FACULDADE NOVOS HORIZONTES CURSO: DIREITO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE NOVOS HORIZONTES CURSO: DIREITO"

Transcrição

1 FACULDADE NOVOS HORIZONTES CURSO: DIREITO PROFESSOR ORIENTADOR: Júlio César Luciano RECURSO CÍVEL NO BRASIL PROCESSO: INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS BELO HORIZONTE MAIO DE 2008

2 FACULDADE NOVOS HORIZONTES CURSO: DIREITO PROFESSOR ORIENTADOR: Júlio César Luciano RECURSO CÍVEL NO BRASIL PROCESSO: INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS JOSYANE DE FÁTIMA SEIXAS JULIANA RODRIGUES DE SÁ ROSILÉIA PEREIRA COSTA RAIZER SOUZA VÂNIA LÚCIA ROBERTO DIAS LAGE BELO HORIZONTE MAIO DE 2008

3 FACULDADE NOVOS HORIZONTES RECURSO CÍVEL NO BRASIL PROCESSO: INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS Projeto interdisciplinar apresentado ao curso de Direito da Faculdade Novos Horizontes, como requisito para conclusão de período, sob orientação do professor Júlio César Luciano.

4 BELO HORIZONTE MAIO DE 2008 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Responsabilidade Penal da Pessoa Jurídica Legitimidade dos Pais no Processo A Representatividade dos Pais A Inexistência com relação ao Constrangimento Dano Moral: sofrimentos e culpas A questão da filmagem e o direito à privacidade Capacitação e Habilitação dos Seguranças Contra-razões na Apelação Análise dos Votos 5 5 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGRADECIMENTOS A Deus; Aos nossos pais e familiares, pela paciência e carinho; Aos professores da Faculdade Novos Horizontes, pelas sábias lições; Em especial, ao professor-orientador Júlio, pelas orientações sempre oportunas.

5 INTRODUÇÃO O tema integrador que será norteador do referido trabalho, concerne-se sobre O RECURSO CÍVEL NO BRASIL, e o caso concreto que se pretende ser desenvolvido,

6 versa sobre uma Ação de Reparação de Danos Morais, decorrentes de ilícito, praticado por um segurança em um estabelecimento comercial da empresa DMA DISTRIBUIDORA S/ª. É imprescindível destacar a importância que o Estado Democrático de Direito exerce, como provedor, assegurando a proteção dos direitos e garantias do cidadão, que encontram-se em completa sintonia com o texto constitucional e o ordenamento jurídico vigente. Os enaltecidos direitos e garantias são protegidos pelo Estado, que exercendo a sua função social, por intermédio do Poder Judiciário, que é o órgão competente, para apreciar e julgar matéria de lesão ou ameaça de direito, cabendo-lhe, então, desde que provocado, (art. 2 o. CPC) o monopólio da jurisdição. Os princípios obedecidos, serão o da Proteção Judiciária, denominado Princípio da Inafastabilidade do Controle Jurisdicional, bem como, do Contraditório e Ampla defesa, que se constituirão como garantia dos direitos subjetivos. A legislação averba em seu bojo, critérios, que são distribuídos entre diversos órgãos do Estado na esfera do poder jurisdicional, conferindo-lhes competência, dentro dos seus respectivos limites. O Caso concreto que será objeto de análise, marca seu início perante o Juízo de 1 o. grau de jurisdição, do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais na Comarca de Belo Horizonte. Trata-se de uma Ação de Reparação de por Danos Morais, em que figuram como litigantes: Autores: JOSÉ DAS GRAÇAS SILVA E OUTROS e Réu: DMA DISTRIBUIDORA S/ A. O referido Juízo é competente para dirimir o mencionado caso, em conformidade com artigo 86 do Código de Processo Civil, que é explícito, em seu inteiro teor: As causas cíveis serão processadas e decididas, ou simplesmente decididas, pelos órgãos jurisdicionais, nos limites de sua competência, ressalvadas às partes a faculdade de instruírem juízo arbitral 2. REFERENCIAL TEÓRICO Instaurado o processo, através da petição inicial, proceder-se-á a sua respectiva distribuição, que no caso em tela é a MM. 16 a. Vara cível. O Juiz competente para analisar o caso,

7 verificará todos os pressupostos processuais, e analisará a tempestividade do processo, que no caso em questão, foi preenchido este requisito. Após os 1 o. e 2 o. Autores efetuarem suas compras, sendo estes marido e esposa, direcionaram para o caixa, objetivando o pagamento dos produtos adquiridos. No mesmo momento, um 3 o. autor, que no caso era o filho, de nome Rodrigo Hernandes da Anunciação, que se achava do lado exterior do indigitado estabelecimento, encaminhou em direção aos 1 o. e 2 o. autores, seus genitores. Este foi abordado por um segurança, que de maneira arbitrária, o revistou, sem a existência de qualquer motivo relevante, impondo-lhe retirar sua calça, bem como, sua camisa, alegando estar o mesmo subtraindo mercadorias do estabelecimento, mas nada foi encontrado. Diante do episódio, a vítima da abordagem manifestando dor moral, começou a chorar, sendo o centro de atenção, das pessoas que transitavam no local, inclusive dos seus pais, que ainda finalizavam o pagamento das compras. Estes procuraram a administração do estabelecimento, com a finalidade de colocar em questionamento, a conduta arbitrária do segurança, porém, esta tentativa foi fada ao fracasso. 2.1 RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA Tendo como objeto de análise o Recurso de Apelação interposto contra sentença judicial, em processo de Ação de Reparação de Danos Morais, cabe, a princípio, analisar alguns aspectos relevantes para a feitura da segunda etapa do interdisciplinar Legitimidade dos pais no processo De acordo com o Código de Processo Civil, em seu Art. 3º, para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade. (BRASIL:2007:66) Nessa perspectiva, tornam-se oportunos alguns detalhes doutrinários.

8 A relação entre legalidade e legitimidade é muito estreita, a ponto de alguns autores as confundirem. O termo legitimidade interessa precipuamente à ciência política, mas também é importante a todas as ciências humanas. A palavra pode designar uma série de situações. Desde a autenticidade de alguma coisa até a justificação com a vontade geral, por meio da lei Correntemente se diz legítimo aquilo que se faz de acordo com as regras da sociedade, o que transportando para o Direito, temos que é legítimo tudo que está na conformidade da lei. Por este viés seria legal aquilo que é feito por determinação da lei, o que em Direito se conhece por vinculação à lei A Representatividade dos Pais Como testemunhas e, sobretudo, pais do rapaz que se diz agredido na revista, aceitar a representação dos pais no processo significa dizer, não implicar em em nenhum desvirtuamento do princípio do devido processo legal, somente em aplicação real e material do princípio do acesso à justiça aos cidadãos, solidificando-se, com isso, a democracia e conseqüentemente, o Estado Democrático de Direito. Admitir tese contrária a essa é impedir a garantia constitucional aos cidadãos, da inafastabilidade do Poder Judiciário de aplicação de lesão ou ameaça a direitos, não sendo medida razoável, criando-se, tão somente, obstáculo ao efetivo acesso à Justiça, o que não pode a não deve ser aceito no estado democrático moderno A Inexistência com relação a Constrangimento Na apelação em voga, observa-se haver reclame da apelante com relação aos argumentos de mau-trato proferidos pela acusação. Reivindicando revisão em segunda instância, e novo parecer judicial, acusa a apelante haver exageros na conduta do ofendido. Conforme defende a ré, há inverdades que precisam ser consideradas. Em primeiro lugar, não houve constrangimento haja vista que a equipe de segurança postada na loja, para garantir a integridade dos clientes, entendeu por bem abordar o apelado, respeitando-o integralmente, sem motivo, portanto, para pleito em juízo nem condenação proferida sentencialmente.

