Intolerância Alimentar Alergia Alimentar Hipersensibilidade Alimentar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Intolerância Alimentar Alergia Alimentar Hipersensibilidade Alimentar"

Transcrição

1 Intolerantoterapia

2 Intolerância Alimentar Alergia Alimentar Hipersensibilidade Alimentar

3 Os vilões da sua saúde podem estar no prato. Muita gente passa mal porque tem intolerância alimentar, alergia alimentar ou a hipersensibilidade a algum alimento. A intolerância alimentar é o resultado da dificuldade do organismo na digestão ou assimilação de determinado alimento. Surge quando o organismo tem dificuldade em digerir ou processar corretamente o alimento ou ingrediente ingerido, não existindo participação imunológica, ou seja, não envolvendo anticorpos. Neste caso, a reação surge devido a uma deficiência enzimática (como por exemplo,. a intolerância à lactose por défice de lactase) ou devido a contaminantes dos alimentos (por ex. bactérias, ou substâncias tóxicas), sendo os sintomas imediatos, logo após a primeira ingestão. A alergia alimentar consiste na resposta do sistema imunitário a um determinado alimento, ao qual reage como sendo uma ameaça externa que deve combater. A reação aparece, normalmente, na segunda vez que o alimento é ingerido. A reação alérgica pode ser desencadeada apenas com o toque ou cheiro do alimento alergéneo, pelo que é muito importante evitar qualquer tipo de contato, ainda que indireto. Além disso, o mesmo alimento pode provocar sintomas diferentes em pessoas diferentes ou até na mesma pessoa. A hipersensibilidade alimentar (geralmente usado como sinônimo de alergia alimentar) pode ser definido como uma reação clínica adversa, reproduzível após a ingestão de alergenos (substâncias que desencadeiam a alergia) presentes nos alimentos, causados pela exposição a um estímulo em uma dose tolerada por pessoas normais

4 As hipersensibilidades alimentares podem ser de dois tipos: imediata ou tardia. As Imediatas são um fenômeno raro e afetam de 0,3 a 7,5% das crianças e 1 a 2% dos adultos. Como todo processo alérgico, a alergia imediata também mobiliza anticorpos, mais especificamente do tipo IgE. Estes se ligam ao antígeno alimentar agressor, formando-se os imunocomplexos (complexos de antígeno e anticorpo). As Tardias, ocorrem quando anticorpos do tipo IgA, IgG e IgM são produzidos em resposta a ingestão de alimentos, agentes químicos ou toxinas bacterianas produzidas no ambiente intestinal ou veiculadas através dos alimentos. A maneira de diagnosticar uma hipersensibilidade e que está mais ao alcance da maior parte dos profissionais é aplicar a dieta de eliminação por pelo menos 30 dias, onde somente devem ser ingeridos aqueles alimentos com baixo potencial alergênico. Após este período segue com a re introdução gradual dos alimentos, sempre estando atenta para correlacionar o aparecimento de algum sintoma com a ingestão de determinado alimento. Neste sentido, as hipersensibilidades tardias podem ser cíclicas ou fixas. São chamadas cíclicas quando a eliminação do alergeno alimentar em questão é feita durante meses (o tempo varia entre indivíduos) e isto permite a sua reintrodução desde que esta não seja de maneira muito frequente. Normalmente se tolera bem a ingestão do alimento com 4 dias de intervalo. Já nas alergias fixas, toda a vez que o alimento é ingerido ocorre reação independente do tempo de intervalo que se dá entre as ingestões do mesmo, ou seja, não há descensibilização do sistema imunológico mesmo que se permaneça meses ou anos sem ingerir o alergeno alimentar. Praticamente qualquer alimento pode provocar as reações de hipersensibilidades tardias, mas os mais comuns são a carne vermelha, frutas cítricas, leites e seus derivados, glúten (trigo, centeio, cevada, aveia e malte), ovos, milho e carne de porco. Estes contribuem com pelo menos 80% dos casos

5 Alergia alimentar De acordo com o Food and Drug Admistration (FDA), órgão governamental norte-americano, já passamos dos 3 mil tipos de produtos químicos tais como conservantes, preservativos e edulcorantes passivos de serem encontrados em nossa alimentação. E paralelo ao aumento destes produtos ocorre também o crescimento no número de casos de alergia alimentar, embora este problema ainda seja mal diagnosticado O que é? A alergia alimentar é uma reação indesejável que ocorre após a ingestão de determinados alimentos ou aditivos alimentares. A alergia alimentar sempre envolve um mecanismo imunológico, expressando-se através de sintomas muito diversos. A alergia alimentar é, simplificando ao máximo, uma resposta exagerada do organismo à determinada substância presente nos alimentos. É muito comum entendermos a alergia como sendo uma reação individual sintomática relativa a fatores do ambiente cuja concentração, ou quantidade, a maioria das pessoas consegue facilmente tolerar. Contudo, é preciso ser comprovado cientificamente a presença de um reagente que, na terminologia médica, é um anticorpo chamado de imunoglobulina E (IgE). Este anticorpo por sua vez se manifesta especialmente nas alergias por pólen, poeira e pelos de animais, porém, aparece em número limitado na alergia alimentar. A resposta do IgE é o que o alergista esta procurando quando realiza testes em nossa pele ou quando solicita o Radioalergosorbent Test (RAST IgE) no sangue.

6 Entretanto, a maioria das alergias alimentares tem um tempo para manifestação bastante variável, podendo acontecer dentro de 1 hora ou em até 30 dias depois da ingestão de determinado alimento. Infelizmente, o leque de reações, tanto emocional quanto física, aos alergênicos não é facilmente descoberto quando medido pelo IgE. Como conseqüência disso, muito se rotulou, principalmente as mulheres, como neuróticas, hipocondríacas ou inseguras quando apresentavam queixas físicas e ou emocionais inespecíficas. Atualmente, este fato está sendo contornados com o avanço da medicina nutricional embasada em trabalhos científicos conduzidos e publicados nos principais meios médicos da medicina moderna. Por que temos alergias? O aparecimento destas alergias está vinculado à mudança de hábito alimentar do fim de século. É um tema que começou a se tornar importante nos últimos anos pelo fato de utilizarmos uma alimentação muito industrializada, refinada e com excessiva concentração de conservantes e preservativos, como dissemos anteriormente. Isto se associa a mais de 10 mil tipos de químicos contaminantes presentes na água, ar e alimentos. Há, pois, uma dificuldade do nosso organismo em lidar com esses xenobióticos, que o enfraquecem criando a intolerância alimentar e, posteriormente, a alergia. Adicione a essa condição o fato de que nosso padrão alimentar não contém mais a quantidade necessária de nutrientes para manter o nível de saúde. Outro fator causador do desenvolvimento de alergias e o fato de comermos mais do que precisamos, com isso causando sobrecarga em nosso sistema digestivo e imunológico. Para termos uma ideia, consumimos em média de 500 a 1000 calorias a mais do que seria necessário para uma boa saúde. Temos ainda que levar em consideração o fato de que, com muita frequência, estamos comendo alimentos com uma variedade bastante limitada. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos apontou que cerca de 80% das calorias obtidas provém de apenas 11 tipos de alimentos. Isso significa que estamos constantemente bombardeando o nosso corpo com o mesmo alimento, que contém os mesmos nutrientes, criando uma sensibilidade e permitindo o surgimento de alergia, com as manifestações diversas.

