LIVRO DE RESUMOS. 27 de Fevereiro a 1º de Março de 2013 Campus Darcy Ribeiro Universidade de Brasília

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIVRO DE RESUMOS. 27 de Fevereiro a 1º de Março de 2013 Campus Darcy Ribeiro Universidade de Brasília"

Transcrição

1 LIVRO DE RESUMOS 27 de Fevereiro a 1º de Março de 2013 Campus Darcy Ribeiro Universidade de Brasília

2 2

3 IV Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas (CLAFPL) Universidade de Brasília 27 de Fevereiro a 1º de Março de 2013 Livro de Resumos 3

4 Realização Instituto de Letras da Universidade de Brasília Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada Programa de Pós-Graduação em Linguística Reitor Prof. Dr. Ivan Marques Toledo Camargo Vice-reitora Profa. Dra. Sonia Báo Decanato de Administração Prof. Dr. Luís Afonso Bermúdez Decanato de Assuntos Comunitários Prof a. Dr a. Denise Bomtempo Decanato de Ensino de Graduação Prof. Dr. Mauro Luiz Rabelo Decanato de Extensão Prof a. Dr a. Thérèse Hofmann Gatti Rodrigues da Costa Decanatod e Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Dr. Jaime Martins de Santana Decanato de Gestão de Pessoas Prof a. Dr a. Gardênia da Silva Abbád Decanato de Planejamento e Orçamento Prof. Dr. Carlos Alberto Müller Lima Torres Diretora do Instituto de Letras Prof a. Dr a. Maria Luísa Ortiz Vice- diretor do Instituto de Letras Prof. Dr. Enrique Huelva Unternbäumen Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada Prof a. Dr a. Maria da Glória Magalhães dos Reis Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Linguística Prof. Dr. Dioney Moreira Gomes 4

5 ORGANIZAÇÃO Comissão Científica Latino-Americana Amparo Clavijo Olarte (Colombia) Ana Longhini (Argentina) Anne-Marie Mejia (Colombia) Aparecida De Jesus Ferreira Carla Lynn Reichmann Deise Prina Dutra Fernanda Liberali Glória Gil Inês Kayon De Miller Maria Antonieta Alba Celani Maria Cecilia Camargo Magalhaes Maria Helena Vieira Abrahão Melba Cardenas (Colombia) Miguel Farias (Chile) Nora Basurto ( México) Paula Tatianne Carréra Szundy Rebeca Tapia (México) Rosinda De Castro Guerra Ramos Solange Teresinha Ricardo De Castro Tania Regina De Souza Romero Telma Nunes Gimenez Comissão Organizadora Nacional Maria Cristina Faria Dalacorte (Presidenta) Ana Maria Ferreira Barcelos Carla Lynn Reichmann Glória Gil Inês Kayon de Miller Kleber Aparecido da Silva Maria Antonieta Alba Celani Maria Helena Vieira Abrahão Tania Regina de Souza Romero Comissão Organizadora Local Kleber Aparecido da Silva (Presidente) 5

6 Ana Adelina Lôpo Ramos Cesário Alvim Pereira Filho Cibele Brandão de Oliveira Dioney Moreira Gomes Karina Mendes Nunes Viana Mara Lúcia Mourão Silva Márcia Pereira de Almeida Mendes Maria del Carmen de la Torre Aranda Maria Luisa Ortiz Alvarez Mariana R. Mastrella-de-Andrade Michelle Machado de Oliveira Vilarino Ormezinda Maria Ribeiro Rachel do Valle Dettoni Roberta Gomes Ferreira Ulisdete Rodrigues de Souza Rodrigues Vanessa Borges de Almeida Comissão do Caderno de Resumos Márcia Pereira de Almeida Mendes Mariana R. Mastrella-de-Andrade Sabrina Lima de Souza Cerqueira Vanessa Borges de Almeida Secretaria Monitores Arte e Diagramação Sabrina Lima de Souza Cerqueira Vanessa Borges de Almeida Fotografia de: René Gottlieb Strehler Editoração Sabrina Lima de Souza Cerqueira Vanessa Borges de Almeida Com a colaboração de: Mara Lúcia Mourão Silva Márcia Pereira de Almeida Mendes Isadora da Silva Bernardes 6

7 7

8 REALIZAÇÃO E APOIO 8

9 ÍNDICE GERAL Prefácio Apresentação Programação Conferências Plenárias Conferência de Abertura Painel Latino-Americano Conferência de Encerramento Pôsteres Comunicações Individuais Sessões Coordenadas Simpósios Índice remissivo por nome do autor

10 10

11 PREFÁCIO Estimados/as Colegas, É uma grande alegria dar as boas vindas a todas e todos ao IV Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas, em nome do Grupo de Trabalho Formação de Educadores na Linguística Aplicada, vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL). Em sua quarta edição, este encontro bienal já se constituiu como um importante evento no calendário de professores-pesquisadores no cone sul das Américas, atraindo, desde sua primeira edição em 2006, centenas de nós para um profícuo diálogo informado. Sublinhando a relevância do constante intercâmbio de saberes, o CLAFPL exprime da maneira abrangente o propósito do GT que o organiza, que é proporcionar oportunidade real de interação colaborativa para e com pessoas engajadas que incessantemente questionam, problematizam, refletem e apresentam inovações nesta antiga e sempre instigante área profissional e científica. Especialmente neste evento temos um importante feito a celebrar: passamos de sub-gt à condição de GT, um reconhecimento da ANPOLL às realizações e produções acadêmico-profissionais dos integrantes do Grupo. A conquista espelha nossa disposição e empenho para nos comprometermos com maiores desafios. Celebrando, portanto, nosso novo status, lançamos uma proposta que envolve parcerias interinstitucionais e focaliza diferentes abordagens do uso da língua em contextos de formação inicial e continuada. Propomo-nos, portanto, a fortalecer redes colaborativas de pesquisadores em LA, incentivando estudos situados em práticas de formação, letramento e identidade profissional docente, discutindo temas relativos à responsabilidade social, ética e cidadania. Em consonância ao tema do evento - Fortalecendo Redes Colaborativas de Pesquisas em Linguística Aplicada e Formação de Professores de Línguas -, ao mesmo tempo em que os recebemos para o IV CLAFPL, convidamos vocês também a se envolverem ainda mais nessa rede colaborativa de investigação desde já, aproveitando este Congresso para estabelecer mais contatos dentro do Brasil e com nossos ilustres vizinhos latino-americanos, (in)formando-se, discutindo, compartilhando, identificando oportunidades para a realização de projetos conjuntos, difundindo saberes do ser e constituir-se professorde línguas. 11

12 Nossos agradecimentos a todas e todos os participantes das Comissões Local e Nacional que, apesar das conhecidas dificuldades conjunturais, conseguiram realizar este fundamental foro de discussão. E nosso especial agradecimento a todas e todos os Congressistas, que trazem seus trabalhos, seus questionamentos, suas sugestões, suas curiosidades e sobretudo seu interesse para alimentar nosso desenvolvimento comum. Ótimo CLAFPL, férteis interações, entusiasmantes reflexões! Tania Romero Coordenadora do GT em exercício ( ) 12

13 APRESENTAÇÃO Os resumos dos trabalhos apresentados no IV Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas (CLAFPL), promovido bienalmente pelo Grupo de Trabalho Formação de Educadores na Linguística Aplicada, vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL), encontram-se reunidos neste caderno. O evento, sediado no Departamento de Linguística, Português e Letras Clássicas (LIP) / Programa de Pós- Graduação em Linguística (PPGL) e em Linguística Aplicada (PPGLA) da Universidade de Brasília (UnB) acontece no período de 27 de fevereiro a 01 de março de O CLAFPL tem como públicoalvo principalmente a comunidade acadêmica latino-americana, e agrega pesquisadores docentes e discentes ligados a Programas de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (LA) e áreas afins, e profissionais ligados à formação de professores e ao ensino e aprendizagem de línguas também de outras partes do mundo. O CLAFPL vem de encontro das demandas da área de formação de professores na LA e de áreas afins promovendo a discussão acadêmica dos desafios e problemas enfrentados pelos pesquisadores e docentes envolvidos com formação de professores de línguas, estruturando-se, desta forma, em decorrência das necessidades do GT Formação de Educadores na Linguística Aplicada vinculado à ANPOLL. O evento oferece espaço para o debate e a discussão de temas relevantes que visam aprimorar o sistema educacional envolvendo investigadores latino-americanos e pesquisadores de outras partes do mundo. O evento é constituído por conferências, mesas-redondas, simpósios, sessões de comunicações coordenadas, comunicações individuais e sessões interativas de pôsteres, que contam com nomes representativos da área de formação de professores do Brasil e do exterior. As propostas de trabalho recebidas foram selecionadas pela Comissão Científica do IV CLAFPL, tendo sido escolhidos prioritariamente temas de relevância para a Linguística Aplicada. Os resumos dos trabalhos apresentados neste livro retratam as tendências, preocupações e reflexões dos pesquisadores e professores que atuam na área de formação de professores de línguas e convergem para a busca da compreensão do processo de formação do docente de línguas e de modos para aprimorá-lo. Dentre as temáticas discutidas, encontram-se a construção de identidades, as políticas linguísticas, as novas tecnologias de informação e comunicação e a educação à distância, ou as parcerias universidade-escolas, dentre outras, são aqui discutidas. Todos estes trabalhos refletem a seriedade e o interesse dos pesquisadores envolvidos em 13

