Desempenho financeiro, social e ambiental. SATA Internacional, S.A.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desempenho financeiro, social e ambiental. SATA Internacional, S.A."

Transcrição

1 Desemenho financeiro, social e ambiental SATA Internacional, S.A.

2 Índice Sobre este Relatório Entrevista ao Presidente Indicadores Chave Princiais acontecimentos Reconhecimentos e Certificações 01 A SATA O Gruo SATA Rotas Frota As Pessoas Modelo de Governo 02 A Estratégia SATA Modelo de negócio Estratégia SATA Redução de custos Novos mercados Aosta na inovação Envolvente Risco e controlo interno 03 O Valor das Partes Interessadas Comunicação com as artes interessadas Gestão do caital humano Clientes Gestão de fornecedores Aoio à comunidade 04 em análise Desemenho financeiro Foco nas oerações Foco na segurança Cultura ambiental Anexos Resosta às boas ráticas de governance Currículo dos membros do conselho de administração Demonstrações financeiras Anexos às demonstrações financeiras CLC Tabela GRI Glossário Contactos Sobre este relatório 65 anos desde o seu rimeiro voo e dando continuidade às ráticas de reorte iniciadas em, a SATA decidiu elaborar e aresentar o seu rimeiro Relatório Integrado. Esta ublicação combina o desemenho financeiro, social e ambiental da Emresa, referente ao eríodo de 1 de janeiro a 31 de dezembro de, e é dirigida a todas as artes interessadas da SATA. O âmbito do reorte inclui a atividade das emresas no erímetro de consolidação da SATA SGPS, incluindo-se informação relativa aos anos anteriores, de modo a oferecer uma ersetiva da evolução do desemenho da Emresa. Na elaboração do relato de sustentabilidade, foram consideradas as Diretrizes de Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade da Global Reorting Initiative (GRI 3.0), tendo a SATA adotado e resondido de forma comleta aos requisitos corresondentes ao nível de alicação B. Os temas abordados foram selecionados tendo em consideração a sua relevância no atual contexto de sustentabilidade, a sua materialidade e as exetativas e oiniões das artes interessadas auscultadas em, nesta matéria. Auto declaração Verificação or entidade externa Verificação ela GRI C C+ B B+ A A+ x A informação financeira constante do Relatório foi sujeita a verificação externa or entidade indeendente. Adicionalmente a este Relatório, oderá ser consultada informação comlementar sobre as ráticas e olíticas da Emresa no website cororativo da SATA (www.sata.t) e nos Relatórios e Contas, de Governo e de Sustentabilidade anteriormente ublicados. Qualquer esclarecimento sobre a informação ublicada neste relatório oderá ser solicitado através do endereço eletrónico - 02 Relatório Integrado de 03

3 Entrevista com António Gomes de Menezes Presidente do Conselho de Administração A SATA tudo fará ara reduzir o seu custo unitário e assim ser mais cometitiva e sustentável. Como foi o ano de ara o setor da aviação e quais as rinciais tendências ara os anos seguintes? O ano de foi, deveras, desafiante, tal como serão os róximos anos. O rincial mercado emissor da SATA, o mercado nacional, vive uma crise sem recedentes, com um nível de desemrego histórico e uma contração do PIB acentuada e rolongada no temo. Os róximos anos serão marcados ela austeridade ao nível nacional e regional, o que dificultará a inversão da tendência crescente do desemrego. Esta conjuntura marca de modo incrivelmente negativo a evolução dos roveitos da SATA, quer no negócio de assageiros, quer no negócio da carga, uma vez que há menor volume de assageiros nacionais e uma descida da tarifa média sem aralelo no assado recente. Do lado dos custos, em assistimos a uma grave subida do reço do jet-fuel em euros, o que foi agravado elo facto do dólar norte-americano ter estado muito valorizado face ao euro, devido à crise das dívidas soberanas na zona euro. Em síntese, o setor da aviação vive anos muito difíceis, em articular, na Euroa, o que exlica que a IATA reorte um rejuízo consolidado ara as transortadoras euroeias. Qual a estratégia da SATA e quais as rinciais iniciativas que serão desenvolvidas em 2013 ara dar continuidade à mesma? A SATA tem desenvolvido uma estratégia de redução de custos e de crescente internacionalização ao serviço dos Açores. A redução de custos tem sido conseguida de forma deveras eficaz e em a SATA Air Açores aresenta o mais baixo nível de custos unitários (CASK excluindo o fuel, que, grosso modo, as transortadoras não controlam) de semre, 35,9 cêntimos de euro, e a SATA Internacional manteve o mesmo nível de, 4,2 cêntimos de euro, que foi o mais reduzido da história da Comanhia. Esta estratégia de redução de custos continuará em 2013 e será alicada de modo transversal a todo o Gruo, em articular, através de um aumento da rodutividade dos rinciais ativos, aeronaves e triulantes, bem como or via de distintas e eficazes inovações ao nível dos sistemas de informação. A estratégia de crescente internacionalização ao serviço dos Açores insere-se no âmbito do objeto social da SATA e romoverá novos fluxos de receita rovenientes de mercados emissores onde a SATA ode crescer, como os EUA, Canadá e Alemanha. De notar, ainda, que a SATA tem inovado a vários níveis, inclusive, ao nível tarifário no lano doméstico, de modo a oferecer soluções cometitivas e estimular tráfego. Em articular ara a SATA, que imacto oderá ter um ossível cenário de liberalização do mercado e alargamento da concorrência no esaço aéreo açoriano, esecialmente tendo em consideração o crescimento das low- -cost na Euroa e nos EUA? A SATA terá semre que reforçar o valor ercebido elos seus clientes na sua roosta de valor, que assenta numa relação qualidade reço (value for money). É de eserar que a liberalização traga inovações ao nível do roduto e do tarifário oferecido, com as comanhias aéreas a raticarem estratégias de unbundling e de branded fares, com os assageiros a agarem os distintos atributos dos diferentes serviços que comram. Assim, teremos inovações tarifárias e ao nível do roduto, com maior discriminação de acordo com a disonibilidade a agar dos assageiros, não só ela comonente das assagens, bem como elos serviços associados (ancillary services). A SATA é cometitiva nos diversos mercados onde atua mas os assageiros nacionais e regionais têm erdido rendimento disonível e muitos estão, inclusive, desemregados. Logo, haverá que simlificar o serviço e cobrar o essencial aenas. Por fim, a SATA tem aostado de modo inequívoco na roximidade com os seus assageiros, o que inclui uma resença eficaz e sofisticada nos ubíquos interfaces web e smarthones e tem aresentado interessantes níveis de qualidade, como regularidade e ontualidade. Esta aosta na roximidade e na qualidade será reforçada em E o ano de, como correu? Os objetivos roostos traduziram- -se em resultados em linha com o eserado? Sim, os objetivos roostos traduziram-se em resultados em linha com o eserado, com todas as emresas do Gruo SATA a reortarem resultados líquidos ositivos. Esta situação deve-se a uma melhoria dos resultados oeracionais, que na SATA Internacional cresceram de 438 milhares de euros em ara 1 milhão 916 mil euros em e na SATA Air Açores aumentaram de 3 milhões 153 mil euros em e 5 milhões 246 mil euros em. O EBITDA também melhorou nas duas emresas, crescendo de 2 milhões 871 mil euros em ara 3 milhões 582 mil euros em na SATA Air Açores e 13 milhões 263 mil euros em ara 13 milhões 725 mil euros em na SATA Internacional. No entanto, a função financeira tem-se deteriorado, or força da conjuntura atual. Para atingir a estratégia, as essoas e a comunidade têm que estar alinhadas. O que gostaria de destacar sobre estes asectos? Destaco a dimensão estratégica da comunicação interna, que é exercida de modo roativo, de forma a que os colaboradores se sintam informados sobre a Visão, a Estratégia, os Projetos que de modo articulado oeracionalizam a Estratégia, bem como os desafios associados às condicionantes externas. Registo, aenas ara exemlo, o Quality & You, através do qual se levam a todos os trabalhadores os valores da Emresa, rocurando alinhar atitudes e comortamentos; o Team U, que, desenvolvendo cometências, eleva o contributo individual ara os resultados globais da Comanhia e o My SATA, dado que desenvolve o sentido de ertença, colocando a informação à disosição de todos. Assim, temos assistido a um investimento notório e meritório na comunicação interna e todos os colaboradores estão convocados ara articiarem neste investimento. Gostaria ainda de referir que há um Plano de Comunicação Interna, com reuniões resenciais eriódicas que funciona como catalisador de debate e de artilha de informação, com um forte imacto ositivo no alinhamento de todos. A aviação é um setor com elevado imacte no ambiente e fortemente regulamentado, em articular na área das alterações climáticas. De que forma é que a SATA aborda as suas resonsabilidades ambientais e quais os imactos da regulamentação na vossa atividade? A SATA aborda as suas resonsabilidades ambientais de modo totalmente comrometido e roativo. Desde logo, a SATA tem conseguido usar de modo mais intensivo as aeronaves mais eficientes (Q400 e A320) e obter load-factors recorde a contra-ciclo (em, em articular), o que se exlica em arte elo uso de melhores técnicas de revisão da rocura (forecasting). A SATA tem imlementado uma série de ráticas que diminuem a sua egada ecológica, inclusive, ao nível do back-office (Green IT) e de certificações, inovadoras ao nível nacional. Estas certificações demonstram que a SATA adota as melhores ráticas, não se limitando a alicar a regulamentação em vigor. Por fim, a SATA tem romovido iniciativas que visam consolidar esta consciência ambiental coletiva entre os seus colaboradores, odendo-se destacar o SATA Forest, com a SATA a articiar na reflorestação e na defesa da bacia hidrográfica da Lagoa das Furnas. Por fim, o que é que se ode eserar da SATA ara 2013? Quais os rinciais desafios e iniciativas que os stakeholders irão assistir ou mesmo articiar? A SATA tudo fará ara reduzir o seu custo unitário e assim ser mais cometitiva e sustentável. A SATA reforçará a sua resença em mercados internacionais, como os EUA, Canadá, Alemanha e França, entre outros, em rol do turismo dos Açores. A SATA oferecerá um nível de conetividade máxima ara os Açores em 2013, em termos de rotas, frequências e acordos comerciais com comanhias aéreas de referência, que alimentarão a rede da SATA e servirão as acessibilidades dos Açores. No entanto, teremos um aís com graves roblemas económicos, financeiros e sociais, que oderão alimentar tensões sócio laborais. Esero que os colaboradores da SATA ercebam que estarem emregados na SATA é um verdadeiro rivilégio e que têm que tornar a sua comanhia cada vez mais rodutiva e sustentável. 04 Relatório Integrado de 05

4 Indicadores chave Oeracional Variação Destinos Regulares ,7% Voos % Passageiros ,6% Carga transortada (t) ,5% Taxa de ocuação 75,6% 73,6% -2% Regularidade 97,6% 97,5% -0,1% Pontualidade 86% 83% -3% Social Variação Colaboradores % Taxa de rotatividade 17% 19% 12% Horas de formação ,841 30% Taxa de incidência SATA Air Açores 37,7 72,3 92% Taxa de incidência SATA Internacional 82,1 58,3-29% Ambiental Variação Consumo de jetfuel das aeronaves (l) % Emissões de CO2 das aeronaves (t) % Taxa de valorização 76% 68% -10% Derrames Económico Variação Resultado oeracional (M ) SATA Internacional % SATA Air Açores % EBITDA (M ) SATA Internacional % SATA Air Açores % EBITDAR ( ) SATA Internacional % SATA Air Açores % Dívida líquida ( ) SATA Internacional % SATA Air Açores % Gastos em combustível (M ) % 06 Relatório Integrado de 07

5 Princiais acontecimentos Reconhecimentos e Certificações Reconhecimentos 19 de janeiro Acordo Interline com a WestJet, reforçando a resença da SATA no Canadá 22 de fevereiro Protocolo com a Fundação Pauleta, romovendo o transorte de gruos desortivos ara a Região Autónoma dos Açores. 8 de maio Realização dos rimeiros voos de treino em Santa Maria, dando início à formação no Centro de Formação Aeronáutica dos Açores (CFAA). 11 de maio Prémio Agility Award, ela OutSystems, reconhecendo o desenvolvimento da alicação de Gestão de Vendas a Bordo. 31 de maio Inauguração da segunda frequência semanal na ligação Ponta Delgada/Porto/Munique. 15 de junho 65º aniversário do rimeiro voo comercial da SATA Air Açores. 11 de julho Acordo Interline com a comanhia norte-americana Virgin ara destinos na costa oeste dos Estados Unidos. 27 de julho Seminário Hay Flyer, integrado no Programa Hay Flyer - Voar com um Novo Sorriso, esecialmente dedicado a todas as essoas que têm receio ou medo de andar de avião. 19 de setembro Inauguração do Centro de Formação Aeronáutica dos Açores (CFAA), em Vila do Porto, ilha de Santa Maria. 27 de setembro Inicio das oerações regulares semanais ara Salvador da Bahia, Brasil. 30 de Outubro Atribuição da Certificação do Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho e do Sistema de Gestão Ambiental. SATA recebe, ela terceira vez, rémio internacional Agility Award A SATA foi distinguida, elo terceiro ano consecutivo, com o rémio Agility Award ela multinacional ortuguesa OutSystems, devido ao desenvolvimento da alicação de Gestão de Vendas a Bordo. Esta alicação ossibilita o controlo de todas as vendas a bordo nos voos da SATA Internacional, usando ara isso um interface simles com suorte total ara disositivos telemóveis. A solução automatiza os relatórios dos membros da triulação, baseando- -se nas suas osições no avião e comlementa o rocesso com notificações à cadeia de comando de forma a garantir que nenhum registo de venda é extraviado ou sofre atrasos no rocessamento. SATA Air Açores considerada a 3ª Melhor Comanhia Aérea Regional da Euroa em / A SATA Air Açores foi distinguida com o rémio bronze Airline of the Year /, atribuído ela Associação Euroeia de Comanhias Aéreas Regionais ERA - Euroean Regions Airline Association. A ERA reconheceu ublicamente, entre 65 comanhias aéreas regionais ertencentes a esta associação, a imortância da renovação da frota ara os mais de clientes transortados anualmente ela SATA Air Açores. SATA Air Açores Em agosto de, a SATA Air Açores foi acreditada ara efetuar avaliações de aeronavegabilidade emissão de certificados de avaliação de aeronavegabilidade e recomendações ara as aeronaves Bombardier DASH 8 Q200 e DASH 8 Q400. Adesão da SATA ao Observatório de Comunicação Interna e Identidade Cororativa A SATA tornou-se membro do Conselho Assessor do Observatório de Comunicação Interna e Identidade Cororativa (OCI). Criado em 2008 ela agência de comunicação Inforress em conjunto com a Universidade Católica (ambos membros do Conselho Fundador), o OCI visa otenciar o conhecimento sobre o que está a ser desenvolvido ao nível da comunicação interna em Portugal e incentivar a artilha de exeriências e boas ráticas entre diretores e quadros das organizações. Certificações A SATA Air Açores e a SATA Internacional mantiveram actualizados os seus Certificados de Oerador Aéreo (AOC), o Certificado de Gestão de Continuidade de Aeronavegabilidade (CAMO) e o Certificado de Organização de Manutenção de Aeronaves (AMO). Adicionalmente, foi mantido, ara a SATA Internacional, o Certificado de Organização de Formação de Qualificações de Tio, ara ilotos (TRTO). Para além destes, que lhe ermitem manter a actividade de transortadora aérea, a SATA obteve ou manteve as seguintes certificações: Sistema de Gestão Integrado da Segurança e Saúde e Gestão Ambiental recebe certificação da AP- CER Com a certificação do Sistema de Gestão Integrado da Segurança e Saúde no Trabalho e do Sistema de Gestão Ambiental or arte da Associação Portuguesa de Certificação (APCER), a SATA é a rimeira transortadora aérea ortuguesa a obter esta qualificação. Conclui dois anos de trabalho e emenho no sentido de dotar a atividade da Emresa com adrões de qualidade com vista à excelência dos serviços que resta e revenindo a segurança e saúde dos trabalhadores e a reservação do meio ambiente. Certificação da Qualidade ISO 9001:2008 Pelo quinto ano consecutivo, o handling da SATA mantém a sua certificação de Qualidade ISO 9001:2008, resultado da auditoria de renovação da APCER em. Em, foram mantidas a Certificação de Oerador Aéreo (AOC), a Certificação de gestão de continuidade de aeronavegabilidade (CAMO), a Certificação de organização de manutenção de aeronaves (AMO) e a Certificação de organização de qualificação tio ara ilotos (TRTO), ara a SATA Air Açores e SATA Internacional. Registo IOSA Obtido em com validade de 2 anos, em a SATA manteve o seu registo IOSA (IATA Oerational Safety Audit) conferido ela IATA (International Air Transort Association), ara a SATA Internacional e ara a SATA Air Açores. O rograma IOSA é uma referência internacional no que se refere à gestão oeracional e sistemas de controlo das comanhias aéreas, incluindo aroximadamente 1000 requisitos nas áreas oeracionais: organização; voo; desacho oeracional; manutenção; oerações de cabine; oerações de terra; oerações de carga e security. 08 Relatório Integrado de 09

6 10 Relatório Integrado de 11

7 O Gruo SATA Aresentação da SATA A SATA, fundada em 1941, é, hoje, um universo de seis emresas, nomeadamente a SATA Air Açores, SATA Internacional, SATA Exress, Azores Exress, SATA Gestão de Aeródromos e SATA SGPS, cujo centro de decisão está localizado na Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, cidade de Ponta Delgada. Com ersonalidades jurídicas distintas, estas emresas assumem uma imortância caital enquanto meio regulador das acessibilidades dos habitantes das ilhas dos Açores e como instrumento indisensável à consolidação e desenvolvimento económico e social da Região Autónoma. Accountable Manager Co nselho de Administração SATA SGPS 100% Região Autonóma dos Açores Gestão integrada, sob a forma emresarial, da carteira de articiações da Região Autónoma dos Açores, no setor do transorte aéreo. Segurança Oeracional Qualidade Segurança SATA Air Açores 100% SATA SGPS Fundada em 1941, serve atualmente as 9 ilhas do Arquiélago dos Açores, através de um serviço úblico de transorte aéreo. Garante, igualmente, desde 2007, os voos entre a Madeira e o Porto Santo. Em assou a oerar as ligações entre os Açores, Madeira, Canárias, e Algarve, em nome da SATA Internacional. Oerações de Voo Manutenção e Engenharia Oerações Terrestres e Handling Treino e instrução de Triulações Serviço a Clientes Vendas Planeamento e Exloração Gestão e Controlo da Receita Recursos Humanos Serviços Partilhados SATA Internacional 100% SATA Air Açores Fundada em 1990, articia nas ligações aéreas entre os Açores e o exterior, oferecendo rotas aéreas ara a Euroa e América do Norte, amliando o âmbito da sua oeração aérea regular com a realização de oerações charter ara variados destinos. Em, verificou-se um reforço da resença nos mercados euroeus e o regresso ao mercado brasileiro. SATA Gestão de Aeródromos 100% SATA Air Açores Constituída em 2005, gere quatro das nove infra- -estruturas aeroortuárias existentes na Região Autónoma dos Açores (Pico, Graciosa, Corvo e São Jorge) e a Aerogare das Flores. Promove e executa o laneamento e a exloração do serviço úblico de aoio aeroortuário à aviação civil. SATA Exress e Azores Exress 100% SATA Air Açores Oeradores turísticos localizados no Canadá (SATA Exress) e nos EUA (Azores Exress), desde Atualmente romovem a oferta de ligações constantes, ao longo do ano, entre a América do Norte e Portugal Continental e Insular e comercializam a oeração da SATA Internacional nesses aíses. Estrutura Funcional da SATA Financeira Sistemas de Informação Planeamento e Controlo de Gestão Marketing e Comunicação Jurídico Legislação e Relações Laborais Comras e Logística Projetos Cororativos 12 Relatório Integrado de 13

8 Marca SATA tem a sua raiz identitária na rofundidade da alma açoriana, tendo assumido o comromisso de combater o isolamento da Região Autónoma dos Açores. O exercício de mudança da marca SATA teve início em 2009, coincidindo com a renovação da frota SATA Air Açores. Esta mudança reforçou o desejo da transortadora aérea em assumir-se como uma marca comercialmente mais aelativa, caaz de cometir quer elo imacto visual, quer elos seus elementos inovadores com as mais variadas transortadoras aéreas, em qualquer aeroorto do Mundo, mantendo as referências e símbolos ancorados na história da SATA e dos Açores. O BIA - Blue Islands Azores - é o símbolo que agora acomanha o logótio da SATA. Este símbolo é um Açor reinventado, retilíneo, insirado no futurismo dos rotótios, construído a artir de nove edaços assimétricos, distintos e coloridos, que simbolizam as nove ilhas do Arquiélago. O rocesso de rebranding da marca SATA será concluído em 2013, com a alteração da imagem em alguns equiamentos de terra e com a introdução do novo fardamento. Todas estas alterações serão essenciais ara a SATA continuar a acomanhar os muitos desafios comerciais com que se deara. 14 Relatório Integrado de 15

9 Rotas A SATA desenvolve a sua atividade num alco internacional vasto e cometitivo, nos esaços aéreos mais exigentes do Mundo. De acordo com a estratégia da SATA, de rocurar resonder às necessidades dos açorianos através da redução do isolamento dos Açores, a Emresa alargou, em, o seu maa de oerações ara outros destinos, nomeadamente ara Salvador da Bahia, Coenhaga e Munique. 4 DESTINOS AMÉRICA DO NORTE Boston Montreal Oakland Toronto NOVOS DESTINOS Munique Coenhaga Açores NOVO DESTINO AMÉRICA DO SUL Salvador da Bahia 14 DESTINOS NACIONAIS Corvo Faro Flores Funchal Graciosa Horta Lisboa Pico Ponta Delgada Porto Porto Santo Santa Maria São Jorge Terceira 12 DESTINOS PARA A EUROPA E RESTO DO MUNDO Amesterdão Barcelona Cabo Verde Dublin Estocolmo Frankfurt Canárias Jersey Londres Madrid Marrocos Paris 16 Relatório Integrado de 17

10 Frota A frota da SATA é comosta, atualmente, or 14 aeronaves modernas, eficientes e confortáveis, com uma idade média de 9,7 anos. Em 2010 foi realizado um investimento significativo na renovação integral da frota turbo-hélice da SATA Air Açores, or um conjunto de aeronaves Bombardier, osicionando a SATA como uma transortadora aérea ecologicamente eficiente e adatada quer às exigências das oerações entre ilhas, quer ao alargamento da sua oeração atlântica. 3 Airbus A Autonomia, Terceira e São Miguel 1 Airbus A Macaronésia 3 Airbus A Diásora, São Jorge e Corvo 1 Airbus A Pico 4 DHC-8-Q402 Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Flores e Santa Maria 2 DHC-8-Q202 Graciosa e Faial 18 Relatório Integrado de 19

11 Colaboradores or faixa etária e categoria rofissional 500 > 65 anos As Pessoas No final de, a SATA contava com colaboradores, mais 19 colaboradores do que em relação a. 95% dos colaboradores ossui um contrato ermanente, refletindo a estabilidade interna da Emresa Dos 55 aos 64 anos Dos 45 aos 54 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 18 aos 34 anos < 18 anos Dirigentes/Diretores Quadros sueriores Quadros médios e intermédios Colaboradores or género e categoria rofissional 2010 SATA Air Açores SATA Internacional SATA Gestão de Aeródromos Total * Dirigentes/Diretores Quadros sueriores Quadros médios e intermédios Masculino Feminino % 25% 20% 15% 10% 5% 0% Distribuição dos colaboradores or área geográfica 72% 1% 27% Taxa de rotatividade 17,5% 13,7% 11,1% 9,4% 7,8% Masculino Feminino 8,1% 0% 0% Madeira Açores < 18 anos Portugal Continental 0% 29,1% 15,7% 17% Dos 18 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 54 anos * 27 dos quais a temo arcial Dos 55 aos 64 anos ,5% 1% 1,8% 0,1% 0,1% 0% 0,4% 0,4% 0,3% 0% 0% 0,1% > 65 anos A SATA Air Açores disõe de uma Comissão de Trabalhadores a qual consiste num órgão autónomo reresentativo de todos os colaboradores da Emresa. Esta comissão é comosta or seis elementos, e visa defender os interesses, direitos e deveres de todos os colaboradores, revistos na lei e constituição. Qualquer colaborador, indeendentemente da idade e da função, tem o direito de articiar na constituição da mesma e na arovação dos resetivos estatutos. Adicionalmente, foi criado um website ara garantir a comunicação entre os colaboradores e esta Comissão. Direito de associação A todos os colaboradores da SATA é assegurada a liberdade de associação. Prova disto é que a transortadora aérea conta com 952 colaboradores sindicalizados nas seguintes organizações sindicais: SPAC Sindicato de Pilotos da Aviação Civil SNPVAC Sindicato de Pessoal de Voo de Aviação Civil SITAVA Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroortos SITEMA Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves SQAC Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial 20 Relatório Integrado de 21

12 Modelo de Governo Órgãos de Gestão A estrutura de Governo das emresas da SATA assenta no Modelo Latino, que revê a existência de 3 órgãos de gestão, encontrando-se erfeitamente definidos nos estatutos societários as suas funções e as suas regras de funcionamento. Assembleia Geral A boa governação assume grande imortância nas ráticas de gestão da SATA. Agir de forma resonsável, ética e de acordo com os adrões de conduta recomendados elas boas ráticas internacionais é a forma de trabalhar em todo o seu universo desde o acionista aos colaboradores. Fiscal único Conselho Fiscal Ética e Conduta Em 2010 foi concretizado na SATA o rojeto Quality&You cujo objetivo era romover a reorganização estratégia da SATA através da definição de linhas orientadoras ara a criação de uma cultura organizacional centrada no cliente e na sua satisfação. No seguimento deste rojeto elaborou-se o Código de Ética e Conduta, que visa alinhar o comortamento dos colaboradores com o objetivo do rojeto. Este código, que foi revisto em, estabelece o comromisso, define adrões de atuação e roorciona orientação a todos os colaboradores da Emresa, indeendentemente da sua osição, função desemenhada ou tiologia de vínculo laboral. Princíios do Código de Ética e Conduta Segurança e saúde Conflito de interesses Ambiente Equidade e reseito Relação com os media Conhecimento e inovação Lealdade Confidencialidade Relação com os outros Uso de bens da emresa Resonsabilidade social Qualidade do serviço Princíios do Modelo de Governo Transarência Controlo Resonsabilização Adatabilidade Reseito Conflito de interesses Integridade com o mercado Segregação de funções A SATA considera que deve haver um total envolvimento de todas as artes interessadas assegurando ara isso, que todas as informações de caráter cororativo ou estratégico, bem como as alterações da sua envolvente interna e externa devem ser divulgadas de forma verdadeira, resonsável, coerente e íntegra. A existência de um órgão de fiscalização que analisa as contas da emresa, contribui ara que as decisões tomadas elo acionista sejam informadas e ajustadas à sua realidade, romovendo o rincíio da transarência e integridade com o mercado. Também é romovida internamente a cultura de controlo e da segregação de funções assumindo-se como uma mais-valia na execução da estratégia cororativa. Para mais informações sobre os Princíios consultar o Anexo de Resosta da SATA às boas ráticas de Modelo de Governo. Clique aqui. Conselho de Administração Assembleia Geral Princiais funções É a Assembleia Geral que analisa e arova os documentos de restação de contas individuais e consolidadas deliberando sobre a alicação de resultados do exercício, alterações de articiação de caital, aumentos de caital e contratação de emréstimos (nas condições revistas). Também analisa e arova as linhas e orientações de caráter estratégico e elege os membros dos órgãos sociais, definindo a fixação e alteração da sua remuneração. Comosição da Mesa da Assembleia Geral SATA Internacional Presidente Vice Presidente Secretário Miguel Cymbron Rita Machado Dias Maria Alexandra Vieira Fiscal único Princiais funções As funções do Fiscal único de Contas (ROC) encontram-se alinhadas com os estatutos da SATA, cometindo-lhe fiscalizar a administração da emresa relativamente ao cumrimento da lei, estatutos e regulamentos que lhe são alicáveis assim como verificar e elaborar um arecer sobre os documentos de restação de contas a nível individual e consolidado através da realização de auditorias assegurando o cumrimento dos standards nacionais definidos. SATA Internacional Cruz das Neves & Silva Cardoso, SROC Data da rimeira designação 2010 N.º de mandatos Terceiro mandato Duração do mandato 3 anos civis Conselho Fiscal Comosição da Mesa do Conselho Fiscal Presidente Vice Presidente Secretário Sulente Carlos Bento Manuel Quaresma Celestina Oliveira José Gomes Funcionamento dos órgãos de gestão Órgãos de Gestão N.º de SATA Internacional reuniões % de articiação Assembleia Geral 3 100% Conselho de % Administração Princiais deliberações Reuniões de Assembleia Geral Arovação do Relatório e Contas Alicação dos resultados Eleição dos membros do Conselho de Administração e do Revisor Oficial de Contas Reuniões de Conselho de Administração Arovação do Relatório e Contas Alicação dos resultados 22 Relatório Integrado de 23

