Ser Médico. Parabéns! 18 de outubro

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1 issn Ano XIII Nº 151 setembro/outubro de 2013 Publicação bimestral da Associação Médica de Brasília AMBr Ser Médico. Parabéns! 18 de outubro MÉDICO 6 anos de graduação 3 anos de residência médica Até 6 anos de residência RESIDENTE 6 anos de formação 3 anos de residência médica Até 6 anos de residência Bolsa irrisória ESTUDANTE 12 semestres horas aula Maior carga horária de todos os cursos da saúde Carreira de Estado Senador Vital do Rêgo fala sobre Carreira de Estado, Ato Médico e Programa Mais Médicos Festa do Médico Você não pode perder. Vem aí a Festa do Médico, dia 18 de outubro!

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3 issn Ano XIII Nº 151 setembro/outubro de 2013 Publicação bimestral da Associação Médica de Brasília AMBr Editorial Caros leitores, A revista Médico em Dia deste bimestre faz uma homenagem a nós médicos, que mesmo com todas as adversidades enfrentadas nos últimos meses, mantivemos o nosso entusiasmo e o nosso orgulho pela profissão. Ser Médico. Parabéns! 18 de outubro MÉDiCO REsiDEnTE EsTUDAnTE 6 anos de graduação 6 anos de formação 12 semestres 3 anos de residência médica 3 anos de residência médica horas aula Até 6 anos de residência Até 6 anos de residência Maior carga Bolsa irrisória horária de todos os cursos da saúde Na editoria Tribuna temos uma matéria completa sobre Ato Médico, MP 621/2013 e a luta pela aprovação da carreira de Estado. O senador Vital do Rego fala em entrevista sobre os três assuntos e mostra a importância da união da categoria junto ao Congresso Nacional. Carreira de Estado Festa do Médico Senador Vital do Rêgo fala sobre Carreira de Você não pode perder. Vem aí a Festa Estado, Ato Médico e Programa Mais Médicos do Médico, dia 18 de outubro! Falando em união da categoria, fizemos a cobertura completa do Encontro Nacional das Entidades Médicas ENEM, realizado em agosto na AMBr. As entidades participantes do evento aprovaram após três dias de debates, um manifesto que alerta a sociedade e ao governo sobre as decisões do governo que colocam em risco a saúde da população. Você também poderá ler tudo sobre a XI Feira da Saúde AMBr, realizada em parceria com as Sociedades de Especialidade e as faculdades de medicina do DF. O evento ofereceu informações sobre saúde e prevenção para mais de 20 mil pessoas do Distrito Federal e Entorno. Outubro é mês de festa na AMBr. Vem aí a segunda edição do Dia da Criança Solidário e a Festa do Médico. Informe-se e participe! A Dra. Carmelia Reis, coordenadora do Programa Regional de Medicina Dermatologia, fala em entrevista sobre os sintomas, tratamentos e prevenção do câncer de pele. Já o Dr. Alexandre Albuquerque, cirurgião e membro da equipe que criou o Serviço de Fissurados do HRAN, conta sobre o projeto que devolve o sorriso para crianças que nasceram com a má formação. Na editoria Gestão da Saúde, Eduardo Regonha, assina o artigo Médico: um empreendedor por natureza. No Ponto e Contraponto desta edição debatemos o tema Federalização da Saúde do DF. No Medicina e Arte, Meu nome é Dolly, conta a história do Instituto Roslin e da famosa ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta pela técnica de transferência somática de núcleo. Em Histórias da Música Popular temos o artista Wilson Batista, um dos maiores sambistas de todos os tempos. Cultura, turismo, gastronomia, Vida Saudável e Associado em Destaque completam a nossa edição. Aproveitem e boa leitura! Paulo Feitosa, Diretor de Comunicação da AMBr

