MANUAL DE PROCEDIMENTOS DAS CONTADORIAS-PARTIDORIAS. Vol.3 Cálculo Previdenciário

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1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios CORREGEDORIA DA JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Secretaria-Geral da Corregedoria Secretaria dos Órgãos Auxiliares da Justiça MANUAL DE PROCEDIMENTOS DAS CONTADORIAS-PARTIDORIAS Vol.3 Cálculo Previdenciário 5ª edição 2012

2 DIREÇÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Presidente Desembargador JOÃO DE ASSIS MARIOSI Primeiro Vice Presidente Desembargador SÉRGIO BITTENCOURT Segundo Vice Presidente Desembargador LECIR MANOEL DA LUZ Corregedor Desembargador DÁCIO VIEIRA Juízes Assistentes da Corregedoria Dra. Gislene Pinheiro de Oliveira Dra. Vanessa Maria Trevisan Dr. Júlio Roberto dos Reis Secretaria - Geral da Corregedoria Kleiler Luiz Alves de Faria Secretaria dos Órgãos Auxiliares da Justiça João Batista da Silva Coordenação da comissão de atualização Edson Vilela de Morais Neto Membros Antonio Murillo de Moraes Neto Cláudia Guimarães Vieira Martins Colaboradores Eliane Maria da Silva Ferreira Jefferson Araújo Carvalho Márcio Fernando Pereira Campos Carlos Roberto Alves Correa Robson da Silva Britto 2

3 Sumário 1 Introdução Previdência Social Cálculo dos Benefícios Previdenciários Cálculo do Salário de Benefício Índices de atualização dos Salários de Contribuição para Aferição do Salário de Benefício Reajuste das Prestações do Benefício A Equivalência Salarial A Conversão em Unidade Real de Valor URV Atualização de Parcelas Vencidas ou de Diferenças de Prestações Custas, Honorários e Juros Benefícios Previdenciários Aposentadoria por Invalidez Acidentária Auxílio Acidente Auxílio Doença Pensão por Morte Anexo Legislação e Bibliografia Pertinente

4 1 - Introdução O Direito Previdenciário por si só apresenta um apanhado de dispositivos e situações que ensejam as suas complexas características. Seus institutos muito se parecem, e se confundem, com a própria evolução da sociedade. Os cálculos resultantes da formação do direito, nas ações previdenciárias acidentárias, em vista dos comandos da fértil legislação previdenciária, apresentam um grau de peculiaridade que não se pode subestimar. Este fato se deve a uma das principais nuances do Direito: a interdisciplinaridade. A interdisciplinaridade traz uma idéia dialética, integradora dos diferentes ramos do Direito. Nesse contexto, dos cálculos previdenciários, tem-se também a participação da Matemática, da Contabilidade, da Lógica, da Ciência da Computação e outras aptas à facilitação de tal labor. Os ingredientes que embasam o cálculo em ações previdenciárias acidentárias possuem uma variedade de elementos que devem ser observados com redobrada atenção, todavia, uma vez os entendendo, de fácil resolução se torna a confecção de cálculos. A boa notícia é que, embora cada ação traga dados muito peculiares às contas, não há mudanças significativas quanto à metodologia empregada. Neste breve estudo sobre os cálculos previdenciários nas ações de acidentes de trabalho, há a preocupação de tentar desmistificar a tão falada complexidade do Direito Previdenciário, no que concerne às contas ensejadas nessas ações que envolvem os cálculos previdenciários. Entretanto, seria leviano encontrar aqui uma explicação plena 4

5 e completa desse assunto, haja vista que, ao passo que emergem os anseios da seguridade social, o próprio Direito Previdenciário vem se reinventando. Destarte, tentaremos abordar os principais benefícios previdenciários acidentários e as principais características de cálculo de cada um, lembrando que nosso foco está nos cálculos, motivo pelo qual não entraremos no estudo profundo da legislação previdenciária e abordaremos apenas o que for necessário para a compreensão dos mesmos. Por fim, o material a seguir tem o singelo objetivo de servir como mais uma ferramenta ao profissional que necessita de uma sistematização do trabalho de contas em ações previdenciárias acidentárias. 5

6 2 - Previdência Social Quando se fala em ações previdenciárias, é importante que se identifique a origem e o posicionamento do Direito Previdenciário dentro da ciência do Direito. Dessa forma, temos o Direito Previdenciário como um ramo do Direito Público, surgido a partir da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e início do século XX. Seu objetivo é o estudo e a regulamentação do instituto Seguridade Social e, em conseqüência disso, as ações previdenciárias surgem como ferramenta para a tutela jurisdicional dos amparos securitários ensejados por esse ramo do Direito. A Previdência Social é uma entidade pública (autarquia previdenciária) destinada a estabelecer um sistema de proteção social aos indivíduos e seus familiares contra contingências que os impeçam de desenvolver as suas atividades e necessidades básicas, podendo ocorrer de forma momentânea ou permanente, dependendo de cada situação. Sua missão é assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção (condições mínimas de vida e sobrevivência), por motivo de incapacidade, desemprego involuntário, idade avançada, tempo de serviço, encargos familiares e prisão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente. 6

7 3 - Cálculo dos Benefícios Previdenciários Nos cálculos de apuração de benefício previdenciário acidentário, levam-se em conta dois aspectos: o cálculo do salário de benefício (SB) e o cálculo da prestação ou Renda Mensal Inicial (RMI) do benefício. É necessário que se diga antes que a Constituição garante ao trabalhador, seja ele urbano ou rural, o recebimento de salário não inferior ao mínimo (art. 7º, inc. VII e art. 201, 2º, da CF). Isso quer dizer que, a partir da Ordem Constitucional de 1988, mesmo se o trabalhador receber salário abaixo do mínimo, o cálculo do salário de benefício não o pode ser. Nesse ponto, é importante mencionar que essa regra possui uma exceção, uma vez que o benefício auxílio acidente, por não ser um tipo de benefício que substitua o salário de contribuição, poderá ter a sua RMI inferior ao salário mínimo, desde que o SB esteja observando o piso previdenciário. CF/88, Art. 201, 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. Ademais, caso um benefício auxílio acidente esteja sendo pago hoje pelo piso, o mesmo será equivalente a 50% do salário mínimo vigente na data do pagamento (veremos adiante que a RMI do benefício auxílio acidente é calculada em 50% do valor do salário de benefício). Os demais benefícios, por substituírem o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado, terão o piso do SB e da RMI fixados no salário mínimo. 7

8 4 - Cálculos do Salário de Benefício O SALÁRIO DE BENEFÍCIO (SB) é o valor básico que vai ser utilizado no cálculo da renda mensal dos benefícios de prestação continuada. Hoje, conforme o que dispõe a Lei n.º 8.213/91, esse salário servirá de base para a apuração da Renda Mensal Inicial RMI do benefício. O SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (SC) é o valor sobre o qual é calculado o percentual correspondente à contribuição devida pelo segurado. Os cálculos das prestações mensais do benefício começam com a apuração do salário de benefício. Este, de acordo com as Leis n.ºs 5.890/73, art. 3º, e 6.367/76, art. 5º, era calculado apurando-se a média aritmética dos 12 (doze) últimos maiores salários de contribuição do trabalhador, não superior a 18 (dezoito) meses imediatamente anteriores ao acidente. A partir de , com o advento da Lei n.º 8.213/91, art. 29, até , essa média para o cálculo do salário de benefício e, conseqüentemente, para as pensões previdenciárias por acidentes de trabalho, passou a ser apurada por todos os últimos salários de contribuição dos meses imediatamente anteriores ao do afastamento da atividade ou da data da entrada do requerimento, até no máximo de 36 (trinta e seis) contribuições, não superior a 48 (quarenta e oito) meses, todos corrigidos, uma vez que a Constituição anteriormente já assegurava este critério para as aposentadorias (arts. 201 e 202, CF). A partir de , data do advento da Lei nº 9.876, que alterou o art. 29 da Lei nº 8.213/91, o SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO dos benefícios de Aposentadoria por 8

9 Invalidez, Auxílio-Doença e Auxílio-Acidente passou a ser calculado pela média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo. Importante lembrar que o salário de benefício não pode ser inferior ao salário mínimo nem superior ao do limite máximo do salário de contribuição na data de início do benefício (Lei nº 8.213, art. 29 II, 2º, com redação dada pela Lei nº 9.876/99). Serão considerados para cálculo do salário de benefício os ganhos habituais do segurado empregado, a qualquer título, sob forma de moeda corrente ou de utilidade, sobre os quais tenham incidido contribuições previdenciárias, exceto o décimo - terceiro (Lei nº 8.213, art. 29 II, 3º, com redação dada pela Lei nº 8.870, de ). Atualmente, a regra válida para apuração do salário de benefício dos benefícios previdenciários é aquela explicitada no art. 188-A do Decreto 3.048/99: Art. 188-A. Para o segurado filiado à previdência social até 28 de novembro de 1999, inclusive o oriundo de regime próprio de previdência social, que vier a cumprir as condições exigidas para a concessão dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, no cálculo do salário de benefício será considerada a média aritmética simples dos maiores salários de contribuição, correspondentes a, no mínimo, oitenta por cento de todo o período contributivo decorrido desde a competência julho de 1994, observado o disposto nos incisos I e II do caput e 14 do art. 32. (Incluído pelo Decreto nº 3.265, de 1999). Assim, conclui-se que o salário de benefício dos trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999 corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994, corrigidos monetariamente. 9

10 Para os inscritos a partir de 29 de novembro de 1999, o salário de benefício será a média dos 80% maiores salários de contribuição de todo o período contributivo. Então, para se chegar ao valor do salário de benefício, é necessário que haja nos autos os valores dos salários de contribuição do segurado, conforme mencionado. Daí atualiza-se essas contribuições pelos mesmos índices da previdência (art. 5º, Lei n.º 6.367/76 e art. 29-A, da Lei nº 8.213/91) até a Data de Início do Benefício - DIB, conforme estipulado na sentença. No capítulo destinado aos Direitos Sociais (art. 7º), a Constituição Federal limitou a duração do trabalho a 08 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais. Assim, quando o trabalhador recebe por hora, a apuração se faz multiplicando-se o salário/hora por 220 horas (5 dias na semana x 44 horas = 220 horas semanais); se for diário, multiplica-se o nº de horas trabalhadas por 30 dias (art. 149, Dec. 611 de ). Exemplo: Suponhamos que foi concedida uma aposentadoria por invalidez com data de início do benefício DIB em 09/12/2009 de um contribuinte inscrito na previdência anteriormente à 28/11/1999. O INSS informou a relação dos salários de contribuição dos quais eliminamos os 20% menores e utilizamos apenas os 80 % maiores salários de contribuição a partir de 07/1994, conforme a seguir discriminado: ITEM DATA MOEDA SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO VALOR CORRIGIDO (até 09/12/09) Em R$ 01 01/07/1994 R$ 200,88 938, /08/1994 R$ 200,88 884, /09/1994 R$ 206,28 861, /10/1994 R$ 252, , /11/1994 R$ 263, , /12/1994 R$ 216,48 846,56 10