14 aprofundar as discussões de temas relevantes e intrigantes da área de formação de professores de línguas com vistas a uma maior compreensão e desenvolvimento das pesquisas na área. Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira Presidenta da Comissão Nacional do IV CLAFPL Kleber Aparecido da Silva Presidente da Comissão Organizadora Local do IV CLAFPL 14

15 PROGRAMAÇÃO GERAL Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira :00 9:00 9:00 10:00 8h 9h Credenciamento 9h 10:30 Abertura oficial e conferência de abertura Mesa-redonda 1 Mesa-redonda 3 10:00 10:30 10:30 11:00 Intervalo para café Intervalo para café Intervalo para café 10:30 12:30 11:00-12:30 Simpósios 10:30-12:30 Simpósios 10:30-12:30 Comunicações coordenadas e individuais 12:30 14:00 Intervalo para almoço Intervalo para almoço Intervalo para almoço 14:00 16:00 Comunicações coordenadas e individuais Comunicações coordenadas e individuais Comunicações coordenadas e individuais 16:00 16:30 Intervalo para café Intervalo para café Intervalo para café 16:30 18:00 Painel Latino- Americano Mesa-redonda 2 16:30-18:30 18:00 19:00 19h00 às 20:00 Lançamento de Livros e Coquetel Sessão Interativa de pôsteres Comunicações coordenadas e Individuais 19:00 Apresentação artístico-cultural Conferência de Encerramento Hilário Bohn (UCPEL) 15

16 16

17 CONFERÊNCIAS PLENÁRIAS CONFERÊNCIA DE ABERTURA Have we been displaced? Or have we given up? The weakened role of teachers and teacher educators in the design and implementation of English language education policies Adriana Maria Gonzalez Moncada (Universidad de Antioquia) The growth of English language teaching and learning has become an international phenomenon. It is has been an important component of national agendas that seek competitiveness and productivity in the labor market. This expansion is usually materialized in language education policies that shape classroom practices, assessment models, teacher education and teachers professional development programs. A close look at the implementation of language education policies for English in Latin America, reveals an increasing number of initiatives where the private sector has taken control of teaching English and providing professional development alternatives for EFL teachers. In this presentation, I will analyze critically how teachers and teacher educator have experienced a serious loss of opportunities to participate and make decisions about these policies. I will explore our situation as a consequence of being displaced by powerful non academic organizations or as our own inability to negotiate our participation and take a more active role in education. Some examples of educational initiatives will be discussed. As a conclusion, I propose that teachers and teacher educators take a more critical stand and become involved directly, as we are informed citizens and critical intellectuals, in the design and implementation of language education policies. PAINEL LATINO-AMERICANO O papel das pesquisas sobre formação de professores de línguas: perspectivas latino-americanas Allen Quesada (Universidad de Costa Rica, Costa Rica) Beatriz Gabiani (Universidad de la República/Uruguai) Deise Prina Dutra (Universidade Federal de Minas Gerais / Brasil) Mediadora: Gloria Gil (Universidade Federal de Santa Catarina -UFSC/Brasil) Dentre os objetivos mais importantes do Congresso Latinoamericano de Formação de Professores de Línguas CLAFPL- desde sua primeira edição, podemos destacar os seguintes: 1) incentivar o estudo e a pesquisa, promovendo o debate na área de formação de professores de línguas entre pesquisadores docentes e discentes e professores das universidades latino-americanas; e 2) propiciar a divulgação de conhecimentos para a melhoria da área de formação de professores no Brasil e nos demais países da América Latina. Com base nesses objetivos, convidamos os representantes de quatro países latino-americanos (Brasil, Costa Rica, México e Uruguai) para relatar e problematizar sobre qual o papel das pesquisas sobre formação de professores de línguas nos seus países. Seguindo o formato do primeiro painel, realizado em 2006, as seguintes perguntas nortearão os relatórios críticos dos pesquisadores convidados: - Quais instituições se dedicam a pesquisar a formação de professores de línguas?que tipos de pesquisas são realizadas (quantitativas/qualitativas)?quais os assuntos mais pesquisados - Como essas pesquisas são divulgadas e ou veiculadas? - Qual o impacto das pesquisas nas políticas públicas? - Existe apoio governamental para realização de pesquisas? - Existem pesquisas sendo realizadas por professores das escolas regulares? - Como tem sido as relações entre pesquisas, universidades/centros de pesquisa e as escolas regulares? - Existem redes de pesquisadores? Se sim, como elas são, se não, porque não acontece? 17

18 - Existe algum projeto de pesquisa(s) em rede? Se sim, pode descrever? - O que seria importante realizar para a construção de uma rede latino-americana de pesquisa sobre formação de professores de línguas? MESA REDONDA 1: POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUAS Dermeval da Hora (UFPB) Gretel Eres Fernández (USP) Pedro M. Garcez (UFRGS) Mediadora: Telma Gimenez (UEL) Formação continuada para professores de língua portuguesa em João Pessoa: uma experiência que deu certo Dermeval da Hora (UFPB/CNPq) Por mais de cinco anos, a Secretaria de Educação e Cultura do Município de João Pessoa tem investido na formação continuada dos professores de Língua Portuguesa da Educação Básica do primeiro ao nono ano. Utilizando seus recursos financeiros, a Secretaria tem investido na concessão de bolsas para 200 alunos do Curso de Letras da UFPB, promovendo o acompanhamento do trabalho dos docentes pelos discentes. Inúmeras tarefas têm sido desenvolvidas, e o resultado tem-se mostrado bastante frutífero. Semanalmente, os alunos, juntamente com professores experientes ligados à Universidade Federal da Paraíba, se reúnem para planejar as atividades que serão desenvolvidas nas escolas da rede municipal. Os conteúdos trabalhados são os definidos pela escola, mas com o olhar do aluno do curso de Letras, tais conteúdos acabam assumindo uma nova roupagem. A proposta dessa participação é apresentar, em linhas gerais, como o trabalho se desenvolve e como os resultados obtidos justificam a proposta. Serão apresentados os resultados relativos à evolução dos alunos após a implementação do projeto de acompanhamento. Da formação inicial à formação continuada: uma política eficaz, uma solução ou um arremedo? Gretel Eres Fernández (USP) Como bem se sabe, a formação de docentes de línguas estrangeiras deve considerar o domínio do conteúdo linguístico (a LE em questão) e do seu ensino ou, no dizer de Almeida (2005, p.3), discutir os pressupostos da formação do professor é discutir como assegurar um domínio adequado da ciência, da técnica e da arte da profissão docente, ou seja, é tratar da competência profissional. A atual LDB-EN, em seu artigo 62, 1º, estabelece que A União, o Distrito Federal, os estados e os municípios, em regime de colaboração, deverão promover a formação inicial, a continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. Se pensarmos na oferta de cursos presenciais e à distância, não há dúvida que o cumprimento da letra da lei é uma realidade. Contudo, o que a meu ver merece uma discussão minuciosa é o papel que tais cursos exercem e o seu verdadeiro caráter: podemos dizer que eles integram uma política eficaz de formação de docentes? Estamos frente a iniciativas que objetivam, em sua essência, solucionar problemas enfrentados pelos professores em sua prática pedagógica? Ou tudo isso não passaria de um arremedo de formação na medida em que nem ataca frontalmente as dificuldades do cotidiano escolar, nem eleva substancialmente a qualidade da formação dos professores?. Apesar de terem natureza e características diferentes, ambas as modalidades de formação têm o mesmo objetivo, que é propiciar preparo ao professor para atuar bem, de maneira criativa, assegurando aprendizagem de qualidade aos alunos (GUIMARÃES, 2005, p. 3) e, nesse sentido, estão interligadas. Portanto, torna-se imprescindível analisar a validade e qualidade da atual formação de professores de línguas estrangeiras na perspectiva de uma política que considere as contribuições efetivas que tanto a formação inicial e a continuada oferecem para o desenvolvimento da competência profissional. 18

