Programa de Estudos de Administração Brasileira - ABRAS

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1 Programa de Estudos de Administração Brasileira - ABRAS Linha de Pesquisa: Políticas & Estratégias Coordenador(es): OBJETIVOS Estudar o(s) jeito(s) brasileiro(s) de administrar, com base no processo de formação da nacionalidade pátria, relevando o caráter institucional e a natureza histórico-cultural do fenômeno. Buscar uma melhor compreensão dos valores, modos de condução/divisão do trabalho societariado e das riquezas e fragilidades do etos das organizações brasileiras. JUSTIFICATIVA Ainda que na sua origem a(s) Teoria(s) das Organizações/Gestão tenha(m) sido postulada(s) com base numa visão mecanicista, o que quer dizer, reducionista da complexidade do fenômeno estudado, é amplamente reconhecido pelos estudiosos da Administração contemporânea a prevalência da natureza social do fato administrativo sobre suas outras formas de manifestação. Segundo essa perspectiva o paradigma positivista que desde o início vem modelando a reflexão teórica sobre as organizações e sua gestão, cederia lugar a uma abordagem de cunho etnográfico, o que significa dizer, histórico, semiológico e político, sem dúvida mais adequada à natureza do objeto estudado. Não obstante as leituras mais recentes da ação administrativa ressaltarem seu caráter de fato simbólico, ainda é muito freqüente a análise do espaço organizacional com base no modelo universalista das ciências da natureza; dito de outro modo, a prescrição de 'leis gerais' para descrição das práticas gerenciais, descontextualizando-as, assim, de seus meio cultural e legado histórico. Como decorrência dessa tendência, o conhecimento sobre gestão/organização do trabalho, produzido pelas sociedades mais desenvolvidas a partir de seus próprios condicionantes históricos e culturais, é difundido por todo o planeta sob a ingênua pretensão da universalidade dessas 'leis'. Essa realidade tem agido como fator inibidor no desenvolvimento de estudos orientados para a revelação do(s) modo(s) singular(es) com que cada cultura faz Administração, fato este que resulta na raridade das análises comparadas de diferentes sistemas organizacionais, sempre tão ricas e melhor exploradas em outras disciplinas sociais. Com essas premissas se estrutura o Programa de Estudo Administração Brasileira. PRINCIPAIS TRILHAS - Organização Governamental e Administração Pública no Brasil

2 - Gestão de Empreendimentos e Negócios Brasileiros - Administração das Organizações Não-Governamentais e dos Movimentos Sociais no Brasil. BIBLIOTECA VIRTUAL Introdução Esta seção, em permanente desenvolvimento, reúne trabalhos selecionados do Programa de Estudos Administração Brasileira publicados, apresentados em congressos acadêmicos e/ou divulgados por qualquer outro meio. Identificados pela logomarca Corrupio, em marca d'gua de fundo, os textos aqui apresentados formam a Biblioteca Virtual de Administração Brasileira e estão disponíveis para download pelos interessados. Livros e Capítulos de Livros Ousadia no Nordeste: a saga empreendedora de Delmiro Gouveia Davi Roberto Bandeira da Silva O livro tem como objetivo geral apresentar o perfil empreendedor de Delmiro Gouveia, pioneiro da industrialização nordestina, enfocando sua trajetória empresarial, seu empreendedorismo e os desafios que teve de enfrentar. O texto apresenta um conjunto de indicadores significativos das características comportamentais de maior relevância do que se define como "espírito empreendedor", para enquadrar Delmiro Gouveia dentro deste perfil nos tempos atuais. Trabalho comemorativo dos 90 anos da morte desse empreendedor cearense. Inclui mais de 50 fotos, transcrições de documentos, além de abundante referência bibliográfica e bibliografia. Endereço para aquisição: Nossa Livraria: (82) ou "O recém-lançado livro Ousadia no Nordeste: a saga empreendedora de Delmiro Gouveia, de autoria do administrador Davi Roberto Bandeira da Silva, é mais uma dessas obras que capturam, nas suas proposta e feitura, o vigor do tema estudado. De fato, não é fácil, em meio à esterilidade dos tempos atuais (do pensamento único e hegemônico) escrever sobre a nossa

3 própria realidade. Foi este o desafio que Davi Roberto enfrentou e realizou com a mesma coragem e o espírito transformador com que Delmiro Gouveia plantou a sua revolucionária organização da Fábrica e Vila Operária da Pedra." Professor Titular, Programa de Estudos de Administração Brasileira - ABRAS, FGV/EBAPE "O empenho de Davi Roberto Bandeira da Silva, no ensaio agora elaborado, é dar a Delmiro a denominação modernizadora de empreendedor, inserindo-o na nomenclatura a que se afeiçoa a nova geração de empresários de variada gama. Assim procedendo, acredita Davi; em futuro imediato se atribuirá a Delmiro a importância que ele realmente encerra e que hoje não tem o reconhecimento que seria justo conceder-lhe." J. C. Alencar Araripe Academia Cearense de Letras "Ao resgatar a figura histórica de Delmiro Gouveia, pondo em destaque o seu estilo de liderança, a sua visão empreendedora, as suas características e atipicidades de gestão na construção de seu império empresarial, Davi Roberto responde a uma enorme necessidade contemporânea de defini-lo da identidade e da cultura da organização brasileira." Wagner Siqueira Administrador, Ex-presidente do Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro Políticas públicas para radiodifusão e imprensa Octavio Penna Pieranti Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007 Quais são as políticas públicas para a radiodifusão e a imprensa brasileiras, e até que ponto a ação do Estado interfere diretamente na produção jornalística, prejudicando o fortalecimento das instituições democráticas? Este livro analisa as diretrizes dos diferentes governos pós para o setor e vai além, ao se aprofundar na complexa relação de dependência entre as empresas de comunicação - seriamente endividadas - e o Estado, historicamente um de seus grandes financiadores. No primeiro capítulo, são discutidas as relações entre a imprensa e a construção da democracia. A seguir, é analisada a realidade brasileira: a reforma das Comunicações no regime militar, o início da Nova República e os problemas por que passaram os meios de comunicação de massa a partir da década de 1990.

4 Índice Capítulo 1 - Imprensa e democracia Capítulo 2 - A reforma das comunicações * Os executores da reforma; * A reforma legal; * Censura como política de Estado; * A reforma das estruturas. Capítulo 3 - As comunicações na Nova República * A Constituição Federal de 1988; * A política de distribuição de concessões. Capítulo 4 - Crise * O Ministério das Comunicações; * Problemas; * Soluções. Capítulo 5 - Considerações finais Octavio Penna Pieranti Rio de Janeiro: Editora FGV, "É destacável que nestes tempos de 'pensamento único', quando velhos dogmas de há muito superados parecem ganhar status de ciência e os jovens são entorpecidos com uma educação a-crítica, anistórica e mimética, emirja um texto verdadeiramente inovador tratando de um tema cada dia mais relevante: o poder da Imprensa e sua relação com a administração pública. (...) Felizmente, para os estudiosos da área, e para todos os que crêem na democracia, agora temos a obra deste jovem acadêmico-jornalista iluminando a reflexão sobre o papel político da Mídia na construção e na vigilância democrática ou, como disse Wheeler, no exercício da função de 'cão de guarda público'." Professor Titular da EBAPE/FGV e coordenador do Programa de Estudos de Administração Brasileira "A reflexão e o debate sobre políticas públicas de comunicação são sempre pertinentes. Quando esses dois tópicos são conjugados em um único estudo, sua importância cresce. É o que ocorre com o livro Políticas públicas para radiodifusão e imprensa: ação e omissão do Estado no Brasil pós-1964, que faz esta conexão, considerando também a complexificação do tema nos tempos atuais, de capitalismo global, políticas neoliberais e democracia representativa, com suas fissuras e múltiplas consequências. (...) Fonte importante para os estudos das políticas de comunicação, a partir de sua publicação, o livro faz um prodigioso aproveitamento bibliográfico acerca da temática, conectando várias disciplinas. Ressalta-se a capacidade revelada pelo autor de sistematização dos dados, apresentados com notório rigor metodológico, no que este tem de melhor, a explicitação dos procedimentos." Valério Cruz Brittos Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS

5 "Pieranti conduz o leitor, com precisão e paciência, pela história da construção institucional da radiodifusão e da imprensa no Brasil. Salienta, sobretudo, as profundas interconexões (para não dizermos promiscuidades) entre os sucessivos governos que assumiram as rédeas do Estado, por diferentes métodos de chegada ao poder, e as empresas privadas concessionárias do espectro eletromagnético ou editoras de veículos impressos (...). é em boa hora que a Editora FGV apresenta Políticas públicas para radiodifusão e imprensa de Octavio Penna Pieranti. Não é possível compreender o presente, especialmente com tantas novas variáveis, sem lançar luzes sobre o passado. As incertezas por certo continuam, mas sua análise fica mais acurada quando temos à disposição o ferramental oferecido por este livro". Guilherme Canela Coordenador de Relações Acadêmicas da Agência de Notícias do Direito da Infância (ANDI) "É bem desses aspectos cruciais da comunicação de massa que trata Políticas públicas para radiodifusão e imprensa, editado pela Fundação Getulio Vargas. O autor, jornalista e mestre em Administração Pública, apresenta interessante abordagem do fenômeno da comunicação no mutante ambiente brasileiro que se estende da década dos sessenta até os dias que correm. Fazendo-o, incursiona em seara nem sempre compreendida pelos analistas - seja pelo medo de ferir interesses consolidados, seja pela incapacidade de perceber aspectos nem sempre suficientemente claros desse processo. Octavio Penna Pieranti, no entanto, vai buscar em sólida literatura sobre o assunto a fundamentação de sua análise, não descurando sequer dos meandros históricos que subjazem à aparência dos fatos". José Seráfico Articulista de O Liberal (PA) e A Crítica (AM) Estado e gestão pública: visões do Brasil contemporâneo e Octavio Penna Pieranti Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006, 340p. ISBN Quando as caravelas ancoraram em misterioso paraíso há mais de cinco séculos, seus ocupantes não eram capazes de dimensionar as consequências do ato histórico. A princípio imaginado como uma ilha, o novo território era, na verdade, extensão territorial gigantesca, aumentada com o passar das décadas. Se a complexidade de uma nação fosse proporcional ao tamanho de sua denominação, certamente ninguém ousaria chamar a ex-colônia portuguesa de Brasil. País formado por uma miscigenação de povos e culturas, tão discrepantes quanto as múltiplas realidades sociais observadas em todo o território. Nação marcada por instituições frágeis, tão

6 fugazes quanto os regimes políticos que se alternaram ao longo da história. Estado encarado de forma mais ou menos centralizada, cujos postos centrais foram ocupados por elites distantes e ausentes. Sociedade pontuada por contestações políticas importantes e, não raro, por um imobilismo angustiante. Não há dúvidas: o Brasil é complexo. Cada brasileiro convive com essa complexidade dia após dia, em uma rotina em que problemas se acumulam, enquanto soluções viáveis são apresentadas e frequentemente descartadas. Os desvios do trajeto não podem ser resolvidos nas escolas, mas nelas nascem as reflexões e pesquisas capazes de revelar novos rumos - como a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV), criada há mais de cinco décadas com o objetivo de pensar o Brasil e traçar alternativas para viabilizar um progresso urgente e sempre fugidio. É precisamente isso que reúne, neste livro, professores, alunos, pesquisadores e docentes convidados: juntos, pensam o Brasil em diversas dimensões, com a marca dos estudos desenvolvidos na EBAPE. Temas como organização do Estado, gestão e políticas públicas, relação entre governo, sociedade e imprensa, inclusão digital e formação de quadros para a Administração Pública recebem a atenção dos 16 autores em 14 capítulos. e Octavio Penna Pieranti Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006, 340p. ISBN "Reconstruir ideais e rever propostas revigoram as expectativas para um novo desenvolvimento e dá àqueles que têm o dever de ingerência e a paixão por realizar alternativas para aprimorar suas ações. O livro, Estado e Gestão Pública: Visões do Brasil Contemporâneo, fornece uma nova consciência sobre problemas, necessidades e possibilidades administrativas: mostra o valor do saber acumulado para propor alternativas e dar novo alento à transformação das práticas de gestão." Paulo Roberto Motta Coordenador do Curso de Doutorado em Administração da EBAPE/FGV "Em suas mais de trezentas páginas, os dezesseis autores apresentam interessante painel, cuja técnica é despertar a reflexão sobre questões relevantes que têm representado desafios para a gestão pública brasileira." José Seráfico Colunista do jornal O Liberal, 25/7/2006 "O livro traz uma seríssima contribuição para todos os pesquisadores interessados na reflexão acerca do papel do Estado no capitalismo global e os desafios que se impõem. Além de objetos empíricos variados, na obra "Estado e Gestão Pública: Visões do Brasil Contemporâneo" encontra-se, além da análise de objetos empíricos distintos, portas de entrada específicas para o estudo dos problemas. Trata-se de uma contribuição da maior relevância, indispensável para bibliotecas públicas e privadas dos estudiosos da área. Com mais de 300 páginas, traz um conjunto de compreensões que, acima de tudo, revelam um arsenal compreensivo extremamente atual." Valério Cruz Brittos Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS "A conquista do poder depende em larga escala do controle do poder público pelos agentes da sociedade organizada. Mas é necessário também que o Estado assuma as responsabilidades

7 de condução e da definição de uma agenda, deteriorada após décadas de ditadura e de um liberalismo predatório. Os organizadores desta obra estão de parabéns pela ousadia de retomar a discussão e fazer desta coletânea uma obra articulada em suas partes, e com uma espinha dorsal clara e definida." Oswaldo Munteal Professor de História Contemporânea da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Coordenador do Programa de Estudos de Conjuntura Brasileira O gerente equalizador: estratégias de gestão no setor público Bianor Scelza Cavalcanti Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005, 280p. ISBN Por que há administradores que passam pelo setor público deixando um histórico de realizações, enquanto outros se vêem restringidos pelas estruturas, controles inflexíveis e patologias sistêmicas, justificando, assim, resultados organizacionais medíocres? Que estratégias adotaram as que obtiveram êxito? Como lidaram com as pessoas, estruturas e processos formais existentes? Como enfrentaram as mazelas da administração pública? Como "sancionaram" novas ambientes, estruturas e processos? Como ampliaram e modificaram mapas cognitivos, gerando novas interpretações da realidade com seus colaboradores? Como "improvisaram" na construção e reconstrução de realidades? Que conhecimentos, nesta linha, são transmissíveis em programas de formação e capacitação de administradores públicos e de empresas? As respostas a estas e outras questões, aqui contidas, exigiram o acesso à "consciência prática" de quatro executivos públicos notáveis, através de entrevistas de profundidade, integralmente transcritas. Como resultado do estudo e seu esforço de teorização, o autor apresenta 31 estratégias de gestão, categorizadas em oito estratégias básicas e uma explicativa, subjacente as demais, capaz de superar a dicotomia estrutura-volição: a "equalização". Bianor Scelza Cavalcanti Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005, 280p. ISBN "O esforço teórico e investigativo do autor supera a dicotomia estrutura-volição pela perspectiva da "equalização". Nesse sentido, conclui com a oferta de novas estratégias

8 transformadoras. O novo livro do Professor Bianor Cavalcanti oferece um bom exemplo de pensar, criar e comunicar a novidade. Merece a atenção de todos." Paulo Roberto Motta PhD, Professor e ex-diretor da EBAPE/FGV..."O modelo do líder "equalizador" do Professor Cavalcanti é diretamente congruente com as implicações da metáfora quântica. Seu projeto ambicioso neste livro é de contrabalançar os elementos destrutivos de liderança, convencionalmente entendidos, com uma concepção diferente e importante do que a liderança institucional poderá vir a ser..."... "Bianor Cavalcanti nos traz uma contribuição soberba a esta linha de pensamento e devemos agradecê-lo por isso..." O. C. McSwite Professores da Virginia Tech University e da George Washington University "Cher Bianor, ton texte est remarquable. Le fond comme la forme. Il est passionnant, inhabituel, clair, plausible, rigoureux, provocant. Il apporte une innovation à la connaissance. Je le garderai dans ma bibliothèque personnelle rapprochée. Si j'étais "reviewer" pour une maison d'édition, mon conseil serait clairement de le publier. Car il est universel par son apport à la gestion publique." Jean Claude Thoenig INSEAD, Parias Dauphine, Cachan "O trabalho de Cavalcanti (2005) está impregnado do espírito de Guerreiro Ramos, que na sua obra A Redução Sociológica já ensinava que para o desenvolvimento de um pensamento brasileiro não é preciso partilhar o isolacionismo e nem a exaltação romântica do nacional. O que se deve buscar é 'uma inspiração ao universal, mediatizada, porém pelo local, regional ou nacional. Não pretende opor-se à prática de transplantações, mas quer submetê-la a apurados critérios de seletividade'". Roberto Xavier CNEM "A leitura da preciosa biografia de Casimiro Montenegro, de autoria de Fernando Morais, deixou-me a certeza de que o gerente (público) equalizador que você [em carta dirigida ao autor] encontra na personalidade romântica daquele grande brasileiro - criador do CTA/ITA - um exemplo completo de manifestação das oito práticas/estratégias do administrador de sua metáfora. Mais uma vez, parabéns pela contribuição dada ao desenvolvimento dos estudos sobre Administração Brasileira." Professor da EBAPE/FGV A reinvenção do Sertão: a estratégia organizacional de Canudos Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001, 276p. ISBN

9 Análise da sociedade que Antônio Conselheiro fundou e liderou no semi-árido baiano como um projeto de transformação do sertão. O estudo propõe que a organização social e o governo do Bello Monte podem ser vistos como de inspiração autogestionária (baseado no modelo das comunidades fraternas do cristianismo primitivo) com o propósito deliberado de reinventar a ordem coronelista do Nordeste do Brasil no final do Século XIX. Fundamentado em rigorosa pesquisa documental e de campo o livro é uma adaptação da tese de doutoramento em Administração do autor Ilustrada com depoimentos dos descendentes dos sobreviventes da Guerra de Canudos e com fotos da região, de documentos e de obras do Bom Jesus Conselheiro. O ensaio inaugura a análise administrativa institucional-organizacional como ferramenta de investigação na historiografia brasileira. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001, 276p. ISBN "Muito me interessou a leitura de seu livro A Reinvenção do Sertão: A Estratégia Organizacional de Canudos. Assim, gostaria de convidá-lo para proferir uma palestra sobre o tema na Reunião Mensal com o Secretariado Municipal, à qual presidirei no próximo dia 25 de setembro às 16 horas em local a ser definido." César Maia Prefeito do Rio de Janeiro "A Reinvenção do Sertão é muito bem escrito, o autor tem estilo, escreve como um -'believe it or not' - autor nacional, tendo por divisa o 'jeito brasileiro de administrar', diferentemente dos acadêmicos administradores de empresa, macaqueadores profissionais dos padrões metropolitanos, que na maioria das vezes produzem textos requentados, em que o português aparece como primo paupérrimo de um inglês mal traduzido." Gilberto Vasconcellos Folha de S. Paulo / Mais " fez um trabalho primoroso que a partir de agora certamente será obrigatório no currículo de todos administradores, brasileiros ou não. Será uma obra de referência para todos aqueles que querem conhecer e aprender com o 'jeito' brasileiro de administrar." Mara Luquet Valor Econômico / Eu&Fim de Semana "O autor enfrentou e venceu um verdadeiro desafio, mercê de uma pesquisa de longos anos, numa vocação rara e modelar."

10 Adelino Brandão Escritor, Acadêmico e Euclidianista "A ousadia do autor provou-se uma grande escolha e resultou em uma obra de grande contribuição histórica e de igual significado para a identidade brasileira da administração. Paulo Emílio fez obra de valor." Paulo Roberto Motta Professor EBAPE/FGV O controle externo da administração pública federal no Brasil: o Tribunal de Contas da União - uma análise jurídico-administrativa Renato Jorge Brown Ribeiro Rio de Janeiro: Editora América Jurídica, 2002, 292p. ISBN O texto aborda o papel do Tribunal de Contas da União, contrapondo seus: paradigma legal, modelo de gestão predominante e cultura organizacional com a imagem que o órgão passa aos seus 'clientes'. A análise feita busca ainda compreender o TCU no sistema de controle da Administração Pública como ator fundamental. A obra estrutura-se em cinco partes: Tipos e Papéis do Controle; Histórico dos Controles; Estruturação da Sociedade e Impacto no Controle; Descrição e Análise do Modelo Atual, e Análise das Demandas da Sociedade. O trabalho - multidisciplinar e integrador - constrói uma espécie de mosaico completo da organização do sistema de controle, da sua formação aos nossos dias. Renato Jorge Brown Ribeiro Rio de Janeiro: Editora América Jurídica, 2002, 292p. ISBN "Essa Obra vem colaborar muito com a construção o da doutrina nacional sobre o assunto". Marcus Aurélio de Mello Ex-Presidente do Supremo Tribunal Federal "É extremamente importante que profissionais de controle aprofundem os estudos sobre assuntos correlacionados com a área, e esse livro, com certeza, é uma importante contribuição". Marcus Vilaça

11 Ministro do Tribunal de Contas da União "O que há de inovador neste trabalho é o seu caráter multidisciplinar e integrador, construindo um mosaico completo da organização do sistema de Controle, da sua formação aos principais problemas contemporâneos." Déborah Zouain Centro de Formação Acadêmica e Pesquisa EBAPE/FGV "A partir do texto de sua dissertação de mestrado, Renato Ribeiro aprofunda a investigação sobre o TCU, seus papéis e sua imagem, oferecendo uma análise sobre questão de maior relevância entre os temas da Administração Pública brasileira contemporânea." Paulo Emílio M. Martins Programa de Estudos Administração Brasileira EBAPE/FGV Clássicos da Revista de Administração Pública - RAP Organizador: Rio de Janeiro: FGV/EBAPE, 2003 A partir do levantamento das referências feitas aos trabalhos publicados pela Revista de Administração Pública - RAP (Rio de Janeiro, EBAPE/FGV, publicada desde o 1o semestre de 1967) em artigos divulgados por periódicos acadêmicos com linha editorial centrada em Administração Pública e Teoria Administrativa, avaliados com os conceitos A ou B na Classificação de Periódicos Qualis-CAPES, área Administração/Turismo, 2002, este livro digital (CD ROM) discorre sobre o processo de busca e revela dez textos daquela revista que podem ser considerados como sendo seus clássicos. Com base na ideia de que uma obra clássica serve de modelo às demais e tem seu valor reconhecido ao longo do tempo, a metodologia adotada nesta pesquisa levantou não apenas a quantidade de citações aos artigos da RAP como, ainda, o período em que essas vêm ocorrendo. Este esforço de investigação foi realizado de março a novembro de 2002 por uma equipe de pesquisadores organizados em um project team operando em rede e consumiu cerca de horas de atividades. O banco de dados gerado pelo projeto (a ser disponibilizado para consulta na Internet) analisa cerca de artigos de treze revistas acadêmicas, registrando 887 citações aos trabalhos publicados pela RAP (total estimado: 1440) ao longo dos seus trinta e cinco anos de existência ininterrupta. Clássicos da Revista de Administração Pública - RAP Organizador:. Rio de Janeiro: FGV/EBAPE, 2003.

12 "Apoiada em rigorosa e inovadora metodologia de pesquisa o grupo de investigadores do Programa de Estudos Administração Brasileira da EBAPE/FGV, sob a coordenação do professor, buscou citações aos trabalhos publicados pela RAP nos principais periódicos da literatura brasileira sobre Administração. Nesta tarefa combinaram esforços durante oito meses nove pesquisadores, realizando investigação pioneira no meio acadêmico brasileiro." Bianor Scelza Cavalcanti Diretor da EBAPE "A 'pescaria' empreendida nesta investigação parece confirmar a característica de 'clássicos' dos textos selecionados. De fato, é patente a correspondência entre os grandes desafios administrativos que o cenário brasileiro cobra dos governos e da gestão das empresas e a temática que aqueles desenvolvem. Se não houvesse outro, este já seria um forte motivo para a republicação dessas preciosidades de nossa literatura periódica sobre Administração". Coordenador do Programa de Estudos Administração Brasileira Downloads Nota do Organizador Apresentação Bianor Scelza Cavalcanti Procura dos Clássicos da RAP I - Teorias da Administração 1- A Nova Ignorância e o Futuro da Administração Pública na América Latina Alberto Guerreiro Ramos 2- Modelos de Homem e Teoria Administrativa Alberto Guerreiro Ramos II - Mudança / Reforma Administrativa 3- Reflexões Sobre Estratégia de Reforma Administrativa: A Experiência Federal Brasileira Kleber Nascimento 4- A Modernização em Nova Perspectiva: Em Busca do Modelo da Possibilidade Alberto Guerreiro Ramos 5- Reforma Administrativa Federal Brasileira: Passado e Presente Beatriz M. de Souza Wahrlich 6- Descentralização: Uma Alternativa de Mudança Thereza Lobo 7- A Gerência na Década de 90

13 Bernardo Kliksberg III - Participação Política 8- Accountability: Quando Poderemos Traduzi-la para o Português? Anna Maria Campos IV - Administração para o Desenvolvimento 9- Administração para o Desenvolvimento: A Disciplina em Busca da Relevância Paulo Roberto Motta 10- Um Novo Modelo de Planejamento para uma Nova Estratégia de Desenvolvimento Anna Maria Campos Artigos e Trabalhos em Congressos O Poder do Bacharel no Espaço Organizacional Brasileiro: Relendo Raízes do Brasil e Sobrados e Mucambos A Revolução da Microeletrônica e a Relação Estado-Imprensa no Brasil: Dependência e Democracia à Luz das Transformações Políticas Bello Monte: Um Projeto de Reinvenção do Sertão Mauá e Cia.: a Autocrítica do Maior Empreendedor Brasileiro do Século XIX Por Quais Caminhos Seguem as Emendas Constitucionais? Canudos e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): Singularidades e Nexos de dois Movimentos Sociais Brasileiros O Executivo Brasileiro e a Ética: Imagens de um Perfil Ideal A significação do espaço organizacional Repensando a Formação do Administrador Brasileiro Avaliação do Impacto de Políticas Públicas: Uma Proposta de Medida da Efetividade das Ações de Governo - Educação e Emprego na República da Utopia Políticas Públicas e Mudança nos Países da Periferia Celso Furtado e a Retomada do Desenvolvimento The Executive as an Administrator of Talents CURSOS E EVENTOS Disciplina de Mestrado e de Doutorado Seminário Delmiro Gouveia; Visconde de Mauá: Pioneirismo Empreendedor no Brasil 31 de março de 2011

14 I Oficina O Conhecimento sobre a Administração Pública: Em Busca do Pensamento Brasileiro 09 de junho de 2010 Quartas de Pesquisa - Mesa Redonda - Euclydes da Cunha: um estilista intérprete do Brasil 19 de agosto de 2009 Simpósio O Brasil em Evidência: A Utopia do Desenvolvimento 24/11 a 09/12 de 2008 Seminário Organização e Gestão Social no Pensamento Utópico Prof. Administração Brasileira Curso ministrado no 1º semestre de 2005 Seminário Economia Política do Capitalismo Contemporâneo Professor Theotonio dos Santos II Encontro de Administração Brasileira O Espaço Organizacional na Literatura Interpretativa do Brasil Ocorrido de 16 a 18 de dezembro de 2003

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