11 07 01/03/1996 R$ 832, , /04/1996 R$ 100,00 307, /05/1996 R$ 112,00 342, /06/1996 R$ 112,00 336, /07/1996 R$ 112,00 332, /09/1996 R$ 224,00 657, /10/1996 R$ 112,00 328, /11/1996 R$ 112,00 327, /12/1996 R$ 112,00 326, /01/1997 R$ 112,00 323, /02/1997 R$ 112,00 318, /03/1997 R$ 191,50 542, /04/1997 R$ 957, , /05/1997 R$ 191,50 533, /06/1997 R$ 206,35 573, /07/1997 R$ 206,35 569, /08/1997 R$ 206,35 568, /09/1997 R$ 206,35 568, /10/1997 R$ 206,35 565, /11/1997 R$ 206,35 563, /12/1997 R$ 1.031, , /01/1998 R$ 206,35 555, /02/1998 R$ 309,55 825, /03/1998 R$ 309,55 825, /04/1998 R$ 309,55 823, /05/1998 R$ 309,55 824, /06/1998 R$ 309,55 822, /07/1998 R$ 309,55 820, /08/1998 R$ 309,55 823, /09/1998 R$ 309,55 824, /10/1998 R$ 306,55 816, /11/1998 R$ 321,90 858, /12/1998 R$ 321,90 859, /01/1999 R$ 321,85 851, /02/1999 R$ 321,90 841, /03/1999 R$ 321,90 805, /04/1999 R$ 321,90 790, /05/1999 R$ 321,85 789, /06/1999 R$ 321,90 792, /07/1999 R$ 321,90 784, /08/1999 R$ 321,90 772, /09/1999 R$ 321,90 761, /10/1999 R$ 321,90 750, /11/1999 R$ 321,90 736, /12/1999 R$ 321,90 718, /01/2000 R$ 502, , /02/2000 R$ 502, , /03/2000 R$ 502, ,48 11

12 55 01/04/2000 R$ 502, , /05/2000 R$ 502, , /06/2000 R$ 531, , /07/2000 R$ 531, , /08/2000 R$ 531, , /09/2000 R$ 531, , /10/2000 R$ 531, , /11/2000 R$ 531, , /12/2000 R$ 624, , /01/2001 R$ 531, , /02/2001 R$ 531, , /03/2001 R$ 531, , /04/2001 R$ 531, , /11/2001 R$ 531,30 975,07 SOMA R$ ,39 R$ ,39 dividido por 68 = R$ 873,93 Salário de Benefício = R$ 873,93 Atualizamos todos os salários de contribuição até a DIB (09/12/2009), logo após é feito o somatório total das contribuições atualizadas e apuramos a média aritmética simples referente às 68 contribuições. 5 - Índices de atualização dos Salários de Contribuição para Aferição do Salário de Benefício Para apuração do valor do salário de benefício no exemplo anterior, foi necessário atualizar cada salário de contribuição de suas respectivas competências até a data de início do benefício DIB. Para essa atualização, utilizamos os indexadores de atualização constantes na Tabela de Indexadores Previdenciários abaixo discriminada. Esses índices também são utilizados nos cálculos das prestações vencidas e não pagas ou para diferenças de parcelas. 12

13 TABELA DE INDEXADORES PREVIDENCIÁRIOS PERÍODO ÍNDICE BASE LEGAL De 16/7/64 a 28/2/86 ORTN Lei 4.357/64 De 1º/3/86 a 14/1/89 OTN Dec. Lei 2.283/83, 2.284/86 e 7.735/89 De 15/1/89 a 1º/2/91 BTN MP 295/89 e Lei 7.777/89 De 2/2/91 a 31/12/91 INPC Jurisprudência De 1º/1/92 a 28/2/94 IRSM Lei 8.542/91 art. 9º, 2º, e Lei 8.700/93 De 1º/3/94 a 30/6/94 URV Lei 8.880/94 art. 20, 5º, e MP 434/94 De 1º/7/94 a 30/6/95 IPC-r Lei 8.880/94 art. 21, 2º De 1º/7/95 a 30/4/96 1 INPC MP 1.053/95, 1.106/95 e 1.398/96 De 30/5/96 2 a 31/1/2004 IGP-DI MP 1.415/96, 1.440/96 e /2000 De 1º/2/2004 a 29/06/2009 INPC 3 MP 167 de 19/2/2004 e Lei de 18/6/2004 (Pub. 21/6/2004) A partir de 30/06/2009 TR Lei / Com vigência somente até 30/3/96, isto é, o último índice é o de mar/96 (0,29%). 2 Com vigência a partir de abr/96, isto é, o primeiro índice é o de abr/96 (0,70%). 3 Com vigência a partir de jan/04 para os processos consoantes o Estatuto do Idoso (Lei /2003). Uma observação importante se faz necessária nesse ponto. Na atualização dos salários de contribuição para apuração do salário de benefício, o INPC é aplicado desde 02/2004 até hoje, conforme Lei 8213/91, art. 29-B: Art. 29-B. Os salários de contribuição considerados no cálculo do valor do benefício serão corrigidos mês a mês de acordo com a variação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC, calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Porém, no cálculo dos débitos judiciais (cálculos das prestações vencidas e não pagas ou para diferenças de parcelas), a partir de 07/2009 passou a vigorar a regra fixada pela Lei /2009: Art. 5º: Nas condenações impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza e para fins de atualização monetária, remuneração do capital e compensação da mora, haverá a incidência uma única vez, até o efetivo pagamento, 13

14 dos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança. Dessarte, podemos concluir que quando se tratar de débitos judiciais em que a Fazenda Pública figura como requerida, em nosso estudo representada pela Autarquia Previdenciária INSS, o critério de atualização dos cálculos das prestações vencidas e não pagas ou para diferenças de parcelas, a partir de 07/2009, deverá considerar os índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança (Taxa Referencial TR e juros de 0,5% a.m). 6 - Reajustes das Prestações do Benefício É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes em caráter permanente, o valor real da data de sua concessão (art. 38, Dec. 611/92). Estabelecem o art. 5º da Lei n.º 6.367/76 e o art. 3º da MP /2000 que os VALORES DOS BENEFÍCIOS serão calculados, concedidos, mantidos e reajustados na forma do regime de previdência social. As prestações mensais são reajustadas de acordo com os índices estabelecidos pelos diversos Decretos e Portarias emanados do Ministério da Previdência e Assistência Social (vide anexo Tabela de Índices de Reajustes Previdenciários ). No cálculo dos reajustes das prestações mensais deverá tomar o cuidado de se observar atentamente à data do início do benefício, tendo em vista que o percentual referente ao primeiro reajuste é proporcional ao número de meses entre a data de seu início e a data deste primeiro reajuste, isto é, far-se-á o critério pro - rata do índice no período em questão. 14

15 Outro fator importante, também, é observar atentamente a data do início do benefício. É que o pagamento, quando sua duração for inferior a um mês, deverá ser feito na base de 1/30 (um trinta avos) de seu valor mensal (art. 149, do Dec. 611, de ). Isso quer dizer que, se o valor do benefício, no primeiro mês de vigência, não integrar o mês completo, deve-se dividir o valor do benefício por 30 e, em seguida, multiplicar pelo número de dias do mês em que se iniciar tal benefício. Raciocínio parecido dever ser usado quanto ao valor referente à parcela a título de 13º salário, ou seja, deve-se observar a quantidade de meses desde o início do benefício até a última competência do ano (dezembro). Caso se chegue a 12 meses, o valor será integral e equivalente ao recebido em um mês de benefício. Entretanto, caso não se chegue aos 12 meses, deve-se dividir o valor do benefício por 12 e, em seguida, multiplicar pelo número de meses do ano em que se iniciar o benefício. Ainda no que concerne a parcela a título de 13º salário, é que desde 2006 o INSS tem pagado a seus segurados o 13º em duas parcelas, uma referente à competência de agosto e a outra referente à competência de novembro. Nesse caso, quando o benefício iniciar antes da competência de agosto, deve-se dividir o valor encontrado no procedimento do parágrafo anterior por dois (uma parcela em agosto e uma em novembro), entretanto, caso o benefício se inicie após a competência de agosto do ano em referência, o valor encontrado figurará em parcela única, em novembro desse ano. Exemplo: Partindo do Salário de Benefício encontrado no exemplo anterior (R$873,93) com DIB em 09/12/2009, e supondo que a data do cálculo seja em 07/2012, vamos reajustar o mesmo até essa competência, utilizando para isso os índices de reajustes previdenciários constantes na Tabela de Índices de Reajustes Previdenciários (Anexo): 15

16 ÍNDICE DE REAJUSTE SALÁRIO DE BENEFÍCIO ITEM DATA 1 dez ,93 2 jan-10 1, ,21 3 fev ,21 4 mar ,21 5 abr ,21 6 mai ,21 7 jun ,21 8 jul ,21 9 ago ,21 10 set ,21 11 out ,21 12 S ,21 13 dez ,21 14 jan-11 1, ,23 15 fev ,23 16 mar ,23 17 abr ,23 18 mai ,23 19 jun ,23 20 jul ,23 21 ago ,23 22 set ,23 23 out ,23 24 S ,23 25 dez ,23 26 jan-12 1, ,28 27 fev ,28 28 mar ,28 29 abr ,28 30 mai ,28 31 jun ,28 32 jul ,28 Reparem que o primeiro reajuste é proporcional à DIB (12/2009), de acordo com a Tabela de Índices de Reajustes Previdenciários (Anexo) e que a relação dos salários de benefícios reajustados mês a mês seriam os valores devidos da aposentadoria por invalidez caso o percentual da Renda Mensal Inicial RMI fosse de 100%. 16

17 7 A Equivalência Salarial A Portaria n.º 4.426, de , estabelece que Os valores dos benefícios de prestação continuada em manutenção na data da promulgação da Constituição Federal sejam expressos em números de salários mínimos que tinha na data da sua concessão. A equivalência salarial vigorou de 04/89 até 08/91, quando da implantação do plano de benefícios e custeios pelas Leis n.ºs 8.212/91 e 8.213/91. Embora as Leis n.ºs e sejam de 07/91, o critério da equivalência salarial deu-se até 08/91 (inclusive), tendo em vista que somente em setembro/91 houve a primeira revisão salarial pós-lei de planos de benefícios, vigente a partir de julho/91. A disposição da equivalência dos benefícios previdenciários com o salário mínimo encontra-se amparada no art. 58 e parágrafo único do ADCT. Utiliza-se como base o salário de contribuição (ou de benefício) da data da concessão, dividido pelo salário mínimo da época, achando-se o número de salários mínimos. Daí faz-se a multiplicação deste número, mês a mês, pelo valor do salário mínimo no período de abril/89 (inclusive) até agosto/91 (inclusive). Em 08/1990, de acordo com o que prescreve o art. 11 da Lei 8178/91, é devido aos trabalhadores um abono no valor de Cr$3.000,00 (três mil cruzeiros), desde que o valor do salário referente ao mês de agosto de 1990, somado ao valor do abono concedido, não ultrapasse a Cr$26.017,30 (vinte e seis mil dezessete cruzeiros e trinta centavos). Em maio, junho e julho de 1991 serão concedidos um abono no percentual de 10,58% sobre o valor do benefício em 03/1991. (Lei nº 8.178/91, art. 9, 6, a ). 17

18 Em agosto/91, o valor do benefício será o mesmo de julho/91, porém, com o acréscimo de abono de 54,60% sobre o valor do benefício de março/91 para os benefícios com valores superiores a Cr$ ,00, e de Cr$ ,60 para valores inferiores ao salário mínimo (Cr$ ,00) na competência 03/91 (Portaria n.º 3.485, / Lei nº 8.178/91, art. 9, 6, b ). Lei nº 8.178/91, art. 9, 6 : No caso dos aposentados e pensionistas da Previdência Social, são assegurados os seguintes abonos: a) nos meses de maio, junho e julho de 1991, para os benefícios não inferiores a Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros), o valor obtido pela aplicação do percentual da variação do índice do custo da cesta básica entre os meses de março e maio de 1991, sobre o valor do benefício em março de 1991; e para os benefícios inferiores a Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros), a variação, em cruzeiros, do custo da cesta básica entre os meses de março e maio de 1991, não podendo a soma do benefício e do abono ultrapassar o valor correspondente à soma do benefício de Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros) e do abono referente a esse benefício. b) no mês de agosto de 1991, para os benefícios não inferiores a Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros), o valor obtido pela aplicação do percentual da variação do índice do custo da cesta básica entre os meses de março e agosto de 1991, sobre o valor do benefício em março de 1991; e para os benefícios inferiores a Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros), a variação, em cruzeiros, do custo da cesta básica, entre os meses de março e agosto de 1991, não podendo a soma do benefício e do abono ultrapassar o valor correspondente à soma do benefício de Cr$17.000,00 (dezessete mil cruzeiros), e do abono referente a esse benefício. 18

19 Portaria n.º 3.485, , Art. 1º Será concedido abono relativo à competência agosto de 1991 a todos os benefícios de prestação continuada da Previdência Social, da seguinte forma: I para os benefícios de valor inferior a Cr$ ,00 (dezessete mil cruzeiros), na competência março de 1991, o valor do abono será de Cr$ ,60 (dezesseis mil cento e sessenta e um cruzeiros e sessenta centavos) em agosto de 1991, desde que o valor da renda mensal de março de 1991 somado ao valor do abono na mesma competência não ultrapasse a Cr$ ,00 (vinte e seis mil, duzentos e oitenta e dois cruzeiros); II para os benefícios de valor igual ou superior a Cr$ ,00 (dezessete mil cruzeiros), na competência março de 1991, o abono corresponderá em agosto de 1991, à aplicação de 54,60% (cinqüenta e quatro inteiros e sessenta centésimos por cento) sobre o valor da renda mensal de março de Vale esclarecer que é necessário computar no cálculo da prestação de 09/91 a variação do salário mínimo do período março/agosto/91, que era reajustado pelo INPC. Então, dever-se-á aplicar em setembro/91 o INPC pleno do citado período, no percentual de 147,06% sobre o valor do benefício da competência de 03/91 (Portaria n.º 3.486/91). A partir de 09/91 (inclusive), segue o critério de cálculo/atualização das prestações pelo INPC. Portaria n.º 3.486/91, Art. 1º Os valores dos salários de contribuição do segurado empregado e dos segurados autônomo, empregador e facultativo, em setembro de 1991, serão reajustados em 147,06% (cento e quarenta e sete inteiros e seis centésimos por cento). 19

20 Exemplo: Suponhamos que um contribuinte tenha um benefício aposentadoria por invalidez concedido em 06/1987 e que seu salário de contribuição, nessa data, seja Cz$ 5.555,17. O salário mínimo em 06/1987 correspondia a Cz$ 1.969,62. Sendo assim, a equivalência salarial para o período de 04/1989 a 08/1991 será de 2,82 (Cz$ 5.555,17 dividido por Cz$ 1.969,62). DATA ÍNDICE DE REAJUSTE Nº SALÁRIOS MÍNIMOS MOEDA VALOR SALÁRIO MÍNIMO VALOR DO BENEFÍCIO (100%) ABONOS VALOR DO BENEFÍCIO (100% + abonos) 04/1989 2,8200 NCz$ 63,90 180,20 180,20 05/1989 2,8200 NCz$ 81,40 229,55 229,55 06/1989 2,8200 NCz$ 120,00 338,40 338,40 07/1989 2,8200 NCz$ 149,80 422,44 422,44 08/1989 2,8200 NCz$ 192,88 543,92 543,92 09/1989 2,8200 NCz$ 249,48 703,53 703,53 10/1989 2,8200 NCz$ 381, , ,48 11/1989 2,8200 NCz$ 557, , ,67 12/1989 2,8200 NCz$ 788, , ,67 01/1990 2,8200 NCz$ 1.283, , ,74 02/1990 2,8200 NCz$ 2.004, , ,32 03/1990 2,8200 NCz$ 3.674, , ,85 04/1990 2,8200 Cr$ 3.674, , ,85 05/1990 2,8200 Cr$ 3.674, , ,85 06/1990 2,8200 Cr$ 3.857, , ,88 07/1990 2,8200 Cr$ 4.904, , ,42 08/1990 2,8200 Cr$ 5.203, , ,00 (1) ,76 09/1990 2,8200 Cr$ 6.056, , ,79 10/1990 2,8200 Cr$ 6.425, , ,89 11/1990 2,8200 Cr$ 8.329, , ,33 20

21 12/1990 2,8200 Cr$ 8.836, , ,83 01/1991 2,8200 Cr$ , , ,19 02/1991 2,8200 Cr$ , , ,20 03/1991 2,8200 Cr$ , , ,00 04/1991 2,8200 Cr$ , , ,00 05/1991 2,8200 Cr$ , ,00 06/1991 2,8200 Cr$ , ,00 07/1991 2,8200 Cr$ , ,00 08/1991 2,8200 Cr$ , , ,05 (2) 5.072,05 (2) 5.072,05 (2) ,24 (3) , , , ,24 09/1991 2,4706 (4) Cr$ , ,11 (1) Em 08/1990, de acordo com o que prescreve o art. 11 da Lei 8178/91, é devido aos trabalhadores um abono no valor de Cr$3.000,00 (três mil cruzeiros), desde que o valor salário referente ao mês de agosto de 1990 (Cr$ ,76), somado ao valor do abono concedido, não ultrapasse a Cr$26.017,30 (vinte e seis mil dezessete cruzeiros e trinta centavos). (2) Abonos de maio, junho e julho de 1991 correspondem a 10,58% sobre Cr$ ,00, valor do benefício em 03/1991. (Lei nº 8.178/91, art. 9, 6, a). (3) Abono de agosto de 1991 corresponde a 54,6% sobre Cr$ ,00, valor do benefício em 03/1991. (Lei nº 8.178/91, art. 9, 6, b). (4) Reajuste de 147,06% referente à variação do salário mínimo do período março/agosto/91, conforme Portaria n.º 3.486/91. 21

22 8 A Conversão em Unidade Real de Valor-URV Para benefícios com data de início (DIB) anterior a , a conversão em URV estabelecida pela Lei n.º 8.880, de , deve ser efetivada na prestação de O Critério é o seguinte (art. 20): Divide-se o valor nominal, em cruzeiros reais, da prestação de novembro/dezembro/93 e janeiro/fevereiro/94 pela URV do último dia desses meses. Somam- se os valores, em URV, desses meses e divide-se por 4 (quatro), a fim de que se ache a média aritmética. Aqueles benefícios com início posterior a serão convertidos em URV em , dividindo-se o valor do benefício de 02/94, em cruzeiros reais, pela URV do dia (637,64). Ressalvado que tal conversão não pode resultar valor, em março/94, menor do que aquele pago em fevereiro/94. Para saber se o valor de 03/94, em URV, é maior ou menor que o valor de 02/94 em cruzeiros reais, basta dividir o valor do benefício de 02/94, em cruzeiros reais, pela URV do dia correspondente ao vencimento do benefício desse mês (02/94). Outra ressalva é a de que o valor encontrado não poderá ser superior ao teto do salário de contribuição de que trata o art. 20 da Lei n.º 8.212/91, isto é, R$ 832,66 (art. 20, 2º, da Lei n.º 8.880/94). O valor da prestação do benefício de permanecerá em URV até , quando então é convertido em real pela paridade 1 URV = 1 Real. A partir de , as prestações serão reajustadas anualmente. 22

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