PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO. Flávia Vasconcellos Sella

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO. Flávia Vasconcellos Sella"

Transcrição

1 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA UEL UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ UEM MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Flávia Vasconcellos Sella ESTRUTURA E AGÊNCIA NO MEIO RURAL: UM ESTUDO DO PROJETO REDES DE REFERÊNCIA PARA A AGRICULTURA FAMILIAR A PARTIR DA TEORIA NEOINSTITUCIONAL Londrina 2009

2 FLÁVIA VASCONCELLOS SELLA ESTRUTURA E AGÊNCIA NO MEIO RURAL: UM ESTUDO DO PROJETO REDES DE REFERÊNCIA PARA A AGRICULTURA FAMILIAR A PARTIR DA TEORIA NEOINSTITUCIONAL Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Administração Mestrado em Administração da Universidade Estadual de Maringá em consórcio com a Universidade Estadual de Londrina, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Administração. Orientadora: Profª. Drª. Elisa Yoshie Ichikawa Londrina 2009

3 FLÁVIA VASCONCELLOS SELLA ESTRUTURA E AGÊNCIA NO MEIO RURAL: UM ESTUDO DO PROJETO REDES DE REFERÊNCIA PARA A AGRICULTURA FAMILIAR A PARTIR DA TEORIA NEOINSTITUCIONAL Dissertação aprovada como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Administração, do Programa de Pós- Graduação em Administração (PPA- UEL/UEM), sob apreciação da seguinte banca examinadora: Aprovada em 18 de dezembro de Profª. Drª. Elisa Yoshie Ichikawa Orientadora PPA-UEM/UEL Profª. Drª. Amália Maria Goldberg Godoy Convidada - UEM Profª. Drª. Maria Iolanda Sachuk Membro - PPA-UEM/UEL

4 À minha família, aos amigos e à professora Elisa - que nunca desistiu de mim, mesmo tendo eu tantas vezes desistido.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus, à minha família, ao PPA professores e colegas; à EMATER/PR e ao IAPAR, que tanto se dispuseram a ajudar; aos agricultores, que fizeram parte das entrevistas e tornaram o trabalho concreto; e aos amigos, em especial à professora e orientadora Elisa, e à Cely, que tornaram tudo isso possível.

6 RESUMO O Brasil tem na agropecuária uma de suas principais atividades econômicas, seja por suas condições naturais ou pelo próprio processo de colonização que teve. Desta forma, o setor conta com tecnologia e pesquisa para ajudar a se desenvolver. Porém, os agricultores nem sempre adotam as práticas derivadas destas pesquisas, por não se identificarem com elas, daí a necessidade de tecnologia e projetos para adaptar os conhecimentos do laboratório para o campo. Neste contexto, o Paraná decidiu adotar o Projeto Redes de Referência para a Agricultura Familiar, um projeto do Governo do Paraná, em conjunto com o Institute d Élevage, o BIRD - Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, a EMATER/PR (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural) e o IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná). O Projeto consiste em escolher propriedades representativas de características regionais e sistemas de produção, com informações sobre solo, mão-de-obra e produção para que, a partir de diagnóstico de necessidades, fossem sugeridas ações para incremento de produtividade e melhora de qualidade de vida dos agricultores. A partir de parâmetros técnicos e econômicos, estas práticas seriam validadas e difundidas para as outras unidades por elas representadas. Assim, nesta dissertação, procurase compreender como o Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar influenciou as ações gerenciais e técnicas dos produtores rurais no Paraná, inseridos e não inseridos no Projeto no período de 1998 a A partir da apresentação do Projeto, das ações relativas à condução gerencial e técnica dos produtores inseridos e não inseridos no Projeto, interpretouse as manifestações de estrutura e capacidade de agência dos produtores inseridos e dos não inseridos no Projeto. Isso foi realizado com base nas prescrições do Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar, nos esquemas interpretativos dos produtores entrevistados e nas suas ações relativas à condução gerencial e técnica no período estudado, sob ótica da Teoria Neoinstitucional e Teoria da Estruturação. Estas teorias estudam como as organizações (e aqui se pode incluir as propriedades rurais), estão ligadas por interdependências técnicas, estruturais, normativas e cognitivas, o que pode gerar o isomorfismo, ou seja, respostas e estruturas semelhantes, e legitimadas, às pressões ambientais, sociais e políticas. Porém, estas respostas podem ser diversas a depender das diferentes lógicas institucionais e estímulos que as empresas sofrem, como enxergam as mudanças e do contexto relacional entre os que propõem a mudança e os que a adotam, além da influência de redes de relacionamento e filtros de adoção de inovações. Ou seja, as respostas às estruturas sociais dependem da interpretação que o agente tem delas, enquanto as reproduzem ou modificam, enquanto as traduzem para sua própria realidade, o que autores denominam capacidade de agência. Com a pesquisa, percebeu-se que há esta capacidade de agência nas ações da maioria dos agricultores inseridos e não inseridos no Projeto. Viu-se também que, pelos atores terem agência, podem gerar diferentes respostas aos mesmos estímulos, mas sempre de forma limitada e a limitar a estrutura do Projeto. Palavras-chave: Estrutura e Agência, Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar, Teoria Neoinstitucional, Teoria da Estruturação.

