INFORME ECONÔMICO 7 de novembro de 2014

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1 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Desemprego segue caindo na economia dos EUA. No Brasil, ata do Copom confirmou nossa avaliação de que o aumento de juros continuará ao ritmo atual. Nos EUA, a taxa de desemprego segue em queda e a geração de vagas continua favorável. No ambiente político, após as eleições parlamentares de meio de mandato, o Partido Republicano conquistou a maioria no Senado e também no Congresso (já predominavam na Câmara), pela primeira vez desde Este novo Congresso tomará posse apenas a partir de janeiro do próximo ano, mas de qualquer forma, tende a ter um perfil mais contestador face ao presidente democrata Barack Obama, cujos índices de aprovação tem permanecido baixos. A melhora do desempenho econômico é um contraponto a essa baixa aprovação e deverá reverter parte da insatisfação dos eleitores mais à frente. Nesta seara, inclusive, a economia norte-americana gerou 214 mil vagas em outubro, levemente abaixo do esperado (235 mil) e do resultado do mês anterior (256 mil). A taxa de desemprego, por sua vez, recuou de 5,9% para 5,8% no período, em que pese o aumento da taxa de participação (62,7% para 62,8%), que indica que mais pessoas voltaram ao mercado de trabalho em busca de emprego no último mês. Já o crescimento dos salários continua estável em 2,0% ao ano, sem denotar pressão de custos sobre a inflação. Avaliamos que os dados do mercado de trabalho nos EUA em outubro foram favoráveis e mantemos o call de ajuste inicial dos juros dos Fed Funds a partir de meados do próximo ano. 11,0% 10,0% 9,0% 8,0% 7,0% 6,0% 5,0% 4,0% 3,0% Média Histórica Desemprego EUA (% PEA) 3,9% 6,3% 10,0% Source: Bloomberg, BRAM ago-95 jun-96 abr-97 fev-98 dez-98 out-99 ago-00 jun-01 abr-02 fev-03 dez-03 out-04 ago-05 jun-06 abr-07 fev-08 dez-08 out-09 ago-10 jun-11 abr-12 fev-13 dez-13 out-14 5,8% Criação de vagas nos EUA (mil vagas) jun-10 set-10 dez-10 mar-11 jun-11 set-11 dez-11 mar-12 jun-12 set-12 dez-12 mar-13 jun-13 set-13 dez-13 mar-14 jun-14 set-14 Mensal Média Móvel 3 meses Fonte: Bloomberg Na Europa, a autoridade monetária encontra-se disposta a implementar medidas adicionais de injeção de liquidez. O Banco Central Europeu (BCE) manteve, conforme esperado, as três principais taxas de juros inalteradas em seus mínimos históricos na reunião desta semana. Na entrevista coletiva, o presidente da instituição, Mario Draghi, adotou um tom dovish ao admitir que o BCE encontra-se pronto para implementar medidas adicionais de injeção de liquidez caso o programa atual se mostre insuficiente ou a inflação ceda ainda mais. Tais medidas não foram detalhadas, porém encontram-se em análise pelo staff da instituição, conforme dito por Draghi. Vale notar que, em dezembro próximo, novas projeções do BCE serão publicadas, o que pode motivar revisões baixistas 1

2 tanto para a inflação como para o crescimento econômico. Desta maneira, avaliamos que medidas adicionais de expansão de balanço serão muito provavelmente adotadas pela instituição nos próximos trimestres, talvez mediante compra de títulos públicos para a carteira própria do banco. A respeito dos dados econômicos efetivos, a inflação atacadista medida pelo PPI seguiu em queda em setembro (- 1,4% na comparação anual) e as vendas no varejo recuaram em 1,3% no mesmo mês (consenso em - 0,8%). Além disso, o PMI composto da região ficou praticamente estável em outubro (52,1 pontos). Na Grã-Bretanha, o Bank of England (BoE) manteve a taxa básica de juros em 0,5% ao ano, bem como o programa de compra de ativos em 375 bilhões, conforme esperado, em que pese a expansão de 0,6% mostrada pela produção industrial local em setembro, após queda de 0,1% em agosto, e superior a projeção de mercado (+0,4%). Na China, a pressão de baixa dos preços de commodities tem sido importante para conter os PMIs. O PMI industrial computado pelo HSBC elevou-se de 50,2 em setembro para 50,4 pontos em outubro, permanecendo, desta forma, em território expansionista (acima de 50 pontos). Dentre os subíndices do PMI, destaque para a alta dos estoques de bens finais, compensada parcialmente pela queda dos indicadores de preços (insumos e bens finais), ambos abaixo de 50. Já o PMI oficial da manufatura recuou para 50,8 (vindo de 51,1 em setembro) e trouxe abertura semelhante àquela apresentada pelo indicador HSBC (input prices aprofundando o recuo abaixo de 50 pontos, com produção e novas ordens em baixa e acima de 50 pontos). Esperamos que o PIB da China cresça em 7,2% e 7,0% neste ano e no próximo, respectivamente. Avaliamos também que há risco de novos estímulos monetários por parte do banco central chinês (PBoC) em função da forte retração do mercado imobiliário e do aprofundamento da deflação. China - PMI Manufatura abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 PMI manufatura 50,40 50,80 51,00 51,70 51,10 51,10 50,80 Produção 52,50 52,80 53,00 54,20 53,20 53,60 53,10 Novas Encomendas 51,20 52,30 52,80 53,60 52,50 52,20 51,60 Novas Encomendas para Exportação 49,10 49,30 50,30 50,80 50,00 50,20 49,90 Estoques de Bens Finais 47,30 47,10 47,30 47,60 48,10 47,20 47,90 Preços de Insumos 48,30 50,00 50,10 50,50 49,30 47,40 45,10 Importação 48,60 49,00 49,20 49,30 48,50 48,00 47,90 Fonte: NBS, BRAM A semana também trouxe os índices PMI da indústria em importantes países emergentes no mês de outubro. Como destaques positivos, tivemos os emergentes europeus (Polônia, Hungria e República Tcheca), Índia e México. No agregado, o PMI da indústria dos emergentes (ex-china) foi melhor na margem, subindo de 50,6 pontos em setembro para 50,8 em outubro, o que sinaliza alguma retomada da atividade no quarto trimestre. No Chile, o índice de atividade (IMACEC) de setembro confirmou a tendência de deterioração. Com crescimento de 1,4% em termos anuais no mês (consenso em 1,7%), o IMACEC encerrou o terceiro trimestre com crescimento de 0,8% (o pior resultado desde 2009). Apesar da tendência de desaceleração econômica, o banco central do país adotou uma posição de neutralidade em relação à política monetária, manifestando claro desconforto com o patamar elevado da inflação no país, conforme expresso na ata de sua última reunião. No Brasil, o fraco ritmo da atividade industrial no terceiro trimestre deve contribuir para um desempenho econômico ainda bem modesto no período. A produção industrial brasileira recuou em 0,2% em setembro frente a agosto (com ajuste sazonal), após alta de 0,6% no mês anterior e vindo abaixo do consenso de mercado (+0,2%). Na comparação mensal, houve queda de 1,6% no segmento de bens intermediários (destaque negativo para os ramos de produtos alimentícios e de 2

3 metal), apenas parcialmente compensada pelas expansões nos segmentos de bens de capital (+1,9%) e de consumo (+1,0%). Neste último segmento, vale notar as expressivas altas mostradas pelos ramos de veículos automotores e produtos farmacêuticos (+10,1% ambas). No trimestre encerrado em setembro, a produção industrial mostrou recuo de 0,2% frente aos três meses findos em junho, o que, segundo nossos cálculos, é compatível com a nossa projeção de crescimento de 0,3% para o PIB neste período. Para este ano e o próximo, esperamos que o ritmo a economia mantenha-se ao redor de 0,5%. 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% -1,0% -2,0% -3,0% 2,2% -0,8% -1,7% -1,0% mar/11 jun/11 set/11 dez/11 Produção Industrial T/T (%) - dessazonalizado -2,7% 1,0% 2,5% mar/12 jun/12 set/12-0,3% 0,1% dez/12 mar/13 2,1% -0,5% -1,6% jun/13 set/13 dez/13-0,2% -1,9% -0,2% mar/14 jun/14 set/14 Fonte: IBGE A ata da última reunião do Copom, em que a taxa SELIC foi elevada em 25 pontos-base (p.b.) de maneira inesperada e com placar dividido, indicou, a nosso ver, a continuidade do aumento de juros ao ritmo atual. De acordo com o documento, a intensificação recente dos ajustes de preços relativos (domésticos versus externos e administrados versus livres) piorou o balanço de riscos para inflação. Desta forma, cinco dos oito membros do Comitê foram favoráveis ao aumento imediato de juros tendo em vista também o seu efeito benéfico sobre o cenário inflacionário em 2015 e Por outro lado, os três membros contrários à esta decisão argumentaram que há incertezas tanto na magnitude como na persistência dos referidos ajustes de preços relativos. Por fim, o BC manteve a visão de que a política monetária deve se manter especialmente vigilante na conjuntura atual. A respeito das projeções de inflação, as simulações do Banco Central persistem acima da meta central até o terceiro trimestre de 2016 (em ambos os cenários), sem sinal de convergência portanto. Projetamos mais três ajustes de 25 p.b. na taxa básica de juros, levando-a para 12,00% em março de A respeito da inflação doméstica, a depreciação do Real começou a impactar os dados no atacado, ao passo que o IPCA (varejo) mostrou-se mais contido em outubro. A inflação medida pelo IGP-DI acelerou de 0,02% em setembro para 0,59% em outubro, acima do esperado (0,46%). Em doze meses, contudo, o indicador ficou em 3,21%. A aceleração na margem refletiu, principalmente, a dinâmica dos preços no atacado agrícola, cuja variação passou de deflação de 0,40% para alta de 2,25% no período, com destaque para as altas de soja, café, milho e produtos in natura. O IPA Industrial também acelerou, vindo de deflação de 0,10% para alta de 0,17%, em função da menor deflação do minério de ferro, além do efeito do câmbio sobre as cadeias de químicos e celulose, principalmente. Estas pressões altistas tendem a persistir no curto prazo, ainda que em ritmo diferente daquele visto em outubro, o que deve manter os IGPs em torno de 0,70% neste mês. Além disso, o índice de commodities Brasil (IC-BR) avançou 5,0% em outubro, contando com aumentos de 7,7% e 2,1% nos segmentos de agrícolas e metálicas, ao passo que as energéticas recuaram em 3,9% na margem. Em que pese isto, o IPCA de outubro veio abaixo do esperado (0,42% versus 0,48%) em 3