9 Em segundo lugar, há testemunha em favor da empresa apelante, que vira o comportamento do autor diferente do que ele expõe em juízo. Nessas condições, tem-se testemunhas de defesa que, em grande medida, podem derrubar a ação movimentada pelas partes da acusação Dano Moral: sofrimentos e culpas Com efeito, é mister observar, contudo, a preocupação acerca da grande quantidade de indenizações por danos morais pleiteadas perante o Judiciário quando, na verdade, não há qualquer dano moral indenizável, mas um desgosto freqüente no cotidiano. Atualmente, em razão das inúmeras atividades realizadas na sociedade, o homem esta sujeito à toda sorte de acontecimentos que poderiam enfadá-lo, todavia, essas situações, em regra, não geram qualquer verossimilhança de uma indenização, ou seja, não configura-se o dano moral A questão da filmagem e o direito à privacidade O artigo 5.º, inciso X assim destaca: "são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. Não se pode, portanto, expor as pessoas a constrangimentos ou de alguma maneira interferir, sem o consentimento do indivíduo, em sua vida particular. Princípios que são, ou ao menos deveriam ser, respeitados pelos mais tradicionais meios de comunicação. Entretanto, a comunicação eletrônica, não completamente abrangida pela regulamentação positivada, permitiu novas maneiras de se intrometer e desrespeitar esse direito individual, fazendo necessária uma urgente regulação jurídica das transmissões de dados, sob pena de ver-se esse fundamental direito violado Capacitação e Habilitação dos Seguranças A questão do preparo dos seguranças no caso apreciado encontra amparo legal na lei federal número 7.102/1983, e repousa no fato sobre o qual os apelados reclamam indenização por constrangimento moral e físico. No entanto, tal exercício de revista é um direito regulado,

10 legalmente sustentado pela necessidade da empresa em garantir a segurança patrimonial e de seus clientes. Além disso, a testemunha de defesa prova ter havido respeito à integridade do autor no ato da revista, não podendo, nessas condições, o direito socorrer um fato dessa natureza como se fosse ele um dano moral carente de indenização, o que de fato não é o que se pode provar. 3. CONTRA-RAZÕES NA APELAÇÃO: Tempestividade/Análise Processual/Trâmite Inicialmente, o aspecto da legitimidade processual referente à apelação é ponto primordial para sua admissibilidade em juízo. Segundo a doutrina, mais especificamente, o Código de Processo Civil (BRASIL:2008:600): De acordo com Wambier (2003, p.590): Art Provando o apelante justo impedimento, o juiz relevará a pena de deserção, fixando-lhe prazo para efetuar o preparo. Parágrafo único. A decisão referida neste artigo será irrecorrível, cabendo ao tribunal apreciar-lhe a legitimidade. Quem tem legitimidade para apelar, diz-se, é a parte sucumbente, conforme dispõe a primeira parte do caput do art Na verdade, todavia, parece mais correto dizerse que as partes (ambas) têm legitimidade para apelar, tendo interesse para fazê-lo exclusivamente a parte sucumbente (a parte que foi prejudicada pela decisão). Conforme o autor, também tem legitimidade para apelar (e interesse) o terceiro prejudicado (art. 499, caput). Este terceiro, como regra geral, é aquele que poderia ter sido assistente em primeiro grau de jurisdição e não o foi. Assim, proferida a decisão final no processo em que ele poderia ter intervindo como terceiro interessado, e tendo, esta decisão, produzido efeitos maléficos na sua esfera jurídica (não os efeitos da coisa julgada, mas aqueles que se poderiam considerar efeitos reflexos ou indiretos das sentenças), de terceiro interessado passa este a ser terceiro (efetivamente) prejudicado. Rigorosamente, pois, só se pode falar de terceiro interessado depois da sua sucumbência (prejuízo de terceiro). 4. ANÁLISE DOS VOTOS

11 VOTO: Conceito: Elaboração feita individualmente, pelo magistrado, Relator do processo, destacando os principais fatos abordados pela sentença e exarando seu ponto de vista. Este, então é encaminhado, para a apreciação da douta revisão, Dra. Evangelina Castilho Duarte, para o respectivo pronunciamento se de acordo ou se diverge. Feito isso, os autos serão encaminhados para a secretaria, com aposição do despacho do Exmo. Revisor, determinando que se inclua em pauta para julgamento, o processo em questão. Ressalta-se, que terá também de ser colhido o voto do 3 o. votante no processo, manifestando se está de acordo ou se diverge do relator e do revisor. O voto proferido pelo Exmo. Desembargador Relator constou do relatório, parte inicial, na qual o eminente julgador se refere à dinâmica do processo, arrolando os acontecimentos principais, desde a petição inicial até a sentença prolatada em 1 o. grau de jurisdição, valorizando o registro dos atos essenciais. O referido voto, em seu relatório, incorporou a sentença prolatada em 1 o. grau de jurisdição, ressaltando aos seguintes pontos: 1) O julgamento procedente da controvérsia, pelo juiz a quo, arbitrando a indenização, pelos danos morais sofridos pelos autores, no quantum de 25 (vinte e cinco) vezes o valor do salário mínimo vigente à época do fato, com correção monetária baseadas nas tabelas divulgadas pela douta Corregedoria-Geral de Justiça, até a data do efetivo pagamento; 2) O acréscimo de juros moratórios, à taxa de 1% ao mês, contados a partir do ato citatório e do valor indenizatório, determinou que 15 salários serão pagos para o 3 o autor, que no caso é Rodrigo Hernandez da Anunciação Silva, que sofreu diretamente o dano moral e o restante distribuídos entre os dois primeiros autores. 3) As alegações da apelante, em suas razões recursais, destacando: que as abordagens dos agentes de segurança, eram fatos do cotidiano em locais públicos e privados, ora feitos pela polícia, ora feitos por profissionais da área,

12 devidamente habilitados para exercer tal atividade, objetivando a garantia da segurança da sociedade, tão fomentada por atos violentos; a inexistência de constrangimento moral, não tendo sido o 3 o. autor obrigado a despir-se, enfatizando o que o MM. Juiz sentenciante reconheceu que o relato dos fatos alegados foi romanceado; que as provas testemunhais relataram a inexistência de agressão física e moral, na abordagem executada pelos seguranças da apelante; a apelante pleiteou a redução do valor da indenização. Por fim, a parte final do relatório foi à menção da apresentação das contra- razões dos apelados, pugnando que a sentença prolatada em 1 o. grau de jurisdição fosse mantida. O voto proferido pelo Exmo. Desembargador Relator, na fundamentação, primeiramente foi pelo conhecimento do recurso aviado pela empresa DMA DISTRIBUIDORA S.A, uma vez que foram preenchidos os requisitos para sua admissibilidade, que se perfaz como um dos pressupostos para que o recurso produza o efeito, em devolver o exame da matéria impugnada em duplo grau de jurisdição. Houve o ressalte da incontroversa nos autos, que o 3 o. apelado quando se achava no estabelecimento da apelante, com seus genitores, foi abordado por segurança da loja, sob a suspeita de que ele teria furtado mercadoria, inserindo-a em sua pochete ou debaixo de suas roupas. No entanto, ao proceder a revista no 3 o. apelado, coisa alguma foi encontrado em seu poder, sendo registrado no boletim de ocorrência policial juntado ao processo. Ficou então caracterizado pela produção de provas, que os seguranças do referido estabelecimento, atuaram com abusividade de poder, colocando o 3 o. apelado e seus familiares em evidente constrangimento moral, diante das pessoas que transitavam loja. É importante ressaltar que o artigo 187 do Código Civil é bastante claro quando evidencia que também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. Restou provado que o artigo citado diz respeito à figura do abuso de direito, colocando-os no rol dos atos ilícitos. Conforme exalta o grande civilista Gilbert R. L.

13 Florêncio, em sua obra Código Civil Interpretado ato ilícito é aquele que está em desacordo com a ordem jurídica, viola direito subjetivo e causa dano, material ou moral, a alguém.

14 O direito tem que ser exercido por seu titular de maneira equilibrada, norteado pela boa-fé e pelos costumes. Esta premissa citada acima foi comprovada pela prova testemunhal, que restou com clareza, a imprudência do segurança, quando efetivou a revista diante de todas as pessoas, suspeitando que o 3 o. apelado, teria cometido furto, obrigando-lhe a abrir sua pochete e levantar a sua camisa para a concretização da suspeita. O voto do eminente Desembargador Relator, Pereira da Silva, foi bem iluminado, quando enfatizou que é um dever social das pessoas jurídicas, na manutenção da eficiência do sistema de segurança, objetivando a proteção de seu patrimônio, dos seus funcionários e dos clientes, conferindo-lhe o dever de averiguar todas as suspeitas razoáveis; não obstante, o referido exercício de direito proceder sua realização de maneira prudente e discreta, com o profissionalismo, afastando o abuso de poder, como aconteceu na revista ao 3 o. apelado. O que deveria ter acontecido, era que havendo suspeita, fosse o 3 o. apelado convocado no particular, juntamente com seus pais, para um local próprio, reservado, longe da presença dos demais funcionários e clientes da loja, possibilitando, assim, uma averiguação mais efetiva, afastando assim a exposição publicamente. Restou, então provado, em conformidade com as provas testemunhais, dois elementos que conferem característica, para o dever de indenizar: a culpa e o nexo de causalidade. O Exmo. Desembargador, pautou no proferimento de seu voto, no Professor Sérgio Cavalieri Filho, destacando que vivendo em sociedade, o homem tem que pautar de modo a não causar dano a ninguém. Ao praticar os atos da vida, mesmo que lícitos, deve observar a cautela necessária para que de seu atuar não resulte lesão a bens jurídicos alheios. A essa cautela, atenção ou diligência convencionou-se chamar dever de cuidado objetivo. Uma vez, que a abordagem foi procedida, diante das pessoas que transitavam na loja, o abordado passou a ser uma pessoa inidônea, sendo rotulado com a expressão de o menino estava roubando. Daí, estas questões caracterizaram o dano sofrido.

15 O voto passou a análise do valor do quantum indenizatório, sempre atrelado aos parâmetros da técnica, do bem senso, da moderação e da prudência, em conformidade com seu livre convencimento, observando que a indenização dever ser a mais completa possível, afastando ser ela uma fonte de lucro indevido. Neste contexto, devem ser observados os princípios constitucionais da proporcionalidade e da razoabilidade. Foi então, mantido no referido voto, o valor da indenização concedido na 1 a. instância, equivalente a 15 salários mínimos, vigentes à época do fato (R$4.050,00), para o 3 o. apelado, e mais a quantia equivalente a 10 mínimos para os pais correspondendo a (R$2.700). A conclusão do eminente desembargador relator foi em negar provimento ao recurso aviado, mantendo inalterada sentença, somente desvinculado, o valor da indenização ao salário mínimo, fixando, nas quantias de R$4.050, para o 3 o. apelado e R para os 1os. e 2os. apelados. Ressaltou, ainda, que sobre os referidos valores, foram incididos os índices de correção monetária, conforme tabelas divulgadas pela Douta Corregedoria Geral de Justiça, acrescidos de juros de 1% ao mês, ambos a partir da ocorrência do fato ocasionou o dano, que no caso, foi em 15/06/2004. As custas processuais, em conformidade com o que reza ordenamento jurídico, pela empresa apelante. O referido voto foi enviado à douta revisão para ser analisado, bem como, para o 3 o. votante e submetidos à inclusão na pauta de julgamentos. Pode-se analisar os votos do relator PEREIRA DA SILVA, em acordo com os desembargadores EVANGELINA CASTILHO DUARTE e ALBERTO VILAS BOAS, como resultado assentado em provas testemunhais. Grosso modo, isso se deve, em grande medida, pelo peso que se atribui ao dispositivo abrigado no Art. 332 do CPC, conforme o qual Todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos, em que se funda a ação ou a defesa. Neste sentido, analisam-se os votos sob o prisma da prova testemunhal, a qual, segundo consta no acórdão em voga, uma vez colhida, deixou claro que o terceiro apelado fora abordado na frente de todos os clientes e demais funcionários da loja, sob suspeita de ter

16 cometido furto, sendo solicitado que abrisse a pochete e levantasse a camisa para conferência da suspeita. Além disso, consta o fato no acórdão de ter havido olhares de repreensão e curiosidade das pessoas presentes naquele momento da averiguação às quais fora passada uma imagem de cidadão desonesto e, em certa medida, perigoso. Nestes termos, portanto, consideram-se, aqui, os votos validados, devidamente subsidiados por argumentos assentados em prova testemunhal. Nesse sentido, apóia-se no Art. 400 do CPC, que prescreve o seguinte: A prova testemunhal é sempre admissível, não dispondo a lei de modo diverso. Assim, reitera-se terem sido os votos admissíveis dentro do processo civil ajuizado no referido acórdão. Existência de divergência Não houve divergência entre os votantes do caso em tela, a decisão foi UNÂNIME. A princípio, segundo consta na apelação, a própria normalidade da averiguação restou provada através dos depoimentos de testemunhas arroladas pelos autores. Nesse sentido, e uma vez assegurada à admissibilidade da prova testemunhal pelo dispositivo abrigado no Art. 400 supracitado, cabe mencionar, para efeito da concretização da divergência, o seguinte fato presente na apelação, a saber: A prova testemunhal colhida ter demonstrado toda a legalidade e respeito à integridade do autor no ato da averiguação, assim, não podendo o direito socorrer um fato dessa natureza como se fosse ele um dano moral carente de indenização, o que de fato não é e restou comprovado. Por outro lado, nos termos do artigo 333, I, do CPC, qual seja, o ônus da prova incumbe ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito, cabiam, segundo os apelantes: [...] aos autores ter desincumbido do ônus de provar os fatos que constituíram o direito alegado, não havendo, portanto se falar em confissão de ato ilícito, que verdadeiramente não é. Se os autores não provaram os fatos alegados, a improcedência de seus pedidos é questão de ordem.

17 Mesmo com esses argumentos, eles perderam a causa. Mas inegável é terem eles dado margem à produção de divergência o que sempre é significativo dentro do processo civil como um todo. DO ACÓRDÃO Conceito: É um julgamento proferido pelos Tribunais de 2 o. grau de jurisdição e Superiores. O Código de Processo Civil fortalece o conceito acima citado, em seu artigo 163 expressando o seguinte inteiro teor: Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelos tribunais. Conforme dispõe o grande doutrinalista processualista Desembargador Elpídio Donizette, em sua obra Curso Didático de Direito Processual Civil, pág. 168, recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelos órgãos colegiados dos tribunais (turma, câmara, grupo de câmara, seção, órgão especial, plenário, entre outros previstos em regimento interno). O acórdão, então, será a conclusão dos votos proferidos no julgamento, que no caso abordado, será dos desembargadores, que integram o órgão judicante. Requisitos essenciais do acórdão: O artigo 165 do Código de Processo Civil integra em seu bojo o seguinte conteúdo: As sentenças e acórdãos serão proferidos com observância do disposto no art. 458; as demais decisões serão fundamentadas, ainda que de modo conciso. O artigo 458 mencionado os requisitos essenciais da sentença, e neste ponto do processo que está sendo analisado é o acórdão, que se apresenta contido de 03 compartimentos: 1) O relatório, que conterá os nomes das partes, a suma do pedido e da resposta apresentada pelo réu, bem como o registro das principais ocorrências havidas no curso do processo; 2) Os fundamentos, em cujo compartimento o magistrado analisará as questões de fato e de direito

18 3) O dispositivo, no qual o magistrado resolverá as questões, desatando conflito, declarando o resultado do julgamento. O acórdão também inserirá a um dispositivo denominado ementa, que encontra sua base legal no artigo 563 do Código de Processo Civil, que expressa todo acórdão conterá ementa. A ementa representa um resumo da decisão manifestada pelo colegiado em um processo, que no caso analisado é a apelação Cível no /001. Segundo o célere doutrinador processualista Walter Nery, em seu Código de Direito Processual Comentado, conceitua de forma brilhante que ementa é o título do acórdão do qual devem constar, de forma sintética, menção às principais matérias decididas no julgamento e a descrição das teses adotadas pelo órgão julgador. É o enunciado sintético da tese jurídica. A ementa objetiva identificar o conteúdo do acórdão, bem como, as teses que foram adotadas pelo órgão judicante. O caso concreto que está sendo analisado no presente projeto, trata-se de um recurso apelação aviado por DMA DISTIBUIDORA S.A contra a sentença prolatada pelo MM. Juiz de Direito da 16 a. Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, nos autos da Ação de Indenização por danos morais ajuizada por JOSÉ DAS GRAÇAS SILVA. MARIUZA AUGUSTA DA ANUNICAÇÃO E RODRIGO HERNANDEZ DA ANUNICAÇÃO, nos quais figuram como apelados. Nele está inserido a seguinte ementa, exarada pelo Exmo. Desembargador Relator Pereira da Silva: EMENTA; AÇÃO DE INDENIZAÇÃO DANOS MORAIS- ACUSAÇÃO DE FURTO NO INTERIOR DE SUPERMERCADO- PRODUTO NÃO ENCONTRADO COM O CLIENTE- ABUSO DO EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITO CONFIGURADO- AUSÊNCIA DE ABUSO. É devida a indenização por danos morais ao cliente de estabelecimento comercial que, ao deixar as suas dependências. É abordado por seguranças, sob a acusação de furto, sem que, todavia, seja o produto encontrado na posse de pessoa, fato que causa, á evidência, constrangimento e humilhação. Para a fixação do quantum indenizatório, o juiz deve pautar-se pelo bom-senso, moderação e prudência. Deve observar, ainda, o binômio razoabilidade proporcionalidade, para bem fixar o valor da verba indenizatória. Apelação não provida.

19 Observa-se que o elencado acima, tratou-se de forma sintética das matérias que foram decididas no julgamento. DECISÃO: RELATÓRIO, FUNDAMENTAÇÃO E DISPOSITIVO Por fim, vale apreciar criticamente a decisão proferida mediante votação. A princípio, quanto ao relatório, cabe mencionar ter sido um grande trunfo dentro do processo. Isso porque seu relator, o Desembargador Pereira da Silva, assevera que o ocorrido traduz-se em procedimento de segurança ordinário, cujo relato dos fatos na inicial tenha sido meramente romanceada. Nessa perspectiva, com relação à fundamentação, cabe dizer ter sido sustentada pela prova testemunhal, de um lado, e pelo próprio depoimento das testemunhas, de outro, que relataram não ter havido agressão física ou moral na abordagem feita pelos seguranças da Apelante. Além disso, a fundamentação legal embasou o argumento segundo o qual o exercício de direito dever ser realizado de forma consciente e discreta, profissional, sem abuso de poder, como aconteceu com o caso dos Apelados. Assim, apoiado no dispositivo legal que trata dos Danos Morais, decidiu o Desembargador pelo ganho de causa aos Apelados, uma vez recaindo a suspeita de furto sobre o 3º Apelado, deveria ter sido ele convocado particularmente para um local reservado, longe da presença do público, para a devida averiguação o que, de fato, não ocorrera. Destaca-se como parte, no qual o magistrado resolve as questões, desatando o conflito, declarando o resultado do julgamento, conforme expresso na obra de Misael Montenegro Filho, em Código de Processo Civil Comentado e Interpretado. E o que se pode extrair do caso em tela que foi negado provimento ao recurso aviado, mantendo inalterada sentença, somente desvinculando, nesta oportunidade, o valor da indenização ao salário mínimo, fixando-a, então, nas quantias de R$ 4.050,00 (quatro mil e cinqüenta reais) para o 3º apelado e R$ 2.700,00 (dois mil e setecentos reais) para os 1º e 2º apelados. Sobre tais quantias incidirão os índices de correção monetária, conforme tabelas divulgadas pela Douta Corregedoria Geral de Justiça, mais juros de 1% ao mês, ambos a partir da data da ocorrência do evento danoso (15/06/2004).

20 5. CONCLUSÃO O trabalho elaborado sobre O Recurso Cível no Brasil objetivou analisar os procedimentos e trâmites processuais, acontecidos em um processo de apelação, cuja matéria versou sobre Indenização por danos Morais. Demonstrou também, que são necessários dano, conduta ilícita e nexo de causalidade para configurar a responsabilidade para indenizar. Ficou inteligível que para a existência do dano moral, tem-se que se fazer prova da repercussão do prejuízo moral decorrente do fato que o ensejou, e no caso concreto em voga, ficou evidente a presença do referido prejuízo. Ficou evidenciada a violação do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, que se encontra inserido no inciso II do art. 1 o do texto constitucional. O princípio em tela deixa consagrada a sua inviolabilidade, e se constitui como um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito. Diante do exposto, e diante da investigação realizada, conclui-se terem sido a argumentação e a contra-argumentação devidamente feitas sob a ótica do processo civil bem como assentadas em bases jurisprudenciais. Além disso, todos seus aspectos deixaram claro ter sido inteiramente legítima a apelação, visto que seus argumentos procedem, em legítima defesa da empresa. Por outro lado, vimos que a apelação realizou-se em consonância com as normas processuais, colocando-a em nível de legitimidade jurídica. Em suma, percebeu-se que ambas as partes agiram em conformidade com a legislação processual; para o bem do Direito, para o bem da Jurisprudência.

21 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei Federal n 7.102/1983. Congresso Nacional, Brasília, BRASIL. Constituição Federal e Código Civil. Vade Mecum. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, BRASIL. Código de Processo Civil / organização Yussef Said Cahali. 10. ed. rev. ampl. e atual. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2008 BRASIL. Código Civil e Código do Consumidor. Vade Mecum. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: teoria geral de direito civil. 24 ed. São Paulo: Saraiva, p. vol. 1. FIUZA, César. Direito Civil: curso completo. 10 ed. Revista atualizada e ampliada. Belo Horizonte: Del Rey, p. JÚNIOR, Humberto Theodoro. Curso de Direito Processual Civil Processo de Execução e Cumprimento da Sentença, Processo Cautelar e Tutela de Urgência: Humberto Theodoro Júnior. Rio de Janeiro: Forense, VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil: teoria geral dos contratos e teoria geral das obrigações. 6. ed. São Paulo: Atlas, p. v.2 VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil: direito de família. 7 ed. São Paulo: Atlas, p. vol. 6. MOREIRA, José Carlos Barbosa. Comentários ao Código de Processo Civil, vol. V, 7º ed., Rio de Janeiro: Editora Forense, VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil: teoria geral dos contratos e teoria geral das obrigações. 6. ed. São Paulo: Atlas, p. v.2 WAMBIER, Luiz Rodrigues. Curso avançado de processo civil, volume 1: teoria geral do processo e processo de conhecimento / Luiz Rodrigues Wambier, Flávio Renato Correia de Almeida, Eduardo Talamini; coordenação Luiz Rodrigues Wambier. 6. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003.

O Dano Moral no Direito do Trabalho

O Dano Moral no Direito do Trabalho 1 O Dano Moral no Direito do Trabalho 1 - O Dano moral no Direito do Trabalho 1.1 Introdução 1.2 Objetivo 1.3 - O Dano moral nas relações de trabalho 1.4 - A competência para julgamento 1.5 - Fundamentação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 10ª Turma INDENIZAÇÃO. DANO MORAL. ATRASO NA ENTREGA DAS GUIAS DO FGTS E SEGURO- DESEMPREGO. A demora injustificada na entrega das guias do FGTS e do Seguro- Desemprego, feita ultrapassado o decêndio

Leia mais

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2010. Desembargador ROBERTO FELINTO Relator

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2010. Desembargador ROBERTO FELINTO Relator DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0355516-46.2008.8.19.0001 Apelante 1 : AZZURRA PARIS VEÍCULOS LTDA. Apelante 2 : SUL AMÉRICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS Apelados 1 : OS MESMOS Apelado 2

Leia mais

+ -47 41.1 ' r, ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DES. JORGE RIBEIRO NÓBREGA

+ -47 41.1 ' r, ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DES. JORGE RIBEIRO NÓBREGA t. + -47 41.1 ' r ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DES. JORGE RIBEIRO NÓBREGA ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2004.024269-3/001 Oriundo da 7a Vara Cível da Comarca de Campina Grande-PB

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas: RELATÓRIO

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas: RELATÓRIO ESTADO DA PARAÍBA 21 PODER JUDICIÁRIO 1 Apelação Cível n. 888.2002.014.833-4/001 Relator: Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Apelante: GM Factoring Sociedade de Fomento Comercial Ltda Advogada: Maria Irinea

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 91 Registro: 2014.0000560120 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 4008523-94.2013.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é apelante ULYSSES PINTO NOGUEIRA,

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores SILVIA ROCHA (Presidente) e PEREIRA CALÇAS. São Paulo, 8 de agosto de 2012.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores SILVIA ROCHA (Presidente) e PEREIRA CALÇAS. São Paulo, 8 de agosto de 2012. ACÓRDÃO Registro: 2012.0000384775 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 9243918-39.2008.8.26.0000, da Comarca de São Bernardo do Campo, em que é apelante WELLINGTON DE SOUZA (JUSTIÇA

Leia mais

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro APELAÇÃO CÍVEL Nº 0460569-74.2012.8.19.0001 APELANTE: ALINE ALMEIDA PERES APELADO: INSTITUTO BRASILEIRO DE MEDICINA DE REABILITAÇÃO LTDA RELATOR: DES. FERNANDO ANTONIO DE ALMEIDA APELAÇÃO CÍVEL DIREITO

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

Nesses termos, pede deferimento. Uberaba/MG,

Nesses termos, pede deferimento. Uberaba/MG, MERITÍSSIMA JUÍZA DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE UBERABA/ MINAS GERAIS. Autos n. 701. Secretaria cível BANCO xxxx., já qualificado nos autos epigrafados da AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA

Leia mais

22/10/2015 https://pje.tjdft.jus.br/pje/consultapublica/detalheprocessoconsultapublica/documentosemloginhtml.seam?ca=e7a42b30ee6f6d0ff5bb5ab6f2d34

22/10/2015 https://pje.tjdft.jus.br/pje/consultapublica/detalheprocessoconsultapublica/documentosemloginhtml.seam?ca=e7a42b30ee6f6d0ff5bb5ab6f2d34 Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS 2JEFAZPUB 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF Número do processo: 0706261 95.2015.8.07.0016 Classe judicial:

Leia mais

1, 91 I, L.; Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D.

1, 91 I, L.; Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. # 1' AC no 001.2008.015902-1/001 1 1, 91 I, L.; Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO 4110 APELAÇÃO Chi/EL

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO PRATICA JURIDICA II : FASE DE POSTULAÇÃO AILTON SILVA ANTUNES NILSON DE OLIVEIRA JUNIOR TITO MARÇAL DE OLIVEIRA PEREIRA LINHARES-ES

Leia mais

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 45610/2012 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA CAPITAL

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 45610/2012 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA CAPITAL APELANTE: BRADESCO AUTO RE COMPANHIA DE SEGUROS APELADO: HAMILTON DE CARVALHOFERREIRA Número do Protocolo: 45610/2012 Data de Julgamento: 19-9-2012 E M E N T A SEGURO OBRIGATÓRIO (DPVAT) - LEI N. 11.482/07

Leia mais

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM?

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? A Justiça Militar Estadual por força de expressa vedação contida no art. 125, 4º, da CF/88, não tem competência

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 157.303-4/9-00, da Comarca de

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 157.303-4/9-00, da Comarca de TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N *024022V:* Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO

Leia mais

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.0024.05.707278-7/001(1) Tipo: Acórdão TJMG Data de Julgamento: 27/04/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:13/05/2011 Estado: Minas Gerais Cidade: Belo Horizonte

Leia mais

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal Interposição: perante o órgão prolator da decisão Recurso Especial Nomenclatura: REsp Competência: Superior Tribunal de Justiça STJ Prazo para interposição 15 dias; Recurso Extraordinário Nomenclatura:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2011.0000299990 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 9000322-04.2010.8.26.0037, da Comarca de Araraquara, em que é apelante/apelado DORIVAL CAVICHIONI JUNIOR (JUSTIÇA

Leia mais

Nº 70048989578 COMARCA DE PORTO ALEGRE BARBARA DE PAULA GUTIERREZ GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA A C Ó R D Ã O

Nº 70048989578 COMARCA DE PORTO ALEGRE BARBARA DE PAULA GUTIERREZ GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. SITE DE BUSCA. O trabalho da demandada é tão somente de organizar o conteúdo já existente na internet, cuja elaboração é realizada por terceiros. Ou seja,

Leia mais

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES REQUERENTE(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQUERIDO(A/S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQUERIDO(A/S) :

Leia mais

ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 640.051-4/4-00, da Comarca de

ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 640.051-4/4-00, da Comarca de TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO x ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 640.051-4/4-00,

Leia mais

Sentença. 1. Relatório. Relatório dispensado (artigo 38 da Lei 9.099/95). 2. Fundamentação

Sentença. 1. Relatório. Relatório dispensado (artigo 38 da Lei 9.099/95). 2. Fundamentação Processo : 2013.01.1.151018-6 Classe : Procedimento do Juizado Especial Cível Assunto : Contratos de Consumo Requerente : CELSO VIEIRA DA ROCHA JUNIOR Requerido : EMPRESA EBAZAR Sentença 1. Relatório Relatório

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.09.640755-6/001 Númeração 6407556- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Alberto Henrique Des.(a) Alberto Henrique 13/03/2014 21/03/2014 EMENTA:

Leia mais

Contrarrazões do autor, às fls. 353/362.

Contrarrazões do autor, às fls. 353/362. Acórdão 5ª Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL DANO MORAL USO DE BOTTONS COM CORES PARA DISTINGUIR QUEM VENDE MAIS CASA BAHIA No presente caso, restou comprovado que os vendedores eram obrigados a usar bottons

Leia mais

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator RECURSO INOMINADO Nº 2006.3281-7/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE FAZENDA RIO GRANDE RECORRENTE...: EDITORA ABRIL S/A RECORRIDO...: RAFAELA GHELLERE DAL FORNO RELATOR...: J. S. FAGUNDES CUNHA

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Agravo Inominado na Apelação Cível nº. 0335220-03.2008.8.19.0001 Agravante: GOLDEN CROSS ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL DE SAÚDE LTDA Agravado: JORGE MEDEIROS FREITAS

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECLAMAÇÃO Nº 7.971 - MG (2012/0031718-1) RELATORA RECLAMANTE ADVOGADO RECLAMADO INTERES. ADVOGADO : MINISTRA MARIA ISABEL GALLOTTI : ROSILENE DE MOURA SOUZA : DOUGLAS CARVALHO ROQUIM E OUTRO(S) : PRIMEIRA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA ***

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA *** TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA *** ANOTAÇÕES: JUST.GRAT. 95.03.010267-7 233069 AC-SP PAUTA: 13/03/2007 JULGADO: 13/03/2007 NUM. PAUTA: 00050 SANTOS RELATOR: DES.FED.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS PODER JUDICIÁRIO BELO HORIZONTE 10ª TURMA RECURSAL DE BELO HORIZONTE

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS PODER JUDICIÁRIO BELO HORIZONTE 10ª TURMA RECURSAL DE BELO HORIZONTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS PODER JUDICIÁRIO BELO HORIZONTE 10ª TURMA RECURSAL DE BELO HORIZONTE RUAPADRE ROLIM, 424, EDIFÍCIO ANEXO 1º ANDAR, SANTA EFIGÊNIA, BELO HORIZONTE - MG, FONE: (31)3289-9416

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY. fls. 133 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000597809 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2120157-80.2014.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante EMPRESA FOLHA DA

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N. 078.2009.000134-4/001. Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa. Apelante: BSE S/A Claro (Adv. Rossana

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas:

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas: . ' ESTADO DA PARAÍBA t-n " PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Civel n 200.2004.038313-1/001 Relator: Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Apelante: Executivos Administração e Promoção de Seguros

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 1a Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL RECURSO ORDINÁRIO. CERCEAMENTO DE DEFESA. NULIDADE. Quando o juiz determina a produção de determinada prova, imperativo é que as partes, em seu dever de contribuir

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 1ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 1ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO fls. 1 Registro: 2013.0000264740 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0035940-51.2009.8.26.0506, da Comarca de Ribeirão Preto, em que é apelante/apelado GOOGLE BRASIL INTERNET

Leia mais

. Desembargador José Di Lorenzo Serpa. Costa).

. Desembargador José Di Lorenzo Serpa. Costa). ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNALDE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N. 098.2008.000211-01001. Relator. Desembargador José Di Lorenzo Serpa. Apelante Banco do Brasil S/A (Adv.:

Leia mais

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA.

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. VOTO DE VISTA: FAUZI AMIM SALMEM PELA APROVAÇÃO DO RELATÓRIO, COM AS SEGUINTES

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2013.0000774196 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0002068-54.2012.8.26.0663, da Comarca de Votorantim, em que é apelante UNIVERSO ON LINE S/A, é apelado ANTONIO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 5 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000429851 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Mandado de Segurança nº 0226204-83.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é impetrante EDEMAR CID FERREIRA,

Leia mais

Admitido o recurso. Contrarrazões foram apresentadas.

Admitido o recurso. Contrarrazões foram apresentadas. A C Ó R D Ã O 7.ª Turma GMDMA/LPS/sm RECURSO DE REVISTA. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. REVISTA EM BOLSAS E PERTENCES PESSOAIS DA EMPREGADA. Entendeu a Corte de origem que a revista dos pertences dos empregados

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.061.500 - RS (2008/0119719-3) RELATOR : MINISTRO SIDNEI BENETI RECORRENTE : BANCO CITIBANK S/A ADVOGADO : EDUARDO GRAEFF E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINA FARINA RUGA ADVOGADO : MARCOS

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 963.454 - SC (2007/0143805-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO PROCURADOR INTERES. : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO : LIBERTY PAULISTA SEGUROS S/A : SÉRGIO ALEXANDRE SODRÉ

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL RELATOR: JUIZ FEDERAL RELATÓRIO Cuida-se de pedido de uniformização de jurisprudência que tem por objeto divergência entre julgado da 2ª Turma Recursal do Rio de Janeiro e acórdão proferido pela Turma

Leia mais

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator RECURSO INOMINADO nº 2006.0003375-3/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE APUCARANA Recorrente...: ROVIGO INDUSTRIA E COMERCIO DE CONFECÇÕES LTDA Recorrida...: FINASA LEASING ARRENDAMENTO MERCANTIL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 2 ACÓRDÃO Registro: 2015.0000373304 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0008132-86.2013.8.26.0003, da Comarca de São Paulo, em que é apelante/apelado ANDRE PASQUALINI, é apelado/apelante

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação.

A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação. 1.1 - Introdução Infelizmente o ajuizamento de ações de indenização por danos materiais e principalmente morais em face de empresas por inclusão indevida do nome de seus clientes em órgãos de proteção

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. FAGUNDES CUNHA PRESIDENTE RELATOR

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. FAGUNDES CUNHA PRESIDENTE RELATOR RECURSO INOMINADO Nº 2006.0003212-2/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE CRUZEIRO DO OESTE RECORRENTE...: BRADESCO SEGUROS S. A. RECORRIDO...: ALEXANDRE GONÇALVES MANFRIM RELATOR...: EMENTA RECURSO

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para organizar e realizar sessões de julgamento.

Estabelecer critérios e procedimentos para organizar e realizar sessões de julgamento. Proposto por: Analisado por: Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Apoio aos Órgãos Jurisdicionais (DGJUR) Integrante da Comissão de Gestão Estratégica (COGES) Chefe do Poder Judiciário do

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR ACÓRDÃO APELAÇÃO CRIMINAL (Processo n 001.2008.024234-8/001) RELATOR: Desembargador Luiz Silvio

Leia mais

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro APELAÇÃO CÍVEL Nº 0035092-08.2012.8.19.0004 APELANTE: BANCO BRADESCO S/A APELADO: BRUNO GARCIA DE SÁ RELATOR: DES. FERNANDO ANTONIO DE ALMEIDA APELAÇÃO CÍVEL DIREITO DO CONSUMIDOR AÇÃO SOB O RITO SUMÁRIO

Leia mais

LABORATÓRIO 3. VI EXAME DE ORDEM UNIFICADO 2ª FASE DIREITO DO TRABALHO LABORATÓRIO 3 PROFA. Maria Eugênia Conde @mageconde.

LABORATÓRIO 3. VI EXAME DE ORDEM UNIFICADO 2ª FASE DIREITO DO TRABALHO LABORATÓRIO 3 PROFA. Maria Eugênia Conde @mageconde. Caso Prático Emerson Lima propôs reclamação trabalhista, pelo rito ordinário, em face de Rancho dos Quitutes, alegando que trabalhava como atendente em uma loja de conveniência localizada em um posto de

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL PRÉ-CONTRATUAL

RESPONSABILIDADE CIVIL PRÉ-CONTRATUAL RESPONSABILIDADE CIVIL PRÉ-CONTRATUAL Na responsabilidade civil pré-contratual as partes são consideradas simples tratantes e não definitivamente contratantes, em que pese sejam aplicados a esta responsabilidade

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA

PODER JUDICIÁRIO. Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA 1 de 5 17/03/2015 11:04 PODER JUDICIÁRIO INFORMACÕES SOBRE ESTE DOCUMENTO NUM. 27 Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA Data da Inclusão 12/03/201518:44:13 Réu

Leia mais

EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG.

EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG. EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG. PROCESSO: 007910 017400-6 / 0174006-57.2010.8.13.0079 JULIANA FERREIRA

Leia mais

PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível nº 0059871-12.2007.8.19.0001 Apelante: JONETES TERESINHA BOARETTO Apelado: GRANDE HOTEL CANADÁ LTDA. Relator: DES. CUSTÓDIO TOSTES DECISÃO MONOCRÁTICA

Leia mais

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS 1) Entende-se por fundamento referido no art. 10 do CPC/2015 o substrato fático que orienta o pedido, e não o enquadramento jurídico atribuído pelas partes. 2) Não ofende a regra do contraditório do art.

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.12.030966-1/004 Númeração 0475081- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Ana Paula Caixeta Des.(a) Ana Paula Caixeta 30/10/2014 06/11/2014 EMENTA:

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL N.º. DE JUSTIÇA DÉCIMA CÂMARA CÍVEL. Apelante: 1. Apelados: OS MESMOS. Desembargador BERNARDO MOREIRA GARCEZ NETO (18.

APELAÇÃO CÍVEL N.º. DE JUSTIÇA DÉCIMA CÂMARA CÍVEL. Apelante: 1. Apelados: OS MESMOS. Desembargador BERNARDO MOREIRA GARCEZ NETO (18. DE JUSTIÇA DÉCIMA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N.º. Apelante: 1. 2.. Apelados: OS MESMOS. Desembargador BERNARDO MOREIRA GARCEZ NETO (18.646) CLASSIFICAÇÃO REGIMENTAL : 5 Responsabilidade civil. Criança

Leia mais

ACÓRDÃO. Ao contrário do que afirma a apelante, não existem provas de que o condutor do veículo de propriedade do segundo promovido

ACÓRDÃO. Ao contrário do que afirma a apelante, não existem provas de que o condutor do veículo de propriedade do segundo promovido ESTADO DA PARAIBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gah. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO Cá/EL N 016.2009.000727-5/ 001 RELATOR: Des. Genésio Gomes Pereira Filho APELANTE: Nikanora

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIÃO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIÃO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli R E L A T Ó R I O A Exmª Des. Federal MARGARIDA CANTARELLI (Relatora): Cuida-se de mandado de segurança impetrado pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL contra decisão do Juízo da 8ª Vara Federal do Rio Grande

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: 2013.0000027012 ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: 2013.0000027012 ACÓRDÃO fls. 1 Registro: 2013.0000027012 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Embargos Infringentes nº 0003778-19.2011.8.26.0575/50000, da Comarca de São José do Rio Pardo, em que é embargante

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282)

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1 PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1. Requisitos do 282 do CPC 1.1. Endereçamento (inciso I): Ligado a competência, ou seja, é imprescindível que se conheça as normas constitucionais de distribuição de competência,

Leia mais

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro APELAÇÃO CÍVEL Nº 2216384-69.2011.8.19.0021 APELANTE: TERESA RAMOS DE SANTANA APELADO: RICARDO ELETRO DIVINOPOLIS LTDA APELADO: ZTE DO BRASIL COMERCIO SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES LTDA RELATOR: DES. FERNANDO

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL N 0506/2006 quantum ad quem a quo

APELAÇÃO CÍVEL N 0506/2006 quantum ad quem a quo 1 APELAÇÃO CÍVEL N 0506/2006 PROCEDÊNCIA :- 4ª VARA CÍVEL DE ARACAJU APELANTE :- C. A. M. LTDA APELADO :- B. C. P. APELANTE :- B. C. P. APELADO :- C. A. M. LTDA RELATOR :- DES. JOSÉ ALVES NETO APELAÇÃO

Leia mais

A C Ó R D Ã O. Documento Assinado Eletronicamente SANDOVAL OLIVEIRA Relator GABINETE DO DESEMBARGADOR SANDOVAL OLIVEIRA 2

A C Ó R D Ã O. Documento Assinado Eletronicamente SANDOVAL OLIVEIRA Relator GABINETE DO DESEMBARGADOR SANDOVAL OLIVEIRA 2 Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Fls. Órgão : 5ª TURMA CÍVEL Classe : APELAÇÃO N. Processo : 20130111009823APC (0026373-45.2013.8.07.0001) Apelante(s)

Leia mais

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0 RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL GUILHERME COUTO DE CASTRO APELANTE : UNIAO FEDERAL APELADO : JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO ADVOGADO : SONIA REGINA DALCOMO PINHEIRO ORIGEM : QUARTA VARA FEDERAL DE VITÓRIA (200050010111940)

Leia mais

Apelação Cível e Remessa Ex-Officio nº 1-92169-6

Apelação Cível e Remessa Ex-Officio nº 1-92169-6 Órgão : 2ª TURMA CÍVEL Classe : APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA EX-OFFICIO N. Processo : 2000 01 1 092169 6 Apelante : DISTRITO FEDERAL Apelados : FRANCISCO MASCARENHAS MENDES, SANDRA MARIA REIS MENDES Relatora

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO Registro: 2013.0000209289 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0017770-14.2003.8.26.0224, da Comarca de Guarulhos, em que é apelante/apelado HSBC SEGUROS ( BRASIL ) S/A, são

Leia mais

Juiz LEANDRO BORGES DE FIGUEIREDO Acórdão Nº 799.539 E M E N T A

Juiz LEANDRO BORGES DE FIGUEIREDO Acórdão Nº 799.539 E M E N T A Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Órgão 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal Processo N. Apelação Cível do Juizado Especial 20140710018247ACJ

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL \d \w1215 \h1110 FINCLUDEPICTURE "brasoes\\15.bmp" MERGEFORMAT PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL Processo n. 001.08.020297-8 Ação: Ação Civil Pública Autor: Ministério

Leia mais

Responsabilidade em saúde

Responsabilidade em saúde Responsabilidade em saúde Cível:obrigação de indenização indene de prejuízo Constituição Federal/Código civil/cdc Elementos de responsabilidade Autor Ato Culpa Dano Nexo causal CÓDIGO CIVIL Art. 186 Aquele

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SAO PAULO - SEÇÃO DE DIREITO PRIVADO. 30 a Câmara

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SAO PAULO - SEÇÃO DE DIREITO PRIVADO. 30 a Câmara DO ESTADO DE SAO PAULO - SEÇÃO DE DIREITO PRIVADO 30 a Câmara AGRAVO DE INSTRUMENTO No.1204235-0/4 Comarca cie SÃO CAETANO DO SUL Processo 2789/08 3.V.CÍVEL DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A)

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 26ª CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR Proc. nº 0008489-07.2014.8.19.0042 APELAÇÃO CÍVEL CONSUMIDOR

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 26ª CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR Proc. nº 0008489-07.2014.8.19.0042 APELAÇÃO CÍVEL CONSUMIDOR RECURSO...: APELANTE (S)...: APELADO (S)...: JUÍZO DE ORIGEM.: JDS. DES. RELATOR: APELAÇÃO CÍVEL CONSUMIDOR BRUNO MACEDO BASTOS. BANCO SANTANDER BRASILO S/A. 3ª VARA CÍVEL DE PETRÓPOLIS. RICARDO ALBERTO

Leia mais

FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO: FIXAÇÃO E NSTRUMENTALIZAÇÃO

FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO: FIXAÇÃO E NSTRUMENTALIZAÇÃO FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA José Roberto Torres da Silva Batista * Isaiane Costa Pereira ** RESUMO Este artigo discute uma visão dialética do conhecimento, a

Leia mais

Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional

Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional Universidade de Brasília Disciplina: Teoria Geral do Processo II Professor: Dr. Vallisney

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE SÃO CAETANO DO SUL FORO DE SÃO CAETANO DO SUL 2ª VARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE SÃO CAETANO DO SUL FORO DE SÃO CAETANO DO SUL 2ª VARA CÍVEL fls. 137 CONCLUSÃO Em 24 de outubro de 2014, faço estes autos conclusos ao (à) Doutor(a) Ana Lucia Fusaro Juiz(a) de Direito. Rafael Nigoski Lopes, Assistente Judiciário. Processo nº: 1002710-42.2014.8.26.0565

Leia mais

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 28345/2003 - CLASSE II - 23 - COMARCA CAPITAL

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 28345/2003 - CLASSE II - 23 - COMARCA CAPITAL APELANTE(S): APELADA(S): INFOWORLD TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA LTDA. DATEX COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. - ME Número do Protocolo: 28345/2003 Data de Julgamento: 12-11-2003 EMENTA EMBARGOS À EXECUÇÃO - CHEQUE

Leia mais

Honorários advocatícios

Honorários advocatícios Honorários advocatícios Os honorários advocatícios são balizados pelo Código de Processo Civil brasileiro (Lei de n. 5.869/73) em seu artigo 20, que assim dispõe: Art. 20. A sentença condenará o vencido

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 1 Registro: 2014.0000798850 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0000458-33.2013.8.26.0011, da Comarca de, em que é apelante RADIO E TELEVISÃO BANDEIRANTES LTDA, é apelado

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 1.218.980 - RS (2009/0152036-0) RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA EMENTA PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. AGRAVO REGIMENTAL. VIOLAÇÃO DO ART. 535, INCISO

Leia mais

07.8.00 PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL - CLASSE II - 20 - Nº 23.912 - VÁRZEA GRANDE - HSBC BAMERINDUS SEGUROS S.A.

07.8.00 PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL - CLASSE II - 20 - Nº 23.912 - VÁRZEA GRANDE - HSBC BAMERINDUS SEGUROS S.A. 07.8.00 PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL GRANDE RELATOR APELANTE APELADOS - EXMO. SR. DES. LEÔNIDAS DUARTE MONTEIRO - HSBC BAMERINDUS SEGUROS S.A. - J.L.S., E.R.S., I.F.S., R.S., V.S. E M.R.S. REPRESENTADOS POR SEUS

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2015.0000853162 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1012384-11.2014.8.26.0576, da Comarca de São José do Rio Preto, em que é apelante ALEX VOLTOLINI, é apelado MOLISE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores NEVES AMORIM (Presidente) e JOSÉ JOAQUIM DOS SANTOS.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores NEVES AMORIM (Presidente) e JOSÉ JOAQUIM DOS SANTOS. fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000130476 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0195036-54.2012.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante TANIA MARIA SIMÕES BRAZ (JUSTIÇA

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013. Registro: 2013.0000126203 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0029997-39.2011.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante ANNA SPALLICCI, é apelado MARIO RENATO

Leia mais

Pugna a Agravante pela apreciação do recurso pelo órgão Colegiado, caso não haja retratação por parte desta Julgadora.

Pugna a Agravante pela apreciação do recurso pelo órgão Colegiado, caso não haja retratação por parte desta Julgadora. AGRAVO INTERNO na Apelação Cível Nº 0307899-17.2013.8.19.0001 Apelante: QUALICORP ADMINISTRADORA DE BENEFICIOS S/A Apelado: EMILLY DIAS DE LIMA e ENZO DIAS DE LIMA REP/P/S/GUARDIOES BIANCA DIAS ALVARENGA

Leia mais

Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público:

Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público: Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público: Venho à presença de Vossa Excelência, nos termos do Regimento Interno deste Conselho, apresentar

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 200 Registro: 2014.0000390320 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2044896-12.2014.8.26.0000, da Comarca de Franca, em que é agravante MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2012.0000427047 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0046302-90.2010.8.26.0405, da Comarca de Osasco, em que é apelante/apelado PREFEITURA MUNICIPAL DE OSASCO, é

Leia mais

7ª CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N.º 798.202-7 DA COMARCA DE CERRO AZUL VARA ÚNICA

7ª CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N.º 798.202-7 DA COMARCA DE CERRO AZUL VARA ÚNICA 7ª CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N.º 798.202-7 DA COMARCA DE CERRO AZUL VARA ÚNICA Apelante: MUNICÍPIO DE CERRO AZUL Apelado: ESTADO DO PARANÁ Relator: Des. GUILHERME LUIZ GOMES APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO ANULATÓRIA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 21.628 - SP (2007/0158779-3) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : AGOSTINHO FERRAMENTA DA SILVA JÚNIOR ADVOGADO : JULIANA FERRAMENTA DA SILVA RECORRIDO : TRIBUNAL DE

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ROGÉRIO FIALHO MOREIRA RELATÓRIO Trata-se de apelação interposta pelo INSS (fls. 83/90), em face da sentença (fls. 79/80), que julgou procedente o pedido de aposentadoria

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014455-71.2010.8.19.0209 APELANTE 1: UNIMED RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DO RIO DE JANEIRO LTDA. APELANTE

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA Índice 1. Competência...3 1.1. Critérios Objetivos... 3 1.1.1. Critérios Subjetivos... 4 1.1.2. Competência Territorial... 4 2. Dos Processos...4

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE FERNANDÓPOLIS FORO DISTRITAL DE OUROESTE JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE FERNANDÓPOLIS FORO DISTRITAL DE OUROESTE JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL fls. 1 CONCLUSÃO Aos 12 de julho de 2013, faço os presentes autos conclusos ao MM. Juiz de Direito Dr. LUIZ GUSTAVO ROCHA MALHEIROS. Eu (Daniela Dacyszyn Leme Macedo), Escrivã Judicial II Substituta, digitei.

Leia mais

O julgamento teve a participação dos Desembargadores MELLO PINTO (Presidente), EDUARDO SÁ PINTO SANDEVILLE E CELSO PIMENTEL.

O julgamento teve a participação dos Desembargadores MELLO PINTO (Presidente), EDUARDO SÁ PINTO SANDEVILLE E CELSO PIMENTEL. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N ACÓRDÃO *03405073* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação n 9173897-09.2006.8.26.0000,

Leia mais