7 ABSTRACT One of Brazil s main economic activities is the agriculture and cattle raising industry, so it is for its natural conditions or for its colonization process. Therefore this sector has intensive research and tecnology to help its development. But, the farm men not always adopt the practices from these researches because they not constantly recognize themselves with them, thus there is the necessity of projects and studies to adapt the research knowledge to the field. Hence Parana adopted the Projeto Redes de Referência para a Agricultura Familiar, a Government of Parana Project togheter with the Institute d Élevage, IBRD International Bank for Reconstruction and Development, EMATER/PR (Parana`s Institute of Technical Assistence and Rural Extention) and IAPAR (Agronomic Institute of Parana). The Project chooses representative proprierties with regional characteristics and production sistems, with information about the earth, workforce and production so, from needs diagnosis, production rasing information and well fare actions for the farmers can be done. Then, from technical and economic parameters, these practices would be validated and difunded to the other units for them represented. Accordingly, in this paper, we have aimed to understand how the Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar has influenced the management and thechnical actions of the Parana s husbandmen, in and off the Project, from 1998 until With the Project and the farmer s action toward management and thechnical conduction presentation, it has been interpreted the structure and agency capacity of the farmers in or off the Project. Based on the prescriptions of the Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar, the interviewed farmers interpretative schemas and in their actions related to the management and thechnical conduction in the period studied, under the neoinstitutional theory and the estructuration theory. These theories study how the organizations (and the rural enterprises) are connected thru technical, structural, normative and cognitive inter-dependencies, what can provoque the isomorfism, in other words, similar answers and structures and legitimated by enviromental, social and political pressures. However these answers can be diverse depending on the different institutional logics and stimulus that the organizations sufer, how they understand the changes and on the reletional context between those who propose the change and those who adopt them, besides the relationship network and the innovation adoptions filters. Meaning: the answers to the social structures depend of the interpretation that the agent has of them, while they modify or reproduce them, while they translate them to their own reality, what authors call agency capacity. With this research it can be concluded that there is agency in the actions of the majority of the farmer inside and outside the Program. And that, because the actors have agency, they produce different answers to the same stimulus, but always in a limited way and limiting the Project Structure. Key-words: Structure and Agency, Redes de Referência para Agricultura Familiar Project, Neoinstitutional Theory, Structuration Theory.

