RESOLUÇÃO Nº. 06 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO Nº. 06 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO Nº. 06 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais RESOLVE ad referendum: integrante desta Resolução; I) Aprovar a POLITICA AMBIENTAL PARA A UFGD, parte II) Esta resolução entra em vigor na data de sua assinatura. Prof. Dr. Damião Duque de Farias

2 Prof. Dr. Damião Duque de Farias REITOR Prof. Dr. Wedson Desidério Fernandes VICE-REITOR Profª. Drª. Silvana de Abreu PRÓ-REITORA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E PLANEJAMENTO Prof. Dr. Cláudio Alves de Vasconcelos PRÓ-REITOR DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E DE PESQUISA Profª. Drª. Giselle Cristina Martins Real PRÓ-REITORA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO Profª. Drª. Celia Regina Delácio Fernandes PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO E CULTURA Prof. Me. Amilton Luiz Novaes PRÓ-REITOR DE GESTÃO DE PESSOAS Profª. Drª. Ceres Moraes PRÓ-REITORA DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS E ESTUDANTIS Prof. Me. Sidnei Azevedo de Souza PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO

3 COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DA POLÍTICA AMBIENTAL DA UFGD PORTARIA RTR 216/2011 Silvana de Abreu - Presidente André Geraldo Berezuk Angela Maria Plotzki Edson da Silva Costa Paulino Barroso Medina Junior Rodrigo Garófallo Garcia Rozanna Marques Muzzi Rozimare Marina Rodrigues Rivas (secretária)

4 SUMÁRIO ANTECEDENTES... 5 POLÍTICA AMBIENTAL DA... 6 EIXO I - CONSERVAÇÃO AMBIENTAL E CONSUMO CONSCIENTE... 7 Diretrizes... 7 Resultados esperados... 8 EIXO II - EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO AMBIENTAL... 9 Diretrizes... 9 Resultados esperados EIXO III - GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Diretrizes Resultados esperados EIXO IV - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Diretrizes Resultados esperados EIXO V - URBANIZAÇÃO E OCUPAÇÃO Diretrizes Resultados esperados PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL DA UFGD...14 CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA IMPLEMENTAÇÃO...15 SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

5 ANTECEDENTES PREMENTE é se buscar novas relações entre as pessoas e o ambiente, o que exige novas posturas. Uma parcela cada vez maior da sociedade está se convencendo de que somente através de políticas ambientais eficientes e integradas, envolvendo os diferentes setores e atividades da sociedade, será possível alcançar o tão almejado desenvolvimento. Esse debate encerra questões não só ambientais, mas econômicas, sociais, políticas e tecnológicas e suas derivações. A Universidade Federal da Grande Dourados, antenada com esse debate se coloca na vanguarda do tema dentre as instituições de ensino superior brasileiras, assumindo o compromisso de discutir, elaborar e implementar uma Política Ambiental no âmbito de toda Instituição, envolvendo todos os setores da comunidade acadêmica. A Política Ambiental é fundamental para orientar e ordenar a modernização da universidade, dotando o processo de expansão e consolidação da Instituição de princípios éticos e de responsabilidade com os seus limites e potenciais ambientais, que, conseqüentemente, se transformam em uma preocupação para com a própria comunidade acadêmica e com a sociedade. A criação dessa política encontra-se inserida na própria visão de futuro da UFGD que é ser uma instituição reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência na produção do conhecimento e sua visão humanista, segundo seu Plano de Desenvolvimento Institucional. Tal objetivo encontra-se, por sua vez, totalmente contextualizado com a preocupação nacional e internacional de conservação e uso racional de recursos naturais. O trabalho desenvolvido por essa Comissão é aqui devidamente explicitado tem em seu contexto os trabalhos realizados por outras comissões. Inicialmente, é preciso lembrar o trabalho de diagnóstico realizado pela Comissão para Realização de Diagnóstico, Estudos e Proposição do Programa de Gestão Ambiental da UFGD, instituída pela PROPLAN em 2008 com docentes e técnicos da FCS; FACET; FCBA; FCA e a COSEG/PROPLAN, sob a Presidência da Profª Rozanna Marques Muzzi (FACET) (IS. 11/2008/PROPLAN). Como Produto, foi elaborado um Diagnóstico de resíduos gerados em laboratórios. Posteriormente, e em decorrência dos resultados dessa primeira Comissão, foi instituída também pela PROPLAN (IS. 49/2009/PROPALN) a Comissão de Gestão SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

6 Ambiental da UFGD, com docentes e técnicos de Unidades Acadêmicas e com a participação do técnico de segurança do trabalho da PROGESP, a Coordenadora da COSEG, sob a Presidência da Profª Silvana de Abreu (PROPLAN). Como Produto, foi apresentada ao Presidente do COUNI a Proposta para elaboração da política ambiental para a UFGD, em que se definia Eixos Temáticos e respectivas Diretrizes e Estratégias para a institucionalização de uma Política Ambiental, bem como a apresentação de uma metodologia que previa a realização de Oficina, com participação representativa dos três segmentos da Universidade, que representariam as Unidades Acadêmicas e as Unidades Administrativas da UFGD, para capturar as demandas da comunidade e a essência de uma política de gestão do meio ambiente para a Universidade. Submetida e aprovada pelo COUNI a proposta levou a aprovação da constituição de uma comissão para dar prosseguimento aos trabalhos. O Produto esperado era a promoção da Oficina Política Ambiental da UFGD para encaminhar para o COUNI proposta sistematizada de Minuta de Política Ambiental. A Comissão de Elaboração da Política Ambiental da UFGD compilou e discutiu os referenciais técnico-científicos em torno do tema, aplicou a metodologia aprovada pelo Conselho Universitário com a realização da Oficina de trabalho envolvendo delegados representantes dos diferentes segmentos (alunos, técnicos administrativos e docentes) e de unidades administrativas e acadêmicas, eleitos por seus pares e/ou indicados pela chefia correspondente. É mister também reconhecer que a universidade não é neutra. Fundamentalmente, é o lócus da diversidade de idéias e valores e também reproduz, em seu interior, as relações da sociedade: desigual e combinada. De modo que os avanços desse debate são aqueles pactuados entre os diferentes sujeitos que participaram da Oficina.Tal processo culminou com uma proposta de Minuta de política orientada em torno de eixos temáticos e suas respectivas diretrizes e estratégias. POLÍTICA AMBIENTAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS: ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO A Universidade Federal da Grande Dourados se propõe a desenvolver atividades administrativas, de ensino, pesquisa, extensão e cultura orientadas por uma Política SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

7 Ambiental clara e objetiva, adequada à sua realidade no contexto da Região da Grande Dourados e com objetivos de:. Orientar a gestão da Universidade de maneira transparente e participativa, de forma que os diferentes setores e processos da Instituição sejam planejados e implementados com base em princípios de sustentabilidade ambiental, visando a conservação ambiental e o consumo consciente, a educação e comunicação ambiental apropriada, a efetiva gestão de resíduos, a eficiência energética e a urbanização e ocupação racional do campus;. Propor ações de educação e comunicação ambiental, prevenção e controle ambiental e recuperação ambiental à comunidade universitária e à sociedade;. Promover gestão de resíduos, eficiência energética e urbanização e ocupação racional do Campus, bem como a conservação ambiental e o consumo consciente. Para tanto a política ambiental da UFGD será implementada através de um Plano de Gestão Ambiental contendo os seguintes Eixos: I) Conservação Ambiental e Consumo Consciente; II) Gestão de Resíduos; III) Eficiência Energética; IV) Urbanização e Ocupação Racional; V) Educação e Comunicação Ambiental. EIXO I - CONSERVAÇÃO AMBIENTAL E CONSUMO CONSCIENTE Esse Eixo visa orientar a gestão da UFGD para que os diferentes setores e processos da Instituição sejam planejados e desenvolvidos com base em princípios que garantam a conservação ambiental e o consumo consciente. Diretrizes o Estar em consonância com as Convenções e Acordos Ambientais Internacionais, bem como com a legislação e normas federais, estaduais e municipais; o Atender demandas de recursos ambientais nos diferentes setores/atividades da UFGD conhecidos e gerenciados; o Cuidar para que seja garantida a conservação ambiental e o consumo consciente mediante estratégias que garantam o menor consumo de recursos naturais e a menor geração de resíduos possível; SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

8 o Promover a gestão, nos diferentes setores/atividades da UFGD considerando a necessidade de reduzir, retornar, reutilizar e reciclar. Resultados esperados Setor de Gestão Ambiental criado na UFGD para impulsionar e acompanhar ações que visam à implantação da política ambiental na Universidade Sistema de gestão ambiental implementado na UFGD Núcleo ambiental de interação com a sociedade organizada criado e implementado na UFGD Iniciativas de gestão ambiental integradas com a sociedade Comunidade acadêmica participativa no desenvolvimento e implementação da Política Ambiental da UFGD Protocolos e acordos internacionais (Biodiversidade, Mudanças Climáticas e outros) contemplados no planejamento e gestão ambiental da UFGD Política ambiental na UFGD plenamente implantada e mantida, valorizando o desenvolvimento regional Editais temáticos com fomento específico para as ações da Política Ambiental da UFGD UFGD influenciando políticas públicas ambientais na sociedade Universidade oficialmente representada junto à sociedade e organizações consultivas e deliberativas de meio ambiente Projetos e ações em temas estratégicos de meio ambiente desenvolvidos pela universidade junto à sociedade, inclusive sendo induzidos por Programas institucionais da UFGD (PIBID/PIBIC/PROLICEN/PET e outros) Legislação ambiental plenamente cumprida nas UFGD Profissionais qualificados, articulados e atuantes em diversas áreas do conhecimento para promoção da conservação ambiental e consumo consciente. Parcerias estabelecidas com a sociedade organizada para aproveitamento da estrutura da UFGD para desenvolvimento de projetos e ações ambientais estratégicas Princípio dos 5 Rs (repensar, reduzir, reutilizar, recusar e reciclar) SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

