BLOGUE EM FLASH A conclusão do curso do mês passado. A oportunidade de transformar o seu blogue em algo mais avançado

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1 Os melhores tutoriais e dicas essenciais Este suplemento faz parte da revista Exame Informática nº 136, edição de Outubro de 2006, e não pode ser vendido separadamente. SERVIDORES Aproveite o seu velho computador para fazer um servidor. Venha aprender a efectuar esta confi guração PHOTOSHOP Mais um capítulo neste curso que está cada vez mais complexo BLOGUE EM FLASH A conclusão do curso do mês passado. A oportunidade de transformar o seu blogue em algo mais avançado ENCORE DVD 2 Novo curso sobre edição e criação de DVD AUTONOMIA Aprenda a melhorar o desempenho do portátil LINKAGOGO Os seus favoritos para aceder de onde quiser AJUDA...3 As respostas mensais às dúvidas mais comuns dos nossos leitores. NAS...6 Aproveite o computador antigo e faça o seu próprio servidor multimédia. Venha ver como... AUTONOMIA...12 Aprenda a utilizar um programa que melhora o desempenho da bateria do seu portátil. NET PRÁTICA...14 LinkaGoGo. Uma forma simples de albergar todos os seus favoritos num site Web para depois lhe poder aceder através de qualquer dispositivo. FLASH MX É a conclusão do nosso tutorial sobre como fazer um blogue em Flash. ENCORE DVD Novo curso. Vamos começar por aprender a estruturar um DVD utilizando o Encore 2.0 PHOTOSHOP...24 Continue a desenvolver os seus conhecimentos do melhor programa de edição de imagens. NET SITES Análise aos sites enviados pelos nossos leitores. GLOSSÁRIO: GRÁFICAS...31 Alguns dos termos utilizados no universo das placas gráfi cas: os motores dos jogos.

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3 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO Cada deverá conter apenas uma dúvida. Seja o mais completo possível na descrição do problema e indique a confi guração do seu PC (componentes principais e sistema operativo). RECUPERAR OS MEUS DOCUMENTOS Tenho um PC Pentium 4 a 2,6GHz, 1GB de memória DDR, uma board com chipset Intel 845. Criei duas contas para dois utilizadores no sistema operativo anterior (Windows XP SP2), uma delas protegida com palavra-passe. Tive um problema grave no sistema (ainda não consegui perceber qual foi) e acabei por instalar outro disco e instalar o sistema operativo de raiz. Mas perdi o acesso à pasta dos meus documentos que tinha no perfil com palavra-passe. Dá-me um erro com qualquer coisa como «não é possível aceder, o acesso é negado». Há alguma forma de poder aceder novamente aos meus documentos? Usava essa pasta para guardar o que de mais importante tinha no PC. Daí a palavra- -passe. Filipe Ferreira O sistema NTFS do Windows XP permite a encriptação de ficheiros. Muito útil, por exemplo, quando um PC é partilhado por mais do que um utilizador. Este sistema de segurança atribui um ID único à pasta protegida, que complementa o nome de utilizador e a palavra-passe. Isto significa que mesmo que o utilizador conheça o nome de utilizador e a palavra-passe, os ficheiros poderão estar inacessíveis quando a pasta protegida foi criada numa instalação anterior do Windows. Isto acontece porque cada instalação do Windows XP gera novos ID de segurança. Para resolver este problema, tem de, em primeiro lugar, desactivar a partilha de ficheiros simples: Iniciar > O meu computador > menu Ferramentas > Opções de pastas > separador Ver > em Defi nições avançadas clique para desmarcar a caixa de verificação Utilizar partilha de fi cheiros simples (Recomendado) e clique em OK. Agora poderá tratar do acesso propriamente dito. Clique com o botão direito do rato sobre a pasta a que não consegue aceder e clique em Propriedades > separador Segurança > OK se for apresentada a mensagem Segurança > Avançadas > Proprietário > na lista Nome, clique no seu nome de utilizador (Administrador se tiver iniciado sessão como administrador) ou clique no grupo Administradores. Para obter acesso ao conteúdo da pasta, selecciona a opção Substituir proprietário em subcontentores e objectos > OK. Clique em Sim se surgir a mensagem «Não tem permissão para ler o conteúdo do (nome da pasta). Deseja substituir as permissões do directório com permissões...». Finalmente, clique em OK. Sincronizar ficheiros offline É possível trabalhar em offline com o Windows XP Home? A minha questão diz respeito à sincronização com uma pasta do servidor através do modo offline, para que possa aceder à informação quando me encontro desligado da rede. A sincronização deverá ser feita quando me ligo à rede. Consigo fazer isto com o Windows 2000 e com o XP Profissional, mas ainda não consegui com o Home Edition. É possível fazer o update do Home para o Professional sem pagar a licença completa? Paulo Barata A ferramenta de sincronização de ficheiros offline não está, de facto, disponível no Windows XP Home Edition. Como o nome indica, esta versão do Windows XP destina-se a PC domésticos e, como tal, tem suporte muito limitado à utilização em rede. Para começar, o Windows XP Home Edition não permite a integração dos computadores em domínios (basicamente, a ligação de PC a servidores), o que é uma característica fundamental para trabalhar em redes empresariais. O suporte para rede do Windows XP Home Edition permite apenas a criação de grupos de trabalho para partilhar ficheiros e algumas funcionalidades (uma impressora, por exemplo). Poderá encontrar informações detalhadas sobre a ferramenta Ficheiros offline em Relativamente ao licenciamento, o Windows XP Home Edition dá-lhe direito a optar por uma versão de actualização do Windows XP Professional. Consulte a Microsoft Portugal (tel.: ou para obter mais informações. Não é uma ferramenta muito conhecida, mas é muito útil para quem trabalha com fi cheiros armazenados num servidor