13 Conselho de Administração Princiais funções Gerir os negócios da sociedade e tomar decisões relativas ao objeto social que são da sua exclusiva cometência e resonsabilidade. Adicionalmente, deverá arovar os rinciais objetivos, olíticas e orientações de gestão da SATA assim como monitorizar e garantir o seu alinhamento com as atividades a desenvolver no sentido de satisfazer e maximizar os interesses do acionista. Comosição do Conselho de Administração São 2 os administradores executivos que comõem o Conselho de Administração da emresa da SATA Gestão de Aeródromos encontrando-se erfeitamente definidas quais as resonsabilidades e as áreas de cometência do negócio de cada um. António Menezes Presidente da SATA SGPS, SATA Air Açores, SATA Internacional, SATA Gestão de Aeródromos, SATA Exress e Azores Exress. Áreas de cometência: Área Financeira e Contabilística Sistemas de Informação Projetos Cororativos Isabel Barata Vogal Executiva da SATA SGPS, SATA Air Açores, SATA Internacional, SATA Gestão de Aeródromos e SATA Exress. Áreas de cometência: Marketing e Comunicação Recursos Humanos Relações Laborais Gestão de Aeródromos Oerações de Terra e Handling Oerações Manutenção e Engenharia Logística Remuneração dos Órgãos de Gestão A olítica de remuneração dos membros do Conselho de Administração é definida de acordo com os Estatutos do Gestor Público Regional e com os Estatutos da SATA. * Membros da mesa da Assembleia ** Orgão de Gestão Mesa da Assembleia Geral da SATA Internacional Conselho de Administração Remuneração * ** Para informação sobre o Percurso académico e rofissional dos membros do Conselho de Administração, clique aqui. * Os membros que comõem a mesa da Assembleia Geral não auferem qualquer remuneração. ** As remunerações auferidas em elos órgãos de administração cifram-se nos seguintes valores, totalmente agos ela SATA Air Açores 24 Relatório Integrado de 25

14 26 Relatório Integrado de 27

15 Modelo de negócio São 4 as unidades de negócio da SATA transorte aéreo, assistência a aeronaves, gestão de aeródromos e oeração turística que em conjunto asseguram o serviço de transorte aéreo dos açorianos e de todos aqueles que visitam a Região Autónoma dos Açores. Para o assegurar, são fundamentais algumas atividades críticas desenvolvidas ela SATA, os seus recursos, assim como as relações de arceria estabelecidas com aqueles que são considerados os arceiros fundamentais ara o exercício do negócio com segurança. Açores O que a SATA faz? A SATA resta um serviço de transorte aéreo, assim como todas as atividades que lhe estão ligadas. Como o faz? Atividades críticas Algumas das atividades criticas desenvolvidas na SATA ara assegurar um serviço de máxima qualidade ao cliente: Gestão e controlo de receita Oerações de voo, terrestres e handling Manutenção e engenharia Planeamento e exloração Para conhecer as restantes funções da SATA clique aqui. Canais de venda Rede de Lojas SATA Contact Center Agentes Para conhecer mais sobre os canais de venda clique aqui. Clientes Entidades reguladoras Colaboradores Associação de Turismo dos Açores Outras comanhias aéreas Fornecedores Parceiros Os arceiros da SATA assumem uma imortância estratégica no desenvolvimento e execução das suas atividades, não só do seu dia-a-dia oeracional mas também no assegurar das suas atividades de suorte ao negócio. Para conhecer mais sobre os arceiros clique aqui. Para quem? Para todos os açorianos e todos aqueles que desejam visitar os Açores. No entanto, num mundo exigente e global é ambição da SATA construir uma comanhia aérea de referência ara o úblico em geral. Para conhecer mais sobre os clientes clique aqui. Estratégia Os objetivos estratégicos que a SATA se roõe alcançar, no médio e longo razo, estão alinhados com a roosta de valor definida ara o Gruo, tendo naturalmente em conta os constrangimentos associados ao atual contexto económico nacional e internacional. Nesse sentido, em a SATA deu seguimento à estratégia definida no ano anterior aostando em medidas de redução de custos, aoiando rojetos de inovação e orientando a sua atividade comercial com base em lanos de enetração nos mercados internacionais economicamente menos exostos à crise atual. Para que é que a SATA existe? E o que a SATA retende ser no futuro? De que forma retende atuar junto dos seus arceiros? Qual o foco do seu negócio? A SATA existe com o objetivo de trazer a cada dia, o Mundo aos Açores e levar os Açores ao resto do Mundo. Ser uma comanhia aérea de referência que se afirma no mundo da aviação comercial internacional. Fiabilidade Simatia Inovação Segurança Satisfação do cliente Motivação organizacional Eficiência oeracional Qualidade do serviço Objetivos estratégicos Redução de custos Novos mercados Inovação Consolidação de cultura de redução de custos transversal a todas as suas áreas de negócio e a todos os seus colaboradores. O que a SATA realizou em? Iniciativas de redução de custos realizadas ela Direcção de Oerações Terrestres ermitiram reduzir cerca de 273 mil euros; Imlementação de novas ferramentas nas áreas de suorte/back office, de romoção à eficiência na realização das tarefas. O que a SATA retende realizar em 2013? Reduzir os custos fixos e variáveis; Continuar a aostar na eficiência e melhoria de rodutividade em todas as direções. Aosta em mercados alvo, incluindo o centro da Euroa, Escandinávia, Canárias e Brasil. O que a SATA realizou em? Reforço da resença nos mercados euroeus e regresso ao mercado brasileiro; Estabelecimento de novos acordos comerciais no âmbito dos mercados euroeu e da américa do norte; Aumento da frequência de voos em rotas estratégicas. O que a SATA retende realizar em 2013? Atuar em novos mercados; Negociar novos acordos comerciais ara o Canadá, Brasil e Euroa Central; Continuar a colaborar com a Associação de Turismo dos Açores. Missão Visão Valores Inovação com vista à maximização da satisfação dos clientes, qualidade e excelência do serviço restado. O que a SATA realizou em? Desenvolvimento de alicações internas com vista à maximização da satisfação dos clientes; Promoção da criatividade e inovação juntos dos colaboradores. O que a SATA retende realizar em 2013? Adotar o conceito cloud e dar continuidade à iniciativa de virtualização; Reforçar rocessos de gestão de infraestrutura de um modo centralizado; Adoção de maior número de soluções oen source, incluindo framework de desenvolvimento. 28 Relatório Integrado de 29

16 Cask SATA InternacionaL (cêntimos de euro) 8 6 A redução de custos Cask (non fuel) 2010 Cask (fuel) 6,1 6,2 6,5 Cask (non fuel) 4,5 4,2 4,2 Cask (fuel) Custos oeracionais (milhares de euros) Em Continuar a desenvolver medidas ara a redução de custos é um dos objetivos estratégicos da SATA, tornando-se imortante à luz da resente conjuntura económica nacional e internacional consolidar a cultura de redução de custos e assegurar a sua transversalidade a todas as emresas da SATA e a todas as atividades desenvolvidas. No quadro deste comromisso as várias áreas de negócio, têm desenvolvido e adotado um conjunto de iniciativas e medidas que têm ermitido alcançar uma redução de custos bastante significativa. Imorta ainda referir que estas ações rocuram acima de tudo romover a eficiência e a eficácia, ou seja, garantir um nível elevado de qualidade de serviço interno e externo, aostando na otimização dos recursos, no laneamento de frota e das triulações. Iniciativas de redução de custos realizadas São várias as iniciativas de redução de custos realizadas ela Direção de Oerações Terrestres, das quais se destacam: Renegociação do contrato de catering com a CateringPor que ermitiu uma ouança significativa num contrato a 3 anos; Contratação do serviço de rofiling aos assaortes na rota Lisboa Toronto com um efeito direto na redução do número e do valor das enalizações; Renegociação do reço handling com uso de mangas nos aeroortos do Porto e Lisboa ara os equiamentos A310 e A320 da SATA Internacional. O esforço conjunto dos colaboradores SATA fez com que atingíssemos os custos unitários (excluindo fuel) mais baixos dos últimos anos; será imortante mantermos este foco! António Menezes, CEO da SATA À semelhança do ano, o sucesso da olítica de redução de custos ode ser avaliado ela evolução do custo unitário excluindo combustível (CASK non-fuel) em, de 36 cêntimos de euro na SATA Air Açores, inferior em 5% ao valor de cerca de 38 cêntimos de euro registado em. Este indicador revela uma SATA Air Açores mais cometitiva, or via de menores custos unitários. De igual modo, o CASK non-fuel da SATA Internacional manteve-se nos 4 cêntimos em Sabia que a SATA tem uma ferramenta de orçamento dinâmico desde? Em colaboração com a área de Sistemas de Informação, o Gabinete de Controlo de Gestão assegurou a imlementação de uma ferramenta de orçamento dinâmico com inúmeras vantagens em termos de monitorização de custos. Com esta ferramenta, a SATA aumenta o enfoque na redução de custos, motivando o emowerment dos resonsáveis no ajustamento do orçamento às suas reais e atuais necessidades, através de uma monitorização constante do mesmo. E que irá substituir a alicação de Revenue Accounting? A substituição da alicação irá ermitir à SATA maior eficiência, na medida em que menos recursos serão necessários ara efetuar o auramento da receita com fiabilidade e, acima de tudo, de forma atemada Cask SATA Air Açores (cêntimos de euro) 2010 Cask (non fuel) Cask (fuel) 2010 Cask (fuel) 49,7 40,9 39,6 Cask (non fuel) 46,8 37,7 36,2 Ambições ara 2013 Reduzir os custos fixos e variáveis; Continuar a aostar na eficiência e melhoria de rodutividade em todas as direções. 30 Relatório Integrado de 31

17 Evolução anual do nº de acordos comerciais estabelecidos Antes de 0 Antes de Os novos mercados Em Atualmente, a SATA voa regularmente ara mais de 30 destinos, em dois continentes diferentes. Em as frequências de voos em rotas estratégicas foram aumentadas e ainda estabelecidos novos acordos comerciais, sendo objetivo da Emresa continuar em 2013 a investir neste aumento da sua rede de voos, no sentido de diversificar os destinos dos açorianos, intensificar a visibilidade que os Açores têm no mundo e catar mais turistas ara a Região. Euroa e o Resto do Mundo Coenhaga e Munique com artida de Ponta Delgada via Porto. Paris com artida de Ponta Delgada, (novo destino revisto ara 2013). Acordos e outras arcerias comerciais em : SAS airberlin blue 1 binter canarias wideroe air euroa Destinos Nacionais Aumento da frequência de rotas ara o Porto, desde outubro de, assando a oerar diariamente. Aumento da frequência (revista ara 2013) Terceira Porto América do Sul Desde dia 27 de Setembro que a SATA volta ao mercado brasileiro através de uma oeração em formato regular ara Salvador da Bahia, com artida de Lisboa. América do Norte Mercado historicamente ligado aos Açores, fruto dos fortes fluxos migratórios, existindo uma ambição estratégica em reforçar as ligações entre os Açores, o Canadá e os USA. Em foi firmado um acordo interline com a WestJet e a Virgin America. Aumento da frequência (revista ara 2013) Ponta Delgada Boston. Oferta mais diversificada A SATA continuou a trabalhar no aumento da oferta de destinos, reforçando a sua resença em mercados alvo. O objetivo é melhorar a exeriência de voo dos assageiros ao ermitir uma maior variedade de ligações aos destinos SATA, ao mesmo temo que se fortalecem as relações de colaboração com os arceiros comerciais e cresce a notoriedade da marca no mercado internacional. Evolução das receitas or mercado emissor ( 000 ) A ATA e a SATA no Canada e nos USA Em assistiu-se a uma colaboração reforçada da SATA com a Associação de Turismo dos Açores (ATA) nos mercados canadiano e norte americano. O objetivo desta iniciativa é romover os Açores nestes mercados caracterizados or serem destinos emigratórios de muitos açorianos, mas também or serem mercados emissores de muitos turistas que historicamente visitam os Açores. Os segmentos de mercado que se retendem atingir são o turismo sénior e o relacionado com o golf. Ambições ara 2013 Atuar em novos mercados; Negociar novos acordos comerciais ara o Canada, Brasil e Euroa Central; Continuar a colaborar com a Associação de Turismo dos Açores Doméstico Euroa Inter-Continental Inter-Ilhas 32 Relatório Integrado de 33

18 A inovação Em A Inovação na SATA, mais do que a caacidade do fazer algo novo, é um valor cororativo entendido como chave na nossa caacidade cometitiva, sendo tanto um forte fator de diferenciação como um meio ara quebrar deseconomias de escala indeendentemente da nossa dimensão temos que oferecer, no mínimo, aos nossos clientes o mesmo nível de serviço que os nossos concorrentes. Paulo Ornelas Diretor de Sistemas de Informação da SATA A inovação está resente em todas as atividades do quotidiano da SATA. É, no entanto, através dos sistemas de informação, que servem de suorte a todas as áreas de negócio da SATA, que a inovação ganha vida. Todos os rocessos de criação e desenvolvimento de inovações têm or base a metodologia AGILE. Primeiramente, a necessidade identificada elas diferentes áreas de negócio é reortada aos Sistemas de Informação (SI) que, or sua vez, avaliam, em colaboração com estes, o grau de comlexidade da mesma e os seus benefícios inerentes. Com base nesta avaliação, eriodicamente é definido o nível de rioridade do rojeto e rosseguem com o desenvolvimento da alicação que servirá de resosta à necessidade encontrada. Os ciclos de desenvolvimento têm a duração de 15 dias, ficando assegurado que cada nova funcionalidade será criada e desenvolvida neste curto esaço de temo. CRIAÇãO Necessidade identificada elas áreas de negócio; Avaliação da sua comlexidade e benefícios; Desenvolvimento da alicação. CICLOS DE 15 DIAS CONCLUSãO Ambições ara 2013 Adotar o conceito cloud e dar continuidade à iniciativa de virtualização; Reforçar rocessos de gestão de infraestrutura de um modo centralizado; Adoção de maior número de soluções oen source, incluindo framework de desenvolvimento. AGILE: O QUE É? Criado em 2010; Permite o alinhamento integral do SI com o negócio; Ciclos curtos rocurando time to market; Permite uma ermanente avaliação do risco; Launch & fix; Comromisso gera elevado grau de adoção; Inovação nos rocessos de SI. Evolução do número de iniciativas web desenvolvidas Iniciativas desenvolvidas com foco no cliente Podem-se referir inúmeros rojetos de inovação desenvolvidos nos últimos anos, com base na metodologia AGILE, destacando-se em aqueles que contribuíram ara a maximização da satisfação do cliente. Com o objetivo de dar a máxima visibilidade e transarência à oferta de tarifas romocionais, a SATA lançou um inovador motor de busca que ermite aos clientes acederem a informação de muito fácil leitura sobre as tarifas romocionais, nas rotas entre os Açores, Continente e Madeira. Tarifas Promocionais de residentes Bilhetes emitidos em Em Julho de foi lançada uma camanha no site (www.sata.t) em que ara determinados voos, os clientes odem adquirir tarifas mais baixas se a comra for efetuada de forma coletiva. Neste modelo, a romoção torna-se efetiva quando o número de comradores, determinado ela SATA e dentro de um eríodo de temo ré estabelecido, for atingido. Caso determinada oferta não tenha reunido o número necessário de comradores definido ela SATA ara garantir a romoção, a mesma não se concretiza e o valor desendido elo cliente é reembolsado na totalidade. Para mais informações, consulte os Termos e Condições Gerais de Comras Coletivas no site. Março SATA4Agents Entrada em rodutivo do site da SA- TA4Agents Para mais informações consultar o site Abril Seguros Online Seguros de acidentes essoais e de viagem que odem ser adquiridos elos assageiros via web, contact center ou diretamente nas lojas SATA. Julho inteligente inteligente que é enviado aos clientes aquando da comra de uma viagem, sugerindo um conjunto de serviços adicionais (rent-a-car, hotéis, re-seat, etc.) que o cliente ode usufruir no destino. Julho Lançamento novo site Novembro Site Orientado ao Mercado Site que se adata a quem o visita, ajustando o idioma ao local da visita. O objetivo é estar mais róximo dos clientes do Canadá, EUA e Alemanha. Mas a inovação também é romovida internamente Aesar do foco das iniciativas de inovação estar orientado ara o negócio e ara cliente, esta também é romovida internamente na SATA. Encontra-se disonível desde a Rede de Inovação no ortal do colaborador - My SATA - um rograma da SATA que tem como objetivo a artilha e desenvolvimento de ideias num ambiente aberto. A artilha de ideias entre os vários deartamentos, gabinetes e colaboradores romove uma cultura de criatividade e de inovação, or via da exerimentação, da quebra de aradigmas essoais e rofissionais e da criação de algo que otencie a marca SATA. Em termos globais, esta iniciativa tem como consequência: Mais desenvolvimento essoal, social e cororativo; Mais restação de serviços de qualidade; Mais ganhos de eficiência em rocessos rodutivos, administrativos e financeiros; Mais cometitividade e mais crescimento económico. Sabia que a SATA vendeu ela rimeira vez uma alicação desenvolvida internamente? A SATA assinou um rotocolo ara venda de três alicações informáticas destinadas ao setor da aviação comercial com a Mindbury Consulting/TecAngol SGOK, Moving UP e QMSYS. A alicação SGOK ermite a gestão oeracional do aeroorto, controlando o registo dos recursos afetos a cada voo. O Moving U ermite a recolha dos temos na realização de atividades de handling, nomeadamente assistência de assageiros e laca. A terceira alicação, QMSYS, ermite o registo de auditorias e a criação de check lists com itens ara auditar, definição dos auditores e auditados. Este rotocolo vai ermitir a utilização destas alicações em Angola, mercado emergente de enorme otencial e confirma a caacidade da SATA em criar, romover e rentabilizar emrego qualificado nos Açores através da exortação de serviços esecializados. 34 Relatório Integrado de 35

19 Envolvente externa A análise da conjuntura macroeconómica e do imacto da mesma na atividade da SATA é efetuada ao nível dos vários mercados onde a SATA atua: ao nível internacional (com esecial enfoque nos mercados americano, canadiano e euroeu), nacional e regional. Internacional Nacional Região Autónoma dos Açores Conjuntura Internacional O ambiente macroeconómico mundial em caraterizou-se or uma recueração moderada face a, como evidencia a tabela abaixo, em linha com as tendências económicas verificadas nos dois últimos anos. De acordo com as revisões do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em situou-se nos 3,3%, menos 0,5.. do que em O abrandamento da atividade económica deveu-se sobretudo à manutenção de elevados níveis de incerteza que se manifestaram ao nível da volatilidade dos mercados financeiros e na erda de confiança dos agentes económicos que, or sua vez, adiaram as suas decisões de consumo e investimento, retardando a recueração económica à escala global. Contudo, imorta referir que o elevado grau de incerteza afetou de forma diferenciada o desemenho dos diferentes aíses, sendo articularmente adverso nos casos em que decorrem rocessos de ajustamento dos desequilíbrios macroeconómicos internos e externos, como acontece nas economias intervencionadas. Também nas economias emergentes foi ossível verificar uma desaceleração da atividade económica, esecialmente acentuada nas economias da Euroa Central e de Leste, mais exostas aos riscos da área do euro or via das relações comerciais e financeiras, mas também na China e no Brasil. As estimativas do FMI aontam, ainda assim, ara um crescimento acentuado do PIB destas economias (5,3% em, face a 6,2% em ), contribuindo ositivamente ara a dinamização da economia global. PIB taxa de variação, em % Previsão Economia mundial 5,1 3,8 3,3 3,6 Economias 3 1,6 1,3 1,5 avançadas EUA 2,4 1,8 2,2 2,1 Canadá 3,2 2,4 1,9 2 Área do Euro 2 1,4-0,4 0,2 Reino Unido 1,8 0,8-0,4 1,1 Economias de mercado 7,4 6,2 5,3 5,6 emergentes e em desenvolvimento, das quais: China 10,4 9,2 7,8 8,2 Brasil 7,5 2,7 1,5 4 Fonte: FMI, World Economic Outlook, Outubro Estados Unidos e Canadá Os Estados Unidos exibiram uma tendência de crescimento suerior à registada em (2,2% em face a 1,8% em ), em virtude da estabilização do mercado imobiliário, exansão do crédito rivado e diminuição do nível de desemrego. Porém, imorta referir que o elevado nível de incerteza resente também nesta economia se encontra maioritariamente relacionado com a necessidade de consolidação fiscal. No Canadá, assistimos a uma recueração mais robusta, refletindo os efeitos das condições favoráveis de financiamento, a menor ressão roveniente da consolidação fiscal e o commodity boom. No entanto, o crescimento desta economia ficou limitado ela modesta recueração da economia americana, um resultado da estreita relação económica e financeira destes dois aíses. As revisões do FMI ara o ano de 2013 indicam um crescimento otencial das duas economias na ordem dos 2%, em linha com os valores aresentados em. Zona euro Para a zona euro, o ano ficou marcado elo declínio da atividade económica, com uma taxa de variação negativa do PIB na ordem dos Para tal contribuiu a incerteza relativa à caacidade de alguns aíses, esecialmente da eriferia, em cumrir as reformas fiscais e estruturais requeridas e à redisosição das autoridades nacionais ara imlementar as olíticas adequadas ao combate da crise da dívida soberana, a rocura externa debilitada e o elevado reço das commodities. A adoção de olíticas fiscais contracionistas ela generalidade dos aíses da área euro ermitiu a diminuição do défice em 1 onto ercentual, situando-se em 3,2% do PIB da zona euro. Todavia, a manutenção da fragilidade dos mercados financeiros rovocada ela crise das dívidas soberanas contribuiu ara a ermanência de elevadas taxas de juro das obrigações do tesouro de alguns aíses da área euro. O clima de incerteza vivido nesta região contribuiu ara o crescimento das taxas de desemrego que atingiram, em, os 11,5%. O nível de reços, or sua vez, registou uma tendência decrescente, situando-se nos 2,5% em. Parte deste declínio é exlicado ela desaceleração da atividade económica a nível global, que rovocou um decréscimo do reço das non-energy commodities. O reço do etróleo registou uma elevada volatilidade ao longo do ano, refletindo distúrbios do lado da oferta motivados elas tensões geoolíticas no Médio Oriente. Assiste-se a uma valorização anual do reço do barril de brent fixando-se nos 108,5 dólares americanos no final de. O FMI revê uma reversão desta tendência ara Nos mercados de câmbio internacionais assistiu-se, em, a uma dereciação da taxa de câmbio nominal efetiva do Euro face às rinciais moedas, contribuindo ara uma melhoria da cometitividade da zona euro, que, or sua vez, imulsionou as exortações ara aíses fora desta área. Conjuntura Nacional ficou marcado ela continuação dos rocessos de correção dos desequilíbrios internos e externos da economia ortuguesa, no contexto dos rogramas de auxílio económico e financeiro da Troika (União Euroeia, Banco Central Euroeu e FMI). O rocesso de consolidação orçamental, a manutenção de condições financeiras desfavoráveis e a deterioração dos níveis de confiança dos agentes económicos condicionaram o desemenho do aís, conduzindo a um défice úblico de 5% e a uma contração da economia na ordem dos 3%. Em linha com a evolução da atividade económica, assiste-se a uma contração do consumo rivado, que atinge os -5,8%. Esta tendência reflete a reação dos consumidores a inúmeras ocorrências, nomeadamente ao nível do seu rendimento disonível e ao grau de incerteza. O conjunto de medidas fiscais adotadas (susensão de subsídios, aumento da tributação, etc.), o aumento do reço de certos bens e serviços, a deterioração estrutural da situação no mercado de trabalho e a restrição do acesso ao crédito conduziram à diminuição dos níveis de consumo e à constituição de ouanças or motivos de recaução or arte das famílias ortuguesas. De igual modo, assiste-se a um aumento do desemrego, que atingiu no final do ano uma taxa de 15,8%. A taxa de inflação, or sua vez, situou-se nos 3,3%, valor suerior ao verificado na zona euro. O setor exortador, contrariamente à generalidade dos indicadores, aresentou uma tendência de crescimento, embora a ritmos inferiores aos verificados em (6,3% em, face aos 7,5% verificados em ). A desaceleração do crescimento das exortações teve or base a deterioração da atividade económica da área euro e no Reino Unido, que no seu conjunto reresentam aroximadamente 75% do total das exortações. PIB taxa de variação, em % PIB 2,4 0-2,9 1,4-1,7-3 Consumo rivado 2,5 1,3-2,3 2,1-4 -5,8 Consumo úblico 0,5 0,3 4,7 0,9-3,8-3,9 Formação Bruta de Caital Fixo 2,1-0,1-13,3-3,6-13,9-14 Exortações 7,5-0,1-10,9 8,8 7,5 6,3 Imortações 5,5 2,3-10 5,4-5,3-4,7 Fonte: Banco de Portugal, Boletim Económico, Outono Conjuntura Regional De acordo com os dados ublicados no último trimestre de, a economia da Região Autónoma dos Açores foi estimulada sobretudo elos resultados ositivos rovenientes da Agricultura, a julgar elo leite entregue nas fábricas (aumento de 1,8% face ao ano anterior) e leite ara consumo (aumento de 1% face ao ano anterior). Em sentido contrário, registou-se uma evolução negativa dos setores secundário e terciário, a avaliar ela diminuição da rodução de energia elétrica, elo mau desemenho do setor da construção (diminuição do número de edifícios licenciados e venda de cimento), elo turismo e ela quebra nas vendas de automóveis novos. Em articular, avaliando o desemenho da atividade turística, verificou-se, em, uma contração do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros das ilhas na ordem dos 7,4%. Aresenta-se como rincial causa a diminuição acentuada do número de dormidas or arte dos residentes em Portugal (diminuição de 15,7% face a ), mas também or arte dos residentes no estrangeiro (diminuição de 0,5% face a ). Como consequência, registou-se, em, uma quebra de 10,1% face a nos roveitos rovenientes do turismo, totalizando os 28,6 milhões de euros. 36 Relatório Integrado de 37

20 Como é o setor Transorte aéreo - onde atua a SATA? Aesar da difícil conjuntura vivida em ela generalidade das economias, o setor do transorte aéreo registou um desemenho financeiro suerior ao eserado, embora assinalado or fortes contrastes. As iniciativas desenvolvidas elas comanhias aéreas no sentido da redução de custos e os ganhos de eficiência decorrentes da reestruturação da indústria, ermitiram contrariar os efeitos negativos na rentabilidade do setor rovenientes da rocura global enfraquecida e dos elevados reços do fuel. Ainda assim, verificou-se um crescimento do tráfego global de assageiros de 5,3% face a, a ar de uma diminuição no transorte aéreo de carga na ordem dos 2%. A nível internacional, o coeficiente de ocuação do mercado de assageiros registou um acréscimo face ao ano anterior (assumindo o valor de 78,3% em outubro de ), fomentado elo incremento da rocura, que foi suficiente ara contrariar o efeito resultante do aumento da caacidade de transorte neste segmento. Por sua vez, no mercado de carga aérea, a diminuição da rocura aliada ao aumento da caacidade de transorte traduziram-se numa diminuição do coeficiente de ocuação (atingindo os 50,5% em outubro de ). Imorta também salientar o desemenho do setor aéreo nas diferentes regiões. Em articular, foi na América Latina que se registou o maior acréscimo de RPK face a (6,8%), contrariamente ao ocorrido na América do Norte, onde se registou o menor aumento deste indicador (0,2%). Em termos de caacidade da frota ara transorte de assageiros, regista-se novamente na América Latina o maior incremento face a (7,6%), contrariamente à América do Norte, que vê a caacidade da sua frota diminuir 2,2%. Em linha com o eserado, são as comanhias aéreas norte-americanas que aresentam um maior coeficiente de ocuação no mercado dos assageiros (PLF), na ordem dos 82,2%. Por sua vez, o mercado de assageiros em África regista o menor PLF (67,7%). Relativamente ao transorte aéreo de carga, regista-se na América Latina o maior aumento da caacidade no transorte de carga no valor de 8,7%, enquanto a América do Norte vê a sua caacidade da frota a diminuir 5,4%. O menor coeficiente de ocuação (FLF) verifica-se em África (26,4%) e o maior na Euroa (48,6%). 10% 5% 0% -5% -10% Evolução dos indicadores do setor aéreo face a Freight load factor e Passenger load factor em 100% 50% 0% áfrica áfrica Euroa Euroa Passenger Load Factor Fonte: IATA, Air Transort Market Analysis, Outubro América Latina América Latina Freight Load Factor América do Norte Available Freight Tonne Km Available Seat Km Revenue Passenger Km América do Norte No caso ortuguês em articular, e de acordo com os dados do INE, verificou-se no terceiro trimestre de um ligeiro aumento no movimento de assageiros nos aeroortos nacionais e, contrariamente, registou-se uma quebra continuada no movimento de carga e correio. No que reseita ao movimento de assageiros, todos os aeroortos do Continente registaram crescimentos no número de assageiros transortados. Em contraartida, os rinciais aeroortos localizados nas Regiões Autónomas observaram diminuições nos assageiros transortados. O tráfego internacional foi resonsável or cerca de 83% dos movimentos, sendo o rincial destino ou roveniência o Esaço Schengen. Por sua vez, os 17% dos movimentos reseitaram ao tráfego doméstico, dos quais aroximadamente dois terços corresondem ao tráfego territorial (movimentos entre o Continente e as Regiões Autónomas ou entre as duas Regiões Autónomas). Tráfego de assageiros nos aeroortos nacionais 17,2% 38,8% 15,4% 25,9% 82,8% 62,2% 58,7% Tráfego doméstico Tráfego internacional Fonte: INE, Boletim Mensal de Estatística, Novembro de Tráfego doméstico Tráfego internacional Tráfego interior Tráfego territorial Fora EU EU, exceto Esaço Schengen Esaço Schengen A concorrência no setor do transorte aéreo Na última década, a indústria da aviação tem assistido a uma alteração do ambiente onde oera, que assou a registar uma elevada volatilidade a ar de elevados reços do fuel e de uma recessão económica que reduziu a rocura do setor. Consequentemente, observa-se um agravamento da cometitividade desta indústria que, or si só, já era extremamente intensiva. Genericamente, o setor da aviação carateriza-se or reduzidas margens de lucro e elevados custos fixos (o custo de cada voo varia ouco com o número de assageiros a bordo), que derivam dos elevados custos com essoal, combustível e aluguer/comra das aeronaves. Aarentemente, tratando-se de um setor muito regulado, esera-se que a entrada de novos concorrentes seja difícil. No entanto, é rincialmente o acesso ao crédito que determina o nível de concorrência da indústria já que, caso este seja facilitado e os custos decorrentes dos emréstimos sejam baixos, verifica-se um aumento dos layers no setor. Relativamente ao fornecimento de aeronaves, a oferta é maioritariamente garantida or dois agentes, a Boeing e a Airbus. O oder de negociação dos clientes desta indústria é relativamente reduzido e a existência de outros meios de transorte substitutos tem de ser avaliada considerando os fatores temo, dinheiro, referências essoais e conveniência dos diferentes meios. Como resosta à crescente cometitividade, as comanhias aéreas têm vindo a alterar o seu modus oerandi. A cobrança de tarifas adicionais or serviços que estavam antes incluídos no reço base do bilhete, a redução do número de voos, o reenchimento de lugares vagos e, a um nível mais estrutural, fusões de comanhias aéreas, ermitiram contrariar, em arte, o ambiente recessivo que ameaça a indústria. Nas suas rinciais atividades de negócio a SATA deara-se com 2 realidades distintas, rotagonizadas ela SATA Air Açores e ela SATA Internacional A SATA Air Açores atua ao abrigo das obrigações de serviço úblico, através das quais assegura os voos inter-ilhas e as ligações entre a Madeira e Porto Santo. Na qualidade de fornecedor de caacidade e numa lógica de sinergias intra-gruo emresarial, a SATA Air Açores também assegura as ligações entre os Açores e a Madeira e entre esta e a ilha Gran Canaria e a cidade de Faro, cujas rotas são exloradas ela SATA Internacional. Nas rotas entre as ilhas ortuguesas, a SATA Air Açores assume o monoólio. No entanto, não basta ter em conta aenas o transorte aéreo ara definir o contexto cometitivo que circunda a SATA Air Açores. É necessário considerar também o transorte marítimo que assegura o transorte de assageiros entre as ilhas açorianas e madeirenses, mas também o transorte de carga. A SATA Internacional oferece ligações aéreas entre os Açores e o exterior, atuando maioritariamente em mercados livres e tendo que cometir nas Princiais comanhias aéreas Destinos Número de Passageiros or continente América do Norte United Airlines Delta AirLines American Airlines Air Canada América do Sul TAM GOL 64 - Euroa Air France - KLM Lufthansa IAG Fonte: IATA, World Air Transort Statistics 56th Edition Clientes Reduzido oder negocial Preço etróleo, taxas câmbio, acesso ao crédito, etc. Fatores externos Transorte aéreo Modus oerandi Alterado nos últimos anos Fornecedores rotas onde voa, com as restantes comanhias aéreas. De referir que nas rotas de ligação entre os Açores, Continente e Madeira oera de acordo com obrigações de serviço úblico, num modelo onde existe concorrência ou ossibilidade de existir. É ainda de salientar que, o rograma eleitoral do vencedor das eleições regionais realizadas em finais revia a ossibilidade de entrada de comanhias low cost nas ligações dos Açores com o Continente e Madeira, em Os imactos desta alteração nas atividades e oerações desenvolvidas ela SATA estão a ser avaliados, tendo semre em conta a missão social que lhe é conferida elos açorianos. O mercado concorrencial das restantes emresas da SATA é também esecífico dos mercados onde atuam. A SATA Gestão de Aeródromos oera sob um contrato de concessão que tutela a gestão oeracional dos aeródromos de 4 das 9 ilhas dos Açores: Pico, Graciosa, Corvo e São Jorge. Por sua vez, as emresas que asseguram a área de negócio dos Oeradores Turísticos, atuam também em mercado concorrencial sujeito à lei da concorrência dos mercados onde estão estabelecidos. Princialmente 2: Boeing e Airbus 38 Relatório Integrado de 39

Desempenho financeiro, social e ambiental SATA SGPS, S.A.

Desempenho financeiro, social e ambiental SATA SGPS, S.A. Desemenho financeiro, social e ambiental SATA SGPS, S.A. Índice 03 04 06 08 09 11 12 16 18 20 22 27 28 29 30 32 34 36 44 51 52 58 63 68 70 75 76 78 88 94 104 106 108 111 120 128 132 140 143 Sobre este

Leia mais

BRIEF PACK. PRESS kit. Índice

BRIEF PACK. PRESS kit. Índice BRIEF PACK PRESS kit 2009 Índice Estrutura empresarial Breve síntese histórica Breve descritivo das empresas SATA Frota Malha de rotas Principais destinos GRUPO SATA Gabinete de Comunicação e Imagem +

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2013 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 COMUNICADO No: 58 Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 10 de dezembro de 2015 (Genebra) - A International Air Transport Association (IATA) anunciou

Leia mais

RELATÓRIO DE CONSULTORIA

RELATÓRIO DE CONSULTORIA Recomendação ao Sr. Silva RELATÓRIO DE CONSULTORIA CONSTITUIÇÃO DO ÍNDICE PSI0 ALTRI SGPS, S.A. BCP Banco Comercial Português, S.A. BES Banco Esírito Santo, S.A. BPI Banco Português de Investimento, S.A.

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

EMBRAER ANUNCIA PERSPECTIVAS DE LONGO PRAZO PARA AVIAÇÃO Estimativas de demanda mundial abrangem os mercados de jatos comerciais e executivos

EMBRAER ANUNCIA PERSPECTIVAS DE LONGO PRAZO PARA AVIAÇÃO Estimativas de demanda mundial abrangem os mercados de jatos comerciais e executivos EMBRAER ANUNCIA PERSPECTIVAS DE LONGO PRAZO PARA AVIAÇÃO Estimativas de demanda mundial abrangem os mercados de jatos comerciais e executivos São José dos Campos, 7 de novembro de 2008 A Embraer (BOVESPA:

Leia mais

Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508. Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel.

Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508. Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel. Press Release Date 1º de outubro de 2013 Contato Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508 Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel. (11) 3674-3760 Pages

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA) Modelo uzzy de tomada de decisão ara avaliação de rojetos de Resonsabilidade Socioambiental (RSA) Katia Cristina Garcia Laboratório Interdiscilinar de Meio Ambiente - COPPE/URJ Centro de Tecnologia, Bloco

Leia mais

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio)

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros .2 Situação patrimonial dos setores não financeiros No primeiro semestre de 203, prosseguiu o processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios no balanço dos particulares 3 Nos primeiros seis meses de

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 05 Maio 2015 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

A COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA AÇORIANA - OPORTUNIDADES NO QUADRO DO HORIZONTE 2020

A COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA AÇORIANA - OPORTUNIDADES NO QUADRO DO HORIZONTE 2020 A COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA AÇORIANA - OPORTUNIDADES NO QUADRO DO HORIZONTE 2020 Quais os Instrumentos regionais para apoiar as empresas dos Açores? Competir + Apoios contratação de RH

Leia mais

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista Caítulo 7 O Modelo de Crescimento Harrod-Domar e seus desdobramentos. 7.1 Introdução. A abordagem ós-keynesiana ara o crescimento e distribuição de renda tem sua origem com as contribuições seminais de

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia I SÉRIE Terça-feira, 1 de abril de 2014 Número 64 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia Portaria n.º 77-B/2014: Fixa o valor das taxas de segurança a cobrar

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública N.º 7 Abril 2015 Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública Na edição de abril de 2015 do Boletim Estatístico são divulgadas as contas

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

A Evolução do Transporte Aéreo no Aeroporto do Funchal [2000 2010]

A Evolução do Transporte Aéreo no Aeroporto do Funchal [2000 2010] A Evolução do Transporte Aéreo no Aeroporto do Funchal [2 21] Ficha Técnica TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. A Evolução do Transporte Aéreo no Aeroporto do Funchal [2 21] EDIÇÃO INAC Instituto

Leia mais

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov UMA ANÁLISE APLICADA DE DECISÃO COM OPÇÃO DE VENDA UTILIZANDO CADEIAS DE MARKOV JOSÉ CÉSAR CRUZ JÚNIOR; RICARDO MENDONÇA FONSECA; LUIZ FERNANDO OHARA KAMOGAWA; ESALQ/USP PIRACICABA - SP - BRASIL cesarcruzjr@hotmail.com

Leia mais

Apreciação Parlamentar n.º 130/XII

Apreciação Parlamentar n.º 130/XII Apreciação Parlamentar n.º 130/XII Decreto-Lei n.º 181-A/2014, de 24 de dezembro, que «aprova o processo de reprivatização indireta do capital social da TAP, Transportes Aéreos Portugueses, S. A.» Foi

Leia mais

Elasticidade - Demanda e Preço

Elasticidade - Demanda e Preço José Lásaro Cotta Elasticidade - Demanda e Preço Monografia aresentada ao Curso de Esecialização em Matemática Para Professores, elaborado elo Deartamento de Matemática da Universidade Federal de Minas

Leia mais

Venda de voos internacionais atinge em 2010 87,4% de todas as vendas BSP

Venda de voos internacionais atinge em 2010 87,4% de todas as vendas BSP Venda de voos pelas agências portuguesas acaba 2010 a cair, mas ainda fica acima de 2009 A venda de voos regulares pelas agências de viagens IATA portuguesas, um mercado que em 2008 ultrapassou os 900

Leia mais

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL 2º LUGAR - REGULAÇÃO ECONÔMICA AUTOR: ALESSANDRO VINICIUS MARQUES DE OLIVEIRA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2014 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

Política aeroportuária: as dúvidas e as questões

Política aeroportuária: as dúvidas e as questões Política aeroportuária: as dúvidas e as questões J. Paulino Pereira (Instituto Superior Técnico Universidade de Lisboa) Professor Universitário e Consultor 1 Sistema Aeroportuário Nacional 2 Questões levantadas

Leia mais

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009 INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA Reginaldo J. Santos Deartamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais htt://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005 última atualização em 10 de abril de

Leia mais

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira Lisboa, 5 de Julho 2012 Bruno Freitas Diretor Regional de Turismo da Madeira O Destino Madeira A Região Autónoma da Madeira (RAM) ocupa, desde

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

Relatório Integrado Desempenho financeiro, social e ambiental. SATA Internacional, SA

Relatório Integrado Desempenho financeiro, social e ambiental. SATA Internacional, SA 2013 Relatório Integrado Desempenho financeiro, social e ambiental SATA Internacional, SA 2013 Índice 03 04 06 09 15 16 17 18 18 18 19 22 25 26 28 29 31 35 36 40 45 47 49 50 55 62 71 74 78 79 80 81 85

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Porque é que o Turismo. é essencial para a Economia Portuguesa?

