Formulário de Referência TECNISA S/A Versão : Declaração e Identificação dos responsáveis 1

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1 Índice 1. Responsáveis pelo formulário Declaração e Identificação dos responsáveis 1 2. Auditores independentes 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Outras informações relevantes 3 3. Informações financ. selecionadas Informações Financeiras Medições não contábeis Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Política de destinação dos resultados Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Nível de endividamento Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Outras informações relevantes Fatores de risco Descrição dos fatores de risco Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Processos sigilosos relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Outras contingências relevantes Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados Risco de mercado Descrição dos principais riscos de mercado 36

2 Índice Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Alterações significativas nos principais riscos de mercado Outras informações relevantes Histórico do emissor 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Breve histórico Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Outras informações relevantes Atividades do emissor Descrição das atividades do emissor e suas controladas Informações sobre segmentos operacionais Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Receitas relevantes provenientes do exterior Efeitos da regulação estrangeira nas atividades Relações de longo prazo relevantes Outras informações relevantes Grupo econômico Descrição do Grupo Econômico Organograma do Grupo Econômico Operações de reestruturação Outras informações relevantes Ativos relevantes Bens do ativo não-circulante relevantes - outros Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados 87

3 Índice Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Outras informações relevantes Comentários dos diretores Condições financeiras e patrimoniais gerais Resultado operacional e financeiro Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor Políticas contábeis críticas Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Plano de negócios Outros fatores com influência relevante Projeções Projeções divulgadas e premissas Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas Assembléia e administração Descrição da estrutura administrativa Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/ Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores 211

4 Índice Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Outras informações relevantes Remuneração dos administradores Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e conselheiros fiscais - por órgão Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Outras informações relevantes Recursos humanos Descrição dos recursos humanos Alterações relevantes - Recursos humanos Descrição da política de remuneração dos empregados 347

5 Índice Descrição das relações entre o emissor e sindicatos Controle 15.1 / Posição acionária Distribuição de capital Organograma dos acionistas Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor Outras informações relevantes Transações partes relacionadas Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes relacionadas Informações sobre as transações com partes relacionadas Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado Capital social Informações sobre o capital social Aumentos do capital social Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações Informações sobre reduções do capital social Outras informações relevantes Valores mobiliários Direitos das ações Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no estatuto Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados Descrição dos outros valores mobiliários emitidos Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 445

6 Índice Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros Outras informações relevantes Planos de recompra/tesouraria Informações sobre planos de recompra de ações do emissor Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício social Outras informações relevantes Política de negociação Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários Outras informações relevantes Política de divulgação Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas es responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações Outras informações relevantes Negócios extraordinários Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos negócios do emissor Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas atividades operacionais Outras informações relevantes 470

7 1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Meyer Joseph Nigri Diretor Presidente Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Thomas Daniel Brull Diretor de Relações com Investidores Os diretores acima qualificados, declaram que: a. reviram o formulário de referência b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a 19 c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos PÁGINA: 1 de 470

8 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Possui auditor? SIM Código CVM Tipo auditor Nacional Nome/Razão social Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. CPF/CNPJ / Período de prestação de serviço 01/01/2010 Descrição do serviço contratado Auditoria das demonstrações financeiras de 2010, revisão das Informações Trimestrais ITR, para os três primeiros trimestres de Foram contratados outros serviços relacionados à auditoria contábil, fiscal e trabalhista, os quais a Companhia e os auditores independentes julgaram como não conflitantes com os serviços de auditoria externa. Montante total da remuneração dos auditores independentes segregado por serviço Pelos serviços de auditoria externa prestados durante o exercício de 2010, a Companhia pagou o montante de R$ ,00 (seiscentos e cinquenta e um mil e seiscentos reais). Pelos outros serviços de auditoria contábil, fiscal e trabalhista prestados durante o exercício de 2010, a Companhia pagará o montante de R$ ,00 (cento e cinquenta e sete mil reais). Justificativa da substituição Não aplicável, visto que não houve substituição de auditor no período. Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância da justificativa do emissor Nome responsável técnico Não aplicável. Sr. Nelson Varandas dos Santos 01/01/ Período de prestação de serviço CPF Endereço Av. das Nações Unidas, / 13 andar, Brooklin Novo, São Paulo, SP, Brasil, CEP , Telefone (11) , Fax (11) , PÁGINA: 2 de 470

9 2.3 - Outras informações relevantes 2.3. Outras informações relevantes Todas as informações relevantes e pertinentes a este tópico foram divulgadas nos itens acima. PÁGINA: 3 de 470

10 3.1 - Informações Financeiras - Consolidado (Reais) Exercício social (31/12/2010) Exercício social (31/12/2009) Exercício social (31/12/2008) Patrimônio Líquido , , ,00 Ativo Total , , ,00 Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos , , ,00 Resultado Bruto , , ,00 Resultado Líquido , , ,00 Número de Ações, Ex-Tesouraria (Unidades) Valor Patrimonial de Ação (Reais Unidade) , , , Resultado Líquido por Ação 1, , , PÁGINA: 4 de 470

11 3.2 - Medições não contábeis 3.2. a) Valor das Medições não contábeis Consolidado EBITDA (em R$ mil) Margem EBITDA ,9% 18,1% 12,7% 6,3% EBITDA corresponde ao lucro antes do resultado financeiro líquido, imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, depreciação e amortização. Para maiores informações sobre o cálculo do EBITDA da Companhia, vide seção 3.2(c) deste Formulário de Referência. b) conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas A tabela abaixo apresenta dados consolidados da reconciliação do lucro antes do imposto de renda e contribuição social com o EBITDA, para os períodos indicados: 31/12/ /12/ /12/ /12/2007 Lucro Liquido Imposto de renda e Contribuição Social Resultado Financeiro Liquido Amortização de Ágio/(desagio) em Participações Societarias Depreciação e Amortização Administrativo Depreciação e Amortização Comercial - Estande de Vendas EBTIDA Margem EBITDA 17,1% 18,1% 12,7% 6,3% EBITDA corresponde ao lucro antes do resultado financeiro líquido, imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, depreciação e amortização. Para maiores informações sobre o cálculo do EBITDA da Companhia, vide seção 3.2(c) deste Formulário de Referência. c) explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações O EBITDA é um indicador financeiro utilizado para avaliar o resultado de empresas sem a influência de sua estrutura de capital, de efeitos tributários e outros impactos contábeis sem reflexo direto no fluxo de caixa da empresa. A Companhia acredita que o EBITDA é uma informação adicional às demonstrações financeiras da Companhia e não deve ser utilizado em substituição aos resultados auditados. A Companhia utiliza o EBITDA como uma medida gerencial de desempenho por demonstrar uma aproximação com a geração de caixa de sua atividade econômica, que é de longo prazo, motivo pelo qual a Companhia entende ser importante a sua inclusão neste Formulário de Referência. A administração da Companhia acredita que o EBITDA seja uma medida prática para aferir sua geração de caixa e permitir uma comparação com outras companhias do mesmo segmento, ainda que outras empresas possam calculá-lo de maneira distinta. PÁGINA: 5 de 470

12 3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Eventos Subsequentes as demonstrações Financeiras de 31/03/2010 Foi aprovada, em Assembléia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 26 de julho de 2010 e em Reunião do Conselho de Administração de 04 de agosto de 2010, a 2ª emissão de 150 (cento e cinquenta) debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, com garantia adicional real e/ou fidejussória, em série única, com valor nominal unitário de R$1.000 (um milhão de reais), perfazendo o montante total de R$ (cento e cinquenta milhões de reais), para distribuição pública, da Tecnisa S.A., ( Emissão e Debêntures, respectivamente), que serão objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada, e dispensa de registro de distribuição pública na CVM. Os recursos obtidos pela Companhia por meio da Emissão das Debêntures deverão ser destinados, exclusivamente, às suas necessidades de capital de giro. Em 10 de março de 2011 a Companhia concluiu o processo de distribuição pública primária de (trinta e nove milhões oitocentos e trinta mil e quinhentas) ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de R$10,00 (dez reais) por Ação ( Preço por Ação ), perfazendo o total bruto de R$ Eventos subseqüentes as Demonstrações Financeiras de 30/06/2010 Foi aprovada, em Assembléia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 26 de julho de 2010 e em Reunião do Conselho de Administração de 04 de agosto de 2010, a 2ª emissão de 150 (cento e cinquenta) debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, com garantia adicional real e/ou fidejussória, em série única, com valor nominal unitário de R$1.000 (um milhão de reais), perfazendo o montante total de R$ (cento e cinquenta milhões de reais), para distribuição pública, da Tecnisa S.A., ( Emissão e Debêntures, respectivamente), que serão objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada, e dispensa de registro de distribuição pública na CVM. Os recursos obtidos pela Companhia por meio da Emissão das Debêntures deverão ser destinados, exclusivamente, às suas necessidades de capital de giro. Em 10 de março de 2011 a Companhia concluiu o processo de distribuição pública primária de (trinta e nove milhões oitocentos e trinta mil e quinhentas) ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de R$10,00 (dez reais) por Ação ( Preço por Ação ), perfazendo o total bruto de R$ Eventos Subsequentes as Demonstrações Financeiras de 30/09/2010 Em 10 de março de 2011 a Companhia concluiu o processo de distribuição pública primária de (trinta e nove milhões oitocentos e trinta mil e quinhentas) ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de R$10,00 (dez reais) por Ação ( Preço por Ação ), perfazendo o total bruto de R$ PÁGINA: 6 de 470

13 3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Eventos Subsequentes as Demonstrações Financeiras de 31/12/2010 Em 10 de março de 2011 a Companhia concluiu o processo de distribuição pública primária de (trinta e nove milhões oitocentos e trinta mil e quinhentas) ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de R$10,00 (dez reais) por Ação ( Preço por Ação ), perfazendo o total bruto de R$ PÁGINA: 7 de 470

14 3.4 - Política de destinação dos resultados 3.4. Política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais Período Regras sobre retenção de lucros Regras distribuição dividendos sobre de Exercício Social Encerrado em Na Assembléia Geral Ordinária ( AGO ) da Companhia realizada em 28 de abril de 2011, referente ao exercício encerrado em , os acionistas da Companhia aprovaram a retenção de 75% do lucro líquido ajustado do referido exercício, conforme recomendação da administração. De acordo com o artigo 30 do estatuto social da Companhia, foram distribuídos 25% do lucro líquido ajustado do exercício a título de dividendos. Exercício Social Encerrado em Na Assembléia Geral Ordinária ( AGO ) da Companhia realizada em 29 de abril de 2010, referente ao exercício encerrado em , os acionistas da Companhia aprovaram a retenção de 75% do lucro líquido ajustado do referido exercício, conforme recomendação da administração. De acordo com o artigo 30 do estatuto social da Companhia, foram distribuídos 25% do lucro líquido ajustado do exercício a título de dividendos. Exercício Social Encerrado em Na AGO da Companhia realizada em 28 de abril de 2009, referente ao exercício encerrado em , os acionistas da Companhia aprovaram a retenção de 75% do lucro líquido ajustado do referido exercício, conforme recomendação da administração. De acordo com o artigo 30 do estatuto social da Companhia, foram distribuídos 25% do lucro líquido ajustado do exercício a título de dividendos. Periodicidade distribuições dividendos das de Os dividendos são distribuídos conforme deliberação da AGO da Companhia, usualmente na primeira semana de maio de cada ano. Os dividendos são distribuídos conforme deliberação da AGO da Companhia, usualmente na primeira semana de maio de cada ano. Os dividendos são distribuídos conforme deliberação da AGO da Companhia, usualmente na primeira semana de maio de cada ano. Restrições distribuição dividendos à de O estatuto social da Companhia prevê, em seu artigo 30, que 5% do lucro líquido seja, anualmente, destinado à formação de reserva legal, a qual não poderá ultrapassar 20% do capital social integralizado ou o limite previsto no 1º do art. 193 da Lei nº 6.404/76. A Companhia não está sujeita a restrições à distribuição de dividendos impostas por lei, contratos, decisão judicial, administrativa ou arbitral. O estatuto social da Companhia prevê, em seu artigo 30, que 5% do lucro líquido seja, anualmente, destinado à formação de reserva legal, a qual não poderá ultrapassar 20% do capital social integralizado ou o limite previsto no 1º do art. 193 da Lei nº 6.404/76. A Companhia não está sujeita a restrições à distribuição de dividendos impostas por lei, contratos, decisão administrativa arbitral. judicial, ou O estatuto social da Companhia prevê, em seu artigo 30, que 5% do lucro líquido seja, anualmente, destinado à formação de reserva legal, a qual não poderá ultrapassar 20% do capital social integralizado ou o limite previsto no 1º do art. 193 da Lei nº 6.404/76. A Companhia não está sujeita a restrições à distribuição de dividendos impostas por lei, contratos, decisão judicial, administrativa ou arbitral. PÁGINA: 8 de 470

15 3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido (Reais) Exercício social 31/12/2010 Exercício social 31/12/2009 Exercício social 31/12/2008 Lucro líquido ajustado , , ,38 Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado 25, , , Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor 22, , , Dividendo distribuído total , , ,09 Lucro líquido retido , , ,28 Data da aprovação da retenção 02/04/ /04/ /04/2009 Lucro líquido retido Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Dividendo Obrigatório Ordinária ,01 10/05/ ,52 05/05/ ,09 07/05/2009 PÁGINA: 9 de 470

16 3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas 3.6. Dividendos declarados a conta de lucros retidos ou reservas constituídas dos últimos 3 exercícios sociais A Companhia não distribuiu dividendos utilizando-se de lucros retidos ou de reservas constituídas em nenhum exercício social. PÁGINA: 10 de 470

17 3.7 - Nível de endividamento Exercício Social Montante total da dívida, de qualquer natureza Tipo de índice Índice de endividamento 31/12/ ,00 Índice de Endividamento 1, Descrição e motivo da utilização de outro índice PÁGINA: 11 de 470

18 3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Exercício social (31/12/2010) Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Garantia Real , , ,35 0, ,52 Quirografárias , , ,00 0, ,97 Total , , ,35 0, ,49 PÁGINA: 12 de 470

19 3.9 - Outras informações relevantes 3.9. Outras informações relevantes Com relação aos itens 3.1 ao 3.8 desse Formulário de Referência, esclarecemos que todas as informações apresentadas referem-se às demonstrações financeiras e às informações trimestrais consolidadas. Com relação ao item 3.7, informamos que o índice de endividamento é igual ao passivo circulante, somado ao passivo não circulante, dividido pelo patrimônio líquido. PÁGINA: 13 de 470

20 4.1 - Descrição dos fatores de risco 4.1. Fatores de risco que podem influenciar a decisão de investimento em valores mobiliários de emissão da Companhia: Para os fins deste item, exceto se expressamente indicado de maneira diversa ou se o contexto assim o exigir, a menção ao fato de que um risco, incerteza ou problema poderá causar ou ter ou causará ou terá efeito adverso ou efeito negativo para a Companhia, ou expressões similares, significa que tal risco, incerteza ou problema poderá ou poderia causar efeito adverso relevante nos negócios, situação financeira, resultados operacionais, fluxo de caixa, liquidez e/ou negócios futuros, bem como no preço das ações ordinárias de emissão da Companhia. Expressões similares incluídas neste item devem ser compreendidas nesse contexto. a) com relação à Companhia O negócio da Companhia, resultados de suas operações bem como o valor de suas ações podem ser afetados negativamente por condições macroeconômicas, condições do mercado imobiliário e outras condições de execução dos projetos A indústria de construção civil e incorporação imobiliária é cíclica e significativamente influenciada por mudanças nas condições econômicas gerais e locais, tais como: (i) níveis de emprego; (ii) crescimento populacional; (iii) confiança do consumidor e estabilidade dos níveis de renda; (iv) disponibilidade de financiamento para aquisição de áreas de terrenos residenciais e disponibilidade de empréstimos para construção e aquisição de imóveis; (v) disponibilidade de áreas para incorporação e venda; e (vi) condições de revenda no mercado imobiliário. Ainda, o valor de mercado de terrenos não incorporados, lotes a construir e unidades disponíveis em estoque poderá flutuar significativamente como resultado das mudanças nas condições econômicas e no mercado imobiliário. Caso ocorram mudanças adversas significativas nas condições econômicas ou do mercado imobiliário, a Companhia poderá ter que vender empreendimentos com perda ou manter terrenos em estoque por mais tempo que o planejado. A volatilidade do mercado financeiro mundial pode causar impactos adversos nos planos do governo brasileiro para a indústria da construção civil e, consequentemente, na Companhia. Eventuais falhas e atrasos no cumprimento do prazo de construção e conclusão dos empreendimentos imobiliários da Companhia, bem como de empreendimentos imobiliários de terceiros, poderão prejudicar sua reputação, sujeitar-lhe a eventual imposição de indenizações, diminuir sua rentabilidade e, consequentemente, afetar adversamente a Companhia Podem ocorrer atrasos na execução dos empreendimentos da Companhia ou defeitos em materiais e/ou mão-de-obra. A constatação de quaisquer defeitos pode atrasar a conclusão dos empreendimentos imobiliários ou sujeitar a Companhia a processos civis por parte de compradores ou inquilinos quando constatados após sua conclusão. Tais fatores também podem afetar a reputação da Companhia como prestadora de serviços de construção para empreendimentos imobiliários de terceiros, nos quais a Companhia é co-responsável por garantir a solidez da obra pelo período de 5 anos. Tais projetos também podem sofrer atrasos devido a (i) dificuldades ou impossibilidade de obtenção de alvarás ou aprovações das autoridades competentes; (ii) condições meteorológicas adversas, como desastres naturais, incêndios, atrasos no fornecimento de matérias-primas e insumos ou mão-de-obra, acidentes, questões trabalhistas; (iii) problemas imprevistos de engenharia, ambientais ou geológicos; (iv) controvérsias com as contratadas e subcontratadas; (v) questionamento de proprietários de imóveis vizinhos, ou outros acontecimentos; (vi) compra de materiais; (vii) dificuldade na locação de equipamentos para obra; e (viii) escassez ou inadequação da mão-de-obra. A ocorrência de um ou mais desses fatores nos empreendimentos imobiliários da Companhia poderá prejudicar sua reputação e vendas futuras. O descumprimento do prazo de construção e conclusão de um empreendimento poderá gerar atrasos no recebimento do fluxo de caixa da Companhia, o que poderia aumentar sua necessidade de capital. Adicionalmente, a Companhia poderá incorrer em novas despesas, tanto na incorporação quanto na construção de um empreendimento, que ultrapassem suas estimativas originais em razão de aumentos da taxa de juros, custos de materiais, de mão-de-obra ou quaisquer outros custos, caso não seja possível repassar esses aumentos aos compradores. Eventuais atrasos ou defeitos na construção e conclusão dos empreendimentos imobiliários, bem como de empreendimentos imobiliários de terceiros, para cuja realização da construção a Companhia foi contratada, poderão prejudicar a reputação da Companhia, sujeitar-lhe ao pagamento de indenizações, diminuir sua rentabilidade e afetá-la adversamente. PÁGINA: 14 de 470

