CACB ARTICULA REDES EMPRESARIAIS DE NEGÓCIOS NA BOLÍVIA E NO PERU

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1 Empresa Ano 10 l Número 97 l Agosto de 2013 Brasil O perfil do novo contador Com as transformações do mercado, hoje o verdadeiro papel do profissional é interpretar, analisar e tentar garantir a sobrevivência das entidades CACB ARTICULA REDES EMPRESARIAIS DE NEGÓCIOS NA BOLÍVIA E NO PERU

2 Federações CACB DIRETORIA DA CACB TRIÊNIO 2013/2015 PRESIDENTE José Paulo Dornelles Cairoli (RS) 1º VICE-PRESIDENTE Rogério Pinto Coelho Amato (SP) VICE-PRESIDENTES Antônio Freire (MS) Djalma Farias Cintra Junior (PE) Jésus Mendes Costa (RJ) Jonas Alves de Souza (MT) José Sobrinho Barros (DF) Rainer Zielasko (PR) Reginaldo Ferreira (PA) Sérgio Roberto de Medeiros Freire (RN) Wander Luis Silva (MG) VICE-PRESIDENTE DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS Sérgio Papini de Mendonça Uchoa (AL) VICE-PRESIDENTE DE COMUNICAÇÃO Alexandre Santana Porto (SE) VICE-PRESIDENTE DA MICRO E PEQUENA EMPRESA Luiz Carlos Furtado Neves (SC) VICE-PRESIDENTE DE SERVIÇOS Pedro José Ferreira (TO) DIRETOR SECRETÁRIO Jarbas Luis Meurer (TO) DIRETOR FINANCEIRO George Teixeira Pinheiro (AC) CONSELHO FISCAL TITULARES Jadir Correa da Costa (RR) Ubiratan da Silva Lopes (GO) Valdemar Pinheiro (AM) CONSELHO FISCAL SUPLENTE Alaor Francisco Tissot (SC) Itamar Manso Maciel (RN) Kennedy Davison Pinaud Calheiros (AL) CONSELHO NACIONAL DA MULHER EMPRESÁRIA Avani Slomp Rodrigues (PR) CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO JOVEM EMPRESÁRIO Rodrigo Paolilo SUPERINTENDENTE Antônio Chaves Barcellos GERENTE ADMINSTRATIVO/FINANCEIRO César Augusto Silva COORDENADOR DO EMPREENDER Carlos Alberto Rezende COORDENADOR CBMAE/INTEGRA Valério Souza de Figueiredo COORDENADOR DO PROGERECS Luiz Antônio Bortolin COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Neusa Galli Fróes EQUIPE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Neusa Galli Fróes Cyntia Menezes Thais Margalho SCS Quadra 3 Bloco A Lote 126 Edifício CACB Brasília - DF Site: Acre Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Acre FEDERACRE Presidente: George Teixeira Pinheiro Avenida Ceará, 2351 Bairro: Centro Cidade: Rio Branco CEP: Alagoas Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas FEDERALAGOAS Presidente: Kennedy Davidson Pinaud Calheiros Rua Sá e Albuquerque, 302 Bairro: Jaraguá Cidade: Maceió CEP: Amapá Associação Comercial e Industrial do Amapá ACIA Presidente: Nilton Ricardo Felgueiras Faria e Sousa Rua General Rondon, 1385 Bairro: Centro Cidade: Macapá CEP: Amazonas Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Amazonas FACEA Presidente: Valdemar Pinheiro Rua Guilherme Moreira, 281 Bairro: Centro Cidade: Manaus CEP: Bahia Federação das Associações Comerciais do Estado da Bahia FACEB Presidente: Clóves Lopes Cedraz Rua Conselheiro Dantas, 5. Edifício Pernambuco, 9 andar Bairro: Comércio Cidade: Salvador CEP: Ceará Federação das Associações Comerciais do Ceará FACC Presidente: João Porto Guimarães Rua Doutor João Moreira, 207 Bairro: Centro Cidade: Fortaleza CEP: Distrito Federal Federação das Associações Comerciais e Industriais do Distrito Federal e Entorno FACIDF Presidente: Francisco de Assis Silva SAI Quadra 5C, Lote 32, sala 101 Cidade: Brasília CEP: Espírito Santo Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropastoris do Espírito Santo FACIAPES Presidente: Amarildo Selva Lovato Rua Henrique Rosetti, Bairro Bento Ferreira Vitória ES - CEP Goiás Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás FACIEG Presidente: Ubiratan da Silva Lopes Rua A - Esquina com rua 148, Quadra 66 Lote 01 Bairro: Setor Marista Cidade: Goiânia CEP: Maranhão Federação das Associações Empresariais do Maranhão FAEM Presidente: Domingos Sousa Silva Júnior Rua Inácio Xavier de Carvalho, 161, sala 05, Edifício Sant Louis. Bairro: São Francisco- São Luís- Maranhão CEP: Mato Grosso Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Mato Grosso FACMAT Presidente: Jonas Alves de Souza Rua Galdino Pimentel, 14 - Edifício Palácio do Comércio 2º Sobreloja Bairro: Centro Norte Cidade: Cuiabá CEP: Mato Grosso do Sul Federação das Associações Empresariais do Mato Grosso do Sul FAEMS Presidente: Antônio Freire Rua Quinze de Novembro, 390 Bairro: Centro Cidade: Campo Grande CEP: Minas Gerais Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais FEDERAMINAS Presidente: Wander Luís Silva Avenida Afonso Pena, 726, 15º andar Bairro: Centro Cidade: Belo Horizonte CEP: Pará Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará FACIAPA Presidente: Olavo Rogério Bastos das Neves Avenida Presidente Vargas, 158-5º andar Bairro: Campina Cidade: Belém CEP: Paraíba Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Paraíba FACEPB Presidente: Alexandre José Beltrão Moura Avenida Marechal Floriano Peixoto, 715, 3º andar Bairro: Bodocongo Cidade: Campina Grande CEP: Paraná Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná FACIAP Presidente: Rainer Zielasko Rua: Heitor Stockler de Franca, 356 Bairro: Centro Cidade: Curitiba CEP: Pernambuco Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Pernambuco FACEP Presidente: Jussara Pereira Barbosa Rua do Bom Jesus, 215 1º andar Bairro: Recife Cidade: Recife CEP: Piauí Associação Comercial Piauiense - ACP Presidente: José Elias Tajra Rua Senador Teodoro Pacheco, 988, sala 207. Ed. Palácio do Comércio 2º andar - Bairro: Centro Cidade: Teresina CEP: Rio de Janeiro Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro FACERJ Presidente: Jésus Mendes Costa Rua do Ouvidor, 63, 6º andar - Bairro: Centro Cidade: Rio de Janeiro CEP: Rio Grande do Norte Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Norte FACERN Presidente: Itamar Manso Maciel Júnior Avenida Duque de Caxias, 191 Bairro: Ribeira Cidade: Natal CEP: Rio Grande do Sul Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul - FEDERASUL Presidente: Ricardo Russowsky Rua Largo Visconde do Cairu, 17, 6º andar Palácio do Comércio - Bairro: Centro Cidade: Porto Alegre CEP: Rondônia Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado de Rondônia FACER Presidente: Gerçon Szezerbatz Zanatto Rua Dom Pedro II, 637 Bairro: Caiari Cidade: Porto Velho CEP: Roraima Federação das Associações Comerciais e Industriais de Roraima FACIR Presidente: Jadir Correa da Costa Avenida Jaime Brasil, 223, 1º andar Bairro: Centro Cidade: Boa Vista CEP: Santa Catarina Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina FACISC Presidente: Alaor Francisco Tissot Rua Crispim Mira, Bairro: Centro Cidade: Florianópolis - CEP: São Paulo Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo FACESP Presidente: Rogério Pinto Coelho Amato Rua Boa Vista, 63, 3º andar Bairro: Centro Cidade: São Paulo CEP: Sergipe Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropastoris do Estado de Sergipe FACIASE Presidente: Alexandre Santana Porto Rua Jose do Prado Franco, 557 Bairro: Centro Cidade: Aracaju CEP: Tocantins Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado de Tocantins FACIET Presidente: Pedro José Ferreira 103 Norte Av. LO Conj. Lote 22 Prédio da ACIPA - Bairro: Centro Cidade: Palmas CEP: O conteúdo desta publicação representa o melhor esforço da CACB no sentido de informar aos seus associados sobre suas atividades, bem como fornecer informações relativas a assuntos de interesse do empresariado brasileiro em geral. Contudo, em decorrência da grande dinâmica das informações, bem como sua origem diversificada, a CACB não assume qualquer tipo de responsabilidade relativa às informações aqui divulgadas. Os textos assinados publicados são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores.

3 PALAVRA DO PRESIDENTE José Paulo Dornelles Cairoli Brasil de Soluções Atenta às últimas manifestações ocorridas em dezenas de cidades brasileiras, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) escolheu o tema Brasil de Soluções para o seu 23º Congresso, marcado para os dias 12 e 13 de setembro no Summerville Beach Resort, em Porto de Galinhas (PE). O mote não poderia ser melhor nem mais oportuno para o momento especial em que vive o país. Os temas definidos para nosso encontro anual procuram as respostas a tantas perguntas que estão para serem esclarecidas. Dada a qualidade e riqueza dos assuntos, dos debates, dos palestrantes e do evento em si, sempre ligado a questões de interesse do público-alvo de nossa entidade o micro e o pequeno empresário, nosso Congresso, que sempre atrai uma média de em torno de pessoas, junto com milhares de acessos por meio de nosso site, vai procurar entender o mar de interrogações também presente entre nós. Além de ouvir os filiados e procurar soluções para seus anseios, o Congresso pretende encontrar fórmulas de ajuste que deem firmeza e segurança ao setor, tendo em vista seu papel na economia brasileira de garantir e sustentar o crescimento. O evento deste ano, que elegeu quatro eixos condutores para o debate Desburocratização, Substituição Tributária, Crédito e Gestão, sem dúvida, deverá fazer parte dos anais de nossa entidade de maneira muito especial. Isso porque além de contarmos com a presença do ministro da Secretaria da Micro e da Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, teremos, entre os palestrantes convidados, a participação do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, virtual candidato do PSB à Presidência da República, do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, e de Paulo Rabello de Castro, Ph.D. em Economia pela Universidade de Chicago, na qual cursou com os professores Milton Friedman, Gary Becker e T.W. Schultz, todos ganhadores do Prêmio Nobel em Economia. Vamos contar ainda com as presenças dos presidentes da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pedro Eugênio; do Sebrae nacional, Luiz Barreto; do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e do empresário pernambucano Djalma Farias Cintra Jr., um dos vice-presidentes de nossa entidade. Como sempre acontece, em seu encerramento, será feita a leitura do documento final do Congresso que levará o nome de Carta de Porto de Galinhas, o qual será encaminhado à presidente da República, Dilma Rousseff, contendo contribuições, em forma de sugestões, para que o país possa crescer e dar o salto necessário para a implantação de um novo ciclo virtuoso de desenvolvimento. José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil Agosto de

4 ÍNDICE Foto: pressmaster/fotolia.com 8 CAPA 3 PALAVRA DO PRESIDENTE Atenta às últimas manifestações ocorridas em dezenas de cidades brasileiras, a CACB escolheu o tema Brasil de Soluções para o seu 23º Congresso, marcado para os dias 12 e 13 de setembro no Summerville Beach Resort, em Porto de Galinhas (PE). 5 PELO BRASIL CACB comemora aprovação do PLP 200/12 após pressão do setor. 8 CAPA O novo papel do contador frente às transformações do mercado. 18 PROGRAMA 12 CONJUNTURA A difícil missão de reduzir o gasto público. 14 FEDERAÇÕES O que é preciso para acelerar o crescimento do MS. 18 PROGRAMA Gestores do Empreender debatem técnicas de consultoria. 20 CBMAE Missão empresarial leva vencedores do Prêmio Conde dos Arcos à Colômbia. 22 CASE DE SUCESSO Empresas apostam na união para continuar crescendo. 26 EVENTO 24 DESTAQUE CACB CACB lança Projeto Redes Empresariais de Negócios na Bolívia e no Peru. EXPEDIENTE Coordenação Editorial: Neusa Galli Fróes fróes, berlato associadas escritório de comunicação Edição: Milton Wells - Projeto gráfico: Vinícius Kraskin Diagramação: Kraskin Comunicação Foto da capa: Kurhan/fotolia.com Revisão: Flávio Dotti Cesa Colaboradores: Cyntia Menezes, Rosângela Garcia e Thaís Margalho. Execução: Editora Matita Perê Ltda. Comercialização: Fone: (61) Impressão: Arte Impressa Editora Gráfica Ltda. EPP 26 EVENTO Entidade debate em seu 23º Congresso o Brasil de Soluções. 28 VAREJO Vem aí a era do m-payment. 3O LIVROS Paris, quartier Saint-Germain-des-Prés 31 ARTIGO Empresário e contador: uma via de mão dupla. SUPLEMENTO ESPECIAL Pequenos negócios ganham espaço no aeroporto de Brasília 4 Empresa Brasil

5 PELO BRASIL CACB comemora aprovação do PLP 200/12 após pressão do setor Presidentes de várias Federações do país atenderam à convocação do presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), José Paulo Dornelles Cairoli, e pressionaram suas bancadas pela aprovação do PLP 200/2012, que termina com a multa de 10% sobre o FGTS. A votação aconteceu no dia 3 de julho e contou com 315 votos favoráveis e 95 contra. A CACB, que é contra a criação de um novo imposto para o setor produtivo brasileiro, aguarda a sanção do texto pela presidente Dilma Rousseff. O encargo foi criado em 1990, em face dos Planos Verão e Collor. Segundo o autor do PLP 200, o deputado federal Laércio Oliveira (PR-SE), a extinção da multa de 10% do FGTS está em perfeita sintonia com os compromissos do Plano Brasil Maior, que tem o objetivo de aliviar o peso Deputado pede fim da multa de 10% do FGTS dos encargos, com o propósito de liberação das forças produtivas para competir e crescer. Empresas crescendo significa a geração de empregos. Segundo o presidente da entidade, José Paulo Dornelles Cairoli, é preciso manifestar a opinião do setor empresarial, principalmente das micro e pequenas empresas, contra estas propostas que prejudicarão mais ainda o setor, que já arca diariamente com altos impostos, além de dificultar sobremaneira a geração de empregos e o crescimento do país. Gustavo Lima / Câmara dos Deputados Entidades realizam 1 Encontro do Comitê Jurídico Nacional A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) convida todas as federações e associações comerciais filiadas que tenham suporte jurídico para o 1 Encontro do Comitê Jurídico Nacional. Poderão participar presidentes, diretores jurídicos, assessores e executivos das entidades. O encontro, que busca estabelecer uma sintonia entre a CACB e a rede, ocorre no dia 12 de setembro, às 14 horas, em Porto de Galinhas, durante o 23º Congresso da CACB. As Federações também podem convidar representantes das Associações Comerciais que demonstrarem interesse em participar da reunião, onde serão ministradas palestras por parlamentares, magistrados, juristas e debatidos temas jurídicos relevantes e de interesse dos empresários. O presidente da CACB, José Paulo Dornelles Cairoli, destaca a importância da presença de todos como forma de se estabelecer uma sintonia com a aproximação dos jurídicos da CACB com os das Federações, para criação de uma rede permanente de consultoria, que permitirá uma interação constante entre todos. Obtenha mais informações e faça sua inscrição no site do 23º Congresso CACB: com.br/evento/cacb-2013/. Agosto de

6 PELO BRASIL Confederação é homenageada pelo Sebrae A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) foi homenageada em evento do Sebrae Nacional pela efetiva participação na implantação da lei do SuperSimples. A placa comemorativa foi recebida pelo presidente José Paulo Dornelles Cairoli, em evento de comemoração dos seis anos do regime tributário que, segundo dados do próprio governo, reduz em média 40% os impostos das micro e pequenas empresas. Atualmente com 6,8 milhões de negócios, o Simples apresenta um crescimento de 5,5 milhões desde sua entrada em vigor, em julho de 2007, quando contava com apenas 1,3 milhão. Entre os negócios do Simples estão 2,5 milhões de Microempreendedores Individuais (MEI) trabalhadores por conta própria que ganham no máximo R$ 60 mil por ano em atividades como cabeleireiros, eletricistas, costureiros e artesãos. Até 2015, o Sebrae prevê 4 milhões de MEI e um total de 10 milhões de empreendimentos. O evento reconheceu o trabalho de políticos e membros da sociedade civil que ajudaram a formular e aperfeiçoar o sistema de tributação simplificada, que já teve a adesão de mais de 7,3 milhões de pequenos negócios e arrecadou mais de R$ 200 bilhões para os cofres da União, estados e O presidente da CACB, José Paulo Dornelles Cairoli, recebe placa de reconhecimento do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, na cerimônia dos seis anos do Supersimples Rodrigo de Oliveira/AG Sebrae municípios. Também receberam a honraria a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Um Microempreendedor Individual (MEI) também foi homenageado por representar os mais de 3 milhões de brasileiros que puderam formalizar seu negócio por meio da criação dessa nova figura jurídica, que também faz parte do Supersimples. O Supersimples surgiu com a Lei Geral, aprovada em 2006, e entrou em vigor em julho de Esse sistema de tributação permite que as empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano tenham um tratamento diferenciado na tributação. Além de reduzir a carga tributária, o Supersimples unifica o pagamento de oito impostos em um único boleto. 6 Empresa Brasil

7 Mascote do ReÓleo anima palestras nas escolas Programa ambiental da Acif completa 15 anos Como melhorar o mercado de cartões de crédito Criado em 7 de julho em 1998 pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), o ReÓleo já coletou e reciclou mais de 2 milhões de litros de óleo vegetal e colocou a cidade no Guinness Book. É atualmente uma das mais importantes ações de preservação ambiental da cidade. Em comemoração, a Câmara Municipal realizou uma Sessão Solene em homenagem ao aniversário do programa. Além do número dos resíduos que deixaram de ser indevidamente despejados em rios, lagoas e lençóis freáticos, o Programa também investe na formação de uma geração mais consciente. Já foram ministrados cursos e palestras para mais de 10 mil crianças e adolescentes. Em 2013, o desafio é atender cerca de 6 mil crianças, capacitando-as como agentes do Reóleo, e, ao mesmo tempo, agregar 1,1 mil estabelecimentos participantes e mais de 300 Pontos de Entrega Voluntários. Saiba mais sobre o ReÓleo em: A CACB está realizando um levantamento junto aos presidentes das Federações para colher sugestões sobre como melhorar o mercado de cartões de crédito. O objetivo é oferecer informações que possam complementar o Projeto de Lei 180/2013, do senador Aloysio Nunes Ferreira, que dispõe sobre o mercado de cartões de crédito, de débito e assemelhados. O projeto visa à regulamentação da relação entre comerciantes, consumidores, administradores, credenciadoras e o sistema financeiro. As sugestões para que o PL contemple todas as necessidades serão direcionadas ao aprimoramento e fortalecimento da relação entre comércio e consumidores. A CACB enviará as propostas, num documento único, ao senador. Michele Monteiro/ACIF. Manual De Olho no Imposto ganha nova versão O material divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) ganhou uma nova versão e está disponível para download no site da CACB (www.cacb.org.br). O Manual de Integração De Olho No Imposto informa os padrões técnicos de comunicação entre sistemas empresariais de emissão de cupons e notas fiscais, além de incluir o arquivo IBPTax do Movimento De Olho no Imposto, que contém a planilha com carga tributária média aproximada de todos os produtos e serviços, baseados na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS). A Lei do Imposto na Nota (Lei /12) determina que sete tributos (ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide) sejam usados no cálculo. A empresa que descumprir a lei pode ser multada, ter atividade suspensa ou ter sua licença de funcionamento cassada, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor. Faça o download da última versão do manual e verifique a tabela IBPTax. Agosto de

8 CAPA Foto: pressmaster/fotolia.com Cresce a importância do bom profissional contábil Em um mercado em constante transformação, a contabilidade vem sendo redescoberta como o melhor instrumento para avaliar a gestão pública e a privada Envolvida em uma conjuntura recheada de complexidades fiscais e legais, a MPE, no Brasil, cada vez mais depende do contador. Isso porque as informações contábeis não se prestam apenas para atender às demandas do fisco. Exercem um papel crucial na gestão dos negócios e abrem o caminho para que as empresas se dediquem ao planejamento, ao desenvolvimento e à própria sobrevivência de seus negócios. De acordo com José Heleno Mariano, do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (Sindco), até recentemente, a burocracia sempre esteve ligada à imagem do profissional de contabilidade, mas isso vem mudando com o avanço da informática, das tecnologias e da conectividade entre os diferentes setores da economia. Nos dias atuais, o contador tem tempo para buscar fatos subjetivos dentro de uma empresa que apenas relatórios numéricos não evidenciam. A evolução da informática veio para colaborar com essa separação da contabilidade com a burocracia. A informática auxilia na execução das operações rotineiras e sistemáticas, explica Mariano. Para ele, o sistema eletrônico colabora com a profissão da contabilidade e isso faz com que os profissionais da área tenham disponibilidade de tempo para realmente exercer suas atividades de análise e suas projeções de opiniões do mercado. 8 Empresa Brasil

9 A contabilidade é, acima de tudo, uma área estratégica. A demanda no Brasil está aumentando e o mercado mantém-se aquecido mesmo em tempos de crise, acrescenta. Hoje, os profissionais que investem na educação continuada, na reciclagem de seus conhecimentos e no aperfeiçoamento técnico são muito disputados. De acordo com estimativas do setor, havia, em 16 de abril, contabilistas registrados. Nesse mesmo dia, o Empresômetro, do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), apontava a abertura de quase 443 mil novas empresas desde o início do ano. Ou seja, quase a mesma proporção, sem mencionar o fato de que o universo total pode chegar a 7 milhões de empresas, das quais 99% de micros e pequenas. Nessa linha, o papel do contador deve ser também de um consultor, ressalta Dora Ramos, do Escritório Pharos de Contabilidade, de São Paulo. Ocorre que quando o contador atuar desta forma ele deve deixar claro isto ao seu cliente, pois esse deve ser um trabalho diferenciado e pessoal, não podendo ser delegado a outros funcionários. O contador pode atuar em qualquer área que tenha como propósito lidar com informações para a tomada de decisão. Também é tipicamente uma atividade de contadores a auditoria dessas informações. Dados financeiros são aqueles utilizados pelos seus usuários, que podem ser os acionistas ou os credores de uma entidade. Como exemplo, uma atividade típica de contabilidade é a elaboração da demonstração de resultados de um exercício por um período determinado, que permitirá aos acionistas ter visão do desempenho da entidade na qual investiram seus recursos, podendo dela extrair a percepção do sucesso que um empreendimento pode ter. Esse profissional tem potencial de contribuição em todas as áreas da contabilidade gerencial, que serve ao público interno da empresa, seus gestores. Um contador pode ter importante papel dentro de uma área comercial de uma empresa ao auxiliar a desenvolver relatórios que capturem a performance de vendas por área, por região e por vendedor, permitindo perceber se os vendedores estão preocupados simplesmente em vender ou se estão atentos a vender e receber, exemplifica Guillermo Braunbeck, professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras). Não é uma coincidência, portanto, o fato de que a contabilidade vem sendo redescoberta como o melhor instrumento para avaliar a gestão pública e a privada. Ter números confiáveis e indicadores precisos é decisivo na hora de escolher estratégias numa empresa ou num governo. Por isso, é importante manter a qualidade no atendimento e serviços. Apenas a prática não habilita o profissional a superar a concorrência. É imprescindível que ele faça o acompanhamento diário das mudanças econômicas e financeiras. Além disso, é fundamental que ele busque especialização e atualização profissional. Hoje o verdadeiro papel do contador, em qualquer organização, pública ou privada, é interpretar, analisar, e tentar garantir a sobrevivência das entidades, diz o professor de Ciências Contábeis, Almir Rodrigues Durigon. José Heleno Mariano: A contabilidade é, acima de tudo, uma área estratégica. A demanda no Brasil está aumentando e o mercado mantém-se aquecido mesmo em tempos de crise DE ACORDO COM ESTIMATIVAS DO SETOR, HAVIA, EM 16 DE ABRIL, 484 mil CONTABILISTAS REGISTRADOS. NESSE MESMO DIA, O EMPRESÔMETRO, DO INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO (IBPT), APONTAVA A ABERTURA DE QUASE 443 mil NOVAS EMPRESAS DESDE O INÍCIO DO ANO. OU SEJA, QUASE A MESMA PROPORÇÃO Agosto de

10 CAPA Gestão adequada pode evitar até mesmo Na opinião do presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sérgio Approbato Machado Júnior, o contador tem um papel relevante no universo das MPEs, podendo auxiliá-las no crescimento e até mesmo evitar o seu fechamento, ao viabilizar a realização de análises e projeções para o desenvolvimento do negócio. Acompanhe a seguir a sua entrevista a Empresa Brasil: Machado Júnior: Empresa de contabilidade deve buscar sempre a ética, a transparência e a qualidade na prestação de serviços Foto: Sescon-SP/divulgação Empresa Brasil - Dada a complexidade da tributação no Brasil, além de uma série de outros temas que afetam a administração das MPEs, qual deve ser o papel do contador nos dias de hoje? Sérgio Approbato Machado Júnior: O contador tem um papel determinante para o desenvolvimento das empresas, independentemente do seu porte ou ramo de atuação, pois ele fornece dados para a gestão e as tomadas de decisões. Na questão específica das micro e pequenas empresas, esse papel se torna ainda mais relevante, pois a ciência contábil pode auxiliar no seu crescimento, evitar o seu fechamento, ao viabilizar a realização de análises e projeções para o desenvolvimento do negócio, ela dá suporte para um crescimento planejado e sustentável. Até que ponto os escritórios de contabilidade estão se adaptando às exigências da atual conjuntura do país? Não existe um estudo a esse respeito e é preciso se levar em conta também o excessivo número de obrigações acessórias impostas ao empreendedorismo brasileiro, que, em função do nosso papel de intermediadores entre o contribuinte e os fiscos, nos toma muito tempo. No entanto, o Sescon-SP tem feito um trabalho intenso tanto para conscientizar como para auxiliar, dando todo o suporte às empresas de serviços contábeis a estarem sempre atualizadas às constantes mudanças econômicas, legislativas, tributárias, fiscais e tecnológicas. A última novidade da entidade foi o lançamento do Portal Sescontech, que traz soluções inteligentes em tecnologia da informação para que os empreendedores contábeis possam modernizar seus negócios, acompanhar as tendências e estar preparados para a nova realidade fiscal brasileira. A opção pelo Simples é a que oferece a melhor vantagem para as MPEs? No complexo sistema tributário nacional, é preciso considerar diversos fatores antes da opção pelo regime de tributação, dentre eles podemos citar se há ou não lucro a apurar, se há créditos gerados pela atividade e se a empresa poderá se beneficiar da relação com fornecedores e clientes, os custos da parte previdenciária ligada diretamente com o custo da folha de pagamento. Portanto, a análise deve ser feita por um profissional que possa verificar realmente a melhor opção, não são apenas cálculos, mas há a necessidade de uma análise sob a ótica tributária, societária, trabalhista e previdenciária. Sair do Simples pode elevar a tributação? 10 Empresa Brasil

11 o fechamento da MPE Pode elevar como pode diminuir a carga tributária, portanto friso que é necessário procurar uma ajuda especializada. Em uma análise simplista, os setores que podem sofrer um impacto maior (aumento da carga tributária) são as MPEs que estão nos anexos I, II ou III. Seria possível calcular o ganho de uma eventual eliminação das distorções praticadas por estados no chamado ICMS/ST (substituição tributária) para quem optou pelo Simples Nacional? O Simples Nacional surgiu para dar um tratamento diferenciado para as MPEs. Porém, com o advento da substituição tributária, as empresas no regime de tributação especial perderam competitividade frente às empresas de porte maior. De uma forma simplista, o ganho é concorrencial principalmente para o atacadista e o varejista (considerados substituídos dentro da cadeia presumida da ST), que não terão a carga do produto majorado já na sua saída. Nota-se, a empresa optante do Simples Nacional (varejista ou atacadista) terá que arcar com o imposto da ST, igualando seu estado com outros varejistas de porte maior. Qual o perfil adequado de um escritório de contabilidade e de seus compromissos fundamentais com os clientes? Uma boa empresa de contabilidade deve sempre prezar pela ética e transparência, estar atenta e ser flexível às constantes transformações nas áreas tecnológicas, fiscais, econômicas e legislativas. Hoje, é imprescindível a educação permanente, tanto para os gestores como para todo o quadro de recursos humanos, pois a área contábil exige isso. É missão da empresa buscar sempre um bom relacionamento fisco-contribuinte para seu cliente, orientá-lo sobre a correta prestação de contas e, especialmente, assessorálo na gestão do negócio, mostrando como a contabilidade é fundamental para as tomadas de decisões. Importante destacar que o relacionamento de uma empresa contábil com o seu cliente começa com um bom contrato de prestação de serviços, onde ficam estabelecidos os direitos e deveres de ambas as partes e também o leque de serviços que está abarcado pelo honorário combinado. Para o sucesso, uma empresa de contabilidade deve buscar sempre a excelência, que abarca ética, transparência e qualidade na prestação de serviços. Essa nova realidade fiscal, que fez do contador um profissional fundamental não somente para a prestação de contas aos fiscos, mas também para a gestão estratégica das empresas, tem elevado a atividade. Porém, o empresário contábil deve estar ciente de todos os desafios impostos, como a necessidade permanente de atualização, reciclagem e de profissionalização. Outra dica que posso dar é a aproximação com as entidades de classe, como o Sescon-SP, a Aescon- SP, que permite a troca de experiências com os colegas e possibilita uma dinâmica de conhecimentos excepcional. CFC incentiva o aperfeiçoamento contínuo A evolução que vem ocorrendo na área contábil, nos últimos anos, em nível mundial, está renovando e atualizando não apenas as normas que regem as demonstrações financeiras de empresas e instituições privadas e públicas, mas também promove reflexos positivos sobre a imagem dos profissionais, afirma o presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Juarez Domingos Carneiro. No Brasil, hoje, de acordo com o dirigente, os contadores fazem parte de uma classe de profissionais que começam a ser vistos de forma diferenciada pela sociedade. Entretanto, é preciso que essa evolução seja acompanhada de ações de divulgação e esclarecimento, porque uma parte da sociedade ainda ignora a realidade e mantém o estereótipo de que contadores são figuras meramente burocráticas, tornando-se mais visíveis apenas em determinadas épocas, como a da declaração do Imposto de Renda. Mas o trabalho dos contadores não se resume a apenas isso. Somos geradores de informações e, cada vez mais, estamos sendo requisitados pelas organizações. Dificilmente encontram-se hoje profissionais da contabilidade desempregados. Agosto de

12 CONJUNTURA A difícil missão de reduzir o gasto público Com a pressão inflacionária, a responsabilidade fiscal passou a ser a principal estratégia do governo federal Como resposta às manifestações ocorridas em grande número de capitais e cidades de todo o país, derrubar a inflação passou a ser a principal estratégia de política fiscal do governo federal. Assim nasceu o pacto pela responsabilidade fiscal o primeiro dos cinco anunciados pela presidente Dilma Rousseff em cadeia de rádio e televisão, que incluem a reforma política (totalmente descartada depois pelo Congresso Nacional); a melhoria do sistema da saúde; o transporte público e a educação. Nossa definição, hoje, é de perseguir a meta fiscal de 2,3% do PIB, e ela veio a partir da avaliação da inflação e da situação econômica, afirmou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, segundo relato do jornal O Estado de S. Paulo. Desde que o Banco Central (BC) começou a elevar a Selic, a taxa básica de juros, em março, aumentaram as críticas à gestão fiscal do governo. Na visão do mercado, que continua elevando a projeção de IPCA em 2013, o BC estaria sozinho na luta pela redução da inflação. Neste momento estamos com uma política monetária mais contracionista, com o olhar na inflação, afirmou Augustin, que reforçou: Nossa meta fiscal será atingida com segurança, e se for preciso compensar o esforço de estados e municípios, nós vamos fazer. O fato é que o governo usou o pretexto da crise financeira nos países avançados para aumentar o gasto público e dar estímulo ao consumo. Medida considerada equivocada, segundo os especialistas, dada a insuficiência dos investimentos em edu- 12 Empresa Brasil

13 cação e infraestrutura, reconhecidos como os motores da produtividade. Sustentado com uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo e impulsionado principalmente por gastos previdenciários do INSS e outros gastos sociais, como seguro-desemprego, abono salarial, Bolsa-Família e benefícios devidos a idosos e inválidos. E, sobretudo, pelos aumentos do salário mínimo, o governo ficou sem recursos para os investimentos necessários para ampliar a oferta e a qualidade de serviços públicos. É preciso planejar o gasto público Enquanto o gasto não financeiro federal teve um aumento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2002 a 2012 um acréscimo de R$ 110 bilhões, com base no PIB de 2012, a rubrica de investimentos, no mesmo período, cresceu apenas 0,1% do PIB. Como alterar esse quadro a ponto de permitir o controle da inflação, juntamente com a retomada de políticas públicas eficazes em áreas carentes de investimentos? É preciso planejar o gasto público, diz o economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria Integrada. Com um dispêndio menor, segundo ele, haveria folga para aumentar a poupança. Nessa linha, sugere o estabelecimento de uma meta de gastos correspondente a 50% do PIB, o que implicaria a desaceleração de reajustes e contratações. Dessa forma o gasto público não cairia em termos nominais, mas em relação ao PIB, explica o economista, chamando atenção para os efeitos negativos sobre a economia no caso de o governo continuar com uma política desenfreada de gastos. Mas como viabilizar esse controle? De acordo com Gabriel Leal de Barros, pesquisador do Ibre da FGV, os graus de liberdade da política fiscal para contingenciar despesas são muito pequenos, haja vista que 75% das despesas são obrigatórias. O que sobra são gastos de custeio e investimento, sendo que corte no custeio é factível com melhoria da gestão, eficiência do gasto, medidas mais de médio prazo, avalia o economista. Um programa de choque de gestão é importante para melhorar o resultado eficácia das políticas e pode até gerar uma grande economia na casa de bilhões de reais. Mas o melhor gestor do mundo não conseguirá compensar com medidas administrativas o crescimento dos gastos sociais, o impacto da regra da reajuste do salário mínimo nas contas públicas e o efeito demográfico nas contas da previdência, adverte o economista Mansueto Almeida. Com base na despesa primária do governo federal de 2012, Almeida lembra que o grosso do gasto público concentrou-se em três rubricas: INSS (39,3%), gastos sociais (11,3%) e custeio de saúde e educação (12,1%). O custeio administrativo, onde seria mais fácil controlar o dispêndio, foi de 7% das despesas não financeiras do governo. Conclusão: ou o governo parte para medidas estruturais ligadas à idade de aposentadoria, ao reajuste do salário mínimo na mesma proporção da produtividade e drástica diminuição de privilégios trabalhistas de funcionários públicos para incentivar a meritocracia e eficiência, ou será preciso aumentar as receitas, adverte Armando Castelar, da FGV. Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin: Nossa definição, hoje, é de perseguir a meta fiscal de 2,3% do PIB, e ela veio a partir da avaliação da inflação e da situação econômica Agosto de

14 FEDERAÇÕES O que é preciso fazer para acelerar o crescimento do MS O presidente da Federação das Associações Empresariais do Mato Grosso do Sul (Faems), Antonio Freire, fala do momento político e econômico do país e comenta o cenário no estado. Impostos, leis, serviços, participação popular, infraestrutura, capacitação, demarcação de terras indígenas e agropecuária são temas desta conversa que o presidente da entidade teve com a revista Empresa Brasil Empresa Brasil: O senhor acredita que o governo está atuando corretamente no combate à inflação? Antônio Freire: Não. A meu ver não está tendo nenhum combate à inflação. Penso que o Governo, em vez de incentivar o consumo através dos incentivos que tem proporcionado à classe média como exemplo posso citar a redução do IPI na compra de veículos e eletrodomésticos, incentivo esse que só beneficia alguns setores, deveria investir na redução da carga tributária como um todo. Além de proporcionar ao comércio uma melhor logística, uma vez que se o empresário tiver melhores condições de produção, automaticamente, os preços serão reduzidos ao consumidor. sociedade com a participação e o envolvimento ativo de todos nas discussões que decidem os rumos do país. Até então, tivemos a omissão e já ficou comprovado que não leva a lugar nenhum, agora precisamos participar, cobrar e agir pensando no coletivo. O que o setor espera da reforma política que está sendo discutida pelo governo federal? Em sua opinião, o que deve ser alterado no atual sistema político? De que forma os empresários podem apoiar as demandas populares por reformas a partir das manifestações de junho no Brasil? Sendo mais participativos, fazendo sugestões e acompanhando mais a vida política, porque acredito que só teremos alguma transformação na 14 Empresa Brasil

15 O setor comercial espera o que todo cidadão brasileiro espera. Vejamos: o fim dos privilégios dos parlamentares, pois eles são representantes do povo, a quem as suas ações estão subordinadas; uma participação efetiva da sociedade no conselho de ética que julga o parlamentar, a democratização e transparência dos partidos e o fim do voto obrigatório. O MS é atualmente o estado que mais cresce na região Centro- Oeste. Como esse crescimento pode ser acelerado? Acredito que para isso é preciso uma menor carga tributária, menos burocracia estatal, mais investimento em infraestrutura e em capacitação de mão de obra. O setor de serviços é responsável por 67% do PIB do estado. Qual o impacto da desoneração da folha no setor? A medida pode motivar novos investimentos e contratação de mão de obra? Quero enfatizar que esse percentual equivale a comércio e serviços juntos, e não só serviços. Ainda, não tivemos nenhuma percepção dessa desoneração no setor de comércio e serviços. Porém, sabemos que na indústria houve uma mudança na cobrança que proporcionou a desoneração da folha. Toda e qualquer desoneração contribui e estimula novos investimentos e contratação de mão de obra. Como a Faems pretende atuar junto aos associados do setor? A Federação vem investindo no aperfeiçoamento dos empresários em relação a uma mudança de perspectiva empresarial. Isto é, incentivando-os a saírem do amadorismo e da inércia em relação ao novo cenário empresarial e tecnológico. Desse modo, investimos no Projeto Capacitar, que é um convênio com a Fundação Dom Cabral que contribuirá com o desenvolvimento dos nossos Associados. O agronegócio é fundamental não só pela geração de emprego e renda, mas também porque impulsiona o setor industrial e de serviços. Quais investimentos ainda precisam ser feitos para incentivar a produção rural? No nosso Estado o setor rural tem vivido um momento de instabilidade devido à iminência das demarcações de terras indígenas. Agora, convém ressaltar que se deve ao modo como esse processo vem sendo conduzido, prejudicando a produção rural. Devemos destacar que houve erros no passado que devem ser corrigidos sem prejuízo aos agricultores, pois eles não são os únicos responsáveis pela A Federação vem investindo no aperfeiçoamento dos empresários em relação a uma mudança de perspectiva empresarial. Incentivando-os a saírem do amadorismo e da inércia em relação ao novo cenário empresarial e tecnológico Agosto de

16 FEDERAÇÕES Não podemos aceitar o abandono no qual vivem os nossos irmãos índios. Essa é uma responsabilidade da União que deve agir em prol dos brasileiros como um todo, sejam eles índios e não índios atual situação. Não podemos aceitar o abandono no qual vivem os nossos irmãos índios, e essa é uma responsabilidade da União, que deve agir em prol dos brasileiros como um todo, sejam eles índios e não índios. Os investimentos a serem feitos são os essenciais para todos os setores, entre eles, rodovias, ferrovias, portos e hidrovias, diminuição da carga tributária, etc. O que acha da criação da secretaria da Micro e Pequena Empresa? Qual a sua expectativa? Quais devem ser as principais ações do novo secretário? Necessária. A minha expectativa é que ela atenda às principais reivindicações dos micro e pequenos empresários. Dentre as ações do novo secretário, que por sinal é o Sr. Guilherme Afif Domingos, um profundo conhecedor do setor e um dos criadores do Simples Nacional, que de certa forma contribuiu para a desburocratização do processo tributário. Mas precisamos avançar. Principalmente, nos estados em que o governo tem a antecipação do ICMS (substituição tributária). É preciso aumentar o teto do estado, igualando ao teto nacional. Como está a aplicação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa no MS? Ainda há muito desconhecimento por parte dos MPEs, razão pela qual ainda não usufruem dos benefícios da lei. Quais são as principais demandas da Faems junto ao governo estadual? Redução da carga tributária, aumento do teto do Simples, amparar e incentivar as grandes campanhas do comércio local, além de olhar com mais atenção para o setor que contribui com 68% da arrecadação do ICMS e 79% na geração de empregos. Quais são as prioridades do seu mandato? Desenvolver um projeto que contribua para o crescimento de todas as Associações Comerciais e a qualificação de seus executivos e colaboradores. Quais as perspectivas para o uso da certificação de origem como incentivadora do desenvolvimento institucional da Faems? É importante para a consolidação do papel e da função das Associações Comerciais que prestam a referida certificação, e tudo o que contribui para o fortalecimento das Associações diretamente, fortalece também a Faems. O que a Faems espera da atuação da nova gestão da CACB? Que continue a atuar frente às principais demandas do setor comercial do país, buscando sempre parcerias que possam contribuir para o desenvolvimento do comércio. Também, atuando politicamente, como ocorreu na votação do PLC 200/2012 que extingue a multa de 10% sobre o FGTS pago pelo empregador na rescisão contratual sem justa causa. Enfim, atuando diretamente junto aos poderes competentes. Tenho acompanhado a atuação do presidente Cairoli e tenho visto sua dedicação e empenho na busca de um melhor ambiente para as empresas brasileiras. 16 Empresa Brasil

17 AGOSTO/2013 SEBRAE.COM.BR INOVAÇÃO E INVESTIMENTO Formada em veterinária, jovem decide ser empresária do ramo de confecções Jackelyne Ferreira Dutra decidiu investir no sonho do próprio negócio Edmar Wellington 1

18 SEBRAE 2014 PEQUENOS NEGÓCIOS GANHAM ESPAÇO NO AEROPORTO DE BRASÍLIA Em loja apoiada pelo Sebrae, visitantes encontram artigos tipicamente brasileiros, produzidos em todas as regiões do país Produtos expostos na loja do aeroporto de Brasília Foto: Rodrigo de Oliveira Marcelo Araújo Agência Sebrae de Notícias Pão de tapioca do Ceará, café gourmet da Bahia, cogumelos champignon e shimeji cultivados no Distrito Federal, cosméticos de Mato Grosso, luminárias de Pernambuco, cachaças artesanais do Rio de Janeiro e joias do Rio Grande do Sul. Esses e vários outros artigos com a cara do Brasil podem ser encontrados por quem passa pelo Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. A loja Mosaico Brasil abre espaço a 122 produtores de mais de 310 tipos de produtos nacionais apoiados pelo Sebrae. Ao todo, são 7 mil itens disponíveis ao público interessado em levar para casa uma lembrança, a preços que vão de R$ 5,50 a R$ 448. A loja fi ca aberta todos os dias, das 8h às 20h, com atendimento também em inglês e espanhol. Nosso foco não está apenas nas oportunidades durante a Copa, mas principalmente no aumento da competitividade das micro e pequenas empresas, para que os negócios continuem e prosperem mesmo após os eventos, destaca o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. O superintendente do Sebrae no Distrito Federal, Antônio Valdir Oliveira Filho, pontuou a importância da iniciativa para dar visibilidade aos empreendedores apoiados pelo Sebrae na capital federal e em todo o país. Lançamos uma metodologia própria para alavancar o crescimento do setor produtivo e mostrar uma Brasília e um Brasil que nem todo mundo conhece. Os empreendedores acreditam em nós e apostam na formalização para gerar emprego e renda durante os grandes eventos esportivos. Os 122 pequenos negócios que têm seus produtos expostos na Mosaico Brasil são atendidos pelo programa Sebrae 2014, ação realizada nas 12 cidades- -sede do mundial de futebol e que por meio de cursos, palestras, seminários e rodadas de negócios tem aproximado os pequenos empreendimentos de potenciais compradores, governamentais ou da iniciativa privada. E 2 EMPREENDER / SEBRAE

19 A empresária Jackelyne Dutra é proprietária da loja Donna Moça Foto: Edmar Wellington EMPREENDEDORISMO JOVEM APOSTA NA MODA COMO NEGÓCIO Empresária vende multimarcas e coleções exclusivas AGÊNCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS/ GO Ter o próprio negócio está entre os maiores sonhos dos brasileiros. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor: Empreendedorismo no Brasil GEM 2012, 43,5% da população de 18 a 64 anos de idade pretendem ser o próprio patrão, contra 24,7% dos que preferem uma carreira como funcionário em uma empresa. O levantamento também mostra que 49,6% dos empreendimentos com até três anos de vida estão nas mãos de mulheres, 18,3% são administrados por jovens com idade entre 18 e 24 anos, sendo que 37% deles estão sob o comando de recém- -formados em cursos superiores. É o caso da empresária Jackelyne Ferreira Dutra, de 23 anos, que, em novembro de 2011, abriu as portas da Donna Moça, no Jatahy Shopping, em Jataí, a 325 quilômetros ao sudoeste de Goiânia. Mesmo recém-formada em Veterinária pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Jackelyne preferiu montar um negócio no ramo de confecções. Gosto muito da veterinária, mas o mundo da moda é meu sonho, revela. A loja no shopping não durou muito tempo, pois os altos custos de locação e taxas estavam inviabilizando o negócio. A empresária, então, decidiu mudar sua loja para o centro da cidade, onde criou um ambiente jovem e aconchegante. Vendo na loja o que gosto de usar. Visito exposições, faço pesquisas em sites, revistas, editoriais de moda e procuro manter-me sempre bem informada dos estilos e tendências das estações, ressalta, afi rmando que trabalha com multimarcas e algumas coleções exclusivas. Para atingir seu público-alvo, de 15 a 30 anos, a empresária usa as redes sociais e investe em anúncios em revistas e jornais. Na rede social, a resposta é imediata, observa. Os conceitos de gestão, conta Jackelyne, estão sendo adquiridos em um curso de Administração e no cotidiano do negócio. Foi muito difícil. Enfrentei dilemas, mas vejo que valeu a pena. Estou realizada fazendo o que gosto, resume. E AGOSTO DE

20 TURISMO BAIANAS DO ACARAJÉ GANHAM CARDÁPIO EM TRÊS LÍNGUAS A ação vai facilitar a comunicação com turistas estrangeiros durante os grandes eventos esportivos Foto: Mateus Pereira O superintendente do Sebrae na Bahia, Edival Passos, entrega à presidente da Associação das Baianas de Acarajé o novo cardápio GUSTAVO ROZARIO AGÊNCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS/ BA Pensando em diminuir os problemas de comunicação enfrentados por turistas estrangeiros, principalmente no período da Copa do Mundo da FIFA 2014, o Sebrae na Bahia entregou a cerca de 200 baianas de acarajé, filiadas à Associação das Baianas de Acarajé e Mingau do Estado da Bahia (Abam), cardápios em inglês, espanhol e português. Para divulgar o tradicional acarajé e outras iguarias presentes no tabuleiro, a ação de mercado envolveu também a entrega de banners e cartões-postais, explicando a importância cultural dos conhecimentos aplicados na produção e comercialização das chamadas comidas de baiana (acarajé, abará e bolinho de estudante). Para a presidente da Abam, Rita Santos, as peças vão facilitar o diálogo entre baianas e turistas, fazendo com que os quitutes caiam no gosto dos visitantes, além de ser mais uma forma de valorização da identidade cultural. Os turistas vão ter acesso não só aos ingredientes, mas vão conhecer um pouco da relação entre costumes, religião e culinária. Eles vão se deliciar com segurança e tranquilidade, sabendo o que estão comendo, destaca. Segundo o superintendente do Sebrae na Bahia, Edival Passos, essa é mais uma ação do programa Oportunidades Copa 2014, que conta com a parceria da Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa), e pretende, por meio da qualificação dos serviços, suprir as demandas dos megaeventos esportivos. Nada mais justo do que dar visibilidade ao trabalho das primeiras mulheres empreendedoras da Bahia. As capacitações vão permitir que elas melhorem a competitividade dos negócios, oferecendo um alimento com qualidade e mais saboroso, ressalta Edival. A baiana Maria Luzia dos Santos, de 75 anos, que tem ponto de venda no Centro Histórico de Salvador, comemora a entrega dos cardápios e brinca, dizendo que mesmo com o pouco que aprendeu de inglês e espanhol, agora não tem desculpa para não vender. E 4 EMPREENDER / SEBRAE

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