19 Integrando formadores de professores da educação linguística e além: o caso do Programa das Letras e dos números para professores de países africanos de língua oficial portuguesa Pedro M. Garcez (UFRGS/CNPq) Examinando o caso de um programa de formação de professores com o qual tenho estado envolvido desde 2009, destaco a importância de redes colaborativas em Linguística Aplicada e formação de professores, sobretudo no que diz respeito à colaboração entre formadores que de outro modo estariam restritos a segmentos especializados no ensino de Língua Portuguesa, ou de Literatura, ou de línguas adicionais específicas. O Programa das Letras e dos Números (PLLN), iniciativa apoiada por diferentes agências governamentais brasileiras para a formação presencial de professores da rede pública de ensino básico em países africanos de língua oficial portuguesa, particularmente Cabo Verde e Guiné-Bissau, reúne formadores brasileiros em educação linguística e matemática, acadêmicos universitários e docentes do ensino fundamental e médio em diferentes redes de ensino. Ao direcionar-se a um professorado da educação básica que tem no português a única língua escrita e oficial, sem ser essa a língua corrente ou preferencial das comunidades que atendem, o PLLN demanda formadores com experiência nos diversos quadrantes de formação em educação linguística. Nessa configuração, fica patente, por exemplo, que qualificar o português que é objeto ou meio de ensino como língua materna ou língua estrangeira é tecnicamente impreciso e politicamente inadequado, percepção que descortina reflexões inusitadas para quem se vê como profissional do ensino de língua materna ou de língua estrangeira. Com base na experiência de interlocução entre os atores nas formações do PLLN, e ainda mais entre os formadores em educação linguística e educação matemática, discuto possibilidades e desafios que podem ser contemplados para a concepção de políticas mais amplas de formação de professores de línguas em ações assim integradas. MESA REDONDA 2: FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PEDAGOGIA CRÍTICA Walkyria Monte-Mor (USP) Fernanda Coelho Liberali (PUC-SP) Rosane Rocha Pessoa (UFG) Mediadora: Tânia Romero (UFLA) Formação de professores e educação crítica: a construção de sentidos como agência Walkyria Monte Mór (Universidade de São Paulo) A apresentação pretende debater as tensões e ao mesmo tempo, as possibilidades de expansão interpretativa entre o que se entende por controle de sentidos e as propostas para o desenvolvimento de construção de sentidos como forma de agência. As teorias dos letramentos críticos reconhecem as mudanças em linguagem e comunicação, colocando em discussão: 1) as tensões e o controle social das interpretações; 2) o conceito de construção de sentidos (meaning making) e sua atualidade na visão de leitura como prática social, com base nos estudos de Lemke (2004); Kress (2000, 2010) e Gee (2003, 2010). Para tal, reporta-se aos estudos sobre multimodalidade, segundo os quais a linguagem se constrói por novos modos e modalidades, havendo também novas formas de interação. Esta é uma percepção que conduz às revisões nas noções sobre compreensão e interpretação em suas interfaces com o conceito de construção de sentidos nos estudos de linguagem como prática social (KRESS, 2005; GEE 1997, 2004; FREEBODY & LUKE, 1997). Levando-se em conta o fato de que as sociedades atuais demandam expandir as suas funções educacionais tradicionais voltadas à qualificação e à socialização, a habilidade de construção de sentidos revela ter um potencial de desenvolvimento de agência, possibilitando o trabalho de subjetificação (subjectification), conforme defendido por Biesta (2009), uma função educacional que muito bem atende às necessidades da formação da sociedade contemporânea. A proposta, portanto, preocupa-se com a formação docente e discente, voltando-se para práticas sociais e culturais ativas/críticas (LANKSHEAR & KNOBLE, 2003; COPE & KALANTZIS, 2000, 2004; GIROUX, 2005; MENEZES DE SOUZA, 2006, 2010; MONTE MÓR, 2006, 2009, 2010). 19

20 Gestão crítico colaborativa Fernanda Coelho Liberali (PUC-SP) Esta apresentação tem como objetivo discutir a formação de educadores a partir da compreensão da gestão escolar como uma cadeia de atividades envolvendo diretores, coordenadores, funcionários, professores e alunos. No cenário brasileiro, o conceito de gestão educacional tem sido importado dos contextos empresariais, que muitas vezes não leva em consideração aspectos importantes do contexto escolar. Esta apresentação discute uma abordagem para a gestão escolar a partir de uma tradição de Vygotskiana (1934) que implica que a produção de significados e motivos compartilhados é aspecto essencial para o desenvolvimento de uma possibilidade crítico-colaborativa para transformar a escola. Nesses termos, o conceito de gestão precisa ser pensado em função do reconhecimento da importância da participação consciente e esclarecida das pessoas nas decisões sobre a orientação e planejamento de seu trabalho, o que implica o fortalecimento do coletivo. Envolve um caráter de participação responsável de todos nas decisões necessárias e na sua realização, mediante um compromisso coletivo com resultados educacionais cada vez mais efetivos e relevantes (LUCK, 2009). Assim, torna-se essencial entender as transformações sociais atuais, em uma perspectiva na qual, dialeticamente, seja possível estabelecer um elo entre estrutura social e individual (ENGESTRÖM, 1999), dando consideração às ações praticadas pelo indivíduo e sua relação com o todo que se pretende transformar. Além disso, é preciso levar em conta que a gestão é uma atividade dirigida (CLOT, 1999; COLE e ENGESTROM, 1993; LAVE e WNEGER, 1991) que não se estrutura como uma corrida em direção a uma meta conhecida de antemão. Ao contrário, tem um caráter desenvolvimentista que implica considerar o desenvolvimento do trabalho, sua história e empecilhos a ele. Gerir tem um valor crítico-colaborativo, em que os sujeitos envolvidos estão em processos constantes de aprendizagem e desenvolvimento individual e coletivo. Mais ainda, é condição essencial que essa gestão seja compreendida no âmbito de Redes de Atividades em cadeia intencional (LIBERALI, 2011), o que envolve ações para diagnóstico, planejamento, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação de projetos comuns. Para que esses projetos possam ser realizados, considerando o caráter mutável das condições de trabalho, a criatividade e a intencionalidade atuam como modo de agir essencial de todos os envolvidos. Ademais, a argumentação se torna a base para a gestão, pois permite que o resultado seja construído a partir de objeto idealizado comum, reconstruído ao longo do processo de trabalho conjunto por meio da produção compartilhada de novos significados. Essa perspectiva crítico-colaborativa de gestão será exemplificada a partir de discussão sobre o Projeto Gestão em Cadeias Criativas, desenvolvido na Secretaria Municipal de Educação de São Paula para o desenvolvimento amplo de todos os níveis de educadores da escola (formadores de educadores, diretores, coordenadores, professores e alunos) com foco em diferentes dimensões da gestão que articuladas transformem a comunidade de modo mais amplo. Conhecer como reconhecer: estudos na formação crítica de professoras/es de língua estrangeira Rosane Rocha Pessoa (UFG) Em que mundo vivemos? É esse o mundo em que queremos viver? Alguns minutos de reflexão sobre as iniquidades do mundo hoje são suficientes para que nos interroguemos criticamente sobre a natureza e a qualidade moral da nossa sociedade, interrogações essas que estiveram sempre na base da teoria crítica moderna (Boaventura de Souza Santos, 1999). No entanto, o que prevaleceu na modernidade foi o conhecimento totalizante da ordem da regulação social em detrimento da ordem da emancipação social. Assim, a posição de Santos (1999) é a de que, pelo fato de serem múltiplas as faces da dominação e da opressão no atual mundo multicultural, outro tipo de conhecimento se faz necessário, o conhecimentoemancipação, que, segundo o autor, consiste em reconhecer, em tirar o outro da condição de objeto e elevá-lo à condição de sujeito, ou seja, um conhecimento que funcione como princípio de solidariedade. Pautadas/os nesse tipo de conhecimento, vimos tentando desenvolver o nosso trabalho na formação de professoras/es e no ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras na Universidade Federal de Goiás, por acreditar que tanto professoras/es e alunas/os precisam ser reconhecidas/os como sujeitos que produzem conhecimento e o façam de forma prudente. Nesta comunicação, discuto estudos de graduação e de pós-graduação que se inserem na perspectiva crítica de linguística aplicada, focalizando as possibilidades e os desafios encontrados. 20

21 MESA REDONDA 3: PROJETOS E PARCERIAS EM ESCOLAS PÚBLICAS Rosinda de Castro Guerra Ramos (PUC-SP) Maria do Socorro Oliveira (UFRN) Walkyria Magno-e-Silva(UFPA) Mediadora: Maria Helena Vieira Abrahão (UNESP São José do Rio Preto) Um projeto que deu certo: Reflexão sobre a ação Rosinda de Castro Guerra Ramos (PUC-SP) É fato notório que a formação de professores é uma área que necessita especial atenção no contexto de educação do país, tendo em vista que as políticas educacionais não têm dado o devido valor à aprendizagem de línguas. Além disso, o surgimento de instituições nem sempre qualificadas para a formação adequada de docentes para a formação de professores de línguas estrangeiras, não tem contribuído para a constituição de docentes preparados para enfrentar os desafios da educação e, principalmente, da educação na escola pública. Se essa situação é crítica no que diz respeito ao ensino de línguas estrangeiras, torna-se crucial, em relação ao ensino da língua inglesa, tendo em vista a posição que essa língua ocupa no cenário mundial, nos dias atuais. Este trabalho objetiva mostrar o curso de especialização Práticas reflexivas e ensino-aprendizagem de Inglês na escola pública, uma parceria Associação Cultura Inglesa São Paulo e PUCSP/Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL), que em um esforço conjunto promoveram um programa cujo objetivo geral é o aprimoramento profissional de professores da rede pública estadual. Serão trazidos para a apresentação: um breve histórico do projeto e seu desenvolvimento; dados referentes à constituição do curso; exemplos de formação docente e sua construção desencadeada a partir de leituras e discussões de pressupostos teórico-práticos embasados em exercícios de reflexão críticocolaborativos realizados durante o curso; e, reflexões sobre suas ações, desenvolvimentos e desdobramentos. Letramentos e políticas públicas: escola, família, comunidade Maria do Socorro Oliveira (UFRN) A consideração de que o letramento está na vida social, e não, especificamente, na escola, tem levado muitos pesquisadores a explorar as práticas de leitura e escrita fora do contexto escolar, na intenção de compreender não só o modo como essas práticas são instituídas mas também a forma como elas interferem no desempenho dos alunos, manifestando-se como pontos de continuidade ou de ruptura no processo de ensinoaprendizagem. Os estudos de letramento que exploram a articulação entre escola, família e comunidade estão exatamente nessa direção. Buscam alternativas que tentem explicar os gaps, as dissonâncias e predisposições que afetam os baixos desempenhos de leitura e escrita, evidenciados em diversos indicadores de avaliação educativa (INAF, IDEB), e que apontam para a necessidade de políticas públicas voltadas para a questão do letramento. Este estudo, que se insere no Projeto Letramentos e políticas públicas: escola vs mundo contemporâneo, tem como objetivo discutir a importância da articulação escola x família x comunidade no letramento cívico e as implicações dessa relação no desenvolvimento social e econômico de comunidades urbanas. O estudo fundamenta-se nas contribuições teóricas de Bourdieu (1975; 2003), principalmente nas noções de habitus, campo e capital cultural; nos estudos de letramento situado, interessados na articulação local x global (BARTON ET AL., 1998; 2000; STRET, 1993) e na perspectiva ecológica/social, discutida por Brofenbrenner (1996), segundo a qual a escola faz parte de um espaço ecológico (rede de estruturas encaixadas). Metodologicamente, o trabalho é de natureza exploratória, servindo-se também de instrumentos etnográficos. Os dados para análise foram gerados em escolas públicas da cidade do Natal-RN. A análise discute ações de natureza cooperativa realizadas por meio de projetos de letramento, aqui sugeridos como uma alternativa pedagógica eficaz para o desenvolvimento de políticas de letramento, neste caso, com foco na rede escola x família x comunidade. Palavras-chave: Letramentos. Políticas públicas. Projetos de letramento. Escola. Família. Comunidade. 21

VI CLAFPL Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas Universidade Estadual de Londrina 25 a 27 de outubro de 2016.

VI CLAFPL Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas Universidade Estadual de Londrina 25 a 27 de outubro de 2016. VI CLAFPL Congresso Latino-Americano de Formação de Professores de Línguas Universidade Estadual de Londrina 25 a 27 de outubro de 2016 1ª Circular A Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Universidade

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL

O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL ANAIS DA 67ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - SÃO CARLOS - SP - JULHO/2015 O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL Antes de entender qual a diferença entre educação formal e não formal é preciso entender

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade.

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade. RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE PORTUGUÊS BORGES, Ana Maria de Miranda Marques/UFG anamariademiranda2@gmail.com MORAES, Eliana Melo Machado/CAJ-UFG

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

DISCURSOS SOBRE ALFABETIZAÇÃO DENTRO DO CONTEXTO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA

DISCURSOS SOBRE ALFABETIZAÇÃO DENTRO DO CONTEXTO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA 1 DISCURSOS SOBRE ALFABETIZAÇÃO DENTRO DO CONTEXTO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA Lilian Simone Leal Machado URZEDO 1, Rosely Ribeiro LIMA 2 (UFG/CAJ) lilianmachadoinove@hotmail.com

Leia mais

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA

Leia mais

220 D.E.L.T.A., 25:1

220 D.E.L.T.A., 25:1 220 D.E.L.T.A., 25:1 ROCHA, Cláudia H. e Edcleia A. BASSO (orgs.). 2007. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades: reflexões para professores e formadores. São Carlos, SP: Claraluz.

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE

PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE Rafaela Souza SANTOS, Valquiria Rodrigues do NASCIMENTO, Dayane Graciele dos SANTOS, Tamíris Divina Clemente URATA, Simara Maria Tavares

Leia mais

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino LABORATÓRIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Cármen Lúcia Rodrigues * RESUMO O presente texto busca explicar o que é o Laboratório de Ensino e Aprendizagem do curso de Pedagogia ULBRA/Guaíba, relatando suas funções,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD

FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD PROFª Mª MARIA DA GRAÇA GONÇALVES VINHOLI- GT-EAD E SENACmgvinholi@yahoo.com.br mariadagraca@ms.senac.br QUEM É O TUTOR? Mantendo a essência do termo e, transpondo

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES Morilo Aquino Delevati 1 Vanessa Lopes da Silva 2 Leandro Marcon Frigo 3 Resumo: A elaboração de oficinas está incorporada à formação inicial e continuada

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 1 Programa Institucional de Bolsa a Iniciação a Docência do Curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Federal de Santa

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra de Projetos 2011 A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra Local de: Arapongas. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Interdisciplinar Obs.: Para

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

FAÇA PARTE DESSE GRUPO MANUAL DO TUTOR

FAÇA PARTE DESSE GRUPO MANUAL DO TUTOR FAÇA PARTE DESSE GRUPO MANUAL DO TUTOR MANUAL DO TUTOR EAD Facinter SUMÁRIO Assuntos 1. Introdução 2. O que é o tutor na Facinter Páginas 04 05 3. A importância do trabalho do tutor no processo de educação

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO

Leia mais

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana O IDIE - Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa, especializado em

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Campo Grande 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para

Leia mais

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Ana Paula Loureiro Cunha, PUCPR Eliani de Souza Arruda, PUCPR Marilda Aparecida Behrens,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS.

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. 1 Marcos Antonio de Sousa Rodrigues Bolsista/ PIBID/ UESPI 2 Sara Juliana Lima Ferreira Bolsista/

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 62-CEPE/UNICENTRO, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o Curso de Especialização em Gestão Escolar, modalidade regular, da UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Renata Angélica dos SANTOS, Cristiana Alves da SILVA, Maria Marta L. FLORES, Dulcéria TARTUCI, Ângela Aparecida DIAS, Departamento de Educação,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA: UM OLHAR SOBRE SUAS PRÁTICAS DOCENTES

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID é um programa de incentivo e valorização do magistério e de aprimoramento do processo de formação de docentes para a educação básica, vinculado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA

êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA G êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA VERA LÚCIA LOPES CRISTOVÃO G êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Letras e Linguística PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Definição da Extensão e Finalidades A Resolução UNESP 102, de 29/11/2000, define Extensão Universitária, nos seguintes termos: Art.8º Entende-se

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação.

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação. CURSO DE GESTORES PÚBLICOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: OS PLANOS DE AÇÃO COMO DISPARADORES DE MUDANÇA Carline Santos Borges Merislandia Paulo Da

Leia mais

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos 1 Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos na rede estadual de ensino* Gabriela Paulino do Nascimento** Prof.

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

Pibid 2013 Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência

Pibid 2013 Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Proposta Edital nº. 61/2013 Número da proposta 128395 ID Projeto - UFU Instituição de Ensino Superior Nome UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA/UFU Código INEP 17 CNPJ 25.648.387/0001-18 Categoria administrativa

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Eduardo Vargas Pereira (IC) 1*, Diego Soares de Moura (IC) 1, Caroline Pereira Dutra (IC) 1, Roberta Almeida dos Santos

Leia mais

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE Ana Cristina Oliveira Lima, bolsista PIBIC/ CNPq, anacristinaoliveiralima@yahoo.com.br, UECE. Brena de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL Kenya Vieira de Souza e Silva Vanessa Duarte Resumo A educação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL De 1999 até o ano de 2011 o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE) congregava em seu espaço geográfico cinco instituições de ensino

Leia mais

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves Encontro: 20 e 21 de Setembro Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves 1 RAÍZES - Habilidades, Qualidades, Valores 2 TRONCO: Nome / Formação 3 GALHOS/FOLHAS: Projetos para o futuro 4 FLORES: Projetos em

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA E PUBLICAÇÃO PERIÓDICA: PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA* SUANNO, Marilza Vanessa Rosa 1 ; SILVA 2, Carlos Cardoso

FORMAÇÃO CONTINUADA E PUBLICAÇÃO PERIÓDICA: PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA* SUANNO, Marilza Vanessa Rosa 1 ; SILVA 2, Carlos Cardoso FORMAÇÃO CONTINUADA E PUBLICAÇÃO PERIÓDICA: PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA* SUANNO, Marilza Vanessa Rosa 1 ; SILVA 2, Carlos Cardoso Introdução O presente relato de experiência visa refletir sobre

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE Resumo O estudo objetiva discutir os desafios dos cursos de formação de professores frente à inserção

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Maracaju 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB)

O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB) O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB) 076-A3 05/2005 Sônia Regina de Andrade Universidade Regional de Blumenau,

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA Disciplina: ESTÁGIO I Carga Horária: 90h Teórica: Prática: 80h Semestre: 2013.2 Professora: Claudia Mara Soares

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais