Coisas do Brasil 13/08/2007

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Coisas do Brasil 13/08/2007"

Transcrição

1 Coisas do Brasil 13/08/2007 Ana Lúcia Medeiros* Resumo: O texto analisa como as reportagens que ocupam as primeiras páginas da revista Carta Capital tratam de uma realidade pouco explorada na chamada grande imprensa brasileira. As reportagens revelam o modo de ser e de viver de comunidades que estão à margem da mídia. Além de eleger pautas pouco exploradas pelas redes de TV, pelos jornais e revistas de circulação nacional, Carta Capital dá um tratamento humanizado às reportagens e mostra a diversidade cultural do país. Identificadas como narrativas jornalísticas, Brasilianas, como são chamadas as matérias das primeiras páginas de Carta Capital, resgatam o modo de fazer jornalístico de Paulo Barreto (João do Rio), no início do Século XX. João do Rio não se limitava às redações dos jornais. Saía para as ruas em busca de pautas que revelassem uma realidade que os cariocas não conheciam ou se negavam a conhecer. Palavras-chave: Narrativa jornalística, Revista Carta Capital, Humanização do fato. Ela tem 1,64 metro de altura. Pesa 58 quilos. Está, portanto, fora dos padrões de exigência das passarelas do Brasil e do mundo. Mas para o júri do Motoboy Festival 2006, Fernanda santos, 22 anos, paulista de Mairiporã, é a musa dos motoboys. O evento, que lotou de motoqueiros o Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, no domingo, 29 de janeiro, revela que mesmo os assuntos de interesse restrito, voltados para um grupo específico, podem ser tema de reportagem em veículos de circulação nacional. Foram assuntos como esse, tratados de uma forma muito peculiar, que observei em cinco edições da revista Carta Capital, no período de janeiro e fevereiro de Carta Capital elege assuntos, quase sempre periféricos, para ocuparem as privilegiadas primeiras páginas (6 e 7) daquela que é considerada uma das revistas mais bem editadas do país. Batizadas de Brasiliana, as reportagens selecionam temas pouco explorados pela mídia nacional e dão um tratamento específico, trabalhado. E valorizam personagens quase sempre esquecidos ou cuja realidade a maior parte da população desconhece. O diferencial destas reportagens sobre coisas do Brasil está mesmo na forma de apurar, de narrar, de valorizar elementos que, em princípio não seriam noticiáveis.as imagens capturadas durante o processo de apuração, o próprio processo de apuração presente no texto final, os recursos de edição, o texto leve, recheado de informações tão bem colocadas que despertam a curiosidade do leitor pelo assunto, pelo lugar, pelas pessoas que passam a ser notícia, o uso da primeira pessoa pelo repórter, a ironia, o bom-humor, a pluralidade de informações dadas por fontes não-oficiais ou por fontes que proporcionam um aprofundamento do assunto. O ambiente é sempre muito bem representado (o que leva o leitor ao lugar sobre o qual e o repórter fala e aos personagens da notícia). Na edição de 1º de fevereiro, o indicativo no alto da página da revista deixa de ser Brasiliana e ganha o nome de Boliviana. O motivo é justo: A posse de Evo Morales Ayma como presidente da Bolívia. O repórter brasileiro Marcelo Câmara somou-se a uma multidão de mais de 100 mil pessoas, no centro de La Paz, e lembra que a posse do

2 primeiro indígena em 180 anos de vida republicana do mais indígena dos países sulamericanos, envolveu a Bolívia num raro clima de confiança e otimismo. Qual a fundamentação para a análise de Carta Capital A análise das reportagens de Carta Capital (identificadas como Brasiliana e Boliviana ) tem na essência alguns procedimentos de análise pragmática da narrativa jornalística, adotados por Luiz Gonzaga Motta. Os procedimentos de análise pragmática da narrativa jornalística propostos por Motta (2005:81) são divididos em seis movimentos. Vejamos, a seguir, quais são esses movimentos: 1º Movimento: Recomposição da intriga ou do acontecimento jornalístico: Nesta fase da análise, Motta lembra que a noticia diária não é completa. É um fragmento. E propõe a integração dessas notícias isoladas em um conjunto significativo solidário como uma história única. Diz que é preciso juntar o que a dinâmica da atividade jornalística separa. O autor observa que sem uma história completa, a análise da narrativa é impossível. Propõe que o jornalista se posicione como receptor para observar a história de uma forma mais completa. 2º Movimento: Identificação dos conflitos e a funcionalidade dos episódios: Há sempre um fato que irrompe, desorganiza e transforma. Motta observa que, ao identificar o conflito (o núcleo em torno do qual tudo gravita), o analista recompõe o acontecimento, constrói a própria interpretação do fato e relata os motivos que correspondem às transformações da história. Esses motivos têm nomes: complicação, clímax, resolução, vitória, recompensa. 3º Movimento: Construção de personagens jornalísticas (discursivas): No jornalismo, os personagens existem, são reais. Costumam ser fortemente individualizados. Têm nome, idade, profissão, cargo. Esses identificadores de coreferência devem ser particularmente observados. Motta alerta para o fato de que mesmo na narrativa realista do jornalismo, os personagens são figuras de papel, ainda que tenham correspondentes na realidade histórica. Embora lembre que o jornalista deve respeitar os dados do real e não pode perder a consciência da mediação jornalística. 4º Movimento: Estratégias comunicativas e construção de efeitos de sentido: Nesta fase dos procedimentos de análise, Motta observa que o jornalismo é um discurso argumentativo dissimulado e que o jornalista é, por natureza, um narrador discreto que utiliza recursos de linguagem para camuflar seu papel como narrador, apagar sua mediação. Nega, até o limite, sua narração. Faz os fatos surgirem no horizonte como se estivessem falando por si mesmos. 5º Movimento: A relação comunicativa e o contrato cognitivo : Na análise pragmática da narrativa proposta por Motta, a atenção desvia-se da relação narrador-texto para a relação comunicativa narrador-narratário, para o jogo entre as intencionalidades do narrador e as interpretações da audiência. É no movimento interpretativo do leitor que o analista pode reconhecer a relação entre os interlocutores. A análise da narrativa jornalística deve observar particularmente o contrato cognitivo implícito entre jornalistas (narradores) e audiência (narratário) em seu contexto operacional. 6º Movimento: revelando as metanarrativas ou fábula da história: Para Motta, cabe ao analista identificar, interpretar e elucidar a construção desse significado simbólico na comunicação jornalística. A notícia realiza não apenas um fato cognitivo, mas também uma experiência estética. As categorias criadas para a análise de Carta Capital No momento a seguir, são feitas as observações das reportagens de Carta Capital que ora obedecem aos procedimentos de análise pragmática da narrativa jornalística,

