A PRODUÇÃO DE MAQUETES COMO INSTRUMENTO PEDAGÓGICO PARA O ENSINO DE MODELOS ATÔMICOS

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1 A PRODUÇÃO DE MAQUETES COMO INSTRUMENTO PEDAGÓGICO PARA O ENSINO DE MODELOS ATÔMICOS Janice Silvana Novakowski Kierepka 1 Thatiane de Britto Stähler 2 Lenir Basso Zanon 3 Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ 1,2,3 Palavras-chave: Ensino de Química, modelos atômicos, epistemologia. Introdução A ciência, ainda hoje, é apresentada a sociedade de forma desinteressada, neutra, pura e ingênua, sendo que o único objetivo de divulgação é manter o respeito, status social, para despertar o interesse para a formação de novos cientistas (LOPES, 1999). No ensino de Química, essas perspectivas também estão presentes, pois geralmente o conhecimento científico é apresentado aos alunos como acabado, inquestionável, uma verdade absoluta, ou ainda, um produto, quando na verdade, o conhecimento científico deveria ser trabalhado como um processo (LOPES, 2007). Nesse sentido, torna-se necessária a consciência de que o conhecimento científico não se desenvolve por meio de um processo contínuo, pelo mero acúmulo de informações que refletem o real, uma simples descrição da natureza, sob o olhar empírico-positivista, mas pelo contrário, deve-se concedê-lo como um processo descontínuo, no qual é preciso romper com os conhecimentos anteriores para se construir novos conhecimentos, sendo estes não o reflexo do real dado, mas um real construído, criado pela mente humana, um diálogo entre a razão e a empiria (LOPES, 1999, 2007). Segundo o professor e filósofo Bachelard que realizou importantes críticas às perspectivas empírico-positivistas e ao ensino de ciências, o conhecimento científico não se constitui em um refinamento ou aprimoramento do conhecimento do senso comum, pelo contrário, rompe completamente com aquilo que já se sabe. Para ele, o 1 Professora de Educação Básica. Mestranda do Curso de Mestrado em Educação nas Ciências. Bolsista PROSUP/CAPES. 2 Mestranda do Curso de Mestrado em Educação nas Ciências. 3 Professor de Química (Ensino Superior) - DCVIDA - Departamento Ciências da Vida,

2 aluno só irá aprender se lhe forem dadas razões que o obriguem a mudar sua razão, havendo então a substituição de um saber fechado e estático por um conhecimento aberto e dinâmico. (LOPES, 2007, p.58-59). Sendo assim, o aprendizado ocorre à medida que transforma o espírito do aprendiz, contra o conhecimento anterior (LOPES, 2007). Na escola, é postura frequente de professores ensinarem a química por meio de conceitos, fórmulas e equações de forma estática, sem a presença do diálogo, com a mera transmissão de informações, utilizando como instrumento apenas o livro didático. O ensino desenvolvido de tal forma, conforme Bachelard, não permite o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizado, pois segundo ele não há ensino onde não houve aprendizagem, não existe a passagem do conceito por mera repetição do dito, como informações percorrendo uma correia de transmissão. (LOPES, 2007, p.60) Sendo assim, o emprego de instrumentos didáticos diversos é importante para superar a tendência a aulas tradicionais, demasiadamente centradas no livro didático. Conforme destaca Geraldi (1994, p. 15), o livro didático parece assumir, em alguns casos, a condução do processo pedagógico, que está sendo expropriado do professor. O uso do livro didático está atrelado a práticas de ensino orientadas pela concepção de ensino e aprendizagem de transmissão e recepção. Na medida em que buscamos formar alunos críticos e reflexivos precisamos incitar os alunos a pensar e participar ativamente do processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, propôs-se uma atividade diferenciada por meio da construção de modelos atômicos, durante aulas de Química, em duas turmas de 1º ano do Ensino Médio Politécnico, de uma escola situada na cidade de Santo Ângelo/RS, com vistas a proporcionar aos estudantes refletir acerca do processo de constituição do conhecimento científico envolvido em tais modelos, tendo-os como uma construção humana, e não como uma verdade absoluta ou produto pronto, acabado e inquestionável. Metodologia Foi proposto aos estudantes de duas turmas de 1º ano do Ensino Médio Politécnico construir maquetes dos modelos atômicos de Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr, utilizando diferentes materiais. Para o desenvolvimento da prática, as turmas foram divididas em grupos de 4 a 5 alunos.

3 Esta prática de confecção das maquetes foi realizada após o desenvolvimento de aulas teórico-expositivas sobre os quatro modelos atômicos trabalhados: Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr. Dessa forma, quando proposta a atividade de confecção dos modelos atômicos os alunos já tinham um aporte teórico para a pesquisa sobre os modelos. Foi proposto pela professora que utilizassem como fonte de consulta o registro nos cadernos e o livro didático. Foram confeccionadas duas maquetes sobre o modelo atômico de Dalton, quatro de Thomson, duas de Rutherford e duas de Bohr. O tempo destinado para a atividade foram duas semanas, sendo realizada a confecção dos modelos em atividade extraclasse e que, posteriormente, foram apresentadas e discutidas com a turma, com a finalidade de produzir o conhecimento e identificar possíveis equívocos nas maquetes ou na explicação sobre o modelo atômico. Resultados e Discussão Durante as apresentações das maquetes, ponto crucial dessa atividade, buscou-se questionar os estudantes englobando aspectos epistemológicos acerca dos modelos, refletindo sobre o processo de constituição desses conhecimentos científicos. Procurouse esclarecer que os modelos atômicos são uma construção da mente humana que está sujeita a contestações, e que não é uma descrição real da natureza, e por isso não pode ser considerado como uma verdade acabada, pronta para ser apenas revelada. Também, destacou-se sobre a importância de conhecer o contexto histórico envolvido no processo de construção desses conhecimentos, vistos que cada época possui distintas características, pensamentos e valores. Figura 1. Modelo atômico de Dalton

4 Figura 1. Modelo atômico de Thomson Figura 1. Modelo atômico de Rutherford Conclusão Figura 1. Modelo atômico de Bohr A produção do conhecimento científico não se desenvolve apenas pela construção de modelos didáticos pelos alunos, ou a mera transmissão de informações pelo professor, mas sim por meio da interação e do diálogo entre o professor e o aluno. O uso de diferentes estratégias de ensino, como a construção da maquete dos modelos atômicos, permitiu um maior envolvimento dos estudantes com esse assunto, oportunizando-os a participar ativamente da construção do conhecimento, à medida que o conhecimento não pode ser visto como produto e sim como um processo. Dessa

5 forma, a reflexão epistemológica tornou-se fundamental no processo de ensino e aprendizado envolvendo os modelos atômicos, pois possibilitou aos estudantes pensar o conhecimento científico de forma histórica, considerando sua provisoriedade e sua contingência, como construção humana (LOPES, 2007). Referências GERALDI, Corinta Maria Grisolia. Currículo em ação: buscando a compreensão do cotidiano na escola básica. Pro-Posições. v.5, n.3. UNICAMP, Disponível em: <http://www.proposicoes.fe.unicamp.br/~proposicoes/textos/15_artigo_geraldicmg.pdf >. Acesso em: 19 set LOPES, Alice C. Conhecimento escolar: cotidiano e científico. Rio de Janeiro RJ: Editora UERJ, LOPES, Alice C. Currículo e Epistemologia. Ijuí RS: Unijuí:, 2007.

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