I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS"

Transcrição

1 I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS APOIO: REALIZAÇÃO: 1

2 Noticia de JORNAL: Lembram-se dos dados das chuvas de Alagoas em 19/06/2010? A Coordenadoria Estadual da Defesa Civil da conta de que pessoas foram afetadas pelas enchentes da seguinte forma: 6 mortes confirmadas; pessoas desabrigadas; desalojadas; desaparecidas; A situação mais crítica foi registrada na cidade União do Palmares (6 mortes; desaparecidos; 9000 desabrigados; e mais de 3000 desalojados).

3 UNIÃO DOS PALMARES 3

4 Dados detalhados dos prejuizos: Quebrangulo desabrigados e 2 desaparecidos; Santana do Mundaú desabrigados; Joaquim Gomes - 80 desabrigados e 1 desaparecido; São José da Lage -386 desabrigados, desalojados e 2 desaparecidos; União dos Palmares desabrig., desalojados e desaparecidos; Jundiá 180 desabrigados; Jacuípe desabrigados; Branquinha desabrigados; São Luis Quitunde 56 desabrigados; Matriz Camaragibe desabrigados e desalojados; Paulo Jacinto desabrigados; Murici desabrigados; Rio Largo desabrigados e desalojados; Viçosa desabrigados e 300 desalojados; Atalaia desalojados; Cajueiro 650 desabrigados; Capela 6 desabrigados e 300 desalojados; Maragogi 25 desabrigados e 250 desalojados; Marechal Deodoro 150 desalojados; Satuba 750 desabrigados e 460 desabrigados. 4

5 UNIÃO DOS PALMARES 5

6 Os donativos poderão ser entregues nos quartéis da capital e interior: Capital: 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins, próximo a Policia Rodoviária Federal, / Grup. de Socorros e Emergência (GSE) Conj. Sen. Rui Palmeira, S/N, Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) Av. Dr. Antônio Gouveia, S/N, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara, Quartel do Comando Geral (QCG) Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, Defesa Civil Estadual (CEDEC) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, / Grup. de Salvamento Aquático (GSA) Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem, Interior: 2º Grup. de Bombeiros Militar Maragogi, (82) / º Grup. de Bomb. Militar Penedo, (82) / (82) º Grup. de Bomb. Militar Arapiraca e Palmeira dos Índios, (82) Grup. de Bomb. Militar Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia, (82)

7 UNIÃO DOS PALMARES 7

8 UNIÃO DOS PALMARES 8

9 UNIÃO DOS PALMARES 9

10 UNIÃO DOS PALMARES 10

11 UNIÃO DOS PALMARES 11

12 QUEBRANGULO 12

13 RIO LARGO 13

14 RIO LARGO 14

15 RIO LARGO 15

16 16

17 RIO LARGO 17

18 BRANQUINHA 18

19 RIO LARGO 19

20 RIO LARGO 20

21 BRANQUINHA 21

22 SANTA CLOTILDE 22

23 23

24 BRANQUINHA 24

25 CAPELA 25

26 SANTANA DE MUNDAU 26

27 Lembram-se dos casos de Santa Catarina, Angra dos Reis, Ilha Grande e Rio de Janeiro, apenas para ficar com os mais próximos? Lembram-se dos casos do Amazonas, onde a estiagem remontam a períodos de Tempo de Recorrência de 14 anos? Quantas outras noticias similares iremos ouvir no ano de 2011? E nos próximos 50 anos? Por que não conseguimos equacionar estes problemas e trabalhar PREVENTIVAMENTE????? 27

28 I SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO DE SERVIÇOS HIDRO-AMBIENTAIS Titulo: Alternativas e perspectivas de equacionamento das demandas ambientais Prof. Dr. Ricardo Valcarcel/UFRRJ 28

29 Os casos de Alagoas, Santa Catarina e Angra dos Reis podem sinalizar: a) Não-conformidades ambientais; ou b) Fragilidades dos ecossistemas? Por que não se consegue utilizar harmonicamente os recursos naturais? Prováveis justificativas (não justificáveis): a) Excesso de uso e exploração da capacidade de carga; b) Extrema fragilidade dos ecossistemas; c) Falta de percepção sobre os limites de usos; d) Açodamento em se realizar obras no menor espaço de tempo; d) Desconhecimento TECNICO-CIENTIFICO; e e) Falta de comprometimento com sustentabilidade (necessidade imperativa de gerar lucro a qualquer preço); f) Despreparo dos formuladores de políticas públicas. Ou tudo junto? 29

30 O que é SERVIÇO AMBIENTAL? 30

31 Bacia como Unidade Hidrológica P = Precipitação I = Interceptação (copa, piso) Ev = Evaporação Tr = Transpiração Q = Deflúvio P = I + Ev + Tr + Ds + L + Q Ds = armazenamento no solo F = Infiltração R = Escoamentos (superficial e subsuperficial) L = Vazamento 31

32 Como se mede um SERVIÇO AMBIENTAL? 32

33 Como se determina um SERVIÇO AMBIENTAL? 33

34 Como a vegetação influi no SERVIÇO AMBIENTAL? 34

35 Balanço hídrico na floresta e implicações na medição dos serviços florestais 35

36 Como iniciar a gestão de projetos a partir dos Serviços Ambientais produzidos pelos SEUS ECOSSISTEMAS? Desafios da engenharia moderna 36

37 Estudo de caso: Regiões serranas de Lídice, Nova Friburgo e Teresópolis, RJ 37

38 Alt itu d e ( m) Distribuição da chuva oculta & Ajustes dos ecossistemas A A Corte A A ^ ^ ^ ^ ^ 38

39 mm/m2 Chuva oculta/interceptação horizontal em bacias aéreas (SILVA, 2007) N W S E Chuva oculta Precipitação P Acumulado P+CO Acumulado Ponto 1 Legenda: Trindade Paraty Mambucaba Cunhambebe Angra Ibicuí Muriqui S. Mangaratiba Itaguaí Santana Tinguá Petrópolis Cachoeiras São 14 João Macaé Macabu 39 Estado do Rio de Janeiro

40 40

41 41

42 Estudo de caso de planície de inundação na bacia do rio Macacu/COMPERJ 42

43 N m Ecossistemas das bacias; BACIAS HIDROGRAFICAS Caceribu ha; Macacu ha; Total ha; COMPERJ - 4,3% (4.529,8 ha); Interações hidrológicas: planície de inundação; microbacias de captação; Administrando chuvas: em toda a área / bacias; e no COMPERJ Serviços ambientais: Regulariz. Hídrica/estiagens; Laminação de cheias; Qualidade da água

44 Serviços ambientais produzidos/espaço Setores Hidrológicos: unidade de manejo 44

45 Controle e monitoramento dos sedimentos 45

46 Eixo da calha retificada e expansão urbana 46

47 Construção de serviços ambientais: renaturalização de funções hídricas para regularização da bacia 47

48 Núcleo de Desenvolvimento Sustentável (Proposta) Ações de monitoramento, treinamento, fiscalização; e Difusão de Conhecimentos científicos através da Educação Ambiental 48

49 49

50 50

51 51

52 52

53 53 53

54 Estudo de caso em planicie de inundação no município de Porto Real, bacia do Rio Paraíba do Sul, RJ 54

55 MECANISMOS DE AÇÃO/REAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS 55

56 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 56

57 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 57

58 Porto Real U e de d APA Re ide ci l Re ide i l Se e d i l Se i ci Re e e R l Ge l i i P i i i i Sec d i ie i i i Si l e i U b P e Li e 1 P e Li e -2 P e Li e - e l il Re ide ci l U id de e ci l 58

59 Estudo de caso do município de Armação dos Búzios, RJ 59

60 Condicionantes ambientais 60

61 Condicionantes ambientais 61

62 Modelo de restauração espontânea estudado na UFRRJ (http://www.ufrrj.br/institutos/if/lmbh) e com aplicação pratica na bacia do Rio Paraíba do Sul Os ecossistemas querem prestar seus serviços, mas depende de nós deixarmos... 62

63 Equipe LMBH 2010 Obrigado, Eng. Florestal Ricardo Valcarcel 63

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS Dezembro de e Janeiro e fevereiro de François E. J. de Bremaeker Rio de Janeiro, dezembro de ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS Dezembro de e Janeiro e fevereiro

Leia mais

SUMÁRIO. 1 Apresentação. 2 Notas Informativas. 3 Características de Instrução da População - Alagoas. 4 Indicadores Educacionais Alagoas

SUMÁRIO. 1 Apresentação. 2 Notas Informativas. 3 Características de Instrução da População - Alagoas. 4 Indicadores Educacionais Alagoas SUMÁRIO 1 Apresentação 2 Notas Informativas 3 Características de Instrução da População - Alagoas Pessoas com 5 Anos ou Mais, Analfabetas Segundo os Grupos de Idade - Alagoas 2001/2007 Taxa de Analfabetismo,

Leia mais

APLICAÇÃO DOS RECURSOS DO FUNDEB REALIDADE DE ALAGOAS 24.01.2013

APLICAÇÃO DOS RECURSOS DO FUNDEB REALIDADE DE ALAGOAS 24.01.2013 APLICAÇÃO DOS RECURSOS DO FUNDEB REALIDADE DE ALAGOAS 24.01.2013 Palestra: Conselho de Representantes do SINTEAL. MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da

Leia mais

Série Histórica da Rubéola em Alagoas

Série Histórica da Rubéola em Alagoas ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Série Histórica da Rubéola em Alagoas ALAGOAS - 2012 Governo do Estado de

Leia mais

LEVANTAMENTO SOBRE LAI E PORTAIS DA TRANSPARÊNCIA NOS MUNICÍPIOS ALAGOANOS

LEVANTAMENTO SOBRE LAI E PORTAIS DA TRANSPARÊNCIA NOS MUNICÍPIOS ALAGOANOS MUNICÍPIO SITE SITUAÇÃO OBSERVAÇÃO ÁGUA http://www.aguabranca.al.gov.br/ BRANCA ANADIA www.prefeituradeanadia.com.br SITE NÃO ATIVO ARAPIRACA http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/ SEM LAI Informações sobre

Leia mais

Número de Processos em 31/05/2015 Classificação. Número de Processos em31/12/2014

Número de Processos em 31/05/2015 Classificação. Número de Processos em31/12/2014 Relação das unidades judiciarias com processos da meta 2/2009(ajuizados até 31/12/2005) ainda pendentes de julgament Ordem decrescente de maior quantitativo de processos em 31/05/2015 Número de Processos

Leia mais

SITE INATIVO CONTA SUSPENSA

SITE INATIVO CONTA SUSPENSA MUNICÍPIO SITE SITUAÇÃO LEI DE ACESSO TRANSPARÊNCIA SITE/BLOG OBSERVAÇÃO DADOS TRANSPARÊNCIA 1 ÁGUA BRANCA http://www.aguabranca.al.gov.br/index2.php SITE ATIVO Não possui Portal da próprio Sem conteúdo

Leia mais

ESTRUTURA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEDUC LEI DELEGADA Nº 47, DE 10 DE AGOSTO DE 2015

ESTRUTURA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEDUC LEI DELEGADA Nº 47, DE 10 DE AGOSTO DE 2015 ESTRUTURA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEDUC LEI DELEGADA Nº 47, DE 10 DE AGOSTO DE 2015 Art. 27. A Secretaria de Estado da Educação SEDUC é integrada por: I Órgãos Colegiados: a) Conselho Estadual de Educação;

Leia mais

Vestibular Estácio -AMA

Vestibular Estácio -AMA Vestibular Estácio -AMA Maceió, 2014 A Faculdade Estácio de Alagoas em parceria com a Associação dos Municípios de Alagoas-AMA, disponibiliza o Vestibular Estácio -AMA, com o objetivo de viabilizar o acesso

Leia mais

RELATÓRIO. Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses

RELATÓRIO. Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses RELATÓRIO Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses 1 TRAGÉDIA ANUNCIADA! Após 6 meses decorridos da tragédia na Região Serrana em janeiro/2011, onde morreram mais de 900 pessoas,

Leia mais

19ª Região - Alagoas

19ª Região - Alagoas 19ª Região - Alagoas SERVIÇO DE DISTRIBUIÇÃO DE FEITOS DAS VARAS DE MACEIÓ Av. da Paz, nº 1994, Térreo - Centro Fone: (82) 2121-8192 Fax 2121-8238 Cep: 57.020-440 Maceió/AL e-mail: dist@trt19.gov.br Jurisdição:

Leia mais

VAGAS CRE Municípios a serem atendidos

VAGAS CRE Municípios a serem atendidos EDITAL DE SELEÇÃO PARA TUTORES A DISTÂNCIA Programa PROINFO INTEGRADO Edital 01/2014 A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte - SEE/AL através da Superintendência de Gestão da Rede Estadual de Ensino

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR Lei nº 6.673/2005

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR Lei nº 6.673/2005 LEI Nº 6.673, DE 4 DE JANEIRO DE 2006. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA AGÊNCIA DE DEFESA E INSPEÇÃO AGROPECUÁRIA DE ALAGOAS ADEAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS Faço saber que o

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO A SAÚDE

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO A SAÚDE ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA ESTADUAL SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO A SAÚDE MAPA DE VINCULAÇÃO DA REDE CEGONHA DISTRIBUIÇÃO DE LEITOS OBSTÉTRICOS POR REGIÃO 1ª MACRORREGIÃO REGIÃO TERRITÓRIO REFERÊNCIA 1ª

Leia mais

O que temos? O que devemos fazer?

O que temos? O que devemos fazer? Dengue, Zika e Chikungunya Aedes aegypti O que temos? O que devemos fazer? E Zika... Dengue... Situação da doença - 2015 (jan a nov): 28 mil casos notificados (16 mil 2014). (inclui suspeita de Zika e

Leia mais

ALAGOAS Atendimento Rede de Formação em 2008

ALAGOAS Atendimento Rede de Formação em 2008 ALAGOAS Atendimento Rede de Formação em 2008 Aperfeiçoamento em Educação Matemática Público-alvo: Professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Universidade Federal do Espírito Santo UFES Área: Educação

Leia mais

SUPERINTENDENTE DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE - SUVISA DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVEP

SUPERINTENDENTE DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE - SUVISA DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVEP SUPERINTENNTE VIGILÂNCIA DA SAÚ - SUVISA DIRETORIA VIGILÂNCIA EPIMIOLÓGICA DIVEP BOLETIM INFORMATIVO SEMANAL Nº51/2014 Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas 05 JANEIRO 2015. Quadro Síntese Atualmente,

Leia mais

CATÁLAGO TELEFÔNICO Polícia Militar de Alagoas

CATÁLAGO TELEFÔNICO Polícia Militar de Alagoas CATÁLAGO TELEFÔNICO Polícia Militar de Alagoas QUARTEL DO COMANDO GERAL (QCG) End: Praça da Independência, 67, Centro, Maceió/AL - CEP 57.000-000 CMDO GERAL 3315-7204 CMDO GERAL - MODEM 3G 8883-0135 CMDO

Leia mais

Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações

Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL LABORATÓRIO DE HIDROLOGIA FLORESTAL Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI DELEGADA Nº 43, DE 28 DE JUNHO DE 2007. Alterada pela Lei nº 6.952, de 21 de julho de 2008 e pelos Decretos Autônomos n 4.002, de 16 de abril de 2008, n 4.037, de 22 de julho de 2008 e nº 4.051, de

Leia mais

Projeção da População dos Municípios Alagoanos 2011-2016

Projeção da População dos Municípios Alagoanos 2011-2016 Governo do Estado de Alagoas ISSN 2237-5716 Projeção da População dos Municípios Alagoanos 2011-2016 v.3 2011 Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas.

Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese Até o dia 09 de março de 2012, 83 (83,37%) dos 102 municípios alagoanos notificaram 1.728 casos suspeitos de dengue o que não descarta a ocorrência

Leia mais

"O lugar da Vigilância Socioassistencial na gestão do SUAS e a articulação com o Plano Municipal de Assistência Social"

O lugar da Vigilância Socioassistencial na gestão do SUAS e a articulação com o Plano Municipal de Assistência Social "O lugar da Vigilância Socioassistencial na gestão do SUAS e a articulação com o Plano Municipal de Assistência Social" S E C R E T A R I A D E E S T A D O D A A S S I S T Ê N C I A E D E S E N V O L V

Leia mais

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES CICLO DE PALESTRAS E DEBATES PLC PROGRAMA Nº 30/11 NOVO PRODUTOR CÓDIGO FLORESTAL DE ÁGUA Ã NO GUARIROBA Á COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA DO SENADO FEDERAL Devanir Garcia dos Santos Gerente

Leia mais

IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS

IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS Devanir Garcia dos Santos Gerente de Uso Sustentável de Água e Solo Superintendência de Implementação de Programas e Projetos DISPONIBILIDADE

Leia mais

INFORME COMUNICADO. Metas do Pacto pela Vida. Prioridade III, Redução da Mortalidade Infantil e Materna (2011):

INFORME COMUNICADO. Metas do Pacto pela Vida. Prioridade III, Redução da Mortalidade Infantil e Materna (2011): INFORME VIGILÂNCIA ÓBITO FETAL e INFANTIL EDITORIAL Ano III nº 11 Edição: Mensal Novembro/2012 COMUNICA O objetivo desse informe é fornecer informações mensais sobre a vigilância dos óbitos fetais e em

Leia mais

Ações Integradas em Microbacias Hidrográficas

Ações Integradas em Microbacias Hidrográficas Ações Integradas em Microbacias Hidrográficas Valdemir Antonio Rodrigues Luiza Zulian Pinheiro Guilherme Toledo Bacchim 4º Simpósio Internacional de Microbacias - FCA-UNESP - FEPAF- 2013. 11p. 1º Paisagem

Leia mais

APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida

APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida Dispositivo legal aplicado em distintos ambientes: Urbano, Rural ou Florestal Área de Preservação

Leia mais

PLANO DE INVESTIMENTOS CFN 2008 / 2009

PLANO DE INVESTIMENTOS CFN 2008 / 2009 PLANO DE INVESTIMENTOS CFN 2008 / 2009 SÃO PAULO OUTUBRO DE 2007 COMPANHIA FERROVIÁRIA DO NORDESTE CFN RECUPERAÇÃO DA LINHA SUL ESTADO DE PERNAMBUCO E ALAGOAS RECUPERAÇÃO DA LINHA SUL DETALHAMENTO INICIO

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE REGIONALIZAÇÃO

PLANO ESTADUAL DE REGIONALIZAÇÃO PLANO ESTADUAL DE REGIONALIZAÇÃO DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO ESTADO DE ALAGOAS Outubro, 2010 CNPJ/CGC.: 10.789.230/0001-35 - Tel/fax (81) 3326.1201 E-mail: brasilencorp@gmail.com Equipe Técnica da

Leia mais

SMART EXPRESS TRANSPORTES SERVIÇOS DE MOTOBOY E ENTREGAS COM CARROS UTILITÁRIOS E EXECUTIVOS AGILIDADE PARA QUEM MANDA E PARA QUEM RECEBE

SMART EXPRESS TRANSPORTES SERVIÇOS DE MOTOBOY E ENTREGAS COM CARROS UTILITÁRIOS E EXECUTIVOS AGILIDADE PARA QUEM MANDA E PARA QUEM RECEBE 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo estabelecer uma sistemática organizada de controle e combate a situações de vazamentos e derrames com risco ambiental e este procedimento se aplica a todas

Leia mais

Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese

Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese A partir de janeiro de 2014 o Brasil adotou a nova classificação de casos de dengue, revisada da Organização Mundial de Saúde e Ministério da

Leia mais

NOTA TÉCNICA SEMANAL Nº. 52/2014 12 DE JANEIRO DE 2015 Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese

NOTA TÉCNICA SEMANAL Nº. 52/2014 12 DE JANEIRO DE 2015 Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese Assunto: Situação Atual da Dengue em Alagoas. Quadro Síntese Atualmente, o Ministério da Saúde adotou a nova classificação da OMS, que define a dengue como: a) Dengue: paciente que apresente febre com

Leia mais

II SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO SUL-SUDESTE

II SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO SUL-SUDESTE II SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO SUL-SUDESTE Redes Integradas de Monitoramento Rede Hidrometeorológica Básica do Estado do Rio de Janeiro Monitoramento de Quantidade e Qualidade de Água REDES DE MONITORAMENTO

Leia mais

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO OCUPAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA O DESMATAMENTO DAS BACIAS OCUPAÇÃO DA BACIA

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS

RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS Diretoria de Meteorologia / Sala de Alerta Janeiro/2016 Conteúdo

Leia mais

Deslizamentos catastróficos no Brasil: eventos geológico-geomorfológicos associados a eventos pluviométricos extremos

Deslizamentos catastróficos no Brasil: eventos geológico-geomorfológicos associados a eventos pluviométricos extremos Deslizamentos catastróficos no Brasil: eventos geológico-geomorfológicos associados a eventos pluviométricos extremos Geóg. Maria Carolina Villaça Gomes Mestranda em Geografia Física - USP Os desastres

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS IFAL. Edital PROEN nº 02/2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS IFAL. Edital PROEN nº 02/2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS IFAL Edital PROEN nº 02/2014 PROCESSO PARA SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO DE CONCLUSÃO DO ENSINO MÉDIO COM BASE NO RESULTADO DO ENEM 2013 O REITOR

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Dados Materiais: Acórdão 351/93 - Segunda Câmara - Ata 43/93 Processo nº TC 200.384/91-0

Tribunal de Contas da União. Dados Materiais: Acórdão 351/93 - Segunda Câmara - Ata 43/93 Processo nº TC 200.384/91-0 Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Acórdão 351/93 - Segunda Câmara - Ata 43/93 Processo nº TC 200.384/91-0 Responsáveis: Entidades: Alcione Teixeira dos Santos - Governo do Estado de Alagoas;

Leia mais

RELATÓRIO DELEGACIAS DE ALAGOAS PRESO É DA JUSTIÇA, NÃO É DA POLÍCIA

RELATÓRIO DELEGACIAS DE ALAGOAS PRESO É DA JUSTIÇA, NÃO É DA POLÍCIA RELATÓRIO DELEGACIAS DE ALAGOAS PRESO É DA JUSTIÇA, NÃO É DA POLÍCIA Maceió/AL, Janeiro de 2014 P á g i n a 2 ÍNDICE Introdução...03 Anadia...04 Atalaia...04 Cacimbinhas...05 Cajueiro...06 Campo Alegre...06

Leia mais

USOS MÚLTIPLOS DAS ÁGUAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

USOS MÚLTIPLOS DAS ÁGUAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Universidade Federal de Viçosa UFV Departamento de Engenharia Agrícola DEA Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos GPRH USOS MÚLTIPLOS DAS ÁGUAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Fortaleza Ceará 13/06/2008 Demetrius

Leia mais

CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA

CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA 3.1. Introdução O Ciclo Hidrológico, como descrito anteriormente, tem um aspecto geral e pode ser visto como um sistema hidrológico fechado, já que a quantidade de água disponível

Leia mais

PERNAMBUCO TRIDIMENSIONAL: RELEVOS DE PERNAMBUCO

PERNAMBUCO TRIDIMENSIONAL: RELEVOS DE PERNAMBUCO SEINFRA PERNAMBUCO TRIDIMENSIONAL: RELEVOS DE PERNAMBUCO João Bosco de Almeida Secretário de José Almir Cirilo Secretário Executivo de Coordenação Geral Fellipe Alves Gestor de Planejamento A PRIMEIRA

Leia mais

BALANÇO 4 ANOS 2007-2010 ALAGOAS

BALANÇO 4 ANOS 2007-2010 ALAGOAS BALANÇO 4 ANOS 2007-2010 ALAGOAS Apresentação Ao lançar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em janeiro de 2007, o Governo Federal assumiu o compromisso de fazer o Brasil crescer de forma acelerada

Leia mais

Governo do Estado de Santa Catarina Grupo Reação SANTA CATARINA. O maior desastre de sua história

Governo do Estado de Santa Catarina Grupo Reação SANTA CATARINA. O maior desastre de sua história SANTA CATARINA O maior desastre de sua história As adversidades climáticas têm afetado significativamente o Estado de Santa Catarina ao longo de sua história. Essas adversidades, que podem ocasionar desastres

Leia mais

RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO HIDROLOGIA I RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - Introdução: Apresentação do Programa da Disciplina, Sistema de Avaliação; Conceito; Importância e Aplicação da Hidrologia (2h) 2 - Ciclo Hidrológico (2h);

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia Impactos potenciais das alterações do Código Florestal

Leia mais

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Associação Brasileira de Recursos Hídricos Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Vladimir Caramori CTEC/UFAL Fortaleza, novembro de 2010 Gestão das águas urbanas Tema complexo reconhecido

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCANDO PARA UM AMBIENTE MELHOR Apresentação A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte SEMARH produziu esta

Leia mais

FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO

FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO 1. CONCEITUE HIDROLOGIA? Ciência que trata da água na terra, em relação a sua ocorrência, Circulação,

Leia mais

3º Congresso Científico do Projeto SWITCH. Belo Horizonte, MG, Brasil 30 de novembro a 04 de dezembro

3º Congresso Científico do Projeto SWITCH. Belo Horizonte, MG, Brasil 30 de novembro a 04 de dezembro 3º Congresso Científico do Projeto SWITCH Belo Horizonte, MG, Brasil 30 de novembro a 04 de dezembro Gestão Integrada de Águas Urbanas em Diferentes Escalas Territoriais: a Cidade e a Bacia Hidrográfica

Leia mais

Política Estadual de Recursos Hídricos

Política Estadual de Recursos Hídricos Política Estadual de Recursos Hídricos ENCOB Maceió, Novembro de 2014 Arcabouço Legal Lei Federal nº 9.433, de jan/1997 institui a Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Estadual nº 5.965, de nov/1997

Leia mais

O ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO SEMI-ÁRIDO

O ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO SEMI-ÁRIDO O ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO SEMI-ÁRIDO Suetônio Mota e Ticiana Marinho de Carvalho Studart Professores do Centro de Tecnologia

Leia mais

EDITORIAL LISTA DE CAUSAS DE MORTES EVITÁVEIS POR INTERVENÇÃO NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DO BRASIL PARA FAIXAS ETÁRIAS DE 5 A 75 ANOS

EDITORIAL LISTA DE CAUSAS DE MORTES EVITÁVEIS POR INTERVENÇÃO NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DO BRASIL PARA FAIXAS ETÁRIAS DE 5 A 75 ANOS INFORMATIVO VIGILÂNCIA ÓBITO MATERNO E MIF EDITORIAL Nesse informativo estão disponibilizados dados totais do ano de 2012 tais: problemas relacionados a morte materna, lista de evitabilidade do SUS, tabelas

Leia mais

O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL

O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL Autores: Carlos Aparecido de Lima - carlosaparecido@emdec.com.br José Eduardo Vasconcellos - eduardovasconcellos@emdec.com.br Carlos Roberto

Leia mais

Aspectos Agroeconômicos da Cultura da Mandioca: Características e Evolução da Cultura no Estado de Alagoas entre 1990 e 2004

Aspectos Agroeconômicos da Cultura da Mandioca: Características e Evolução da Cultura no Estado de Alagoas entre 1990 e 2004 ISSN 16781953 Outubro, 2006 93 Aspectos Agroeconômicos da Cultura da Mandioca: Características e Evolução da Cultura no Estado de Alagoas entre 1990 e 2004 ISSN 16781953 Outubro, 2006 Empresa Brasileira

Leia mais

EDITAL CREDENCIAMENTO N.º ARSAL-001/2012 RETIFICADO

EDITAL CREDENCIAMENTO N.º ARSAL-001/2012 RETIFICADO EDITAL CREDENCIAMENTO N.º ARSAL-001/2012 RETIFICADO CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE GUINCHAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES APREENDIDOS PELA ARSAL. EDITAL DE CREDENCIAMENTO N.º ARSAL-001/2012

Leia mais

MUNICÍPIO COORDENADOR (A)

MUNICÍPIO COORDENADOR (A) Água Branca Nélia Jeane Cordeiro Correia Rua Santo Antonio, Nº 30, Centro. Tel: 82-36441231. cadunico.aguabranca@hotmail.com Anadia Cícero Aldo dos Santos da Costa Praça Dr. Campelo de Almeida, S/N, Centro.

Leia mais

Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades. Água e Clima As lições da crise na região Sudeste

Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades. Água e Clima As lições da crise na região Sudeste Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades Água e Clima As lições da crise na região Sudeste Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades A água

Leia mais

Notas de Aula Manejo de Bacias Hidrográficas

Notas de Aula Manejo de Bacias Hidrográficas BCI HIDROGRÁFIC (Obs: Este material é uma compilação de assuntos, não devendo ser adotado como única forma de estudo da disciplina. O mesmo não substitui a bibliografia apresentada no primeiro dia de aulas.

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO Thalyta Lopes Rego Mestranda em Geografia, Universidade Federal de Goiás Instituto de

Leia mais

Situação de estados e municípios em relação à meta nacional

Situação de estados e municípios em relação à meta nacional Construindo as Metas Situação de estados e municípios em relação à meta nacional Região: Sudeste; UF: Mesorregião: Município: Angra dos Reis; Aperibé; Araruama; Areal; Armação dos Búzios; Arraial do Cabo;

Leia mais

PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA REGIÃO DA ZONA DA MATA ALAGOANA

PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA REGIÃO DA ZONA DA MATA ALAGOANA ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS MINISTÉRIO DE MEIO AMBIENTE - MMA SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO - SRHU PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO

Leia mais

Postos de Coleta. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão:

Postos de Coleta. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão: Postos de Coleta A AACIRJ solicita a todos os nossos associados e não associados apoio às vítimas das chuvas na regiã Entre os principais materiais que podem ser doados, estão: - objetos de higiene pessoal;

Leia mais

TECNOLOGIAS APROPRIADAS À REVITALIZAÇÃO DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ÁGUA DE MANANCIAIS

TECNOLOGIAS APROPRIADAS À REVITALIZAÇÃO DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ÁGUA DE MANANCIAIS TECNOLOGIAS APROPRIADAS À REVITALIZAÇÃO DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ÁGUA DE MANANCIAIS AUTORES: Marcos Antonio Gomes - Engenheiro Florestal; Coordenador Técnico do Programa de Gestão de Recursos Hídricos

Leia mais

Programa Produtor de Água Pagamento por Serviços Ambientais

Programa Produtor de Água Pagamento por Serviços Ambientais Programa Produtor de Água Pagamento por Serviços Ambientais Comitê Médio M Paraíba do Sul AGEVAP Jan/2013 Os serviços dos ecossistemas são os benefícios que as pessoas obtêm dos ecossistemas. Serviços

Leia mais

Ministério Público do Rio de Janeiro Av. Marechal Câmara, 370 Centro CEP 20020-080 (em frente ao Protocolo)

Ministério Público do Rio de Janeiro Av. Marechal Câmara, 370 Centro CEP 20020-080 (em frente ao Protocolo) Pontos de coleta Rio de Janeiro Clube Naval Av. Rio Branco, 180 Centro Rio de Janeiro Primeira Igreja Batista do Recreio Rua Helena Manela, 101, Recreio, Rio de Janeiro Superintendência Regional da Receita

Leia mais

Gestão para a sustentabilidade: APPs urbanas na Bacia do Rio Itajaí. NEUR-FURB e Projeto Piava Apoio: FURB -UFABC CNPq Petrobrás Ambiental

Gestão para a sustentabilidade: APPs urbanas na Bacia do Rio Itajaí. NEUR-FURB e Projeto Piava Apoio: FURB -UFABC CNPq Petrobrás Ambiental Diálogos da Sustentabilidade da Bacia do Rio Itajaí Projeto Piava Rio do Sul maio de 2010 Gestão para a sustentabilidade: APPs urbanas na Bacia do Rio Itajaí NEUR-FURB e Projeto Piava Apoio: FURB -UFABC

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA SOCIAL PERÍCIA OFICIAL DE ALAGOAS ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA SOCIAL PERÍCIA OFICIAL DE ALAGOAS ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Relatório Unificado Plantão 48 horas do Instituto Médico Legal Exames Cadavéricos das unidades de Maceió e Arapiraca Período de: 07 horas do dia 09/03/2013 às 07 horas do dia 11/03/2013. IML MACEIÓ Nome

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS

RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS Diretoria de Meteorologia / Sala de Alerta Março/2016 Conteúdo

Leia mais

REGIÕES Metropolitana I Metropolitana II Baia da Ilha Grande Médio Paraíba Centro - Sul Serrana Baixada Litorânea Norte Fluminense Noroeste Flumin.

REGIÕES Metropolitana I Metropolitana II Baia da Ilha Grande Médio Paraíba Centro - Sul Serrana Baixada Litorânea Norte Fluminense Noroeste Flumin. REGIÕES Metropolitana I Metropolitana II Baia da Ilha Grande Médio Paraíba Centro - Sul Serrana Baixada Litorânea Norte Fluminense Noroeste Flumin. Região 1 HEMORIO - HEMOCENTRO COORDENADOR Rua Frei Caneca,

Leia mais

Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas

Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas Geólogo Agostinho Tadashi Ogura Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT DESASTRE NATURAL (DN) =

Leia mais

Gestão de Risco de Desastres Naturais

Gestão de Risco de Desastres Naturais Gestão de Risco de Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (CEPEDES FIOCRUZ) GESTÃO Conjunto de decisões administrativas, de organização e de

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007 INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007 Atualizada em 01/04/2013 Objeto: Esta Instrução tem por objeto complementar o item 6 da Norma da Portaria DAEE nº 717/96. Trata dos requerimentos, documentação

Leia mais

EDITAL 2. DAS ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO

EDITAL 2. DAS ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO Página: 1/10 O DIRETOR DE GESTÃO DA ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições, resolve expedir este Edital para estabelecer as regras e formas específicas, procedimentos e condições

Leia mais

- SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

- SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Eng. Mário Cicareli Pinheiro POTAMOS Engenharia e Hidrologia Ltda. mario.cicareli@potamos.com.br Belo Horizonte, 27 de março de 2014 SUMÁRIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO POR MEIO DO SiSU NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016 O Reitor da Universidade

Leia mais

Calendário mensal das obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Janeiro de 2011 05.01 (4ª feira)

Calendário mensal das obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Janeiro de 2011 05.01 (4ª feira) Calendário mensal das obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Janeiro de 2011 05.01 (4ª feira) IR-FONTE Último dia para recolhimento do Imposto de Renda na Fonte referente a juros sobre o capital

Leia mais

64 Ampla 600,08 619,68 633,04 637,28 644,26. 6 Cota Masculina 586,00 595,74 612,44 617,84 625,96

64 Ampla 600,08 619,68 633,04 637,28 644,26. 6 Cota Masculina 586,00 595,74 612,44 617,84 625,96 ANÁLISE DIÁRIA DOS PONTOS DE CORTE DOS CURSOS DA UFAL - SISU 2012.1 CAMPUS A. C. SIMÕES (Maceió, AL) Pontos de corte - 7 a 12/1/2012 CURSO GRAU TURNO 64 Ampla 600,08 619,68 633,04 637,28 644,26 ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

EDITAL/SEE Nº 013/2015

EDITAL/SEE Nº 013/2015 EDITAL/SEE Nº 013/2015 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, torna público, para conhecimento dos interessados, a abertura do Processo Seletivo Simplificado para contratação

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DA DEFESA SOCIAL DELEGACIA GERAL DA POLÍCIA CIVIL ANTEPROJETO DE LEI

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DA DEFESA SOCIAL DELEGACIA GERAL DA POLÍCIA CIVIL ANTEPROJETO DE LEI 1 GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DA DEFESA SOCIAL DELEGACIA GERAL DA POLÍCIA CIVIL ANTEPROJETO DE LEI LEI ORGÂNICA DA POLICIA CIVIL DO ESTADO DE ALAGOAS Maceió, 18 de Março de 2008. 2 ANTEPROJETO

Leia mais

DESASTRES NO MUNDO E NA REGIÃO SUL: ONTEM, HOJE E AMANHÃ E O PAPEL DAS GEOTECNOLOGIAS

DESASTRES NO MUNDO E NA REGIÃO SUL: ONTEM, HOJE E AMANHÃ E O PAPEL DAS GEOTECNOLOGIAS DESASTRES NO MUNDO E NA REGIÃO SUL: ONTEM, HOJE E AMANHÃ E O PAPEL DAS GEOTECNOLOGIAS Tania Maria Sausen GEODESASTRES-SUL / INPE-CRS tania@ltid.inpe.br geodesastres@crs.inpe.br CONCEITO DE DESASTRE De

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Swiss Reinsurance Company ou Schweizerische Rückversicherungs-Gesellschaft AG (www.swissre.com).

TERMO DE REFERENCIA. Swiss Reinsurance Company ou Schweizerische Rückversicherungs-Gesellschaft AG (www.swissre.com). TERMO DE REFERENCIA IDENTIFICAÇÃO DE DIRETRIZES PARA APLICAÇÃO DE ELEMENTOS DE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMO INDICADORES DE PRIORIZAÇÃO DE AÇÕES PROJETO PRODUTOR DE ÁGUA DO RIBEIRÃO

Leia mais

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015 Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456 Tema 1 Introdução ANO 2015 Camilo Daleles Rennó Laura De Simone Borma http://www.dpi.inpe.br/~camilo/prochidr/ Aulas 1 Introdução - Camilo 2 Precipitação/Interceptação

Leia mais

CONVENÇÕES COLETIVAS EMPREGADOS EM CONDOMÍNIOS. Sindicato Profissional Base Territorial PISO CCT PISO REGIONAL 1. Sind. Empreg. Edifícios Teresópolis

CONVENÇÕES COLETIVAS EMPREGADOS EM CONDOMÍNIOS. Sindicato Profissional Base Territorial PISO CCT PISO REGIONAL 1. Sind. Empreg. Edifícios Teresópolis CONVENÇÕES COLETIVAS EMPREGADOS EM CONDOMÍNIOS Sindicato Profissional Base Territorial PISO CCT PISO REGIONAL 1. Sind. Empreg. Edifícios Teresópolis Teresópolis a) R$ 500,00 (quinhentos reais): Porteiro,

Leia mais

PLANO OPERATIVO ANUAL ESTADUAL

PLANO OPERATIVO ANUAL ESTADUAL PLANO OPERATIVO ANUAL ESTADUAL Unidade Técnica Estadual INSTITUTO DE TERRAS E REFORMA AGRÁRIA DE ALAGOAS - ITERAL Endereço/cidade/UF/CEP /telefone/home Page /e-mail/ AVENIDA DA PAZ, 1.200 - CENTRO CEP.

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ÁGUA NA BACIA HIDROGRAFICA DO PIRACICABA

QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ÁGUA NA BACIA HIDROGRAFICA DO PIRACICABA QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ÁGUA NA BACIA HIDROGRAFICA DO PIRACICABA - MONITORAMENTO DA EVOLUÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS HIDROLÓGICAS DE UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA, EXTREMA, MINAS GERAIS -

Leia mais

Resolução Normativa RN 259

Resolução Normativa RN 259 Resolução Normativa RN 259 (Publicada em 17/06/11, alterada pela RN 268 de 20/10/11 e complementada pela IN/DIPRO nº n 37 de 07/12/11) Gerência de Regulação 27 de janeiro de 2012 Apresentação da Norma

Leia mais

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL EDMILSON COSTA TEIXEIRA LabGest GEARH / UFES (edmilson@npd.ufes.br) DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL? [COMISSÃO

Leia mais

ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012). ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012).

ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012). ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012). UFAL / SiSU 2014.1 Página 1 de 15 ANÁLISE DIÁRIA DOS PONTOS DE CORTE DOS CURSOS DA UFAL - SISU 2014.1 Dados atualizados em 10/1/2014-14h00 LEGENDA AMPLA DEMAIS VAGAS (Ampla concorrência) PPI 1,5 Candidatos

Leia mais

FORTALECIMENTO DOS MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO CORREDOR DA SERRA DO MAR

FORTALECIMENTO DOS MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO CORREDOR DA SERRA DO MAR FORTALECIMENTO DOS MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO CORREDOR DA SERRA DO MAR PROJETO DE APOIO AO RECONHECIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO MOSAICO MICO-LEÃO-DOURADO 6º RELATÓRIO TÉCNICO Projeto CPFY 10/001

Leia mais

PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA NO GUARIROBA

PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA NO GUARIROBA PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA NO GUARIROBA Rossini Ferreira Matos Sena Especialista em Recursos Hídricos Superintendência de Implementação de Programas e Projetos Devanir Garcia dos Santos Gerente de Uso Sustentável

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS - SEMARH

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS - SEMARH ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS - SEMARH MINISTÉRIO DE MEIO AMBIENTE - MMA SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO - SRHU CONVÊNIO 765436/2011

Leia mais

Monitoramento de bacias hidrográficas

Monitoramento de bacias hidrográficas Monitoramento de bacias hidrográficas Carolina R. Fontana (cabreuva@gmail.com) Piracicaba, 16 de setembro de 2008. Hidrologia Florestal A hidrologia florestal trata das relações floresta-água ramo da hidrologia

Leia mais

RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE 7ºS ANOS. Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal e todos os seus afluentes e subafluentes.

RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE 7ºS ANOS. Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal e todos os seus afluentes e subafluentes. RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE 7ºS ANOS Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal e todos os seus afluentes e subafluentes. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS BACIAS INDEPENDENTES BACIAS SECUNDÁRIAS

Leia mais

COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO

COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO PARAÍBA DO SUL ADENSAMENTO POPULACIONAL DA RMC COMITÊ DE

Leia mais

Planilha1. 30 reeducandas do presídio Santa Luzia

Planilha1. 30 reeducandas do presídio Santa Luzia Nº CAMPUS PROJETO PÚBLICO ATENDIDO 1 Arapiraca Riscos do uso inadequado da eletricidade em Moradores de residências de pequeno porte instalações elétricas residenciais. 2 Arapiraca Tec-Livre Alunos de

Leia mais

Trata Brasil: Saneamento e Saúde no Estado de Alagoas. Sumário Executivo

Trata Brasil: Saneamento e Saúde no Estado de Alagoas. Sumário Executivo Trata Brasil: Saneamento e Saúde no Estado de Alagoas Sumário Executivo 1. Visão Geral A falta de saneamento básico é uma questão que deveria ter sido resolvida no século passado. Atinge hoje 53% da população

Leia mais