4 Diretoria Executiva Dr. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho Presidente Dr. Evaldo Trajano Filho Vice-Presidente Dr. Jorge Gomes de Araujo Diretor Administrativo Dr. Carlos Jose Sabino Costa Diretor Econômico-Financeiro Dr. Paulo Henrique Ramos Feitosa Diretor de Comunicação e Divulgação Dr. Elias Couto e Almeida Filho Diretor de Planejamento Dr. Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta Diretor de Editoração Científica Dra. Ana Patrícia de Paula Diretora Científica e de Ensino Médico Continuado Dr. Fernando Fernandes Correia Diretor Social e de Atividades Culturais Dra. Olimpia Alves Teixeira Lima Diretora de Relações com a Comunidade Conselho Fiscal Titular Dr. Márcio de Castro Morem Dra. Alba Mirindiba Bonfim Palmeira Dr. Ognev Meireles Cosac Suplente Dra. Elza Dias Tosta da Silva Dr. Alexandre Barbosa Sotero Caio Dr. Bolivar Leite Coutinho Bento Viana Delegados efetivos Dra. Edna Marcia Xavier Dr. Alexandre Morales Castillo Olmedo Dr. Jose Nava Rodrigues Neto Dr. Carlos Alberto de Santa Ritta Filho Dr. Eudes Fernandes de Andrade Dr. Sergio Tamura Dr. Aloísio Nalon Queiroz suplentes Dr. Adalberto Amorim de M. Junior Dr. Antonio Geraldo da Silva Dr. Bruno Vilalva Mestrinho Dr. Baelon Pereira Alves Dr. Roberto Cavalcanti Gomes de Barros Dr. Roberto Nicolau Cavalcanti de Souza Dr. Alcides de Oliveira Dourado Filho Conselho Editorial Dr. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho Dr. Evaldo Trajano Filho Dr. Paulo Henrique Ramos Feitosa Dr. Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta Diretor responsável Paulo Henrique R. Feitosa Editora-chefe Cristiane Rodrigues Kozovits Jornalista responsável Marina Gomes Barbosa (RP: /2011 DF) Revisão Cristiane Rodrigues Kozovits ESTAGIÁRIA Nayane Gama Editoração Grifo Design Comercialização (61) (61) Impressão Ideal Gráfica e Editora Tiragem exemplares Médico em Dia é uma publicação da Associação Médica de Brasília AMBr SCES Trecho 3 Conj. 6 (61) redação Jornal da Comunidade Canstock Ilustração: Carlos Neri Bento Viana Revista cultural de distribuição gratuita. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.

5 Sumário 12 Feira da Saúde A AMBr, em parceria com as Sociedades de Especialidade e as faculdades de medicina do DF, realizaram nos dias 20 e 21 de setembro a XI Feira de Saúde em Brasília. O evento ofereceu informações sobre saúde e prevenção para mais de 20 mil pessoas do DF e Entorno. 18 Entrevista A médica, Dra. Carmelia Reis, coordenadora do programa Regional de Medicina Dermato, fala sobre sintomas, tratamento e prevenção do câncer de pele. 30 Histórias da Música Popular Wilsom Batista, desconhecido das gerações atuais, foi um dos maiores sambistas de todos os tempos. 50 Artigo O médico Dr. Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta assina artigo sobre a Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS. 26 Tribuna Especial Uma matéria completa com entrevista exclusiva do senador Vital do Rego sobre Carreira de Estado, Ato Médico e MP 621/2013. Radar 16 Gestão da Saúde 20 Medicina e Arte 22 Ponto e Contraponto 38 Perfil 48 Gourmet 52

6 Dr. Anderson Arantes Silvestrini Diretor Técnico Médico CRM/DF Acreditar no melhor para sua saúde faz toda diferença para nossa equipe Desde sua criação o Grupo Acreditar oferece tratamentos diferenciados para seus pacientes. Por isso, as mudanças e a evolução nunca param de acontecer. Uma das novidades é a ampliação de suas unidades em Brasília. Além disso, a constante especialização da equipe e a qualidade técnica garantem, aos pacientes e familiares, segurança, bem-estar e excelência no atendimento durante o tratamento. Tais cuidados e preocupações preparam o Grupo Acreditar para o processo de certificação aplicado pela Joint Commission International, que garante a qualidade e a segurança dos serviços.