Porque é que o Turismo. é essencial para a Economia Portuguesa? Porque é que o Turismo é essencial para a Economia Portuguesa? 14 milhões de hóspedes Vindos do Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Brasil, EUA Num leque de países que alarga ano após ano. 9,2 % do

Leia mais

RESULTADOS ANUAIS 2011

RESULTADOS ANUAIS 2011 RESULTADOS ANUAIS 2011 15 de Fevereiro de 2011 VAA - Vista Alegre Atlantis, SGPS, SA sociedade aberta com sede no Lugar da Vista Alegre em Ílhavo, com o número de contribuinte 500 978 654, matriculada

Leia mais

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE Princípios do Bom Governo das Cumprir a missão e os objetivos que lhes tenham sido determinados, de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS

O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS A economia mundial, em 2011, ficou marcada pela crise da dívida soberana de países da zona euro, pela desalavancagem do setor bancário devido a maiores exigências

Leia mais

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo www.pwc.pt Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo 16 Cláudia Coelho Diretora Sustainable Business Solutions da Turismo é um setor estratégico para a economia e sociedade nacional o que se reflete

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

Em busca da qualidade de

Em busca da qualidade de Diretoria de Gestão Corporativa-DG empresa Em busca da qualidade de gestão Inovações tecnológicas e gerenciais possibilitam mais eficiência à Eletrobras Furnas texto Leonardo da Cunha Valorizar o capital

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Reportar o desempenho de sustentabilidade de uma empresa: O caso EDP

Reportar o desempenho de sustentabilidade de uma empresa: O caso EDP 12 de Outubro 2005 Reportar o desempenho de sustentabilidade de uma empresa: O caso EDP Neves de Carvalho EDP Energias de Portugal SA Existe globalmente uma crise de credibilidade nas instituições que

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

I S A L I N S T I T UTO SUPERIOR DE A DMINISTRAÇÃO E L Í N G UA S. C T e S P. Cursos Técnicos Superiores Profissionais

I S A L I N S T I T UTO SUPERIOR DE A DMINISTRAÇÃO E L Í N G UA S. C T e S P. Cursos Técnicos Superiores Profissionais I S A L I N S T I T UTO SUPERIOR DE A DMINISTRAÇÃO E L Í N G UA S C T e S P Cursos Técnicos Superiores Profissionais GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS GESTÃO COMERCIAL E DE MARKETING ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianóolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004 A influência da resonsabilidade social cororativa sobre o retorno das ações de emresas de caital aberto no Brasil

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA 2015

DOSSIER DE IMPRENSA 2015 DOSSIER DE IMPRENSA 2015 A Empresa A Empresa A 2VG é uma empresa tecnológica portuguesa criada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 Novembro Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL*

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Artigos Primavera 2008 GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Fátima Cardoso** Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO As flutuações dos termos de troca constituem

Leia mais

Desempenho Financeiro, Social e Ambiental SATA SGPS, S.A.

Desempenho Financeiro, Social e Ambiental SATA SGPS, S.A. Desempenho Financeiro, Social e Ambiental SATA SGPS, S.A. 1 2014 03 04 08 12 19 20 21 23 24 25 26 30 33 34 36 38 42 45 46 49 52 53 57 58 60 67 77 82 86 87 88 91 98 110 114 126 130 Índice Sobre este Relatório

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO FEPICOP - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO 21-4-2015 UNIÃO EUROPEIA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Fundos Europeus Estruturais e de Investimento Índice A. Madeira 14-20 Instrumentos de Apoio ao tecido empresarial.

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Estratégia ambiental dos CTT promove aumento de vendas

Estratégia ambiental dos CTT promove aumento de vendas Estratégia ambiental dos CTT promove aumento de vendas 1 Estratégia ambiental dos CTT promove aumento de vendas O lançamento do portefólio Eco veio abrandar a tendência de redução de receitas e pelo terceiro

Leia mais

Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP

Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP Senhores Ministros, É com grande satisfação que venho ouvir as políticas de investimento internacional, a nível das infraestruturas,

Leia mais

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA O objetivo específico deste concurso consiste em conceder apoios financeiros a projetos

Leia mais

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento Nuno Netto nnetto@deloitte.pt 28 de Outubro 2014 Agenda 2014. Para informações, contacte Deloitte Consultores, S.A.

Leia mais

DEZEMBRO 2013. Crédito Protocolado SOLUÇÕES PARA O CRESCIMENTO DA SUA EMPRESA

DEZEMBRO 2013. Crédito Protocolado SOLUÇÕES PARA O CRESCIMENTO DA SUA EMPRESA DEZEMBRO 2013 Na atual conjuntura económica, o Millennium bcp continua a implementar a sua estratégia de apoio às Empresas portuguesas, motores essenciais para o crescimento económico e criação de emprego.

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS

Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS Portugal Breve caraterização Portugal Caraterização geral Inserido na União Europeia desde 1986, Portugal é o país

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

-AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS. A sua protecção, com os melhores especialistas.

-AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS. A sua protecção, com os melhores especialistas. -AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS A sua protecção, com os melhores especialistas. Porquê a auditoria ao tratamento de dados pessoais? A regulamentação do tratamento de dados pessoais é uma área complexa

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

MGI Internacional. Presença em mais de 80 países

MGI Internacional. Presença em mais de 80 países MGI Internacional Presença em mais de 80 países Presente em mais de 80 países e com mais de 280 escritórios em todos os Continentes, a MGI é uma das maiores associações internacionais de empresas independentes

Leia mais

Grant Thornton & Associados SROC, Lda. Apresentação da Firma

Grant Thornton & Associados SROC, Lda. Apresentação da Firma Grant Thornton & Associados SROC, Lda. Apresentação da Firma A nossa competência e experiência e a qualidade dos nossos serviços ao seu serviço A Grant Thornton assenta a sua estratégia no desenvolvimento

Leia mais

Relatório do Conselho de Administração 2006 1

Relatório do Conselho de Administração 2006 1 Relatório do Conselho de Administração 2006 1 RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 2006 Relatório do Conselho de Administração 2006 2 Senhores Accionistas, No cumprimento das normas legais e estatutárias

Leia mais

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS REFORMAS FISCAIS A CIP lamenta que a dificuldade em reduzir sustentadamente a despesa pública tenha impedido que o Orçamento do Estado

Leia mais

VALORIZAR 2020. Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 UNIÃO EUROPEIA

VALORIZAR 2020. Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 UNIÃO EUROPEIA VALORIZAR 2020 Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 Objetivos Promover a produção de novos ou significativamente melhorados processos

Leia mais

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012 MICROECONOMIA II 1E108 (2011-12) 29-03-2012 João Correia da ilva (joao@fe.u.t) 2. Estruturas de Mercado 2.1. Concorrência Perfeita. 2.2. Monoólio. 2 CONCORRÊNCIA PERFEITA O modelo de concorrência erfeita

Leia mais

Caracterização das empresas do setor do turismo em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da área da Central de Balanços 22 outubro 2014 Funchal

Caracterização das empresas do setor do turismo em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da área da Central de Balanços 22 outubro 2014 Funchal Caracterização das empresas do setor do turismo em Portugal Paula Menezes Coordenadora da área da Central de Balanços 22 outubro 2014 Funchal Setor do Turismo I. Estrutura e dinâmica do setor II. III.

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Prezado Cooperado, Em 2012 a economia brasileira apresentou forte desaceleração, tendo uma das mais baixas taxas de crescimento da América Latina, inferior até as pessimistas

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 27/09 Turismo 27/09 Taxas de Juro 21/09 Energia 19/09 Taxas de Juro 15/09 Economia 12/09 Economia INE divulgou Viagens turísticas de residentes 2.º Trimestre de 2006 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060927/d060927.pdf

Leia mais

Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014

Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014 Maia - Portugal, 5 de Março de 2015 Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014 Resultado Direto atinge 52,7 milhões EBIT de 106,1 milhões Resultado Indireto atinge 43,6 milhões Dois

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais até concursos abertos 16 de abril de 2012 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno

Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno Atividade Turística Novembro de 2014 19 de janeiro de 2015 Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno As dormidas na hotelaria fixaram-se em

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

ORIGEM OBJECTIVOS: Iniciado em 2004, por um desafio lançado ado pelo Governo Português, para o Campeonato Europeu de Futebol. MISSÃO: Criar e desenvolver, em contínuo, nuo, uma Rede de Estabelecimentos

Leia mais

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Modelo definido or Peter Chen em 1976 modelo sofreu diversas extensões e notações ao longo do temo Padrão ara modelagem conceitual de BD modelo simles oucos

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA

GOVERNANÇA CORPORATIVA GOVERNANÇA CORPORATIVA Os valores que lastreiam as práticas da Companhia são: transparência, prestação de contas, conformidade e equidade. Transparência refere-se em particular às informações que têm reflexo

Leia mais

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Subsistemas Fomento da Base Económica de Exportação Desenvolvimento Local Empreendedorismo

Leia mais

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado Business Case 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL CLARA, RIGOROSA E TRANSPARENTE COM O MERCADO ENQUADRAMENTO Na economia

Leia mais

Cremos ser de extrema importância a vossa presença e participação.

Cremos ser de extrema importância a vossa presença e participação. Exmos. Associados e parceiros, Chamamos a vossa atenção para o convite abaixo. Cremos ser de extrema importância a vossa presença e participação. Inscrevam-se! Convite No seguimento dos contactos mantidos

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Relatório & C o n t a s de

Relatório & C o n t a s de Relatório & C o n t a s de 2010 Garantia Seguros Relatório & Contas de 2010 2 RELATÓRIO & CONTAS DE 2010 GARANTIA SEGUROS - RELATÓRIO & CONTAS DE 2010 3 Senhores Accionistas, No cumprimento dos preceitos

Leia mais

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação: Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 FCT - A articulação das estratégias regionais e nacional - Estratégia de Especialização Inteligente para a Região

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais