PELA MEMÓRIA DO COMÉRCIO - As cidades na cidade: variedade em convívio, variedade em dispersão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PELA MEMÓRIA DO COMÉRCIO - As cidades na cidade: variedade em convívio, variedade em dispersão"

Transcrição

1 PELA MEMÓRIA DO COMÉRCIO - As cidades na cidade: variedade em convívio, variedade em dispersão Jerusa Pires Ferreira 1 A força da grana que ergue e destrói coisas belas Quando Claude Lévi-Strauss chega a Nova York nos anos 40, ele se detém na observação do funcionamento da cidade, que vê como vertical, em contraposição à horizontalidade europeia da grande metrópole de então, Paris. E aí ele nos fala: Na verdade, Nova York não era uma cidade, mas, sim, aquela escala colossal de que só se toma a medida quando se põe o pé no Novo Mundo 2,e aponta, então, para camadas que deslizam umas sobre as outras. Chega a nos falar da cidade americana como uma reunião de aldeias. Estariam já em questão metrópoles e megalópoles. Importante é pensar que nem uma nem outra podem ser consideradas apenas em linha evolutiva. A metrópole é múltipla, composta, aglutinada e dialógica. Em seu modo de ser, ela contém várias possibilidades da vida e culturas convivendo, de algum modo,em cidades de certo prestígio e em dimensão muitas vezes cosmopolita: reunião e permanência de muitos num certo domínio. Nesse sentido, conta muito o trabalho de Massimo Canevacci 3 ao tratar de São Paulo como uma cidade polifônica, abrigo de tantas vozes e culturas. A megalópole, diferentemente, é a abertura, abrigando, destruindo para construir, numa velocidade em que se perdem muitas coisas, em que o sentido maior é o trânsito, caminho, dispersão. E isso importa muito ao levar-se em conta a quebra de limites e fronteiras, quer se trate de aglomerações conurbadas dos centros da metrópole tradicional, em transformação, quer seja a conjunção centro/periferia, observados ou relativizados, inclusive, no cotidiano. Os motoboys e outros atores sociais são responsáveis por esse circuito de conexões, num verdadeiro trânsito que consegue aproximar pontos impensáveis. Geógrafos, urbanistas, antropólogos vêm avançando bastante em questões que apenas levanto neste breve texto. E, assim, eu me indagava ao pensar na megalópole, quando, certa noite, passava por vias ponteadas de luzes e edifícios, como a Berrini, ou

2 pelas marginais, que ostentam edifícios imensos e fantasmagóricos, supercontrolados, onde a voz humana desaparece. Assim, um pequeno caso que passo a relatar. Uma amiga, representante comercial, vai realizar contrato com certa firma e marca multinacional. Chega a Alphaville nome sugeskvo de Science Fiction, e descobre que o escritório buscado não tem nome ou número. Uma jovem executiva aparece, conduz os visitantes para uma luxuosa sala de vidro: nenhuma referência lhes é oferecida, como se estivessem encapuzados. Nada é configurado, ao contrário, tudo conduz a um ilocalizável. Mais que a megalópole, trata-se de uma cidade universal e diabolicamente localizada no transurbano, cuja máquina, o capital internacional, esconde, segrega e regula. Para onde e até quando? Definir o comércio é falar de tudo isso. Das antigas cidades àquela que seria a medida de todas as coisas para os gregos, a pólis, um compromisso especial. E, em outra medida, os romanos. Não foi em vão que uns e outros, em sua mitologia, reuniram o deus do comércio e da comunicação. Em sua representação, Hermes e Mercúrio, como de pés alados e de posse de seus segredos, iriam abrindo novos caminhos. Na fechada cidade medieval, e entre cidades, o comércio intra ou extramuros (lateranus) exerceria seu papel e funções de abertura, troca, acréscimo de práticas e de atitudes. O comércio é a própria sociabilidade; é andamento e passagem de cada instante a outro, rumo a complexidades de convívio e de situações tradicionais, por um lado, e inovadoras por outra. São Paulo apresenta as mais várias dimensões, que correspondem a tudo isso. O futuro é o espanto de não poder dominar o que virá, outros comércios e novas formas de viver. Ora, as Memórias do Comércio para aqui trazidas falam concomitantemente da antiga cidade, da metrópole e apontam para a megalópole que vai avançando. Podemos seguir nos relatos sobre as cidades, o êxodo, a permanência, a vinda, a migração e, também, a imigração. Recebemos pela pesquisa, na organização deste livro, graciosos e patéticos documentos humanos, transversalizados e pensados em algumas categorias, de modo a nos oferecer depoimentos/recortes de sequências da vida urbana. Projetos que lidam com uma proposta memórias são sempre um laboratório em que se reúnem e processam relatos de vida, de profissão e trabalho, colocados nos matizes de suas práticas. Mesmo quando temos como resposta fragmentos de

3 diferentes extensões e linguagens, não podemos esquecer que a escuta nunca é totalizante. Aproximam-se o longe e o perto, o passado e o presente, a seriedade, a tristeza, o riso e a graça do trocadilho. Estamos diante de ritmos e saberes peculiares, em diferentes formas de expressar, com seus vários sotaques. De qualquer maneira, é importante que se pense na recuperação de vozes vivas. Contar com diferenças dialogantes, nem sempre dialógicas, e com as mais diversas atitudes em situação já é um passo importante. Gravar e transcrever pessoas que nos trazem um relato de seu tempo é um desafio, implicando recomposição, realce de fatos da memória e,sobretudo, recriação de situações e de eventos. Por sua vez, em toda pesquisa que se faça, há um certo constrangimento no fato de reduzir-se a tão pouco tudo que emana de uma presença (transformação da vida em testemunho) e em arquivo possível, ainda que imperfeito. 4 No domínio da História Oral, consideramos uma reunião de relatos como textos de cultura, ponteados de protagonistas os mais diversos. Parece haver uma transversalização de tempos e espaços. Pessoas de várias gerações e procedência se exprimem, encontrando pontos de confluência e de fuga. Deles se pode evocar tanto o que se perdeu quanto o que foi possível encontrar, o que foi ficcionalizado, criando uma trama narrativa que remete a repertórios e a um conjunto imaginário que apresenta fatos, a seu modo. Nasci em Feira de Santana (BA) Feira de Santana dos Olhos d Água, quando a cidade era uma rua comprida em que havia um comércio de gado. A Prefeitura, a Escola Normal, o Cinema Íris, o Mercado Municipal, a farmácia do meu avô João Barbosa eram os pontos principais daquela vida quase urbana. Judeus e árabes se fixavam ali na condição de mascates e comerciantes. Nordestinos chegavam ou passavam, retirantes fugindo da seca no Sertão. Mas o que tem a ver essa memória da minha vida com a de São Paulo, megalópole do século XXI? Acontece que minha cidade natal era o entroncamento rodoviário e o caminho dos migrantes para a cidade de São Paulo, que, realizando sua experiência industrial, necessitava da força de trabalho dos nordestinos. Eles alcançavam pela estrada de rodagem o sonhado ou falhado destino: São Paulo. Essa presença se confirma nas lendas, nos cantos de trabalho, nas notícias de um ir e vir permanente, num correio informal, de uma verdadeira travessia. O músico e compositor baiano Elomar Figueira de Melo, em sua Quadrada das Águas Perdidas e em muitas outras de suas obras, nos apresenta o drama dessa migração e do que significa correr chão em trecho alheio. Quem nunca foi à Estação Rodoviária do Tietê, para embarcar ou receber um amigo, não poderá avaliar a

4 intensidade e a extensão desse fluxo. Lugar de chegada e de espantos, a rodoviária é o signo do aturdimento e representa o ritmo migratório da cidade. O comércio que se constrói naquela São Paulo que, de cidade pacata, se transforma em metrópole, compõe-se, tem como personagens e agentes a história dessa migração no Brasil. Superação de desafios e epopeia cotidiana, a história do comércio vai seguindo tudo isso. Por sua vez, o século XX seria marcado por grandes tensões sociais e políticas, e a imigração europeia e asiática construiria a história do comércio, da vida, da cidade em expansão. Cada protagonista é a marca das possibilidades humanas e de como os diversos componentes se ajustam, dos comestíveis aos artefatos, das recuperações do antigo lugar às adaptações do lugar presente. Tudo vai ganhando um acento novo. Líbano, Israel, Bulgária, Grécia. A oração, o alaúde, os sapatos. Comerciantes por destino e por opção, passamos a saber e procuramos entender os pactos, os tipos de venda, a pequena atuação e o grande comprometimento do comércio varejista, a organização de sindicatos, tudo o que transparece dessas breves evocações. Empresas familiares ou de estranhos, cálculos e improvisações, fazeres ligados ao paladar e à arte, dos instrumentos aos mercados de alimentação. Teriam lugar ainda coreanos, japoneses e tantas vozes e gestos de etnias incorporadas. Lembro-me bastante do bairro do Brás quando cheguei a São Paulo, em Íamos em um grupo de amigos escutar cantadores nordestinos que pertenciam ao contingente que se sobrepôs, de certa maneira, aos italianos. Muitos anos depois, comecei incursões com os alunos pela Barra Funda, ao desenvolver o Projeto Vozes e Imagens da Barra Funda,e, num panorama similar, descobrimos que havia uma linha divisória chamada México, que havia ruas habitadas na sua maioria por negros e pudemos fotografar e escutar relatos da construção do Minhocão, o monstro que feriu e mutilou a cidade na década de 70. Mas a recolha dos materiais aqui presentes, na memória do comércio,nos apresenta, pelos bairros da cidade, antigas periferias e pelo centro, a criação de galerias e de lojas, o estabelecimento de shoppings, a grande faixa de transição que, nesse sentido, pode levar à metrópole e à megalópole: um dos narradores refere-se a alguém de um bairro popular que entrou com Nike no pé e um agasalho da Lacoste. Jovens narram suas vivências, o Rio Tietê aparece, continuam chegando daqui e dali para a Zona Cerealista ou para as companhias químicas e industriais de laminados. A recolha é um celeiro de temas iniciais para trabalhos futuros, compreendendo gradações urbanas, suburbanas, operários em seus vários ofícios,

5 artífices em seus saberes. 5 Pode se organizar como num jogo de armar, uma geografia humana. Receber pequenos textos de habitantes desta grande cidade é como pisar pela primeira vez na Ceagesp, contado pelo garoto que, ao chegar, se espanta. O tratamento dado à flor, a estética da planta, é um convite para saborear aos poucos, nas gradações sutis que vão dos começos de algum comércio ao que se conseguiu. Como o relato daquela orquídea que está na família há mais de 70 anos. Alinhavam-se classes sociais, as mais diversas, origens, do velho ao novo, das tecnologias aos antiquários, dos feijões a outros alimentos, que implicam competências próprias e, então, fica assentado conviver com o mar de edifícios que se expande numa outra Pauliceia desvairada, como um pesadelo sem fim: a memória trazida ao presente pode ser alívio, estratégia de sobrevivência, possibilidade de recriação. 1 Ensaísta, autora de livros sobre as culturas populares. Professora do Programa de Pós- Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP, onde dirige o Centro de Estudos da Oralidade do COS/PUC-SP, e do CJE/ECA-USP, onde criou e dirige o Projeto Editando o Editor. 2 O olhar distanciado. Lisboa: Edições 70, 1982,p A cidade polifônica: ensaio sobre antropologia da comunicação urbana. São Paulo: Studio Nobel, Cf. COLOMBO, Fausto. Os arquivos imperfeitos. São Paulo: Perspectiva, Cf. MARTINS, José de Souza. Uma arqueologia da memória social. São Paulo: Ateliê Editorial, 2011

4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome:

4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome: 4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome: Querida criança, Além desta revisão, estude, em seu Material Didático, os conteúdos do Volume III. Leia este texto: ASA BRANCA

Leia mais

Geografia Professor André 2ª série / 2º trimestre

Geografia Professor André 2ª série / 2º trimestre Geografia Professor André 2ª série / 2º trimestre TEMA - URBANIZAÇÃO BRASILEIRA E MUNDIAL. 1. (Ibmec-RJ) Esta é uma clássica definição sobre as chamadas cidades globais: As cidades globais são os principais

Leia mais

SONHO BRASILEIRO // O JOVEM BOX 1824 JOVENS-PONTE

SONHO BRASILEIRO // O JOVEM BOX 1824 JOVENS-PONTE JOVENS-PONTE QUEM ESTÁ AGINDO PELO SONHO COLETIVO? Fomos em busca de jovens que estivessem de fato agindo e realizando pelo coletivo. Encontramos jovens já t r a n s f o r m a n d o, c o t i d i a n a

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

o desenho do corpo o corpo que desenha [ 1 ]

o desenho do corpo o corpo que desenha [ 1 ] Nádia da Cruz Senna Artista plástica, pesquisadora e professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas, atuando junto as disciplinas de Desenho, Design e História em Quadrinhos. alecrins@uol.com.br

Leia mais

REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI

REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI Diego Lemos Ribeiro (Coordenador da Ação de Extensão) Diego Lemos Ribeiro 1 Renata Brião de Castro 2 Fabiani Garcia Lemos 3 Bruina Duran 4 Mariangela Alves dos Santos 5

Leia mais

Questão 1. Resposta A. Resposta B

Questão 1. Resposta A. Resposta B Questão 1 Ao longo do século XX, as cidades norte-americanas se organizaram espacialmente de um modo original: a partir do Central Business District (CBD), elas se estruturaram em circunferências concêntricas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba) PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba) Declara a SAARA, área de comércio popular localizada na Rua da Alfândega e adjacências, na cidade do Rio de Janeiro, Patrimônio Cultural Imaterial

Leia mais

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão 3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão ACADEMIA DE PLATÃO. Rafael, 1510 afresco, Vaticano. I-Revisão brevíssima

Leia mais

RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Susana Mara Miranda Pacheco Universidade do Estado do Rio de Janeiro susanamp@uerj.br Pensar o centro do Rio de Janeiro nos primeiros anos do século

Leia mais

Apropriação da Leitura e da Escrita. Elvira Souza Lima. (transcrição)

