Plano de Actividades e Orçamento.

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1 Plano de Actividades e Orçamento 2010

2 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 INTRODUÇÃO Em diferentes momentos a FPA manifestou à Administração Pública Desportiva (APD) o desejo de se poderem celebrar contratos-programa plurianuais a dois ou a quatro anos, ainda que, neste caso sujeito a avaliação intermédia no segundo ano, sendo obrigatória a apresentação de relatórios anuais das actividades desenvolvidas e das respectivas contas. A opção por períodos de quatro anos, coincidindo com o ciclo olímpico, permitiria avaliação mais objectiva e consistente sobre o trabalho desenvolvido pelas Federações e garantir-se-ia a apreciação da coerência da estratégia assumida. É evidente que, de há vários anos a esta parte, o enorme volume de dossiers das actividades das Federações e o reduzido número de técnicos no Instituto de Desporto de Portugal tornou a missão de avaliação manifestamente impossível. Assim sendo, esta situação torna as negociações entre APD e as Federações um verdadeiro fazer de conta, repetindo-se anualmente o ritual do mais do mesmo, ou seja, por mais excepcional que seja a actividade da estrutura associativa, os números relativos às dotações orçamentais em sede de contratos-programa do Desenvolvimento da Prática Desportiva, de Alto Rendimento e de Formação mantêm-se os mesmos. Por outro lado, a agudização da crise da economia internacional e nacional, retirando justificada ou injustificadamente capacidade de financiamento do sector privado ao movimento desportivo não profissional, agravada pela redução significativa de apoios financeiros à actividade dos clubes e das Associações Distritais coloca cada vez mais a actividade de interesse público desportivo das Federações na dependência das dotações orçamentais postas à disposição da APD. Foram muitas as vezes que a Direcção federativa expôs junto da APD a sua posição sobre a forma de ultrapassar esse statu quo, propondo entre outras as seguintes medidas:

3 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Uma lei de Mecenato Desportivo atractiva para os investidores privados com majoração dos apoios que pudesse concorrer com a majoração concedida ao futebol; Uma Fundação de Desporto em que se reduzisse a excessiva carga burocrática na concessão de apoios pelas empresas e que admitisse o retorno comercial dos investimentos atenuando ou eliminando a carga fiscal dos contratos de patrocínio; Utilização dos canais públicos de televisão e de rádio em regimes especiais para permitir maior visibilidade às modalidades desportivas não profissionais, criando as condições favoráveis a uma maior apetência das empresas privadas e públicas para financiarem produtos de excelência contribuindo para uma transformação qualitativa do país. Hoje, poder-se-á concluir com objectividade que a Lei do Mecenato morreu, de morte anunciada, que a Fundação do Desporto se encontra há muitos anos em coma induzido e que, apenas a RTP2 se encontra com alguma disponibilidade para transmitir os Magazines das actividades das Federações desde que produzidos e pagos por estas. Quanto à transmissão de eventos internacionais, como o Campeonato da Europa de Nações, ela terá de ser paga pelas entidades organizadoras mesmo que essas iniciativas sejam consideradas do maior interesse público nacional. Sendo este o estado da Nação desde há décadas, importa que sejamos justos ao referir que as medidas adoptadas pelo actual Secretário de Estado da Juventude e Desporto permitiram, por um lado, que o desporto federado não fosse prejudicado globalmente pela crise financeira que atingiu outras áreas de governação e que, por outro lado, fosse ultrapassando a situação critica vivida pelas Federações, no início do ano administrativo, pelo facto dos contratos-programa celebrados com a APD só serem executados após aprovação do Orçamento do Estado.