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Diferenças entre velho e novo institucionalismo Quadro 2 Os pilares institucionais Quadro 3 Perspectiva do ambiente institucional versus ambiente técnico Quadro 4 Contexto efetivo da Teoria Neoinstitucional Quadro 5 Critérios para definição da categoria social do produtor rural Quadro 6 Padrões nas categorias e tempo scripts dos produtores entrevistados

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Processo de institucionalização Figura 2 Estruturação de Giddens Figura 3 Funcionamento da agência Figura 4 Circuito de reprodução Figura 5 Mapa do Paraná destacando as mesorregiões onde foi inicialmente implantado o Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar Figura 6 Modelo seqüencial de institucionalização Figura 7 Etapas do trabalho das redes de referência Figura 8 Municípios onde existem estabelecimentos das redes e suas principais atividades econômicas que compõem sistemas de produção em estudo... 79

10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS APAE Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais ASTRUF Associação dos Trabalhadores Rurais do Assentamento da Fazenda São Francisco BIRD Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento COOPAVEL Cooperativa Agroindustrial de Cascavel CRESOL Cooperativa de Crédito Rural com Interação Solidária EMATER/PR Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária IAPAR Instituto Agronômico do Paraná INCRA Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária MST Movimento dos Trabalhadores Sem Terra PIB Produto Interno Bruto PROAGRO Programa de Garantia da Atividade Agropecuária PRONAF Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar SEAB Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento UEM Universidade Estadual de Maringá

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-EMPÍRICA A TEORIA NEOINSTITUCIONAL Instituições: fontes cognitivas do agir ESTRUTURA E AGÊNCIA PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PERGUNTAS DE PESQUISA DEFINIÇÃO CONSTITUTIVA E OPERACIONAL DELINEAMENTO DA PESQUISA DADOS: FONTES, COLETA E INTERPRETAÇÃO Fontes de dados Instrumentos de coleta de dados Sujeitos da pesquisa Interpretação dos dados APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS O PROJETO REDES DE REFERÊNCIA PARA AGRICULTURA FAMILIAR OS PRODUTORES RURAIS Os agricultores inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar Os agricultores não inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar AS AÇÕES REALIZADAS As ações realizadas por agricultores inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar As ações realizadas por agricultores não inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar AS MANIFESTAÇÕES DE ESTRUTURA E CAPACIDADE DE AGÊNCIA ENTRE OS DOIS GRUPOS DE AGRICULTORES CONCLUSÕES REFERÊNCIAS A) ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS PRODUTORES INSERIDOS NO PROJETO B) ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS PRODUTORES NÃO INSERIDOS NO PROJETO...180

12 11 1 INTRODUÇÃO O Brasil tem na agropecuária uma de suas principais atividades econômicas, sendo que um a cada três reais gerados no país é derivado do agronegócio, ou seja, segundo estatísticas do Ministério da Agricultura, 33% do Produto Interno Bruto (PIB), 42% das exportações totais e 37% dos empregos brasileiros vêm da agricultura. Estes resultados são alcançados pela vocação do país para a agricultura, devido à quantidade de mananciais, qualidade do clima e solo etc., pela própria cultura e processo de colonização e pelo incentivo até hoje dado ao setor. Além disso, nas últimas décadas, houve muita pesquisa em ciência e tecnologia gerada em institutos de pesquisas pelo Brasil, para o incremento das atividades no meio rural (MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, 2007). No Paraná, o órgão oficial de pesquisa agropecuária é o IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná). Ele foi estabelecido com a finalidade de execução da pesquisa técnico-científica e a formação e treinamento de pessoal especializado, visando o desenvolvimento da agricultura paranaense. Segundo Borgonhoni (2005), o Instituto auxilia na formulação e implementação de políticas públicas para o Estado, sendo o órgão encarregado de receber as demandas advindas dos diversos atores sociais e identificar oportunidades que possam contribuir para a inovação de produtos e processos agropecuários. Um exemplo disso é o Projeto Redes de Referência para a Agricultura Familiar. Na década de 1990, iniciou-se um intercâmbio de técnicos do IAPAR e do Institut de l Élevage, da França, para aplicação de um projeto de pequenos agricultores no Paraná, com os objetivos de: (a) levantar demandas de pesquisa a partir de diagnósticos nas propriedades; (b) realizar testes, ajustes e validação de tecnologias; (c) ofertar tecnologias e/ou atividades que ampliem a eficiência dos sistemas de produção; (d) disponibilizar informações e propor métodos para orientar os agricultores na gestão da propriedade rural; (e) servir como pólo de difusão e capacitação de técnicos e agricultores e subsidiar na formulação de políticas de promoção da agricultura familiar (EMATER/PR, 2007). Com essa perspectiva, um conjunto de propriedades representativas de determinado sistema de produção familiar foi escolhido. A intenção era que, após o processo de otimização visando à ampliação de sua eficiência e sustentabilidade, conduzido por agricultores e

