Sem a tua pedra a minha não construirá nada. ATIV. por. Virgilio Campos Portela

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1 B O L E T I M Sem a tua pedra a minha não construirá nada. CHARLES-HENR! BARBIER ATIV Redacção e Administração Coordenado por N. 60 SETEMBRO, 1958 Largo da Paz, 22-A Lisboa ANTÓNSO SÉRGÍO DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Horizonte e á o i v a i 4 t a â - e w u i á - ITJOUCAS palavras direi como preâmbulo ao que pretendo expor, pois sou r o que se pode chamar um cooperativista «interesseiro», não pela parte que me diz respeito, mas sim pela parte que toca à minha «cara metade»... que está sempre à espera do bónus da cooperativa para assim poder fazer mais ilfiçuns gastos extraordinários... W Na parle que me diz respeito directamente-, sou um defensor acérrimo do Cooperativismo, e só não sou um activo cooperativista por a minha vida profissional não mo permitir. Posto isto, vamos ao principal: Embora não conheça o movimento interno da Cooperativa e os seus sem dúvida inúmeros problemas, há um facto que me tem chamado a atenção, através de tudo quanto tenho lido sobre cooperativismo em Portugal, que é o seguinte: Todas as iniciativas e consequentes benefícios que se têm feito em prol do cooperativismo, na pessoa das Cooperativas, inclusive a de Almada, tendem sempre a beneficiar o movimento interno das mesmas, isto é, a tornar mais eficiente o seu movimento centralizado. Pergunta-se: estará na centralização do movimento cooperativo o fulcro do seu progresso, e do seu movimento na verdadeira ^j^pção da padavra? Em minha modesta opinão: Não. É precisament na descentralização, que se encontra o verdadeiro progresso do movimento cooperativo. Exemplos não é preciso citar, pois eles seriam às «carradas». Almada, em amplo desenvolvimento, tem uma Cooperativa que serve apenas 5 % dos seus habitantes. Causas de tão pequeno número de associados? A meu ver, apenas duas são as causas principais: 1. a a centralização; 2. " a falta de propaganda. ÚLTIMAS AQUISIÇÕES DA COOPERATIVA ALMADENSE Furgoneta de kg., permifindo distribuição domiciliária. Televisor que contribuirá para a vida social na Cooperativa. Cortador de fiambre eléctrico com vista a melhorar a secção de mercearia. por Virgilio Campos Portela da Coop. Vejamos a primeira ca Almadense É facto real que muitos indivíduos, quem a causa cooperativista não é desfavorável, não se associam em virtude da centralização dos serviços forçar as respectivas esposas ou mandatárias a estarem retidas durante várias horas, a fim de poderem ser atendidas no que precisam. É justo salientar que essa aglomeração de associados não se dá todos os dias, mas sim alguns dias durante o mês, o que é suficiente como justificação. (Continua na pág. }) NA ARGENTINA FOI CRI DO um Instituto de Estudos Cooperativos Com o apoio da Faculdade de Ciências Económicas da Universidade de Buenos Aires, foi criado um Instituto de Estudos Cooperativos. Empreenderá investigações sobre todos os problemas relativos ao Movimento Cooperativo e à sua posição no domínio económico, financeiro e social da República. Preparará uma bibliografia o mais completa possível sobre o assunto quer de livros, teses e documentes oficiais, quer de jornais e artigos de revistas. Registará classificará toda a legislação respeitante ao Movimento Cooperativo quer nacional quer estrangeiro e organizará estatísticas. O Instituto colaborará igualmente com as autoridades universitárias, nos projectos de vulgarização da doutrina cooperativa e ajudará pela propaganda e doutrinação a formação de novas cooperativas. a e SEM A TUA PEDRA a minha não construirá nada afirma Charles-Henri Barbier, um dos mais destacados líderes do movimento cooperativo suíço e dirigente da Aliança Cooperativa Internacional. AQUI TEMOS numa frase breve o significado social da cooperação. E é nesta base que se constrói todo o movimento autenticamente cooperativo, onde não tem sentido, já se vê, individualismos arrogantes ou actuações disoersas. NÃO ESQUEÇAMOS, também, que na expressão do dirigente suíço está contido o sentido das chamadas equipas de trabalho ou grupos de cooperadores. NO ARTIGO QUE JEANNETTE HUBLER publicou no último número deste «Boletim», chamou-se a atenção para o facto das mulheres constituírem, dentro da cooperativa, grupos de cooperatíoras, para estudarem questões cie interesse ou desempenharem actividades diversas, fundamentais à expansão das Comissões Femininas e da própria Cooperativa. HOJE, CHAMA-SE IGUAL MENTE A ATENÇÃO para o aspecto da actividade dos jovens relativamente ao «Boletim». Não se poderão criar, dentro das Comissões Culturais, equipas destacadas para propagar melhor este vosso órgão de imprensa?

2 OUVINDO A «SACAVENENSE» Sacrificando parte do bonus ao consumo foi possível criar o Fundo de Auxílio Mútuo afirma Júlio de Almeida 2 Impunha-se entrevistar vido retirar-se uma percentagem para Fundo do a Cooperativa Auxílio Mútuo. Para tal foi criado um Revido Sacavenense. Ela é gulamento que, resumindo, estabelece, entre uma das maiores, das outras, as seguintes condições: Tem direito a mais activas e que, desde longa data, tem dado eficiente colaboração ao nosso movimento através subsídio por doença todo o associado que 18 meses depois de efectuada a sua admissão, apresente baixa confirmada pelo médico. O subsídio é concedido em conformidade com o valor do deste seu consumo, liquidado, nos últimos 365 dias. Boletim, da antiga Conhecida a média diária do consumo, o sócio Junta do Sul e, agora, é subsidiado com 50 % da mesma. Como quase pela Unicoope. Por todos os associados são também beneficiários isso, solicitámlo-la a Júlio de Almeida, persistente batalhador das coisas cooperativistas, delegado da sua associação junto da Unicoope, com de Caixas de Previdência, sucede que, na maioria dos casos, recebe mais estando doente que andando a trabalhar. Já sei que vão perguntarfunções de Secretário. A resposta veio com -me se tal concessão não costuma arrastar um prontidão. Todavia, houve involuntário atraso ou outro sócio ao caso abusivo da doença simulada. na Redacção pelo que apresentamos as nossas desculpas. Adivinhou. Íamos formular essa pergunta. Tem a palavra, portanto, Júlio de Almeida... Eis a primeira questão: Raramente isso se deu e para esses há Temos acompanhado com interesse o desenvolvimento da vossa Cooperativa. Sabemos que há um problema pendente, que é o da construção de uma nova sede. O vosso actual movimento já exige isso? O nosso movimento associativo, de há muito justifica uma nova sede. Mas por razões de ordem vária, entre as quais a da dificuldade de adquirir terreno que satisfaça as condições económica e local, não tem sido possível levar para diante esse empreendimento. Entretanto, as Direcções transactas e a presente têm sido de uma dedicação e poder orientador admiráveis. Melhoraram as instalações existentes. As obras, concluídas em fins de 1954, metamorfosearam a nossa sede. Dum rés-do-chão c parte do primeiro andar utilizáveis, saíram: cave, rés-do-chão, primeiro e segundo andar, onde estão instaladas, respectivamente, as secções de: armazém; vinhos, depósito de pão e também mercadoria armazenada; secretaria, mercearia, vidros e drogas; fanqueiro, sapataria, perfumaria, relojoaria e ainda gabinetes da Direcção e Contabilidade. Os números dizem-nos o resto. Em 1953 tínhamos 593 associados. Hoje, contamos 1.128, quantitativo elevado assim em três bons impulsos. O primeiro (232 em fins de 1954) justificado pelas obras. O segundo (100 em 1957) c principalmente o terceiro (214 já este ano), graças aos novos métodos de serviço. Assim, também o valor do consumo subiu de S24 em 1953 para S10 cm Com as últimas admissões, é de crer que este ano chegue a seu termo com um movimento a ultrapassar os contos. Também sabemos que «A Sacavenense» destina parte dos seus excedentes a um fundo de subsidio por doença. Quer explicar-nos como funciona? Sacrificando parte dos excedentes, portanto cm prejuízo do bónus ao consumo, foi resol sempre a represália estabelecida no Regulamento. Assídua fiscalização não permite que um, menos cônscio, ponha pé em ramo verde. O médico à disposição da cooperativa intervém em casos suspeitos. Mas continuando. Assim, o indivíduo que antes, em estado de estava condenado à falta de recursos doença, quando mais precisava deles, encontra agora um valioso auxílio como pode avaliar-se pelos S95 concedidos por este Fundo nos últimos quatro anos. Contribui-se para minorar a doença física. A NAS (Continua na pág. 8) TELEVISÃO COOPERATIVAS Três Cooperativas do Porto, Maquinistas e Fogueiros (Corujeira), Lordelo e Ramalde e algumas cooperativas do Sul proporcionam aos seus associados espectáculos de televisão, largamente frequentados. Supomos ser ainda cedo para tirar conclusões das vantagens destas realizações, do ponto de vista cooperativo. No entanto, uma vantagem é evidente; o maior convívio dos associados entre si e com a sua cooperativa. De qualquer modo, estes espectáculos vieram satisfazer uma natural curiosidade, que com o tempo, claro, irá diminuindo, fazendo- -os perder interesse. Bom será que as cooperativas que tiveram esta iniciativa vão pensando noutras formas de convívio que consolidem o êxito já obtido. " À L i n h a do E s t o r i l " (Breve reportagem ainda apresentada por António Rodrigues Graça). Esta novel cooperativa, com sede na Parede, comemorou no dia 20 de Julho o seu 2." aniversário. Foi-nos dado assistir ao «baptismo» da furgoneta que vai ser empregada na distribuição dos géneros aos associados, o que demonstra acção progressiva. Às 17 horas teve lugar a sessão solene presidida pelo representante da Câmara Municipal de Cascais, seu vice-presidente, secretariado pelos representantes da Unicoope, Júlio Duarte, e do Boletim, A. Rodrigues Graça. Falaram Desidério Costa pela Unicoope que afirmou que os interesses do povo têm de ser defendidos pelo próprio povo. O representante da Piedènse, elemento da Comissão Cultural, saudou a Cooperativa em festa e fez votos para que nela se crie a Comissão Cultural. Júlio Duarte em nome da Ajudense gratulou-se pela presença de elevado numero de senhoras o que prova o interesse que já vão dispensando ao cooperativismo. Rodrigues Graça fez um apelo à vontade e ao querer e Cravo Branco da 2. ;l Comuna felicita a cooperativa «bebé», põe em evidência alguns benefícios, além dos económicos, que a sua cooperativa concede aos associados. O presidente da Direcção de «A Linha do Estoril» diz da missão da sua cooperativa e afirma que ela não pretende guerrear o comércio mas tão somente defender os associados e concorrer para que o consumidor possa também beneficiar da acção da cooperativa. Depois assistiu-se a uma clara e muito interessante exposição feita pela Dr. íl D. Lúcia Nobre sobre «Os benefícios do Cooperativismo». Ouvida atenciosamente pela numerosa assistência, onde o elemento fei^fe nino punha beleza e animação, as suas psf lavras claras, firmes e convincentes, eram captadas por quantos tiveram a dita de a escutar, com tanto prazer como se se estivesse ouvindo um violino mágico. No final foi muito ovacionada. Antes de encerrar a sessão o representante da Câmara e seu vice-presidente diz da sua satisfação por tudo quanto ouviu e prometeu transmitir ao presidente da Câmara os anseios da Cooperativa. Refere-se às palavras dos oradores e tem frases de admiração pela palestra da Dr. 11 D. Lúcia pelo seu conceito e elucidações. Terminou com o clássico beberete esta encantadora comemoração. «A Cooperação é uma organização ao serviço da humanidade, o fundamento do nosso ideal, é a possibilidade de cada um ter simultaneamente com o seu trabalho, o meio de se cultivar, a incessante preocupação de criar relações humanas para além dos interesses pessoais. MARCEL BROT

3 0 Prof. Antonio Sérgio proclama a importantíssima actuação das Comissões femininas e culturais das cooperadores número três Reorganização da Comissão Feminina da "18 de Março". "IS uma breve transcrição do recente livro do Prof. António Sérgio «Sobre o espírito do cooperativismo» e em que a necessidade da existência e actuação das comissões culturais e femininas é bem manifesta: Está bem no espírito do nosso movimento que as comissões culturais e as comissões femininas exerçam nas cooperativas relevantíssima actuação. Quero dizer um papel de não menor importância do que aquele que aos corpos da administração compete. O não se haver radicado nos nossos homens do povo a ideia de que o cooperativismo é uma reformação moral, e ele próprio a finalidade que se deverá ter em vista As Comissões Femininas vão surgindo. Nas cooperativas jovens ou nas intento); o não se ter arreigado, ia eu (e não apenas um meio para qualquer outro de longa tradição, a cooperação da mulher vai-se firmando. dizendo, essa ideia justíssima sobre o que ele é em si mesmo foi a causa de??>aior A Cooperativa «IS de Março» também reorganizou a sua comissão, uma cooperativismo entre nós. Se tal concepção influência na paragem e no retrocesso do ^ks mais antigas no meio cooperativista. moral-social tivesse penetrado na nossa alma obreira; se existisse uma faina de comissões Muito esperamos do seu bom trabalho, tanto mais que entre outros ele cooperativista é muito de supor que as culturais, destinada a alimentar o espírito mentos entusiásticos conta com a experiência e a boa vontade de senhoras multidões portuguesas se não deixassem arrastar para o desacerto enorme de abandonarem as cooperativas que fá em Portugal que desde há muito vêm prestando uma activa colaboração na Cooperativa, como D. Atilde da Conceição havia para se lançarem na aventura de um turbilhão político sem verdadeiro conteúdo Machado, D. Maria José Franco de econó/uico-social, como foi a propaganda Moura, D. Ester dos Santos Sousa, para a instauração da República. Julgou o D. Dionísia Cordeiro, D. Maria de operariado que podia obter de políticos os Lourdes Gonçalves Cordeiro. bens que desistia de se conceder a si mesmo. É uma cooperativa que não se contenta em olhar para o passado; na úl Que afastados se mostravam nesse seu proceder, do verdadeiro espírito dos pioneiros tima festa do seu aniversário, todos de Rochdale! É que havia o mecanismo das demonstraram mais uma vez estar interessados em progredir, olhando para o cooperativas de consumo: mas não o espírito que vivifica as coisas; mas não uma profunda doutrinação cooperativista, que fosse futuro. E esta festa de aniversário, festa da ao âmago, à base, à raiz, à essência; isto é: família cooperativa, pois não só os assobiados estavam largamente representalar; a comunidade fraterna. Faltou a educa a reformação das almas; a iniciativa popudas, como também amigos e delegados ção que as ditas comissões têm a missão de outras cooperativas, representantes (e o dever) de realizar à finca; faltou a noção de que os verdadeiros bens são aqueles da Unicoope e do «Boletim», foi assinalada por dois acontecimentos de que nos vêm do nosso próprio esforço, e não grande importância: a adesão da os que se recebem da. benemerência de «chefes», de pastores, patrões, estadistas, pró «18 de Março» à Unicoope, que já anunciámos em devido tempo; e a reorganização da Comissão Feminina. ceres. Coitados dos povos que se não valem a si, que se entregam ao paternalismo dos Na sessão solene, a presença de numerosas senhoras era notória. Vários senhores do listado! Convençamo-uos de que o trabalho das cooperativistas: José Gomes Coelho, duas espécies de comissões as comissões secretário da Direcção da Cooperativa; Dr. João Sá da Costa, representante do culturais e as comissões femininas é de «Boletim»; Lúcia Nobre; Bernardino tanta importância como o dos administradores das cooperativas, cumprindo-lhes criar da Silva Duarte, delegado da Ajudense; Júlio Duarte, representante da o ambiente e o alicerce em que a obra destes Unicoope; Desidério Costa, da Caixa últimos se deverá erguer. Económica Operária, frisaram a importância do movimento cooperativo, o ternacional o representante do movimento Numa grande assembleia cooperativa in papel que a mulher nele pode e deve cooperativo sueco (o mais admirável de o desempenhar, a importância do movimento orgânico. financeiros de que se vale, pela audácia insu mundo de hoje, impondo-se pelos recursos Seguidamente fizeram-se as honras a perável de empreendimentos múltiplos, pelo um bom e apetitoso lanche que muito vulto e profundidade da sua revolução própria) não hesitou em pronunciar esta sen gentilmente a Comissão de Senhoras tinha preparado e oferecido. tença nítida: «Se tivéssemos necessidade de empreender de novo o nosso movimento, e nos oferecessem a escolha entre duas possibilidades: as de recomeçar, ou sem capital, mas com membros e pessoal esclarecidos; ou, pelo contrário, com grandes capitais e membros não bem informados, a nossa experiência dava-nos de conselho a escolha decidida da primeira fórmula». Ao que se me afigura, as comissões culturais das nossas cooperativas devem ir-se preparando para se federarem um dia; para se fazerem coi-respondentes do Boletim Cooperativista, (concorrendo, pois, para a feitura dele); para levar a direcção da sua própria cooperativa a manter-se fiel à União Abastecedora, fornecendo-se sempre através desta última para todos os géneros que está apta a distribuir; e, enfim, para rememorar sem pausa o princípio básico de que uma boa sociedade cooperativa não deve ser gerida como qualquer simples empresa, mas também como um centro de convivência fraterna e de aperfeiçoamento moral e intelectual dos sócios. Toda a cooperativa deve ser também uma escola.» («Sobre o espírito do cooperativismo», págs e 41-2, Lisboa, 1958, ed. do Autor patrocinada pelo Ateneu Cooperativo). Mensagem de Miss Polley secretária-geral da Aliança COM Cooperativa Internacional às cooperadoras belgas grande prazer, aproveito a oportunidade da minha vinda a Bruxelas para a reunião da comissão central e das comissões auxiliares da Aliança Cooperativa Internacional, para me dirigir às cooperadoras belgas. Estou convencida, queridas cooperadoras, que vós conheceis a importância do trabalho da Aliança Cooperativa Internacional e como hoje a A. C. I. se preocupa em promover a cooperação nos países sub-desenvolvidos. O fundamental deste trabalho é propagar, ensinar a cooperação aos povos desses países, fazê-los apreciá-la e ajudá-los na prática cooperativista para que por ela eles atinjam a liberdade: económica, política, espiritual, em suma consigam melhor nível de vida, maior -estar. berri- Mas o caminho é longo; o trabalho duro e a necessidade de auxílio incomensurável. Nós, cooperadoras, que conhecemos os benefícios da cooperação e que temos uma fé entusiástica no movimento cooperativo, temos como mulheres de países de alto nível de vida um dever a cumprir. Creio aue todas o sentimos. Como podemos ajudá-los? Como exemplo, quero citar o papel desempenhado pela Guilcla das cooperadoras suecas na campanha «Sem fronteiras» e pedir-vos que logo que o movimento cooperativo belga decida um plano nacional de acção de entre-ajuda aos países sub-desenvolvidos que nele colaboreis tão largamente quanto possível.

4 ê Um dia o Boletim pagará K JO último núme.o do «Boletim Coopera- I ^4 tivista» procurámos fazer reviver a ideia da constituição de núcleos de amigos e de correspondentes do nosso órgão de imprensa, com o objectivo de alargar a sua distribuição, de o levar também às ramíiias que ainda não se ligaram às cooperativas e que delas não colhem, portanto, os seus benefícios. Pensamos que esses núcleos poderiam e deveriam ser, além de apoios financeiros do Boletim e de centros de recrutamento de novos leitores, também centros de recolha de notícias, através das quais seriam conhecidos os problemas das ciasses que devem beneficiar da solução cooperativa. O muito interessante artigo de Jeannette Hubler, da União das Cooperativas Suíças, publicado no mesmo número, veio mostrar que a formação de grupos idênticos de cooperadoras, para cumprirem tarefas cooperativas, é procedimento corrente, e pleno de em diversos países. êxito, As realizações dos grupos de trabalho das cooperadoras suíças, belgas, francesas e de outros países, devem animar-nos a seguir-lhes as pisadas. As nossas cooperativas, vivendo totalmente ocupadas nos seus afazeres de todos cs dias, faltando aos dirigentes, quase sempre, tempo para mais, mas não perdendo de vista o interesse da educação dos cooperadores, que, no cativante modo de dizer de eannette Hubler, procura torná-los mais felizes, dar-lhes filhos saudáveis, um lar harmonioso, vizinhos amáveis, a felicidade e a paz, devem criar no seu meio aqueles grupos de trabalho, as equipas de cooperadores para realizarem as suas tarefas de educação. Ora o «Boletim Cooperativista» é inegàvelmente um elemento de educação cooperativista que cada vez mais se valoriza, e como tal deve ser usado pelas cooperativas. Difundi-lo e com ele cooperar de uma maneira efectiva, através de grupos de trabalho, que não necessitam de ser grandes, pagará certamente às cooperativas, um dia, os sacrifícios que, por ele, hoje queiram fazer. Habitação e Inquilinato A Associação dos Inquilinos do Norte, num gesto muito simpático, ofereceu a todas as Cooperativas 10 exemplares da 4tie o Ex."' Sr. Dr. Carlos conferência Maia proferiu, a quando da realização, no Porto, da Exposição do Cooperativismo Habitacional, trabalho a que já se referiu pormenorizadamente nestas páginas ao Eng. Vasco de Carvalho. Limitamo- -nos, por isso a agradecer em nome de todas as Cooperativas a oferta. 4 Instalações e ESTUDO DE UM "X1GE-SE, hoje, que as instalações de produção contribuam para reduzir. o preço de custo das mercadorias manufacturadas e para melhorar a jtsal dade. Mas sobretudo que CONTRIBUAM PARA MELHOficado social que apresenta se reflecte em maior produção RAR AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS EMPREGADOS; aspecto que além do sign por número de empregados, ou seja abaixamento do preço de custo. Estas exigências levam ao aparecimento de problemas de difícil solução e de aspectos delicados no trabalho de conceber e organizar instalações desse tipo. Vou tentar dar uma ideia de como um edifício pode corresponder a estes requisitos no caso particular de uma instalação panificadora aspecto que se reveste de grande premência no estado actuai da expansão do cooperativismo de consumo (remodelação de instalações existentes, criação de instalações comuns a várias cooperativas, efe). Limitar-me-ei a descrever uma instalação ainda não edificada, que projectei em 1957 para a Cooperativa Piedense (ver fig. 1). Tratava-se de uma instalação para abastecer a sede e várias sucursais (cuja criação estava então em estudo) e com reduzida venda local. Convém não esquecer que o edifício seria equipado com fornos consumindo pinho ou gasóleo e que foi projectado para determinadas condições de clima (margem sul do estuário do Tejo), de terreno, de obtenção de materiais, etc. Com outro combustível (eléctrico por exemplo), ou noutro ambiente geográfico este trabalho deixaria de ter qualquer justificação. Mesmo assim, a solução que passo a descrever não é a única para um caso destes. Escolhi-a e considero-a boa. Porém, outros profissionais poderão encontrar outras, muito diferentes, e talvez até melhores. Apenas interessa mostrar que é possível encontrar boas soluções para determinados problemas que costumam ser resolvidos de forma deplorável. Todas as entradas e saídas estão centralizadas num pátio coberto (ver, na fig. 2, o n." 1) onde estacionam os veículos de carga. A parede do fundo desse pátio é totalmente constituída por janelas que se abrem sobre um parapeito largo (mais que um metro). Uma delas (2) é de correr e em vidro. Vèem-se lá dentro os cestos com o pão já cozido esperando o carro que os transportará. Este encosta ao parapeito sobre o qual, umas vez corridas as portas, os empregados da padaria colocam os cestos. O motorista não tem mais que arrastá-ios para dentro do carro, visto que o parapeito está sensivelmente à mesma altura que o chão deste. A descarga das sacas de farinha faz-se de forma inversa, peia janela do lado direito (3), que tem portas de harmónio ero_ ferro. Essa janela dá directamente acesso depósito de farinha (4). Os descarregadores da camioneta colocam os sacos sobre o parapeito, os empregados da padaria arrumam-nos lá dentro. A descarga da pinho ainda é mais simples. Aberto o alçapão da zona central do parapeito, desce-se sobre ele a guarda posterior da camioneta. Os descarregadores só têm que deixar escorregar os fardos pela guarda descida. Continuando a escorregar por uma parede inclinada, estes cairão na cave, depósito de combustível, onde os empregados da padaria os arrumarão. Todas estas operações são feitas sem que os empregados da padaria venham sujar os sapatos ao pavimento exterior e sem c[ite os descarregadores, com o calçado suja da rua, entrem no edifício. Todas estas operações são fiscalizadas através da janela de vidro, pelo encarregado^ que dispõe de uma pequena secretária (3^J para trabalho de arquivo de documentos e anotação dos mesmos, junto ao depósito de pão cozido (6). Esse mesmo encarregado tem a seu cargo a venda directa, para o que essa zona dispõe de um balcão com acesso independente de consumidores. O encarregado fiscaliza ainda a entrada e saída dos empregados, que se faz por uma porta (8) abrindo igualmente para o pátio. Essa porta, a única de todo o edifício, comunica directamente com os vestiários e balneários (9), sendo impossível o acesso às zonas de trabalho sem passar por eles. Esse acesso faz-se pela amassadoria (10), para a qual abre também o extremo do depósito da farinha oposto à janela de entrada. A amassadoria é separada da casa do forno (11) por uma espessa parede isoladora, comunicando com ela por portas protegidas de forma a impedir a passagem do calor por radiação directa para a amassadoria. Assim os amassadores não sofrem os efeitos do calor do forno. A iiuminação faz-se por janelas junto ao tecto (todas as paredes são cegas até perto de 4 metros), protegidas da entrada di-

5 distribuição PANIFICAÇÃO recta do sol, e a renovação do ar é facilitada pela acção dos ventos dominantes. As masseiras e as máquinas de amassar dispõem-se junto á parede oposta à casa do forno, próximo da porta para o depósito da farinha. Todas as operações de amassadura se desenvolvem aproxidamando-se das portas para a casa do forno. Nesta abrem-se os alçapões (12) para o depósito do pinho. Há uma VENDA. mm pelo Arquitecto António Jacobety substituído pelo ar mais fresco vindo da amassadoria. Os forneiros trabalham assim nas melhores condições de temperatura possíveis. Enquanto todas as zonas a salvo do calor (anexos e amassadoria) têm cobertura em betão armado (material que vence grandes vãos em melhores condições de economia, no nosso país), a zona de fornos e casa do FORNO IFOawO IF0R.NO 1F0RN0 Na sede da Coop. Sacavenensc realizou-sc, no passado dia 24 de Agosto, um almoço de confraternização que decorreu num ambiente de sã camaradagem. Dado o reduzido espaço de tempo que decorreu entre «dizer» e «fazer», a inscrição não atingiu aquele número que desejaríamos observar. O «menu», preparado por experimentadas mãos como as de Júlio Duarte e Manuel Teixeira, ambos da «Ajudense» e o primeiro também da «Unicoope», e José do Carmo da «A Sacavenensc» e ainda com a colaboração de alguns amigos da pândega, estava excelente. Comeu-se bem, bebeu-se bem, e dutante e no fim do apetitoso almoço não faltou a graça de anedotas e monólogos. Quando «tocou» a falar a sério também se fizeram ouvir as autorizadas opiniões de Cecílio Campos, Júlio Duarte, Américo Henriques e José Pratas. Saliente-se, da intervenção de Júlio Duarte, o interesse que manifestou por que estes contactos se repetissem com mais frequência, nesta como noutras cooperativas, alternadamente, e alvitrando que não seriá descabida a imediata nomeação da Comissão Organizadora dos Almoços de Confraternização na «A Sacavenense». Por fim, dando satisfação ao alvitre de Júlio Duarte, Júlio de Almeida, depois de enaltecer as qualidades deste camarada, cujo nome, disse, se pode colocar entre os das primeiras figuras do movimento cooperativista nacional, propõe que a Comissão organizadora dos almoços de confraternização na «A Sacavenense» ficasse constituída pelos seguintes camaradas: Cecílio Campos, Joseph Clemens, José do Carmo, Rodrigo Simões e Júlio Marques da Silva. A apresentação de cada um destes nomes foi saudada com forte ovação. Cecílio incumbe-se da distribuição dos vários cargos ao seu «conjunto» e promete não fazer demorar a preparação de uma circular de incitamento que fará chegar a cada uma das cooperativas congéneres. s escada para cada forno a uma distância mínima da porta deles. Uma vez as massas cozidas seguem para o depósito do pão, junto ao acesso por onde comecei a descrição. Os materiais (farinha, fermentos, pinho) percorrem durante todo o trabalho um circuito contínuo, sem idas e vindas, economizando tempo e esforço. O circuito é fechado. Termina onde começou: na zona de centralização do controle. A casa dos fornos, tal como a amassadoria, não tem janelas até perto de 4 metros. A iluminação é feita daí para cima por grandes panos de vidro protegidos do sol e localizados nos topos da abóbada de cobertura, que serve de superfície reflectora. As mesmas janelas criam uma corrente de ventilação, facilitada pela sua orientação de acordo com os ventos dominantes, que elimina o ar quente que, por ser mais leve, sobe para a abóbada. Esta corrente de ar localiza-se a um nível suficientemente alto, de forma a não atingir os forneiros. O ar quente, à medida que sobe e vai sendo eliminado, é forno é totalmente construída em abóbadas de tijolo. O betão armado comportasse mal com grandes diferenças de temperatura. A madeira arde. O metal tem conservação muito dispendiosa (sobretudo num ambiente oxidante) e comporta-se mal em caso de incêndio. Pareceu-me mais simples a solução de usar em toda esta zona o material que tradicionalmente se usa na construção de fornos, único que suporta bem tais temperaturas, em vez de usando quaisquer dos outros os proteger de formas dispendiosas e de segurança pouco provada. Os fornos são protegidos de forma a evitar qualquer perda de calor. A construção pode acrescentar-se à medida das necessidades. Para o lado oposto aos anexos juntam-se tantas «unidades» (constituídas por dois fornos, uma chaminé, zona correspondente da casa do forno e zona correspondente da amassadoria com duas tendeiras em «L», duas masseiras e uma máquina de amassar) quantas as necessárias, sem prejuízo dos serviços da zona existente. E com «vivas» ao cooperativismo e à confraternização terminou assim esta pequena festa no meio da mais animada camaradagem. Não há dúvida que o alvitre de Júlio Duarte é ideia feliz. E se à circular que a Comissão de Sacavém vai endereçar, as cooperativas responderem «Sim»!, a «A Sacavenense» sentir-se-á muito feliz por ter sido a cobaia de uma experiência que, se espera, seja coroada de êxito. Quando uma das coperativas aderentes levar a efeito o seu almoço de confraternização não deixará de, com a devida antecedência, dar conhecimento às restantes, para que os sócios que nas mesmas se queiram inscrever o possam fazer com tempo. E assim, em cada cooperativa se verificaria frequentemente o encontro de camaradas que de outra forma só o acaso poderia proporcionar. Divulgue-se o cooperativismo, h certo que muito há que discutir. Mas discuta-se. Da matéria bem discutida à comunhão de opiniões é um passo. Isto em matéria cooperativista. Quem a deseja sentir não caminha às apalpadelas por muito tempo. O Facho depressa encherá de luz o caminho por onde o Homem de Boa Vontade deve seguir. I. DE A. 5

6 tocando um r acontecimento AFIRMAÇÕES QUE NÃO DEIXAM IGNORAR O VALOR DO COOPERATIVISMO A propósito dá inauguração oficial da Adega Cooperativa de Lousada, acto registado na tarde do dia 13 do mês findo Setembro, que teve a assistência de, entre outras entidades, do sr. Secretário de Estado da Agricultura, eng. Quartim Graça, permitiu essa cerimónia que algumas individualidades incumbidas de usarem da palavra, se referissem, de forma bem expressiva, às indiscutíveis vantagens e altos benefícios que o cooperativismo presta, quando honesta e proficientemente aplicado na solução de problemas em que a causa do bem geral aparece em primeira plana. Ficámos a conhecer através da larga reportagem da grande Imprensa, que a construção de Adegas Cooperativas na Região dos vinhos verdes, obedecerá a um plano que inclui a edificação de mais 17 unidades a aparecerem dentro de um prazo fixado. O que, porém, nos entusiasmou e nos leva a referirmo-nos ao acontecimento, aproveitando-nos do que veio a público, foi a afirmação que se segue: Além da participação dos lavradores associados, que gozarão da indispensável autonomia e se gerirão a si próprios, tal como sucederá com as futuras adegas. Sem a aplicação integral de tal princípio a respeitar e a cumprir indefinidamente, o nome dado à instituição inaugurada e às que se seguirem de acordo com o aludido plano, poder-se-ia afirmar que se achava indevidamente atribuído. É certo, baseando-nos ainda nos elementos colhidos, que para a realização da obra a que nos estamos referindo, «.contribuíram a Comissão de Viticultura, o Fomento de Exportação c a Junta de Colonização Interna, facto que se nos afigura muito natural e lógico. Sabendo-se que os associados inscritos subscreveram acções na importância de 421 contos, para uma obra em que foi necessário investir-se a quantia de contos na construção do edifício e cerca de 666 contos em equipamentos, na falta da existência de um Banco Cooperativista, ideia que, infelizmente, não obteve ainda, no nosso País, o êxito desejado, somente por intermédio daqueles organismos a iniciativa de se pôr em funcionamento a Adega, foi possível materializar-se. É grande a responsabilidade dos dirigentes da novel agremiação, como bem o frizou aquele membro do Governo ao afirmar: sérias são assim as responsabilidades dos dirigentes desta casa, pois os reflexos da sua actividade não se confinam à área de influência da Cooperativa. Da forma como forem conduzidos os seus destinos dependerá o grande interesse da Lavoura para empreendimentos similares. Não conhecemos os estatutos que servem de orientação aos corpos directivos da colectividade em referência vamos tentar obter um exemplar, mas dadas as precisas explicações que no início deste escrito incluimos, é de crer que a vida associativa pode considerar-se completamente autónoma, estranha, portanto, a qualquer interferência oficial, desfrutando apenas, a Cooperativa, da propaganda e do estímulo que a Comissão de Viticultores da Região dos Vinhos Verdes possa desenvolver entre lavradores interessados, e da assistência técnica e financeira dos dois restantes organismos também em cima apontados. Outras afirmações se produziram no acto da inauguração, que bem aplanadas e reflectidas deixam nitidamente ver das possibilidades da constituição de novas de carácter acentuadamente agremiações cooperativistas, mercê da legislação que desde há cerca de 50 anos a esta parte procura introduzir as cooperativas em Portugal. Eis a conclusão a que nos é dado chegar a propósito do acto que acabamos de focar. Bem necessário se torna levar a todos os lugares a propaganda dos magníficos empreendimentos e da obra valiosa que os cooperativistas portugueses vêm executando desde meados do século passado. A Isso representará uma ALBERTO lição. CARNEIRO Presidente da Coop, do Povo Portuense É A DE EDUCAÇÃO REGRA OURO A educação constitui a «regra de ouro», o princípio áureo do cooperativismo. Ele abrirá margem à amplitude do controle democrático, que é um dos factores do êxito das cooperativas. Tal controle é uma consequência da igualdade dos associados na administração, a que todos têm direito. Mas como exercê-lo, se são restritos os quadros do pessoal habilitado Só vemos um meio de eliminar a deficiência: instruindo os associados e o povo através de educadores competentes. No interessante livro de Jurema Finamour, «China sem muralhas», a progressista escritora refere-se à formação de uma cooperativa de produção, por costureiras, decerto alheias à técnica do cooperativismo. Mas, levadas pelo bom senso, peculiar ao chinês, o seu primeiro acto foi «adoptarem o processo de preparação de quadros», «para ocuparem postos de direcção» de que, como sabemos, depende a prosperidade de qualquer empresa. COOPERATIVA AGRÍCOLA DO TOPO Recebemos desta cooperativa, que tem a sua sede em Topo São Jorge Açores, o relatório da gerência do ano de 1957, e do qual transcrevemos o seguinte, relativo ao preço do leite, por revelar a influência daquela sociedade na vida económica do Topo: «Como facilmente se verifica, o preço do leite do exercício findo, se a proposta da distribuição de Lucros for aceite como esperamos que seja, atinge Esc. 1S35 por litro ou seja Esc. 3$24 por canada, correspondente à média do teor butiroso do total do leite entrado de 3,7 %, conforme foi determinado em análises feitas durante o ano proporcionalmente a todos os fornecedores. Portanto, de acordo com o deliberado em Assembleia e conforme os avisos seguidamente expostos em todos os Postos e Fábricas, cada Associado vai receber de acor^^ com o teor butiroso do leite que fornece^f cujas análises se encontram registadas em nome de cada um, praticando para isso as tabelas que a Junta Nacional dos Produtos Pecuários nos forneceu. Por essa tabela, que é a que está em vigor, verificamos que o preço do leite nela estabelecido para fins industriais, no nosso distrito é para o de teor butiroso de 3,7 % por cada litro de Esc. 1S27, sem direito a leite desnatado ou a soro. E como o leite desnatado representa S20 por cada litro, certo é que o preço daquele teor butiroso, segudo as ditas tabelas, seria somente de Es. 1S07 por litro, o que representa uma diferença para menos de S28 por cada litro. Ora, Ex. m o s Consócios, em face destes números e desta verdade, se não fosse a vossa Cooperativa, se ela não existisse aqui no Topo, o leite que ela recebeu durante o ano findo teria que ser fornecido a indj^ triais que, é claro, somente vo-lo pagaris^ ao preço das tabelas oficiais ou seja, descontando o preço do leite desnatado, a Esc. 1$07 por cada litro, pelo que, no conjunto, os que hoje são associados desta Cooperativa, receberiam menos, em números redondos, Esc S0. Estas contas são uma verdade, estas contas teriam em absoluto o seu lugar se nesta área não tivéssemos a nossa Cooperativa. É desta maneira, com números bem claros, que todos nós podemos ver o valor que representa para o Topo a nossa Cooperativa. Se ela não existisse, todo o Topo teria anualmente um prejuízo superior a Esc S00, conforme acima se demonstrou». Registamos com prazer o êxito da Cooperativa Agrícola do Topo e a sua valiosa contribuição para o maior desafogo económico daquela localidade. Ela constitui um bom exemplo dos benefícios do cooperativismo. Saudamos, por isso, os cooperativistas do Topo e desejamos-lhes o maior sucesso no ano que decorre. >

7 O tio JoãO, 8 tia Alice Resolvamos os nossos problemas o a sua Cooperativa fc««*««*&*«por /vi. Clemente dos Anjos Existe na localidade X uma importante cooperativa de consumo. Tem algumas centenas de associados, entre os quais se destaca o tio João, homem de fé e de coragem, que jurou a si próprio defender e trabalhar pela sua cooperativa, até que tenha forças para tal. A tia Alice é a sua mulher e é, também, uma acérrima defensora da cooperativa, da «minha cooperativa, como ela diz. Um dia destes tivemos conhecimento da seguinte conversa trocada, entre ambos, no ambiente sossegado do seu lar. O tio João Sabes, Alice?... A cooperativa «vai de vento em pôpa»! A massa associativa aumenta de dia para dia! A continuar assim têm que se fazer novas obras e aumentarem-se mais andares! A lia Alice Se não há dinheiro, como se M&jcm aumentar mais andares? tio João O que é preciso, mulher, não é dinheiro, é fé! Foi com fé que se fizeram as obras de reedificação da sede e não havia dinheiro que chegasse para se «mandar cantar um cego»! A tia Alice Por isso tu deixaste a cooperativa num bonito estado, cheia de dívidas! O tio João Mas assim foi preciso, mulher! Essas dívidas foram dívidas redentoras, salvadoras! Se elas não tivessem existido a nossa cooperativa mantinha-se igualzinha àquilo que era; carcomida, a cair aos bocados, podre e cansada! Agora é viril, possante, com sangue jovem a correr-lhe nas veias, que lhe dá forças para caminhar para um porvir melhor, que fará dela uma das maiores e mais prósperas cooperativas do nosso país! Ouve, mulher! Depois de completarmos o que falta fazer na sede da coperativa, ela será ainda maior, grande, muito grande! Eu sei lá! Não re esqueças disto que Be digo, mulher! Podes acreditar que há probabilidades certas de as cooperativas progredirem, em toda a parte, desde que tenham sedes confortáveis, acolhedoras. E a nossa, mulher, tem progredido muito, precisamente, por ter, agora, embora incompleta, uma sede bela, aonde se respira uma atmosfera sã, reconfortante! Se não fosse assim como estaríamos? Na mesma, ou ainda pior do que dantes! Podes acreditar no que eu te digo, mulher, que é a pura da verdade. A tia Alice (Com ar grave e pensativo) Sim, compreendo. Agora compreendo-te! Assim todos te compreendessem! O tio João Mudemos de assunto. Ouve cá! Sabes o que me disse o sr. António? Que está muito contente por ter entrado para sócio da cooperativa. Diz que já o devia ter feito há mais tempo. Contou-me que gastava, em géneros, por mês, na mercearia, à volta de 500$00 e desde qeu consome da cooperativa gasta muito menos dinheiro em igual quantidade de géneros! A tia Alice Não será exagero do sr. António? (Continua na pág. 8) É essa também a causa porque algumas vezes a inscrição de novos sócios está suspensa, pois a exiguidade das instalações é incompatível com o número de associados. Vejamos a segunda causa: Que eu tenha conhecimento, nada ou quase nada se tem feito no sentido de esclarecer as vantagens do cooperativismo no nosso pequeno meio, operário na maioria, e até na massa associativa. É facto para lamentar que uma cooperativa com, aproximadamente, associados, só requisite 300 números do «Boletim Cooperativista». E salvo melhor opinião, não é esta a melhor maneira de cooperar, isto é, fazer cooperativismo, pois só por si, o citado «Boletim» é um óptimo instrumento de propaganda cooperativista, que conviria divulgar o máximo possível. E tal não se dá, pois estou crente que há muitos sócios da «nossa» cooperativa que desconhecem a existência desse «Boletim». O que é também de lamentar. Já vimos as causas principais do pouco desenvolvimento da «nossa» Cooperativa. Vejamos agora como eliminá-las: t. descentralizando os serviços, e então, para o efeito, o melhor método a adoptar seria, salvo melhor opinião, o seguinte: a) dividir a zona de Almada em três áreas, de maneira que a Cooperativa- -sede ficasse integrada numa delas; b) em cada uma das áreas restantes seria criado um posto de distribuição dos géneros de primeira necessidade (mercearia e frutaria); c) a Cooperativa-sede, no caso concreto, agiria como posto de distribuiçãç da respectiva área e simultaneamente como posto abastecedor das restantes; d) as restantes secções funcionariam normalmente na Cooperativa-sede. 2." Criando unia «comissão cultural de propaganda», que activa e persistentemente procurasse atingir o fim para que tinha sido criada e que, agindo em colaboração com os corpos directivos, não sofresse qualquer espécie de coacção dos mesmos, desde que a sua orientação fosse em prol do cooperativismo. Evidentemente que não se trataria de propaganda no género de «pós que lavam mais branco», mas sim a efectuada por meio de conferências, exposições, sessões cinematográficas, edição de pequenas brochuras onde seriam elucidades as vantagens do cooperativismo, pequenas excursões a outras cooperativas em localidades próximas, e até o intercâmbio cultural entre cooperativistas. A cooperação bem compreendida não é só entre os homens, mas também entre as sociedades. «Prós» e «contras» tem o que acabo de expor, principalmente em relação à descentralização dos serviços. Analisemos os «prós»: 1) Maior facilidade e rapidez em atender qualquer sócio, visto desaparecer a aglomeração de que atrás falei. 2) Em face do exposto acima, verificar- -se-ia um aumento de associados, visto que: a) não perderia tanto tempo para ser atendido; b) porque o posto distribuidor colocaria dentro da respectiva área indivíduos para quem a Coopeartiva-sede se encontra bastante longe. NOTA: Para o indicado em b) responder- -se-á que a Cooperativa possui uma caminheta para distribuição e servindo principalmente os sócios que moram longe. Esclareço que no caso da existência de postos de distribuição, a caminheta perderia, em grande parte, a função de ligação cooperativa-associados, para exercer a de cooperativa-postos distribuidores. E agora analisemos os «contras»: 1) Aumento de despesa pela criação dos postos distribuidores. E digamos: despesa volumosa. 2) Aumento de despesa pela admissão de mais pessoal. 3) Aumento de despesa pelo desdobramento de alguns serviços de escritório. Estes são, a meu ver, os «contras» mais importantes, isto é, mais a atender. A quaisquer dos pontos acima indicados, principalmente o n. 1, eu responde que seria possivelmente compensada, em grande parte, com o que indiquei no n." 2 quando da análise dos «prós», isto é, o aumento de associados. Este aumento de sócios traria, consequentemente, um aumento de consumo, e portanto um aumento de receita. Quanto aos «prós» e «contras» da criação duma «comissão cultural e de propaganda», creio desnecessário falar, pois de tão grande utilidade ela se apresentaria. Muito mais haveria para dizer se pretendesse entrar em detalhes, mas o que ficou dito já demonstra, na generalidade, quão progressiva desejava ver a «nossa» Cooperativa, ocupando um lugar de destaque a que tem todo o direito, tanto pelos homens que a dirigem como pelo meio em que sc encontra. 7

8 A sessão dedicada aos sócios da «18 de Marco», «Economia Emancípaiora», «Esperança no Futuro» e «Segunda Comuna» renestiu-se de particular luzimento Devido à diligência das comissões de propaganda das cooperativas «18 de'março», «Economia Emancipadora», «Esperança no Futuro» e «Segunda Comuna», a sessão realizada a 12 de Julho, em comemoração do Dia Internacional da Cooperação, no salão nobre da Sociedade Promotora de Educação Popular revestiu-se de particular luzimento. A sessão abriu com a apresentação do Coro da Academia dos Amadores de Música, dirigido pelo Prof. Fernando Lopes Graça, o qual interpretou doze versões corais de melodias regionais da autoria do ilustre compositor, que suscitaram grandes aplausos. Seguidamente a distinta cooperativista suíça Madame Jeannete Hubler, proferiu uma interessante palestra alusiva ao pape! da mulher no movimento cooperativista, que se publica noutro local. Atentamente escutada, a oradora foi, no final da sua alocução, calorosamente aplaudida. Finalmente, subiu à cena a muito apreciada peça em um acto, de Luís Francisco Rebelo, «O dia seguinte», pelo excelente Grupo de Teatro Popular da Caixa Económica Operária. O espectáculo foi encenado e dirigido por Humberto de Avila e nele intervieram, no desempenho dos vários papéis, Olga da Fonseca, Glicínia Quartin, João Ribeiro Pinto, Domingos Miguel, Joaquim Branco e João Gonçalves, e, ainda, Figueiredo Sobral, autor de um apontamento cenográfico, Carlos Antunes (electricista), Mário Rebelo e Alexandre Gaspar (ajudantes de montagem) e Fernando Santos (contra-regra). O No João, a Na Alice e a sua cooperativa (Continuação da pág. 7) O tio João Não é, não, mulher! Queres ouvir? Na cooperativa os géneros são todos pesados e medidos com rigorosa exactidão! Por isso e segundo estatísticas feitas por vários técnicos abalisados em tais problemas, os associados em cooperativas poupam muito dinheiro! A tia Alice Pois é... Só com exactidão de pesos e medidas se poupa muito dinheiro! c verdade! Já sei essa verdade, porque desde que me vou aviar à cooperativa, governo a nossa casa com menos preocupações! E eu que não queria ia aviar-me à cooperativa! Ainda bem que me obrigaste a lá ir! Sabes, João? Se não fosses tu, eu ainda continuava a desconhecer as vantagens de se ser associado numa cooperativa! Como eu andava ceguinha! Bendita, pois, a hora em que comecei a consumir o; géneros na nossa cooperativa! Sabes o que te digo? Todos os chefes de família deviam associar-se em cooperativas. Se assim fosse esta bela obra de emancipação económica do Povo tomar-se-ia uma forte alavanca para conter os desígnios inconfessáveis dos mercantilistas. OUVINDO F\ "SfiCftY/ENENSE" Elimina-se a doença moral trazida por tais dificuldades. O que pensam sobre as possibilidades dá Unicoope? A Unicoope desempenha'papel relevante no cooperativismo nacional. Chamamos-lhe, simbòlicamentc, a Mãe das Cooperativas. Podemos sorrir ao lembrarmo-nos que a sua filha mais nova a Cooperativa Linha do Estoril é mais velha do que a Mãe! Se não tivesse dito «simbolicamente» o paradoxo era indiscutível. Mas assim... Evidentemente. Depois não é a idade da organização que conta, mas os seus pais e as realizações já conseguidas mercê da valia dos seus organizadores. Os que fizeram nascer a «Unicope» já a viram dar os primeiros passos, já a ouviram balbuciar as primeiras palavras e ainda a hão-de fazer falar, e bem alto! O seu entusiasmo, de que partilhamos também, conduz-nos a uma outra pergunta sobre a colaboração? «Unicoope». Como tem sido a vossa A colaboração da «A Sacavenensc» tem-se verificado em dois aspectos: Aquisição de mercadoria e participação na função directiva. Consumidora mais activa a partir do quarto ou quinto mês do ano passado, fechou-o com um consumo de oitenta e tal contos. Como é do conhecimento geral ainda não é possível, infelizmente, consumir-sc tudo da «Unicoope». Entretanto, a Direcção diligencia a reserva de um máximo de encomendas e o movimento este ano irá muito além do do ano passado. Sobre função directiva, perdoe-se-me o silêncio. O seu delegado à «Unicoope» sou eu. Qual tem sido o interesse dos vossos associados pela leitura do Boletim Apraz-nos reconhecer que a vossa cooperativa presta tão franca colaboração. Outra pergunta: Cooperati- O Boletim vai despertando o interesse geral. Recordo-me daqueles atrasos verificados há uns meses e que alguns sócios já não perdoavam. Como foi acolhido o aumento do número de páginas? Da melhor forma. Estamos certos de que assim sera possível a publicação de uma «Página Feminina» e outra «Página Juvenil», onde a mulher se vá compenetrando do interesse que se está votando ao bem-cstar da Família c o jovem, em leitura assimilável, se vá enraizando nos conhecimentos de que ele já está beneficiando como beneficiada estará sempre a grande Família Cooperativista. As dinâmicas Secções Culturais, já em franco desenvolvimento nalgu- BOLETIM COOPERATIVISTA la«go DA PAZ, 22-A IISBOA Nome Morada (Continuação da pág. 2) mas cooperativas, não deixarão de prestar a sua colaboração. Quer dizer algumas palavras de saudação aos leitores do Boletim? Desejo agradecer-vos a oportunidade concedida, pois é por ela que a todos os cooperativistas, de Norte a Sul do País, dirijo as minhas mais efusivas saudações. E um incentivo que nós devemos sempre praticar e que nunca é demais recomendar. O movimento cooperativista nacional, começa a desenvolver-se a passos cadenciados e firmes. A acção propagadora deve ser desenvolvida por novos c pelos de avançada idade o homem de espírito forte não se diz velho e, já agora, a recordar e para exemplo : Quem é que, tendo assistido às Festas do Aniversário da «Unicoope», não opine comigo ao lembrar-se daquele jovem de sessenta e tal anos que com o seu saber nos fez pensar, com a sua graça nos fez sorrir, com o seu dinamismo nos fez vibrar? Este homem é Américo Cardoso, um exemplo entre tantos, felizmente. É a Primavera numa terceira juventude. Assies unidos, quer pela colaboração literária, q^v pela oratória em reunião, quer ainda em conversa de amigo para amigo, podemos tornar a Obra grandiosa. Mãos a isso, amigos! PRÓXIMO NÚMERO O próximo número do Boletim o de Outubro sairá justamente dentro da primeira quinzena de Novembro, para permitir inclusivamente a publicação do número de Novembro já no respectivo mês. A este ritmo de publicação, necessário para completa regularidade do Boletim, sabemos que corresponderá da vossa parte compreensivo acolhimento. RELAÇÕES A INTER- CO OPERA TI VA S Comissão excursionista da Sociedade perativa Operária Barreirense, em colaboração com a respectiva direcção, realizou no passado dia 24 de Agosto um passeio em dois autocarros, com carácter cooperativista, a fim de retribuir a visita da congénere «Sacavenense». Foram também visitadas as cooperativas: «Almadense», «Pragalense», «Piedense», «Amorense» e «Seixalense». Estamos certos que destas visitas e contactos entre dirigentes e associados resultarão apreciáveis benefícios para o cooperativismo nacional. 8 Conip. c Imp. na Gráfica Santelmo, Lda. Lisboa

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