SESCON. Fórum Societário do SESCON aborda mudanças na baixa das empresas REVISTA INFORMATIVO IMPRESSO SESCON RIO DE JANEIRO #115

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1 SESCON INFORMATIVO IMPRESSO SESCON RIO DE JANEIRO #115 REVISTA Fórum Societário do SESCON aborda mudanças na baixa das empresas

2 2 Índice Editorial 03 Novas possibilidades Aconteceu 04 2º EGESCON Café com Palestra 08 Mudança de linguagem Saúde 10 Trabalho Seguro Tecnologia 12 Marketing ao alcance de todos Capa 14 Novos procedimentos SESCON Itinerante 17 Bloco K em pauta Proages 19 Boa liderança, bons resultados Gestão de Pessoas 20 Via de mão dupla Entrevista 22 Silas Santiago Legislação 24 Tributação em dia Agenda 26 Fórum de Tecnologia Errata: Diferentemente do que foi publicado na página 8 da edição 114, na matéria Novos padrões, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) não é obrigatória somente para empresas com mais de vinte funcionários. O número é determinado conforme o Quadro I da NR 5, de acordo com o CNAE da companhia e o número de funcionários. Empresas que não se enquadram nesses requisitos devem ter um designado de CIPA. Cadastre-se Envie um para: E receba o SESCON NEWS online. Mantenha-se sempre informado com tudo o que acontece. O SESCON Rio de Janeiro é filiado à FENACON Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas. Expediente SESCON Rio de Janeiro Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro Av. Passos, 120, 6º e 7º andar, Centro, Rio de Janeiro RJ CEP: (21) DIRETORIA DO SESCON RIO DE JANEIRO 1º de julho de 2013 a 31 de dezembro de 2016 DIRETORIA EFETIVOS Presidente Lucio da Cunha Fernandes Vice-Presidente Selma Antonia Gama de Carvalho Ferreira Tesoureiro Renato Carlos Pedroza Vice-Tesoureiro Adilson Félix Secretário Arnaldo dos Santos Júnior Diretora Social Neide Peres Ferreira DIRETORES ADMINISTRATIVOS - EFETIVOS Anderson de Oliveira Silva Jonathan Douglas Rocha Schneider Siqueira Renato Mansur Ricardo da Silva Nogueira DIRETORIA SUPLENTES Cesar Souza Madruga Helio Cezar Donin Júnior Ilan Rodrigues Renz CONSELHO CONSULTIVO Antônio Carlos Pinto de Azeredo Edson Dupret Lindberger Augusto da Luz Manuel Domingues de Jesus e Pinho Márcia Tavares Sobral de Sousa CONSELHO FISCAL EFETIVOS Felipe Farias de Oliveira Luiz Marcelo Duarte Waldir Ferreira Neves CONSELHO FISCAL - SUPLENTES Armando Gomes de Oliveira Francisco Eduardo Ribeiro Richard Augusto Guedes REPRESENTANTES JUNTO A FENACON EFETIVOS Lucio da Cunha Fernandes Selma Antonia Gama de Carvalho Ferreira REPRESENTANTES JUNTO A FENACON SUPLENTES Arnaldo dos Santos Júnior Márcia Tavares Sobral de Sousa COORDENAÇÃO EDITORIAL DA REVISTA Selma Gama EDITOR Bruno Seixas REPORTAGEM Annaclara Velasco Gabriela Vasconcellos Luiza Ribeiro Tainá Proença PROJETO GRÁFICO abcom abstrato comunicação PRODUÇÃO EDITORIAL E DESIGN Cajá Comunicação FOTOGRAFIA Arquivo SESCON, Fernando Alvim/Sindicont-Rio, Freepik (páginas 12 e 13), Receita Federal do Brasil e Sebrae-RJ IMPRESSÃO Ediouro Gráfica exemplares Fale com a redação:

3 Editorial Lucio Fernandes, presidente do SESCON Rio de Janeiro Novas possibilidades As recentes mudanças na legislação do Simples Nacional trouxeram novas alternativas para diversas atividades econômicas, que agora podem usufruir dos benefícios da modalidade. Uma delas, a possibilidade de abertura do processo de baixa independente de débitos, foi abordada no Fórum Societário promovido pelo SESCON Rio de Janeiro em setembro. Representantes de órgãos como Jucerja, Receita Federal e Sefaz-RJ explicaram o quemuda nos seus procedimentos de encerramento por conta da nova legislação. Entre todos, a expectativa é de que o fim da exigência tornará o processo menos burocrático e custoso para contribuintes e para profissionais contábeis que intermediam esse processo para os seus clientes. Além do fim das certidões negativas, outras alterações no regime se aplicam a todos os participantes, como tributações específicas para cada área. Para comentar essas e outras mudanças, entrevistamos Silas Santiago, Secretário-Executivo do Comitê Gestor do Simples. Também abordamos as duas últimas edições do SESCON Itinerante, realizadas em Petrópolis e Cabo Frio. No âmbito estadual, a Sefaz-RJ realizou a implementação da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) e vem apresentando a evolução do projeto às entidades contábeis. Para identificar possíveis falhas e otimizar o uso do ambiente virtual, a participação da classe como voluntários para emissão em ambiente de produção já iniciada, é fundamental. Nesta edição veja como conhecer a plataforma e tirar suas dúvidas com a Secretaria. Um aspecto presente na rotina das empresas contábeis é a troca constante de funcionários, o que ocasiona quebra de ritmo do trabalho, por demandar adaptação e treinamento dos profissionais mais novos. Abordamos esse tema e as alternativas existentes para minimizar o impacto dessas mudanças na produtividade da equipe. Além disso, trazemos a importância da saúde e da segurança no ambiente de trabalho e os cuidados necessários para a área. Enquanto buscamos otimizar o trabalho internamente, também é preciso traçar novas maneiras de mostrarmos nosso trabalho para potenciais clientes. Nesse sentido, abordamos ferramentas como as redes sociais que, cada vez com mais usuários, se tornam um veículo de divulgação ainda mais importante, além de uma opção de marketing para as empresas, sem restrições ao porte das mesmas. Acesse nosso site. Obrigado e boa leitura. 3

