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1 - SEMnLEpÚnLcA vsio de Apoio.s Corniss5e, CSST IONAIS, GARANTIAS oúnco EntraDeL EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO GUILHERME SILVA [ICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPIBLICA ASSUNTO: Petição da Associação Portuguesa de Dietistas. Data: Lt, Tendo sido distribuída a esta Comissão uma petição subscrita pela Associação Portuguesa de Dietistas, no sentido de ser alterada a Lei que cria a Ordem dos Nutricionistas, e demais legislação, por forma a unificar aquilo que na aparência surge como sendo duas profissões, sob uma só titulação profissional, cumpre-me solicitar a Vossa Excelência a redistribuição do documento à Comissão de Segurança Social e Trabalho, para apreciação. Com efeito, de acordo com o documento relativo às Competências das Comissões Parlamentares Permanentes - XII Legislatura- (Documento técnico de orientação para a atividade parlamentar), aprovado na Conferência de Presidentes das Comissões Parlamentares, de 28 de julho de 2011, e publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n. 9, de 5 de agosto, no que respeita às associações públicas profissionais Câmaras ou Ordens Profissionais são atribuições específicas da Comissão (de Segurança Social e Trabalho), a matéria relativa à criação (extinção, fusão e cisão) de ordens profissionais e todas as alterações subsequentes relacionadas com o exercício da profissão, podendo, em caso de dúvida sobre a natureza das alterações propostas relativamente às associações públicas profissionais, e caso a matéria objeto da iniciativa apresente conexão... com o quadro material de competências de uma determinada Comissão Permanente, poderá baixar igualmente a esta Comissão para emissão de Parecer, na generalidade. Com os melhores cumprimentos, is O PRESIDE TE DA COMISSÃO (Fernando Negrão PF!r 130 NO325,XI[,

2 exercer o seu direito de petição, õüflãm nos termos e com os fundamentos seguintes: jlc1 pridit. 1 ct Lee Alves DLaVe oo Saeo SéoV2 oera 1 Nno fa.qj sa;os o P de O vere 1oit&o ata Sera e1e ea Sanosa Dara 3aç1ça Arneica : es vaete 4aaca coil.çcé:as 3atsa N de Entmda Yçe E.vas A, A-ce.c Teres ao-ta errea Co1sJDes:oséVeat Ja-sais ClassiIiCaÇaO Em assocaço cari: :oe SavadoGorçakas [ ï Ro[o / //// a-cc, Sa-a o, acav5es e S va e Assocados SoceSace ce Aclvoçados, cl - 4, -. d i:e.$:f - - 1O3C-3..33cA PO,GA_ TeIe ,643D 1 Fax S35O/6. Enw :jstss s, 1 s-s N C 5,2C527Ç ReçcnSA 9/85 DTO açd:ães es ve, Ve:osD erea 3:ocac e Assocacs Soedade de Avoados, j ç( 7 2 ) L7/ RI); / A J CI 1 1 / 1 - / /._-v SOCIEDADE DE ADVOGAOC Uj) U [)ij( ;j À 4, Presidente i.\l\pediei]te. úhjc() Excelência dc À Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias À Comissão do Trabalho, Segurança Social e Administração Pública À Comissão de Educação e Ciência j)1. (/e!i rfn iii (lç (!(I 1 Si, (1 :.V( 1 Ii À Comissão da Saúde t/i 1 R v L4 / Ao Grupo Parlamentar do PSD 1)i ii! Ao Grupo Parlamentar do PS.oi Ao Grupo Parlamentar do CDS-PP Ao Grupo Parlamentar do PCP Ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda Ao Grupo Parlamentar do PEV A Associação Portuguesa de Dietistas, contribuinte fiscal n , com sede no Edifício TecLabs, Campus da Faculdade de Ciências, Campo Grande Lisboa, e os 637 dietistas, licenciados em dietética ou dietética e nutrição e estudantes do ensino superior, subscritores, melhor identificados infra, vêm, nos termos e 2 43/90, 2 1, da Lei n. 2s 1. e 2., n. para os efeitos do disposto no art 52. da CRP e nos art de 10 de Agosto, C,: L9

3 A & Jirjfi 5mpV AssociJc 5OÇiFLA Dv(DOS 1) Objeto 1. A subscritora APD é uma associação profissional de direito privado, representativa dos dietistas em Portugal, que tem por finalidade defender a ética, a deontologia e a qualificação profissional dos dietistas, a fim de assegurar e fazer respeitar o direito dos utentes a uma saúde alimentar; fomentar, defender e valorizar os interesses da profissão de Dietista; e dar parecer sobre todos os aspetos relacionados com a organização dos serviços que se ocupam da saúde junto das entidades oficiais competentes. 2. Os 637 restantes subscritores são dietistas, licenciados e estudantes de dietética ou de dietética e nutrição. 3. Em Portugal, a categoria profissional dos dietistas remonta a 1938, precedendo, em várias décadas, a criação dos primeiros cursos superiores de nutrição, ocorrida nos anos 80 e de dietética ou de dietética e nutrição, ocorrida no início da década de Na verdade, a profissão de dietista teve a sua génese nos serviços públicos de 5. Os dietistas representam cerca de 70% dos profissionais da área da dietética e nutrição nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. 6. Os subscritores do presente documento pretendem exercer, por esta via, o seu 2 51/2010 que criou direito de petição junto do Parlamento, com vista àalteraço da Lei n /91, DL 9 n. a Ordem dos Nutricionistas e aprovou os respetivos Estatutos, do DL n /99, por forma a impedir a produção e/ou manutenção de 320/99 e do DL n. 2 saúde, onde os dietistas têm vindo a desempenhar as funções legalmente descritas no 2 1, ai. e), do Decreto-Lei n /99, de 21 de Dezembro e no art 2 1, da 2 5 2, n. 2 3 Q, n. art A/86, de 28 de Maio. Portaria n.

4 II SOCiEDADE DE ADVOGADOS - \ legislação e/ou a prática de quaisquer atos discriminatórios dos dietistas face aos nutricionistas, por entidades públicas e privadas. 7. Isto, porque, apesar de o conteúdo funcional dos dietistas e dos nutricionistas ser precisamente o mesmo, dispondo ambos de formação de ensino superior, com um plano curricular em tudo idêntico e com 240 ECT5, a referência aos profissionais nutricionistas e aos profissionais dietistas ao longo do diploma que pretende ver-se alterado, tem vindo a ser abusivamente utilizada, designadamente pela Ordem dos Nutricionistas, como fonte justificativa de um tratamento privilegiado dos nutricionistas em face dos dietistas. 8. Estas discriminações têm consequências dramáticas para os cidadãos que integram ou estejam em vias de integrar este grupo profissional que, paulatinamente, veem o seu Direito ao Trabalho i) na vertente de ingresso e/ou admissão em unidades públicas ou privadas de saúde e ii) na vertente da sua carreira e dignidade profissional causa. posto em Assim, II) Enquadramento 9. Os registos dos hospitais nacionais revelam que a categoria profissional dos dietistas remonta, pelo menos, à década de Em 1953, os Hospitais Civis de Lisboa dispunham já de serviços de dietética com dotação de dietistas. Dois anos depois, em 1955, é oficializado o primeiro Curso de Dietética. 3

5 ri cco SOCIEDADE DE ÜVOOADíJS 11. De acordo com a legislação nacional em vigor, o dietista é aquele que procede à aplicação de conhecimentos de nutrição e dietética na saúde em geral e na educação de grupos e indivíduos, quer em situação de bem-estar quer na doença, designadamente no domínio da promoção e tratamento e da gestão de recursos alimentares (cf: art 1, ai. e), do DL n /99, de 21 de Dezembro), 2 5.2, n Estando o seu conteúdo profissional definido nos moldes seguintes: O dietista actua essencialmente nas áreas de cálculo, planificação e elaboração de regimes alimentares de doentes internados e ambulatórios, segundo prescrição clínica, com a finalidade de assegurar a salubridade e a higienização alimentar, estendendo a sua acção aos domínios da aquisição, conservação e distribuição dos alimentos. Procede à inspecção dos alimentos para verificação das suas características organolépticas. Participa na elaboração de cadernos de encargos e em comissões de escolha de produtos alimentares e colabora em projectos de construção ou remodelação de serviços de alimentação, bem como na programação de equipamento para os mesmos. Procede a inquéritos alimentares e participa em trabalhos de investigação clínica e de saúde pública com vista ao estabelecimento dos regimes dietéticos. Compete-lhe também a administração e organização dos serviços de alimentação e dietéticos, o estudo, a elaboração e actualização dos formulários de dietética e o ensino e educação permanente do pessoal dos serviços de dietético e alimentação dos cursos de pós-graduação (cf: art Portaria n A/86, de 28 de Maio) , n. 2 1, da 13. Segundo a EFAD (European Federation of Associations of Dietitians) dietista é o profissional com qualificação em Nutrição e Dietética reconhecido por uma autoridade nacional que aplica a ciência da nutrição à alimentação e educação de grupos de pessoas e indivíduos, na saúde e na doença (cf: 4

6 A SOCIEDA ADVOGADOS 14. Conforme se referiu em jeito introdutório, os dietistas representam cerca de 70% dos profissionais da área da nutrição e dietética nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. 15. Como se expõe no Parecer de Pedro Lourtie, que acompanha a presente peça, como Doc. n. 2 1, Nos anos de 1985 e 1986 foram regulamentadas as carreiras dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica e a sua formaçõo. 16. O Decreto-Lei n2 384-B/85, 30 de setembro, cria as carreiras dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, diferenciando 16 profissionais dos 18 perfis atualmente regulamentados. Entre aqueles 16 contavam-se os Dietistas. 17. Em 1986 são regulamentadas pela Portaria n2 256-A/86, de 28 de maio, as carreiras previstas nesse decreto-lei, organizando-as em 6 ramos, um dos quais o Dietológico, no qual se incluía apenas os Dietistas. 18. No mesmo ano, pela Portaria n2 549/86, de 24 de setembro, são regulamentados os cursos de formação de técnicos de diagnóstico e terapêutica exigindo o 122 ano de escolaridade. Os cursos têm lugar nas Escolas Técnicas dos Serviços de Saúde, de Coimbra, Lisboa e Porto, criadas pelo Decreto-Lei n9 371/82, de 10 de setembro, e na Escola de Reabilitação do Alcoitão. 19. Em 1993/94, pelo Decreto-Lei n2 415/93, de 23 de dezembro, as Escolas Técnicas dos Serviços de Saúde são integradas no ensino superior politécnico, passando a designarse por Escolas Superiores de Tecnologias da Saúde que passam a conferir o grau de Bacharel. 5

7 propostas de cursos com um número de créditos superior de serem justificadas nos termos do artigo 82 do Decreto-Lei n2 74/2006, ou seja, numa exigência legal ou numa prática consolidada a nível europeu. 23. Ainda em 2006, perante a posição das instituições que lecionam os cursos de Tecnologias da Saúde, defendendo que os cursos de tecnologias de saúde deveriam ter lia iídim Srnpic,.SSC;Ci& socifcade ii OVOGOO5 20. Em 1998, na sequência da alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo, efetuada pela Lei n2 115/97, de 19 de setembro, é publicada a Portaria n 413-A/98, de 17 de julho, que aprova o Regulamento Geral dos Cursos Bietápicos de Licenciatura das Escola de Ensino Superior PoIitécnico A aplicação dos princípios previstos neste regulamento às Escolas Superiores de Tecnologias da Saúde, tendo em conta que estas escolas tinham dupla tutela, da Educação e da Saúde, é concretizada através da Portaria n2 3/2000, de 4 de janeiro. 21. Em 2004, o Ministério da Ciência e do Ensino Superior inicia um trabalho visando a Implementação do Processo de Bolonha a Nível Nacional por Área de Conhecimento. A área das Tecnologias da Saúde, coordenada pelo Dr. António Lopes, apresenta o seu relatório final em novembro de Em Abril 2005 é adotado, pelos ministros do Processo de Bolonha, o Quadro de Qualificações do Espaço Europeu de Ensino Superior (A Framework for Qualifications of the European Higher Education Area) e, na sequência, alterada a Lei de Bases do Sistema Educativo, concretizada pela Lei g 49/2005, de 30 de agosto. Em consequência, o sistema de graus passa a contar apenas três, os graus de licenciado, mestre e de doutor. E, em Março de 2006, é publicado o Decreto-Lei n2 74/2006, de 24 de março, que regula a adequação dos cursos superiores ao novo quadro de graus. Este decreto-lei estabelece genericamente que os cursos de licenciatura devem ter entre 180 e 240 ECTS, 3 a 4 anos a tempo inteiro, sendo que no ensino superior politécnico devem ter 180 ECTS, carecendo as

8 das profissões de Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica. 27. No relatório Adequação dos Cursos de Tecnologias da Saúde, tendo em conta que muitas das formações identificadas com a Dietético são em Dietético e Nutrição, foi considerado um cluster de Dietética e Nutrição. No relatório Técnicos Superiores de Saúde, o assunto é retomado na perspetiva do conteúdo das respetivas funções. 7 II Jin -: -: SOCIEDAC Af)VOGACS ECTS, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, recusa a aprovação dos cursos e solicita um parecer sobre o assunto ao Ministério da Saúde. É este ministério que encomenda um estudo sobre a adequação dos cursos de tecnologias da saúde, tendo por base a realidade europeia, e de alguns outros países de fora do espaço europeu. O Ministério da Saúde entendeu alargar o âmbito do trabalho de forma a abarcar outros aspetos, designadamente a criação de clusters, ou seja, a identificação de formações com sobreposição significativa que tornassem viável a articulação da formação e a reconversão entre profissões de um mesmo cluster. 24. O relatório, Adequação dos Cursos de Tecnologias da Saúde, concluído em junho de 2O07. e o parecer elaborado para o Ministério da Saúde, permitiram, em 2008, a adequação dos cursos com 240 ECTS, com duas exceções. 25. A justificação para os cursos serem de 240 ECTS prevê que a formação adquirida pelos diplomados corresponda a uma formação profissional completa, ou seja, que é suficiente para o acesso à profissão. Para o efeito, inclui nos 240 ECTS um período de estágio ou prática clínica. 26. O trabalho para o Ministério da Saúde incluiu ainda um relatório sobre os Técnicos Superiores de Saúde, concluído em agosto de Neste relatório é feita uma análise comparada dos conteúdos funcionais dos vários ramos dos Técnicos Superiores de Saúde e

9 Lei n2 29/81, de 24 de junho, que reestruturou as carreiras dos Técnicos Superiores de Saúde. Os requisitos habilitacionais para ingresso no ramo de Nutrição foram, desde o início, a Licenciatura em Nutrição, a que se juntou a Licenciatura em Dietética e Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, por força da Portaria n2 838/2010, de 1 de setembro. (cf. pp 3). 8 A 5mpaic. : SOCfEDAO D \DVCGADOS 28. A formação no domínio das Ciências da Nutrição inicia-se em Portugal com o curso de Bacharelato em Nutricionismo da Universidade do Porto que mais tarde deu origem, na mesma universidade, à Faculdade de Ciências da Nutrição e da Alimentação. Atualmente existem cursos de Ciências da Nutrição oferecidos por diversas instituições universitórias. 2 1, já junto a pp 1 a 3). (tudo conforme Doc. n. 29. A propósito da criação do Bacharelato em Nutricionismo, sublinha-se que quando os Técnicos de Dietética foram confrontados com a criação do referido curso, entregaram ao MEIC, em , e ao MAS SES, em , uma exposição em que alertavam para a sobreposição das funções dos nutricionistas em face dos dietistas. 30. Em , também as Técnicas de Dietética do Hospital de Santa Maria, elaboraram, subscreveram e entregaram à Administração do Hospital um documento em que alertaram para a sobreposição de funções exercidas pelos Dietistas na referida instituição hospitalar e as funções descritas como saídas profissionais possíveis dos nutricionistas formados pela Universidade do Porto. 31. Para esse efeito, inventariaram, já nessa data, as funções acometidas aos dietistas 2 2). do Hospital (cf. Doc. n. 32. Por seu turno, conforme se lê no parecer do Prof. Pedro Lourtie, o ramo de Nutrição foi criado em 1990, pela Portaria n2 503/90, de 4 de julho, com base no Decreto-

10 sobreponíveis, que o grupo de trabalho de Apoio à Revisão das Carreiras de Técnicos Superiores de Saúde e dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, criado pela Ministra da Saúde, por despacho n. 7422/2009, de 12 de Março propôs, designadamente, que os Dietistas passassem a designar-se por Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (vide: Parecer junto como doc. 1). 9 N - ia JS SOC[[Ar DE tdvç6ados 33. De acordo com a referida Portaria, o conteúdo funcional do ramo de nutrição compreende: a) A avaliação do estado de nutrição de uma dada comunidade, em especial nas áreas escolar e ocupacional; b) O estudo dos desequilíbrios alimentares geradores de doença na comunidade ou em grupos populacionais determinados e a promoção e correcção dos erros detectados; c) A participação em programas de educação para a saúde e, em geral, de saúde pública, no domínio da educação alimentar; d) O aconselhamento nutricional, individual ou colectivo; e) A intervenção no domínio da terapêutica dietética, quando solicitada; f) A colaboração em reuniões cientificas e em acções deformação e investigação relacionadas com a sua área de actividade Ou seja, basta atentar nas definições descritas nos pontos 11 e 12 supra por confronto com as aqui indicadas neste ponto 33, para perceber que o conteúdo funcional dos dietistas e dos nutricionistas é precisamente o mesmo. As aparentes diferenças de meramente formais. são designação e no modo de definir o conteúdo funcional 35. De resto, a prova da indeterminação da especificidade dos grupos profissionais em análise encontra-se no facto de, quer a Associação Portuguesa de Dietistas, quer a Associação Portuguesa dos Nutricionistas, serem ambas membros da European Federation ofassociations of Dietitians (EFAD). 36. E é precisamente por estarmos na presença de profissões totalmente

11 serviços de dietética e de nutrição em todos os estabelecimentos e instituições do SNS e que os órgãos gestores diligenciem por uma concreta execução da resolução REsAP (2003) 3, envolvendo dietistas e nutricionistas na partilha de responsabilidades na área dos cuidados nutricionais 41. Surpreendentemente, foi precisamente durante esse ano de 2009, e, portanto, nessa mesma altura, que a Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) promoveu a 10 L II Jrdhi Smpi airç SOCIEDADE DE AD.OADOS 37. Em reforço do que se vem dizendo, assinala-se que, no quadro de uma ação de inspeção que teve como objeto a Alimentação dos Doentes Internados nos Estabelecimentos Hospitalares do SNS, promovida no ano de 2009, a Inspeção-Geral de Atividades em Saúde (IGAS) elabora o Relatório IGAS n. 483/2009, onde conclui que, pese embora as diferentes designações, os serviços responsáveis pela área da alimentação detém em comum as mesmas atribuições, e que quadro de pessoal das unidades estudadas no 38. Se encontram ao serviço o dobro das dietistas, comparando com a carreira de nutricionista. (...) Todavia, resulta evidente do gráfico 2 que no Norte existem mais nutricionistas o que contraria a tendência no Sul onde encontramos um número de Dietistas que, nalgumas situações, ascende à totalidade dos profissionais destas área (tudo cf. pp 7 do Relatório junto como Doc. n. 3). 39. Daqui decorre, com meridiana clareza, que não há qualquer distinção entre as funções desempenhadas pelos dietistas e pelos nutricionistas relativamente aos doentes internados nos estabelecimentos hospitalares do SNS. 40. De resto, basta ler o referido Relatório para perceber que a IGAS trata os dietistas e os nutricionistas indiscriminadamente, sendo, pois, neste quadro, que no Capítulo 8, intitulado Propostas, propõe que se fomente a uniformização da designação dos

12 -;-- - ) 1\ / Jrdi 1 lhes Si!v SÜCIEDA[F DE DVOAÜOS,ss::i do constituição da Ordem Portuguesa dos Nutricionistas, para o que apresentou um Estudo desenvolvido pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (CIES/ISCTE), intitulado Nutrição, Dietética e Alimentação: um campo profissional em construção, que instrui o processo legislativo de criação da Ordem dos Nutricionistas, nos termos e para os efeitos da Lei n. 6/2008, de 13 de Fevereiro e um projeto de Estatutos da autoria do Prof. Vital Moreira (cf Docs 4 e 5) A Ordem que a APN pretendia ver implementada não integrava os dietistas (cf. projeto de Estatutos elaborado pelo prof. Vital Moreira, já junto como Doc. 2 n. 5). 43. Foi neste quadro, que o Grupo Parlamentar do P5 e o Grupo Parlamentar do CDS apresentaram os Projetos Leis 161/Xl e 172/Xl (cf. Docs. 6 e 7). 44. Como a discussão em plenário veio a demonstrar aquando da apresentação dos projetos-lei, nem os grupos parlamentares envolvidos nas propostas, nem os demais, estavam cientes das especificidades existentes no ramo da dietética e da designadamente, da sobreposição funcional entre dietistas e nutricionistas. nutrição, 45. Dito de outro modo, os grupos parlamentares atuaram com o nobre objetivo de promoção da saúde através da alimentação; fizeram-no, todavia, sustentados no equívoco de que seriam os nutricionistas os únicos profissionais com competências na área e desconhecendo que são os dietistas os profissionais que historicamente vêm assumindo estas funções nas instituições de saúde públicas. 46. Isto mesmo se vê na Nota Técnica aos Projetos Leis 161/X( e 172/Xl, de 22 de Março de 2010, publicada em DAR li Série-A, n. 52, onde em sede de enquadramento internacional se recorre à regulação da profissão de dietista no espaço comunitário, com 11

13 diploma através da alínea g) do artigo 7 2 Para além do exercício da profissão estar inserido no Sistema de Saúde, é permitida a prática privada da profissão, regulada nos artigos 40. a 46.2, e que obriga ao registo dos profissionais e à obrigatoriedade de uma cobertura de responsabilidade, seja através de seguro, aval ou outra garantia financeira que cubra as indemnizações que possam derivar de danos causados aos clientes pela prestação de assistência ou serviços. 12 4! vi (Cl Sll\ SOCIEDADE CE ADVOGADOS vista a analisar a necessidade de regulação da profissão de nutricionista em Portugal (cf: 2 52/Xl/1, , que aqui se junta como Doc. 8). DAR II Série-A, n. 47. Veja-se o que se lê no referido capítulo: Legislação de Países da União Europeia A legislação comparada é apresentada para os seguintes países da UE: Bélgica, Espanha, França e Reino Unido. Bélgica Foi publicado em 19 de Fevereiro de 1997 o Arrêté royal relatif au titre professionnel et aux conditions de qualification requises pour l exercice de la profession de diététicien et portant fixation de la liste des prestations techniques et de la liste des actes dont le diététicien peut être chargé par un médecin, que define a profissão e as habilitações necessárias para o acesso à mesma. É considerada uma profissão paramédica pelo serviço nacional de saúde, mas os primeiros acordos só entrarão em vigor em 1 de Outubro de 2010, sendo as profissões paramédicas reguladas pelo Conseil national des professions paramédicales, e pela Commission technique des professions paramédicales. Espanha 2 44/2003, de 21 de é regulada pela Lei n. nutricionista A profissão de dietista Novembro, de ordenacián de ias profesiones sanitarias, sendo enquadrados neste

14 pela Junta Directiva da Associação de Dietistas-Nutricionistas de Castilla - La Mancha. 2 O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas do País Basco foi criado pela Lei n. 14/2008, de 12 de Dezembro, que prevê a obrigatoriedade de registo no artigo 3 9, e a elaboração dos estatutos por uma comissão gestora na disposição adicional primeira. 13 II Jrclin :tccd SOCiEDADE DE ADVOOADDS que Nutricionistas, Em 1987 é constituída a Asociación EspaPiola de Dietistas consegue o reconhecimento da profissão e da necessidade da sua regulação. Entre os seus objectivos, encontram-se a representação exclusiva da profissão; o fomento e tutela da criação dos Colégios Oficiais; o exercício da profissão conforme ao código deontológico; o exercício disciplinar a nível profissional e associativo, O 9 433/1998, de reconhecimento do curso ocorre em 1998 através do Real Decreto n. 20 de Março, por ei que se Estabiece ei Titulo Universitario Oficial de Diplomado en Nutricion Humana y Dietetica y las Directrices Generales Propías de los Planes de Estudios Conducentes a la Obtencion de Aquel. O exercício da profissão é regulado a nível autonómico através dos Colégios Oficiais de Dietistas-Nutricionistas. Os colégios oficiais são o equivalente às ordens 9 2/1974, de 13 de Fevereiro, profissionais portuguesas, sendo regulados pela Lei n. sobre Colegios Profesionales. O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas de Navarra foi criado pela Lei Foral n. 2 6/2004, de 9 de Junho, sendo, de acordo com artigo 4 9, obrigatório pertencer ao 2 3 do artigo 5 2, os mesmo para poder exercer a profissão. De acordo com o n. estatutos serão definidos e aprovados pela assembleia constituinte do Colégio. O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas de Castilia-La Mancha foi criado através 2 4/2008, de 12 de Junho. A obrigatoriedade de integrar o Colégio para da Lei n. 2 2 do artigo 5.2. Segundo a disposição exercer a profissão encontra-se prevista no n. transitória única, os estatutos seriam elaborados pela comissão gestora designada

15 acesso e do exercício desta profissão, explanadas nos artigos L a 934, D (reconhecimento de diplomas), R a 436 (livre estabelecimento) e R (livre prestação de serviços). A profissão de dietista na função pública representa cerca de 92% do total de profissionais, deixando cerca de 8% no exercício liberal da sua profissão. Estes profissionais encontra m-se representados em várias associações, nomeada mente a Association Française des Diététiciens-Nutritionnistes (AFDN), criada em 1954, 14 A ç, SOCIEDADE DE D.ÜCADO5 O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas da Comunidade Valenciana foi criado 2 5/2009, de 30 de Junho. O artigo 32 estabelece a obrigatoriedade de pela Lei n. inscrição para o exercício da profissão, remetendo também a elaboração dos estatutos para uma comissão gestora através da disposição adicional primeira. 9 5/2007, O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas de Aragão foi criado pela Lei n. de 17 de Dezembro, prevendo a obrigatoriedade de inscrição no artigo 4 2, e a elaboração dos estatutos através da comissão gestora na disposição adicional segunda. Este é um dos poucos colégios que tem disponíveis online os seus estatutos. O Colégio Oficial de Dietistas-Nutricionistas das llhas Baleares foi criado pela Lei n. 4/2007, de 28 de Março. A obrigatoriedade de integrar o Colégio para exercer a profissão encontra-se prevista no artigo 42 Segundo a disposição transitória primeira os estatutos seriam elaborados pela comissão gestora designada pela Junta Directiva da Associação de Dietistas-Nutricionistas das llhas Baleares. França Em França os profissionais de nutrição são designados por dietistas, que será provavelmente a profissão equivalente à definida em Portugal por nutricionista, uma vez que a designação nutricionista em França pode ser aplicada a um médico nutricionista, engenheiro nutricionista, e outros , de 30 de Janeiro, foi alterado o Foi só em 2007 que, através da Lei n. Código da Saúde Pública, passando a conter a definição e regulamentação do

16 . relação entre os profissionais e os seus empregadores através do sindicato da BDA. Para além dos dietistas do sistema de saúde NHS, também existem dietistas liberais, que podem inscrever-se na Dietitians Unlimited, uma base de dados com os dietistas que trabalham por conta própria. A Nutrition Society, criada em 1941, tem por objectivo desenvolver o estudo científico da nutrição. O registo nesta sociedade é voluntário (UKVRN), embora os seus membros estejam obrigados a um Código Deontológico e exista uma lista de 15 ) A L Jidrri 5ernpic M Inas e Assci T7 então com o nome Association des Diététiciens de Langue Française. Esta associação tem um estatuto aprovado em 2008, e para além de adoptar o Code international d éthique et de bonnes pratiques pour les diététiciens, tem o seu próprio guia de boas práticas. Outra associação é a Association dês Diététiciens Libéraux (ADL). Podemos ainda referir que as associações44 so reguladas através da Loi du ler juillet 1901 relative au contrat d association. Reino Unido Também neste país a profisso de nutricionista tem várias aplicações. A aplicação clínica é denominada de dietista, sendo necessário estar-se registado no Health Professions Council(HPC) para se ser um Registered Dietitian (RD). O código deontológico é comum a todas as profissões de saúde do HPC. Ao profissional registado é concedido um certificado incluindo o nome do profissional e um número de registo, mas, para poder registar-se, o dietista tem que possuir um curso reconhecido pelo HPC, sendo que actualmente existem 6700 dietistas registados no HPC. É ao HPC enquanto regulador que compete proteger o público, tendo poderes disciplinares. Os estatutos do HPC so denominados de Code of corporate governance. O HPC tem sempre uma parceria bianual com pelo menos uma associação profissional, neste caso a British Dietetic Association (BDA), criada em 1936, sendo o seu trabalho complementar. Tem por objectivos desenvolver a ciência e prática da profissão; promover a formação profissional e educação dos associados; regular a

17 (APO) desenvolveu os seus melhores esforços para informar todos os grupos Parlamentares da necessidade de a categoria profissional dos dietistas também integrar aquela Ordem Profissional (cf. Doc. n. 9). 50. Isto porque, como já se disse, em face da legislação nacional, comunitária e internacional, o conteúdo funcional dos ditos dois grupos profissionais é totalmente coincidente. 16 vi J iii 1 5 t)-ljifv_i Id ii - SÚCIEDADf [E AíVÜÂOS habilitações reconhecidas, em dois níveis: undergraduated e postgraduated. Estão especialmente ligados ao nutricionismo em saúde pública, e ligados intimamente a projectos de apoio social. No campo industrial, a associação Nutritionists in lndustry agrega profissionais ligados à indústria alimentar, podendo registarem-se quer os nutricionistas (UKVRN) quer os dietistas (RD) Para além de revelar o modo indiscriminado com que, nessa fase, o Parlamento olhou para as designações dietista e nutricionista, esta nota de direito comparado tem a grande virtualidade de permitir perceber que nos 4 países analisados os dietistas são os profissionais de referência na área da saúde alimentar; veja-se que: A) Na França e na Bélgica apenas há dietistas, não há nutricionistas; B) Em Espanha há a profissão dietista-nutricionista ; C) No Reino Unido apenas os dietistas estão autorizados a promover a aplicação clínica, e apenas estes estão registados no Regulador Health Professions Council. 49. Todavia, uma vez que a aprovação de uma Ordem Profissional e respetivos Estatutos condiciona o exercício dos atos profissionais previstos como específicos dessa profissão aos inscritos nessa Ordem, assim que tomou conhecimento de que a APN havia impulsionado o processo de criação da Ordem, a Associação Portuguesa de Dietistas

18 ia *. t/l 5rrpic 1 MGIhães Si e Ass:cí:c]Os 51. Para além do acima exposto, é importante ter-se presente que, na International Standard Classification of Occupations (ISCO), da Organização Internacional do Trabalho (OlT), os conceitos de Dietitians e de Nutritionists são apresentados com o mesmo número classificativo (3223), e com o mesmo conteúdo profissional. 52. O conteúdo profissional definido pela OlT foi transposto para o descritivo da função de dietista constante da Classificação Nacional de Profissões, do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). 53. No espaço europeu não existe nenhuma Federação Europeia de Nutricionistas ou Internacional de Nutricionistas. 54. Na data de criação da Ordem, os nutricionistas nem sequer constavam da Classificação Nacional de Profissões, desenvolvendo a sua atividade no quadro da classificação profissional de Dietistas ; e 55. Atualmente, dietistas e nutricionistas estão classificados sob o mesmo código (2265). 56. Por outro lado, e como consta do próprio site do IEFP (www.iefp.pt), a profissão de dietista tal como a de médico, arquiteto, entre outras está regulada na Diretiva Comunitária 2005/36/CE, de 7 de Setembro de 2005, relativa ao reconhecimento das qualificações profissionais, que visa permitir o livre exercício de profissões e atividades pelos cidadãos comunitários num Estado-Membro diferente daquele em que adquiriram as respetivas qualificações profissionais. 57. O plano de estudos da Licenciatura em Dietética e Nutrição está aprovado e reconhecido pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, conforme Despacho 17

19 conferia grau académico. Nos anos 80 estes eram Técnicos Auxiliares dos Serviços Complementares de Diagnóstico e Terapêutica. O conhecimento e a técnica evoluíram, as formações passaram a ser superiores, inicialmente de bacharelato, depois de licenciatura, mas as carreiras públicas não acompanharam essa evolução. As formações em Ciências da Nutrição, embora inicialmente em Nutricionismo e de bacharelato, sendo desde o início formações superiores e há muitos anos de licenciatura, tiveram a sua inserção nas carreiras públicas como Técnicos Superiores. 18 A Jrirn. SOCIEDADE DE ADVOG EOS 2 9. Série II de , no âmbito do processo de Bolonha, com n. 1955/2009. D.R. n. 240 ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System), que correspondem a oito semestres, num total de 60 ECTS por cada ano académico. e Nutrição e Ciências Dietética 58. De referir que a duração das duas licenciaturas - exatamente a mesma; e que o plano de estudos, após a adaptação ao é da Nutrição - processo de Bolonha, é em tudo coincidente. 59. A European Federation of the Association of Dietitians (EFAD) estudou os quesitos em termos de formação, conhecimentos, capacidades e competências a adquirir para que os licenciados possam ser reconhecidos internacionalmente como dietistas. 60. No espaço europeu, os profissionais que desenvolvem a atividade na área da Dietética têm códigos de ética e a sua profissão está regulamentada no BenchmarkStatementDietetics (http://www.apdietistas.pt/i mages/stories/be nchma rkdie tetica.pdf), como é referido no Relatório Final sobre a Implementação do Processo de Bolonha a Nível Nacional, elaborado pelo Prof. António Lopes, em Novembro de Conforme declara o Prof. Pedro Lourtie, em jeito conclusivo: A formação de Dietistas era, antes de 1993, uma formação profissional que não

20 A Jaraim 5rr,aiJ (dçihes a 5ika e Asaciaoa SOCIEOADf Df ADVOGADOS A cresce que os primeiros são formados no subsistema politécnico e os segundos no subsistema universitário. O que, por muito que não se queira, continua a ter uma marca social e de prestígio evidente, apesar do valor jurídico dos graus não depender do subsistem em que é obtido. Mas estes factos não resistem a uma análise da formação factual dos atuais planos de estudos e dos objetivos dos cursos, declarados pelas instituições de ensino superior. A convergência das formações, tanto o que se refere à base conceptual, como à ênfase nas aplicações, é hoje um facto. Apesar de eventuais diferenças no nome das unidades curriculares, em todos os cursos, sejam de Dietética, de Dietética e Nutrição ou de Ciências da Nutrição, existe uma grande sobreposição das matérias tratadas. Tal como existem diferenças entre cursos com a mesma designação. A diferença mais visível entre os cursos lecionados nas escolas politécnicas e os das escolas universitárias reside na extensão dos estágios curriculares, sendo maior o número de créditos dos primeiros. Para além da maior extensão, esses estágios curriculares, cujos cursos foram concebidos para o acesso direto dos seus diplomados à carreira de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica como Dietista, foram organizados com objetivos profissionalizantes e obedecem a regras mais estritas do que os dos cursos de Ciências da Nutrição. Em resumo, as diferenças dos conteúdos e objetivos de aprendizagem das licenciaturas em Ciências da Nutrição e em Dietética ou Dietética e Nutrição estão ao nível das que se encontram entre cursos com a mesma denominação em escolas distintas. O que atualmente se identifica como sendo as funções dos dois grupos profissionais tem grande sobreposição, havendo uma diferença de ênfase, sobretudo devido ao facto do acesso à carreira de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica como Dietista ter sido um objetivo na conceção dos atuais cursos de Dietética e de Dietética e Nutrição, com implicações na organização dos estágios curricuiares (Cf. pp 12 do Doc. 2 n. 1). 19

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