TOTAL DIET APPROACH TO HEALTHY EATING ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL

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1 TOTAL DIET APPROACH TO HEALTHY EATING ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL HUGO RIBEIRO, JR MD. PhD Prof. Associado IV do Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina da Bahia UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA 1

2 CONFLITOS DE INTERESSE OS CONCEITOS EXPRESSOS AQUI SÃO BASEADOS EM MINHA PRÓPRIA INTERPRETAÇÃO CIENTIFICA DO TEMA 2

3 SUMÁRIO NUTRIÇÃO de uma forma mais holística Conceito de alimento BOM x alimento RUIM DIETA SAUDÁVEL x DIETA INADEQUADA Aspectos antropológicos e epigenéticos Nutrição e OBESIDADE Considerações finais 3

4 O que Comemos... o que Fazemos - Modelo Sócio-Ecológico US Department of Agriculture, US Department of Health and Human Services. Dietary Guidelines for Americans, Doc.pdf. Accessed October 22,

5 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA Promovendo a Alimentação Saudável Série A. Normas e Manuais Técnicos Brasília DF

6 6

7 Fonte: Ministério da Saúde,

8 Willett W C, Harvard School of Public Health,

9 SBP- Departamento de Nutrologia,

10 10

11 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL SERÁ QUE É CORRETO CLASSIFICARMOS, DE FORMA SUPER SIMPLISTA, OS ALIMENTOS EM BONS OU RUINS?... ou admitirmos que há DIETAS BOAS X DIETAS RUINS? É POSSÍVEL TERMOS DIETAS RUINS COMPOSTAS APENAS DE ALIMENTOS BONS? por outro lado... É POSSÍVEL INCORPORARMOS ALIMENTOS RICOS EM CALORIAS (EM PROPORÇÕES ADEQUADAS) E TERMOS UMA DIETA BOA? 11

12 12

13 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL EXISTEM, DE FATO, ALIMENTOS QUE SÃO MAIS SAUDÁVEIS OU SEJA ALIMENTOS QUE AGREGAM POR UNIDADE DE PESO UMA MAIOR DIVERSIDADE DE MICRONUTRIENTES E VITAMINAS 13

14 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL NÃO HÁ DE SE FAZER UMA APOLOGIA AO CONSUMO DE ALIMENTOS HIPERCALORICOS OU POBRES EM MICRONUTRIENTES E VITAMINAS; MAS A ÊNFASE EXAGERADA EM UM DETERMINADO ALIMENTO OU NUTRIENTE LEVA A CONFUSÃO E CONTROVÉRSIA PODENDO DIFICULTAR O CONCEITO DE DIETA ADEQUADA. 14

15 15

16 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL MENSAGENS NUTRICIONAIS DEVEM ENFATIZAR ASPECTOS POSITIVOS PARA QUE SE POSSA FAZER ESCOLHAS MAIS SAUDÁVEIS DO QUE FOCAR EM ALIMENTOS ESPECÍFICOS QUE DEVAM SER EVITADOS. Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics,

17 17

18 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL DIETA GLOBAL OU O PADRÃO GERAL DOS ALIMENTOS CONSUMIDOS É O MAIS IMPORTANTE FOCO PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL ; TODOS OS ALIMENTOS PODEM SE ENCAIXAR NESTE PADRÃO SE CONSUMIDOS COM MODERAÇÃO, EM PORÇÕES APROPRIADAS E COMBINADOS COM ATIVIDADE FÍSICA. Freeland-Graves J and Nitzke S. Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics,

19 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL ASPECTOS FUNDAMENTAIS Homens = Onívoros Neofobia x Segurança apreendida Processos associativos x hábito alimentar Retroalimentação fisiológica x calorias Prêmios x preferências 19

20 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL Diferentes estilos de vida, imprimiram ao longos das gerações padrões dietéticos que devem ter sido adequados aos nossos ancestrais; 20

21 GENOMA:paleolítico Trevathan et al. Evolutionary Medicine and Health. New Perspectives. Oxford University Press,

22 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL ASPECTOS FUNDAMENTAIS Seleção de Gens da Deprivação Seletividade por Alimentos Calorias 22

23 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL Genes favoráveis levam 350 gerações (5 a 6 mil anos) para se apresentarem em 1 a 7% da população (Smith 1989); 23

24 Dados publicados mostram que o efeito da nutrição materna (excesso de peso e desnutrição) durante a vida fetal tem impacto além do período neonatal e influencia a saúde na vida adulta pelas doenças cardiovasculares, distúrbios metabólicos e doenças mentais. Pasternak Y et al. Maternal nutrition and offspring's adulthood NCD's: a review. J Matern Fetal Neonatal Med ;26(5):

25 Experiências estressantes durante a gestação pode impactar no feto em desenvolvimento e aumentar a chance de aparecimento alterações metabólicas na infância ou na vida adulta. Entringer S. Impact of stress and stress physiology during pregnancy pn child metabolic function and obesity risk. Curr Opin Clin Nutr Metab Care 2013; 16:

26 26

27 NUTRIGENÔMICA (ou Genômica Nutricional) Estuda como os alimentos, nutrientes e outros compostos bioativos influenciam o genoma. Desta forma, permite estudar ao longo do tempo a influência da dieta na estrutura e expressão dos genes, favorecendo condições de saúde ou de doença. Nutrigenética Estuda como a constituição genética de uma pessoa afeta sua resposta à dieta. 27

28 FENÔMENOS EPIGENÉTICOS Qualquer atividade reguladora de genes que não envolve mudanças na sequência do DNA (código genético) e que pode persistir por uma ou mais gerações. 28

29 A maioria das mudanças epigenéticas ocorrem em momentos específicos da vida de um ser humano, desde a fase intra-uterina, passando pelo desenvolvimento do recém-nascido, em seguida pela puberdade e na terceira idade. Envolvem modificações moleculares do DNA, como a metilação do DNA e a acetilação de histonas (proteínas nas quais o DNA se enovela), e como tal, tem implicações no que se refere ao risco de doenças, tais como o câncer, obesidade e diabetes mellitus. 29

30 ...evidências mostram que no período intrauterino ocorre uma programação fetal que terá repercussões na saúde do individuo mais tarde na vida. 30 Novakovic & Saffery.The importance of the intrauterine environment in shaping the human neonatal epigenome. Epigenomics 2013;5:1-4.

31 Modelo Epigenético & Desenvolvimento da Doença Fatores Ambientais Saúde Materna Função Placenta Nutrição Estilo de Vida Programação Ambiente pós-natal conflitante Doenças mais tarde na vida Doenças coronarianas Obesidade Diabetes Tipo 2 Hipertensão Câncer Doenças Psiquiátricas Mudanças Epigenomicas Mudanças permanentes na expressão dos genes Efeitos fenotípicos mais tarde na vida 31

32 PROGRAMAÇÃO FETAL metabólica tecido adiposo Hipótese do Fenótipo Econômico (Hales & Baker. The thrifty phenotype hypothesis. Br Med Bull 2001; 60:5-20.)...alterações nutricionais, metabólicas e hormonais durante o desenvolvimento modifica a susceptibilidade a obesidade e a alterações no metabolismo. 32

33 Hipótese do Fenótipo Econômico Resposta Adaptativa Preditiva PARs catch-up growth 33 Gluckman, Hanson & Beedle. Early Life Events and Their Consequences for Later Disease: A Life History and Evolutionary Perpective. Am. J. Hum. Biol. 2007;19:1-19.

34 MUDANÇA DE PARADIGMA Ingestão calórica Gasto energético 34

35 PLASTICIDADE genotípica e fenotípica desenvolvimento Pujadas & Feinberg. Regulated Noise in the Epigenetic Landscape of Development and Disease. Cell 2012; 148: Waddigton CH. Canalization of development and the inheritanceof acquired characters. Nature 1942;150:

36 ..as influências ambientais são reguladas no processo de desenvolvimento e afetam o contorno da paisagem epigenética. VISÃO DETERMINÍSTICA 36

37 PLASTICIDADE Genótipo Fenótipo Desenvolvimento Polimorfismo genético Condições maternas antes e durante a gestação Desenvolvimento início da vida,composição corporal, LM, alimentação artificial, outros fatores ambientais 37 Hanson, MA. Epigenetic Epidemiology: The rebirth of Soft Inheritance. Ann Nutr Metab 2011; 58 (suppl 2):8-15.

38 O campo do desenvolvimento epigenético inicial em humanos ainda está na sua infância... Existem muitas facetas do desenvolvimento inicial e do perfil epigenético que diferenciam a gravidez em humanos da maioria dos modelos animais. Novakovic & Saffery. The importance of the intrauterine environment in shaping the human neonatal epigenoma. Epigenomics 2013;5:

39 GENOMA paleolítico e os hábitos comportamentais... 39

40 NUTRIENTES: mecanismos epigenéticos janelas críticas : vida fetal e pós-natal precoce; transições dietéticas: vida adulta você é o que você come e...o que seus pais comeram Vanhees et al. You are what you eat, and so are your children: the impact of micronutrients in the epigenetic programming of offspring. Cell Mol Life Sci 2013; DOI /s

41 Interação microorganismo/hospedeiro parece afetar o risco de desenvolvimento de doenças inflamatórias associadas ao estilo e vida ocidental, entre elas a obesidade. Estudos experimentais sugerem que um desvio na composição da microbiota intestinal predispõe a excessiva produção de energia e obesidade. Em humanos, uma microbiota intestinal aberrante parece preceder o sobrepeso. Isolauri et al. Obesity Extending the Hygiene Hypothesis. Nestlé Nutr Workshop Sem Pediatr Program 2009; 64:

42 O exercício físico altera padrão de metilação do DNA no tecido adiposo e, potencialmente afeta o metabolismo dos adipócitos. Ronn et al PLoS Genet June; 9(6): e

43 MULTICAUSALIDADE Balaban G & Silva GAP. Efeito protetor do aleitamento materno sobre a obesidade infantil. J Pediatr (Rio j) 2003;80:

44 Estratégias específicas para promover hábitos alimentares saudáveis durante a primeira infância. 1 Aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida. 2 Dieta saudável e variada durante a gravidez e lactação para assegurar que o lactente seja exposto e aprenda a preferir os sabores de alimentos saudáveis. 3 Providenciar exposição repedida a novos alimentos (especialmente os tipicamente rejeitados como os vegetais) para promover aceitação dos mesmos. 4 Introduzir novos alimentos em um contexto social positivo que incluam praticas alimentares encorajadoras e proativas. Evitar pressão ou coerção. 5 Combinar alimentos novos com alimentos familiares ou de alta densidade. Por exemplo, leite materno ou formula e purê de vegetais quando introduzir novos alimentos ou servir vegetais com pequenos acompanhamentos com molhos ricos em gordura quando introduzir novos alimentos para pré-escolar. 6 Use seus próprios comportamentos e atitudes para modelar padrões alimentares saudáveis. 44

45 Primeiros 1000 dias... Nutrição durante os primeiros 1000 dias de vida é crucial para as crianças e para o desenvolvimento socioeconômico das populações. 45

46 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL IMPORTANCIA DO CAFÉ DA MANHA Apenas 50% dos jovens tomam café da manha regularmente; Melhora a adequação dietética; Diminui chance de sobrepeso e obesidade; Melhora performance cognitiva e memória; 46

47 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL IMPORTANCIA DO CAFÉ DA MANHA Alimentos com Índices Glicêmicos baixos aumentam a atenção, a concentração, capacidade resolver problemas no período da manhã; Controlam o apetite e a fome excessiva no almoço; 47

48 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL IMPORTÂNCIA DO CAFÉ DA MANHA Alimentos IG Fome absorção de Glicose Glicose Glucagon Insulina 48

49 CONECTIVIDADE CEREBRAL FUNCIONAL APOS INGESTAO DE ALTO IG & BAIXO IG Saciedade Fome Page KA et al JAMA 2013: Satiety Cerebral Responses 49

50 OBESITY IS TO BLAME Arch Pediatr Adolesc Med 2003; 157: Am J Clin Nutr 2004; 79:6-16 JAMA 2005;293:70-6 Traffic accidents NEJM 1999; 340: 847 OB in recruits Packett ER et al Am J Clin Nutr 2011; 93: Ron Barrett NY Times Oct 29, 2006

51 OBESITY: A GLOBAL PROBLEM 51

52 GLOBESIDADE Primeira vez na Historia: Existem mais pessoas com sobrepeso que desnutridas! 2.1 bilhões de obesos no mundo 200 Milhões de crianças obesas OBESIDADE NOS USA = 32% + Sobrepeso = 70% BRAZIL 18% MEXICO 33% EGITO42% NAURU ISLAND 71% MAIO INSTITUTE OF MEDICINE PROJETOU QUE EM 2030: 44% OBESOS NOS USA BMI > CDC data 52

53 A EPIDEMIA DA OBESIDADE: MUITO ALEM DA BIOLOGIA epidemia da obesidade redirecionada por mudanças estruturais do ambiente Barry CL et al NEJM 2012; 367:389 Mudanças comportamentais a partir dos anos 80 tem tornado os Ambientes Obesogenicos & promovido Ganho de Peso Obesidade é um problema de saúde publica, não apenas um dilema dos pacientes 53

54 TAMANHO DAS PORÇÕES Muffin 1.5 oz 8 oz Refrigerantes 20 gm/kg 56 gm/kg Batatas fritas 200 kcal 600 kcal Ingestão F 1542 kcal 1877 kcal Ingestão M 2450 kcal 2618 kcal NMWR 2004; 53:

55 INTERVENÇÃO não apenas no INDIVIDUO... Ampliar a abordagem do foco do cuidado individual para mudanças estruturais Caso contrário, no LONGO PRAZO, a maioria das pessoas não poderão reduzir ingestão de calorias e não poderão aumentar atividade física para perder peso! FOCO NO AMBIENTE OBESOGENICO 55

56 INTERVENÇÃO não apenas no INDIVIDUO...

57 MUDANCA DE PARADIGMA Educação Nutricional Universal Prevenção & intervenção nas Escolas Revisão Sistematica : 7218 referencias Verstraten R et al Am J Clin Nutr 2012;96:415 Baranawski T Am J Clin Nutr 2012;96:227 Cochrane Data Base System Reviews 2011;12:CD Obesidade deve ser abordada como um problema de saúde publica (Água e esgotamento sanitário, Tabagismo & Álcool e outras drogas) 57

58 Dieta sem Glúten HUGO RIBEIRO, JR MD. PhD Prof. Associado IV do Departamento de Pediatria Coordenador do Centro de Pesquisas Fima Lifshitz Faculdade de Medicina da Bahia

59 Dietas Tendências atuais Dieta com redução de carboidratos, Dieta sem gorduras, e Dieta sem gluten Tendência de tres diferentes dietas (Dieta com reducao de carboidratos, Dieta sem gorduras, e Dieta sem gluten), nos USA durante o periodo de 2004 to 2011.

60 O fato de que, aproximadamente três milhões de americanos sofrem de Doença Celíaca (DC) e apenas uma fração destes pacientes tem diagnostico, faz com que outras formas de reação ao glúten, incluindo Sensibilidade ao Glúten (SG) e Alergia ao Trigo (AT), tem contribuído para uma pequena proporção do crescimento deste segmento no mercado.

61 O restante do aumento do mercado pode ser atribuído a glúten nestes casos. pessoas que, por livre espontânea vontade (sem orientação por profissional de saúde) ou acometidos por enfermidades as quais a exposição ao glúten tem sido imputado como fator complicador (autismo, déficit de atenção e hiperatividade, esclerose múltipla e síndrome do intestino irritável). Contudo NAO ha evidencia cientifica alguma acerca da efetividade da dieta sem

62 62

63 Gluten é uma proteina encontrada em muitos grãos, incluindo trigo, centeio e cevada. Está presente na maioria dos pães, cereais, massas e muitos alimentos processados. Pessoas que têm a condição clinica chamada DOENÇA CELÍACA, desenvolvem um reação imune ao gluten, a qual danifica a mucosa intestinal, levando a um quadro de sindrome de má-absorção, e elas têm que evitar o consumo de alimentos que contêm o gluten.

64 Em uma recente pesquisa de opinião pública nos Estados Unidos, 30% dos adultos dizem querer reduzir o eliminar o gluten da dieta. Cerca de 1% da população tem DOENÇA CELIACA.

65 A ascensão recente do mercado de alimentos isentos de glúten nos EUA, nao encontra evidencias cientificas suficientes para justificr estas cifras astronomicas. Contudo, ela pode ser parcialmente sustentada por indivíduos que afirmam uma necessidade médica para empreender uma dieta isenta de GLUTEN. Apesar da reconhecida indicacao clinica da dieta isenta de GLUTEN pata individuos portadores da Doenca Celaca (DC).

66 Existem evidencias de outras reacoes reações possíveis ao glúten como a Alergia ao trigo (AT) e a Sensibilidade ao Gluten (SG). Nestes casos de reações de glúten nao e possivel ser identificados mecanismos auto-imunes nem alérgicos. Alguns indivíduos que experimentam desconforto quando comer produtos que contenham glúten e mostram melhora quando adotam DSG.SG é uma condição distinta de CD e não é acompanhado pela dectecao de auto-anticorpos anti-ttg ou outras comorbidades auto-imune.

67 O intestino delgado dos pacientes SG é geralmente normal. No entanto, as duas condições não podem ser distinguidas clinicamente, uma vez que os sintomas vividos pelos pacientes GS são muitas vezes vistos em CD. Contudo o diagnostico deva ser estabelecido por exclusao da dieta de forma cega, para evitar efeito placebo.

68 Para a população americana em geral, adotar uma dieta sem glúten esta se tornando BASTANTE popular. O mercado de alimentos e bebidas sem glúten cresceu em 28% de 2004 a 2011, superando as dietas com redução de carboidratos e sem gorduras em 2008, alcançando as cifras de $1.6 bilhões de vendas em 2010 e $1.6 bilhões em 2012.

69 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL BASEADA NA DIETA GLOBAL 69

70 256 milhões serão obesos em 2020! (CDC: Set 1, 2011) 70

71 OBRIGADO! BOM APETITE 71

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