3 adotados por Luiz Gonzaga Motta ora adotam as próprias categorias de análise com base no conteúdo de Brasiliana : 1. O metajornalismo em Brasiliana A reportagem de Brasiliana revela uma adaptação da expressão metacomunicação, que trata da comunicação sobre a comunicação. Juan Diaz Bordenave (1986:59) explica o conceito de metacomunicação: a pessoa que comunica em geral necessita dar a seus interlocutores uma idéia sobre como ela deseja que sua mensagem seja decodificada e interpretada. É possível observar, na construção do texto de Brasiliana, um jeito de fazer jornalístico que foge ao padrão convencional. Nessas narrativas jornalísticas de Carta Capital, o repórter preocupa-se em revelar ao leitor o processo de produção do texto. Se na metacomunicação a pessoa sente a necessidade de dar aos seus interlocutores uma idéia de como ela deseja que a mensagem que emitiu seja decodificada e interpretada, no metajornalismo (conceito adotado pelo professor e pesquisador português Jorge Pedro Sousa), o jornalista fala sobre o processo de escolhas que fez para descrever aquele fato. O processo de apuração (que passa a fazer parte do texto final) proporciona ao leitor a oportunidade de acompanhar os passos dados pelo repórter no momento de levantar informações para produzir a matéria. No metajornalismo, o repórter fala da sua pauta, das razões que o levaram a fazer a matéria. Trata do processo de criação e de produção. O jornalista assume, nessas matérias, o verdadeiro papel do repórter: ele procura retratar a situação do modo mais fiel possível. Ele dá uma visão do ambiente, da cena, para quem não foi ao local. Ele fala sobre as escolhas feitas no momento da apuração, conversa sobre o que faz a coisa ser tratada de uma forma ou de outra. Faz referência ao percurso. Ao fazer referência ao momento em que (na reportagem A musa dos motoboys ) a organização do evento adia a divulgação do resultado do concurso de musas, o repórter revela o processo de apuração da notícia:...anuncia o mestre-de-cerimônias, sob vaias e gritos impublicáveis. O repórter permite que o momento em que o fato acontece seja levado ao leitor, aproxima o leitor da história, dos personagens, da situação vivida e revela do processo de seleção das informaçõoes que serão divulgadas. 2. A edição Os títulos são sempre criativos, poéticos. Convidam o leitor a acompanhar o desenrolar da história. As fotos revelam cenas do momento de captação das informações. Denotam movimento, tempo presente, continuidade. Os personagens agem com espontaneidade, mesmo quando posam para as fotos. Em todas as reportagens de Brasiliana se destaca uma frase de impacto. A frase fica no centro da 1ª página, abaixo da bandeira do Brasil. No caso de Boliviana, a bandeira que ocupou a posição de destaque foi a da Bolívia. Quando o assunto é música, quem ganha destaque são as letras de música. Na reportagem Apoteose da marcha, que trata do resgate da marchinha - ritmo que animava os carnavais em todo o país desde o fim do século XIX até os anos , letras picantes ganham destaque na página. A letra da música campeã, de Homero Ferreira, 77 anos, fala do milagre do viagra. A marchinha do compositor Eduardo Dusek, que propõe um ménage à trois, também ganha destaque na página. 3. O contexto O repórter aproxima o leitor do fato quando explica, sem complicações no texto, os valores (diz quantos reais já que está voltado quase que especificamente para um público brasileiro custa um Bs, a moeda boliviana). Detalhes das histórias são contados. Os ambientes são descritos. Na reportagem Miss Jones, o retorno, o repórter Flávio Lobo traça parâmetros, descreve cenas que,

4 mesmo sem a foto que ilustra a página, o leitor conseguiria visualizar a situação: Cada pose de Paula em seu cockpit erótico é registrada por dezenas de câmeras, celulares e filmadoras. A maioria dos fotógrafos e cineastas amadores que cercam a performer demonstra uma explícita predileção pelo, digamos, plano fechado, por closes e detalhes, numa atitude que chega a remeter à pesquisa médica. Já no início, o texto permite ao leitor a visualização do fato: Vestida com uma capa vermelha, a mulher começa a descer a escada. Imediatamente captura a atenção dos marmanjos, que cercam, no andar de baixo, uma curiosa peça de mobiliário envolta em estampa de pele de onça. A cada degrau, ela fustiga a platéia com poses sugestivas. Ainda na reportagem sobre Miss Jones, agora descrevendo a atriz pornô americana, o texto do repórter dispensaria as fotos publicadas: Desfilando um visual Barbie para barbados, com vestidinho azulzinho [é interessante observarmos o uso do diminutivo na descrição da roupa da atriz], curto e transparente, a celebridade da noite exibe para as câmeras um clássico cardápio de caras e bocas, que contempla desde a colegial com dedinho na boca até a vampy, passando por dois ou três meios-tons. Os movimentos, as características de uma pessoa, os percursos que faz, o tempo que leva realizando uma determinada atividade são descritos detalhadamente. A história de um brasileiro que pratica esqui na Grama, em Campinas, é tão bem contextualizada que mesmo quem não conhece e esporte, tampouco o esquiador, passa a se interessar pela história e pelo personagem ao ler a narrativa Brasil abaixo de zero, escrita por Phydia de Athayde, como se pode ver no trecho a seguir: a terça-feira 10 não é diferente dos fins de tarde do ano passado inteiro. Hélio despede-se dos colegas de repartição e, antes de sair do prédio da Receita, vai ao toalete vestir um calção esportivo por baixo da roupa. Entra no carro e, no percurso de 15 minutos até o canteiro central da avenida Norte-Sul (a avenida José de Souza Campos), termina de se vestir para o treino: camiseta regata e calção. Nos pés, uma botinha e um par de esquis próprios para um all terrain (qualquer terreno), que esquiadores de cross-coumtry normalmente usam para treinar fora da neve. Passados dez minutos de exercício, Hélio sua a cântaros. Os termômetros marcam 32 graus às 18h30. É o verão campineiro. 4. Jogos de palavras Na reportagem Apoteose da marcha, sobre o retorno das marchinhas, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o repórter resgata a letra de uma marcha famosa e usa a letra da marcha para descrever o ambiente: Quanto riso, quanta alegria. Havia arlequins, palhaços, pierrôs e colombinas no salão. E descreve uma realidade bem diferente da época em que a marcha à qual ele faz referência: Havia também punks de butique, malandros de playground, funkeiros da periferia [uma referência à música Punk da Periferia, de Gilberto Gil], todos sem cordões de isolamento [uma referência aos carnavais com trios elétricos, que separam os blocos das pipocas, formadas por quem não compra o abadá, roupa que dá acesso aos blocos]. 5. A ironia presente no texto Brincar com as informações, fazer jogos de palavras, interpretar as cenas junto com o leitor são alguns recursos das reportagens de Brasiliana. Informa, como se estivesse dando uma ordem marcial, a atendente telefônica. Será que ela fez um estágio na prisão de Guantânamo?.... Fiquem calados. Vocês atrapalhar o trabalho da gente. O tom assusta. Depois de perder o direito de me virar na fila, o direito de falar. Qual seria o próximo? O próximo seria o direito de entender (reportagem Estilo Guantânamo). 6. As fontes: quem são e como são encontradas Nem sempre as fontes oficiais são as melhores opções para o repórter obter informações que tornem o texto interessante.

5 Na reportagem O gorro e a faixa, em La Paz (Bolívia), o repórter observa a presença de sem-terra, mineiros, desempregados e representantes de associações de moradores. Entrevista a vendedora ambulante Segundina Ribeiro, que se deslocou de Santa Cruz de La Sierra na expectativa de vender 200 bandeiras a Bs. 10, o equivalente a R$ 3,330 (o repórter faz questão de fazer a conversão de valores, já que a revista é destinada a um público brasileiro). Para dar consistência histórica às festividades de posse de Evo Morales, o repórter Marcelo Câmara entrevista o escritor uruguaioeduardogaleano, que atento à concentração de mais de 100 mil pessoas (aqui aponto uma falha do repórter, que não informa como chegou a esse número), declara: Este é um dia de festa, porque ontem foi o último dia de medo na Bolívia. Um outro entrevistado é o arqueólogo Osvaldo Tinajeros, que informa: o báculo que o presidente vai receber é feito de ouro, prata e basalto. Aqui, o repórter comete uma falha porque não explica que o termo báculo quer dizer bastão. No momento em que os organizadores de uma recepção ao presidente anunciam que Evo Morales não mais participaria daquelas comemorações, o repórter atento registra o comentário do bem-humorado vendedor de biografias: leia a biografia de Evo Morales e saiba por que ele não compareceu à praça. 7. Os números: como aparecem Ao contrário do que ocorre nas reportagens de caráter objetivista, nas quais os números representam simplesmente quantidades, sem diferencial. São 93 mortos no conflito entre xiitas em Bagdá, nas reportagens de Brasiliana os números são informações que representam dados que contextualizam as situações. Na posse de Evo Morales como presidente da Bolívia, o repórter Marcelo Câmara informa, com números, que os bolivianos queriam Morales no poder: Respaldado por um inquestionável mandato popular (obteve 53% dos votos já no primeiro turno das eleições), e por importantes sinais de apoio vindos do exterior após seu primeiro giro internacional já como presidente eleito, Morales assumiu o governo prometendo uma era de prosperidade para a Bolívia. 8. O uso de adjetivos Não se usam adjetivos no texto jornalístico? Por quê? Fazer essa pergunta faz sentido quando vemos nas reportagens de Brasiliana uma série de caracterizações que realçam o texto e, principalmente, situam o leitor. Enquanto o aclamado DJ Negralha passava despercebido com seus efeitos funkeiros, o sumido Eduardo Dusek emergia na graça popular, cantando uma obra-prima de provocação (reportagem Apoteose da Marcha). Considerações finais As histórias contadas nas narrativas jornalísticas da revista Carta Capital revelam a diversidade de culturas do Brasil e mostram que é possível fazer um jornalismo informativo, agregador de valores, original. De um lado, existem técnicas de análise dessas narrativas. De outro lado, há formas de construção das narrativas que tornam o texto rico e digno de ocupar espaços privilegiados em veículos de circulação nacional. Neste artigo, observamos os dois aspectos: o da produção e o da análise das narrativas. Percebemos que, apesar de existir um padrão de textos que são difundidos na maior parte dos veículos de circulação nacional, há alternativas a esse modelo e que são criados procedimentos de análise dessas narrativas que se impõem pela riqueza de informações e de valorização das diferenças. Referências

6 BORDENAVE, Juan E. Diaz. O que é comunicação. 8ª ed. São Paulo: Brasiliense, CUNHA, Helena Parente. Melhores contos de João do Rio. 2ª ed. São Paulo: Global, MOTTA, Luiz Gonzaga. Narratologia: teoria e análise da narrativa jornalística.brasília: Casa das musas, SOUSA, Jorge Pedro. As notícias e seus efeitos. Coimbra: Minerva, Edições da revista Carta Capital ALMEIDA, Edu Simões de. Estilo Guantânamo. In Carta Capital: Ano XII, n São Paulo, 11 de janeiro de ATHAYDE, Phydia de. Brasil abaixo de zero. In Carta Capital: Ano XII n São Paulo, 18 de janeiro de BARRETO, Felipe Corazza. A musa dos motoboys. In Carta Capital: Ano XII, n São Paulo. 8 de fevereiro de CÂMARA, Marcelo. O gorro e a faixa. In Carta Capital: Ano XII n São Paulo, 1º de fevereiro de LOBO, Flavio. Miss Jones, o retorno. In Carta Capital. São Paulo: Ano XII n São Paulo, 25 de janeiro de LOPES, Timoteo. Apoteose da marcha. In Carta Capital: Ano XII n.381. São Paulo, 22 de fevereiro de * Ana Lúcia Medeiros é jornalista, professora substituta da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, autora do livro "Sotaques na TV". Todos os direitos reservados:

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 1 Jornal Marco Zero 1 Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 Faculdade internacional de Curitiba (Facinter) RESUMO O jornal-laboratório Marco Zero 6 é

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

Projeto São João Literário Promovendo a cultura popular, incentivando a leitura e a produção literária.

Projeto São João Literário Promovendo a cultura popular, incentivando a leitura e a produção literária. Projeto São João Literário Promovendo a cultura popular, incentivando a leitura e a produção literária. Histórico e Justificativa No ano de 2012, ao participar de uma quadrilha temática, em homenagem ao

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015 REGULAMENTO I - AS CATEGORIAS São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 11 de Matéria Completa 3 de Texto 4 de Arte 4 de Fotografia 5 Digitais 2 Especiais Prêmio Roberto Civita Prêmio Matéria

Leia mais

Deputados estaduais mais votados se ausentam em sessões plenárias e elaboram leis sem interesse público

Deputados estaduais mais votados se ausentam em sessões plenárias e elaboram leis sem interesse público Deputados estaduais mais votados se ausentam em sessões plenárias e elaboram leis sem interesse público Viviane MENOSSO Ana Paula MIRA, Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A reportagem mostra quem

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4 Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹ Marcela Lorenzoni² Camila Costa Toppel³ Camila Petry Feiler 4 Francielle Ferrari 5 Cícero Lira 6 Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DE INGLÊS ENSINO FUNDAMENTAL

MATRIZ CURRICULAR DE INGLÊS ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ CURRICULAR DE INGLÊS ENSINO FUNDAMENTAL 2014 1 3º ANO Cumprimentos e apresentação pessoal Objetos escolares Cores Aniversário Números até 10 Iniciar conversação em língua estrangeira cumprimentando

Leia mais

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor,

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor, Xixi na Cama Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos mais um livro da coleção Revoluções: Xixi na Cama, do autor mineiro Drummond Amorim. Junto com a obra, estamos também

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 15 Para que serve este Livro 17 Como usar este livro 1. PARA ENTENDER A PROFISSÃO 23 O que é preciso para ter sucesso na profissão 23 TALENTO - Como saber se você tem 24 CONHECIMENTO-Como

Leia mais

Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1

Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1 Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1 Eduarda Fernandes da ROSA 2 Marcela Alves da SILVA 3 Osvaldo Duarte RAMOS 4 Maria Cristine Alves MEDEIROS 5 Centro Universitário da Grande Dourados Unigran, Dourados,