4 4 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO A minha configuração Estou a pensar montar um computador novo. Será que me podem ajudar? Em termos de placa-mãe estou a pensar numa Asus ou Gigabyte com set Intel 945P: a Gigabyte 8I945P Pro ou a Asus P5LD2 Deluxe. Pretendo ter funcionalidade de RAID 1 para segurança dos dados. Estou a pensar no processador Intel Pentium D 940 (3,2GHz, socket 775, 2x2MB cache, bus de 800MHz). Relativamente à memória, não sei se deverei usar 2xDDR2 1024MB 533MHz CL4 ou 2xDDR2 1024MB 667MHz CL5 (custam o mesmo preço). Em termos de placa gráfica estou a pensar na Asus EAX1600 Pro/TD/ chip- 512MB ou na Radeon RX1600 Pro 512MB DDR2. Tenho dúvidas se deverei utilizar o sistema Crossfire da ATI com duas gráficas (só possível no sistema da ASUS). Será que tenho alguma vantagem? Pretendo fazer edição de vídeo. No caso da solução Crossfire terei de usar alguma fonte de alimentação especial? Aproveito para perguntar qual deverá ser a utilização futura das portas PCI X. Neste momento não têm muita utilidade, a não ser para a placa gráfica. Será assim? Uma solução de placa-mãe em chipset Nvidia seria uma hipótese a considerar? António Santos Os Core 2 Duo já são uma realidade e são muito mais eficientes do que os Pentium D, vencendo inclusivamente os Athlon X2. Ou seja, acho que deverá reconsiderar a escolha do processador. Até porque os Pentium D 940 nunca foram uma boa opção. A escolha da melhor memória para um CPU nem sempre é uma tarefa fácil. Isto porque não é só a frequência que influencia o desempenho. Aspectos como os tempos de acesso e a paridade com o bus do processador Front Side Bus no caso dos CPU da Intel são também importantes. Os novos Core 2 Duo utilizam um FSB de 1066MHz QDR (Quad Data Rate), o que significa que funciona, na realidade, a 266,67MHz (4x266,67MHz=1066MHz). Esta característica torna, à primeira vista, a memória DDR2 a 533MHz mais interessante, porque estes módulos utilizam a tecnologia Double Data Rate (DDR) e, como tal, funcionam a 266,67MHz As Radeon X1800 GT apresentam-se como uma boa solução qualidade/preço para quem prefere chips da ATI Os Core 2 Duo são os melhores processadores do momento. São signifi cativamente superiores aos Pentium D 900. (2x266,67MHz=533,3MHz). Ou seja, a utilização de memória DDR2 533MHz garante paridade total com o FSB. No entanto, a largura de banda extra conseguida pelos módulos DDR2 667MHz parece pensar, na maioria dos casos, a falta de paridade, o que os comtorna uma melhor opção. E, verdade seja dita, poderá sempre, através da configuração do BIOS, diminuir a frequência para 533MHz e verificar se os resultados são melhores. Ou seja, prefira os módulos mais rápidos, não só porque oferecem maior largura de banda, mas também porque são mais polivalentes (permitem diminuir a frequência e suportam melhor o overclock). Como já referimos mais do que uma vez, as plataformas multi-gpu da Nvidia (SLI) e da ATI (Crossfire) só têm verdadeiro interesse quando o que se pretende é o melhor desempenho possível, utilizando para isso duas placas de topo (muito dispendioso), ou quando se pensa em termos de actualizações futuras. Considerando os modelos que menciona, não procura o melhor desempenho possível, logo será melhor optar por adquirir uma boa placa gráfica do que duas placas de entrada de gama. Ganhará tanto em desempenho como em funcionalidade (o sistema fica mais simples) e, se optar por uma placa-mãe com arquitectura Crossfire ou SLI, poderá no futuro adicionar uma segunda placa gráfica para ganhar desempenho. Para conseguir uma melhor relação qualidade/preço escolha uma Radeon X1800 GT ou uma Geforce 7600GT. As placas-mãe com chipset nforce da Nvidia são, sem dúvida, uma hipótese a considerar (já existem placas- -mãe nforce 4 SLI compatíveis com os Core 2 Duo), especialmente se optar pelo SLI. A fonte de alimentação é sempre um componente importante e ganha ainda mais importância em sistemas Multi-GPU. Prefira uma fonte com pelo menos duas linhas de 12 volts e com uma potência mínima de 450 watts. É um facto, que tirando as placas gráficas (PCIe x16), existem ainda poucas placas de expansão que utilizem a arquitectura PCIe (PCI Express e não PCI-X como erradamente menciona). No entanto, considerando que vai adquirir um PC novo, será sempre bom que exista pelo menos um slot PCIe livre para possíveis expansões. Mas esta não é uma característica obrigatória, especialmente se adquirir uma placa-mãe que já inclua muitas funcionalidades on-board (porta de rede, firewire, etc.).

5 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO Ecrã de vídeo a negro Tenho um P4 a 3000GHz, 1GB de RAM, placa gráfica ATI 9600Pro, Windows XP SP2 actualizado... Tenho instalada no sistema uma placa PCTV Pro, e o programa PCTV Vision 2.76 para ver TV. Formatei o sistema e instalei o Windows de raiz. Quando abro o programa PCTV Vision com uma aplicação aberta em full screen, a imagem fica a preto, mesmo com os canais sintonizados. Descarreguei da Net o programa InterVideo WinDVR3 Demo para ver se resolvia o problema, mas nada. Tudo funciona bem até se maximizar uma janela. O mesmo acontece com o programa Power DVD 7 a reproduzir DVD. Só resta dizer que tenho os codecs em dia (pack K-Lite Codec Pack). Miguel Cardoso Uma simples pesquisa em fóruns on-line revela que o problema que menciona parece ser relativamente comum e não acontece apenas com placas e software da Pinnacle. São muitos os utilizadores de dispositivos de sintonia de TV que se queixam de falta de imagem em determinadas situações. E quando se trata de vídeo, o que não faltam são possíveis causas: drivers da placa de TV, drivers da placa gráfica, problemas com o DirectX, conflitos de hardware, codecs problemáticos... Isto só para citar alguns. Se tivesse de apostar e considerando a forma como a falha surge no seu caso concreto, diria que poderá ser um problema relacionado com o overlay do vídeo. Passo a explicar. Existem dois métodos de apresentar vídeo no monitor: directamente através de overlay ou via software. Neste último método, todo o vídeo é processado pelo software e pelo CPU do sistema e transformado em gráficos 2D. Mas esta técnica resulta em baixo desempenho (todo o vídeo é processado pelo CPU, píxel a píxel) e em menor qualidade. Habitualmente, para melhor qualidade e desempenho, utiliza-se a técnica do overlay,, que permite que o vídeo seja apresentado directamente no ecrã pelo hardware (placa gráfica ou sintonizador de TV). De uma forma simplista, o tware deixa um espaço em branco, ou melhor, em negro, que é preenchido pelo vídeo via a tecnologia de sobrepo- sição (overlay). É exactamente por isto que muitas vezes não se consegue fazer um print screen da janela de vídeo sof- para um programa de edição de imagem (a janela de vídeo aparece a negro se o fizermos). É também por isto que ao mover uma janela de vídeo se nota uma descolagem do vídeo da janela. Comece (seguindo esta ordem), por reinstalar o DirectX 9.0c e actualizar os drivers da placa gráfica (os Catalyst, que en- contra no DVD desta edição) e da placa PCTV Pro. Na aplicação PCTV Vision clique com a tecla direita do rato sobre a zona da imagem e escolha Settings (propriedades). Verifique se o modo Overlay está seleccionado. Mesmo que o modo já esteja seleccionado, volte a seleccioná-lo (o software da Pinnacle parece ter problemas em registar esta configuração) e clique em OK. Se nada disto resultar, experimente mudar a profundidade de cor (Iniciar > Painel de controlo > (Aspecto e temas) > Visualização > separador Definições > mude, no campo Qualidade da cor, o valor para 16 bits ou High Color. Poderá ainda tentar mudar a resolução do ecrã para 800x600 píxeis. Que portátil? Eu queria comprar um portátil mas não sei qual! O que é melhor? Estive a ver oseguinte: HP Pavilion dv5296ea. Será uma boa máquina? Que sugestões têm? João Barradas Pelo que apurei, a máquina que menciona pode ser adquirida por preços que variam entre 1300 a 1400 euros, o que, considerando as especifi cações do portátil, parece ser um valor interessante. O Pavilion dv5296ea tem componentes capazes de oferecer um desempenho muito razoável, mesmo em jogos (o controlador gráfi co é o GeForce Go 7400 com 128MB dedicados). O processador é rápido, o disco rígido é muito espaçoso para um portátil (120GB), a memória RAM é q.b. (1GB) e, muito importante, vem acompanhado por um bom conjunto de software. Por pesar cerca de 3kg, está no limite da mobilidade. Ou seja, esta máquina é um pouco pesada demais para o acompanhar para todo o lado, mas é sufi cientemente leve para as viagens trabalho/casa. No entanto, não posso realmente assegurar a qualidade do HP Pavilion dv5296ea porque, simplesmente, não testámos o modelo em questão. Quanto a sugestões, nada melhor do que ler as nossas análises e consultar o Guia de Compras.

6 6 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I NAS NO CD E DVD CONSTRUA O SEU PRÓPRIO NAS 1 a PARTE Um velho PC sem monitor e uma aplicação gratuita são tudo aquilo de que precisa para criar um sofisticado servidor para armazenamento de ficheiros. Uma solução ideal para ligar à rede lá de casa ou mesmo da sua empresa. Há alguns anos, ninguém pensava ter um servidor em casa para armazenar ficheiros. E, verdade seja dita, não havia razões para isso. Mas, actualmente, é comum encontrarmos casas com dois ou mais computadores. Por exemplo, muitas famílias têm um PC de trabalho, um PC para os filhos e/ou um ou dois portáteis. Já para não falar nos media center, que começam a aparecer nas salas de estar. É também habitual que os utilizadores acumulem milhares de ficheiros pessoais, nomeadamente documentos de trabalho, música, fotos digitais e vídeos. Ora, quando tudo isto está espalhado por mais do que uma máquina, a gestão dos ficheiros torna-se uma verdadeira dor de cabeça. Por exemplo, quantas vezes já andou à procura de um ficheiro sem saber se ele está no PC de secretária ou no portátil? E depois há o problema das cópias de segurança. Imagine se, de repente, o disco rígido do seu computador avariasse. Quantos documentos importantes perderia? Claro que pode, e deve, fazer cópias de segurança para CD ou DVD, mas seria mais prático copiar os ficheiros facilmente e rapidamente para um armazém disponível na sua rede, à distância de um clique. Por tudo isto, já faz sentido ter um servidor para armazenamento de ficheiros em casa, que até pode estar escondido numa dispensa, disponível para ser acedido por todos os computadores da Sérgio Magno casa, independentemente do sistema operativo que utilizem. NAS, A MELHOR SOLUÇÃO A forma mais comum de criar um servidor de ficheiros consiste na utilização de um PC com Windows onde se partilhem pastas. No entanto, este sistema acaba por ser caro e pouco eficiente. Será necessário adquirir uma licença do Windows e, se optar pelo XP, hardware com capacidades q.b. para correr o sistema. E, como se trata do Windows, a gestão remota (controlo do servidor através de outro PC) só será possível com software adicional, tanto mais se pretender opções mais avançadas para a gestão de permissões de acesso. Só o software é capaz de ocupar algumas centenas de megabytes de espaço precioso em disco, além de roubar uma boa parte dos recursos do sistema. Depois há ainda que contar com um monitor, um rato e um teclado para controlar a máquina, o que significa espaço e dinheiro. E, por razões de segurança, não nos podemos esquecer, no mínimo, de um antivírus. Na prática, um servidor de ficheiros baseado em Windows acaba por ser outro PC com as habituais exigências MATERIAL NECESSÁRIO Além de um PC com 96MB de memória RAM recomendamos, no mínimo, um Pentium II, equipado com porta de rede, será também necessário uma unidade de CD-ROM ou DVD-ROM para instalar o sistema, unidade que poderá depois ser removida da máquina (depois de a instalação estar concluída). Também o monitor, o teclado e o rato só serão necessários para o processo de instalação, podendo depois ser removidos atenção que alguns PC não arrancam se não detectarem um teclado (verifi que a confi guração do BIOS para saber se terá de deixar um teclado ligado ao seu sistema NAS). Quanto mais simples for a máquina, melhor. Desta forma o consumo eléctrico será mínimo e existirão menos hipóteses de o FreeNAS não detectar alguns dos componentes. O controlador gráfi co, por exemplo, não é importante e, como tal, o PC poderá ter uma placa gráfi ca elementar ou nem sequer ter placa gráfi ca se o controlador gráfi co estiver embutido na placa-mãe. Não é, obviamente, necessário qualquer placa de som. O FreeNAS tem por base o FreeBSD 6, um sistema operativo derivado do UNIX. Isto signifi ca que o FreeNAS suporta todo o hardware compatível com o FreeBSD 6 (mais informações em o que inclui a grande maioria das placas de rede do mercado e até um vasto leque de placas wireless. Para simplifi car o processo de instalação, recomendamos que remova da máquina, se existirem, placas de rede extra (deixe apenas uma) e todos os componentes desnecessários. Se, posteriormente, quiser adicionar uma placa de rede (uma controlador wireless, por exemplo) poderá fazê-lo já a partir do sistema FreeNAS.

