Geógrafo Frank Gundim Assessora Especial de Planejamento do DER-RJ

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1 DER-RJ Geógrafo Frank Gundim Assessora Especial de Planejamento do DER-RJ

2 O uso inapropriado do meio ambiente aceleram e ampliam alguns processos. Por exemplo, as inundações são agravadas pelo desmatamento e ocupação irregular das margens dos rios. Os deslizamentos de encosta são, muitas vezes, acelerados pela sua ocupação.

3 Muitas áreas apresentam um tendência natural a ocorrência de processos como inundação, deslizamento de terra, erosão etc, ou seja, algumas áreas apresentam uma suscetibilidade natural a ocorrência destes fenômenos. E quando essas áreas não recebem um uso e ocupação adequados às suas características físicas Esses processos podem ser potencializados, ou seja, uma área naturalmente suscetível a ocorrencia de inundação, pode vir a ser uma área com alta vulnerabilidade a enchentes

4 O gerenciamento sustentável e integrado dos recursos naturais, incluindo o uso e ocupação adequados do solo é o recurso mais eficiente para se diminuir a vulnerabilidade a enchentes, deslizamentos de terra, erosão etc

5 No Brasil:

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9 DER-RJ MEDIDAS PREVENTIVAS QUE O DER/RJ ADOTA PARA MINIMIZAR OS PROBLEMAS DE DESLIZAMENTOS

10 MÉTODOS E TÉCNICAS MODERNAS PARA MINIMIZAR O RISCO OU SUSCETIBILIDADE A DESLIZAMENTOS Prevenção

11 MÉTODOS E TÉCNICAS MODERNAS PARA MINIMIZAR O RISCO OU SUSCETIBILIDADE A DESLIZAMENTOS ETAPA I Levantamento da documentação relativa à ocorrência de desastres; construção de banco de dados e Sistema de Informação; levantamento das pesquisas e bibliografia nacional sobre risco. ETAPA II trabalho de campo ou vistorias; consolidação de metodologia e procedimentos para determinação de áreas de risco; elaboração de mapas de risco. ETAPA III Consolidação de métodos e técnicas que garantam a segurança das Rodovias Estaduais, mesmo em locais onde a degradação ambiental seja potencial e não aparente na paisagem.

12 DER-RJ ETAPA I: LEVANTAMENTO E DIAGNÓSTICO

13 ETAPA I: LEVANTAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO RELATIVA À OCORRÊNCIA DE DESASTRES Coleta de dados históricos sobre deslizamentos existentes nas áreas que margeiam as rodovias; Pesquisa no acervo do DER de fotografias que ilustrem as áreas mais problemáticas quanto a detonação de deslizamentos; Pesquisas bibliográficas que tratem da temática; Consulta de material cartográfico disponível de décadas anteriores sobre a existência de deslizamentos nas rodovias;

14 ETAPA I: CONSTRUÇÃO DE BANCO DE DADOS E SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA O SIG permite ao usuário a associação de um banco de dados a um elemento gráfico de representação. O SIG permite ao usuário consultar o banco de dados a partir do mapa ou consultar o mapa a partir do banco de dados. Se os dados (vetoriais o raster) estiverem georreferenciados (projeção, datum, sistema de coordenadas) o SIG permite ao usuário sobrepor em camadas os dados e, a partir disto, cruzá-los. MUNDO REAL VIRTUAL

15 MUNDO REAL COLETA DE DADOS ARMAZENAMENTO CRUZAMENTO MANIPULAÇÃO ANÁLISE MAPAS SAÍDA CARTA-IMAGEM PLANILHA RELATÓRIO

16 ETAPA I: LEVANTAMENTO DAS PESQUISAS E BIBLIOGRAFIA NACIONAL SOBRE RISCO Avaliação de artigos academicos, estudos de esfera governamental e principais publicações que tragam embasamento teórico e metodologias que tratem da temática em questão

17 DER-RJ ETAPA II: MÉTODOS E TRABALHOS DE CAMPO (VISTORIA)

18 ETAPA II: TRABALHOS DE CAMPO OU VISTORIAS

19 ETAPA II: METODOLOGIA E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DOS MAPAS DE RISCO E VULNERABILIDADE A vulnerabilidade dos temas utilizados nesse trabalho foi estabelecida através de uma escala de valores (21 classes de 1.0 a 3.0) que gerou uma classificação do grau de estabilidade ou vulnerabilidade de cada unidade homogênea, segundo as relações entre os processos de morfogênese e pedogênese. Fonte: Crepani et al. (2001)

20 ETAPA II: ELABORAÇÃO DOS MAPAS DE RISCO POR ROC s Mapeamento de risco, suscetibilidade ou vulnerabilidade ambiental

21 DER-RJ ETAPA III: PREVENÇÃO

22 ETAPA III: CONSOLIDAÇÃO DE MÉTODOS E TÉCNICAS QUE POSSIBILITEM A SEGURANÇA DAS RODOVIAS ESTADUAIS Usualmente, as medidas preventivas são agrupadas em dois tipos: estruturais e não estruturais. As medidas estruturais envolvem obras de engenharia, em geral de alto custo, tais como obras de contenção de taludes, implantação de sistemas de drenagem, reurbanização de áreas. Quanto às medidas não estruturais, estas se referem às ações de políticas públicas voltadas ao planejamento do uso do solo e ao gerenciamento, como o zoneamento geoambiental, planos preventivos de defesa civil, educação ambiental (Kobiyama et al. 2006; Vedovello & Macedo 2007). Entretanto, além destas há outras medidas que podem ser adotadas : Medidas Estruturais Medidas Não Estruturais

23 ETAPA III: RESTAURAÇÃO DA PLATAFORMA DOS TALUDES COM OBRAS DE CONTENÇÃO E DRENAGEM Obras de Contenção na RJ-151

24 ETAPA III: SERVIÇOS DE CONSERVA NA RODOVIA Desobstrução de manilhas Desobstrução de escada hidraúlica

25 ETAPA III: SERVIÇOS DE CONSERVA NA RODOVIA Desobstrução de canaletas de drenagem

26 ETAPA III: IMPLANTAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE SISTEMA DE DRENAGEM Escada Hidraúlica / Dissipador de energia Conserva de Canaleta de Drenagem

27 MONITORAMENTO DOS ÍNDICES PLUVIOMÉTRICOS E DAS ENCOSTAS MAIS VULNERÁVEIS A DESLIZAMENTOS TEMPO DE RECORRÊNCIA UTILIZADA PELO DER-RJ PARA PROJETOS HIDRAULICOS: Ponte: 100 anos; Pontilhão: 50 anos; Bueiro celular: 25 anos; Bueiro tubular: 15 anos; Drenagem superficial: 10 anos.

28 MONITORAMENTO DOS ÍNDICES PLUVIOMÉTRICOS E DAS ENCOSTAS MAIS VULNERÁVEIS A DESLIZAMENTOS

29 MONITORAMENTO DOS ÍNDICES PLUVIOMÉTRICOS E DAS ENCOSTAS MAIS VULNERÁVEIS A DESLIZAMENTOS

30 MONITORAMENTO DOS ÍNDICES PLUVIOMÉTRICOS E DAS ENCOSTAS MAIS VULNERÁVEIS A DESLIZAMENTOS

31 ETAPA III: ESTUDOS DE NOVOS TRAÇADOS RODOVIÁRIOS EM CONSÔNANCIA COM A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

32 RECUPERAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS Existem aproximadamente 40 trechos rodoviários que passam por avaliação dos condicionantes ambientais (inclusive com relação a detonação de feições erosivas. Nesse sentido, os relatórios enviados pelas empresas contratadas passam pelo crivo da equipe de gestão ambiental ligada ao DER-RJ a fim de validar e sugerir propostas de mitigação desses pontos de maior vulnerabilidade ambiental). FOTO EQUIPE

33 SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL

34 PROJETOS EXECUTIVOS

35 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS (PROJETOS IMPLANTADOS) RJ-116 / RJ-130 / RJ-134 / RJ-142 / RJ-148 / RJ-150 Desobstrução de Corregos Desobstrução de Bueiros Remoção de barreiras e reconstrução de variantes e acesso municipais Recomposição da Pista e de Taludes

36 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-116 / RJ-130 / RJ-134 / RJ-142 / RJ-148 / RJ-150 Obras de Reconstrução de Ponte na RJ-134 sobre o Rio do Frade no Distrito de Sebastiana Obras de Reconstrução e Construção de Nova Ponte na RJ-172 sobre o Rio Grande, em Trajano de Moraes. Obras de Recosntrução da Ponte na RJ-116 Município de Bom Jardim.

37 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ- 116 MURY - CORDEIRO Dispositivos de Drenagem Retaludamento Cortina Atirantada Revegetação Muro Gabião

38 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-134 POSSE SÃO JOSÉ DO VALE DO RIO PRETO

39 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-150 FRIBURGO BOM JARDIM Cortina Atirantada e Gabião, Dispositivos de Drenagem, Recomposição do Corpo Estradal

40 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-130 TERESÓPOLIS - FRIBURGO Cortina Atirantada, Dispositivos de Drenagem, Retaludamento,Revegetação Recomposição de Pavimento, Solo Grampeado, Muro de Gabião

41 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-148 DUAS BARRAS - SUMIDOURO Cortina Atirantada Revegetação Muro Gabião

42 SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS RJ-142 FRIBURGO CASIMIRO DE ABREU Cortina Atirantada, Projeto de Reforço de Cortina Construção de Gabião Reconstrução da Rodovia

43 OUTROS EXEMPLOS (RJ-156, Km: 2,7)

44 OUTROS EXEMPLOS (RJ-116, Ponte Bom Jardim)

45 OUTROS EXEMPLOS (RJ-156)

46 OBRIGADO!

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