8PRN. Registrador Oscilográfico. Manual de Instruções. PPRN1009Av00 ZIV P+C, S.L. 2010

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1 8PRN Registrador Oscilográfico Manual de Instruções ZIV P+C, S.L v00

2 ZIV APLICACIONES Y TECNOLOGIA, S.L. Licença de Uso de Software O EQUIPAMENTO QUE VOCÊ ADQUIRIU CONTÉM UM PROGRAMA DE SOFTWARE. ZIV APLICACIONES Y TECNOLOGIA S.L. É O LEGÍTIMO PROPRIETÁRIO DOS DIREITOS AUTORAIS SOBRE ESTE SOFTWARE, DE ACORDO COM O PREVISTO NA LEI DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DE COM A COMPRA DO EQUIPAMENTO VOCÊ NÃO ADQUIRE A PROPIEDADE DO SOFTWARE, SENÃO UMA LICENÇA PARA PODER USÁ-LO EM CONJUNTO COM ESTE EQUIPAMENTO. O PRESENTE DOCUMENTO CONSTITUI UM CONTRATO DE LICENÇA DE USO ENTRE VOCÊ (USUÁRIO FINAL) E ZIV APLICACIONES Y TECNOLOGIA, S.L. (LICENCIANTE) REFERIDO AO PROGRAMA DE SOFTWARE INSTALADO NO EQUIPAMENTO. POR FAVOR, LEIA CUIDADOSAMENTE AS CONDIÇÕES DO PRESENTE CONTRATO ANTES DE UTILIZAR O EQUIPAMENTO. SE VOCÊ INSTALA 0U UTILIZA O EQUIPAMENTO, ISTO IMPLICA QUE ESTA DE ACORDO COM OS TERMOS DA PRESENTE LICENÇA. SE NÃO ESTÁ DE ACORDO COM ESTES TERMOS, DEVOLVA IMEDIATAMENTE O EQUIPAMENTO NÃO UTILIZADO AO LUGAR ONDE O OBTEVE. Condições da Licença de Uso 1.-Objetivo: O objetivo deste Contrato é a cessão por parte do Licenciante a favor do Usuário Final de uma Licença não exclusiva e intransferível para usar os programas informáticos contidos na memória do equipamento adquirido e a documentação que os acompanha, em seu caso (denominados a seguir de forma conjunta, o "Software"). Este uso poderá ser realizado unicamente nos termos previstos nesta Licença. 2.- Proibições: Fica expressamente proibido e excluído do âmbito desta Licença ou que o Usuário Final realize qualquer uma das seguintes atividades: a) copiar e/ou duplicar o Software licenciado (nem mesmo com o objetivo de realizar uma cópia de segurança); b) adaptar, modificar, recompor, descompilar, desmontar e/ou separar o Software licenciado ou seus componentes; c) alugar, vender ou ceder o Software ou colocá-lo à disposição de terceiros para que realizem qualquer uma das atividades anteriores. 3.- Propriedade do Software: O Usuário Final reconhece que o Software, ao qual se refere este Contrato é de exclusiva propriedade do Licenciante. O Usuário Final somente adquire, por meio deste Contrato e enquanto continue vigente, um direito de uso não exclusivo e intransferível sobre este Software. 4.- Confidencialidade: O Software licenciado é confidencial e o Usuário Final se compromete a não revelar a terceiros nenhum detalhe ou informação sobre o mesmo sem o prévio consentimento por escrito do Licenciante. As pessoas ou entidades contratadas ou subcontratadas pelo Usuário Final para realizar tarefas de desenvolvimento de sistemas informáticos não serão consideradas terceiros para efeitos da aplicação do parágrafo anterior, sempre e quando estas pessoas estejam por sua vez sujeitas ao compromisso de confidencialidade contido neste parágrafo. Em nenhum caso, salvo autorização escrita do Licenciante, poderá o Usuário Final revelar nenhum tipo de informação, nem ainda para trabalhos subcontratados, a pessoas ou entidades que sejam competência direta do Licenciante.

3 5.- Resolução: A Licença de Uso é concedida por tempo indeterminado a partir da data de entrega do equipamento que contém o Software. Não obstante, este Contrato ficará acordado de pleno direito e sem necessidade de requerimento no caso do Usuário Final descumprir qualquer de suas condições. 6.- Garantia: O Licenciante garante que o Software licenciado corresponde às especificações contidas nos manuais de utilização do equipamento, ou com as acordadas expressamente com o usuário final, em seu caso. Esta garantia só implica que o Licenciante procederá o reparo ou readaptação do Software que não se ajuste a estas especificações (sempre que não se trate de defeitos menores que não afetem o funcionamento dos equipamentos), ficando expressamente eximido de toda a responsabilidade pelos danos e prejuízos que pudessem derivar da inadequada utilização do mesmo. 7.- Lei e jurisdição aplicável: As partes acordam que o presente contrato será regido de acordo com as leis espanholas. Ambas partes, com expressa renúncia ao foro que possa lhes corresponder, acordam submeter todas as controvérsias que possam surgir em relação ao presente Contrato aos Juizados e Tribunais de Bilbao. ZIV Aplicaciones y Tecnología S.L. Parque Tecnológico, Zamudio (Vizcaya) Apartado Bilbao - España Tel.- (34) A D V E R T Ê N C 1 A Z I V Aplicaciones y Tecnología, S.L., é o legítimo proprietário dos direitos autorais deste manual. Fica expressamente proibido copiar, ceder ou comunicar a totalidade ou parte do conteúdo deste livro, sem a expressa autorização escrita do proprietário. O conteúdo deste manual de instruções possui finalidade exclusivamente informativa. Z I V Aplicaciones y Tecnología, S.L., não se torna responsável pelas conseqüências derivadas do uso unilateral da informação contida neste manual por terceiros.

4 Tabela de Conteúdos Capítulo 1. Descrição e Início 1.1 Funções Generalidades Funções de registro Funções Adicionais Portas e Protocolos de comunicações Sinalização óptica Impressão de registros Entradas analógicas Entradas digitais Sinais lógicos Saídas digitais Informação local (display alfanumérico e teclado) Conexão USB Conexão Ethernet Sincronização externa Autodiagnóstico e vigilância Interface Local Display alfanumérico e teclado Teclas, funções e modo de operação a Teclado b Teclas auxiliares de função c Acesso às opções d Operação Informação do sistema Seleção do Modelo Seleção do Modelo Instalação e Comissionamento Generalidades Exatidão Instalação Inspeção preliminar Comprovação de alimentação Ensaios a Ensaios de medida b Ensaios de portas USB Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física 2.1 Características Técnicas Tensão de alimentação auxiliar Cargas CPU Entradas de corrente Entradas de tensão I

5 Tabela de Conteúdos Precisão na medida Entradas digitais Saídas auxiliares Enlace de comunicações Normas e Ensaios Tipo Isolamento Compatibilidade eletromagnética Climático Alimentação Vibrações Arquitetura Física Generalidades Dimensões Elementos de conexão a Réguas de bornes b Portas de comunicação c Portas de sincronismo d Cross trigger e Outras portas traseiras f Elementos de conexão dianteiros Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação 3.1 Captura e Tratamento de Sinais Introdução Sinais analógicos a Freqüência de amostragem b Canais analógicos c Precisão na faixa de medida Sinais calculados a Freqüência do sistema b Sinais analógicos calculados c Fasores d Valor eficaz dos canais analógicos e Cálculo de harmônicos f Cálculo de potências Sinais digitais Sinais digitais calculados: lógica Faixas de ajustes Ensaio dos canais de medida a Ensaio dos canais de corrente b Ensaio dos canais de tensão Registro de Oscilografias Introdução Armazenamento de arquivos a Dados armazenados b Tamanho do registro c Número de registros d Modo de exclusão e Visualização do número de oscilografias Modos de registro Início de registro II

6 Tabela de Conteúdos Recolhida de oscilografias desde ZIVercomPlus a Arquivos de oscilografias b Recolhimento de oscilografias Faixas de ajustes do Registro de Oscilografias Saídas digitais e Eventos do Registro de Oscilografia Impressão de Registros Impressão dos registros Formato de registro impresso Faixas de ajuste da impressão de registros Saídas digitais da Impressão de registros Ajustes Gerais Identificação da instalação Identificação do equipamento Registro bloqueado Tabela de ajuste ativa Nível pré-definido de contraste do display alfanumérico Idioma Máscaras de eventos Faixas de Ajustes Gerais Registro de Eventos Descrição Organização do registro de Eventos Máscaras de recolhida de Eventos Manutenção de eventos Opções de Manutenção Introdução Manutenção de ajustes Manutenção de oscilografias Manutenção de eventos Atualização de software Arquivos de traças Arquivo de zona horária Arquivo de textos Ativação do modo test Troca de senha Avalanches de oscilografias a Descrição b Pendrive com arquivo chave c Pressionamento da tecla F3 na inicialização Faixas de ajuste das opções de manutenção Saídas Auxiliares e Sinalização Óptica Introdução Saídas auxiliares Sinalização óptica Ensaio de saídas e visualizadores ópticos III

7 Tabela de Conteúdos 3.8 Comunicações Comunicações básicas a Tipos de comunicação b Comunicação com o equipamento Comunicações avançadas a Acesso a arquivos de oscilos através de FTP Faixas de ajuste de comunicações Saídas auxiliares de Comunicações Ensaios de comunicações a Portas de comunicações b Ensaio da porta de rede c Ensaio de entradas de sincronismo Códigos de Alarme Indicação na tela dos códigos de alarme A. Esquemas e Planos de Conexões... A-1 B. Índice de Figuras e Tabelas... B-1 B.1 Lista de figuras... B-2 B.2 Lista de tabelas... B-6 C. Garantia... C-1 IV

8 Capítulo 1 Descrição e Início Conteúdo 1.1 Funções 1.2 Funções Adicionais 1.3 Interface Local 1.4 Seleção do Modelo 1.5 Instalação e Comissionamento

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10 1.1 Funções Generalidades Funções de registro

11 Capítulo 1. Descrição e Início O 8PRN é um equipamento registrador osciloperturbográfico de elevada precisão nas medidas e grande capacidade de armazenamento das perturbações ocorridas na instalação, assim como um grande número de elementos de comunicação para transmissão da informação gerada. Os objetivos fundamentais associados ao 8PRN são: Registro de perturbações gerado segundo padrões configuráveis; Armazenamento, em formato de arquivo padrão, dos registros de oscilo gerados; Impressão (automática ou manual) de registros armazenados; Transmissão de arquivos registrados: via comunicações (serial ou em rede Ethernet) e via dispositivo de armazenamento extraível. Para cumprir com êxito estes objetivos, o equipamento foi dotado de uma grande flexibilidade de configuração e de um conjunto elevado de canais de comunicação Generalidades A principal função do registrador osciloperturbográfico 8PRN é amostragem, captura e armazenamento para posterior impressão, análise e manipulação, das evoluções sofridas pelas grandezas analógicas e digitais (físicas e lógicas) às quais se encontra conectado. Para poder atender às diferentes necessidades do usuário e da instalação onde o equipamento se encontre para registro das diferentes possíveis anomalias. Em relação à resolução e tamanho de registro, o 8PRN admite ajuste de sua de freqüência de amostragem desde 16 até 384 amostras por ciclo o que permite conhecer com enorme detalhe a evolução dos diferentes sinais

12 1.1 Funções Funções de registro Os registros são armazenados em formato COMTRADE (selecionável segundo norma 1999, ASCII ou binário). A identificação de cada arquivo (nome) contém a seguinte informação: número de equipamento, momento de geração do oscilo (ano, mês, dia, hora, minuto, segundo e milissegundo) e um número seqüencial de registro. O início do registro do equipamento 8PRN pode ser originado pelos seguintes acontecimentos: Canais analógicos Freqüência calculada Seqüência positiva calculada Seqüência negativa calculada Seqüência zero Canais digitais Outros Superação de um determinado nível (alto e/ou baixo) Gradiente (positivo e/ou negativo) Conteúdo de um harmônico concreto Conteúdo harmônico total Superação de um determinado nível (alto e/ou baixo) Gradiente (positivo e/ou negativo) Superação de um determinado nível (alto e/ou baixo) Gradiente (positivo e/ou negativo) Superação de um determinado nível alto Superação de um determinado nível alto Ativação por flanco de subida e/ou baixada Partida externa cross-triggering (sinal procedente de outro registrador, que provoca a partida simultânea de vários equipamentos) Ordem a partir de teclado frontal Ordem através dos canais de comunicações De acordo com a configuração, o registro funcionará conforme os seguintes modos: Modo contínuo: uma vez iniciado um registro, as partidas posteriores ao primeiro são guardadas no mesmo arquivo, levando-se em conta o ajuste de tempo máximo de registro. Modo separado: cada registro tem uma duração fixa dada pelos tempos pré-falta e pós-falta, transcorrido o qual, se existirem condições de partida ativas; partirão e guardarão registros novos. Modo ignorado: cada registro tem uma duração fixa dada pelos tempos pré-falta e pós-falta, transcorrido o qual são ignoradas as condições de partida ativas e não se guardam novos registros até que se passe um tempo dado pelo tempo de bloqueio

13 Capítulo 1. Descrição e Início 1.1-4

14 1.2 Funções Adicionais Portas e Protocolos de comunicações Sinalização óptica Impressão de registros Entradas analógicas Entradas digitais Sinais lógicos Saídas digitais Informação local (display alfanumérico e teclado) Conexão USB Conexão Ethernet Sincronização externa Autodiagnóstico e vigilância

15 Capítulo 1. Descrição e Início Portas e Protocolos de comunicações Os equipamentos 8PRN dispõem de vários tipos de portas de comunicação: 1 Porta frontal de tipo RS232C 2 Portas traseiras com fibra óptica (de cristal ou plástico de 1mm) mais RS232C (normal ou full MODEM) e RS Porta traseira RJ45 para sua conexão a uma rede de área local O protocolo suportado é o PROCOME 3.0. O equipamento dispõe de dois identificadores segundo PROCOME (número de equipamento), que podem ser diferentes: um se utiliza para conexões remotas (comum para ambas as portas traseiras) e outro para conexões locais (rede). Através da porta frontal, o equipamento responde a qualquer identificador. Se vários equipamentos compartilham um mesmo modem é importante que cada um deles tenha uma identificação PROCOME única Sinalização óptica A sinalização óptica está formada no total por onze indicadores ópticos (LEDs). Destes, quatro são configuráveis, podendo-se associar a sinais físicos ou lógicos do equipamento. Um deles indica equipamento disponível e os outros seis estão associados (por pares de transmissão/recepção) à atividade das três portas seriais do equipamento Impressão de registros O equipamento é capaz de imprimir os oscilos gerados a través de uma impressora conectada diretamente (via USB) ou através de uma impressora compartilhada (via rede). A impressão dos registros se realizará de forma automática (segundo configuração) e/ou por seleção manual local (IHM) ou remota (comunicação) Entradas analógicas O modelo básico de registrador dispõe de 8 entradas analógicas, configuráveis como tensão ou corrente. A cada entrada digital se pode associar uma etiqueta. Existe um modelo ampliado com 16 entradas analógicas Entradas digitais O modelo básico de registrador dispõe de 16 entradas digitais, configuráveis como início de oscilo em flanco ascendente ou descendente. A cada entrada digital se pode associar uma etiqueta. Existe um modelo ampliado com 32 entradas digitais Sinais lógicos O registrador dispõe de 16 sinais lógicos configuráveis como combinação de sinais internos, programáveis como início de oscilo em flanco ascendente ou descendente. A cada sinal lógico se pode associar uma etiqueta Saídas digitais O 8PRN dispõe de 7 de saídas digitais configuráveis mais uma não configurável de equipamento em serviço. A função destas saídas virá determinada pela configuração programada no equipamento, através de uma combinação lógica de sinais internos

16 1.2 Funções Adicionais Informação local (display alfanumérico e teclado) Visualização de estado do equipamento: - Estado dos periféricos: impressora, relógio GPS, etc. - Estado das entradas digitais - Estado das saídas digitais - Valores eficazes e ângulos de tensões e correntes - Freqüência calculada sobre o canal selecionado como referência - Harmônicos: valor eficaz e porcentagem sobre o fundamental do número de harmônico selecionado de cada canal - Distorção harmônica total - Grupos de seqüência 1 e 2: valor eficaz e ângulo de seqüência positiva, negativa e zero - Potências: valor de potências ativa, reativa e aparente, além do cos φ Gestão de arquivos de oscilo armazenados: - Impressão - Eliminação - Cópias a dispositivo extraível Visualização de alarmes. Execução de comandos: - Geração de oscilo forçada - Reconhecimento de alarmes sinalizados por indicações ópticas (LEDs) - Colocação em serviço / fora de serviço do equipamento Conexão USB O 8PRN dispõe de duas conexões para dispositivos USB, uma traseira e outra dianteira. Elas são utilizadas para conectar o equipamento a uma impressora e para conexão de dispositivos de armazenamento extraíveis Conexão Ethernet O equipamento dispõe de uma conexão Ethernet RJ45 para sua integração em uma rede local. A inclusão de esta conexão, assim como dos protocolos FTP, Telnet, Servidor Web, etc., permitem o acesso para supervisão e administração do 8PRN e dos arquivos de oscilos por ele capturados Sincronização externa O equipamento dispõe de 2 sistemas alternativos de sincronização horária externa: IRIG-B v123 a través de um conector BNC e NMEA0183 a través de uma entrada de fibra óptica (conforme modelo) Autodiagnóstico e vigilância O equipamento dispõe de um programa de vigilância de seu correto funcionamento

17 Capítulo 1. Descrição e Início 1.2-4

18 1.3 Interface Local Display alfanumérico e teclado Teclas, funções e modo de operação a Teclado b Teclas auxiliares de função c Acesso às opções d Operação Informação do sistema

19 Capítulo 1. Descrição e Início Display alfanumérico e teclado O display alfanumérico (display) é de cristal líquido com 80 caracteres (4 filas de 20 caracteres por fila) através do qual permite-se visualizar os alarmes, ajustes, medidas, estados, etc. Abaixo do display se encontram 4 teclas auxiliares de função (F1, F2, F3 e F4). No capítulo a seguir serão explicadas as funções associadas a estas teclas. A figura representa disposição do display (em repouso) e as teclas auxiliares de função. figura 1.3.1: display alfanumérico Display em repouso Como pode ser visto na figura 1.3.1, o display em repouso apresenta o modelo de equipamento, a data e a hora. Entretanto, na parte esquerda da linha superior se descreve o modo de conexão (se foi estabelecido comunicação) da seguinte forma: [ ] Conexão estabelecida [ ] Conexão não estabelecida A ordem dos sinais, de esquerda à direita, é o seguinte: - porta local - porta traseira 1 - porta traseira 2 - porta rede Durante a fase de partida, no canto superior direito pode aparecer um ícone (alternando entre e ) que indica que o equipamento está em fase de inicialização (uma auto verificação e o carregamento da lista de oscilografias). Na fase de gravação de oscilografias é possível que o display não atualize a hora do equipamento e não responda ao teclado durante uns segundos (depende do tamanho do arquivo de oscilografia). Nesta fase será mostrada, na esquina superior direita um ícone de acesso ao disco ( e ). Por último, para sinalizar que se o dispositivo extraível USB está conectado, aparecerá na parte direita da segunda linha o ícone correspondente

20 1.3 Interface Local Teclado associado ao display alfanumérico O teclado consiste em 16 teclas distribuídas em uma matriz de 4 x 4, cujas propriedades se especificam na continuação. A figura mostra a disposição deste teclado. Entretanto as teclas correspondentes aos dígitos (teclas do 0 a 9) se encontram as teclas de seleção ( e ), a tecla de confirmação (ENT), a tecla de saída (ESC) e a tecla de contraste ( ). figura 1.3.2: teclado A partir da tela em repouso, as operações sobre as funções que incorporam os modelos 8PRN podem ser realizadas de duas maneiras diferentes: utilizando uma só tecla (F2) ou utilizando todo o teclado Teclas, funções e modo de operação São detalhadas a seguir, as funções das teclas disponíveis, tanto as de função associadas ao display alfanumérico quanto às do teclado a Teclado Tecla de confirmação A tecla ENT (Enter) é utilizada para confirmar uma ação: depois de efetuar uma seleção ou de editar um ajuste. Tecla de saída A tecla ESC (Escape) se utiliza para sair de uma tela caso não se deseje fazer nenhuma modificação no ajuste ou se trata de sair de uma tela de informação ou retornar atrás na apresentação de um menu. Em qualquer dos casos, ao Pressionar esta tecla o sistema volta a tela imediatamente anterior. Teclas de seleção no display Através das teclas de seleção pode-se avançar ou retroceder, em ordem correlativa, a quaisquer das opções existentes dentro de um menu ou submenu. Quando existirem mais de quatro opções dentro de um menu, na esquina inferior direita do display aparecerá uma flecha ( ) indicando a existência das demais.estas opções são acessadas através da tecla e conseqüentemente, as opções situadas em inicialmente deixarão, correlativamente, de serem visualizadas. Aparecerá, então, na esquina superior direita do display, uma flecha ( ) que indicará a existência dessas primeiras opções Estas teclas são utilizadas também para mudar o valor de um ajuste, quando este deva ser selecionado de uma lista pré-determinada. Por último, a tecla é utilizada também para excluir dígitos dentro de um ajuste ao se efetuar modificações no mesmo. Somente possui esta função ao introduzir um ajuste

21 Capítulo 1. Descrição e Início Tecla de contraste Pressionando esta tecla se modifica o contraste de visualização no display. A modificação se efetua em passos (8), repetindo o ciclo a chegar a nível mínimo de contraste. Esta modificação no é permanente (se perde a excluir o equipamento) e somente estará operativa no menu principal do equipamento. Esta tecla também é empregada para obter informação adicional tendo em conta a oscilografia e na opção de menu Info Oscilografias. Tecla de seleção / anulação de seleção Esta tecla é utilizada para comutar o estado de seleção de um elemento dentro de uma lista. Se o elemento está selecionado se anula a seleção e se não está, o elemento se marca como selecionado. Utiliza-se em listas de seleção de arquivos a excluir, imprimir o copiar e em entradas de ajustes múltiplos (por bits). Entretanto esta tecla representa o ponto de cima em entrada de ajustes que assim o necessitem. Tecla de seleção A tecla 1 é utilizada para selecionar um elemento dentro de uma lista. Utiliza-se em listas de seleção de arquivos a excluir, imprimir o copiar e em entradas de ajustes múltiplos (por bits). Também se utiliza para responder uma pergunta (do tipo SIM/NÃO) afirmativamente. Tecla de anulação de seleção A tecla 0 é utilizada para anular a seleção de um elemento dentro de uma lista. Utiliza em listas de seleção de arquivos a excluir, imprimir o copiar e em entradas de ajustes múltiplos (por bits). Também se utiliza para responder uma pergunta (do tipo SIM/NÃO) negativamente

22 1.3 Interface Local b Teclas auxiliares de função Pressionando F1 se confirmam as trocas de ajustes realizados (quando o equipamento pede confirmação de tais trocas) ou se confirma qualquer interrogação realizada pelo equipamento. Nestas opções de confirmação são mostradas as ações a serem realizadas sob a própria tecla de função. A tecla F1 permite o acesso rápido às listas de oscilografias armazenadas no equipamento para sua seleção e posterior impressão. Nas listas de arquivos e nos menus, a tecla F1 se posiciona sempre no primeiro elemento de a lista. A tecla F2 é utilizada para repor os LEDs (resetar seu estado) quando estes são configurados com o flag de permanente e quando for produzida a causa que os ativa. No reconhecimento, durante 1s., todos os LEDs se acendem, em modo de teste. Nas listas de arquivos e nos menus, a tecla F2 nos posiciona uma página (ou tela) atrás. Mantendo pressionada a tecla F2 durante um par de segundos acessa-se às telas de informação do equipamento. Nas listas de arquivos nos menus, a tecla F3 nos posiciona uma página (ou tela) a frente c A tecla de função F4 é utilizada para rejeitar as trocas de ajustes realizadas (quando o equipamento pede a confirmação de tais trocas) ou se rejeita qualquer interrogação realizada pelo equipamento. Nestas opções de confirmação no display são mostradas as ações sobre a própria tecla de função. Nas listas de arquivos nos menus, a tecla F4 nos posiciona sempre no último elemento da lista. A tecla F4 habilita o acesso a diferentes funções especiais protegidas por senhas. Acesso às opções As teclas correspondentes aos dígitos (do 0 a 9) permitem uma forma de acesso, que denominaremos acesso direto, às distintas opções (ajustes, informação, medidas, etc.) que serão apresentados nos capítulos a seguir. Este acesso direto consiste em pressionar sucessivamente os números de identificação que se apresentam na tela precedendo a cada ajuste, ou opção dentro do ajuste, correspondente. Outra forma de acesso consiste em se mover através dos menus utilizando as teclas de seleção ( ), e confirmar depois, a opção selecionada através da tecla ENT. A tecla F1 nos posiciona no primeiro elemento de uma lista, a F4 no último. As teclas F2 e F3 permitem retroceder o avançar página a página nas opções do menu

23 Capítulo 1. Descrição e Início d Operação Faixa de ajustes As faixas de ajustes são apresentadas na seguinte disposição: o valor operativo do ajuste se apresenta no lugar assinalado pela palavra ATV (ação). O novo valor é introduzido na linha seguinte, no lugar assinalado pela palavra NUE (novo), onde aparece um cursor em estado intermitente. Através das teclas correspondentes aos dígitos se edita o novo valor, que deverá concordar com a faixa especificada na última linha do display. Caso seja produzido um erro ao introduzir um valor, utiliza-se a tecla para apagá-lo. Uma vez editado o novo valor, pressiona-se a tecla ENT para confirmá-lo e ir ao menu anterior. Ajustes de seleção de opção Estes ajustes apresentam uma disposição semelhante ao anterior, salvo que não aparece a linha de faixa. Em seu lugar são visualizadas flechas ( ) indicando que existem mais opções em um, no outro ou em ambos os sentidos. Pressionando as teclas ou a opção visualizada vai sendo trocada. A confirmação da opção apresentada é realizada pressionando a tecla ENT. O sistema retorna à tela anterior. Ajustes de seleção múltipla SIM/NÃO Neste tipo de ajuste ativasse ou desativasse uma série de parâmetros de uma lista, por exemplo habilitar ou não canais. Estes ajustes apresentam uma disposição em colunas: na primeira aparece o nome do elemento, na segunda o estado atua ( indica SIM e indica NÃO) e na terceira o novo valor. O elemento sobre o qual atua aparece remarcado entre colchetes [ ]. Para selecioná-lo pressiona-se a tecla 1, para anular a seleção pressiona-se a tecla 0. A tecla. comuta entre ambos os estados. Na lateral direita visualizam-se as flechas ( ) indicando que existem mais opções em um ou outro sentido. Pressionando as teclas ou a opção selecionada vai movendo-se na lista. A confirmação de a opção apresentada se realiza pressionando a tecla ENT. O sistema retornará tela anterior

24 1.3 Interface Local Seleção múltipla de arquivos de oscilo Este tipo de lista se utiliza em todas as opções relacionadas com arquivos de oscilos: imprimir, copiar, excluir, etc. O primeiro arquivo mostrado é sempre o mais recente. A informação de cada arquivo de oscilo armazenado ocupa 2 linhas: Linha 1: visualiza-se o estado selecionado ( ) ou não ( ), a data de geração do arquivo e o número seqüência de registro (entre colchetes). Linha 2: visualiza-se o momento de geração do oscilo (hora, minuto, segundo e milissegundos). Conforme descrito anteriormente, a seleção se realiza pressionando a tecla 1, e a anulação da seleção, pressionando 0. A tecla. alterna entre seleção e não seleção. A marca > indica o oscilo sobre o que se está atuando. As teclas permitem mover pela lista de oscilos. F1 nos posiciona no primeiro arquivo e F4 no último. F3 e F2 avançam e retrocedem páginas respectivamente. A confirmação da seleção se realiza pressionando a tecla ENT. Para sair sem confirmar pressiona-se a tecla ESC. O sistema retornará para a tela anterior. Pressionando a tecla de contraste, obtém-se informação adicional do arquivo de oscilos desejado (marcado com >). Esta informação inclui o tamanho do arquivo de dados (em bytes), o número de oscilografia (o 1 é o mais recente) diante do número total de registros e as causas que geraram o início do mesmo. Nota: nenhum dos processos de múltipla seleção, ou número de elementos selecionáveis possuem um valor máximo, a partir do qual não é possível selecionar mais elementos. Saída dos menus e ajustes Para sair de um menu ou de um ajuste que não se deseja modificar deve-se pressionar a tecla ESC. Para sair de uma tela de informação pode-se pressionar indistintamente ENT ou ESC. Em todos os casos volta-se ao menu anterior

25 Capítulo 1. Descrição e Início Informação do sistema Informação de versões Mostra o nome da instalação, o modelo (completo e abreviado), o identificador de equipamento e a freqüência na qual opera o equipamento. Pressionando ENTER passa-se para a seguinte janela de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. A seguinte tela de informação mostra a versão do arquivo de textos, da E2PROM, a versão da tabela de correntes usada no calibre do equipamento e as versões dos programas instalados nele: SO: imagem do sistema operativo CPU: programa da CPU do equipamento DSP: programas DSP Pressionando ENTER passa-se para a janela seguinte. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. Estes dados são importantes para os trabalhos de manutenção. Seu aspecto pode variar rapidamente em função da versão de software do equipamento. Informação de direções TCP/IP Mostra as direções IP e a máscara de rede do adaptador de rede principal incorporado no equipamento. Pressionando ENTER passa-se para a próxima janela de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. Informação de direções MAC e DHCP Mostra a direção MAC (hardware) do adaptador de rede principal incorporado no equipamento. Também mostra o estado do DHCP (Habilitado ou desabilitado). Este serviço de rede permite que o equipamento obtenha uma direção IP de forma automática se na rede a qual se localiza dispõe de um servidor DHCP. Pressionando ENTER passa-se novamente à janela inicial de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. É possível que o equipamento mostre informação de uma segunda placa de rede interna ao equipamento

26 1.3 Interface Local Informação de tabelas de ruteo Esta janela aparece somente se existir alguma tabela de rota configurada. O equipamento admite até 4 tabelas de rota. Na figura anexa aparece a tabela número 1. Os dados de rota são D = endereço destino (equipamento ou subrede). M = máscara de subrede e GW = Gateway de acesso ao destino. Pressionando ENTER passa-se novamente à janela inicial de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. Informação de acesso por comunicações Mostra a configuração das portas serial do equipamento (local = LP e remotas = P1 e P2) e da porta rede. Ao nível de comunicações, a porta de rede também se considera local. Associada a cada porta serial há uma cadeia de caracteres que informa sobre a velocidade (9600, 19200, etc.), paridade (N = NÃO; P = Par; I = Impar), número de bits de dados (8) e número de bits de stop (1). Associado a porta de rede encontra-se o número de porta de comunicações (32001). Além disto, informa-se de que em cada porta está habilitado o protocolo Procome (PRC) e indica o número do equipamento conforme este protocolo. A marca *** indica que o equipamento responde a qualquer identificador. Pressionando ENTER passa-se novamente à janela inicial de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. Informação de zona horária Em primeiro lugar mostra o offset sobre a hora UTC (o GMT), 1 na figura anexa (hora local = hora UTC +1). A seguir mostra o estado do DLS (modo horário inverno/verão) que pode ser 0 (não há troca de horário de inverso para verão) ou 1, cujo caso as duas últimas linhas indicam os momentos de troca. Na tela anexa, indica: todos os anos domingo da última semana do mês. 10 e 03 são os meses de troca. 03:00 e 02:00 são as horas a partir das quais se aplica o horário e o último valor indica o número de horas a serem somados (0 a partir das 03:00 do último domingo de outubro e 1 a partir das 02:00 do último domingo de março). Pressionando ENTER passa-se novamente à janela inicial de informação. Pressionando outra tecla volta-se ao menu principal. Deve-se levar em conta que o acesso via tecla F2 não está disponível em todas as versões de software

27 Capítulo 1. Descrição e Início

28 1.4 Seleção do Modelo Seleção de modelo

29 Capítulo 1. Descrição e Início Seleção de modelo 8PRN 2 B 0 D Funções A Registrador oscilográfico básico B A + Localizador de faltas integrado 4 Alimentação Entradas digitais Vcc (*) Vcc Vcc (*) Vcc 6 Portas de comunicações (P. Dianteiro / P. Traseiro 1 / P. Traseiro 2) 3 RS232 / RS232 (Full Modem) + F.O. Cristal ST / RS232 + F.O. Cristal ST + RS485 4 RS232 / RS232 (Full Modem) + F.O. Plástico 1mm / RS232 + F.O. Plástico 1mm + RS485 7 Módulo de Entradas / Saídas 0 Modelo básico: 8EA/16ED/8SD 2 Modelo ampliado 2: 8EA/32ED/8SD 1 Modelo ampliado 1: 16EA/32ED/8SD 8 Outros Módulos de Software 1 Impressora via USB + Impressora remota (via rede) 9 0 Padrão 1 Cálculo de segunda potência e freqüência (1) 10 Tipo de Caixa K 4U x 1 rack de 19" (modelo básico) W 6U x 1 rack de 19" (modelo ampliado) 12 Acabado final -- Caixa sem tapa A Caixa inoxidável sem tapa + equipamento tropicalizado (1) * Somente para modelo ampliado: 16EA/32ED/8SD 1.4-2

30 1.5 Instalação e Comissionamento Generalidades Exatidão Instalação Inspeção preliminar Comprovação de alimentação Ensaios a Ensaios de medida b Ensaio das portas USB

31 Capítulo 1. Descrição e Início Generalidades A manipulação de equipamentos elétricos, quando não se realiza adequadamente, pode apresentar riscos de graves danos pessoais ou materiais. Portanto, com este tipo de equipamentos, deve-se trabalhar somente pessoal qualificado e familiarizado com as normas de segurança e medidas de precaução correspondentes. Levando em consideração, uma série de considerações gerais, tais como: Geração de tensões internas elevadas nos circuitos de alimentação auxiliar e magnitudes de medida, inclusive após a desconexão do equipamento. O equipamento deverá estar conectado a terra antes de qualquer operação ou manipulação. Não se deve ultrapassar em hipótese nenhuma, os valores limite de funcionamento do equipamento (tensão auxiliar, sinais de corrente, tensão, etc.). Antes de extrair ou inserir um módulo, deve-se desconectar a alimentação do equipamento; caso contrário, poderia originar danos ao mesmo. Os testes definidos, em seguida, são os ensaios indicados para o comissionamento de um equipamento, não sendo necessariamente coincidentes com os testes finais de fabricação aos quais cada unidade fabricada é submetida. O número de ensaios, seu tipo, assim como as características específicas destes ensaios são detalhadas na tabela a seguir Exatidão A exatidão obtida nos testes elétricos depende, em grande parte, dos equipamentos utilizados para a medição das grandezas e das fontes de teste (tensão auxiliar e correntes e tensões de medida). Porém, as exatidões indicadas, neste manual de instruções, em sua distância de características técnicas, somente podem ser conseguidas em condições normais de referência e com as tolerâncias para os ensaios segundo as normas UNE e CEI 255, além de utilizar instrumentação de exatidão. A ausência de harmônicos (segundo a norma < 2% de distorção) é particularmente importante dado que os mesmos podem afetar a medição interna do equipamento. Podemos indicar que este equipamento, por exemplo, composto de elementos não-lineares, será afetado de forma distinta por um amperímetro de c.a. diante da existência de harmônicos, dado que a medição é realizada de forma diferente em ambos os casos. Destacaremos que a exatidão com que é realizado o teste dependerá tanto dos instrumentos empregados para sua medição como das fontes utilizadas. Porém, os testes realizados por equipamentos secundários são úteis, simplesmente, como mera comprovação da operação do equipamento e não de sua exatidão

32 1.5 Instalação e Comissionamento Instalação Localização O lugar no qual é instalado o equipamento deve cumprir com uns requisitos mínimos não só para garantir a correta operação do mesmo e a máxima duração de sua vida útil, mas também para facilitar os trabalhos necessários para colocação em serviço e para manutenção. Estes requisitos mínimos são os seguintes: Ausência de pó Ausência de vibrações Fácil acesso Ausência de umidade Boa iluminação Montagem horizontal A montagem será realizada de acordo com o esquema de dimensões. Conexão O primeiro borne da régua pertencente às fontes de alimentação auxiliar deve ser conectado a terra para que os circuitos de filtrado de perturbações possam operar. O cabo utilizado para realizar esta conexão deverá ser multifilar, com uma divisão mínima de 2.5 mm 2. O comprimento da conexão a terra será a mínima possível, sendo recomendado não ultrapassar os 30 cm. Assim mesmo, dever-se-á conectar a terra o borne de terra da caixa situada na parte traseira do equipamento

33 Capítulo 1. Descrição e Início Inspeção preliminar Serão comprovados os seguintes aspectos ao proceder com a inspeção preliminar: O relé é encontrado em perfeitas condições mecânicas e todas as suas partes se encontram perfeitamente fixadas e não falta nenhum dos parafusos de montagem; Os números do modelo e suas características coincidem com as especificadas no pedido do equipamento. As portas tipo DB tem as torretas hexagonales montadas. figura : placa de características (8PRN) Comprovação de alimentação Comprovar que o valor e o tipo da alimentação a ser fornecida ao equipamento corresponde com a faixa de funcionamento do registrador (valor apresentado na etiqueta frontal de características). Alimentar o equipamento. O LED disponível deve acender e o equipamento deve começar seu o processo de inicialização, apresentando várias telas e terminando na tela geral, na qual apresenta o modelo do equipamento, a data e a hora atualizada. A saída auxiliar do equipamento em serviço deve ser ativada

34 1.5 Instalação e Comissionamento Ensaios a Ensaios de medida Para os ensaios de medidas, será necessário dispor do equipamento cableado e com sinais conhecidos recolhidos do campo ou de um equipamento injetor de sinais assim como do cabo necessário para conectar o sinal do equipamento as entradas de tensão e corrente. Também será necessário configurar o registrador (do HMI ou comunicações) para: b Habilitar canais analógicos de medida Selecionar tipo de canal: tensão ou corrente Selecionar o fundo de escala de cada sinal Ensaio das portas USB Para verificar o correto funcionamento das portas USB faz-se necessário dispor de um equipamento extraível de armazenamento USB (Diskonkey, USBDisk, etc.) igual aos fornecidos opcionalmente com os equipamentos para o recolhimento de arquivos de oscilos. O equipamento deve estar comunicando com o programa de comunicações ZIVercomPlus. Ativar o modo cíclico de recolhimento de dados e inserir o disco USB na porta frontal (USB) do equipamento. Após alguns segundos (depende do dispositivo em concreto), o LED que indica a presença de um disco externo deve passar para a cor verde. Ao retirar o dispositivo, o LED deve voltar para a cor vermelha. Além disto, na tela do HMI aparece um quadro (ao lado da mensagem ZIV/#PRN) quando o dispositivo é detectado). Repetir o mesmo processo com a porta USB traseira

35 Capítulo 1. Descrição e Início 1.5-6

36 Capítulo 2 Dados Técnicos e Descrição Física Conteúdo 2.1 Características Técnicas 2.2 Normas e Ensaios Tipo 2.3 Arquitetura Física

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38 2.1 Características Técnicas Tensão de alimentação auxiliar Cargas CPU Entradas de corrente Entradas de tensão Precisão na medida Entradas digitais Saídas auxiliares Enlace de comunicações

39 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física Tensão de alimentação auxiliar Os terminais dispõem de dois tipos de fontes de alimentação auxiliar, cujo valor é selecionado segundo o modelo: Vcc (*20%) Vcc (*20%) Cargas Máxima 40W CPU Velocidade do processador principal 300 Mhz (CPU X86) 533 Mhz (CPU ARM) Memória RAM dinâmica 128 Mb Armazenamento permanente Compact Flash, 256 Mb ou superior Adaptador de rede 10/100Mb Porta USB 2 Compatíveis USB 1.0 Velocidade DSP 66 Mhz Memória de armazenamento pré-falta 8 Mb Entradas de corrente Fundo de escala configurável Faixa de medida Capacidade térmica 0,2; 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 A hasta 5 x Fundo de escala 25A (continuamente) 125A (durante 3s) Entradas de tensão Fundo de escala configurável Faixa de medida Capacidade térmica 5; 10; 20; 50; 72 V 5 x Fundo de escala 360V (continuamente) 2.1-2

40 2.1 Características Técnicas Precisão na medida Correntes medidas Tensões medidas >= 0,1% sobre valor máximo em cada faixa de medida >= 0,1% sobre valor máximo em cada faixa de medida Entradas digitais Entradas separadas e configuráveis, com polaridade Tensão Nominal (Vn) coincidirá com a da F.A. Faixas disponíveis Vcc ± 20% Vcc ± 20% Nível de ativação / desativação para Vn = Vcc para Vn = Vcc Consumo para Vn = 110 Vcc para Vn = 250 Vcc 70 Vcc 140 Vcc 0,8 W (6,7mA) 1 W (4,5mA) Saídas auxiliares Contatos comutados aberto e fechado Saída equipamento em serviço Saídas configuráveis Corrente (c.c.) limite máxima (com carga resistiva) Corrente (c.c.) em serviço contínuo (com carga resistiva) Capacidade de conexão Capacidade de corte (com carga resistiva) Capacidade de corte (L/R = 0,04 s) Tensão de conexão duplo: normalmente aberto e normalmente fechado contactos normalmente abertos 5 A em 30 s 3 A 2000 W 75W -máx. 3A- (até 48 Vcc) 40W (80Vcc - 250Vcc) 1000 VA 20 W a 125 Vcc 250 Vcc 2.1-3

41 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física Enlace de comunicações Transmissão por fibra óptica de cristal (*) Tipo Comprimento Conector Potência mínima do transmissor: Fibra de 50/125 Fibra de 62.5/125 Fibra de 100/140 Sensibilidade do receptor: Multimodo 820 nm ST - 20 dbm - 17 dbm - 7 dbm - 25,4 dbm Transmissão por fibra óptica de plástico de 1 mm (*) Comprimento 660 nm Potência mínima do transmissor - 16 dbm Sensibilidade do receptor - 39 dbm Transmissão por meio de RS232 Conector DB-9 (9 pines) sinais utilizados Pin 5 - GND Pin 2 - RXD Pin 3 - TXD Transmissão por meio de RS232 Full Modem Conector DB-9 (9 pines) sinais utilizados: Pin 1 - DCD Pin 2 - RXD Pin 3 - TXD Pin 4 - DTR Pin 5 - GND Pin 6 - DSR Pin 7 - RTS Pin 8 - CTS Pin 9 - RI (*) Conforme modelo 2.1-4

42 2.2 Normas e Ensaios Tipo Isolamento Compatibilidade eletromagnética Climático Alimentação Vibrações

43 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física Os equipamentos satisfazem as normas especificadas no quadro seguinte. Em caso de não estar especificada, trata-se da norma UNE (IEC-60255) Isolamento Isolamento Entre circuitos e massa: Entre circuitos independentes: CEI kv, 50 Hz, durante 1m 2 kv, 50 Hz, durante 1min Impulso de tensão CEI (UNE / 5) 5 kv; 1,2/50 μs; 0,5 J Compatibilidade eletromagnética Perturbações de transitórios rápidos CEI Classe IV (UNE /22-4) (CEI ) 4 kv ± 10 % Imunidade a campos irradiados CEI (UNE ) Modulada em amplitude (EN 50140) 10 V/m Modulada por pulsos (EN 50204) 10 V/m Imunidade a ondas de choque CEI Nível IV (UNE ) Entre condutores 1kV Entre condutor e terra 2kV Imunidade a perturbações conduzidas UNE Modulada em amplitude 10 V Descargas eletrostáticas CEI Classe III (UNE ) (CEI ) ±8 kv ±10 % Emissões eletromagnéticas EN radiadas e conduzidas 2.2-2

44 2.2 Normas e Ensaios Tipo Climático Temperatura CEI Faixa de funcionamento: De -10 ºC a + 55 ºC Faixa de armazenagem: De -25 ºC a + 70 ºC Umidade: 95 % (sem condensação) Alimentação Interferências e ondulações na alimentação CEI / UNE (11) < 20 % Inversão de polaridade da fonte CEI de alimentação Vibrações Vibrações (sinusoidal) CEI Os modelos cumprem a normativa de compatibilidade eletromagnética 89/336/CEE 2.2-3

45 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física 2.2-4

46 2.3 Arquitetura Física Generalidades Dimensões Elementos de conexão a Réguas de bornes b Portas de comunicação c Portas de sincronismo d Cross trigger e Outras portas traseiras f Elementos de conexão dianteiros

47 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física Generalidades O aspecto externo do registrador oscilográfico está representado na figura para o modelo básico e na para o modelo ampliado. Estas figuras apresentam suas interfaces homem máquina (HMI) compostas de: visualizador alfanumérico (LCD), teclas de função (F1, F2, F3 e F4), teclas numéricas e indicadores ópticos configuráveis na parte esquerda da figura, de equipamento em serviço no centro e de atividade de portas seriais na parte direita. Também se pode observar duas portas (de conexão USB e conexão serial) e a etiqueta de identificação do equipamento. figura 2.3.1: vista frontal de um 8PRN modelo básico figura 2.3.2: vista frontal de um 8PRN modelo ampliado 2.3-2

48 2.3 Arquitetura Física Dimensões Os equipamentos são montados em função do modelo, da seguinte forma: Modelo 8PRN básico: em caixa de 1 rack de 19", e 4 alturas normalizadas. Modelo 8PRN ampliado: em caixa de 1 rack de 19 e 6 alturas normalizadas. Os equipamentos são previstos para sua montagem embutida em painel ou em armários "porta-racks". A cor da caixa é cinza grafite Elementos de conexão a Réguas de bornes As réguas estão dispostas horizontalmente conforme indicado nas figuras e e a disposição dos bornes por filas é a seguinte (numerando desde parte superior): Modelo básico - Fila 1 (conector E): alimentação e saídas digitais, 1 régua de 20 bornes. As 3 primeiras conexões estão relacionadas com GND, alimentação e alimentação +. Os bornes 4, 5 e 6 estão associados à saída (não configurável) de equipamento em serviço, sendo 6 um terminal comum, 5 uma saída normalmente fechada e a 4 uma normalmente aberta. O restante de terminais (7 a 20) correspondem (aos pares) com as saídas configuráveis, livres de potencial. - Fila 2 (conector C e D): entradas digitais, 2 réguas com 16 terminais cada um (32 terminais). A cada entrada são designados 2 terminais consecutivos polarizados (- +). - Fila 3 (conector A e B): entradas analógicas, 2 réguas com 12 terminais cada um (24 terminais). Estes 24 terminais estão relacionados a 8 entradas, 3 bornes por canal. O primeiro terminal é utilizado para corrente, o segundo é o comum e o terceiro é utilizado quando o canal se configura como tensão. figura 2.3.3: vista traseira de um 8PRN (modelo básico) 2.3-3

49 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física Modelo ampliado A disposição dos bornes por filas é como segue (numerando desde a parte superior): - Fila 1 (conector I): alimentação e saídas digitais, 1 régua de 20 bornes. As 3 primeiras conexões estão relacionadas com GND, alimentação e alimentação +. Os bornes 4, 5 e 6 estão associados à saída (não configurável) de equipamento em serviço, sendo 6 um terminal comum, 5 uma saída normalmente fechada e a 4 uma normalmente aberta. O restante de terminais (7 a 20) correspondem (aos pares) com as saídas configuráveis, livres de potencial. - Fila 2 (conector G e H): entradas digitais 17 até réguas com 16 terminais cada um (32 terminais). A cada entrada são designados 2 terminais consecutivos polarizados (- +). - Fila 3 (conector E e F): entradas digitais 1 até réguas com 16 terminais cada um (32 terminais). A cada entrada são designados 2 terminais consecutivos polarizados (- +). - Fila 4 (conector C e D): entradas analógicas 9 até 16 (somente em modelo com 16 entradas analógicas). 2 réguas com 12 terminais cada um (24 terminais). Estes 24 terminais estão relacionados a 8 entradas, 3 bornes por canal. O primeiro terminal é utilizado para corrente, o segundo é o comum e o terceiro é utilizado quando o canal se configura como tensão. - Fila 5 (conector A e B): entradas analógicas 1 até 9. 2 réguas com 12 terminais cada um (24 terminais). Estes 24 terminais se correspondem com 8 entradas, a 3 bornes por canal. O primeiro terminal é utilizado para corrente, o segundo é o comum e o terceiro é utilizado quando o canal se configura como tensão. figura 2.3.4: vista traseira de um 8PRN (modelo ampliado) 2.3-4