7 Alguns sintomas associados a alergia alimentar

8 Sintomas Físicos Cabeça Olheiras escuras, inchaço e rugas sob os olhos (sinal de Dennie), dores de cabeça localizadas e outras dores de cabeça vasculares, enxaquecas, fraquezas, tonturas, sensações de estufamento na cabeça, sono excessivo logo após alimentar-se, insônia, acordar frequente durante a noite, de madrugada (geralmente entre duas e quatro da manhã), incapacidade de voltar a dormir. Olhos, ouvidos, nariz e garganta com coriza, nariz entupido, formação excessiva de mucos, lacrimejamento, visão turva, estalos, barulhos nos ouvidos, dor de ouvido, sensação de estufamento nos ouvidos, perda de audição, infecções de ouvidos recorrentes, pruridos no ouvido, corrimento do ouvido, dores de garganta, rouquidões, tosse crônica, engasgamento, pruridos no céu da boca, sinusites recorrentes, necessidade de higiene nasal frequente. Palpitações, arritmias, taquicardia, asma, congestão no peito e asma induzi- Coração e pulmões da por exercícios. Gastrointestinal Mucos nas fezes, comida não digerida nas fezes, náusea, vômitos, diarreia, constipação, distensão abdominal, eructação, colites, flatulência, dores ou cólicas abdominais, síndrome de intestino irritado, cólicas em crianças, sede extrema, doença inflamatória do intestino (doença de Crohn e colites ulcerativa), pruridos anais, língua com crosta esbranquiçada, sintomas aparentes de doença de vesícula (os quais podem vir a ser de natureza alérgica). Pele Erupções, assaduras, eczema, dermatites herpertiformes, palidez, pele seca, caspa, unhas e cabelos quebradiços. Outros sintomas Dores de crescimento em crianças, sintomas de TPM, fadiga crônica, fraqueza, dores musculares, dores articulares, artrites, inchaço das mãos, pés ou tornozelos, sintomas do sistema urinário (frequência, urgência), pruridos vaginais, corrimento vaginal, obesidade, variação rápida de peso de 1 dia para outro (1 a 5 kg ou mais). Sintomas Psicológicos Ansiedade, surtos de pânico, depressão, crise de choro, comportamento agressivo, irritabilidade, confusão mental, letargia mental, hiperatividade em crianças e adultos, agitação, desabilidades de aprendizagem, hábitos de trabalho que deixam a desejar, falar arrastado, gaguejamento, dificuldade de concentração, indiferença, provavelmente, certos tipos de autismo e esquizofrenia e bulimia/anorexia nervosa.

9 Reação anafilática É uma reação grave, potencialmente fatal, de início súbito, que demanda socorro imediato. A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de resposta generalizada. Remédios, picadas de insetos, alimentos, etc., podem ser os desencadeantes. Em situações excepcionais o alimento induz o aparecimento, de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarréia, dor na barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular ( choque anafilático ).

10 Como podem ser as reações alimentares indesejáveis. Alergia alimentar mediada por IgE As AA mediadas por IgE tipicamente envolvem um ou dois alimentos e ocorrem rapidamente após a ingestão da proteína (de segundos até cerca de 2 horas). A quantidade do alérgeno capaz de deflagrar sintomas varia de traços a alguns mililitros (ou gramas), dependendo da predisposição individual. Alguns indivíduos também podem tolerar o alimento na forma cozida, mas não na forma crua. A restrição completa das proteínas do alimento responsável pelas reações, no entanto, deve ser sempre orientada após estabelecido o diagnóstico de AA (3). Alergia alimentar não mediada por IgE e mistas As AA não mediadas por IgE ou as formas mistas da doença devem ser suspeitadas quando os sintomas, geralmente envolvendo o trato gastrintestinal (TGI), apresentam caráter mais crônico, sem resolução rápida e não tão fortemente relacionadas à ingestão do alimento. Portanto, a AA deve ser investigada, mas os diagnósticos diferenciais, nestes casos, são muito variados Reações tóxicas -causadas por ação de toxinas ou por agentes infectantes. Secundárias à ingestão de alimentos contaminados, costumam se apresentar agudamente com febre, vômitos e diarréia. Não tóxicas- por Intolerância alimentar (exemplo: intolerância à lactose (falta da enzima lactase que desdobra o açúcar lactose). Ela não é imunomediada).

11 Diagnóstico A correta anamnese e o exame físico minucioso levam às informações mais importantes no processo de investigação do alimento causador. Deve-se investigar detalhadamente o alimento suspeito, a quantidade ingerida, o tempo entre a ingestão e o aparecimento dos sintomas, reprodutibilidade dos sintomas e fatores associados (ingestão de álcool, prática de exercícios, etc). O exame físico deve ser criterioso na avaliação de outros sinais de atopia e do estado nutricional, como parâmetro de repercussão da doença. Exames laboratoriais úteis para as reações alérgica mediadas por IgE Teste cutâneo de hipersensibilidade imediata (prick test) O prick test é um método seguro e útil na identificação de alimentos potencialmente relacionados às AA mediadas por IgE, mas apresenta um baixo valor preditivo positivo para o diagnóstico clínico. Muitos pacientes apresentam testes positivos, indicando presença de anticorpos IgE específicos sem apresentarem sintomas quando expostos ao alimento testado. Testes para Alergia Alimentar Os testes convencionais utilizados para diagnosticar os mediadores alergênicos (IgE) feitos na pele, além de normalmente caros e dolorosos não funcionam para a maioria das alergias alimentares. Os testes para mediadores não IgE para alergia alimentar medem a lesão causada aos glóbulos brancos quando entram em contato com cada alimento potencialmente alergênico. Como a alergia alimentar pode causar dano ou mesmo destruir as células sanguíneas, o teste mostra qual alimento o paciente deve evitar no futuro. Apesar da possibilidade de falso positivo e pobre reprodutibilidade, ainda é melhor que o teste de pele para IgE ou RAST para IgE. Atualmente dispomos do teste Food Immune Complex Assay, ou FICA, que é capaz de medir a presença de anticorpos no sangue, específicos para alimentos e imunocomplexo para alergênicos alimentares em cada alimento testado. Outro teste que vem apresentando bons resultados e não é doloroso é o Teste Dermoelétrico. Através de diferenças de potenciais eletromagnéticos ele consegue determinar os alergênicos por meio de um sistema computadorizado, com resultado imediato.

12 Entre os alimentos mais envolvidos encontramos: ovo, peixe, farinha de trigo, leite de vaca, soja e crustáceos. As reações graves (anafiláticas) estão, na maior parte das vezes, relacionadas à ingestão de crustáceos, leite de vaca, amendoim, e nozes.

13 Porque temos alergia alimentar O aparecimento destas alergias está vinculado à mudança de hábito alimentar do fim de século. É um tema que começou a se tornar importante nos últimos anos pelo fato de utilizarmos uma alimentação muito industrializada, refinada e com excessiva concentração de conservantes e preservativos, como dissemos anteriormente. Isto se associa a mais de 10 mil tipos de químicos contaminantes presentes na água, ar e alimentos. Há, pois, uma dificuldade do nosso organismo em lidar com esses xenobióticos, que o enfraquecem criando a intolerância alimentar e, posteriormente, a alergia. Adicione a essa condição o fato de que nosso padrão alimentar não contém mais a quantidade necessária de nutrientes para manter o nível de saúde. Outro fator causador do desenvolvimento de alergias e o fato de comermos mais do que precisamos, com isso causando sobrecarga em nosso sistema digestivo e imunológico. Para termos uma ideia, consumimos em média de 500 a 1000 calorias a mais do que seria necessário para uma boa saúde. Temos ainda que levar em consideração o fato de que, com muita frequência, estamos comendo alimentos com uma variedade bastante limitada. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos apontou que cerca de 80% das calorias obtidas provém de apenas 11 tipos de alimentos. Isso significa que estamos constantemente bombardeando o nosso corpo com o mesmo alimento, que contém os mesmos nutrientes, criando uma sensibilidade e permitindo o surgimento de alergia, com as manifestações diversas.

14 Tratamento O único tratamento comprovado para uma alergia alimentar é evitar o alimento. Outros tratamentos incluindo injeções contra alergia e probióticos, não foram claramente comprovados no auxílio a alergia alimentar. Se seu filho tem um problema com a fórmula de leite de vaca, seu médico talvez sugira experimentar uma fórmula de leite à base de soja ou algo chamado de fórmula elemental, se disponível. Se você suspeita que você ou os seus filhos são alérgicos a alimentos, consulte um alergologista. Se você apresenta sintomas em apenas uma região do corpo (por exemplo, uma urticária no queixo após comer o alimento específico), talvez você não precise de tratamento. Os sintomas provavelmente desaparecerão em pouco tempo. Os anti-histamínicos podem aliviar o desconforto. Pomadas suaves podem oferecer um pouco de alívio. Consulte seu médico se achar que apresentou uma reação alérgica a algum alimento, mesmo que tenha sido apenas uma reação local. Qualquer pessoa diagnosticada com alergia alimentar deve sempre carregar consigo (e saber como usar) a epinefrina injetável. Se você apresentar qualquer tipo de reação grave ou distribuída por todo o corpo (mesmo que sejam urticárias) depois de comer o alimento que causa alergia, injete a epinefrina. Em seguida, vá para o hospital ou pronto-socorro mais próximo, de preferência em uma ambulância. Procure ajuda médica imediatamente depois de injetar a epinefrina por causa de uma reação a alimentos.

15 INTOLERANCIA ALIMENTAR Muito confundida com a alergia alimentar a intolerância alimentar é caracterizada pela incapacidade de digerir determinados alimentos ou aditivos alimentares pela falta de alguma enzima que é necessária para a correta digestão deste alimento. A intolerância alimentar é uma reação de sensibilidade não alérgica do organismo causada por mecanismos não imunológicos, a alguns alimentos ou a substâncias encontradas num ou mais grupos de alimentos. As substâncias tóxicas vão provocar desequilíbrios devido à deficiência ou ausência de enzimas digestivas para decomporem os alimentos. A ingestão excessiva e continuada de um determinado alimento pode levar a uma saturação do organismo e se assim for, ele deixa de metabolizar esse alimento e isto provoca problemas de saúde e mal-estar. No fundo a intolerância alimentar é uma resposta adversa e retardada do organismo relativa à ingestão de alimentos que, já eram, ou passaram a tornar-se nocivos. Normalmente essa resposta é lenta, assintomática, isto é, sem manifestações visíveis e imediatas após a ingestão desses alimentos. Com o passar do tempo, pode resultar em inflamações crónicas que se transformam em doenças debilitantes que afetam o bem-estar e a qualidade de vida do ser humano.

16 Veja como pode manifestar a intolerância alimentar? Problemas digestivos (azia, refluxo gastro esofágico, sensação de enfartamento); Doenças inflamatórias intestinais; Doenças de pele (prurido, psoríase, acne, urticária); Transtornos psicológicos (depressão, ansiedade); Problemas respiratórios (asma, rinite, tosse, espirros); Inflamações articulares; Alterações de humor, irritabilidade; Enxaquecas, náuseas/enjoos; Retenção de líquidos; Fadiga crônica; Dificuldade em perder peso; Debilidade imunitária; Rubor facial Suor em excesso Palpitação cardíaca

17 Causas da intolerância alimentar As causas da intolerância alimentar estão relacionadas à falta de algum enzima que atua no processo de digestão dos alimentos, e esta falta pode ser causada por: Alterações no sistema digestivo; Alterações genéticas; Doenças infecciosas; Efeito colateral de determinados medicamentos. A intolerância alimentar pode ainda ser um efeito colateral de uma cirurgia bariátrica, pois com a redução do estômago a digestão de alguns alimentos pode ficar prejudicada. Neste caso, as intolerâncias alimentares mais comuns são à carne de vaca, devido a alteração na produção de pepsina, a principal enzima responsável pela digestão das carnes vermelhas, e ao arroz, devido as alterações recentes à amilase, enzima responsável pela sua digestão. A causa do seu aumento de peso pode ser a intolerância a alguns alimentos Aparentemente o seu peso pode estar aumentando não devido ao excesso de calorias, nem à falta de exercício mas sim porque a comida pode estar causando uma irritação e, consequentemente, uma inflamação que leva ao aumento de peso. È possível ter uma sensibilidade à comida que faz com que, quando come, esta cause inflamação e aumento de peso. A intolerância a alguns alimentos é mesmo uma das causas mais comuns de aumento de peso. É importante, portanto, descobrir a que é que tem sensibilidade - ovos, leite, trigo, etc. Para descobrir estas sensibilidades, é aconselhado que se use o processo de eliminação, experimentando uma longa lista de alimentos que têm alguma tendência a ser problemáticos, tal como ovos, fermento e leite. O objetivo é ir experimentando todos para observar as reações do corpo e, mais tarde, descobrir quais se pode reintroduzir na dieta.

18 O que difere da alergia alimentar é que estes sintomas podem surgir horas ou muitos dias depois da ingestão do alimento que o indivíduo não consegue digerir corretamente. Quanto mais a quantidade de alimento ingerido, mais fortes serão os sintomas. Mas há uma série de outros sintomas que podem estar relacionados com a intolerância alimentar, alguns exemplos são: Acne ou outras alterações dermatológicas; Variação entre prisão de ventre e diarreia; Ganho de peso; Síndrome do intestino irritável. Os alimentos que mais causam intolerância alimentar são marisco, ovo, chocolate, nozes, trigo, amendoim e soja, e estima-se que metade da população mundial sofra com este problema.

19

20 Tratamento para intolerância alimentar O tratamento para intolerância alimentar consiste em diminuir a ingestão ou retirar da alimentação todos os alimentos que não sejam corretamente digeridos pelo indivíduo. Os indivíduos que possuem intolerância alimentar ao ovo, por exemplo, não podem comer ovo frito, ovo cozido, e nem nada que tenha sido preparado com o ovo, como bolos, biscoitos e tortas, o que pode dificultar um pouco sua alimentação, e por isso é importante que o médico ou nutricionista indique quais as substituições que o indivíduo deverá fazer para garantir que seu corpo receba todos os nutrientes necessários e desta forma evitar as carências nutricionais. Optar por não tratar a intolerância alimentar pode levar a situações como cansaço frequente, crises de enxaquecas e até mesmo depressão. Intolerância alimentar tem cura? A intolerância alimentar nem sempre tem cura pois vai depender da causa da falta da enzima, se for possível solucionar esta causa, então a intolerância alimentar poderá ser curada, caso contrário o indivíduo não deverá ingerir o alimento em questão por toda vida.

21 Intolerância Alimentar Alergia Alimentar Hipersensibilidade Alimentar Em todos os casos, tantos das hipersensibilidades, alergias e intolerâncias alimentares usa-se a principio para seu diagnostico determinar se o paciente está tendo uma reação adversa a alimentos específicos. Esses métodos de avalição pode ser feita através de : História detalhada do paciente, Diário alimentar, ou uma Dieta eliminação. (restritiva) DIETA RESTRITIVA Dieta de eliminação: O próximo passo é uma dieta de eliminação. O doente não come um alimento suspeito de provocar a alergia, por exemplo, ovos, e outra de alimentos substitutos, neste caso, outra fonte de proteína. Se depois que o paciente retira o alimento, o sintomas desapareçam, quase sempre pode fazer o diagnóstico da alergia alimentar. DIETA RESTRITIVA E SUAS CONSEQUENCIAS Déficit de nutrientes Desequilíbrio da nutrição das células Surgimentos de patologias Aumento dos sinais e sintomas da deficiência de nutrientes Alimentação & Alteração Metabólica Todas as células do corpo produzem energia, viabilizando a produção de vários tipos de moléculas necessárias para o seu bom funcionamento. Das centenas de substâncias que entram neste processo todas são sintetizadas pelo organismo, exceto cerca de 47 delas. Estas substâncias são chamadas de "nutrientes essenciais" e portanto o organismo deve recebêlas já prontas do meio externo. Sendo assim necessitamos de um aporte nutricional adequado em elementos essenciais e não é difícil compreender que a falta de um ou mais desses elementos prejudicara o funcionamento das células, aumentando a ocorrência de várias doenças

22 O que é Intolerância à lactose? A intolerância à lactose é a incapacidade de digerir lactose. A lactose é um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Após consumir leite ou seus derivados, algumas pessoas podem sentir dor abdominal, náuseas, desconforto, diarreia e gases. Em geral, tais sintomas são percebidos como um simples mal-estar, típico de estômago sensível. Mas se o incomodo aparecer num período entre meia hora e duas horas após o consumo de laticínio, pode significar intolerância à lactose uma rejeição do organismo ao leite e seus derivados. Classificação Há três tipos de intolerância à lactose, que são decorrentes de diferentes processos. São eles: 1) deficiência congênita da enzima; 2) diminuição enzimática secundária a doenças intestinais; 3) deficiência primária ou ontogenética. O primeiro tipo é um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase. Como o leite materno possui lactose, a criança é acometida logo após o nascimento. O segundo tipo é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre devido à diarréia persistente, pois há morte das células da mucosa intestinal (produtoras de lactase). Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas. Estatisticamente, o terceiro tipo é o mais comum na população. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).

23 Como se desenvolve? Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos. Existem pessoas que nascem sem a capacidade de produzir lactase e, enquanto bebês, sequer podem ser amamentados, pois surge implacável diarréia. Por outro lado, em qualquer época da vida pode aparecer esta incapacidade de produção ou uma inibição temporária, por exemplo, na seqüência de uma toxinfecção alimentar que trouxe dano à mucosa intestinal. Igualmente, a dificuldade pode advir de lesões intestinais crônicas como nas doenças de Crohn e de Whipple, doença celíaca, giardíase, AIDS, desnutrição e também pelas retiradas cirúrgicas de longos trechos do intestino (síndrome do intestino curto). A deficiência congênita é comum em prematuros nascidos com menos de trinta semanas de gravidez. Nos recém-nascidos de gestações completas, os casos são raros e de caráter hereditário. A concentração da lactase nas células intestinais é farta ao nascermos e vai decrescendo com a idade. Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afroamericanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos. Como se faz o diagnóstico? Frequentemente a intolerância à lactose é sugerida pela história clínica, principalmente quando os dados são definidos e especificamente perguntados. A diminuição de sintomas após algumas semanas de dieta livre de lactose serve como teste diagnóstico/ terapêutico. O Teste de Tolerância à Lactose é o usado em nosso meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e certamente o mais simples dos métodos. Entre nós, o paciente recebe para beber um copo d'água contendo de 50 a 100 g de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas. Quando a diferença entre a dosagem sanguínea da lactose de jejum e o pico da curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas pessoas. Há possibilidade de erro nos diabéticos, entre outros. A ocorrência de diarreia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à lactose.

24 Sinais e sintomas Na Deficiência Congênita o recém-nascido vai apresentar quadro de diarréia grave nas primeiras horas ou dias de vida, logo após iniciar alimentação com leite materno ou leites substitutivos (de vaca, ou de cabra, por exemplo) que possuem lactose. A Deficiência Secundária geralmente se manifesta após episódio de diarréia infecciosa. Nestes casos, após resolvida a infecção, há persistência da diarréia até que ocorra a cicatrização da mucosa intestinal. Continuar a alimentação com mamadeiras contendo lactose (afora o leite materno) após o início da gastroenterite pode prolongar a diarréia. Crianças pequenas comumente apresentam assaduras na região das fraldas. Na deficiência primária, ou ontogenética, a criança a partir dos três a quatro anos, ou o adulto, pode apresentar diarréia aquosa, dor ou distensão abdominal, flatulência, náuseas ou vômitos, minutos ou horas após ingerir leite e/ou derivados de leite. A intensidade dos sintomas depende da quantidade de lactose ingerida. Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarreia.

25 Tratamento O tratamento é fácil de ser instituído mas, paradoxalmente, bastante difícil de ser seguido. Como qualquer orientação terapêutica deve estar baseada no diagnóstico correto. Em primeiro lugar é importante esclarecer que não há como promover a produção de lactase, mas sim como controlar os sintomas. Nos dois ou três primeiros anos de vida, as crianças com intolerância à lactose não devem ingerir alimentos que contenham lactose. O substituto mais utilizado é a soja. Não há qualquer base para a substituição do leite de vaca pelo de cabra ou de qualquer outro mamífero. Algumas vezes, crianças mais velhas e adultos não têm necessidade de uma dieta tão severa e podem tolerar pequenas porções de lactose. Há diferenças individuais importantes nas quantidades de lactose que podem ser toleradas. Por exemplo, alguns toleram iogurte, outros não. E não há como prever a intensidade do problema, a não ser através da estratégia de tentativa/erro. Aos indivíduos que têm intolerância limitada, pode-se tentar a introdução de enzimas artificiais para decompor o açúcar. Estas enzimas existem no comércio sob diversas formas: pós, comprimidos e drágeas, mas não estão disponíveis com facilidade, no Brasil. Nem sempre é necessário substituir leite por soja na dieta de indivíduos com intolerância à lactose. Hoje em dia, há fórmulas industriais feitas com leite de vaca e isentas de lactose. Estas dietas devem ser supervisionadas por profissionais, sobretudo para o adequado balanço de nutrientes, como o cálcio, que são ingeridos em geral através do leite.

26 Disbiose intestinal e sua relação com intolerâncias e alergias alimentares O intestino humano abriga cerca de 100 trilhões de microrganismos, a chamada microbiota intestinal (ou flora microbiana ), dentre os quais, cerca de 400 espécies de bactérias apresentam importância vital para a saúde. O desequilíbrio dessa flora microbiana pode influenciar no surgimento de alergias e intolerâncias alimentares. Entenda melhor sobre o tema e sobre a relevância desses microrganismos para a nossa saúde e bem estar. O resultado da alimentação incompatível ao nosso organismo pode demorar anos para ser percebido. Os efeitos podem se camuflar e passar longo tempo, minando a nossa saúde sem percebermos o que está acontecendo como olheiras, enxaquecas, cansaço sem causa conhecida, gastrite, estufamento gástrico, constipação ou diarreia, coceiras e inflamações de repetição entre outros. Em geral, estas reações normalmente são exaustivamente tratadas sem um bom resultado, ou após o tratamento, o sintoma reaparece. Os alimentos intolerantes podem estar em meio àqueles que sempre fizeram parte da nossa dieta. Alimentos comuns, com propriedades nutricionais boas, mas que, no entanto, de acordo com a individualidade bioquímica se tornam extremamente prejudiciais, fazendo com que muita gente conviva por toda a vida com sintomas incômodos sem suspeitar que eles são causados por alimentos. Hoje se sabe que uma série de sintomas indesejáveis causados pelas intolerâncias, alergias alimentares se dá pelo fato de as mesmas provocarem o aumento da permeabilidade intestinal. A permeabilidade intestinal resulta de uma alteração na mucosa do intestino. Sua principal característica é o aumento no espaço entre as células do revestimento, com uma consequente irritação da mucosa ou inflamação. Assim, materiais estranhos como fungos, bactérias e proteínas entram com maior facilidade para a corrente sanguínea. A penetração de materiais indesejados no sangue altera o sistema imune e a detoxificação hepática podendo levar a quadros de sensibilidade química, alergia alimentar, doenças auto-imunes, psoríases, dermatites, eczemas, fadiga, além de comprometer os mecanismos de absorção de vitaminas, minerais, e todos nutrientes provenientes da alimentação que são absorvidos normalmente através das vilosidades saudáveis do intestino.

27 Outro fator ligado à permeabilidade intestinal é a chamada disbiose, que é o desequilíbrio da flora intestinal. Nosso intestino é colonizado por uma infinidade de microorganismos. Cerca de 50 trilhões! A nossa flora intestinal benéfica é composta de bactérias que são indispensáveis ao nosso sistema imunológico, como saccharomyces boulardi e o bifidobacterium. Estas bactérias sintetizam antibióticos naturais e vitaminas importantíssimas, como as do complexo B. Outra vitamina sintetizada a partir de lactobacilos é a vitamina K. Uma flora intestinal íntegra disponibiliza a correta absorção de nutrientes provenientes da nossa alimentação. Ela também regula nossa digestão, protege o organismo favorecendo uma maior eficiência do sistema imunológico e impedindo inflamações repetitivas, ou seguidas infestações por fungos e bactérias patogênicas.

28 Causas da disbiose podem ser atribuídas a uma serie de fatores: Uso indiscriminado de antibióticos Uso indiscriminado de anti-inflamatório hormonais e não hormonais Alergias alimentares e intolerâncias alimentares Abuso de laxantes Nutrição pobre, com consumo excessivo de alimentos processados em detrimento aos alimentos crus Excessiva exposição a toxinas ambientais Doenças consuptivas (câncer e Aids) Disfunções hepato pancreáticas Alteração de ph gastrintestinal Stress Diverticulose O diagnóstico da disbiose se dá pelas seguintes considerações: História de constipação crônica, flatulência e distensão abdominal Sintomas associados como fadiga, depressão ou mudanças de humor estão freqüentemente presentes camuflando a doença intestinal como causa Culturas bacterianas fecais Exame clínico revela abdômen hipertimpânico e dor à apalpação particularmente do cólon descendente Avaliação pela eletroacupuntura de Voll, onde o índice de quebra nos pontos de medição do intestino grosso, intestino delgado, fígado, pâncreas e baço são importantes nesta patologia, proporcionando principalmente nos pontos do intestino grosso e delgado a possibilidade de diagnosticar o agente patológico da disbiose. Teste pelo Vegatest, EIS ou Moraterapia.

29 O tratamento da disbiose consiste em duas abordagens uma dietética outra usando complexos homeopáticos, probióticos e organoterápicos, resolvendo assim a grande maioria dos casos. Nos casos mais graves, há a necessidade de lavagens colônicas (hidrocolonterapia) para remover conteúdos putrefativos do intestino e permitir a drenagem linfática do cólon. O stress psíquico deve ser identificado e tratado adequadamente. A dietoterapia para disbiose passa por uma orientação alimentar, evitando-se carnes vermelhas, leite de vaca e derivados, leite de cabra, ovos, soja, açúcar branco e alimentos processados. A dieta deve consistir em grande quantidade de vegetais, particularmente cenoura crua, couve-flor, repolho, cebola, alho e alho-poró, além de frutas, grãos, castanhas e outros legumes. Os prebióticos são fibras que possuem a capacidade de reequilibrar a flora microbiana do intestino, pois são substratos da fermentação de microrganismos benéficos. Atualmente são encontrados alimentos enriquecidos com essas fibras, sendo que as mais conhecidas são a inulina e o FOS (frutooligosacarídeos) O tratamento com os probióticos (preparações alimentícias ou farmacêuticas na qual são encontrados microrganismos definidos e vivos) é imprescindível, pois leva à recolonização intestinal com microrganismos benéficos, restabelecendo o equilíbrio intestinal, a integridade da mucosa e, consequentemente, o equilíbrio funcional do organismo.

30

Newsletter do Grupo 4Work Nº 63 Dezembro de 2014

Newsletter do Grupo 4Work Nº 63 Dezembro de 2014 EU-OSHA LANÇA GUIA ELETRÓNICO SOBRE GESTÃO DE STRESSE E RISCOS PSICOSSOCIAIS O stresse e os problemas de saúde mental constituem o problema de saúde mais grave no local de trabalho para cerca de um quinto

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I ALIMENTAÇÃO Preventiva Volume I By porque evoluir é preciso Que o teu alimento seja seu medicamento Hipócrates Pai da medicina moderna Não coma, nutra-se! Existem muitas informações importantes disponíveis,

Leia mais

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA No dia-a-dia de um consultório de alergia é muito comum o cliente chegar achando que seu problema alérgico está relacionado à alergia alimentar, principalmente quando

Leia mais

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA "Deus seja Louvado"

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA Deus seja Louvado PROJETO DE LEI Nº /2015 EMENTA: DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DIFERENCIADA PARA ALUNOS ALÉRGICOS NA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE VILA VELHA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal

Leia mais

Importância da Nutrição na Qualidade de Vida. Aline T. Carrera CRN3 21498 Nutricionista Clinica Funcional

Importância da Nutrição na Qualidade de Vida. Aline T. Carrera CRN3 21498 Nutricionista Clinica Funcional Importância da Nutrição na Qualidade de Vida Aline T. Carrera CRN3 21498 Nutricionista Clinica Funcional Repensar Mudanças (constante); Adaptações (necessárias); Escolhas (depende de você) o que você

Leia mais

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Alergias alimentares Intolerâncias metabólicas Reações farmacológicas Erros congênitos do metabolismo Alergia alimentar Mediada

Leia mais

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar Características gerais glicoproteínas resistência térmica resistente à proteólise

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

Saúde da Mulher. Rede Mundo Verde - Ano 1 Livro 1

Saúde da Mulher. Rede Mundo Verde - Ano 1 Livro 1 Guia Saúde da Mulher Uma queixa constante de mulheres é a prisão de ventre, flatulência, distensão abdominal. Muitas se habituam ao problema como se fosse normal e convivem com essa situação, muitas vezes

Leia mais

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Sintomas Dor na região do estômago Estômago estufado Empanzinamento Azia Arrotos frequentes Cólica na barriga Vômitos e náusea

Leia mais

NAXOGIN COMPRIMIDOS. 500 mg

NAXOGIN COMPRIMIDOS. 500 mg NAXOGIN COMPRIMIDOS 500 mg Naxogin nimorazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Naxogin Nome genérico: nimorazol APRESENTAÇÕES Naxogin comprimidos de 500 mg em embalagens contendo 8 comprimidos.

Leia mais

PLESONAX. (bisacodil)

PLESONAX. (bisacodil) PLESONAX (bisacodil) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Revestido 5mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: PLESONAX bisacodil APRESENTAÇÃO Comprimidos revestidos Embalagem contendo

Leia mais

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE.

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. 1. DOENÇA CELIACA É uma doença que causa inflamações nas camadas da parede do intestino delgado,

Leia mais

Tome uma injeção de informação. Diabetes

Tome uma injeção de informação. Diabetes Tome uma injeção de informação. Diabetes DIABETES O diabetes é uma doença crônica, em que o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente, ou o organismo não a utiliza da forma adequada. Tipos

Leia mais

INULINA. Fibra alimentar. Informações Técnicas. CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose

INULINA. Fibra alimentar. Informações Técnicas. CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose Informações Técnicas INULINA Fibra alimentar CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose INTRODUÇÃO A inulina é um nutriente funcional ou nutracêutico, composto por frutose, encontrado

Leia mais

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo XIV Congresso Brasileiro de Nutrologia Simpósio ILSI Brasil Probióticos e Saúde Profa. Dra. Susana Marta Isay Saad Departamento de Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica USP e-mail susaad@usp.br Alimentos

Leia mais

OMENAX. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Cápsula 20mg e 40mg

OMENAX. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Cápsula 20mg e 40mg OMENAX Geolab Indústria Farmacêutica S/A Cápsula 20mg e 40mg tratar dispepsia, condição que causa acidez, azia, arrotos ou indigestão. Pode ser usado também para evitar sangramento do trato gastrintestinal

Leia mais

Deficiência de Vit. B1, B2 e B3, alimentos ricos nestes nutrientes

Deficiência de Vit. B1, B2 e B3, alimentos ricos nestes nutrientes Deficiência de Vit. B1, B2 e B3, alimentos ricos nestes nutrientes 13/06/2005 José de Felippe Junior Vamos mostrar os sinais e sintomas das deficiências das principais vitaminas e sais minerais. Estes

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

IMOSEC (cloridrato de loperamida) comprimidos. 2 mg

IMOSEC (cloridrato de loperamida) comprimidos. 2 mg IMOSEC (cloridrato de loperamida) Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. comprimidos 2 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Imosec cloridrato de loperamida comprimidos APRESENTAÇÕES Comprimidos de 2 mg em embalagem

Leia mais

Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose Intolerância à Lactose A intolerância à lactose é a condição que se refere aos sintomas decorrentes da má digestão da lactose. Esta situação ocorre quando o organismo não produz lactase suficiente, uma

Leia mais

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg loratadina Merck S/A revestidos 10 mg loratadina Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 APRESENTAÇÕES revestidos de 10 mg em embalagem com 12 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE

Leia mais

Pode ser velhice ou carência de B12

Pode ser velhice ou carência de B12 Por Jane E. Brodyre, The New York Times News Service/Syndicate Pode ser velhice ou carência de B12 Ilsa Katz tinha 85 anos quando sua filha, Vivian Atkins, começou a notar que ela estava ficando cada vez

Leia mais

Duphalac lactulose MODELO DE BULA. DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida.

Duphalac lactulose MODELO DE BULA. DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida. MODELO DE BULA Duphalac lactulose FORMA FARM ACÊUTICA E APRESENTAÇ ÃO DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida. VIA ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. IDENTIFICAÇÃO DO Loxonin loxoprofeno sódico MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES LOXONIN é comercializado em caixas com 8, 15 ou 30 comprimidos de 60 mg. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de LOXONIN

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 Doença Celíaca Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 ANO LECTIVO 2010-2011 PÁGINA - 2 Índice Introdução...3 O que

Leia mais

RETIFICAÇÕES DIVERSAS

RETIFICAÇÕES DIVERSAS Circular 340/2014 São Paulo, 10 de Junho de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) RETIFICAÇÕES DIVERSAS Diário Oficial da União Nº 109, Seção 1, terça-feira, 10 de junho de 2014 Prezados Senhores, Segue para

Leia mais

CLÍNICA UPTIME TRATAMENTO DA DOR E PROBLEMAS EMOCIONAIS OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO. (segunda parte) A ESCOLHA

CLÍNICA UPTIME TRATAMENTO DA DOR E PROBLEMAS EMOCIONAIS OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO. (segunda parte) A ESCOLHA OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO (segunda parte) A ESCOLHA Responda à seguinte pergunta: Você gosta de carro? Se você gosta, vamos em frente. Escolha o carro de seus sonhos: Mercedes,

Leia mais

Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos.

Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos. LACTO-PURGA bisacodil 5mg Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças acima de 4 anos) USO ORAL

Leia mais

MICROBIOTA INTESTINAL PREBIÓTICOS PROBIÓTICOS SIMBIÓTICOS Apresentado por : Prof. Dr. Yvon Toledo Rodrigues Membro Titular da Academia Nacional de Medicina. Presidente da Academia Latino-Americana de Nutrologia.

Leia mais

Problemas Gastro-Intestinais

Problemas Gastro-Intestinais Problemas Gastro-Intestinais Parâmetros Ocidentais Vômito; Dor na região abdominal, gástrica, etc. Gastrite, Úlcera, Diarréia, Prisão de ventre (constipação) Cólica, Vermes. Anamnese: Tipo de dor ou desconforto:

Leia mais

maleato de trimebutina

maleato de trimebutina maleato de trimebutina Althaia S.A. Indústria Farmacêutica Cápsulas Gelatinosas Mole 200 mg maleato de trimebutina Medicamento genérico Lei n o 9.787, de 1999. I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÃO:

Leia mais

Naxogin nimorazol. Naxogin 500 mg em embalagem contendo 8 comprimidos. Cada comprimido de Naxogin contém 500 mg de nimorazol.

Naxogin nimorazol. Naxogin 500 mg em embalagem contendo 8 comprimidos. Cada comprimido de Naxogin contém 500 mg de nimorazol. Naxogin nimorazol PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Naxogin Nome genérico: nimorazol Forma farmacêutica e apresentações: Naxogin 500 mg em embalagem contendo 8 comprimidos. USO ADULTO USO ORAL Composição:

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Saúde Pág.: 27 Assunto: Amados mas perigosos Veículo:

Leia mais

Abcd. BUSCOFEM Ibuprofeno. APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS

Abcd. BUSCOFEM Ibuprofeno. APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS BUSCOFEM Ibuprofeno APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém 400 mg de ibuprofeno. Excipientes: macrogol, hidróxido

Leia mais

LORITIL Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 10mg

LORITIL Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 10mg LORITIL Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 10mg MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. Loritil loratadina

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

FABA ALERGIA ALIMENTAR

FABA ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR Intolerância Alimentar Aversão Alimentar Reações Imediatas e Tardias ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR - Reação adversa ao componente protéico do alimento e envolve mecanismo

Leia mais

DIVERTÍCULO DIVERTÍCULO VERDADEIRO FALSO Composto por todas as camadas da parede intestinal Não possui uma das porções da parede intestinal DIVERTICULOSE OU DOENÇA DIVERTICULAR Termos empregados para

Leia mais

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg MONTELUCASTE DE SÓDIO Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 montelucaste de sódio Medicamento genérico Lei nº 9.787,

Leia mais

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional Tipos de Diabetes Diabetes Gestacional Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a

Leia mais

Informações ao Paciente

Informações ao Paciente Informações ao Paciente Introdução 2 Você foi diagnosticado com melanoma avançado e lhe foi prescrito ipilimumabe. Este livreto lhe fornecerá informações acerca deste medicamento, o motivo pelo qual ele

Leia mais

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS INTRODUÇÃO As informações contidas neste folheto têm a finalidade de orientar as pessoas que passaram ou que podem passar pela experiência não-desejada dos efeitos adversos

Leia mais

Alergia Alimentar como Agente Etiológico de Doenças de Difícil Tratamento. Texto do Prof.Dr. Jose de Felippe Junior, adaptado por Lisiane Triebsees

Alergia Alimentar como Agente Etiológico de Doenças de Difícil Tratamento. Texto do Prof.Dr. Jose de Felippe Junior, adaptado por Lisiane Triebsees Alergia Alimentar como Agente Etiológico de Doenças de Difícil Tratamento Texto do Prof.Dr. Jose de Felippe Junior, adaptado por Lisiane Triebsees Introdução Alergia ou intolerância a alimentos pertence

Leia mais

LACTOBACILLUS BULGARICUS

LACTOBACILLUS BULGARICUS Informações Técnicas LACTOBACILLUS BULGARICUS 10 bilhões/g DESCRIÇÃO Lactobacillus bulgaricus é uma bactéria que, devido à sua ação benéfica para o sistema digestivo, costuma ser usada para a produção

Leia mais

Confira a lista dos 25 melhores alimentos para emagrecer:

Confira a lista dos 25 melhores alimentos para emagrecer: Emagrecer nem sempre é uma das tarefas mais simples. A fórmula parece simples (dieta + exercício + descanso) porém diferentes pessoas precisam de diferentes soluções. Uma coisa é certa: qualquer ajuda

Leia mais

Direitos Reservados - Super Dieta Detox - http://www.superdietadetox.com.br/aviso-legal

Direitos Reservados - Super Dieta Detox - http://www.superdietadetox.com.br/aviso-legal Avaliações de Saúde e Bem-Estar NIVEL 1 Parabéns por ter chegado até aqui... Você sabe o quanto intoxicado você está? Se você é como a maioria das pessoas, provavelmente não sabe ou não percebe o número

Leia mais

Trato Digestivo do Suíno

Trato Digestivo do Suíno Trato Digestivo do Suíno Monogástrico onívoro com limitada fermentação pós-gástrica Estômago simples, incapaz de utilizar dietas ricas em forragem Incapaz de digerir algumas substâncias presentes em grãos,

Leia mais

ALIMENTAÇÃO - O QUE DEVE SER EVITADO - O QUE DEVE SER CONSUMIDO

ALIMENTAÇÃO - O QUE DEVE SER EVITADO - O QUE DEVE SER CONSUMIDO ALIMENTAÇÃO - O QUE DEVE SER EVITADO - O QUE DEVE SER CONSUMIDO Lucia B. Jaloretto Barreiro Qualidade de Vida=Saúde=Equilíbrio Qualidade de Vida é mais do que ter uma boa saúde física ou mental. É estar

Leia mais

Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina

Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina Termo de Esclarecimento e Responsabilidade Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina Eu, (nome do paciente(a) abaixo identificado(a) e firmado(a)), declaro ter sido

Leia mais

Recuperação. Células tecidos órgãos sistemas. - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões:

Recuperação. Células tecidos órgãos sistemas. - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões: Recuperação Capítulo 01 - Níveis de organização Células tecidos órgãos sistemas - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões: A- Membrana Plasmática - Revestimento da célula;

Leia mais

Fazendo a digestão. A voz do professor. A voz do professor. De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis?...

Fazendo a digestão. A voz do professor. A voz do professor. De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis?... A U A UL LA Fazendo a digestão Atenção De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis? Nosso corpo é semelhante a um carro. Como você acha que conseguimos energia para viver? Um corpo

Leia mais

cuidar PT no feminino Higiene bebés felizes da amamentação N.3 A importância PARA TRATAR A SAÚDE NUNCA É DEMAIS powered by

cuidar PT no feminino Higiene bebés felizes da amamentação N.3 A importância PARA TRATAR A SAÚDE NUNCA É DEMAIS powered by REVISTA MARÇO 2014 N.3 c cuidar PT A SAÚDE NUNCA É DEMAIS Higiene no feminino A importância da amamentação bebés felizes sem cólicas 4DICAS PARA TRATAR O INCHAÇO ABDOMINAL c higiene íntima CUIDAR DE SI

Leia mais

maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE

maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO maleato de timolol 0,5% Medicamento genérico Lei nº 9.787 de 1999

Leia mais

E OS SEUS BENEFÍCIOS

E OS SEUS BENEFÍCIOS E OS SEUS BENEFÍCIOS A principal função do leite é nutrir (alimentar). Além disso, cumpre as funções de proteger o estômago das toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos

Leia mais

RESFENOL. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Cápsulas 400mg paracetamol + 4mg maleato de clorfeniramina + 4mg cloridrato de fenilefrina

RESFENOL. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Cápsulas 400mg paracetamol + 4mg maleato de clorfeniramina + 4mg cloridrato de fenilefrina Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Cápsulas 400mg paracetamol + 4mg maleato de clorfeniramina + 4mg cloridrato de fenilefrina paracetamol maleato de clorfeniramina cloridrato de fenilefrina APRESENTAÇÃO

Leia mais

cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999

cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. Xarope Pediátrico 3 mg/ml Xarope Adulto 6 mg/ml Modelo de Bula para Paciente IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

ALIMENTO: UM PODEROSO AGENTE DE SAÚDE!

ALIMENTO: UM PODEROSO AGENTE DE SAÚDE! ALIMENTO: UM PODEROSO AGENTE DE SAÚDE! UMA EXCELENTE OPÇÃO PARA PREVENIR DOENÇAS E TORNAR SEU TRATAMENTO MUITO MAIS EFICAZ! SA Ú DE É U M A QU E ST Ã O DE E SCOL H A ELA É DETERMINADA PELO QUE VOCÊ SABE

Leia mais

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte montelucaste de sódio Oral Comprimido mastigável 4 mg - USO PEDIÁTRICO DE 2 A 5 ANOS DE IDADE.

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final Laís Cruz Nutricionista CRN 3 18128 2013 Período de transição entre infância e vida adulta (dos 10 aos 19 anos de idade) Muitas transformações físicas, psicológicas e sociais Acelerado crescimento e desenvolvimento:

Leia mais

APROVADO EM 06-08-2010 INFARMED. FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o Utilizador. STREPFEN 8,75 mg Pastilhas. Flurbiprofeno

APROVADO EM 06-08-2010 INFARMED. FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o Utilizador. STREPFEN 8,75 mg Pastilhas. Flurbiprofeno FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o Utilizador STREPFEN 8,75 mg Pastilhas Flurbiprofeno Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. - Este medicamento pode ser adquirido

Leia mais

PATOLOGIAS DO SISTEMA DIGESTIVO, ÚLCERA PÉPTICA E GASTRITE

PATOLOGIAS DO SISTEMA DIGESTIVO, ÚLCERA PÉPTICA E GASTRITE PATOLOGIAS DO SISTEMA DIGESTIVO, ÚLCERA PÉPTICA E GASTRITE Como prevenir? Como diagnosticar? Como tratar? SISTEMA DIGESTIVO O sistema digestivo se estende da boca até o ânus. É responsável pela recepção

Leia mais

Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença:

Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença: Alergia e Emoções Alergia é a intolerância do Sujeito ao Objeto, ou a algum Objeto, ou da pessoa para com determinados produtos físicos, químicos ou biológicos, aos quais ela reage de forma exagerada.

Leia mais

PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS

PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS AMEBÍASE Agente causador: Entamoeba histolytica. Diagnóstico: E. P. F. exame parasitológico

Leia mais

Betaserc dicloridrato de betaistina

Betaserc dicloridrato de betaistina MODELO DE BULA PARA O PACIENTE I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Betaserc dicloridrato de betaistina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES BETASERC (dicloridrato de betaistina) 16 mg: cartuchos com 30 comprimidos.

Leia mais

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0 NOTA TÉCNICA 75/2013 Solicitante Juiz de Direito Dr.Alexsander Antenor Penna Silva Comarca de João Monlevade Processo Número 0024 13 023060-0 Data: 23/05/2013 Medicamento/ x dieta Material Procedimento

Leia mais

DOENÇAS DA TIRÓIDE. Figura nº1 Localização da Tiróide e da Hipófise

DOENÇAS DA TIRÓIDE. Figura nº1 Localização da Tiróide e da Hipófise DOENÇAS DA TIRÓIDE O que é a Tiróide? A Tiróide é uma glândula situada na base do pescoço imediatamente abaixo da maçã de Adão (fig.nº1) e é constituída por dois lobos unidos por uma parte central chamada

Leia mais

VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg

VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Volibris ambrisentana APRESENTAÇÕES Volibris

Leia mais

Esomeprazol Magnésio Triidratado Pellets 8,5%

Esomeprazol Magnésio Triidratado Pellets 8,5% Esomeprazol Magnésio Triidratado Pellets 8,5% Desaparecimento dos sintomas de azia, dor epigástrica e de regurgitação ácida. Cicatrização das úlceras pépticas. Fórmula Estrutural: Fórmula Molecular: (C

Leia mais

Gastrite e Dispepsia Funcional

Gastrite e Dispepsia Funcional Gastrite e Dispepsia Funcional Este assunto caiu de bandeja pra você! Comer é uma coisa gostosa, e ninguém precisa sofrer com disgestão difícil, náuseas, saciedade precoce, desconforto ou dor de estômago.

Leia mais

dicloridrato de betaistina

dicloridrato de betaistina dicloridrato de betaistina Althaia S.A. Indústria Farmacêutica. Comprimidos 16 mg dicloridrato de betaistina Medicamento Genérico, Lei n o 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES: Comprimidos simples: embalagem

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

CONSTIPÇÃO INTESTINAL

CONSTIPÇÃO INTESTINAL AEROFAGIA A maior parte do gás intestinal é constituída de cinco gases: N², O², CO², H² e CH4 {metano}. O indivíduo normal usualmente elimina menos de 100ml de gás por hora. Se esta quantidade for excedida,

Leia mais

Primeiros animais/ primitivos; Seres aquáticos: mares, rios, tanques etc...

Primeiros animais/ primitivos; Seres aquáticos: mares, rios, tanques etc... Protozoários Primeiros animais/ primitivos; Seres aquáticos: mares, rios, tanques etc... Estrutura: Realizam as funções vitais: Locomoção e respiração; Obtenção de alimentos; Digestão; Excreção; Reprodução.

Leia mais

Dulcolax bisacodil. LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre

Dulcolax bisacodil. LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre Dulcolax bisacodil LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre Esta bula é atualizada continuamente. Por favor, proceda à sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais

VP3 = Sandomigran_Bula_Paciente 1

VP3 = Sandomigran_Bula_Paciente 1 SANDOMIGRAN pizotifeno APRESENTAÇÕES Drágeas de 0,5 mg Embalagens com 20 drágeas. VIA ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS COMPOSIÇÃO Cada drágea contém 0,5 mg pizotifeno, base que corresponde

Leia mais

Ficha Informativa da Área dos Conhecimentos

Ficha Informativa da Área dos Conhecimentos Ficha Informativa da Área dos Conhecimentos 1 Organização das Aulas Uma aula de Educação Física é composta por três partes sequenciais, cada uma com objetivos específicos. 1.1 Parte Inicial A parte inicial

Leia mais

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Embalagens contendo 10 cápsulas. USO ORAL - USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém:

Leia mais

Dulcolax bisacodil. LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre

Dulcolax bisacodil. LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre bisacodil LAXANTE DE AÇÃO PREVISÍVEL Estimula o movimento intestinal Alivia a prisão de ventre Esta bula é atualizada continuamente. Por favor, proceda à sua leitura antes de utilizar o medicamento. Forma

Leia mais

Seção 13 - Distúrbios Hormonais Capítulo 148 - Hipoglicemia

Seção 13 - Distúrbios Hormonais Capítulo 148 - Hipoglicemia Texto de apoio ao curso de especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Manual Merck Seção 13 - Distúrbios Hormonais Capítulo 148 - Hipoglicemia A hipoglicemia é um distúrbio

Leia mais

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica.

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica. Hepatites Virais O FÍGADO E SUAS FUNÇÕES. O fígado é o maior órgão do corpo humano, está localizado no lado superior direito do abdômen, protegido pelas costelas (gradio costal). É responsável por aproximadamente

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

BROCHURA para o DOENTE com ARTRITE REUMATOIDE em TRATAMENTO com RoACTEMRA

BROCHURA para o DOENTE com ARTRITE REUMATOIDE em TRATAMENTO com RoACTEMRA BROCHURA para o DOENTE com ARTRITE REUMATOIDE em TRATAMENTO com RoACTEMRA Esta brochura fornece informação de segurança importante para o doente Leia o folheto informativo que se encontra na embalagem

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador aminidicionário DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas vidas.

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml Esalerg gotas Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ESALERG GOTAS (desloratadina)

Leia mais

DIA 16.06.2015 (TERÇA-FEIRA) GRAND AUDITÓRIO 08H50 09H20 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ABERTURA O IMPACTO DE METAGENÔMICA NA SAÚDE E NA DOENÇA

DIA 16.06.2015 (TERÇA-FEIRA) GRAND AUDITÓRIO 08H50 09H20 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ABERTURA O IMPACTO DE METAGENÔMICA NA SAÚDE E NA DOENÇA DIA 16.06.2015 (TERÇA-FEIRA) GRAND AUDITÓRIO 08H30 08H50 ABERTURA 08H50 09H20 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ABERTURA O IMPACTO DE METAGENÔMICA NA SAÚDE E NA DOENÇA 09H20 09H50 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

Leia mais

especial iate LIAMARA MENDES

especial iate LIAMARA MENDES 54 Maio / Junho de 2013 especial use os alimentos a seu favor iate por LIAMARA MENDES Uma dieta equilibrada aliada a exercícios físicos pode ser considerada a fórmula ideal para a conquista do corpo perfeito.

Leia mais

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG FENILCETONÚRIA HIPERFENILALANINEMIAS Níveis sangüíneos

Leia mais

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta

Leia mais

Rivastigmina (Port.344/98 -C1)

Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Alzheimer DCB: 09456 CAS: 129101-54-8 Fórmula molecular: C 14 H 22 N 2 O 2.C 4 H 6 O 6 Nome químico: (S)-N-Ethyl-3-[(1-dimethylamino)ethyl]-N-methylphenylcarbamate hydrogen

Leia mais

Um guia para doentes e suas famílias

Um guia para doentes e suas famílias Primárias: Mantenha-se saudável! Um guia para doentes e suas famílias Imunodeficiências Mantenha-se saudável! Um guia para doentes e suas famílias Imunodeficiências Primárias Imunodeficiências Primárias:

Leia mais

COMPOSIÇÃO: Cada drágea de STABLON (tianeptina sódica) contém: tianeptina sódica...12,5 mg excipientes q.s.p...1 drágea

COMPOSIÇÃO: Cada drágea de STABLON (tianeptina sódica) contém: tianeptina sódica...12,5 mg excipientes q.s.p...1 drágea IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: STABLON tianeptina sódica APRESENTAÇÕES: Embalagem contendo 30 ou 60 drágeas de 12,5mg. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO: Cada drágea de STABLON (tianeptina sódica) contém:

Leia mais