Como se passa para a janela do DOS a partir do Windows 95.

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1 O que é um sistema operativo? É a ferramenta que permite ao utilizador dialogar com a máquina. A máquina pensa em 0s e 1s, os seres humanos pensam com palavras. Um sistema operativo é uma espécie de tradutor das nossas palavras para uma linguagem que a máquina entende e vice-versa. É um conjunto de programas que são carregados para a memória do computador, para que se torne possível lidar com ele. Esta operação é (normalmente) feita automaticamente. Vamos estudar os sistemas operativos: MS-DOS (Microsoft Disk Operating System). Windows 95. Outros Sistemas operativos comuns: Unix Xenix OS2 OS/ Como se passa para a janela do DOS a partir do Windows 95. Fazer duplo-clique no ícon MS- DOS prompt, ou, Clicar no botão Iniciar (Start) e dentro da opção Programas (programs) seleccionar Linha de comandos do MS-DOS (MS-DOS prompt) Como se regressa à janela do Windows 95. Escrever EXIT e fazer ENTER. Teclado - teclas mais importantes. Return, Enter Informam a máquina que acabamos de digitar o comando, e que esta o deve aceitar e interpretar. Enter Backspace Apaga o caracter anterior ao cursor. Out.97 - A.Cruz Pág. 1

2 MS-DOS Delete Apaga o caracter onde se encontra o cursor. Delete Shift Permite aceder às letras maiúsculas bem como aos caracteres situados na parte superior das teclas. Deve-se premir simultaneamente com a tecla desejada. Insert Permite inserir caracteres no ponto em que se encontra o cursor. Insert Caps Lock Fixa o teclado de modo a obter só letras maiúsculas. Caps Lock Teclas do cursor As horizontais permitem fazer deslocar o cursor para a direita e esquerda na linha de comando. As verticais permitem recuperar os comandos digitados anteriormente, isto se houver uma aplicação que o permita em memória. Disco e disquete - drives O disco e as disquetes são os suportes físicos de informação mais comuns, guardam a informação mesmo quando se desliga o computador. Dizemos que estamos a trabalhar no disco duro ou na disquete, de acordo com o sítio onde estamos a guardar a informação. Pág. 2

3 MS-DOS Associados ao disco e à disquete temos uma letra, o drive. Disco duro (está fixo dentro da máquina)...drive C:, D:, E:, etc. Disquete (móvel)...drive A:, B: O sinal de prompt indica o drive e o directório em que estamos a trabalhar. MS-DOS - MICROSOFT DISK OPERATING SYSTEM Comandos de mudança de drive. C:\> D: C:\> A: A:\> C: Conceitos de directório e ficheiro. Directório O local onde vamos guardar os nossos trabalhos, no disco ou na disquete. Podemos imaginá-los como um armário, onde guardamos tudo. Qualquer armário tem gavetas, pois se assim não fosse estava tudo desarrumado. O mesmo acontece com as disquetes e discos, só que estes são armários em que nós é que construímos as gavetas. Chamamos a essas gavetas - directórios - e ás coisas que lá guardamos dentro - ficheiros. Podemos também ter directórios dentro de directórios. Ficheiro Cada ficheiro possui um nome e uma extensão, tendo estes que obedecer a certas regras: Nome Permite reconhecer facilmente o que se encontra guardado no ficheiro. Pode ter no máximo até 8 caracteres. (1 até 8) Extensão Identifica o tipo de ficheiro. Pode ter no máximo até 3 caracteres. (0 até 3) Tipos mais comuns de extensões: DOC (Documento do Word) XLS (Documento do Excel) EXE e COM (Programas Executáveis) TXT (Ficheiro de texto no formato ASCII)... Pág. 3

4 MS-DOS Nome.Extensão Para além da regra que estipula o máximo de 8 caracteres no nome de um ficheiro ou directoria e de 3 caracteres na respectiva extensão, existem outras regras ou convenções. Não se podem usar espaços vazios na designação de um ficheiro ou directoria, bem como certos outros caracteres, nomeadamente os seguintes: Identificação plena de um ficheiro. Drive + Path + Nome.Extensão [ \ / < >? + = *,. ] Comando DIR Faz a listagem do conteúdo do drive e directório em que nos encontramos situados, ou do que especificarmos. Sintaxe: DIR [drive:][path][nome do(s) ficheiro(s)][/p][/w][/s][/o[ordem de listagem]] Parâmetros /P Faz uma listagem página a página. /W Faz uma distribuição dos ficheiros em 5 colunas. /S Lista o conteúdo do directório assim como dos sub-directórios em que nos encontramos situados. /O Estabelece a ordem pela qual os ficheiros aparecem. Ordem de listagem N Ordem alfabética do nome. -N Ordem alfabética inversa do nome. E Ordem alfabética da extensão. -E Ordem alfabética inversa da extensão. D Ordem da data. -D Ordem inversa da data. S Ordem do tamanho. -S Ordem inversa do tamanho. Se se quiser interromper uma operação em curso, podem utilizar-se as teclas: Ctrl + C ou Ctrl + Break Pág. 4

5 MS-DOS Caracteres Wildcards: Exemplo: * - substitui 1 ou mais caracteres a partir do local onde se encontra.? - substitui no máximo 1 caracter no local onde se encontra. DIR *.COM CO*.* *.BA* PRO?1.*?????.* P.*.* PROM1.BAS COMMAND.COM COPIAR.COM COMPAC.COM PROG1.BAS CONTA.BAT PRINT.COM PRINT.EXE PRINT.BAT Comando MD (Make Directory) Cria um directório. Sintaxe: MD [drive:][path]nome do directório Comando CD (Change Directory) Permite Aceder a um directório. Sintaxe: CD [drive:][path]nome do directório Casos expeciais: CD.. - Acede ao directório anterior. CD \ - Acede directamente ao directório raiz ou directório principal. Comando RD (Remove Directory) Permite Remover um directório. Sintaxe: RD [drive:][path]nome do directório Atenção:!!! Só se podem eliminar directórios que estejam vazios.!!! Só se pode eliminar um directório a partir de um nível superior. Pág. 5

6 MS-DOS Comando FORMAT A operação de formatação de uma disquete ou de um disco consiste em preparar esse suporte de armazenamento para se poder trabalhar com ele. Sintaxe: FORMAT drive:[/f:capacidade][/s] Parâmetros: /F:capacidade Especifica a capacidade da disquete a formatar. Valores para a capacidade: 360 double-sided, double-density, 5.25-inch disk 1200 double-sided, high-density, 5.25-inch disk 720 double-sided, double-density, 3.5-inch disk 1440 double-sided, high-density, 3.5-inch disk 2880 double-sided, extra-high-density, 3.5-inch disk /S Copia os ficheiros do sistema operativo IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM Exemplo: FORMAT A: /S - formata a disquete na drive A: com o sistema de arranque. Comando HELP Permite Obter ajuda sobre todos os comandos do MS-DOS Sintaxe: HELP [comando] Comando TYPE Permite Visualizar o conteúdo de um ficheiro do tipo texto. Sintaxe: TYPE [drive:][path]nome do ficheiro Comando TREE O comando TREE apresenta-nos uma visualização do diagrama de arvore (tree) das directorias existentes num disco ou disquete. Pág. 6

7 MS-DOS Comandos Internos e comandos Externos Os comandos do MS-DOS podem ser de dois tipos: 1. Comandos internos - os que fazem parte intrínseca dos ficheiros do sistema operativo que entram para a RAM no arranque do computador. 2. Comandos externos - os que têm de ser chamados de outros ficheiros externos aos do arranque (e que, normalmente, se encontram numa directoria com o nome de DOS). Os comandos DIR e CD são exemplos de comandos internos - o que quer dizer que podem ser executados em qualquer momento de uma sessão em MS-DOS, uma vez que se encontram na RAM do computador. O comando TREE é um exemplo de um comando externo - o que quer dizer que não está na RAM, mas tem de ser chamado de um ficheiro (neste caso, esse ficheiro chama-se TREE.COM e encontra-se, em principio, na directoria DOS do disco em que está instalado o MS-DOS) Criar e visualizar ficheiros de texto em MS-DOS. Para criar um ficheiro de texto ASCII, directamente em MS-DOS, dispomos de dois processos: 1. Com o comando interno COPY CON ou Na linha do prompt do MS-DOS, escreve-se COPY CON, seguido do nome que se pretender dar ao ficheiro e tecla-se Enter ; por exemplo: C:\> COPY CON TEXTO.TXT <Enter> O prompt desaparece e passamos a Ter linhas em branco, onde podemos escrever texto. De cada vez que se quiser mudar de linha, tecla-se Enter. Termina-se a criação do ficheiro teclando em F6 ou Ctrl + Z, e Enter. 2. Com o programa EDIT. Na linha do prompt do MS-DOS, escreve-se EDIT seguido do nome a dar ao ficheiro ou apenas EDIT, e tecla-se Enter. Pode entrar-se no programa EDIT sem indicar o nome do ficheiro, escrever o texto pretendido e, só depois, dar o nome ao ficheiro. Depois de escrever o texto que se pretender, abre-se o menu Arquivo ou File (com o rato ou com as teclas ALT + A ou ALT + F) e pede-se para gravar o ficheiro (comando Salvar ou Save ). Para sair do programa para o MS-DOS pede-se, no mesmo menu Arquivo ou File, o comando Sair ou Exit Pág. 7

8 MS-DOS Comando TYPE Uma outra alternativa para visualizar um ficheiro de texto ASCII é o comando interno TYPE. Por exemplo: C:\> TYPE AUTOEXEC.BAT mostra o conteúdo do ficheiro indicado. A grande desvantagem do comando TYPE, comparativamente com o EDIT, é a de, ao contrário deste, não permitir efectuar alterações no ficheiro, mas apenas visualizar o seu conteúdo. Apagar e recuperar ficheiros - DEL e UNDELETE Comando DEL Para apagar ficheiros, temos o comando DEL ou, também, ERASE. Sintaxe: DEL [drive:][path]nome do(s) ficheiro(s) Por vezes, podemos apagar ficheiros que afinal nos interessam manter. As últimas versões do MS-DOS incluem um comando externo - UNDELETE - que permite recuperar ficheiros apagados. Para utilizar este comando, basta escrever UNDELETE e teclar Enter. Renomear, copiar e mover ficheiros Comando REN Podemos mudar o nome de um ficheiro com o comando interno REN (de REName). Exemplo: REN ANTIGO.TXT NOVO.TXT Comando COPY Permite-nos copiar ficheiros de um local para outro. Sintaxe: COPY [drive:][path][nome do(s) ficheiro(s)] [drive:][path][nome do(s) ficheiro(s)] Pág. 8

9 MS-DOS Comando MOVE O comando MOVE permite mover um ou mais ficheiros para um outro local de destino (drive, directoria). Sintaxe: MOVE [drive:][path][nome do(s) ficheiro(s)] [drive:][path][nome do(s) ficheiro(s)] Alterar os atributos de um ficheiro Em MS-DOS, os ficheiros podem ter associados certos atributos que podem modificar as suas propriedades, nomeadamente: A (Archive) H (Hidden) R (Read-Only) S (System) Indicativo de arquivo. Indicativo de escondido. apenas de leitura. ficheiro de sistema. O comando do MS-DOS que permite visualizar, conferir ou retirar atributos aos ficheiros é o comando ATTRIB. Outros comandos de consulta de informação do sistema. O MS-DOS oferece alguns comandos que permitem obter informações acerca do sistema, tais como: a versão do sistema operativo que se está a usar, a data e a hora internas do sistema, o nome interno de um disco ou de uma disquete, etc. VER - Permite saber qual a versão do MS-DOS que está instalada no computador. DATE - Permite ver a data com que o sistema está a trabalhar, bem como alterá-la, se isso for necessário ou do interesse do utilizador. TIME - Permite ver a hora interna do sistema e alterá-la. VOL - Mostra o nome interno do disco ou disquete em que se está a trabalhar. LABEL - Faz o mesmo que VOL, mas, para além disso permite alterar o nome interno do disco ou disquete. Pág. 9

10 MS-DOS Comandos do MS-DOS CD ou CHDIR CD.. CD \ ROOT). CD.. RD ou RMDIR MD ou MKDIR DIR DEL ou ERASE DATE TIME VER VOL TYPE PROMPT - Permite mudar de directório (Change Directory). - Permite voltar para o directório imediatamente anterior. - Permite ir directamente para o directório principal (Raíz- - Mostra o directório corrente (onde estamos posicionados). - Permite apagar um directório do disco (Remove Directory). - Permite criar um directório (Make Directory). - Permite listar os ficheiros e directórios que estão no directório actual. /P - Página a página. /W - Dispostos por colunas. - Permite apagar um ficheiro. - Permite visualizar e alterar a data do sistema. - Permite visualizar e alterar a hora do sistema. - Permite ver qual a versão do S.O. MS-DOS que estamos a usar. - Permite ver qual o nome actual do volume do disco ou disquete. - Permite ver o conteúdo de num ficheiro de texto. - Permite mudar o aspecto da prompt do computador. Caracteres Significado $T... hora do sistema. $D... data do sistema. $N... drive corrente. $P... subdirectório corrente. $V... versão do MS-DOS. $G... sinal maior (>). $L... sinal menor (<). $B... pipe $Q... sinal igual (=) $_... mude de linha CLS COPY COPY CON PATH - Limpa o écran. - Permite copiar ficheiros de uma origem para um destino, devemos sempre dizer qual o caminho completo da origem e do destino. - Permite criar um ficheiro de texto via teclado, em que o que escreve-mos no teclado será gravado num ficheiro, até fazermos CTRL-Z. - Permite ver qual o caminho ou os caminhos que estão na memória do computador. REN ou RENAME - Permite alterar o nome a um ficheiro, deve-mos primeiro por o nome actual e depois o novo nome. Pág. 10

11 ATTRIB MS-DOS - Permite visualizar os atributos dos ficheiros do directório corrente, assim como definir os respectivos atributos. [+R -R] [+A -A] [+H -H] [+S -S] R - Somente para leitura. A - Ficheiro de arquivo. H - Esconder ficheiros. S - Ficheiro de sistema. CHKDSK - Permite saber qual o espaço total de um disco e/ou saber qual o espaço livre do mesmo. DELTREE - Permite apagar um directório mesmo que este não esteja vazio. DISKCOPY - Permite fazer uma cópia integral de uma disquete. EDIT - Permite editar, criar ou alterar um ficheiro de texto. Tem mais capacidades que o COPY CON pois permite a utilização de outras funções e utiliza menus. FIND - Permite procurar uma palavra ou letra num ficheiro de texto. FORMAT - Permite formatar uma disquete ou um disco. HELP - Ajuda do MS-DOS. Pode ser usado sobre um comando especifico ou para obter-mos informação de todos os comandos do MS-DOS. LABEL - Permite visualizar e alterar o nome atribuído ao disco ou à disquete. MORE - Deve ser usado com o comando PIPE e TYPE para que se possa ver um ficheiro de texto um pagina de cada vez. MOVE - Permite mover ficheiros de um directório para outro, ou de um disco para outro. Usa-se como o COPY dando um caminho de origem e um caminho de destino. PRINT - Imprime o conteúdo de um ficheiro na respectiva impressora. SCANDISK - Permite reparar erros que possam existir no disco duro ou disquete. SORT - Permite ordenar os conteúdos dos ficheiros por ordem alfabética. TREE - Permite visualizar os subdirectórios do directório corrente em estrutura de arvore.. UNDELETE - Permite recuperar ficheiros que tenham sido apagados com o comando DEL. XCOPY - Igual ao COPY só que permite copiar ficheiros e sub-directórios ao mesmo tempo. Comutadores WILDCARDS - Também se podem chamar SWITCH e representa-se em MS- DOS pela barra / estes SWITCHS têm a capacidade de activar algumas características dos comandos do MS-DOS. - Caracteres com funções particulares do MS-DOS. * - Representa 0 ou mais caracteres (até 8 caracteres)? - Representa 0 ou 1 caracter. Sinais de redireccionamento: >... para alterar periféricos de saída. >>... para alterar periféricos de saída e acrescentar. <... para alterar periféricos de entrada. Pág. 11

12 O WINDOWS 95 O Windows 95 é um produto desenvolvido pela Microsoft Corporation, enquadrado na gama dos sistemas operativos. Quando apareceu pela primeira vez, resultou como uma inovação em termos de filosofia de trabalho, uma vez que introduzia a novidade de ser um ambiente de trabalho que abandonava os até então habituais interfaces de modo texto, apresentando uma interface com o utilizador totalmente gráfica. Fig. 1 - Ambiente de trabalho em modo texto. Fig. 2 - Ambiente de trabalho em modo gráfico. Out.97 - A.Cruz Pág. 12

13 O rato, num ambiente em modo gráfico, permite-lhe executar praticamente todas as operações disponíveis por uma aplicação concebida para este tipo de ambiente. A maioria dos ratos têm dois botões, podendo eventualmente apresentar três. Contudo, mesmo nos casos de apresentarem três botões, ao nível do Windows 95, utilizará apenas dois: o botão esquerdo e o botão direito. Com a conjunção do movimento da seta do rato e o pressionar dos seus botões é possível realizar um vasto conjunto de operações. As técnicas que se seguem são técnicas que poderá efectuar com o seu rato em ambiente Windows. Alguns dos exemplos aqui demonstrados necessitam de alguns conhecimentos adicionais. É portanto provável que não consiga por enquanto realizalos. É intenção desta secção apenas fazer referencia à existência dessas técnicas. Ao longo do texto das páginas posteriores ás que se seguem terá oportunidade de as experimentar. SELECCIONAR ÍCONES A técnica mais utilizada com o rato é sem dúvida a de seleccionar um qualquer item, quer seja um ícone ou uma opção de menu. Para seleccionar um item basta posicionar a seta do rato sobre esse item e pressionar (clique) o botão esquerdo do rato. No caso desse item ser um ícone, poderá visualizar a mudança de cor associada a esse ícone, com o clique do botão esquerdo do rato. Essa alteração indica ao utilizador que o ícone já se encontra seleccionado, isto é, escolhido. Fig. 3 - O ícone O Meu Computador Seleccionado Pág. 13

14 SELECCIONAR OPÇÕES DE MENU Um item pode também ser uma das muitas opções de menu que aparecem em cada uma das janelas em que o utilizador vai trabalhar. No caso do item ser uma opção de menu, localize a seta do rato sobre a opção que deseja seleccionar e pressione o botão esquerdo do rato, uma vez. O menu abre-se deixando o utilizador visualizar as diversas sub-opções que o compõem. Pode escolher qualquer uma dessas sub-opções deslizando com o rato para cima da que deseja, estacionando aí. Poderá ver que à medida que desliza sobre as várias opções, elas destacam-se para a cor escolhida para destaque. Para seleccionar s sub-opção escolhida, pressione o botão esquerdo do rato sobre essa escolha. Fig. 4 - Selecção de uma opção de menu. As opções de sub-menu encontram-se frequentemente organizadas por assunto, sendo estes separados por uma linha separadora. Fig. 5 - Barra separadora de um menu Algumas opções de sub-menu são precedidas pelo símbolo ( ). Este facto significa que essa opção está activa. Nestes casos, é possível encontrar em simultâneo num mesmo menu, várias opções precedidas por esse símbolo, indicando quais as opções activas. Pág. 14

15 Fig. 6 - Opções activas Existe outro símbolo ( ) cuja função é igualmente indicar que uma determinada opção está activa. Contudo este símbolo indica-o de forma exclusiva, isto é, do conjunto de opções apresentado, apenas uma poderá estar activa num determinado momento, sendo que, se o utilizador escolher outra das opções disponíveis dentro desse separador, a que se encontrava anteriormente activada, deixa automaticamente de o estar. Fig. 7 - Selecção de opções exclusivas Além dos símbolos já apresentados, poderá ainda encontrar um outro: ( 4 ). Este símbolo, que aparece após a opção significa que essa opção de sub-menu dá acesso a novo sub-menu, hierarquicamente abaixo. Desta forma, se seleccionar a opção precedida por este símbolo, poderá reparar que o sub-menu, resultante desta opção se abre automaticamente. Para escolher alguma das opções deste novo sub-menu, desloque-se com o rato para cima da opção pretendida. Fig. 8 - Opções de sub-menu com várias sub-opções ARRASTAR E LARGAR Outra técnica muito utilizada, pela comodidade proporcionada ao utilizador, devido à forma simples com que permite realizar operações que são igualmente possíveis de fazer através de sequências de comandos de menu, é a de Arrastar e Largar, também muito conhecida pela sua expressão em inglês Drag and Drop. Esta técnica consiste em pressionar o botão do rato enquanto está a movê-lo, após ter seleccionado um ou mais ícones, e permite-lhe movimentar esse ícone ou conjunto de ícones de um lado para outro. Pág. 15

16 Para levar a cabo esta técnica, comece por seleccionar o ícone que pretende deslocar. Seguidamente, com o botão esquerdo do rato pressionado, deslize o rato sobre o tampo da sua mesa. Pode verificar que, no ecrã, o ícone seleccionado se desloca em simultâneo com o seu movimento. A técnica termina com o lugar com o largar do botão do rato no local onde deseja deixar o ícone seleccionado. Pág. 16

17 Fig. 9 - Exemplificação da técnica de Arrastar e Largar SELECÇÃO DE CONJUNTOS DE ÍCONES Pode seleccionar um conjunto de ícones através da combinação de teclas do teclado com os botões do rato. Para seleccionar um conjunto de ícones, pressione a tecla de CTRL, existente no seu teclado, e simultaneamente faça um clique num ícone que pretenda seleccionar. Para seleccionar mais ícones repita este processo sobre os restantes ícones que pretenda seleccionar como conjunto. Para desmarcar um ícone já seleccionado, pressione a tecla de CTRL e faça novamente clique sobre o ícone que pretende que deixe de fazer parte da selecção. Fig Selecção de um conjunto de ícones Pág. 17

18 UTILIZAÇÃO DO BOTÃO DIREITO DO RATO Cada item, ou melhor, cada objecto do Windows, tem associado a si um conjunto de propriedades, isto é, um conjunto de acções que pode executar sobre esse objecto. Esse conjunto de propriedades varia de objecto para objecto. Para Ter acesso a essas propriedades, faça um clique sobre o item com o botão direito do rato. Fig Propriedades de um objecto Para escolher uma das opções que lhe são colocadas à sua escolha neste menu, proceda do mesmo modo como procederia com um menu de janela. Desloque o rato para a opção pretendida e faça um clique sobre essa opção. Note que, neste caso, poderá optar indiferentemente por fazer um clique com o botão esquerdo ou com o botão direito do rato. DUPLO CLIQUE O duplo clique consiste em fazer clique de forma rápida e sucessiva, duas vezes sobre o botão esquerdo do rato. A técnica de duplo clique no rato revela-se importante por permitir poupar tempo na aceitação de instruções directamente sobre um item, o que regra geral significa poder explorar esse item. Por exemplo: para poder explorar o ícone O Meu Computador pode, como vimos anteriormente, utilizar o botão direito do rato sobre este item e escolher a propriedade abrir. Pode verificar na Fig.11 que esta propriedade se encontra a negrito. Este facto indica que esta propriedade é a que se encontra seleccionada com maior prioridade. Tal facto acontece porque é esta a operação que mais frequentemente é executada sobre este objecto. A técnica de duplo clique permite, de forma rápida, ter acesso a esta propriedade. Desta forma, se fizer um duplo clique sobre o item O Meu Computador, desencadeia-se a mesma operação que se tivesse optado por utilizar o botão direito do rato sobre o item e optado pela propriedade destacada a negrito, que neste caso é a operação de abrir. Pág. 18

19 JANELAS O Windows deve o seu nome, muito provavelmente à filosofia de trabalho sobre janelas que lhe está subjacente. Se já trabalhou com alguma versão anterior de Windows, já reparou com certeza neste facto. Sempre que o utilizador promove a execução de uma determinada tarefa do Windows, como por exemplo, quando recorre a uma aplicação de processamento de texto, essa tarefa decorre dentro de uma janela. Cada aplicação trabalha dentro de uma janela: a janela aberta para servir de interface entre o utilizador e essa aplicação. A BARRA DE TÍTULO A barra horizontal superior de uma janela é a barra de título. Nesta barra aparece o nome da aplicação aberta, eventualmente acompanhada do nome do documento a ser tratado por essa aplicação. No caso de um item do ecrã, aparece o nome do item. Fig Barra de Título A barra de título tem ainda como função indicar se a janela está activa. Podemos em simultâneo ter abertas várias janelas, referentes a aplicações diferentes, no entanto apenas uma delas estará activa de cada vez. A janela activa é aquela em que se está a trabalhar, e sobrepõe-se no ecrã às restantes janelas não activas. Note que a janela activa apresenta uma cor diferente da barra de título das janelas não activas. Para activar outra janela que não a correntemente activa, posicione o rato sobre qualquer parte visível da área da janela que pretende activar. Ao tornar-se activa a janela anteriormente activa deixa de o estar. MAXIMIZAÇÃO, MINIMIZAÇÃO E FECHO DE UMA JANELA. Existem em Windows 95, três botões com o objectivo de executar as funções de minimizar, maximizar, e fechar uma janela. Estes botões encontram-se no superior direito da janela, sobre a barra de título. No caso de ser utilizador anterior de Windows 3.x, verificará alguma semelhança nestes botões e nos dois botões em forma de seta que existiam também no canto superior direito das janelas. Fig Botões de Minimizar, Maximizar e Fechar Pág. 19

20 Minimizar uma janela consiste em fazê-a tomar o tamanho de um ícone com o seu título associado, na barra de tarefas existente na parte inferior do ecrã. Esta operação é feita com um clique com o rato sobre o primeiro botão dos apresentados. Maximizar uma janela consiste em fazer com que essa janela tome a dimensão do ecrã. Para tal bastará fazer um clique no segundo botão. Depois de uma janela estar maximizada, o segundo botão muda de aspecto e de função, deixando de servir para maximizar, mas sim para restaurar as medidas anteriores, imediatamente antes da maximização. Fig Botão de Restaurar Quando uma janela foi minimizada, passou a estar representada no ecrã por um ícone na barra de tarefas. Para restaurar novamente a dimensão anterior da janela, faça um clique sobre o ícone sobre a barra de tarefas. Pode ainda redimensionar uma janela não maximizada para um qualquer tamanho da sua preferencia. Tal é conseguido através da área de redimensionar. Esta área encontra-se no canto inferior direito da janela e funciona por arrastar e largar esta área da posição corrente para a nova posição. Ao largar a janela mantém o seu canto superior esquerdo no local anterior, passando o canto inferior direito para o local onde o rato foi largado. Fig Área de redimensionar ELEVADORES. Em cada janela poderá ocorrer existirem elevadores. A possibilidade de existirem elevadores numa janela prende-se com o facto de que nem toda a informação correspondente a uma aplicação ou a um documento, pode ser mostrada toda de uma só vez dentro da janela. Nestes casos a janela passa a dispor de elevadores. Os elevadores podem ser de dois tipos: Um elevador horizontal e um elevador vertical. Pode deslocar o conteúdo da janela com as setas que aparecem em cada um dos elevadores, através de cliques sucessivos, nestes botões. Caso pretenda pode ficar a pressionar qualquer um desses botões, enquanto pretender continuar a visualizar texto para lá do visível na janela. Pode ainda recorrer às barras associadas ao elevador. Neste caso usa a técnica Arrastar e Largar com o rato por sobre as barras associadas ao elevador. Pág. 20

21 Elevadores Fig Elevadores Pág. 21

22 O BOTÃO INICIAR A tarefa mais comum que é efectuada por um utilizador, é executar uma aplicação. O botão Iniciar é mais do que isso. Quando pressionamos o botão Iniciar, um menu fica visível, disponibilizando as seguintes opções: OPÇÃO Programas FUNÇÃO Quando seleccionado, podemos ver os ícones de grupo que o programa de instalação transferiu do Windows 3.x e aceder ao MS-DOS e ao Explorador. Documentos O menu Documentos contém uma lista dos últimos 15 documentos ordenados alfabeticamente que o utilizador usou. Definições Localizar Ajuda Executar Encerrar Permite um rápido acesso ao painel de controlo, Impressoras e Configuração da Barra de Tarefas. É uma nova característica do Windows 95 que permite procurar ficheiros, não apenas pela sintaxe *.*, como fazia a opção de pesquisa do Gestor de Ficheiros do Windows3.1. A opção Localizar permite-nos procurar ficheiros especificando critérios de pesquisa, tais como os ficheiros modificados a partir de uma determinada data e o seu tamanho. Mostra tópicos de Ajuda organizados por categoria. A opção é um dos tópicos que foi melhorado no Windows 95, tornando-se mais intuitivo. Pode utilizar o Índice da Ajuda, o Índice Remissivo da Ajuda para saber como efectuar uma tarefa no Windows. Fornece um local onde pode escrever a localização e o nome de ficheiro do programa que pretende executar. Se não tiver a certeza da localização ou nome do ficheiro do programa, faça clique sobre Procurar. Também pode estabelecer uma ligação temporária à rede escrevendo o caminho para um computador partilhado na rede. Guarda todas as definições do Windows que tenham sido alteradas e escreve, para o disco rígido, quaisquer informações que estejam presentemente guardadas na memória. Esta operação prepara o computador para ser desligado. Pág. 22

23 A BARRA DE TAREFAS A barra de tarefas é a base de todas as operações sob o Windows 95. Qualquer aplicação que esteja a ser executada pode tornar-se a aplicação activa, pressionando o apontador do rato sobre o botão que representa a aplicação. Ao ser iniciada, qualquer aplicação recebe um botão na barra de tarefas. Fig Barra de Tarefas Caso tenha necessidade de executar várias aplicações em simultâneo, os botões representativos das aplicações que se encontram na Barra de Tarefas são redimensionados automaticamente. Se os botões ficarem muito pequenos, o utilizador pode personalizar a Barra de Tarefas às suas necessidades. O MEU COMPUTADOR No Windows 95, pode ter acesso a tudo o que estiver no computador - programas, documentos e ficheiros, por exemplo - a partir do Ícone O Meu Computador. Quando inicia pela primeira vez o Windows o ícone de O Meu Computador situa-se na parte superior esquerda do ecrã ou do ambiente de trabalho. Fig O Meu Computador Pág. 23

24 RECICLAGEM A Reciclagem é um depósito temporário para ficheiros eliminados. Estes ficheiros só serão removidos do Disco Rígido quando esvaziar e Reciclagem. Podem recuperar-se assim os ficheiros que foram eliminados por engano, se estes ainda não foram removidos da Reciclagem. Para libertar espaço em disco, é necessário esvaziar periodicamente a Reciclagem. Fig Reciclagem Se eliminar um ficheiro na linha de comandos, ao nível do MS-DOS, ou de uma disquete, este não vai para a Reciclagem, sendo apagados definitivamente, impossibilitando-se assim a sua posterior recuperação. Pág. 24

25 O EXPLORADOR DO WINDOWS O Explorador do Windows é uma aplicação flexível e eficiente apresentando-se dividida em duas áreas dentro da janela em que corre. Do lado esquerdo, mostra-nos os objectos de uma forma hierárquica. O lado direito, mostra o conteúdo de todo o sistema operativo, produzido pela abertura do objecto seleccionado Fig Janela do Explorador do Windows Sempre que abrimos um objecto com o Explorador do Windows, a mesma janela mostra o conteúdo do novo objecto. Se for necessário descer vários níveis na arvore de pastas para efectuar uma pesquisa, a arvore de pastas aparece no lado direito. Com o Explorador do Windows pode criar novas pastas, mover ou copiar ficheiros de uma pasta para outra, para um outro disco ou computador (se o seu computador estiver em rede), mudar o nome ou eliminar ficheiros e pastas e ainda muitas outras tarefas. Pág. 25

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