CONTRATO REQUISITOS DE VALIDADE DO CONTRATO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTRATO REQUISITOS DE VALIDADE DO CONTRATO"

Transcrição

1 CONTRATO Contrato é o acordo de vontades realizado com o fim de criar, modificar ou extinguir relações jurídicas patrimoniais. O pacto é um contrato acessório, fala-se, por exemplo, em pacto de fiança, pacto adjecto de hipoteca, pacto de retrovenda. Não há diferença ontológica, isto é, na essência, entre pacto e contrato, pois em ambos há um acordo de vontades para criar, modificar ou extinguir obrigações patrimoniais. É proibido o contrato consigo mesmo, de modo que o contrato sempre pressupõe duas partes antagônicas, justamente para que haja o acordo de vontades. O procurador que porventura compra o bem, e estaria realizando o negócio consigo mesmo, esse negócio é anulável, por exemplo, dou uma procuração para você vender minha casa e, você resolveu vender para você mesmo, é um negócio anulável e não nulo, artigo do Código Civil. Todavia, admite-se a procuração em causa própria, também chamada de mandato in rem suam, esta procuração é aquela em que o procurador tem poderes para vender o bem para terceiros e tem poderes para ele mesmo comprar o bem. Referida procuração é irrevogável, nem a morte revoga a procuração em causa própria. Portanto, na procuração em causa própria, é possível o procurador comprar o bem. REQUISITOS DE VALIDADE DO CONTRATO São os mesmos requisitos de validade dos demais negócios jurídicos: a) agente capaz, b) objeto lícito, possível, determinado ou determinável, c) forma prescrita ou não defesa em lei. Portanto, o contrato para ser válido é preciso preencher esses requisitos. AGENTE CAPAZ Os absolutamente incapazes não podem celebrar pessoalmente nenhum contrato, sob pena de nulidade absoluta, mas eles podem celebrar contratos, validamente, através de seu representante legal. Os relativamente incapazes podem celebrar pessoalmente todos os contratos, desde que assistidos pelo representante legal. Sem a assistência o contrato não é nulo, é apenas anulável. A partir dos dezesseis anos é possível ser mandatário sem assistência, por exemplo, é possível passar uma procuração para um menor púbere e ele não precisa estar assistido para celebrar esse contrato de mandato. O absolutamente ou relativamente incapaz quando pretender alienar bens imóveis é preciso autorização do juiz, artigo do Código Civil, portanto, mesmo o relativamente incapaz, para alienar imóvel, não basta a assistência, é preciso autorização do juiz. OBJETO 1 Art Salvo se o permitir a lei ou o representado, é anulável o negócio jurídico que o representante, no seu interesse ou por conta de outrem, celebrar consigo mesmo. 2 Art Não podem os pais alienar, ou gravar de ônus real os imóveis dos filhos, nem contrair, em nome deles, obrigações que ultrapassem os limites da simples administração, salvo por necessidade ou evidente interesse da prole, mediante prévia autorização do juiz. 1

2 O objeto do contrato deve ser lícito, possível, determinado ou determinável. Objeto lícito: é aquele que está de acordo com a lei, moral e bons costumes. É nulo, por exemplo, contrato de herança de pessoa viva, que é o pacto corvina, artigo prevê a nulidade absoluta desse negócio. O objeto possível, fisicamente e juridicamente. A impossibilidade física absoluta é aquela em que o objeto é irrealizável por qualquer pessoa, por exemplo, ressuscitar um morto, nesse caso o contrato é nulo, nulidade absoluta. A impossibilidade física relativa é aquela em que o objeto é de difícil realização, mas é possível realizá-lo, por exemplo, correr 100 metros em 10 segundos, nesse caso, o negócio é válido, se for descumprido caberá perdas e danos. O objeto ainda deve ser determinado, isto é, individualizado desde o nascimento do contrato, ou determinável, que é a hipótese em que o contrato fornece elementos para que o objeto seja identificado posteriormente, exemplo, compra e venda dos peixes que caírem na rede do pescador. FORMA No tocante a forma vigora, no silêncio, o princípio da liberdade das formas, isto é, o contrato pode ser feito por qualquer forma, verbal, tácita, não exige, portanto, forma escrita. Essa é a regra. A forma escrita, quando exigida por lei, é requisito de validade do contrato, fala-se, então, em contrato formal ou solene, que é aquele que exige uma forma escrita. Pode ser um escrito particular, como é o caso da fiança, ou pode ser uma escritura pública como alienação de imóvel de valor superior a trinta salários mínimos. Nos contratos solenes, se a forma for violada, se for nula, anula-se todo o contrato, porque a forma é requisito de validade do contrato. Nos contratos de forma livre, são os chamados contratos informais, mas que foram celebrados por escrito, nesse caso, se a forma for nula, não se anula o contrato, continua sendo válido porque ele pode ser provado por outros meios. De modo que nos contratos de forma livre quando celebrados por escrito são chamados de contratos ad probationem tantum, por exemplo, uma locação pode ser verbal, mas se as partes celebrarem por escrito é um contrato ad probationem tantum, nesse caso, se houver uma nulidade na forma adotada não se anula o contrato, porque a forma aqui não é requisito de validade, é apenas um meio de prova, e, esse contrato pode ser provado por outros meios. O silêncio não é manifestação de vontade. Juridicamente quem cala não consente. Portanto, o silêncio, em regra, não é uma forma de celebrar contrato. Por exemplo, uma revista me manda um exemplar dizendo: parabéns você é um novo assinante, sem que eu tenha pedido, e ainda, veio um boleto junto e eu não paguei; eu não celebrei contrato nenhum com essa revista, de modo que ela não poderá me cobrar. Excepcionalmente, o silêncio vale como forma de manifestação de vontade, ocorre quando a lei prevê esse efeito para o silêncio, por exemplo, na doação pura, se não aceitar no prazo, diz a lei: presume-se que aceitou. O silêncio indica aceitação de uma doação pura. Outra situação é quando houver costume entre as partes para negociar através do silêncio. Imaginemos dois empresários que pelo costume entre eles um sempre manda mercadoria, sem o outro pedir, e sempre negociaram assim através do silêncio. Quando o silêncio funciona como manifestação de vontade, ele se chama silêncio eloquente ou conclusivo ou circunstanciado. Portanto, o silêncio, em regra, não é uma proposta de contrato, não é uma aceitação de contrato, 3 Art Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva. 2

