Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato?"

Transcrição

1 5 SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO DE BELO HORIZONTE IBRAC & Faculdade de Direito da UFMG Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato? Ricardo Machado Ruiz Conselheiro do CADE Belo Horizonte, Outubro de 2012

2 Lei nº , de 30 de novembro de Estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência; dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações. Do Controle dos Atos de Concentração: (1) Notificação prévia; (2) Identificação de agentes (grupos econômicos, fundos, participações etc); (3) Critérios de submissão (faturamento); (4) Processo, fases e procedimentos; (5) Prazo máximo para análise e julgamento dos atos ( dias); (6) Manteve-se inalterados a análise.

3 TÍTULO VII - DO CONTROLE DE CONCENTRAÇÕES CAPÍTULO I - DOS ATOS DE CONCENTRAÇÃO Art. 88.Serão submetidos ao Cade pelas partes envolvidas na operação os atos de concentração econômica em que, cumulativamente: I -pelo menos um dos grupos envolvidos na operação tenha registrado, no último balanço, faturamento bruto anual ou volume de negócios total no País, no ano anterior à operação, equivalente ou superior a R$ ,00; e II -pelo menos um outro grupo envolvido na operação tenha registrado, no último balanço, faturamento bruto anual ou volume de negócios total no País, no ano anterior à operação, equivalente ousuperior a R$ ,00. 1o Os valores mencionados nos incisos I e II do caput deste artigo poderão ser adequados, simultânea ou independentemente, por indicação do Plenário do Cade, por portaria interministerial dos Ministros de Estado da Fazenda e da Justiça.

4 TÍTULO VII - DO CONTROLE DE CONCENTRAÇÕES CAPÍTULO I - DOS ATOS DE CONCENTRAÇÃO Art. 88.Serão submetidos ao Cade pelas partes envolvidas na operação os atos de concentração econômica em que, cumulativamente: 2o O controle dos atos de concentração de que trata o caput deste artigo será prévioe realizado em, no máximo, 240 dias, a contar do protocolo de petição ou de sua emenda. 3o Os atos que se subsumirem ao disposto no caput deste artigo não podem ser consumados antes de apreciados, nos termos deste artigo e do procedimento previsto no Capítulo II do Título VI desta Lei, sob pena de nulidade, sendo ainda imposta multa pecuniária, de valor não inferior a R$ ,00 nem superior a R$ ,00, a ser aplicada nos termos da regulamentação, sem prejuízo da abertura de processo administrativo. 4o Até a decisão final sobre a operação, deverão ser preservadas as condições de concorrência entre as empresas envolvidas, sob pena de aplicação das sanções previstas no 3o deste artigo.

5 TÍTULO VII - DO CONTROLE DE CONCENTRAÇÕES CAPÍTULO I - DOS ATOS DE CONCENTRAÇÃO Art. 88.Serão submetidos ao Cade pelas partes envolvidas na operação os atos de concentração econômica em que, cumulativamente: Não há consumação : não ocorre a transferência da participação ao adquirente, ou seja, a integração do negócio ao contratante. Na lei /2011: se o negócio for entendido como consumado anteriormente à aprovação prévia pelo CADE, a consequência é a extinção do contrato e sua eventual nulidade, além de incidência de uma multa.

6 REGIMENTO INTERNO DO CADE TÍTULO IV - DAS ESPÉCIES DE PROCEDIMENTO CAPÍTULO I - DOS PROCEDIMENTOS ORDINÁRIOS Seção I - Do Processo Administrativo para Análise de Ato de Concentração Econômica Art O pedido de aprovação de atos de concentração econômica a que se refere o art. 88 da Lei nº , de 2011, será prévio. 1º As notificações dos atos de concentração devem ser protocoladas, preferencialmente, após a assinatura do instrumento formal que vincule as partes e antes de consumado qualquer ato relativo à operação. 2º As partes deverão manter as estruturas físicas e as condições competitivas inalteradas até a apreciação final do Cade, sendo vedadas, inclusive, quaisquer transferências de ativos e qualquer tipo de influência de uma parte sobre a outra, bem como a troca de informações concorrencialmente sensíveis que não seja estritamente necessária para a celebração do instrumento formal que vincule as partes.

7 TÍTULO VII - DO CONTROLE DE CONCENTRAÇÕES CAPÍTULO I - DOS ATOS DE CONCENTRAÇÃO Art. 90.Para os efeitos do art. 88 desta Lei, realiza-se um ato de concentração quando: I - 2 (duas) ou mais empresas anteriormente independentes se fundem; II -1 (uma) ou mais empresas adquirem, direta ou indiretamente, por compra ou permutade ações, quotas, títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações, ou ativos, tangíveis ou intangíveis, por via contratual ou por qualquer outro meio ou forma, o controle ou partes de uma ou outras empresas; III -1 (uma) ou mais empresas incorporam outra ou outras empresas; ou IV - 2 (duas) ou mais empresas celebram contrato associativo, consórcio ou joint venture. Parágrafo único. Não serão considerados atos de concentração, para os efeitos do disposto no art. 88 desta Lei, os descritos no inciso IV do caput, quando destinados às licitações promovidas pela administração pública direta e indireta e aos contratos delas decorrentes.

8 TÍTULO VI - DAS DIVERSAS ESPÉCIES DE PROCESSO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO II -DO PROCESSO ADMINISTRATIVO NO CONTROLE DE ATOS DE CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA Seção II - Do Processo Administrativo no Tribunal Art. 61. No julgamentodo pedido de aprovação do ato de concentração econômica, o Tribunal poderá aprová-lo integralmente, rejeitá-lo ou aprová-lo parcialmente, caso em que determinará as restrições que deverão ser observadas como condição para a validade e eficácia do ato. 1o O Tribunal determinará as restrições cabíveisno sentido de mitigar os eventuais efeitos nocivos do ato de concentração sobre os mercados relevantes afetados.

9 TÍTULO VI - DAS DIVERSAS ESPÉCIES DE PROCESSO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO II -DO PROCESSO ADMINISTRATIVO NO CONTROLE DE ATOS DE CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA Seção II - Do Processo Administrativo no Tribunal 2o As restrições mencionadas no 1o deste artigo incluem: I -a venda de ativos ou de um conjunto de ativos que constitua uma atividade empresarial; II -a cisão de sociedade; III - a alienação de controle societário; IV - a separação contábil ou jurídica de atividades; V - o licenciamento compulsório de direitos de propriedade intelectual; e VI -qualquer outro ato ou providência necessários para a eliminação dos efeitos nocivos à ordem econômica.

10 5 SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO DE BELO HORIZONTE IBRAC & Faculdade de Direito da UFMG Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato? Ricardo Machado Ruiz Conselheiro do CADE Belo Horizonte, Outubro de 2012

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br Apresentação - objetivo Verificação legislações (societária e concorrencial) Comparação das legislações

Leia mais

O art. 90, IV, da Lei 12.529: Contratos Associativos e Joint Ventures SAUDADES DO ART. 54? IBRAC 18º Seminário Internacional de Defesa da Concorrência

O art. 90, IV, da Lei 12.529: Contratos Associativos e Joint Ventures SAUDADES DO ART. 54? IBRAC 18º Seminário Internacional de Defesa da Concorrência IBRAC 18º Seminário Internacional de Defesa da Concorrência O art. 90, IV, da Lei 12.529: Contratos Associativos e Joint Ventures SAUDADES DO ART. 54? José Carlos da Matta Berardo 10 de novembro de 2012.

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA. RESOLUÇÃO Nº 12, de 11 de março de 2015

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA. RESOLUÇÃO Nº 12, de 11 de março de 2015 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA RESOLUÇÃO Nº 12, de 11 de março de 2015 Disciplina o procedimento de consulta previsto nos 4º e 5º do art. 9º da Lei n. 12.529/2011. O

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE ATO DE CONCENTRAÇÃO n.º 08012.003542/2005-20 Requerentes: Solar Capital e SunGard Data Systems Inc. Advogados: Marcus Vinicius Vita

Leia mais

Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis. Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1

Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis. Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1 Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1 Ofertas Públicas de Ações Operações em Bolsa Panorama da estrutura

Leia mais

Gun Jumping. Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo. 30 de outubro de 2014. Conselheiro do CADE

Gun Jumping. Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo. 30 de outubro de 2014. Conselheiro do CADE Gun Jumping Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo Conselheiro do CADE 30 de outubro de 2014 Sumário 1. Período de Mudança: alterações na legislação e no sistema de análise de atos de concentração 2. Mercados

Leia mais

Conselho Administrativo DE DEFESA ECONÔMICA

Conselho Administrativo DE DEFESA ECONÔMICA Conselho Administrativo DE DEFESA ECONÔMICA 135 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Conselho Administrativo DE DEFESA ECONÔMICA Horário de funcionamento: de segunda a

Leia mais

Curso de Defesa da Concorrência para a Imprensa Aspectos Processuais. Dra. Patrícia Agra de Araujo, assessora da presidência do Cade

Curso de Defesa da Concorrência para a Imprensa Aspectos Processuais. Dra. Patrícia Agra de Araujo, assessora da presidência do Cade Curso de Defesa da Concorrência para a Imprensa Aspectos Processuais Dra. Patrícia Agra de Araujo, assessora da presidência do Cade 1 O Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência - SBDC Conselho Administrativo

Leia mais

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras Política Antitruste das Empresas Eletrobras Versão 1.0 19/05/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Referências... 3 4. Princípios... 4 5. Diretrizes... 4 5.1. Corrupção, Suborno & Tráfico

Leia mais

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição Contratos 245 Conceito A A Lei de Licitações considera contrato todo e qualquer ajuste celebrado entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, por meio do qual se estabelece acordo

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A POLÍTCA DE DVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A A Política estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados na divulgação de ato ou fato relevante e na manutenção do sigilo de tais

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se:

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se: Estabelece regras e procedimentos para a transferência de controle societário ou de titularidade e para a alteração do nome empresarial de contrato de concessão de porto organizado ou de arrendamento de

Leia mais

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS -------------------------------- [Nota: os instrumentos de alteração contratual devem contem o número de registro da sociedade no CNPJ e o número de inscrição

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06037/2007/RJ COGCE/SEAE/MF Rio de Janeiro, 22 de janeiro de 2007. Referência: Ofício nº 193/2006/SDE/GAB, de 11 de janeiro

Leia mais

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS Art. 2º da Lei 11.795/08: Consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida

Leia mais

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004.

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRAS DE NAVEGAÇÃO PARA TROCA DE ESPAÇOS NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 3.687, DE 2012 Altera o inciso I do artigo 37 da Lei nº 8.934, de 18 de novembro de 1994, que Dispõe sobre o Registro Público

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece critérios para a execução das atribuições legais da Secretaria de Previdência Complementar - SPC e da

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. 1 PROPÓSITO A presente Política de Negociação de Valores Mobiliários tem como propósito estabelecer regras para

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO EDITAL Nº JFRJ-EDT-2015/00176 EDITAL DE EDITAL PÚBLICO DE CADASTRAMENTO E SELEÇÃO DE ENTIDADES (PRAZO DE PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS: ATÉ 01 DE DEZEMBRO DE 2015) O DOUTOR FÁBIO DE SOUZA SILVA,

Leia mais

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput).

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput). MODELO DE ESTATUTO DE FUNDAÇÃO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Fundação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos 1, com autonomia administrativa

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO STJ/GP N. 11 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2015. Institui a política de segurança da informação do Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.120. II - (Revogado pela Resolução 2927, de 17/01/2002). III - (Revogado pela Resolução 2099, de 17/08/1994).

RESOLUÇÃO Nº 1.120. II - (Revogado pela Resolução 2927, de 17/01/2002). III - (Revogado pela Resolução 2099, de 17/08/1994). 1 RESOLUÇÃO Nº 1.120 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada nesta data, tendo em vista as disposições

Leia mais

ção o do Envelhecimento Ativo

ção o do Envelhecimento Ativo Proposta : Criaçã ção o de incentivos para Programas de Promoçã ção o do Envelhecimento Ativo no âmbito da Saúde Suplementar GT Idoso- ANS Criação de Incentivos (Bonificação) para Participação em Programas

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe sobre o

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 38ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 04 e 05 de dezembro de 2007 Processo n 02000.003674/2005-12

Leia mais

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 494, de 2008

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 494, de 2008 1 Disciplina a forma, os prazos e os meios de preservação e transferência de dados informáticos mantidos por fornecedores de serviço a autoridades públicas, para fins de investigação de crimes praticados

Leia mais

ACORDO DE PRESERVAÇÃO DE REVERSIBILIDADE DA OPERAÇÃO

ACORDO DE PRESERVAÇÃO DE REVERSIBILIDADE DA OPERAÇÃO ACORDO DE PRESERVAÇÃO DE REVERSIBILIDADE DA OPERAÇÃO Pelo presente instrumento, entre partes, de um lado: CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA ( CADE ), com sede no Setor Comercial Norte, Quadra

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a especificação de atos integrantes da Tabela de Preços dos Serviços prestados pelos órgãos do Sistema Nacional de Registro de Empresas

Leia mais

1º A gestão do Programa cabe ao Ministério das Cidades e sua operacionalização à Caixa Econômica Federal CEF.

1º A gestão do Programa cabe ao Ministério das Cidades e sua operacionalização à Caixa Econômica Federal CEF. LEI 10.188, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001 Cria o Programa de Arrendamento Residencial, institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. Faço saber que o Presidente da República

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997.

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. CAPÍTULOXV DAS INFRAÇÕES Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções

Leia mais

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas.

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. O Povo de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, sanciono a seguinte

Leia mais

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010 RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010 Dispõe sobre a regulamentação da transferência de titularidade de registro de produtos sujeitos à vigilância sanitária em razão de operações

Leia mais

4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO

4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO 302 4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO Regulamento o exercício do direito de preempção pelo Poder Público Municipal de acordo com a Lei de Revisão do Plano Diretor, e dá outras providências. A

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO... 15

Sumário APRESENTAÇÃO... 15 Sumário APRESENTAÇÃO... 15 Capítulo 1 DIREITO EMPRESARIAL... 17 1. Evolução histórica... 17 2. Evolução do Direito Comercial no Brasil... 18 3. Fontes... 21 4. Conceito e autonomia... 22 5. Questões...

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Estácio Participações S.A. 1. Propósito Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados pelos (i) Administradores

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 608-A, DE 2013 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 14 DE 2013 Dispõe sobre crédito presumido apurado com base em créditos decorrentes de diferenças temporárias oriundos de

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.371/11 Dispõe sobre o Registro das Entidades Empresariais de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO

Leia mais

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais;

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; PROVIMENTO Nº 34 Disciplina a manutenção e escrituração de Livro Diário Auxiliar pelos titulares de delegações e pelos responsáveis interinamente por delegações vagas do serviço extrajudicial de notas

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA, representado, neste ato, pelo Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital, Eduardo Paladino;

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS ACORDO JUDICIAL Firmado entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, através da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, e o Distrito Federal, por sua Secretaria de Estado de Educação,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.598, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2007. Estabelece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro

Leia mais

Luiz Affonso Trevisan Prefeito Municipal

Luiz Affonso Trevisan Prefeito Municipal Projeto de Lei nº 124, de 24 de novembro de 2015. Autoriza o Executivo Municipal a realizar a concessão gratuita de direito real de uso, de 01 (um) lote no Distrito Industrial a Empresa ALDAIR GALLON,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06194/2006/RJ COGAM/SEAE/MF 23 de maio de 2006 Referência: Ofício nº 2077/2006/SDE/GAB, de 8 de maio de 2006. Assunto: ATO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Deputado Federal Alessandro Lucciola Molon (Partido dos Trabalhadores Rio de Janeiro) Relator do Projeto de Lei 2.126/2011 (Lei 12.965/2014) 16 Giugno 2014 Montecitorio publicado no D.O.U. de 24.4.2014

Leia mais

faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N 663 DE 02 DE JULHO DE 1996. Cria o Programa Estadual de Desestatização, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono

Leia mais

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 1 ÍNDICE I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Definições... 4 IV. Divulgação de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

Carlos Alberto de Oliveira Paes Consultor Jurídico da OCB-SESCOOP/MT

Carlos Alberto de Oliveira Paes Consultor Jurídico da OCB-SESCOOP/MT Carlos Alberto de Oliveira Paes Consultor Jurídico da OCB-SESCOOP/MT Sociedades de Pessoas Lei 5764/1971. Art. 3º. Celebram contrato de sociedade cooperativa as pessoas que reciprocamente se obrigam a

Leia mais

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 LEI N. 12.101/2009 DECRETO N. 7237/2010 O principal objetivo da presente Lei é dispor sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social. Tem

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 Regulamenta, no âmbito do Poder Judiciário e do Ministério Público, os arts. 6º, inciso XI, e 7 -A, ambos da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

Contratos Associativos

Contratos Associativos Contratos Associativos Atos de Concentração vs. Atos de Cooperação Atos de Concentração: unificação de centros decisórios(controle societário) caráter permanente Atos de Cooperação: empresas permanecem

Leia mais

PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA RELATÓRIO

PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA RELATÓRIO PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA Projeto de Lei nº 058 de 17 de abril de 2013 AUTOR: Poder Executivo PARECER: Favorável, sem apresentação de emendas EMENTA: Cria o Arquivo Público do Executivo

Leia mais

CAPÍTULO I OBJETO E ÁREA DE PRESTAÇÃO

CAPÍTULO I OBJETO E ÁREA DE PRESTAÇÃO TERMO DE AUTORIZAÇÃO Nº 33/2015/ORLE/SOR ANATEL TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO SERVIÇO DE ACESSO CONDICIONADO, QUE ENTRE SI CELEBRAM A AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL E OXMAN TECNOLOGIA

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 5 Decreto nº 6.260, de 20 de novembro de 2007 DOU de 20.11.2007 Dispõe sobre a exclusão do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre

Leia mais

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA

Leia mais

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009.

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. Institui a Lei Geral Municipal da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Microempreendedor Individual, e dá outras providências. CIRILDE MARIA BRACIAK, Prefeita

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012).

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012). RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. Disciplina os procedimentos a serem observados nos processos administrativos instaurados pelo prestador de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06343/2006/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2006 Referência: Ofício nº 3971/2006/SDE/GAB, de 11 de agosto

Leia mais

PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO ENTRE EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. E ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A. O PRESIDENTE

Leia mais

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 Regulamenta o Fundo Especial Projeto Tiradentes, criado pela Lei nº 3.019, de 2000, de 3 de maio de 2000. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas

Leia mais

SENADO FEDERAL Gabinete do Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA PARECER Nº, DE 2011

SENADO FEDERAL Gabinete do Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA PARECER Nº, DE 2011 PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Aviso nº 3, de 2011 (Aviso nº 397/GMF, de 23 de dezembro de 2010, na origem), do Ministro de Estado da Fazenda, que comunica ao Senado Federal

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*).

RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*). RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*). Dispõe sobre o sistema de Recolhimento da Arrecadação de Taxas de Fiscalização de Vigilância Sanitária e dá outras providências. A Diretoria Colegiada

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação

Leia mais

o Reitor da Universidade Federal do Piauí e Presidente do Conselho de Ensino,

o Reitor da Universidade Federal do Piauí e Presidente do Conselho de Ensino, Internet: wwwufpi.br Resolução N 190/11 CONSELHO DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO DA UFPI Estabelece Normas para a Participação de Docentes em Regime de Dedicação Exclusiva "DE", em atividades Esporádicas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Gabinete do Ministro. PORTARIA nº 3.746, de 17 de dezembro de 2004.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Gabinete do Ministro. PORTARIA nº 3.746, de 17 de dezembro de 2004. PORTARIA nº 3.746, de 17 de dezembro de 2004. Institui o programa de transparência do Ministério da Justiça e estabelece medidas internas para aperfeiçoar os instrumentos preventivos de controle da atividade

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - CDC

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - CDC PROJETO DE LEI N.º 7.888, DE 2010 Dispõe sobre planos de assistência funerária, sua normatização, fiscalização e comercialização, e dá outras providências. Autor: ANTONIO CARLOS MENDES THAME Relator: Deputado

Leia mais

ANEXO II MODELOS DAS DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL

ANEXO II MODELOS DAS DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL MODELOS DAS DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL MODELOS DAS DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NOS EDITAL MODELO 01 CARTA DE CREDENCIAMENTO * Em caso de consórcio, este deverá credenciar

Leia mais

Excertos de legislação sobre Recolhimento (Guarda Permanente, Preservação, Proteção especial a documentos de arquivos públicos e privados)

Excertos de legislação sobre Recolhimento (Guarda Permanente, Preservação, Proteção especial a documentos de arquivos públicos e privados) Excertos de legislação sobre Recolhimento (Guarda Permanente, Preservação, Proteção especial a documentos de arquivos públicos e privados) Legislação Municipal Lei nº 3.404 de 5/06/2002 - Dispõe sobre

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 002/2014

RESOLUÇÃO Nº 002/2014 RESOLUÇÃO Nº 002/2014 Dispõe sobre o Estágio Profissional de Advocacia e disciplina o credenciamento de escritórios de advocacia e outras entidades interessadas, bem como os convênios celebrados pela OAB/BA

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº.1478-R de 14 de Abril de 2005 Regulamenta a Lei Complementar nº290, de 23 de junho de 2004, publicada no Diário Oficial do Estado em 25 de junho de 2004, que dispõe sobre a criação da Fundação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais.

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais. RESOLUCAO 2.689 Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9. da Lei n. 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 Institui no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho o Termo Circunstanciado Administrativo (TCA). O PRESIDENTE

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 01/10/2015 ATENÇÃO: Prorrogação dos incentivos fiscais ao esporte Os incentivos fiscais para fomento das atividades de caráter desportivo (originalmente

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2011

PROJETO DE LEI Nº DE 2011 PROJETO DE LEI Nº DE 2011 Altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, a Lei 8.666, de 21 de junho de 1993 e a Lei nº 8.884, de 11 de junho de 1994. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º O art. 4º

Leia mais

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015.

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. Aprova a Instrução Normativa nº 06, de 31 de agosto de 2015, que regulamenta os trâmites administrativos dos Contratos no âmbito do Conselho de Arquitetura

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06305/2006/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de Janeiro, 31 de julho de 2006 Referência: Ofício nº 3631/2006/SDE/GAB, de 24 de julho

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012.

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. *Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. O Prefeito Municipal de Chapecó, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

Aos cuidados de: Alexandre Americano Diretor Presidente e Ricardo Levy Diretor Financeiro

Aos cuidados de: Alexandre Americano Diretor Presidente e Ricardo Levy Diretor Financeiro TRADUÇÃO No.6 LIVRO No.56 PÁGINA No.229 Para ENEVAS.A. EMRECUPERAÇÃOJUDICIAL PraiadoFlamengo,nº66,7ºandar 22.210 030,RiodeJaneiro RJ RiodeJaneiro9deabrilde2015 Aoscuidadosde:AlexandreAmericano Diretor

Leia mais

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA Art. 1º - O presente Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as Atividades Conveniadas ( Código ) estabelece normas relativas à atuação da ANBIMA Associação

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 11ª Reunião da Câmara Técnica de Unidades de Conservação e 36ª Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 27 e 28 de agosto

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CAPÍTULO I DA FINALIDADE ART. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica, subordinado à Faculdade de Direito

Leia mais

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências.

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. DESPACHO 2009 N O Projeto de Lei nº 2/2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor do Projeto: Poder Executivo SUBSTITUTIVO Nº 1 /2009 Estabelece

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR DECRETA:

A CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR DECRETA: PROJETO DE LEI Nº 335/2009 Obriga os estabelecimentos denominados de Ferro-Velho localizados no município de Salvador, dedicados à compra e venda de sucatas e peças avulsas de veículos automotores a manterem

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. Dispõe sobre a atividade de agente autônomo de investimento. A PRESIDENTE DA

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais