infooutubro/novembro ancipa Alergias e intolerâncias alimentares

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "infooutubro/novembro ancipa Alergias e intolerâncias alimentares"

Transcrição

1 2014 infooutubro/novembro ancipa Alergias e intolerâncias alimentares

2 F o r m a ç ã o C a l e n d á r i o º S E M E S T R E 2 Contatos: Dina Lopes; Marta Gonçalves; Largo de São Sebastião da Pedreira, nº 31, 4º Lisboa Portugal [t] (+351) [f] (+351) [e] [w] Preço com IVA incluído Curso Data Local Duração Associado Não Associado Interpretação APCER SA e 25 Nov Lisboa 14 horas Fundo de Compensação: Como Acionar 25/nov Lisboa 4 horas Informação ao Consumidor Regulamento nº1169/ /dez Lisboa 7 horas ,5 Finanças para Não Financeiros 03/dez Lisboa 7 horas ,5 Faça a sua inscrição online em NOTA: As ações de formação poderão ser adiadas ou anuladas, caso não reúnam um número suficiente de participantes, ou qualquer outro motivo de gestão, procedendo ao reembolso da inscrição quando a mesma tenha sido regularizada. O cancelamento poderá ser efetuado até às 48 horas anteriores à data marcada. A não comparência na ação de formação, e as desistências após o início do curso, implica o pagamento total do valor da inscrição. Parceria: A ANCIPA cumpre com os requisitos da norma NP EN ISO 9001:2008 Pelas actividades de: Serviços prestados aos Associados- Promoção, Comunicação, Consultoria e Formação

3 E d i t o r i a l Como reagimos ao facto de ter em casa uma criança com intolerâncias ou alergias alimentares graves? A frase qualquer informação pode salvar uma vida traduziu essa realidade e fez com que muitos dos participantes e oradores do Seminário sobre o Regulamento (UE) nº 1169/2011, no passado dia 8 de outubro, em Aveiro, ficassem com uma nova perspectiva sobre este assunto. O tema de capa da edição de outubro/ novembro da infoancipa é um tema sensível e que obriga a uma reflexão ponderada por parte de todos os operadores da cadeia alimentar. A ANCIPA procurou nesta edição reunir os diversos pontos de vista, desde a Associação Portuguesa de Alergias e Intolerâncias Alimentares até às empresas que facultam a informação através da rotulagem dos seus produtos, da venda on line ou nos locais de consumo imediato, como a restauração e as pastelarias. Dina Lopes Coordenadora geral AN C I PA A ssociação Nacional de Comerciantes e Industriais de Pro dutos Alimentares Instituição de Utilidade Pública Largo de S. Sebastião de Pedreira, n.º Lisboa Tel /27 Fax Coordenador editorial: Ângela Pécurto Redação: Dina Lopes Publicidade: Lurdes Rito Depósito legal: /10 Design Gráfico: Victor Carôco; Sandra Lucas; Ângela Pécurto Impressão: IDG Imagem Digital Gráfica Tiragem: 2500 exemplares Esta publicação foi redigida ao abrigo do novo acordo ortográfico. A entrada em aplicação do Regulamento (UE) nº 1169/2011, a partir de 13 de dezembro, implica novas obrigações por parte das nossas empresas no que respeita à informação ao consumidor, estando o destaque dos alergéneos na linha da frente. Aguardamos ainda a publicação das medidas nacionais, relativas aos produtos não pré-embalados, esperando que a proposta de Portaria seja adaptada às exigências do mercado actual e que reflicta algumas das preocupações já transmitidas pela ANCIPA e associações congéneres. A forma como a informação é facultada nos diferentes canais disponíveis é um dos pontos cruciais, existindo ainda muitas questões por clarificar. Cada vez mais fundamental é a transmissão de conhecimento ao longo da cadeia e a existência de recursos humanos qualificados e com formação adequada. Este é um tema sensível independentemente das medidas que serão tomadas. Os operadores das empresas do setor alimentar terão que formar convenientemente os seus colaboradores sobre esta questão: a dos alergéneos presentes nos produtos. A ANCIPA está, como sempre, ao dispor das empresas associadas para apoiar esta formação. Dina Lopes Coordenadora geral Qualidade Publireportagem Em Foco FIscalidade Ambiente Legislação Protocolos

4 4 Metrologia do Setor Alimentar reúne profissionais da área Novas Regras de Rotulagem em debate na 2ª edição do Alimentas ANCIPA partcipou como Advisory Board nos Food & Nutrition Awards A coordenação da ANCIPA participou no Seminário Metrologia no Setor Alimentar, promovido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ), a 30 de outubro. O evento teve como objetivo, promover e dinamizar a discussão de todos os temas relevantes para a comunidade profissional com atividade no setor alimentar, focalizando e difundindo a importância da Metrologia nas vertentes legal, aplicada e científica, nos contextos nacional e internacional. Dina Lopes, coordenadora da Associação, integrou a Mesa Redonda na qual foram abordados aspectos como as Medições, Garantia da Qualidade e da Segurança Alimentar. A 2ª edição do Seminário de Segurança Alimentar Alimentas decorreu em outubro, em Aveiro, tendo como foco a recente publicação do Regulamento (UE) n.º 1169/2011, relativo à informação aos consumidores sobre géneros alimentícios. A ANCIPA participou no evento, abordando a Perspetiva da Indústria na Implementação do Regulamento, tendo ainda sido apresentado um caso prático da empresa Rui Costa e Sousa & Irmão, onde se verificam os desafios para a indústria dos produtos da pesca na implementação das novas exigências de rotulagem e a relação com a legislação vertical (como o Regulamento (UE) nº 1379/2013). A ANCIPA entregou a 2ª Menção Honrosa da Categoria de Serviço Inovação do Food & Nutrition Awards 2014, na Cerimónia destes Prémios, que decorreu no Dia Mundial da Alimentação, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Adopte um Agricultor: MyFarm Free My Farm, foi o projeto galardoado e distingue-se por se tratar de uma plataforma online com um ambiente amigável, na qual os consumidores compram quadrados de legumes aos quais estão associados uma produção total, durante um determinado período. Os melhores produtos, projetos e iniciativas no que respeita à inovação e ao empreendedorismo no setor agroalimentar e ciências da nutrição em Portugal foram mais uma vez distinguidos.

5 ACTUA- LIDADE 5 50% das vendas em 2020 devem ser no mercado externo Gumelo recebe prémio de Inovação no SIAL 2014 As 10 empresas que controlam o que comemos i n f o a n c i p a o u t / n o v Uma em cada cinco empresas portuguesas do setor agroalimentar espera obter 50% das suas vendas no mercado externo em Segundo um estudo da Deloitte apresentado no V Congresso da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), sob o tema Competitividade e Crescimento, as empresas portuguesas apostam sobretudo na captação de novos clientes noutros mercados, enquanto as de origem internacional estão mais focadas no mercado doméstico. A Gumelo, start-up portuguesa que aderiu recentemente ao programa Portugal Sou Eu, venceu o prémio SIAL Innovation 2014 para a categoria de frutas e produtos hortícolas, distinção que recebeu no passado mês, no SIAL Paris. Localizada em Almeirim, a Gumelo é uma empresa que produz, desde 2012, cogumelos, utilizando a borra de café como substrato. Certificação Sabor do Ano volta em 2015 O site Food for Thought reuniu as 10 principais empresas que controlam o mundo da alimentação, tendo por base o relatório de 2013, da Oxfam International. Disponibilizando informações como as receitas de cada empresa e o seu lucro líquido, o site decidiu reunir informações base sobre cada uma delas, colocando-as pela seguinte ordem de liderança: Associated British Foods, Coca-Cola, Grupo Danone, General Mills, Kellogg Company, Mars Incorporated, Mondelez Internacional, Nestlé, PepsiCo, Unilever Group. As exportações do setor subiram 7% nos últimos 5 anos e crescem acima do conjunto da economia. A certificação Sabor do Ano vai voltar em 2015 e as inscrições já estão abertas, contando atualmente com 20 marcas inscritas para a edição do próximo ano. Na edição de 2014, foram 27 os produtos eleitos pelos consumidores portugueses para receber a certificação Sabor do Ano. A certificação, que caminha para a 8ª edição em Portugal, testou este ano perto de uma centena de produtos.

6 QUALI- DADE Proposta de alteração à Portaria do pão sob consulta 6 O site da Comissão Europeia publicou a proposta de alteração referente à Portaria n.º 425/98, de 25 de julho, que fixa as características a que devem obedecer os diferentes tipos de pão e de produtos afins do pão, bem como a regular alguns aspetos da sua comercialização. O documento resulta de um trabalho conjunto entre a DGAV e diversas Entidades, do qual a ANCIPA participou ativamente, colaborando na compilação de legislação, normas técnicas e guidlines de Entidades. A proposta aplica uma norma transitória, segundo a qual é permitido, durante um período de doze meses a contar da data da entrada em vigor do diploma, o fabrico e comercialização, de pão e produtos afins do pão ou de padaria fina que obedeçam ao disposto na Portaria n.º 425/98, de 25 de julho. Consulte o documento na íntegra em index.php?option=com_content&view=article&id=210:propos ta-de-alteracao-a-portaria-do-pao-sob-consulta&catid=10:noti cias&itemid=155

7 Esclarecimento da DGAV sobre ausência ou presença reduzida de glúten 7 Da análise ao Regulamento de Execução (UE) nº 828/2014 da Comissão, de 30 de julho de 2014, relativo aos requisitos de prestação de informações aos consumidores sobre a ausência ou a presença reduzida de glúten nos géneros alimentícios, foi colocada a seguinte questão por parte da indústria: A partir da data de entrada em vigor do referido regulamento, os alimentos sem glúten ou com teor reduzido de glúten estão sujeitos a novas regras, sendo que as fórmulas para lactentes e fórmulas de transição estão proibidas de ostentar as menções isento de glúten ou teor muito baixo de glúten. Vai continuar a ser obrigatória a notificação dos géneros alimentícios (à exceção das fórmulas) que obedecem aos requisitos deste Regulamento de Execução? A DGAV esclarece que a partir de 20 de julho de 2016 (data de aplicação do Regulamento de Execução (UE) nº 828/2014), este tipo de produtos passam a ser considerados como géneros alimentícios comuns, pelo que a sua comercialização não obrigará a notificação prévia. Aquela Direção Geral encontra-se a analisar as possíveis alternativas quanto à notificação dos géneros alimentícios que obedecem aos requisitos do Regulamento de Execução (UE) nº 828/2014. i n f o a n c i p a o u t / n o v Investigadores criam pão com algas para substituir sal Investigadores do Instituto Politécnico de Leiria desenvolveram um pão de algas substitutas do sal, produto que em 2015 deverá começar a ser comercializado por uma panificadora com o intuito de dar novos usos aos recursos marinhos. Na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, o projeto arrancou há pouco tempo, mas os investigadores já confirmaram que é possível substituir sal por algas marinhas, sem se obter um pão insonso. O pão de algas e respetivas características nutricionais vão continuar em estudo até março de 2015, devendo começar a ser comercializado no segundo semestre desse ano por uma panificadora com estabelecimentos comerciais abertos ao público em Caldas da Rainha e Peniche.

8 QUALI- DADE Utilização de biocidas na indústria alimentar 8 A Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) emitiu um esclarecimento que visa informar os operadores do setor alimentar sobre a obrigação legal que sobre eles recai, no que diz respeito à utilização de biocidas. A colocação no mercado e utilização de biocidas são regulamentadas pelo Decreto-Lei n.º 121/2002 de 3 de maio (alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 112/2010 de 20 de outubro) e pelo Regulamento (UE) n.º 528/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de maio. Os biocidas utilizados no setor alimentar, até à fase em que os géneros alimentícios de origem animal são transformados, devem ser de uso veterinário e devem ter sido autorizados pela DGAV. As instalações onde devem ser utilizados biocidas de uso veterinário, autorizados pela DGAV, incluem: Explorações pecuárias, incluindo aquiculturas, Salas de ordenha, Matadouros, salas de desmancha, salas de fabrico de preparados de carne, carne picada e carne separada mecanicamente, Estabelecimentos de fabrico de produtos à base de carne, exceto os locais onde apenas sejam processados ou armazenados géneros alimentícios transformados, Lotas e estabelecimentos de preparação de produtos da pesca, exceto os locais onde apenas sejam processados ou armazenados géneros alimentícios transformados, Centros de expedição e depuração de moluscos bivalves vivos, Estabelecimentos de processamento de produtos lácteos, exceto os locais onde apenas sejam processados ou armazenados produtos transformados, Centros de classificação e embalagem de ovos, Pastelarias industriais onde são utilizados ovos, exceto nos locais onde apenas sejam processados ou armazenados géneros alimentícios transformados, Melarias, Entrepostos frigoríficos e centros de reacondicionamento, Estabelecimentos de preparação de caça e locais onde é efetuada a preparação inicial e exame inicial de caça. A lista de biocidas de uso veterinário autorizados está disponível no seguinte link: cos?generico=17307&cboui=17307

9

10 Análise comparativa: A nova edição do BRC issue 7 e os novos requisitos da Rotulagem dos géneros alimentícios 10 O BRC (British Retail Consortium) está na fase final da revisão do referencial Global Standard for Food Safety versão 7 (BRC issue 7) com previsão de emissão em janeiro de 2015 e entrada em vigor a 1 de Julho de A 13 de Dezembro deste ano entra também em vigor a maioria dos requisitos do Regulamento UE nº 1169/2011 relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios. A revisão da norma BRC issue 7 introduz algumas alterações relacionadas com a informação prestada aos consumidores através de requisitos aplicáveis à rotulagem. O presente artigo tem como objetivo identificar esses requisitos, tendo em conta as orientações do Regulamento UE nº 1169/2011. Segundo o Regulamento UE nº 1169/2011: Artigo 1º Objetivo e âmbito de aplicação 1. O presente regulamento estabelece a base para garantir um elevado nível de defesa do consumidor no que se refere à informação sobre os géneros alimentícios, tendo em conta as diferenças de perceção e as necessidades de informação dos consumidores, e assegurando simultaneamente o bom funcionamento do mercado interno. Tendo em conta que nos géneros alimentícios as informações relevantes para o esclarecimento dos consumidores são transmitidas essencialmente nos rótulos é importante analisar os requisitos do referencial BRC issue 7. As grandes novidades relativamente a este assunto são a introdução de um requisito específico para a Rotulagem dos produtos dentro do Capítulo 5 - Controlo do Produto e de um requisito classificado como Fundamental relativamente ao Controlo de rótulos e embalagens dentro do Capítulo 6 - Controlo do processo, a acrescentar aos 10 requisitos fundamentais da versão 6 (a versão 7 tem assim 12 requisitos classificados como fundamentais). É de salientar que a existência de uma não conformidade maior ou crítica num requisito identificado como fundamental não permite a certificação da organização. É expectável que as palavras rótulo e rotulagem devam aparecer referenciadas mais de 20 vezes na norma e palavras da família alergénios cerca de 40 vezes A análise das informações emitidas pelo BRC permite-nos listar as principais alterações de requisitos expectáveis no domínio da rotulagem: Controlo do produto Novo requisito: Rotulagem dos produtos A rotulagem dos produtos deve cumprir os requisitos legais adequados e conter informações que permitam a manipulação, visualização, armazenamento e preparação do produto na sua cadeia de fornecimento ou pelo cliente. Requisito existente: ( ) Deverá existir um processo para verificar que a rotulagem dos ingredientes e alérgenos está correta com base na receita e nas especificações dos ingredientes. Nesta atividade de verificação deverão ser introduzidas as especificações dos ingredientes Novo requisito: Deverão existir processos implementados e eficazes para assegurar que a informação dos rótulos é revista sempre que ocorram alterações nas seguintes situações: Receita do produto; Matérias-primas; Fornecedor de matérias-primas; Legislação; País de origem (quando identificado nos rótulos). Requisito existente: Quando um produto é desenvolvido para permitir uma alegação que satisfaz um grupo de consumidores (por exemplo uma alegação nutricional: livre de, redução de açúcar ), a organização deve assegurar que a formulação do produto e o processo de produção estão totalmente validados para cumprir com a alegação declarada. Neste requisito foi apenas acrescentado nos exemplos o livre de. Será relevante, por exemplo, para produtos declarados como não tendo determinado alergénio. Novo requisito: Quando a informação do rótulo é da responsabilidade do cliente ou de uma denominada terceira parte a organização deverá fornecer: Informações para que as informações do rótulo sejam desenvolvidas corretamente; Informação sempre que ocorra uma alteração que possa afetar as informações do rótulo. Controlo do processo - Fundamental

11 PUBLI- REPOR- TAGEM Novo requisito: Deverá existir um processo formal de colocação dos materiais de embalagens nas linhas de embalamento que assegurem que apenas se encontram disponíveis nos equipamentos de embalamento, as embalagens para uso imediato. Quando existe uma codificação ou impressão da embalagem fora da linha, devem ser implementados controlos que assegurem que apenas se encontram disponíveis nos equipamentos de embalamento, material corretamente impresso. Requisito revisto integralmente: Deve existir um procedimento documentado e implementado que assegure que os produtos estão a ser embalados nas embalagens corretas e corretamente rotulados. Este procedimento deve incluir, para garantir que os são utilizados os materiais de embalagem corretos, controlos: No início do embalamento; Durante o embalamento; Sempre que sejam alterados lotes ou materiais de embalagem; No final de cada embalamento. Esses controlos também devem incluir a verificação de qualquer impressão que seja efetuada na etapa de embalamento, tal como (quando apropriado): Código de data; Código do lote; Indicações de quantidades; Informações sobre o preço; Código de barras; País de origem. As alterações indicadas promovem a melhoria da comunicação com o consumidor através do rótulo e a garantia do controlo interno sobre os processos de conceção e colocação de rótulos pelos produtores. Para as empresas certificadas ou em processo de implementação a aplicação da Regulamentação supracitada fica facilitada. Andreia Magalhães Gestora de Projeto e Negócio APCER Agro&Food 11 i n f o a n c i p a o u t / n o v

12 EM FOCO 12 Alergias e intolerâncias alimentares Apesar de inofensivos para a maioria da população, os produtos ou substâncias passíveis de causar alergias e ou intolerâncias alimentares podem ser fatais para os indivíduos suscetíveis. Com a entrada em vigor do Regulamento (UE) nº 1169/2011, em dezembro de 2014, todos os operadores do setor alimentar, incluindo aqueles que vendem diretamente ao consumidor final o produto acabado, não embalado (por exemplo: refeições) serão obrigados a indicar todos os ingredientes utilizados no fabrico ou na preparação de um género alimentício (GA), nomeadamente as substâncias ou produtos suscetíveis de causar alergias e ou intolerâncias alimentares (alergénios). Os operadores económicos que não colocaram a declaração nutricional antes desta data terão de o fazer até 13 de dezembro de Neste regulamento, a definição de estabelecimento de restauração coletiva difere da terminologia habitualmente usada em Portugal, englobando «qualquer estabelecimento (incluindo um veículo ou uma banca fixa ou móvel), tal como um restaurante, uma cantina, uma escola, um hospital e uma empresa de serviços de restauração, no qual, no âmbito de uma atividade empresarial, são preparados GA prontos para consumo pelo consumidor final. No que concerne especificamente aos

13 GA não pré-embalados, o Regulamento permite aos Estados-Membros adotarem normas nacionais relativas ao modo como as menções, ou elementos das mesmas, são comunicadas e a respetiva forma de expressão e apresentação. A informação a fornecer ao consumidor assume especial relevância no que diz respeito aos GA não préembalados na medida em que os dados disponíveis parecem indicar que a maior parte dos incidentes relacionados com alergias alimentares têm origem nos mesmos, sendo fundamental fornecer ao consumidor a informação sobre potenciais alergénios. Dada a relevância que as doenças do foro alérgico e intolerâncias alimentares têm vindo a assumir, a ANCIPA convidou a Presidente da ALIMENTA Associação Portuguesa de Alergias e Intolerâncias Alimentares, Inês Ramires, a desmistificar algumas questões relacionadas com as imposições legais da indústria alimentar e a crescente prevalência deste tipo de patologias no mundo ocidental. ciências de produtos para casos de intolerâncias e alergias? IR: Em primeiro, a ausência ou falta de diversidade nos produtos adaptados a quem sofra de alergias ou intolerâncias alimentares, incluindo produtos certificados. (CONSULTE a proposta de medidas nacionais em ancipa.pt/images/projeto_dl_ normas_execucao_fipa.pdf) Em segundo lugar, o modo como é efetuada a rotulagem. do mercado por omissão na rotulagem), o que procuramos fazer em colaboração com a empresa em causa. 4 - Quais são os principais alergénios detetatos na indústria? IR:Leite, glúten, ovo, amendoins e frutos secos de casca rija. 5 - A restauração está preparada/informada para casos de intolerâncias? IR: Há uma clara falta de consciencialização e de informação da restauração em Portugal para esta temática, o que leva a que alguém que sofra de alergia ou intolerância alimentar em Portugal normalmente evite comer fora de casa. Um dos principais objetivos da Alimenta neste momento é, por isso, contribuir para a divulgação destas questões junta da restauração, incluindo todos os profissionais envolvidos nessa indústria. 6 Qual a diferença entre intolerância e alergia alimentar? 13 i n f o a n c i p a o u t / n o v 1 A indústria alimentar está a adaptarse a novas exigências de mercado. As intolerâncias alimentares já são um fator de alerta? IR: Enquanto consumidores, verificamos que as alergias e intolerâncias alimentares são vistas como um factor distintivo dos produtos apenas por uma parcela bastante reduzida das empresas da industria alimentar. A grande maioria das empresas cumpre o que a lei determina neste âmbito (e acreditamos que o mesmo sucederá com a legislação que se prepara para entrar em vigor) mas nem sempre o faz de maneira que transmita total confiança para o consumidor com alergias ou intolerâncias alimentares. 2- Quais são as principais lacunas/defi- 3- A Alimenta tem um papel de sensibilização. Qual é a vossa relação/cooperação com as empresas? IR: A Alimenta existe apenas há um ano, não tendo ainda tido possibilidade de avançar com projetos que têm idealizados e que poderão envolver a industria alimentar. No entanto, temos total disponibilidade para cooperar com a industria em todas as ações que consideremos relevantes para a divulgação das questões relativas às alergias ou intolerâncias alimentares, ou que contribuem para melhorar a qualidade de vida de quem delas sofre. Temos também como política difundir os comunicados de empresas relacionados com esta temática (nomeadamente quando está em causa a necessidade de retirar algum produto IR: A alergia alimentar consiste numa reação alérgica do sistema imunológico contra um determinado alimento considerado inofensivo para a maioria das pessoas. Os sintomas das alergias surgem rapidamente (entre poucos minutos até duas horas após o contato), após a ingestão, a inalação ou o simples contacto cutâneo, e podem ser originados pelo contato com meros vestígios. As reações alérgicas surgem sempre que há exposição ao alimento e a sua gravidade não depende da quantidade do alergénio a que se é exposto. A alergia alimentar pode ser fatal nos casos de choque anafilático, que é uma

14 14 A alergia alimentar consiste numa reação alérgica do sistema imunológico contra um determinado alimento considerado inofensivo para a maioria das pessoas. reação alérgica generalizada grave, que pode resultar em dificuldade respiratória, perda de consciência ou mesmo morte se não for imediatamente tratada. Já a intolerância alimentar é uma reação adversa ao alimento que não envolve o sistema imunológico, resultando, frequentemente, de alterações ou distúrbios do metabolismo do alimento. Os sintomas são mais lentos a surgir do que nos casos de alergia, e estão mais dependentes das doses ingeridas. As reações não têm o mesmo potencial de gravidade da resposta alérgica (nomeadamente não são fatais) e desenvolvem-se com maior frequência ao nível gastro-intestinal, podendo afetar o crescimento de crianças, por exemplo. 7 Que cuidados deve ter o consumidor com intolerância alimentar no momento da compra? IR: Quem sofre de alergia ou intolerância alimentar procede sempre a uma leitura rigorosa do rótulo, mesmo quando se trata de um produto que consume regularmente. Importa ainda reter que a regra nº 1 na compra é em caso de dúvida não comprar. 8 Como é que enquadra Portugal relativamente a outros países na oferta de soluções para as intolerâncias alimentares detectadas? A intolerância alimentar é uma reação adversa ao alimento que não envolve o sistema imunológico, resultando, frequentemente, de alterações ou distúrbios do metabolismo do alimento. IR: Infelizmente em Portugal, e ao contrário de outros países europeus por exemplo, a oferta de soluções para quem necessita fazer uma alimentação adaptada é ainda muita diminuta quer para quem pretende comprar produtos destinados ao consumo em casa, quer ao nível da industria da restauração ou hoteleira. A oferta que existe consiste sobretudo nas lojas de venda de produtos naturais ou biológicos (que não têm no entanto uma implementação nacional) ou nas grandes superfícies (que começam a ter alguns produtos, inclusivamente de marca branca, mas longe de corresponder às necessidades e à procura de quem sofre de alergias ou intolerâncias alimentares). Inês Ramires Presidente da Direção da ALIMENTA

15 FISCA LIDADE Prazo para certificação de programas de faturação adiado O Fisco adiou, pela quarta vez este ano, agora para 01 de janeiro, um ano depois do inicialmente previsto, o prazo de certificação dos programas de faturação produzidos internamente pelas empresas. A falta de certificação não era alvo de multas até ao final de setembro, mas no último dia desse mês o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, assinou um despacho - publicado no portal das Finanças que adia para 1 de janeiro a obrigatoriedade de certificação de software produzido internamente pelas empresas. No anterior despacho de prorrogação do prazo, assinado por Paulo Núncio a 30 de junho, o «elevado número pendente» de pedidos de certificação das empresas foi o motivo invocado, assim como a «elevada especificidade» desses programas de faturação criados internamente pelas empresas. O Orçamento Retificativo prevê um agravamento de 375 euros para euros da coima mínima pela utilização de programas e equipamentos informáticos de faturação não certificados. «A falta de utilização de programas ou equipamentos informáticos de faturação certificados é punida com coima variável entre euros e euros», lê-se no diploma que revoga o regime com coimas entre os 375 euros e os i n f o a n c i p a o u t / n o v Atualização das rendas para 2015 Valores mantêm-se inalterados Pelo Aviso nº 11680/2014, de (2ª série do DR), foi publicado o coeficiente de atualização anual de renda dos diversos tipos de arrendamento - habitação, comércio, indústria e exercício de profissão liberal -, e conforme previsto, corresponde a um aumento nulo no valor das rendas atualmente em vigor. Segundo aquele diploma, o coeficiente de atualização dos diversos tipos de arrendamento urbano e rural, para vigorar no ano civil de 2015 é de 0,9969, correspondendo a uma atualização negativa. Deve ter-se presente que a atualização das rendas corresponde à variação média anual dos preços no consumidor apurada em agosto do ano anterior, excluindo despesas de habitação. Na realidade, à semelhança do que sucedeu em 2010, registou-se, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), uma inflação negativa no corrente ano, não permitindo que se proceda a qualquer atualização do valor das rendas em Sendo assim, os senhorios não terão de efetuar qualquer comunicação aos inquilinos e estes, se receberem aviso de aumento ordinário das rendas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2015, devem contestar, recusando pagar qualquer adicional ao atual montante da renda. Recorde-se que, para 2014, o valor das rendas foi atualizado em 0,99% pelo Aviso nº 11753/2013, de 20.9 (2ª série do DR), que fixou o coeficiente em 1,0099.

16 FISCA LIDADE Redução temporária da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora 16 Na sequência do aumento do Salário Mínimo Nacional para 505 em outubro de 2014, o governo anunciou que existiria um redução da taxa social única para as empresas que viesse a ser afetadas pelo aumento de alguns dos seus colaboradores que anteriormente recebiam 485. Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 154/2014 do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social que define a medida excecional de apoio ao emprego que se traduz na redução temporária da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora. A medida de apoio ao emprego traduz -se na redução de 0,75 pontos percentuais da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora relativa às contribuições referentes às remunerações devidas nos meses de novembro de 2014 a janeiro de A quem se aplica? ( ) 1 A medida aplica -se às entidades empregadoras de direito privado, contribuintes do regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem, relativamente a cada trabalhador ao seu serviço, sem prejuízo do disposto no número seguinte. 2 Não têm direito à redução da taxa contributiva: a) As entidades empregadoras, no que respeita a trabalhadores abrangidos por esquemas contributivos com taxas inferiores à

17 estabelecida para a generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, com exceção das entidades cuja redução de taxa resulte do facto de serem pessoas coletivas sem fins lucrativos ou por pertencerem a sectores economicamente débeis, nos termos previstos no Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, aprovado pela Lei n.º 110/2009, de 16 de setembro; b) As entidades empregadoras, no que respeita a trabalhadores abrangidos por esquemas contributivos com bases de incidência fixadas em valores inferiores ao indexante de apoios sociais, em valores inferiores à remuneração real ou remunerações convencionais. ( ) E que condições têm de ser respeitadas? ( ) O direito à redução da taxa contributiva fica dependente da verificação cumulativa das seguintes condições: a) O trabalhador estar vinculado à entidade empregadora beneficiária por contrato de trabalho sem interrupção pelo menos desde maio de 2014; b) O trabalhador ter auferido, pelo menos num dos meses compreendidos entre janeiro e agosto de 2014, remuneração igual ao valor da retribuição mínima mensal garantida; c) A entidade empregadora ter a sua situação contributiva regularizada perante a segurança social. ( ) Finalmente destacamos ainda a Concessão da redução ( ) 1 A redução da taxa contributiva reporta -se às contribuições referentes às remunerações devidas nos meses de novembro de 2014 a janeiro de 2016, nas quais se incluem os valores devidos a título de subsídios de férias e de Natal. 2 A redução da taxa contributiva é concedida oficiosamente pelos serviços de segurança social quando se verifiquem as condições de atribuição. 3 Para beneficiarem da redução da taxa contributiva, as entidades empregadoras devem proceder à entrega das declarações de remunerações dos trabalhadores abrangidos de forma autonomizada de acordo com a redução da taxa contributiva aplicável. 4 A redução da taxa contributiva depende da apresentação de requerimento nos casos de trabalhadores com contrato de trabalho a tempo parcial. 5 Nas situações referidas no número anterior, o período de redução reporta -se: a) À totalidade do período previsto no n.º 1, nos casos em que o requerimento seja apresentado até 30 de novembro de 2014; b) Ao período remanescente, a partir do mês seguinte ao da apresentação do requerimento, nos restantes casos. 6 Em todas as situações em que se verifique a regularização da situação contributiva pela entidade empregadora durante o período de redução previsto no n.º 1, o direito à redução da taxa contributiva é reconhecido a partir do mês seguinte ao da regularização, e mantém -se pelo período remanescente. ( ) e a possibilidade de Cumulação de apoios: ( ) A medida de apoio prevista no presente decreto -lei pode ser cumulada com outros apoios ao emprego aplicáveis ao mesmo posto de trabalho, cuja atribuição esteja, por natureza, dependente de condições inerentes aos trabalhadores contratados. ( ) 17 i n f o a n c i p a o u t / n o v

18 FISCA- LIDADE Nova obrigação para as empresas Comunicação de inventários 18 A Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2015 irá criar uma nova obrigação para as empresas que deverá ser efetuada já em janeiro próximo a Comunicação de Inventários. Alarga-se a obrigação de comunicação das faturas aos inventários, que as pessoas singulares ou coletivas que tenham sede ou estabelecimento estável ou domicílio fiscal em Portugal, que disponham de contabilidade organizada e que estejam obrigadas à elaboração de inventários, passem a comunicar à Autoridade Tributária e Aduaneira, até 31 de janeiro de cada ano, por transmissão eletrónica de dados, o inventário respeitante ao último dia do exercício anterior, através de ficheiro com características e estrutura ainda a ser definida pelo Ministério das Finanças. Caso as entidades optem por período diferente ao ano civil, esta comunicação deverá ser efetuada até ao final do primeiro mês seguinte ao termo do exercício. São dispensados desta comunicação os sujeitos passivos cujo volume de negócios do exercício anterior ao da comunicação seja inferior a euros. Resumo anual 2014 ObrigaçõesPessoas Colectivas NOV DEZ JAN 2015 IVA Envio da declaração mensal e anexos IRS/IRC/Segurança Social Declaração de rendimentos pagos e de retenções, contribuições sociais e de saúde e quotizações (trabalho dependente) IRS/IRC/Selo Pagamento do IRC e IRS retidos e do Imposto do Selo Segurança Social Pagamento de contribuições IVA Envio de declaração recapitulativa mensal IRS/IRC Comunicação de rendimentos pagos, de retenções e deduções efetuadas, referentes a IVA Comunicação dos elementos das faturas IRS/IRC Declaração de rendimentos pagos ou colocados à disposição de sujeitos passivos não residentes IRS/IRC Comunicação de rendimentos pagos e retenções efetuadas a taxas liberatórias, referentes a IVA Envio da declaração trimestral e anexos 15 IMI Pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis 30 IRC Pagamento por conta 15 IRC Pagamento adicional por conta 15 Segurança Social Comunicação da admissão de novos trabalhadores Nas 24 h anteriores ao início de produção de efeitos do contrato de trabalho Planeamento Fiscal Comunicação, por promotores, de esquemas e atuações de planeamento fiscal propostos / acompanhados 20 dias subsequentes ao termo do mês a que respeitam Planeamento Fiscal Comunicação, por utilizadores, de esquemas e atuações de planeamento fiscal adotados Até ao fim do mês seguinte em que forem adotados IUC Pagamento do Imposto Único de Circulação Até ao último dia do mês da matrícula IVA Comunicação dos elementos dos documentos de transporte Nota: esta compilação não dispensa a consulta da legislação Fiscais. As datas indicadas poderão vir a ser alteradas: Comunicação prévia ou até 5º dia útil seguinte, consoante a via de comunicação utilizada

19 AMBI- ENTE Semana Europeia da Prevenção de Resíduos (SEPR) A 6ª edição da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos (SEPR) assinala-se entre 22 a 30 de novembro com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a problemática dos resíduos, reforçando a necessidade de prevenir a sua produção. O tema deste ano - desperdícios alimentares pretende alertar para as repercussões sociais, económicas e ambientais deste tipo de resíduos, que representa uma parcela significativa do conjunto de resíduos urbanos anualmente produzidos. Enumeram-se seguidamente algumas ações concretas para prevenir a produção de resíduos que pode colocar em prática no dia a dia, quando preparar as suas refeições: 1. Escolha cozinhar alimentos frescos: poderá assim comer mais saudavelmente e ainda economizar mais do que numa refeição pronta e pré-embalada e também produzir menos quantidades de resíduos de embalagens; 2. Não se esqueça de usar em primeiro lugar os produtos com a data limite de consumo mais próxima para evitar desperdícios; tenha mais cuidado com os produtos perecíveis, por exemplo, pôr os produtos que devem ser usados mais rapidamente à frente, no frigorífico ou no armário, é uma forma simples de controlar adequadamente o seu consumo e, evitando o desperdício, reduzir a produção de resíduos; 3. Sempre que possível beba água da rede pública de distribuição (é segura e mais barata) - Encha uma caneca com água da torneira! Economizará na compra de embalagens de garrafas de água e limitará a quantidade de recursos utilizados e resíduos produzidos! 4. Quando fizer um piquenique, leve preferencialmente embalagens herméticas para produtos alimentares, garrafas reutilizáveis e os utensílios de todos os dias; desta forma, depositará menos resíduos no contentor de lixo mais próximo; e aqueles que produzir, leve-os de volta para casa para os separar com destino aos ecopontos; 5. Para o lanche, coloque os alimentos numa «caixa» reutilizável/lancheira e a bebida num cantil em vez de um saco ou de um pacote/lata individual que deitará fora; 6. Ajuste os tamanhos das porções de alimentos servidos, consoante as necessidades nutricionais e apetite de cada um (pode ajustar as porções com base nos restos deixados no prato ou pela quantidade de comida confecionada que sobrou). 7. Aproveite os alimentos cozinhados em excesso para confecionar outros pratos, quando possível, ou congele o restante para outra ocasião (em embalagem hermeticamente fechada e datada); 8. Os óleos alimentares usados devem ser valorizados: procure reduzir a quantidade de óleos e gorduras utilizados na confeção dos alimentos e nunca os deite fora para a canalização! Coloque-os numa garrafa usada e depois num oleão. Procure também prolongar a vida dos óleos alimentares que usa na cozinha, escolhendo óleos de qualidade (que resistem melhor às altas temperaturas e queimam menos - pense também na sua saúde), filtrando o óleo após cada utilização para retirar as partículas/sedimentos resultantes da fritura, e fritando alimentos diferentes em óleos diferentes, para não misturar os sabores porque diferentes alimentos têm necessidades de diferentes graus de fritura/confeção. Aceda ao simulador de resíduos e verifique se é um consumidor sustentável!

20 AMBI- ENTE Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020) 20 A Portaria n.º 187-A/2014, de 17 de setembro de 2014 aprova o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020), para Portugal Continental, disponível no sítio da internet da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P.. De acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente, a estratégia para os resíduos, preconizada neste Plano, é assumida mantendo o objetivo de garantir um alto nível de proteção ambiental e da saúde humana, através do uso de processos, tecnologias e infraestruturas adequadas. Promove ainda a minimização da produção e da perigosidade dos resíduos e procura integra-los nos processos produtivos como materiais secundários por forma a reduzir os impactes da extração de recursos naturais e assegurar os recursos essenciais às nossas economias, ao mesmo tempo que se criam oportunidades de desenvolvimento económico e de emprego. Fiscalidade Verde A Comissão de Reforma da Fiscalidade Verde já procedeu à entrega do seu Projeto Final, com 59 medidas na área da fiscalidade ambiental. Face ao que constava no Anteprojeto de Reforma, e após um período de Consulta Pública, destacamse as seguintes medidas finais incluídas na Proposta de Lei 257/XII. 1) Criação da tributação do carbono no setor não integrado no CELE (Comércio Europeu de Licenças de Emissão); 2) Medidas Ade incentivo à mobilidade eléctrica; 3) Agravamento das taxas do Imposto sobre Veículos (ISV), em função das emissões de CO2; 4) Medidas de promoção da utilização de transportes públicos; 5) Um regime de incentivo ao abate de veículos em fim de vida; 6) Revisão da taxa de recursos hídricos `aluz do Plano Estratégico Nacional para o setor de Abastecimento de Águas e Saneamento de Águas Residuais -, com aplicação apenas em 2016, e a taxa geral de resíduos, na linha do preconizado no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos; 7) Criação de uma contribuição sobre os sacos de plástico, no valor de 8 cêntimos por saco, com o objectivo de reduzir a sua utilização para um nível máximo de 50 sacos per capita/ano, em 2015, face aos cerca de 466 atuais e de 35 per capita/ano, em 2016; 8) Medidas tendentes a promover uma repartição equitativa da receita proveniente de derrama municipal, quando estiverem em causa projetos de exploração de recursos naturais e tratamento de resíduos que abranjam municípios; 9) Adicionamento sobre as emissões de CO2 para certos produtos petrolíferos e energéticos, resultante da aplicação de uma taxa específica; 10) Benefícios fiscais para os prédios com elevada eficiência energética, os prédios objecto de reabilitação urbanística, os prédios afetos à produção de energias renováveis, os prédios com uso florestal e os prédios rústicos integrados em áreas classificadas ou protegidas, que proporcionem serviços de ecossistema em sede de Imposto Municipal sobre Imóveis tendo subjacente o reforço do Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade. 11) A majoração de gastos associados ao bike sharing ou a frotas de velocípedes constam igualmente da proposta, entre outras medidas, as quais pretendem alicerçar políticas de eco inovação e eficiência energética.

Calendário fiscal 2015

Calendário fiscal 2015 www.pwc.pt/tax Uma compilação das principais obrigações fiscais e parafiscais de periodicidade regular das pessoas coletivas e das pessoas singulares A PwC Os conteúdos aqui apresentados são de natureza

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção

Leia mais

NELAG Núcleo de Empresários da Lagoa NEWSLETTER n.º5 25.Outubro.2013

NELAG Núcleo de Empresários da Lagoa NEWSLETTER n.º5 25.Outubro.2013 Boletim Informativo: - Calendário Fiscal Novembro e Dezembro - Novo Regime de Bens - Manual Regime Circulação de Bens em circulação para venda e consulta - Controlo Integrado de Roedores novas imposições

Leia mais

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 FISCALIDADE VERDE Foi aprovado no passado dia 31 de Dezembro, a Lei n.º 82-D/2014 que promove reforma da tributação ambiental, regulamentando assim a Fiscalidade

Leia mais

Calendário fiscal 2014

Calendário fiscal 2014 www.pwc.pt/tax Uma compilação das principais obrigações fiscais e parafiscais de periodicidade regular das pessoas coletivas e das pessoas singulares A PwC Os conteúdos aqui apresentados são de natureza

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério das Finanças. Terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Número 17

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério das Finanças. Terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Número 17 I SÉRIE Terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Número 17 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério das Finanças Portaria n.º 22-A/2012: Altera a Portaria n.º 363/2010, de 23 de junho, que regulamenta a certificação prévia

Leia mais

Reforma da Fiscalidade Verde. 16 de outubro 2014

Reforma da Fiscalidade Verde. 16 de outubro 2014 Reforma da Fiscalidade Verde 16 de outubro 2014 OBJETIVOS: Reduzir a dependência energética do exterior Induzir padrões de produção e de consumo mais sustentáveis, reforçando a liberdade e responsabilidade

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS

REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS ORIENTAÇÃO TÉCNICA CONDICIONALIDADE REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS Os medicamentos são meios de defesa da saúde e bem-estar dos animais, assumindo um papel importante como fatores

Leia mais

Ambiente Reforma da Fiscalidade Ambiental

Ambiente Reforma da Fiscalidade Ambiental 13 de janeiro de 2015 Ambiente Manuel Gouveia Pereira mgp@vda.pt Angela Lucas asl@vda.pt Foi publicada, a 31 de dezembro de 2014, a Lei n.º 82-D/2014, que procede à alteração das normas fiscais ambientais

Leia mais

Reforma da Fiscalidade Ambiental Principais medidas

Reforma da Fiscalidade Ambiental Principais medidas N.º 02 09 de Janeiro 2015 Reforma da Fiscalidade Ambiental Principais medidas No quadro de uma reforma da fiscalidade ambiental, foi publicada, em 31 de Dezembro, para vigorar já em 2015, uma lei que procede

Leia mais

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Email: ssgeral@saudadeesilva.com NOVO REGIME DE FATURAÇÃO Alterações para 2013, em matéria de faturação e transporte de mercadorias. Legislação aplicável:

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 120/2010, Série I, de 23/06, Páginas 2221-2223.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 120/2010, Série I, de 23/06, Páginas 2221-2223. MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Diploma Portaria n.º 363/2010, de 23 de Junho Estado: vigente Legislação

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Se pretende entregar pelo portal das finanças deve previamente identificar 3 pontos:

Se pretende entregar pelo portal das finanças deve previamente identificar 3 pontos: O início do exercício de atividade, com a entrega/ submissão da respetiva declaração de início de atividade, é um momento de crucial importância para o estabelecimento de um clima de maior confiança entre

Leia mais

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO DESPACHO Para efeitos de apoio à implementação das medidas previstas na Lei do Orçamento do Estado para 2013, é aprovada a nota técnica em anexo, a qual deverá ser divulgada pela Direção Geral do Orçamento

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 41/2013. Certificação de Programas de Faturação

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 41/2013. Certificação de Programas de Faturação INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 41/2013 Certificação de Programas de Faturação A presente informação técnica substitui a informação n.º 6/2012 e a n.º 22/2010, introduzindolhe as atualizações resultantes da Portaria

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Legislação Diploma Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Estado: vigente Resumo: Despacho Normativo que altera o Despacho Normativo nº 18-A/2010, de 1 de julho. Publicação: Diário da República

Leia mais

FAQ s PORTARIA DE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE ÓTICA DO UTILIZADOR PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

FAQ s PORTARIA DE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE ÓTICA DO UTILIZADOR PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Classificação: 000.01.09 Seg.: P ú b l i c a Proc.: 1 6 / 2 0 1 2 GABINETE DO SUBDIRETOR-GERAL DA INSPEÇÃO TRIBUTÁRIA FAQ s PORTARIA DE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE ÓTICA DO UTILIZADOR (Em vigor após 1 de

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

Taxa reduzida em serviços de reparação de velocípedes

Taxa reduzida em serviços de reparação de velocípedes IVA Dedução em Viaturas de turismo Passa a ser possível a dedução integral do IVA em despesas relativas à aquisição, fabrico, importação, locação e transformação em viaturas ligeiras de passageiros ou

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

FAQ FISCALIDADE VERDE CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES

FAQ FISCALIDADE VERDE CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES FAQ FISCALIDADE VERDE CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES 1. Porquê a introdução de uma contribuição sobre os sacos de plástico leves (mais comummente designados por sacos de compras )? Para

Leia mais

Início > Cidadãos > Entregar > Declarações > Atividade > Início de Atividade

Início > Cidadãos > Entregar > Declarações > Atividade > Início de Atividade O início do exercício de atividade, com a entrega/ submissão da respetiva declaração de início de atividade, é um momento de crucial importância para o estabelecimento de um clima de maior confiança entre

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 297/2015, de 21 de setembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011

Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011 Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011 Seminário Metrologia no Setor Alimentar Monte da Caparica, 30 de Outubro de 2014 Organização: Apresentação da ANCIPA A ANCIPA (Associação

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 6546-(314) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 82-C/2014 de 31 de dezembro Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas,

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos

Leia mais

XXXX xxxxxxx Assembleia da República n.º 124/2011

XXXX xxxxxxx Assembleia da República n.º 124/2011 Quarta alteração à Portaria n.º 363/2010, de 23 de junho que regulamenta a certificação prévia dos programas informáticos de faturação do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas A Portaria

Leia mais

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal perspetivas newsletter NOV2014 VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal 1- O que é o valor residual de um ativo fixo tangível? Nos termos previstos na Norma Contabilística e de Relato Financeiro

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015 CALENDÁRIO FISCAL DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 12 Envio da Declaração Periódica, por transmissão eletrónica de dados, acompanhada dos anexos que se mostrem devidos, pelos sujeitos

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012 Alterações Fiscais Relevantes 1. Introdução O passado mês de Agosto foram publicados vários diplomas legais com impacto na vida das empresas e das organizações em geral.

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 02/SI/2012 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição de Produtos Regionais

Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição de Produtos Regionais Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição de Produtos Regionais Perguntas Frequentes 1 Qual a legislação que regulamenta o Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Sessão de esclarecimento para associações 1 2 Ofício n.º 30141 de 4 de Janeiro de 2013 da Direção de Serviços do IVA Novas Regras de Faturação Instruções complementares ao Ofício-Circulado

Leia mais

DR nº 17/2012 Ser. I Supl. 1. Portaria nº 22-A/2012 de 24-01-2012

DR nº 17/2012 Ser. I Supl. 1. Portaria nº 22-A/2012 de 24-01-2012 BDJUR - Vista de Impressão Imprimir Fec har DR nº 17/2012 Ser. I Supl. 1 Portaria nº 22-A/2012 de 24-01-2012 A Portaria n.º 363/2010, de 23 de junho, regulamentou o processo de certificação dos programas

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Direito à dedução - Criação, desenvolvimento e gestão do Parque de Ciência e Tecnologia Processo: nº 3666, despacho do SDG dos

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2010 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local A Autoridade Tributária e Aduaneira divulgou no passado dia 19, o ofíciocirculado n.º 20.180, contendo instruções sobre o enquadramento jurídicotributário

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012 Legislação fiscal Ratificações do Presidente da república (Convenções para evitar a dupla tributação e prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre o rendimento). Republica Democrática de Timor

Leia mais

PSZ CONSULTING Dez 2014

PSZ CONSULTING Dez 2014 Incentivos Fiscais PSZ CONSULTING Dez 2014 Índice Índice... 1 1 Introdução... 3 2 RFAI... 3 2.1 O Que é?... 3 2.2 Beneficiários... 3 2.3 Condições de Acesso... 4 2.4 Despesas Elegíveis... 4 2.5 Taxas de

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de Julho, que aprovou o PPCE - Programa

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015 Nº 58 Novembro 2015 IRC Informação Vinculativa Despacho de 17 de abril 1 Processo 750/2015 Tributação autónoma dos encargos com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo

Leia mais

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR Ana Paula Bico Out, 2011 POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR 2 perspectivas: Redução da dependência

Leia mais

N E W S L E T T E R A P A O M A

N E W S L E T T E R A P A O M A A P A O M A E D I Ç Ã O 4 F I S C A L I D A D E N E W S L E T T E R A P A O M A O U T U B R O 2 0 1 0 A G R A D E C I M E N TO N E S T A E D I Ç Ã O : A G R A D E C I M E N T O F I S C A L I D A D E P

Leia mais

O que devo exigir do meu contabilista? O que devo analisar no Balancete, Balanço e Demonstração de Resultados? Devo renunciar à isenção do IVA?

O que devo exigir do meu contabilista? O que devo analisar no Balancete, Balanço e Demonstração de Resultados? Devo renunciar à isenção do IVA? 18 de junho de 2014 O que devo exigir do meu contabilista? O que devo analisar no Balancete, Balanço e Demonstração de Resultados? Devo renunciar à isenção do IVA? IVA como gasto ou crédito fiscal? Afinal

Leia mais

Imposto sobre o Valor Acrescentado

Imposto sobre o Valor Acrescentado Imposto sobre o Valor Acrescentado 19 de Dezembro de 2011 O IVA na receita fiscal +12,6% IVA Page 2/26 Artigos alterados 9.º - Isenções nas operações internas 16.º - Valor tributável nas operações internas

Leia mais

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro A Portaria n.º 313/96, de 29 de Julho, regulamentou o Decreto-Lei n.º 322/95, de 28 de Novembro, que estabelecia os princípios e as normas aplicáveis à gestão de embalagens

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 63/2015, 1.º Suplemento, Série I, de 31/03, Páginas 1728-(2) 1728- (11).

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 63/2015, 1.º Suplemento, Série I, de 31/03, Páginas 1728-(2) 1728- (11). Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Diploma Portaria n.º 98-A/2015, de 31 de março Estado: vigente Legislação Resumo:

Leia mais

FAQS TÉCNICAS PERGUNTAS FREQUENTES DIRIGIDAS AOS PROFISSIONAIS CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES

FAQS TÉCNICAS PERGUNTAS FREQUENTES DIRIGIDAS AOS PROFISSIONAIS CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES FAQS TÉCNICAS PERGUNTAS FREQUENTES DIRIGIDAS AOS PROFISSIONAIS CONTRIBUIÇÃO SOBRE OS SACOS DE PLÁSTICO LEVES ÍNDICE ENQUADRAMENTO LEGAL NACIONAL E EUROPEU... 1 ÂMBITO DE APLICAÇÃO: SACOS E ESTABELECIMENTOS

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.1 CAPACITAÇÃO E DIVULGAÇÃO Enquadramento Regulamentar Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

Projecto de Lei nº /X

Projecto de Lei nº /X Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº /X ESTABELECE O REGIME APLICÁVEL À GESTÃO DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS Exposição de motivos: Os óleos alimentares usados são um resíduo não perigoso que carece de legislação

Leia mais

IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos

IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos 0 Decreto-Lei nº 197/2012, de 24 de agosto, introduz alterações às regras de faturação em matéria

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015 DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 02 IUC Liquidação, por transmissão eletrónica de dados, e pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), relativo aos veículos cujo aniversário da

Leia mais

Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto

Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto LEGISLAÇÃO: - Decreto-Lei n.º 197/2012, 24 de agosto - Decreto-Lei n.º 198/1990, 19 de junho -

Leia mais

Política Obrigatória Fevereiro 2013. A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política Obrigatória Fevereiro 2013. A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política Obrigatória Fevereiro 2013 A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política Obrigatória Fevereiro 2013 Autor/ Departamento Segurança, Saúde e Sustentabilidade Ambiental Público-alvo

Leia mais

FAQ. Regulamento CLP

FAQ. Regulamento CLP FAQ Regulamento Questões mais frequentes no âmbito do Regulamento n.º 1272/2008 () Versão 2.1 novembro 2012 Índice Âmbito 3 O que é o? 3 Quem é afetado pelo? 3 O que acontece à anterior legislação sobre

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

Reforma da Fiscalidade Verde Uma análise em que pode confiar. Especial Tax News Flash 24 Outubro 2014

Reforma da Fiscalidade Verde Uma análise em que pode confiar. Especial Tax News Flash 24 Outubro 2014 Reforma da Fiscalidade Verde Uma análise em que pode confiar Especial Tax News Flash 24 Outubro 2014 Proposta de Lei de Reforma da Fiscalidade Verde No dia 23 de Outubro de 2014, foi apresentada pelo Governo,

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV BENEFÍCIOS FISCAIS ÀS ZONAS FRANCAS ARTIGO 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1. (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro) 2. (Revogado pela Lei 64-B/2011,

Leia mais

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa Novas medidas e benefícios fiscais para 2014 Abílio Sousa Programa Vetores essenciais das medidas de natureza fiscal constantes da lei do OE 2014 DLRR um novo benefício fiscal para PME A reforma do IRC

Leia mais

1. Rosto. Quadro 5 Residência fiscal

1. Rosto. Quadro 5 Residência fiscal Classificação: 0 0 0. 0 1. 0 9 Seg.: Pública Proc.: 2 0 1 2 / 5 9 DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO Of.Circulado N.º: 20 156/2012 2012-02-02 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF):

Leia mais

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1 ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO José António Rousseau - Director Geral 1 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 2- ROTULAGEM 3- RASTREABLILIDADE 4- DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA 5- PROGRAMA EUROPEU-

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

Condições de Acesso da Empresa e do Produto

Condições de Acesso da Empresa e do Produto Condições de Acesso da Empresa e do Produto 1. Condições de Elegibilidade da Empresa A empresa candidata à atribuição do selo Portugal Sou Eu deve observar as seguintes condições de elegibilidade: a) Encontrar-se

Leia mais

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves.

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 286-B/2014, de 31 de dezembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Artigo 7.º Fiscalização

Artigo 7.º Fiscalização Artigo 7.º Fiscalização 1 - Todas as pessoas, singulares ou coletivas, de direito público ou de direito privado, a quem sejam concedidos benefícios fiscais, automáticos ou dependentes de reconhecimento,

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. 6546-(418) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. 6546-(418) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 6546-(418) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 n.º 4 do artigo 98.º ou de o respetivo montante ser levado em conta na liquidação final do imposto, os prazos de reclamação e de

Leia mais

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Março de 2014 2 Fundos de Compensação e de Garantia do Trabalho 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Assembleia da República

Leia mais

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 FISCAL N.º 4/2009 OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 INCENTIVOS FISCAIS A PROJECTOS DE INVESTIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO No passado mês de Setembro foram publicados dois decretos-lei que completaram e alteraram o

Leia mais

Obrigações Fiscais 2013

Obrigações Fiscais 2013 Obrigações Fiscais 2013 Caros Associados, A publicação do Decreto-Lei n.º 197/2012 e do Decreto-Lei n.º 198/2012, ambos de 24 de agosto, vieram introduzir importantes alterações nas normas relativas à

Leia mais

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D Condições de Enquadramento Portaria nº 57-A/2015 de 27 de Fevereiro de 2015 0 VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO,

Leia mais

FAQ S Certificação Software GM

FAQ S Certificação Software GM FAQ S Certificação Software GM Macwin - Sistemas Informáticos S.A. A Portaria nº 363/2010, de 23 de Junho de 2010, regulamentou o processo de certificação dos programas informáticos de facturação tendo

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 163 24 de Agosto de 2007 5659 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 40/2007 de 24 de Agosto Aprova um regime especial de constituição imediata de associações e actualiza o

Leia mais

Sistema de Incentivos. Internacionalização das PME

Sistema de Incentivos. Internacionalização das PME SISTEMA DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Tipologia de investimento: Qualificação e Internacionalização das PME Área de investimento Internacionalização das PME O sistema de incentivos tem como objetivo reforçar

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B ORÇAMENTO DO ESTADO OE2016 O QUE MUDA? parlamento Proposta de Orçamento do Estado para 2016 - Proposta de Lei no. 12/XIII. Apresentamos aqui as principais medidas de natureza fiscal propostas neste diploma.

Leia mais

Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa

Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa O Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento entrou em vigor a 15/01/2015, após aprovação pela Câmara Municipal

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO INFORMAÇÃO N.º 56 P E R Í O D O DE 23 A 30 D E D E Z E M B R O DE 2011 PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO Dec. Lei n.º 119/2011, de 26 de Dezembro Estabelece com carácter permanente o limite legal

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DE OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE OUTUBRO 2015 Dia 12: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de agosto 2015 e anexos. IVA: Pagamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), a

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

Volta de Apoio ao Emprego 2014

Volta de Apoio ao Emprego 2014 Volta de Apoio ao Emprego 2014 Apoios ao Empreendedorismo 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE) 2. Programa Investe Jovem 3.O Ninho de Empresas de Loulé 2014-10-23

Leia mais

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Subsistemas Fomento da Base Económica de Exportação Desenvolvimento Local Empreendedorismo

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Óleos Alimentares Usados (OAU) GERAL/ENQUADRAMENTO 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de óleos alimentares usados? 2. Quais as proibições previstas no âmbito da gestão

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015. Série. Número 33

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015. Série. Número 33 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Série 2.º Suplemento Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 1/2015/M Aprova o Regulamento

Leia mais

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 6 2

Leia mais

mhtml:file://c:\users\pm760120\appdata\local\microsoft\windows\inetcache\con...

mhtml:file://c:\users\pm760120\appdata\local\microsoft\windows\inetcache\con... Página 1 de 5 Problemas na visualização deste email? Clique aqui #14 Junho 2015 Neste boletim Governo dos Açores disponibiliza sistema eletrónico de consulta de reclamações ou denúncias à IRAE Melhor treino

Leia mais

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca www.pwc.pt/tax Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca Enquadramento da Lei nº. 70/2013 no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Remunerações no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Benefícios aos

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho 07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho Estágios Profissionais A matéria relativa aos estágios profissionais encontra-se regulada pelo Decreto-Lei n.º 66/2011, de 1 de Junho («Estágios Profissionais»)

Leia mais

Faro, 2 de agosto de 2012

Faro, 2 de agosto de 2012 Faro, 2 de agosto de 2012 Estímulo 2012 A medida ativa de emprego Estímulo 2012, aprovada pela Portaria nº 45/2012, tem por objetivo: Apoiar a contratação de desempregados; Promovendo e aumentando a sua

Leia mais