Estudo sobre gestão da inovação, realizado no âmbito do projecto gestinn, em PME s das regiões SUDOE

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1 Estudo sobre gestão da inovação em PME das regiões SUDOE 01 Plataforma Tecnológica 03 Planos do innovaçao 04 AVAMIP: Interface para TT 05 Eventos Realizados Eco inovação Artigo de Opinião Estudo Reunião de Coordenação 15 Estudo sobre gestão da inovação, realizado no âmbito do projecto gestinn, em PME s das regiões SUDOE Dentro do marco do Projecto GESTINN. O estudo das 500 PME s das regiões SUDOE permitiu, por um lado, conhecer a situação da inovação e a gestão da inovação nas empresas e, por outro, tornou possível a execução das acções atribuídas a cada instituição participante, em conformidade com os objectivos estabelecidos no Projecto GESTINN. CARACTERÍSTICAS DA MOSTRA No âmbito deste estudo, foram visitadas 500 PME s de Espanha, França e Portugal, que, nos últimos 3 anos, tivessem realizado algum tipo de inovação, ao nível do produto, processo, organização ou comercialização. O objectivo era perceber como as empresas desenvolvem as suas actividades de gestão da inovação e qual o interesse demonstrado na melhoria das mesmas. As empresas visitadas estavam localizadas em todo o espaço SUDOE, apesar de uma grande percentagem das mesmas serem espanholas (79,6%), dada a maior presença de parceiros espanhóis no Projecto GESTINN. A dimensão das empresas visitadas oscilava entre 10 e 300 empregados, predominando (63,2%) as de menor dimensão (entre 10 a 24 empregados). No que se refere aos sectores de actividade económica, foram contactadas Tamanho das empresas por número de trabalhadoress % ,2 17 (Total= 500 empresas) 5 7, a 24 empregados 50 a 99 empregados ns/nr 25 a 49 empregados 100 a 300 empregados Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboração por ESACT. Empresas por sector de actividade MAQ-TRANS ELECT-HAD-SOFT CONS-MAT-OUTRO QUI-FAR-BIO 3,0% 31,6% 6,8% 5,6% (Total= 500 empresas) AGR-ALI 6,4% SERVIÇOS 46,6% Empresas por país (Total= 500 empresas) Portugal 10,4% França Espanha 79,6% Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboraçãoción por ESACT. 10,0% Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboracção por ESACT. quer empresas do sector dos serviços quer empresas de diferentes sectores industriais. Dentro dos sectores industriais, as PME s inquiridas desenvolviam as suas actividades na área da Construção (31,6%); Electrónica, Hardware e Software (3,0%); Maquinaria e Material de Transporte (6,8%); Química, Produtos Farmacêuticos e Biotecnologia (5,6%); e Agroalimentação (6,4%).

2 ACTIVIDADES EM INOVAÇÃO Entre as perguntas realizadas, destacam-se as seguintes: - Realizaram alguma actividade de inovação nos últimos 3 anos (inovação actual)? - Irão realizá-la nos próximos 3 anos (inovações de futuro)? As inovações actuais podem ser feitas a nível de produtos, processos, organização e comercialização, ao passo que as inovações de futuro serão determinadas pela realização de investimentos, a solução de problemas importantes ou a implementação de alguma ideia promissora. A inovação actual mais comum foi ao nível dos produtos, apresentando de igual forma uma maior relevância para as inovações previstas no futuro. INNOVAÇÃO (Pontuação média entre 0 e 10) na inovação e na disposição para se munir dos meios e da tecnologia necessários. Por outro lado, as pontuações mais baixas correspondem a variáveis relativas à gestão planificada da inovação, tais como a dotação de recursos humanos e financeiros e a abertura a colaborações, ao nível da inovação, com outras instituições (universidades ou organismos de investigação). Relativamente aos dois grupos de variáveis adicionais ELEMENTOS DE GESTÃO DE INOVAÇÃO: actual e futuro Estratégia Líderes Planificação RRHH RRFF JHierarquía Comunicação Sugestões Criatividade Direcção Pessoas Formação Tecnologia Falhas Colaboração Confiança (Puntuación media entre 0 y 10) 3, Média Aritmética Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboração por ESACT. 3,9 4 3,8 4,3 4,1 4,1 4,3 4,7 4,8 5,1 5,5 5,6 6 5,9 6,2 Actual Futuro Produto 5,9 Actual Futuro Processo 4,5 ELEMENTOS DE GESTÃO DA INOVAÇÃO: valorização e vigilância (Puntuación media entre 0 y 10) Organização Comercialização 4,5 4,4 Responsáveis valoriz Indicadores valoriza 5,1 5,2 Valorização Vigilância Investimento Problema 3,8 3,6 Intangíveis valoriza 3,8 Ideia feliz 4 Responsáveis vigilan 4, Média Aritmética Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboração por ESACT. Objectivos vigilância 3,1 Indicadores vigilanc 4,3 ACTIVIDADES EM GESTÃO DA INOVAÇÃO A Gestão da Inovação foi avaliada de acordo com o seguinte: - actividades actuais em gestão da inovação; - preparação da empresa em gestão da inovação para o futuro; - valorização da inovação; - vigilância em inovação. Relativamente aos dois primeiros blocos analisados, observou-se que as empresas terão, no futuro e, comparando com a situação actual, uma maior preocupação no planeamento da gestão da inovação. É também importante destacar, que a mais elevada pontuação obtida relaciona-se com a variável recursos humanos, nomeadamente: compromisso dos líderes da empresa, visão da direcção, aptidões das pessoas, bem como a confiança no futuro da empresa, com base Média Aritmética Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboração por ESACT. sobre inovação, valorização e vigilância, observa-se uma actuação mais atenta no que se refere à valorização, apesar de isto não ocorrer tanto em termos da capitalização dos seus resultados. Quanto à vigilância, fica um pouco relegada para a elaboração e a análise da informação (objectivos vigilância). PROCURA DE GESTÃO DA INOVAÇÃO Em última instancia, o inquérito analisou o interesse das empresas em aspectos relacionados com a gestão da inovação. Entre as variáveis contempladas neste âmbito, destacou-se o interesse em: conhecer mais e melhor as actividades de gestão da inovação, receber formação especializada em gestão da inovação, implementação da planificação da inovação, divulgação de boas praticas em gestão da inovação, normalização e certificação da inovação. 2

3 INTERESSE EM GESTÃO DA INOVAÇÃO (Pontuação média entre 0 e 10) ALTA PROCURA DE GESTIÓN DA INOVAÇÃO (Pontuação igual ou maior que 7, entre 0 e 10) Conhecimento 4,3 35,2% 29,4% Formação 4 64,8% 70,6% Planificação 3,4 Formação Planificação 32,6% 34,0% Boas Práticas 3,6 67,4% 66,0% Normalização 3,8 Boas Práticas Normalização Média Aritmética Fonte: Fundación Universidade da Coruña. Elaboração por ESACT. ELEVADA PROCURA BAIXA PROCURA Fuente: Fundación Universidade da Coruña. Elaboración por ESACT. Os dados relativos à inovação e à gestão da inovação das empresas correlacionam-se. Em geral, o interesse, não muito alto, em gestão da inovação é semelhante às suas actuações neste âmbito. Este estudo permitiu detectar uma procura de conteúdos essenciais para o trabalho das instituições do projecto GESTINN: formação, planificação, boas práticas e normalização. Plataforma Tecnológica A plataforma tecnológica do projecto já se encontra operacional! Através deste sistema de informação (plataforma tecnológica), pretende-se disponibilizar um conjunto de elementos que permitam melhorar os níveis de inovação nas empresas, bem como a cultura tecnológica das populações. A plataforma tecnológica servirá de ferramenta de trabalho a todos os parceiros, os quais serão responsáveis pela introdução da informação necessária, bem como pela consulta e difusão da mesma junto dos agentes económicos envolvidos no projecto e do público em geral. A plataforma tecnológica tentará assim abranger os seguintes campos: 1. Estabelecimento e controlo do desenvolvimento do projecto GESTINN, tendo por base numa ferramenta comum que facilite a implementação das tarefas, bem como os meios a utilizar e o sistema de informaçãocomunicação entre parceiros, que permita controlar o seu avanço e solucionar eventuais conflitos. 2. Desenvolvimento de acções centradas na gestão da inovação, envolvendo as empresas e organismos de investigação. 3. Um website que sirva de elemento de comunicação com o público em geral. Comunicação social das acções, indicação dos objectivos a alcançar e dos resultados do projecto, tanto nas regiões SUDOE participantes como nas demais regiões SUDOE. 4. Difusão e transferência efectiva das boas práticas conseguidas, por intermédio de acções de contacto (jornadas, seminários, formação) de carácter transregional, entre parceiros do projecto, empresas, responsáveis políticos e agentes sociais chave. Promover a gestão da inovação das empresas através da elaboração de: - Diagnósticos sobre gestão da inovação; - Guias de boas práticas em gestão da inovação; - Implementação de planos de inovação. Facilitar aos organismos de investigação: - A apresentação de propostas de projectos em programas europeus; - A difusão dos seus resultados de investigação; - A integração no meio empresarial. 3

4 LABEIN TECNALIA_Planos de Inovação O desafio das PMES passa pela Inovação. O Projecto GESTINN tem como objectivo impulsionar a inovação nas pequenas e médias empresas das regiões SUDOE (sudoeste europeu), oferecendo-lhes instrumentos que lhes permitam avançar na realização sistemática e organizada das suas actividades de inovação. Uma dessas ferramentas é o desenvolvimento de acções centradas na gestão da inovação, que possibilite a essas empresas a sua melhoria em inovação: diagnóstico sobre gestão da inovação, guias de boas práticas em gestão da inovação, implementação de planos de inovação e aspectos diversos da gestão da inovação. Inovação no mercado, projectos que transformem de forma significativa a presença da empresa no mercado incidindo: no desenvolvimento de novas estratégias e acções de personalização ao cliente por um lado, e por outro desenvolvimento de novos canais ou alterações substanciais aos canais tradicionais, que mudem significativamente a forma de conhecer, chegar a e interagir com os clientes actuais e aceder a outros novos. Inovação na organização, projectos que impliquem transformações organizativas a través da: Após nove meses de projecto, foram realizadas 27 visitas a empresas onde foram desenvolvidos diagnósticos de Inovação, com os seus respectivos planos de Inovação. Com estas visitas pretende-se AJUDAR (acompanhar) as empresas a elaborar o seu Plano de Inovação. O objectivo é ajudar as Empresas a desenvolver projectos de alto valor acrescentado. O Plano de Inovação consiste na definição de um conjunto de projectos definidos e seleccionados pela própria empresa durante o processo de aplicação da metodologia de diagnóstico da inovação. Os projectos que se promovem podem ser de vários tipos: Reconsideração da estratégia da empresa, ou seja, procura de mudanças no seu posicionamento através da transformação da proposta de valor ou de uma mudança substancial no modelo de negócio. Entendendo-se por proposta de valor, o estabelecimento da vantagem competitiva no binómio produto-mercado ao qual a empresa se dirige, e por modelo de negócio a forma em que a empresa cria, oferece e entrega valor a todos os seus grupos de interesse. - Implementação de novas formas organizativas que favoreçam a geração de valor e a inovação da empresa. - Concepção e implementação de redes de colaboração para a criação de valor: redes de inovação, redes de abastecimento ou plataformas de compras, redes de produção e distribuição; e redes comerciais e de marketing. Organização para a Inovação, projectos que promovam o desenvolvimento de um Sistema Integral de Gestão da Inovação, contemplando, de forma sistémica, as actividades de vigilância, geração de ideias, focalização, formação, desenvolvimento e implementação de projectos de inovação, e medição dos seus resultados. O Processo de Inovação pode contar com Sistemas adhoc para a Gestão da Inovação que permitam à empresa administrar e integrar as actividades e os resultados das diferentes fases do processo. Este sistema deverá ter em consideração, de forma integral, os seguintes elementos: - Organização. - Processos. - Pessoas. - Sistemas de informação. - Ferramentas e técnicas de suporte. 4

5 AVAMIP: Interface para a TT Metodología de promoção. Entre as contribuições de AVAMIP ao projecto Gestinn, uma das mais relevantes é a valoração dos resultados de investigação através de uma metodología de promoção de marketing Eventos Realizados Organizados por diversos associados. CEDES_Soluçoes espaciais à medida das necessidades industriais portuguesas No passado dia 8 de Maio, foi promovido pela CEDES um workshop dedicado ao tema Soluções Espaciais à medida das Necessidades Industriais Portuguesas. Esta iniciativa tinha por objectivo promover actividades de transferência de tecnologia, procurar aumentar o nível de conhecimento dos participantes sobre a importância dos processos de transferência de tecnologia, oportunidades e redes existentes, como por exemplo a da Agência Espacial Europeia. às empresas e outras organizações presentes, as metodologias e oportunidades de financiamento existentes de apoio à I+D+ i quer a nível nacional quer europeu. Pretendeu-se desta forma dar resposta às necessidades das empresas portuguesas, e em particular das PMEs, como financiar o desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços, ou mesmo mudanças organizacionais, que mecanismos existem, como aceder, entre outros. Ou seja pretende-se apoiar o tecido empresarial na dinamização do seu ciclo de inovação. No evento estiveram presentes empresas, representantes de Universidades entre outros, interessados em conhecer as novas tecnologias e as oportunidades existentes no mercado. CEDES_Inovação nas pequenas e médias empresas-cómo encontrar novas oportunidades. No passado dia 28 de Fevereiro, foi promovido pela CEDES um workshop dedicado ao tema Inovação nas Pequenas e Médias Empresas. Como encontrar novas oportunidades? no âmbito do Innovation MarketPlace, organizado pela Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial e pelo IAPMEI, Instituto de Apoio às Pequenas e Médias, em Lisboa, Portugal. No âmbito deste workshop foram dados a conhecer 5

6 ÎLLES BALEARS_ Jornada: Redes de Transferência de Inovação PROGRAMA 5 de Setembro de Palma de Maiorca/ Baleares/ Espanha Objectivos: Intercâmbio de modelos de trabalho e de experiências, de forma a melhorar a transferência em inovação, dando a conhecer, em simultâneo, os projectos das instituições que trabalham neste domínio. Público a que se dirige: Instituições e entidades que trabalhem em gestão da inovação. 09h30 Sessão de abertura: Maria Durar i Febrer, Directora Geral da Responsabilidade Social Corporativa da Conselleria de Treball i Formació del Govern de les Illes Balears. 10h00 O Projecto GESTINN: Mª Dolores Ordóñez Martínez, responsável pelo projecto na Conselleria de Treball i Formació del Govern de les Illes Balears. 10h30 RESET: Espaço para o empreendedor e apoio à empresa tecnológica: o caso da empreendedorismo social: Fernando Barrera e Isabel Ferretjans da Fundación Universidad Empresa de las Islas Baleares. 11h00 Pausa para café 11h30 Redes e Plataformas Nacionais e Europeias: Miguel Ángel Chacón da Fundación IBIT. 12h00 XAT-EEN (Rede Regional e Europeia): Rafael Soler, coordenador da rede de antenas tecnológicas das lhas Baleares, Conselleria de Economía, Hacienda e Innovación del Govern de les Illes Balears. 12h30 Rede TURISTEC (Cluster TIC): Miguel Piñol, gerente do Agrupamento de Empresas Inovadoras, cluster de software turístico das Baleares. 13h00 BIOIB (Cluster Biotecnologia): Juan Perelló, Presidente da BIOIB. 13h30 Encerramento 6

7 AVAMIP_ Jornada: Motores de busca, ferramentas software: uma via original para valorizar a sua experiência e as suas capacidades! PROGRAMA 2 Outubro h30/12h30 ENSEEIHT Toulouse 08h30 Recepção dos participantes. 09h00 Os motores de busca omnipresentes no mundo da empresa, na investigação e na vida quotidiana...,...altran 09h10 Os conceitos chave associados às ferramentas de software e exemplos de aplicação - Gilles Bézard, Responsável pelo Departamento de Informática ICAM Toulouse 09h40 Os processos de especificação, desenvolvimento e integração de software e sistemas informáticos - Claude Quelennec, Director Associado Business & Information Strategy Cap Gemini Pausa Café 10h30 Mesa redonda: Testemunhos de motores de busca? e empresários que tenham tido êxito no desenvolvimento da actividade económica em torno da valorização de software - Lionel Arnaud, Conferencista ENI Tarbes - Bernard Lecussan, Dirigente HPC-SA - Vincent Lemonde, Director Noomeo - Fabrice De Comarmond, Dirigente With You - Marc Rougier, Dirigente Goojet 11h30 As principais estratégias de valorização das ferramentas de software - Luc Grateau, Chefe do Serviço do Património Intelectual e sua Valorização INRIA 12h00 A protecção dos softwares e o estado de direito - Caroline Guillot-Minguant, Jurista INPI 12h20 Conclusões Christophe Lecante, Presidente do Conselho de Administração da Tecknowmetrix Almoço buffet UBI_Alterações à legislação em Propriedade Industrial A partir do dia 1 de Outubro, o Código da Propriedade Industrial Português sofreu várias alterações.foi neste sentido que o Gabinete de Apoio a Projectos e Investigação da UBI (Universidade da Beira Interior) promoveu uma sessão esclarecimentos, no dia 30 de Setembro, direccionado a empresários, quadros de empresas, advogados, investigadores e alunos. A Universidade da Beira Interior conseguiu, nos últimos dois anos, passar de apenas duas patentes, para oito. Este aumento de registo de produções científicas deveu-se sobretudo, a uma aposta na valorização científica e na melhoria dos serviços prestados na área da propriedade industrial. Também o número de registos de marcas e logótipos, solicitados pelo mercado empresarial, disparou de forma significativa. No caso da UBI, o crescimento tem sido notório. 7

8 De entre as oito patentes registadas, existem já duas que estão prestes a serem lançadas no mercado. Um aparelho de medição da dor, na área da Biomedicina, desenvolvido inteiramente na Covilhã vai estar em breve, em teste piloto em hospitais e clínicas, por intermédio de uma empresa que quer investir neste sector. Para além desta, existe também uma outra patente, na área da energia eólica que estará, em breve, a ser colocada no terreno por uma empresa do sector energético. A sessão de divulgação, apoiada pelo projecto GESTINN, co-financiado pelo programa INTERREG SUDOE, o qual tem como um dos seus objectivos o estimulo da propriedade industrial, como parte integrante da gestão da inovação, alertou para as mudanças que a partir de dia 1 de Outubro, entram em vigor, procurando aproximar a realidade da propriedade industrial portuguesa da europeia. O conjunto de medidas aprovadas em Julho visam reduzir os prazos para a prática de actos pelas entidades públicas competentes; eliminar formalidades, com a introdução de simplificações nos procedimentos; promover o acesso e a compreensão do sistema de propriedade industrial pelos utilizadores; incentivar à inovação e promover o investimento estrangeiro através do acesso directo ao sistema de propriedade industrial português pelos próprios interessados domiciliados ou residentes no estrangeiro. Este seminário contou com a presença de vários técnicos, quer do Gabinete de Apoio à Promoção da Propriedade Industrial, sedeado na instituição covilhanense, quer do Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Uma iniciativa que teve lugar no Pólo das Engenharias, a partir das horas. A sessão dividiu-se em 3 intervenções, nomeadamente uma exposição do reitor da UBI sobre a gestão da inovação, a cooperação entre a universidade e as empresas e a propriedade industrial, seguindo-se uma apresentação sobre as novas regras e sobre as mudanças que vão acontecer nos processos de registo da propriedade industrial, a que se seguiu a intervenção de dois examinadores de patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, focando essencialmente as alterações introduzidas na área das patentes. A sessão culminou com um fórum de debate com perguntas e respostas. LABEIN_Jornada: Reinventa a tua empresa PROGRAMA 25 de Setembro de Labein-TECNALIA Parque Tecnológico de Bizkaia, Edif h30 Boas-vindas e apresentação 10h15 Porque é que a Team Academy é uma organização que aprende? A experiência da Finlândia 10h45 Busca de parceiros. Associa-te! 11h00 A Tecnalia lança: a Team Academy Euskadi 11h20 Pausa para café 11h40 - Para onde se dirige a Team Academy? A rede Internacional 12h00 A criação de empresas inovadoras: (re)inventa a tua empresa 12h20 Histórias da primeira equipa empresa: Manahmana 13h00 - Encerramento 8

9 APESA_ Jornada: O QUE INVESTIGAR PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO REACH? PROGRAMA 24 DE SETEMBRO 2008 CNRS 3 rue Michel-Ange Paris cedex Este evento insere-se numa acção coordenada a nível nacional, com o intuito de reflectir sobre as necessidades de investigação no acompanhamento da aplicação do regulamento REACH. Ao longo deste evento, para cada um dos Grupos de Trabalho, as reflexões realizadas desde o início de 2008 serão apresentadas de forma sintética. Os membros destes Grupos de Trabalho apresentarão pontos científicos concretos e haverá um debate que permitirá conhecer a opinião dos participantes. Este evento insere-se numa acção coordenada a nível nacional, com o intuito de reflectir sobre as necessidades de investigação no acompanhamento da aplicação do regulamento REACH. A oficina de Reflexão Prospectiva PRO REACH, financiada pela Agência Nacional da Investigação e o grupo Químico orientado pelo CNRS, de acordo com o requerimento do MEEDDAT e do MineFi, trabalham conjuntamente desde o início de 2008, no sentido de determinar as prioridades na investigação em toxicologia, eco-toxicologia, química analítica e química, relativamente à validação dos métodos e à aceitabilidade social. 09h00 Abertura por Eric Vindimian (MEDDATT), com a participação de Michel Ribes ( ANR), Bernard Delay e Gilberte Chambaud (CNRS) 09h15 - Apresentação do contexto da jornada: l ARP PRO- REACH e peritagem do grupo Químico: Benoît de Guillebon, APESA 09h20-10h30 Que necessidades de investigação em toxicologia? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Emmanuel Lemazurier, INERIS - A modelização, por James Devillers, CTIS (a confirmar) - Os bio-marcadores in vitro por, Roger Rahmani, INRA 10h45-11h45 Que necessidades de investigação em eco-toxicologia? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Marc Babut, CEMAGREF e Eric Thybaud, INERIS 11h45-12h30 Que necessidades de investigação em físico-química analítica? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Philippe Garrigues, CNRS- Université de Bordeaux 1 - A especiação por Olivier Donard, CNRS Université de Pau 12h30-14h00 Almoço 14h00-15h15 Que necessidades de investigação em química? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Bernard Sillion, CNRS - Predição das propriedades, por Carlo Adamo, ENS Chimie Paris - Química verde/ Biotecnologias, por Marc Lemaire, Université de Lyon 1 - Eco-concepção, por Sylvain Caillol, ENS Chimie Montpellier 15h30-16h15 Que necessidades para a validação dos métodos? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Emmanuel Lemazurier, INERIS - Contexto europeu por Sylvie Tissot, INERIS 16h15-17h00 Que necessidades para a aceitabilidade social? - Avanço das reflexões do grupo de trabalho, por Benoit de Guillebon, APESA 17h00-17h15 Conclusões gerais e perspectivas - por Bernard Sillion, Emmanuel Lemazurier, Benoit de Guillebon 9

10 Eco inovação Programa reach, um motor para uma inovação química sustentável. Benoît de Guillebon_APESA O desenvolvimento sustentável é um desenvolvimento que considera os níveis de poluição do planeta, os quais serão mais difíceis de controlar nos próximos anos e irão condicionar o nosso futuro. Dadas as actuais circunstâncias, nomeadamente a ameaça da redução da biodiversidade, é urgente diminuir o nosso impacto nos ecossistemas e, sobretudo, existir um maior controlo da produção e da utilização de substâncias químicas. A pressão continua a aumentar, não sendo viável que as economias desenvolvidas continuem a despejar na natureza componentes químicos cujos efeitos negativos afectam tanto o homem como o ecossistema. O REACH é a resposta apresentada pela União Europeia para promover o controlo dessas mesmas substâncias. Consiste num regulamento que, a longo prazo, se espera que venha a ter um impacto positivo no ecossistema e na saúde humana. A sociedade actual deveria ter assim uma percepção bastante positiva deste programa. No entanto, a questão é um pouco mais complexa já que o REACH possui um grande impacto no nosso dia-a-dia: - Em primeiro lugar, o REACH implica uma outra maneira de utilizar os produtos químicos, com o desaparecimento de algumas substâncias. Tal envolve mudanças práticas e inclusive custos excessivos que podem afectar o nosso nível de vida. - Em segundo lugar, o REACH propõe uma redistribuição dos mapas a nível industrial, o que poderá conduzir ao desaparecimento em algumas regiões de empresas/ fábricas que vão enriquecendo (. e por vezes empobrecendo o meio ambiente). - E por último, o REACH é uma proposta voluntária da União Europeia. Se, como é provável, o resto dos países não garantir a mudança, haverá um risco na fase de transição, já que as regulamentações sobre substâncias perigosas poderão estar desfasadas nos vários países, provocando assim uma distorção potencial da concorrência que penalize as empresas. Por outro lado, para além das suas vantagens ambientais, o REACH apresenta vantagens económicas e sociais: - Ao colocar as substâncias químicas em igualdade de condições (deixarão de existir diferenças de tratamento entre as substâncias históricas e as novas substâncias), o REACH irá promover a inovação na indústria química e junto dos seus utilizadores. - Apesar do REACH não ser mais do que um factor nesta evolução, a química vai evoluir para uma maior utilização dos recursos naturais e com maior eficácia (menos resíduos e menor utilização de produtos considerados como sendo substâncias perigosas). - O REACH irá gerar uma actividade importante de investigação e acompanhamento na indústria, avaliandose, de modo cada vez mais profundo, o impacto das substâncias. Assim, desenvolver-se-á uma actividade económica apoiada na ECO toxicologia, na toxicologia e na química analítica. Esta evolução conduzirá a uma economia mais imaterial, baseada no conhecimento e na redução do consumo de recursos naturais. 10

11 Estas observações ilustram o facto de que a aplicação REACH tem, tal como qualquer processo de mudança, custos e benefícios. A aceitabilidade social da aplicação REACH reside na compreensão por parte de todos os protagonistas destes custos e benefícios. A história mostra as dificuldades que temos em compreender correctamente a globalidade dos custos: sabemos medir os custos directos e imediatos, mas, geralmente, não sabemos contemplar, nas nossas avaliações financeiras, os factores externos, tanto os negativos como os positivos. Assim, no caso do REACH, existem inúmeros factores externos que devem ser tidos em conta na sua avaliação, pelo que irá ser necessário desenvolver metodologias específicas que tenham em conta os benefícios e os riscos, no âmbito específico das substâncias químicas, de modo a proporcionar ferramentas apropriadas àqueles que têm de tomar decisões e comunicar estas decisões. Outro elemento relacionado com a aceitabilidade social é a importância dada pelo REACH à produção e difusão da informação. Em primeiro lugar, o produtor de substâncias químicas deverá informar sobre os elementos tóxicos das substâncias que produzir (algo que não era obrigatório nas substâncias históricas ). Além disso, tanto o produtor como o utilizador deverão anunciar a utilização da substância, de modo a garantirse que a utilização prevista possa ser objecto de uma avaliação dos riscos. Com tudo isto, o utilizador final (frequentemente o consumidor) disporá de uma informação muito mais detalhada, evitando-se os riscos de má interpretação comuns quando há escassez de dados. Por último, como qualquer tema científico, a avaliação das substâncias químicas é de uma complexidade dificilmente compreendida pelo comum dos mortais. O REACH levanta o problema da peritagem e da comunicação pelos cientistas de temas complexos. Artigo de Opinião Mais inovação e competitividade em Portugal: a necessidade de vencer o espaço entre investigação e indústria Eurico Neves_CEDES A necessidade de desenvolver a inovação no nosso país é um assunto muito abordado. Que para o fazer há que incrementar a colaboração entre os meios científico e industrial parece claro. A pergunta chave é mesmo: como?. Nos últimos anos muito foi dito mas pouco foi feito para ligar esses dois mundos. O espaço entre eles é bem real. E é nesse espaço, e na capacidade de a ultrapassar, que reside a competitividade de um país. Nas economias ocidentais dominadas por modelos académicos públicos, a forma tradicional de ultrapassar o espaço entre investigação e indústria sempre foi a de deixar a gravidade funcionar. Colocar a investigação no topo da agenda e financiar tudo o que fosse estratégico como a defesa ou de bandeira como a conquista espacial, ou à nossa escala o cluster automóvel, por exemplo. Pondo o dinheiro no topo, nos laboratórios, algo havia de cair em baixo, sob a forma de resultados para a indústria. Mas com o fim da guerra fria acabam os projectos de bandeira e a situação alterou-se. O Concorde é um bom exemplo. Bandeira da tecnologia europeia sem retorno económico, deixou a cena sem sucessor, levando a que pela primeira vez um pai possa dizer a um filho: foste aos EUA em 8h? No meu tempo, com o Concorde, fazia-se em 5h. Com a economia no topo das prioridades, e a indústria e o mercado elevados ao mesmo patamar da investigação científica pelas sociedades mais evoluídas, foi chegada a altura destas encontrarem outras formas de ultrapassar o famoso espaço vazio entre investigação e indústria. 11

12 Sem gravidade, a única forma de aproximar investigação e indústria é empurrar de um lado e puxar do outro de preferência com força. Foi o que EUA e países nórdicos fizeram antes dos demais, empurrando a I&D para as empresas através da criação de estruturas de interface e parques tecnológicos e puxando as empresas para a investigação, financiando a I&D empresarial e a criação de estruturas de investigação nas empresas. São esses mesmos mecanismos que, sob a alçada da UMIC no anterior governo PSD, começamos a ter em Portugal foi finalmente criado um programa para a criação de estruturas de transferência de tecnologia nas universidades (o empurrão), e entrou em funcionamento o programa de apoio à criação de núcleos de I&D nas empresas (o puxão). Esses esforços, infelizmente sem desenvolvimento no novo governo, devem ser reforçados e podem sem dúvida diminuir o tamanho do espaço vazio, embora não sejam suficientes para acabar com ele como já o descobriram as sociedades mais competitivas. O espaço continuará seguramente a existir, enquanto existirem estruturas de investigação e empresas a viverem em mundos distintos. O espaço está aí e só nos resta mesmo aproveitarmo-nos dele. Ocupar aquilo que é terra de ninguém e estabelecer aí a linha avançada. O que só se consegue com a criação de estruturas que reúnam competências de investigação com uma abordagem e gestão empresarial. Que tenham no seu quadro investigadores de mérito mas também gestores e comerciais, e que todos ganhem com o sucesso das tecnologias que desenvolvem. Um caminho difícil, que contraria o establishment que diz que a investigação se faz nas universidades e que às empresas só cabe vender, mas que uma região como o País Basco não por acaso a região com mais autonomia de toda a Europa já começou a trilhar, criando uma rede de centros tecnológicos em parceria com a indústria e canalizando para aí o apoio à investigação aplicada. Queremos fazer de Portugal uma região competitiva? Tenhamos a coragem de ocupar o espaço vazio. 12

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