50 2.3 Arquitetura Física b Portas de comunicação Há duas portas seriais, etiquetadas como P1 e P2: A porta remota 1 (P1) dispõe de 2 conexões diferentes: elétrica (RS232 full modem) e fibra óptica. Ambas as portas são totalmente operativas em todos os equipamentos, porém deve-se tomar a precaução de não conectá-las e transmitir simultaneamente, já que as comunicações com o equipamento deixariam de funcionar corretamente. A porta remota 2 (P2) dispõe de 3 conexões diferentes: elétrica (RS232C e RS485) e fibra óptica. Como no caso anterior, apesar de todos as portas serem operativas, não devem ser utilizadas simultaneamente por dispositivos externos c Portas de sincronismo As figuras e mostram em detalhes as portas de sincronismo de que dispõe o registrador oscilográfico: IRIG-B: conector BNC para entrada de sinal IRIG-B modulada (v.123). Ao lado do conector se observa um indicador luminoso (LED), que, quando está aceso, indica que o sinal é recebido e decodifica corretamente. Esta porta está disponível em todos os equipamentos. NMEA: conector de fibra óptica de cristal (só recepção) para recepção do protocolo serial NMEA No caso desta ser a entrada de sincronismo habilitada, o indicador (LED) piscará com a recepção correta de uma trama NMEA. Este porta estará disponível dependendo do modelo. Por ajuste se seleciona qual dos dois sinais de sincronismo está habilitado d Cross trigger Nas figuras e se observa o detalhe dos conectores de fibra óptica de cristal preparados para a sincronização da partida de registro de oscilos entre vários equipamentos. A conexão a realizar entre os equipamentos que devem sincronizar a partida de oscilos é a seguinte: a saída (OUT) de um equipamento se conecta a entrada (IN) do seguinte e a saída (OUT) deste à entrada de um terceiro. O enlace se fecha ao se conectar a saída (OUT) do último equipamento à entrada (IN) do primeiro

51 Capítulo 2. Dados Técnicos e Descrição Física e Outras portas traseiras Conforme pode se observar na parte direita das figuras e existem outras duas portas traseiras: f LAN: permite ligar o registrador a uma rede local Ethernet para compartilhar impressoras, dados, acesso remoto, etc. USB: permite ligar o registrador a una impressora USB para impressão local de registros. Também admite a conexão de dispositivos de armazenamento extraível (tipo disco USB). Elementos de conexão dianteiros Conforme se pode observar nas figuras e 2.3.2, o registrador dispõe de 2 portas dianteiras: USB: permite conectar o registrador a um dispositivo de armazenamento extraível (tipo disco USB) para extração de arquivos de oscilos. Também se pode utilizar para conectar o registrador a uma impressora USB. Porta serial frontal: também denominada porta local LP ou P3, permite conectar o equipamento a um computador, via interface serial, para sua configuração, recolhimento de oscilos, eventos, etc

52 Capítulo 3 Funções e Princípios de Operação Conteúdo 3.1 Captura e Tratamento de Sinais 3.2 Registro de Oscilografias 3.3 Impressão de Registros 3.4 Ajustes Gerais 3.5 Registro de Eventos 3.6 Opções de Manutenção 3.7 Saídas e Sinalização Óptica 3.8 Comunicações 3.9 Códigos de Alarme

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54 3.1 Captura e Tratamento de Sinais Introdução Sinais analógicos a Freqüência de amostragem b Canais analógicos c Precisão na faixa de medida Sinais calculados a Freqüência do sistema b Sinais analógicos calculados c Fasores d Valor eficaz dos canais analógicos e Cálculo de harmônicos f Cálculo de potências Sinais digitais Sinais digitais calculados: lógica Faixas de ajustes Ensaio dos canais de medida a Ensaio dos canais de corrente b Ensaio dos canais de tensão

55 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Introdução A principal função do registrador oscilográfico 8PRN é a amostragem, captura e armazenamento para sua posterior impressão, análise e manipulação das evoluções sofridas pelas magnitudes analógicas e digitais (físicas e lógicas) conectadas ao equipamento. A seguir são descritos os diferentes tipos de sinais tratados pelo equipamento Sinais analógicos a Freqüência de amostragem A freqüência de amostragem determina o número de amostras ou valores recolhidos de cada sinal analógico por ciclo. É um parâmetro configurável por ajuste, selecionável entre os seguintes valores: 16, 32, 48, 64, 96, 128, 192 e 384 amostras por ciclo. Uma maior freqüência de amostragem implica uma maior definição na reconstrução do sinal, mas também um maior tamanho do arquivo gerado, ocasionando a redução da quantidade de oscilos que podem ser armazenados simultaneamente no equipamento e o tempo de transmissão aumenta b Canais analógicos O equipamento é capaz de recolher simultaneamente (sem erro de fase) 8 canais analógicos em seu modelo básico (16 não ampliado). Cada canal pode ser de corrente ou de tensão. A seleção de um tipo ou de outro é dupla: devendo ser ajustado por software e devendo conectar o sinal de entrada nos bornes específicos (para cada canal existem 3 pontos de conexão, um comum, outro para entrada de corrente e outro para entrada de tensão). Cada canal analógico tem a possibilidade de ser habilitado ou desabilitado mediante uma máscara ajustável tanto por comunicações como através do MMI. Um canal desabilitado não é armazenado no registro de oscilo, não é utilizado para cálculos de outros sinais e nem gera registro. Os valores eficazes e os ângulos instantâneos são mostrados tanto na tela de estado como no programa ZIVercomPlus. Os ângulos são representados em formato trigonométrico ou elétrico, de acordo com a configuração. Cada canal analógico levará associado um identificador de tipo alfanumérico de 20 caracteres configurável pelo usuário. Este identificador se poderá ser modificado por comunicações

56 3.1 Captura e tratamento de sinais c Precisão na faixa de medida O erro de fase entre canais na captura é nulo, ou seja, todos os canais são vistos simultaneamente. Para conseguir a precisão requerida foram implementadas escalas ou zonas de ganho na medida. O usuário pode selecionar, mediante ajuste, a escala adequada às magnitudes que a serão medidas. As escalas disponíveis são: Para canais de tensão: 5, 10, 20, 40 e 72 Volts. Para canais de corrente: 0.2, 0.5, 1, 2, 5, 10, 20 e 25 Amperes. Em cada escala o maior valor medido, sem que o equipamento se sature ou deforme a onda, é igual a 5 vezes o valor de fundo de escala. Para isso, cada canal de corrente é capaz de medir entre 0.2A e 125A eficaz, com uma precisão de ±0.1% sobre o maior valor medido, sem saturar nem deformar a onda. Cada canal de tensão é capaz de medir entre 5 e 360 Vca eficaz, com uma precisão de ±0.1% sobre o maior valor medido, sem saturar nem deformar a onda. Todos os canais analógicos incluem uma calibração por software para ajuste da precisão na medida. A calibração é realizada em fábrica e os dados são armazenados em memória não volátil E2PROM

57 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Sinais calculados a Freqüência do sistema O registrador calcula a freqüência de um sinal analógico de entrada já que este valor pode ser utilizado como sinal de início de recolhimento de um oscilo. O canal de referência para realizar o cálculo da freqüência da rede é determinado mediante ajuste b Sinais analógicos calculados Existem alguns valores analógicos que são calculados pelo registrador com base nos canais habilitados. Estes canais são calculados no próprio equipamento porque são empregados como funções de partida de registro. Os canais analógicos calculados são os seguintes (valor eficaz e fase): Corrente de seqüência positiva. Corrente de seqüência negativa. Corrente de seqüência zero. Tensão de seqüência positiva. Tensão de seqüência negativa. Tensão de seqüência zero. Para calcular estas magnitudes, o usuário ajusta por configuração os canais associados a cada fase que serão calculadas as seqüências. Existe a possibilidade de calcular as seqüências de fase de 2 grupos distintos de magnitudes (por ex. três fases de uma linha em um grupo, e outras 3 de outra linha diferente no outro grupo). Na hora de validar estes ajustes, comprova-se que a coerência de dados: tipos de canal coincidentes. As componentes de seqüência positiva, negativa e zero são calculadas com base nos fasores dos canais de fase, e não terão uma representação senoidal no registro oscilográfico

58 3.1 Captura e tratamento de sinais c Fasores É realizado o cálculo de fasores para todos os canais analógicos, registrados e calculados. O algoritmo utilizado para o cálculo dos fasores é o da transformada de Fourier de ciclo completo com uma freqüência de amostragem de 32 amostras/ciclo. Sendo obtida a parte real e imaginaria do fasor de maneira independente. O cálculo de fasores se aplicará a: Todas as fases. Cálculo de seqüências: correntes e tensões, para dois grupos de sistemas trifásicos. Obtenção de módulo, basicamente d Valor eficaz dos canais analógicos Calcula-se este valor para todos os canais analógicos habilitados e para os canais analógicos definidos até agora. O valor da variação do valor eficaz em um tempo determinado pode ser configurado para gerar oscilografias e Cálculo de harmônicos Em cada canal analógico é calculada a porcentagem sobre a distorção total de um harmônico em particular. O harmônico calculado é escolhido mediante ajuste através do IHM ou por comunicações. O cálculo do mesmo é realizado mediante o algoritmo da transformada de Fourier sintonizada na freqüência do harmônico ajustado f Cálculo de potências As seguintes potências são calculadas: Potência ativa Potência reativa Potência aparente Fator de potência Através de ajuste, são escolhidos os canais de corrente e tensão para os cálculos da potência atribuindo os 3 pares de fases: A, B e C. A potência calculada sempre será a soma da potência de cada par ajustado. Caso for necessário calcular potência monofásica, deve-se ajustar o par de fase A e as outras duas fases com o canal zero. A fase A sempre é necessária. Comprova-se a coerência de dados (compatibilidade de tipos de canais corrente/tensão-) na hora de validar os ajustes. As potências só são configuradas para sua visualização através do IHM o ZIVercomPlus, não podendo causar geração de oscilo e nem são registradas. A informação detalhada sobre os ajustes do equipamento é encontrada no Capítulo 5 Faixas de Ajustes. Segundo o modelo, é possível configurar um segundo grupo de potências com as características descritas anteriormente

59 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Sinais digitais O equipamento é capaz de ler 16 canais digitais no modelo básico (32 não ampliado). Cada canal digital tem a possibilidade de ser habilitado ou desabilitado mediante uma máscara ajustável tanto por comunicações como através do MMI. Um canal desabilitado não é armazenado no registro de oscilo, utilizado para cálculos de outros sinais e nem como sinal gerador de registro. Cada entrada digital levará associada um identificador do tipo alfanumérico de 20 caracteres configurável pelo usuário por comunicações. Este identificador aparecerá nos arquivos de oscilo. Os canais digitais podem causar a partida, por ativação ou desativação, de uma oscilografia, conforme ajustes. Associado a cada sinal há um filtro anti-rebotes, sinal também configurável Sinais digitais calculados: lógica Além dos canais digitais físicos, podem ser definidos até 16 de canais digitais com base em uma lógica configurável dentro do próprio equipamento. Estes canais são gerados como combinação de sinais digitais de entrada, sinais internos de estado e portas AND e OR. Os canais lógicos geram, segundo configuração, arranques de registro, no caso de ativação ou desativação, seguindo os canais digitais procedentes diretamente das entradas. Cada entrada digital levará associado um identificador do tipo alfanumérico de 20 caracteres configurável pelo usuário. Este identificador aparecerá nos arquivos de oscilo. A configuração da lógica é realizada por comunicações. Conforme observado na figura 3.1.1, dispomos de dois blocos, cada um de quatro sinais de entrada possíveis (com opção de negar o sinal). figura 3.1.1: diagrama em blocos dos sinais lógicos Em um deles é realizada uma OR (qualquer sinal ativa a saída) e no outro uma AND (tendo que ativar todos os sinais para ativar a saída). Entre estes dois blocos pode-se realizar uma operação OR ou AND

60 3.1 Captura e tratamento de sinais Os sinais (entradas e estado) que podem ser utilizados para a geração da lógica são os seguintes: Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 1 DSP_LOGICA_ED1 Entrada física #1 2 DSP_LOGICA_ED2 Entrada física #2 3 DSP_LOGICA_ED3 Entrada física #3 4 DSP_LOGICA_ED4 Entrada física #4 5 DSP_LOGICA_ED5 Entrada física #5 6 DSP_LOGICA_ED6 Entrada física #6 7 DSP_LOGICA_ED7 Entrada física #7 8 DSP_LOGICA_ED8 Entrada física #8 9 DSP_LOGICA_ED9 Entrada física #9 10 DSP_LOGICA_ED10 Entrada física #10 11 DSP_LOGICA_ED11 Entrada física #11 12 DSP_LOGICA_ED12 Entrada física #12 13 DSP_LOGICA_ED13 Entrada física #13 14 DSP_LOGICA_ED14 Entrada física #14 15 DSP_LOGICA_ED15 Entrada física #15 16 DSP_LOGICA_ED16 Entrada física #16 17 DSP_LOGICA_ED17 Entrada física #17 18 DSP_LOGICA_ED18 Entrada física #18 19 DSP_LOGICA_ED19 Entrada física #19 20 DSP_LOGICA_ED20 Entrada física #20 21 DSP_LOGICA_ED21 Entrada física #21 22 DSP_LOGICA_ED22 Entrada física #22 23 DSP_LOGICA_ED23 Entrada física #23 24 DSP_LOGICA_ED24 Entrada física #24 25 DSP_LOGICA_ED25 Entrada física #25 26 DSP_LOGICA_ED26 Entrada física #26 27 DSP_LOGICA_ED27 Entrada física #27 28 DSP_LOGICA_ED28 Entrada física #28 29 DSP_LOGICA_ED29 Entrada física #29 30 DSP_LOGICA_ED30 Entrada física #30 31 DSP_LOGICA_ED1 Entrada física #31 32 DSP_LOGICA_ED32 Entrada física #32 33 DSP_LOGICA_ACT_NA1 Nível eficaz alto canal #1 34 DSP_LOGICA_ACT_NA2 Nível eficaz alto canal #2 35 DSP_LOGICA_ACT_NA3 Nível eficaz alto canal #3 36 DSP_LOGICA_ACT_NA4 Nível eficaz alto canal #4 37 DSP_LOGICA_ACT_NA5 Nível eficaz alto canal #5 38 DSP_LOGICA_ACT_NA6 Nível eficaz alto canal #6 39 DSP_LOGICA_ACT_NA7 Nível eficaz alto canal #7 40 DSP_LOGICA_ACT_NA8 Nível eficaz alto canal #8 41 DSP_LOGICA_ACT_NA9 Nível eficaz alto canal #9 42 DSP_LOGICA_ACT_NA10 Nível eficaz alto canal #10 43 DSP_LOGICA_ACT_NA11 Nível eficaz alto canal #11 44 DSP_LOGICA_ACT_NA12 Nível eficaz alto canal #

61 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 45 DSP_LOGICA_ACT_NA13 Nível eficaz alto canal #13 46 DSP_LOGICA_ACT_NA14 Nível eficaz alto canal #14 47 DSP_LOGICA_ACT_NA15 Nível eficaz alto canal #15 48 DSP_LOGICA_ACT_NA16 Nível eficaz alto canal #16 49 DSP_LOGICA_OSC_NA1 Oscilo por nível alto canal #1 50 DSP_LOGICA_OSC_NA2 Oscilo por nível alto canal #2 51 DSP_LOGICA_OSC_NA3 Oscilo por nível alto canal #3 52 DSP_LOGICA_OSC_NA4 Oscilo por nível alto canal #4 53 DSP_LOGICA_OSC_NA5 Oscilo por nível alto canal #5 54 DSP_LOGICA_OSC_NA6 Oscilo por nível alto canal #6 55 DSP_LOGICA_OSC_NA7 Oscilo por nível alto canal #7 56 DSP_LOGICA_OSC_NA8 Oscilo por nível alto canal #8 57 DSP_LOGICA_OSC_NA9 Oscilo por nível alto canal #9 58 DSP_LOGICA_OSC_NA10 Oscilo por nível alto canal #10 59 DSP_LOGICA_OSC_NA11 Oscilo por nível alto canal #11 60 DSP_LOGICA_OSC_NA12 Oscilo por nível alto canal #12 61 DSP_LOGICA_OSC_NA13 Oscilo por nível alto canal #13 62 DSP_LOGICA_OSC_NA14 Oscilo por nível alto canal #14 63 DSP_LOGICA_OSC_NA15 Oscilo por nível alto canal #15 64 DSP_LOGICA_OSC_NA16 Oscilo por nível alto canal #16 65 DSP_LOGICA_OSC_ROCA1 Oscilo por faixa de cambio alto canal #1 66 DSP_LOGICA_OSC_ROCA2 Oscilo por faixa de cambio alto canal #2 67 DSP_LOGICA_OSC_ROCA3 Oscilo por faixa de cambio alto canal #3 68 DSP_LOGICA_OSC_ROCA4 Oscilo por faixa de cambio alto canal #4 69 DSP_LOGICA_OSC_ROCA5 Oscilo por faixa de cambio alto canal #5 70 DSP_LOGICA_OSC_ROCA6 Oscilo por faixa de cambio alto canal #6 71 DSP_LOGICA_OSC_ROCA7 Oscilo por faixa de cambio alto canal #7 72 DSP_LOGICA_OSC_ROCA8 Oscilo por faixa de cambio alto canal #8 73 DSP_LOGICA_OSC_ROCA9 Oscilo por faixa de cambio alto canal #9 74 DSP_LOGICA_OSC_ROCA10 Oscilo por faixa de cambio alto canal #10 75 DSP_LOGICA_OSC_ROCA11 Oscilo por faixa de cambio alto canal #11 76 DSP_LOGICA_OSC_ROCA12 Oscilo por faixa de cambio alto canal #12 77 DSP_LOGICA_OSC_ROCA13 Oscilo por faixa de cambio alto canal #13 78 DSP_LOGICA_OSC_ROCA14 Oscilo por faixa de cambio alto canal #14 79 DSP_LOGICA_OSC_ROCA15 Oscilo por faixa de cambio alto canal #15 80 DSP_LOGICA_OSC_ROCA16 Oscilo por faixa de cambio alto canal #

62 3.1 Captura e tratamento de sinais Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 81 DSP_LOGICA_ACT_NB1 Nível eficaz baixo canal #1 82 DSP_LOGICA_ACT_NB2 Nível eficaz baixo canal #2 83 DSP_LOGICA_ACT_NB3 Nível eficaz baixo canal #3 84 DSP_LOGICA_ACT_NB4 Nível eficaz baixo canal #4 85 DSP_LOGICA_ACT_NB5 Nível eficaz baixo canal #5 86 DSP_LOGICA_ACT_NB6 Nível eficaz baixo canal #6 87 DSP_LOGICA_ACT_NB7 Nível eficaz baixo canal #7 88 DSP_LOGICA_ACT_NB8 Nível eficaz baixo canal #8 89 DSP_LOGICA_ACT_NB9 Nível eficaz baixo canal #9 90 DSP_LOGICA_ACT_NB10 Nível eficaz baixo canal #10 91 DSP_LOGICA_ACT_NB11 Nível eficaz baixo canal #11 92 DSP_LOGICA_ACT_NB12 Nível eficaz baixo canal #12 93 DSP_LOGICA_ACT_NB13 Nível eficaz baixo canal #13 94 DSP_LOGICA_ACT_NB14 Nível eficaz baixo canal #14 95 DSP_LOGICA_ACT_NB15 Nível eficaz baixo canal #15 96 DSP_LOGICA_ACT_NB16 Nível eficaz baixo canal #16 97 DSP_LOGICA_OSC_NB1 Oscilo por nível baixo canal #1 98 DSP_LOGICA_OSC_NB2 Oscilo por nível baixo canal #2 99 DSP_LOGICA_OSC_NB3 Oscilo por nível baixo canal #3 100 DSP_LOGICA_OSC_NB4 Oscilo por nível baixo canal #4 101 DSP_LOGICA_OSC_NB5 Oscilo por nível baixo canal #5 102 DSP_LOGICA_OSC_NB6 Oscilo por nível baixo canal #6 103 DSP_LOGICA_OSC_NB7 Oscilo por nível baixo canal #7 104 DSP_LOGICA_OSC_NB8 Oscilo por nível baixo canal #8 105 DSP_LOGICA_OSC_NB9 Oscilo por nível baixo canal #9 106 DSP_LOGICA_OSC_NB10 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB11 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB12 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB13 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB14 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB15 Oscilo por nível baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_NB16 Oscilo por nível baixo canal #

63 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 113 DSP_LOGICA_OSC_ROCB1 Oscilo por faixa de variação baixo canal #1 114 DSP_LOGICA_OSC_ROCB2 Oscilo por faixa de variação baixo canal #2 115 DSP_LOGICA_OSC_ROCB3 Oscilo por faixa de variação baixo canal #3 116 DSP_LOGICA_OSC_ROCB4 Oscilo por faixa de variação baixo canal #4 117 DSP_LOGICA_OSC_ROCB5 Oscilo por faixa de variação baixo canal #5 118 DSP_LOGICA_OSC_ROCB6 Oscilo por faixa de variação baixo canal #6 119 DSP_LOGICA_OSC_ROCB7 Oscilo por faixa de variação baixo canal #7 120 DSP_LOGICA_OSC_ROCB8 Oscilo por faixa de variação baixo canal #8 121 DSP_LOGICA_OSC_ROCB9 Oscilo por faixa de variação baixo canal #9 122 DSP_LOGICA_OSC_ROCB10 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB11 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB12 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB13 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB14 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB15 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_OSC_ROCB16 Oscilo por faixa de variação baixo canal # DSP_LOGICA_ACT_SQ2H_A Seqüência zero G2 alta 130 DSP_LOGICA_ACT_SQ2I_A Seqüência negativa G2 alta 131 DSP_LOGICA_ACT_SQ2CD_B Mudança de seqüência positiva G2 baixo 132 DSP_LOGICA_ACT_SQ2CD_A Mudança de seqüência positiva G2 alto 133 DSP_LOGICA_ACT_SQ2D_B Seqüência positiva G2 baixo 134 DSP_LOGICA_ACT_SQ2D_A Seqüência positiva G2 alto 135 DSP_LOGICA_ACT_SQ1H_A Seqüência zero G1 alto 136 DSP_LOGICA_ACT_SQ1I_A Seqüência negativa G1 alto 137 DSP_LOGICA_ACT_SQ1CD_B Mudança de seqüência positiva G1 baixo 138 DSP_LOGICA_ACT_SQ1CD_A Mudança de seqüência positiva G1alto 139 DSP_LOGICA_ACT_SQ1D_B Seqüência positiva G1 baixo 140 DSP_LOGICA_ACT_SQ1D_A Seqüência positiva G1 alto 141 DSP_LOGICA_ACT_FQC_B Mudança de freqüência baixa 142 DSP_LOGICA_ACT_FQC_A Mudança de freqüência alta 143 DSP_LOGICA_ACT_FQ_B Freqüência calculada baixa 144 DSP_LOGICA_ACT_FQ_A Freqüência calculada alta 145 DSP_LOGICA_ACT_SQ2H_A Oscilos por seq. zero G2 alta 146 DSP_LOGICA_OSC_SQ2I_A Oscilo por seqüência negativa G2 alta 147 DSP_LOGICA_OSC_SQ2CD_B Oscilo por mudança de seq. positiva G2 baixo 148 DSP_LOGICA_OSC_SQ2CD_A Oscilo por mudança de seq. positiva G2 alto 149 DSP_LOGICA_OSC_SQ2D_B Oscilo por mudança de seq. positiva G2 baixo 150 DSP_LOGICA_OSCT_SQ2D_A Oscilo por seqüência positiva G2 alto 151 DSP_LOGICA_OSC_SQ1H_A Oscilo por seqüência zero G1 alto 152 DSP_LOGICA_OSC_SQ1I_A Oscilo por seqüência negativa G1 alto 153 DSP_LOGICA_OSC_SQ1CD_B Oscilo por mudança de seq. positiva G1 baixo 154 DSP_LOGICA_OSC_SQ1CD_A Oscilo por mudança de seq. positiva G1alto 155 DSP_LOGICA_OSC_SQ1D_B Oscilo por seqüência positiva G1 baixo 156 DSP_LOGICA_OSC_SQ1D_A Oscilo por seqüência positiva G1 alto 157 DSP_LOGICA_OSC_FQC_B Oscilo por mudança de freqüência baixa 158 DSP_LOGICA_OSC_FQC_A Oscilo por mudança de freqüência alta 159 DSP_LOGICA_OSC_FQ_B Oscilo por freqüência calculada baixa 160 DSP_LOGICA_OSC_FQ_A Oscilo por freqüência calculada alta

64 3.1 Captura e tratamento de sinais Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 161 DSP_LOGICA_ACT_ARM1 Ativação de harmônico canal #1 162 DSP_LOGICA_ACT_ARM2 Ativação de harmônico canal #2 163 DSP_LOGICA_ACT_ARM3 Ativação de harmônico canal #3 164 DSP_LOGICA_ACT_ARM4 Ativação de harmônico canal #4 165 DSP_LOGICA_ACT_ARM5 Ativação de harmônico canal #5 166 DSP_LOGICA_ACT_ARM6 Ativação de harmônico canal #6 167 DSP_LOGICA_ACT_ARM7 Ativação de harmônico canal #7 168 DSP_LOGICA_ACT_ARM8 Ativação de harmônico canal #8 169 DSP_LOGICA_ACT_ARM9 Ativação de harmônico canal #9 170 DSP_LOGICA_ACT_ARM10 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM11 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM12 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM13 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM14 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM15 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_ACT_ARM16 Ativação de harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM1 Oscilo por harmônico canal #1 178 DSP_LOGICA_OSC_ARM2 Oscilo por harmônico canal #2 179 DSP_LOGICA_OSC_ARM3 Oscilo por harmônico canal #3 180 DSP_LOGICA_OSC_ARM4 Oscilo por harmônico canal #4 181 DSP_LOGICA_OSC_ARM5 Oscilo por harmônico canal #5 182 DSP_LOGICA_OSC_ARM6 Oscilo por harmônico canal #6 183 DSP_LOGICA_OSC_ARM7 Oscilo por harmônico canal #7 184 DSP_LOGICA_OSC_ARM8 Oscilo por harmônico canal #8 185 DSP_LOGICA_OSC_ARM9 Oscilo por harmônico canal #9 186 DSP_LOGICA_OSC_ARM10 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM11 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM12 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM13 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM14 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM15 Oscilo por harmônico canal # DSP_LOGICA_OSC_ARM16 Oscilo por harmônico canal #

65 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Tabela 3.1-1: Sinais de estado Número Nome Descrição 193 DSP_LOGICA_ACT_DAT1 Ativação distorção harmônica total canal#1 194 DSP_LOGICA_ACT_DAT2 Ativação distorção harmônica total canal#2 195 DSP_LOGICA_ACT_DAT3 Ativação distorção harmônica total canal#3 196 DSP_LOGICA_ACT_DAT4 Ativação distorção harmônica total canal#4 197 DSP_LOGICA_ACT_DAT5 Ativação distorção harmônica total canal#5 198 DSP_LOGICA_ACT_DAT6 Ativação distorção harmônica total canal#6 199 DSP_LOGICA_ACT_DAT7 Ativação distorção harmônica total canal#7 200 DSP_LOGICA_ACT_DAT8 Ativação distorção harmônica total canal#8 201 DSP_LOGICA_ACT_DAT9 Ativação distorção harmônica total canal#9 202 DSP_LOGICA_ACT_DAT10 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT11 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT12 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT13 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT14 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT15 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_ACT_DAT16 Ativação distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT1 Oscilo por distorção harmônica total canal#1 210 DSP_LOGICA_OSC_DAT2 Oscilo por distorção harmônica total canal#2 211 DSP_LOGICA_OSC_DAT3 Oscilo por distorção harmônica total canal#3 212 DSP_LOGICA_OSC_DAT4 Oscilo por distorção harmônica total canal#4 213 DSP_LOGICA_OSC_DAT5 Oscilo por distorção harmônica total canal#5 214 DSP_LOGICA_OSC_DAT6 Oscilo por distorção harmônica total canal#6 215 DSP_LOGICA_OSC_DAT7 Oscilo por distorção harmônica total canal#7 216 DSP_LOGICA_OSC_DAT8 Oscilo por distorção harmônica total canal#8 217 DSP_LOGICA_OSC_DAT9 Oscilo por distorção harmônica total canal#9 218 DSP_LOGICA_OSC_DAT10 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT11 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT12 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT13 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT14 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT15 Oscilo por distorção harmônica total canal# DSP_LOGICA_OSC_DAT16 Oscilo por distorção harmônica total canal#16 Nota: os eventos associados as sinais analógicas de 9 até 16 e os associados as sinais digitais de 17 até 32 estarem disponíveis conforme modelos

66 3.1 Captura e tratamento de sinais Faixas de ajustes Ajustes de canais analógicos (por canal) Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Máscara de habilitação de canais SIM / NÃO NO Máscara de tipo de canais analógicos Corrente / Tensão I Canal de referência de fase (modelo básico) 1-16 (modelo ampliado) desabilitado Formato de visualização de ângulos Trigonométrico Elétrico T Nome do canal [COMS] 20 caracteres CANAL_XX Fundo de escala (conforme tipo de canal) 5/10/20/40/72 Volts / 0.2/0.5/1/2/5/10/20/25 Amperes Dados guardados Primário Secundário 25A 72V Relação de transformação (passos de 1) 100 Máscara de habilitação de atuação Nível alto SIM / NÃO NO Nível baixo SIM / NÃO NO Relação positiva SIM / NÃO NO Relação negativa SIM / NÃO NO Harmônicos SIM / NÃO NO Distorção harm. total SIM / NÃO NO Máscara de geração de oscilos Nível alto SIM / NÃO NO Nível baixo SIM / NÃO NO Relação positiva SIM / NÃO NO Relação negativa SIM / NÃO NO Harmônicos SIM / NÃO NO Distorção harm. total SIM / NÃO NO Nível alto V A Tempo em nível alto ciclos 1 10 Nível baixo V A Tempo em nível baixo ciclos 1 10 Taxa de variação positiva 5-100% 1 25 Tempo de taxa de variação positiva 1-20 ciclos 1 10 Taxa de variação negativa 5-100% 1 25 Tempo de taxa de variação negativa 1-20 ciclos 1 10 Número de harmônico Percentual de harmônico 1-50% 1 10 Tempo de harmônico ciclos 1 10 Distorção harmônica total 1-100% 1 20 Tempo distorção harmônica total ciclos 1 10 SEC

67 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Ajustes de freqüência Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Máscara de habilitação de atuação Nível alto SIM / NÃO NO Nível baixo SIM / NÃO NO Relação positiva SIM / NÃO NO Relação negativa SIM / NÃO NO Máscara de geração de oscilos Nível alto SIM / NÃO NO Nível baixo SIM / NÃO NO Relação positiva SIM / NÃO NO Relação negativa SIM / NÃO NO Canal de medida de freqüência 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal alternativo de medida de freqüência 1-16 Modelo ampliado desabilitado Nível alto Hz Tempo em nível alto ciclos 1 10 Nível baixo Hz Tempo em nível baixo ciclos 1 10 Taxa de variação positiva Hz 1 Tempo de taxa de variação positiva 1-20 ciclos 1 10 Taxa de variação negativa Hz 1 Tempo de taxa de variação negativa 1-20 ciclos

68 3.1 Captura e tratamento de sinais Ajustes de grupos 1 e 2 de seqüências Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Máscara de habilitação de atuação Nível alto I1 SIM / NÃO NO Nível baixo I1 SIM / NÃO NO Relação positiva I1 SIM / NÃO NO Relação negativa I1 SIM / NÃO NO Nível alto I2 SIM / NÃO NO Nível alto I0 SIM / NÃO NO Máscara de geração de oscilos Nível alto I1 SIM / NÃO NO Nível baixo I1 SIM / NÃO NO Relação positiva I1 SIM / NÃO NO Relação negativa I1 SIM / NÃO NO Nível alto I2 SIM / NÃO NO Nível alto I0 SIM / NÃO NO Canal de medida fase A 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de medida fase B 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de medida fase C 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Nível alto I V o A Tempo em nível alto I ciclos 1 10 Nível baixo I V o A Tempo em nível baixo I ciclos 1 10 Taxa de variação positiva I % 5 Tempo de taxa de variação positiva I ciclos 1 10 Taxa de variação negativa I % 5 Tempo de taxa de variação negativa I ciclos 1 10 Nível alto I V o A Tempo em nível alto I ciclos 1 10 Nível alto I V o A Tempo em nível alto I ciclos 1 10 Ajustes de potências (1 ou 2 grupos, conforme modelo) Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Canal de corrente de fase A 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de corrente de fase B 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de corrente de fase C 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de tensão de fase A 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de tensão de fase B 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado Canal de tensão de fase C 1-8 Modelo básico 1-16 Modelo ampliado desabilitado

69 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Ajustes de canais digitais Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Tempo para ativação de sinal 0-25 ms 1 ms 1 Máscara de habilitação de canais SIM / NÃO SÍ Máscara de valor por default 0 / 1 0 Máscara de geração de oscilo por flanco SIM / NÃO NO Máscara de geração de oscilo por flanco SIM / NÃO NO Nome do canal [COMS] 20 caracteres DIGIT_XX Ajustes de canais lógicos Ajuste Faixa Intervalo Valor padrão Máscara de habilitação de canais SIM / NÃO NO Máscara de valor por default 0 / 1 0 Máscara de geração de oscilo por flanco SIM / NÃO NO Máscara de geração de oscilo por flanco SIM / NÃO NO Nome do canal [COMS] 20 caracteres LOGICAXX Lógica AND/OR [COMS] Ajustes de Medidas: desenrolamento em HMI 0 - CONTROLE DE OSCILOS 0 - MEDIDAS 0 - CANAIS HABILITADO 1 - IMPRESSORA 1 - ENTRADAS DIGITAIS 1 - CANAIS CORRENTE 2 - ESTADO EQUIPAM. 2 - SINAIS LOGICOS 2 - AJUSTES POR CANAL 3 - DATA E HORA 3 - CAUSAS EXTERNAS 3 - CANAL REF. FASE CONFIGURAÇÃO 4 - SELEÇÃO TABELA 4 - CFG. POTÊNCIAS 5 - AJUSTES 5 - CFG. GRP. 1 SEC. 6 - OPÇÕES MANUT 6 - CFG. GRP. 2 SEC. 7 - CFG. FREQ 8 - FORMATO ANGULOS Ajustes de Entradas Digitais: desenrolamento em HMI 0 - CONTROLE DE OSCILOS 0 - MEDIDAS 0 - CANAIS HABILITADO 1 - IMPRESSORA 1 - ENTRADAS DIGITAIS 1 - VALOR POR DEFAULT 2 - ESTADO EQUIPAM. 2 - SINAIS LOGICOS 2 - DISP. FLANCO 3 - DATA E HORA 3 - CAUSAS EXTERNAS 3 - DISP. FLANCO 4 - CONFIGURAÇÃO 4 - SELEÇÃO TABELA 4 - T. VALID. DIG. 5 - AJUSTES 5 - AJUSTES POR SINAL 6 - OPÇÕES MANUT Ajustes de Sinais Lógicos: desenrolamento em HMI 0 - CONTROLE DE OSCILOS 0 - MEDIDAS 1 - IMPRESSORA 1 - ENTRADAS DIGITAIS 0 - CANAIS HABILITADO 2 - ESTADO EQUIPAM. 2 - SINAIS LOGICOS 1 - DISP. FLANCO 3 - DATA E HORA 3 - CAUSAS EXTERNAS 2 - DISP. FLANCO 4 - CONFIGURAÇÃO 4 - SELEÇÃO TABELA 3 - AJUSTES POR SINAL 5 - AJUSTES 6 - OPÇÕES MANUT

70 3.1 Captura e tratamento de sinais Ensaio dos canais de medida a Ensaio dos canais de corrente Habilitar e configurar como Corrente no registrador, os canais a serem testados. Selecionar o fundo de escala mais próximo da corrente nominal de funcionamento do equipamento ou a corrente de ensaio (admite-se 5 vezes o fundo de escala sem que haja saturação). Comprovar na tela de estado ou informação do equipamento (ver Capítulo 1.3, Teclado e Display Alfanumérico) que o valor eficaz medido coincide com o selecionado no injetor de sinais. Repetir o teste com outras correntes e fundos de escala, comprovando que o erro de medida é menor que 0,1% sobre o máximo valor medido em cada escala (=5 vezes o fundo de escala definido). Opcionalmente, iniciar um registro de oscilo (a partir do IHM ou comunicações) para comprovar a forma de onda recolhida b Ensaio dos canais de tensão Habilitar e configurar como tensão no registrador os canais a testar. Selecionar o fundo de escala mais próximo da tensão nominal de funcionamento do equipamento ou a tensão de ensaio (admite-se 5 vezes o fundo de escala sem que haja saturação). Comprovar na tela de estado ou informação do equipamento (ver Capítulo 1.3, Teclado e Display Alfanumérico) que o valor eficaz medido coincide com o selecionado no injetor de sinais. Repetir o teste com outras tensões e fundos de escala, comprovando que o erro de medida é menor que 0,1% sobre o valor máximo medido em cada escala (= 5 vezes o fundo de escala definido)

71 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação

72 3.2 Registro de Oscilografias Introdução Armazenamento de arquivos a Dados armazenados b Tamanho do registro c Número de registros d Modo de exclusão e Visualização do número de oscilografias Modos de registro Início de registro Recogida de oscilografias desde ZIVercomPlus a Arquivos de oscilografias b Recolhimento de oscilografias Faixas de ajustes do Registro de Oscilos Saídas digitais e Eventos do Registro de oscilos

73 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Introdução O registrador oscilográfico dispõe de um hardware preparado para o armazenamento permanente dos dados de oscilo recolhidos. O armazenamento é realizado em forma de arquivos, em uma Compact Flash, que é um dispositivo tipo memória que carece de componentes mecânicos e que tem uma capacidade de armazenamento de 128Mb ou superior. O número de registros armazenados dependerá de vários parâmetros de configuração, o qual será explicado mais adiante. Além disso, o equipamento dispõe de uma porta USB frontal que permite a utilização de um sistema de armazenamento extraível (disco flash USB) para a transferência dos arquivos de oscilos armazenados no interior do registrador até outro meio (um desktop ou laptop que tenha conexão USB). A cópia destes arquivos é realizada por seleção individual desde o IHM Armazenamento de arquivos Os registros oscilográficos são armazenados em forma de arquivos padrão segundo normas COMTRADE Cada oscilo gera 3 arquivos:.cfg: contém informação de configuração: nome de instalação, número de equipamento, número de sinais registrados e informação de cada um dos sinais, momento de início do oscilo, duração, etc. Tem formato ASCII..dat: contém os dados dos sinais, além de registrar o tempo de cada amostra. Por default e por questões de espaço, é armazenado em formato binário, existindo a possibilidade de transportá-lo a formato ASCII..hdr: informação adicional. Inclui a causa de geração de oscilo. Tem formato ASCII. O nome do arquivo de oscilo (comum para as 3 extensões) identifica completamente o momento de geração: NNNNAAMMDDHHmmssmmm_RRRR. onde: NNNNN AA MM DD HH mm ss mmm RRRR Número de equipamento Ano Mês Dia Hora Minuto Segundo Milissegundo Número seqüencial de registro a Dados armazenados Conforme a configuração de sinais habilitadas são armazenados os seguintes dados: valor das amostras das entradas analógicas valor dos canais digitais valor dos canais lógicos 3.2-2

74 3.2 Registro de Oscilografias b Tamanho do registro O tamanho do arquivo.dat está determinado por: - A freqüência de amostragem. - O número de sinais configurados. - Os tempos de registro (prefalta + falta). Deve-se ter em conta que em função do modo de registro (ver apartado Modos de registro) o tempo recolhido no arquivo pode variar e ser maior do que o tempo de prefalta mais o de falta. Como norma geral para o cálculo do tamanho que ocupa cada arquivo (binário) de dados podese utilizar a seguinte fórmula: (2*A+2*D/16+4+4)*M*F*T = Tamanho (bytes) onde: A D M F T Número de canais analógicos habilitados Número de canais digitais + Número de canais lógicos habilitados Amostras por ciclo Freqüência de rede (50/60Hz) Tempo de registro (em segundos). (Geralmente prefalta mais falta) Assim para 8 canais analógicos, 16 digitais e 16 lógicas, a 50Hz e 96 amostras por ciclo, com um tempo de registro (prefalta + falta) de 10 segundos o tamanho de arquivo gerado será: (2*8+2*(32/16)+4+4)*50*96*10 = bytes Os tamanhos dos arquivos.cfg e.hdr são muito pequenos em relação ao.dat c Número de registros Como observado, o tamanho dos arquivos depende da configuração dos parâmetros de registro; por tanto, o número de registros armazenados no equipamento dependerá também de estes parâmetros. O espaço típico disponível para o armazenamento permanente de oscilos é de 100Mb, o que permite guardar até 80 arquivos de oscilo com as características descritas no ponto anterior. Existe uma opção no menú de gestão de oscilos que mostra o número de oscilos armazenados (até um máximo de 300) e a porcentagem de ocupação do disco. Além disso sobre o número de arquivos armazenados, o tamanho do registro incide de forma importante no tempo de transmissão do arquivo através das comunicações. Desta forma um registro como o anterior, a uma velocidade de transmissão de 19200bps (e tendo em conta que além dos dados, são transmitidas seqüências de controle) demoraria mais de 15 minutos para ser transferido

75 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação d Modo de exclusão O modo de exclusão é o ajuste de como deve se comportar o registrador para o caso de que o espaço de armazenamento permanente de oscilos seja ultrapassado. Existem 3 ajustes associados ao funcionamento do equipamento quanto ao modo de exclusão: apagamento automático; limite inferior cheio and limite de alarme cheio. O espaço de armazenamento é considerado esgotado quando é alcançada a porcentagem ajustada pelo Limite de alarme cheio ou quando o número de oscilos é 300. O ajuste denominado Apagamento automático indica como atuar quando alcançado este ponto: com o valor NÃO o equipamento não guardará novos registros até que se libere espaço manualmente. Ajustado em modo SIM o equipamento liberará espaço automaticamente apagando os arquivos de oscilo mais antigos, até alcançar o nível de Limite inferior cheio ou esvaziando em parte o listado de oscilos. O apagamento manual de oscilos é realizado desde o IHM ou por comunicações. Uma vez alcançado o Nível de alarme de cheio, o equipamento entra em bloqueio (não gera novas oscilografias). O registrador sai deste modo ao alcançar, mediante exclusão manual ou automática, o Nível inferior de cheio e Visualização do número de oscilografias Existe uma opção do menu denominada INFO OSCILOS (dentro de CONTROL DE OSCILOS) que mostra o número de arquivos armazenados no equipamento, bem como porcentagem de espaço disponível para novas oscilografias. A tecla contém informação adicional tal como o número de megabytes totais disponíveis no compact flash

76 3.2 Registro de Oscilografias Modos de registro Os modos de registro fazem referência ao comportamento do equipamento diante a ativação de causas de geração de oscilos quando já tenha iniciado um recolhimento de oscilo. O ajuste do modo de registro afeta o tempo total de registro, que por default é igual ao tempo configurado como prefalta, mais o tempo configurado como falta. Ajustando o registro em modo contínuo, os arranques posteriores ao primeiro são guardados no mesmo registro, tendo em conta o ajuste de tempo máximo de registro, que determina a duração máxima do registro independentemente das causas de geração e incluindo a prefalta e a falta. Caso ocorram novas condições de partida durante a pós-falta, o registro se manterá durante um novo ciclo de postfalta, com um tempo máximo definido pelo ajuste de tempo máximo de registro. figura 3.2.1: modo de registro contínuo Ajustando o registro em modo separado, cada registro possui uma duração, fixa, dada pelo tempo de prefalta e o posterior à falta, transcorrido este tempo e existindo condições de partida ativas, terá início a um novo registro. figura 3.2.2: modo de registro separado 3.2-5

77 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação No modo ignorado, cada registro possui uma duração, fixa, dada pelo tempo de pré-falta e o posterior à falta, transcorrido este tempo, são ignoradas as condições de partida ativas, não sendo guardados novos registros até que passe um tempo dado pelo ajuste de Tempo de bloqueio. figura 3.2.3: modo de registro ignorado Início de registro A inicialização de um registro de oscilo é ativado quando quaisquer das causas habilitadas sejam cumpridas para esta função (uma ou várias simultaneamente). A habilitação ou desabilitação da geração de oscilo é realizado individualmente, através de uma máscara, sobre cada uma das possíveis causas associadas a cada magnitude medida ou calculada pelo equipamento. Se a máscara de uma função de partida está em SIM, a partida do oscilo é habilitado por este sinal, pelo contrario, o oscilo não arranca por este sinal se a máscara do mesmo está em NÃO. Existe uma função de bloqueio de partida de oscilo. Esta função se ativa mediante uma ordem local pelo IHM ou por comunicações. Também é possível que o equipamento entre automaticamente em modo de bloqueio por não existir espaço livre para as oscilografias, etc. Quando a função de bloqueio está ativa, não é iniciado o registro mesmo que se ative alguma das condições de partida. Se o bloqueio é ativado estando a partida ativado (ou seja, passada a temporização ajustável), não tem efeito sobre o registro em curso

78 3.2 Registro de Oscilografias As condições de partida de oscilo existentes são: Sinais analógicos Canais analógicos medidos Freqüência Seqüência positiva Seqüência negativa e zero Limite alto: partida em 1 x Ajuste, reposição em 0.95 x Ajuste. Limite baixo: partida em 1 x Ajuste, reposição em 1.05 x Ajuste. Gradiente positiva (velocidade de mudança): superar ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Gradiente negativa (velocidade de mudança): descrescer abaixo do ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Conteúdo total de harmônicos (Total Harmonic Distortion THD). Conteúdo de um harmônico, pré-selecionado em % da distorção total de harmônicos. Limite alto: partida em 1 x Ajuste, reposição em 0.95 x Ajuste. Limite baixo: partida em 1 x Ajuste, reposição em 1.05 x Ajuste. Gradiente positiva (velocidade de mudança): superar ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Gradiente negativa (velocidade de mudança): descrescer abaixo do ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Limite alto: partida em 1 x Ajuste, reposição em 0.95 x Ajuste. Limite baixo: partida em 1 x Ajuste, reposição em 1.05 x Ajuste. Gradiente positiva (velocidade de mudança): superar ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Gradiente negativa (velocidade de mudança): descrescer abaixo do ajuste de variação de canal, em tempo de variação configurável (porcentagem de variação em um número de ciclos). Limite alto: superar ajuste, reposição em 0,95 x ajuste. Nota: Todas as condições de partida dispõem de uma temporização de partida (que a condição deve ser mantida durante esse tempo antes de ativar a partida. Sinais digitais Canais digitais e lógicos Flanco de subida: ativação do sinal. Flanco de baixada: desativação do sinal. Nota: Os sinais digitais possuem um tempo (configurável por ajuste) de validação do sinal (filtro antirrebotes ). Durante este tempo o sinal deve se manter estável para determinar que efetivamente tenha mudado de estado

79 Capítulo 3. Funções e Princípios de Operação Outros sinais de partida Sinal de Cross Trigger Cada equipamento dispõe de uma entrada e uma saída digital especial (conexão em fibra óptica) para sincronizar a partida de registro com outros equipamentos. O sinal de saída se conecta a entrada de outro equipamento, e a saída deste à entrada do seguinte, de forma que todos os registradores fiquem conectados em anel. Ordem de partida através do IHM Ordem de partida através de comunicações Quando em um equipamento se detecta uma causa geradora de oscilo, automaticamente é ativada a saída de cross trigger, que será transmitida de equipamento em equipamento até chegar novamente à entrada do próprio registrador gerador do sinal, lugar onde o sinal será bloqueado Recogida de oscilografias desde ZIVercomPlus a Arquivos de oscilografias O 8PRN diferentemente de outros equipamentos, gera arquivos de oscilografias em formato COMTRADE de forma natural. Além disto, dos arquivos obrigatórios.cfg e.dat, gera arquivos de cabeçalho.hdr (opcionais na norma) com informação particular de cada oscilografia. O programa ZIVercomPlus se adapta a esta particularidade e todo o tratamento dos arquivos de oscilografias (recolhimento, armazenamento, impressão, etc) é realizado sobre os 3 arquivos descritos anteriormente. A tela de registro de oscilografias apresenta o seguinte aspecto particular do 8PRN: 3.2-8

80 3.2 Registro de Oscilografias O significado dos botões da barra superior é o seguinte: Utiliza-se para recolher a lista de oscilografias do equipamento. Utiliza-se para guardar arquivo de oscilografias. Permite selecionar o diretório destino. Somente é válido para oscilografias completas (C) recolhidas no PC. Utiliza-se para a exclusão das oscilografias selecionadas e recolhidas no PC. Utiliza-se para imprimir as oscilografias selecionadas (com um máximo de 10 oscilografias simultâneas) na impressora associada ao registrador de oscilografias. Utiliza-se para excluir as oscilografias selecionadas no equipamento b Recolhimento de oscilografias Para recolher uma oscilografia através do equipamento e armazenála no PC local, deve-se fazer um duplo click sobre o nome do arquivo. Durante a fase de recolhimento de oscilografias aparece na tela da direita. Os arquivos recolhidos são armazenados por default no diretório oscilografias que saem do diretório de instalação do programa ZIVercomPlus. O nome com o qual se recolhe a oscilografia é o mesmo que no 8PRN, e está composto de: - Identificador de equipamento: 5 caracteres; - Momento de inicio de oscilografia: ano (2 caracteres), mês, dia, hora, minuto, segundo e milissegundo (3 caracteres), fazendo um total de 15 caracteres; - Ublinhado _ ; - Número de seqüencial de oscilografia no equipamento (1 caráter)

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