4 2º EGESCON O presidente do SESCON, Lucio Fernandes, participou do 2º Encontro Gaúcho das Empresas de Serviços Contábeis, promovido pelo Sescon-RS, em Porto Alegre. Nos dias 16 e 17 de outubro, foi realizada uma feira de negócios, além de palestras sobre temas como segurança digital, gestão pública eficaz e SPED. Treinamento e debate Nos dias 4 e 5 de setembro, a Fenacon realizou em Brasília a quarta edição do Seminário de Gestão Jurídica e Legal da Federação, no qual o SESCON foi representado pelo presidente Lucio Fernandes, pelo diretor da área jurídica Douglas Schneider e pelo assessor jurídico Marcelo Gama. No evento, foram abordados temas como os aspectos tributários do PIS/Cofins, o impacto do Marco Civil da Internet em sindicatos e empresas de serviços e a lei anticorrupção sob a ótica do poder judiciário. Voltado para presidentes das entidades, advogados e gestores, o evento discutiu as ações estratégicas para as filiadas ao sistema Sescap/Sescon. A Federação realizou também um treinamento de reciclagem para os Sistemas TCS, software específico para entidades de classe, entre 8 e 10 de setembro, do qual participaram o presidente Lucio Fernandes, a coordenadora administrativa do SESCON Tatiana Scheidegger e a analista de TI Paula Scarlecio. Lucio Fernandes (centro), Douglas Schneider (à esquerda) e Marcelo Gama no IV Seminário Jurídico da Fenacon Ampliação do Simples Selma Gama (à esquerda) participou da palestra sobre o Simples Nacional As alterações no Simples Nacional foram abordadas pelo Secretário-Executivo do Comitê Gestor da modalidade, Silas Santiago, em seminário no dia 24 de setembro, ao qual compareceram a vice-presidente do SESCON, Selma Gama, e a diretora Ilan Renz. O evento, realizado pelo Sebrae, com apoio do SESCON e do CRCRJ, abordou as novas atividades contempladas no Simples e as tributações previstas para as mesmas. Também participaram do seminário Samir Barbosa, conselheiro do CRCRJ; Luciana Reis, superintendente de Arranjos Produtivos Locais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado, e Andréia Crocamo, gerente da área de Políticas Públicas do Sebrae. As mudanças na modalidade, mas voltadas para sociedades de advogados, também foram abordadas no dia 23 de setembro em palestra da Abami (Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário), realizada pelo diretor Hélio Donin Jr.. A categoria é uma das novas inclusões da modalidade. Os advogados tiraram suas dúvidas e questionaram suas possibilidades para o próximo ano. Em eventos como esse, o SESCON cumpre o seu papel ao informar e orientar profissionais e empresas em geral, acrescentou. 4

5 Aconteceu Uniprofissionais em dia Alexandre Calvet (de pé) e Ricardo Martins na palestra sobre o PPI Uniprofissional no Sindicont-Rio No dia 26 de setembro, o SESCON e o Sindicont-Rio promoveram uma palestra sobre a Lei Municipal nº 5.739/14, que estabelece critérios mais objetivos para a definição das sociedades uniprofissionais e requisitos para o pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). O coordenador de ISS da Secretaria Municipal de Fazenda (SMF), Alexandre Calvet, e o subsecretário de Tributação e Fiscalização do órgão, Ricardo Martins, explicaram o programa de pagamento do tributo, intitulado PPI Uniprofissional, cujo prazo de adesão foi encerrado em 10 de outubro. A vicepresidente do SESCON, Selma Gama, e a diretora Cultural e de Divulgação do Sindicont-Rio, Bela Balassiano, fizeram a abertura do evento. XVIII Encon A Associação de Profissionais de Contabilidade de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Armação de Búzios (APCCAA) promoveu o 18º Encontro dos Contabilistas do Litoral Fluminense no dia 10 de outubro, com apoio do SESCON. Sediado em Cabo Frio, o tema central do evento foi Contabilidade e Marketing: Estratégias de Crescimento. O diretor Renato Mansur (à esquerda) com os palestrantes do Sincasp Contabilidade no setor público O diretor do SESCON Renato Mansur esteve no Simpósio Nacional de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (Sincasp), realizado no dia 12 de setembro, no auditório 93 da UERJ. Organizado pelo CRCRJ, foram abordados temas como a nova contabilidade pública e os tribunais, os desafios do profissional contábil no setor e a aplicação do plano de contabilidade ao setor público. Entre os palestrantes, o presidente do Conselho Regional de Contabilidade da Paraíba (CRCPB), Glaydson Farias, o presidente do Tribunal de Contas da Bahia, Inaldo da Paixão, e o Contador Geral do município do Rio de Janeiro, Francisco Iglesias. O diretor do SESCON Alexandre Andrade foi um dos palestrantes e abordou a formação dos preços dos honorários contábeis. Aldilene Souza, gestora de segurança do trabalho, apresentou a palestra Será que 24 Horas são Suficientes?. Entre outros temas debatidos, estavam a fidelização de clientes e aspectos legais da profissão contábil. Lucio Fernandes (à esquerda), a secretária do SESCON Andressa Aguiar, a diretora de eventos da APCCAA, Ellen Mello, a palestrante Aldilene Souza e o assessor comercial do Sindicato, Jorge Freitas 5

6 Sindicont-Rio e Sescon Campinas fazem aniversário O diretor Renato Mansur; a presidente do Sindicont-Rio, Lygia Sampaio e a presidente do CRCRJ, Vitória Maria da Silva no aniversário do Sindicont-Rio O Sindicont-Rio comemorou os 98 anos de fundação em festa realizada no dia 19 de setembro, em sua sede. O diretor Renato Mansur representou o SESCON na festa, na qual a entidade congraçada recebeu a Medalha Tiradentes, maior comenda entregue pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Em São Paulo, o Sescon Campinas comemorou os 11 anos de fundação com um jantar comemorativo no dia 12 de setembro. O presidente Lucio Fernandes representou o SESCON no evento. Tecnologia e contabilidade Lucio Fernandes (à direita) participa da cerimônia de abertura do Rio Info 2014 O SESCON participou da abertura do 12º Rio Info 2014, o maior evento do país sobre Tecnologia da Informação (TI), realizado entre os dias 15 e 17 de setembro no Hotel Royal Tulip, em São Conrado. O objetivo é promover a troca de conhecimento e experiências, além de incentivar novos negócios no setor. O presidente do SESCON, Lucio Fernandes, compôs a mesa de abertura ao lado de representantes políticos, dirigentes de entidades e empresários da área. O evento, promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (TI Rio), ganhou novo formato. Dividido em quatro grandes grupos de assuntos inovação, negócios, aplicações avançadas e tecnologia as mesas e os seminários discutiram temas como neutralidade da rede, armazenamento de dados, Marco Civil da Internet e mudança na forma de governança e gerenciamento. 24º EESCON Promovido pelo Sescon-SP, o 24º Encontro das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo (EESCON) reuniu empresários contábeis entre os dias 17 e 19 de setembro, em Campos do Jordão (SP). No primeiro dia do evento, os presidentes de Sescons e Sescaps do Sudeste também abordaram as recentes atividades dos sindicatos em uma reunião. Sob o tema central Em Busca de Novos Caminhos, o velejador e empresário Amyr Klink ministrou a palestra magna do encontro, no qual também foram debatidos temas como retenção de talentos, tendências de mercado e a visão da RFB sobre os empresários contábeis. Patrocinadores puderam demonstrar seus produtos e serviços aos visitantes em uma feira de negócios. O presidente do SESCON, Lucio Fernandes; a vice-presidente, Selma Gama; os diretores Arnaldo dos Santos Jr., Cristiane Andrade, Felipe Oliveira, Hélio Donin Jr., Luiz Marcelo Duarte, Marcelo Gil, Patrícia Sena e Wagner Weldiling; a assistente de eventos do Sindicato Leiliane Gualandi e a auxiliar de eventos Michele Maia prestigiaram o evento. O Sindicato foi premiado por ter a maior delegação presente no encontro. A delegação do SESCON no palco do 24º EESCON 6

7 Aconteceu esocial no radar de outros setores O esocial foi tema de palestra ministrada pelos diretores do SESCON Arnaldo dos Santos Jr., Hélio Donin Jr. e Marcelo Gil, no dia 9 de setembro, quando compuseram a mesa do evento Uma Visão Empresarial do esocial O RH da sua empresa vai mudar, no Palácio do Comércio, no Rio de Janeiro. O objetivo foi alertar o setor produtivo, o comércio e os bens de serviço para o projeto. Os diretores Arnaldo dos Santos Jr., Marcelo Gil e Hélio Donin Jr. com o presidente do Sindilojas Rio, Aldo Gonçalves (terceiro da esq. para a dir.) na ACRJ Sescon-RN aborda gestão e tecnologia contábil Governança Tecnológica Aplicada à Gestão de Empresas de Serviços foi o tema central do 9º Encontro das Empresas de Serviços do Rio Grande do Norte, realizado em Natal pelo Sescon-RN nos dias 17 e 18 de outubro. O presidente do SESCON, Lucio Fernandes, representou o Sindicato no evento, que abordou temas como empreendedorismo, honorários, burocracia tributária e tecnologias móveis para empresas contábeis. SESCON discute soluções para apagão de mão de obra No dia 12 de setembro, a vice-presidente do SESCON, Selma Gama, participou da reunião da Câmara Setorial de Formação Profissional e Educação Tecnológica, na Alerj. Os participantes discutiram o projeto de reforma do Ensino Médio e encaminharam as sugestões ao deputado Comte Bittencourt, presidente do Conselho de Educação da Assembleia. O texto propõe novas regras para a oferta de Educação Profissional Técnica e busca reunir os Ensinos Médio e Técnico, a serem cursados ao mesmo tempo. RFB e PGF unificam documento A unificação das certidões negativas de débitos da Receita Federal (RFB) e da Procuradoria Geral da Fazenda (PGF) para a prova de regularidade fiscal foi abordada na reunião das entidades congraçadas com a RFB, no dia 7 de outubro. Instituída pela Portaria MF nº 358, o Projeto de Unificação das Certidões Conjunta e Específica (PUC 11) é válido desde o dia 20 de outubro, com a emissão iniciada em 3 de novembro. Documentos emitidos antes dessa data, desde que no prazo de validade, poderão ser apresentados. Porém, caso somente uma das certidões esteja válida, será preciso providenciar a Certidão Unificada. Com a mudança, contribuintes em dia com os parcelamentos previdenciários poderão obter o documento pela Internet. Caso existam pendências, elas poderão ser consultadas no e-cac, onde estão disponíveis os serviços de Situação Fiscal e Situação Fiscal-Relatório Complementar, acessíveis por código de acesso ou certificado digital. O documento unificado é válido para comprovação junto à Fazenda Nacional para qualquer fim. Nesse contexto, a emissão de Certidão de Regularidade Fiscal do Imóvel Rural e de Obras não teve alterações. Além dessa mudança, a RFB alertou para o cumprimento das etapas previstas nos programas de refinanciamento, como a consolidação dos parcelamentos e outros procedimentos, como é o caso dos optantes do Refis da Lei nº /09. Caso as etapas não sejam cumpridas adequadamente, a conclusão do benefício para o contribuinte estará em risco. A vice-presidente Selma Gama (de azul) participou da reunião das entidades congraçadas com a RFB 7

8 Café com Palestra Mudança de linguagem Padrões internacionais contábeis foi um dos temas do Café com Palestra A adoção do IFRS nas pequenas e médias empresas foi tema do Café com Palestra no dia 29 de agosto, ministrado por Adriano Rodrigues. Ele abordou o histórico do surgimento dos padrões contábeis internacionais a partir da intensificação das operações financeiras entre países, devido à busca por novos mercados. Segundo ele, a aplicação das normas é semelhante em todas as empresas, independentemente do porte. A diferença está na complexidade das operações realizadas. Além disso, o IFRS exige maior integração dos setores nas grandes empresas, já que algumas informações, como vida útil de bens, precisam ser solicitadas. Ainda que a maioria dos pequenos e médios empreendimentos não faça esse tipo de operação, o palestrante observou que a metodologia torna os relatórios contábeis menos técnicos, fator que valoriza as empresas. O profissional contábil tem uma visão muito técnica da sua área e muitas vezes não percebe que os relatórios devem ter outra linguagem e que são uma ferramenta importante na busca por novas oportunidades, já que auxiliam as empresas como um todo na tomada de decisões importantes, explicou. Liderança em pauta No dia 10 de setembro, Liderança e Gestão de Pessoas foi o tema abordado no auditório da Unipec. Diogo Hudson, coach do IBC, ABRACOACHING e BCI Behavioral Coaching Institute apresentou técnicas aplicadas à gestão de pessoas e frisou a importância de saber se relacionar com os funcionários e os clientes. Diogo explicou o diferencial do coaching, focado nos resultados e aplicável de maneira coletiva ou individual. A motivação, segundo ele, é fundamental para obter melhores resultados, assim como feedbacks periódicos. Avaliações de desempenho também devem ser feitas regularmente pelo próprio funcionário, por um colega e pelo gestor da empresa. Quanto à fidelização dos colaboradores, Diogo frisou a necessidade de alinhamento de propósitos e valorização dos profissionais. É muito importante que todos sejam capacitados e saibam o que estão fazendo, porque o líder não conhece a fundo as tarefas de todos. As palavras-chave para uma boa equipe são entrega e integração. A liderança, por sua vez, precisa saber ouvir e entender a necessidade real das pessoas, afirmou. Controle adequado Celso Teixeira, gerente comercial da Inovve Sistemas, abordou o gerenciamento das atividades contábeis na edição de outubro, realizada no dia 8, no auditório da Nasajon. Ele apresentou uma ferramenta que gera informações como prazos a serem cumpridos, envio de guias de pagamento e armazenamento em nuvem. Os parâmetros e as datas são definidos pelos empresários contábeis, cadastrados antes do uso. O sistema também permite a disponibilização de documentos para os clientes, que poderão acessá-los por . Segundo o palestrante, além de agilizar os processos, o acompanhamento próximo dessas tarefas permite obter, de forma automatizada, estatísticas de rendimento dos colaboradores, bem como tempo e custo com cada cliente. Como os órgãos começaram a exigir mais tecnologia dos profissionais contábeis, esse mercado passou a exigir softwares adequados. É uma área específica, já que, devido às obrigações acessórias, possuem processos recorrentes e têm prazos definidos, observou Celso. 8

9 ESCOLHA MAIS QUALIDADE, TECNOLOGIA E ESTRUTURA PARA VIVER MELHOR. ESCOLHA AMIL. Para cada necessidade, a Amil tem um plano de saúde. Seja qual for a necessidade da sua empresa, o plano de saúde que você procura está na Amil. Conheça todas as nossas opções e venha ser cliente do maior plano de saúde do país. A vantagem para você e para os seus funcionários é muito maior. Planos a partir de Linha Blue R$ 134,47 (1) por bene ciário Linha Dix R$ 109,41 (2) por bene ciário Linha Medial R$ 92,85 (3) por bene ciário Linha Dental R$ 17,00 (4) por bene ciário (1) Plano Blue Plus 300 PME, de 30 a 99 vidas, QC, de 0 a 18 anos. (2) Plano Dix 100 PME, de 30 a 99 vidas, QC, de 0 a 18 anos. (3) Plano Medial 100 PME, de 30 a 99 vidas, QC, de 0 a 18 anos. Plano com coparticipação. (4) Plano Dental PME, de 30 a 99 bene ciários. Não inclui o plano médico. (5) Para planos PME, oriundos de operadoras congêneres, exceto partos e doenças preexistentes, conforme regras vigentes na época da contratação. (6) Reembolso para consultas, exames e honorários médicos fora da rede credenciada, de acordo com o plano escolhido. Preços válidos até 31/12/2014 e somente para contratação no Estado do Rio de Janeiro. Con ra nossos diferenciais: Redução má ima de carência; Abrangência nacional ou regional; Rede credenciada ampla e quali cada; Teleatendimento 24 horas, com médico de plantão; Planos com opção de reembolso. (5) (6) Plantão de Vendas: A Brasil A nity oferece condições especiais para os liados do escon-rj: 50% de desconto no primeiro pagamento. CORRETORA AUTORIZADA: www. brasila nity. com. br 9

10 Trabalho seguro Empresas devem estar atentas a saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores Exames médicos Além do exame admissional e demissional, outras avaliações periódicas obrigatórias devem ser feitas. Quando há afastamento igual ou superior a trinta dias, um novo exame deve ser feito no retorno ao trabalho. O procedimento também é obrigatório em caso de mudança de função, por conta do risco laboral, ainda que o trabalho seja na mesma empresa. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de 2013, em todo o mundo, cerca de 317 milhões de acidentes de trabalho ocorrem por ano. Desse total, aproximadamente 2,3 milhões de pessoas são vítimas de ocorrências fatais. No Brasil, de acordo com dados mais recentes do Anuário Estatístico do Ministério da Previdência Social (AEPS), houve mais de 700 mil acidentes desse tipo registrados em Para prevenir tais ocorrências e promover o trabalho seguro nas empresas, dispositivos legais preveem medidas voltadas para colaboradores, empresários e profissionais da área de saúde. A orientação dos clientes sobre o assunto também é função dos profissionais contábeis. Os escritórios devem assessorá-los com todas as informações, além das Normas Regulamentadoras aplicáveis a cada atividade empresarial. No geral, a NR 5 (CIPA), NR 7 (PCMSO), NR 9 (PPRA), NR 17 (Ergonomia) e NR 23 (Proteção contra incêndios) se destacam, explica Aldilene Sousa, gestora de Segurança do Trabalho da AS Treinamentos, abordando as Normas Regulamentadoras, documentos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) aplicáveis a todas as empresas. Essas medidas devem ser iniciadas antes da admissão do novo funcionário, como o exame médico admissional, onde é verificada a aptidão física e mental do trabalhador para o novo emprego. O procedimento também é repetido durante a permanência do funcionário na empresa (exame periódico) e quando ele deixa o emprego, no exame demissional. Prevenção A avaliação da saúde dos profissionais engloba o Programa de Prevenção a Riscos Ambientais (PPRA), que mapeia os riscos do trabalho em questão e estabelece as ações a serem cumpridas, e o Programa de Controle Médico de Controle Ocupacional (PCMSO), onde são descritos os exames necessários para cada função. Há também o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), documento que reúne o histórico laboral e pessoal do trabalhador. Determinado pelo INSS, ele reúne informações relativas à fiscalização do gerenciamento de riscos e à existência de agentes nocivos nos locais de trabalho e é utilizado posteriormente para orientar e subsidiar processos de reconhecimento de aposentadoria especial. Aldilene destaca as atribuições do técnico em segurança do trabalho: Ele mapeia os riscos do ambiente de trabalho, sejam eles químicos, físicos e biológicos, verifica a necessidade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), a instalação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), os treinamentos adequados para cada função e a aplicabilidade das NRs. 10

11 Saúde CIPA Formada por um designado ou um grupo composto de representantes dos trabalhadores e empregador, a CIPA desenvolve um trabalho voltado para a garantia da saúde e segurança no ambiente laboral. Os seus membros devem passar por um treinamento sobre legislação e a atuação interna, feito junto à uma assessoria de segurança do trabalho. O grupo, também pode desenvolver ações que promovam, além da segurança laboral, a qualidade de vida dentro das empresas. Os cipeiros são escolhidos por meio de eleição e, em empresas que não se enquadrem nos critérios de dimensionamento estabelecidos em quadro da NR 5, no caso, CNAE e o número de funcionários da companhia, é escolhido um colaborador da empresa para atuar na função de designado de CIPA. Doenças laborais Segundo Aldilene, as doenças ocupacionais mais frequentes no Brasil são causadas por repetição de movimentos, postura inadequada e estresse. São enfermidades como Lesões por Esforço Repetitivo (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), ambas enquadradas na NR 17. Além dessas, outras oriundas de exposição a itens do ambiente de trabalho, carpetes e ar condicionado em baixa temperatura, podem causar doenças respiratórias, como alergias, rinites e sinusites. Adequações do mobiliário, orientações sobre postura, temperatura adequada e treinamentos comportamentais podem combater essas doenças, explica. REVISTA.pdf 1 30/06/ :56:19

12 Marketing ao alcance de todos Uso de recursos como as redes sociais pode ser uma ferramenta para desenvolver-se na área Engana-se quem pensa que marketing é somente para as grandes empresas. As micro e pequenas também podem ter estratégias para obter clientes novos e fidelizar os antigos. O segredo está nas ações de baixo custo. Todas as empresas, de qualquer tamanho ou com qualquer finalidade, devem utilizar o marketing. Ele está no processo de concepção do negócio, quando é decidido o que será oferecido aos clientes e de que forma, afirma o professor de Planejamento Estratégico de Marketing da ESPM, Vitor Pires. Ele garante que, para gastar pouco, o foco deve ser no marketing digital, visto que, a cada ano, o número de internautas brasileiros é crescente. A presença das empresas na Internet está ligada ao deslocamento do público consumidor que cada vez mais a utiliza como referencial de informação em detrimento dos veículos impressos. Muitas empresas selecionam colaboradores com base em pesquisas nesses locais, observou Cristina Rego Monteiro, professora e vice-diretora da Escola de Comunicação da UFRJ. Além de ter um site com informações sobre produtos e serviços oferecidos, é preciso se preocupar com geração de conteúdo. É importante não só a parte institucional, mas aprimorar o contato e gerar conteúdo interessante para o cliente, explica o professor. Ele também destaca a importância do estreitamento pelas redes sociais: Desde que saibam utilizá-lo, o marketing digital tem um excelente custo-benefício. Nesses sites, os usuários comentam suas experiências com as empresas e as qualificam positiva ou negativamente. É a evolução do tradicional boca a boca, com maior alcance. Mas o marketing tradicional não deve ser ignorado. Dependendo dos objetivos, ele pode compor uma boa estratégia com resultados expressivos. Planejamento Segundo Pires, antes de começar, é preciso planejamento. O primeiro passo é conhecer o perfil do seu cliente e se perguntar: Do que eles precisam?. Também é preciso saber qual é o seu objetivo e o orçamento disponível. A partir daí, as ações podem ser pensadas. Independentemente de qual seja, o importante é destacar os diferenciais da empresa: especialização, bom preço, atendimento personalizado ou qualquer característica que chame atenção do público-alvo. O professor indica a contratação de uma consultoria que possa avaliar as necessidades de cada uma e, a partir disso, traçar as estratégias. Marcelo Velloso, sócio-diretor da Oslo Digital, acrescenta que a atitude das empresas também deve ser pensada previamente: Embora seja possível veicular anúncios publicitários nesses sites, redes sociais são espaços de relacionamento. Uma organização não deve ingressar neles só porque a audiência é grande, nem atuar de forma fria, corporativa ou publicitária como em meios mais tradicionais. Para ser aceito, é preciso se enturmar e mostrar que tem o que agregar ao grupo, sendo interessante ou útil. 12