21 4.1 - Descrição dos fatores de risco O crescimento futuro da Companhia poderá exigir capital adicional, que poderá não estar disponível ou poderá não ter condições satisfatórias As operações da Companhia exigem volumes significativos de capital de giro. A Companhia poderá ser obrigada a levantar capital adicional, proveniente da venda de ações ou da venda de títulos de dívida ou de empréstimos bancários, tendo em vista o crescimento e desenvolvimento futuros de suas atividades. A Companhia não poderá assegurar a disponibilidade de capital adicional ou, se disponível, que esse capital poderá ser obtido em condições satisfatórias. A falta de capital adicional pode restringir o crescimento e desenvolvimento futuros de suas atividades, o que pode prejudicar de maneira relevante a situação financeira e os resultados operacionais da Companhia. Ainda, as necessidades de capital da Companhia poderão diferir de forma substancial de suas estimativas, caso, por exemplo, a receita da Companhia não atinja os níveis planejados ou, ainda, caso a Companhia tenha que incorrer em gastos imprevistos ou realizar investimentos para manter sua competitividade no mercado. Caso isso ocorra, a Companhia poderá necessitar de financiamento adicional antes do previsto ou poderá ser obrigada a adiar alguns de seus novos planos de incorporação e expansão ou, ainda, abrir mão de oportunidades de mercado. É possível que futuros instrumentos de empréstimo, como linhas de crédito, contenham cláusulas restritivas, e/ou exijam que a Companhia tenha que onerar ativos como garantia de financiamentos. A impossibilidade de obter capital adicional em termos satisfatórios poderá atrasar ou impedir a expansão da Companhia ou afetá-la adversamente. Pelo fato de a Companhia reconhecer a receita de vendas proveniente de seus empreendimentos segundo o método contábil da evolução financeira da obra, o ajuste do custo de um projeto de incorporação poderá reduzir ou eliminar a receita e o lucro anteriormente apurados A Companhia reconhece a receita de venda de unidades com base no método contábil da evolução financeira da obra, que exige o reconhecimento da receita de vendas proveniente de seus empreendimentos à medida que são incorridos os custos de construção. As estimativas de receita e de custos totais são regularmente revisadas, conforme a evolução das obras, e os ajustes com base na evolução financeira são refletidos na receita contratual no período em que é efetuada a revisão dessas estimativas. Na medida em que esses ajustes resultem em aumento, redução ou eliminação do lucro anteriormente informado, a Companhia reconhecerá crédito ou débito contra o resultado do período, o que poderá prejudicar sua receita, afetando-a adversamente. A Companhia está sujeita a risco de concentração em seu banco de terrenos A Companhia, por meio de sua controlada Windsor Investimentos Imobiliários Ltda., adquiriu um terreno com área total de 251,3 mil metros quadrados, que representava 26,6% do valor de seu estoque de terrenos em 31 de dezembro de Atualmente, a Companhia detém 75% das quotas representativas do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. Diversos fatores poderão afetar adversamente a implementação desse projeto e sua capacidade futura de gerar Volume Geral de Venda - VGV, tais como atrasos inesperados durante a construção do empreendimento, concorrência de projetos semelhantes e condições econômicas adversas por ocasião do lançamento. Além disso, caso a Companhia não obtenha as autorizações governamentais necessárias ou haja atraso na obtenção de tais autorizações para desenvolvimento do empreendimento projetado, a Companhia poderá ser adversamente afetada. A concentração de terrenos no estoque da Companhia poderá aumentar seu risco de perdas caso a Companhia não possa desenvolver os empreendimentos inicialmente planejados quando da sua aquisição. Caso a Companhia não consiga implementar sua estratégia de crescimento, no todo ou em parte, como planejado, a Companhia poderá ser afetada adversamente A Companhia planeja ampliar seu negócio por meio de uma expansão seletiva, aproveitando o potencial de crescimento do mercado residencial brasileiro. Não obstante, a Companhia acredita haver concorrência crescente para aquisição de terrenos adequados para incorporação imobiliária, e por isso talvez não consiga identificar terrenos adicionais adequados à incorporação de novos empreendimentos. Devido à potencial necessidade de recursos adicionais, a Companhia poderá enfrentar riscos financeiros: (i) associados a um maior endividamento, como aumento das taxas de juros praticados no mercado, redução de sua liquidez e do acesso a mercados financeiros e aumento do volume de fluxo de caixa necessário à manutenção da dívida, ou (ii) associados à emissão de ações adicionais, como diluição de participação e lucros dos acionistas da Companhia. Tais riscos poderão afetar adversamente a Companhia. O endividamento da Companhia pode diminuir sua habilidade de obter recursos adicionais para financiar suas operações, limitar suas habilidades de reagir às mudanças da economia ou da indústria imobiliária e afetar adversamente a Companhia PÁGINA: 15 de 470

22 4.1 - Descrição dos fatores de risco O crescente nível de endividamento e as despesas com os custos do endividamento da Companhia podem vir a afetar adversamente e de forma sistemática os negócios, condição financeira e resultados da Companhia. Em 31 de dezembro de 2010, a dívida total da Companhia era de R$1.298,9 milhões e sua dívida de curto prazo era de R$497,4 milhões. Em 31 de dezembro de 2010, o endividamento indexado à taxa DI era de R$186,3 milhões. A capacidade de pagar e refinanciar a dívida da Companhia e financiar seus investimentos planejados e de desenvolvimento dependerão da sua capacidade de gerar receita no futuro. A Companhia não pode garantir que suas atividades gerarão fluxo de caixa operacional suficiente ou que terá acesso no futuro a financiamentos em valor e condições suficientes para permitir o pagamento de sua dívida ou o financiamento de outras necessidades de caixa. A Companhia poderá incorrer em endividamento adicional de tempos em tempos para financiar aquisições, investimentos ou associações estratégicas ou para capital de giro, sujeito às restrições aplicáveis à sua dívida existente. O valor de mercado dos terrenos que a Companhia mantém em estoque pode cair, o que poderá impactá-la adversamente A Companhia mantém terrenos em estoque para parte de seus empreendimentos futuros e pretende aumentar seu estoque de terrenos. O valor de tais terrenos poderá cair significativamente entre a data de suas aquisições e a incorporação do empreendimento ao qual se destinam, como consequência de condições econômicas ou de mercado. A queda do valor de mercado dos terrenos mantidos em estoque pela Companhia pode afetar adversamente o resultado das vendas dos empreendimentos aos quais se destinam e, consequentemente, impactar de forma adversa a Companhia. A perda de membros da alta administração da Companhia, ou a incapacidade de atrair e manter pessoal adicional para integrá-la, pode ter um efeito adverso relevante sobre a Companhia A capacidade da Companhia de manter sua posição competitiva depende em grande parte dos serviços da sua alta administração. A Companhia não pode garantir que terá sucesso em atrair e manter pessoal qualificado para integrar a sua alta administração e acompanhar o ritmo de seu crescimento. A perda dos serviços de qualquer dos membros da alta administração ou a incapacidade de atrair e manter pessoal adicional para integrá-la poderá causar um efeito adverso relevante na Companhia. O descasamento entre as taxas utilizadas para a indexação das receitas da Companhia e as taxas utilizadas para a indexação de suas despesas poderá afetar adversamente a Companhia A maior parte das receitas da Companhia decorre das vendas das unidades lançadas, reajustadas em duas fases: durante e após a fase de construção. Durante a fase de construção do empreendimento, a Companhia utiliza o Índice Nacional de Custo da Construção ( INCC ) e, após essa fase, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ) ou Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ). A maior parcela das despesas relacionadas à atividade de construção da Companhia é reajustada pelo INCC. Caso, no futuro, haja o desbalanceamento entre estes índices e, consequentemente, não seja possível reajustar as receitas da Companhia na proporção do reajuste de suas despesas, a Companhia poderá ser afetada adversamente. Decisões desfavoráveis em processos judiciais ou administrativos podem afetar adversamente a Companhia A Companhia é, e pode ser no futuro, ré ou autora em processos judiciais, seja nas esferas cível, tributária, trabalhista, ambiental e/ou penal, decorrente de crimes ambientais ou tributários, assim como em processos administrativos (perante autoridades ambientais, concorrenciais, tributárias, de zoneamento, dentre outras) e procedimentos arbitrais. A Companhia não pode garantir que os resultados destes processos serão favoráveis, ou, ainda, que terá provisionamento, parcial ou total, com relação a todos os passivos eventualmente decorrentes destes processos. Decisões contrárias aos interesses da Companhia que eventualmente alcancem valores substanciais ou impeçam a realização dos seus negócios poderão afetar adversamente a Companhia. A Companhia pode não ser capaz de competir nas novas regiões e segmentos de empreendimentos em que está atuando e pretende atuar. Atualmente, grande parte das atividades de construção e incorporação imobiliária da Companhia são conduzidas no Estado de São Paulo, região na qual o mercado imobiliário é altamente competitivo em razão da escassez de terrenos disponíveis para incorporação e do número relativamente grande de concorrentes locais. O restante das atividades de construção da Companhia é conduzido em outros Estados brasileiros (Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Paraná e no Distrito Federal), onde a Companhia não possui expertise, rede de contatos e infraestrutura próprias e tem atuado por meio de parcerias com empresas locais. Ademais, a dissolução dessas parcerias poderá afetar negativamente as atividades da Companhia nesses Estados, podendo acarretar atrasos na entrega de empreendimentos e sua eventual inviabilidade. Além da expansão geográfica descrita acima, a Companhia iniciou uma expansão setorial visando atingir o segmento de empreendimentos econômicos, com imóveis destinados à população com poder aquisitivo entre 6 e 10 salários mínimos. A Companhia PÁGINA: 16 de 470

23 4.1 - Descrição dos fatores de risco possui menos experiência nesse segmento, que é altamente competitivo. A concorrência por parte de incorporadoras mais estabelecidas neste segmento e a falta de subsídios e financiamento da Caixa Econômica Federal poderão afetar o sucesso dessa expansão setorial da Companhia, e, consequentemente, afetá-la negativamente. A Companhia pode não dispor de seguro suficiente para se proteger contra perdas substanciais. A Companhia mantém apólices de seguro com cobertura de riscos de engenharia, responsabilidade civil e responsabilidade civil cruzada (responsabilidade civil atribuída aos prestadores de serviço da Companhia). Todavia, a Companhia não pode garantir que a sua cobertura estará sempre disponível ou será sempre suficiente para cobrir eventuais danos decorrentes de tais sinistros. Além disso, existem determinados tipos de riscos que podem não estar cobertos por suas apólices, tais como, exemplificativamente, guerra, caso fortuito, força maior ou interrupção de certas atividades. Ademais, a Companhia pode ser obrigada ao pagamento de multas e outras penalidades em caso de atraso na entrega das unidades comercializadas, penalidades que não se encontram cobertas pelas apólices de seguro da Companhia. Adicionalmente, a Companhia não tem como garantir que, quando do vencimento de suas atuais apólices de seguro, conseguirá renoválas ou renová-las em termos suficientes e favoráveis. Por fim, sinistros que não estejam cobertos pelas apólices da Companhia ou a impossibilidade de renovação de apólices de seguros podem afetar adversamente os negócios ou a condição financeira da Companhia. b) com relação ao seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle Os interesses dos acionistas controladores da Companhia podem entrar em conflito com os interesses dos investidores Os acionistas controladores da Companhia têm poderes para, entre outros, eleger a maioria dos membros do Conselho de Administração e determinar o resultado de qualquer deliberação que exija aprovação de acionistas, inclusive nas operações com partes relacionadas, reorganizações societárias, alienações, parcerias e montante do pagamento de quaisquer dividendos futuros, observadas as exigências e as restrições legais e regulamentares para o exercício do direito de voto e aprovação de tais operações, bem como o pagamento do dividendo obrigatório nos termos previstos na Lei das Sociedades por Ações. Não se pode assegurar que os interesses dos acionistas controladores da Companhia estarão alinhados com os interesses dos demais investidores nas deliberações submetidas à assembleia geral de acionistas da Companhia. A Companhia está sujeita a eventualmente não ter mais um acionista controlador ou grupo de controle que detenha mais do que 50% de suas ações, o que poderá deixá-la suscetível a alianças entre acionistas, conflitos entre acionistas e outros eventos decorrentes da ausência de um acionista controlador ou grupo de controle Os acionistas controladores passaram a deter menos de 50% das ações da Companhia, após o follow-on de 01 de fevereiro de Desta forma, é possível que se formem alianças ou acordos entre os acionistas, o que poderia ter o mesmo efeito de ter um grupo de controle. Caso surja um grupo de controle e este passe a deter o poder decisório da Companhia, a Companhia poderia sofrer mudanças repentinas e inesperadas de suas políticas corporativas e estratégias, inclusive por meio de mecanismos como a substituição de seus administradores. A ausência de um grupo de controle que detenha mais de 50% de das ações da Companhia, por outro lado, poderá dificultar certos processos de tomada de decisão, pois poderá não ser atingido o quorum mínimo exigido por lei para determinadas deliberações. Caso a Companhia não possua acionista identificado como controlador, a Companhia e os acionistas minoritários poderão não gozar da mesma proteção conferida pela Lei das Sociedades por Ações contra abusos praticados por outros acionistas e, em conseqüência, a Companhia pode ter dificuldade em obter a reparação dos danos causados. Qualquer mudança repentina ou inesperada na equipe de administradores, na política empresarial ou direcionamento estratégico ou qualquer disputa entre acionistas concernentes aos seus respectivos direitos podem afetar adversamente os negócios e resultados operacionais da Companhia. c) com relação aos seus acionistas Os interesses dos diretores e, em alguns casos excepcionais, dos empregados da Companhia podem ficar excessivamente vinculados à cotação das ações de emissão da Companhia, uma vez que sua remuneração poderá também basear-se em opções de compra de ações de emissão da Companhia A Companhia tem o Plano de Opção, com o qual busca estimular a melhoria da sua gestão e a permanência dos seus executivos, visando ganhos pelo comprometimento com os resultados de longo prazo e pelo desempenho de curto prazo. O fato dos diretores e empregados da Companhia poderem receber opções de compra ou de subscrição de ações da Companhia a um preço de exercício PÁGINA: 17 de 470

24 4.1 - Descrição dos fatores de risco inferior ao preço de mercado das ações pode levar tais pessoas a terem seus interesses excessivamente vinculados à cotação das ações, valorizando uma performance de curto prazo em detrimento de uma gestão sustentável, o que pode causar um efeito relevante adverso na Companhia. Os detentores das ações de emissão da Companhia podem não receber dividendos ou juros sobre o capital próprio De acordo com o seu estatuto social, a Companhia deve pagar aos seus acionistas, no mínimo, 25% do lucro líquido anual da Companhia, calculado e ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações, sob a forma de dividendos ou juros sobre o capital próprio. O lucro líquido pode ser capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou retido nos termos previstos na Lei das Sociedades por Ações e pode não ser disponibilizado para o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio. Além disso, a Lei das Sociedades por Ações permite que uma companhia aberta, como a Companhia, suspenda a distribuição obrigatória de dividendos em determinado exercício social, caso o Conselho de Administração informe aos acionistas que a distribuição seria incompatível com a situação financeira da Companhia. Nesses casos, os administradores da Companhia deverão encaminhar à Comissão de Valores Mobiliários, dentro de 5 dias da realização da assembleia, exposição justificada da suspensão da distribuição dos dividendos obrigatórios. A volatilidade e a falta de liquidez do mercado de valores mobiliários brasileiro poderão limitar substancialmente a capacidade dos investidores de vender as ações pelo preço e na ocasião que desejarem O investimento em valores mobiliários negociados em mercados emergentes, como o Brasil, envolve, com frequência, maior risco em comparação com outros mercados mais maduros por ser substancialmente menor, menos líquido, mais volátil e mais concentrado que os principais mercados de valores mobiliários internacionais. Essas características de mercado podem limitar substancialmente a capacidade dos detentores de ações da Companhia de vendê-las ao preço e na ocasião em que desejarem fazê-lo e, consequentemente, poderão vir a afetar negativamente o preço de mercado das ações. A Companhia poderá necessitar de capital adicional e optar por obter estes recursos por meio da emissão de ações ou de valores mobiliários conversíveis em ações, o que poderá ocasionar a diluição dos investidores A obtenção de recursos, pela Companhia, por meio da emissão de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações, poderá resultar na diluição da participação acionária dos investidores, que passarão a ter menores rendimentos proporcionalmente a sua participação e perderão poder de influência nas decisões tomadas pela Companhia. Os detentores de American Depositary Receipts ("ADRs") da Companhia poderão ter dificuldades para exercer seus direitos de acionistas a menos que exista uma declaração de registro em vigor que cubra estes direitos ou caso alguma isenção a esta necessidade de registro seja aplicável. Os detentores de ADRs da Companhia poderão ter dificuldades para exercer seus direitos de acionistas ordinários a menos que exista uma declaração de registro em vigor em relação a tais direitos, na forma exigida pelo Securities Act de 1933 dos Estados Unidos da América, ou uma isenção à necessidade de referida declaração seja aplicável. A Companhia não é obrigada a registrar referida declaração de registro. A menos que a Companhia leve a registro a referida declaração ou uma isenção ao referido registro seja aplicável, o acionista poderá receber apenas os recursos líquidos resultantes da venda de seus ADRs pelo banco depositário ou, caso os direitos de preferência não possam ser vendidos, os direitos do acionista precluirão e, consequentemente, o acionista não receberá nenhum valor por tais direitos. d) com relação a suas controladas e coligadas A Companhia é uma holding e depende das distribuições de lucro de suas Controladas e Coligadas para obter fluxo de caixa A Companhia controla ou participa do capital de outras sociedades do setor imobiliário. Sua capacidade de cumprir com suas obrigações financeiras e de pagar dividendos aos seus acionistas depende do fluxo de caixa e dos lucros das suas controladas e coligadas. A maioria das controladas e coligadas são sociedades de propósito específico ( SPEs ) que foram constituídas pela Companhia, juntamente com outras incorporadoras e construtoras. Conforme normalmente contratado com os sócios da Companhia nas SPEs, estas sociedades não podem pagar dividendos, exceto se todas as suas obrigações forem integralmente pagas e se seus sócios assim decidirem. Os sócios das SPEs podem decidir pela não distribuição de lucros e destinação destes a outros fins societários. Assim, não há garantia de que tais recursos serão disponibilizados ou que serão suficientes para o cumprimento das obrigações financeiras da Companhia. PÁGINA: 18 de 470

25 4.1 - Descrição dos fatores de risco Caso as parcerias da Companhia não sejam bem sucedidas ou caso a Companhia não consiga manter um bom relacionamento com seus sócios, a Companhia poderá ser adversamente afetada Além das parcerias já existentes, a Companhia poderá desenvolver novas parcerias com outras incorporadoras e construtoras com o objetivo de aumentar o número de empreendimentos em que participa, reduzir custos de aquisição de terrenos e diversificar sua carteira de empreendimentos. A manutenção de bom relacionamento com os atuais e futuros sócios da Companhia é condição essencial para o sucesso de suas parcerias. A Companhia não tem como assegurar que será capaz de manter um bom relacionamento com qualquer um de seus sócios ou que suas parcerias serão bem sucedidas e produzirão os resultados esperados. Problemas na manutenção das parcerias da Companhia, bem como dificuldades de atender adequadamente às necessidades de seus clientes em razão do insucesso destas, poderão afetar adversamente a Companhia. A associação da Companhia com outras entidades em SPEs pode trazer riscos financeiros e comerciais adicionais, que podem afetar os negócios e o valor das ações da Companhia Os riscos inerentes à participação da Companhia em SPEs incluem potencial falência dos sócios das SPEs e/ou a existência de interesses econômicos ou comerciais divergentes ou incompatíveis com os da Companhia. Caso um sócio de uma SPE não cumpra com suas obrigações perante a SPE ou fique financeiramente impossibilitado de arcar com sua parcela dos aportes de capital necessários, a Companhia poderá ser obrigada a efetuar investimentos adicionais e a prestar serviços adicionais para compensar a falta de aporte pelo(s) outro(s) sócio(s) na SPE. Esta participação adicional acarretará um aumento na sua participação societária na SPE, aumentando assim a exposição da Companhia aos riscos inerentes àquela SPE. Ainda, segundo a legislação brasileira, os sócios de uma SPE poderão ser responsáveis por certas obrigações da SPE, incluindo obrigações fiscais, trabalhistas, de proteção ao meio ambiente e ao consumidor. Uma eventual condenação da Companhia em decorrência destas obrigações poderá impactar adversamente os negócios e valor das suas ações. e) com relação a seus fornecedores Aumentos no preço de matérias-primas podem elevar o custo de empreendimentos e reduzir os lucros da Companhia. As matérias-primas básicas utilizadas pela Companhia na construção de empreendimentos imobiliários podem sofrer aumentos de preço em valores superiores àqueles apurados pelos índices de reajustamento dos contratos celebrados pela Companhia, podendo causar uma diminuição na rentabilidade destes empreendimentos. O custo dos prestadores de serviços, especialmente a mão de obra utilizada, também pode sofrer aumentos acima dos índices, levando a uma perda de margens nos empreendimentos onde isto ocorrer. Adicionalmente, a ocorrência de alterações na legislação tributária e trabalhista, com a alteração de alíquotas de impostos ou criação de novos tributos poderá elevar o preço dos insumos necessários à construção a valores superiores àqueles que o mercado consumidor pode absorver, gerando dificuldades na comercialização destes imóveis ou a diminuição da lucratividade da Companhia, dos resultados operacionais e de sua situação financeira. Eventuais atrasos ou falhas na prestação de serviços pelas construtoras contratadas pela Companhia podem ter um efeito adverso em sua imagem e em seus negócios e sujeitá-la à imposição de responsabilidade civil. Além de construir diretamente, a Companhia também terceiriza parte dos serviços de construção de que necessita para desenvolver seus empreendimentos. Deste modo, o prazo e a qualidade dos empreendimentos dos quais a Companhia participa podem depender de fatores que estão fora do seu controle, incluindo, exemplificativamente, a qualidade e a tempestividade da entrega do material de construção para obras e a capacitação técnica dos profissionais e colaboradores terceirizados. A terceirização da construção pode influenciar na identificação de atrasos e falhas e, consequentemente, na sua correção. Eventuais falhas, atrasos ou defeitos na prestação dos serviços pelas construtoras contratadas pela Companhia podem ter um efeito negativo em sua imagem e no relacionamento com seus clientes, podendo impactar negativamente os negócios e as operações da Companhia. Adicionalmente, conforme o disposto no artigo 618 da Lei nº , de 10 de janeiro de 2002, a Companhia está obrigada a prestar garantia limitada ao prazo de 5 anos sobre defeitos estruturais e substanciais em seus empreendimentos e pode vir a ser demandada com relação a tais garantias. Nestas hipóteses, a Companhia pode incorrer em despesas inesperadas, o que, por sua vez, poderá acarretar em um efeito adverso para a Companhia. A utilização de mão-de-obra terceirizada pode implicar na assunção de obrigações de natureza trabalhista e previdenciária PÁGINA: 19 de 470

26 4.1 - Descrição dos fatores de risco A Companhia e suas subsidiárias possuem um número reduzido de empregados próprios. A utilização de mão-de-obra terceirizada por parte das subsidiárias, especialmente no que diz respeito à contratação de empreiteiras e subempreiteiras, pode implicar na assunção de contingências de natureza trabalhista e previdenciária. A assunção de tais contingências é inerente à contratação de terceiros, uma vez que pode ser atribuída às subsidiárias, na condição de tomadoras de serviços de terceiros, a responsabilidade pelos débitos trabalhistas e previdenciários dos empregados das empresas prestadoras de serviços, quando estas deixarem de cumprir com suas obrigações trabalhistas e previdenciárias. A Companhia, por sua vez, pode vir a responder pelas eventuais contingências trabalhistas e previdenciárias relativas às suas subsidiárias, independentemente de ser assegurado à Companhia e às subsidiárias o direito de ação de regresso contra as empresas prestadoras de serviços. A ocorrência de eventuais contingências é de difícil previsão e quantificação, e se vierem a se consumar poderão afetar adversamente a situação financeira e os resultados da Companhia. As atividades de aquisição de propriedades e construção de empreendimentos pela Companhia podem expô-la a riscos ambientais que poderiam afetá-la adversamente. As atividades de aquisição de propriedades e construção de empreendimentos da Companhia podem sujeitá-la a obrigações ambientais. As despesas operacionais da Companhia podem ser maiores do que as estimadas devido aos custos relativos ao cumprimento das leis e regulamentações ambientais existentes e futuras. Adicionalmente, na qualidade de proprietários ou de operadores das propriedades, a Companhia pode ser responsabilizada pela remoção ou tratamento de substâncias nocivas ou tóxicas, inclusive por todos os custos envolvidos. A Companhia pode, também, ser considerada responsável por outros custos potenciais relativos a substâncias nocivas ou tóxicas (incluindo multas governamentais e danos a pessoas e propriedades), estando ou não ciente de tais acontecimentos. Esses potenciais custos podem ser significativamente altos, podendo consequentemente afetar adversamente a Companhia. Os imóveis de propriedade da Companhia, controladas ou coligadas, podem ser desapropriados. Há possibilidade de ocorrer a desapropriação, parcial ou total, de imóveis da Companhia, controladas ou coligadas, por decisão unilateral do Poder Público, a fim de atender finalidades de utilidade e interesse público, o que pode afetar adversamente a Companhia. f) com relação a seus clientes A Companhia pode ser afetada pela indisponibilidade de crédito para seus clientes e por inadimplementos de seus clientes em financiamentos concedidos. Para maiores informações vide item (g) abaixo O desenvolvimento de atividades imobiliárias implica riscos normalmente associados à concessão de financiamentos. g) com relação aos setores de atuação O setor imobiliário no Brasil é altamente competitivo e a Companhia pode perder posição no mercado em certas circunstâncias. O setor imobiliário brasileiro é altamente competitivo e fragmentado, não existindo grandes barreiras que restrinjam o ingresso de novos concorrentes no mercado. Os principais fatores competitivos no ramo de incorporações imobiliárias incluem disponibilidade e localização de terrenos, preços, financiamento, projetos, qualidade, reputação e parcerias com incorporadores. Uma série de incorporadores residenciais e companhias de serviços imobiliários, sobretudo locais, concorrem com a Companhia (i) na aquisição de terrenos; (ii) na tomada de recursos financeiros para incorporação; e (iii) na busca de compradores em potencial. Outras companhias, inclusive estrangeiras, em alianças com parceiros locais, já passaram a atuar ativamente na atividade de incorporação imobiliária no Brasil nos últimos anos, aumentando ainda mais a concorrência, em especial no segmento de empreendimentos residenciais populares, em função do maior potencial de crescimento. Ademais, alguns dos concorrentes da Companhia poderão ter acesso a recursos financeiros em melhores condições e, consequentemente, estabelecer uma estrutura de capital mais adequada às pressões de mercado, principalmente em períodos de instabilidade no mercado imobiliário. Na medida em que um ou mais dos concorrentes da Companhia iniciem uma campanha de marketing ou venda bem sucedida e, em decorrência disso, suas vendas aumentem de maneira significativa, as atividades da Companhia podem vir a ser afetadas de forma relevante. Caso a Companhia não consiga competir de forma eficaz, a Companhia poderá ser adversamente afetada. A Companhia está exposta a riscos associados à incorporação imobiliária, construção e venda de imóveis. Além dos riscos que afetam de modo geral o mercado imobiliário, tais como interrupções de suprimentos e volatilidade do preço dos materiais e equipamentos de construção, mudanças na oferta e procura de empreendimentos em certas regiões, greves e regulamentos PÁGINA: 20 de 470

27 4.1 - Descrição dos fatores de risco ambientais e de zoneamento, as atividades da Companhia são especificamente afetadas pelos seguintes riscos: (i) a conjuntura econômica do Brasil pode prejudicar o crescimento do setor imobiliário como um todo, por meio da desaceleração da economia, aumento de juros, flutuação da moeda e instabilidade política, além de outros fatores; (ii) a Companhia pode ser impedida no futuro, em decorrência de nova regulamentação ou de condições de mercado, de corrigir monetariamente seus recebíveis, de acordo com certas taxas de inflação, conforme atualmente permitido, o que poderia tornar um projeto inviável financeira ou economicamente; (iii) o grau de interesse dos compradores em um novo projeto lançado ou o preço de venda por unidade necessário para vender todas as unidades podem ficar abaixo do esperado, fazendo com que o projeto se torne menos lucrativo do que o esperado; (iv) na hipótese de falência ou dificuldades financeiras significativas de uma grande companhia do setor imobiliário, o setor como um todo pode ser prejudicado, o que poderia causar uma redução, por parte dos clientes, da confiança em outras companhias que atuam no setor; (v) a Companhia é afetada pelas condições do mercado imobiliário local ou regional, tais como o excesso de oferta de espaço para imóveis ou a escassez de terrenos em certas regiões; (vi) a Companhia corre o risco de compradores terem uma percepção negativa quanto à segurança, conveniência e atratividade das suas propriedades e das áreas onde estão localizadas; (vii) as margens de lucros da Companhia podem ser afetadas em função de aumento nos custos operacionais, incluindo investimentos, prêmios de seguro, tributos imobiliários e tarifas públicas; (viii) as oportunidades de incorporação podem diminuir; (ix) a construção e a venda das unidades dos empreendimentos podem não ser concluídas dentro do cronograma, acarretando um aumento dos custos de construção ou a rescisão dos contratos de venda; (x) redução na oferta de financiamento por eventual mudança nas políticas do Conselho Monetário Nacional sobre a aplicação dos recursos destinados ao Sistema Financeiro de Habitação ( SFH ) ou pelo simples esgotamento de tais recursos específicos; e (xi) a queda do valor de mercado dos terrenos mantidos no estoque da Companhia antes da incorporação do empreendimento ao qual se destina, e a sua incapacidade de preservar as margens anteriormente projetadas para as respectivas incorporações. A ocorrência de quaisquer dos riscos acima pode causar um efeito material adverso na Companhia. Adicionalmente, em conformidade com os contratos de compra e venda utilizados pela Companhia com seus clientes, os clientes da Companhia têm o direito de rescindir o contrato, sem multa, e de receber de volta os valores pagos, monetariamente corrigidos, caso a entrega do imóvel não seja realizada no prazo de 180 dias a contar da data programada (exceto nos casos de força maior). Além disso, conforme previsto no Código Civil, a Companhia presta garantia limitada ao prazo de 5 anos sobre defeitos estruturais e poderá vir a ser demandada com relação a tais garantias. A alteração das condições de mercado poderá prejudicar a capacidade da Companhia de vender seus empreendimentos e unidades disponíveis pelos preços previstos, o que poderia reduzir as margens de lucro da Companhia e afetá-la adversamente. A Companhia precisa constantemente localizar e adquirir novos terrenos para dar continuidade às suas operações. Devido à necessidade de obtenção de registros e autorizações à construção, existe um intervalo entre a data na qual a Companhia adquire um terreno para incorporação e a data de entrega do empreendimento aos clientes. Em consequência, a Companhia enfrenta o risco de declínio da demanda por unidades, do aumento dos custos de mão-de-obra, insumos e matérias-primas, do aumento das taxas de juros, de flutuação das moedas e da ocorrência de incertezas políticas durante esse período, bem como o risco de não vender unidades por preços ou margens de lucro previstos ou nos prazos previstos. Em geral, despesas significativas relativas ao investimento imobiliário, como custos de manutenção, construção e pagamentos de dívidas, não podem ser reduzidas caso haja diminuição das receitas da Companhia em decorrência de alterações nas condições da economia. O valor de mercado de unidades disponíveis em estoque, terrenos não incorporados e locais para incorporação residencial podem flutuar significativamente devido às alterações das condições de mercado. Além disso, os custos de manutenção de unidades em estoque (inclusive juros sobre recursos não utilizados para aquisição de terrenos ou incorporação residencial) poderão ser significativos e prejudicar o desempenho da Companhia. Em razão desses fatores, a Companhia poderá ser forçada a vender unidades residenciais ou outros imóveis com prejuízo ou por preços que gerem margens de lucro mais baixas do que originalmente previstas e será obrigada a efetuar reduções substanciais no valor contábil de seus ativos imobiliários em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil. A ocorrência de tais eventos poderá afetar adversamente a Companhia. A falta de recursos disponíveis para financiamentos no mercado pode prejudicar a capacidade ou disposição dos potenciais compradores de imóveis de financiar suas aquisições, o que pode vir a afetar negativamente as vendas da Companhia e a obrigar a alterar as condições de financiamento que oferece aos seus clientes. A falta de recursos para financiamentos disponíveis no mercado e/ou um aumento das taxas de juros podem prejudicar a capacidade ou disposição de potenciais compradores para financiar suas aquisições. Consequentemente, tal fato poderia causar uma redução da demanda pelos empreendimentos imobiliários da Companhia, afetando-a adversamente e de forma significativa As mudanças nas políticas do Conselho Monetário Nacional, relativas à aplicação de recursos do SFH, poderão reduzir a concessão de crédito aos compradores de imóveis. Caso ocorra tal redução, a Companhia poderá ser obrigada a conceder financiamento aos seus clientes de uma parcela maior do preço das unidades, o que resultaria no aumento significativo da quantidade de recursos necessários à PÁGINA: 21 de 470

28 4.1 - Descrição dos fatores de risco manutenção do mesmo número de operações. A Companhia poderá enfrentar dificuldades para localizar terrenos atraentes e aumentos no preço de terrenos poderão elevar seus custos de vendas, diminuir seu lucro e afetá-la adversamente. O crescimento contínuo da Companhia depende, em grande parte, de sua capacidade de continuar a adquirir terrenos a custo razoável. O preço dos terrenos é um dos componentes mais importantes do custo de empreendimentos da Companhia. À medida que outras incorporadoras entram no setor brasileiro de incorporação de empreendimentos residenciais ou aumentam suas operações nesse setor, os preços dos terrenos poderão subir significativamente, podendo haver escassez de terrenos adequados em razão do aumento da demanda ou diminuição da oferta. A consequente elevação dos preços de terrenos poderá aumentar o custo de vendas e diminuir os ganhos da Companhia, visto que poderá não ser possível transferir essa diferença de preço aos eventuais compradores de seus empreendimentos. Assim, a Companhia poderá ter dificuldade em adquirir terrenos adequados por preços razoáveis no futuro, o que poderá afetá-la adversamente. O desenvolvimento de atividades imobiliárias implica riscos normalmente associados à concessão de financiamentos. A prática do mercado imobiliário brasileiro é a venda a prazo. A Companhia também adota esta prática e concede financiamentos aos compradores das suas unidades residenciais por meio de contratos de venda a prazo. A Companhia está sujeita aos riscos normalmente associados à concessão de financiamentos, incluindo risco de crescimento da inflação, falta de pagamento do principal e juros e risco de aumento dos custos dos recursos captados pela Companhia. Neste sentido, além da incidência da taxa de 12% fixada anualmente em parte das parcelas de pagamento dos juros, o contrato de venda a prazo utilizado pela Companhia com seus clientes prevê, via de regra, atualização monetária pelo INCC durante a construção das unidades e pelo IGP-M ou IPCA após a conclusão das obras, ambos variáveis de acordo com a inflação. Caso haja um crescimento da taxa da inflação, o valor total dos financiamentos (contratos de venda a prazo ora mencionados) poderá vir a aumentar, o que poderá causar um crescimento do índice de inadimplência de pagamentos. Caso haja um crescimento no número de clientes inadimplentes e/ou aumento nos custos de captação de recursos da Companhia, a Companhia poderá ser adversamente afetada. Na hipótese de inadimplemento após a entrega das unidades adquiridas a prazo, a legislação brasileira garante à Companhia o direito de promover ação de cobrança para recuperação dos valores devidos ou a retomada da unidade do comprador inadimplente, observados os prazos e procedimentos judiciais. Este é um longo e custoso processo que costuma levar cerca de 2 anos. A Companhia não pode assegurar que será capaz de reaver o valor total do saldo devedor ou, uma vez retomado o imóvel, que poderá recuperar os valores devidos na venda do mesmo imóvel. Adicionalmente, a Companhia capta recursos a diferentes taxas e indexadores e pode não conseguir repassar tais condições aos seus clientes. O descasamento de taxas e prazo entre os recursos captados e os financiamentos concedidos pela Companhia poderá vir a afetar seu fluxo de caixa e desempenho financeiro, causando-lhe um efeito relevante adverso. h) com relação à regulação do setor de atuação As atividades da Companhia estão sujeitas a extensa regulamentação, o que pode vir a aumentar o custo e limitar o desenvolvimento ou de outra forma afetar adversamente a Companhia. O setor imobiliário brasileiro está sujeito a extensa regulamentação relativa a edificações e zoneamento, expedida por diversas autoridades federais, estaduais e municipais, que afetam a aquisição de terrenos e as atividades de incorporação imobiliária e construção. A Companhia é obrigada a obter aprovação de várias autoridades governamentais para desenvolver suas atividades de incorporação imobiliária, podendo novas leis ou regulamentos serem aprovados, implementados ou interpretados de modo a afetar adversamente os resultados operacionais da Companhia. As operações da Companhia também estão sujeitas a leis e regulamentos ambientais federais, estaduais e municipais. Essas normas ambientais podem acarretar atrasos, aumentar custos, proibir ou restringir severamente a atividade de incorporação e construção residencial em regiões ou áreas ambientalmente sensíveis. Fatores como a identificação de contaminação ambiental do solo e/ou águas subterrâneas nos terrenos dos empreendimentos, de responsabilidade direta ou indireta da Companhia, em implantação ou já comercializados, poderão ensejar futuros dispêndios com investigação ou remediação que afetariam adversamente seus resultados. Adicionalmente, a terceirização de execução de tarefas de responsabilidade da Companhia, tais como disposição final de resíduos, não a exime de responsabilidade por eventuais danos causados ao meio ambiente. As leis que regem o setor imobiliário brasileiro, assim como as leis ambientais, tendem a tornar-se mais restritivas e qualquer aumento de restrições poderia afetar adversamente a Companhia. O aumento de alíquotas de tributos existentes e a criação de novos tributos que afetem os financiamentos vigentes da Companhia poderão prejudicá-la de maneira relevante. PÁGINA: 22 de 470

29 4.1 - Descrição dos fatores de risco No passado, o governo, com certa frequência, aumentou alíquotas de tributos, criou novos tributos e modificou o regime de tributação. Caso o governo venha a aumentar alíquotas de tributos existentes ou criar novos tributos incidentes na compra e venda de imóveis enquanto os contratos de venda a prazo da Companhia estejam em vigor, a situação financeira da Companhia, bem como os seus resultados operacionais, poderão ser prejudicados de maneira relevante, na medida em que a Companhia não poderá alterá-los a fim de repassar tais aumentos de custos aos seus clientes. Além disso, um aumento das alíquotas ou a criação de novos tributos incidentes na compra e venda de imóveis que sejam repassados aos seus clientes poderão vir a aumentar o preço final das unidades aos seus clientes, reduzindo a demanda pelos empreendimentos da Companhia ou afetando suas margens, inclusive a rentabilidade. A SPEs da Companhia estão sujeitas à apuração de tributos devidos pelo regime do lucro presumido, incluindo margem presumida e o sistema de apropriação de ativos. O cancelamento ou mudanças no lucro presumido, margem presumida e no sistema de apropriação de ativos poderão resultar no aumento da carga tributária a que suas SPEs estão sujeitas, o que pode impactar adversamente a Companhia. i) com relação aos países estrangeiros Não aplicável, uma vez que a atuação da Companhia é restrita ao Brasil. PÁGINA: 23 de 470

30 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 4.2. Expectativas de redução ou aumento na exposição a riscos A Companhia monitora constantemente os riscos do seu negócio que possam impactar de forma adversa suas operações e seus resultados, inclusive mudanças no cenário macroeconômico e setorial que possam influenciar suas atividades, analisando índices de preços e de atividade econômica. A Companhia administra de forma conservadora sua posição de caixa e seu capital de giro. Atualmente, a Companhia não identifica cenário de aumento ou redução dos riscos mencionados acima. PÁGINA: 24 de 470

31 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes 4.3. Processos judiciais, administrativos e arbitrais em que a Companhia ou suas controladas são partes, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros: i) que não estão sob sigilo, e ii) são relevantes para os negócios da Companhia ou de suas controladas Processos Trabalhistas Em 31 de março de 2011, a Companhia e suas controladas eram rés em 511 processos trabalhistas, sendo a grande maioria em tramitação no Estado de São Paulo, com valor envolvido total de, aproximadamente, R$5,1 milhões. Do total de processos trabalhistas, 465 (o que representa 91%) foram movidos por empregados de subempreiteiras contratadas pela Companhia e suas controladas, com valor total de, aproximadamente, R$4,66 milhões, e os restantes 46 (o que representa 9%) foram movidos por ex-funcionários da Companhia e suas controladas, com valor total de, aproximadamente, R$440 mil. Nos termos da legislação trabalhista brasileira, a Companhia é solidariamente responsável pelo cumprimento das obrigações trabalhistas referentes aos empregados dessas subempreiteiras. Estes processos trabalhistas envolvem principalmente pedidos de horas extras e diferenças salariais, e são ações repetitivas e semelhantes, inerentes às atividades desenvolvidas pela Companhia e suas controladas. Conforme parecer de nossos advogados externos, as chances de êxito da Companhia nas ações ajuizadas em face dos empreiteiros são prováveis ou possíveis, variando apenas de acordo com a situação financeira dos subempreiteiros, que devem suportar todos os ônus de decisões judiciais desfavoráveis, visto que são os primeiros reclamados nestas ações. Neste sentido, não acreditamos que decisões desfavoráveis nessas ações judiciais, em conjunto ou isoladamente, possam: (i) causar efeito adverso relevante sobre as atividades da Companhia e suas controladas, bem como sobre a situação financeira ou resultados operacionais da Companhia e suas controladas; (ii) causar qualquer tipo de riscos de imagem inerentes a práticas da Companhia; (iii) ocasionar riscos jurídicos relacionados à discussão da validade de cláusulas estatutárias; e (iv) gerar quaisquer outros fatores que poderiam influenciar a decisão de investidores. A Companhia possui uma provisão, com data base de 31 de março de 2011, de R$1.189 mil para eventuais perdas decorrentes desses processos, conforme parecer dos seus advogados externos. Este montante de provisão é relativo aos valores envolvidos nos processos judiciais exclusivamente cuja perda é provável, segundo normas e procedimentos contábeis em vigor Processos Tributários Em 31 de março de 2011, a Companhia e suas controladas eram partes em 61 processos administrativos e judiciais de natureza tributária, sendo que, em 22 processos, a Companhia e suas controladas eram autoras e, em 39 processos, a Companhia e suas controladas eram rés. O valor envolvido nos processos administrativos e judiciais nos quais a Companhia e suas controladas eram autoras totalizava, aproximadamente, R$7 milhões, enquanto que o valor envolvido nos processos judiciais e administrativos nos quais a Companhia e suas controladas eram rés totalizava, aproximadamente, R$333 mil. O processo judicial mais significativo atualmente, ajuizado pela Companhia, refere-se à tributação do resultado positivo de equivalência patrimonial, cujos principais termos e condições estão descritos na tabela abaixo: PÁGINA: 25 de 470

32 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Juízo Instância: Data de instauração: Partes: Valores, bens ou direitos envolvidos: Principais fatos: Chance de perda: Análise do impacto em caso de perda: Valor provisionado, se aplicável: Mandato de Segurança nº a Vara Cível Federal da Comarca de São Paulo, SP 1ª Instância 22/01/2003 Tecnisa Engenharia e Comércio Ltda. x União Federal Afastar a tributação do resultado da equivalência patrimonial, nos termos do artigo 70, inciso 1º da Instrução Normativa 213/02 para o exercício Concedida a segurança pleiteada. Aguardando a apreciação do recurso interposto pela União. Remota. Caso o processo não seja decidido favoravelmente à Companhia, poderá ser requerido o pagamento da tributação do resultado de equivalência patrimonial para o exercício de Como o valor envolvido na ação (aproximadamente R$ 4,8 milhões) está depositado judicialmente, a Companhia entende que não haverá impacto em caso de perda. Não há. Diante do mencionado, não acreditamos que decisões desfavoráveis nessas ações judiciais, em conjunto ou isoladamente, possam: (i) causar efeito adverso relevante sobre as atividades da Companhia e suas controladas, bem como sobre a situação financeira ou resultados operacionais da Companhia e suas controladas; (ii) causar qualquer tipo de riscos de imagem inerentes a práticas da Companhia; (iii) ocasionar riscos jurídicos relacionados à discussão da validade de cláusulas estatutárias; e (iv) gerar quaisquer outros fatores que poderiam influenciar a decisão de investidores. A Companhia possui uma provisão, com data base de 31 de março de 2011, no valor de R$350 mil para processos tributários. Este montante de provisão é relativo aos valores envolvidos nos processos judiciais exclusivamente cuja perda é provável, segundo normas e procedimentos contábeis em vigor Processos Cíveis Em 31 de março de 2011, a Companhia e suas controladas figuravam como parte em 155 ações cíveis em andamento, sendo que, em 52 dessas ações, a Companhia e suas controladas eram autoras e, nas restantes 103 ações, a Companhia e suas controladas figuravam como ré. Nas ações judiciais de natureza cível nas quais a Companhia e suas controladas são autoras, a soma dos valores atualizados até 31 de março de 2011 atribuídos às causas perfaz, aproximadamente, R$8,5 milhões. Já nas ações nas quais a Companhia figura como ré, a soma dos valores históricos atribuídos às causas perfaz, aproximadamente, R$8,1 milhões. Tratam-se de ações repetitivas, corriqueiras e semelhantes, ou seja, inerentes às atividades da Companhia e suas controladas, tais como: (i) rescisão de contrato de compra e venda de unidade autônoma e reintegração de posse da unidade; (ii) cobrança judicial em razão da inadimplência dos pagamentos de confissão de dívida; (iii) cobrança de condomínio; e (iv) questionamento de cláusulas contratuais e de licenças e alvarás. Diante do mencionado, não acreditamos que decisões desfavoráveis nessas ações judiciais, em conjunto ou isoladamente, possam: (i) causar efeito adverso relevante sobre as atividades da Companhia e suas controladas, bem como sobre a situação financeira ou resultados operacionais da Companhia e suas controladas; (ii) causar qualquer tipo de riscos de imagem inerentes a práticas da Companhia; (iii) ocasionar riscos jurídicos relacionados à discussão da validade de cláusulas estatutárias; e (iv) gerar quaisquer outros fatores que poderiam influenciar a decisão de investidores. A Companhia tem uma provisão, com data base de 31 de março de 2011, no valor de R$ mil para processos cíveis. Este montante de provisão é relativo aos valores envolvidos nos processos judiciais exclusivamente cuja perda é provável, segundo normas e PÁGINA: 26 de 470

33 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes procedimentos contábeis em vigor Procedimentos Ambientais A Companhia tem ciência de 2 inquéritos civis, descritos abaixo: Juízo Instância: Data de instauração: Partes: Valores, bens ou direitos envolvidos: Principais fatos: Chance de perda: Análise do impacto em caso de perda: Valor provisionado, se aplicável: Inquérito Civil n /09 Não aplicável Não aplicável Ano de 2009 (data não disponível) Ministério Público de São Paulo - Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo X Alaska Investimentos Imobiliários Ltda. Não há. A Alaska Investimentos Imobiliários Ltda. é objeto de investigação pelo Ministério Público de São Paulo - Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo para averiguar se a aprovação do empreendimento Boulevard Santana é correta do ponto vista ambiental. Na etapa inicial do inquérito, o Ministério Público requisitou diligências para verificar se todas as etapas de aprovação do empreendimento teriam sido devidamente observadas. Depois de demonstrada a integral regularidade da aprovação, por intermédio da juntada da documentação pertinente, o Ministério Público passou a questionar o método de correição do imóvel que foi aprovado pela CETESB Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. As informações prestadas pela Companhia foram analisadas pelo setor técnico do Ministério Público, que proferiu despacho requerendo informações da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente quanto à existência de processo administrativo para investigar contaminação do solo causada pela Viação Santa Cruz, bem como requerendo a juntada de documento. Atualmente os autos encontram-se no Centro de Apoio Operacional à Execução (Caex) do Ministério Público (MP). Remota. Caso sejam verificados indícios que as etapas de aprovação do empreendimento não foram devidamente observadas poderá ser ajuizada ação civil para reparar os impactos ambientais e urbanísticos do entorno dos empreendimentos Boulevard Santana. Não há. PÁGINA: 27 de 470

34 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Juízo Instância: Data de instauração: Partes: Valores, bens ou direitos envolvidos: Principais fatos: Chance de perda: Análise do impacto em caso de perda: Valor provisionado, se aplicável: Inquérito Civil n 443/2010 Não aplicável Não aplicável Ano de 2010 (data não disponível) Ministério Público de São Paulo - Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital X Tecnisa S.A. e Subprefeitura de Aricanduva/Vila Formosa. Não há. A Tecnisa S.A. e Subprefeitura de Aricanduva/Vila Formosa, na construção de empreendimento imobiliário, são objeto de investigação pelo Ministério Público de São Paulo - Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, para averiguar suposta provocação de diversos transtornos aos moradores, dúvidas com relação à obediência de metragem das calçadas, bem como suposto uso irregular de via pública pela Tecnisa S.A., bem como de suposta ausência de medida regularizadora, má prestação de serviço público, consistente na falta de fiscalização do empreendimento, possível omissão caracterizadora de improbidade administrativa pela Subprefeitura de Aricanduva/Vila Formosa, bem como possível ocorrência de danos morais coletivos. Na etapa inicial do inquérito, o Ministério Público requisitou informações da Tecnisa S.A., que foram devidamente esclarecidas pela Indiana Investimentos Imobiliários Ltda. Posteriormente, foram solicitados novos esclarecimentos à Subprefeitura de Aricanduva/Vila Formosa, e expedição de ofício à Secretaria Municipal de Transportes. Em janeiro de 2011 foi proferido novo despacho solicitando diligências, requerendo a prorrogação do inquérito por mais 180 (cento e oitenta) dias, bem como reiterando o ofício à Secretaria Municipal de Transportes. Não se trata de assunto judicial, mas de procedimento de coleta de informações. Ainda não há litígio instaurado de forma que não há, por enquanto, como avaliar possibilidade de perda. Caso sejam verificados indícios da ocorrência do objeto da investigação poderá ser ajuizada ação civil para reparar os impactos ocorridos. Não há. PÁGINA: 28 de 470

35 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Outros Processos Judiciais, Administrativos ou Arbitrais A Companhia tem ciência de 2 ações civis públicas, que são abaixo descritas: Juízo Instância: Data de instauração: Partes: Valores, bens ou direitos envolvidos: Principais fatos: Chance de perda: Análise do impacto em caso de perda: Valor provisionado, se aplicável: Ação Civil Pública n /09 2ª Vara da Fazenda Pública de Guarulhos SP 1ª Instância 04/12/2007 Ministério Público do Estado de São Paulo X Prefeitura Municipal de Guarulhos, Tecnisa Engenharia e Comércio Ltda. e Califórnia Investimentos Imobiliários Ltda. R$ ,00 A Companhia é parte em uma ação civil pública tendo como objeto o cancelamento do alvará de construção do empreendimento denominado Grand Maia, bem como a compensação de quaisquer danos causados ao meio ambiente. É importante frisar que a ação foi ajuizada antes do início das obras. Atualmente, o processo encontra-se em fase pericial. Possível. Caso o juiz decida pela procedência da ação em última instância, a Companhia ficará proibida de construir o empreendimento, cujo projeto foi previamente aprovado, na área em questão, não impedindo que se obtenha aprovação de projeto modificativo ou de outro projeto. Não pode ser atribuído outro tipo de impacto além daquele acima descrito, tendo em vista que: (i) não há o que se falar em reparação de danos ao meio ambiente, uma vez que as obras nunca foram iniciadas; (ii) todos os contratos de compra e venda de unidades autônomas desse empreendimento, celebrados antes da obtenção da ordem judicial, foram rescindidos, e os valores pagos pelos clientes da Companhia foram devolvidos, devidamente atualizados e acrescidos dos custos e despesas por eles incorridos; e (iii) o terreno onde seria construído o empreendimento em questão já foi quitado. Não há. PÁGINA: 29 de 470

36 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Juízo Instância: Data de instauração: Partes: Valores, bens ou direitos envolvidos: Principais fatos: Ação Civil Pública n ª Vara do Trabalho de Brasília SP 1ª Instância 12/11/2010 Ministério Público do Trabalho X FR Incorporadora Ltda., Artefato Engenharia, Indústria e Comércio Ltda., Habitacon Construtora e Incorporadora Ltda., Tecnisa S.A. e Canárias Empreendimentos Imobiliários Ltda. R$ ,88 A Companhia é parte em uma ação civil pública tendo como objeto a condenação das reclamadas ao cumprimento, em síntese, das seguintes obrigações: (i) viabilizar, durante a desforma, meios que impeçam a queda livre de seções de formas e escoramento; (ii) fornecer treinamento admissional e periódico a todos os seus empregados; (iii) promover, no prazo de 60 dias da publicação da sentença, curso de reciclagem com posterior avaliação do conhecimento de seus empregados em Brasília; e (iv) comprovar nos autos a realização do treinamento periódico de reciclagem. A ação foi julgada parcialmente procedente para condenar as rés no cumprimento das seguintes obrigações de fazer: a) viabilizar, durante a desforma, meios que impeçam a queda livre de seções de formas e escoramentos, sob pena de pagamento da multa de R$ ,00 (dez mil reais) por descumprimento; b) fornecer treinamentos admissional e periódico a todos os seus empregados; c) promover, no prazo de 90 dias da publicação da sentença, curso de reciclagem com posterior avaliação do conhecimento de seus empregados em Brasília acerca dos treinamentos e cursos de reciclagem; d) comprovar, no prazo máximo de 120 dias da prolação da sentença, a realização de treinamento periódico de reciclagem, apresentando as avaliações obtidas pelos empregados em Brasília, sob pena de pagamento de multa de R$ ,00 (dez mil reais) pelo descumprimento. A Cia interpôs embargos de declaração à sentença, os quais foram julgados parcialmente procedentes. Chance de Possível. perda: Análise do Caso o juiz decida pela procedência da ação em última instância, a Companhia ficará impacto em obrigada a cumprir o objeto da ação civil pública. caso de Não pode ser atribuído outro tipo de impacto além daquele acima descrito. perda: Valor Não há. provisionado, se aplicável: PÁGINA: 30 de 470

37 4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores 4.4. Processos judiciais, administrativos e arbitrais, que não estão sob sigilo, em que a Companhia ou suas controladas são partes e cujas partes contrárias são administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores da Companhia ou de seus controladores Não há processos judiciais, administrativos e arbitrais, que não estão sob sigilo, em que a Companhia ou suas controladas são partes e cujas partes contrárias são administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores da Companhia ou de seus controladores. PÁGINA: 31 de 470

38 4.5 - Processos sigilosos relevantes 4.5. Impactos em caso de perda e valores envolvidos em processos sigilosos relevantes em que a Companhia ou suas controladas são parte Não aplicável, tendo em vista que não há processos sigilosos relevantes em que a Companhia ou suas controladas são parte. PÁGINA: 32 de 470

39 4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto 4.6. Processos judiciais, administrativos e arbitrais repetitivos ou conexos, baseados em fatos e causas jurídicas semelhantes, em que a Companhia ou suas controladas são partes, não estão sob sigilo e em conjunto são relevantes para seus negócios, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros Não há processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, baseados em fatos e causas jurídicas semelhantes em que a Companhia ou suas controladas são partes, não estão sob sigilo e, em conjunto, são relevantes para seus negócios. PÁGINA: 33 de 470

40 4.7 - Outras contingências relevantes 4.7. Outras contingências relevantes não abrangidas nos itens anteriores Não há outras contingências relevantes não abrangidas nos itens anteriores. PÁGINA: 34 de 470

41 4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados 4.8. Em relação às regras do país de origem do emissor estrangeiro e às regras do país no qual os valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, se diferente do país de origem, identificando: (i) restrições impostas aos exercícios de direitos políticos e econômico; (ii) restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários; (iii) hipóteses de cancelamento de registro; e (iv) outras questões do interesse dos investidores Não aplicável, pois a Companhia é uma empresa nacional. PÁGINA: 35 de 470

42 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado 5.1. Descrição, quantitativa e qualitativa, dos principais riscos de mercado aos quais a Companhia está exposta, inclusive em relação a riscos cambiais e a taxa de juros O Governo Federal exerceu e continua a exercer influência significativa sobre a economia brasileira. Essa influência, bem como a conjuntura econômica e política brasileira, poderá vir a causar um efeito adverso relevante nas atividades da Companhia e no preço de mercado de suas ações. A economia brasileira tem sofrido intervenções frequentes do Governo Federal que por vezes realiza modificações significativas em suas políticas e normas. As medidas tomadas pelo Governo Federal para controlar a inflação e implementar suas políticas macroeconômicas frequentemente implicam aumento das taxas de juros, mudança das políticas fiscais, controle de preços, desvalorização cambial, controle de capital e limitação às importações, entre outras medidas. A Companhia não tem controle sobre as medidas e políticas que o Governo Federal pode vir a adotar no futuro, e tampouco pode prevê-las. Os negócios da Companhia, a situação econômico-financeira e os resultados operacionais poderão vir a ser prejudicados de maneira relevante por modificações nas políticas ou normas que envolvam ou afetem fatores, tais como: (i) taxas de juros; (ii) controles cambiais e restrições a remessas para o exterior, tais como os que foram impostos em 1989 e no início de 1990; (iii) política monetária; (iv) flutuações cambiais; (v) ambiente regulatório pertinente às atividades da Companhia; (vi) alteração das normas trabalhistas; (vii) inflação; (viii) liquidez dos mercados financeiros e de capitais domésticos; (ix) expansão ou contração da economia brasileira; (x) política fiscal e alterações na legislação tributária; (xi) política habitacional; (xii) controle sobre importação e exportação; (xiii) instabilidade social e política; e (xiv) outros acontecimentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos que venham a ocorrer no Brasil ou que o afetem. A incerteza quanto à implementação de mudanças por parte do Governo Federal para manter a estabilidade, bem como a especulação sobre futuros atos que venham a afetar esses ou outros fatores no futuro pode contribuir para a incerteza econômica no Brasil e para aumentar a volatilidade do mercado de valores mobiliários brasileiro e dos valores mobiliários emitidos no exterior por companhias brasileiras. Desta maneira, estas incertezas e outros acontecimentos futuros na economia brasileira poderão afetar adversamente as atividades, condição econômico-financeira e os resultados operacionais da Companhia, afetando adversamente o fluxo de caixa disponível para pagamento, e o preço de negociação de suas ações. A inflação e os esforços do Governo Federal de combate à inflação poderão contribuir para a incerteza econômica no Brasil, podendo prejudicar as atividades da Companhia e o valor de mercado de suas ações. No passado, o Brasil registrou índices de inflação extremamente altos. A inflação e algumas medidas tomadas pelo Governo Federal no intuito de controlá-la, combinada com a especulação sobre eventuais medidas governamentais a serem adotadas, tiveram efeito negativo significativo sobre a economia brasileira, contribuindo para a incerteza econômica existente no Brasil e para o aumento da volatilidade do mercado de valores mobiliários brasileiro. Desde a introdução do Plano Real, em julho de 1994, a inflação brasileira tem sido substancialmente menor do que em períodos anteriores. Mais recentemente, a taxa anual de inflação medida pelo Índice Geral de Preços de Mercado ( IGP-M ), caiu de 20,1%, em 1999, para 3,83%, 7,75% e 9,81% em 2006, 2007 e 2008, respectivamente, e foi negativa em 1,72% em 2009 e, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ) foi de 3,14%, 4,46% e 5,90% em 2006, 2007 e 2008, respectivamente, e 4,31% em No período findo em 31 de dezembro de 2010, os dois índices mencionados anteriormente foram de 11,32% e de 5,91%, respectivamente. As medidas do Governo Federal para controle da inflação frequentemente têm incluído a manutenção de política monetária restritiva com altas taxas de juros, restringindo, assim, a disponibilidade de crédito e reduzindo o crescimento econômico. Como consequência, as taxas de juros têm flutuado de maneira significativa. Por exemplo, as taxas de juros oficiais no Brasil no final de 2007, 2008 e 2009 foram de 11,25%,13,75% e 8,75% por ano, respectivamente, conforme estabelecido pelo Comitê de Política Monetária ( COPOM ) 2. Até 31de setembro de 2010, a taxa de juros estabelecida pelo COPOM era de 10,75% ao ano 3. Em 31 de dezembro de 2010, o endividamento da Companhia era de R$ 1.298,9 milhões. Do endividamento da Companhia 36,1% estão atrelados à índices de inflação, e 63,9% estão atrelados a taxa de juros. Analisando o endividamento da Companhia foi constatado que do total do endividamento atrelado à índice de inflação R$ 12,3 milhões eram corrigidos pelo IGP-M mais uma taxa juros médio de 10,34% a.a., e R$ 456,2 milhões atrelados ao IPCA mais taxas de juros médio entre 10,425 a.a. a 11% a.a.. Com relação ao endividamento atrelado a taxa de juros, R$ 643,6milhões eram corrigidos pela TR mais uma taxa de juros médio entre 10,78% a.a. a 11,63% a.a., bem como R$ 186,3 milhões estão atrelados ao CDI mais uma taxa de juros médio de 2,08% a.a. a 3,23% a.a.. 1 Fonte: IPEA DATA. 2 Fonte: Banco Central do Brasil. 3 Fonte: Banco Central. PÁGINA: 36 de 470

43 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado Futuras medidas do Governo Federal, inclusive redução das taxas de juros, intervenção no mercado de câmbio e ações para ajustar ou fixar o valor do Real poderão desencadear o aumento da inflação. A Companhia está sujeita a riscos de taxas de juros, uma vez que parte significativa de suas obrigações financeiras estão indexadas a taxas flutuantes. A Companhia está exposta ao risco de taxa de juros, uma vez que parte de suas obrigações financeiras está atrelada a taxas flutuantes, mais especificamente à Taxa CDI, sendo que 14,4% de seu endividamento esta atrelado à referida taxa. Caso o Governo Federal venha a aumentar as taxas de juros, ou tomar outras medidas de política monetária que resultem no aumento efetivo da taxa de juros, os encargos que a Companhia paga em suas dívidas aumentará, afetando adversamente sua condição econômico-financeira. A instabilidade cambial pode prejudicar a economia brasileira e os resultados operacionais da Companhia, bem como o valor de mercado de suas ações. Historicamente, em decorrência de diversas pressões, a moeda brasileira sofreu recorrentes desvalorizações em relação ao dólar e outras moedas estrangeiras ao longo das últimas quatro décadas. O Governo Federal implementou diversos planos econômicos e utilizou diversas políticas cambiais, incluindo (i) desvalorizações repentinas, mini-desvalorizações periódicas, durante as quais a frequência dos ajustes variou de diária a mensal, (ii) sistemas de mercado de câmbio flutuante, e (iii) controles cambiais. Nos últimos anos, houve flutuações significativas da taxa de câmbio entre o Real e o Dólar e outras moedas. Por exemplo, o Real se valorizou 13,8%, 9,5% e 20,7% com relação ao Dólar em 2005, 2006 e 2007, respectivamente. Em 2008, em decorrência do agravamento da crise econômica mundial, o Real se desvalorizou 24,2% frente ao Dólar, tendo fechado em R$2,34 por US$1,00 em 31 de dezembro de No exercício social findo em 31 de dezembro de 2009, observou-se a valorização de 34,2% da moeda brasileira frente ao Dólar. Em 31 de dezembro 2009, a taxa de câmbio entre o Real e o Dólar era de R$1,74 por US$1,00. Não se pode garantir que o Real não sofrerá valorização ou desvalorização em relação ao Dólar novamente. Em 31 de dezembro de 2010, a taxa de câmbio entre o Real e o Dólar era de R$1,66, representando uma desvalorização do Dólar com relação ao Real de 4,31% em relação a 31 de dezembro de A Companhia não detém ativos ou passivos atrelados ao dólar, porém entende que as desvalorizações do Real em relação ao Dólar podem criar pressões inflacionárias adicionais no Brasil e acarretar aumentos das taxas de juros interna, podendo afetar de modo negativo a economia brasileira como um todo. Acontecimentos políticos, econômicos e sociais e a percepção de riscos em outros países, sobretudo em países de economia emergente, podem prejudicar o valor de mercado dos valores mobiliários brasileiros. O valor de mercado de valores mobiliários de emissão de companhias brasileiras é influenciado, em diferentes graus, pelas condições econômicas e de mercado de outros países, especialmente países da América Latina e países de economia emergente. A reação dos investidores aos acontecimentos nesses outros países pode causar um efeito adverso sobre o valor de mercado dos títulos e valores mobiliários emitidos por companhias brasileiras. Crises em outros países da America Latina e em outros países de economia emergente ou as políticas econômicas de outros países, em especial as dos Estados Unidos e países da União Européia, poderão reduzir o interesse dos investidores por títulos e valores mobiliários de companhias brasileiras, incluindo os valores mobiliários de emissão da Companhia. Isso poderia dificultar o acesso da Companhia ao mercado de capitais e ao financiamento das suas operações no futuro, em termos aceitáveis ou absolutos. Qualquer desses acontecimentos poderá afetar adversamente os negócios da Companhia e o valor de mercado de suas ações. No passado, o desenvolvimento de condições econômicas adversas em outros países do mercado emergente resultou, em geral, na saída de investimentos e, consequentemente, na redução de recursos externos investidos no Brasil. A crise financeira originada nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2008 resultou em um cenário recessivo em escala global, com diversos reflexos que, direta ou indiretamente, afetaram de forma negativa o mercado acionário e a economia do Brasil, tais como: oscilações nas cotações de valores mobiliários de companhias abertas, falta de disponibilidade de crédito, redução de gastos, desaceleração da economia, instabilidade cambial e pressão inflacionária. Além disso, as instituições financeiras podem não estar dispostas a renovar, estender ou conceder novas linhas de crédito em condições economicamente favoráveis, ou até mesmo serem incapazes ou não estarem dispostas a honrar seus compromissos. Qualquer dos acontecimentos acima mencionados poderá prejudicar a negociação das ações da Companhia, além de dificultar o acesso da Companhia ao mercado de capitais e ao financiamento das suas operações no futuro, em termos aceitáveis ou absolutos. PÁGINA: 37 de 470

44 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado Alterações da legislação tributária brasileira poderão aumentar a carga tributária da Companhia, e consequentemente, impactar adversamente os resultados operacionais da Companhia. O Governo Federal regularmente implementa mudanças nas leis tributárias que, eventualmente, podem aumentar a carga tributária da Companhia e de seus usuários. Essas mudanças incluem ajustes na alíquota aplicável e, imposição de tributos temporários, cujos recursos são alocados a determinadas finalidades pelo Governo Federal. Os efeitos dessas medidas de reforma fiscal e quaisquer outras alterações decorrentes da promulgação de reformas fiscais adicionais não podem ser quantificados e são imprevisíveis. No entanto, algumas dessas medidas podem aumentar as obrigações fiscais totais da Companhia, o que, por sua vez, afetaria adversamente seus resultados operacionais. Caso não haja o repasse desses tributos adicionais às tarifas da Companhia em valores suficientes e prazo hábil, os resultados operacionais da Companhia e sua condição econômico-financeira podem ser adversamente afetados. A instabilidade política pode prejudicar os resultados operacionais da Companhia. O desempenho da economia brasileira tem sido historicamente influenciado pelo cenário político nacional. No passado as crises políticas afetaram a confiança dos investidores e do público em geral, resultando na desaceleração da economia, o que prejudicou o preço de mercado dos valores mobiliários de companhias listadas para negociação em bolsa de valores. A eleição presidencial, e de deputados federais e senadores, ocorreu em outubro de Até a data deste formulário, não foi observada volatilidade nas taxas de câmbio, juros, nos índices de inflação e nos preços de mercado dos valores mobiliários das companhias brasileiras. Porém, as incertezas sobre o novo governo e a especulação sobre as medidas do futuro Governo Federal podem influenciar a percepção dos investidores com relação ao risco no Brasil e poderão ter um efeito significativamente adverso sobre os negócios e/ou resultados operacionais da Companhia. Modificações nas práticas contábeis adotadas no Brasil em função de sua convergência às normas internacionais de contabilidade (IFRS) podem afetar adversamente os resultados da Companhia. Em 28 de dezembro de 2007, foi aprovada a Lei nº , complementada pela Lei nº (conversão, em lei, da Medida Provisória nº 449), que alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações, notadamente em relação ao capítulo XV, sobre matérias contábeis, em vigência desde 1º de janeiro de Essa Lei tem, principalmente, o objetivo de atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das Práticas Contábeis Adotadas no Brasil com aquelas constantes no International Financial Reporting Standards ( IFRS ) e permitir que novas normas e procedimentos contábeis, emitidos por entidade que tenha por objeto o estudo e a divulgação de princípios, normas e padrões de contabilidade, sejam adotadas, no todo ou em parte, pela Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ). As mudanças que entraram em vigor em 2008 foram refletidas a partir de 1º de janeiro de 2008 nas demonstrações financeiras da Companhia. Dessa forma, as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31 de dezembro de 2007 e não foram reapresentadas com os ajustes para fins de comparação. Dentro do processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil para as normas internacionais de contabilidade (IFRS), durante o ano de 2009, foram aprovados pela CVM diversos pronunciamentos, interpretações e orientações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) com vigência para 2010, que alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Conforme facultado pela Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia optou por apresentar as suas Informações Trimestrais (ITR) utilizando as normas contábeis adotadas no Brasil até 31 de dezembro de 2009, ou seja, não aplicou esses normativos com vigência para Conforme requerido pela citada Deliberação CVM nº 603/09, a Companhia divulgou esse fato na nota explicativa nº 2.b. às Informações Trimestrais e a descrição das principais alterações que poderão ter impacto sobre as suas demonstrações financeiras do encerramento do exercício e os esclarecimentos das razões que impedem a apresentação da estimativa dos seus possíveis efeitos no patrimônio líquido e no resultado, como requerido por essa deliberação. Em 22 de dezembro de 2009, a CVM editou a Deliberação CVM nº 612, de 22 de dezembro de 2009 ( Deliberação CVM nº 612 ), a qual aprovou a Interpretação Técnica ICPC-02 do CPC, que trata dos contratos de construção do setor imobiliário. Referida Interpretação Técnica estabelece os critérios de contabilização das receitas e dos correspondentes custos das entidades que realizam a incorporação e/ou construção de imóveis diretamente ou por meio de subempreiteiras, a serem implementados para o exercício de 2010, onde as receitas e custos na venda de imóveis serão reconhecidas no resultado quando da transferência da posse, dos riscos e dos benefícios ao comprador do imóvel, normalmente após a conclusão da obra e mediante a entrega das chaves do imóvel. A Companhia está em processo de avaliação dos potenciais efeitos relativos aos pronunciamentos, interpretações e orientações, emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ) em 2009, os quais poderão ter impacto relevante nas demonstrações financeiras relativas ao exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009 a serem apresentadas comparativamente, bem como as informações trimestrais em 2010, e também sobre próximos exercícios. PÁGINA: 38 de 470

45 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado A incerteza quanto ao efetivo impacto desta regulamentação ou legislação poderá prejudicar as atividades da Companhia e os seus resultados operacionais, uma vez que a mesma reconhece receita ao longo do período de construção, ou seja, antes da entrega do imóvel. Além disso, a modificação de referidas práticas contábeis, em especial as relacionadas ao setor imobiliário, pode produzir impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia, com possível efeito em seu resultado contábil, incluindo possíveis impactos nas bases de distribuição de dividendos e podem ainda afetar adversamente o cumprimento de índices financeiros relativos a contratos de financiamento. PÁGINA: 39 de 470

46 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado 5.2. Política de gerenciamento de riscos de mercado da Companhia, incluindo objetivos, estratégias e instrumentos a) riscos para os quais se busca proteção; A Companhia participa de operações envolvendo instrumentos financeiros, todos registrados em contas patrimoniais, os quais se destinam a atender às suas necessidades operacionais e a reduzir a exposição a riscos de crédito e de taxa de juros. Neste sentido, a Companhia busca restringir a exposição a riscos de crédito associados a bancos, a caixa e equivalentes de caixa e risco de crédito de clientes. b) estratégia de proteção patrimonial (hedge); A Companhia utiliza de mecanismos para gerenciar os riscos de crédito associados a bancos efetuando seus investimentos em instituições financeiras de primeira linha e com remuneração em títulos de curto prazo. Com relação ao risco de crédito de contas a receber, a Companhia restringe a sua exposição por meio de vendas para uma base ampla de clientes e mediante a análise de crédito contínua. Adicionalmente, inexistem históricos relevantes de perdas em face da existência de garantia real de recuperação de imóveis (alienação fiduciária) nos casos de inadimplência. c) instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge); A Companhia não utiliza quaisquer instrumentos para proteção patrimonial, conforme mencionado na alínea b) acima. d) parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos; A Companhia procura investir em produtos bancários que tenham rendimento igual ou superior a 100% do Certificado de Depósito Interbancário ( CDI ). Além disso, a Companhia tenta praticar com seus clientes as taxas médias praticadas de mercado à época. e) se a Companhia opera instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial (hedge) e quais são esses objetivos A Companhia não opera instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial. f) estrutura organizacional de controle de gerenciamento desses riscos; A Companhia não possui estrutura organizacional de controle de gerenciamento desses riscos. g) adequação da estrutura operacional e controles internos para verificação da efetividade da política adotada Os riscos de mercado da Companhia são monitorados de forma contínua por seus administradores, que avaliam se as práticas adotadas na condução das atividades da Companhia estão adequadas aos controles internos estabelecidos pelos seus administradores. Ajustes de eventuais adaptações aos procedimentos de controles internos são realizados por seus administradores à medida que julgados necessários. PÁGINA: 40 de 470

47 5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado 5.3. Alterações significativas nos principais riscos de mercado em que a Companhia está exposta ou na política de gerenciamento de riscos adotada no último exercício social No ultimo exercício social não houve alterações significativas nos principais riscos de mercado, bem como no monitoramento de riscos adotado pela Companhia. PÁGINA: 41 de 470

48 5.4 - Outras informações relevantes 5.4. Outras informações relevantes Todas as informações relevantes e pertinentes a este tópico foram divulgadas nos itens acima. PÁGINA: 42 de 470

49 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Data de Constituição do Emissor 22/05/2006 Forma de Constituição do Emissor Constituída sob a forma de sociedade por ações. País de Constituição Brasil Prazo de Duração Prazo de Duração Indeterminado Data de Registro CVM 09/01/2007 PÁGINA: 43 de 470

50 6.3 - Breve histórico 6.3. Breve histórico da Companhia Em 24 de agosto de 1977, o Sr. Meyer Joseph Nigri constituiu a Tecnisa Engenharia e Comércio Ltda. ( Tecnisa Engenharia ), sociedade por meio da qual o Sr. Meyer iniciou suas atividades no setor de engenharia e construção civil. Nos anos que se seguiram à sua fundação, a Tecnisa Engenharia passou por períodos de intenso crescimento, ancorados principalmente no lançamento de produtos imobiliários inovadores, na gestão financeira eficiente, e no profundo respeito aos seus clientes e colaboradores. Em 1999, a Tecnisa Engenharia sofreu uma cisão parcial, sendo que parte dos seus ativos e obrigações foram transferidos à Tecnisa Empreendimentos Imobiliários Ltda., sociedade cujo capital era detido à época pelos mesmos sócios da Tecnisa Engenharia. Em 30 de janeiro de 2006, a Tecnisa Engenharia transferiu a totalidade das ações de sua titularidade do capital da Anubis Properties Corporation ( Anubis ), sociedade constituída de acordo com as leis de Bahamas, ao Sr. Meyer Joseph Nigri, por meio de redução de capital. Tal operação foi realizada tendo em vista que o objeto social da Anubis não está relacionado com as atividades de incorporação e construção. Em 22 de março de 2006, o Sr. Meyer Joseph Nigri aumentou o capital da Tecnisa Holding Ltda. em R$ ,00, e integralizou tal aumento de capital por meio da conferência à referida sociedade de participações que detinha em outras sociedades de desenvolvimento imobiliário. Por meio dessa operação, o Sr. Nigri consolidou todas as suas atividades no setor imobiliário na Tecnisa Holding Ltda. Posteriormente, em 22 de maio de 2006, a Companhia foi constituída e, em 4 de julho de 2006, incorporou a Tecnisa Holding Ltda. Em 23 de agosto de 2006, o Sr. Meyer Joseph Nigri conferiu parte das ações que detinha no capital social da Companhia à Jar Participações Ltda. Em 09 de janeiro de 2007 a Companhia obteve registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ), e, em 31 de janeiro de 2007, a Companhia obteve o registro de sua oferta pública inicial de ações também na CVM e, em 1º de fevereiro de 2007, suas ações passaram a ser negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ( BM&FBOVESPA ). Em 5 de fevereiro de 2007 a Companhia concluiu a sua oferta pública primária e secundária de ações, sendo distribuídas ações ordinárias de emissão da Companhia na referida oferta pública inicial, inclusive sob a forma de American Depositary Shares, a um preço por ação de R$13,00, totalizando R$ ,00, sendo novas ações e ações existentes, de titularidade do Sr. Meyer Joseph Nigri. A partir de 2007, com os recursos provenientes da oferta pública inicial de ações, a Companhia deu inicio a um plano de crescimento, priorizando a expansão geográfica e a diversificação de suas atividades por segmentos de renda. Atualmente, além da forte presença no Estado de São Paulo, a Companhia atua também nos Estados do Paraná, Bahia, Ceará e Amazonas, e no Distrito Federal, diretamente ou por meio de parcerias com incorporadoras e construtoras locais. Em 2009, a Companhia constituiu uma nova área visando consolidar a sua expansão para o segmento de econômico de média e média-baixa renda, lançando assim a sua marca Tecnisa Flex, linha de negócios da Companhia dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de produtos imobiliários para esse segmento de renda. A Tecnisa Flex conta com uma diretoria própria, equipes de engenheiros e arquitetos dedicados, bem como um plano de negócios cuidadosamente estabelecido, com orçamentos e metas próprias. Em 2010, a Companhia consolidou sua atuação no Segmento Flex (média e média-baixa renda), que culminou nos primeiros lançamentos de empreendimentos, no primeiro semestre de 2010, da Tecnisa Flex. PÁGINA: 44 de 470

51 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas 6.5. Principais eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões, incorporações de ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições de ativos importantes, pelos quais tenham passado a Companhia ou qualquer de suas controladas ou coligadas, indicando: (a) evento; (b) principais condições do negócio; (c) sociedades envolvidas; (d) efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores da Companhia; (e) quadro societário antes e depois da operação Evento Principais Condições do Negócio Sociedades Envolvidas Alienação de Quotas da Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. Contrato de Compra e Venda de Quotas, firmado em 18 de março de Alienação pela Companhia e pela Omega Investimentos Imobiliários Ltda., das quotas representativas de 25% do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. ( Windsor ) à Agra Empreendimentos Imobiliários S.A., pelo montante de R$ ,35. A Windsor é proprietária do imóvel situado no bairro da Pompéia, no Município de São Paulo, com área total de 251,3 mil m² - Companhia; - Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. - Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. - Omega Investimentos Imobiliários Ltda. Efeitos resultantes da A operação não gerou para Companhia quaisquer efeitos nesse sentido. operação no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores da Companhia Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. Quadro societário antes e Quadro societário antes da operação depois da operação Quotista Número de Ações Participação (%) Companhia ,9% Omega Investimentos Imobiliários Ltda. 1 0,1% Total ,0% Windsor Investimentos Imobiliários Ltda. Quadro societário após a operação Quotista Número de Ações Participação (%) Companhia ,0% Agra Empreendimentos Imobiliários S.A ,0% Total ,0% PÁGINA: 45 de 470

52 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Evento Principais Condições do Negócio Sociedades Envolvidas Parceria com a Stuhlberger W Incorporações, Construções e Participações Ltda. Em 2007, a Companhia firmou o Instrumento Particular de Parceria Comercial e Outras Avenças com a Stuhlberger W Incorporações, Construções e Participações Ltda., tendo como objetivo o desenvolvimento conjunto de novos negócios imobiliários. A parceria operacionalizou-se mediante a constituição da sociedade Stuhlberger Incorporadora Ltda., uma holding detida na proporção de 50% por cada uma das partes, cujo objeto social é a participação em sociedades de propósito específico por meio das quais são desenvolvidos os empreendimentos imobiliários em conjunto - Companhia; - Stuhlberger W Incorporações, Construções e Participações Ltda. - Stuhlberger Incorporadora Ltda. Efeitos resultantes da A operação não gerou para Companhia quaisquer efeitos nesse sentido. operação no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores da Companhia Quadro societário antes e depois da operação Não houve alteração no quadro societário da Stuhlberger Incorporadora Ltda. em decorrência da operação. PÁGINA: 46 de 470

53 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Evento Principais Condições do Negócio Sociedades Envolvidas Exercício do Direito de Retirada da Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. Em 30 de janeiro de 2008, a Companhia notificou a sociedade Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A., na qual possuía participação societária de 25,00%, acerca do exercício de seu direito de retirada, nos termos do Instrumento Particular de Compromisso de Subscrição e Integralização de Ações e do Segundo Aditamento ao Acordo de Acionistas, tendo em vista que o prazo encerrado em 31 de dezembro de 2007 transcorreu sem que houvesse sido registrada no competente Cartório de Registro Imobiliário a incorporação de ao menos uma fase do projeto da sociedade. Desta forma, conforme divulgado em períodos anteriores, a Companhia vinha negociando a forma de recebimento dos R$39,5 milhões investidos no empreendimento. No dia 27 de agosto de 2008, a Companhia celebrou Contrato de Opção de Compra de Ações, concedendo à sociedade HB-Begônia Desenvolvimento Imobiliário Ltda. ( HB-Begônia ), em caráter vinculante, irrevogável e irretratável, a opção de compra da totalidade das ações. O preço do exercício de opção da totalidade das ações seria de R$44,7 milhões devidamente atualizados a partir da data do referido contrato. A aludida sociedade não exerceu a opção integral da compra supra mencionada, tendo adquirido, entretanto, o correspondente a 10% das ações detidas pela Companhia, pelo preço corresponde a R$4,5 milhões. Em 02 de junho de 2009, a Companhia recomprou as ações anteriormente vendidas à HB-Begônia pelo preço de R$4,5 milhões, e, em 04 de junho de 2009, concluiu a negociação para reaver os recursos investidos, em conformidade com os instrumentos contratuais celebrados. Foi, assim, lavrada uma Escritura de Confissão de Dívida e Alienação Fiduciária de Imóvel, por meio da qual a sociedade Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. confessou a dívida, com origem no reembolso da totalidade das ações detidas pela Companhia, em virtude do exercício do seu direito de retirada. A transferência das ações com a consequente assinatura do termo no livro próprio foi realizada em 22 de junho de 2009, após o registro da alienação fiduciária do imóvel (terreno com área aproximada de m 2 ) objeto da matrícula nº , no 15º Registro de Imóveis da Cidade de São Paulo, que configura garantia da dívida confessada. Por meio dessa confissão de dívida, a Companhia deveria receber, até 27 de maio de 2010, o montante equivalente a R$48,5 milhões, corrigido da seguinte forma: R$44,0 milhões mediante a variação mensal das taxas do CDI apuradas pela CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos ( CETIP ); e R$4,5 milhões pela variação positiva do IGP-M/FGV - Índice Geral de Preços do Mercado ( IGPM/FGV ) acrescidos de juros de 12% ao ano. Em 27 de maio de 2010, a Lille Investimentos Imobiliários Ltda., sociedade controlada pela Companhia, adquiriu da Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A., por meio de Escrituras de Venda e Compra, os seguintes imóveis: (i) terreno com área aproximada de m 2, objeto da Matrícula nº , do 15º Registro de Imóveis da Cidade de São Paulo, pelo valor de R$ milhões, pago por meio de Nota Promissória de emissão da Lille Investimentos Imobiliários Ltda., com vencimento à vista; e (ii) terreno com área aproximada de 1.200m 2, objeto da Matrícula nº , do 15º Registro de Imóveis da Cidade de São Paulo, pelo valor de R$1,2 milhões, pago à vista. A Nota Promissória, de emissão da Lille Investimentos Imobiliários Ltda., foi endossada pela Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. à Companhia, como pagamento do crédito decorrente do direito de retirada exercido pela Companhia junto à sociedade Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. Por fim, a Companhia endossou a Nota Promissória à Lille Investimentos Imobiliários Ltda., a título de integralização de capital desta última. Em junho de 2010, a Lille Investimentos Imobiliários Ltda. alienou fiduciariamente o imóvel objeto da Matrícula nº , do 15º Registro de Imóveis da Cidade de São Paulo, à Fundação dos Economiários Federais (Funcef), em garantia às Cédulas de Crédito Bancário emitidas pela Companhia em 01 de dezembro de Companhia; - Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A.; - HB-Begônia Desenvolvimento Imobiliário Ltda.; e, - Lille Investimentos Imobiliários Ltda. PÁGINA: 47 de 470

54 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores da Companhia A operação não gerou para Companhia quaisquer efeitos nesse sentido. Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. Quadro societário antes e Quadro societário antes da operação depois da operação Acionista Número de Ações Participação (%) Bueno Netto Empreendimentos Imobiliários S.A ,5% Companhia ,0% Harte Investimentos e Participações Ltda ,0% Antonio Marino Boralli ,7% Adalberto Bueno Netto ,7% José Paim de Andrade Júnior 1 0,0% Eduard Maria Constantin Heinrich Friedrich Alfred Schonburg 1 0,0% Total ,0% Golf Village Empreendimentos Imobiliários S.A. Quadro societário após a operação Acionista Número de Ações Participação (%) Bueno Netto Empreendimentos Imobiliários S.A ,5% Tesouraria ,0% Harte Investimentos e Participações Ltda ,0% Antonio Marino Boralli ,7% Adalberto Bueno Netto ,7% José Paim de Andrade Júnior 1 0,0% Eduard Maria Constantin Heinrich Friedrich Alfred Schonburg 1 0,0% Total ,0% PÁGINA: 48 de 470

55 6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial 6.6. Pedidos de falência, desde que fundados em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia, e o estado atual de tais pedidos Não houve pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia. PÁGINA: 49 de 470

56 6.7 - Outras informações relevantes 6.7. Outras informações relevantes Todas as informações relevantes e pertinentes a este tópico foram divulgadas nos itens acima. PÁGINA: 50 de 470

57 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas 7.1. Descrição sumária das atividades desenvolvidas pela Companhia e por suas controladas A Companhia é uma empresa holding que atua no mercado imobiliário por meio das participações que detém em sociedades de propósito específico (SPEs) e sociedades em conta de participação (SCPs), atuando no mercado imobiliário apenas por meio de tais empresas. Com mais de 30 anos de experiência no mercado imobiliário brasileiro, a Companhia conta com uma plataforma de negócios completa, que a permite atuar, por meio de suas controladas e coligadas, em todos os segmentos da atividade de incorporação imobiliária. A Companhia atua, por meio de suas controladas e coligadas, prioritariamente no mercado residencial, de forma totalmente integrada, executando todas as etapas do desenvolvimento dos seus empreendimentos: formação de landbank, incorporação, vendas e construção. Desde a oferta pública inicial da Companhia, no início de 2007, foi implementado com sucesso um plano agressivo de crescimento, priorizando a expansão geográfica e a diversificação das atividades da Companhia por segmentos de renda. Atualmente, além da forte presença no Estado de São Paulo, a Companhia atua, por meio de suas controladas e coligadas, nos Estados do Paraná, Bahia, Goiás, Ceará e Amazonas e no Distrito Federal. A Companhia optou por expandir suas atividades para esses mercados de forma seletiva e planejada, em virtude do potencial e das oportunidades que apresentam, sempre priorizando a manutenção da sua rentabilidade. Em dezembro de 2010, os empreendimentos da Companhia fora do Estado de São Paulo responderam por cerca de 34,8% do seu Valor Geral de Vendas ( VGV ) lançado. Em 2010, a linha de negócios Tecnisa Flex, dedicada à incorporação e construção de empreendimentos residenciais para o Segmento Flex (média e média-baixa renda), iniciou as suas atividades, consolidando a atuação da Companhia nesse segmento. Em dezembro de 2010, os empreendimentos voltados ao Segmento Flex, com preços entre R$100 mil e R$300 mil por unidade, representaram 33,7% do VGV lançado da Companhia. O objeto social da Companhia, definido no artigo 3º de seu estatuto social, consiste na (i) incorporação, compra e venda de imóveis prontos ou a construir, residenciais e comerciais, terrenos e frações ideais, locação e administração de bens imóveis, construção de imóveis e a prestação de serviços de consultoria em assuntos relativos ao mercado imobiliário; e (ii) participação em outras sociedades, na qualidade de sócia, quotista ou acionista. Uma das principais características da Companhia é a sua atuação integrada, envolvendo incorporação, vendas e construção, sendo estas últimas atividades desenvolvidas com equipe própria e terceiros contratados. PÁGINA: 51 de 470

58 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais 7.2. Segmentos operacionais que tenham sido divulgados nas últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício social ou, quando houver, nas demonstrações financeiras consolidadas: a) Produtos e Serviços Comercializados A Companhia tem como principais atividades a incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais, a prestação de serviços de construção e a prestação de serviços de assessoria imobiliária (corretagem). b) Receita proveniente do segmento e sua participação na receita líquida da Companhia A tabela abaixo apresenta o total de receita operacional líquida proveniente da atividade de venda de imóveis e incorporação e prestação de serviços: Exercícios encerrados em 31 de dezembro de: (em R$ mil) 2007 % Receita Liquida 2008 % Receita Liquida 2009 % Receita Liquida 2010 % Receita Liquida Receita Bruta de Venda de Imóveis ,90% ,70% ,30% ,52% Receita Bruta de Serviços ,30% ,50% ,40% ,20% Receita Bruta Total ,10% ,20% ,70% ,73% Deduções da Receita Bruta ,10% ,20% ,70% ,73% Receita Líquida ,00% ,00% ,00% ,00% As deduções sobre a receita bruta incluem o total dos impostos incidentes sobre as receitas de venda de imóveis e receitas de prestação de serviços. Por este motivo, a composição do percentual das receitas da Companhia por segmento econômico em relação à receita líquida apresenta valor superior a cem por cento, quando somadas. c) Lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido da Companhia Os lucros líquidos apurados em cada exercício social da Companhia são decorrentes da atividade de venda de imóveis, incorporação e prestação de serviços % Lucro Líquido 2008 Exercícios encerrados em 31 de dezembro de: (em R$ mil) % Lucro Líquido 2009 % Lucro Líquido 2010 % Lucro Líquido Lucro Líquido % % % % Companhia não divulga seu lucro líquido por segmento econômico. Assim, o valor acima apresentado corresponde ao lucro da totalidade das atividades econômicas da Companhia. PÁGINA: 52 de 470

59 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais 7.3. Produtos e serviços que correspondam aos segmentos operacionais divulgados no item 7.2. acima a) Características do Processo de Produção Atividade de Incorporação A Companhia participa de todas as etapas do processo de incorporação imobiliária. As atividades da Companhia incluem identificação de oportunidades de mercado por meio de um departamento de Inteligência de Mercado, avaliação e aquisição de terrenos, desenvolvimento do produto (projeto), obtenção de licenças, alvarás e aprovações governamentais, desenvolvimento de campanha de marketing, análise de crédito de clientes e obtenção e contratação de financiamento, desenvolvimento e coordenação da estratégia de vendas com imobiliárias e com empresa própria de vendas, execução das obras, personalização das unidades, entrega das unidades e prestação de serviço de reparos durante a garantia. Aquisição de Terrenos Na etapa de incorporação, a Companhia realiza, por meio de seu departamento de Inteligência de Mercado, uma análise comportamental e de renda da população onde se pretende realizar a aquisição do terreno, bem como uma investigação detalhada da concorrência na região. Com base nestas informações, é traçado um plano para aquisição do terreno, visando determinado perfil de clientes. Tendo em vista a importância desta etapa da incorporação, a Companhia adota processos de avaliação rigorosos e criteriosos que, ao mesmo tempo, são ágeis o suficiente para que a Companhia consiga adquirir terrenos rentáveis, desenvolvendo-os em momento comercial adequado. Fatores chave na tomada de decisões para a compra de terrenos incluem a revisão de dados técnicos, de mercado e financeiros, tais como: (i) verificação da área do terreno a fim de atender às especificações mínimas para o tipo de projeto a ser realizado; (ii) análise da documentação do terreno e dos proprietários, assim como da possibilidade de obtenção de todas as licenças e aprovações regulatórias necessárias ao desenvolvimento do projeto; (iii) realização de pesquisas para avaliar a intenção de compra dos potenciais clientes, levando-se em consideração as variáveis de preço, demanda e concorrência, dentre outras; e (iv) levantamento de todos os custos do projeto para verificar se eles atendem aos critérios de rentabilidade e retorno sobre o capital investido da Companhia. A compra dos terrenos pode ser realizada com recursos próprios, financiamentos ou permutas físicas e/ou financeiras. Busca-se realizar a aquisição de terrenos por meio de permutas, nas quais a Companhia concede ao proprietário do terreno um determinado número de unidades a serem nele construídas (permuta física) ou um percentual das receitas provenientes das vendas das unidades do empreendimento (permuta financeira). As condições de permuta têm por objetivo diminuir a exposição de capital, atenuar o risco do investimento e/ou atender a interesse do vendedor do terreno. A aquisição com recursos próprios normalmente é garantida por um pagamento inicial, sendo o saldo remanescente do preço de venda quitado posteriormente à obtenção de todas as licenças e demais aprovações regulatórias necessárias ao desenvolvimento do projeto, reduzindo assim o risco do negócio. Em alguns casos, ainda, a Companhia adquire terrenos em parceria com outras incorporadoras. Tal aquisição é mais frequente em terrenos de valor elevado, em mercados onde a Companhia não detém uma expertise regional, ou ainda quando existe forte concorrência para aquisição do terreno, reduzindo, dessa forma, a futura rentabilidade do empreendimento. Nestes casos, normalmente a Companhia constitui uma sociedade de propósito específico ( SPE ) ou uma sociedade em conta de participação ( SCP ) em conjunto com os respectivos sócios, nas quais buscará deter participação societária mínima de 51%. Estas sociedades serão as sociedades adquirentes de um determinado terreno. Como política, a Companhia procura manter um banco de terrenos (landbank) suficiente para realizar os lançamentos necessários ao cumprimento de suas metas para os próximos 2 anos, realizando as aquisições para os projetos com lançamento estimado para os próximos 12 meses com recursos próprios ou com permutas. Elaboração do Projeto Para os produtos voltados aos segmentos de médio e médio-alto padrão, os engenheiros e a equipe própria de vendas da Companhia trabalham em conjunto com arquitetos de renome e profissionais de marketing no planejamento e elaboração dos projetos. As atividades desses profissionais incluem desenho panorâmico e do interior dos empreendimentos, elaboração de planos para execução do PÁGINA: 53 de 470

60 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais projeto, escolha dos materiais de construção e personalização das unidades. Para os produtos voltados ao segmento Flex, a Companhia possui uma linha de projetos padronizados que difere praticamente apenas em metragem e itens de acabamento, obtendo-se ganho de escala e agilidade desde a estratégia de marketing até a execução das obras. Construção A Companhia não possui equipamentos de construção pesada e dispõe de uma força de trabalho própria com aproximadamente 1123 pessoas empregadas em suas obras, em 31 de dezembro de A Companhia atua como gerenciadora, supervisionando a construção, enquanto empreiteiras executam as atividades intensivas de mão-de-obra. Em geral, as obras da Companhia são executadas por preço fixo, por empreiteiras independentes, à exceção do levantamento da estrutura de concreto da edificação, que é sempre executada pela equipe própria da Companhia, tendo em vista o ganho de escala e a responsabilidade civil da Companhia nessa etapa do projeto. A Companhia escolhe as empreiteiras com base em uma combinação de qualificações, reputação e base de preço, e procura selecionar prestadores de serviços que tenham trabalhado diligentemente no passado. O grupo de engenharia civil da Companhia supervisiona a construção de cada parte da edificação, coordena as atividades dos prestadores de serviço e dos fornecedores, submete seu trabalho aos controles de segurança e custo, monitora a observância de códigos e regulamentos de zoneamento e edificações e assegura a conclusão tempestiva do projeto, possibilitando assim a entrega das unidades vendidas dentro dos prazos especificados nos contratos de compra e venda. Dessa forma, a Companhia administra a maior parte da construção de seus edifícios, mas sempre é responsável pela totalidade da obra, mesmo que o trabalho seja executado por empreiteiras contratadas. A Companhia acredita ser pioneira no desenvolvimento de determinadas técnicas e conceitos de engenharia voltados à construção. Nas principais fases das obras, como o levantamento da estrutura de concreto, empregam-se técnicas de construção destinadas a racionalizar a produção, maximizar a produtividade e controle de qualidade, e minimizar o desperdício de materiais e o tempo ocioso de trabalhadores. Dá-se grande importância ao controle de qualidade e, desde 2003, a Companhia tem o certificado ISO 9001:2000 para a incorporação e construção de imóveis residenciais e comerciais. A Companhia também aplica métodos rigorosos de planejamento e controle de construção, desde o início até o término de cada projeto, por meio da utilização de sistemas de monitoramento informatizados. A Companhia trabalha de maneira muito próxima com alguns de seus fornecedores, possibilitando que alguns deles programem a sua produção com o fim de atender a demanda da Companhia ou notifiquem com antecedência, em caso de atraso. Nos últimos anos, a Companhia não experimentou quaisquer atrasos significativos das suas obras devido à escassez de materiais. Em geral, dá-se início às obras entre o 6º e o 12º mês a contar do lançamento de um novo empreendimento. O prazo médio de construção é de 24 meses. Nos termos da legislação brasileira, a Companhia fornece garantia, cobrindo vícios estruturais durante 5 anos a contar da entrega das chaves da unidade ao cliente. Financiamentos a Clientes Os clientes da Companhia têm duas opções de financiamento do imóvel após a entrega do empreendimento: (i) financiamento bancário aos seus compradores, dentro dos padrões oferecidos pelos principais agentes financeiros públicos e privados; ou (ii) financiamento com a própria Companhia, com prazos reduzidos, vinculados a garantias contratuais, tais como alienação fiduciária ou outra garantia real, além de fiança. Nesta última hipótese, a Companhia aplica juros de 12% ao ano mais índice de inflação, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ) ou IGP-M/FGV - Índice Geral de Preços do Mercado ( IGPM ) sobre o valor financiado. No processo de aquisição, os compradores em potencial fornecem à equipe comercial seus dados cadastrais e financeiros básicos, permitindo à Companhia avaliar seu crédito e solidez financeira. Estabelecem-se critérios rígidos para aprovação de vendas, tais como: (i) análise detalhada dos dados cadastrais do potencial cliente perante órgãos públicos; (ii) limites mínimos de renda e, em alguns casos, do patrimônio total do potencial comprador; (iii) comprometimento de parcela da renda mensal do potencial comprador no pagamento das prestações; e (iv) inexistência de inadimplemento com a Companhia no passado. Tomando por base os resultados desta avaliação, a Companhia decide sobre a concessão do crédito. b) Características do Processo de Distribuição Vendas e Marketing Os esforços de comercialização com relação a um novo empreendimento pela Companhia são iniciados simultaneamente ao lançamento, o que ocorre somente depois do recebimento da aprovação do plano de incorporação pelas autoridades relevantes. As atividades de comercialização são realizadas pela equipe própria de vendas da Companhia e por outras empresas corretoras de PÁGINA: 54 de 470

61 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais imóveis independentes. A Companhia acredita ser crucial dispor de equipe própria de vendas, que permanece dedicada exclusivamente à venda dos seus empreendimentos, administrando clientes atuais e empenhada em conquistar novos clientes. Adicionalmente, a equipe de vendas da Companhia também é responsável por coletar informações a respeito das necessidades e preferências dos seus clientes potenciais, a fim de contribuir com as atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e conceitos imobiliários. A Companhia conta, ainda, com duas diretorias, uma direcionada exclusivamente para a venda das unidades da marca Tecnisa e outra para os produtos da marca Tecnisa Flex. No ano de 2010, a equipe própria de vendas foi responsável por 40% das vendas da Companhia. A equipe própria de vendas da Companhia, em 30 de dezembro de 2010, contava com 286 corretores autônomos, que frequentam sessões de treinamento periódicas, nas quais são atualizados em técnicas de atendimento ao cliente e comercialização. A Companhia enfatiza uma abordagem de vendas transparente, com o objetivo de adquirir e desenvolver uma relação de confiança com seus clientes. Nos stands de vendas da Companhia, os corretores explicam os detalhes do projeto e os planos de financiamento, respondem a perguntas e estimulam os clientes a visitar apartamentos modelo, a comprar ou a se cadastrar para receber uma visita ou informações adicionais sobre empreendimentos. Os membros da equipe própria de vendas não são empregados da Companhia, mas sim agentes autônomos que recebem comissões diretamente dos compradores. As regulamentações de corretagem imobiliárias no Brasil exigem que tais corretores sejam profissionais autônomos. Seguindo uma prática comum no Brasil e dentro de um esforço para reduzir a exposição financeira da Companhia, realiza-se a contratação da venda do maior número possível de unidades ao lançar um novo empreendimento, concentrando os esforços de comercialização nas fases iniciais da construção. A Companhia tem sido bem sucedida com esta estratégia, em geral vendendo entre 40% e 50% das unidades antes do início da construção. A maior parte das unidades remanescentes é, geralmente, vendida até o final da construção. Utiliza-se como forma de promoção e marketing para a comercialização das unidades anúncios em jornais e propaganda de mala direta, bem como centros de telemarketing e o website da Companhia. A Companhia foi uma das primeiras companhias do setor imobiliário a desenvolver um projeto de vendas de imóveis por meio da internet. A Companhia conta com uma equipe totalmente voltada para o comércio eletrônico (e-commerce), que estrutura estratégias para aumentar as vendas por meio da internet. Por meio do website da Companhia, é possível ter acesso às principais características de todos os empreendimentos nos quais a Companhia participa, incluindo modelos de plantas, ficha técnica do empreendimento e preços e condições de pagamento. Disponibilizam-se ainda corretores on line, os quais estão disponíveis até as 24 horas, durante 7 dias por semana, até possibilitando aos clientes, inclusive aqueles que residem no exterior, efetivar a compra das unidades à distância. O website da Companhia é referência internacional, sendo hoje o principal canal de vendas de forma direta e indireta, além de ser um grande instrumento de desenvolvimento e fortalecimento da marca Tecnisa. Nos últimos 12 meses, 15% dos clientes que adquiriram um imóvel da Companhia passaram pelo seu website para obter mais informações sobre os produtos e sobre a Companhia. Acredita-se que o website contribuirá para o aumento de vendas nos próximos anos em virtude da redução do custo de aquisição médio de compra. No ano de 2009, a Tecnisa foi considerada pela revista Época Negócios a 11ª empresa mais high tech do Brasil, a melhor colocada entre as empresas do setor imobiliário. Corretagem A Companhia pode efetuar as vendas por meio: (i) de corretores independentes; e (ii) da Tecnisa Consultoria Imobiliária Ltda. ( TCI ), por meio da sua equipe própria de vendas, composta por corretores autônomos. Os custos de corretagem para o cliente da Companhia são os mesmos em vendas efetuadas por meio de corretoras independentes ou de corretores autônomos da equipe própria de vendas da Companhia. O custo para o cliente é composto de (i) taxa de corretagem e (ii) taxa de contrato. A taxa de corretagem pode variar entre 3,20% e 5,0% sobre o preço de venda do imóvel, considerando o momento em que a venda é concluída, se antes ou após o término da construção do empreendimento. A taxa de contrato equivale a 0,88% sobre o preço de venda do imóvel, independentemente do momento da venda. Tais valores, após deduzidos os percentuais repassados aos corretores, são apropriados como receita adicional ao valor de venda do imóvel e, portanto, caso a venda seja efetuada pelos corretores autonômos da equipe própria de vendas, a Companhia se apropria dessa receita adicional. Logo, a Companhia se beneficia quando a venda é efetuada pela sua equipe própria de vendas. A tabela abaixo apresenta o cálculo da corretagem, em termos percentuais sobre o valor do imóvel na cidade de São Paulo. Vide exemplo abaixo: PÁGINA: 55 de 470

62 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Taxa de Corretagem (1) Taxa de Contrato (2) Ganho Vendas Tecnisa (1+2) Em (%) (-) Repasse aos Corretores Receita de Corretagem Vendas Tecnisa 3,20 0,88 4,08 1,50 2,58 No ano de 2010, 40% das vendas das unidades da Companhia foram realizadas por meio da sua equipe de vendas. Tal participação foi de 36% em 2009, 43% em 2008, e de 63% em 2007, sendo certo que referida equipe de vendas não está presente em todas as regiões geográficas nas quais a Companhia atua. Atendimento ao Cliente A Companhia acredita que cultivar o bom relacionamento com clientes e potenciais clientes é um dos pilares de sua missão de ser mais construtora por metro quadrado. Para tanto, ao longo de todas as etapas de uma incorporação imobiliária, procura ter uma postura ativa e flexível para oferecer um atendimento personalizado e desenvolver uma relação de confiança e respeito com seus clientes. No website da Companhia, além de serem disponibilizadas informações sobre aspectos corporativos, é possível também conhecer todos os empreendimentos e lançamentos da Companhia em detalhe, ter acesso às suas respectivas fichas técnicas, aos preços e às condições de pagamento das unidades de cada um dos empreendimentos da Companhia, e fazer um tour virtual por cada uma dessas unidades. Além disso, o cliente ainda tem acesso em tempo real aos estágios dos empreendimentos ainda não entregues. A Companhia oferece atendimento a clientes via Internet (por meio de s e chats), via telefone ou voz sobre Internet Protocol. O departamento de atendimento ao cliente da Companhia, ao longo de todo o processo de construção, contata, em média, 42 vezes o comprador da marca Tecnisa e 23 vezes o cliente da marca Tecnisa Flex, com o propósito de fornecer todos os tipos de informações referentes à obra e esclarecer eventuais dúvidas, receber sugestões e críticas. O programa de relacionamento com cliente é considerado uma forte ferramenta para a venda de outras unidades, pois possibilita a Companhia reforçar um vínculo de fidelização com os compradores de unidades em futuras compras, além de proporcionar a divulgação dos empreendimentos da Companhia entre os conhecidos dos seus clientes. Além disso, a Companhia mantém uma equipe específica para atuar em sua política pós-venda. A Companhia tem uma equipe técnica responsável pela assistência aos seus clientes após a conclusão das obras. c) Características dos Mercados de Atuação, em especial O Setor Imobiliário Cenário Macroeconômico O Brasil possui um dos maiores mercados imobiliários da América Latina. Ainda assim, o setor demonstra grande potencial de crescimento devido ao aumento da disponibilidade de financiamento, crescimento populacional e expansão da renda familiar, entre outros. Nos últimos anos, o setor passou por fortes transformações, com o fortalecimento do mercado de capitais local e melhorias macroeconômicas significativas. Apenas em recursos primários de ofertas públicas de ações, o setor captou aproximadamente US$8,7 bilhões desde De acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), referente ao ano de 2007, o mercado imobiliário brasileiro foi representado por empresas que mantinham um quadro de funcionários igual ou superior a cinco pessoas ocupadas, obtendo uma receita bruta total de R$114,0 bilhões. 4 Recursos primários levantados em ofertas de ações ou aumento de capital das empresas listadas do setor imobiliário no período de 2005 a PÁGINA: 56 de 470

63 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais A queda na taxa de juros, a expansão do crédito imobiliário e os importantes programas governamentais tais como o Minha Casa Minha Vida impulsionaram o crescimento do setor. De acordo com os dados divulgados pela Fundação João Pinheiro em 2007, o déficit habitacional do Brasil alcança, aproximadamente, 7,2 milhões de moradias e, deste total, 90,9% referem-se a famílias com renda mensal inferior a três salários mínimos. Em 30 de setembro de 2010, o salário mínimo estava fixado em R$510,00. Nos últimos anos o Brasil retomou o nível da atividade imobiliária em virtude das ações positivas do Governo Federal que influenciaram diretamente o setor e da crescente disponibilidade de crédito decorrente da redução da taxa básica de juros. Entretanto, os investimentos no setor imobiliário brasileiro ainda não foram suficientes para atender o potencial que o mercado oferece. As expectativas de manutenção da inflação em patamares razoáveis e da redução das taxas de juros deverão permitir o contínuo aumento da disponibilidade de crédito. Em 31 de dezembro de 2009, o total de crédito disponível do Sistema Financeiro Nacional representava 45,0% do Produto Interno Bruto ( PIB ), em comparação com 27,7% do PIB em 31 de dezembro de 2005, segundo o Banco Central do Brasil ( BACEN ). 12,5% IPCA (%) 9,3% 7,6% 5,7% 3,1% 4,5% 5,9% 4,3% Fonte: IBGE Operações de Crédito do Sistema Financeiro / Produto Interno Bruto (%) 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 24,7% 23,6% 24,5% 22,0% 45,0% 39,7% 33,4% 27,7% 30,2% Fonte: Banco Central do Brasil O Mercado Imobiliário no Brasil Geograficamente, o Brasil é dividido em cinco regiões: Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Estas regiões apresentam diferenças significativas entre si em termos de população absoluta, densidade populacional, atividade econômica, desenvolvimento e déficit habitacional. PÁGINA: 57 de 470

64 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Segundo o IBGE, a região sudeste é a região brasileira com a maior atividade econômica no país, representando em 2005, aproximadamente, 56,5% do PIB do Brasil, e São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os principais estados que constituem a região sudeste, cujos mercados imobiliários são os mais relevantes no país. Segundo o IBGE, em 2007, a população das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foi igual a 10,9 milhões, 6,1 milhões e 2,4 milhões de habitantes, respectivamente, correspondendo a 5,8%, 3,2% e 1,3% do total da população brasileira, respectivamente. O Estado de São Paulo é um dos principais centros econômicos do Brasil, concentrando o maior mercado imobiliário do país. De acordo com os dados do IBGE, em 2008 o PIB estimado deste Estado foi de R$931,00 bilhões, representando 33% do PIB brasileiro. Consequentemente, é o Estado que possui maior capacidade de absorção de oferta de imóveis. Demanda Imobiliária A geração e o comportamento da demanda por habitações no longo prazo são explicadas principalmente por meio da evolução de quatro indicadores sociais: (i) a taxa de crescimento da população; (ii) a parcela de jovens na população; (iii) o número de pessoas por moradias; e (iv) a expansão da renda familiar. (i) Taxa de crescimento da população: De acordo com o crescimento da população e a formação de novas famílias, há um aumento na demanda por habitações. Segundo estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas ( FGV ) e Ernst & Young, o número de famílias brasileiras em 2007 era de 60,3 milhões, com uma população de 187,6 milhões. Estima-se que, em 2030, o número de famílias atinja 95,5 milhões, correspondendo a 233,6 milhões de pessoas. Este crescimento corresponde a uma formação média anual de aproximadamente 1,5 milhão de novas famílias. Média de novas famílias por ano (milhares) Mais de R$32,000 De R$16,000 a R$32,000 De R$8,000 a R$16,000 De R$4,000 a R$8,000 De R$2,000 a R$4,000 De R$1,000 a R$2,000 Renda até R$1, ,0 13,0 43,5 139,1 334,8 526,1 582,6 (200) (100) Fonte: IBGE, FGV/Ernst&Young Investimento em novas moradias/ano (R$ bn) Mais de R$32,000 De R$16,000 a R$32,000 De R$8,000 a R$16,000 De R$4,000 a R$8,000 De R$2,000 a R$4,000 De R$1,000 a R$2,000 Renda até R$1,000 1,0 7,0 16,1 33,1 36,4 45,0 55, Fonte: IBGE, FGV/Ernst&Young PÁGINA: 58 de 470

65 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais (ii) Parcela de jovens na população: O percentual de jovens (15 a 29 anos) na população brasileira é bastante elevado. Em 2007, aproximadamente 51 milhões de pessoas se encontravam nessa faixa de idade, o que representava 27,3% da população de acordo com o IBGE. À medida que a parcela jovem da população envelhece, há um aumento da demanda por moradias. Em 2030, o Brasil deverá ter aproximadamente 38,4% de sua população com idade entre 25 e 49 anos, segundo dados do IBGE. A Companhia acredita que o envelhecimento da população deva gerar uma alta demanda por novos imóveis. Fonte: IBGE (iii) Número médio de pessoas por moradia: O número médio de pessoas por moradia vem decrescendo no país, tendo atingido, em 2007, 3,4 pessoas por domicílio particular. A expectativa, de acordo com estudo da FGV/Ernst&Young,é de que o número de pessoas por moradia, em 2030, caia para 2,5, fazendo com que a demanda por novas moradias aumente a uma taxa maior que a do crescimento populacional simples. Média de pessoas por moradia 3,4 2,9 2, Fonte: IBGE, FGV/Ernst&Young (iv) Expansão da renda familiar: A recente estabilidade macroeconômica do Brasil teve um impacto positivo sobre vários indicadores socioeconômicos, resultando na diminuição da desigualdade social e no aumento do poder de compra. De acordo o índice GINI, que mede a concentração de renda entre diferentes grupos sócio-econômicos, o Brasil apresentou um índice de 0,556 (sendo que 0,0 indica perfeita igualdade e 1,0 desigualdade absoluta) em 2007, um dos mais baixos registrados na história brasileira. Para comparação, em 1993 o Brasil apresentou um índice GINI de 0,604. PÁGINA: 59 de 470

66 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Número de famílias (milhões) Mais de R$32,000 De R$16,000 a R$32,000 De R$8,000 a R$16,000 De R$4,000 a R$8,000 De R$2,000 a R$4,000 De R$1,000 a R$2,000 Renda até R$1,000 0,0 0,3 1,1 3,3 8,4 15,5 31, Fonte: IBGE, FGV/Ernst&Young Programa Minha Casa Minha Vida O Programa Minha Casa, Minha Vida tem como meta construir 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos, o que representa aproximadamente 14% do déficit habitacional em Serão, ao total, cerca de R$34,0 bilhões em investimentos do Governo Federal, dos quais, dentre outras destinações, R$16,0 bilhões visam à aquisição de casas ou apartamentos para o público de renda familiar de até três salários mínimos, R$12,0 bilhões a subsidiar o financiamento de imóveis novos ou em construção/lançamentos, para famílias de renda de até dez salários mínimos. Expansão do crédito imobiliário Fonte: Governo Federal A penetração do crédito imobiliário no Brasil, ainda que incipiente, apresentou crescimento gradual nos últimos anos e, em 2009, foi de 2,8% do PIB brasileiro, segundo dados do Banco Central do Brasil. Financiamento Imobiliário / Produto Interno Bruto 2,8% 2,0% 1,3% 1,3% 1,5% 1,6% PÁGINA: 60 de 470

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