Apropriação da Leitura e da Escrita. Elvira Souza Lima. (transcrição) Apropriação da Leitura e da Escrita Elvira Souza Lima (transcrição) Nós estamos num momento de estatísticas não muito boas sobre a alfabetização no Brasil. Mas nós temos que pensar historicamente. Um fato

Leia mais

JANELA SOBRE O SONHO

JANELA SOBRE O SONHO JANELA SOBRE O SONHO um roteiro de Rodrigo Robleño Copyright by Rodrigo Robleño Todos os direitos reservados E-mail: rodrigo@robleno.eu PERSONAGENS (Por ordem de aparição) Alice (já idosa). Alice menina(com

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

Contação de Histórias PEF

Contação de Histórias PEF Contação de Histórias PEF Qual a importância da narração oral? -Exerce influência tanto sobre aspectos intelectuais quanto emocionais da criança. -Tem a capacidade de estimular a imaginação, a criatividade

Leia mais

Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória

Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória Luciano Deppa Banchetti* PAIVA, Odair da Cruz. Caminhos cruzados: migração e construção do Brasil moderno (1930-1950). Bauru: EDUSC, 2004. 306 p.

Leia mais

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da F A Z E N D O E S C O L A C O M I M A G E N S TREM DO DESEJO...fotografias despregadas do real Wenceslao Machado de Oliveira Jr Uma jangada à deriva a céu aberto leva os corações despertos a sonhar por

Leia mais

ARTES VISUAIS E LITERATURA

ARTES VISUAIS E LITERATURA Vestibular 2009 1ª Fase ARTES VISUAIS E LITERATURA Instruções Gerais: No dia de hoje (09/11), você deverá responder às questões de Geografia, História, Artes Visuais e Literatura e de Raciocínio Lógico-Matemático.

Leia mais

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém,

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, lá permanecendo até, pelo menos, pouco depois de Pentecostes.

Leia mais

SOBRE ESTE LIVRO > SIGAM AS PISTAS...

SOBRE ESTE LIVRO > SIGAM AS PISTAS... As pistas e propostas de trabalho que se seguem são apenas isso mesmo: propostas e pistas, pontos de partida, sugestões, pontapés de saída... Não são lições nem fichas de trabalho, não procuram respostas

Leia mais

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Patrícia Cristina de Aragão Araújo 1 Thaís de Oliveira e Silva 2 A escola existe

Leia mais

Cultura: Diversidade cultural e Multiculturalismo

Cultura: Diversidade cultural e Multiculturalismo Fotografia de Sebastião Salgado Onde acaba a natureza? Onde começa a cultura? O que é natural e o que é cultural no homem? Para o antropólogo Levi-Strauss, a natureza e a cultura estão ligadas no homem.

Leia mais

Morar no exterior relato de uma imigrante

Morar no exterior relato de uma imigrante Morar no exterior relato de uma imigrante Ms. Josiane Vill - UFSC josivill@hotmail.com A opção de morar no exterior... Morar no exterior nunca esteve presente nos meus objetivos de vida, nem mesmo em meus

Leia mais

DANIEL BLAUFUKS. hoje é sempre ontem. um rio de janeiro TINTA DA CHINA MMXIII

DANIEL BLAUFUKS. hoje é sempre ontem. um rio de janeiro TINTA DA CHINA MMXIII DANIEL BLAUFUKS hoje é sempre ontem um rio de janeiro TINTA DA CHINA MMXIII hoje é sempre ontem Tudo no Rio de Janeiro parece simples. A vida é uma longa sucessão de momentos agradáveis e de experiências

Leia mais

Histórias de origem: da oralidade à escrita

Histórias de origem: da oralidade à escrita Histórias de origem: da oralidade à escrita Michael Evangelista do Nascimento PROEF 2/FALE Jéssica Tamietti de Almeida PROEF 2/FALE -FAE Edna Maria Santana Magalhães PROEF2/CP UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS

Leia mais

Escola Secundária com 2.º e 3.º ciclos Anselmo de Andrade. Critérios de Avaliação / Planificação 6.º Ano - HGP Grupo 400 História Ano Letivo 2014/15

Escola Secundária com 2.º e 3.º ciclos Anselmo de Andrade. Critérios de Avaliação / Planificação 6.º Ano - HGP Grupo 400 História Ano Letivo 2014/15 Domínio/ Tema/unidade História de Portugal Subdomínio/ conteúdos Compreensão da espacialidade Temporalidade Metas de aprendizagem intermédias Meta 1 O aluno traça, em diferentes representações cartográficas,

Leia mais

3, 2, 1 Partida para uma ideia Eco

3, 2, 1 Partida para uma ideia Eco 1 Concurso Jovens Autores de Histórias Ilustradas 2ª Edição Organização: - Nissan Autora: Ana Margarida Carvalho da Costa 18 anos (Curso Técnico de Comunicação/ Marketing, Relações Públicas e Publicidade).

Leia mais

DOSSIÊ: EXÍLIOS: ETNOGRAFIAS DE CAMPOS DE REFUGIADOS PALESTINOS NO LÍBANO

DOSSIÊ: EXÍLIOS: ETNOGRAFIAS DE CAMPOS DE REFUGIADOS PALESTINOS NO LÍBANO DOSSIÊ: EXÍLIOS: ETNOGRAFIAS DE CAMPOS DE REFUGIADOS PALESTINOS NO LÍBANO 13 PAULO GABRIEL HILU DA ROCHA PINTO E GISELE FONSECA CHAGAS APRESENTAÇÃO A questão dos refugiados palestinos constitui um dos

Leia mais

PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento

PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento A existência de núcleos citadinos não é um fenômeno contemporâneo. Na verdade, esses núcleos começaram a surgir

Leia mais

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ Geane Apolinário Oliveira Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Geane-cg@hotmail.com RESUMO: Este

Leia mais

of 5 28/10/2015 01:38

of 5 28/10/2015 01:38 O Brasil não terá índios no século XXI. A ideia de congelar o homem no estado primitivo de sua evolução é, na verdade, cruel e hipócrita, afirmou o ex-ministro brasileiro de Ciência e Tecnologia Hélio

Leia mais

Colóquio "Desigualdades e Desemprego"

Colóquio Desigualdades e Desemprego Observatório das Desigualdades Colóquio "Desigualdades e Desemprego" Rosário Mauritti (rosario.mautitti@iscte.pt) ISCTE, 11 de Novembro de 2009 A precariedade laboral: uma definição um fenómeno complexo

Leia mais

Memória literária de um lugar chamado Riacho Doce

Memória literária de um lugar chamado Riacho Doce Memória literária de um lugar chamado Riacho Doce Resgatando a memória do lugar e sua importância para a recuperação da interação entre jovens e idosos Rosilene Silva de Oliveira 1. Justificativa Os atores

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

Sobre Saltos: entre a sola e o salto alto do sapato dela existe a imensidão

Sobre Saltos: entre a sola e o salto alto do sapato dela existe a imensidão 1 Sobre Saltos: entre a sola e o salto alto do sapato dela existe a imensidão Cleiton Zóia Münchow Para Sandramaria G.G. Scavassa Diariamente sapatos das mais variadas formas, tamanhos e cores perambulam

Leia mais

GALERIA METRÓPOLE E CENTRO METROPOLITANO DE COMPRAS

GALERIA METRÓPOLE E CENTRO METROPOLITANO DE COMPRAS 1960 01 GALERIA METRÓPOLE E CENTRO METROPOLITANO DE COMPRAS HISTÓRIA 02 O edifício Metrópole e Centro Metropolitano de Compras, projetado pelos arquitetos Salvador Candia e Gian Carlo Gasperini, é um importante

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

O saber cotidiano: a casa e a rua como lugares do conhecimento

O saber cotidiano: a casa e a rua como lugares do conhecimento O saber cotidiano: a casa e a rua como lugares do conhecimento O que mobiliza esta aula é a vida cotidiana, o significado da casa e da vida doméstica, da rua e do espaço público como conformadores de nosso

Leia mais

Agora não posso atender. Estou no. Vou comprar o último livro do José Luís Peixoto. Posso usar a tua gravata azul? A Ana Maria vai ser nossa

Agora não posso atender. Estou no. Vou comprar o último livro do José Luís Peixoto. Posso usar a tua gravata azul? A Ana Maria vai ser nossa MODELO 1 Compreensão da Leitura e Expressão Escrita Parte 1 Questões 1 20 O Luís enviou cinco mensagens através do telemóvel. Leia as frases 1 a 5. A cada frase corresponde uma mensagem enviada pelo Luís.

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

comércio em são paulo imagens e histórias da cidade

comércio em são paulo imagens e histórias da cidade comércio em são paulo imagens e histórias da cidade comércio em são paulo imagens e histórias da cidade sumário Se699c Comércio em São Paulo: imagens e histórias da cidade / SESC São Paulo; Museu da Pessoa;

Leia mais

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MOURA FILHA 1, Maria Berthilde CAVALCANTI FILHO 2, Ivan QUEIROZ 3, Louise Costa GONDIM 4, Polyanna Galvão RESUMO Nos últimos

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

MEMÓRIAS DE FEIRA DE SANTANA: UM ESTUDO DE CASO

MEMÓRIAS DE FEIRA DE SANTANA: UM ESTUDO DE CASO MEMÓRIAS DE FEIRA DE SANTANA: UM ESTUDO DE CASO Por: Andréa Santos Teixeira Silva, Everaldo de Andrade Góes e Rita de Cássia G. Rodrigues i Orientação: Prof. Dr. Gilmário Moreira Brito. Introdução: Este

Leia mais

Shopping Moxuara. Ótimos negócios para os lojistas.

