Subsídios para a Discussão da Proposta de Anteprojeto da Lei Orgânica da Educação Profissional e Tecnológica

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Subsídios para a Discussão da Proposta de Anteprojeto da Lei Orgânica da Educação Profissional e Tecnológica"

Transcrição

1 Subsídios para a Discussão da Proposta de Anteprojeto da Lei Orgânica da Educação Profissional e Tecnológica I Encontro Regional Região Sul Curitiba - PR

2 Organização Curricular da EPT Educação de Jovens e Adultos Carlos Artexes Simões CEFET-RJ

3 ...o método democrático constrói regras através do conflito, do reconhecimento das alteridades, da relevância dos sujeitos coletivos, que abrem espaço para a relevância do individuo. Francisco de Oliveira

4 Sumário Introdução Questões gerais Legislação da EPT no Brasil Organização curricular da EPT Educação de Jovens e Adultos Perspectivas e desafios Conclusão

5 Questões Gerais A educação, como uma instância dentro da pratica socio-histórica, se configura em um embate de forças culturais, políticas e econômicas; A globalização da economia e a reestruturação produtiva como atual característica do modo de produção hegemônico no mundo substitui a base técnica da produção taylorista/fordista; A economia, que surge efetivamente no fim da Idade Média, constitui hoje a principal força da vida social que faz da cultura e da política meios epifenômenos (racionalidade econômica); A crise na acumulação do capital e a desemprego estrutural acelerou a mercantilização da educação; No projeto de nação é indissociável o desenvolvimento cultural,político e econômico;

6 Questões Gerais O final do século XVIII evidenciou os três princípios ideais da vida social: liberdade, igualdade e a fraternidade; O confronto do século XX foi a polarização de forças econômicas utilizando o princípio da liberdade (capitalismo) e forças políticas utilizando o princípio da fraternidade (socialismo); O século XXI prenuncia a trimembração social: liberdade na cultura, igualdade na política e fraternidade na economia. Liberalismo, democracia e socialismo ao mesmo tempo; A cultura sem liberdade promove a alienação, a política sem igualdade a discriminação e a economia sem fraternidade a exploração;

7 Questões gerais A educação, como patrimônio do setor cultural, tem a tarefa fundamental de formação integral do ser humano; A educação, na sociedade de classes se torna um espaço de luta e de conflito social, configurando um valor crescente na disputa ideológica e implementação de Projetos de Desenvolvimento Nacional; A Educação Profissional, nasce no Brasil, emerso no Capitalismo tardio e com uma sociedade impregnada da cultura escravocrata; As tecnologias como categoria histórico-social são construídas na relação capital-trabalho;

8 Questões Gerais A educação profissional apresenta ambiguidades e diversidades, na concepção e na pratica, no confronto histórico de interesses antagônicos e necessidades sociais; Por trás da relação entre capacidades e trabalho, temos o paradigma que a força de trabalho é mercadoria; A vinculação da educação e trabalho tem por trás a concepção que o ensino é um mero fornecedor de capacidade para o sistema de trabalho sem considerar os objetivos intrínsecos da educação; O conhecimento não é somente teórico, abstrato e interiorização mas também objetivação e exteriorização; A Educação Tecnológica representa o compromisso do conhecimento com as transformações do mundo das necessidades materiais.

9 Histórico da Legislação da EPT Decreto 8310/1910: Ensino Agrotécnico; Decreto 9070/1911: Ensino das Escolas de Aprendizes e Artífices; Decreto-Lei 1238/1939: Cursos Profissionais de Aprendizagem; Decreto 4073/1942: Lei Orgânica do Ensino Industrial; Decreto-Lei 8620/1946: Técnico de grau superior; Decreto 9613/1946: Ensino Agrícola; Lei 4024/1961: LDB (Equivalência dos ramos de Ensino); Parecer CFE 60/1963: Engenharia de Operação; Lei 5194/1966: Profissão do Engenheiro; Decreto-Lei 241/1967: Profissão do Engenheiro de Operação; Lei 5524/1968: Profissão do Técnico Industrial e Agrícola de nível médio ou de 2º grau; Lei 5540/1968: Ensino Superior (Cursos de curta duração); Lei 5692/1971: Profissionalização compulsória no Ensino de 2º grau; Parecer CFE 4434/1976: Engenharia Industrial e extingue Engenharia de Operação; Lei 7044/1982: Revoga a Profissionalização compulsória; Decreto 90922/1985: Regulamenta a Lei 5524; Lei 8948/1994: Sistema Nacional de Educação Tecnológica; Projeto de Lei nº 1603/1996: Dispõe sobre a Educação Profissional;

10 Histórico da Legislação da EPT Lei 9394/1996: LDB (Educação Profissional); Decreto 2208/1997: Educação Profissional (básico, técnico e tecnológico) e separa o técnico do Ensino médio; Parecer CES/CNE 776/1997: DCNs Cursos de graduação; Resolução CEB/CNE 03/1998: DCNs Ensino médio; Resolução CEB/CNE 04/1999: DCNs Ensino Técnico; Decreto 3860/2001: Organização do Ensino Superior; Lei 10172/2001: Plano Nacional da Educação Resolução CES/CNE 11/2002: DCNs do Curso de Graduação de Engenharia; Resolução CP/CNE 03/2002: DCNs Cursos Superiores de Tecnologia; Decreto 4560/2002: Regulamenta a Profissão de Técnico de nível médio; Decreto 5154/2004: Cursos e programas de Educação Profissional, revoga 2208/1997; Decreto 5225/2004: Organização do Ensino Superior;; Proposta da Lei orgânica da Educação Superior; Proposta da Lei orgânica da EPT.

11 Organização Curricular da EPT Cursos e Programas: (Decreto 5154/2004) Formação inicial e continuada de trabalhadores; Educação profissional técnica de nível médio; Educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação.

12 Formação inicial e continuada de Trabalhadores; Superação da Desigualdade social e descolarização dos trabalhadores; Educação no contexto da nova relação capital-trabalho; Exigência crescente da Educação básica (Elevação de escolaridade); Novas metodologias de ensino (transdisciplinaridade); Transposição didática da realidade do mundo do trabalho; Currículo (duração variada, modularização, domínio de linguagens,comunicação,conhecimento científicos-tecnológicos,conhecimentos socio-históricos); Espaço educativo fora da escola; Educação continuada e permanente; Itinerário formativo compatível com a nova base técnica da produção; Articulação com a EJA; Articulação com o Ministério, Secretárias estaduais e municipais do Trabalho e políticas de emprego; Parceria setor público, produtivo e o 3º setor; Economia solidária e empreendedorismo; Centros Públicos de Educação Profissional;

13 Educação Profissional Técnica de nível médio Educação da juventude; Ensino médio Tecnológico (Escola unitária e Politécnia); Ensino integrado (núcleo comum e núcleo específico); Currículo (média duração,conhecimentos científicos,tecnológicos,sociais e humanísticos); Ensino Técnico concomitante ao ensino médio(projetos interinstitucionais e convênios de intercomplementaridade); Profissional de nível médio (Técnico); Qualificação, habilitação e especialização técnica; Currículo de formação integral ; Cultura técnica articulada a cultura geral; Cultura,ciência e trabalho; Relação teoria-prática como metodologia de ensino; Trabalho como principio educativo; Pedagogia de projetos (interdisciplinaridade); Dualidade estrutural na educação secundária.

14 Educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação Profissionalização no Ensino superior; Graduação (Bacharelado,Licenciaturas e Tecnologia) Cursos Superiores de Tecnologia; Desenvolvimento científico e tecnológico; Diversificação curricular da educação superior; Inovação tecnológica, produção de bens e serviços;; Ciência e Tecnologia, Ciência aplicada; Área tecnológica; Articulação com MCT e políticas de desenvolvimento; Dualismo estrutural no Ensino superior; Desenvolvimento local e regional; Formação de Professores da EPT; Mestrado profissional;

15 Currículos Currículo como conjunto de ações do cotidiano escolar,tendo como base a escolha interessada de conteúdos e programas, que resultam em processos de ensino-aprendizagem; Autonomia didática-pedagógica das Instituições de ensino; Do currículo mínimo a Diretrizes curriculares; Currículo de competências; Conteúdos, metodologias e técnicas apropriadas a cada nível e modalidade de ensino (nova pedagogia do trabalho); Flexibilização curricular, interdisciplinaridade e contextualização; Perfil profissional dos cursos e programas de EPT.

16 Educação de Jovens e Adultos Compromisso de superar a exclusão social; Ensino noturno; Função reparadora da EJA; Responsabilidade pública da união, Estados e municípios; Modalidade em 2º plano; Metodologia específica da EJA; Articulação com a EPT; Gestão e financiamento.

17 Perspectivas e desafios Universalização da Educação Básica de qualidade; A formação profissional como estratégia de interesse dos trabalhadores; Autonomia da educação e das Instituições educacionais; Fortalecimento do CNE ; Escola secundária unitária e politécnica; A educação tecnológica (nível técnico e superior) como estratégia de um Projeto de desenvolvimento nacional; Superar o academicismo da educação brasileira; Políticas públicas e financiamento da educação; Gestão democrática na educação; Regulamentação da formação inicial e continuada de trabalhadores; Fortalecimento das redes de Instituições de EPT

18 No final tudo dá certo, se não deu certo é porque não chegou no final Fernando Sabino

VÍNCULOS ENTRE A EDUCAÇÃO E TRABALHO

VÍNCULOS ENTRE A EDUCAÇÃO E TRABALHO VÍNCULOS ENTRE A EDUCAÇÃO E TRABALHO Seminário Internacional Educação Secundária: Direito, Inclusão e Desenvolvimento UNICEF Carlos Artexes Simões Coordenador Geral do Ensino MédioM Secretaria Educação

Leia mais

Desafios Curriculares do Ensino Médio

Desafios Curriculares do Ensino Médio SEMINÁRIO INTERNACIONAL Desafios Curriculares do Ensino Médio 09 e 10 NOVEMBRO 2016 Educação profissional e ensino médio KARINA SOUZA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRE/IFSP o Decreto-Lei 4.073/42 BREVE

Leia mais

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação XXXIX edição da Reunião dos

Leia mais

Educação Profissional. Edilene Rodrigues da Silva EEN - UFRN

Educação Profissional. Edilene Rodrigues da Silva EEN - UFRN Educação Profissional Edilene Rodrigues da Silva EEN - UFRN Julho 2010 LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional A educação profissional e tecnológica,

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

Características Educação SESI

Características Educação SESI EDUCAÇÃO SESI Características Educação SESI Atendimento prioritário ao Trabalhador da indústria e seus dependentes Gratuidade nos cursos EJA Atuação nas 27 Unidades Federativas 32% de evasão na EJA Cenário

Leia mais

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES PARA OS CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DA UTFPR Resolução

Leia mais

São Paulo, Marcelo Feres

São Paulo, Marcelo Feres Discussão IItinerários Formativos na Educação Profissional: Articulação entre Ensino Médio e Educação Profissional e Tecnológica São Paulo, 14-06-16 Marcelo Feres Agenda Ensino Médio (EM) Articulação Ensino

Leia mais

CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB. Maria Cristina Madeira da Silva

CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB. Maria Cristina Madeira da Silva CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB Maria Cristina Madeira da Silva TRAJETÓRIA DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA 1909 ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES 1937 LICEUS DE ARTES

Leia mais

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares;

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares; Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." DECRETO Nº 16.718 DE 11 DE MAIO DE 2016 Dispõe sobre a instituição e organização dos Complexos Integrados de Educação, no âmbito

Leia mais

A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional

A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional Fórum da Educação Profissional do Estado de São Paulo A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Diretrizes e orientações curriculares do Ensino

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE EJA E O MUNDO DO TRABALHO

RELAÇÕES ENTRE EJA E O MUNDO DO TRABALHO RELAÇÕES ENTRE EJA E O MUNDO DO TRABALHO Eliesér Toretta Zen elieserzen@hotmail.com TÓPICOS Dia 29 de setembro de 2014: Estudo do texto: as implicações políticas e pedagógicas do currículo na educação

Leia mais

Tema: Engenharia a dois Ciclos Propostas e Modelos para o Brasil. A NOVA FORMAÇÃO e os IMPACTOS NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL.

Tema: Engenharia a dois Ciclos Propostas e Modelos para o Brasil. A NOVA FORMAÇÃO e os IMPACTOS NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL. Tema: Engenharia a dois Ciclos Propostas e Modelos para o Brasil A NOVA FORMAÇÃO e os IMPACTOS NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL Paulo Roberto da Silva XIV ENCEP Recife, 14/05/2009 1 1 - O Ensino Superior- Regulamentação

Leia mais

Flexibilização curricular e sua implementação no Brasil: uma proposta de estruturação do debate RICARDO HENRIQUES, INSTITUTO UNIBANCO

Flexibilização curricular e sua implementação no Brasil: uma proposta de estruturação do debate RICARDO HENRIQUES, INSTITUTO UNIBANCO Flexibilização curricular e sua implementação no Brasil: uma proposta de estruturação do debate RICARDO HENRIQUES, INSTITUTO UNIBANCO Colóquio Desafios Curriculares do Ensino Médio 2015 Seminário Internacional

Leia mais

Flexibilização Curricular

Flexibilização Curricular Flexibilização Curricular Palavra chave do Projeto Político Pedagógico Seu significado está na articulação com os princípios e diretrizes do Projeto Político Pedagógico FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR Apresentação

Leia mais

Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil

Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação São Paulo, 01 de setembro

Leia mais

Evasão, retenção e conclusão na Rede Federal

Evasão, retenção e conclusão na Rede Federal Evasão, retenção e conclusão na Rede Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Anna Catharina da Costa Dantas dpept.setec@mec.gov.br Maceió/AL, 04 de setembro de

Leia mais

CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES Julgue os itens que se seguem, tendo como referência os documentos legais que regulamentam a educação.

CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES Julgue os itens que se seguem, tendo como referência os documentos legais que regulamentam a educação. CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES Julgue os itens que se seguem, tendo como referência os documentos legais que regulamentam a educação. 41 Conforme as Diretrizes Nacionais Gerais para a Educação Básica, a

Leia mais

Maria Helena Guimarães de Castro Outubro Política Nacional de Formação de Professores

Maria Helena Guimarães de Castro Outubro Política Nacional de Formação de Professores Maria Helena Guimarães de Castro Outubro 2017 Política Nacional de Formação de Professores PREMISSAS A QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS DEPENDE DA QUALIDADE DO TRABALHO DO PROFESSOR Evidências mostram que,

Leia mais

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Seminário Internacional de Certificação Profissional Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Certificação Profissional - Definição Usual Reconhecimento formal dos conhecimentos, habilidades, atitudes

Leia mais

O FÓRUM NACIONAL DE CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE E A REFORMA DO ENSINO MÉDIO MARCOS ELIAS MOREIRA

O FÓRUM NACIONAL DE CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE E A REFORMA DO ENSINO MÉDIO MARCOS ELIAS MOREIRA O FÓRUM NACIONAL DE CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE E A REFORMA DO ENSINO MÉDIO MARCOS ELIAS MOREIRA O FNCE - representante dos Conselhos Estaduais de Educação Os Conselhos Estaduais de Educação:

Leia mais

Currículos da educação básica no Brasil. Primeira parte

Currículos da educação básica no Brasil. Primeira parte Currículos da educação básica no Brasil Primeira parte Currículo Etimologia: percurso (correre) ao longo da escolaridade; Significados: percurso do aluno para aprender; cultura científica, artística, linguística

Leia mais

Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais Nº TÍTULO CPF

Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais Nº TÍTULO CPF Nº TÍTULO CPF 1 Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais ANÁLISE DA POLÍTICA PÚBLICA CURRICULAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA PAULISTA NA PERSPECTIVA DE AVALIAÇÃO EXTERNA DE SISTEMA 41691261815

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SERVIÇOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SERVIÇOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SERVIÇOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1 - FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE TRABALHADORES Iniciação Profissional Qualificação Profissional Aperfeiçoamento Profissional

Leia mais

CRONOGRAMA 2014 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

CRONOGRAMA 2014 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. CRONOGRAMA 2014 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Fevereiro 2014 1 01/02 Turma A - Fundamentos Sócio Históricos e

Leia mais

ESPECIALISTAS DA EDUCAÇÃO

ESPECIALISTAS DA EDUCAÇÃO ESPECIALISTAS DA EDUCAÇÃO Profissionais que possuíam a função de pensar e decidir sobre as atividades a serem desenvolvidas pelos professores que, muitas vezes, agiam como meros executores. Dentre eles,

Leia mais

CURRÍCULOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Elementos para o debate

CURRÍCULOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Elementos para o debate CURRÍCULOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA Elementos para o debate Estrutura desta apresentação Primeira parte: Currículo etimologia; significados; concepções; o debate atual. Segunda parte: Base Nacional Comum (BNC)

Leia mais

CREA-RS INTEGRANDO PROFISSIONAIS E SOCIEDADE

CREA-RS INTEGRANDO PROFISSIONAIS E SOCIEDADE CREA-RS INTEGRANDO PROFISSIONAIS E SOCIEDADE 1 O Sistema CONFEA/CREA Nova Sistemática Definição de Atribuições Profissionais 2 O que é o Sistema CONFEA/CREA? Composto pelo CONFEA, CREAs e Caixas de Assistência

Leia mais

Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República

Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Apresentação de propostas e formalização de Convênios com a SPM - PR Vitória, maio de 2011 Secretaria de Políticas para as Mulheres Criada

Leia mais

Cursos Técnicos do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional (PROEJA) Sistema e-tec Brasil

Cursos Técnicos do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional (PROEJA) Sistema e-tec Brasil Cursos Técnicos do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional (PROEJA) Sistema e-tec Brasil Antônio Alves Siqueira Júnior Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin Apresentamos as Matrizes Curriculares

Leia mais

A Educação Profissional e Tecnológica. Conceituação Princípios Objetivos Características

A Educação Profissional e Tecnológica. Conceituação Princípios Objetivos Características A Educação Profissional e Tecnológica Conceituação Princípios Objetivos Características Conceituação A educação profissional tecnológica, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, a ciência

Leia mais

Desafios e Oportunidades para o Fortalecimento da EPT no Brasil até 2024

Desafios e Oportunidades para o Fortalecimento da EPT no Brasil até 2024 Desafios e Oportunidades para o Fortalecimento da EPT no Brasil até 2024 Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação Características das Principais

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de )

CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de ) CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de 2009.1) CRIAÇÃO DO CURSO DECRETO 476/60, DE 19/01/60 PARECER 579/CNE/59, 02/12/59 RECONHECIMENTO DO CURSO DECRETO 75590/75, DE 10/04/75

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Resolução Nº 01, de 12 de dezembro de 2012. Fixa Normas e Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos EJA

Leia mais

LDB Introdução. Conceito de Educação 12/07/2017

LDB Introdução. Conceito de Educação 12/07/2017 LDB 9394-96 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL Introdução A LDB 9394/96 tem por característica principal a flexibilidade; Ela serve para organizar a educação escolar em nível nacional; Abrande

Leia mais

O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e. ABMES, Brasília julho/2010

O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e. ABMES, Brasília julho/2010 O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e Universidades ABMES, Brasília julho/2010 O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e Universidades Paulo M. V. B.

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES CONTEÚDOS CURRICULARES Informática Aplicada à Educação Carga Horária: 40 horas Histórico da informática na educação. Familiarização com softwares, sistemas Operacionais

Leia mais

As contribuições da Filosofia para a compreensão do sujeito sócio-histórico. As contribuições da História à construção do pensamento educacional

As contribuições da Filosofia para a compreensão do sujeito sócio-histórico. As contribuições da História à construção do pensamento educacional I A PEDAGOGIA E A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE DE SEUS ATORES FACULDADE METODISTA GRANBERY FMG MATRIZ CURRICULAR CURSO DE PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR N 13 1 AO 8 PERÍODO INÍCIO 2 /12 TURMA 2 /12 1 PERÍODO

Leia mais

Aos: Participantes da Reunião de Trabalho para a Elaboração de Orientações para a Implementação de Marcos de Qualificação.

Aos: Participantes da Reunião de Trabalho para a Elaboração de Orientações para a Implementação de Marcos de Qualificação. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Brasília-DF, 27 de julho de 2009 Aos: Participantes da Reunião de Trabalho para a Elaboração de Orientações para a Implementação

Leia mais

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade Antônio Lidio de Mattos Zambon Coordenador Geral de Políticas

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES DO TRABALHO NA SOCIEDADE INFORMACIONAL

AS TRANSFORMAÇÕES DO TRABALHO NA SOCIEDADE INFORMACIONAL AS TRANSFORMAÇÕES DO TRABALHO NA SOCIEDADE INFORMACIONAL Disciplina: Trabalho, Sociedade e Desigualdades Prof. Francisco E. B. Vargas Instituto de Filosofia, Sociologia e Política IFISP/UFPel - 2013/2

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio: Cenário Nacional e Segunda Etapa da Formação de Professores.

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio: Cenário Nacional e Segunda Etapa da Formação de Professores. Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio: Cenário Nacional e Segunda Etapa da Formação de Professores. Profª Drª Monica Ribeiro da Silva Universidade Federal do Paraná monicars@ufpr.br Cenário

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR AVALIAÇÃO REGULAÇÃO SUPERVISÃO

EDUCAÇÃO SUPERIOR AVALIAÇÃO REGULAÇÃO SUPERVISÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR AVALIAÇÃO REGULAÇÃO SUPERVISÃO 1 EDUCAÇÃO SUPERIOR Educação Superior experimentou, nos últimos anos, mais mudanças do que as ocorridas ao longo de sua história. 2 TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO

Leia mais

Luiz de Sousa Junior UFPB

Luiz de Sousa Junior UFPB Luiz de Sousa Junior UFPB Altera a LDB Altera o Fundeb Altera a CLT Revoga a Lei 11.161/2005 Institui a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Implicações curriculares,

Leia mais

SETOR DE ATIVIDADES, TAMANHO E LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA. Movimento, dinâmica, emergência e inovação influenciam? Toda empresa funciona numa rede

SETOR DE ATIVIDADES, TAMANHO E LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA. Movimento, dinâmica, emergência e inovação influenciam? Toda empresa funciona numa rede GESTÃO DA INOVAÇÃO PROF. ME. ÉRICO PAGOTTO SETOR DE ATIVIDADES, TAMANHO E LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Quais são as leis que regem o mercado? Movimento, dinâmica, emergência e inovação influenciam? Toda empresa

Leia mais

forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses

forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses Campanha pública estímulo à procura de qualificação dos jovens e adultos. É um desafio estratégico para o país População segundo o nível de escolaridade

Leia mais

Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação

Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA CATEGORIAS DE ANÁLISE 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação 1.1 GESTÃO ACADÊMICA 1.1.1 Responsabilidade Social

Leia mais

LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL

LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL Câmara dos Deputados Audiência Pública LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL Prof. João Ferreira de Oliveira - UFG joao.jferreira@gmail.com Representando: ANPEd e ANFOPE - Associação Científica Fundada em

Leia mais

Formação Inicial e Continuada DOCUMENTO BASE. Ensino Fundamental

Formação Inicial e Continuada DOCUMENTO BASE. Ensino Fundamental Formação Inicial e Continuada DOCUMENTO BASE Ensino Fundamental CONSIDERAÇÕES GERAIS Documento composto a partir das considerações constantes dos capítulos 1 e 2 do Documento Base do PROEJA (BRASIL, 2006),

Leia mais

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação Dr. Luiz F. Dourado -UFG Brasília, 16.04.08 Democratização gestão e qualidade social da educação = Coneb

Leia mais

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações LEI Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

1. NÍVEIS DE ENSINO 2. EDUCAÇÃO INFANTIL

1. NÍVEIS DE ENSINO 2. EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 5.1 MÓDULO 18 Índice 1. Níveis de Ensino...3 2. Educação Infantil...3 4. Ensino Médio...6 5. Modalidades de Educação...9 5.1. Educação de Jovens e Adultos... 9 5.2. Educação Especial... 9 5.3. Educação

Leia mais

Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas

Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas 1. Perfil do

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Descrição do Curso O curso tem duração de 360 horas sendo

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. O Presidente da

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO Nº 6, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível

Leia mais

DEBATE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. Anos Iniciais. Profa. Clarice Salete Traversini Pedagogia 04/12/2015

DEBATE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. Anos Iniciais. Profa. Clarice Salete Traversini Pedagogia 04/12/2015 DEBATE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR Anos Iniciais Profa. Clarice Salete Traversini Pedagogia 04/12/2015 Construção de currículo, assim como a construção da democracia é um processo sem fim (Boaventura

Leia mais

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Ética e Legislação Profissional Assunto: Legislação Profissional / Confea/Crea Prof. Ederaldo

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO 2009

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO 2009 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO

Leia mais

Autonomia, Flexibilidade e Transversalidade Curricular

Autonomia, Flexibilidade e Transversalidade Curricular Autonomia, Flexibilidade e Transversalidade Curricular 1. As escolas, os professores e as aulas organizam-se em função do aluno médio. 2. Os alunos são nivelados e organizados por turmas fixas 3. Os alunos

Leia mais

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E NOVAS METODOLOGIAS DE ENSINO APRENDIZAGEM

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E NOVAS METODOLOGIAS DE ENSINO APRENDIZAGEM FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E NOVAS METODOLOGIAS DE ENSINO APRENDIZAGEM I Fórum de Graduação da UNIFESP Novembro 2012 Helena Costa Lopes de Freitas CONTEXTO HISTORICO final da década de 90 pressão pelo acesso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 034/ CEPE DE 23 de Agosto de 2006.

RESOLUÇÃO Nº 034/ CEPE DE 23 de Agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 034/2006 - CEPE DE 23 de Agosto de 2006. APROVA A ALTERAÇÃO DA RESOLUÇÃO CEPE N.º 003- A/2003 NORMAS DE ESTÁGIO. O Reitor da Universidade Castelo Branco, usando de suas atribuições legais

Leia mais

Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF

Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF 1 2 3 4 5 AS POLÍTICAS CURRICULARES PARA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS

Leia mais

SONHOS SOBRE A JANELA

SONHOS SOBRE A JANELA SONHOS SOBRE A JANELA Educação, Linguagem e Memória Ana Paula Nunes Melo 1 Introdução O texto apresenta uma análise de uma política pública de Educação de Jovens e Adultos (EJA) que, em sua experiência,

Leia mais

Resultado da avaliação dos textos

Resultado da avaliação dos textos Identificação TÍTULO DO TRABALHO Modalidade Nota Resultado 55233 55101 INTEGRAÇÃO CURRICULAR ORGANIZADA POR CÉLULAS EM TRILHAS FORMATIVAS UMA EXPERIÊNCIA DE CRIAÇÃO COLABORATIVA POR DENTRO DO SISTEMA EDUCACIONAL

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Conselho Superior

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Conselho Superior RESOLUÇÃO Nº 009 CONSUPER/2015 Dispõe sobre o Regulamento de Curso de Extensão do. O Presidente do do IFC, professor Francisco José Montório Sobral, no uso de suas atribuições conferidas pelo Decreto de

Leia mais

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES ANÁLISE SWOT GT2

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES ANÁLISE SWOT GT2 INQUÉRITO AOS ESTUDANTES ANÁLISE SWOT GT2 Nota introdutória No âmbito da análise SWOT realizada pelo GT2, e com o objectivo de avaliar a validade desta análise, foi preparado pelo GT2 um inquérito dirigido

Leia mais

REFORMAS NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA

REFORMAS NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA XV CONSIND - CONTEE Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino REFORMAS NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA Francisco Aparecido Cordão Presidente da CEB/CNE facordao@uol.com.br

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. As Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA (CNE,2000) preconizam princípios norteadores da ação pedagógica da escola: (A) éticos, políticos e estéticos; (B)

Leia mais

Resolução SE nº 2, de 19 de janeiro de 2009

Resolução SE nº 2, de 19 de janeiro de 2009 Resolução SE nº 2, de 19 de janeiro de 2009 Diário Oficial do Estado nº 12 20/01/2009 (terça-feira) P. Executivo Seção I Educação GABINETE DA SECRETÁRIA Resolução SE 2, de 19-1-2009 Complementa o ementário

Leia mais

FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA.

FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA. 2. O QUE É EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA? A extensão universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural,

Leia mais

SUMÁRIO. Língua Portuguesa

SUMÁRIO. Língua Portuguesa Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados... 3 Domínio da ortografia oficial... 21 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais... 9 Domínio da estrutura morfossintática

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 02/2014. A CÂMARA DE ENSINO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e

RESOLUÇÃO Nº 02/2014. A CÂMARA DE ENSINO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e RESOLUÇÃO Nº 02/2014 Estabelece normas e prazos para elaboração, reformulação e avaliação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Univasf. A DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO

Leia mais

Formação docente interdisciplinar como espaço de reflexão coletiva acerca da prática docente

Formação docente interdisciplinar como espaço de reflexão coletiva acerca da prática docente Formação docente interdisciplinar como espaço de reflexão coletiva acerca da prática docente Rutz da Silva, Silvio Luiz 1 & Puglia Zanon, Denise 2 Categoría: Reflexões e experiências de inovação em sala

Leia mais

Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de Apresentado por: Luciane Pinto, Paulo Henrique Silva e Vanessa Ferreira Backes.

Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de Apresentado por: Luciane Pinto, Paulo Henrique Silva e Vanessa Ferreira Backes. Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de 1998 Apresentado por: Luciane Pinto, Paulo Henrique Silva e Vanessa Ferreira Backes. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. O Presidente

Leia mais

CAPÍTULO I - Conceituação e Objetivos

CAPÍTULO I - Conceituação e Objetivos REGULAMENTO GERAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC Ensino Técnico do Centro Paula Souza CAPÍTULO I - Conceituação e Objetivos Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC constitui-se numa atividade

Leia mais

Nota 01/2017- Colégio de Dirigentes/CODIR

Nota 01/2017- Colégio de Dirigentes/CODIR Nota 01/2017- Colégio de Dirigentes/CODIR Esclarecimentos quanto à oferta de Cursos de Complementação Pedagógica no formato de Especialização para Docentes não licenciados no âmbito do IFPA Considerando

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. O Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio Profª Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE- UFMG

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio Profª Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE- UFMG Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio Profª Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE- UFMG Não é possível apresentar um manual ou receita para se construir uma escola democrática ou para implantar

Leia mais

I RELATÓRIO: II ANÁLISE:

I RELATÓRIO: II ANÁLISE: INTERESSADA: AUTARQUIA MUNICIPAL DO ENSINO SUPERIOR DE GOIANA FACULDADE DE INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE GOIANA ASSUNTO: RECONHECIMENTO DO CURSO NORMAL SUPERIOR RELATOR: CONSELHEIRO ARNALDO CARLOS

Leia mais

ENSINO MÉDIO INOVADOR

ENSINO MÉDIO INOVADOR ENSINO MÉDIO INOVADOR Secretaria de Educação Básica-MEC 01 de junho de 2009 Brasilia-DF INVENTAR é criar, engendrar, descobrir. INOVAR é tornar novo, renovar, introduzir novidade em... A INVENÇÃO tende

Leia mais

Encontro da Rede de Certificação 2017 Santiago - Chile. A Certificação de Competências na indústria - a experiência do SENAI

Encontro da Rede de Certificação 2017 Santiago - Chile. A Certificação de Competências na indústria - a experiência do SENAI Encontro da Rede de Certificação 2017 Santiago - Chile A Certificação de Competências na indústria - a experiência do SENAI O SENAI O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial foi criado em 1942 para

Leia mais

MODELO EDUCACIONAL DO PROGRAMA ELEVAÇÃO DA ESCOLARIDADE BÁSICA NA INDÚSTRIA

MODELO EDUCACIONAL DO PROGRAMA ELEVAÇÃO DA ESCOLARIDADE BÁSICA NA INDÚSTRIA MODELO EDUCACIONAL DO PROGRAMA ELEVAÇÃO DA ESCOLARIDADE BÁSICA NA INDÚSTRIA Modelo Educacional do Programa Elevação da Escolaridade Básica na Indústria 3 APRESENTAÇÃO O Programa Elevação da Escolaridade

Leia mais

PROGRAMA DE ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO APRESENTAÇÃO

PROGRAMA DE ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO APRESENTAÇÃO PROGRAMA DE ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO APRESENTAÇÃO De acordo com a legislação, o tripé formado pelo ensino, pela pesquisa e pela extensão constitui o eixo fundamental da Universidade brasileira

Leia mais

Prof. Luciano Silva IFSP. Instruções para uso da tabela com proposta de critérios e de pontuação sobre RSC

Prof. Luciano Silva IFSP. Instruções para uso da tabela com proposta de critérios e de pontuação sobre RSC Prof. Luciano Silva IFSP Instruções para uso da tabela com proposta de critérios e de pontuação sobre RSC Novembro/2013. SUMÁRIO 1 DIRETRIZES PARA DEFINIÇÃO DOS CRITÉRIOS E PONTUAÇÃO SOBRE RSC... 3 2 PONTUAÇÃO

Leia mais

Políticas Públicas para a Educação Profissional e Tecnológica

Políticas Públicas para a Educação Profissional e Tecnológica Tópicos a serem abordados: Por quê? Para quê? O papel da SETEC / MEC Antecedentes A Retomada do Processo de Estruturação da Proposta de Políticas Públicas para a Linhas Estratégicas Por quê? Para quê?

Leia mais

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Instituto de Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Especialização: Tecnologias e Metodologias da Programação no Ensino Básico 16 17 Edição Instituto de Educação

Leia mais

Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR

Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR Estamos empenhados em viabilizar a implantação da creditação da Extensão na UFPR, conforme estabelecido no Plano Nacional

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO 2007-201 Apresentação da Proposta ÍNDICE 1 O PROBLEMA 2 A ESTRATÉGIA 4 PLANO DE FINANCIAMENTO 1 1 O PROBLEMA Taxa de emprego Emprego em média e alta tecnologia

Leia mais

Currículo Escolar. Contextualização. Instrumentalização. Teleaula 2. Refletir sobre currículo. Profa. Me. Inge R. F. Suhr

Currículo Escolar. Contextualização. Instrumentalização. Teleaula 2. Refletir sobre currículo. Profa. Me. Inge R. F. Suhr Currículo Escolar Teleaula 2 Contextualização Profa. Me. Inge R. F. Suhr Que realidade se põe? Como isso afeta a questão do currículo? Refletir sobre currículo Expansão industrial X finalidade da educação

Leia mais

Flexibilização curricular e formação de professores

Flexibilização curricular e formação de professores 21/11/2012 I Fórum de Graduação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Goiânia, 30 de outubro de 2012 Prof. Júlio Emílio Diniz-Pereira (UFMG) juliodiniz@ufmg.br 1 Introdução 3 partes: 1. Breve histórico

Leia mais

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO DESAFIOS DA EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO Fontainhas Fernandes UTAD 18 de outubro de 2014 Fontainhas Fernandes

Leia mais

Plano Plurianual de Atividades

Plano Plurianual de Atividades Plano Plurianual de Atividades 2014-2017 Plano Plurianual de Atividades 2014-2017 2 ÍNDICE Introdução 001 Princípios orientadores do Plano Plurianual. Organização, desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens,

Leia mais

Seminário sobre Emprego para Jovens Painel 3: Desenvolvimento e promoção de políticas, estratégias e serviços integrados

Seminário sobre Emprego para Jovens Painel 3: Desenvolvimento e promoção de políticas, estratégias e serviços integrados w w w. c a p l a b. o r g. p e Seminário sobre Emprego para Jovens Painel 3: Desenvolvimento e promoção de políticas, estratégias e serviços integrados Rio de Janeiro, 20 e 21 de maio de 2008 1 Objetivo

Leia mais

PRINCÍPIOS NORTEADORES. De acordo com a Resolução CNE nº06/2012, são princípios da Educação Profissional Técnica de Nível Médio a serem seguidos:

PRINCÍPIOS NORTEADORES. De acordo com a Resolução CNE nº06/2012, são princípios da Educação Profissional Técnica de Nível Médio a serem seguidos: Documento Base para a promoção da formação integral, fortalecimento do ensino médio integrado e implementação do currículo integrado no âmbito das Instituições da Rede EPCT conforme Lei 11.892/2008. Considerando

Leia mais

SeçãoI DasDisposiçõesGerais

SeçãoI DasDisposiçõesGerais Como ficou a LDB após a Lei nº13.415, de 2017 Reforma do Ensino Médio Capítulo II Educação Básica SeçãoI DasDisposiçõesGerais Art. 24-1º - Carga horária mínima anual a partir de 02 de março de 2017, passaaserde1.000horas,devendoser

Leia mais

Inclusão Social e formação de professores: as perspectivas para o Rural. Edmerson dos Santos Reis UNEB/DCH-III/RESAB

Inclusão Social e formação de professores: as perspectivas para o Rural. Edmerson dos Santos Reis UNEB/DCH-III/RESAB Inclusão Social e formação de professores: as perspectivas para o Rural Edmerson dos Santos Reis UNEB/DCH-III/RESAB 1 Minha fala: 1- A maculação do direito como algo que impede a inclusão; 2- Inclusão

Leia mais

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília/DF, jun. 2015

Leia mais

Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei. ESECS - Leiria

Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei. ESECS - Leiria Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei ESECS - Leiria 1 de Abril de 2017 Apresentação será dividida em 3 momentos: 1º - Enquadramento legal e Cronologia 2º - Modalidade de Formação

Leia mais

Inquérito aos Estudantes - Análise SWOT Ensino Superior Português

Inquérito aos Estudantes - Análise SWOT Ensino Superior Português Inquérito aos Estudantes - Análise SWOT Ensino Superior Português O grupo da qualidade para o Ensino Superior (GT2) está a aplicar a análise SWOT ao Ensino Superior Português. A análise SWOT é uma ferramenta

Leia mais