Lusitania. Consigo Portugalidades. Motivos do nosso orgulho

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1 TENDÊNCIAS Os jovens e o mar Lusitania Consigo Portugalidades 1 2º Semestre 2012 Motivos do nosso orgulho Portugal não vive apenas do fado. O nosso orgulho estende-se a um conjunto de riquezas nacionais que esperam por serem reinventadas Padre Vítor Melícias A hora da solidariedade À conversa com o Presidente da Assembleia Geral da Lusitania

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3 O mosaico português A técnica de construção da calçada portuguesa foi exportada para o Brasil e está visível no calçadão da Praia de Copacabana no Rio de Janeiro Estas originais e autênticas obras-primas nas zonas pedonais resultam do calcetamento com pedras de formato irregular, geralmente de calcário e basalto. As cores tradicionais são o preto, branco, vermelho e castanho. A construção destes painéis no solo terá tido um maior desenvolvimento a partir de meados do séc. XIX, sendo então exportada para o Brasil, como é exemplo o calçadão da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A sua origem remonta aos romanos e aos árabes e, já na época moderna, às cartas régias de 1498 e de 1500, assinadas pelo rei D. Manuel I, que marcam o início do calcetamento das ruas de Lisboa, mais notavelmente o da Rua Nova dos Mercadores (antes Rua Nova dos Ferros). Já no século XIX, em 1842, em Lisboa, foi feita uma calçada calcária, realizada por presidiários (chamados grilhetas na época), a mando do Governador de armas do Castelo de São Jorge, o tenente-general Eusébio Pinheiro Furtado. O desenho utilizado de traçado simples (tipo zig-zag) motivou vários cronistas portugueses a escrever sobre o assunto. Em «O Arco de Sant Ana», romance de Almeida Garrett, também a calçada seria referida, tal como em «Cristalizações», poema de Cesário Verde. A calçada portuguesa rapidamente se espalhou por quase todo o país e ex-colónias, tendo-se assim aliado o sentido artístico à funcionalidade. *Com revisão técnica de Miguel Monteiro de Barros, membro da direcção da Associação dos Professores de História.

4 Lusitania Consigo Editorial António Tomás Correia Presidente do Grupo Montepio É com muito apreço que saúdo o lançamento da revista Lusitania Consigo. Nesta saudação, ficam abrangidos de forma especial, todos os clientes, mediadores, trabalhadores e colaboradores da Lusitania, Lusitania Vida e do Grupo Montepio em geral, a quem a revista é especialmente dirigida. Pela sua conceção e grafismo actual, pela variedade de temas que aborda, pela ênfase na divulgação técnica e cultural e na informação acerca do Grupo, constituirá, certamente, um excelente meio de articulação de todos os que se relacionam com o Grupo Montepio, no caso presente através da Lusitania e da Lusitania Vida. Ao dobrar o primeiro quartel de vida, as nossas seguradoras têm, hoje em dia, um papel de relevo na protecção de pessoas e bens e na dinamização da actividade económica do país. Num mercado em grande transformação e marcado pelo peso das multinacionais do sector, a identidade nacional e a raiz mutualista creditam a Lusitania como um importante projecto nacional que, de resto, as sete companhias já integradas bem evidenciam. Na qualidade de Presidente do Grupo Montepio, felicito todos os que estão ligados ao lançamento deste projecto, formulando os votos de que a Lusitania Consigo atinja todos os objectivos a que se propõe e designadamente o reforço e estreitamento das relações com todos os que connosco trabalham. Lisboa, 15 de Setembro de 2012

5 Portugalidades Editorial Num mercado em grande transformação e marcado pelo peso das multinacionais do sector, a identidade nacional e a raiz mutualista creditam a Lusitania como um importante projecto nacional... 05

6 Lusitania Consigo Índice Editorial 04 À conversa com 08 Breves 14 Portugalidades 24 Tendências 32 Equipa 36 Rede 42 Ficha Técnica: Propriedade: Lusitania, Companhia de Seguros, SA Rua de São Domingos à Lapa nº Lisboa T (+351) / NIPC: , matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa Director: José Arez Romão Coordenação: Susana Pascoal, Rita Collaço Concepção, edição e produção: Rita Collaço Definição e gestão de conteúdos: Direcção de Marketing e Inovação Comunicação, Imagem e Relações Institucionais Design e Paginação: Carlos Gomes (Chair Design), José Branco Colaboraram nesta edição: Carlos Nogueira (IELT), Cecília Rezende, Jorge Mafalda, Luís Rasquilha (AYR Consulting), Maria João Alexandre, Miguel Monteiro de Barros (APH), Rita Oliveira (Museu do Fado) Fotografia de Capa: Fernando Piçarra Fotografia: Arquivo Lusitania, Eduardo Grilo, Fernando Piçarra, Istockphoto Impressão: ACD Artes Gráficas Rua Marquesa de Alorna, 12 A, Bons Dias, Ramada Periodicidade semestral Tiragem exemplares Distribuição gratuita Nº de registo Depósito Legal nº /12 Os textos desta edição estão redigidos ainda sob o anterior acordo ortográfico. Os textos, fotografias ou ilustrações desta revista podem ser reproduzidos no todo ou em parte, desde que sejam citados os respectivos autores e fontes.

7 Portugalidades índice Observatório 52 Inovação 54 LusitaniaMar 56 Comunidade 60 Conhecer 64 Meu tempo 68 Portugal desconhecido 70 À Conversa Com O Presidente da Assembleia Geral da Lusitania Hoje é a hora da solidariedade de todos para com todos. Em entrevista, o Padre Vítor Melícias falou- -nos da sua missão, do país, dos séniores, dos jovens e das suas portugalidades preferidas. Portugalidades Motivos do nosso orgulho Portugal não vive apenas do fado. O nosso orgulho deve estender-se a um conjunto de riquezas nacionais, que esperam para serem reinventadas. inovação opinião Luís Rasquilha CEO da AYR Consultuing fala do poder do Coolhunting como solução para a crise. Tendências Os Jovens e o mar A experiência de mar é um desafio exigente em termos físicos e emocionais, que desenvolvem nos jovens responsabilidades pessoais e sociais, tornando-se um marco fundamental nas suas vidas. LusitaniaMar grandes parceiros A Naveiro, o mais importante armador nacional de transportes marítimos e o Grupo Silva Vieira que integra o núcleo dos principais armadores de pesca portugueses. 07

8 Lusitania Consigo À conversa com... Padre Vítor Melícias A hora da solidariedade Em entrevista ao primeiro número da Lusitania Consigo, o Padre Melícias falou-nos da sua missão de vida, do país, dos séniores, dos jovens e de portugalidades, o mote desta nova revista da companhia de seguros Lusitania Fernando Piçarra Rita Collaço e Maria João Alexandre Com 74 anos feitos a 25 de Julho é formado em Teologia, Direito Canónico e em Direito. Franciscano por vocação e formação e um humanista com activa participação na sociedade do seu tempo, é ainda, presidente e Capelão dos Bombeiros Portugueses, líder do Mutualismo, rosto das Misericórdias, Presidente do Montepio Geral, Alto-comissário para Timor e Chanceler das Ordens Honoríficas. Nestes 74 anos que já levo de vida, felizmente polifacetada e muito activa, seguramente que os grandes marcos foram os votos solenes como franciscano e a ordenação sacerdotal, contou à Lusitania Consigo. O intenso envolvimento na sociedade civil solidária, quase sempre como voluntário, é um marco que destaca naquelas actividades em que pude inovar e ajudar as instituições sociais a reforçarem a sua identidade e imagem de marca. Falámos sobre o seu percurso, a situação económica actual, os séniores, os jovens, e sobre portugalidades, o mote desta nova revista da companhia de seguros Lusitania. Não somos, talvez, muito organizados, mas somos um povo bom, afirmou orgulhoso. Diz não perder tempo a olhar para o ontem e descreve casos de dificuldade de pessoas que hoje têm de se socorrer da ajuda da reformazita dos seus parentes, ou, Deus nos valha, utilizando uma expressão sua, de quem comece a tentar levar umas coisitas do supermercado ou a ver o nome alinhado no rol dos fiados. É como antigamente, desabafa, acreditando que hoje é a hora da solidariedade de todos para com todos. Além da vocação sacerdotal, quais foram as actividades que mais o realizaram? Senti-me plenamente realizado e feliz em todas as actividades que a vida me proporcionou. Para além do ensino superior, sobretudo de Filosofia do Direito e de Direitos Humanos, além do Direito Canónico e da Ética Empresarial, a minha primeira actividade, como presidente da Caixa dos Trabalhadores Migrantes, e os progressos que então se conseguiram na protecção social internacional dos nossos trabalhadores emigrantes, deixam-me ainda hoje a confortável sensação de ter sido útil a muita gente. Como, aliás, nos Bombeiros, Misericórdias, Mutualismo, Conselho Económico e Social e em várias instituições de economia social e de cooperação, bem como no caso de Timor, sempre senti que a vontade de ser útil foi sempre a razão do entusiasmo com que me dediquei e dedico às causas e projectos.

9 Portugalidades à conversa com... Pode caracterizar a sua missão de vida? Eu nasci de gente pobre, mas muito rica em generosidade e sentido solidário. Cedo aprendi que ninguém nasce para si mesmo, tudo o que somos ou temos é de todos e para o serviço de todos. Concebo, assim, como missão e sentido da minha vida o serviço. Sinto-me mais eu quando sei que estou a ser útil a alguém ou ao todo. O que mais o motiva a cada dia que nasce? Acreditar que o mundo pode ser melhor e que cada um tem um contributo a dar. E mais: não perder tempo a olhar para o ontem. Cada dia é um amanhã a nascer. Como encara esta política de austeridade e em que medidas acredita para combater a crise económica? Esta crise é uma crise de valores e de hierarquia de valores e de objectivos. As pessoas, as famílias, os próprios povos ou países estão a ser instrumentalizados aos interesses financeiros dos mercados. A economia e a política estão reduzidas a mero serviço da finança. Há aqui uma distorção enorme. Os decisores políticos, que por isso mesmo revelam não o ser, estão A vontade de ser útil foi sempre a razão do entusiasmo com que me dediquei e dedico às causas e projectos Carlos Gomes 09

10 Lusitania Consigo dominados pelo peso dos mercados e dos interesses financeiros. Urge que a política, decidida e participada pelos cidadãos, inverta os papéis. Impõe-se um novo paradigma de governança. Na Encíclica Centesimus Annus, considerada a primeira e magistral encíclica de economia social, o Papa João Paulo II denunciava que o homem moderno se encontra sufocado entre o Estado e o mercado. Ora, desde então as coisas têm-se agravado ainda mais: estamos em risco de estrangulamento colectivo às mãos da cegueira financista e perante a incapacidade de quem decide as políticas. Para responder à sua pergunta, introduziria uma mudança de prioridades: a economia e os pobres têm que ser opção prioritária sobre a finança e os ricos. Enquanto franciscano, sente que o clima de depressão está a afectar o bem-estar social? Em 5 de Maio deste ano, o vice-ministro das finanças da Alemanha declarou numa visita a Assis que hoje se torna urgente uma Europa mais franciscana. Seguramente não ignorava que os princípios basilares da economia franciscana, de que são grandes mestres Pedro Olivi, Guilherme Ockam, S. Bernardino de Sena e o nosso Doutor evangélico, Santo António de Lisboa, assentam precisamente na ideia de que todos os homens e todos os seres são irmãos e de que todos os bens têm um destino comum, são para serviço de todos, de modo que qualquer direito de propriedade, privado ou público, é precedido de um direito de propriedade comum, segundo o qual, na sua raiz, tudo o que existe é de todos e para todos. Desta visão filosófica da economia, decorre que os primeiros proprietários, e nesse caso primeiros a ter direito de usar os bens, são aqueles que, em extrema necessidade, deles mais necessitam. O que significa que, como literalmente escreveu o nosso Santo António, quem nessas circunstâncias fechar as suas entranhas ante o seu irmão pobre peca mortalmente e é um ladrão, por estar a denegar ao pobre aquilo que já é seu, porque lhe tem direito. Afirmou que a austeridade está a dar prioridade ao sistema financeiro, em vez de privilegiar os mais pobres. Pode desenvolver este tema? A opção preferencial pelos mais pobres, enquanto opção por uma economia em prol do desenvolvimento humano integral, não consiste numa proposta de redistribuição (muito menos do tipo esmola) dos recursos existentes. Significa, antes, uma opção preferencial pelos critérios e soluções de economia que visem um crescimento com utilidade para todos, e não a remuneração ou a concentração dos ganhos financeiros. Ora, enquanto, por exemplo, os Objectivos do Milénio visavam a erradicação da pobreza extrema, através de políticas de desenvolvimento económico, as actuais políticas de austeridade para combate à crise dão prioridade absoluta à estabilidade do sistema financeiro e bancário, gerando uma imensa onda Sinto-me mais eu quando sei que estou a ser útil a alguém ou ao todo Vítor José Melícias Lopes Nasceu a 25 de Julho de 1938 no Ramalhal, Torres Vedras. Foi ordenado sacerdote franciscano em 29 de Julho de Licenciou-se em Direito Canónico, em Roma, Itália, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e, em Direito, pela Universidade Clássica de Lisboa. Ajudou a fundar a DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), colaborou com a SEDES, chefiou quinze delegações para acordos de segurança social com dez países. Em 1974, assumiu a presidência da Liga dos Bombeiros Portugueses, cargo que, como voluntário, ocupou durante seis anos, tendo de seguida sido Presidente do Congresso por mais de uma década. Em 1983, foi eleito presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, onde esteve até Abril de Um mês antes, tinha sido empossado provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, função que desempenhou até Janeiro de Em 1991, assumiu a presidência da União das Misericórdias Portuguesas e, dois anos depois, foi eleito presidente de honra da Confederação Internacional das Misericórdias. Desde 1998 que é membro efectivo do Comité Económico e Social da União Europeia e, em 1999, foi nomeado Comissário Nacional para Apoio à Transição em Timor-Leste e foi Chanceler das Ordens Honoríficas Portuguesas. Integrou ainda conselhos de diversas instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Universidade de Coimbra, a Fundação Montepio Geral, a Fundação Ilídio Pinho e a Fundação da Juventude. Professor no Instituto Superior de Teologia de Évora e na Universidade Católica onde leccionou Filosofia do Direito e Direito Canónico. Foi ainda professor de Ética e Gestão de Empresas no Instituto Superior de Novas Profissões. Destaque para a nomeação como Grande Oficial da Ordem de Benemerência em 1983, o Prémio Nacional de Solidariedade de 1986, a Grã-Cruz do Mérito em 1993 e Grã-Cruz de Cristo em 2006.

11 Fernando Piçarra Padre Vítor Melícias fotografado em Julho, no Seminário da Luz (Convento da Imaculada Conceição)

12 Lusitania Consigo Eu nasci de gente pobre mas muito rica em generosidade e sentido solidário de desemprego e uma paralisia generalizada da economia com imparável aumento das situações de pobreza real e de ataque precisamente aos mais pobres. Chega-se ao ponto de, pela via da extracção financeira ou da diminuição dos apoios sociais, agravar-se a situação já desesperada dos pobres. Isto é inadmissível, muito mais quando se chega, como já se chegou, ao indecoro de, para legitimar cortes nos apoios, promover-se a inveja entre os próprios pobres e beneficiários de apoios sociais. De que forma as Instituições de Solidariedade a que pertence estão a dar resposta aos tempos em que vivemos? Enquanto agentes e promotores de economia social e solidária, estas instituições da sociedade civil procuram minorar a situação sobretudo dos mais atingidos pelo desemprego e carências básicas. Só que não dispõem de recursos nem de capacidade de reacção imediata para suster a avalanche. Não basta o princípio da solidariedade, que as move, nem o da proximidade, que as pressiona. É preciso que o da subsidiariedade na organização do país dê mais lugar, efectivo e sustentado, ao terceiro sector e à participação da sociedade civil organizada. Pode partilhar casos concretos de histórias de vida que resultem das dificuldades dos dias de hoje? O mapa é já tão vasto que nem é preciso partilhar concretizações. Não há praticamente ninguém que não tenha dentro de casa, na porta ao lado ou na sua rua, situações de carência alimentar, de incapacidade de pagar escola de filhos e remédios próprios ou de familiares, de quem não vá ao médico ou ao hospital por não poder pagar o transporte ou a consulta, de quem tenha de se socorrer da ajuda da reformazita dos seus parentes ou mesmo, Deus nos valha, de quem comece a tentar levar umas coisitas do supermercado ou a ver o nome alinhado no rol dos fiados. Como antigamente. Não há dúvida, chegou a hora da solidariedade de todos para com todos. Como caracteriza o povo português? Olhe, só para me conter naquilo de que estamos a falar: o povo português é um povo solidário. Não é por acaso que a maior parte dos nossos corpos de bombeiros são de associações humanitárias de cidadãos, nem é por acaso que temos uma cobertura impressionante de Misericórdias com mais de quinhentos anos e uma multidão de instituições de solidariedade social. Como não é por acaso que viemos para a rua por Timor ou temos nos nossos referenciais culturais histórias e lendas como as de Deuladeu Martins, do Decepado ou do Milagre das Rosas. Fala-se muito do pecado colectivo da inveja, que infelizmente alguma comunicação social não se envergonha de atiçar Mas também se devia falar da tolerância, do universalismo, da hospitalidade, do humanitarismo. Não somos, talvez, muito organizados, mas somos um povo bom. Tenho orgulho no meu povo. Qual é a sua tradição portuguesa preferida? De entre todas, talvez a tolerância e a convivência pacífica com todos as gentes, culturas e crenças. Essa capacidade de convivência, que já em 1147 levou o cruzado Osberne a notar o pluralismo do povo de Lisboa, esse mesmo pluralismo que permitiu que Lisboa fosse chamada Cidade da Paz, atributo tão necessário nas actuais circunstâncias de um mundo a precisar de diálogo intercultural, inter-religioso e, sobretudo, de solidariedade. O ano de 2012 é o Ano europeu do envelhecimento ativo e da solidariedade entre gerações. Como encara o estado actual da Segurança Social nacional baseada na solidariedade geracional? O sistema nacional de Segurança Social bem como o Serviço Nacional de Saúde é um bom sistema. De nível europeu e assente no princípio da solidariedade entre todos. Tal como o modelo social europeu vai precisar de ajustamentos, mas não pode perder a sua filosofia de base. O Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações é uma boa e oportuna iniciativa europeia, à qual Portugal não deixará

13 Portugalidades à conversa com... No seminário, junto à colecção de imagens frades do Povo, miniaturas recolhidas ao longo de mais de trinta anos A economia e os pobres têm que ser opção prioritária sobre a finança e os ricos Fernando Piçarra de aderir com as suas próprias capacidades e generosidades. É uma boa altura para fazermos a pedagogia de antigas tradições culturais portuguesas, que aproximavam avós e netos, parentes e vizinhos. Nisto não tenhamos receio de promover e recuperar valores antigos. Aqui ser moderno é também saber valorizar o antigo. O que significa envelhecer activamente no seu ponto de vista? Manter os idosos como participantes activos na vida familiar, de vizinhança e de sociedade, evitando marginalizações, isolamento e, sobretudo, solidão. Parar é morrer e, neste caso, empobrecer em muito a sociedade. Seguramente que menos prato e mais sapato, mas parar, nunca. Reforma é uma palavra que se aplica ao seu percurso? Se sim, como encara a sua reforma neste caminho em que tem vindo a contribuir activamente para a sociedade? No meu caso específico, não significou nada. Continuo a trabalhar mais ou menos, se calhar até mais, ao mesmo ritmo e no mesmo tipo de actividades. Hoje só de voluntariado ou de enquadramento institucional ao serviço de causas e de projectos. Como, ao atingir, a maioridade, fiz voto de pobreza renunciando a qualquer tipo de propriedade ou de posse, não tenho a mínima preocupação ou mesmo pensamento com a obtenção de recursos, tanto mais que todo e qualquer provento que me seja devido ou me venha a ser atribuído vai automaticamente para a mesa dos frades e dos pobres. Sou, até nisso, um homem livre e feliz. Alertou em entrevista à imprensa- para o desencanto dos jovens. Comente esta atitude da juventude portuguesa bem como o seu impacto no progresso nacional. Sim, o tipo de sociedade e de economia global em que vivemos, com desprezo pelo homem e pela natureza, não é nada propício à utopia e ao encantamento dos jovens. Sobretudo quando são ensinados e preparados nas escolas para um mundo de trabalho mecanizado e de consumo exacerbado, onde depois não têm lugar, nem grandes expectativas. Que conselho pode deixar às gerações mais jovens? Jovens, sede jovens. Não vos deixeis envelhecer antes de tempo e, quando for tempo disso, aprendei a envelhecer participativamente. Sede criativos. Ajudai a criar um mundo novo. O que faria se fosse hoje um jovem entre os 18 e os 30? O mesmo que fiz então e faço hoje: acreditar num futuro melhor e preparar-me todos os dias para participar activamente na sua construção. Como Presidente do Montepio no ano em que a Lusitania se fundou, 1986, como vê este projecto 25 anos depois? Vejo com alegria e agradecimento a Deus e a Nª Sª das Vitórias, à qual na altura confiei o projecto, por ter estado na sua origem e ter acompanhado durante todos estes anos uma tão bela aventura comum de querer e de solidariedade, na qual se tornou proverbial o espírito de família e de co-responsabilidade de todos. Bem hajam todos por isso. 13

14 Lusitania Consigo Breves Lusitania RECONHECIMENTO Prémio Lusitania de História distingue académicos A Academia Portuguesa da História atribuiu os prémios Gulbenkian e Lusitania numa sessão solene na sede desta Academia no Palácio dos Lilases, em Lisboa, com a presença de académicos e convidados. Os prémios foram atribuídos a Augusto Bezerra da Universidade de Fortaleza no Ceará, Brasil, e a Maria João Figueiroa Rêgo da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. A sessão foi presidida pela presidente da Academia Portuguesa da História Manuela Mendonça e entregues pelo presidente da Gulbenkian, Rui Villar, e pelo Administrador- Delegado da Lusitania, José de Arez Romão. BOLSA DE ESTUDO Fundação Cidade de Lisboa atribui diploma universitário O presidente da Câmara Municipal de Lisboa entregou ao Administrador-Delegado da Lusitania o diploma de conclusão do curso do bolseiro apoiado pela Lusitania, António Correia. Constituída em 1990, por Nuno Krus Abecassis, a Fundação Cidade de Lisboa tem por objecto a formação de quadros dos países africanos de expressão portuguesa. Um conjunto de prestigiadas empresas nacionais e instituições, entre as quais a Lusitania e o Montepio, atribuem anualmente bolsas a estudantes universitários. A Fundação Cidade de Lisboa, ao longo dos últimos 20 anos, tem contribuído para a valorização da formação de quadros dos países africanos que falam a nossa língua. Actualmente, a Fundação é presidida por Álvaro Pinto Correia, prestigiada figura do meio financeiro e empresarial. A Fundação Cidade de Lisboa tem contribuído para a valorização da formação de quadros dos países africanos

15 Portugalidades breves Lusitania Universidade Fernando Pessoa Lusitania apoia as Olimpíadas do Conhecimento As Olimpíadas do Conhecimento da Universidade Fernando Pessoa são dirigidas aos estudantes do 12º ano de escolaridade ou de ano pedagogicamente equivalente, de escolas dos subsistemas público e privado, devidamente acompanhados por professores. Esta segunda edição realizouse a 12 de Maio, nas instalações da UFP- Porto e, conta com mais de 180 estudantes distribuídos por equipas de três, devidamente acompanhadas pelos respectivos docentes. O programa das Olimpíadas inclui Provas de Biologia, Desenho, Língua Portuguesa e Matemática. Lusitania 6 de Junho de 1986 Fundação da Lusitania Companhia de Seguros Celebração da escritura de fundação no Auditório do Banco Montepio Geral, a primeira Seguradora criada depois de 1947 e a primeira após a abertura da banca e dos seguros à iniciativa privada com capitais inteiramente portugueses, te como principal accionista o Banco Montepio Geral. História 6 de Junho II Guerra Mundial. Dia D. As forças aliadas desembarcam nas praias da Normandia, França. Santo António de Pádua ou Lisboa Juan de Juni ( ) Divulgação cultural Apoio à exposição sobre a escultura espanhola Identificada com a preservação e divulgação dos valores culturais, a Lusitania apoiou a exposição temporária sobre a imagem do sagrado na escultura espanhola ( ), que incluiu uma amostra das mportantes colecções do Museu Nacional de Escultura (Valhadolid, Espanha) conhecido como o Prado da Escultura. Pela primeira vez em Portugal, reuniram-se no Museu de Arte Antiga, em Lisboa, mais de três dezenas de esculturas de grandes mestres espanhóis desde o declinar da Idade Média ao ocaso do Período Barroco como Berruguete, Juan de Juni, Pompeo Leoni, Gregorio Fernández, Alonso Cano, Pedro de Mena, Pedro de Sierra ou Salzillo.Esta exposição inquietante incluiu na sua mostra ascetas, mártires, virgens e Cristos crucificados, que provocaram no visitante uma impressão que ultrapassa as fronteiras da estética, e uma chamada de atenção para o valor indissociável do acervo deste museu espanhol. Ciência 1986 Passagem do cometa Halley O cometa foi registado pela primeira vez em 240 a.c. e mostrou-se visível a olho nu em todas as suas 30 aparições registadas. Foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico. O próximo periélio do Cometa Halley será em 29 de Julho de Artes 1986 O escritor nigeriano Wole Soyinka agraciado com o Prémio Nobel da Literatura. Considerado por muitos o dramaturgo mais notável da África. Curiosidade 1986 Carro do ano SAAB 9000 Turbo 16 15

16 Lusitania Consigo GRANDE PRÉMIO APCE 2012 Excelência da comunicação da Lusitania A Lusitania foi mais uma vez distinguida pelo Grande Prémio APCE 2012 Excelência em Comunicação. Um ano em que foi inclusivamente a anfitriã da cerimónia de entrega de prémios (Gala APCE), que se realizou no dia 28 de Junho, pelas 19 horas, na sede, na Lapa, em Lisboa. O evento teve início com a actuação da recémformada banda açoriana October Flight, seguindo-se uma dança contemporânea no Cocktail que antecedeu a cerimónia de entrega de prémios nos jardins da sede da Lusitania jardim. Após este momento de música e dança, os cerca de 170 convidados seguiram para o auditório onde foram atribuídos os prémios e a distinção de excelência da comunicação organizacional. Nos, vários prémios, são eleitos os três melhores em cerca de 20 categorias, aos quais são atribuídas menções honrosas. Destes, um deles é o vencedor. Das quatro categorias em que a Lusitania se inscreveu, ganhou duas menções honrosas e um primeiro lugar, o que é motivo de orgulho para todos. Assim, foi reconhecida pela excelência da sua comunicação na categoria de website e hotsite (um jogo online da Lusitania Viagem Segura ). E obteve as menções honrosas pelo logótipo comemorativo dos 25 anos de actividade da Lusitania (Categoria Identidade Corporativa) e pelo seu Museu de Medalhas da Actividade Seguradora (Categoria Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial). Cerimónia de entrega de prémios no auditório da sede da Lusitania Distinções Das quatro categorias em que a Lusitania se inscreveu, ganhou duas menções honrosas e um primeiro lugar Grande Prémio APCE 2012 Excelência em Comunicação Categoria de Website e Hotsite Jogo online da Lusitania Viagem Segura Menções Honrosas Categoria Identidade Corporativa Logo Comemorativo dos 25 anos de Actividade da Lusitania Categoria Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial Museu de Medalhas da Actividade Seguradora

17 Portugalidades breves Lusitania apoio À artista plástica isabel DO Botelho Reflectem-se memórias e estados de espírito, imagens de coisas antes vistas, em lugares e momentos talvez imaginados. Seguiu sempre um percurso independente, fazendo da sua criação artística um acto muito pessoal carregado de intenções. Pinta e desenha desde longa data, ensinado Pintura e Desenho em organismo privado, sendo que o ensino da Pintura tem sido uma contínua via de aprendizagem, com os seus alunos.... Isabel do Botelho junto ao quadro que representa a maternidade e gentilmente cedido à Lusitania. Esteve patente ao público, no Auditório António da Costa Leal, Sede da Lusitania, a exposição de pintura Wonderland in Waterland, da artista plástica Isabel Contreras do Botelho. Esta mostra reflectiu uma viajem à Ilha de S. Miguel, ilha dos antepassados da autora, repleta de histórias extraordinárias, pretendendo despertar nos visitantes sentimentos e emoções de uma alma ilhoa. Mais uma vez, Isabel Contreras do Botelho reverteu, na totalidade, o valor de venda de um dos seus quadros a favor de uma instituição de solidariedade social, neste caso, a Associação das Aldeias de Crianças SOS Isabel Contreras do Botelho nasceu em Lisboa. Os Açores e a Galiza, estão-lhe no sangue, cruzando-se as vivências de Lisboa em que vive e o Alentejo onde passou muitos dos períodos da sua infância. A sua pintura sendo assumidamente, figurativa, tem uma via própria, gestual e intuitiva, mas, simultaneamente, conceptual e marcada por simbologias utilizando vários tipos de materiais, tais como: óleo, acrílico, pastel, guache, aguarela e tinta da China. Wonderland in Waterland Remete-nos para uma viagem à ilha de São Miguel 17

18 Lusitania Consigo Breves eventos recepção Encontro dos principais resseguradores internacionais Realizou-se nos dias 23, 24 e 25 de Maio, no Hotel Palácio, no Estoril, o XIV Encontro Internacional de Resseguro, organizado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS). Este encontro bianual realiza-se em Portugal há mais de 25 anos e reúne os principais resseguradores internacionais que operam no mercado português, proporcionando momentos de partilha de conhecimentos, experiências, e análise do mercado segurador. Os temas em análise nesta edição caracterizaram-se pela sua actualidade e importância para os sectores segurador e ressegurador, bem como para a sociedade em geral, centrando-se em quatro painéis principais: as alterações climáticas, Portugal, não discriminação e solvência. Os três dias foram organizados em duas partes distintas: manhãs de conferências e tardes destinadas a reuniões de trabalho. A Lusitania voltou a organizar uma recepção neste encontro, onde participou o presidente Jantar num dos salões nobres do Palácio de Porto Côvo, sede da Lusitania Eduardo Grilo

19 Portugalidades breves eventos Eduardo Grilo José de Arez Romão Administrador-Delegado da Lusitania, Tomás Correia Presidente do Grupo Montepio, Senhora de Tomás Correia, Virgílio Lima Administrador da Lusitania, Senhora de Virgílio Lima, Senhora de Jorge Conceição Silva, Maria Manuela Rodrigues Administradora-Delegada da Lusitania Vida e Jorge Conceição Silva Administrador da Lusitania da APS, Pedro Seixas Vale, e o presidente do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), Fernando Nogueira, bem como os membros do Conselho de Administração do Montepio, Lusitania e Lusitania Vida. Ao todo, os anfitriões receberam cerca de 250 participantes com um cocktail de boas vindas no jardim, ao som da actuação da Banda Sinfónica do Exército sob a direcção do seu maestro, Major João Maurílio Caires Basílio. Mais tarde, o jantar foi servido nas salas nobres do Palácio de Porto Covo, sede da Lusitania, e terminou com um espectáculo de Guitarra Portuguesa do músico e compositor português Custódio Castelo, acompanhado por Gisela João, uma nova voz do fado. Custódio Castelo apaixonou-se primeiro pela guitarra portuguesa e só depois começou a interessar-se pelo fado. Em 2010, foi vencedor do Prémio Amália Rodrigues, sendo considerado um dos mais importantes guitarristas portugueses da actualidade. Um Eduardo Grilo dos pontos altos do evento internacional foi preconizado pelo presidente da Assembleia Geral da Lusitania, Vítor Melícias, que expressou, em nome da Lusitania e do Grupo Montepio, as boas vindas a todos os presentes, e recordou o papel da actividade seguradora e resseguradora como meio de cooperação entre nações e o compromisso de solidariedade entre todos os parceiros desta actividade. Momento de actuação de Custódio Castelo na Guitarra Portuguesa e da Fadista Gisela João 19

20 Lusitania Consigo Breves grupo A Administradora-Delegada Maria Manuela Rodrigues com a sua equipa da Lusitania Vida Lusitania Vida 25 Anos a criar valor Fundada em 15 de Maio de 1987, a Lusitania Vida, comemora neste exercício o seu 25º. Aniversário. Tendo como accionista de referência desde a sua constituição o Montepio Geral, a Lusitania Vida, completou, na sua área de intervenção a oferta do Grupo, no âmbito da actividade seguradora. Vocacionada para apoiar os clientes particulares, nas áreas de protecção pessoal e das famílias, a Lusitania Vida reintroduziu diversos conceitos inovadores no nosso mercado, no capítulo da poupança e capitalização. Com uma gestão altamente profissionalizada e muito rigorosa, a Lusitania Vida, tem hoje quer ao nível da supervisão quer do mercado segurador e ressegurador uma imagem de grande prestígio, de solidez e rigor confirmada pelos resultados alcançados ao longo da sua história. O contributo para o Grupo em que se insere ultrapassou só no último triénio os 20 milhões de euros. Numa época marcada pelo clima depressivo da economia que assola o mercado nacional e internacional desde a crise do sub-prime em 2008, com um mercado de capitais estagnado, a Lusitania Vida tem mantido um excelente desempenho, designadamente no que respeita aos resultados técnicos e financeiros e registado, em contra-ciclo, um crescimento sustentado, sendo de realçar que, tendo em gestão mais de 500 milhões de activos, não regista defaults, incumprimentos ou prémios em dívida. Com um total de 27 trabalhadores, a empresa caracteriza-se ainda, por uma atitude de inovação permanente nos produtos que lança no mercado, alguns dos quais registaram assinalável êxito. A Lusitania, Companhia de Seguros, associa--se a esta efeméride, felicitando nesta data festiva, a sua congénere-irmã e na pessoa da Senhora Administradora-Delegada, Maria Manuela Rodrigues, todos os seus trabalhadores e colaboradores, formulando os votos da continuação dos maiores sucessos pessoais e empresariais. José António de Arez Romão Administrador-Delegado Lusitania O contributo da Lusitania Vida para o Grupo montepio ultrapassou no último triénio os 20 milhões de euros

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