I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS

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1 I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS APOIO: REALIZAÇÃO: 1

2 Noticia de JORNAL: Lembram-se dos dados das chuvas de Alagoas em 19/06/2010? A Coordenadoria Estadual da Defesa Civil da conta de que pessoas foram afetadas pelas enchentes da seguinte forma: 6 mortes confirmadas; pessoas desabrigadas; desalojadas; desaparecidas; A situação mais crítica foi registrada na cidade União do Palmares (6 mortes; desaparecidos; 9000 desabrigados; e mais de 3000 desalojados).

3 UNIÃO DOS PALMARES 3

4 Dados detalhados dos prejuizos: Quebrangulo desabrigados e 2 desaparecidos; Santana do Mundaú desabrigados; Joaquim Gomes - 80 desabrigados e 1 desaparecido; São José da Lage -386 desabrigados, desalojados e 2 desaparecidos; União dos Palmares desabrig., desalojados e desaparecidos; Jundiá 180 desabrigados; Jacuípe desabrigados; Branquinha desabrigados; São Luis Quitunde 56 desabrigados; Matriz Camaragibe desabrigados e desalojados; Paulo Jacinto desabrigados; Murici desabrigados; Rio Largo desabrigados e desalojados; Viçosa desabrigados e 300 desalojados; Atalaia desalojados; Cajueiro 650 desabrigados; Capela 6 desabrigados e 300 desalojados; Maragogi 25 desabrigados e 250 desalojados; Marechal Deodoro 150 desalojados; Satuba 750 desabrigados e 460 desabrigados. 4

5 UNIÃO DOS PALMARES 5

6 Os donativos poderão ser entregues nos quartéis da capital e interior: Capital: 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins, próximo a Policia Rodoviária Federal, / Grup. de Socorros e Emergência (GSE) Conj. Sen. Rui Palmeira, S/N, Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) Av. Dr. Antônio Gouveia, S/N, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara, Quartel do Comando Geral (QCG) Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, Defesa Civil Estadual (CEDEC) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, / Grup. de Salvamento Aquático (GSA) Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem, Interior: 2º Grup. de Bombeiros Militar Maragogi, (82) / º Grup. de Bomb. Militar Penedo, (82) / (82) º Grup. de Bomb. Militar Arapiraca e Palmeira dos Índios, (82) Grup. de Bomb. Militar Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia, (82)

7 UNIÃO DOS PALMARES 7

8 UNIÃO DOS PALMARES 8

9 UNIÃO DOS PALMARES 9

10 UNIÃO DOS PALMARES 10

11 UNIÃO DOS PALMARES 11

12 QUEBRANGULO 12

13 RIO LARGO 13

14 RIO LARGO 14

15 RIO LARGO 15

16 16

17 RIO LARGO 17

18 BRANQUINHA 18

19 RIO LARGO 19

20 RIO LARGO 20

21 BRANQUINHA 21

22 SANTA CLOTILDE 22

23 23

24 BRANQUINHA 24

25 CAPELA 25

26 SANTANA DE MUNDAU 26

27 Lembram-se dos casos de Santa Catarina, Angra dos Reis, Ilha Grande e Rio de Janeiro, apenas para ficar com os mais próximos? Lembram-se dos casos do Amazonas, onde a estiagem remontam a períodos de Tempo de Recorrência de 14 anos? Quantas outras noticias similares iremos ouvir no ano de 2011? E nos próximos 50 anos? Por que não conseguimos equacionar estes problemas e trabalhar PREVENTIVAMENTE????? 27

28 I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS Titulo: Alternativas e perspectivas de equacionamento das demandas ambientais Prof. Dr. Ricardo Valcarcel/UFRRJ 28

29 Os casos de Alagoas, Santa Catarina e Angra dos Reis podem sinalizar: a) Não-conformidades ambientais; ou b) Fragilidades dos ecossistemas? Por que não se consegue utilizar harmonicamente os recursos naturais? Prováveis justificativas (não justificáveis): a) Excesso de uso e exploração da capacidade de carga; b) Extrema fragilidade dos ecossistemas; c) Falta de percepção sobre os limites de usos; d) Açodamento em se realizar obras no menor espaço de tempo; d) Desconhecimento TECNICO-CIENTIFICO; e e) Falta de comprometimento com sustentabilidade (necessidade imperativa de gerar lucro a qualquer preço); f) Despreparo dos formuladores de políticas públicas. Ou tudo junto? 29

30 O que é SERVIÇO AMBIENTAL? 30

31 Bacia como Unidade Hidrológica P = Precipitação I = Interceptação (copa, piso) Ev = Evaporação Tr = Transpiração Q = Deflúvio P = I + Ev + Tr + Ds + L + Q Ds = armazenamento no solo F = Infiltração R = Escoamentos (superficial e subsuperficial) L = Vazamento 31

32 Como se mede um SERVIÇO AMBIENTAL? 32

33 Como se determina um SERVIÇO AMBIENTAL? 33

34 Como a vegetação influi no SERVIÇO AMBIENTAL? 34

35 Balanço hídrico na floresta e implicações na medição dos serviços florestais 35

36 Como iniciar a gestão de projetos a partir dos Serviços Ambientais produzidos pelos SEUS ECOSSISTEMAS? Desafios da engenharia moderna 36

37 Estudo de caso: Regiões serranas de Lídice, Nova Friburgo e Teresópolis, RJ 37

38 Alt itu d e ( m) Distribuição da chuva oculta & Ajustes dos ecossistemas A A Corte A A ^ ^ ^ ^ ^ 38

39 mm/m2 Chuva oculta/interceptação horizontal em bacias aéreas (SILVA, 2007) N W S E Chuva oculta Precipitação P Acumulado P+CO Acumulado Ponto 1 Legenda: Trindade Paraty Mambucaba Cunhambebe Angra Ibicuí Muriqui S. Mangaratiba Itaguaí Santana Tinguá Petrópolis Cachoeiras São 14 João Macaé Macabu 39 Estado do Rio de Janeiro

40 40

41 41

42 Estudo de caso de planície de inundação na bacia do rio Macacu/COMPERJ 42

43 N m Ecossistemas das bacias; BACIAS HIDROGRAFICAS Caceribu ha; Macacu ha; Total ha; COMPERJ - 4,3% (4.529,8 ha); Interações hidrológicas: planície de inundação; microbacias de captação; Administrando chuvas: em toda a área / bacias; e no COMPERJ Serviços ambientais: Regulariz. Hídrica/estiagens; Laminação de cheias; Qualidade da água

44 Serviços ambientais produzidos/espaço Setores Hidrológicos: unidade de manejo 44

45 Controle e monitoramento dos sedimentos 45

46 Eixo da calha retificada e expansão urbana 46

47 Construção de serviços ambientais: renaturalização de funções hídricas para regularização da bacia 47

48 Núcleo de Desenvolvimento Sustentável (Proposta) Ações de monitoramento, treinamento, fiscalização; e Difusão de Conhecimentos científicos através da Educação Ambiental 48

49 49

50 50

51 51

52 52

53 53 53

54 Estudo de caso em planicie de inundação no município de Porto Real, bacia do Rio Paraíba do Sul, RJ 54

55 MECANISMOS DE AÇÃO/REAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS 55

56 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 56

57 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 57

58 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 58

59 Estudo de caso do município de Armação dos Búzios, RJ 59

60 Condicionantes ambientais 60

61 Condicionantes ambientais 61

62 Modelo de restauração espontânea estudado na UFRRJ (http://www.ufrrj.br/institutos/if/lmbh) e com aplicação pratica na bacia do Rio Paraíba do Sul Os ecossistemas querem prestar seus serviços, mas depende de nós deixarmos... 62

63 Equipe LMBH 2010 Obrigado, Eng. Florestal Ricardo Valcarcel 63

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