FATORES RELACIONADOS À QUALIDADE DE VIDA NA DOENÇA CELÍACA FACTORS RELATED TO THE QUALITY OF LIFE IN CELIAC DISEASE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FATORES RELACIONADOS À QUALIDADE DE VIDA NA DOENÇA CELÍACA FACTORS RELATED TO THE QUALITY OF LIFE IN CELIAC DISEASE"

Transcrição

1 FATORES RELACIONADOS À QUALIDADE DE VIDA NA DOENÇA CELÍACA RESUMO FACTORS RELATED TO THE QUALITY OF LIFE IN CELIAC DISEASE 2 PROLO, Thaiane a SANTOS, Elisvânia Freitas dos b A doença celíaca consiste na intolerância permanente ao glúten proteína presente em alguns cereais como trigo, cevada, centeio, aveia, malte de caráter hereditário e sem cura. Portanto, o celíaco deve excluir os alimentos que contém glúten da sua dieta durante toda a vida. O objetivo deste trabalho foi avaliar o modo de vida de pessoas acometidas de doença celíaca e seu modo de vida com a doença. Pesquisa transversal realizada com 19 celíacos da cidade de Francisco Beltrão (Paraná), com média de idade de 48,89±16,22 anos, sendo 84,22% do gênero feminino. O tempo médio de diagnóstico foi de 3,52±2,73 anos, sendo que 65,15% apresentaram aumento de peso médio de 5,57±6,45Kg após o diagnóstico. Grau de parentesco com outro celíaco foi relatado por 42,10%; e 31,57% relataram possuir intolerância à lactose concomitante. Constatou-se que 73,69% sentiram dificuldade em seguir a dieta restritiva, 52,63% disseram sentir falta de comer pão, 89,47% relataram possuir o apoio familiar em relação à dieta e 47,36% referiram ter havido mudanças no convívio familiar. A principal mudança social relatada foi o ato de evitar sair de casa para se alimentar com os amigos, 57,89% dos indivíduos relataram ter havido mudanças no seu convívio social e 68,42% disseram seguir a dieta restrita rigorosamente. Todos os indivíduos relataram sentir sintomas antes da exclusão do glúten, sendo diarréia (57,89%) o sintoma mais comum. O presente estudo conseguiu detectar as dificuldades encontradas pelos celíacos no seu convívio diário, familiar e social. Palavras-Chave: Doença Celíaca, Glúten, Alergia Alimentar, Qualidade de Vida. ABSTRACT Celiac disease is the permanent intolerance to gluten - protein found in some cereals such as wheat, barley, rye, oats and malt - a hereditary and incurable. Therefore, the celiac must exclude foods containing gluten from your diet for life. The objective of this study was to evaluate the mode of life of people suffering from celiac disease and their way of life with the disease. Research carried out across the city of 19 celiac Francisco Beltrão (PR) with a mean age of ± years, 84.22% being female. The median time from diagnosis was 3.52 ± 2.73 years, and 65.15% had mean weight gain of 5.57 ± 6.45 kg after diagnosis. Relationship to other celiac was reported by 42.10% and 31.57% reported having concomitant lactose intolerance. It was found that 73.69% found it difficult to follow the restricted diet, 52.63% said they felt a lack of bread, 89.47% reported to have family support in relation to diet and 47.36% had been changes in their family. The main social change reported was the avoidance of leaving home to eat with friends, 57.89% of subjects reported that there had been changes in their social and 68.42% said they follow the diet strictly restricted. All subjects reported experiencing symptoms before excluding gluten, and diarrhea (57.89%) the most common symptom. The present study failed to detect the difficulties faced by celiacs in their daily living, family and society. Key-words: Celiac Disease, Gluten, Food Allergy, Quality of life. a Acadêmica do Curso de Nutrição da Universidade Estadual do Centro Oeste b Mestre em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual de Campinas. Docente do Curso de Nutrição da Universidade Estadual do Centro Oeste

2 3 INTRODUÇÃO A doença celíaca (DC), conhecida como enteropatia glúten-sensível ou espru não-tropical ou ainda esteatorréia idiopática e também espru celíaco 1, consiste na intolerância permanente ao glúten, sendo este uma proteína, composto glutamina-gliadina, encontrado no trigo (gliadina), cevada (hordeína) e centeio (secalina). Algumas pessoas também podem sofrer sensibilidade ao ingerir aveia (avenina) e malte 2,3. A origem da DC é de etiologia hereditária, porém, manifesta-se devido à tríade de fatores: genéticos, imunológicos e ambientais 4,5. Em crianças, quando não tratadas, a DC causa diarréia, perda de peso, anemia severa, e déficit de crescimento. Já em adultos e idosos pode causar diarréia, anemia severa, deficiência de nutrientes e fragilidade no sistema imunológico, podendo causar a morte. Devido a isso, um rigoroso acompanhamento por profissionais especializados da área médica e nutricional se faz necessário. Um diagnóstico precoce torna-se a melhor forma de evitar o agravamento do quadro 6,7. Para o diagnóstico da DC é realizado mapeamento sorológico com os anticorpos antigliadina, antireticulina e antiendomísio, porém o padrão-ouro de diagnóstico é a biópsia da mucosa do intestino delgado proximal 8,9. A DC é caracterizada por atrofia total ou parcial da mucosa do intestino delgado proximal e consequente má absorção de nutrientes, nos indivíduos geneticamente suscetíveis. A enteropatia glúten-sensível apresenta também criptas alongadas, aumento de mitoses, epitélio superficial cubóide, com vacuolizações, borda estriada borrada, aumento do número de linfócitos intra-epiteliais e lâmina própria com denso infiltrado de linfócitos e plasmócitos 2,10,11. A apresentação clínica da DC pode ter quatro formas: clássica, não-clássica, assintomática e latente. A clássica é mais frequente, manifesta-se nos primeiros anos de vida, com quadros clínicos de déficit de crescimento, dor e distensão abdominal, diarréia crônica, anorexia, vômitos, irritabilidade, emagrecimento, anemia ferropriva e atrofia da musculatura glútea. A não-clássica ou atípica acomete mais tardiamente e, podem ocorrer manifestações clínicas isoladas. Na assintomática ou silenciosa o paciente apresenta alterações da mucosa intestinal proximal. Já na latente, em determinado momento as vilosidades intestinais se apresentam normais, mesmo com o consumo constante de glúten, em outro momento esta apresenta atrofia subtotal das vilosidades intestinais 1,12,13.

3 4 Acredita-se que, no Brasil a prevalência da DC seja de 1: Estudos realizados em outros países apontaram os seguintes resultados: 1:250 nos Estados Unidos da América e 1:150 na Europa 15. Antunes 16 observou uma prevalência de 1:134 em adolescentes portugueses e, estudo 17 realizado na Finlândia com crianças mostrou uma prevalência de 1:100. O único tratamento da DC conhecido atualmente é a restrição total dos alimentos que contém glúten durante toda a vida 13,18. Após a exclusão do glúten a mucosa intestinal recupera-se, porém, a presença de glúten novamente desencadeia todo o processo imunológico 8,19. O objetivo deste trabalho foi avaliar o modo de vida de pessoas acometidas de doença celíaca e seu modo de vida com a doença. CASÚISTICA E MÉTODOS Trata-se de uma pesquisa transversal, realizada com 19 pessoas da cidade de Francisco Beltrão Paraná, participantes de um grupo informal de apoio ao celíaco; a pesquisa foi realizada durante o mês de abril de Foram entrevistados adultos e idosos, diagnosticados celíacos, de ambos os gêneros e que concordaram em participar do estudo e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) (Apêndice1), autorizando a obtenção dos dados para a pesquisa. Foram utilizados como critérios de exclusão: possuir menos que 19 anos, não ter diagnóstico confirmado, não ser residente da cidade de Francisco Beltrão (PR), não concordarem em receber a pesquisadora em sua residência e não concordar em assinar o TCLE. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (COMEP) (Anexo1) da Universidade Estadual do Centro Oeste, conforme o ofício número 057/2011. Para a realização da coleta dos dados, a pesquisadora se deslocou à residência de cada participante, com horário previamente agendado. Foi entregue um questionário (Apêndice 2) a ser preenchido pelo pesquisado, sendo que o pesquisador permaneceu junto ao pesquisado durante todo o preenchimento a fim de sanar as dúvidas que ele pudesse vir a ter sobre as questões apresentadas.

4 5 O questionário utilizado consiste de questões pessoais, antropométricas e sociais. Esse questionário foi adaptado de Casemiro 20 e Araújo 21 em suas pesquisas. Para a avaliação antropométrica, os dados de peso atual, peso anterior ao diagnóstico e estatura foram relatados pelos entrevistados, e por meio desses dados foram calculados: o índice de massa corporal (IMC) atual e o anterior ao diagnóstico, segundo a fórmula: peso (Kg) dividido pela altura (metros) ao quadrado. Para a determinação do estado nutricional do pesquisado segundo seu IMC, para adultos foi utilizada a classificação da Organização Mundial da Saúde 22, e para idosos (acima de 60 anos) foi utilizada a classificação segundo a OPAS 23. Os dados do estudo foram tabulados com o auxílio do programa Excel Foram realizadas análises estatísticas descritivas, utilizando as medidas de tendência central (média e mediana) e medida de dispersão (desvio-padrão). Os dados estão expressos em média ± desvio padrão. Foi realizada Regressão Logística para determinar possível associação entre o seguimento da dieta e as variáveis convívio social e o apoio familiar; associação entre sentir dificuldade em seguir a dieta e as variáveis convívio familiar e social e sentir os sintomas; e também a associação entre sentir os sintomas e as variáveis seguir a dieta corretamente e possuir intolerância à lactose. O teste de T-Student para comparar o IMC atual com o anterior ao diagnóstico e o teste de Person para verificar as correlações entre o tempo de diagnóstico e o ganho de peso. RESULTADOS E DISCUSSÃO A idade dos indivíduos estudados variou de 22 a 73 anos, com média de 48,89±16,22 anos, sendo que 84,22% (n=16) eram do gênero feminino e apenas 15,78% (n=3) eram do gênero masculino. Quanto à etnia, 100% dos indivíduos se declararam caucasianos. Pratesi e Gandolfi 24 sugerem que a DC é mais frequente em mulheres, numa proporção de 2:1, e que é encontrada na mesma proporção em todas as faixas etárias. Pessoas caucasianas têm uma maior tendência ao desenvolvimento de DC, embora existam relatos do aparecimento da doença em mulatos e negros 14. Todos os indivíduos relataram que, antes da exclusão do glúten da dieta, possuíam sintomas. Os sintomas relatados foram: diarréia 57,89% (n=11), estufamento (distensão

5 6 abdominal) 52,63% (n=10), dor abdominal 36,84% (n=7), cólica 31,57% (n=6), constipação 21,05% (n=4), dor de cabeça 21,05% (n=4), náusea 15,78% (n=3), estase gástrico 15,78% (n=3), cansaço físico 15,78% (n=3), prurido anal 10,52% (n=2), dificuldade de engordar 5,26% (n=1), vômitos constantes 5,26% (n=1), irritabilidade 5,26% (n=1), dor articular 5,26% (n=1), prurido cutâneo 5,26% (n=1) e desmaios 5,26% (n=1). Na Figura 1 (Diagrama de Venn), estão apresentadas as correlações entre os cinco principais sintomas relatados: cólica, constipação, estufamento, dor abdominal e diarréia. Pode-se observar que o principal sintoma relatado foi diarréia, sendo que este apresenta correlação com todos os demais sintomas e demonstra as maiores prevalências. Observa-se também que os sintomas de cólica e dor abdominal não se apresentaram isoladamente. Figura 1 - Porcentagem dos sintomas relatados pelos pacientes antes de excluir o glúten da dieta *A porcentagem foi calculada pelo total de indivíduos (n=19). De acordo com a classificação proposta pela literatura 1,12 os indivíduos do presente estudo podem ser classificados como representantes das formas clássica e não clássica de manifestação da DC. A forma clássica geralmente é caracterizada por diarréia grave, distensão abdominal, perda de peso, falta de apetite, irritabilidade, apatia, vômitos e anemia

6 7 severa. A forma não clássica tem prevalência de sintomas extra-intestinais. Crispim 25, em seu estudo, encontrou que os principais sintomas relatados foram em ordem decrescente: dor abdominal, distensão abdominal e diarréia. Craney et al. 26 obtiveram dor abdominal como principal sintoma (73,9%), enquanto Green et al. 27 relataram diarréia (85%) como o principal sintoma apontado pelos indivíduos dos seu estudo. Em relação ao tempo em que recebeu o diagnóstico, 21,05% (n=4) receberam o diagnóstico há um ano, 15,78% (n=3) há dois anos, 21,05% (n=4) há três anos, 21,05% (n=4) há quatro anos, 10,52% (n=2) há cinco anos, 5,26% (n=1) recebeu o diagnóstico há seis anos e 5,26% (n=1) há treze anos (Figura 2). O tempo médio de diagnóstico foi de 3,52±2,73 anos. Figura 2 Distribuição percentual dos celíacos pelo tempo de diagnóstico. Segundo o estudo realizado por Araújo 21, foi encontrado que 53,33% dos indivíduos estudados tiveram aumento de peso acima de 2 kg, enquanto 29,52% permaneceram com o mesmo peso que possuíam antes do diagnóstico. Sendo que, no presente estudo 65,15% (n=12) tiveram aumento de peso após adesão à dieta isenta de glúten, 34,85% (n=7) diminuíram o peso e não houve indivíduos que mantiveram o mesmo peso após o diagnóstico. A média de ganho de peso foi de 5,57±6,45Kg e a média de perda de peso foi de 1,94±3,62Kg após adesão à dieta. Observou-se uma moderada correlação positiva (r=0,50) entre o tempo de diagnóstico e o ganho de peso, no sentido de que quanto maior o tempo de diagnóstico maior é o ganho de peso, sendo essa afirmação válida em 25% da população.

7 Na Tabela 1 está apresentada a classificação quanto ao estado nutricional expresso em IMC anterior ao diagnóstico e o atual. 8 Tabela 1- Valor absoluto (n) e relativo (%) do Índice de Massa Corporal anterior ao diagnóstico e atual. IMC anterior n (%) IMC atual n (%) Adultos Desnutrição grau 2 1 (7,7) 1 (7,7) Desnutrição grau 1 1 (7,7) 2 (15,4) Eutrofia 6 (46,1) 8 (61,5) Sobrepeso 5 (38,5) 1 (7,7) Obesidade grau 1 0 (0,0) 1 (7,7) Total 13 (100) 13 (100) Idosos (acima de 60 anos) Baixo peso 1 (16,7) 1(16,7) Eutrofia 1(16,7) 3 (49,9) Sobrepeso 2 (33,3) 1(16,7) Obesidade 2 (33,3) 1(16,7) Total 6 (100) 6 (100) O IMC médio anterior foi de 23,32±5,10 Kg/m 2 e o IMC médio atual foi de 24,52±4,53 kg/m 2. Não havendo diferença estatisticamente significativa (p=0,45) entre o IMC anterior ao diagnóstico e o IMC atual do grupo estudado. Quanto ao método de diagnóstico, 100% dos indivíduos realizaram os exames de sangue de anti-endomísio IgA e IgG, e anti-gliadina IgA e IgG, e 63,15% (n=12) realizaram biópsia intestinal. Estudos 28,29 sugerem que a identificação sorológica dos anticorpos anti-gliadina, antiendomísio e anti-transglutaminase, em conjunto, atingem quase 100% de especificidade e sensibilidade diagnóstica, sendo que o teste anti-endomísio IgA é o teste sanguíneo com maior grau de confiabilidade, porém a biópsia intestinal (duodenal) permanece imprescindível para o diagnóstico.

8 Quanto à investigação de hereditariedade, 42,10% (n=8) relataram ter parentes (primeiro, segundo e/ou terceiro grau) diagnosticados celíacos. Destes, 87,50% (n=7) possuem parentes de primeiro grau diagnosticados celíacos, 37,5% (n=3) possuem parentes de segundo grau diagnosticados, 12,50% (n=1) possuem parentes de terceiro grau diagnosticados. O grau de hereditariedade do estudo foi relativamente maior do que a prevalência relatada pela literatura 30, que sugere que esta seja de 10% da DC entre parentes de primeiro grau de indivíduos celíacos. Bonamico et al. 31, em seu estudo, observaram que indivíduos que possuam parentesco com celíacos têm 18% mais chances de desenvolver a doença. Devido à agressão provocada pelo contato com o glúten, a mucosa intestinal pode atrofiar-se; os celíacos têm maior propensão a desenvolver alguma outra alergia ou intolerância alimentar. Os produtos que contém lactose devem ser evitados no início do tratamento pelo fato de os pacientes celíacos frequentemente apresentarem deficiência secundária à lactase 32. Na literatura foram encontrados estudos em que 20,19% 21, 21% 33 e 19% 34 dos celíacos possuíam intolerância à lactose. Dos indivíduos estudados, 31,57% (n=6) relataram possuir intolerância à lactose, 5,26% (n=1) relataram possuir intolerância a outros alimentos (alimentos embutidos), 5,26% (n=1) relataram possuir intolerância à lactose e alergia a frutos do mar e 57,90% (n=11) relataram não possuir nenhuma outra alergia ou intolerância alimentar. Quando questionados sobre quais alimentos com glúten o pesquisado sente mais falta na sua dieta diária, o pão foi o principal apontado, sendo 52,63% (n=10) das respostas; o pastel ficou em segundo lugar com 21,05% (n=4) das respostas. Foram citados também, com 5,26% (n=1) de prevalência, os alimentos: macarrão, salgadinhos de festa, pizza, bolo, cuca c, lasanha, bauru d, grostoli e, aveia, massas e caldo pronto. Em relação às dificuldades em seguir a dieta restritiva, 73,69% (n=14) relataram ter sentido muita dificuldade em seguir a dieta e 26,31% (n=5) relataram não ter encontrado dificuldades. As dificuldades mais citadas pelos pesquisados foram: encontrar os produtos sem glúten no comércio, mudar os hábitos alimentares, cozinhar, não encontrar receitas c Bolo feito com ovos, farinha de trigo e açúcar, tipo pão doce, com coberturas doces de diversos tipos. Muito comum no Sul do Brasil, onde foi introduzido pelos imigrantes alemães. d Sanduíche paulista feito em um pão francês com rosbife, fatias de tomate, picles e queijo muçarela derretido, condimentado com orégano e sal. e É uma massa de farinha de trigo na qual é feita um corte no meio da massa e a ponta é passada por dentro dela, a massa é frita e passada em açúcar com canela. É um doce típico italiano. 9

9 10 similares aos alimentos com glúten, não possuir o apoio da família em relação à dieta, sentir vontade de comer alimentos com glúten, não conseguir comer fora de casa, na casa de amigos e em festas, e não achar os alimentos quando em viagens para cidades desconhecidas. Em um estudo realizado por Cassol e Pellegrin 35 com um grupo de celíacos da Associação de Celíacos de Santa Catarina, as principais dificuldades apontadas para o cumprimento da dieta foram: 39% dificuldade financeira e 41% disponibilidade de alimentos. Para a maior adesão à dieta restritiva, o apoio familiar é um dos pontos fundamentais, 89,47% (n=17) relataram possuir o apoio da família e apenas 10,53% (n=2) relataram não possuí-lo. Quanto ao convívio familiar, 47,36% (n=9) relataram ter havido mudanças e 52,64% (n=10) não ter havido mudança alguma. As principais mudanças relatadas foram: adaptação do cardápio familiar, o aumento de brigas entre os membros da família em relação aos hábitos alimentares e sentimento de tristeza e exclusão por falta de apoio familiar. Após a adesão à dieta restritiva ao glúten, os celíacos encontram grande dificuldade em alimentar-se fora de casa, devido à indisponibilidade de alimentos específicos e pelo receio de consumir algum alimento contaminado com traços de glúten. No presente estudo foi observado que 57,89% (n=11) dos indivíduos tiveram seu convívio social alterado devido à dieta restritiva e 42,11% (n=8) dos indivíduos relataram não ter havido nenhuma alteração no seu convívio social. As principais mudanças relatadas pelos pesquisados foram: evitar sair com os amigos quando envolve o consumo de alimentos, deixar de ir a festas e eventos sociais que contenham alimentos e não poderem mais sair para comer fora com a família. De acordo com a Lei n , de 16 de maio de , que obriga as indústrias de produtos alimentícios a informarem em todos os seus alimentos as inscrições contém Glúten ou não contém Glúten, conforme o caso; e a advertência deve ser impressa nos rótulos, embalagens, cartazes e materiais de divulgação em caracteres com destaque, nítidos e de fácil leitura. Um estudo realizado por Stringheta et al. 37 avaliou o cumprimento da legislação vigente em 226 propagandas tipo folder de alimentos industrializados coletadas em estabelecimentos comerciais, constatou que 97,8% (n=221) estavam em desacordo com a legislação. Em pesquisa 38 realizada com adolescentes celíacos, foi encontrado que 20% dos estudados tinham problemas de aceitação da doença e possuíam limitações das atividades sociais, 10% possuíam atritos familiares devido às restrições alimentares e que em 90% dos casos a família não mudou os hábitos alimentares para aderir às restrições dos celíacos.

10 11 Ciclitira et al. 39 sugere que a inclusão do celíaco em associações permite-o trocar experiências com outras pessoas que passam pelas mesmas dificuldades que ele, isto torna mais fácil a aceitação da doença e o manejo da dieta sem glúten. É fundamental que haja um acompanhamento do indivíduo e de seus familiares por médicos, psicólogos e nutricionistas especialistas no assunto, para ajudá-los a compreender a doença, facilitando a adesão à dieta e o seu cumprimento por parte do celíaco e de sua família, auxiliando na detecção precoce de algum problema associado à doença 40. Lee e Newman 41, em seu estudo sobre a doença celíaca e o impacto na qualidade de vida, os indivíduos da pesquisa relataram que manter a dieta restritiva sem glúten tinha um impacto negativo em sua qualidade de vida, sendo relatado por 82% dos pesquisados a dificuldade em realizar viagens, 67% relataram que a dieta influenciava negativamente na rotina e na vida da família e 86% apontaram como maior impacto negativo a dificuldade em jantar fora de casa. Quando questionados sobre a adesão rigorosa à dieta restritiva, 68,42% (n=13) relataram seguir rigorosamente a dieta e 31,58% (n=6) relataram não seguir, e todos os que relataram não seguir justificaram que não se privavam quando sentiam muita vontade de comer algum alimento com glúten. Este dado está de acordo com a prevalência encontrada em um estudo 20 no qual 60,90% dos estudados informaram seguir a dieta sem glúten sempre e que 56,30% sentiam vontade de ingerir alimentos com glúten. Em outro estudo 2, realizado em São Paulo, 69,4% dos celíacos estudados responderam que nunca ingerem glúten. Na Tabela 2 está descrito a relação entre sentir os sintomas diarréia e distensão abdominal e o seguimento rigoroso a dieta e ter intolerância à lactose, nesta observa-se uma proteção no sentido de quem segue rigorosamente a dieta restritiva isenta de glúten apresentar menos sintomas (diarréia e distensão abdominal) causados pela doença, e quem não tem intolerância à lactose concomitante à doença celíaca também apresenta menos sintomas, porém ambos sem significância estatística.

11 12 Tabela 2- Relação entre sentir os sintomas diarréia e distensão abdominal e o seguimento rigoroso da dieta e ter intolerância à lactose Sintoma (%) Sim Não OR (IC95%) p Segue Sim 73,3 26,7 0,36 (0,37 a 3,52) 0,38 rigorosamente a Não 50,0 50,0 1 dieta Intolerância à Sim 71,4 28,6 1 0,54 lactose Não 83,3 16,7 0,50 (0,05 a 4,67) O atual estudo observou que quem tem dificuldade em seguir a dieta restrita isenta de glúten tem 12 vezes mais chances (p=0,06) de apresentar os sintomas (diarréia e distensão abdominal) causados pela doença, (OR=12; IC95%=0,89 a 160,40). Este dado é justificável, pois a dificuldade em seguir a dieta é um fator que influencia para o seguimento ou transgressão da dieta restritiva. Sendo assim, a pessoa que tem dificuldade em seguir a dieta tem mais probabilidade de sentir os sintomas causados pela ingestão do glúten. Em relação à dificuldade em seguir a dieta, nem o convívio social e nem o convívio familiar apresentaram associação estatisticamente significativa (Tabela 3). Tabela 3- Relação entre a dificuldade em seguir a dieta e as mudanças no convívio social e familiar e em sentir os sintomas diarréia e distensão abdominal Dificuldade (%) Sim Não OR (IC95%) p Convívio social Sim 72,7 27,3 1 0,60 Não 75,0 25,0 0,58 (0,77 a 4,39) Convívio familiar Sim 77,8 22,2 2,33 (0,31 a 17,54) 0,41 Não 70,0 30,0 1 Sentir sintomas Sim 86,7 13,3 12 (0,89 a 160,40) 0,06* Não 25,0 75,0 1 * Tendência estatística. OR: Odds Ratio, IC: Intervalo de Confiança

12 13 Com relação ao apoio da família, verificou-se que quem não tem o apoio familiar tem 12 vezes mais chances (p=0,06) de não seguir a dieta corretamente (OR=12; IC95%=0,89 a 160,40). Em relação ao convívio social, não houve associação estatisticamente significativa entre o indivíduo seguir corretamente a dieta restritiva e a mudança no convívio social (Tabela 4). Tabela 4- Relação entre seguir a dieta rigorosamente e as mudanças no convívio social e familiar e o apoio familiar Segue a dieta (%) Sim Não OR (IC95%) p Apoio familiar Sim 80,0 20,0 1 0,06* Não 25,0 75,0 12,0 (0,89 a 160,40) Convívio social Sim 90,0 10,0 0,22 (0,028 a 1,750) 0,15 Não 50,0 50,0 1 *Tendência estatística. OR: Odds Ratio, IC: Intervalo de Confiança CONCLUSÃO O presente estudo conseguiu detectar as dificuldades encontradas pelos celíacos no seu convívio diário, familiar e social. A principal dificuldade relatada foi achar os produtos sem glúten no comércio, o que ressalva a necessidade de criação e comercialização de produtos isentos de glúten no mercado nacional. A doença celíaca está sendo muito estudada atualmente, porém ainda, se faz necessário realizar mais pesquisas na área. As dificuldades relatadas pelos indivíduos do presente estudo só reforça a necessidade de expansão dos estudos na área, o que pode facilitar o diagnóstico precoce e melhorar a qualidade de vida dos celíacos.

13 14 REFERÊNCIAS 1. Silva PC et al. Doença celíaca: revisão. Curitiba: Clin. Pesq. Odontol. 2006; 2(5/6): Sdepanian VL, Morais MB, Fagundes-Neto U. Doença celíaca: avaliação da obediência à dieta isenta de glúten e do conhecimento da doença pelos pacientes cadastrados na Associação dos Celíacos do Brasil (ACELBRA). Arq Gastroenterol. 2001; 38(4): Barboza F. Aspectos clinicos de la alergia alimentaria. Revista Gastrohnup. 2009; 11(3): Sdepanian VL, Morais MB, Fagundes-Neto U. Doença celíaca: a evolução dos conhecimentos desde sua centenária descrição original até os dias atuais. Arq Gastroenterol. 1999; 36(4): Sdepanian VL, Morais MB, Fagundes-Neto U. Doença celíaca: características clínicas e métodos utilizados no diagnóstico de pacientes cadastrados na Associação dos Celíacos do Brasil. Jornal de Pediatria. 2001; 77(2): Galvão LC, Brandão JMM, Fernandes MIM, Campos AD. Apresentação clínica de doença celíaca em crianças durante dois períodos, em serviço universitário especializado. Arq Gastroenterol. 2004; 41(4): Cardoso J et al. Doença celíaca do adulto Uma casuística de 12 casos. Medicina Interna. 2000; 7(1): Farrell RJ, Kelly CP. Diagnosis of celiac sprue. Am J Gastroenterol. 2001; 96: Nobre SR, Silva T, Cabral JEP. Doença celíaca revisitada. GE. 2007; 14: Gasbarrini G. Má Absorção Intestinal e Síndromes Clínicos Associados, in Quina MG. Gastroenterologia Clínica. Lidel Lisboa 2000; 1: Rettenbacher T et al. Adult celiac disease : US signs. Radiology. 1999; 211:

14 Nelsen DA. Gluten sensitive entheropathy (celiac disease): more common than you think. Am Fam Physician. 2002; 15; 66 (12): Green PHR, Jabri B. Coeliac disease. Lancet. 2003; 362: Silva E, Marcelino P. Doença celíaca do adulto: um caso representativo dos novos conceitos da doença. Medicina Interna. 2004; 11(1): American Gastroenterological Association Medical Position Statement (AGAMPS). Celiac sprue. Gastroenterology. 2001; 120: Antunes H. First study on the prevalence of celiac disease in a Portuguese population. J Ped Gastr Nutr. 2002; 34: Maki M, Mustalahti K, Kulmala P, Kokkonen J. Prevalence of celiac disease among children in Finland. The New England Journal of Medicine. 2003; 348: Ciclitira PJ. AGA Technical review on celiac sprue. Gastroenterology. 2001; 120(6): Rodrigo L. Celiac disease. World J Gastroenterol. 2006; 12: Casemiro JM. Adesão À Dieta Sem Glúten Por Pacientes Celíacos Em Acompanhamento No Hospital Universitário De Brasília. [dissertação] Brasília: Universidade de Brasília; Araújo HMC. Impacto da Doença Celíaca na saúde, nas práticas alimentares e na qualidade de vida de celíacos. [dissertação] Brasília: Universidade de Brasília; WORLD HEALTH ORGANIZATION. Physical status: the use and interpretation of anthropometry. Geneve; p. 23. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Informe preliminar da 36ª Reunión del Comité Asesor de Investigaciones en Salud. Encuesta Multicéntrica: Salud Bienestar y Envejecimento (SABE) em América Latina y el Caribe, Disponível em: <http://www.opas.org/program/sabe>. Acesso em: Abril 2001.

15 Pratesi R, Gandolfi L. Doença celíaca: a afecção com múltiplas faces. Jornal de Pediatria 2005;81(5). 25. Crispim M. Perfil Clínico Dos Membros Da Associação Dos Celíacos De Santa Catarina - ACELBRA/SC 2008 [Trabalho de Conclusão de Curso]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; Craney A, Zarkadas M, Graham ID, Switzer C. The Canadian celiac health survey- the Ottawa chapter pilot. Gastroenterol 2003;3(8). 27. Green PHR, Stavropoulos SN, Panagi SG, Goldstein SL, McMahon DJ,et al. Characteristics of Adult Celiac Disease in the USA: Results of a National Survey. Am J of Gastroenterol 2001;96(1): Pérez ES. Epidemiología de la enfermedad celíaca. Pediátrika 2003;23: Kotze LM da S, Utiyama SR da R, Nisihara RM, Mocelin V, Carvalho RF de A, Zeni MPB, Amarante HMS. Comparação dos anticorpos antireticulina e antiendomísio classe IgA para diagnóstico e controle da dieta na doença celíaca. Arq. Gastroenterol 1999;36(4): Van Heel DA, Hunt K, Greco L, Wijmenga C. Genetics in coeliac disease. Best Pract Res Clin Gastroenterol 2005;19: Bonamico M, Mariani P, Mazzilli MC, Triglione P, Lionetti P, Ferrante P, et al. Frequency and clinical pattern of celiac disease among siblings of celiac children. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 1996;23: Farrel RJ, Kelly CP. Celiac Sprue. The New England Journal of Medicine 2002; 346(3): Lamontagne, P; West, G.E.; Galibois, I. Quebecers with Celiac Disease: Analysis of Dietary Problems. Canadian Journal of Dietetic Practice and Research 2001;62(4):

16 Thompson, T et al. Gluten-free diet survey: are Americans with celiac disease consuming recommended amounts of fibre, iron, calcium and grain foods? J Hum Nutr Diet 2005;18: Cassol AC, de Pellegrin CP. Perfil dos portadores de doença celíaca associados na ACELBRA-SC. J Sem Glúten + Saúde Associação de Celíacos de Santa Catarina 2006; 28: BRASIL. Presidência da República. Lei n , de 16 de maio de Obriga a que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca. Disponível em: <http://e-legis.bvs.br/e-legis/>. Acesso em: 28 abr Stringheta et al. A propaganda de alimentos e a proteção da saúde dos portadores de doença celíaca. HU rev Juiz de Fora 2006;32(2): Assumpção IR, Barbieri D. Estudo clínico e psicossocial de adolescentes portadores de Doença Celíaca em remissão. São Paulo Pediat 1981; 3: Ciclitira PJ, King AL, Fraser JS. AGA technical review on celiac sprue. American Gastroenterological Association practice guidelines. Gastroenterology 2001; 120(6): Fasano A, Catassi C. Current Aproaches to diagnosis and treatment of celiac disease: an evolving spectrum. Gastroenterology 2001; 120(3): Lee A, Newman JM. Celiac diet: Its impact on quality of life. J Am Diet Assoc 2003;103(11):

Distrito Federal ACELBRA-DF

Distrito Federal ACELBRA-DF CÂMARA SETORIAL DE CADEIA PRODUTIVA DA MANDIOCA E DERIVADOS DOENÇA A CELIACA Apresentação: Paulo Roberto Ferreira da Silva Presidente da Associação dos Celíacos de Brasília ACELBRA-DF Vice-Presidente da

Leia mais

DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO

DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO 1 DOENÇA CELÍACA E GASTRONOMIA: CONVERSAS PRELIMINARES DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE SENAC DE PERNANBUCO LUCIANA ALBUQUERQUE LYRA,SANDRA MARINHO DE OLIVEIRA E MARCOS ALEXANDRE DE MELO

Leia mais

Simpósio: Sorologia na doença celíaca: o que há de novo?

Simpósio: Sorologia na doença celíaca: o que há de novo? Simpósio: Sorologia na doença celíaca: o que há de novo? Ana Renata Badan Especializanda de 1º Ano Disciplina de Gastroenterologia Departamento de Pediatria Escola Paulista de Medicina Universidade Federal

Leia mais

DOENÇA CELÍACA. Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição

DOENÇA CELÍACA. Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição Universidade Federal de Pernambuco UFPE Processos Patológicos Gerais - PPG Nutrição DOENÇA CELÍACA Grupo: Camila Tenório Danniely Soares Érica Ouriques Isabelle Priscila Juliana Arraes Renata Batista O

Leia mais

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 Doença Celíaca Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 ANO LECTIVO 2010-2011 PÁGINA - 2 Índice Introdução...3 O que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL POLÍTICAS DE ATENDIMENTO A PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL POLÍTICAS DE ATENDIMENTO A PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL POLÍTICAS DE ATENDIMENTO A PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA Cleidiamar Aparecida Furlanetto Daniela Marchi Karina

Leia mais

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA "Deus seja Louvado"

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA Deus seja Louvado PROJETO DE LEI Nº /2015 EMENTA: DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DIFERENCIADA PARA ALUNOS ALÉRGICOS NA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE VILA VELHA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal

Leia mais

DOENÇA CELÍACA: COMO AMPLIAR O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO ADEQUADO NO ESTADO DE ALAGOAS

DOENÇA CELÍACA: COMO AMPLIAR O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO ADEQUADO NO ESTADO DE ALAGOAS 1 Entre Aberta Revista de Extensão DOENÇA CELÍACA: COMO AMPLIAR O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO ADEQUADO NO ESTADO DE ALAGOAS Camila Alves Nogueira de Souza* Iasmyn Guimarães Rocha* Isadora Bianco Cardoso*

Leia mais

ADESÃO À DIETA ISENTA DE GLÚTEN POR CELÍACOS DO SUL CATARINENSE

ADESÃO À DIETA ISENTA DE GLÚTEN POR CELÍACOS DO SUL CATARINENSE 1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE NUTRIÇÃO JAMILLE MARTINELLO CESINO ADESÃO À DIETA ISENTA DE GLÚTEN POR CELÍACOS DO SUL CATARINENSE CRICIÚMA, DEZEMBRO 2010 2 JAMILLE MARTINELLO

Leia mais

DESVENDANDO 8 MITOS SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE

DESVENDANDO 8 MITOS SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE 1 DESVENDANDO 8 S SOBRE A INTOLERÂNCIA À LACTOSE 2 3 Conhecendo a INTOLERÂNCIA À LACTOSE DESVENDANDO S Contém lactose A lactose, encontrada no leite e seus derivados é um carboidrato, e é conhecida popularmente

Leia mais

O QUE É A DOENÇA CELÍACA?

O QUE É A DOENÇA CELÍACA? O QUE É A DOENÇA CELÍACA? Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira É uma intolerância permanente ao Glúten que acomete indivíduos com predisposição

Leia mais

PERFIL DOS CELÍACOS NO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU-PR. Curso de Enfermagem 1,2 (patrícia_depine@hotmail.com; oknihei@yahoo.com)

PERFIL DOS CELÍACOS NO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU-PR. Curso de Enfermagem 1,2 (patrícia_depine@hotmail.com; oknihei@yahoo.com) PERFIL DOS CELÍACOS NO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU-PR Patrícia Rafaela Depiné (Apresentadora), Oscar Kenji Nihei (Orientador) Curso de Enfermagem, (patrícia_depine@hotmail.com; oknihei@yahoo.com) Palavra-chave:

Leia mais

Dr. José Cesar Junqueira Ph.D Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Dr. José Cesar Junqueira Ph.D Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Doença a Celíaca Dr. José Cesar Junqueira Ph.D Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNI-RIO Doença a Celíaca Histórico Arateus da Capadócia - 200 AC Gee - 1888 Dicke 1950 ESPGHAN 1969 revistos

Leia mais

Doença Celíaca mitos e verdades

Doença Celíaca mitos e verdades Doença Celíaca mitos e verdades Trigo - História Existem evidências arqueológicas de um pão pesado na era Paleolítica na Europa, há 30.000 anos atrás, embora a alimentação fosse principalmente baseada

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES Larissa Paula da Silva de Souza 1, Sara Leal de Lima 2, Angela Andréia França Gravena 3 RESUMO:

Leia mais

Doenças predominantemente associadas à Doença Celíaca. Fernanda Duarte Talissa Varêda

Doenças predominantemente associadas à Doença Celíaca. Fernanda Duarte Talissa Varêda Doenças predominantemente associadas à Doença Celíaca Fernanda Duarte Talissa Varêda DOENÇA CELÍACA A doença celíaca é causada por uma resposta imunológica inapropriada, geneticamente determinada, contra

Leia mais

Doença Celíaca. Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009

Doença Celíaca. Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009 Doença Celíaca Curso de Especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas não transmissíveis no IEP- 2009 Apresentado por: Solange Cavalcante da Silva Redolfi Orientador: Prof. Drª Carolina Dias Doença Celíaca

Leia mais

TRABALHO DESENVOLVIDO PELA COORDENADORIA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA

TRABALHO DESENVOLVIDO PELA COORDENADORIA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA TRABALHO DESENVOLVIDO PELA COORDENADORIA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA EQUIPE DA COORDENADORIA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR COORDENADORA: CLEUSA REGINA

Leia mais

AVALIAÇÃO DE RÓTULOS DE ALIMENTOS E CONHECIMENTO DA POPULA- ÇÃO A RESPEITO DO GLÚTEN E SUAS IMPLICAÇÕES

AVALIAÇÃO DE RÓTULOS DE ALIMENTOS E CONHECIMENTO DA POPULA- ÇÃO A RESPEITO DO GLÚTEN E SUAS IMPLICAÇÕES Cenarium Pharmacêutico, Ano 4, n 4, Maio/Nov 2011, ISSN: 1984-33801 AVALIAÇÃO DE RÓTULOS DE ALIMENTOS E CONHECIMENTO DA POPULA- ÇÃO A RESPEITO DO GLÚTEN E SUAS IMPLICAÇÕES EVALUATION OF FOOD LABELS AND

Leia mais

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE.

RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. RECOMENDAÇÕES ALIMENTARES PARA ALUNOS COM DIABETES, HIPERTENSÃO, DOENÇA CELÍACA, E INTOLERÂNCIA Á LACTOSE. 1. DOENÇA CELIACA É uma doença que causa inflamações nas camadas da parede do intestino delgado,

Leia mais

Celiac disease, eating habits and practices and life quality of life

Celiac disease, eating habits and practices and life quality of life COMUNICAÇÃO COMMUNICATION DOENÇA CELÍACA E QUALIDADE DE VIDA 467 Doença celíaca, hábitos e práticas alimentares e qualidade de vida Celiac disease, eating habits and practices and life quality of life

Leia mais

BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN

BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN BOAS PRÁTICAS PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN DOENÇA CELÍACA A doença celíaca (DC) é um distúrbio imunemediado que afeta principalmente o trato gastrointestinal. É uma enteropatia glúten induzida.

Leia mais

UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DARIANE REIPS DOENÇA CELÍACA: ASPECTOS CLÍNICOS E NUTRICIONAIS

UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DARIANE REIPS DOENÇA CELÍACA: ASPECTOS CLÍNICOS E NUTRICIONAIS UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DARIANE REIPS DOENÇA CELÍACA: ASPECTOS CLÍNICOS E NUTRICIONAIS Ijuí, RS 2011 DARIANE REIPS DOENÇA CELÍACA: ASPECTOS CLÍNICOS E

Leia mais

DOENÇA CELÍACA ATÍPICA EM ADOLESCENTE COM DIABETES MELLITUS TIPO 1: RELATO DE CASO

DOENÇA CELÍACA ATÍPICA EM ADOLESCENTE COM DIABETES MELLITUS TIPO 1: RELATO DE CASO DOENÇA CELÍACA ATÍPICA EM ADOLESCENTE COM DIABETES MELLITUS TIPO 1: RELATO DE CASO Nabel Anderson de Lencaster Saldanha da Cunha 1 Maria Auxiliadora Ferreira Brito Almino 2 Kédma Suelen Braga Barros 3

Leia mais

INFORMATIVO SCHÄR BRASIL. Líder em alimentos sem glúten UMA MARCA. Olá,

INFORMATIVO SCHÄR BRASIL. Líder em alimentos sem glúten UMA MARCA. Olá, INFORMATIVO SCHÄR BRASIL Olá, Confira a nova edição do Informativo Schär Brasil, que nesta segunda publicação foca seu conteúdo na população infantil. Apresentamos um estudo realizado pela Dr. Gemma Castillejo,

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MARTINA RODRIGUES WELLER

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MARTINA RODRIGUES WELLER UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MARTINA RODRIGUES WELLER ADESÃO À DIETA E ANÁLISE SENSORIAL DE UM PRODUTO ISENTO DE GLÚTEN POR PORTADORES DE DOENÇA CELÍACA Ijuí - RS 2013

Leia mais

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I ALIMENTAÇÃO Preventiva Volume I By porque evoluir é preciso Que o teu alimento seja seu medicamento Hipócrates Pai da medicina moderna Não coma, nutra-se! Existem muitas informações importantes disponíveis,

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde

Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN Orientações para a coleta

Leia mais

Conhecimento dos pediatras sobre doença celíaca: estudo piloto

Conhecimento dos pediatras sobre doença celíaca: estudo piloto Conhecimento dos pediatras sobre doença celíaca ARTIGO ORIGINAL ISSN 1677-5090 2010 Revista de Ciências Médicas e Biológicas Conhecimento dos pediatras sobre doença celíaca: estudo piloto The pediatricians

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

Doença Celíaca: um problema de saúde pública universal

Doença Celíaca: um problema de saúde pública universal Doença Celíaca: um problema de saúde pública universal Prof. Dr. Ulysses Fagundes Neto Professor Titular Disciplina de Gastroenterologia Pediátrica Escola Paulista de Medicina/UNIFESP 1 Doença Celíaca:

Leia mais

UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO ANNA CAROLINA REIS DE CAMARGO PERFIL E NECESSIDADES DE PACIENTES CELÍACOS SÃO PAULO 2010

UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO ANNA CAROLINA REIS DE CAMARGO PERFIL E NECESSIDADES DE PACIENTES CELÍACOS SÃO PAULO 2010 1 UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO ANNA CAROLINA REIS DE CAMARGO PERFIL E NECESSIDADES DE PACIENTES CELÍACOS SÃO PAULO 2010 2 ANNA CAROLINA REIS DE CAMARGO CURSO DE NUTRIÇÃO PERFIL E NECESSIDADES

Leia mais

INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG

INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG INCIDENCE OF FOOD ALLERGIES IN SCHOOL OF PUBLIC AND PRIVATE NETWORK OF THE MUNICIPALITY OF CATAGUASES/MG

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ Rita de Cássia Felix

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Panificação. Alimentos. Subprodutos. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Panificação. Alimentos. Subprodutos. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco

Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco Alimentação Sem Glúten: Tratamento, Abordagem e Principais Dificuldades do Doente Celíaco Unidade de Nutrição. Serviço de Pediatria UAG MC H S João Faculdade Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ,

Leia mais

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE DOENÇA CELÍACA

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE DOENÇA CELÍACA INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE DOENÇA CELÍACA Material fornecido pela diretoria da www.acelpar.com.br (Associação dos Celíacos do Paraná) O que é doença Celíaca? A doença celíaca (DC) é uma doença do intestino

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA ATENDIDAS NO HOSPITAL DA PROVIDÊNCIA DE APUCARANA - PR

PERFIL NUTRICIONAL DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA ATENDIDAS NO HOSPITAL DA PROVIDÊNCIA DE APUCARANA - PR PERFIL NUTRICIONAL DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA ATENDIDAS NO HOSPITAL DA PROVIDÊNCIA DE APUCARANA - PR BOLONEZI, K.C. Resumo: O câncer de mama continua sendo um problema de saúde publica a nível mundial,

Leia mais

RASTREAMENTO DE RISCO NUTRICIONAL EM PACIENTES CIRÚRGICOS COM SOBREPESO E OBESIDADE DO HU/UFGD DOURADOS/MS.

RASTREAMENTO DE RISCO NUTRICIONAL EM PACIENTES CIRÚRGICOS COM SOBREPESO E OBESIDADE DO HU/UFGD DOURADOS/MS. RASTREAMENTO DE RISCO NUTRICIONAL EM PACIENTES CIRÚRGICOS COM SOBREPESO E OBESIDADE DO HU/UFGD DOURADOS/MS. Jéssica Maurino dos Santos¹; Natalia Tais Greff¹; Amanda Aparecida de Souza Vicente¹; Chrissy

Leia mais

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Setor de Vigilância Sanitária Distrito Sanitário Oeste Núcleo de Vigilância Sanitária A ROTULAGEM DE ALIMENTOS

Leia mais

FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG PRISCILA TEBALDI

FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG PRISCILA TEBALDI FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG PRISCILA TEBALDI CONHECIMENTO E CONSUMO DE DIET E LIGHT POR ADOLESCENTES MATRICULADOS EM UM COLÉGIO ESTADUAL DE CORBÉLIA - PR CASCAVEL 2006 FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG PRISCILA

Leia mais

Doença celíaca: um estudo de caso em São José de Ubá/RJ

Doença celíaca: um estudo de caso em São José de Ubá/RJ Nutrição Brasil - novembro/dezembro 2013;12(6) 375 RELATO DE CASO Doença celíaca: um estudo de caso em São José de Ubá/RJ Celiac disease: a case study at São José de Ubá/RJ Fernanda Moreira Almeida*, Danielle

Leia mais

O princípio do direito humano à alimentação adequada e a doença celíaca: avanços e desafios

O princípio do direito humano à alimentação adequada e a doença celíaca: avanços e desafios ARTIGOS ORIGINAIS / ORIGINAL ARTICLES O princípio do direito humano à alimentação adequada e a doença celíaca: avanços e desafios The principle of human right to adequate food and celiac disease: advancements

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição.

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Projeto Ação Social Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Objetivo Geral: A equipe de Nutrição teve por objetivo atender aos pacientes

Leia mais

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Adaptação nutricional diante da doença celíaca desencadeada pela intolerância ao glúten

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Adaptação nutricional diante da doença celíaca desencadeada pela intolerância ao glúten REBES Revista Brasileira de Educação e Saúde Pombal, PB, Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/rebes DOI: http://dx.doi.org/10.18378/rebes.v6i1.3858 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Leia mais

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ALVES,K.L.; MARIN,T. Resumo: Alimentação saudável é

Leia mais

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR Sabrina Dalmazo Vieira 1 ; Rose Mari Bennemann 2 RESUMO:

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO Mari Uyeda Beatriz Conti RESUMO Muito tem se falado sobre a importância da educação nutricional em instituições de ensino para

Leia mais

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista Secretaria de Estado da Saúde - SESAU Superintendência de Assistência em Saúde SUAS Diretoria de Atenção Básica - DAB Gerência do Núcleo do Programa Saúde e Nutrição Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A DOENÇA CELÍACA EM UNIVERSITÁRIOS DO VALE DO ARAGUAIA. 1

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A DOENÇA CELÍACA EM UNIVERSITÁRIOS DO VALE DO ARAGUAIA. 1 RESUMO AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A DOENÇA CELÍACA EM UNIVERSITÁRIOS DO VALE DO ARAGUAIA. 1 Prof. Esp.Paulo C.L. Guimarães 2 Romayne P. França 3 Cristiane C.P.Hara 4 Rosa M. Jacinto Volpato 5 Prof

Leia mais

Conduta dietética na intolerância à lactose

Conduta dietética na intolerância à lactose UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA DISCIPLINA DE GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA Conduta dietética na intolerância à lactose Karina Akemi Yamasaki Nutricionista Especializanda Disciplina

Leia mais

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: A angioplastia

Leia mais

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE Hospital Municipal Cardoso Fontes Serviço de Cirurgia Geral Chefe do serviço: Dr. Nelson Medina Coeli Expositor: Dra. Ana Carolina Assaf 16/09/04 René Lambert DEFINIÇÃO Carcinoma

Leia mais

Pesquisa. Consumo de Frutas e Hortaliças

Pesquisa. Consumo de Frutas e Hortaliças Pesquisa Consumo de Frutas e Hortaliças Pesquisa Quantitativa Consumo de Frutas e Hortaliças Elaborado por CONNECTION RESEARCH Maio 2011 2 Objetivos da pesquisa. Estudar os hábitos alimentares da população

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

DOENÇA CELÍACA 1. Alimentos e intolerâncias alimentares

DOENÇA CELÍACA 1. Alimentos e intolerâncias alimentares DOENÇA CELÍACA 1 Alimentos e intolerâncias alimentares Todos sabemos que os alimentos são indispensáveis à vida pois fornecem as substâncias necessárias para o normal crescimento e desenvolvimento e até

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA CELÍACA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA CELÍACA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA CELÍACA 2 O QUE É GLÚTEN? É um conjunto de proteínas presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte, que são cereais muito utilizados na composição de alimentos,

Leia mais

1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino

1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino 1 1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso 0,0

Leia mais

ANÁLISE DA MERENDA ESCOLAR: A INADEQUAÇÃO PARA ALUNOS CELÍACOS E INTOLERANTES À LACTOSE. Frederico Divino Dias 1

ANÁLISE DA MERENDA ESCOLAR: A INADEQUAÇÃO PARA ALUNOS CELÍACOS E INTOLERANTES À LACTOSE. Frederico Divino Dias 1 ANÁLISE DA MERENDA ESCOLAR: A INADEQUAÇÃO PARA ALUNOS CELÍACOS E INTOLERANTES À LACTOSE Frederico Divino Dias 1 RESUMO O presente trabalho analisou os cardápios de merenda escolar de quatro escolas de

Leia mais

PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ

PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ Vanusa Pereira da Silva 1, Robsmeire

Leia mais

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG FENILCETONÚRIA HIPERFENILALANINEMIAS Níveis sangüíneos

Leia mais

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO?

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO? DOENÇA CELÍACA Suspeita clínic a de doença celíaca ttg 1 IgA ou Antiendomísio (AEM) IgA 2 + IgA sérica 3? Probabilidade de doença celíaca é baixa Probabilidade de doença celíaca é alta Deficiência de IgA?

Leia mais

Estudo da Incidência de Doença Celíaca na Região Autónoma da Madeira DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Estudo da Incidência de Doença Celíaca na Região Autónoma da Madeira DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DM Estudo da Incidência de Doença Celíaca na Região Autónoma da Madeira Fabiana José de Abreu Gonçalves Estudo da Incidência de Doença Celíaca na Região Autónoma da Madeira DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Fabiana

Leia mais

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA Janete Lane Amadei 1 ; Deborah Cristiny Dantas Moreti 2 ; Diego Montanhei 2 ; Dennis Armando

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

IMPLICAÇÕES DA DIETA ISENTA DE GLÚTEN NAS RELAÇÕES SOCIAIS DE INDIVÍDUOS CELÍACOS 1. Eilamaria Libardoni Vieira 2, Janaina Moresco 3.

IMPLICAÇÕES DA DIETA ISENTA DE GLÚTEN NAS RELAÇÕES SOCIAIS DE INDIVÍDUOS CELÍACOS 1. Eilamaria Libardoni Vieira 2, Janaina Moresco 3. IMPLICAÇÕES DA DIETA ISENTA DE GLÚTEN NAS RELAÇÕES SOCIAIS DE INDIVÍDUOS CELÍACOS 1 Eilamaria Libardoni Vieira 2, Janaina Moresco 3. 1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 MESTRE EM CIÊNCIA DOS ALIMENTOS,

Leia mais

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PARTICULAR

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PARTICULAR V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

TÍTULO: COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE MEDICINA DE UMA FACULDADE PRIVADA DO INTERIOR DE SÃO PAULO

TÍTULO: COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE MEDICINA DE UMA FACULDADE PRIVADA DO INTERIOR DE SÃO PAULO TÍTULO: COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE MEDICINA DE UMA FACULDADE PRIVADA DO INTERIOR DE SÃO PAULO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: PONTIFÍCIA

Leia mais

Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde

Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde Capítulo 14 Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde Manuela de Santana Pi Chillida Mestre em Enfermagem UNICAMP Enfermeira Supervisora,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Nelson Marchezan Junior) Torna obrigatória a informação sobre a presença de lactose nas embalagens ou rótulos de alimentos, bebidas e medicamentos. O Congresso Nacional

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Sandra Fiorelli de Almeida Penteado Simeão e-mail: ssimeao@usc.br; Márcia Aparecida Nuevo Gatti e-mail:

Leia mais

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição

Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Distúrbios da Deglutição Intolerâncias Alimentares Alergias alimentares Intolerâncias metabólicas Reações farmacológicas Erros congênitos do metabolismo Alergia alimentar Mediada

Leia mais

Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, located in the city of João Pessoa/PB.

Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, located in the city of João Pessoa/PB. Avaliação do estado nutricional em crianças frequentadoras do CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, localizada no município de João Pessoa/PB. Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra.

Leia mais

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC 20 a 22 de agosto de 2008 - Bento Gonçalves-RS COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC Silvia Cristina Ferreira Iop 1,2, Evanilda Teixeira 2 e Rosires Deliza 3 1 Universidade

Leia mais

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Burri Martins Esse texto compara as morbidades referidas

Leia mais

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL?

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? ISBN 78-8-6101-0-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 30 de outubro de 00 A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? Crislayne Teodoro Vasques 1 ; Rita de Cassia Felix

Leia mais

PRÁTICAS ALIMENTARES EM CRIANÇAS MENORES DE UM ANO DE IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

PRÁTICAS ALIMENTARES EM CRIANÇAS MENORES DE UM ANO DE IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PRÁTICAS ALIMENTARES EM CRIANÇAS MENORES DE UM ANO DE IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR Maria Alice Nunes De Campos Monteiro 1 ; Flávia Ponzio Breda Dos Santos¹;

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009

PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009 PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009 Érica Cristina Moreira Guimarães 1, Marlene Maria Amaral Scheid 2 1 Faculdade de Ciências da Saúde,Universidade

Leia mais

CONSUMO ALIMENTAR E ATIVIDADE FÍSICA DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE

CONSUMO ALIMENTAR E ATIVIDADE FÍSICA DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE 41 Recebido em 11/2011. Aceito para publicação em 05/2012. CONSUMO ALIMENTAR E ATIVIDADE FÍSICA DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE FOOD CONSUMPTION AND PHYSICAL ACTIVITIES OF COLLEGE STUDENTS

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos I Mostra Estadual de Atenção Primária em Saúde Curitiba - PR OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos Gisele Ane Bortolini Helen Duar Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição

Leia mais

PRÁTICAS ALIMENTARES DE PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA EM CHAPECÓ (SC)

PRÁTICAS ALIMENTARES DE PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA EM CHAPECÓ (SC) PRÁTICAS ALIMENTARES DE PORTADORES DA DOENÇA CELÍACA EM CHAPECÓ (SC) SGARBOSSA, Daliane (*); TEO, Carla Rosane Paz Arruda (**) * Nutricionista, aluna Pós-graduação Nutrição Humana Unochapecó ** Nutricionista,

Leia mais

COMERCIALIZAÇÃO DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS DESTINADOS A UMA ALIMENTAÇÃO ESPECIAL

COMERCIALIZAÇÃO DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS DESTINADOS A UMA ALIMENTAÇÃO ESPECIAL COMERCIALIZAÇÃO DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS DESTINADOS A UMA ALIMENTAÇÃO ESPECIAL Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde 14 de Outubro 2008 OBJECTIVOS 1. Definição 2. Exemplos de grupos de géneros alimentícios

Leia mais

PREVALÊNCIA DA SÍNDROME DO COMER NOTURNO EM UNIVERSITÁRIAS

PREVALÊNCIA DA SÍNDROME DO COMER NOTURNO EM UNIVERSITÁRIAS 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PREVALÊNCIA DA SÍNDROME DO COMER NOTURNO EM UNIVERSITÁRIAS Debora Fernanda Ziroldo 1 ; Talma Reis Leal Fernandes 2 ; Gersislei Antonia Salado 3 ; Angela

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

Leia mais

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0 NOTA TÉCNICA 75/2013 Solicitante Juiz de Direito Dr.Alexsander Antenor Penna Silva Comarca de João Monlevade Processo Número 0024 13 023060-0 Data: 23/05/2013 Medicamento/ x dieta Material Procedimento

Leia mais

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Sintomas Dor na região do estômago Estômago estufado Empanzinamento Azia Arrotos frequentes Cólica na barriga Vômitos e náusea

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site da ABESO A Pesquisa

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Nutrição 2010-1 PERFIL NUTRICIONAL E HÁBITOS ALIMENTARES DE CRIANÇAS DE 6 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA

Leia mais

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Autores: Liza Batista Siqueira¹, Paulo César Brandão Veiga Jardim², Maria Virgínia Carvalho³,

Leia mais