7 Luciano Carvalho Presidente da AMBr Palavra do Presidente Resiliência não é resignação Adaptado da física às ciências humanas, resiliência (do inglês resilience) significa voltar ao estado normal depois do enfrentamento de situações adversas. Tem como sinônimos: resistência, superação, capacidade rápida de recuperação. Ninguém nasce resiliente, é uma capacidade adquirida mediante as situações da vida. A pessoa resiliente é perseverante; tem atitude, e tornou-se, ao longo do tempo, apta a transformar experiências em aprendizado sem deixar-se vencer pelas dificuldades que enfrenta. Dito isso, quero este mês enaltecer a resiliência do médico. Este profissional que, por força de sua profissão, mas também de sua realidade, torna-se resiliente; resistente perante difíceis escolhas e situações de muita pressão que lhe são impostas em toda sua jornada de formação, residência, pós-graduação e exercício da medicina. O médico, no seu dia-a-dia, aprende a lidar com situações como ter três pacientes em estado grave, mas só haver UTI disponível para um. Precisa escolher frequentemente qual paciente irá receber tratamento, qual ocupará um único leito nas enfermarias lotadas, a quem dará prioridade na fila onde se agrupam pessoas, seus semelhantes, muitas vezes em agonia e desespero. Infelizmente, a resiliência do médico vem sendo ultrajada pela péssima situação da saúde pública no país. Ao nos afastarmos dos grandes centros e do poder aquisitivo da parcela privilegiada da população nos deparamos com um cenário desolador. O Sistema Único de Saúde beira à falência por falta de investimentos e consequente carência de infraestrutura. O médico não quer ir para o interior não é por descaso com a população, mas pela ciência desta realidade onde falta tudo para que ele possa aplicar seus conhecimentos, como foi treinado para fazer. Neste caso, a resiliência é forjada e confundida com resignação. A mesma realidade continuará lá à espera dos médicos importados de qualquer país. Eles enfrentarão as condições adversas resultantes da falta de investimento em saúde no Brasil, o que eu não sei dizer é se foram informados disso e se terão a resiliência dos profissionais brasileiros para lidar com tal situação. Essa foi a nossa mensagem contra o programa Mais Médicos : sabemos que não vai resolver desovar médicos no interior sem lhes dar condições de trabalho! Mas a força da mídia que o governo tem, somada a protestos emocionais, forjou-se mais uma vez e injustamente, o médico em vilão. Resiliência não é resignação. Ainda bem que os médicos brasileiros dizem NÃO às condições de trabalho adversas de algumas regiões, senão a sociedade brasileira não teria a menor chance de ver a saúde melhorar em algum tempo. Mesmo que a população esteja enganada, sem compreender isso ainda, seremos, também neste caso, resilientes. Não queremos apenas confortar, na periferia de uma grande cidade, uma adolescente com um aborto infectado, no leito de morte, provocado por uma sonda para interromper uma gravidez adquirida após um estupro causado pelo seu próprio padrasto. Não vamos desistir de lutar não só pela valorização de nossa carreira, mas também pelo investimento necessário na área de saúde para que esta mesma população receba tratamento, prevenção e os cuidados que lhe garante nossa Constituição. Parabéns a cada colega médico por mais um dia comemorativo a nossa profissão. Cada brinde e cada homenagem ao 18 de outubro é merecido neste ano em que fomos tão testados e ultrajados. Parabéns pela resiliência, pela resistência e pela superação do dia-a-dia como médicos no país de tantos faz-de-conta! Sérgio Amaral 7

8 Especialidade Médica DR. SILVESTRINI Médico Oncologista 8 Oncologia clinica situação atual (Parte II) Na parte I foram abordadas as principais dificuldades na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer no Brasil. Neste artigo mostrarei que, apesar das dificuldades, temos evoluído muito nos últimos anos em relação ao diagnóstico, estadiamento e tratamento das neoplasias. Canstock Um dos grandes avanços que tivemos na última década no diagnóstico e estadiamento das neoplasias foi a melhoria na resolução dos exames de imagem como tomografias computadorizadas, ressonâncias magnéticas e mamografias. Outro exame que mudou a rotina na condução de alguns tumores foi o PET-CT. O PET-CT é um exame que une duas grandes áreas da medicina: a medicina nuclear e a radiologia. Baseado no conceito de que a célula tumoral consome mais açúcar do que as células normais de nosso corpo e associando-se isso à cortes tomográficos teríamos uma avaliação mais fidedigna da extensão de doença do paciente. Com este exame quebramos uma barreira física que é medir apenas as dimensões de um tumor, avaliação nem sempre apropriada, e passamos a avaliar o metabolismo tumoral. O PET-CT é o exame de escolha para estadiamento de alguns tumores como linfoma e câncer de pulmão e para avaliação de resposta de pacientes com câncer coloretal com metástases hepáticas, para avaliar ressecabilidade. Nas últimas duas décadas passamos a conhecer melhor a célula tumoral e todos os processos envolvidos na síntese proteica e divisão tumoral. A partir daí, a anatomia patológica evoluiu da avaliação morfológica para a avaliação da expressão de alterações genéticas do tumor. Com isso, passamos a entender melhor porque dois tumores com mesmas características morfológicas podem ter evoluções tão díspares apesar do mesmo tratamento instituído. Novas doenças surgiram, como o Tumor do Estroma Gastrointestinal (GIST), raro tipo de sarcoma que expressa marcação por imunohistoquímica para CD-117 em 95% dos casos e CD-34 em 60 a 70% dos casos, novos alvos específicos foram identificados e, a partir deste conhecimento, novas classes de medicamentos foram criadas, com perfil de toxicidade menor e melhores taxas de resposta. Temos alguns exemplos de medicamentos que surgiram nos últimos anos e mudaram a história natural de algumas neoplasias. Um dos primeiros medicamentos desta categoria foi o Mesilato de Imatinibe (GlivecR). Indicado para o tratamento de leucemia mielóide crônica e GIST, ele levou a remissões citogenéticas da leucemia e diminuição no número de transplantes.

9 Em Tumor do Estroma Gastrointestinal (GIST), doença rara e sem tratamento até o surgimento do Imatibe, respostas da ordem de 80% são encontradas, com aumento da sobrevida. Ainda temos muito que melhorar em relação ao diagnóstico precoce, forma mais eficaz e barata de curar os pacientes e dar uma melhor utilização ao investimento público em saúde, pois o paciente metastático apresenta um custo de tratamento maior e mais prolongado e na maioria das vezes a doença é incurável. Paciente portador de GIST apresentando resposta completa ao tratamento com Imatinibe2 IMPACTO DE TRASTUZUMABE NA HISTÓRIA NATURAL DO CÂNCER DE MAMA METASTÁTICO PET-CT de paciente com diagnóstico de câncer coloretal metastático para fígado apresentando resposta completa à quimioterapia Sobrevivência total 1 0,8 0,6 0,4 0,2 HER2- HER2+ Trastuzumabe- HER2+ Trastuzumabe Imagem de neoplasia de mama em HE, imunohistoquimica e teste de Fish para cerb-b pacientes M+ HER2-: 1782 HER2+ Trastu-: 118 HER2 + Trastu+: 191 A partir do diagnóstico (meses) Mediana-acompanhamento por 18 meses 5 anos-sobrevivência total 24,5% 13,2% 23,4% O medicamento Trastuzumabe reverte o prognóstico negativo de pacientes com câncer de mama metastático com hiperexpressão de HER-2 que tem a possibilidade de utilizá-lo3,4 A introdução do trastuzumabe mudou a história natural do câncer de mama HER2 positivo 9 BIBLIOGRAFIA: Pauletti, et al. J Clin Oncol, 2000 / Demetri, G. D., et al, N Engl J Med, 347 (7): 472, 2002 / Slamon DJ, et al. N Engl J Med 2001;344: / Baselga J. Oncology 2001;61(Suppl. 2):14 21

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11 Cultura Arte Abstrata Wassily Kandinsky, o pioneiro do abstracionismo nas Artes Plásticas, nasceu na cidade de Moscou, em 16 de dezembro de O método de pintar baseando-se na imaginação permitiu ao pintor adquirir, pouco a pouco, grande liberdade no uso de cores intensas, contornos arrojados e sombras brutas. De todas as artes, a pintura abstrata é a mais difícil. Exige que você saiba desenhar bem, que você tenha uma sensibilidade aguçada para composição e cores, e que você seja um verdadeiro poeta. Esta última é essencial. A cor é um meio para se exercer influência direta sobre a alma. A cor é a tecla, o olho é o martelo. A alma é o plano de inúmeras cordas. Quanto ao artista, é a mão que, com a ajuda desta ou daquela tecla, obtém da alma a vibração certa. Wassily Kandinsky Yellow, red and blue Canstock Improvisação III Dúvidas e informações: Dicas da DAD Mistério da grafia Sabia? A primeira letra do alfabeto se escreve assim á. O acento obedece à regra dos monossílabos tônicos. Eles ostentam agudos ou circunflexos quando preenchem uma condição: terminarem em a, e ou o (seguidos ou não de s). É o caso de cá, lá, dás, é, és, lê, crê, pó, cós, nós. Olho vivo, marinheiro de poucas viagens. Os monossílabos tônicos terminados em i e u aparecem livres e soltos sem lenço nem acento. Veja: vi, li, nu, crus. Lição graciliana O dicionário, em certos meios, é tão desconsiderado quanto os palavrões obscenos que a crítica pudibunda repele. Contudo não poderíamos trabalhar sem ele, como não poderíamos trabalhar sem couro ou tijolos se fôssemos sapateiros ou pedreiros. Projeto Doutor Mostre Sua Arte A AMBr acaba de lançar mais um projeto inovador: Doutor mostre Sua Arte. Convidamos você para mostrar a sua arte na AMBr. Pode ser pintura, poesia, fotografia, entre outros talentos. As obras serão expostas na sede da Associação e divulgadas em nossos veículos de comunicação. Para mais informações: (61)

12 Feira da Saúde 12 A Associação Médica de Brasília (AMBr), em parceria com as Sociedades de Especialidade e as faculdades de medicina do DF, realizaram nos dias 20 e 21 de setembro a XI Feira de Saúde em Brasília. O evento foi realizado no espaço do Metrô da Rodoviária do Plano Piloto. Com o tema Prevenção é Saúde, a Feira ofereceu informações sobre saúde e prevenção para mais de 20 mil pessoas do Distrito Federal e Entorno. Com cerca de 350 profissionais da saúde envolvidos. O evento também ofereceu exames gratuitos como: aferição de pressão arterial, glicemia, oftalmológico, dermatológico (câncer de pele), entre outros. Um projeto como este é importante para o médico, para o estudante de medicina e, principalmente, para a comunidade. As pessoas precisam de informação. Mesmo que não sejam atendidas, muitas vezes elas carecem somente de orientação sobre como proceder em algumas situações, considera a diretora de Relações com a Comunidade, da AMBr, Dra. Olimpia Lima, coordenadora do evento.

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14 Olhar Social Dia da Criança Solidário A AMBr vai promover no dia 12 de outubro a 2ª edição do Dia da Criança Solidário, evento que reúne a família dos médicos associados e crianças carentes assistidas por instituições não governamentais. Ano passado mais de 50 crianças foram beneficiadas pelo projeto recebendo, além de brinquedos novos doados pelos associados, uma bela festa com jogos lúdicos, brincadeiras de roda, contador de histórias, pintura de rosto, cachorro quente, picolé, algodão doce, pipoca e várias outras atividades. Para que o evento seja um sucesso precisamos contar com o engajamento dos associados de duas formas: primeiro, participando da campanha de arrecadação de brinquedos a serem doados às crianças carentes; segundo, trazendo seus filhos para participar da festa e entregar o brinquedo a seu amiguinho afilhado, já que são os filhos dos médicos quem fazem a entrega dos brinquedos desenvolvendo, assim, seu senso de solidariedade e cidadania. A instituição beneficiada este ano será a Creche Anjo da Guarda, que assisti crianças carentes da região de São Sebastião. Os brinquedos novos serão adquiridos de acordo com a faixa etária das crianças e padronizados para que não haja nenhuma frustração. 14 O presidente da Associação Médica, Dr. Luciano Carvalho, espera contar, mais uma vez, com a participação do associado. Trabalhamos para que a nossa campanha cresça a cada ano, temos um enorme prazer em contribuir para a alegria e o bem-estar destas crianças. É emocionante ver a participação do nosso associado que traz sua família para proporcionar momentos inesquecíveis para estas crianças menos favorecidas, diz Luciano. Canstock Participe da campanha do Dia da Criança Solidário e desperte em seus filhos este sentimento, tão escasso nos dias de hoje! Entre em contato com nossa secretaria pelo telefone: e diga que quer participar da campanha solidária do Dia da Criança.

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16 Radar Portal de Utilização Científica em Saúde chega ao Brasil Foi lançado recentemente no Brasil o portal de educação médica Univadis, plataforma global de conhecimento em saúde gratuita e em português. Segundo o laboratório MSD, responsável pelo serviço, a Univadis possui ampla gama de conteúdo científico para profissionais da área. O lançamento no país ocorre em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB). O conteúdo da Univadis conta com a parceria de editores da área médica e oferece acesso a artigos de periódicos científicos como The Lancet e Journal of American Medical Association (JAMA), além de publicações da Elsevier, do Springer Health Care e do MD Consult. Fonte: Saúde Web Quase metade dos brasilienses está acima do peso corporal considerado ideal A parcela de pessoas obesas no Brasil aumentou 54% nos últimos seis anos. Hoje, a obesidade atinge 17% da população. Em 2006, esse percentual era de 11%. Os dados são da pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), sondagem feita pelo Ministério da Saúde. Embora apresente percentuais menores, o Distrito Federal acompanha a tendência nacional. A freqüência de obesidade e de excesso de peso na população do DF passou de 10,7% e 41,4%, em 2006, para 14,3% e 46,6%, respectivamente. O aumento ocorre tanto em homens quanto em mulheres. De acordo com a pesquisa, o percentual de homens obesos no Distrito Federal subiu de 10,5% para 13,5% e com excesso de peso de 48,3% para 49,3%. Entre as mulheres, os índices de obesidade aumentaram de 10,8% para 14,9% e de excesso de peso de 34,7 % para 44,2%. Com informações do Jornal de Brasília Canstock 16

17 Começa a 3ª etapa de vacinação contra HPV em escolas do DF Canstock Começou nesta segunda-feira, 30 de setembro, a terceira etapa da vacinação contra o vírus papiloma humano (HPV), principal causador de câncer de colo de útero, em estudantes entre 11 e 13 anos do Distrito Federal. A imunização ocorre até 1º de novembro. De acordo com a Secretaria de Saúde, a primeira fase teve 93% da meta atingida e a segunda, 92%. O objetivo é atender 62,8 mil garotas. O lançamento da campanha aconteceu no dia 8 de março, no Centro de Ensino Fundamental 01, na Estrutural, mas a imunização só começou efetivamente no dia 1º de abril. A faixa etária foi escolhida com base em pesquisas feitas pela secretaria que mostram a época como ideal, por ser anterior ao início da vida sexual. De acordo com a pasta, meninas que faltaram no dia da vacinação devem procurar a direção da escola, a fim de receber autorização para procurar o serviço em um posto de saúde. A aplicação depende ainda da autorização dos pais. Para garantir a efetividade da vacina é necessária a aplicação de três doses, com intervalo de 60 e 180 dias após a primeira aplicação. Canstock São Paulo adota prontuário eletrônico em hospitais do SUS Fonte: G1 Os hospitais e unidades de saúde de São Paulo ganharam em agosto um modelo de prontuário eletrônico unificado que permite acesso ao histórico de atendimentos dos pacientes em qualquer unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) da rede. O objetivo é implantar um histórico integrado de prontuários para que o médico não tenha que iniciar um processo de avaliação clínica cada vez que o paciente se dirija a um hospital. Em desenvolvimento desde o início de 2012, o S4SP (Saúde para São Paulo) foi desenvolvido pela Secretaria Estadual de Saúde e pela Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), que ficará responsável pelo sigilo das informações de aproximadamente 20 milhões de pacientes do SUS no Estado. Foram investidos cerca de R$ 56 milhões no sistema, que funciona na nuvem. Com informações: Folha de S. Paulo Cocaína muda o cérebro na primeira dose Basta uma dose de cocaína para que o cérebro sofra alterações de grande porte, de acordo com um estudo da Universidade da Califórnia em Berkeley. Em um experimento feito com ratos de laboratório, os cientistas observaram alterações dramáticas nos circuitos relacionados à aprendizagem, à memória e à tomada de decisões. A descoberta, publicada na revista Nature Neuroscience, fornece informações sobre a ação da droga na região do lobo frontal, que influencia diretamente na necessidade de se usar a droga outras vezes. Por isso, os pesquisadores acreditam que os resultados ajudarão a desenvolver estratégias eficazes de combate ao vício. Com informações do Correio Braziliense 17

18 Sintomas, tratamento e prevenção do Câncer de Pele Canstock 18 O câncer de pele é uma doença frequente, sendo o tipo mais incidente no Brasil. Ele ocorre por conta do desenvolvimento anormal das células da pele, que se multiplicam repetidamente até formar um tumor maligno. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o carcinoma basocelular e o epidermóide são os mais comuns e correspondem a 70% e 25%, respectivamente, dos casos totais da doença. O câncer de pele não melanoma é mais frequente em adultos, com picos de incidência por volta dos 40 anos. Segundo o INCA, as estimativas de 2012 foram de novos casos de câncer de pele em homens e em mulheres. O melanoma maligno disseminado é a forma mais comum e corresponde a cerca de 70% dos casos de malanoma. Sua letalidade é alta, mas apresenta baixa incidência (cerca de novos casos em homens e em mulheres em 2012). Para falar sobre os sintomas, tratamentos e prevenção da doença, a dermatologista Dra. Carmelia Reis, coordenadora do PRM-Dermatologia, concedeu uma entrevista à revista Médico em Dia. Jornal da Comunidade Entrevista Dra. Carmelia Reis Coordenadora do Programa Regional de Medicina Dermatologia Como se dá o efeito cumulativo do sol sobre a pele e como isso pode resultar em um câncer de pele? A radiação ultravioleta é o principal carcinógeno para a pele e age de duas maneiras: a primeira gerando dímeros de timina (iniciação) e a segunda estaria relacionada à imunodepressão que causa ao depletar as células de Langerhans da epiderme e estimular o aparecimento de clones de linfócitos supressores (promoção), facilitando o crescimento tumoral. Além disso, os proto-oncogenes e os genes supressores têm papel importante na gênese das neoplasias de pele. Os proto-oncogenes são os genes relacionados ao crescimento e diferenciação celular. Ao sofrerem algum tipo de mutação, tornam-se tumorigênicos. Os genes supressores modulam o crescimento celular ao atuarem nos mecanismos que regulam a proliferação e diferenciação celular, estabilidade genômica e apoptose. O gene supressor mais conhecido é o p53. O câncer de pele mais comum é o Carcinoma basocelular (CBC), corresponde a 70%, e o Carcinoma espinocelular (CEC), considerado tumor maligno de caráter invasivo(20%); esses dois tumores são chamados de câncer de pele não-melanoma. O melanoma, mais agressivo, quando não tratado precocemente, pode apresentar metástase e levar o indivíduo à morte. Além do sol, há outros fatores de risco para o câncer de pele? Quais? Tabagismo, cicatrizes de queimaduras, Papiloma vírus (HPV), Imunossupressão, Radiação ionizante, Arsênio e infecções crônicas, Ge-

19 Orientações fundamentais durante a exposição solar: nodermatoses, xeroderma pigmentoso são fatores de risco para o câncer de pele. Quais os sinais ou sintomas que merecem atenção em relação à doença? Quando há queixa de crescimento irregular, aumento de tamanho, prurido, mudança de cor e sangramento de uma pinta em qualquer localização da pele, mas principalmente em áreas expostas. Feridas que não cicatrizam em quatro semanas, aparecimento de verrugas, espinhas e caroços persistentes ou que aumentam de tamanho (de coloração rósea, avermelhada ou escura), além de cicatrizes que se ulceram, principalmente as de queimaduras. Quais são as últimas novidades de estudos e novas tecnologias para o tratamento da doença? Canstock Evitar exposição excessiva ao sol no horário de maior intensidade; horário de pique solar: entre 10h-16h; Evitar exposição excessiva ao sol no horário de maior intensidade; horário de pique solar: entre 10h-16h; Manter-se protegido com chapéu, óculos e camiseta; Evitar exposição direta e prolongada de bebês e crianças pequenas ao sol; O fotoprotetor deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar; Usar corretamente o filtro solar. Recomendado uso diário a cada três horas, a partir da hora que levantar da cama. A crioterapia, 5-Fluouracil, Imiquimode e fototerapia atuariam pela elaboração dos fatores de crescimento, receptores, proteínas nucleares e fatores de transcrição. Mesmo com o aumento das campanhas para o uso de protetor solar, o número de pessoas com câncer de pele tem aumentado? As estatísticas têm demonstrado elevação do número de casos novos. Isso se dá pelo melhor diagnóstico e os novos instrumentais facilitadores do diagnóstico (dermatoscópio, fotofinder, hsndycope, entre outros) e, sem dúvida, pela procura maior por diagnóstico por parte dos portadores da doença em função das campanhas de amplitude nacional oferecida à população. Na formação do dermatologista a questão da proteção solar faz parte da grade curricular? Sim, nos programas de residências médicas temos ambulatórios de tumores, onde são abordados todos os tópicos correlatos, etiopatogenia, diagnóstico, tratamento, prevenção e, sem dúvida, os fotoprotetores são produtos essenciais no arsenal terapêutico do dermatologista. São indicados para diversas doenças de pele e principalmente na prevenção do câncer de pele. Hoje no Mercado existem produtos de utilização oral indicados como profiláticos da erupção polimorfa à luz. Qual a importância de fatores anti-uva e fator anti-uvb nos fotoprotetores solares? A radiação solar, entre suas ações, é prejudicial e provoca vermelhidão (eritema), queimaduras, envelhecimento e danos cutâneos que favorecem o aparecimento de câncer de pele. Esses fatores ocorrem em qualquer faixa etária com a prática de esporte ou mesmo atividades ao ar livre. A radiação UV-B é a principal responsável pela queimadura solar, diferente dos raios UV-A, responsáveis pelo fotoenvelhecimento da pele. Ambos são responsáveis pelo câncer de pele ao longo prazo. Então, a associação de fatores anti-uv-a e anti-uv-b ajudam a prevenir as alterações dermatológicas causadas pela exposição excessiva das radiações citadas, como por exemplo, eritema, manchas, elastose solar, fotoenvelhecimento prematuro e prevenção do câncer de pele. Como deve ser feito o autoexame da pele? Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e dos lados direito e esquerdo; Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas; Examine as partes da frente, de trás e dos lados das pernas, além da região genital; Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como os espaços entre os dedos; Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas; Também com o auxílio do espelho de mão, examine as costas e as nádegas. Centro-Oeste Sul Sudeste Nordeste Norte Incidência a cada 100 mil homens Incidência a cada 100 mil mulheres Fonte: INCA 19

20 Gestão da Saúde Médico: um empreendedor por natureza Em outubro comemoramos o Dia do Médico, data em homenagem Eduardo Regonha Diretor executivo da Planis Consultoria. Doutor em Ciências Custos em Oftalmologia. Professor do Centro Universitário São Camilo e da Fundação Unimed a um dos profissionais de maior destaque da nossa sociedade. Afinal, sua principal atividade está diretamente ligada à manutenção e à restauração da saúde da população, utilizando-se de técnicas, evidências e abordagens que lhe proporcionam conhecimento para promover a saúde e o bem-estar físico, mental e social. 20 Canstock

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