Leia mais

Literatura e cinema: algumas reflexões sobre a produção voltada para o público infantil

Literatura e cinema: algumas reflexões sobre a produção voltada para o público infantil Literatura e cinema: algumas reflexões sobre a produção voltada para o público infantil Fábio Augusto Steyer Universidade Estadual de Ponta Grossa PR A atual produção cinematográfica voltada para o público

Leia mais

Núcleo de Ação Educativa Material Educativo. Oficina artística e literária Do Texto à Imagem: olhares sobre São Paulo Realizada em 25/01/2013

Núcleo de Ação Educativa Material Educativo. Oficina artística e literária Do Texto à Imagem: olhares sobre São Paulo Realizada em 25/01/2013 Núcleo de Ação Educativa Material Educativo Oficina artística e literária Do Texto à Imagem: olhares sobre São Paulo Realizada em 25/01/2013 Em comemoração ao 559 aniversário de São Paulo, o museu Casa

Leia mais

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO MEDIA TRAINING Manual para TREINAMENTO Parabéns! Você foi escolhido por sua empresa para seu porta-voz oficial. Ser um porta-voz é uma grande responsabilidade, pois todas as vezes em que a empresa tiver

Leia mais

Pandemia no ar: a cobertura da gripe AH1N1 no Jornal Nacional

Pandemia no ar: a cobertura da gripe AH1N1 no Jornal Nacional Pandemia no ar: a cobertura da gripe AH1N1 no Jornal Nacional Flavia Natércia da Silva Medeiros & Luisa Massarani Núcleo de Estudos da Divulgação Científica, Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fundação

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

Cemitério Municipal de Curitiba traz histórias e arte a céu aberto

Cemitério Municipal de Curitiba traz histórias e arte a céu aberto 1 de 7 04/06/2013 12:52 globo.com notícias esportes entretenimento vídeos ASSINE JÁ CENTRAL E-MAIL criar e-mail globomail free globomail pro ENTRAR Paraná 04/06/2013 09h20 - Atualizado em 04/06/2013 12h15

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Ensaio: O ensaio é o mais antigo gênero de matéria, publicado nas revistas inglesas desde o século 18. Geralmente, trata-se de um texto curto,

Ensaio: O ensaio é o mais antigo gênero de matéria, publicado nas revistas inglesas desde o século 18. Geralmente, trata-se de um texto curto, O conteúdo Ensaio: O ensaio é o mais antigo gênero de matéria, publicado nas revistas inglesas desde o século 18. Geralmente, trata-se de um texto curto, escrito do ponto de vista do autor. Pode tratar

Leia mais

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXI Prêmio Expocom 2014 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXI Prêmio Expocom 2014 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação Folha do Cerrado: o jornal-laboratório em busca do interesse público e não do público 1 Lucas Flores dos SANTOS 2 Lucyenne Soares LANDIM 3 Maria Moraes LUZ 4 Universidade Paulista, Brasília, DF RESUMO

Leia mais

Tema Geral: Liberdade de Imprensa Público Alvo: 3 ao 5 ano do ensino fundamental Componentes: 01 professor orientador + 01 estudante

Tema Geral: Liberdade de Imprensa Público Alvo: 3 ao 5 ano do ensino fundamental Componentes: 01 professor orientador + 01 estudante Maratona do Conhecimento 2015 Estudante Repórter O Programa Lendo e Relendo com o Correio Lageano realiza a 9ª edição do concurso Maratona do Conhecimento Estudante Repórter. O objetivo é incentivar a

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA

DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS: 1 ano Levar o estudante a realizar a escrita do próprio nome e outros nomes. Promover a escrita das letras do alfabeto. Utilizar a linguagem oral para conversar,

Leia mais

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Impressões sobre o Porto Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Resumo Utilizando alguns preceitos sobre a fotografia como forma de contextualização do tema, o presente artigo trata da imagem fotográfica enquanto

Leia mais

Lições e artes que podemos aprender com Daniel Piza

Lições e artes que podemos aprender com Daniel Piza 1 www.oxisdaquestao.com.br Lições e artes que podemos aprender com Daniel Piza Texto de CARLOS CHAPARRO Entramos em 2012 sem Daniel Piza. Perdemo-lo aos 41 anos de idade, a 30 de dezembro de 2011. Mas

Leia mais

Galeria de Fotos - Fevereiro

Galeria de Fotos - Fevereiro Galeria de Fotos - Fevereiro CARNAVAL 2012 O BAND.COM.BR traz a cobertura completa da maior festa popular brasileira e mostra como o Carnaval é comemorado de diferentes formas em cada estado. A sua marca

Leia mais

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM língua estrangeira moderna Comparativos Curriculares SM inglês ensino médio A coleção Alive High Língua Estrangeira Moderna Inglês e o currículo do Estado de Goiás

Leia mais

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing.

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing. Comunicação social Comunicação social A Comunicação Social é um campo de conhecimento académico que estuda a comunicação humana e as questões que envolvem a interação entre os sujeitos em sociedade. Os

Leia mais

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO.

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO. ENSINO FUNDAMENTAL Conteúdos do 8º Ano 3º/4º Bimestre 2015 Trabalho de Dependência Nome: N. o : Turma: Professor(a): Fernanda Data: / /2015 Unidade: Cascadura Mananciais Méier Taquara História Resultado

Leia mais

Com fantasias, alunos do Infantil dançaram as marchinhas do Carnaval

Com fantasias, alunos do Infantil dançaram as marchinhas do Carnaval FourC leva o sambódromo para a Escola, unindo diversão e aprendizagem Máscaras, samba-enredo, alegorias, fantasias e muita alegria aliada ao estudo, o aprendizado e a diversão! Foi assim o Carnaval na

Leia mais

Revista Expedição: Marcas de Rondon 1

Revista Expedição: Marcas de Rondon 1 Leiliane Ribeiro Mendonça 2 Julio Aires 3 Colaboradores: Adriana Mesquita Alberto Alves Arian de Oliveira Cleber de Souza Daiany Gomes Danuzia Gomes Edgar Melo Emili Souza Francisco Matias Gilson de Oliveira

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto DOSSIER DE IMPRENSA ICAL, 25 anos em imagens Museu dos Transportes e Comunicações do Porto De 1 ao 22 de Dezembro de 2014 DOSSIER DE IMPRENSA Índice 1. Apresentação da exposição 2. Ical, 25 anos contando

Leia mais

Somos uma agência de notícias gratuita, que produz e difunde conteúdo jornalístico sobre inovações em educação.

Somos uma agência de notícias gratuita, que produz e difunde conteúdo jornalístico sobre inovações em educação. Somos uma agência de notícias gratuita, que produz e difunde conteúdo jornalístico sobre inovações em educação. Nosso objetivo é colaborar com a mídia para disseminar informações originais, interessantes

Leia mais

Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias

Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias GESTÃO O declínio dos jornais Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias de informação como o de jornais. Por longo tempo, eles foram o meio privilegiado pelo qual as pessoas tinham acesso

Leia mais

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL DICAS PARA DIVULGAR SUA EMPRESA E AUMENTAR AS VENDAS NO FIM DE ANO 7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL Sumário Apresentação Capítulo 1 - Crie conteúdo de alta

Leia mais

Wanessa Valeze Ferrari Bighetti Universidade Estadual Paulista, Bauru/SP e-mail: wanessa_ferrari@hotmail.com

Wanessa Valeze Ferrari Bighetti Universidade Estadual Paulista, Bauru/SP e-mail: wanessa_ferrari@hotmail.com O papel da media literacy na capacitação de jovens eleitores para o exercício da cidadania um estudo sobre o reconhecimento do apelo à memória como ferramenta de convencimento nas eleições de 2014 Wanessa

Leia mais

A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1. Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6

A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1. Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6 A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1 Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6 Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, São Paulo,

Leia mais

e S p e c I A L c A r A S FASHION 2013 p r I m A v e r A - v e r ã O

e S p e c I A L c A r A S FASHION 2013 p r I m A v e r A - v e r ã O especial caras FASHION 2013 primavera - verão Há tendências que nunca saem de moda; CARAS Fashion é uma delas. Publicado em duas edições anuais (Primavera/Verão e Outono/Inverno), este especial traz em

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

UESB ASSESSORIA DE COMUNICACAO

UESB ASSESSORIA DE COMUNICACAO ASSESSORIA DE COMUNICACAO Assessoria de Comunicacão 14. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO No ano de 2007, a Assessoria de Comunicação (Ascom) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia deu prosseguimento ao

Leia mais

Miscelânea - o Mercadão de Campo Grande e suas diversidades 1

Miscelânea - o Mercadão de Campo Grande e suas diversidades 1 Miscelânea - o Mercadão de Campo Grande e suas diversidades 1 Natália Moraes DOS SANTOS 2 Juliana Peruchi MARRA 3 Maitê Faustino Faria CAMPOS 4 Thiago Campos DA SILVA 5 Marcelo da Silva PEREIRA 6 Universidade

Leia mais

Guia de Relacionamento com a Imprensa. www.treinamentodemidia.com.br

Guia de Relacionamento com a Imprensa. www.treinamentodemidia.com.br Guia de Relacionamento com a Imprensa www.treinamentodemidia.com.br Apresentação Criar e manter uma imagem positiva para a sociedade é talvez o maior desafio profissional e pessoal de quem busca destaque,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

Consulte sempre o site www.museudaimigracao.org.br e acompanhe o desenvolvimento dos trabalhos.

Consulte sempre o site www.museudaimigracao.org.br e acompanhe o desenvolvimento dos trabalhos. O Boletim do Museu da Imigração chega à sua décima oitava edição. Junto com a proposta de manter as comunidades e o público geral informados sobre o processo de restauro das edificações e reformulação

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos A TRANSMUTAÇÃO DE LINGUAGENS NO MOVIMENTO CRIADOR DO CARNAVALESCO PAULO BARROS Juliana dos Santos Barbosa (UEL) juliana.barbosa@londrina.pr.gov.br

Leia mais

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões Nosso entrevistado é o Prof. Dr. Rogério da Costa, da PUC-SP. A partir de um consistente referencial teórico-filosófico, mas em uma linguagem simples,

Leia mais

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROFESSORA FABÍOLA DANIELE DA SILVA A lingüística moderna

Leia mais

Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia

Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia GARRIDO, Bibiana 1 MAGNONI, Antônio Francisco 2 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP RESUMO Neste breve relato de experiência

Leia mais

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro 1 www.oxisdaquestao.com.br Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro Texto de CARLOS CHAPARRO A complexidade dos confrontos da atualidade, em especial nos cenários políticos, justificaria

Leia mais

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Autores: Maria Zaclis Veiga e Élson Faxina Docentes do Centro Universitário Positivo UnicenP Resumo: A Rede Teia de Jornalismo

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

REGULAMENTO XI PRÊMIO AMB DE JORNALISMO (2016)

REGULAMENTO XI PRÊMIO AMB DE JORNALISMO (2016) REGULAMENTO XI PRÊMIO AMB DE JORNALISMO (2016) O XI Prêmio AMB de Jornalismo será regido pelo presente regulamento, registrado no Cartório do 1º Ofício Marcelo Ribas, da Cidade de Brasília, DF. A Associação

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES Serviços da Assessoria de Comunicação Social

GUIA DE ORIENTAÇÕES Serviços da Assessoria de Comunicação Social A Assessoria de Comunicação Social (ASCOM) da Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG é uma unidade de apoio e assessoramento da Instituição, diretamente ligada ao Gabinete da Reitoria, que dentre suas

Leia mais

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo ANA EUGÊNIA NUNES DE ANDRADE Jornalista, professora do Curso de Comunicação Social habilitação em Jornalismo, da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás)

Leia mais

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA Projeto de Atividades 1º Edição Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais 1. INTRODUÇÃO A educação atualmente não pode se restringir apenas ao ambiente escolar, o estudante

Leia mais

Texto 4 Composição em prosa não literária

Texto 4 Composição em prosa não literária Curso de Redação: Do texto ao texto Professora: Maria Aparecida Araújo Texto 4 Composição em prosa não literária Conteúdo Descrição Narração Dissertação Bibliografia: 1. CARNEIRO, Agostinho Dias: Redação

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Sequência de Aulas de Língua Portuguesa Produção de uma Fotonovela 1. Nível de

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Design 2011-1 DESENVOLVENDO A IDENTIDADE VISUAL DE UMA POUSADA EM CONSERVATÓRIA Alunos: OLIVEIRA,

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006 Redação final do Projeto de Lei da Câmara nº 79, de 2004 (nº 708, de 2003, na Casa de origem). A Comissão Diretora apresenta a redação final do Projeto de Lei da Câmara

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

João Donato multiplicado por dois Ele lança dois CDs, O Piano e Uma Tarde com Bud Shank, e se apresenta de hoje a domingo no Auditório Ibirapuera

João Donato multiplicado por dois Ele lança dois CDs, O Piano e Uma Tarde com Bud Shank, e se apresenta de hoje a domingo no Auditório Ibirapuera João Donato multiplicado por dois Ele lança dois CDs, O Piano e Uma Tarde com Bud Shank, e se apresenta de hoje a domingo no Auditório Ibirapuera Ouça trecho da faixa Manhã de Carnaval Beatriz Coelho Silva

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

ÍNDICE. Sumário. Expositores. Marketing e Comunicação. Galeria de Fotos

ÍNDICE. Sumário. Expositores. Marketing e Comunicação. Galeria de Fotos POST SHOW REPORT ÍNDICE Sumário Expositores Visitantes Marketing e Comunicação Galeria de Fotos SUMÁRIO SUMÁRIO EXECUTIVO NOVIDADES DE ALTA TECNOLOGIA E NEGÓCIOS FECHADOS MARCAM A FENATRAN 2009 Maior evento

Leia mais

Programa Anexo 1. Resumo

Programa Anexo 1. Resumo Programa Anexo 1 Bruno LIMA 2 Carolina RIBEIRO 3 Lara MARQUES 4 Elga MÓL 5 Elisa FRANÇA 6 Ana AMORIM 7 Michelle BASTOS 8 Soraya VIEIRA 9 Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, MG Resumo Este trabalho

Leia mais

Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente.

Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente. Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente. Introdução. Jornal é o meio de comunicação de maior credibilidade. Por isso,

Leia mais

Comunicação Solidária: Dia D Ajudar 1

Comunicação Solidária: Dia D Ajudar 1 RESUMO Solidária: Dia D Ajudar 1 Odair José PAZ 2 Luan de José BORTOLI 3 Tatiane GIOMBELLI 4 Débora KUHN 5 Glaucia FILIPPI 6 Raul PICHETTI 7 Soraia Ellis BUDKE 8 Fábio Rodrigo BOLLIS 9 Camila Candeia Paz

Leia mais

ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO

ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO A inscrição no projeto deverá ser feita na área para professores. Para fazê-la, o educador deverá enviar uma imagem de sua turma, um apelido que a identifique e um breve

Leia mais

Filmes com muitas vontades

Filmes com muitas vontades Filmes com muitas vontades Clarisse Alvarenga Desde a década de 1970, vêm sendo empreendidas algumas tentativas ainda autorais e incipientes, partindo de cineastas brasileiros, como Andrea Tonacci e Aluysio

Leia mais

Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1

Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1 Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1 Aparecido Marden Reis 2 Marli Barboza da Silva 3 Universidade do Estado de Mato Grosso, Unemat - MT RESUMO O projeto experimental

Leia mais

Cartaz Hiper Cap 1 RESUMO

Cartaz Hiper Cap 1 RESUMO Cartaz Hiper Cap 1 Alana de FREITAS 2 Danizieli de OLIVEIRA 3 Diego de OLIVEIRA 4 Hugo CEREZER 5 Jéssica TESOTO 6 Renata Cristina FORNAZIERO 7 Rafaela ALVES 8 Renata Luis SOUZA 9 Thaís Roberta CASAGRANDE

Leia mais

MARIA CÉLIA BASTOS PEREIRA

MARIA CÉLIA BASTOS PEREIRA MARIA CÉLIA BASTOS PEREIRA Maria Célia Bastos Pereira Edição revisada - 2013 Revisado por Maria Helena Bastos Pereira Diagramado por Regina Coeli Duarte rcoeliduarte@gmail.com MARIA CÉLIA BASTOS PEREIRA

Leia mais

Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014. Campeonato Alagoano

Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014. Campeonato Alagoano Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014 Campeonato Alagoano A emoção do Campeonato Alagoano faz parte da programação da TV Pajuçara desde 2008. E, de lá pra cá, já virou tradição de todo

Leia mais

Conteúdos: Linguagem literária e não literária Vivenciando o texto literário

Conteúdos: Linguagem literária e não literária Vivenciando o texto literário Conteúdos: Linguagem literária e não literária Vivenciando o texto literário Habilidades: Compreender a distinção entre linguagem literária e linguagem não literária. Analisar alguns dos mecanismos utilizados

Leia mais

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS:

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS: CONTEÚDO ANUAL 2016 SEGMENTO: Ensino Fundamental I SÉRIE: 1º ano OBJETIVOS GERAIS: Criar condições para o desenvolvimento integral das crianças, considerando as possibilidades de aprendizagem que apresentam,

Leia mais

Quem Somos. Nossa meta é o resultado do cliente!

Quem Somos. Nossa meta é o resultado do cliente! 2 0 1 5 Quem Somos Somos a equipe que você deseja para resolver um pequeno impasse, ou um grande dilema, quando o assunto e a MÍDIA certa, no lugar certo e no momento adequado. Regional, personalizada

Leia mais

EJA 3ª FASE PROF.ª CAROLINA OLIVEIRA PROF.ª JEANNE ARAÚJO

EJA 3ª FASE PROF.ª CAROLINA OLIVEIRA PROF.ª JEANNE ARAÚJO EJA 3ª FASE PROF.ª CAROLINA OLIVEIRA PROF.ª JEANNE ARAÚJO ÁREA DO CONHECIMENTO Linguagens Matemática Ensino Religioso 2 TEMA 1º Bimestre Ritmos das culturas 3 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 35 Conteúdos

Leia mais

JornaVista: entrevista em quadrinhos 1. Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG

JornaVista: entrevista em quadrinhos 1. Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG JornaVista: entrevista em quadrinhos 1 Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG RESUMO O presente trabalho pretende apresentar como se deu a

Leia mais

Classes Funcionais 21

Classes Funcionais 21 Classes Funcionais 21 3 Classes Funcionais Em todo trabalho de classificação funcional é necessário determinar quais serão as classes funcionais utilizadas. Esta divisão não se propõe a ser extensiva,

Leia mais

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento Atividade 9 Espaços da escola Encaminhamento Leve os alunos para conhecer os espaços da escola: sala de leitura, informática, refeitório, quadra de futebol, parque, etc. Peça para os alunos registrarem

Leia mais

Plano Editorial Julho 2006

Plano Editorial Julho 2006 Plano Editorial Julho 2006 Missão Uma agência que noticia processos ocorridos no espaço público político (governo, Estado e cidadania), com foco nos interesses do cidadão brasileiro. Público-Alvo Cidadãos

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB -EAD/UAB

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB -EAD/UAB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB -EAD/UAB Draft do Projeto de Pesquisa Versão: Aluno (a) RENILDO SANTOS Tema: Maraú uma cidade Histórica ( traços e retratos de Maraú) Solicitante: Profª Ms. Luciana

Leia mais

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Gabriela VICENTINO 2 Ivo STANKIEWICZ 3 Kelly Cristina SILVA 4 Mylena GAMA 5 Otávio Fernando LOPES 6 José Carlos FERNANDES 7 Pontifícia Universidade

Leia mais

Principais entrevistados

Principais entrevistados RELATÓRIO Apresentação De 31 de outubro a 16 de novembro de 2014 a Rádio Software Livre realizou a transmissão de entrevistas, apresentações musicais ao vivo e uma seleção de músicas livres direto de seu

Leia mais

Justificativa. Público Alvo. 4º ano do ensino fundamental. Conceituais. Procedimentais. Atitudinais

Justificativa. Público Alvo. 4º ano do ensino fundamental. Conceituais. Procedimentais. Atitudinais Justificativa No início do ano letivo, o reencontro com os amigos e novas amizades reflorescem vínculos e esperanças renovadas. Este é um momento propício para o trabalho com a pluralidade cultural e para

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 937/2012 - PGJ

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 937/2012 - PGJ RESOLUÇÃO Nº 937/2012 - PGJ O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no art. 19, XX, da Lei Complementar nº 85, de 27 de dezembro de 1999, Considerando

Leia mais

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS O que é um culto infantil? O culto para crianças não tem o objetivo de tirar a criança de dentro do templo para evitar que essa atrapalhe o culto ou atrapalhe a atenção

Leia mais