13 Tecnologia Cristina destaca que a resposta às solicitações precisa integrar as estratégias: A plataforma deve ser pensada de acordo com o serviço prestado e a capacidade de atender futuras demandas, explica. Ela acrescenta: Se a companhia avaliar que há pouca procura e precisa ampliar sua exposição, seria o caso de, primeiramente, avaliar melhor o perfil do seu público. Qualidade e quantidade As especificidades de cada área devem ser pensadas. No caso de uma empresa contábil, é preciso ponderar se é interessante alcançar esse público nas mídias sociais. Por ser uma área muito técnica, ao contratar um serviço externo deve-se ter certeza que ele estará apto a publicar assuntos relacionados ao setor, além de alimentar conversas, responder a perguntas e atender críticas. Por isso, muitas empresas optam por assumir esse trabalho internamente, acrescenta Marcelo. Mais importante que índices altos, também é preciso ser relevante nessas plataformas. Para isso, ter conteúdo próprio é importante: Em vez de replicar uma notícia, publique a opinião da empresa sobre ela, ou aborde o impacto para seus clientes, sugere Marcelo. Dica de ouro Vitor Pires destaca uma ferramenta muito útil para escritórios de contabilidade: a newsletter. Trata-se de uma comunicação periódica enviada para clientes e potenciais contratantes com oferta de conteúdo sobre assuntos específicos, além de ofertas de produtos e serviços. O interessante da newsletter é que ela aprimora o relacionamento com o cliente e, no caso dos empresas contábeis, essa relação precisa de confiança. Dar dicas sobre legislação, por exemplo, é gerar informação de valor para o cliente, afirma. Mas é necessário ter atenção para que não se torne algo incômodo: É importante ter, no próprio , a possibilidade de cancelar o recebimento. Acesse o Click Marketing, ferramenta gratuita do Sebrae que estabelece um plano de marketing baseado nas características de cada empresa, com informações, tendências do mercado e exemplos 13

14 Novos procedimentos SESCON realiza Fórum Societário sobre baixa de empresas A Lei Complementar nº 147/2014, sancionada em agosto deste ano, estabeleceu uma série de mudanças que abrangem as micro e pequenas empresas brasileiras integrantes do Simples Nacional. Além da ampliação das atividades econômicas contempladas pelo regime, a nova legislação permite que os processos de baixa sejam abertos a qualquer momento, ainda que existam pendências ou débitos tributários que serão assumidos pelos sócios. Diante desse novo contexto, o SESCON realizou uma nova edição do Fórum Societário sobre o procedimento no auditório do Sindilojas, no dia 3 de setembro. Representantes da Junta Comercial do Estado (Jucerja), do Registro Civil das Pessoas Jurídicas da cidade do Rio de Janeiro (RCPJ-RJ), da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) e da Receita Federal (RFB) esclareceram dúvidas e abordaram as possíveis mudanças trazidas pela nova legislação, que devem tornar o procedimento mais ágil. Entre os profissionais contábeis presentes, experiências semelhantes: o pedido de baixa das empresas tem diversos complicadores: O processo é longo e não identificamos o motivo da demora. Precisamos aguardar os órgãos nos Diretores do SESCON e os palestrantes após o Fórum Societário chamarem para levar os documentos necessários e concretizar o procedimento. Além disso, muitos aspectos sobre a baixa não estão claros nem descritos em algum lugar. O alvará com o carimbo é quase um troféu, relatou a profissional contábil Roseli Siqueira. Mais mudanças Alnir Fernandes, oficial do RCPJ-RJ, explicou que a dificuldade na maioria dos casos está relacionada às certidões negativas, documento necessário para o procedimento, eliminado com a nova legislação. Ele também abordou os erros mais comuns nos processos de baixa, como indeferimento por falta de dados como CPF e número de sede. Outro impasse observado são as sociedades inativadas por fatores tais como falecimento de um dos sócios, liquidação ou processo de extinção não concluído. A mudança na legislação foi fundamental, já que, como órgão de registro, também tínhamos a função de fiscalização, que é de outras entidades. Acredito que cerca de 90% dos problemas foram solucionados, diz Alnir. Além das certidões negativas, a obrigatoriedade de registro dos livros contábeis no Sped Contábil a partir de 2015 foi abordada. Mesmo cadastrado na ferramenta, o documento deverá ser impresso e homologado no RCPJ, já que o órgão ainda não tem acesso aos dados disponibilizados na ferramenta. Segundo Alnir, já há equipamentos e pessoal treinado para fazer o procedimento eletronicamente, mas falta estabelecer o convênio com a RFB. 14

15 Capa Uma das mudanças da LC nº 147/14 permite que as baixas das empresas sejam solicitadas a qualquer momento, mesmo com pendências ou débitos tributários Diferentes casos Em seguida, Álvaro Peixoto, vogal da Jucerja, também observou que o fim das certidões negativas deve diminuir os problemas do órgão com a baixa das empresas. Segundo ele, os casos mais complicados são das sociedades anônimas, divididas em três fases (dissolução, liquidação e extinção): desdobramentos de possíveis comprovações: Muitas pessoas dizem que não é necessário provar a integralização, porém, a Junta já alertou anteriormente para essa orientação equivocada. Caso a empresa tenha algum problema judicial e seja comprovado o não cumprimento, o ato será descaracterizado e o patrimônio estará em risco, observou o diretor Marcelo Gil. Após sua palestra, Álvaro Peixoto recebeu uma homenagem do SESCON, entregue pelo ex-presidente Hélio Donin. Ao longo dos anos, muitas empresas abandonaram o processo devido à dificuldade de obter a baixa causada por vários fatores, como mudanças no controle de cotas, que também exigia novas certidões. Agora, isso foi resolvido. Ele também abordou os procedimentos necessários para os diversos tipos de sociedade, além das etapas, das exigências e dos distratos específicos para cada caso. Para Álvaro, a modalidade mais indicada atualmente é a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) já que, além de ser constituída por uma pessoa, os bens pessoais são preservados em caso de dívidas empresariais. Porém, é preciso ter capital integralizado de pelo menos cem vezes o valor do salário mínimo em vigor. Nesse contexto, há uma diferença no mesmo procedimento na RFB que leva em consideração a data do registro a qual pode ser anterior à do último reajuste. A Junta não pede a comprovação do montante exigido, mas, segundo Álvaro, a responsabilidade sobre a declaração é do empresário, ainda que isso não seja do escopo do órgão. Porém, os profissionais contábeis devem ter atenção aos Álvaro Peixoto (segundo à esquerda) recebe homenagem do SESCON Certificação Digital No Fórum, o presidente do SESCON, Lucio Fernandes, alertou para uma mudança referente às empresas de Lucro Presumido. A partir de 2015, será preciso ter certificação digital dos sócios, que passarão a assinar os livros contábeis, enviados pelo Sped Contábil. Portanto, é preciso avisar os clientes da obtenção antecipada do Certificado Digital, disponível para aquisição no SESCON. O documento eletrônico deverá ser obtido até maio de

16 Capa Informações em dia O superintendente de Arrecadação da Sefaz-RJ, José Corrêa, abordou os aspectos relacionados à Secretaria. Para ele, o pedido formal da baixa e o cumprimento das obrigações acessórias relacionadas ao procedimento são as etapas a serem realizadas no órgão. Diante das dificuldades apontadas pelos presentes, como a demora para a conclusão do processo, ele observou que o órgão ainda não tem uma rotina de cruzamento dos dados semelhante à da RFB, por exemplo. Entre os projetos citados, o desenvolvimento de um sistema para agilizar o processo. Com o fim da obrigatoriedade das certidões negativas, a expectativa é de que os encerramentos ocorram em menor tempo A baixa se torna mais ágil quando toda a documentação necessária está à disposição. Ao iniciar o pedido com débitos ou descumprimento de obrigações acessórias, haverá a cobrança e atraso no procedimento. Com os dados em dia, o processo é mais rápido, explicou. No âmbito da Receita Federal, a analista tributária Valéria Wong apresentou as mudanças legislativas recentes e os tipos de baixas referentes a matriz, filiais, empresas que não iniciaram atividades, além de mudanças corporativas como fusões de companhias. Os erros comuns nos Documentos Básicos de Entrada (DBE) também foram lembrados: data dos eventos, pendências e percentuais inadequados são as principais ocorrências nas baixas feitas no órgão. Sobre as alterações na modalidade, ela destacou a mudança no tratamento diferenciado: Antes, era preciso ter 12 meses de inatividade, o que não é mais necessário e facilita para os microempresários. Efetivamente, eram mais que esse prazo, já que abrangia todo o ano-calendário anterior mais os meses correntes do ano corrente. Mas, assim como nos outros órgãos, o fim das certidões negativas também traz maior facilidade para outras categorias, ressaltou. Os diretores Ilan Renz e Marcelo Gil entregam certificado de participação a José Corrêa, superintendente de Arrecadação da Sefaz-RJ Segundo a analista, a facilitação da baixa era uma reivindicação antiga do Sistema Integrado de Atendimento ao Contribuinte (Siscac), que estuda a legislação em vigor para aplicá-la no atendimento ao público: O procedimento na RFB deve ser o reflexo do que ocorre no Registro Civil, independentemente de débitos e outros aspectos. Por isso, um dos requerimentos do grupo é não precisar fazer a conferência novamente. A resolução dessas pendências é outro aspecto. Veja as palestras do Fórum Societário na TV SESCON 16

17 Bloco K em pauta SESCON Itinerante Palestras abordaram questionamentos sobre a nova obrigação do Fisco O Bloco K foi o foco de duas palestras do SESCON Itinerante, em Petrópolis e Cabo Frio, nos dias 8 e 9 de outubro, respectivamente. O gerente de Legislação da Wolters Kluwer Prosoft, Danilo Lollio, abordou esse tema e a ECF no auditório do Sebrae da primeira cidade. Mas, segundo o palestrante, o primeiro assunto gerou mais dúvidas: É um dos blocos que merece mais atenção, pois enquanto os outros estão sob responsabilidade do profissional contábil, esse processo está na mão do cliente. Lollio lembra os principais questionamentos dos ouvintes que, segundo ele, mostravam-se preocupados: Hoje os escritórios fazem a parte do cliente. Então, as perguntas eram justamente sobre como ter condições de entregar essas obrigações se eles alegam não terem como fazer o novo procedimento. Muitas vezes as pequenas empresas não têm nem sistema. Em Cabo Frio não foi muito diferente. A palestra, ministrada pelo contabilista Adriano Leite, da Contmatic, tinha como tema o Sped Fiscal. Mas o ponto mais destacado também foi o Bloco K: O público já tinha as informações, mas demonstrou insegurança sobre seu conteúdo. Leite conta que as preocupações giram em torno das mudanças de relacionamento que a nova obrigação trará: O ponto-chave é que as empresas terão que adotar práticas gerenciais mais qualificadas para cumprir suas obrigações, é este o motivo da insegurança, pois o profissional contábil não tem meios de interferir diretamente nisto. Ele também destacou a importância da iniciativa: O SESCON Itinerante é uma ideia louvável, pois leva qualificação ao interior. O quórum das palestras tem sido muito satisfatório. É um projeto que está dando certo, afirma. Danilo Lollio ministra palestra do SESCON Itinerante em Petrópolis G5 PHOENIX Escrituração fiscal Corretoras de Seguros Comércio Imobiliária Prestação de Serviço Preparado para atender o SPED de todos os seus clientes! Confiança e praticidade para o trabalho da sua empresa. Indústria Combustíveis Desde 1987 E muitas outras...

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19 Proages Boa liderança, bons resultados Os desafios cotidianos dos empresários foram abordados no Proages de setembro O segredo para obter bons resultados está diretamente relacionado à figura do líder. Pensando em orientar os associados, o Proages abordou os desafios para empresas contábeis na gestão de RH, no dia 17 de setembro. A partir do questionamento de como multiplicar resultados com dez comportamentos e uma chave de ouro, o coach Diogo Hudson orientou e aconselhou o público com situações e exemplificações voltadas para o lado emocional. Erros de liderança, segundo ele, acarretam diretamente no recrutamento equivocado e, consequentemente, trazem resultados ruins. Para tanto, é necessário estar atento aos perfis comportamentais adequados a cada cargo. Diogo frisou que o maior problema enfrentado hoje pelas empresas não é de demanda técnica, mas comportamental. A maneira de lidar com determinadas situações de conflito também influencia os resultados. Para ele, o ideal é a terceirização de áreas como RH e marketing para otimizar o tempo e elevar a capacidade da empresa com outras demandas necessárias. Diogo Hudson fala aos empresários contábeis no Proages de setembro Novos Associados Ability Contabilidade Ana Lucia de Souza Ferrão Castro e Soares Contadores Convip Contabilidade Vila da Penha Elite Consultoria Empresarial GMX Consultoria Contábil Segundo ele, a chave dos bons resultados e que deve estar presente na figura do líder é saber reconhecer virtudes. Cada vez que vemos isso em alguém, a pessoa melhora e erra menos. Os defeitos são apontados o tempo todo, mas reconhecer qualidades é raro, pontuou. Otimização No dia 15 de outubro, Fábio de Oliveira, da Inovve Sistemas, apresentou uma ferramenta de gestão contábil criada por Osmair Marangne, da Sobit. No programa, é possível integrar dados dos clientes oriundos de instituições como bancos, órgãos públicos e fiscais, além de salvá-los em formatos aplicáveis a outros que são utilizados nos escritórios contábeis. Planilhas de departamento pessoal também podem ser cadastradas e os dados, editados de acordo com as informações necessárias. Segundo Osmair, a adoção do software possibilita a otimização de tarefas, o que elimina a digitação manual dos dados, reduz custos e permite que os colaboradores se dediquem a outras funções. Em relação a clientes que não se adaptem a um processo completamente informatizado, Osmair ressaltou que é preciso avaliar se é válido ou não manter esse trabalho. O diretor Marcelo Gil destacou que, além de agilizar e reduzir gastos, devem-se observar outros aspectos: Hoje em dia, além dos custos, é preciso avaliar o risco de continuar com alguns clientes e ponderar se o retorno é compatível com o tempo dispensado. Hasa Contabilidade Organização Contábil Geral Julio Lajchter Quality Serviços Contábeis Regina Celia Cunha Dragon - Contabilidade Empresarial Vangler Ribeiro de Almeida Filho Worldcount Contadores & Consultores Associados 19

20 Via de mão dupla Relacionamento de longo prazo entre empresas e colaboradores exige comprometimentos mútuos Uma mudança de emprego gera expectativa para ambas as partes: o profissional busca estabilidade, capacitação, oportunidades de crescimento. O empregador deseja que o colaborador se dedique ao trabalho, cumpra suas funções com excelência e corresponda ao investimento nele realizado. Mas às vezes esse relacionamento falha, o que aumenta o nível de rotatividade das empresas. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) identificam um intenso rodízio de mão de obra no mercado de trabalho brasileiro. Segundo Marcus Brauer, doutor em Administração de Empresas e professor de graduação e pós-graduação na UERJ, na Unirio e no Senai Cetiqt, essa movimentação é cíclica e aumenta em períodos de crescimento econômico: Quando a economia está em queda, a rotatividade geralmente diminui, pois os indivíduos não querem correr o risco de ficar desempregados após uma troca de emprego sem sucesso. Em termos percentuais, configuram alta de rotatividade empresas com índices acima de 35% ao ano. Uma média gerenciável se estabelece entre 10% e 15%. Empresas e profissionais deixaram de acreditar em empregabilidade de longo prazo. Se antes os funcionários aguardavam pacientemente que as empresas lhes concedessem oportunidades, agora tomam a iniciativa quando não estão satisfeitos com os rumos da carreira, esclarece Lucia de Almeida, sócia da MSA Consultoria em Recursos Humanos, especializada em recrutamento. Ela destaca os fatores negativos gerados pela alta rotatividade: Com certeza, a maior implicação está no encarecimento do resultado final da empresa. Exemplos primários de impactos na produção são os custos com recrutamento e seleção; admissão e demissão; ambientação do novo empregado. De forma mais subjetiva, há impactos na motivação, na aderência aos valores e aos procedimentos da empresa, nas sugestões para melhorias, entre outros. A vontade de permanência no cargo pode até ser identificada durante a entrevista por parte do gestor, mas nem sempre é possível. Brauer, explica que muitos candidatos aparentam ter potencial Dica Entrevistas de desligamento são ótimos termômetros do clima organizacional e apontam para soluções simples de melhorias. Além disso, o profissional de RH deve ser um grande aliado da gestão para identificar, medir e propor ações de redução da rotatividade. Fonte: MSARh 20

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