7 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO em termos de manutenção. E, mais importante ainda, com custos demasiado elevados para uma máquina que só servirá para armazenar dados. Num sistema deste tipo, também a segurança estaria longe de ser a desejável. As soluções NAS (ver caixa O que é o NAS?) são bem mais práticas. Estes sistemas quase não têm manutenção (é ligar e esquecer) e são bem mais económicos do que os servidores. Existem NAS mais ou menos polivalentes de acordo com as necessidades e possibilidades dos utilizadores. Desde aparelhos muito compactos, que não passam de um disco rígido com ligação à rede, sem qualquer software de gestão, até sistemas muito funcionais, com ferramentas como gestão de utilizadores e de espaço de armazenamento em disco. Um bom exemplo de uma máquina deste tipo é o LaCie Ethernet Disk 500GB, testado na Exame Informática n.º 125. E a melhor notícia é que é perfeitamente possível criarmos o nosso próprio NAS, utilizando para o efeito aplicações gratuitas e um PC bastante básico, que dispensa inclusive uma licença do Windows. Chegou a hora de aproveitar o velho PC que está na arrecadação ou as peças que sobraram do seu último upgrade. FREENAS Para realizar este projecto escolhemos o FreeNAS (www.freenas.org), uma aplicação de código aberto (está incluída no CD e no DVD desta edição). Escolhemos este software, que é também um sistema operativo de base Linux, por três razões: é totalmente gratuito, é uma aplicação extremamente leve (só ocupa 32MB em disco e exige pouca memória e pouco poder de processamento) e, como o nome indica, foi criada de raiz para a função NAS. Isto significa que, ao contrário de outros sistemas operativos, só traz o que é necessário para a função pretendida. Nada de utilitários que só vêm ocupar espaço em disco nem de processos desnecessários que ocupam memória e tornam o arranque do sistema mais lento. Resultado, o FreeNAS pode correr eficientemente mesmo em PC mais antigos. Outra das vantagens de um sistema muito básico quase ao nível de um firmware é a segurança acrescida. A possibilidade de um sistema FreeNAS ser infectado por código malicioso, nomeadamente vírus, é praticamente nula. Claro que os PC ligados à rede deverão estar equipados com antivírus, para evitar o armazenamento de ficheiros infectados. Mas mesmo que os utilizadores coloquem ficheiros infectados na máquina gerida pelo FreeNAS, este sistema não será afectado pela doença. Melhor ainda, as capacidades NAS deste software são bastante avançadas, incluindo, entre outras, gestão remota via browser web, RAID por software, autentificação dos utilizadores e suporte para vários protocolos (CIFS, FTP, NFS e RSYBC). O QUE É O NAS? NAS signifi ca Network Attached Storage e é a denominação de dispositivos criados para substituir os típicos servidores de armazenamento de dados. De forma simplista, podemos pensar numa unidade NAS como sendo um disco rígido com porta de rede, que pode ser facilmente ligado a uma infra-estrutura ethernet e assim disponibilizar espaço de armazenamento aos utilizadores da rede onde está integrado. Obviamente, existe uma série de funcionalidades importantes associadas a este serviço, que vão muito além do simples armazenamento de fi cheiros. Falamos de aspectos como a gestão de espaço de armazenamento por cada utilizador, a automatização de backups ou mesmo a gestão de permissões de acesso. À primeira vista são funcionalidades que exigem um servidor capaz de correr aplicações comerciais típicas. Nada mais errado. Os sistemas NAS mais sofi sticados já incluem funcionalidades como as referidas, que podem ser programadas remotamente pelo administrador de sistema. O sistema aqui demonstrado, que utiliza como base um típico PC, é um bom exemplo das funcionalidades que podem ser disponibilizadas num NAS.

8 8 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I NAS 1. CRIAR UM CD DE ARRANQUE 2. O ARRANQUE DO PC A PARTIR DO CD Copie o fi cheiro FreeNAS.iso (formato de imagem ISO) que está na pasta \Programas\FreeNAS\ do CD ou DVD desta edição para uma pasta à sua escolha no disco rígido (pode ser na área de trabalho). Utilize um programa de gravação de CD com capacidade de gravar imagens ISO para criar o CD a partir do fi cheiro de imagem. No Nero Burning ROM, por exemplo, seleccione o menu Recorder > Burn Image > indique a localização do fi cheiro FreeNAS.iso e clique em OK para iniciar o processo de gravação. 3. INICIAR O SISTEMA OPERATIVO O seu PC deverá estar confi gurado para procurar, em primeiro lugar, pelo sistema operativo na unidade de CD ou DVD. Caso contrário, o PC iniciará com o sistema operativo que esteja instalado no disco rígido ou simplesmente não arrancará. Para colocar a unidade de CD ou DVD em primeiro lugar no arranque (Boot), terá de aceder à confi guração do BIOS consulte o manual do seu PC ou da respectiva placa-mãe para obter mais informações. Normalmente, a confi guração da ordem de arranque tem a denominação boot order ou first boot device e está disponível no menu das confi gurações avançadas (advanced BIOS features). 4. ESCOLHER O TIPO DE INSTALAÇÃO Introduza o CD de instalação do FreeNAS criado no passo 1 na drive e reinicie o PC. O sistema deverá detectar o CD e iniciar o FreeNAS, processo que demora alguns segundos. Quando surgir o menu FreeNAS Console Setup escolha a opção 7) Install on HD/CF/USB Key. Surgirá um segundo menu (FreeNAS Install) com três opções. A primeira opção não tem grande interesse, porque não permite que o disco rígido onde o sistema será instalado seja também utilizado para armazenamento de fi cheiros. Por isso, escolha a opção 2) Install on HD: Create 2 UFS partitions (FreeNAS and DATA). Esta opção criará duas partições com o sistema de fi cheiros UFS; uma muito pequena, onde será instalado o FreeNAS e uma segunda partição (praticamente toda a totalidade do disco rígido) que poderá ser utilizada posteriormente para armazenamento de fi cheiros.

