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1 PARECER TÉCNICO MASSA ALIMENTÍCIA DE MILHO ***ESPORTES*** TEXTO ELABORADO PELO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DA VP CONSULTORIA NUTRICIONAL

2 PARECER TÉCNICO - MASSA ALIMENTÍCIA DE MILHO O milho é uma planta da família Graminae e da espécie Zea mays de origem americana. Comumente, o termo se refere à sua semente, um cereal de alto valor nutricional. Esse cereal é cultivado em diversas regiões do mundo. Os Estados Unidos são os maiores produtores mundiais de milho. No Brasil, também um grande produtor e exportador do grão, São Paulo e Paraná são os Estados líderes na sua produção 1,2. Vários estudos sobre as potencialidades e os efeitos benéficos da utilização do milho sobre a nutrição e a aplicação dos seus derivados na indústria têm mostrado que o grão apresenta componentes nutricionais importantes para a dieta humana. Entre as substâncias identificadas estão carotenoides como a zeaxantina e alguns fitoquímicos (ácido fenólico, ácido ferúlico e flavonoides), além de fibras dietéticas. Além disso, o milho é uma excelente fonte energética e apresenta fácil digestibilidade 3-6, por possuir isenção total do glúten; pode ser utilizado por atletas no pré- e pós-treino para manutenção dos níveis de glicemia durante exercício físico e recuperação do glicogênio muscular no pós-treino, bem como prevenir lesões musculares decorrentes do estresse oxidativo, sendo capaz de aumentar o rendimento do atleta. CARBOIDRATOS E REPOSIÇÃO DE GLICOGÊNIO MUSCULAR A ingestão de carboidratos tem por objetivo fornecer energia durante a prática de atividade física e repor os estoques de glicogênio hepático no período pós-treino. Little et al. 7 determinaram os efeitos de refeições à base de carboidratos de baixo e alto índice glicêmico sobre o metabolismo e a performance física durante exercício intermitente de alta intensidade. Seis participantes foram divididos em grupos e completaram testes de corrida de alta intensidade por 90 minutos após 1 e 2 horas da ingestão de uma dieta isoenergética com baixo e alto índice glicêmico e dieta placebo. Os resultados mostraram que a disponibilidade de glicogênio foi maior no grupo que recebeu carboidratos, independente do índice glicêmico, mesmo sem reposição durante a corrida, enfatizando a importância do consumo de alimentos fontes de carboidratos no pré-treino. O efeito da ingestão de carboidratos de alto índice glicêmico no pós-exercício sobre o estoque de glicogênio muscular foi investigado por Burke et al. 8. Cinco ciclistas bem-treinados foram submetidos a um treino para depletar os estoques de glicogênio; após cada teste, os participantes repousaram e consumiram uma dieta composta exclusivamente de carboidratos de alto índice glicêmico ou uma dieta com baixo índice glicêmico. Verificou-se que o aumento no conteúdo de glicogênio muscular foi maior no 1

3 grupo com carboidratos de alto índice glicêmico que com o de dieta rica em carboidratos de baixo índice glicêmico 9. O aumento da ingestão de carboidratos logo após o exercício resulta em uma taxa maior de recuperação do glicogênio muscular e atenua os sintomas de overtraining (definido como um distúrbio neuroendócrino que resulta do desequilíbrio entre a demanda do exercício e a capacidade funcional, podendo ser agravado por uma inadequada recuperação, decréscimo no desempenho desportivo e atlético, incidência de contusões, mudanças neuroendócrinas e imunológicas, alterações no estado de humor e fadiga constante) durante períodos de treino de endurance intenso 10,11. Após o exercício os atletas devem consumir de 1g/Kg a 1,5g/Kg de peso corporal de carboidratos durante a primeira meia hora e a cada duas horas por cerca de 4 a 6 horas para repor os estoques de glicogênio muscular e hepático 12. Dessa forma, o macarrão de milho da linha Tivva pode contribuir positivamente para o fornecimento de energia no pré-treino e pós-treino, visto que a porção de 80g contém 63g de carboidratos. DISBIOSE E HIPERSENSIBILIDADE AO GLÚTEN: EFEITOS SOBRE A PERFORMANCE FÍSICA A disbiose é um estado caracterizado por alterações qualitativas e quantitativas da microbiota do intestino e por mudanças na distribuição e na atividade metabólica de micro-organismos pelo trato gastrointestinal (TGI). Tais modificações promovem redução na síntese de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), sendo um dos fatores determinantes para alteração da permeabilidade intestinal e prejuízo das funções do TGI, como digestão de alimentos, absorção e produção de nutrientes, síntese de hormônios e enzimas e outras atividades associadas ao sistema imune 13. Várias teorias têm sido propostas para elucidar a patofisiologia da disbiose, entre elas: agitação mecânica intestinal, alterações de fluidos, redução do fluxo sanguíneo, desidratação, aumento do tônus simpático e parassimpático, endotoxemia, alterações do trânsito intestinal e alterações hormonais e autoimunes 14,15. Estudos têm mostrado que atletas apresentam elevada prevalência de sintomas gastrointestinais relacionados à disbiose e hipersensibilidades alimentares, sendo uma das causas de queda de rendimento, principalmente em maratonistas e triatletas. Entre os sintomas observados, 30% a 83% dos corredores queixam-se de incontinência e sangramento retal, dor abdominal e diarreia de urgência Um dos mecanismos sugeridos para explicar a relação entre a ingestão de proteínas alergênicas e a redução da performance física em atletas é a de que as proteínas não digeridas são fermentadas pela microbiota colônica, o que resulta na produção de ácidos graxos de cadeia ramificada e metabólitos 2

4 potencialmente prejudiciais, como amônia, sulfeto e indóis, que aumentam a atividade de enzimas bacterianas, como a β-glicuronidase, azoredutase, nitroredutase e 7-α-hidroxisteroide desidroxilase em humanos. Consequentemente, ocorre elevação da liberação de metabólitos potencialmente tóxicos no intestino, induzindo a produção de citocinas pró-inflamatórias e espécies reativas de oxigênio, desencadeando processo inflamatório e surgimento de sinais e sintomas como distensão abdominal, flatulência, desconforto gástrico, dor abdominal e diarreia 21. Além disso, durante a prática de exercícios físicos ocorre hipoperfusão mesentérica e acúmulo de hipoxantina durante a isquemia e conversão de xantina oxidase, que aumenta a produção de radicais livres, promovendo rompimento dos desmossomos, interferindo na integridade da barreira da mucosa intestinal. Dessa forma, as proteínas mal digeridas passam para a circulação sistêmica, agravando o quadro de inflamação sistêmica, tendo como resposta infecções do trato respiratório superior, muito frequente em maratonistas, o que compromete o rendimento do atleta 20,22. Um dos alimentos mais consumidos no mundo e que favorece o surgimento das hipersensibilidades é o trigo, visto que contém em sua composição proteínas de difícil digestão 24,25. Segundo Pieretti et al., a alergia ao trigo é a mais comum afetando cerca de 0,4% das crianças. Scibilia et al. 26 relataram que ¼ dos pacientes em seu estudo reagiram a menos de 1,6g de trigo. O glúten é uma proteína presente no trigo e em outros cereais, como centeio, cevada e aveia, constituída por prolaminas e gluteninas. As prolaminas tóxicas encontram-se no trigo (gliadina), cevada (hordeina) e centeio (secalina), são resistentes à digestão pelas enzimas gástricas e pancreáticas e alcançam a lâmina própria do intestino delgado, possivelmente em consequência da alteração da permeabilidade intestinal A figura abaixo ilustra os mecanismos pelos quais o glúten estimula o processo inflamatório no trato gastrointestinal (figura 1). 3

5 Figura 1. Mecanismos de ação pelos quais o glúten ativa o sistema imune, promovendo inflamação do trato gastrointestinal. A produção de peptídeos derivados da gliadina pelas enzimas digestivas causa liberação da zonulina CXCR3- mediada, MyD88-dependente (2) e subsequente transativação da EGFR pelo PAR2 levando a ruptura do TJ (3). A alteração da permeabilidade intestinal permite que a gliadina e outros antígenos não próprios entrem na lâmina própria (4), onde são apresentados às moléculas HLA-DQ-DR (5). A apresentação de um ou mais peptídeos de gliadina leva a redução da tolerância oral (mudança para resposta Th1/Th17) e aumenta as respostas imunológicas à gliadina. Em seguida, as células dendríticas migram do intestino delgado para os nodos linfáticos mesentéricos e/ou pancreáticos (6) onde eles apresentam antígenos derivados da gliadina. Esta apresentação leva a migração de células CD4-CD8 e células T que causam inflamação (7). A adesão a uma dieta isenta de glúten ou tratamento com inibidor de zonulina AT1001 (8) previne a ativação do mecanismo da zonulina e, consequentemente, do processo autoimune nas células alvos, do pâncreas e do intestino. Fonte: Fasano, Além da doença celíaca e da alergia ao trigo, há evidências científicas de que o glúten pode ser responsável por outros problemas de saúde tão importantes quanto estes, tais como ataxia, eczema, síndrome do intestino irritável, neuropatias e doenças do trato respiratório, como asma, bronquite e rinite Por essa razão, a Associação Fartura Alimentos busca alternativas para o desenvolvimento de produtos que não contenham glúten em sua composição e de fácil digestibilidade, utilizando como principal ingrediente substituto do trigo, o milho, que deu origem à linha de produtos Tivva. Nesse sentido o consumo de macarrão de milho Tivva por indivíduos praticantes de atividade física representa uma opção benéfica por reduzir a exposição a potentes agentes inflamatórios. 4

6 ANTIOXIDANTES NA MODULAÇÃO DO ESTRESSE OXIDATIVO DURANTE EXERCÍCIO FÍSICO Estudos têm mostrado que a prática de exercícios físicos tem efeito protetor contra doenças cardiovasculares, câncer, diabetes mellitus, osteoporose entre outras doenças crônicas, por promover uma adaptação do sistema de defesa antioxidante no músculo esquelético, prevenindo contra os danos oxidativos, dependendo da carga do treinamento. Contudo, em condições de excesso ou sobrecarga de treino associado aos desequilíbrios nutricionais, há aumento do risco de lesões induzidas pelo exercício extenuante e intensificação do estresse oxidativo, o que pode comprometer a performance física do atleta. Chevion et al. 35 analisaram o efeito do estresse oxidativo durante treinamento de 31 atletas submetidos a exercícios extenuantes por seis meses e verificaram que a elevação da taxa de respiração durante o exercício intenso resultou em uma elevação na síntese de radicais livres e que o sistema de defesa antioxidante do organismo não conseguiu combater esse excesso, o que propiciou o aparecimento de lesões musculares. A fim de atenuar os efeitos do estresse oxidativo no desempenho físico, tem sido avaliado o papel da suplementação com nutrientes antioxidantes em atletas após treino intenso. Os resultados ainda permanecem controversos. Há estudos que defendem a suplementação nutricional como alternativa eficaz na prevenção de danos oxidativos. Azini et al. 36, por exemplo, mostraram em seu estudo, envolvendo 24 nadadoras de elite, que receberam suplementação de vitaminas e minerais e placebo após sessões de nado extenuante por quatro semanas, que houve redução significante dos parâmetros de avaliação da lesão do tecido muscular. Outros estudos, contudo, têm sido publicados apresentando o efeito pró-oxidativo dos suplementos antioxidantes 37. O próprio estudo realizado por Azini et al. 36 mostrou que a redução dos níveis de MDA, resultante da peroxidação lipídica de membrana celular não foi significante, sendo necessários mais estudos para avaliar a eficácia dos suplementos nutricionais. McAnulty et al. 38 evidenciaram que altas doses de vitamina E (800 UI) durante dois meses não promovem ação antioxidante ou resposta imune em triatletas, propiciando uma ação pró-oxidante durante exercício intenso. Quando tais doses de vitamina E isoladas são combinadas com estresse oxidativo, pode haver formação de radical tocoferil, desencadeando um processo de peroxidação lipídica. A associação de diversos nutrientes antioxidantes promove redução do estresse oxidativo, comprovando que a suplementação isolada pode ser prejudicial ao organismo. Como as espécies reativas de oxigênio são responsáveis pela indução da resposta adaptativa ao treino, o bloqueio da produção de EROS pelo uso de suplementos antioxidantes bloqueia esta resposta adaptativa benéfica, tornando-se prejudicial e comprometendo o desempenho físico. 5

7 Em contrapartida, o mesmo não é observado quando os antioxidantes fornecidos são providos por meio de uma alimentação saudável. A ingestão de alimentos fontes de nutrientes e compostos bioativos com capacidade antioxidante tem mostrado efeito positivo na manutenção da homeostase do sistema de defesa antioxidante 39. Assim, o consumo do macarrão à base de milho da linha Tivva apresenta-se como uma alternativa para suporte ao sistema antioxidante de atletas, visto que ele contém em sua composição 380mcg/100g de carotenoides expressos como zeaxantina. CAROTENOIDES Os carotenoides são definidos como isoprenoides, geralmente constituídos por 8 unidades de isoprenos, formando uma longa cadeia de polieno que pode conter de 2 a 15 duplas ligações conjugadas, o que permite muitas configurações cis e trans. São compostos lipofílicos encontrados em tecido adiposo, lipoproteínas e membranas celulares 40,41. O papel dos carotenoides presentes na dieta sobre o reparo muscular contra os danos oxidativos está bem descrito na literatura. As propriedades antioxidantes dos carotenoides fundamentam-se na estrutura destes compostos, principalmente no sistema de duplas ligações conjugadas, tornando possível a captação de radicais livres, principalmente o radical alquilperoxila (ROO). Além da captação de radicais livres, os carotenoides captam elétrons do oxigênio singleto, que volta ao estado fundamental (O 2) 40,42,43. Os carotenoides desempenham um papel importante na prevenção de doenças associadas ao processo de estresse oxidativo como o câncer, catarata, degeneração da mácula, arteriosclerose e retardo do processo do envelhecimento, além de aumentar a performance durante prática de exercícios físicos 42. Alipanah et al. 44 determinaram se as concentrações de carotenoides séricas totais estão relacionadas às alterações na velocidade de caminhada em mulheres idosas. O estudo mostrou que concentrações de carotenoides totais pode ser um fator de proteção contra o declínio da velocidade da caminhada em idosas. Outro estudo verificou que a redução dos níveis de carotenoides no plasma aumentou o risco de declínio da força muscular avaliado em 628 indivíduos idosos com 65 anos de idade após seguimento de seis anos 45. Isso indica a importância do consumo de carotenoides provenientes da alimentação na atenuação do estresse oxidativo, resultando em melhor rendimento. Dentre os carotenoides presentes nos alimentos, podemos destacar os mais estudados, como os carotenos (alfacaroteno, betacaroteno, licopeno, neurosporeno), xantofilinas (zeaxantina, luteína, criptoxantina e astaxantina). Dentre estes carotenoides, o único que possui atividade provitamina A é o betacaroteno. Uma das principais fontes desse corante natural é a cenoura. No quadro 1 encontra-se uma comparação do conteúdo de betacaroteno da cenoura e do milho. 46 6

8 Quadro 1. Conteúdo de betacaroteno na cenoura e no milho Alimento Betacaroteno (mcg/100g de alimento) Cenoura 8836 Milho 14 Fonte: USDA 47. Já o milho é uma importante fonte de zeaxantina, um carotenoide com efeitos benéficos sobre a acuidade visual. O macarrão da Tivva contém quantidade significante de zeaxantina comparado a outros alimentos fontes. O quadro abaixo compara o teor de zeaxantina do macarrão à base de milho da linha Tivva com outros alimentos fontes (quadro 2). Quadro 2. Conteúdo de zeaxantina nos alimentos. Alimentos Quantidade de zeaxantina (mcg/100g) Macarrão à base de milho Tivva 380 Espinafre cru 331 Nabo cozido 267 Alface crua 187 Espinafre cozido 179 Couve cozida 173 Tangerina 112 Suco de laranja concentrado 80 Laranja in natura 74 Alface congelada 70 Feijão verde enlatado 44 Brócolis 23 Cenoura 23 Ovo inteiro cru 23 Pêssego in natura 19 Aipo cozido 8 Pêssego in natura 6 Aipo cru 3 Fonte: USDA 47. 7

9 Quando seu preparo envolve outros ingredientes como azeite de oliva extravirgem e molho de tomate há aumento da biodisponibilidade dos carotenoides, visto que são compostos lipossolúveis e que, quando cozido e combinado com outra fonte de carotenoides, como o molho de tomate (fonte de licopeno), a sua conformação estrutural passa de trans para cis, sendo mais bem absorvido e aproveitado pelo organismo, potencializando seus efeitos 48,49. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. PARIZI, A.R.C. Efeito de diferentes estratégias de irrigação sob as culturas de feijão (Phaseolus vulgaris L.) e milho (Zea mays L.) na região de Santiago, RS. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Santa Maria. Centro de Ciências Rurais AGRINNUAL. Anuário de Agricultura Brasileira. Instituto FNP, pp. 3. PERRY, A.; RASMUSSEN, H.; JOHNSON, E.J. Xanthophyll (lutein, zeaxanthin) content in fruits, vegetables and corn and egg products. J Food Comp Anal; 22(1): 9-15, IBRAHIM, K.E.; JUVIK, J.A. Feasibility for improving phytonutrient content in vegetable crops using conventional breeding strategies: case study with carotenoids and tocopherols in sweet corn and broccoli. J Agric Food Chem; 57(11): , DE OLIVEIRA, G.P.; RODRIGUEZ-AMAYA, D.B. Processed and prepared corn products as sources of lutein and zeaxanthin: compositional variation in the food chain. J Food Sci; 72(1): S079-S085, ZHU, H.; LAN, Y.; LAMB, M.C. et al. Corn nutritional properties and yields with surface drip irrigation in topographically variable fields. Agricultural Engineering International: the CIGR E Journal; IX, LITTLE, J.P.; CHILIBECK, P.D.; CIONA, D. et al. Effect of low and high-glycemic-index meals on metabolism and performance during high-intensity, intermittent exercise. Int J Sport Nutr Exerc Metab; 20(6): , BURKE, L.M.; COLLIER, G.R.; HARGREAVES, M. Muscle glycogen storage after prolonged exercise: effect of the glycemic index of carbohydrate feedings. J Appl Physiol; 75(2): , DONALDSON, C.M.; PERRY, T.L.; ROSE, M.C. Glycemic index and endurance performance. Int J Sport Nutr Exerc Metab; 20: , BEELEN, M.; BURKE, L.M.; GIBALA, M.J. et al. Nutritional strategies to promote postexercise recovery. Int J Sport Nutr Exerc Metab; 20(6): , PEDROSO, E.R.P. Equilíbrio hidroelétrolítico no exercício e no esporte: reposição hidroeletrolítica durante e na recuperação associada ao esporte. Rev Med Minas Gerais; 11(2): 84-91, HASSAPIDOU, M. Carbohydrate requirements of elite athletes. Br J Sport Med; 45: e2, HÖRMANNSPERGER, G.; CLAVEL, T.; HALLER, D. Gut matters: microbe-host interactions in allergic diseases. J Allergy Clin Immunol; 129(6): , VAN NIEUWENHOVEN, M. A. et al. Effect of dehydration on gastrointestinal function at rest and during exercise in humans. Eur J Appl Physiol; 83: ,

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