3 salvo nos casos em que a lei prevê ou quando os costumes admitirem. CLÁUSULAS CONTRATUAIS As cláusulas contratuais podem ser essenciais, naturais e acidentais. a) essenciais são aquelas necessárias para a existência do contrato, faltando uma dessas cláusulas o contrato não existe. Na compra e venda as cláusulas essenciais são: uma cláusula que descreve a coisa, outra que descreve o preço e o consentimento. b) naturais: são as consequências normas do negócio e não precisam constar expressamente, pois elas estão subentendidas. Na compra e venda as cláusulas naturais são: a obrigação do vendedor de entregar e a obrigação do comprador de pagar. c) acidentais: são aquelas que modificam as consequências naturais, depende de menção expressa. As cláusulas acidentais são: o termo, a condição e o encargo; portanto, termo, condição e encargo só existem no negócio, se houver menção expressa. PRINCÍPIOS CONTRATUAIS Princípios contratuais são os postulados fundamentais que inspiram a elaboração, a interpretação e a aplicação das normas contratuais. PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DA VONTADE (PRINCÍPIO DA LIBERDADE CONTRATUAL) Este princípio significa que as partes são livres para contratar, se quiser, com quem quiser, e, como quiser. Portanto, as partes são livres, inclusive para fixar as cláusulas contratuais, podendo dispor de forma diferente do que consta no Código Civil. As normas do Código Civil sobre contratos são normas dispositivas, isto é, que podem ser afastadas pela vontade das partes. Todavia, naquilo que o contrato é omisso, aplica-se obrigatoriamente o Código Civil. Portanto, as partes podem dispor de forma diferente do Código Civil, mas naquilo que o contrato é omisso, aplica-se o Código de maneira subsidiária, de maneira supletiva. O princípio da Autonomia da Vontade não é absoluto, é um princípio relativo porque ele sofre exceções através dos princípios da supremacia da ordem pública, função social do contrato e boa-fé objetiva. PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DA ORDEM PÚBLICA Limita a vontade das partes, é o que proíbe cláusulas contratuais que violem a ordem pública, os bons costumes ou leis cogentes. Portanto, as cláusulas contratuais não podem violar leis cogentes, isto é, leis de ordem pública que são aquelas leis que não podem ser modificadas pelas partes, não podem modificar bons costumes, não podem modificar a ordem pública. Assim, por exemplo, é nula a cláusula contratual de um contrato de sociedade que prevê cláusula leonina, que é a cláusula que proíbe sócio de participar dos lucros. No contrato de doação é nula a doação universal, isto é, doação de todos os bens. 3

4 Portanto, a liberdade de contratar não é absoluta, ela sofre limites. É o que se chama de dirigismo contratual. Dirigismo contratual é a intervenção do Estado no conteúdo do contrato para manter o equilíbrio entre as partes e evitar o abuso do poder econômico de uma das partes. Essa intervenção do Estado se dá através de leis cogentes, leis de ordem pública, leis que não podem ser modificadas pelas partes. Essas leis devem emanar da União, pois compete a União legislar sobre contratos, nos termos do artigo 22 4 da Constituição Federal. Lei Estadual que versa sobre contrato é inconstitucional, igualmente uma lei municipal, assim, se uma lei estadual quiser disciplinar o contrato de seguro, essa lei será, portanto, inconstitucional. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DO CONTRATO (art do CC) É a prevalência dos interesses coletivos sobre os interesses individuais dos contratantes. Essa liberdade contratual deve ser exercida observando a função social, isto é, o interesse coletivo prevalece sobre os interesses individuais dos contratantes. Esse princípio tem dois aspectos. 1º) aspecto interno: o conteúdo do contrato deve observar esse princípio, os interesses da 4 Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho; II - desapropriação; III - requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra; IV - águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão; V - serviço postal; VI - sistema monetário e de medidas, títulos e garantias dos metais; VII - política de crédito, câmbio, seguros e transferência de valores; VIII - comércio exterior e interestadual; IX - diretrizes da política nacional de transportes; X - regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial; XI - trânsito e transporte; XII - jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia; XIII - nacionalidade, cidadania e naturalização; XIV - populações indígenas; XV - emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de estrangeiros; XVI - organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões; XVII - organização judiciária, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e da Defensoria Pública dos Territórios, bem como organização administrativa destes; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 69, de 2012) (Produção de efeito) XVIII - sistema estatístico, sistema cartográfico e de geologia nacionais; XIX - sistemas de poupança, captação e garantia da poupança popular; XX - sistemas de consórcios e sorteios; XXI - normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares; XXII - competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais; XXIII - seguridade social; XXIV - diretrizes e bases da educação nacional; XXV - registros públicos; XXVI - atividades nucleares de qualquer natureza; XXVII - normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, 1, III; XXVIII - defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional; XXIX - propaganda comercial. 5 Art A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato. 4

5 coletividade devem ser preservados. Assim, por exemplo, é proibida uma cláusula que viole a dignidade da pessoa humana, porque isso contraria os interesses da sociedade; é proibida cláusula que onera excessivamente uma das partes, porque isso contraria os interesses da sociedade. 2º) aspecto externo: é a eficácia externa do princípio da função social. Significa que o contrato deve respeitar direitos de terceiros, direitos da sociedade. Assim, o contrato não pode violar o meio ambiente, por exemplo. PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA (CONCEPÇÃO ÉTICA DA BOA-FÉ) É a obrigação de os contratantes cumprirem os deveres anexos ou implícitos no contrato. Portanto, o rol de deveres contratuais é exemplificativo, porque além daqueles deveres explicitados no contrato, há ainda, os deveres implícitos ou anexos, é o que se chama princípio da boa-fé objetiva, é a obrigação que as partes têm de cumprir deveres que não estão escritos, mas que estão implícitos. São deveres anexos baseados na lealdade, na confiança. Esse princípio vigora em todas as fases do contrato, ou seja, na fase pré-contratual, na fase contratual, na fase da execução ou cumprimento do contrato e na fase pós-contratual. Embora o Código Civil diga que esse princípio vigore na fase contratual e na fase do cumprimento do contrato, a doutrina é pacífica que ele vigora também na fase pré-contratual e na fase pós-contratual. Exemplo: após o término de uma compra e venda o comprador está com dificuldade para registrar a escritura e precisa do apoio do vendedor que tem alguns documentos, precisa de algumas informações. O vendedor é obrigado a prestar essas informações, embora o contrato tenha terminado, estamos na fase pós-contratual, e, embora isso não esteja escrito, é um dever implícito. PRINCÍPIO DA BOA-FÉ SUBJETIVA (PRINCÍPIO DA CONCEPÇÃO PSICOLÓGICA DA BOA-FÉ) Presume-se a boa intenção dos contratantes. Quem alega má-fé tem o ônus da prova. Portanto, a boa-fé subjetiva é presumida, presume-se que as partes celebraram o contrato, bem intencionadas. O princípio da boa-fé subjetiva exerce função preponderante na interpretação dos contratos. Os contratos devem ser interpretados de acordo com a boa-fé e os usos, os costumes do lugar da celebração, é o que diz o artigo do Código Civil. Já a boa-fé objetiva exerce função preponderante na integração, isto é, supre as lacunas do contrato, quando o contrato não prevê determinados deveres, entra em cena a boa-fé objetiva. Lembrando que os deveres implícitos da boa-fé objetiva. Quem viola a boa-fé objetiva está abusando de direito, e a responsabilidade civil para quem abusa de direito é objetiva, tem de indenizar independente de culpa. No tocante à boa-fé subjetiva há exceções no Código de Defesa do Consumidor que presume a má-fé do fornecedor em casos de processo civil. Há duas situações em que o juiz pode inverter o ônus da prova e presumir a má-fé do fornecedor, competindo a este provar que não teve má-fé: 1ª) se o consumidor for hipossuficiente, que é aquele consumidor que não entende da mercadoria que comprou, do produto que está levando; 2ª) se a alegação do consumidor for verossímel, isto é, tiver fundamento segundo as regras de experiência do magistrado. 6 Art Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração. 5

CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO

CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 21- Compete à União: TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO I - Manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais; II - Declarar a guerra e celebrar

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: I - direito civil, comercial, penal,

Leia mais

Organização Político Administrativa FTC 2011

Organização Político Administrativa FTC 2011 Organização Político Administrativa FTC 2011 Organização Político Administrativa O Brasil adotou a Federação como forma de organização do Estado. A Federação é uma aliança de Estados para a formação de

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO I DO PODER LEGISLATIVO Seção II Das Atribuições do Congresso Nacional Art. 49. É da competência exclusiva

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988...

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988... CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO VIII DOS ÍNDIOS Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

Leia mais

Competências administrativas e legislativas dos entes federativos

Competências administrativas e legislativas dos entes federativos 1 Competências administrativas e legislativas dos entes federativos As competências são atribuições distribuídas entre diversas pessoas ou órgãos, que limitam seu âmbito de atuação espacial, temporal e

Leia mais

AULA 05. 4 características que devem revestir a atividade estatal: Referibilidade deve informar as taxas. A referibilidade apresenta 2 vieses:

AULA 05. 4 características que devem revestir a atividade estatal: Referibilidade deve informar as taxas. A referibilidade apresenta 2 vieses: Turma e Ano: Master A (2015) Matéria / Aula: Direito Tributário / Aula 05 Professor: Vanessa Siqueira Monitora: Evellyn Nobre AULA 05 Conteúdo da aula: Taxas; Base de Cálculo; Princípios de Justiça Legal;

Leia mais

Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS JURÍDICOS -

Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS JURÍDICOS - Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 11 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS

Leia mais

DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO

DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO CARTA DEL LAVORO (Aprovada no Grande Conselho Fascista, de 21 de abril de 1927) DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO I - A Nação italiana é um organismo com finalidades, vida, meios, de ação superior,

Leia mais

Lei Estadual nº. 12.216/98

Lei Estadual nº. 12.216/98 Lei Estadual nº. 12.216/98 Texto atualizado pelas Leis Estaduais n. os 12.604 de 02/07/99; 12.821 de 27/12/99; 12.827 de 06/01/00; 13.611 de 04/06/02; 14.595 de 28/12/04; 14.596 de 27/12/04 e 15.338 de

Leia mais

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Ainda que a pessoa jurídica esteja submetida ao regime de incidência não-cumulativa, as receitas constantes do art. 8º da Lei nº 10.637, de 2002,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 6.642, DE 2013 (Da Sra. Marina Santanna)

PROJETO DE LEI N.º 6.642, DE 2013 (Da Sra. Marina Santanna) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 6.642, DE 2013 (Da Sra. Marina Santanna) Estabelece isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI na aquisição de motocicletas para utilização no transporte

Leia mais

Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual

Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual O NOVO CPC E O DIREITO CONTRATUAL. PRINCIPIOLOGIA CONSTITUCIONAL. REPERCUSSÕES PARA OS CONTRATOS. Art. 1 o O processo civil será ordenado, disciplinado

Leia mais

Contrato Unilateral - gera obrigações para apenas uma das partes. Contrato Bilateral - gera obrigações para ambas as partes.

Contrato Unilateral - gera obrigações para apenas uma das partes. Contrato Bilateral - gera obrigações para ambas as partes. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Civil (Contratos) / Aula 13 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Teoria Geral dos Contratos: 3- Classificação; 4 - Princípios. 3. Classificação: 3.1

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 11 INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 11 INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 11 INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES Índice 1. Inadimplemento das Obrigações...4 1.1. Mora... 4 1.2. Das Perdas e Danos... 4 1.3. Juros moratórios ou juros

Leia mais

Arts. 269 e 270 Teoria da Aparência. Arts. 272 e 273 Revisão Contratual

Arts. 269 e 270 Teoria da Aparência. Arts. 272 e 273 Revisão Contratual Novo Código Comercial Livro III Das obrigações dos empresários Cibele Frandulic Shimono Guilherme Setoguti J. Pereira Luiz Rafael de Vargas Maluf Rafael Villac Vicente de Carvalho 22 de novembro de 2011

Leia mais

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Formalização, Execução e Rescisão. Direito Administrativo CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Prof.

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Formalização, Execução e Rescisão. Direito Administrativo CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Prof. Direito Administrativo Prof. Almir Morgado CONTRATOS ADMINISTRATIVOS Formalização, Execução e Rescisão Formalização do Contrato Administrativo Formalizar significa materializar o contrato em documento

Leia mais

DIREITO DE FAMÍLIA DIREITO CIVIL - FAMÍLIA PROF: FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DATA: 10/02/2011

DIREITO DE FAMÍLIA DIREITO CIVIL - FAMÍLIA PROF: FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DATA: 10/02/2011 DIREITO DE FAMÍLIA Antes da Constituição de 1988 a família se constituía somente pelo casamento. A Constituição de 1988 adotou o princípio da pluralidade das famílias, prevendo, no art. 226 1 três espécies

Leia mais

OBRAS DO AUTOR... NOTA EXPLICATIVA... XVII

OBRAS DO AUTOR... NOTA EXPLICATIVA... XVII ÍNDICE SISTEMÁTICO OBRAS DO AUTOR... XV NOTA EXPLICATIVA... XVII CAPÍTULO I TEORIA GERAL DOS TÍTULOS DE CRÉDITO 1. A regulamentação dos títulos de crédito pelo Código Civil e por leis especiais 2. Aplicação

Leia mais

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art.5º Todos são iguais perante a lei.. XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento

Leia mais

www.apostilaeletronica.com.br

www.apostilaeletronica.com.br DIREITO CIVIL I. Lei de Introdução às Normas de Direito Brasileiro... 002 II. Pessoas Naturais e Pessoas Jurídicas... 013 III. Domicílio e Bens... 025 IV. Dos Fatos Jurídicos... 030 V. Prescrição e Decadência...

Leia mais

Capítulo I - Dos Direitos e deveres individuais e coletivos (art. 5º) Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais.

Capítulo I - Dos Direitos e deveres individuais e coletivos (art. 5º) Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais. Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais. Direitos: Declarações que limitam a atuação do Estado ou dos cidadãos. Garantias: Blindagem que envolve o Direito, evitando sua violação.

Leia mais

Contrato de Corretagem. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Contrato de Corretagem. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Contrato de Corretagem Corretagem O vocábulo "corretor", vem do verbo correr, em seu significado semântico quer dizer: O que anda, procura, agencia negócios comerciais ou civis, serve de intermediário

Leia mais

Direito Constitucional. Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda

Direito Constitucional. Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda Direito Constitucional Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda Direitos fundamentais de segunda geração Surgimento: necessidade de intervenção estatal em

Leia mais

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Escola Brasileira de Ensino Jurídico na Internet (EBEJI). Todos os direitos reservados. 1 Principais julgados do 1 o Semestre de 2013 Julgados

Leia mais

DIREITO CIVIL Espécies de Contratos

DIREITO CIVIL Espécies de Contratos DIREITO CIVIL Espécies de Contratos Espécies de Contratos a serem estudadas: 1) Compra e venda e contrato estimatório; 2) Doação; 3) Depósito; 4) Mandato; 5) Seguro; 6) Fiança; 7) Empréstimo (mútuo e comodato);

Leia mais

Abuso de Direito (art. 187 CC) Limites ao exercício de um direito: Fins econômicos, fins sociais, costumes e boa fé.

Abuso de Direito (art. 187 CC) Limites ao exercício de um direito: Fins econômicos, fins sociais, costumes e boa fé. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Civil (Contratos) / Aula 15 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Teoria Geral dos Contratos: Princípios: Boa fé Objetiva; Fases do Contrato: Formação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.446 R E S O L V E U:

RESOLUÇÃO Nº 1.446 R E S O L V E U: RESOLUÇÃO Nº 1.446 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o Presidente do CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, por ato de 18.12.87, com base no artigo

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, nas

Leia mais

2ª feira 02/Dez/2013 - Edição nº 9097. de Umuarama.

2ª feira 02/Dez/2013 - Edição nº 9097. de Umuarama. 24 2ª feira 02/Dez/2013 - Edição nº 9097 de Umuarama. 2ª feira 02/Dez/2013 - Edição nº 9097 25 ANEXO I DO REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO Nº 9510/2013 26 2ª feira 02/Dez/2013 - Edição nº 9097 ANEXO

Leia mais

garante: respeito/consideração implica: direitos/deveres

garante: respeito/consideração implica: direitos/deveres 1 UNIDADE II PRINCÍPIOS DO DIREITO CONTRATUAL P R I N C Í P I O S 1) PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA 2) PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DA VONTADE 3) PRINCÍPIO DO CONSENSUALISMO 4) PRINCÍPIO OBRIGATORIEDADE

Leia mais

DIREITO CONTRATUAL. Uma proposta de ensino aos acadêmicos de Direito. EDITORA LTr SÃO PAULO. 347.44(81) K39d

DIREITO CONTRATUAL. Uma proposta de ensino aos acadêmicos de Direito. EDITORA LTr SÃO PAULO. 347.44(81) K39d GILBERTO KERBER Professor e advogado. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor do Curso de Graduação e de Pós-Graduação de Direito da Universidade Regional Integrada do

Leia mais

Gestão de Contratos. Noções

Gestão de Contratos. Noções Gestão de Contratos Noções Contrato - Conceito Contrato é todo acordo de vontades, celebrado para criar, modificar ou extinguir direitos e obrigações de índole patrimonial entre as partes (Direito Civil).

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

1. Compra e Venda Mercantil (art. 481/504 CC) 1. Origem histórica da compra e venda

1. Compra e Venda Mercantil (art. 481/504 CC) 1. Origem histórica da compra e venda 1. Compra e Venda Mercantil (art. 481/504 CC) 1. Origem histórica da compra e venda A compra e venda é o mais importante de todos os contratos, tendo em vista que é pela compra e venda que se dá a circulação

Leia mais

Legislação Territorial Constituição Federal de 1988. Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro

Legislação Territorial Constituição Federal de 1988. Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro Legislação Territorial Constituição Federal de 1988 Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro 01. Como a propriedade é tratada pela constituição brasileira?

Leia mais

LEI Nº 02/89. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, decretou e

LEI Nº 02/89. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, decretou e LEI Nº 02/89 Institui o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e dá outras providências. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, decretou e eu, Prefeito Municipal sanciono a

Leia mais

SÚMULAS VÍNCULANTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL SÚMULA Nº 01 SÚMULA Nº 02 SÚMULA Nº 03

SÚMULAS VÍNCULANTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL SÚMULA Nº 01 SÚMULA Nº 02 SÚMULA Nº 03 SÚMULAS VÍNCULANTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL SÚMULA Nº 01 Ofende a garantia constitucional do ato jurídico perfeito a decisão que, sem ponderar as circunstâncias do caso concreto, desconsidera a validez

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso PORTARIA Nº 005, DE 06 DE JANEIRO DE 2014. O Vereador WELITON ÚNGARO DUARTE, Presidente da Câmara Municipal de Tangará da Serra, Estado de Mato Grosso, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

Doing Business in Brazil

Doing Business in Brazil INVESTIR NO BRASIL Doing Business in Brazil Alfeu Pinto Sócio Boccuzzi e Associados 12 de Abril de 2012 Visão Geral sobre o Brasil Área territorial População PIB Regime cambial brasileiro/reservas Forma

Leia mais

1. O que é procuração?

1. O que é procuração? Procuração Pública Plano de aula: 1. O que é procuração? 2. Forma Pública 3. Identidade e Capacidade 4. Pessoas Jurídicas 5. Poderes Gerais x Especiais 6. Ad judicia x Ad negotia 7. Substabelecimento 8.

Leia mais

CONSTITUIÇÃO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL

CONSTITUIÇÃO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CONSTITUIÇÃO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL A CE-MS segue um padrão semelhante à Constituição Federal, reproduzindo em muitos artigos o que foi estabelecido na CF de 1988. Trataremos apenas de algumas

Leia mais

TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL

TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL Fulano de Tal, brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB/PR sob o nº 00.000, residente e domiciliado na Av....

Leia mais

Direito Civil III Contratos

Direito Civil III Contratos Direito Civil III Contratos Compra e Venda Art. 481 a 532 Prof. Andrei Brettas Grunwald 2011.1 1 Conceito Artigo 481 Pelo contrato de compra e venda, um dos contratantes se obriga a transferir o domínio

Leia mais

a) Liberatória (art. 299 CC) o devedor originário está exonerado do vínculo obrigacional.

a) Liberatória (art. 299 CC) o devedor originário está exonerado do vínculo obrigacional. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil / Aula 12 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: Obrigações: V - Transmissão das Obrigações: 2. Assunção de Dívida. Contratos: Teoria Geral

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

FUNÇÕES DO ESTADO função = é quando alguém exerce uma atividade representando interesses de terceiros. cláusulas exorbitantes, desapropriação etc).

FUNÇÕES DO ESTADO função = é quando alguém exerce uma atividade representando interesses de terceiros. cláusulas exorbitantes, desapropriação etc). DIREITO ADMINISTRATIVO é o ramo do direito que regula a função administrativa do Estado, independentemente de ser ela exercida ou não pelo Poder Executivo. FUNÇÕES DO ESTADO função = é quando alguém exerce

Leia mais

LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO

LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... Capítulo I LICITAÇÃO 1.1. Conceito... 1.2. Fontes normativas... 1.3. Competência legislativa...

Leia mais

CONTRATO DE LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL

CONTRATO DE LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS É o ato de vontade que, por se conformar com os mandamentos da lei e a vocação do ordenamento jurídico, confere ao agente os efeitos por ele almejados. ELEMENTOS ESTRUTURAIS I -ESSENCIAIS

Leia mais

orçamentária se realize na conformidade dos pressupostos da responsabilidade fiscal.

orçamentária se realize na conformidade dos pressupostos da responsabilidade fiscal. PORTARIA Nº O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 403, de 2 de dezembro de 2005, do Ministério da Fazenda, e Considerando o disposto no 2º do art. 50 da

Leia mais

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO No- 1, DE 9 DE JUNHO DE 2015 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH. O PLENÁRIO DO CONSELHO

Leia mais

CIRCULAR Nº 3227. Art. 3º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Alexandre Schwartsman Diretor

CIRCULAR Nº 3227. Art. 3º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Alexandre Schwartsman Diretor CIRCULAR Nº 3227 Documento normativo revogado pela Circular 3280, de 09/03/2005. Altera o Regulamento de Operações de Câmbio de Natureza Financeira do Mercado de Câmbio de Taxas Livres. A Diretoria Colegiada

Leia mais

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos.

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Olá, amigos. Como vão? Espero que tudo bem. Traremos hoje os principais artigos do Código Civil a serem estudados para

Leia mais

DOAÇÃO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 538 a 564 do CC. 2. Conceito e características da doação

DOAÇÃO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 538 a 564 do CC. 2. Conceito e características da doação 1. Referência legal do assunto Arts. 538 a 564 do CC. DOAÇÃO 2. Conceito e características da doação O art. 538 do CC define a doação como um contrato pelo qual uma pessoa, por liberalidade, transfere

Leia mais

A teoria do direito empresarial se subdivide em três:

A teoria do direito empresarial se subdivide em três: TEORIAS DO DIREITO EMPRESARIAL A teoria do direito empresarial se subdivide em três: TEORIA SUBJETIVA o direito comercial se caracterizava por dois fatores: RAMO ASSECURATÓRIO DE PRIVILÉGIOS À CLASSE BURGUESA,

Leia mais

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 8 13/3/2012 16:26 Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

Presidência da República. Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011

Presidência da República. Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER DIVISÃO ESPACIAL DO PODER FORMA DE ESTADO: UNITÁRIO 1. Puro: Absoluta centralização do exercício do Poder; 2. Descentralização administrativa: Concentra a tomada de decisões, mas avança na execução de

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 Minuta PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), para dispor sobre o comércio eletrônico. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art.

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO. SAD Anjos da Vida Cuidados Geriátricos Unipessoal Lda CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. NORMA I Âmbito de Aplicação

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO. SAD Anjos da Vida Cuidados Geriátricos Unipessoal Lda CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. NORMA I Âmbito de Aplicação Anjos da Vida REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO SAD Anjos da Vida Cuidados Geriátricos Unipessoal Lda CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O SAD designado por Anjos da Vida Cuidados

Leia mais

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE BEM IMOVEL Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Art. 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I -os direitos reais sobre imóveis e as ações

Leia mais

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Civil Professor Andre Barros Data: 19/09/2009

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Civil Professor Andre Barros Data: 19/09/2009 Aula 3: Validades dos Atos, Vícios, Erro, Dolo, Coação, Estado de Perigo, Lesão, Fraude contra credores, Simulação, Efeitos dos Negócios Jurídicos, Condição, Termo, Encargo, Prescrição e Decadência. Validade

Leia mais

E-mail do professor: rafaeldamota@gmail.com

E-mail do professor: rafaeldamota@gmail.com Turma e Ano: Delegado Civil (2013) Matéria / Aula: Direito Civil / Aula 1 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitor: Marcelo Coimbra E-mail do professor: rafaeldamota@gmail.com Parte Geral do Direito

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

2- Princípio da Solidariedade Social:

2- Princípio da Solidariedade Social: Princípios do direito de família: CF 1 ): 1- Princípio da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, III, É um dos fundamentos da República Federativa do Brasil (não é o objetivo, não confundir), significa

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE NORTELÂNDIA CNPJ 15.061.773/0001-55

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE NORTELÂNDIA CNPJ 15.061.773/0001-55 PORTARIA N.º 012/GP/2010 DE 01 DE SETEMBRO DE 2.010. Dispõe sobre o controle e a baixa do material permanente e de consumo no âmbito do Poder Legislativo e nomeia a Comissão de Reavaliação, Baixa, Registro,

Leia mais

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1 CDC PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC PONTO 2: a) DISTINÇÃO CONSUMIDOR E FORNECEDOR b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1) A BASE CONSTITUCIONAL DA DEFESA DO CONSUMIDOR: ART. 5º, XXXII 1, CF (Dir.

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO N 3431

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO N 3431 RESOLUÇÃO N 3431 O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Complementar Estadual n 85, de 27 de dezembro de 1999, tendo em vista o contido

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014 Altera a Lei nº 8.894, de 21 de junho de 1994, para isentar de IOF as operações de câmbio efetuadas por bolsistas brasileiros em estudo no exterior. O CONGRESSO

Leia mais

Súmulas em matéria penal e processual penal.

Súmulas em matéria penal e processual penal. Vinculantes (penal e processual penal): Súmula Vinculante 5 A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição. Súmula Vinculante 9 O disposto no artigo

Leia mais

ANEXO 19 AQUISIÇÃO DE CONTROLE

ANEXO 19 AQUISIÇÃO DE CONTROLE ANEXO 19 AQUISIÇÃO DE CONTROLE 1. Descrever o negócio Trata-se da aquisição de 100% do negócio explorado pela I.T.W.S.P.E. Confecções Ltda. ( Sociedade ), após conferência ao seu capital social de certos

Leia mais

Regime jurídico das empresas estatais

Regime jurídico das empresas estatais Prof. Márcio Iorio Aranha Regime jurídico das empresas estatais 1) Submissão aos princípios gerais da Administração Pública (art. 37, caput legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência)

Leia mais

DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL Nº 1.114.10,

Leia mais

1. Legislação empresarial:

1. Legislação empresarial: 1 DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: Legislação empresarial PONTO 2: Conceitos de Direito Empresarial PONTO 3: Excluídos do Regime Jurídico Empresarial PONTO 4: Espécies de Empresário PONTO 5: Gênero de Sociedades

Leia mais

LEI Nº 3106/2010, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010.

LEI Nº 3106/2010, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010. LEI Nº 3106/2010, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010. CRIA A SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, ABRE CRÉDITO ESPECIAL, REVOGA A LEI Nº 2689/2006, DE 23-05-2006, EXTINGUE O CARGO DE DIRETOR DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL

Leia mais

Direito Civil: parte geral. Prof. Thiago Caversan Antunes

Direito Civil: parte geral. Prof. Thiago Caversan Antunes Direito Civil: parte geral Prof. Thiago Caversan Antunes FEMPAR Londrina V Turma de Pós-Graduação Ano 2012 Parte Geral do Código Civil de 2002 - Das pessoas (art. 1º a 69); - Do domicílio (art. 70 a 78);

Leia mais

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação Direito Civil Contratos Aula 1 Exercícios Professora Consuelo Huebra EXERCÍCIO 1 Assinale a opção correta com relação aos contratos. a) O contrato preliminar gera uma obrigação de fazer, no entanto não

Leia mais

CONTRATO DE TRANSPORTE (Art. 730 a 756, CC)

CONTRATO DE TRANSPORTE (Art. 730 a 756, CC) CONTRATO DE TRANSPORTE (Art. 730 a 756, CC) 1. CONCEITO O contrato de transporte é o contrato pelo qual alguém se vincula, mediante retribuição, a transferir de um lugar para outro pessoas ou bens. Art.

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Segurança Pública, no entendimento do professor Orlando Soares (in Comentários à Constituição da República Federativa do Brasil), traduz o estado

Leia mais

6. Tópicos Especiais em Obrigações. Tópicos Especiais em Direito Civil

6. Tópicos Especiais em Obrigações. Tópicos Especiais em Direito Civil 6. Tópicos Especiais em Obrigações Tópicos Especiais em Direito Civil Obrigações O professor Álvaro Villaça define a obrigação como a relação jurídica de caráter transitório que vai ser garantida pelo

Leia mais

I - Objetivos Gerais:- Estudo da parte geral do direito dos contratos, numa análise gene$rica destes, ou seja,

I - Objetivos Gerais:- Estudo da parte geral do direito dos contratos, numa análise gene$rica destes, ou seja, Plano de Ensino Disciplina: DIREITO CIVIL III Curso: DIREITO Código: Série: 3ª Obrigatória ( X ) Optativa ( ) CH Teórica: 100 CH Prática:36 CH Total: 136 I - Objetivos Gerais:- Estudo da parte geral do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1021-ANTAQ, DE 24 DE ABRIL DE 2008.

RESOLUÇÃO Nº 1021-ANTAQ, DE 24 DE ABRIL DE 2008. RESOLUÇÃO Nº 1021-ANTAQ, DE 24 DE ABRIL DE 2008. ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS-ANTAQ, APROVADO PELA RESOLUÇÃO Nº 646-ANTAQ, DE 06 DE OUTUBRO DE 2006, E DÁ OUTRA

Leia mais

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR O contrato sob o prisma da existência, da validade e da eficácia. Eduardo Monteiro de Castro Casassanta 1. Introdução. 2. O plano da existência. 3. O plano da validade. 4. O plano da eficácia. 5 Conclusão

Leia mais

REGIMENTO DO CREA-RJ TÍTULO I DO CONSELHO REGIONAL CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA FINALIDADE E DA ORGANIZAÇÃO DO CREA

REGIMENTO DO CREA-RJ TÍTULO I DO CONSELHO REGIONAL CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA FINALIDADE E DA ORGANIZAÇÃO DO CREA REGIMENTO DO CREA-RJ TÍTULO I DO CONSELHO REGIONAL CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA FINALIDADE E DA ORGANIZAÇÃO DO CREA Art. 1 o O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro Crea-RJ

Leia mais

Luiz Affonso Trevisan Prefeito Municipal

Luiz Affonso Trevisan Prefeito Municipal Projeto de Lei nº 124, de 24 de novembro de 2015. Autoriza o Executivo Municipal a realizar a concessão gratuita de direito real de uso, de 01 (um) lote no Distrito Industrial a Empresa ALDAIR GALLON,

Leia mais

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a

Leia mais

DECRETO Nº 4.732, DE 10 DE JUNHO DE 2003. Dispõe sobre a Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, do Conselho de Governo.

DECRETO Nº 4.732, DE 10 DE JUNHO DE 2003. Dispõe sobre a Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, do Conselho de Governo. DECRETO Nº 4.732, DE 10 DE JUNHO DE 2003. Dispõe sobre a Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, do Conselho de Governo. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos

Leia mais

Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação

Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação Capítulo I Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação Desapropriação é o termo jurídico que indica ato, emanado do poder público, do qual resulta a resolução do domínio do titular sobre

Leia mais

CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO

CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 1 CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 03/09/2013 2 PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO E AS LIMITAÇÕES DO DECRETO 7.962/2013 3 Conclusões O CDC é mais do que suficiente para a

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992. Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento

Leia mais

Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro

Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro Semana de Produção e Consumo Sustentável Mauricio Pellegrino de Souza FIEMG Convenção de Viena 1969 Direito dos Tratados

Leia mais

DECRETO Nº 7.294, DE 6 DE SETEMBRO DE 2010 DOU 08.09.2010. Dispõe sobre a Política de Mobilização Nacional.

DECRETO Nº 7.294, DE 6 DE SETEMBRO DE 2010 DOU 08.09.2010. Dispõe sobre a Política de Mobilização Nacional. DECRETO Nº 7.294, DE 6 DE SETEMBRO DE 2010 DOU 08.09.2010 Dispõe sobre a Política de Mobilização Nacional. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a",

Leia mais

PL 4330 Reunião realizada no dia

PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Propostas de alteração Observações das Centrais Sindicais Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1983/07, DE 14 DE JUNHO DE 2007.

LEI MUNICIPAL Nº 1983/07, DE 14 DE JUNHO DE 2007. LEI MUNICIPAL Nº 1983/07, DE 14 DE JUNHO DE 2007. Cria o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente COMDEMA e dá outras providências. INÍDIO PEDRO MUNARI, Vice-Prefeito em exercício no cargo de Prefeito

Leia mais