9 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO SELECCIONAR A UNIDADE DE CD OU DVD 6. INSTALAR O FREENAS NO DISCO RÍGIDO Escolha a unidade de origem, ou seja, a drive de CD ou DVD, digitando a denominação atribuída pelo FreeNAS. Em sistemas com uma única unidade, o mais provável é que seja acd0, mas poderá ser outra. Se surgir um erro de montagem da unidade de CD/DVD, pressione a tecla Enter, escolha a opção 3) para voltar o menu principal onde deverá escolher a opção 5) para reiniciar o sistema. Repita os passos 3, 4 e 5 e o problema deverá desaparecer. Escolha o disco rígido de destino, ou seja o disco onde será instalado o FreeNAS, digitando a respectiva denominação. Em sistemas com mais de um disco rígido, recomendamos que opte por aquele que está em primeiro lugar na ordem do BIOS normalmente será o ad0. O FreeNAS será instalado. Siga as instruções e, no menu principal, seleccione a opção 5) para reiniciar o sistema. 7. ESCOLHER A PORTA DE REDE 8. DEFINIR O ENDEREÇO IP No menu principal, escolha a opção 1) Interfaces: assign network ports. Digite a denominação da porta de rede que será utilizada pelo FreeNAS para comunicar com a rede. Se apenas existir uma, o que é o mais habitual, o processo será mais simples. No nosso exemplo, a denominação é de0. Pressione a tecla Enter quando surgir a linha de comandos Optional 1 Interface e escolha Y (yes) para reiniciar o sistema. No menu principal escolha 2) Set up LAN IP address. Digite um endereço IP que não seja utilizado por nenhuma máquina da sua rede e que pertença à família de endereços IP da rede ( no nosso caso). Por exemplo, grande parte dos routers disponibiliza endereços que variam de a Se não sabe quais são os endereços utilizados, consulte a confi guração do router. No caso de uma rede mais vasta (de uma empresa, por exemplo), deverá consultar o responsável pela rede (o administrador de sistemas). Em seguida, escolha a máscara de sub-rede (subnet mask) utilizada na sua rede (no nosso exemplo, escolhemos 24 relativo ao endereço ). Ver caixa Endereços IP.

10 10 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I NAS 9. VERIFICAR LIGAÇÃO DE REDE 10. ACEDER AO NAS No menu principal escolha 6) Ping host e digite um endereço IP que esteja a ser utilizado no momento por um outro PC da sua rede ( , por exemplo), que, obviamente, terá de estar ligado. Se a conexão falhar, escolha a opção 5) para reiniciar o sistema e repita o teste. A sua máquina NAS está pronta. ENDEREÇOS IP? Estes endereços são constituídos por quatro grupos de três algarismos e funcionam como as matrículas dos automóveis. Em cada rede, o mesmo endereço IP não deverá ser repetido. Ou seja, cada um dos PC bem como cada um dos outros dispositivos ligados à rede deverá ter um endereço IP único. Nas redes domésticas, os endereços IP dos PC são normalmente atribuídos automaticamente por um router, que liga a rede à Internet. Em redes com base em simples hubs, os endereços são defi nidos manualmente pelo utilizador. O sistema NAS deverá ter também o seu endereço IP para poder ser contactado pelos outros PC da rede. Este endereço terá de ser defi nido manualmente pelo o utilizador. Existe ainda outro endereço importante, a máscara de sub-rede (subnet mask), que deverá ser o mesmo para todos os dispositivos da mesma rede. Para obter informações sobre os endereços IP e a máscara de sub-rede consulte o menu de confi guração do seu router e/ou as propriedades da ligação de rede dos PC que estejam ligados à rede (Iniciar > Painel de controlo > (Desempenho e manutenção) > Ligações de rede e Internet > Ligações de rede > duplo clique sobre a ligação de rede activa (normalmente será a conexão de rede local) > separador Suporte). Desta forma, saberá qual a máscara de sub-rede a atribuir ao NAS. Relativamente ao endereço IP, terá apenas de escolher um que esteja vago. Se, por exemplo, tem dois PC em casa, um com o endereço e outro com o endereço , deverá escolher para o NAS um endereço X, desde que o X seja diferente de 2 e de 3. Se utiliza um router, certifi que-se de que o endereço IP escolhido para o NAS já não está a ser utilizado pelo router (basta consultar o menu de confi guração do router para saber esta informação ou verifi car qual é o endereço que surge no campo Gateway Predefi nido no separador Suporte das ligações de rede, já mencionado anteriormente). Se todas as confi gurações foram correctamente executadas, a máquina NAS já estará disponível na sua rede. Num qualquer PC ligado à mesma rede, inicie o browser (o Internet Explorer ou o Firefox, por exemplo) e digite no campo endereço o IP atribuído ao NAS ( no nosso caso). Surgirá uma janela de controlo de acesso, que pede um nome de utilizador e palavra-chave. Digite o nome de utilizador e a palavra-chave originais, respectivamente, admin e freenas posteriormente, poderá (e deverá) alterar estes itens. 11. ADICIONAR O DISCO RÍGIDO Agora deverá estar perante a interface do NAS, denominada WebGUI. Seleccione, no menu lateral esquerdo, Disks > Management e, no menu da direita, seleccione o separador Manage. Clique sobre o botão (+) para adicionar um disco. No menu seguinte, no primeiro campo, escolha o disco rígido onde instalou o NAS (o primário), que terá a mesma denominação que foi indicada no passo 6 (ad2 no nosso exemplo). Repita o processo para adicionar os outros discos rígidos instalados no sistema, se existirem. Clique no botão Apply Changes. No menu dos discos existem campos destinados à gestão energética e do nível de ruído do disco. Em Hard disk standby time podemos definir o tempo após o qual o disco entra em modo de espera, onde consumirá o mínimo de energia. Deverá deixar os campos Advanced power management (gestão de energia do próprio disco) e Acoustic level em Disabled se não tem a certeza de o seu disco rígido suportar estas funcionalidades. Clique no botão Add, que adicionará o disco rígido à lista do NAS.

11 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO FORMATAR O DISCO 13. MONTAR OS DISCOS Só precisará de formatar discos extra, que não aquele onde foi instalado o FreeNAS. Se o seu sistema incluir mais do que um disco rígido, formate-os: seleccione o separador Format, escolha o disco rígido no campo Disk (uma vez mais, repetimos que não deverá formatar o disco primário, onde já está o FreeNAS), defina o formato de fi cheiros em Filesystem (recomendamos UFS, para maior segurança, ou FAT, se previr a necessidade de um dia ligar esse disco a um sistema Windows) e clique em Format disk. Só poderá formatar discos adicionados no passo DISPONIBILIZAR OS DISCOS NA REDE Seleccione, no menu lateral esquerdo, a opção Disks > Mount Point. Seleccione, no campo Disk, o disco rígido primário, onde foi instalado o FreeNAS (o ad2 no nosso exemplo). No campo Partition escolha o valor 2, já que a primeira está reservada ao sistema operativo FreeNAS. Seleccione UFS no File system. Atribua um nome de partilha (nome que surgirá na rede) no campo Share name. Clique no botão Save. Repita o processo para montar, se existirem, outros discos, tendo em atenção que o File system de cada disco deverá corresponder ao escolhido no processo de formatação do passo anterior. 15. ACEDER AO NAS No menu lateral esquerdo selecciona Services > CIFS. Clique, no menu da direita, na opção Enable. Deixe, por agora, a Authentication em Anonymous, o que signifi ca que o acesso aos discos será livre. Escolha um nome para o seu sistema NAS em NetBiosName (NAS, por exemplo). Em Workgroup digite um grupo de trabalho da sua rede. Em caso de dúvida, verifi que qual o grupo de trabalho dos PC: Iniciar > Painel de controlo > (Desempenho e manutenção) > Sistema > separador Nome do computador. Digite uma descrição do sistema no campo Description. Não altere os valores dos outros campos. Clique no botão Save. Utilizando outro PC ligado à rede, clique em Iniciar > Executar e digite \\ seguido do endereço de IP do NAS (\\ no nosso exemplo). Clique em OK. Deverá surgir uma janela com uma pasta de rede com o nome atribuído no campo Share name do passo 14. Se o PC está inserido num domínio ou utiliza um grupo de trabalho diferente do grupo seleccionado para o NAS, poderão surgir janelas de controlo de acesso. Neste caso, simplesmente ignore-as, clicando em OK. Experimente copiar fi cheiros para a pasta. Agora tem uma pasta na rede. Para facilitar o acesso, recomendamos que crie um atalho para esta pasta no seu ambiente de trabalho. NA PRÓXIMA EDIÇÃO Na segunda e última parte deste tutorial, explicaremos opções mais avançadas da confi guração do NAS, como, por exemplo: o controlo do acesso dos utilizadores às pastas partilhadas, a criação de unidades RAID 1 para aumento da segurança dos dados através da redundância, a adição de mais controladores de rede para aumento do desempenho, a ligação ao NAS via wireless, a activação do serviço FTP e a adição de discos externos.

12 12 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I GESTÃO DE BATERIA AUTONOMIA MÁXIMA Assuma o controlo do seu portátil fazendo uso do Notebook Hardware Control, destinado a monitorar e a melhorar o desempenho. Ricardo Fortunato Existem múltiplos programas para a gestão da bateria do seu portátil. Nalguns casos, como o da Toshiba ou da Acer, o software é particularmente potente, podendo definir tais pormenores como desligar as portas USB ou de rede. Noutros casos, os modelos são fornecidos apenas com o gestor de base do Windows, o qual oferece opções muito limitadas. O NHC (Notebook Hardware Control) é um programa gratuito que permite uma gestão muito mais aprofundada da sua bateria, oferecendo opções para um melhor aproveitamento e maior controlo do seu portátil. Temperaturas do disco rígido e do processador, níveis de viciamento da bateria ou da sua velocidade de carregamento são apenas algumas da informações presentes no NHC. De notar que este programa está dependente do hardware presente na máquina, pelo que nem todas as funcionalidades do programa poderão estar activas. Velocidade presente do processador, com o nível de voltagem utilizada e perfi l corrente de desempenho As diversas janelas permitem o acesso às várias ferramentas O Notebook Hardware Control oferece uma opção de actualização automática Este painel transparente oferece informação detalhada sobre o estado do portátil Carga da bateria e tempo de vida esperado da mesma Temperaturas do processador e disco rígido Memória física e virtual disponível Indicador de carga disponível e perfi l de desempenho Painel de controlo onde se activa a visualização do estado do portátil

13 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO CONTROLE O CONSUMO 2. AFINE O PROCESSADOR Através desta janela pode controlar o processador e estabelecer regras para definir a velocidade do mesmo em resposta às necessidades do sistema. 3. FERRAMENTAS AVANÇADAS Pode definir multiplicadores e voltagens diferentes para o seu processador, confi gurando ao pormenor o desempenho esperado em cada situação. 4. TUDO SOBRE BATERIAS O ACPI (Advanced Confi guration & Power Interface) necessita de perfi s externos para definir parâmetros como o nível de luminosidade do ecrã ou as velocidades da ventoinha. O Notebook Control Hardware fornece-lhe informação normalmente não disponível, como o tipo de bateria, nível de degradação e capacidade máxima. 5. GRÁFICOS TAMBÉM CONTAM 6. RUÍDO E DESEMPENHO Apesar de já vir integrado por defeito nos portáteis, a possibilidade de alterar os níveis de desempenho e consumo energético da sua placa gráfi ca está também aqui presente. Um controlo mais aprofundado do seu disco rígido permite-lhe subir e descer os níveis de ruído, desempenho e consumo energético.

14 14 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I GUIA PRÁTICO LEVE OS LINKS CONSIGO Saiba como alojar a sua colecção de Favoritos na Web e aceder-lhe a partir de qualquer browser ou dispositivo. Isabel Infante São centenas, talvez milhares, os links para a pasta de Favoritos que temos armazenada no browser que mais utilizamos em casa ou no trabalho. Mas porque havemos de estar limitados a um único posto de acesso, se temos cada vez mais equipamentos a partir dos quais podemos aceder à Net, sejam portáteis, desktops, PDAs ou telemóveis? O site LinkaGoGo oferece uma solução gratuita e bem eficaz para este problema de gestão de destinos de navegação através de uma plataforma que pode ser personalizada à exacta medida de cada utilizador. Todos os endereços que completam a lista dos Favoritos que cada utilizador tem guardada no seu browser principal podem ser exportados directamente e de forma automática para o LinkaGoGo, que, por sua vez, pode ser acedido on-line a partir de qualquer dispositivo com ligação à Net. Depois, basta efectuar o acesso personalizado com o respectivo login e password para passar a ter acesso permanente aos seus Favoritos. Lista de links dos Favoritos já associados e ordenados através de vários critérios cronológico, alfabético, mais usados, etc. Bara de acesso a cada uma das áreas de controlo do site Área de acesso personalizado com identifi cação do utilizador registado acompanhado de ícone de aviso de segurança Janela de acesso aos links que patrocinam o site, com destaque para a Amazon.com Pasta de links para partilha com outros utilizadores Barras de pesquisa que remetem para os conteúdos internos já adicionados ou para o motor de pesquisa Google Acesso às pastas através das quais se organizam os Favoritos Acesso directo aos sites dos Favoritos mais consultados a partir do LinkaGoGo Visualização das páginas preferidas Acesso ao fórum e ao blogue onde utilizadores do LinkaGoGo partilham experiências Ferramentas para gestão dos links associados ao LinkaGoGo

15 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO REGISTO PERSONALIZADO 2. ACESSO À ÁREA PESSOAL Para este passo basta escolher um nome de utilizador e uma palavra-passe. É imediatamente criada uma área de acesso pessoal que pode começar a confi gurar. 3. IMPORTAÇÃO AUTOMÁTICA Todos os passos, todas as opções de confi guração começam por ser apresentadas ao utilizador de forma bastante clara assim que este acede à sua área pessoal. Leia-as com atenção. 4. ORGANIZAR PASTAS Qualquer que seja o browser em que tenha arquivado os seus Favoritos IE, Firefox, Opera... a importação dos links para o LinkaGoGo pode ser feita de forma automática. Tal como no browser, os links para os Favoritos estão organizados por temas. Todas as confi gurações (nome, comentários, palavras-chave) são muito fáceis de associar. 5. GESTÃO DE CONTEÚDOS 6. FAVORITOS EM MOBILIDADE Os dados relativos a cada link são representados estatisticamente para que o utilizador os possa organizar de forma optimizada. Podem ser criados alertas para cada um. A associação de links ao portal garante ainda que eles fi cam organizados na estrutura desejada, também para o seu acesso através de dispositivos móveis, como PDA ou telemóvel.

16 16 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I FLASH NO CD E DVD CONTEÚDOS DINÂMICOS CONSTRUÇÃO DE UM BLOGUE A blogosfera já não é novidade, mas não é comum encontrar blogues elaborados inteiramente com Flash. 2 a PARTE PASSO 17 Na layer area clicavel vamos colocar um rectângulo. No entanto, como pretendemos que esse rectângulo não seja visível, vamos seleccioná-lo e, no painel Colors, vamos colocar o preenchimento e respectivo contorno com Alpha:0. PASSO 18 Na layer labels vamos ter dois keyframes com as seguintes etiquetas: off e on. Seleccionando o keyframe respectivo, no painel Properties acedemos ao Frame Label. Note que surgirá uma pequena bandeira nos keyframes. PASSO 19 Na layer actions teremos dois keyframes e colocaremos o seguinte código em ambos: stop(); PASSO 21 Aceder ao movieclip recém-criado (ver passo 7), onde iremos ter cinco layers, com os seguintes nomes: box, data, titulo, texto e scrollbar. PASSO 20 Regressar ao blogue (ver passo 11). Na layer noticias, vamos colocar a imagem caixa_notic.png (ver passo 3) e convertê- -la para movieclip (ver passo 5). Atribuir o nome de instância noticias_mc (ver passo 6). PASSO 22 Na layer box teremos a imagem caixa_notic.png. Na layer data vamos criar uma caixa de texto Dynamic com o nome de instância data_txt.

17 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO PASSO 23 Aconselha-se colocar as fontes de letra embed (ver passo 12). Neste caso, só nos interessará que sejam os caracteres numéricos. PASSO 25 Na layer texto vamos repetir o passo anterior, mas com o nome de instância texto_txt. PASSO 24 Na layer titulo teremos uma caixa de texto Dynamic, com o nome de instância de titulo_ txt. Faremos o embed aos caracteres Latin, à pontuação e acrescentaremos alguns sinais de acentuação. PASSO 26 Para a layer scrollbar utilizaremos um componente User Interface UIScrollBar, uma vez que só pretendemos fazer scroll de texto. Os componentes são acessíveis via menu Window > Components. PASSO 27 No painel Components encontra-se o separador User Interface. Vamos colocar um UIScrollBar no palco. PASSO 28 Atribuir nome de instância noticiascroll. Repare que junto às Properties encontramos um novo separador: Parameters. PASSO 29 Acedendo aos Parameters vamos colocar como targetinstancename o nome de instância da caixa de texto texto_txt. Note que não pretendemos o scroll horizontal, pelo que deve colocar "false". PASSO 30 Regressemos ao blogue (ver passo 11). Na layer comentarios, colocaremos a imagem caixa_ coment.png. Converter em movieclip e atribuir o nome de instância comentarios_mc (ver passos 5 e 6). PASSO 31 Aceder ao movieclip comentarios_mc, no qual iremos criar as seguintes layers: box, texto, scrollbar, textostatic, textoinput, btns e actions. Na layer box teremos a imagem caixa_ coment.png.

18 18 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I FLASH PASSO 32 Na layer texto colocaremos uma caixa de texto Dynamic, em que estarão todos os comentários feitos sobre uma determinada notícia. Atribuir o nome de instância texto_txt. Não se esqueça de fazer o embed à fonte de letra (ver passo 24). Esta caixa de texto permitirá que se escreva HTML para uma formatação mais elaborada. Assim, deveremos premir a opção Render text as HTML. PASSO 34 PASSO 33 Vamos acrescentar um componente UIScrollBar aos comentários. Assim, repetiremos o passo 27. Atribuiremos o nome de instância comentarioscroll. PASSO 35 Iremos agora criar um pequeno formulário para permitir que sejam adicionados comentários. Relembro que, para a inserção das notícias, criaremos mais tarde um CMS Content Management Service. Na layer textostatic vamos criar caixas de texto Static com os títulos dos campos a preencher: Nome e Comentário. Na layer textoinput teremos duas caixas de texto Input com os nomes de instância nome_txt e comentario_txt. PASSO 36 Na layer btns teremos o botão para submeter o novo comentário. Escrever o texto do botão e converter em movieclip. Atribuir o nome de instância inserir_mc. Entrar no movieclip onde iremos ter três layers: texto, area clicavel e actions. PASSO 37 Na layer texto teremos o texto do botão. Iremos seleccioná-lo e converter para Graphic. No frame 10 acrescentaremos um keyframe (f6). Seleccione Graphic e, nas Properties, aplique um Tint com a cor #FF9900 a 100%. PASSO 38 Seleccione o keyframe inicial e, nas Properties, seleccione Motion. PASSO 39 Na layer area clicavel vamos desenhar um rectângulo que se sobreponha a todo o texto do botão. Atenção que tanto o preenchimento como o contorno deverão de estar com Alpha:0, para que não sejam visíveis (ver passo 17). PASSO 40 Na layer actions colocaremos somente um stop(). Note que todas as layers deverão percorrer os dez frames da animação do texto.

19 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO PASSO 41 Regressar ao movieclip dos comentários. Pretendemos que as caixas de texto Input tenham o contorno visível mas sem background. Assim na layer actions vamos colocar o seguinte código: nome_txt.border = true; nome_txt.bordercolor = 0x999999; comentario_txt.border = true; comentario_txt.bordercolor = 0x999999; PASSO 42 À semelhança do que se fez com as setas, iremos programar os eventos de rollover e rollout. Mantemo-nos assim na layer actions: var botao:boolean = false; inserir_mc.onrollover = function(){ botao = true; } inserir_mc.onrollout = function(){ botao = false; } inserir_mc.onreleaseoutside = function(){ botao = false; } this.onenterframe = function(){ if(botao){ inserir_mc.nextframe(); }else{ inserir_mc.prevframe(); } } Evolução do Flash: FutureSplash (1996); Flash versões 1 a 5 (1996/2000); Flash versões 6 e 7 (MX e MX2004) (2002/2003); Flash versão 8 (2005) PARABÉNS FLASH Encontra-se no mercado um software que permite criar animações vectoriais o FutureSplash Animator. Tecnologia de ponta que foi rapidamente utilizada em websites de empresas de renome, como o MSN da Microsoft, o site oficial The Simpsons da FOX e o Disney Daily Blast da Disney. Este último utilizava também o Shockwave da Macromedia e, a partir daqui, nasceu uma ligação que terminaria com o lançamento do Macromedia Flash 1.0 estamos em Foi em 1999, altura em que saiu a versão 4, que nos presenteava com campos de input, streaming de MP3 e variáveis internas, que me cruzei com o Flash. O Actionscript ainda era algo muito prematuro, o qual só assumiu realmente a designação com a versão 5 no ano seguinte. Hoje, em 2006, o Flash, na sua versão 8, é utilizado à escala mundial. A evolução foi vertiginosa e espera-se que assim se mantenha. A Internet já não é nenhuma novidade, e a atenção redobra-se para todos os dispositivos que permitam um display digital. Aquela que outrora nasceu como uma ferramenta para animação vectorial é hoje considerada uma plataforma para uma experiência de navegação rica e sem falhas. Este ano comemoram-se os dez anos do agora Adobe Flash. Parabéns e obrigado. Concluímos assim a produção gráfica do nosso blogue, ao qual se acrescentaram pequenos apontamentos de animação nos botões. Pretendemos manter uma interface limpa e com pouca animação, pois o foco de atenção não se encontra nesse sector. Espero que o leitor mantenha o ânimo, agora que nos aproximamos da fase crucial. Na próxima edição iremos criar um documento XML com a estrutura final e preenchido com Dumb Data e respectiva programação para a sua leitura dentro do Flash. Até lá, bom Flashing. NA PRÓXIMA EDIÇÃO...

20 20 OUTUBRO 2006 / EDIÇÃO 136 SOLUÇÕES I DVD NO CD E DVD COMO ESTRUTURAR UM DVD EM ENCORE DVD 2.0 Quantas vezes gostaríamos de criar DVD, caseiros ou profissionais, mais interactivos e dinâmicos? 1 a PARTE Utilizando o Encore DVD, podemos criar, desenvolver e finalizar todo o tipo de projectos que pretendermos mostrar aos nossos amigos e família ou a clientes. No entanto, um bom projecto com menus, vídeos, som e special effects não funciona sem a ajuda de outros programas da família Adobe, nomeadamente, After Effects, Premiere, Photoshop, ou até mesmo o Audition. Todos estes programas se complementam de forma que o resultado final seja o melhor possível. O Encore DVD é, em si, um software que nos permite juntar todos os ingredientes (vídeo, som, menus, etc.), organizá-los e finalizá-los. Neste artigo, vamos estruturar um projecto simples, abordando duas maneiras distintas de organização de menus e vídeos. PASSO A1 Em futuros artigos, iremos abordar temas mais complexos como a construção de menus com fundos animados, highlights de botões, legendagem e locução em várias línguas, criação de capítulos, interligação de todos os softwares referidos anteriormente com o Encore DVD, e todo o tipo de truques e dicas que julguemos ser úteis ao leitor. Para começar, precisamos de um esquema simples da estrutura básica do nosso DVD. De seguida, vamos abrir o ficheiro EstruturarDVD.ncor, que está disponível no CD. Existindo várias formas de estruturar um DVD no Encore DVD, vamos explicar as duas mais utilizadas. Temos de definir qual dos elementos que importámos para o nosso projecto (vídeos ou menus) será o primeiro a ser visualizado quando inserirmos o nosso DVD final num leitor de DVD. Neste caso, seguindo o esquema já mencionado anteriormente, vamos colocar o Video_Intro como o nosso primeiro elemento. Clicando na janela Timelines, temos a lista dos três vídeos que queremos usar no nosso projecto. Clicar com o botão direito do rato no Video_Intro e escolher a primeira opção Set as fi rst Play. Se o leitor reparar, o ícone situado ao lado da palavra adquiriu um símbolo de cor amarela, o que signifi ca que será esse elemento o primeiro a ser visualizado no projecto.

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