9 implementados no consumo de recursos na UFGD Uso racional e conservação de água, energia e outros recursos implementados na UFGD Espécies nativas e sementes crioulas priorizadas nos diferentes usos da UFGD Projetos de gestão, pesquisa, ensino e extensão voltados para a promoção e intercâmbio de espécies nativas e crioulas desenvolvidas na UFGD Unidades Acadêmicas da UFGD envolvidas com a identificação e soluções das demandas socioambientais EIXO II - EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO AMBIENTAL O eixo visa estabelecer processo de Educação e Comunicação Ambiental amplo e integrado, capaz de orientar e subsidiar a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão no que se refere ao ideário da Política de Gestão Ambiental da UFGD, buscando facilitar e incentivar melhorias constantes no que concerne a missão socioambiental da Universidade. Diretrizes o Contextualizar a Política Ambiental ao PDI e aos Planos de Gestão da UFGD; o Orientar os gestores e a comunidade universitária quanto à importância da Educação e Comunicação Ambiental; o Implementar e programas contínuos de Educação e Comunicação Ambiental na UFGD. o Elaborar e implementar programas de sensibilização e capacitação gerencial para o corpo técnico e docente da UFGD, na temática conservação ambiental e consumo consciente; o Priorizar estratégias de conservação da biodiversidade nativa em projetos de arborização e paisagismo da UFGD, bem como em projetos de ensino, pesquisa e extensão; SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

10 o Promover o desenvolvimento de projetos voltados à recuperação ambiental e proteção dos recursos naturais, especialmente focados para recursos escassos e espécies raras e ameaçadas; o Atuar proativamente nos debates e demais ações referentes a políticas públicas de setores que mantém relação direta com a Política Ambiental da UFGD, a exemplo de transporte público, gerenciamento público de resíduos, entre outros; o Estimular a necessidade de inclusão, de maneira formal, de premissas de conservação ambiental e consumo consciente na proposta pedagógica dos diferentes cursos de graduação que lidam direta ou indiretamente com recursos naturais, além do desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão que garantam, no âmbito interno e externo da UFGD, a formação de cidadãos comprometidos com a conservação ambiental e consumo consciente. Resultados esperados Educação e comunicação ambiental desenvolvida em todos os níveis da UFGD, assegurando compromisso de todos os seguimentos para melhoria contínua do desempenho ambiental Capacidade profissional da UFGD na área ambiental divulgada junto à sociedade Transversalidade e interdisciplinaridade efetivamente asseguradas no ensino da temática ambiental nos cursos da UFGD Projetos ambientais da UFGD divulgados em diferentes veículos de comunicação Servidores da universidade e terceirizados continuamente capacitados no contexto da Política Ambiental da UFGD Diferentes cursos da UFGD integrados internamente e com a sociedade na temática ambiental Disciplinas do eixo comum da universidade que tratam da temática ambiental valorizadas, enfatizando a transversalidade SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

11 Fomento específico para Educação e Comunicação Ambiental instituído mediante editais temáticos na UFGD Professores que atuam nas disciplinas que tratam da temática ambiental do eixo comum da universidade capacitados Abordagens pedagógicas que promovam o interesse do acadêmico pela temática ambiental Ações integradas na abordagem de questões ambientais EIXO III - GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS O eixo em questão vislumbra que os resíduos gerados nas atividades e setores da UFGD deverão ser adequadamente geridos, contribuindo com o uso racional de recursos naturais e materiais, visando reduzir e prevenir a poluição e preservar ou melhorar a qualidade do meio ambiente, de acordo com as normas e legislação vigente no âmbito da UFGD e externo. Diretrizes o Executar diagnóstico sobre os resíduos sólidos da UFGD e realizar sua gestão; o Reduzir a geração de resíduos na UFGD mediante a redução de consumo de recursos; o Reaproveitar os resíduos gerados na UFGD, quando possível; o Promover o adequado armazenamento, transporte e destinação dos resíduos gerados na UFGD; o Promover a capacitação e treinamento da equipe da UFGD para o correto gerenciamento dos resíduos; o Promover a geração e divulgação de conhecimento em gerenciamento de resíduos. Resultados esperados Princípio dos 5 Rs (repensar, reduzir, reutilizar, recusar e reciclar) implementados no consumo de recursos e gerenciamento de resíduos na UFGD SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

12 Desperdício de material controlado e geração de resíduos reduzida na UFGD Sistema integrado de gestão participativa de resíduos implementado na UFGD Grupos de pesquisa interdisciplinares em gestão de resíduos articulados, integrados e estimulados na UFGD Fomento específico para gestão de resíduos instituído mediante editais temáticos na UFGD Servidores e terceirizados da UFGD continuamente capacitados em gestão de resíduos sólidos Resíduos e patrimônios inservíveis adequadamente armazenados e destinados Projetos e capacidade profissional da UFGD em gestão de resíduos divulgados em diferentes veículos de comunicação Comunidade acadêmica participativa no desenvolvimento e implementação da gestão de resíduos na UFGD EIXO IV - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA O eixo deverá propiciar a promoção do uso eficiente e o combate ao desperdício da energia elétrica na comunidade universitária da UFGD. Diretrizes o Otimizar a utilização da energia na UFGD; o Implementar medidas de combate ao desperdício da energia na UFGD; o Reduzir os custos relativos à energia na UFGD; o Incentivar no âmbito da UFGD, pesquisas voltadas à geração de energia. Resultados esperados Eficiência energética, fontes alternativas e integradas de energia desenvolvidas e aplicadas na UFGD Fomento específico para eficiência energética instituído mediante editais temáticos na UFGD SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

