereótipos raciais usados de forma a favorecer a política e cultura do país de origem: os Estados Unidos. Com o famoso slogan o lugar mais feliz do globo, divulgado por suas produções, segundo o autor, os Estados Unidos conseguiram atrair a atenção de diversos investidores/as, trabalhadores/as, empresas e turistas, fortalecendo e disseminando uma cultura de felicidade e inocência por meio dos produtos da Disney. Em análise das personagens do maravilhoso mundo da Disney, Giroux (2013) identifica características homogeneizantes como a valorização das tradições, da moral e da família, o pertencimento à classe média, a soberania das pessoas de pele branca e corpo magro. Essas características foram corporificadas em personagens como Cinderela (1950), A pequena sereia (1989), A bela e a fera (1991), Enrolados (2010) e Pocahontas (1995), que são desenhos animados voltados, principalmente, para as crianças. Nesse último, é recontada em linguagem infantil, inocente, poética e romântica o massacre dos/as índios/as nativos/as do oeste americanos pelos/as brancos/as colonizadores/as. O autor assevera que as narrativas dos filmes e desenhos animados da Disney defendem valores hegemônicos e transformam assuntos sérios e polêmicos em comédias românticas, nostálgicas e inocentes para o divertimento e distração do público. Tais 1 O filme foi inspirado na obra literária O Príncipe Sapo.

3 estratégias podem levar os/as telespectadores/as infantis ou até mesmo os/as adultos/as a menosprezarem uma visão histórica e crítica dos fatos. Temas como prostituição e guerra civil foram abordados nos filmes Uma linda mulher (1990) e Bom dia Vietnã (1987), respectivamente. Ambos apresentam representações raciais estereotipadas. Em Bom-dia, Vietnã, a personagem principal, Adrian Cronauer, interpretada por Robin McLaurin Williams ( ), é um disckjocker enviado ao Vietnã para animar as tropas e levantar a moral dos soldados combatentes. Assim como muitas personagens que representam o homem estadunidense, ele é inteligente e enfrenta as autoridades quando necessário, deixando sempre transparecer uma inocência e uma doçura típicas dos contos de fadas. E o que seria desse homem branco se não fosse seu servo negro? Edward Garlick, interpretado por Forest Steven Whitaker (1961--) uma das poucas personagens negras do filme, é posto como uma figura resmungona e atrapalhada (GIROUX, 2013). O filme Uma linda mulher, por sua vez, apresenta três personagens negros que aparece na última cena, nos segundos finais do filme. Nessa "linda história de amor", pouco sabemos sobre os rapazes negros, apenas que, servem a Edward, o galã branco, interpretado por Richard Tiffany Gere (1949--). Dois dos negros são funcionários do hotel onde Edward está hospedado, inclusive, um deles carrega as malas do mocinho, que mantém as duas mãos desocupadas. A terceira personagem negra, o motorista, dirige a limusine branca do mocinho branco, aguardando-o em pé, sorrindo, enquanto Edward entrega flores para sua amada Vivian, interpretada por Julia Roberts (1967--). Esses exemplos corroboram os apontamentos de Steinberg e Kincheloe (2001, p. 43) de que filmes e animações podem reforçar valores culturais hegemônicos e apresentam heróis e heroínas primordialmente brancos/as, de classe média. Nestes casos, os/as protagonistas "[...] carregam valores WASP (branco, anglo-saxão, protestantes)", como se não houvesse variações desse modo de ser. Quando não-brancos[/as] são convocados[/as], eles[/as] são freqüentemente colocados[/as] na periferia (no canto esquerdo da tela da TV) da ação; papéis instigantes, de líder do grupo, são para os[/as] garotos[/as] brancos[/as]. Personagens negros[/as] nos comerciais de crianças muitas vezes dançam e jogam basquete [...]. Por fora da realização consciente de seus[/as] expectadores[/as], os comerciais de crianças que usam atores [e atrizes] nãobrancos[/as] reproduzem hierarquias raciais que privilegiam os[/as] brancos[/as]. (STEINBERG E KINCHELOE, 2001, p.44).

4 Ainda segundo a autora e o autor, é recorrente nos filmes e animações infantis que os vilões e vilãs sejam não-brancos/as. São exemplos os filmes Aladim (1989) e Rei Leão (1994) que representam de modo caricaturado as personagens não-brancos/as de cultura árabe e africana, respectivamente. Nestes filmes as personagens não-brancas-vilãs apresentam características exageradas: barbas longas demais, sotaques carregados demais, narizes grandes demais, cicatrizes aparentes demais. Enquanto que os mocinhos não possuem barbas nem sotaque carregado, têm nariz pequeno, pele lisa e clara. Entendemos essas representações como estereótipos raciais, uma vez que apresentam "fórmulas" e modelos, conjuntos de características restritas e simplificadas das raças brancas e não-brancas. SegundoWortmann (2005) discursos são grupos de ideias, imagens e práticas que compõe várias formas de se falar, conhecer, e de se produzir valores ou condutas que estejam associadas particularmente às atividades sociais. A autora afirma ainda que se constitui discurso tudo o que vemos, lemos ou escutamos em todas as mídias. Em outras palavras, são artefatos que por meio da linguagem educam os indivíduos sobre como eles devem se comportar. Com base nessas considerações, a seguir discutiremos o filme A Princesa e o Sapo (2009) com o objetivo de identificar e problematizar os discursos sobre negritudes divulgados por esta animação. Tiana, a primeira princesa negra da Disney O filme A Princesa e o Sapo (2009) conta a história de Tiana, uma moça negra que vive na cidade de Nova Orleans, Estados Unidos, e que sonha abrir um restaurante. Em nome desse sonho, ela trabalha arduamente, o que preocupa sua mãe, Eudora, uma costureira que trabalha principalmente para famílias ricas da cidade, como a de Charlotte. O Príncipe Naveen, da Maldonia 2, chega à cidade, fazendo com que Charlotte vislumbre a chance de se casar com ele e realizar o sonho de se tornar uma princesa. Ocorre que Naveen fora deserdado por sua família, em função de sua vida boêmia, e o que o jovem príncipe procura, na verdade, é uma moça rica com quem possa se casar para manter seu confortável padrão de vida. O bruxo Facilier propõe ver o futuro do príncipe em um baralho de cartas: as imagens impressas nas cartas, assim como a música e voz do bruxo, anunciam que, no futuro, o Naveen se casará com uma moça rica. A notícia agrada o rapaz, pois assim, não precisará trabalhar. No entanto, quando aperta a mão do bruxo Facilier, Naveen é 2 País fictício mencionado no filme.

5 transformado em um sapo. Buscando desfazer o feitiço, o príncipe supõe que, assim como nos contos de fadas, precisa ser beijado por uma princesa. Numa festa a fantasia organizada por Charllote o sapo encontra Tiana fantasiada de princesa em função da festa. Confundindo Tiana com uma princesa, Naveen convence a moça a beijá-lo. Por não ser uma verdadeira princesa, Tiana acaba se transformando em uma rã. A primeira cena do filme apresenta o quarto de Charllote com muitos brinquedos e enfeites na cor rosa. Tiana e Charllote estão sentadas no chão (Figura 1). Figura 1: Charllote e Tiana ouvindo histórias. Fonte: Print Screen, 1 34, A Princesa e o Sapo (2009). Tiana usa um vestido com corte reto e simples, em tons pasteis e uma coroa de princesa. Charllote, por sua vez, veste-se de modo bastante extravagante: usa um vestido longo, rosa, com fitas, camadas sobrepostas, babados e volume. As duas meninas de aproximadamente oito anos ouvem a mãe de Tiana, dona Eudora, contar a história O príncipe sapo ao mesmo tempo em que termina os últimos ajustes do vestido de princesa de Charllote. Embora a cena seja aparentemente inocente, ressaltamos que as características das vestimentas de ambas as personagens (as quais irão se repetir nas outras cenas do filme), deixam explícito qual das duas personagens tem maior e menor poder aquisitivo. Enquanto Charllote, neste caso, com maior poder aquisitivo, é retratada com uma fantasia sofisticada, feita com muito tecido e com a predominância de cores vibrantes, Tiana é caracterizada com roupas simples, em tons de amarelo-claro, verde-claro e marrom, embora seja filha da melhor estilista da cidade.

6 Essas características das personagens vão a encontro da afirmação de Giroux (2013, p. 136) de que A aparência de aventura feliz e inocência infantil, embora atraente, encobre, [...] um universo cultural amplamente conservador em seus valores, colonial em sua produção de diferenças raciais. As diferenças econômicas e sociais das duas personagens nos remetem que a cidade de Nova Orleans, nos Estados Unidos, onde se passa a história, é reconhecida pela venda de escravos e escravas 3, assim como pela resistência aos movimentos pela igualdade racial de negros/as e brancos/as (SCOTT, 2013). Quando saem da casa de Charllote e voltam para sua casa de bonde, Tiana e Eudora passam por diferentes mansões, com grandes portões e jardins planejados e ruas asfaltadas onde algumas mulheres brancas com roupas de cortes refinados passeiam (figura 2). Conforme se aproximam da sua casa, o cenário muda: as residências são menores, sem muro, ruas sem asfaltamento e calçadas. Neste bairro, são retratadas apenas pessoas negras (figura 3). Figura 2: Bairro de Charllote Fonte: Print Screen, 3 51, A princesa e o sapo (2009). Figura 3: Bairro de Tiana 3 Nova Orleans foi uma das últimas cidades do estado de Louisiana a dar a alforria aos seus escravos e escravas (SCOTT, 2013).Além disso, os/as habitantes dessa região ao sul dos EUA demonstraram resistência aos movimentos dos negros e negras pelo fim do apartheid.

7 Fonte: Print Screen, 3 55, A princesa e o sapo (2009). Pelo modo como essa organização é retratada, parece haver "naturalidade" e "espontaneidade" nas divisões raciais e sociais das comunidades as quais as personagens pertencem. Ou seja, parece óbvio que Tiana e Eudora vivam nas condições em que vivem. A maneira natural como as duas comunidades são retratadas nos remete novamente aos escritos de Giroux (2001, p.89) quando salienta que os filmes da Disney inspiram [...] autoridade e a legitimidade culturais para ensinar papeis, valores e ideais específicos. Na cena em questão o fato de as pessoas brancas e ricas viverem em um lado da cidade, enquanto as pessoas negras que desenvolvem trabalhos manuais vivem no lado oposto, isto é, o mais simples, é tratado como natural e esperado. As condições de infraestruturados bairros são desiguais, evidenciando a inferioridade do bairro onde moram as pessoas negras. Em outra cena, ainda criança, Tiana cozinha para seu pai, James, para que ele experimente a sopa que ela aprontou. Depois de prová-la, o pai satisfeito, pega a filha no colo e diz que ela tem um dom especial cozinhar e que, por isso, as pessoas precisam conhecê-la. Tiana abre a porta e convida a vizinhança para comer a sopa. Em seguida todos/as se sentam na varanda e, enquanto comem, o pai abraçado com sua esposa e filha diz: Sabe o que a comida tem de bom? Ela reúne as pessoas de todas as classes sociais. Ainda que a frase dita valorize a interação entre classes distintas, naquele grupo estão reunidas apenas homens e mulheres com condição econômica e raça similares as de sua família. A contradição entre o dito classes sociais reunidas ao redor do dom da cozinha e o acontecido apenas pobres e negras/os reunidos ao redor da sopa feita por Tiana - pode ser

8 explicada em parte pelas considerações de Wagner e Sommer (2007). De acordo com os autores, a mídia se utiliza de uma estética para suas produções capaz de fabricar um mundo paralelo que se assemelha a realidade existente e, ao mesmo tempo, se mantém distante dela. Embora a cena representada (figura 4) seja esteticamente agradável não condiz com a fala de James, o pai, uma vez que o grupo reunido é composto apenas por negros/as que pertencem a uma mesma classe econômica e social. Figura 4: Vizinhança reunida. Fonte: Print Screen, 4 49, A princesa e o sapo (2009). Em outro momento, quando o Tiana e Charllote já são adultas, o príncipe Naveen, da Maldonia, futura paixão de Tiana, chega a uma embarcação acompanhado de Lawrence, seu criado. O príncipe se apresenta com seus trajes reais, mas logo tira-os e passa a se vestir de maneira menos formal. Pega um instrumento de cordas nas malas que Lawrence carrega e começa a tocá-lo. Ao pé da escada, diferentes moças o cercam (figura 5). Em seguida, Naveen demonstra interesse pelos músicos que passam pela rua, seguindo-os. Naveen é um homem negro, mas com características físicas semelhantes aos demais príncipes brancos da Disney atlético, alto e com um grande sorriso mas, ao contrário dos demais, é um bonvivant, irresponsável e aproveitador, que apresenta repulsa por trabalhar - por isso procura uma jovem rica de quem possa tirar proveito. Figura 5: Chegada do príncipe Naveen na cidade.

9 Fonte: Print Screen, 9 01, A princesa e o Sapo (2009). Naveen foge à regra da representação de príncipes dos filmes da Disney. Nenhum outro príncipe fora retratado desta maneira até este desenho animado. Além de ser negro e bonvivant, a personagem não é o solucionador de problemas, disposto a salvar a mocinha de todas as formas possíveis. Ao contrário, é retratado como "causador de problemas", um "antiherói", um boa vida charlatão. Apoiando-nos em Pillar (2011, p.132) podemos dizer que cenas como esta manifestam propósitos moralizantes que podem vir a orientar o comportamento das crianças. São produtos midiáticos como desenhos, filmes, brinquedos derivados [...] de publicações e filmes dos estúdios Disney, por exemplo que reforçam clichês em relação à classe social, etnia, gênero, etc..consideramos que no filme A princesa e o sapo, ao contrário dos príncipes brancos, os negros não são confiáveis. Clichês relativos à classe sociais, sexualidades, gêneros e raças podem ser percebidos também em outra cena quando Tiana organiza o espaço que futuramente será seu restaurante. Eudora, sua mãe, a aconselha a se preocupar menos com o trabalho e mais com sua vida amorosa: É isso que eu quero para você. Que conheça seu príncipe encantado, dance com ele e que sejam sempre felizes (figura 6). Figura 6:Tiana e sua mãe dentro do salão.

10 Fonte: Print Screen, 13 37, A princesa e o Sapo (2009). Esses discursos legitimam os clichês também evidenciados em outros filmes e animações da Disney (PILLAR, 2011; SABAT, 2003). Em sua fala, a mãe enfatiza a importância da figura do homem, reforçando o discurso de que, para ser feliz, a mulher precisa encontrar seu príncipe encantado e se casar com ele 4. Como se não houvesse outra possibilidade de realização para uma mulher. As frases ditas pela mãe demonstra a "naturalidade" das relações heterossexuais, legitimando-a como normatividade (SABAT, 2003). Sem dar ouvidos à mãe, Tiana canta e imagina como será bem sucedida quando o restaurante for inaugurado. Diferentes das demais personagens protagonistas da Disney, Tianna parece não ser obcecada por romances, beijos e casamentos. Para Cechin (2014, p.143) Tiana "[...] é determinada, independente e forte. O trabalho duro como a melhor maneira de alcançar seus objetivos é seu lema. Em nossa análise, tais características são interessantes por não reduzir a felicidade e a realização feminina à união com um homem e ao casamento. O comportamento de Tiana, seu comprometimento com o trabalho e com sua profissão servem como referência para meninos e meninas no que tange às muitas possibilidades de realização pessoal e de "finais felizes". No entanto, chama-nos a atenção a projeção que Tiana têm sobre seu futuro e sonhos. Em suas idealizações, Tiana está vestida totalmente de branco (figura 7). Além disso, do conjunto de funcionários/as 34 no total, apenas dois não são negros. Os únicos brauma garçonete e um sommelier são brancos/as e usam trajes claros. Todos os outros funcionários são negros e usam trajes escuros (figura 8). 4 Esse discurso tem seu ápice na última cena do filme, quando Tiana e Naveen, após terem se casado, dançam na sacada do restaurante em que trabalham.

11 Figura 7: Sonho de Tiana. Fonte: Print Screen, 14 12, A princesa e o Sapo (2009). Figura 8: Os funcionários e funcionárias do sonho de Tiana. Fonte: Print Screen, 14 18, A princesa e o Sapo (2009). Em nossa análise, estereótipos raciais e de classe são percebidos na projeção utópicas que Tiana faz de seu restaurante. É como se o "restaurante ideal" tivesse que ser repleto de funcionários e funcionárias negros/as vestidos com roupas escuras, servindo pessoas brancas. Enquanto que ela, proprietária, usa a cor branca cor que reforça sua posição privilegiada.

12 Neste caso, há uma polarização que relaciona a cor branca com a riqueza e o poder e a cor preta com a submissão e a servidão. Conforme Farina, Perez e Bastos (2006) a cultura ocidental emprega à cor branca significados como pureza, neutralidade, castidade, limpeza, leveza e santidade, ao mesmo tempo que atribuí à cor preta aspectos como sofrimento, tristeza, pessimismo e desgraça. Além disso, as cores branco e preto podem significar, respectivamente, bem e mal 5. Mais adiante, Tiana desempenha um comportamento diferente do demonstrado então. Desde o início da história, Tiana aparenta ser honesta, ingênua, inocente, focada em seu trabalho e incorruptível. Não apresenta comportamentos gananciosos e egoístas - ao contrário disso, demonstra preocupação e solidariedade com as demais personagens do filme. No entanto, quando encontra o príncipe Naveen transformado em sapo e barganha seu beijo (figura 9), Tiana -diferente das protagonistas brancas da Disney- exibe seus desejos próprios, seu interesse e sua ambição. Dizemos isso pois Tiana só aceita beijar o príncipesapo quando passa a ter conhecimento de que ele pertence a uma família rica, disposta a darlhe uma recompensa. Figuras 9: Tiana beija Naveen. Fonte: Print Screen, , A princesa e o Sapo (2009). Em análise de outros filmes e desenhos animados da Disney, Giroux (2001, p.103) destaca que Os papéis destinados às mulheres e às pessoas de cor, junto com as idéias 5 Os autores e a autora demonstram os reflexos e fortalecimento de tais significações em frases de uso comum como "De repente a situação ficou preta".

13 referindo-se a uma rígida visão dos valores familiares, [...] precisam ser combatidos e transformados. Em nossa análise não é isso o que ocorre no filme A princesa e o sapo(2009), pois, além dos aspectos que mencionamos anteriormente, a partir da cena do beijo, Tiana é representada como uma rã. Dos noventa e sete minutos de duração do filme, em sessenta e oito, Tiana, a primeira protagonista negra das animações Disney, é representada verde, como rã. O fato de a personagem principal passar aproximadamente 69% do filme como rã, desvia o foco da questão da negritude de Tiana. Os estereótipos raciais dão lugar ao discurso sobre a beleza interior, corporificada no casal de sapos. Concordamos com Cechin (2014, p. 140) quando alerta que o discurso sobre beleza interior é sempre diretamente relacionado a [...] corpos disformes, fora dos padrões estabelecidos, [que] devem compensar esses desajustes com certa candura, ingenuidade, bondade e beleza interna. Enquanto rã e sapo, Tiana e Naveen são personagens disformes e, para que não sejam julgados como vilã e vilão por causa de seus erros, interesses e egoísmo, precisam transparecer a bondade, o sofrimento e o amor. E é pelo amor que as personagens se redimem e voltam a ser belas e felizes. Diferentemente dos demais filmes da Disney em que os protagonistas se casam e vivem felizes para sempre, em A princesa e o sapo (2009), mesmo após o casamento, Tiana e Naveen continuam trabalhando para se sustentar e, inclusive, são ele e ela que realizam a reforma de seu restaurante (figura 10). Será que nos "finais felizes" dos filmes cujas personagens principais são brancas, os serviços manuais, que exigem desgaste físico, seriam realizados por elas? Consideramos que não por acaso, a narrativa do filme A princesa e o sapo (2009) indica com naturalidade que o casal precisa continuar a trabalhar e a servir para ser bem sucedido. Figuras 10: Tiana e Naveen depois de se casarem vão trabalhar na reforma do futuro restaurante.

14 Fonte: Print Screen, , A princesa e o sapo (2009). Considerações finais Neste artigo, nosso objetivo foi analisar os discursos sobre negritudes produzidos, oferecidos e divulgados pelo filme A Princesa e o Sapo (2009). O filme foi escolhido por se tratar da primeira produção da Disney que apresenta um casal negro como protagonista. Nossa análise revelou um grande avanço na produção desta animação quanto à abordagem da negritude ao apresentar Tiana e o príncipe Naveen. Em sua totalidade, até este filme, as produções da Disney apresentavam protagonistas brancos/as com características europeias e germânicas. Contudo, algumas situações encenadas ainda sugerem demasiadamente a produção e reprodução de estereótipos de raça. Constatamos a ocorrência de distinções entre personagens brancas e personagens nãobrancas, principalmente em relação às desigualdades sociais e econômicas: os negros e negras são caracterizados/as pela pobreza, servidão, pelo desempenho de trabalhos manuais, que exigem desgaste físico; enquanto os brancos e brancas são retratados/as como ricos/as com posições privilegiadas. Além disso, o casal de protagonistas é apresentado como interesseiro e manipulador. Demonstram desvio de caráter. Diferente dos/as demais protagonistas da Disney, Tiana e Naveen não são pessoas absolutamente boas, ingênuas e que pensam exclusivamente no bem coletivo. Trata-se do anti-herói e da anti-heroína da Disney. Ao final do filme, Tiana e Naveen encontram o seu "felizes para sempre" no trabalho com o restaurante, servindo as pessoas brancas o que parece confirmar e reforçar os estereótipos de servidão para negros e negras e de deleite e consumo para brancos e brancas. Talvez a narração fora organizada como se a redenção de suas mazelas de caráter pudesse ser efetivada através do trabalho manual e de servidão no restaurante. Ou talvez a história reforce

15 os limites e possibilidades de "finais felizes" que um casal negro pode conquistar. Cinderela, Ariel, Bela, Aurora, Branca de Neve tiveram "finais felizes" semelhantes a esse? Referências A PRINCESA e o sapo.direção: Ron Clements e John Musker. Produção: John Musker e Ron Clements filme (89 min), son., color. Dublado. Port. BALISCEI, João Paulo. Os artefatos visuais e suas pedagogias: Reflexões sobre o ensino de arte. 140 f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual de Maringá. Orientadora: Teresa Kazuko Teruya. Maringá, BALISCEI, João Paulo. Cultura Visual e representações de gênero: O que os filmes da Disney dizem sobre meninos e meninas?. In: Pedagogia 2015:Encuentro Internacional por launidad de los Educadores, 2015, Havana. Memorias: Pedagogia 2015: Encuentro Internacional por launidad de los Educadores, BETTELHIM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas.Tradução. Arlrne Caetano São Paulo: Paz e Terra, CECHIN, Michelle Brugnera. O que aprendemos com as princesas Disney. Revista Zero-aseis. Revista Eletrônica editada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas de Educação na Pequena Infância, Florianópolis, v.01, n.29, p , jan./jul CUNHA, Susana Rangel Vieira da. Infância e Cultura Visual. In: 31ª reunião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação -ANPED, 2008, Caxambu. Constituição Brasileira, Direitos Humanos e Educação. Rio de janeiro: Associação Nacional de Pesquisadores em Educação, p CUNHA, Susana R. Vieira da. As Transformações da Imagem na Literatura Infantil. In: PILLAR, Alice Dutra (Org). A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação, P CUNHA, Susana Rangel Vieira da. Imagens como pedagogias culturais em cenários da educação infantil. In: MARTINS, Raimundo; TOURINHO, Irene. Pedagogias culturais. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2014, p FARINA, Modesto; PEREZ, Clotilde; BASTO, Dorinho. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. São Paulo: Edgard Blücher, a Ed. (revista e ampliada). 173 p. GIROUX, Henry. A dysneização da cultura infantil. In: Silva, Tomaz Tadeu da; MOREIRA, Antônio Flávio (Orgs.).Territórios contestados: o currículo e os novos mapas políticos e culturais. Petrópolis, RJ: Vozes, p

16 GIROUX, Henri A. Os filmes da Disney são bons para meus filhos?. In: STEINBERG, Shirley; KINCHELOE; Joe (Org). Cultura Infantil: a construção corporativa da infância. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, P GIROUX, Henri A. Memória e pedagogia no maravilhoso mundo da Disney. In: TOMAZ, Tadeu da Silva (Org). Alienígenas na sala de aula: Uma introdução aos estudos culturais em educação. Petrópolis: Vozes, P NUNES, Luciana Borre. As Imagens que Invadem as Salas de Aula: Reflexões sobre Cultura Visual. 1. ed. São Paulo: Ideias & Letras, p. SABAT, Ruth. Filmes Infantis como máquinas de ensinar. In: 25ª Reunião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPED, 2002, Caxambu (MG). Grupo de Trabalho Educação e Comunicação, p SABAT, Ruth. Filmes infantis e a produção performativa da heterossexualidade. Tese (Doutorado em Educação) Porto Alegre (RS): PPGEDU/UFRGS, SARAT, Magda. Infância e Educação Infantil: Do Renascimento à Modernidade. In: SARAT, Magda (Org). Fundamentos filosóficos da educação infantil. Maringá: Eduem, P SCOTT, Rebecca J. O Trabalho Escravo Contemporâneo e os Usos da História.Mundos do Trabalho.Florianópolis, v. 5 n. 9, , jan./jul WAGNER, Irmo. SOMMER, Luís Henrique. Mídia e pedagogias culturais. In:X Seminário de pesquisa, Ulbra. Guaíba, WORTMANN, Maria Lúcia Castagna. Dos riscos e ganhos de transitar nas fronteiras dos saberes. In: COSTA, Marisa Vorraber; BUJES, Maria Isabel Edelweiss (Org.). Caminhos investigativos III: riscos e possibilidades de pesquisar nas fronteiras Rio de Janeiro: DP&A, P

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA Geane Apolinário Oliveira UEPB Geane-cg@hotmail.com Introdução O presente artigo tem por objetivo enfatizar

Leia mais

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos:

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I 3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: Elaboração de cenas e improvisação teatral de textos jornalísticos.

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 03 - Edição 01 Agosto - 2013 Entrevistada: Renata Trovarelli Entrevistadora: Cintia C. B. M. da Rocha TEMA: RELACIOMENTO AMOROSO Psicóloga Comportamental, atualmente

Leia mais

Entre 1940 a 1960, uma coleção de romances intitulada Biblioteca

Entre 1940 a 1960, uma coleção de romances intitulada Biblioteca I M A G E M N O B R A S I L COM A PALAVRA, AS IMAGENS! representações do feminino nas capas dos romances da Biblioteca das Moças (1940-1960) Maria Teresa Santos Cunha Entre 1940 a 1960, uma coleção de

Leia mais

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV). PRÁTICAS DE LEITURA EM SALA DE AULA: O USO DE FILMES E DEMAIS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS EM AULAS DE LÍNGUA - PORTUGUESA 52 - Adriana da Silva* adria.silva@ufv.br Alex Caldas Simões** axbr1@yahoo.com.br

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Rica. Eu quero ser... Especial ???????? Luquet. Um guia para encontrar a rota da prosperidade. Apoio: por Mara. Elas&Lucros

Rica. Eu quero ser... Especial ???????? Luquet. Um guia para encontrar a rota da prosperidade. Apoio: por Mara. Elas&Lucros ???????? Apoio: Rica Eu quero ser... Um guia para encontrar a rota da prosperidade por Mara Luquet 81 Era uma vez... Era uma vez uma princesa, dessas que passeiam pelos campos e bosques e são muito bonitas

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

CINEMA E PÓS-MODERNIDADE

CINEMA E PÓS-MODERNIDADE CINEMA E PÓS-MODERNIDADE Clarissa Souza Palomequé Urbano 2010 www.lusosofia.net Covilhã, 2009 FICHA TÉCNICA Título: Cinema e Pós-modernidade: Brilho eterno de uma mente sem lembranças e os relacionamentos

Leia mais

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO:

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: CONTEÚDO: Gênero: Retrato /Fotografia Técnica: Pintura óleo sobre tela Elementos formais: cor e luz Os recursos formais de representação: figuração

Leia mais

SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ. 2 DICAS PEDAGÓGICAS:. 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO. 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD. 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO.

SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ. 2 DICAS PEDAGÓGICAS:. 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO. 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD. 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO. SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ... 2 DICAS PEDAGÓGICAS:... 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO... 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD... 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO... 3 PASSO 3 INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO... 4 CRIANDO NOVAS

Leia mais

Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu. Internacional de Ufologia, História e Ciência. Victor Mostajo.

Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu. Internacional de Ufologia, História e Ciência. Victor Mostajo. Projeto de Atuação Pedagógica junto ao Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência Victor Mostajo. Cátia Bairro Ferreira Santa Maria, RS 2009. 1 Oficina Lúdico Pedagógica - Dinossauros A criança

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA DE SANTANA FERREIRA PEREIRA JÉSSICA PALOMA RATIS CORREIA NOBRE PEDAGOGIA: PROJETO MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA JANDIRA - 2012 FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO. Marlécio Maknamara. META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação.

Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO. Marlécio Maknamara. META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação. Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá: Reconhecer os Estudos Culturais como campo

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

3,3 milhões de exemplares* por mês e 8,7 milhões de leitores**

3,3 milhões de exemplares* por mês e 8,7 milhões de leitores** 16 revistas 3,3 milhões de exemplares* por mês e 8,7 milhões de leitores** Fonte: *IV (Out/09 a Set/10) E **Ipsos-Estudos Marplan/EGM- Out/09 a Set/10 Leitores Ambos, 10/+ anos Audiência Líquida das Revistas

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A P R E S E N T A Ç Ã O 6 IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A presente publicação consolida uma série de informações sobre os balanços sociais de empresas que atuam no Brasil

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

JANEIRO DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. escrito por: Antפnio Carlos Calixto. Filho. Personagens: Dana de. Oliveira uma moça. simples ingênua morena

JANEIRO DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. escrito por: Antפnio Carlos Calixto. Filho. Personagens: Dana de. Oliveira uma moça. simples ingênua morena OSUTERBOS DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. JANEIRO escrito por: Antפnio Carlos Calixto Filho Personagens: Dana de Oliveira uma moça simples ingênua morena olhos pretos como jabuticaba,1.70a,sarad a cabelos

Leia mais

A ABORDAGEM DA RELAÇÃO DE GÊNERO PELOS FILMES INFANTIS

A ABORDAGEM DA RELAÇÃO DE GÊNERO PELOS FILMES INFANTIS 1 A ABORDAGEM DA RELAÇÃO DE GÊNERO PELOS FILMES INFANTIS Márcia Santos Anjo Reis Tatielle da Silva Borges Universidade Federal de Goiás / Campus Jataí marcialibra@ibest.com.br tatielleborges@yahoo.com.br

Leia mais

ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1. O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que

ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1. O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que 1 ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1 Luciara dos Santos (UFS) I. ENREDO O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que logo tem sua tranqüilidade

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA Maria Elizabete Nascimento de Oliveira 1 PPGE /IE UFMT m.elizabte@gmail.com RESUMO A pesquisa em foco refere-se à relevância dos contos de fadas na

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS Francieli Regina Garlet (UFSM) Resumo: A escrita a que se refere o presente texto, diz respeito à proposta desenvolvida

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA, ÉTICA E SALA DE AULAS Cipriano Carlos Luckesi 1 Nos últimos dez ou quinze anos, muito se tem escrito, falado e abordado sobre o fenômeno da gestão democrática da escola. Usualmente,

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

Enquete. Dia dos Professores

Enquete. Dia dos Professores Enquete Dia dos Professores No dia 15 de outubro será comemorado o dia do professor. Muito se fala que a profissão, apesar de muito importante, perdeu seu glamour e prestígio, sendo incapaz de atrair a

Leia mais

Corpos em cena na formação crítica docente. Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás

Corpos em cena na formação crítica docente. Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás Corpos em cena na formação crítica docente Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás 1 Nosso trabalho na perspectiva crítica Objetivo: problematizar questões sociais e relações desiguais de poder

Leia mais

A produção de leituras da obra A maior flor do mundo

A produção de leituras da obra A maior flor do mundo Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Educação Escola de Educação Básica e Profissional da UFMG - Centro Pedagógico Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) A produção

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia.

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia. * Este texto corresponde à visão da autora Marcia Dib e todas as informações aqui contidas são de inteira responsabilidade da autora. ** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta.

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. Angela Agulhari Martelini Gabriel. Pedagogia. Prefeitura Municipal de Bauru. helena2008mg@hotmail.com.

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Educação Infantil. Projeto Griô: Contador de Histórias PRIMEIRO LUGAR

Educação Infantil. Projeto Griô: Contador de Histórias PRIMEIRO LUGAR Projeto Griô: Contador de Histórias Ofó: Forças trás-formadoras dos caminhos das Histórias e culturas afro-brasileiras e africanas. A ESCOLA Escola Creche Vovô Zezinho Salvador, BA A Professora PRIMEIRO

Leia mais

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos 44 5. Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos As rodas de conversa tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da violência

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ TEMA PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES Educação para a Paz Aplicadores:

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

LEI ROUANET PROJETO ESTÓRIAS

LEI ROUANET PROJETO ESTÓRIAS LEI ROUANET PROJETO ESTÓRIAS Projeto Estórias I. Introdução O projeto Estórias nasceu da necessidade de incluir na literatura infantil personagens com câncer e o ambiente hospitalar. A literatura que contém

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM!

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.

Leia mais

Blog http://conquistadores.com.br. + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis)

Blog http://conquistadores.com.br. + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis) Blog http://conquistadores.com.br CONQUISTADORES + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis) Blog http://conquistadores.com.br CONQUISTADORES + dinheiro + mulheres + sucesso social (Este

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Linguagem digital na vizinhança ideal: os limites narrativos de The Sims. Fabiano Andrade Curi

Linguagem digital na vizinhança ideal: os limites narrativos de The Sims. Fabiano Andrade Curi Linguagem digital na vizinhança ideal: os limites narrativos de The Sims Fabiano Andrade Curi A história de The Sims Lançado em fevereiro de 2000, rapidamente se tornou um dos jogos mais vendidos na história

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

Juniores aluno 7. Querido aluno,

Juniores aluno 7. Querido aluno, Querido aluno, Por acaso você já se perguntou algumas destas questões: Por que lemos a Bíblia? Suas histórias são mesmo verdadeiras? Quem criou o mundo? E o homem? Quem é o Espírito Santo? Por que precisamos

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil

Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil Me. Tony Aparecido Moreira FCT/UNESP Campus de Presidente Prudente SP tony.educ@gmail.com Comunicação Oral Pesquisa finalizada

Leia mais

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com Gestão Pedagógica capa Por Carolina Mainardes carolina@humanaeditorial.com.br Bom dia, Escolas assumem o desafio de ensinar valores e formar cidadãos completos, em cenário que contempla famílias compenetradas

Leia mais

Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população

Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população negra brasileira são fundamentadas historicamente na luta

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO Magna Flora de Melo Almeida Ouriques 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) mellomagna@gmail.com Co-Autor Renan de Oliveira Silva 2 rennanoliveira8@gmail.com

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

1. Investigação Filosófica construir o sentido da experiência

1. Investigação Filosófica construir o sentido da experiência FILOSOFIA PARA CRIANÇAS 1. Investigação Filosófica construir o sentido da experiência O Prof. Dr. Matthew Lipman, filósofo e educador norte-americano, criou o Programa Filosofia para Crianças no final

Leia mais

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?...

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?... Sumário Prefácio... 9 A mulher do pai... 14 A mulher do pai faz parte da família?... 17 A mulher do pai é parente?... 29 Visita ou da casa?... 37 A mulher do pai é madrasta?... 43 Relação civilizada?...

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre anterior, dentro de contextos que buscavam enfatizar o

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

PROJETO ERA UMA VEZ...

PROJETO ERA UMA VEZ... PROJETO ERA UMA VEZ... TEMA: Contos de Fada PÚBLICO ALVO: Alunos da Educação Infantil (Creche I à Pré II) JUSTIFICATIVA O subprojeto Letramento e Educação Infantil, implantado na EMEI Sementinha, trabalha

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As letrinhas mágicas. 2. EPISÓDIO TRABALHADO Uma tarde assustadora. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Nesse emocionante episódio, enquanto as vogais

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO

ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO Ideia: Produção realizada a partir de um fato marcante e em algumas situações ocorre a mesclagem entre narrações e demonstrações de cenas. Personagens: A filha da doméstica

Leia mais

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Orientanda: Daniéle de Matos Machado Orientadora: Prof.ª Dr.ª Magda Sarat Co-orientadora:

Leia mais

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO Este trabalho aborda a conclusão de uma pesquisa que tinha por

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ Luisa de Oliveira Demarchi Costa 1 ; Verônica Regina Müller 2 RESUMO: Este

Leia mais

PONTO DE APOIO SEREM DESENVOLVIDAS NAEDUCAÇÃOINFANTIL EENSINO FUNDAMENTAL, CONSIDERANDO AS HISTÓRIAS PUBLICADAS NA REVISTA PLANETA AZUL EDIÇÃO 142

PONTO DE APOIO SEREM DESENVOLVIDAS NAEDUCAÇÃOINFANTIL EENSINO FUNDAMENTAL, CONSIDERANDO AS HISTÓRIAS PUBLICADAS NA REVISTA PLANETA AZUL EDIÇÃO 142 CAPA PONTO DE APOIO CUIDAR RECONHECER QUE A HORTA ENVOLVE CUIDADOS, COMO IRRIGAÇÃO, DESBASTAÇÃO, ESPAÇAMENTO ENTRE AS MUDAS, COMPOSTAGEM, PODA, ENTRE OUTROS, ALÉM DO MONITORAMENTO DAS FASES DE CRESCIMENTO,

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE.

AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE. AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE. Saulo de Paula Pinto e Souza Evânio dos Santos Branquinho 1068 saulodepaula@gmail.com Geografia

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE Formação de Professores Continuação do diálogo sobre o professor de educação infantil.

Leia mais

Módulo 12 Segmentando mercados

Módulo 12 Segmentando mercados Módulo 12 Segmentando mercados Há alguns anos que os profissionais de marketing perceberam que não se pode atender todo o mercado com um único composto de produto. Nem todos os consumidores querem um carro

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9

UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9 UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9 RELATÓRIO: JUVENTUDE NEGRA: PRECONCEITO, VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL MARIA DO SOCORRO SILVA

Leia mais

FANTOCHE/DEDOCHE HISTÓRIA INFANTIL:

FANTOCHE/DEDOCHE HISTÓRIA INFANTIL: TEATRO DE SOMBRA LIVRO LOLO BARNABÉ: O teatro de sombras surgiu há muito tempo. Desde que os homens viviam em cavernas, já se maravilhavam com as sombras produzidas pela luz do sol ou do fogo. Com o tempo,

Leia mais

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil - Justificativa: O projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil iniciou no segundo semestre

Leia mais

Planejamento Multimídia. Prof. Bruno Moreno

Planejamento Multimídia. Prof. Bruno Moreno Planejamento Multimídia Prof. Bruno Moreno Sumário 03/03/2011 Ainda Novo Consumidor Vídeo da Não é uma Brastemp Público-alvo Concorrência Apresento-lhes Maria Luiza Vídeo sobre Novo Consumidor http://www.youtube.com/watch?v=riovee0wquq

Leia mais