4 decorrência, principalmente, da menor inflação de alimentos. Ainda assim as medidas de núcleo de inflação continuam em níveis pouco confortáveis e o índice de dispersão elevou-se na margem. Levando em conta estes aspectos, bem como o reajuste de gasolina já em vigor, é provável que o IPCA oscile em torno de 0,55% em novembro. Para o presente ano, projetamos 6,4% para o IPCA e, para 2015, nossa expectativa é de 6,5% para o indicador. 7,0% 6,0% IPCA (Média dos Núcleos YoY) 6,3% 6,5% 6,6% 5,0% 5,3% 4,0% Fonte: IBGE, BRAM out-12 dez-12 fev-13 abr-13 jun-13 ago-13 out-13 dez-13 fev-14 abr-14 jun-14 ago-14 out-14 Sobre o calendário da próxima semana, destaque para os dados de atividade na China e na Europa, além das vendas varejistas no Brasil em setembro. Nos EUA, serão publicadas as informações sobre o resultado fiscal e as vendas no comércio em outubro, além do balanço de oferta/ demanda das principais commodities agrícolas no mesmo mês. Na Zona do Euro, teremos a produção da indústria em setembro, além do PIB do terceiro trimestre. A respeito da China, serão conhecidos os dados de atividade (FAI, varejo, indústria), inflação (CPI e PPI) e comércio exterior em outubro. E, por fim, na agenda doméstica, teremos as vendas varejistas em setembro e o CAGED de outubro. 4

5 INDICADORES DE MERCADO 13,1 12,6 Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 12,39 12,58 6,2 6,0 5,8 Yield da NTN-B (%) 5,85 5,82 6,02 12,1 11,6 11,31 12,22 12,28 5,6 5,4 5,2 5,27 11,1 11,28 5,0 10,6 DI Jan15 DI Jan16 DI Jan17 07/11/ /10/2014 4,8 NTN-B 2017 NTN-B /10/ /11/2014 Moedas¹ Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses Franco Suíço 0,97-0,56% -0,56% -7,76% -5,39% Euro 1,24-0,73% -0,73% -9,52% -7,34% Libra 1,58-0,96% -0,96% -4,32% -1,58% Dolar Canadense 1,13-0,65% -0,65% -6,32% -7,74% Dolar Australiano 0,86-1,99% -1,99% -3,30% -8,80% Rublo Russo 46,80-8,10% -8,10% -29,77% -30,79% Iene (Japão) 114,69-2,07% -2,07% -8,18% -14,47% Yuan (China) 6,12-0,15% -0,15% -1,11% -0,50% India 61,64-0,44% -0,44% 0,27% 1,26% Real 2,56-3,04% -3,04% -7,57% -9,76% Peso Chileno 588,43-1,76% -1,76% -10,70% -12,08% Peso Mexicano 13,56-0,60% -0,60% -3,87% -2,49% Peso Colombiano 2104,58-2,23% -2,23% -8,32% -8,37% Sol Peruano 2,93-0,24% -0,24% -4,50% -4,58% Lira Turca 2,26-1,65% -1,65% -4,96% -9,96% Bangladesh Taka 77,39 0,00% 0,00% 0,36% 0,37% Commodities, Juros e Risco Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses CRB 457,9-0,22% -0,22% 0,34% 0,47% CRB (em Reais) 1176,8 3,49% 3,49% 9,17% 11,96% Petróleo BRENT 83,6-2,68% -2,68% -24,84% -18,49% Libor USD 3m 0,23 0,00 0,00-0,01-0,01 Libor EUR 3m 0,08 0,00 0,00-0,21-0,15 Título 10 anos Itália 2,38 0,03 0,03-1,75-1,72 Título 10 anos Alemanha 0,83-0,01-0,01-1,10-0,86 Título 10 anos EUA 2,33-0,01-0,01-0,70-0,28 CDS Brasil 5 anos VIX 13,9-0,2-0,2 0,3 0,0 Bolsas² Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses S&P 500 Index 2.029,9 0,59% 0,59% 9,82% 16,18% Dow Jones ,2 0,72% 0,72% 5,66% 12,32% CAC (França) 4.177,2-1,32% -1,32% -2,76% -2,42% DAX (Alemanha) 9.276,1-0,54% -0,54% -2,89% 2,15% FTSE 100 (Inglaterra) 6.570,4 0,37% 0,37% -2,65% -1,89% Nikkei 225 (Japão) ,4 2,84% 2,84% 3,62% 18,64% Shangai (China) 2.532,0-0,08% -0,08% 14,34% 13,60% Ibovespa ,9-2,71% -2,71% 3,19% 0,78% Dados atualizados às 13:30 (1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 5

6 CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 9/11 até 14/11 - Balança Comercial Mensal China Out -- $42.00B $30.94B - Exportação Total Mensal China Out -- 10,70% 15,30% - Importação Total Mensal China Out -- 5,00% 7,00% - Novos Empréstimos China Out B 857.2B - Crédito Total China Out B B - Investimento Estrangeiro Direto (A/A) China Out -- 1,10% 1,90% - Criação de empregos formais - CAGED Brasil Out ,00 Domingo 9-nov 23:30 Preços ao Produtor - PPI (A/A) China Out -- -2,00% -1,80% 23:30 Preços ao Consumidor - CPI (A/A) China Out -- 1,60% 1,60% Segunda 10-nov 20:10 Discurso de Rosengren - Fed Boston EUA Fluxo Pedagiado de Veículos Brasil Terça 11-nov 10:30 Confiança do Pequeno Empresário - NFIB EUA Out -- 95,00 95,30 Quarta 12-nov 06:00 Discurso de Plosser - Fed Filadelfia EUA :00 Produção Industrial (M/M s.a.) Z. Euro Set -- 0,50% -1,80% 13:00 Estoques no Atacado (M/M) EUA Set -- 0,20% 0,70% 13:00 Vendas no Atacado (M/M) EUA Set ,70% 15:00 Discurso de Kocherlakota - Fed Minneapolis EUA Quinta 13-nov 03:30 Investimento em ativos fixos urbanos (A/A) China Out -- 16,00% 16,10% 03:30 Vendas no Varejo (A/A) China Out -- 11,60% 11,60% 03:30 Produção Industrial (A/A) China Out -- 8,00% 8,00% 11:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA K Sexta 14-nov 08:00 Preços ao Consumidor - CPI Núcleo (A/A) Z. Euro Out -- 0,80% 0,70% 08:00 PIB (T/T a.s.) Z. Euro 3T -- 0,10% 0,00% 08:00 PIB (A/A) Z. Euro 3T -- 0,60% 0,70% 09:00 Vendas no Varejo (M/M) Brasil Set -- 0,30% 1,10% 09:00 Vendas no Varejo (Y/Y) Brasil Set ,10% 11:30 Vendas no Varejo (M/M) EUA Out -- 0,20% -0,30% 11:30 Vendas no Varejo (exceto autos) EUA Out -- 0,20% -0,20% 11:30 Vendas no Varejo (exc. autos e gas.) EUA Out -- 0,40% -0,10% 12:10 Discurso de Bullard - Fed St. Louis EUA :55 Confiança do Consumidor - Univ de Michigan EUA Nov -- 87,50 86,90 Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 7,5% 2,7% 0,9% 2,5% 0,5% 0,5% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 6,5% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,4% 6,6% Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,50% 12,00% Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,46% 8,44% 10,75% 11,75% R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,33 2,59 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezem 1,67 1,83 2,08 2,35 2,50 2,70 Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 231,8 236,4 Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 232,7 229,2 Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6-0,9 7,2 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4-52,6-54,2-81,0-85,8-75,0 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3-2,1-2,4-3,6-3,9-3,5 Superávit Primário (% PIB) 2,8 3,2 2,4 1,9 0,1 0,0 Dívida Líquida (% PIB) 39,1 36,4 35,2 33,8 34,9 35,4 6

7 FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe DANIEL XAVIER FRANCISCO IEDA RODRIGUES MATAVELLI JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA HUGO RIBAS DA COSTA MIRELA SCARABEL THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 07/11/2014 às 16h00 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 7

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