13 Servidores e terceirizados da UFGD continuamente capacitados em eficiência energética Projetos e capacidade profissional da UFGD em eficiência energética divulgados em diferentes veículos de comunicação Grupos de pesquisa interdisciplinares em eficiência energética articulados, integrados e estimulados na UFGD Sistema integrado de gestão participativa de eficiência energética implementado na UFGD Comunidade acadêmica participativa no desenvolvimento e implementação da eficiência energética na UFGD EIXO V - Urbanização e Ocupação O Campus da UFGD deverá se transformar, gradativamente, em um modelo de referência de construção arquitetônica dos blocos e de logística das vias de acesso, consolidando um processo de extensão e ocupação do próprio campus que viabilize o crescimento das atividades da comunidade acadêmica, tanto quantitativamente como qualitativamente, com respeito às características e limitações ambientais locais. Diretrizes o Garantir a evolução do processo de expansão e ocupação do campus da UFGD intrinsecamente relacionado ao processo de desenvolvimento de sua infra-estrutura interna; o Modernizar a infra-estrutura das construções do campus da UFGD; o Otimizar as vias de deslocamento no campus, sejam elas para carros, transportes pesados, pedestres ou outros tipos de transportes, visando sua eficiência e conciliando a relação entre o fluxo interno do campus com o fluxo externo correspondente; SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

14 o Criar e consolidar áreas verdes ao longo do processo de expansão do campus, contribuindo com a qualidade de permanência de professores, funcionários e acadêmicos. Resultados esperados Padrões arquitetônicos, paisagísticos e urbanísticos sustentáveis que valorizem a funcionalidade ecológica, a ambiência e o conforto térmico nas unidades da UFGD Padrões paisagísticos que valorizem a funcionalidade ecológica e conforto térmico Padrões arquitetônicos e urbanísticos sustentáveis valorizando a ambiência e o conforto térmico Legislação ambiental plenamente atendida na urbanização e ocupação da UFGD Princípios de sustentabilidade valorizados na construção e manutenção da infraestrutura na UFGD, com adoção medidas avaliativas e preventivas ao longo do processo de expansão Área ampliada para a expansão de forma a garantir a implementação da política ambiental da UFGD Uso racional e conservação de água, energia e recursos materiais garantidos no processo de Urbanização e ocupação da UFGD Espécies nativas e sementes crioulas valorizadas no processo de Urbanização e ocupação da UFGD Certificação em eficiência em edificação PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL DA UFGD A Política Ambiental da UFGD será implementada por meio de um Plano de Gestão Ambiental, de caráter executivo, contendo os seguintes programas: 1. Programa de Conservação Ambiental e Consumo Consciente 2. Programa de Comunicação e Educação Ambiental SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

15 3. Programa de Gerenciamento de Resíduos 4. Programa de Eficiência Energética 5. Programa de Urbanização e Ocupação CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA IMPLEMENTAÇÃO. Conciliar a Política Ambiental com o próximo Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para que os programas e projetos sejam viabilizados e executados;. Criar, no prazo de 30 dias após aprovação e publicação da política, comissão para pautar, encaminhar, acompanhar e orientar as ações estruturantes da Política Ambiental da UFGD;. Implantar o setor de Gestão Ambiental/COPLAN/PROPLAN responsável pelo planejamento e articulação dos setores envolvidos na execução da política ambiental. SOC/UFGD - (0xx67) fax(0xx67)

CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA POLÍTICA AMBIENTAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA POLÍTICA AMBIENTAL CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA POLÍTICA AMBIENTAL Porto Alegre 2014 CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA Reitor e Pró-Reitor de Graduação Roberto Pontes da Fonseca Coordenadora de Graduação Luciane Torezan

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES

Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES PERGUNTAS NORTEADORAS: 1) O que significa ambientalizar a universidade e o que se espera com isso? Ambientalização da universidade é a inserção

Leia mais

Política de Sustentabilidade. Junho /2010. PI Rev. A

Política de Sustentabilidade. Junho /2010. PI Rev. A Junho /2010 PI.034.00000001 Rev. A SUMÁRIO 1. SUSTENTABILIDADE : ESSÊNCIA DA CAB AMBIENTAL 2. MISSÃO 3.VISÃO 4. OBEJTIVO 5. SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA 6. COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO CHAVES PARA O SUCESSO

Leia mais

OBJETIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS

OBJETIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS OBJETIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS PERSPECTIVA: TRE/RN e Sociedade Objetivo 1: Primar pela satisfação do cliente de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) Descritivo: Conhecer e ouvir o cliente

Leia mais

ASSOCIAÇÃO UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO ASSUPERO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE - IESRN

ASSOCIAÇÃO UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO ASSUPERO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE - IESRN ASSOCIAÇÃO UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO ASSUPERO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE - IESRN COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INTERNA CPA REGULAMENTO INTERNO CPA/IESRN A

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

PLANO DE AÇÃO

PLANO DE AÇÃO INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PLANO DE AÇÃO 2016-207 São Luís 2016 1 INTRODUÇÃO O plano de ações da CPA define os rumos dos trabalhos que serão desenvolvidas pela

Leia mais

TEMA ESTRATÉGICO 3: Garantir apoio técnico necessário ao funcionamento pleno das atividades, tanto de graduação quanto de pesquisa.

TEMA ESTRATÉGICO 3: Garantir apoio técnico necessário ao funcionamento pleno das atividades, tanto de graduação quanto de pesquisa. CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS MISSÃO DA UNIDADE: O Centro de Tecnologia e Ciências tem seu objetivo maior consubstanciado nos objetivos gerais de Ensino, Pesquisa e Extensão. No que tange ao objetivo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL - 2014 Disciplina: SHS 0382 Sustentabilidade e Gestão Ambiental TEXTO DE APOIO DIDÁTICO [material restrito da disciplina] Prof. Tadeu Fabrício Malheiros Monitora: Alejandra

Leia mais

REGIMENTO DO CEDUC Centro de Educação da Universidade Federal de Itajubá

REGIMENTO DO CEDUC Centro de Educação da Universidade Federal de Itajubá REGIMENTO DO CEDUC Centro de Educação da Universidade Federal de Itajubá Dispõe sobre a constituição e funcionamento do Centro de Educação da Universidade Federal de Itajubá. CAPÍTULO I DO CENTRO DE EDUCAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL - 2014 Disciplina: SHS 0382 Sustentabilidade e Gestão Ambiental TEXTO DE APOIO DIDÁTICO [material restrito da disciplina] Prof. Tadeu Fabrício Malheiros Monitora: Alejandra

Leia mais

Programa EaD em REDE

Programa EaD em REDE Programa EaD em REDE Regulamento Interno Regulamenta o Programa EaD em Rede da Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais - ABRUEM. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art.

Leia mais

Acompanhamento do Planejamento

Acompanhamento do Planejamento MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ENSINO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PROPLAN Acompanhamento do Planejamento A

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PIRIPIRIENSE DE ENSINO SUPERIOR APES CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ - CHRISFAPI EDITAL Nº 001/2016

ASSOCIAÇÃO PIRIPIRIENSE DE ENSINO SUPERIOR APES CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ - CHRISFAPI EDITAL Nº 001/2016 ASSOCIAÇÃO PIRIPIRIENSE DE ENSINO SUPERIOR APES CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ - CHRISFAPI DIRETORIA DE ENSINO EDITAL Nº 001/2016 PROCESSO SELETIVO INTERNO PARA PROJETOS DE EXTENSÃO O Núcleo de Iniciação

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Declaração Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e das

Leia mais

PDI Plano de Desenvolvimento Institucional AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PDI

PDI Plano de Desenvolvimento Institucional AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PDI PDI Plano de Desenvolvimento Institucional 2005-2009 6 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PDI 6. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Coordenação: Maria Helena Krüger Diretora de Desenvolvimento

Leia mais

PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO

PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO SÃO CARLOS, 03 de Julho de 2013 O Plano Diretor de Desenvolvimento Físico e Ambiental, como peça constituinte do

Leia mais

CARTA PROGRAMA. Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito

CARTA PROGRAMA. Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito CARTA PROGRAMA Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito APRESENTAÇÃO É com entusiasmo e motivação que nos apresentamos como candidatos a Reitora e Vice-Reitor da Universidade Federal de Ouro Preto com

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS ATUAÇÃO DA CPA Avaliação do ensino superior Roteiro Avaliação do Ensino Superior Legislação SINAES Autoavaliação Institucional Dimensões Autoavaliação na UFMS Instrumentos AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Avaliação Institucional Docentes

Avaliação Institucional Docentes Avaliação Institucional Docentes A avaliação é um processo fundamental para a qualidade do trabalho desenvolvido nas Instituições de Ensino Superior. Nesse sentido, a Comissão Própria de Avaliação (CPA)

Leia mais

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do OBJETIVO Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental no âmbito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC DOCUMENTOS DE

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DAPARAÍBA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DAPARAÍBA RESOLUÇÃO N o XXX, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Estabelece a Política Ambiental da Universidade Federal da Paraíba. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso das competências que

Leia mais

LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011

LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011 LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente do Município de Paranatinga. CAPÍTULO I Do Fundo Municipal de Meio Ambiente Art. 1º Fica instituído o Fundo Municipal de

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS

POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DE RECURSOS HÍDRICOS PRINCÍPIOS BÁSICOS - A ÁGUA É UM BEM DE DOMÍNIO PÚBLICO; - O RECONHECIMENTO DO VALOR ECONÔMICO DA ÁGUA; - USO PRIORITÁRIO PARA CONSUMO

Leia mais

Grupo de Pesquisa. Pesquisa em Sustentabilidade

Grupo de Pesquisa. Pesquisa em Sustentabilidade Centro Universitário SENAC Diretoria de Graduação e Pesquisa Coordenação Institucional de Pesquisa Identificação Grupo de Pesquisa Grupo Pesquisa em Sustentabilidade Linhas de Pesquisa Técnicas e tecnologias

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001)

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) Página 1 de 5 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 9.433,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO O presente Regimento Interno tem por finalidade regulamentar a subordinação, composição, atuação e competências do Núcleo de Pesquisa e Extensão da Faculdade

Leia mais

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP NOVEMBRO 2010 Propostas de MISSÃO para a Gestão de Pessoas da USP Criar condições para o engajamento pessoal e profissional dos servidores

Leia mais

Regimento Interno do Campus Bento Gonçalves do IFRS

Regimento Interno do Campus Bento Gonçalves do IFRS Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Bento Gonçalves Regimento Interno do Campus Bento

Leia mais

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS 2ª Versão Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Princípios... 4 4 Diretrizes... 5 5 Responsabilidades... 5

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO- BRASILEIROS E INDÍGENAS DA FACULDADE DO NORTE GOIANO (FNG)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO- BRASILEIROS E INDÍGENAS DA FACULDADE DO NORTE GOIANO (FNG) 1-6 CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO NORTE GOIANO FACULDADE DO NORTE GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO- BRASILEIROS E INDÍGENAS DA FACULDADE DO NORTE GOIANO (FNG) Porangatu/GO 2015 2-6 SUMÁRIO

Leia mais

Excelência na Gestão

Excelência na Gestão Mapa Estratégico 2012-2014 Visão Até 2014, ser referência no atendimento ao público, na fiscalização e na valorização das profissões tecnológicas, reconhecido pelos profissionais, empresas, instituições

Leia mais

CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Diamantina, agosto de 2009.

CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Diamantina, agosto de 2009. CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI Diamantina, agosto de 2009. Até 2013 UFVJM estará entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil... B SITUAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE DE VIDA E BEM ESTAR DO FUNCIONÁRIO DA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

PROGRAMA QUALIDADE DE VIDA E BEM ESTAR DO FUNCIONÁRIO DA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE ETENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS PROGRAMA QUALIDADE DE VIDA E BEM ESTAR DO FUNCIONÁRIO DA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE 2013/1 FORMULÁRIO PARA PROJETOS DAS AÇÕES

Leia mais

Proposta de diretrizes para elaboração de Plano Diretor de Ocupação da Área 2 do Campus de São Carlos

Proposta de diretrizes para elaboração de Plano Diretor de Ocupação da Área 2 do Campus de São Carlos 1 Comissão de Implantação do Campus 2 USP S. Carlos Proposta de diretrizes para elaboração de Plano Diretor de Ocupação da Área 2 do Campus de São Carlos Prof. Carlos Martins, Arq. Sérgio Assumpção, Prof.

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA A presente política foi elaborada pela PLANNER e é documento complementar ao procedimento interno, sendo proibida sua reprodução total ou parcial, de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Matriz Curricular válida para os acadêmicos ingressantes a partir

Leia mais

Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA.

Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA. SUSTENTABILIDADE Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA. Na busca deste equilíbrio, propõe-se a reduzir resíduos e emissões, estimular

Leia mais

. ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS

. ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS . ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS ASPECTOS LEGAIS LEI Nº 4.751, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre o Sistema de Ensino e a Gestão Democrática do Sistema de Ensino Público do Distrito Federal. PORTARIA Nº

Leia mais

Relatorio PAI Unidade de Planejamento (PROPLAN) - TOP 20. Relatório de Ações

Relatorio PAI Unidade de Planejamento (PROPLAN) - TOP 20. Relatório de Ações Relatorio PAI 2015 - Unidade de Planejamento (PROPLAN) - TOP 20 Relatório de Ações Relatório emitido em: 25/05/2015 Eixo Temático: 08. GOVERNANÇA E FLUXO DE TRABALHO Valor do Eixo Temático: R$ 120.00 Valor

Leia mais

Apresentação PDI Plano de Desenvolvimento Institucional

Apresentação PDI Plano de Desenvolvimento Institucional Apresentação 8 PDI 2015-2019 Plano de Desenvolvimento Institucional 2015-2019 A administração pública contemporânea tem apresentado novos desafios ao planejamento estratégico. As demandas por maior racionalidade

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA A Socioambiental (PRSA) substitui a Política Corporativa pela Sustentabilidade (2011), e incorpora a contribuição das partes interessadas

Leia mais

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE 2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN Nº 529 de 24 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CFN Nº 529 de 24 DE NOVEMBRO DE 2013 Página 1 de 6 RESOLUÇÃO CFN Nº 529 de 24 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento sobre a Política Nacional de Comunicação (PNC) no âmbito do Sistema CFN/CRN e dá outras providências. O Conselho Federal

Leia mais

MINUTA EM CONSTRUÇÃO

MINUTA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas

Leia mais

Débora Pereira Laurino Ivete Martins Pinto Universidade Federal do Rio Grande FURG

Débora Pereira Laurino Ivete Martins Pinto Universidade Federal do Rio Grande FURG Universidade Federal de Santa Catarina III Seminário de Pesquisa EAD: Experiências e reflexões sobre a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e seus efeitos no ensino superior brasileiro Débora Pereira Laurino

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF REGULAMENTO N. 007 /2015 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUEMA DA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF GARÇA/SP Vanessa Zappa, Diretora da FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI O Ministério de Educação (MEC) através da implantação do Sistema nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) constatou a necessidade de incluir, como

Leia mais

SEL-0437 Eficiência Energética PROCEL

SEL-0437 Eficiência Energética PROCEL SEL-0437 Eficiência Energética PROCEL 1 PROCEL Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica Criado em 1985 pelo Ministério das Minas e Energia e da Indústria e Comércio Sua função é promover a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS RESOLUÇÃO N o 14/2013, DE 02 DE JULHO DE 2013 Reedita, com alterações, a Resolução n o 03/2006, de 29 de junho de 2006, que aprovou o Regimento do Centro de Microscopia da UFMG. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE ENFERMAGEM- BACHARELADO CAMPUS JATAÍ

REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE ENFERMAGEM- BACHARELADO CAMPUS JATAÍ REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE ENFERMAGEM- BACHARELADO CAMPUS JATAÍ PPC JATAÍ - GOIÁS 2014 ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR Orlando Afonso Valle do Amaral Reitor Manoel Rodrigues Chaves Vice-Reitor Prof. Luiz

Leia mais

ASSUNTO: REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NEAD.

ASSUNTO: REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NEAD. Processo CONSUN Nº 009-2011 ASSUNTO: REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NEAD. PROTOCOLADO EM: 24/03/2011 INTERESSADO: Universidade do Contestado PROCEDÊNCIA: Reitoria COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina. Política de Segurança da Informação e Comunicações (POSIC)

Universidade Federal de Santa Catarina. Política de Segurança da Informação e Comunicações (POSIC) Universidade Federal de Santa Catarina Política de Segurança da Informação e Comunicações (POSIC) Documento elaborado pelo Comitê de Segurança da Informação e Comunicação (COSIC) instituído pela Portaria

Leia mais

RESUMO DO RELATORIO FINAL DA 1 a.cnsa CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE AMBIENTAL do Estado do Paraná.

RESUMO DO RELATORIO FINAL DA 1 a.cnsa CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE AMBIENTAL do Estado do Paraná. RESUMO DO RELATORIO FINAL DA 1 a.cnsa CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE AMBIENTAL do Estado do Paraná. A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) é uma iniciativa dos Conselhos Nacionais de Saúde,

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade

Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade A Elétrica Sena Campos, empresa prestadora de serviços no ramo de manutenção elétrica tem como principal valor preservar a integridade física, mental

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2016 NÚCLEO DE SAÚDE

PLANO DE AÇÃO 2016 NÚCLEO DE SAÚDE PLANO DE AÇÃO 2016 NÚCLEO DE SAÚDE 1 FORMULÁRIO 1 - PLANO DE AÇÃO 2016 Durante a discussão da Proposta Orçamentária e Diretrizes para o Plano de Ação 2016 no CONSAD foi recomendado a explicitação dos objetivos

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO BRASIL Brasília, Junho/2004

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOBRE AS CAUSAS DA EVASÃO E RETENÇÃO NO IFAL

DIAGNÓSTICO SOBRE AS CAUSAS DA EVASÃO E RETENÇÃO NO IFAL DIAGNÓSTICO SOBRE AS CAUSAS DA EVASÃO E RETENÇÃO NO IFAL TERMO DE ABERTURA DO PROJETO AMPLIADO Portfólio de Projetos Estratégicos de 201 Objetivo Estratégico: PR01 - Reduzir as taxas de evasão e retenção

Leia mais

Copa do Mundo FIFA 2014

Copa do Mundo FIFA 2014 Code-P0 Copa do Mundo FIFA 2014 AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Claudio Langone Coordenador da CTMAS/ME Code-P1 O QUE O BRASIL QUER COM A COPA DO MUNDO FIFA Mobilizar o país Promover o país

Leia mais

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições: PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto

Leia mais

PLANO DE GESTÃO ESCOLAR PLEITO A 2018

PLANO DE GESTÃO ESCOLAR PLEITO A 2018 PLANO DE GESTÃO ESCOLAR PLEITO - 2016 A 2018 NOVA ANDRADINA MS SETEMBRO/2015 ABMAEL ROCHA JUNIOR ROSIMEIRE DA SILVA OLIVEIRA E. E. PROFESSORA FÁTIMA GAIOTTO SAMPAIO PROJETO GESTÃO ESCOLAR PLEITO 2016 A

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho Universitário - CONSU

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho Universitário - CONSU MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI Conselho Universitário - CONSU RESOLUÇÃO N.º XXX CONSU, DE XXX DE XXX DE 2014. RESOLVE: Estabelece o Regimento Interno e

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento do Núcleo de Extensão Universitária da Universidade São Francisco USF.

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento do Núcleo de Extensão Universitária da Universidade São Francisco USF. RESOLUÇÃO CONSUN 5/2014 APROVA O REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NEXT DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho Universitário CONSUN, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

Sustentabilidade no TJRN: ações da COPEGAM-TJRN

Sustentabilidade no TJRN: ações da COPEGAM-TJRN SEMBRAGIRES - Seminário Brasileiro de Gestão de Resíduos Sólidos Universidade Federal do Rio Grande do Norte 11 a 14 de novembro de 2015 Sustentabilidade no TJRN: ações da COPEGAM-TJRN 1. Fátima Maria

Leia mais

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 DE CIÊNCIAS RURAIS

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO - IFPE

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO - IFPE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS

Leia mais

REGULAMENTO DA COORDENADORIA DE PROGRAMAS SOCIAIS

REGULAMENTO DA COORDENADORIA DE PROGRAMAS SOCIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRO-REITORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS E COMUNITARIOS COORDENADORIA DE PROGRAMAS SOCIAIS REGULAMENTO DA COORDENADORIA DE PROGRAMAS SOCIAIS Lavras Agosto 2012 CAPITULO I DA COORDENADORIA

Leia mais

Comissão Própria de Avaliação: estrutura, organização e processos a experiência da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)

Comissão Própria de Avaliação: estrutura, organização e processos a experiência da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) Comissão Própria de Avaliação: estrutura, organização e processos a experiência da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) Explicitando o início da autoavaliação institucional A Unicap se inscreve

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 03 DE 25 DE FEVEREIRO DE

RESOLUÇÃO Nº 03 DE 25 DE FEVEREIRO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO- CONSEPE Secretaria dos Órgãos Colegiados Superiores (Socs) Bloco IV, Segundo Andar, Câmpus de Palmas (63) 3232-8067 (63) 3232-8238

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTRUMENTO DE CONHECIMENTO, REFLEXÃO E DECISÃO

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTRUMENTO DE CONHECIMENTO, REFLEXÃO E DECISÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTRUMENTO DE CONHECIMENTO, REFLEXÃO E DECISÃO ALBUQUERQUE, Rosa 1 NEGREIROS, Gláucia 2 VASCONCELOS, Maria Auxiliadora Marques 3 Introdução No ano de 2004 o Governo Federal

Leia mais

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA Agenda 21 local : da teoria à prática Gina Rizpah Besen Psicóloga Mestre em Saúde Pública FSP-USP consultora em Gestão Ambiental rizpah@usp.br Desenvolvimento

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL PRSA 2ª 1 / 7 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ALCANCE... 2 3. ÁREA GESTORA... 2 3.1 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 2 3.1.1 DIRETOR RESPONSÁVEL - RESOLUÇÃO 4.327/14... 2 3.1.2 COORDENADOR ESPONSÁVEL PRSA

Leia mais

Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC)

Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC) Título Norma de Responsabilidade Socioambiental Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC) Abrangência Agências, Departamentos, Empresas Ligadas e Unidades no Exterior Sinopse Diretrizes

Leia mais

CPA. Comissão Própria de Avaliação

CPA. Comissão Própria de Avaliação CPA Comissão Própria de Avaliação CPA O espelho da instituição A Avaliação reflete os sentidos, sentimentos e percepções. A consciência é requisito básico para garantir a veracidade do diagnóstico. CPA

Leia mais

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos; RESOLUÇÃO Nº 066-CONSELHO SUPERIOR, de 14 de fevereiro de 2012. REGULAMENTA A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA IFRR. O PRESIDENTE DO

Leia mais

MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA 2016-2020 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO

Leia mais

Comitê de Bacia Hidrográfica

Comitê de Bacia Hidrográfica Comitê de Bacia Hidrográfica ENCONTROS REGIONAIS PARA RENOVAÇÃO DO CSBH BAIXO JAGUARIBE 2016-2020 O QUE É UM COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA: É o instrumento de participação da sociedade na gestão dos recursos

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional data Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - 2016-2020 Prof. Esper Cavalheiro Pró-Reitor de Planejamento - PROPLAN Profa. Cíntia Möller Araujo Coordenadora de Desenvolvimento Institucional e Estudos

Leia mais

FUNDO DE INFRA-ESTRUTURA - CT-INFRA. Instituído pela Lei N.º , de 14/02/2001 Regulamentado pelo Decreto 3.087, de 26/04/2001

FUNDO DE INFRA-ESTRUTURA - CT-INFRA. Instituído pela Lei N.º , de 14/02/2001 Regulamentado pelo Decreto 3.087, de 26/04/2001 FUNDO DE INFRA-ESTRUTURA - CT-INFRA Instituído pela Lei N.º 10.197, de 14/02/2001 Regulamentado pelo Decreto 3.087, de 26/04/2001 Recursos: 20% dos recursos dos Fundos Setoriais, sendo pelo menos 30% destinados

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 45/2015 Institui o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA 1. Número e Título do Projeto: OEI BRA09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação

Leia mais

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Conceito Política de Comunicação é o conjunto sistematizado de princípios, valores,

Leia mais

Professor Jaime Arturo Ramírez Presidente do Conselho Universitário

Professor Jaime Arturo Ramírez Presidente do Conselho Universitário RESOLUÇÃO N o 02/2015, DE 31 DE MARÇO DE 2015 Estabelece o Regimento do Centro Esportivo Universitário, reeditando, com alterações, a Resolução n o 13/1993, de 02 de setembro de 1993. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM 67 Planejamento Estratégico Elaborado por: Carla Winalmoller

Leia mais

DIRETOR GERAL DO CAMPUS FEIRA DE SANTANA

DIRETOR GERAL DO CAMPUS FEIRA DE SANTANA Nome do candidato ao cargo de Diretor Geral do Campus Feira de Santana: Juliano Marques de Aguilar Cargo efetivo: Professor EBTT Matrícula Siape: 0268289 Data de admissão no IFBA: 03 de Julho de 1972 Campus

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08)

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08) SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08) Oficina 07 Política de Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho Objetivos, Metas e Programas 4.2 Política de SSTMA A Alta Administração

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus.

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Iniciação Científica PIC da Faculdade Processus, constitui-se em um conjunto de ações destinadas a propiciar

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO EDITAL PROGRAD/PROPLAD Nº 01, de 05 de maio de 2014. As Pró-reitorias de Graduação (PROGRAD) e de Planejamento e Desenvolvimento (PROPLAD) no uso das atribuições que lhes conferem o Regimento Geral da

Leia mais

RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 23/2016

RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 23/2016 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CONSUNI Nº 23/2016 Cria o Museu de Ciências da Universidade Federal de Goiás, Órgão Suplementar vinculado à Pró- Reitoria de Extensão e

Leia mais

Profa. Dra. VANESSA H. SANTANA DALLA DÉA

Profa. Dra. VANESSA H. SANTANA DALLA DÉA Profa. Dra. VANESSA H. SANTANA DALLA DÉA UFG - Números 2015 GRADUAÇÃO Deficiência No. Especificidade No. Auditiva 57 Surdos 27 Física 52 Cadeirante 4 Intelectual 19 Sínd. de Down 2 Visual 36 Cego 2 Asperger

Leia mais

Gestão Pública Sustentável

Gestão Pública Sustentável Gestão Pública Sustentável Florianópolis/SC outubro/2014 Ministério do Meio Ambiente Sustentabilidade e Setor Público Art. 225 CF/88 - Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem

Leia mais