TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS: PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A INICIAÇÃO NA MODALIDADE

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1 Introdução VII ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO ESPECIAL TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS: PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A INICIAÇÃO NA MODALIDADE FERNANDA GABRIELA QUIDIM 1, MEY DE ABREU VAN MUNSTER 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR). O esporte para pessoas com deficiência, também denominado de esporte adaptado foi modificado ou criado para ir ao encontro das necessidades específicas dos indivíduos com deficiência, mantendo assim os objetivos e a integridade da atividade a fim de maximizar as potencialidades individuais do praticante. As modificações do esporte base só ocorrem quando necessárias sempre respeitando as metas previamente determinadas e as regras já existentes, valorizando a diferença, promovendo desafios e, segundo Araújo (1998), minimizando assim a segregação já imposta. A aplicação de atividades esportivas para pessoas com deficiência iniciou-se como objetivo de colaborar para o processo terapêutico, tendo finalidade principalmente médica (GREGUOL; GORGATTI, 2005). Conforme afirma Winnick (1990), Souza (1994), Araújo (1998) e Stefane et al. (2005), o esporte com tais características terapêuticas consolida-se inicialmente no contexto europeu em 1944 no hospital de Stoke Mandeville, na Inglaterra, por iniciativa do neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, que fora convidado pelo governo britânico para fundar um centro para tratamento dos soldados lesionados medulares. No Brasil, o esporte para pessoas com deficiência foi introduzido sob influência dos Estados Unidos e Inglaterra, tendo como ponto inicial a criação de dois clubes em 1958, um em São Paulo (Clube dos Paraplégicos de São Paulo) e outro no Rio de Janeiro (Clube do Otimismo) pelas mãos de Sergio Del Grande e Robson Sampaio de Almeida, paraplégicos que receberam tratamentos com esportes em cadeira de rodas em hospitais americanos na década de 50 e trouxeram tais experiências com o esporte aplicado à população com deficiência (MATTOS, 1994; SOUZA, 1994; ARAÚJO, 1998; FREITAS; CIDADE, 2002; GREGUOL; GORGATTI, 2005; STEFANE et al, 2005). O esporte firmado como acelerador do processo de reabilitação e como um recurso capaz de oferecer meios que levem a pessoa com deficiência a conviver com as limitações corporais e orgânicas (ARAÚJO, 1998), passou por uma evolução nos conceitos iniciais, possibilitando recentemente além da superação física e psicológica, e a inclusão do deficiente ao meio social, um reconhecimento de suas habilidades, capacidades e potencialidades envolvidas no esporte de alto rendimento (SILVA, 1999). 1 Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos Rod. Washington Luis, Km 235 São Carlos - SP 2 Prof a. Drª. adjunta da Universidade Federal de São Carlos Rod. Washington Luis, Km 235 São Carlos - SP 960

2 Independente dos objetivos da procura do esporte e da manutenção desta prática pelas pessoas com deficiência, este meio cresce a cada dia e ganha muitos adeptos, evidenciando os benefícios do esporte. Com a evolução nestes conceitos e nas formas de prática, foram surgindo diferentes modalidades esportivas adaptadas para este público, que hoje conta com diversas opções voltadas para diferentes tipos e níveis de deficiência. Neste contexto surge o tênis em cadeiras de rodas (TCR) que teve seu marco inicial nos Estados Unidos no ano de 1976 pelo norte-americano Brad Parks e, segundo o Comitê Paraolímpico Brasileiro - CPB (2010), por Jeff Minnenbraker. Com a prática da modalidade firmada, surgiram as competições na modalidade, a fundação da Federação Internacional de Tênis em Cadeira de Rodas (IWTF) e a estréia da modalidade nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988), em caráter de exibição (CPB, 2010). No Brasil, o esporte começou a ser praticado em 1985 na cidade de Niterói (Rio de Janeiro) por José Carlos Morais, médico gaúcho que conheceu o esporte na Inglaterra. O tênis é uma modalidade muito recente no contexto brasileiro, daí também o número reduzido de atletas. Apesar da crescente participação de pessoas com deficiência nas modalidades e competições, o número de praticantes ainda é inexpressivo se comparado à população que possui algum tipo de deficiência física. E no tênis este proporção é ainda muito menor por inúmeros motivos, dentre eles a falta de profissionais voltados para o ensino do tênis, a falta de programas de prática de tênis em cadeira de rodas, a ausência de pesquisa sobre metodologia do ensino do tênis em cadeira de rodas, e pela visão elitizada atribuída a este esporte. O tênis em cadeira de rodas é um esporte de fácil aceitação e aplicabilidade prática por ser praticado nas mesmas quadras que o tênis convencional, salvo que existe a possibilidade, dentro de seu regulamento, de um segundo quique 3 da bola antes dela ser rebatida, firmando assim um jogo mais dinâmico (CPB, 2010; ANTÚNEZ et al., 2007; AYALA, 2009). Para ser elegível para competir o interessado deve possuir um diagnóstico de deficiência permanente relacionada à locomoção. Esta deficiência física deve resultar em uma perda da função em uma ou ambas as extremidades inferiores (ITF WHEELCHAIR TENNIS, 2009; BULLOCK; SANZ, 2010). Quanto às cadeiras de rodas, de uma maneira geral, todas podem ser usadas. Entretanto, é extremamente recomendável o uso de cadeiras esportivas, por sua maior mobilidade e segurança na quadra. Estas, segundo a International Tennis Federation (ITFTENNIS) (2010), são consideradas parte do corpo e todas as regras que se aplicam ao corpo de um jogador são aplicáveis à cadeira de rodas. Apesar do esporte para deficientes físicos no país ter seu início oficial em 1958 com a criação do Clube do Paraplégicos e do Clube do Otimismo, somente a partir da década de 80 que se observa o desenvolvimento de pesquisas sobre o assunto (FREITAS, 1997). Quanto ao processo de ensino-aprendizagem no tênis evidenciamos na literatura específica poucas referências, entretanto algumas pesquisas têm pontuado algumas preocupações com questões relacionadas ao ensino e a aprendizagem da atividade motora, seja ela voltada ao esporte competitivo, lazer ou qualidade de vida (Píffero, 2007). Com base nos conhecimentos existentes a respeito da importância de uma estruturação no processo de ensino de modalidades esportivas afim de atingir as metas traçadas no plano 3 Nome dado ao momento que a bola toca o chão. 961

3 de ensino e da ausência de materiais científicos desta natureza, este estudo tem como tema a apresentação de uma estratégia dentro do processo de ensino-aprendizagem do tênis em cadeira de rodas. O objetivo deste artigo é elaborar e apresentar uma proposta pedagógica estruturada direcionada à iniciação da prática do tênis em cadeira de rodas. Método Como técnica aplicada para a publicação deste artigo efetuamos uma pesquisa bibliográfica, método este que nos permitiu aproximação com o tema a ser estudado. Para a realização do estudo foram percorridas as seguintes etapas: identificação (permite reconhecimento do assunto), localização (busca em diferentes fontes), compilação (reunião sistemática das informações obtidas) e fichamento (transcrição dos dados em fichas bibliográficas) (MARCONI; LAKATOS, 1990). Foi realizado um levantamento bibliográfico cujas publicações abordadas fizessem referência aos unitermos: tênis em cadeira de rodas, processo de ensino-aprendizagem e estruturação das aulas de iniciação esportiva. Assim, foram realizadas consultas a partir dos unitermos em diferentes fontes (livros e periódicos) solicitando-os de forma inter-relacionada ou não, de forma que possibilitassem suporte conceitual ao tema. A próxima etapa foi estudar o conteúdo de cada artigo ou livro e realizar fichamento do conteúdo pertinente ao objetivo do estudo. Resultados Após análise dos conteúdos obtidos nas pesquisas somados à conhecimentos pessoais e práticos referentes ao tênis, os exercícios propostos para cada sessão foram planejados com base na nova filosofia aplicada ao tênis convencional vinculada à idéia de aprender através de jogar o jogo, jogar par aprender e aprendendo através do jogo (USTA (2006), PÍFFERO; VALENTINI (2010)), no qual a partir da aplicação de situações reais do jogo é que são estruturadas intervenções que visem o aprendizado da técnicas para jogar com mais sucesso, isto porque todos matérias que relatavam o tênis em cadeira de rodas enfatizava o uso semelhante de ensino do tênis convencional. Focalizando o aprendizado inicial do TCR na característica tática do jogo, a idéia da iniciação à modalidade e das atividades propostas é a de manter a bola em jogo de forma consistente, e com a evolução, alguns exercícios para aperfeiçoamento dos fundamentos são aplicados de forma a melhorar o jogo individual. Outro aspecto privilegiado nesta proposta de intervenção visando o ensino inicial da modalidade é a atividade realizada em jogos reduzidos, no qual a quadra de tênis é dividida em vários setores chamados de mini-quadras onde atuam duplas de jogadores. Estas atividades possibilitam que o praticante treine direção e precisão do fundamento, essencial para o aprendizado, assim como possibilita servir a bola de forma orientada para o outro companheiro. Ainda fazendo parte das propostas, as atividades sempre contam com a presença de alvos, para que desde o princípio o fundamento já se desenvolva no princípio da eficiência. Os exercícios propostos seguem uma progressão relativa à dificuldade (do mais fácil para o mais difícil), complexidade (do mais simples para o mais complexo) e especificidade 962

4 (do mais geral para o mais específico), sempre vinculados a exercícios e habilidades já anteriormente ensinadas. Todas as sessões a serem aplicadas devem conter a mesma estrutura: aquecimento (atividades que envolvem movimentos a serem utilizados durante a parte principal realizados de forma lúdica e sem carga); alongamento (geral e específico); parte principal (recuperação de habilidades já aprendidas e apresentação de novas atividades); e parte final (alongamento e feedback). A seguir foram especificadas algumas estratégias a serem utilizadas para ser atingido cada objetivo proposto no processo de ensino-aprendizagem do TCR para jogadores iniciantes. Apenas foram contemplados neste artigo estratégias aplicadas na parte principal das aulas intervindo entre situações reais de jogo. Quadro 1. Objetivos, conteúdos e estratégias propostas para iniciação ao Tênis em Cadeira de Rodas. Objetivo Conteúdos Estratégias Deslocamentos e manejo da cadeira de rodas. Exercícios de deslocamento. - Diferentes deslocamentos orientados: frente, trás, giros, paradas bruscas, mudanças de direção. - Jogos pré-desportivos envolvendo ações variadas de deslocamento: pega-pega, Maneabilidade e lançamentos dos implementos específicos da modalidade: bola. Exercícios estáticos e dinâmicos com bola. pega-rabo, pique-bandeira. - Lançar a bola rasteira e deslocar a cadeira ao lado dela. - Lançar a bola ao alto e ter que bater o número máximo de palmas até que efetue a recepção. - Lançar a bola ao alto e passar em baixo dela quantas vezes possível antes que ela toque o chão. - Lançamentos simultâneos em duplas tendo que fazer as bolas chocarem-se no ar. - Em duplas: um lança de um lado da rede e outro com cone do outro tem que receber, a dupla que fizer primeiro 3 vezes vence. - Jogos lúdicos com a bola de tênis: bobinho, alerta, carimbador. 963

5 Maneabilidade e empunhadura dos implementos específicos da modalidade: raquete. Capacidades (coordenação, velocidade, força). físicas agilidade, Exercícios estáticos e dinâmicos. Exercícios voltados para treinamento das capacidades físicas específicas do jogo. - Deslocamentos orientados com a raquete entre a mão e o aro da roda. - Exercícios estáticos: controlar bola com raquete quicando-a para cima, com a raquete quicar bola no chão. - Exercícios dinâmicos: Deslocamento levando bola sobre a raquete como se fosse uma bandeja, quicando bola para cima e para baixo. - Jogos lúdicos: hóquei com raquetes, bobinho tendo que utilizar a raquete para passar a bola, equilíbrio com a raquete na palma da mão. - Compra de Raquetes Duas equipes fazem com suas raquetes uma fileira com elas ordenadas no chão. Ao sinal saem os primeiros de cada equipe e deve pegar a primeira raquete do chão e levá-la na frente da ultima e então voltar, logo parte a segunda pessoa. A equipe que conseguir atingir primeiro a rede com as raquetes ordenadas no chão vence. - Gato e Rato em duplas, conforme orientação do professor o aluno denominado gato ou rato foge enquanto outro tem que pegar. - Semáforo quando professor lança bola para cima é sinal verde que significa deslocar-se em grande velocidade, quando bola volta à mão do professor é sinal fechado, deve ocorrer uma parada brusca. - Jogo dos Números Duas 964

6 Fundamentos de fundo (forehand e backhand). Exercícios de aprendizado, desenvolvimento e fixação dos fundamentos. equipes, no qual cada um na tem seu número. O professor chama um número e então partem os números correspondentes de cada equipe que devem pegar uma raquete que está no chão no centro do círculo e com ela conduzir uma bola de tênis que também encontra-se no chão até á sua área de ponto. Quem fizer primeiro vence. - Força: com a bola medicine realizar lançamentos variados em duplas lateral, por cima da cabeça. - Delimitar um pequeno quadrado no chão e em duplas devem executar o fundamento de forma a manter a bola somente quicando dentro do quadrado (trabalho de ponto de contato) primeiro usando só forehand e depois só backhand). - Em duplas, um lança o outro deve efetuar o golpe de forma a tentar atingir o alvo (a princípio sem a rede e depois usando a rede)- primeiro só usando forehand e depois só backhand. - Professor solta bola para aluno golpear, e este logo voltar para o final da fila. Devem tentar acertar um alvo do outro lado da quadra. - Sombra dois alunos trocam bola em um jogo em mini quadra e atrás de cada um fica um parceiro que será a sua sombra tendo que executar o movimento como o companheiro da frente. 965

7 Saque. Exercícios em progressão para aprendizado e desenvolvimento do saque. Fundamentos de rede (voleio direita e esquerda, smash). Exercícios de aprendizado, desenvolvimento e fixação dos fundamentos. Tática. Exercícios que englobam diferentes fundamentos visando situações reais de jogo. - Em duplas: um arremessa bola ao alto, sendo que ela deve quicar uma vez no chão antes de chegar no companheiro. - Lançamento da bola ao alto com uma das mãos e realiza a captura da bola com a outra no ponto mais alto (enfatizar postura do braço no lançamento, chamado de toss). - Em duplas realizar o movimento completo do saque de forma que a bola chegue ao parceiro. - Idem anterior prosseguindo o mini jogo após o saque. - Em duplas, um de um lado da rede lança e o outro segurando no coração da raquete realiza o voleio (primeiro só de direita depois só de esquerda). - Idem anterior segurando com empunhadura correta no cabo da raquete. - Em duplas usando mini quadra um realiza só forehand e outro só voleia. - Smash: em duplas, um lança bem alto o outro sai da rede recuperando de costas e realiza o fundamento - Professor lança 3 bolas: aluno deve efetuar um forehand, um backhand e um voleio sempre direcionando os golpes para um determinado alvo. - Professor lança 3 bolas: aluno realiza um fundamento de fundo, então sobe a rede e realiza um voleio (ambos acertando alvos) seguido de um smash vencedor. 966