4 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 A partir de 1 de Janeiro de 2008 as federações passaram a receber os duodécimos em conformidade com o que recebiam no ano anterior, não se registando, portanto, qualquer hiato no financiamento das Federações. Exactamente há uma década, já defendíamos, vivendo o país uma situação económica mais favorável, que uma das formas mais eficazes do Governo da Nação valorizar a capacidade de intervenção de todas as organizações e instituições envolvida na prática desportiva, dependeria da forma como se harmonizassem as acções dos diferentes subsistemas no seio de uma estratégia nacional. Tal orientação pressuporia, a montante, que o Governo decidisse, no seu próprio interior, qual o interlocutor político que dirigiria e coordenaria os departamentos e sectores da Administração Central relacionados com o desporto e que garantisse, igualmente, a coerência de todo o processo de desenvolvimento desportivo nas suas relações com a Administração e com o Movimento Associativo. Para nós era óbvio que competiria à SEJD ou a um Ministério do Desporto essa liderança, procurando-se, sobretudo, conseguir uma maior racionalização dos meios promovendo a optimização dos recursos humanos, financeiros e materiais disponíveis. Em tempos de dificuldades, por maioria de razão, torna-se imperioso e urgente que o Desporto conquiste essa liderança no interior do Governo. Ao debruçar-nos nesta introdução sobre a necessidade de se celebrarem contratosprograma entre o APD e as Federações com a duração temporal de dois a quatro anos; Ao incidirmos a atenção sobre a não consideração por parte da APD dos méritos desportivos e do sucesso governativo das Federações na atribuição das dotações orçamentais;

5 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Ao desenharmos um quadro negro sobre a (in)eficácia das medidas adoptadas pela Administração Pública para atrair financiamento privado ou de empresas maioritariamente públicas para investimento aos desenvolvimento desportivo; Ao observarmos a incapacidade de alteração das linhas editoriais dos media públicos que continuam alheados, olimpicamente distraídos, da importância social do desporto não profissional e igualmente da sua missão de serviço público; Ao equacionarmos orientações e decisões que, em nossa opinião, poderiam reforçar a capacidade de intervenção de Clubes, Associações e Federações, e porque entendemos dever fazer parte da resolução dos problemas que poderão afectar o programa do deporto em geral, e da nossa modalidade em particular, poder-se-á concluir que seguramente, é cada vez mais necessário adoptar orientações públicas que permitam remover os entraves institucionais, jurídicos, económicos, sociais, culturais que se representem negativamente no desenvolvimento desportivo. Finalmente, é necessário procurar associar a todas as fases deste processo a sociedade civil organizada, o sistema educativo, o ensino superior e universitário, as Autarquias, e o movimento associativo desportivo. O estabelecer de parcerias é o instrumento essencial para a transformação da realidade desportiva. Esta tem sido a nossa preocupação. 2010, estamos certos confirmá-lo-á. Dito isto e porque somos obrigados anualmente ao ritual da apresentação de um Plano de Actividades e respectivo Orçamento, entendemos começar por dizer que este Plano para 2010 pretende constituir-se como mais uma etapa do desenvolvimento progressivo e sustentado da modalidade. Mantendo-se inalterável a orientação estratégica, a qual tem sido sufragada eleitoralmente e ratificado em sede de Assembleias Gerais em que se tem aprovado anualmente Planos e Relatórios, Orçamentos e Contas, tem a governação federativa procurado encontrar os momentos adequados tanto para a correcção de programas menos conseguidos como para a introdução de projectos inovadores ou para garantir o aprofundamento e consolidação de iniciativas estruturantes.

6 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Mas, o que é absolutamente necessário, para lá da doutrina e dos méritos de concepção estratégica, é que, os resultados desportivos e organizativos alcançados ano a ano e ao longo de décadas falem pela qualidade da estratégia e pelos programas implementados. Assim sendo, importa que se enfatize que em Portugal O Atletismo é a referência no desporto de alto rendimento O Atletismo é o desporto que apresenta o melhor programa de detecção e acompanhamento de talentos O Atletismo é o desporto que na sua componente de marcha e corrida pode constituir-se como oferta de prática para toda a vida O Atletismo é o desporto que claramente se distingue inter pares em participações competitivas em Jogos Olímpicos, Universíadas, Festival Olímpico da Juventude Europeia, Jogos da FISEC e de ISF, Campeonatos Mundiais Militares (CISM), contribuindo para uma imagem mais positiva ou se se quiser menos negativa do desporto de representação olímpica, universitária, escolar e militar. Os Clubes, Associações Regionais e Distritais, e os diferentes agentes desportivos representados pelos Associados Extraordinários, têm razões para partilhar o orgulho pelos resultados alcançados e pela importância relevante do Atletismo no Desponto Nacional. Este sentimento de satisfação colectiva deve ser devidamente reforçado pelas difíceis condições em que a modalidade se movimenta. Constrangimentos culturais que reduzem o Atletismo à corrida de estrada, deficiente formação técnico-prática da maioria significativa dos docentes de Educação Física,

7 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 enorme escassez e deficiente distribuição das infraestruturas para a prática da modalidade, com a agravante de mais de 60% das pistas existentes não ter sido dotada com o indispensável apetrechamento, ausência de mercado de trabalho que viabilize uma carreira profissional para treinadores, reduzidíssimo apoio do Poder Local e do sector empresarial privado às iniciativas das Associações e às actividades dos clubes, escassa visibilidade mediática sobretudo em canais de televisão tanto públicos como privados, representam um quadro altamente limitador para a modalidade. Contudo, e apesar de um cenário tão pouco entusiasmante, o Atletismo si muove e de que maneira Os resultados alcançados no alto rendimento em 2009, apesar de ser ano pré-olímpico, portanto propenso a uma retracção de resultados desportivos, demonstraram de forma exuberante a qualidade excepcional dos nossos atletas, a dedicação e competência dos seus técnicos e a boa organização a apoio ao alto rendimento igualmente partilhado por clubes, associações e federação. No que concerne ao alargamento da base de prática, e não considerando como filiados os escolares participantes nas actividades de Projecto MEGA, Campeonatos de Corta-mato e pista, ao contrário do que praticam algumas federações de desportos colectivos, a modalidade continuou a sua evolução superando em 2009, mais uma vez, o record de filiação em cerca de 900 atletas, alcançando o interessante número de atletas apresenta-se com um enorme potencial de desafios para a modalidade, reflexo de um permanente inconformismo e de uma elevada ambição que caracteriza os gentes do Atletismo. Apresentam-se projectos inovadores e estruturantes envolvendo parceiros que pelo seu peso institucional representam um valor acrescentado à prossecução dos grandes objectivos da modalidade, tanto no que respeita à sua vocação, visando a procura do alto rendimento desportivo, como quanto à sua missão, procurando a generalização do acesso à sua prática na população escolar como investindo na oferta qualificada de actividade física dirigida a todos, independentemente da idade. Assim, e de forma sumária, apresentam-se alguns desses projectos:

8 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Finalização do Centro Nacional de Alto Rendimento de Atletismo / Jamor (CNARA/Jamor) integrando a Oficina coberta, a pista secundária renovada, o Centro de Apoio Médico da FPA, a pista de corta-mato e a pista do Estádio a reconstruir, Reconstrução da pista de sintético da Maia, sede do Centro de Alto Rendimento de Atletismo do Norte, na Maia, Construção dos edifícios de apoio ao Centro Nacional de Atletismo Juvenil no Luso; Consolidação das parcerias já existentes com a FADEUP e a FMH e início do processo de cooperação com a FCDEF de Coimbra; Implementação do Programa Nacional de Marcha e Corrida em parceria com a FADEUP e com o Instituto de Desporto de Portugal, procurando-se, através da criação de Centros Municipais de Marcha e Corrida, colaborar na melhoria da saúde dos cidadãos que utilizam a marcha e corrida como prática regular da actividade física e conquistar outros para essas boas práticas. Este Programa que tem o alto patrocínio da Secretaria de Estado a Juventude e Desporto, representa um enorme desafio à cooperação, quer entre os parceiros principais, quer com as Autarquias e todas as organizações que se dediquem a esta actividade, clubes, colectividades, empresas privadas, etc. Este Programa não pretende substituir-se às Organizações já existentes, pretende tão somente valorizar essas actividades. Para as Associação Regionais e Distritais representa uma oportunidade de reforçar ou criar sinergias, cooperações e entendimentos institucionais e, consequentemente, potenciando a sua influência, multiplicar benefícios em prol da sua vocação principal.

9 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Criação de um Seguro Desportivo de cobertura mínima, conforme a Lei em vigor, para todos os que integram o Programa Nacional de Marcha e Corrida, e, naturalmente, que o desejem. Procura de sensibilização da Administração Pública Desportiva para a necessidade de lançamento de um Programa Especial de Rentabilização das Pista de Atletismo que integre as seguintes componentes: Apetrechamento pleno, de pelo menos, uma pista por distrito; Apetrechamento parcial de pistas em função dos níveis de prática realista: Reconstrução de pistas que pela sua antiguidade e importância estratégica o justifiquem; Construção de pistas em áreas fundamentais ao desenvolvimento sustentado da modalidade; Criação de um programa de pistas simplificadas em colaboração com o Ministério da Educação e sob os auspícios da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto; Integração em sede de contrato-programa de financiamento público para a construção de pistas de atletismo, de cláusulas que imponham à entidade proprietária de obra a exigência de apetrechamento completo, e de um plano de animação da instalação e a contratação de técnico(s) para a execução do plano e para, conforme a Lei, garantir a segurança do espaço desportivo. Reorientar o volume de apoios financeiros atribuídos aos projectos especiais das Associações, às actividades dos Centros de Formação das

10 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Zonas e aos Agrupamentos das Associações numa perspectiva de melhor adequação às realidades de um Portugal a duas velocidades, e portanto, do melhor aproveitamento desses recursos. Procurar melhorar a dotação orçamental posta à disponibilização da Associações Regionais/Distritais; Desafiar as Organizações Governamentais, as Autarquias e as Associações de Emigrantes para, nas áreas urbanas mais sensíveis, o Atletismo ser utilizado como um meio de construção pessoal e colectivo do exercício de cidadania. O Atletismo, na sua dimensão da acolhimento, integração e representação desportiva de Clubes, Associações e Selecção Nacional é um exemplo a ter de ser potenciado. Em situação de crise económica e de aumento de taxas de desemprego, aumentam os sinais do despertar de reacções xenófobas e racistas. A exemplaridade da vivência da nossa modalidade impõe que a utilizemos para aumentar o sentimento de pertença e de identificação com o país que os acolhe e que tão distraído tem estado com os filhos dos emigrantes dos PALOP s. Afinal, a imigração tem de ser uma oportunidade e não uma ameaça. Cooperar com a Administração Pública Desportiva, apoiar as iniciativas dos parceiros institucionais com os quais se possam permutar benefícios Sistema Educativo, Poder Local, Universidades, Organização de Deficientes, Organização de Apoio às minorias étnicas - corresponde a uma orientação essencial de afirmação plena da nossa Organização. Não temos de recear a consolidação e aprofundamento das parcerias já existentes e a criação de novas parcerias. É um facto que a capacidade da nossa Estrutura Associativa é limitada em recursos financeiros e humanos. É uma realidade incontroversa que o

11 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 dirigismo benévolo não é publicamente reconhecido, ignorando o contributo decisivo no desporto que temos e exigindo-se dos dirigentes benévolos da nossa modalidade que tenham a disponibilidade de verdadeiros profissionais. A capacidade de negociação de parcerias é determinante para o progresso da modalidade. Conhecemos os riscos da solidariedade e disponibilidade da modalidade, mas também sabemos das vantagens já conseguidas e, sobretudo, temos a certeza que o caminho do progresso assenta na cooperação porque nenhuma entidade, por mais forte que se considere, consegue ser auto-suficiente.

12 Direcção Técnica Nacional Plano de Actividades e Orçamento 2010

13 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Na introdução ao plano de actividades da DTN de 2009 sintetizámos as linhas orientadoras da nossa intervenção para o actual Ciclo Olímpico, salientando a necessidade de dar continuidade ao trabalho de equipa que vinha sendo desenvolvido, no sentido de serem criadas, ou rentabilizadas as condições fundamentais para o reforço da liderança da modalidade no panorama desportivo nacional em termos de medalhas e resultados de excelência obtidos nas grandes competições internacionais. Apresentámos a estabilidade, a credibilidade, os resultados obtidos a diferentes níveis e áreas, como factores de maior motivação e natural expectativa para os anos seguintes. Foi nesta base que definimos cronologicamente alguns dos objectivos a atingir ao longo do ciclo. Felizmente que logo no primeiro ano do ciclo e de uma forma geral, excedemos as nossas expectativas, o que vem aumentar a confiança na estratégia definida e aplicada. Um novo máximo em termos de atletas filiados; medalhas (várias colectivas), em diversas competições internacionais de elevado nível, dos Juvenis aos Seniores, no corta mato, pista coberta e ar livre; inicio de importantes programas como o de avaliação e controlo do treino no meio fundo e Programa Nacional de Marcha e Corrida Irá ser objecto do relatório, mas não podemos de deixar de realçar três notas de grande significado: A presença dos nossos principais atletas nos II Jogos da Lusofonia; A brilhante prestação da nossa equipa na 1ª edição do Campeonato da Europa de Equipas realizado em Leiria, culminada com o melhor resultado de sempre (11º); Os resultados no Campeonato do Mundo de Berlim, onde para além da medalha de prata do Nelson Évora, tivemos 18 dos 29 atletas que competiram, entre os 16 melhores do mundial. Temos vindo a enfatizar a necessidade da DTN ser uma verdadeira equipa, a trabalhar em constante coordenação com as estruturas regionais, de ter projecto, programas de intervenção geral ou específica, de acompanhar de forma próxima a sua aplicação, de avaliar continuamente para se reforçar ou eventualmente reformular. Neste sentido, ao longo dos últimos três anos a constituição da DTN apresentou um grande número de alterações. Assumimos as alterações nos sectores Juvenil, Marcha, Lançamentos e Saltos. Para esta temporada, registamos a entrada de uma Técnica Nacional para a área da Alta Competição e Selecções Nacionais do meio fundo, e de um Técnico Nacional para o mesmo sector, que é o coordenador Nacional do Programa de

14 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Marcha e Corrida, e do programa de avaliação e controlo do treino. Na velocidade e estafetas, também foram efectuadas alterações, visando os objectivos enunciados. Na introdução ao plano de actividades da DTN para 2010, não nos queremos repetir, e iremos essencialmente fazer referências ao que é específico deste ano, sempre no pressuposto que têm presente o que foi apresentado em Formação e Documentação: Sendo a formação de treinadores um processo dinâmico, contemplando diversas etapas, da formação generalizada à sua progressiva especialização, contendo importantes e necessários momentos de reciclagem, daremos continuidade ao que vem sendo aplicado, com uma maior incidência na formação dos nossos técnicos para a área específica do Treino com Jovens. Após a reformulação do processo de formação e certificação de treinadores, demos inicio à renovação do conteúdo curricular e material de apoio dos diferentes cursos, estando já a ser utilizado um novo Manual do Treinador de Nível I. Estas alterações, bem como a concentração em determinados momentos da época (fases preparatórias) de grande parte das actividades de formação, motivam a organização em 2010, de cursos para a reciclagem dos actuais formadores e formação de novos formadores de formadores. Envolveremos a DTN, fundamentalmente os Técnicos Nacionais de Sector, na elaboração e reformulação de diverso material de apoio aos Professores de Educação Física, sendo este trabalho coordenado por um novo elemento, o Prof. Rui Norte. Culminando um processo com alguns anos, em 2010 estaremos em condições de em parceria com Centros de Formação de Professores e Gabinete de Desporto Escolar, termos os nossos técnicos acreditados, a serem formadores em diversas acções de formação específica acreditada para Professores de Educação Física, onde o ensino e aprendizagem do atletismo em contexto escolar será o objectivo. Desta forma, para além de respondermos de forma pronta a uma necessidade, uma obrigação ao nível da progressão na carreira dos docentes, tentaremos diminuir os efeitos negativos que o

15 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 processo de Bolonha já tem, ao nível da formação inicial na modalidade dos Professores de Educação Física. Daremos continuidade às iniciativas de formação e reciclagem dos técnicos envolvidos nas actividades de acompanhamento de cada sector da DTN, onde sob a coordenação dos respectivos Técnicos Nacionais, serão convidados treinadores nacionais ou estrangeiros para apresentação e discussão de propostas de trabalho contemplando as diferentes etapas da carreira de um atleta. Através destas iniciativas, e da elaboração de documentação de apoio aos treinadores (vídeos; DVDs; documentos, etc), os sectores têm vindo a criar e aplicar como que um modelo de intervenção, um dossier de treino de atletismo que não se pretende estanque, mas dinâmico e interactivo. Será mantida a aposta nos contactos internacionais, quer proporcionando a ida de técnicos portugueses a congressos, seminários, acções de formação de reconhecida qualidade e interesse realizados fora do país, quer estabelecendo os contactos necessários para a vinda a Portugal de treinadores (sempre que possível com atletas) que possam contribuir, em actividades formais de formação, ou em ambiente de estágio de sector, para a reciclagem, formação, qualificação dos nossos treinadores. Para além da participação como prelectores na quase totalidade das actividades de formação a realizar em 2010, desde acções de formação a cursos de diferente nível, a DTN terá um papel activo em duas iniciativas da responsabilidade directa do Departamento de Formação: Seminário do Atletismo Juvenil e o III Congresso internacional da corrida, realizado em parceria com a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Desporto Escolar: Ao longo deste últimos anos foi sendo fortalecida a relação com o Ministério da Educação/ Gabinete do Desporto Escolar. Há efectivamente um trabalho em equipa, há resultados positivos, de tal forma que este ano conseguimos o reforço do número de Professores com redução da sua componente lectiva (de quatro para cinco) para poderem desempenhar funções na FPA e colaborarem, a diferentes níveis, com o Gabinete do Desporto Escolar. Para além do aumento do número, verificou-se o aumento da percentagem do tempo de redução de 75 para os actuais 80%.

16 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido tem contribuído de forma muito positiva para o aumento do número de escolas referência, de grupos equipa de atletismo, de professores de Educação Física envolvidos, para os quais estão a ser preparadas actividades de formação e reciclagem, bem como documentos específicos de apoio. Como referimos no ponto da formação e documentação, compete ao Prof. Rui Norte a coordenação das actividades visando a produção deste material que se encontra na fase final de produção, especialmente o que diz respeito ao desenvolvimento da resistência em contexto escolar. Estas propostas, serão complementadas, em termos mais específicos, pelas incluídas numa outra iniciativa comum: o Desafio Mega do corta mato ao km. Para os que pretendam preparar a sua presença nas várias fases do Mega km, tendo por base a motivação adquirida com o corta mato, foram criadas propostas de desenvolvimento técnico e condicional (força geral; resistência, velocidade), para que a criança e jovem, sob a orientação do seu professor ou e encarregado de educação, siga um simples processo de desenvolvimento adequado à idade e objectivo competitivo É evidente que o Projecto Mega conseguiu ao longo destes cinco anos um outro patamar de envolvimento e organização. O Prof. José Santos manterá a responsabilidade de coordenar na FPA esta iniciativa, fundamental para a promoção e divulgação da modalidade junto de alunos e Professores, captação e orientação de jovens com apetência para a modalidade. Como todos os anos, serão actualizadas as tabelas referência que resultam do tratamento dos dados recolhidos, e que têm vindo a demonstrar uma evolução da qualidade. Esperamos ver em 2010 concretizado um objectivo que tem acompanhado o Projecto Mega ; a realização de concentrações para alunos e respectivos professores. Verificando-se a impossibilidade de realização de uma concentração a nível nacional, serão organizadas, com a colaboração dos Centros de Formação e Gabinete de Desporto Escolar, concentrações de um dia para os alunos melhores classificados na fase EAE. Nestas actividades, os alunos serão acompanhados pelos seus professores, sendo também convidados alguns jovens já filiados, para servirem de exemplo e motivação. Estamos a preparar o modelo de intervenção técnica (teórica e prática), para ser replicado pelos nossos técnicos, em todos os locais de realização deste tipo de concentração.

17 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Acompanhamento do processo de treino Como é referido em todos os documentos ou intervenções cuja temática seja a detecção e acompanhamento de talentos desportivos, mais difícil que detectar, é acompanhar o talento, e contribuir para a sua fixação à modalidade. Sendo muito positiva a dinâmica criada para o aumento do número de atletas filiados, com o determinante contributo das associações e clubes que tem permitido o ciclo positivo que estamos a passar, julgamos ser de realçar o aumento da percentagem de atletas no escalão de júnior, fundamentalmente ao nível das mulheres. Nos escalões mais baixos, pretendemos criar as condições que possibilitem o aumento do número de praticantes e condições técnicas que promovam a melhoria do rendimento desportivo médio como preparação para o Alto Rendimento. Neste sentido apontam os diversos projectos, programas, incitativas: Megas; corta mato escolar; campanha viva o atletismo ; apoiados pelas actividades promovidas pelos sectores Juvenil e Formação, e Centros de Formação. Dependendo em grande medida da qualidade do trabalho de base, de criação e desenvolvimento dos fundamentos efectuado nos escalões anteriores, o escalão de Júnior, é momento em que o potencial do atleta, a sua atitude competitiva e a eficácia dos programas de treino devem ser avaliados nas principais competições para a sua idade. Infelizmente, e por diversos motivos tem sido um escalão onde ao longo dos anos, vamos perdendo jovens, muitos dos quais que já eram apoiados pelas várias estruturas existentes. Como referimos em documentos anteriores, com a elaboração e aplicação de modelos de treino da responsabilidade dos sectores da DTN, com um acompanhamento cada vez mais próximo dos atletas e seus treinadores, fundamentalmente nas etapas iniciais das suas carreiras, através do trabalho das estruturas Técnicas Regionais, Centros de Formação e sectores da DTN, com uma constante avaliação do processo de desenvolvimento ou treino, estamos seguros que contribuímos para o aumento da taxa de fidelização à modalidade, para um maior respeito pelos princípios do treino, para a obtenção dos melhores resultados nas etapas de rendimento efectivamente consideradas

18 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 como adequadas. Acreditamos que o aumento verificado na percentagem de atletas do escalão de júnior, é também produto da orientação seguida pela DTN. Iremos proceder a ligeiras alterações na estrutura de acompanhamento, a hierarquização dos apoios aos atletas e treinadores envolvidos nas actividades, sem que o resultado desportivo seja o único critério para a integração ou manutenção no processo. Esta estratégia implica o acompanhamento próximo, a recolha e registo de dados, das informações fundamentais para a rentabilização do processo de treino, caminhando-se ao longo do tempo para uma maior individualização e qualificação do acompanhamento. Estágios e concentrações: São cada vez mais importantes momentos de aumento da disponibilidade para o treino e recuperação, de avaliação, de criação de um espírito de grupo, de troca de conhecimentos e experiências, contribuindo para uma verdadeira formação e reciclagem em actividade. Como podemos constatar nos planos de actividades de cada Sector da DTN, para 2010 estão previstos um total de 60 momentos de estágio ou concentração, curiosamente 30 de cada, num total de 275 dias; 197 para estágios e 78 para as concentrações. Perspectiva-se a presença de cerca de 250 atletas e grande parte dos seus treinadores. Relativamente a anos anteriores, mantemos a preocupação de encontrar os melhores locais para a sua realização, em função das características dos atletas e disciplinas a envolver, podendo dizer que estamos a levar o atletismo de rendimento, neste caso sob a forma da preparação e treino, a todo o país. O número total de actividades, bem como o número de dias implicados nas actividades dos sectores da DTN, apresenta uma significativa diferença em relação a Efectivamente são menos 10 actividades, e menos 67 dias. Os principais motivos para esta redução: Maiores dificuldades para a presença de funcionários públicos; Reforço das actividades dos Centros de Formação e sector Juvenil; Aumento das actividades individualizadas, fruto de uma maior especialização e consequente melhoria do rendimento.

19 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Para além das actividades referidas, da responsabilidade dos sectores da DTN, em 2010 serão organizados dois estágios do sector juvenil; 2 ou 3 concentrações da responsabilidade de cada um dos Centros de Formação de Atletismo, e dezenas de estágios individualizados efectuados por atletas PREPOL e de Nível A e B. Projectos de Investigação do Treino de atletismo: De forma lenta mas segura, temos vindo a criar as condições, a dinâmica organizativa que permita a operacionalização deste projecto de investigação em Atletismo, o aproveitamento dos recursos humanos de vários gabinetes de importantes Faculdades ou Institutos de Desporto e Educação Física, com os quais temos parcerias. Fomos investindo em material, apoiando a formação de técnicos, procurando dar uma resposta cada vez mais pronta às necessidades sentidas pelos treinadores, e atletas, nesta importante área que é uma parte efectiva do processo de treino. Para além do reforço dos recursos materiais e humanos do Departamento Médico da FPA, da existência de uma Nutricionista, (Drª Mónica Sousa) da perspectiva da criação de um gabinete de psicologia, temos um colaborador para a biomecânica (Dr. Orlando Fernandes), docente na Universidade de Évora. Na proximidade dos Centros de Alto Rendimento, e tal como preconiza a Medida 6 relativa a estas estruturas, são inúmeras as iniciativas desenvolvidas em diferentes áreas: A FMH com o Laboratório de Optimização do Rendimento Desportivo (LORD), e fundamentalmente com o antigo atleta internacional Dr Luís Cunha, será um importante apoio para o CNARA Jamor, apoiado pela Unidade de Medicina Desportiva e Controlo de Treino do Jamor, da responsabilidade do IDP; Na região norte, e como pólo do futuro Centro de Alto Rendimento da Maia, a FADEUP com o Centro de Investigação do Treino de Atletismo (CITA), tem sido ainda sem a edificação do seu espaço físico, uma importante e disponível estrutura de apoio, em diferentes áreas científicas: Antropometria, Biomecânica, Biologia aplicada, Treino e Didáctica do Atletismo;

20 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Plano de Actividades e Orçamento 2010 Para o Centro Nacional de Atletismo Juvenil, no Luso, pretendemos estabelecer uma pareceria de trabalho com o FCDEF de Coimbra. Quadro Competitivo: Um quadro competitivo rico e variado, é fundamental para estimular, motivar treinadores e atletas, ao mesmo tempo que rentabiliza o investimento efectuado na melhoria das condições de preparação, nas várias actividades de acompanhamento. Nos últimos anos, para além do apoio à participação competitiva internacional, disponibilizado através do compromisso com os atletas de AC Nível A e B, a FPA respondeu de forma positiva ao projecto da DTN criado em 2008, Circuito de Pista PREMIUM. Para este ano, voltamos a contar com o apoio, estando a preparar a reformulação de alguns pontos do actual regulamento, tendo em conta a análise dos resultados obtidos, e experiência adquirida com os dois anos de aplicação do programa. Recordemos que são objectivos do Circuito de Pista PREMIUM, a promoção de um quadro competitivo de pista de qualidade que fidelize às competições nacionais de pista dos melhores atletas nacionais. Desta forma acreditamos contribuir para a promoção e desenvolvimento da modalidade nas competições de pista e obtenção de melhores resultados. Objectivos Competitivos para 2010: Como nos anos anteriores, e respeitando as orientações da Direcção da FPA, iremos procurar estar presentes em todas as competições, em todas as áreas e escalões. Em 2010, prevemos a presença de atletas a representar Portugal, em 16 grandes competições internacionais, sendo que duas serão realizadas no nosso país. 12 a 14 Março: 13º Campeonato do Mundo em Pista Coberta (Doha/QAT) Março: Taça Europa Lançamentos de Inverno (Salon de Provence/FRA) 27 Março: 38º Campeonato do Mundo de corta mato (Bydgoszcz/POL) 15 e 16 Maio: Taça Mundo de Marcha (Chihuahua/MEX) 5 Junho: Taça Europa de m (Marselha/FRA) 4 a 6 Junho: Campeonatos Ibero-americanos (S. Fernando/ESP)

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO F P A FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO 2012 PlanodeActividadeseOrçamento2012 Índice DirecçãoTécnicaNacional Organograma SectordeVelocidadeeEstafetas SectordeMeio fundoefundo SectordeBarreiras SectordeSaltos

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