13 12 técnicos (pesquisadores do IAPAR e extensionistas do EMATER/PR 1 ), estas propriedades servissem como referência técnica e econômica para as outras unidades por elas representadas (EMATER/PR, 2007). Assim, as propriedades inseridas no Projeto foram divididas em diferentes sistemas de produção, segundo características como solo, clima, mão-de-obra e maquinário disponível. De cada sistema foi escolhida uma propriedade para testes de novos arranjos produtivos para servir de referência posterior às outras propriedades semelhantes. Estas, não são semelhantes apenas por fatores geográficos, mas por fatores culturais e sociais. Segundo Meyer e Rowan (1991), as empresas de forma geral (e aqui se pode incluir as propriedades rurais), estão ligadas por interdependências técnicas e por trocas. Existe um paralelismo entre as organizações e o ambiente; afinal, as primeiras refletem a realidade construída socialmente no segundo. Este paralelismo entre as organizações é denominado, na Teoria Neoinstitucional, de isomorfismo, o que significa que o ambiente designa alguns valores e modelos legitimados institucionalizados - para as organizações, que para nele sobreviverem, devem segui-los. Mas, acreditar na aplicação irrestrita destes modelos é acreditar na pura reprodução dos mesmos. Se assim fosse, todas as práticas institucionalizadas seriam reproduzidas sem modificação. A literatura fala em agência para explicar a capacidade de reconstrução dos modelos por atores individuais (GIDDENS, 2003; SCOTT, 2001). Ou seja, segundo Machado-da-Silva et al. (2005), agência é a capacidade de agir, influenciada por estruturas referenciais, não apenas a reprodução das mesmas. O homem vive em sociedade, e para tanto, necessita de segurança em suas atitudes perante si e os outros. Assim, conforme vive, aprende como se portar em determinadas situações a partir de conseqüências desejadas. Giddens (2003) explica que, a partir desta aprendizagem, a qual é individual e ao mesmo tempo coletiva - dada que é social - em que os atores criam, recriam e reproduzem modelos, certas práticas passam a ser tidas como corretas em alguns contextos é a institucionalização ou processo de criação de estruturas. 1 Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural

14 13 Nota-se, portanto, que certas práticas são aceitas e reproduzidas (ou não) a partir da interpretação dos atores dos contextos e das respostas que julgam convenientes segundo suas intenções. Desta forma, mesmo em situações semelhantes, os indivíduos podem agir de formas diferentes, afinal, os contextos ambientais podem ser captados de forma diferente. É o que a literatura hoje denomina de tradução e edição, ou seja os indivíduos traduzem e editam as práticas do meio para sua própria realidade, seguindo as estruturas, mas de forma a adaptá-las a sua realidade. Com esta perspectiva e trazendo para o cenário desta dissertação, o que se pode perceber é que os pequenos produtores da agricultura familiar no Paraná estão inseridos no que Guarido Filho e Machado-da-Silva (2001) chamam de contexto objetivamente orientado por relações de trocas e, segundo Lourenzani (2003), dependentes de políticas governamentais, tecnologias, mercados específicos e de condições edafo-climáticas variadas. E, além desse contexto efetivo, há a interpretação desse contexto, que depende da realidade socialmente construída. Assim, o que se quer pesquisar aqui é a visão subjetiva do ambiente desses produtores, ou seja, investigar se a interpretação do contexto dos pequenos agricultores inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar é diferente dos não inseridos. A partir disso, pretende-se estudar as manifestações de estrutura e capacidade de agência entre os dois grupos de agricultores, com base em suas ações realizadas desde o início do Projeto até Detalhando a colocação acima, no caso do Projeto Redes de Referência, é de se presumir que a partir de testes, observação e divulgação dos instrumentos utilizados pelos agricultores, extensionistas e pesquisadores, as estruturas foram sendo institucionalizadas e passando a servir de modelo às outras. Ou seja, com a pesquisa procura-se compreender não apenas efeitos de instituições, mas seu processo de formação (ou não) e seus significados. Com isso, pretende-se interpretar a influência do Projeto Redes de Referência na capacidade de agência dos agricultores contemplados e não contemplados no Projeto. Essa preocupação surgiu ao estudar dissertações anteriores sobre o assunto (SALDANHA, 2005; ARAÚJO, 2007), que investigaram o Projeto Redes de Referência sob outra perspectiva, mas que deixaram em aberto essa nova possibilidade, de se executar pesquisas empíricas que unam

15 14 preceitos da teoria da estruturação de Giddens (2003) e abordagem neoinstitucional, tendo como objeto de pesquisa a área agrícola. Baseado nestas considerações, o problema de pesquisa que se coloca para investigação é o seguinte: Como o Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar influenciou as ações gerenciais e técnicas dos produtores rurais no Paraná, inseridos e não inseridos no Projeto, no período de 1998 a 2009? 1.1 OBJETIVOS Objetivo geral Com base no problema de pesquisa anteriormente colocado, o objetivo geral desta dissertação é: Entender como o Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar influenciou as ações gerenciais e técnicas dos produtores rurais no Paraná, inseridos e não inseridos no Projeto no período de 1998 a Objetivos específicos Para a consecução do objetivo geral acima colocado, os objetivos específicos a serem alcançados neste trabalho são: 1) Apresentar o Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar, descrevendo a sua atuação no Paraná de 1998 a 2009; 2) Descrever as ações relativas à condução gerencial e técnica dos produtores inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar; 3) Descrever as ações relativas à condução gerencial e técnica dos produtores não inseridos no Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar;

16 15 4) Interpretar as manifestações de estrutura e capacidade de agência dos produtores inseridos e dos não inseridos no Projeto, com base nas prescrições do Projeto Redes de Referência para Agricultura Familiar, nos seus esquemas interpretativos e nas suas ações relativas à condução gerencial e técnica no período estudado. 1.2 JUSTIFICATIVA O setor agropecuário é de suma importância para a economia e a sociedade brasileira. Assim, estudar este contexto, bem como possíveis arranjos e formas de gestão, sua implantação e processo são de grande valia aos estudos organizacionais. Ainda mais quando se estuda pequenos agricultores, que necessitam da terra para seu sustento e os projetos a eles sugeridos pelos sucessivos governos e seus aparelhos de Estado, que têm conseqüências administrativas, econômicas e sociais. A Teoria Neoinstitucional entra nesse contexto como forma de tentar explicar como se dão as manifestações de estrutura e a capacidade de agência entre os pequenos agricultores, considerando o meio institucional no qual estão inseridos. Especialmente aqueles inseridos no Projeto Redes de Referência para a Agricultura Familiar, um projeto cujos atores agricultores, institutos de pesquisa, órgãos de extensão rural e governo, principalmente são altamente institucionalizados, nem sempre possuem os mesmos objetivos, mas que neste contexto estão intimamente ligados, afinal as propriedades dos agricultores são os palcos de pesquisa e de desenvolvimento de tecnologia para outras propriedades e para os próprios pesquisadores do IAPAR e extensionistas da EMATER/PR. Neste contexto de pluralidade institucional e das relações entre diferentes atores com específicas relações de poder, dá-se palco a uma relação extremamente rica para tentar estudar empiricamente como se dá a interação entre estes atores; o que ela determina; quais são as pressões institucionais sofridas pelos agricultores inseridos (e os não inseridos) e o que estas relações significam para eles. Com este trabalho, procura-se auxiliar, então, no aprofundamento de uma teoria baseada não apenas em estudos de efeitos institucionais, mas de seu processo de formação e significação para o campo e para as organizações individuais.

17 16 Assim, a pesquisa traz relevância prática, por estudar outras nuanças do Projeto seu significado subjetivo e intersubjetivo para seus atores. E teórica, pois visa estudar como e porque estas organizações funcionam como o fazem e quais as conseqüências deste funcionamento. E, de forma mais específica, compreender as relações de estrutura e agência - relação de dualismo muito estudada na teoria organizacional - a qual teve até um volume especial da Organizational Studies em 1997, cujos artigos intercalaram conceitos de mudança institucional, também objeto de volume especial de revista científica, a Academy of Management Journal, em 2002, se mostra relevante para a pesquisa atualmente. 1.3 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO A dissertação está organizada de modo a atingir seus objetivos. O primeiro capítulo introduz, contextualiza, apresenta a problemática em questão e a justificativa do trabalho. O segundo capítulo apresenta a Teoria Neoinstitucional, abordagem que norteia o estudo, assim como apresenta os conceitos de estrutura e agência. No terceiro capítulo, procura-se mostrar o percurso metodológico para atingir os objetivos da pesquisa. O quarto apresenta o Projeto Redes de Referência para a Agricultura Familiar e também contém a apresentação e interpretação dos dados primários, coletados a partir das entrevistas realizadas, e secundários, a partir de análise de documentos relativos ao Projeto de cunho oficial produzidos pela EMATER/PR e IAPAR - e cunho acadêmico, dissertações e artigos sem vínculo direto com os Institutos de pesquisa e extensão. Por fim, são colocadas as conclusões do trabalho, organizadas de forma a mostrar a consecução dos objetivos da dissertação.

18 17 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-EMPÍRICA Este capítulo tem como intento apresentar a sustentação teórica do trabalho, para chegar ao seu fim principal: entender como o Projeto Redes de Referência influenciou as ações gerenciais e técnicas dos produtores de leite inseridos e não inseridos no Projeto no período de 1997 a Serão apresentados diferentes enfoques dentro desta abordagem, para evidenciar suas especificidades e aprofundar seu entendimento. 2.1 A TEORIA NEOINSTITUCIONAL Reed (1998) é um dos autores que argumentam que as teorias sobre as organizações podem ser vistas como processos de ação e criação em períodos específicos, conforme a legitimação do conhecimento e enfoque da condição histórico-social vigente. Seria um modo de ver o mundo, pelo qual pesquisadores procuram explicá-lo, influenciando assim os meios e resultados das pesquisas. Essa idéia pode ser complementada pela seguinte afirmação: as ciências sociais diferenciam das naturais, pois ajudam a criar-se (GIDDENS, 2003, p. XL). Segundo Scott (1991), com o advento do capitalismo, as organizações formais passaram a ter papel fundamental nos estudos sociais, como peças essenciais no sistema sociológico. Desde então, segundo Greenwood et al. (2002), inúmeras teorias procuram entender como e porque as organizações funcionam como o fazem e quais as conseqüências destas ações. Assim, existem várias teorias sobre as organizações, cada qual representando o estado da arte de um momento específico. Neste contexto, emerge a Teoria Neoinstitucional. Na visão de Scott (2001), esta teoria, ao lado da Teoria da Ecologia Organizacional, procura explicar as diversidades nos campos organizacionais (organization fields). Estes campos seriam sistemas compartilhados de significados formados por organizações com alto grau de interação, estruturas, informações e percepções intra-organizacionais compartilhadas e padrões de coalizões (DIMAGGIO; POWELL, 1991; GREENWOOD et al., 2002; SCOTT, 2001; TOLBERT; BARLEY, 1997). Assim, os campos não são mais apenas locais de proximidade geográfica e relações cara a cara, como o velho institucionalismo descrevia. Mas, ambientes formados por indústrias, profissões, agentes de governo e outros agentes que compartilham significados, estruturas e

19 18 percepções e sentimento de mutualidade. Um exemplo de campo organizacional seria o da agricultura, que abrange propriedades rurais dos mais diversos tamanhos, cooperativas, governo, agências e autarquias, cooperativas, institutos de pesquisa, empresas de transporte, entre outros. Tolbert e Zucker (2006) defendem a idéia de que a Teoria Neoinstitucional parte da premissa de que as organizações, por estarem inseridas em sistemas os campos - se inter-relacionam. A afirmação de Meyer e Rowan (1991, p. 41) reforça essa opinião: organizações formais são sistemas de atividades coordenadas e controladas que emergem quando seu trabalho imerge em complexas redes de relações técnicas e trocas. Neste sentido, Greenwood et al. (2002) discorrem que as influências das redes sociais e contexto institucional explicam inclusive os mitos racionalizados, ou seja, o entendimento comum criado por interação social - do meio apropriado de se fazer as coisas ou prescrições de conduta apropriada. Em sua pesquisa, estes autores narram as ações da Associação de Contadores do Canadá e de Alberta para mudar o foco de seus serviços da área de contabilidade e auditoria para mais funções (como consultoria, por exemplo). Para tanto, utilizaram pressões de caráter normativo mudanças no estatuto da associação de profissionais - e coercitivo mudança na lei que regulava a profissão, além de instrumentos cognitivos com artigos publicados e muita mídia sobre a mudança. E, após vinte anos de pressões institucionais, o aumento do escopo de atribuições foi finalmente institucionalizado no campo como o jeito certo de ser uma empresa ou profissional de contabilidade. Owen-Smith e Powell (2008) explicam que as redes sociais são criadoras e condutoras de idéias e práticas. Enquanto as instituições moldam estruturas e condicionam seus efeitos, as redes geram categorias e hierarquias que definem instituições e contribuem para sua eficácia. Desta forma, organizações são impelidas a incorporar práticas e procedimentos que são institucionalizados por profissionais, hierarquias e reforçados pela opinião pública. Estes autores estudaram sobre significados compartilhados e estruturas emergidas de interação repetida. Ou seja, pesquisaram como redes informais podem condicionar campos. Eles estudaram como fatores institucionais influenciam decisões por meio de pesquisa sobre redes relacionais e adoção de certos tipos de administração. Resultado: corporações com dirigentes que se formaram em escolas de elite estavam mais propensos a certas adoções que

20 19 quem não estudara não. Assim, o background institucional e conexões influenciam em estratégias corporativas. Ou seja: as práticas tinham influências institucionais e efeitos de rede. Desta forma, a rede é canal de efeitos institucionais como referência de práticas. E redes e instituições influenciam-se mutuamente (OWEN-SMITH; POWELL, 2008). Meyer e Rowan (1991) complementam esta idéia, defendendo que as relações nos diferentes campos determinam procedimentos organizacionais, os quais nem sempre são os mais eficientes, mas que aumentam as perspectivas de sobrevivência das empresas por sua legitimidade social. Estes autores defendem que há dois tipos de empresas, aquelas que adotam novas práticas por fatores econômicos, por serem eficazes a seus problemas, e aquelas que adotam estas práticas de forma tardia, para legitimar-se ao campo. Ou seja, estes autores defendem que as empresas, para legitimarem-se, adotam muitas vezes, práticas não consoantes com suas necessidades para se legitimarem perante o campo, condição sine qua non para sua sobrevivência. Porém, como estas não seriam necessariamente as melhores práticas para a organização, muitas utilizam o que Meyer e Rowan (1991) denominam de decoupling activities: as empresas seguiriam certos preceitos institucionais perante o campo; no entanto, na prática, realizam práticas diversas. Neste sentido, uma empresa pode se mostrar ao campo como adotante de práticas de responsabilidade social, como ajuda a entidades filantrópicas, para obter marketing gratuito e apoio do campo organizacional, porém seus funcionários trabalham em ambiente insalubre. Ainda sobre decoupling activities, Boxenbaum e Jonsson (2008) ressalvam que estas também podem ser fontes de mudanças intra-organizacionais. Utilizando a situação acima, seria como se, de tanto pregar responsabilidade social e se mostrar como tal, a empresa acabasse percebendo seus funcionários e/ou a gerência - a situação de insalubridade e a modificasse. Assim, a Teoria Neoinstitucional estuda a relação entre organização e ambiente e como aquelas se adaptam a relações e pressões dele e delas derivadas. Esta teoria procura, nas influências de redes sociais e no contexto institucional, explicar como se comportam as organizações (GREENWOOD et al., 2008). Neste sentido, Haunschild e Chandler (2008) adicionam à teoria de Meyer e Rowan (1991), que organizações adotantes de certas práticas de forma tardia não o fazem apenas para legitimar-se perante a sociedade, mas que algumas

1 Introdução. 1.1. A motivação e o problema da pesquisa

1 Introdução. 1.1. A motivação e o problema da pesquisa 1 Introdução O objetivo desse capítulo é propiciar uma visão abrangente do estudo aqui desenvolvido. Dessa forma, ele foi estruturado com as seguintes seções: A motivação e o problema da pesquisa: baseada

Leia mais

5. Análise conjunta dos casos

5. Análise conjunta dos casos 5. Análise conjunta dos casos Após analisar como tem ocorrido o processo de institucionalização da responsabilidade social corporativa nas empresas farmacêuticas estudadas concluiu-se que nas quatro empresas

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP Cultura é uma característica única de qualquer organização Apesar de difícil definição, compreende-la pode ajudar a: Predizer como a organização

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

Network and Economic Life

Network and Economic Life Network and Economic Life Powell and Smith Doerr, 1994 Antonio Gilberto Marchesini Doutorado DEP INTRODUÇÃO Antropólogos e sociólogos desde bem antes já buscavam compreender como os indivíduos são ligados

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional.

TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional. TERMO DE REFERÊNCIA Denominação: Consultor(a) especializado(a) para atuação na área de suporte técnico e avaliação das políticas de fortalecimento da agricultura familiar, com enfoque nos princípios da

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 39-CEPE/UNICENTRO, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova o Curso de Especialização em MBA em Cooperativismo e Desenvolvimento de Agronegócios, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento.

ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento. ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento. As organizações estão inseridas em ambientes competitivos e esses parecem ser altamente dinâmicos com movimentos aparentemente aleatórios.

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Disciplina a profissão de Agroecólogo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º É requisito mínimo para o exercício da função profissional de Agroecólogo a comprovação

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Condicionantes da Estrutura Organizacional De acordo com Simeray ( 1970) é produto dos seguintes fatores: O valor do homem O conhecimento

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

A Sociologia de Weber

A Sociologia de Weber Material de apoio para Monitoria 1. (UFU 2011) A questão do método nas ciências humanas (também denominadas ciências históricas, ciências sociais, ciências do espírito, ciências da cultura) foi objeto

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes:

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes: Teoria Geral de Sistemas Uma introdução As Teorias Clássicas (Administração Científica e Teoria Clássica), a Abordagem Humanística (Teoria das Relações Humanas), a Teoria Estruturalista e a Teoria da Burocracia

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Profa. Ani Torres Desenvolvendo pessoas O desenvolvimento e a manutenção de pessoas estão relacionados com a evolução das equipes de trabalho e com a

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE. DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA Projeto de Tese Influência

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Número e Título do Projeto Função no Projeto: Resultado: Atividades: Antecedentes: (breve histórico justificando a contratação)

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Diretrizes visando a melhoria de projetos e soluções construtivas na expansão de habitações de interesse social 1

Diretrizes visando a melhoria de projetos e soluções construtivas na expansão de habitações de interesse social 1 Diretrizes visando a melhoria de projetos e soluções construtivas na expansão de habitações de interesse social 1 1. INTRODUÇÃO 1.1. Justificativa O tema estudado no presente trabalho é a expansão de habitações

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

Iniciativas Futuro Verde" do Japão

Iniciativas Futuro Verde do Japão 1. Compreensão Básica Iniciativas Futuro Verde" do Japão 1. Nas condições atuais, em que o mundo está enfrentando diversos problemas, como o crescimento populacional, a urbanização desordenadas, a perda

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Avaliação da Descentralização de Programas Sociais o caso do Bolsa Família no Nordeste V Seminário da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação Campinas, 27/09/2013 Cátia Wanderley Lubambo FUNDAJ/UFPE

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais