Obstáculos à prescrição de cereais integrais contraindicações clínicas e nutricionais efeitos indesejáveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Obstáculos à prescrição de cereais integrais contraindicações clínicas e nutricionais efeitos indesejáveis"

Transcrição

1 Teresa Rodrigues nutricionista no Agrupamento de centros de Saúde de Gaia (AceS Gaia), da Administração Regional de Saúde do norte ip (ARS norte, ip), Portugal Membro da direção da Associação Portuguesa dos nutricionistas (APn) Obstáculos à prescrição de cereais integrais contraindicações clínicas e nutricionais efeitos indesejáveis Palavras-chave: Cereais; Integrais; Recomendações; Nutricionista Resumo Vários estudos têm vindo a demonstrar a importância do consumo regular de cereais integrais, especialmente na prevenção de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de cancro. no entanto, e apesar dos benefícios para a saúde, as recomendações quanto ao consumo destes produtos devem ser criteriosas, nomeadamente no que se refere às quantidades diárias aconselhadas e às possíveis contraindicações clínicas, seja por questões ligadas à tolerância individual, seja pela existência de patologias em que a ingestão é desaconselhada, ou mesmo contraindicada. Assim, as orientações para a adequação do consumo de cereais integrais devem ser devidamente balizadas, no âmbito de uma alimentação saudável e equilibrada. Revela-se fundamental o auxílio do nutricionista, enquanto profissional de saúde capacitado para analisar as necessidades nutricionais e alimentares individuais, no sentido de efetuar as recomendações de consumo em conformidade. Vários estudos têm vindo a demonstrar a importância do consumo regular de cereais integrais, especialmente na prevenção de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de cancro. Pela sua riqueza nutricional, nomeadamente em hidratos de carbono complexos, vitaminas (sobretudo do complexo B), minerais (selénio, zinco, cobre, ferro, magnésio e fósforo) e fibras, estes alimentos apresentam numerosas propriedades benéficas para a saúde 1. no entanto, e apesar dos benefícios para a saúde, as recomendações quanto ao consumo destes produtos devem ser criteriosas, nomeadamente no que se refere às quantidades diárias aconselhadas e às possíveis contraindicações clínicas, seja por questões ligadas à tolerância individual, seja pela existência de patologias em que a ingestão é desaconselhada, ou mesmo contraindicada. Assim, indivíduos que apresentem um elevado consumo de alimentos à base de cereais integrais podem necessitar de suplementação adicional de minerais, uma vez que os fitatos, presentes nas fibras dos cereais não transformados (integrais), são responsáveis pela redução da absorção e aproveitamento de diversos minerais, incluindo o cálcio e o ferro 2,3. Por outro lado, nem todos os produtos integrais são necessariamente mais saudáveis ou menos calóricos do que os seus equivalentes refinados, como comummente se pensa, pois, para obter o mesmo sabor, utilizando farinha integral, é necessário recor- 52

2 rer à adição de mais gordura e/ou açúcar e/ou aditivos, o que muitas vezes se traduz num aumento significativo do valor calórico e do preço do produto que, nem por isso, é mais saudável. Por este motivo, muitos dos produtos integrais disponíveis no mercado não têm qualquer interesse no âmbito de um plano alimentar de emagrecimento 4. como exemplos, destacam-se as bolachas integrais e os cereais de pequeno-almoço integrais, pois grande parte destes produtos apresenta, na sua composição, valores elevados de açúcar e de sal. este aspeto assume particular importância no caso das crianças, que constituem um dos principais targets do mercado destes produtos, especialmente tendo em conta que a composição nutricional dos rótulos indica quase sempre valores de referência para adultos, mesmo tratandose de produtos destinados ao público infantil. dada a sua composição, também os indivíduos com excesso de peso, hipertensos e/ou diabéticos deverão ter cuidados acrescidos na escolha destes produtos 5,6. esta sobrevalorização dos produtos integrais tem vindo a ser contrariada em estudos que demonstram que a substituição de produtos refinados por produtos integrais, no âmbito de uma dieta hipocalórica, não contribui para a redução do perímetro abdominal e, apesar de parecer ser eficaz na normalização dos valores de glicemias em indivíduos com pré-diabetes, tem efeitos muito modestos sobre os marcadores da síndrome metabólica 7,8. Outro aspeto relevante a ter em conta é o da tolerância individual, pois o consumo de alimentos integrais, mesmo nas quantidades recomendadas, pode provocar respostas gastrointestinais indesejáveis, nomeadamente dores abdominais, flatulência e diarreias. nestes casos, é importante orientar as escolhas alimentares em função das características de fermentação de cada tipo de fibra presente nos alimentos ricos em cereais integrais, mas sempre tendo em conta que o limite deve ser estabelecido caso a caso, sendo habitualmente definido pelo próprio em função da intensidade e gravidade dos sintomas 9, 10. Paralelamente, nas situações em que haja qualquer tipo de desarranjo gastrointestinal agudo, mesmo que de etiologia não alimentar, a ingestão de produtos ricos em cereais integrais está contraindicada durante o período de duração do episódio 11. Quando existe doença gastrointestinal crónica, nomeadamente doença inflamatória intestinal, como doença de crohn ou colite ulcerosa, a produção de citocinas proinflamatórias (TnF-a) / com atividade catabólica, leva por um lado a diminuição do apetite / diminuição da ingestão alimentar e, por outro lado, a diminuição da resistência à insulina / intolerância acrescida à glicose, que resulta em neoglicogénese. A diminuição do aporte alimentar e o processo de neoglicogénese, associados às perdas decorrentes da diminuição da absorção intestinal, são responsáveis por balanços 53

3 O consumo de alimentos integrais, mesmo nas quantidades recomendadas, pode provocar respostas gastrointestinais indesejáveis, nomeadamente dores abdominais, flatulência e diarreias energético e azotado negativos, que podem conduzir a situações de má-nutrição severa, por sua vez associada a um mau prognóstico da doença. A terapêutica nutricional, em fase não aguda da doença e para manutenção da remissão na doença persistente, consiste geralmente numa dieta hipolipídica, com restrição de lactose e de fibras, com o objetivo de manter ou recuperar o estado nutricional e proporcionar alívio sintomático, evitando complicações e aumentando a qualidade de vida do doente. na prática, fomentam-se hábitos de vida saudáveis, que incluem a prática de atividade física, a abstinência de álcool e uma alimentação pobre em gorduras e em fibras, como é o caso dos cereais integrais 12, 13. A síndrome do intestino irritável consiste num distúrbio intestinal funcional, caracterizado por dor ou desconforto abdominal e hábitos intestinais alterados na ausência de anormalidades estruturais identificáveis, podendo ser facilmente confundido com as doenças inflamatórias intestinais pela similaridade de alguns sintomas, como presença de cólicas e diarreias. Feito o diagnóstico diferencial, o tratamento nutricional da síndrome do intestino irritável deve ser estabelecido caso a caso, dado que os subtipos dos padrões intestinais são muito instáveis. O padrão mais comum é a alternância entre obstipação e diarreia, geralmente com a predominância de um desses sintomas. Vários estudos têm vindo a demonstrar que as fibras desencadeiam distensão e dor abdominal nestes doentes, aconselhando uma ingestão reduzida de cerais integrais 14. A doença celíaca do adulto ou enteropatia sensível ao glúten é umas das doenças genéticas mais comuns e constitui a condição extrema em que o consumo de cereais à base de trigo, aveia, cevada e centeio está contraindicado. Após diagnóstico da doença, deve proceder-se imediatamente à introdução de uma dieta sem glúten, bem como à identificação e tratamento das deficiências nutricionais, nomeadamente défice de cálcio, ácido fólico, vitamina B12, vitamina B6, cobre, zinco e carnitina. Após duas semanas, 70% dos doentes apresentam melhoria sintomática e, num período entre 3 a 12 meses, verifica-se normalização dos anticorpos anti-transglutaminase, anti-gliadina e anti-endomisio. A não adesão à terapêutica e a ingestão ina - dvertida de glúten constituem as principais causas de agravamento sintomático e das manifestações extra-intestinais, pelo que o empowerment do doente assume particular importância, especialmente no que respeita à leitura de rótulos e à evicção de contaminações cruzadas 15, 16, 17. Algumas alergias a cereais podem produzir sintomas semelhantes aos da doença celíaca, apesar das diferenças no diagnóstico (as primeiras são mediadas por ige e a segunda é uma doença imune) e no tipo de reação. Assim, os grãos dos cereais integrais que têm na sua composição globulinas e glúten são, frequentemente, responsáveis por uma reação de hipersensibilidade imediata após a ingestão, em indivíduos alérgicos, enquanto os cereais mais ricos em albuminas, provocam normalmente reações não imediatas, 54

4 como é o caso da asma provocada pela inalação de farinha (também conhecida como «doença de padeiro»). O trigo, a cevada e o centeio são espécies de gramíneas que têm, na sua composição, diferentes tipos de proteínas de semente, com poder alergénico: albuminas, globulinas e gliadinas (solúveis em água e principais responsáveis pela resposta imune), bem como gluteninas (insolúveis). Vários estudos têm demonstrado que os alimentos envolvidos nas reações alérgicas tendem a mudar com a idade e, em relação aos cereais, a alergia pode manifestar-se em qualquer idade, mas, no caso concreto do arroz, a alergia é muito mais comum em adultos do que em crianças. As manifestações clínicas também variam com o tipo de alimentos, sendo na sua grande maioria dermatológicas e seguindo-se depois as reações orais, sintomas digestivos e, por último, a anafilaxia. A abordagem terapêutica das alergias aos cereais integrais passa igualmente pela identificação e eliminação dos produtos alergénios da dieta, neste caso, exclusão tanto do cereal como de produtos que o contenham. não se sabe até que ponto as quantidades vestigiais de proteínas encontradas em produtos alimentares derivados de cereais, mesmo depois do seu processamento, podem desencadear sintomas alérgicos em chocolate instantâneo); sobremesas (doces comerciais, gelados e pudins); produtos lácteos (bebida de leite em pó contendo cereais ou derivados, requeijão com amido modificado); carnes (empadas de carne, enchidos com farinha, bola de carne, salsichas ou hambúrgueres de carne pré-preparados); molhos (que possam ter sido engrossados com farinha); outros produtos que apresentem ingredientes sugestivos da presença de proteínas de semente (farelo, extrato de cereal, cuscuz, farinha enriquecida, farinha, glúten, gérmen de trigo, malte de trigo, amido de trigo, farinha integral, amido gelatinizado, proteína vegetal hidrolisada, amido modificado, molho de soja, amido vegetal, goma) 18, 19, 20. Apesar de alguns estudos científicos destacarem o papel dos cereais integrais na saúde, numa perspetiva de alimentação saudável, alguns autores contrariam esta posição. Assim, sugerem a necessidade de investigação adicional para uma melhor compreensão dos fatores que modificam a eficácia da fibra, incluindo propriedades físico-químicas (solubilidade, fermentação e viscosidade), peso molecular, tamanho das partículas de fibra e estrutura botânica do grão fonte de fibra, bem como dos mecanismos fisiológicos em que se baseiam as recomendações de consumo de cereais integrais. Algumas alergias a cereais podem produzir sintomas semelhantes aos da doença celíaca, apesar das diferenças no diagnóstico (as primeiras são mediadas por ige e a segunda é uma doença imune) indivíduos predispostos. Assim, é sempre recomendável limitar ao máximo o consumo de produtos processados, ser prudente ao comer fora de casa e proceder a uma leitura cuidadosa dos rótulos, mesmo em relação a produtos que aparentemente não têm cereais na sua composição, como sejam: algumas bebidas (sucedâneos do café, cerveja, pó de Ao mesmo tempo, um estudo de revisão, realizado com base em 135 artigos relevantes sobre o tema, publicados entre 2000 e 2010, avaliou a relação entre o consumo de grãos refinados e a saúde, concluindo que a totalidade das evidências mostra que um consumo até 50% de cereais sob a forma de grãos refinados (sem altos níveis de gordura adicionada, açú- 55

5 car ou sódio) não está associado com aumento do risco de doença, quando comparado com um consumo de 100% de cereais integrais 21, 22. Face ao exposto, recomenda-se que o consumo de cereais integrais seja ponderado caso a caso, tendo em conta as necessidades e especificidades individuais, bem como as limitações e contraindicações, sempre que seja o caso. Mais do que marketing de alimentos, é importante dirigir esforços para o marketing da saúde, não sobrevalorizando determinados produtos em detrimento de outros, nem procurando soluções em «superalimentos», pois nenhum alimento é por si só garantia de saúde se não for integrado numa alimentação completa, equilibrada e variada. O nutricionista, enquanto profissional de saúde que desenvolve funções de estudo, orientação e vigilância da alimentação e nutrição, quanto à sua adequação, qualidade e segurança, em indivíduos ou grupos, assume um papel fundamental quer ao nível do indivíduo através da análise das necessidades nutricionais e alimentares individuais e respetivas recomendações de consumo, no âmbito de um plano alimentar individual estruturado quer ao nível populacional através do seu papel de educador e promotor de práticas de saúde e de bem-estar, de acordo com as respetivas regras científicas e técnicas. Bibliografia 1. eva Qing Ye, Sara A. chacko, elizabeth L. chou, et al. Greater Whole-Grain intake is Associated with Lower Risk of Type 2 diabetes, cardiovascular disease, and Weight Gain. J. nutr. 2012; 142: european Food information council (eufic) - Vii Symposium on Wholegrain and human health (2001) Proceedings of the international Symposium, Finland, June 13-15, Technical Research centre of Finland, pp Hunt R. Bioavailability of iron, zinc, and other trace minerals from vegetarian diets. Am J clin nutr. 2003; 78(3 Suppl): 633S-639S 4. McMackin e, dean M, Woodside JV, et al. Whole grains and health: attitudes to whole grains against a prevailing background of increased marketing and promotion. Public Health nutr. 2013; 16: Harris JL; Schwartz MB; Ustjanauskas A; et al. effects of serving high-sugar cereals on children s breakfast-eating behavior. Pediatrics. 2011; 127: Giacco R; della Pepa G; Luongo d; et al. Whole grain intake in relation to body weight: from epidemiological evidence to clinical trials. nutr Metab cardiovasc dis. 2011; 21: Harris Jackson K, et al. effects of whole and refined grains in a weight-loss diet on markers of metabolic syndrome in individuals with increased waist circumference: a randomized controlled-feeding trial. Am J clin nutr. 2014; 100: McKeown nm, Troy LM, Jacques PF, et al. Whole and refined-grain intakes are differentially associated with abdominal visceral and subcutaneous adiposity in healthy adults: The Framingham Heart Study. Am J clin nutr. 2010; 92: Hallfrisch J; Behall KM. Breath hydrogen and methane responses of men and women to breads made with white flour or whole wheat flours of different particle sizes. J Am coll nutr. 1999; 18: Shanti e; Jane M; William dc. Fiber and Functional Gastrointestinal disorders. Am J Gastroenterol. 2013; 108: islam M; Roy SK; Begum M; et al. dietary intake and clinical response of hospitalized patients with acute diarrhea. Food nutr Bull. 2008; 29: Zachos M, Tondeur M, Griffiths AM. cochrane database of Systematic Reviews. 2007, issue Wall cl, day As, Gearry R. Use of exclusive enteral nutrition in adults with crohn s disease: A review. World J Gastroenterol. 2013; 19: dapoigny M, Stockbrügger RW, Azpiroz F, et al.. Role of alimentation in irritable bowel syndrome. digestion. 2003; 67: Martin J, Geisel T, Marsh c, et al. inadequate nutrient intake in Patients with celiac disease: Results from a German dietary Survey. Germany digestion 2013; 87: Rubio-Tapia A, Murray JA. classification and management of refractory coeliac disease. Gut. 2010; 59: Shepherd S, Gibson R. nutritional inadequacies of the gluten-free diet in both recently-diagnosed and long-term patients with coeliac disease. J Hum nutr diet. 2012; 26: nermes M, Karvonen H, Sarkkinen e, et al.. Safety of barley starch syrup in patients with allergy to cereals. Br J nutr. 2009; 101: Rivas F. Food allergy in Alergológica J investig Allergol clin immunol. 2009; 19 Suppl 2: Hischenhuber c, crevel R, Jarry B, et al. Review article: safe amounts of gluten for patients with wheat allergy or coeliac disease. Aliment Pharmacol Ther. 2006; 23: Smith c; Tucker K. Health benefits of cereal fibre: a review of clinical trials. nutr Res Rev. 2011; 24: Williams PG. evaluation of the evidence between consumption of refined grains and health outcomes. nutr Rev. 2012; 70:

Cereal Integral. Muito mais do que. fibras

Cereal Integral. Muito mais do que. fibras Cereal Integral Muito mais do que fibras O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda a ingestão de 6 porções de cereais ao dia para atingir as recomendações de carboidratos, dando preferência

Leia mais

Os cereais. Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo

Os cereais. Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo O que são Cereais Integrais? São cereais que não foram processados. Consistem no gérmen, endosperma e casca. Endosperma: Constitui aproximadamente 83% do peso

Leia mais

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE.

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. 1. DOENÇA CELIACA É uma doença que causa inflamações nas camadas da parede do intestino delgado,

Leia mais

DESVENDANDO 8 MITOS SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE

DESVENDANDO 8 MITOS SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE 1 DESVENDANDO 8 S SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE 2 3 Conhecendo a INTOLERÂNCIA À LACTOSE DESVENDANDO S Contém lactose A lactose, encontrada no leite e seus derivados é um carboidrato, e é conhecida popularmente

Leia mais

Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ

Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ REDUÇÃO DA INGESTÃO ENERGÉTICA SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL APROPRIADA INGESTÃO

Leia mais

Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose Intolerância à Lactose A intolerância à lactose é a condição que se refere aos sintomas decorrentes da má digestão da lactose. Esta situação ocorre quando o organismo não produz lactase suficiente, uma

Leia mais

Doença Celíaca mitos e verdades

Doença Celíaca mitos e verdades Doença Celíaca mitos e verdades Trigo - História Existem evidências arqueológicas de um pão pesado na era Paleolítica na Europa, há 30.000 anos atrás, embora a alimentação fosse principalmente baseada

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0 NOTA TÉCNICA 75/2013 Solicitante Juiz de Direito Dr.Alexsander Antenor Penna Silva Comarca de João Monlevade Processo Número 0024 13 023060-0 Data: 23/05/2013 Medicamento/ x dieta Material Procedimento

Leia mais

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 Doença Celíaca Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 ANO LECTIVO 2010-2011 PÁGINA - 2 Índice Introdução...3 O que

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES. Normalmente são alimentos saudáveis, os mais próximos do seu estado natural/integral.

HÁBITOS ALIMENTARES. Normalmente são alimentos saudáveis, os mais próximos do seu estado natural/integral. HÁBITOS ALIMENTARES O hábito alimentar saudável deve ser formado e ensinado na infância, assim fica mais fácil de ser mantido. Consuma frutas, verduras e legumes desde cedo e estimule o consumo de alimentos

Leia mais

SHAKEASY. Bases Prontas para Shakes Funcionais

SHAKEASY. Bases Prontas para Shakes Funcionais Informações Técnicas SHAKEASY Bases Prontas para Shakes Funcionais INTRODUÇÃO SHAKEASY representa uma nova geração de shakes funcionais. Um completo e diferenciado substituto parcial de refeições que permite

Leia mais

- LICITANTES DESABILITADOS -

- LICITANTES DESABILITADOS - - LICITANTES DESABILITADOS - NOME DO PROMOTOR: PREFEITURA MUNICIPAL DE CACOAL EDITAL / PROCESSO: 0039-2012 / 1571/2012 PREGOEIRO RESPONSÁVEL: SILVIA DURAES GOMES OBJETO: REGISTRO DE PREÇOS PARA POSSÍVEL

Leia mais

Guia. Nutricional. para gestantes

Guia. Nutricional. para gestantes Referências bibliográficas consultadas: 1. Committee on Nutritional Status During Pregnancy and Lactation, Institute of Medicine. Nutrition During Pregnancy: Part I: Weight Gain, Part II: Nutrient Supplements.

Leia mais

Intestino delgado. Intestino grosso (cólon)

Intestino delgado. Intestino grosso (cólon) As fibras alimentares estão presentes nos alimentos de origem vegetal, englobando um conjunto de compostos que não podem ser digeridos pelas enzimas do nosso sistema gastrointestinal, não sendo por isso

Leia mais

E OS SEUS BENEFÍCIOS

E OS SEUS BENEFÍCIOS E OS SEUS BENEFÍCIOS A principal função do leite é nutrir (alimentar). Além disso, cumpre as funções de proteger o estômago das toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos

Leia mais

O PAPEL DO ZINCO PARA A NUTRIÇÃO HUMANA

O PAPEL DO ZINCO PARA A NUTRIÇÃO HUMANA O PAPEL DO ZINCO PARA A NUTRIÇÃO HUMANA Introdução Os minerais, assim como as vitaminas que o organismo humano necessita para seu bom funcionamento, desempenham uma função metabólica de alta especificidade,

Leia mais

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA "Deus seja Louvado"

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA Deus seja Louvado PROJETO DE LEI Nº /2015 EMENTA: DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DIFERENCIADA PARA ALUNOS ALÉRGICOS NA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE VILA VELHA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal

Leia mais

O QUE SÃO OS TRIGLICERÍDEOS?

O QUE SÃO OS TRIGLICERÍDEOS? O QUE SÃO OS TRIGLICERÍDEOS? Franklim A. Moura Fernandes http://www.melhorsaude.org Introdução Os triglicerídeos, também chamados de triglicéridos, são as principais gorduras do nosso organismo e compõem

Leia mais

Nutrição Normal: Carboidratos. Histórico. Monossacarídeos. Características químicas Estrutura química

Nutrição Normal: Carboidratos. Histórico. Monossacarídeos. Características químicas Estrutura química Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Nutrição Nutrição Normal: Carboidratos Daniela Saes Sartorelli Histórico Principal fonte de energia utilizada pelos seres vivos. Seres

Leia mais

O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista

O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista O consumo de dietas vegetarianas tem sido associado a muitos benefícios à saúde, incluindo menores taxas de mortes por doenças cardiovasculares, diabetes

Leia mais

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I ALIMENTAÇÃO Preventiva Volume I By porque evoluir é preciso Que o teu alimento seja seu medicamento Hipócrates Pai da medicina moderna Não coma, nutra-se! Existem muitas informações importantes disponíveis,

Leia mais

TEMA: Dieta enteral de soja para paciente portadora de doença de Alzheimer e de adenocarcinoma gástrico.

TEMA: Dieta enteral de soja para paciente portadora de doença de Alzheimer e de adenocarcinoma gástrico. Nota Técnica Processo n º Solicitante: Dra. Daniele Viana da Silva Juíza da Comarca de Ervália - Mg Data: 07/12/2012 Medicamento/ Dieta Material Procedimento Cobertura x TEMA: Dieta enteral de soja para

Leia mais

Alimentação e Saúde Oral

Alimentação e Saúde Oral Alimentação e Saúde Oral A saúde oral está relacionada com a alimentação de várias formas, nomeadamente através do efeito direto dos alimentos sobre os dentes no desenvolvimento de cárie dentária e na

Leia mais

O QUE É IMPORTANTE SABER NA ROTULAGEM DE ALIMENTOS PARA CRIANÇAS? 27/08/2011. Amanda Poldi

O QUE É IMPORTANTE SABER NA ROTULAGEM DE ALIMENTOS PARA CRIANÇAS? 27/08/2011. Amanda Poldi O QUE É IMPORTANTE SABER NA ROTULAGEM DE ALIMENTOS PARA CRIANÇAS? 27/08/2011 Amanda Poldi CRIANÇA-DEFINIÇÃO LEI 11.265/2006 CRIANÇA: indivíduo até 12 (doze) anos de idade incompletos; CRIANÇA DE PRIMEIRA

Leia mais

VEGESOY FIBER. Fibra de soja: extrato insolúvel de soja em pó. Informações Técnicas

VEGESOY FIBER. Fibra de soja: extrato insolúvel de soja em pó. Informações Técnicas Informações Técnicas VEGESOY FIBER Fibra de soja: extrato insolúvel de soja em pó INTRODUÇÃO A soja é uma leguminosa cultivada na China há mais de 5 mil anos. Ao longo do tempo passou a ser consumida por

Leia mais

5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias

5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1-Absorção, digestão, energia, água e álcool 2-Vitaminas e minerais 3-Proteínas, lipídios, carboidratos e fibras 4-Cálculo das necessidades energéticas 5-Doenças do aparelho digestivo

Leia mais

Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco

Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco Unidade de Nutrição. Serviço de Pediatria UAG MC H S João Faculdade Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade

Leia mais

A maioria das pessoas sente-se apta para comer outra vez após a cirurgia, aumentando o seu apetite à medida que os dias passam.

A maioria das pessoas sente-se apta para comer outra vez após a cirurgia, aumentando o seu apetite à medida que os dias passam. Dieta durante o tratamento O que comer e o que evitar de comer Após a cirurgia A maioria das pessoas sente-se apta para comer outra vez após a cirurgia, aumentando o seu apetite à medida que os dias passam.

Leia mais

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008 Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É Completa Fornece energia e todos os nutrientes essenciais

Leia mais

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais. Conteúdo Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.... 2 Como ler os rótulos dos alimentos... 5 Dose de produto... 7 Calorias... 7 Quantidade de nutrientes... 8 Explicação da quantificação

Leia mais

Nutrição Infantil. Paula Veloso / Nutricionista

Nutrição Infantil. Paula Veloso / Nutricionista Nutrição Infantil Paula Veloso / Nutricionista Relação alimentação/saúde é para toda a vida! A mulher grávida preocupa-se com a alimentação. Relação alimentação/saúde é para toda a vida! Os pais preocupam-se

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal Cereais & Farinhas Prof. Alex Augusto

Leia mais

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Alergias alimentares Intolerâncias metabólicas Reações farmacológicas Erros congênitos do metabolismo Alergia alimentar Mediada

Leia mais

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans GRUPO CONSUMIDOR 1) O que são ácidos graxos trans ou gordura trans? Os ácidos graxos ou gorduras trans são um tipo de gordura formada pelo processo de hidrogenação

Leia mais

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Setor de Vigilância Sanitária Distrito Sanitário Oeste Núcleo de Vigilância Sanitária A ROTULAGEM DE ALIMENTOS

Leia mais

VEGESOY ISOLATED. Proteína Isolada da Soja. Informações Técnicas

VEGESOY ISOLATED. Proteína Isolada da Soja. Informações Técnicas Informações Técnicas VEGESOY ISOLATED Proteína Isolada da Soja INTRODUÇÃO A soja é uma planta leguminosa que está na cadeia alimentar há 5 mil anos e tem sido parte essencial da dieta asiática há muitos

Leia mais

INULINA. Fibra alimentar. Informações Técnicas. CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose

INULINA. Fibra alimentar. Informações Técnicas. CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose Informações Técnicas INULINA Fibra alimentar CAS NUMBER: 9005-80-5 SIMILAR: Oligofrutose (FOS), Polifrutose INTRODUÇÃO A inulina é um nutriente funcional ou nutracêutico, composto por frutose, encontrado

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

PORTARIA N 29, DE 13 DE JANEIRO DE 1998

PORTARIA N 29, DE 13 DE JANEIRO DE 1998 PORTARIA N 29, DE 13 DE JANEIRO DE 1998 A Secretária de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando a necessidade de constante aperfeiçoamento das ações

Leia mais

TEMA: NEOCATE NA ALERGIA A LEITE DE VACA (APLV)

TEMA: NEOCATE NA ALERGIA A LEITE DE VACA (APLV) NOTA TÉCNICA 24/2014 Solicitante Regina Célia Silva Neves Juizado Fazenda Pública de Itaúna Processo Número 0338.13.012.595-2 Data: 07/02/2014 Medicamento/ dieta x Material Procedimento Cobertura TEMA:

Leia mais

VALOR NUTRITIVO DA CARNE

VALOR NUTRITIVO DA CARNE VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção

Leia mais

Estudo dietético dos Cereais e Amido.

Estudo dietético dos Cereais e Amido. FACULDADE DE NUTRIÇÃO TÉCNICA DIETÉTICA E GASTRONOMIA Estudo dietético dos Cereais e Amido. Estudo Dietético dos Cereais Constituem grupo de alimentos usados desde as mais antigas civilizações em função

Leia mais

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC 20 a 22 de agosto de 2008 - Bento Gonçalves-RS COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC Silvia Cristina Ferreira Iop 1,2, Evanilda Teixeira 2 e Rosires Deliza 3 1 Universidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAIBUNA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAIBUNA PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAIBUNA COMO REDUZIR A CELULITE Podemos descrever a celulite basicamente como uma inflamação das células, associadas com alterações na circulação. A obesidade pode, ou não, estar

Leia mais

Conduta dietética na intolerância à lactose

Conduta dietética na intolerância à lactose UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA DISCIPLINA DE GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA Conduta dietética na intolerância à lactose Karina Akemi Yamasaki Nutricionista Especializanda Disciplina

Leia mais

B-PROTEIN. Proteína Isolada da Carne Hidrolisada

B-PROTEIN. Proteína Isolada da Carne Hidrolisada Informações Técnicas B-PROTEIN Proteína Isolada da Carne Hidrolisada INTRODUÇÃO A proteína da carne é reconhecidamente uma das melhores fontes de proteínas existente no mundo. Apresenta um papel fundamental

Leia mais

Nutrição. Diana e Silva, Marta Rola

Nutrição. Diana e Silva, Marta Rola Outras dimensões Nutrição Diana e Silva, Marta Rola Hospital Pediátrico Integrado/ Centro Hospitalar São João Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto Suporte Nutricional

Leia mais

ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL

ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL Formação sobre Promoção de Estilos de Vida Saudáveis em Contexto Escolar, Familiar e Envolvente Julho de 2009 ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL TERESA SOFIA SANCHO Gabinete de Nutrição Departamento de Saúde

Leia mais

Anemia: um problema de saúde pública que pode ser combatido com o consumo de carne bovina.

Anemia: um problema de saúde pública que pode ser combatido com o consumo de carne bovina. Anemia: um problema de saúde pública que pode ser combatido com o consumo de carne bovina. Semíramis Martins Álvares Domene 1 A anemia é uma doença de ampla disseminação, acometendo indivíduos de nações

Leia mais

O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes!

O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes! O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 * Alimentos Diet: Alimento dietético

Leia mais

Saúde da Mulher. Rede Mundo Verde - Ano 1 Livro 1

Saúde da Mulher. Rede Mundo Verde - Ano 1 Livro 1 Guia Saúde da Mulher Uma queixa constante de mulheres é a prisão de ventre, flatulência, distensão abdominal. Muitas se habituam ao problema como se fosse normal e convivem com essa situação, muitas vezes

Leia mais

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós Trabalho elaborado por: Enf. Anabela Queirós O que é a diabetes? Uma doença que dura toda vida Provocada pela ausência ou perda de eficácia da insulina; Provoca a subida de açúcar no sangue A diabetes

Leia mais

BEM NUTRIDO: UM NOVO CONCEITO DE ALIMENTAÇÃO PARA O CENÁRIO BRASILEIRO ATUAL

BEM NUTRIDO: UM NOVO CONCEITO DE ALIMENTAÇÃO PARA O CENÁRIO BRASILEIRO ATUAL BEM NUTRIDO: UM NOVO CONCEITO DE ALIMENTAÇÃO PARA O CENÁRIO BRASILEIRO ATUAL Autora: Luísa Arantes Vilela Coautora: Juliana de Oliveira Abrahão O excesso de peso e a obesidade aumentam continuamente ao

Leia mais

Rotulagem Nutricional Obrigatória Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável

Rotulagem Nutricional Obrigatória Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável Rotulagem Nutricional Obrigatória Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Gerência Geral de Alimentos Universidade

Leia mais

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo XIV Congresso Brasileiro de Nutrologia Simpósio ILSI Brasil Probióticos e Saúde Profa. Dra. Susana Marta Isay Saad Departamento de Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica USP e-mail susaad@usp.br Alimentos

Leia mais

DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO

DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO 1 DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO LUCIANA ALBUQUERQUE LYRA,SANDRA MARINHO DE OLIVEIRA E MARCOS ALEXANDRE DE MELO

Leia mais

O QUE É A DOENÇA CELÍACA?

O QUE É A DOENÇA CELÍACA? O QUE É A DOENÇA CELÍACA? Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira É uma intolerância permanente ao Glúten que acomete indivíduos com predisposição

Leia mais

Os Cereais na Dieta Mediterrânica Património Cultural

Os Cereais na Dieta Mediterrânica Património Cultural Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. Os Cereais na Dieta Mediterrânica Património Cultural Carla Moita Brites Lisboa, 13 Dezembro 2013 CONTEXTO DIETA MEDITERRÂNICA Dieta é um

Leia mais

Granola Soft. Benefícios

Granola Soft. Benefícios Granola Soft A granola é um mix de cereais, castanhas e frutas secas que contêm vitaminas, proteínas, nutrientes, muitas fibras e outros componentes importantes para o equilíbrio do organismo e para controle

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS:

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS: JUSTIFICATIVA Para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Sendo a escola um espaço para a promoção

Leia mais

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA ÂNGELA MENDONÇA LIGA DE DIABETES A intervenção nutricional pode melhorar o controle glicêmico. Redução de 1.0 a 2.0% nos níveis de hemoglobina

Leia mais

DOENÇA CELÍACA. Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição

DOENÇA CELÍACA. Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição DOENÇA CELÍACA Grupo: Camila Tenório Danniely Soares Érica Ouriques Isabelle Priscila Juliana Arraes Renata Batista O

Leia mais

FABA ALERGIA ALIMENTAR

FABA ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR Intolerância Alimentar Aversão Alimentar Reações Imediatas e Tardias ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR - Reação adversa ao componente protéico do alimento e envolve mecanismo

Leia mais

Poderosa farinha. Matéria de Capa Revista Vida Natural e Equilíbrio Editora Escala Dezembro / Edição 44-2010

Poderosa farinha. Matéria de Capa Revista Vida Natural e Equilíbrio Editora Escala Dezembro / Edição 44-2010 Matéria de Capa Revista Vida Natural e Equilíbrio Editora Escala Dezembro / Edição 44-2010 Poderosa farinha Seguindo a tendência dos alimentos em pó, o coco não poderia ficar de fora. A farinha da fruta

Leia mais

ALIMENTAÇÃO. Benefícios do arroz. Dr. Fernando Lucchese

ALIMENTAÇÃO. Benefícios do arroz. Dr. Fernando Lucchese ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Benefícios do arroz Dr. Fernando Lucchese DIETA Significa... ESTILO DE VIDA! Fatores que prolongam a vida Assistência Médica M 10% Genética 17% Meio Ambiente 20% Estilo de Vida 53%

Leia mais

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Apoio: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Restinga Sêca 23 a 25 de fevereiro de 2012 ASPECTOS NUTRICIONAIS DE PRODUTOS DERIVADOS DO ARROZ Informações

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Panificação. Alimentos. Subprodutos. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Panificação. Alimentos. Subprodutos. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

A Dieta Atkins promete não somente redução de peso, mas também uma melhoria no seu sistema cardíaco e funções da memória, dentre outros benefícios.

A Dieta Atkins promete não somente redução de peso, mas também uma melhoria no seu sistema cardíaco e funções da memória, dentre outros benefícios. DIETA DE BA IXO ÍNDICE DE GL IC E M IA (LOW CARB DIET ) A dieta de baixo índice de glicemia ou baixa em hidratos de carbono é indicada para tal por ser mais equilibrada e até é indicada para diabéticos

Leia mais

Como ler. Quantidade. Denominação do produto. Lista de ingredientes. Durabilidade. Fabricante/ Importador. Junho de 2008

Como ler. Quantidade. Denominação do produto. Lista de ingredientes. Durabilidade. Fabricante/ Importador. Junho de 2008 Como ler Flocos de arroz e de trigo integral, enriquecidos com vitaminas (B1, B2, B3, B6, ácido fólico, B12, C) e ferro Peso líquido: CONSUMIR DE PREFERÊNCIA ANTES DE Junho de 2008 Quantidade Denominação

Leia mais

Tema: Informações técnicas sobre o NUTRI-RENAL para pacientes em tratamento dialítico 1. ANÁLISE CLÍNICA DA SOLICITAÇÃO 3. 1.1. Pergunta estruturada 3

Tema: Informações técnicas sobre o NUTRI-RENAL para pacientes em tratamento dialítico 1. ANÁLISE CLÍNICA DA SOLICITAÇÃO 3. 1.1. Pergunta estruturada 3 Consultoria 06/2012 Solicitante Dr. Enismar Kelley de Souza e Freitas Juiz de Direito - Comarca de Cristina MG Data:22/10/2012 Medicamento Material Procedimento Cobertura X Tema: Informações técnicas sobre

Leia mais

Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas. Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica

Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas. Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica Infância A infância representa um período que compreende modificações importantes: Crescimento do

Leia mais

BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN

BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN DOENÇA CELÍACA A doença celíaca (DC) é um distúrbio imunemediado que afeta principalmente o trato gastrointestinal. É uma enteropatia glúten induzida.

Leia mais

Fibras e seus Benefícios! Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664

Fibras e seus Benefícios! Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 Fibras e seus Benefícios! & Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 * Fibras: Definição: Fibras referem a parte dos vegetais (frutas, verduras, legumes,

Leia mais

Manual de Rotulagem de Alimentos

Manual de Rotulagem de Alimentos Manual de Rotulagem de Alimentos Agosto 2013 Programa Mesa Brasil Sesc O Mesa Brasil Sesc é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para

Leia mais

VOCÊ SABE O QUE ESTÁ COMENDO?

VOCÊ SABE O QUE ESTÁ COMENDO? MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS CONSUMIDORES EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO SAUDÁVEL VOCÊ SABE O QUE ESTÁ COMENDO? ROTULAGEM NUTRICIONAL OBRIGATÓRIA MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS CONSUMIDORES EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO SAUDÁVEL

Leia mais

Conheça 30 superalimentos para mulheres Dom, 02 de Dezembro de 2012 11:28 - Última atualização Dom, 02 de Dezembro de 2012 11:35

Conheça 30 superalimentos para mulheres Dom, 02 de Dezembro de 2012 11:28 - Última atualização Dom, 02 de Dezembro de 2012 11:35 Manter a saúde, deixar a barriga sarada e aumentar a energia são benefícios que podem ser conquistados com a escolha correta dos alimentos. Alguns itens colaboram para ter ossos fortes, queimar gordura,

Leia mais

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física A Importância dos Alimentos Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estar e a

Leia mais

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem!

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Convivendo bem com a doença renal Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Nutrição e dieta para diabéticos: Introdução Mesmo sendo um paciente diabético em diálise, a sua dieta ainda

Leia mais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais Nutrição completa para equinos Linha Equinos Rações Suplementos Minerais Confiança, Tecnologia, Qualidade e Resultado Estes são os ingredientes que fazem a diferença dos produtos Fanton. Há mais de 25

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA UTENTES COM LITÍASE URINÁRIA

QUESTIONÁRIO PARA UTENTES COM LITÍASE URINÁRIA QUESTIONÁRIO PARA UTENTES COM LITÍASE URINÁRIA Código da doação A. Comportamentos Alimentares 1. Em média, quantos copos de leite bebe por dia? 00 Número de copos 02 Não sabe 01 Menos de um copo 03 Prefere

Leia mais

Duphalac lactulose MODELO DE BULA. DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida.

Duphalac lactulose MODELO DE BULA. DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida. MODELO DE BULA Duphalac lactulose FORMA FARM ACÊUTICA E APRESENTAÇ ÃO DUPHALAC (lactulose) é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 ml e um copo medida. VIA ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO

Leia mais

Módulo 4: NUTRIÇÃO. Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Como monitorar o crescimento dos recém-nascidos?

Módulo 4: NUTRIÇÃO. Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Como monitorar o crescimento dos recém-nascidos? Atenção à saúde do Recém-nascido de Risco Superando pontos críticos Módulo 4: NUTRIÇÃO Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Q Quais uais são são as as necessidades

Leia mais

Distrito Federal ACELBRA-DF

Distrito Federal ACELBRA-DF CÂMARA SETORIAL DE CADEIA PRODUTIVA DA MANDIOCA E DERIVADOS DOENÇA A CELIACA Apresentação: Paulo Roberto Ferreira da Silva Presidente da Associação dos Celíacos de Brasília ACELBRA-DF Vice-Presidente da

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É...4 PREVENÇÃO...5 DIAGNÓSTICO...6 TRATAMENTO...7 ORIENTAÇÕES...8 ALIMENTAÇÃO CORRETA...9 OUTRAS DICAS...12 ATIVIDADE FÍSICA...

SUMÁRIO O QUE É...4 PREVENÇÃO...5 DIAGNÓSTICO...6 TRATAMENTO...7 ORIENTAÇÕES...8 ALIMENTAÇÃO CORRETA...9 OUTRAS DICAS...12 ATIVIDADE FÍSICA... 2 SUMÁRIO O QUE É...4 PREVENÇÃO...5 DIAGNÓSTICO...6 TRATAMENTO...7 ORIENTAÇÕES...8 ALIMENTAÇÃO CORRETA...9 OUTRAS DICAS...12 ATIVIDADE FÍSICA...14 FIQUE SABENDO...16 3 O QUE É A dislipidemia é o aumento

Leia mais

No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo?

No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo? No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo? Seja Inverno ou Verão, abrace esta refeição! Sabia que o Pequeno-almoço ajuda a controlar

Leia mais

Doença Celíaca. Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009

Doença Celíaca. Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009 Doença Celíaca Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009 Apresentado por: Solange Cavalcante da Silva Redolfi Orientador: Prof. Drª Carolina Dias Doença Celíaca

Leia mais

Vida bem estar. Menu Semanal e Lista de Compras. Para uma alimentação saudável!

Vida bem estar. Menu Semanal e Lista de Compras. Para uma alimentação saudável! Vida bem estar Menu Semanal e Lista de Compras Para uma alimentação saudável! Vida bem estar Lista de Compras Lista de Compras Frutas Abacate Banana Maçã Tomate Frutas secas Damasco Banana Abacaxi Ameixa

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

GUIA DE BOLSO. Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ

GUIA DE BOLSO. Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ GUIA DE BOLSO Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ Sumário Introdução Benefícios do consumo de hortofrutícolas A importância dos hortofrutícolas segundo a Roda dos

Leia mais

TABELA DE PREÇOS REFERENCIAIS DIETAS ENTERAIS

TABELA DE PREÇOS REFERENCIAIS DIETAS ENTERAIS TABELA DE PREÇOS REFERENCIAIS 82026 82025 82021 MEDICAMENTOS NUTRICAO, NUTRICAO ENTERAL, HIPERCALORICA, OLIGOMERICA, COM PROTEINA DE ORIGEM ANIMAL HIDROLISADA. ISENTA DE SACAROSE, LACTOSE E GLUTEN. PRINCIPIO/CONCENTRACAO1:

Leia mais

Criança nutrida & criança Vitaminada

Criança nutrida & criança Vitaminada Criança nutrida & criança Vitaminada IMC INFANTIL Muitos pais se preocupam com o peso e a estatura de seu filho. Questionam-se se a massa corporal da criança está de acordo com a idade, se a alimentação

Leia mais

Para que serve o alimento?

Para que serve o alimento? Alimentação e Saúde saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estar e a disposição para realizar todas as atividades. demonstrar afeto, carinho e aceitação Uma

Leia mais

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG FENILCETONÚRIA HIPERFENILALANINEMIAS Níveis sangüíneos

Leia mais

Benefícios da Suplementação

Benefícios da Suplementação FECHAMENTO AUTORIZADO PODE SER ABERTO PELA ECT Impresso Especial 9912273897 - DR/SPM Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte CORREIOS Nos processos inflamatórios crônicos1 Um novo tempo no tratamento

Leia mais

Uma dieta vegetariana fornece todos os tipos de proteínas necessários para uma alimentação saudável.

Uma dieta vegetariana fornece todos os tipos de proteínas necessários para uma alimentação saudável. Proteínas Sementes: linhaça, abóbora, girassol. Grãos: ervilhas, feijões, lentilhas, amendoins, grão de bico, soja, além de nozes, amêndoas, Castanha-do-pará, castanhas de caju. Cereais: trigo (pães, massa),

Leia mais

Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis

Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis Elizabeth Vargas Nutricionista Unilever America Latina Seminário Tecnológico de Nutrição, Saudabilidade e Meio Ambiente Junho 2014

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Nutrição 2011-1 USO DE PREBIÓTICOS NA ABSORÇÃO DE FERRO EM CIRURGIA BARIÁTRICA Acadêmico: MAIA,

Leia mais

Uma Boa alimentação e sua relação com a dor, humor e. outros sintomas

Uma Boa alimentação e sua relação com a dor, humor e. outros sintomas Uma Boa alimentação e sua relação com a dor, humor e outros sintomas Nutricionista Camila Costa Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício InCor/FMUSP Será que o que você come influencia

Leia mais