8 - Idem exercícios anteriores em dupla, onde um aluno realiza o lançamento com a raquete para o companheiro que deve efetuar de forma eficaz 2 bolas dentro de um determinado alvo, assim que as duas bolas forem no alvo prossegue o jogo até a falha de algum dos dois jogadores. - Torneios subida e descida : em duplas iniciam jogos simultâneos de 1 minuto, ao termino do tempo os vencedores de cada jogo devem trocar de mini quadra para um lado determinado e os perdedores para o outro lado. Assim novas duplas começarão um novo jogo de um minuto. Ao término, ficará na mini quadra mais alta os que mais venceram e nas mini quadras mais baixas os que mais perderam. Discussão Características do programa foram estruturadas com base nos resultados e dados obtidos pelo levantamento bibliográfico. Os principais artigos sobre o tema estão relatados a seguir. A pesquisa de Bullock e Sanz (2010) sobre o tênis em cadeira de rodas serve de referência para informações sobre como pode-se melhorar os treinamentos, sendo um artigo voltado para o aperfeiçoamento. Os mesmos autores citam a ausência de informação científica sobre o tênis em cadeira de rodas e enfatiza a necessidade, em conseqüência disso, de utilizar o tênis convencional para se ter algumas referências no esporte e a partir daí aplicar as particularidades do tênis de cadeira de rodas. Outro estudo com o objetivo de descrever a aprendizagem do tênis adaptado é a dissertação de mestrado da Leitão (1998) que focou proporcionar a aprendizagem do tênis para indivíduos com Síndrome de Down através de procedimentos adequados e adaptados a esse público. Optou-se primeiramente por permitir ao aluno a descoberta dos movimentos do tênis antes de dar maior ênfase à técnica e à tática do jogo. Após aplicação do procedimento de ensino escolhido e adaptado do tênis convencional, concluiu-se que a prática foi positiva em questões relacionadas ao deficit de atenção, aptidões sociais, saúde, segurança, autonomia e lazer. Dentre os fundamentos trabalhados na intervenção destacam-se: exploração dos 967

9 materiais utilizados, voleios e cortadas de forma semelhante ao trabalhado no tênis convencional. Sobre o processo de ensino e sua importância, segundo Píffero (2007) a participação em atividades físicas e esportivas permite ganhos nos aspectos físicos, psíquicos, cognitivos e sociais, contribuindo assim para um desenvolvimento integral. Porém, como o mesmo autor cita, as experiências por si só não garantem tais ganhos, tornando-se relevante a estruturação de propostas metodológicas que maximizem a aprendizagem e desenvolvimento das habilidades. Estas propostas devem ser cuidadosamente planejadas e adequadamente aplicadas, com o fim de potencializar as características pedagógicas da atividade física e do esporte. É comum dentre os professores e treinadores (como visto por Bullock e Sanz (2010)), assim como para o Pomme e Cavalcanti (2006) e para Young (2007) que deve-se manter os princípios fundamentais do ensino dos tenistas não cadeirantes às pesssoas com deficiências praticantes do mesmo esporte. Para Young (2007) como a modalidade é a mesma, logo não é necessário pensar que o ensino tem que ser diferente, afinal os treinamentos são baseados nas capacidades dos praticantes e não em suas deficiências. Segundo a problemática do processo de ensino, Píffero e Valentini (2010), citam que dentro da organização da aula deve-se contemplar o desenvolvimento técnico e o jogo. Aplicando o jogo como método de ensino o aluno cria estratégias para o sucesso no jogo e passa a ter mais interesse na prática posterior da habilidade. Já, com uma idéia contraditória ao estudo supra citado, Motta (2009), não cita o jogo, apenas enfatiza que a teoria do treinamento desportivo destaca a técnica como fundamental na preparação geral do atleta, juntamente com a tática, o condicionamento físico e o trabalho psicológico. E destaca que a maneira como é conduzido o aprendizado será vital para a formação do atleta. Segundo a United States Tennis Association - USTA (2006) durante o processo de ensino do tênis em cadeira de rodas deve-se focar a abordagem do ensino pelo jogo propriamente dito pois acelera a aprendizagem, assim as estratégias, a tática e a técnica são desenvolvidas dentro da própria prática. Através do jogo como primeiro passo para o ensino, os praticantes passam a entender o jogo e identificar as competências mais importantes a serem desenvolvidas para melhorarem sua prática. O tênis em cadeira de rodas, apesar das divergentes abordagens a respeito da melhor forma de seu ensino, possui itens que devem ser considerados: por ser classificado como uma modalidade esportiva de característica aberta, o tênis necessita de maior repertório motor nas aulas para produzir uma resposta motora ou solução eficiente para cada uma das situações, e por ser intermitente, necessita de constantes alterações nos ritmos de jogo uma vez que se intercalam estímulos e pausas. Outro fator importante é em relação à estruturação das aulas de tênis em cadeira de rodas, alguns autores citam que apenas algumas características devem ser determinantes e especiais: o tenista em cadeira de rodas está numa posição mais baixa e tem menos tempo para a preparação do golpe pelo fato de ter de movimentar a cadeira com as duas mãos tornando-se obrigado a tomar decisões com mais rapidez. O que se deve ter em mente também é que o tipo de lesão do jogador que determinará seu equilíbrio e estabilidade. O tenista em cadeira de rodas, para alcançar a bola com maior impulsão, apesar do menor tempo de preparação, pode utilizar o giro da cadeira na hora da batida, puxando a roda para trás (POMME; CAVALCANTI, 2006). 968

10 Segundo García (2009), o processo de ensino-aprendizagem deve enfatizar o modelo global por ser mais adequado, onde a execução completa do fundamento produz um aprendizado mais proveitoso e torna o aluno mais apto a enfrentar as situações presentes no jogo, assim como o ensino através de situações específicas do jogo. Apesar do conteúdo presente em cada um destes estudos supra citados, nenhum trás uma real estrutura de uma aula que deve ser aplicada afim de proporcionar o aprendizado do tênis em cadeira de rodas para iniciantes, mas serviram de base para a estruturação do programa pelo fato de orientarem na construção de uma sistematização e de quais pontos levar em consideração na elaboração das sessões de iniciação do tênis em cadeira de rodas. Conclusão Sobre o processo de ensino e sua importância fica clara a preocupação de grande parte dos pesquisdores envolvidos neste assunto, porém ainda pouco se têm focado na real estruturação e sistematização de um programa pedagógico, e este aspecto é muito menos envidenciado quando nos tratamos em esporte e programas pedagógicos voltados para pessoas com deficiência, talvez pelo menor número de praticantes, falta de investimentos e infraestrutura e falta de profisionais capacitados. Uma proposta pedagógica a ser aplicada na iniciação do tênis em cadeira de rodas vem acrescentar conhecimentos referentes ao trabalho esportivo que pode ser desenvolvido com pessoas com deficiência física de forma a proporcionar novas experiências seja ela voltada para reabilitação, participação social ou rendimento esportivo. 969

11 Referências ANTÚNEZ, R. M.; BARCIA, A. S.; GARCIA, J. P. F. Propuesta metodológica para el aprendizaje de los golpes del tenis em codiciones de interferencia contextual. Revista Eduacación Física y deportes, Buenos Aires, ano 12, n.110, julho Disponível em:<http://www.efdeportes.com/efd110/aprendizaje-de-los-golpes-del-tenis-en=condicionesde-interferencia-contextual.htm>. Acesso em 18 out ARAÚJO, P. F. Desporto Adaptado no Brasil: Origem, Institucionalização e Atualidade. Brasília: Publicações INDESP Ministério da Educação e do Desporto, AYALA, R. L. C. Juegos deportivos adaptados. Revista Educación Física y Deportes, Buenos Aires, ano 14, n.131, abril Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd131/juegos-desportivos-adaptados.htm>. Acesso em: 18 out BULLOCK, M.; SANZ, D. Wheelchair tennis in ITF Coaching and Sport Science Review, ed.50, p.30-31, COMITÊ PARAOLÍMPICO BRASILEIRO - CPB. Brasília, Disponível em: <http://www2.cpb.org.br/modalidades/integra.asp?modal=tenis>. Acesso em: 20 out FREITAS, P. S. O ensino do basquetebol sobre rodas: desafios e possibilidades f. Dissertação (Mestrado em Atividade Física e Adaptação) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. 970

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13 SOUZA, P. A. O Esporte na Paraplegia e Tetraplegia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, STEFANE, C. A.; SILVA, E. M.; MATARUNA, L.; CASTRO, S. J. Esporte adaptado, paraolimpíadas e olimpíadas especiais. In: COSTA, L. (Org.). Atlas do esporte no Brasil. Rio de Janeiro: Shape, UNITED STATES TENNIS ASSOCIATION - USTA. Manual for teaching adaptive tennis. Estados Unidos, WINNICK, J. P. An Introduction to adapted physical education and sport. In:. Adapted Physical education and sport. United States: Human Kinetics, p YOUNG, J. A. Coaching players with a disability. ITF Coaching and Sport Science Review, ed.41, p.14-15, abril

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