Shopping Moxuara. Ótimos negócios para os lojistas. Shopping Moxuara. Ótimos negócios para os lojistas. O município de Caricica (ES) acaba de ganhar seu primeiro grande shopping: o Shopping Moxuara. Um empreendimento que vai trazer novas opções de compras,

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010 EMPREENDIMENTOS DE USO MISTO Profa.Dra.Eliane Monetti Prof. Dr. Sérgio Alfredo Rosa da Silva Empreendimentos de uso misto

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS APOSTILA 2 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO DESENHO INFANTIL

II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS APOSTILA 2 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO DESENHO INFANTIL II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS APOSTILA 2 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO DESENHO INFANTIL MINISTRANTE: Claudia Figueiró Souza, orientadora educacional, psicopedagoga e grafóloga, especialista

Leia mais

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história.

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Nem um sopro de vento. E já ali, imóvel frente à cidade de portas e janelas abertas, entre a noite vermelha do poente e a penumbra do jardim,

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

Amelia Peláez & Genaro de Carvalho. Jerusa Pires Ferreira. Para Carlos Venegas. arte

Amelia Peláez & Genaro de Carvalho. Jerusa Pires Ferreira. Para Carlos Venegas. arte arte Painel de Genaro de Carvalho no Hotel Tropical de Salvador, antigo Hotel da Bahia Comparando o comparável: Amelia Peláez & Genaro de Carvalho Jerusa Pires Ferreira Para Carlos Venegas 96 REVISTA USP

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 3 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 3 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 3 o Bimestre língua portuguesa Escola: Nome: Data: / / Turma: 1. Leia o trecho da letra da música a seguir. migrante Tantos sonhos são desfeitos Uma mãe que afaga o peito Seu filho

Leia mais

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA Aptidão Dança 1. INTRODUÇÃO O Curso de Graduação em Dança da Unicamp tem como objetivo formar o intérprete e criador em Dança, profissional capaz de contribuir como agente transformador da realidade, responsável

Leia mais

ANÁPOLIS: UM MOSAICO DE REMINISCÊNCIAS. Daniela Garcia Lemes 1 e Euda Fátima Castro 2

ANÁPOLIS: UM MOSAICO DE REMINISCÊNCIAS. Daniela Garcia Lemes 1 e Euda Fátima Castro 2 ANÁPOLIS: UM MOSAICO DE REMINISCÊNCIAS Daniela Garcia Lemes 1 e Euda Fátima Castro 2 1 Graduanda em Letras, Bolsista PBIC-UEG 2 Mestre em Literatura Brasileira, Professora do Curso de Letras, Orientadora

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho Guilherme Argenta Souza Ceres Helena Ziegler Bevilaqua UFSM A obra Chapeuzinho Vermelho é um clássico da literatura universal, apreciada por

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS

PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS 6º ANO / ENSINO FUNDAMENTAL Goiânia, 2014 COLÉGIO AGOSTINIANO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA A maior riqueza de um país é a sua cultura I. APRESENTAÇÃO No decorrer do

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 1º PROVA SUBSTITUTIVA DE HISTÓRIA Aluno(a): Nº Ano: 1º Turma: Data: Nota: Professor(a): Élida Valor da Prova: 65 pontos Orientações gerais: 1) Número de

Leia mais

A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ

A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ JOÃO MARIA CLAUDINO UFRN O mundo se faz de imagens. Imagens de representação, imagens além da representação, além da referência e além da estética.

Leia mais

Es c o l h e r p e n s a r

Es c o l h e r p e n s a r Es c o l h e r p e n s a r As fotografias de Daniel Costa (1973-2000) apresentadas aqui constituem parte de um conjunto que ele próprio concebeu como alternância de duas séries a de fotografias de nuvens

Leia mais

- Papá, é hoje! É hoje, papá! Temos que montar o nosso pinheirinho de Natal. disse o rapaz, correndo na direção de seu pai.

- Papá, é hoje! É hoje, papá! Temos que montar o nosso pinheirinho de Natal. disse o rapaz, correndo na direção de seu pai. Conto de Natal Já um ano havia passado desde o último Natal. Timóteo estava em pulgas para que chegasse o deste ano. Menino com cara doce, uma tenra idade de 10 aninhos, pobre, usava roupas ou melhor,

Leia mais

Setembro/2015. Novas Doações do Prof. Charles Bicalho!

Setembro/2015. Novas Doações do Prof. Charles Bicalho! Setembro/2015 Novas Doações do Prof. Charles Bicalho! PRÊMIO Culturas Indígenas. Brasília: Ministério da Cultura; São Paulo: Sesc SP, 2007- v. MÕGMÕKA yõgkutex. Belo Horizonte: INCTI (Instituto de Inclusão

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Estado de Minas Gerais Mas o que é mesmo que esse caderno

Leia mais

Palavras-chave: Música caipira. Literatura. Valores. Imaginário. Cultura.

Palavras-chave: Música caipira. Literatura. Valores. Imaginário. Cultura. A MÚSICA CAIPIRA E A LITERATURA: do imaginário à representação cultural Meire Lisboa Santos Gonçalves Resumo: As manifestações sobre a tradição e cultura caipira e o seu reconhecimento são temáticas muito

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO

AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO ROSEMAR ROSA (rosemar.rosa@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br) MÁRCIA MARIA PALHARES (marcia.palhares@uniube.br)

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Autobiografia. HIV. Intervenção. ONG

PALAVRAS-CHAVE Autobiografia. HIV. Intervenção. ONG 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

TEXTO DEFINITIVO. Mirtes Timpanaro. A morte como memória: imigrantes nos cemitérios da Consolação e do Brás (FFLCHUSP mestre em História Social)

TEXTO DEFINITIVO. Mirtes Timpanaro. A morte como memória: imigrantes nos cemitérios da Consolação e do Brás (FFLCHUSP mestre em História Social) TEXTO DEFINITIVO Mirtes Timpanaro. A morte como memória: imigrantes nos cemitérios da Consolação e do Brás (FFLCHUSP mestre em História Social) Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus inimigos

Leia mais

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões Nosso entrevistado é o Prof. Dr. Rogério da Costa, da PUC-SP. A partir de um consistente referencial teórico-filosófico, mas em uma linguagem simples,

Leia mais

VIAGEM AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

VIAGEM AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA VIAGEM AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Viagem aos Estados Unidos e ao Canadá, feita em conjunto com um grupo de amigos. Um voo Lisboa Nova York e dirigimo- nos ao rent- a- car, para levantar os veículos

Leia mais

dezembro/2015 ALBUFEIRA/ AGENDA albufeira.pt 1ª QUINZENA DESTAQUE Guia Natal Rua General Humberto Delgado, Guia

dezembro/2015 ALBUFEIRA/ AGENDA albufeira.pt 1ª QUINZENA DESTAQUE Guia Natal Rua General Humberto Delgado, Guia dezembro/2015 albufeira.pt ALBUFEIRA/ AGENDA 1ª QUINZENA DESTAQUE Guia Natal Rua General Humberto Delgado, Guia Programa: Presépio de Rua 28 de novembro a 6 de janeiro Percurso entre a Ermida de Nossa

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

Concentração de serviços (hospitais, escolas, centros de pesquisas, transportes etc.);

Concentração de serviços (hospitais, escolas, centros de pesquisas, transportes etc.); ESPAÇO URBANO E ESPAÇO RURAL O espaço urbano é o espaço das cidades e se caracteriza pelo predomínio das atividades secundárias e te r- ciárias, ou seja, as atividades industriais, comerciais e de serviços.

Leia mais

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar 1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar nosso amor 4. Porque a gente discute nossos problemas

Leia mais

O Livro das Luas. O Caminho das Feras. O ecus

O Livro das Luas. O Caminho das Feras. O ecus O Livro das Luas Ou O Caminho das Feras O ecus Publicação do Therian Círculo Por..A+A. Em Janeiro de 2010 Prefácio Esta é uma obra que tem como objetivo primo revelar práticas concernentes à Theriantropia

Leia mais

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2015/2 DIREITO HISTÓRIA

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2015/2 DIREITO HISTÓRIA HISTÓRIA Questão 01 (Imagem disponível em: . Acesso em: 02 maio 2015) Leia atentamente o fragmento de texto a seguir:

Leia mais

ALSÁCIA E FLORESTA NEGRA

ALSÁCIA E FLORESTA NEGRA ALSÁCIA E FLORESTA NEGRA STRASBOURG * COLMAR * FREIBURG * TITISEE Luxembourg * Baden-Baden * Heidelberg 7 Dias / 6 Noites 1º DIA LISBOA / LUXEMBOURG Comparência no Aeroporto da Portela. Formalidades e

Leia mais

Seminário GVcev Polos Comerciais de Rua: para Expansão

Seminário GVcev Polos Comerciais de Rua: para Expansão Seminário GVcev Polos Comerciais de Rua: Uma Opção Estratégica para Expansão Evolução dos Polos de Rua em São Paulo Ana Maria de Biazzi Dias de Oliveira anabiazzi@uol.com.br CONTEÚDO Conceituação geral

Leia mais

Geração Graças Peça: O livro das Parábolas A parábola do tesouro escondido (Mt 13:44)

Geração Graças Peça: O livro das Parábolas A parábola do tesouro escondido (Mt 13:44) Geração Graças Peça: O livro das Parábolas A parábola do tesouro escondido (Mt 13:44) Autora: Tell Aragão Colaboração: Marise Lins Personagens Menina Zé Bonitinho +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Leia mais

anti-heróis & aspirinas yury hermuche

anti-heróis & aspirinas yury hermuche anti-heróis & aspirinas yury hermuche A aspirina é um pó branco e cristalino, com ponto de fusão a 135 graus celsius, também conhecido como ácido acetilsalicílico. É vendido compactado em pastilhas. Sua

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 Débora Aparecida Tombini* Marcos Aurélio Saquet** INTRODUÇÃO Desde o surgimento da vida humana na Terra até o início do século XIX, a população cresceu em ritmo lento

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais

Martin Heidegger, La Question de la Technique, in Essais et Conférences, Paris, Éd. Gallimard, 1968. 2

Martin Heidegger, La Question de la Technique, in Essais et Conférences, Paris, Éd. Gallimard, 1968. 2 1 PREFÁCIO O objectivo destas páginas é o de apresentar, de maneira acessível e resumida, as principais técnicas da comunicação e da informação, que constituem, em conjunto, um dos domínios que mais directamente

Leia mais

Açorianos no Rio Grande do Sul O espaço urbano no século XVIII.

Açorianos no Rio Grande do Sul O espaço urbano no século XVIII. Açorianos no Rio Grande do Sul O espaço urbano no século XVIII. Dr. Arq. Gunter Weimer Orientador Arq. Luisa Durán Rocca UFRGS- Propur, Porto Alegre Brasil l.duran@terra.com.br Este trabalho estuda a configuração

Leia mais

1. CONTEXTO 2. O PROBLEMA ATUAL. Produção de DANÇA de Autoria Brasileira

1. CONTEXTO 2. O PROBLEMA ATUAL. Produção de DANÇA de Autoria Brasileira Produção de DANÇA de Autoria Brasileira 1. CONTEXTO A Dança Brasileira vive hoje um novo contexto. Estão ocorrendo mudanças significativas no modo como artistas arquitetam suas criações e essas transformações

Leia mais

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Texto para as questões 1 e 2. O MELHOR DE CALVIN /Bill Watterson MÃE, O

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

Vai ao encontro! de quem mais precisa!

Vai ao encontro! de quem mais precisa! Vai ao encontro! 2ª feira, 05 de outubro: Dos mais pobres Bom dia meus amigos Este mês vamos tentar perceber como podemos ajudar os outros. Vocês já ouviram falar das muitas pessoas que estão a fugir dos

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS

DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO CURSO TÉCNICO DE... Tema do Pôster DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS ALUNO: EXEMPLO TURMA: XXXXXXXXXXX CURITIBA 2013 SUMÁRIO

Leia mais

CISC A MÍDIA ANTES DA MÁQUINA

CISC A MÍDIA ANTES DA MÁQUINA CISC CENTRO INTERDISCIPLINAR DE SEMIÓTICA DA CULTURA E DA MÍDIA A MÍDIA ANTES DA MÁQUINA NORVAL BAITELLO JUNIOR JB ONLINE, CADERNO IDÉIAS Sábado, 16 de outubro de 1999 Como primeira mídia do homem, é preciso

Leia mais

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo.

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo. A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO Bruna de Paula,CRUVINEL(FEF); Jehnny Kellen Vargas Batista, QUEIROZ (FEF); Lorrayne Bruna de CARVALHO (FEF); Karine Danielly L. M.

Leia mais

SÍNTESE DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA.

SÍNTESE DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA. SÍNTESE DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA. Caracterização da Escola. A escola define se como fonte de cultura e vida, subsidiando o indivíduo para exercer o papel participativo, consciente e crítico,

Leia mais

CARO PROFESSOR, Bem-vindo ao universo de Pequenas Histórias, filme de Helvécio Ratton que será lançado nos cinemas a partir de julho.

CARO PROFESSOR, Bem-vindo ao universo de Pequenas Histórias, filme de Helvécio Ratton que será lançado nos cinemas a partir de julho. CARO PROFESSOR, Bem-vindo ao universo de Pequenas Histórias, filme de Helvécio Ratton que será lançado nos cinemas a partir de julho. Um filme, como qualquer obra de arte, possibilita várias leituras,

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais,

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, oriundos do Brasil Colônia próximos aos portos e alfândegas,

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Os Centros Urbanos do Século XXI

Urban View. Urban Reports. Os Centros Urbanos do Século XXI Urban View Urban Reports Os Centros Urbanos do Século XXI Os centros urbanos do século XXI Hoje 19,4 milhões de pessoas vivem na região metropolitana de São Paulo. A quinta maior aglomeração humana do

Leia mais

Passagens, móveis e projeções

Passagens, móveis e projeções Passagens, móveis e projeções A fotografia, que tem tantos usos narcisistas, é também um poderoso instrumento para despersonalizar nossa relação com o mundo; e os dois são complementares Susan Sontag Olho

Leia mais

LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS

LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS Mestranda Kézia Dantas Félix 1, UEPB 1 Resumo: Neste artigo estudo o debate estabelecido em torno do cânone literário,

Leia mais