UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA E DE COMPUTAÇÃO. Projeto Final

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Final Sistema para Administração de Corretoras de Seguros Desenvolvido com Componentes Multi-Plataforma Autor: Marcelo Seabra Pinto Orientador: Antônio Cláudio Gómez de Sousa Examinador 1: Sérgio Barbosa Villas-Boas Examinador 2: Sérgio Palma da Justa Medeiro Rio de Janeiro 2004

2 DEDICATÓRIA: Dedico este trabalho ao meu pai, que através do seu exemplo de vida me deu tanta disposição e vontade de trabalhar, à minha mãe, por toda ajuda prestada durante meu curso de Engenharia e a meu mestre Antônio Cláudio pela valiosa orientação e total apoio neste trabalho. I

3 AGRADECIMENTOS: Gostaria de agradecer este trabalho primeiramente a Deus, por nunca ter me deixado esmorecer diante das dificuldades encontradas durante todo o curso e também neste projeto. Agradeço aos meus pais, Elcio Pinto e Edilce Seabra Pinto, que sempre me apoiaram em todos os momentos do meu curso. Agradeço em particular à minha mãe pela valiosa ajuda nas questões referentes ao negócio em foco deste trabalho, seguros. Agradeço também a minha irmã, Daniele Seabra Pinto, que não só me deu forças para superar as dificuldades da faculdade, como também muito contribuiu nos momentos de dúvida e decisão em minha vida profissional. Agradeço a todos os meus amigos de turma que, de uma maneira ou de outra, me ajudaram a realizar os trabalhos da faculdade e a passar nas provas. Agradeço em especial a meu amigo Guilherme Oliveira Pinto, por ter me passado importantes conhecimentos técnicos que muito me ajudaram no desenvolvimento deste projeto e sem os quais, possivelmente, não o concluiria no prazo estipulado ou não o faria com a mesma qualidade. Não poderia deixar de agradecer ao povo brasileiro, que através do pagamento de seus impostos, financiaram o meu curso superior. Agradeço ao meu mestre Sérgio Barbosa Villas-Boas, não só pelas tantas dicas e ajuda com relação a parte técnica deste trabalho, como também pelas valiosas conversas, que me ajudaram a ampliar minha visão de futuro, emprego e negócios. Por fim, agradeço ao meu mestre e orientador, Antônio Cláudio, por ter trabalhado comigo ao longo deste projeto de modo tão produtivo e compreensível. II

4 RESUMO A realização de seguros é um assunto cada vez mais popular no Brasil e no mundo. A evolução de diferentes modadlidades de seguros têm ocorrido com grande rapidez e as companhias de seguros vêm ampliando seus lucros de modo espetacular. Neste ramo extremamente dinâmico e de grande concorrência, o pequeno e médio corretor de seguros muitas vezes carece de um sistema que aumente a eficiência de seu trabalho e aumente sua competitividade no mercado. Não há muitos softwares no mercado que vão de encontro às necessidades das corretoras e ainda sejam de fácil utilização. Ainda, dentre os existentes, todos funcionam apenas no sistema operacional Windows. O projeto foi todo desenvolvido utilizando a liguagem C++. Nos dias de hoje, onde a competição por empregos é cada vez mais acirrada, devemos cultivar uma estratégia de desenvolvimento pessoal que nos proporcione um conhecimento útil e duradouro. Este foi o motivo principal da escolha da linguagem utilizada neste projeto. Além disso, não podemos nos limitar a produzir tecnologia com soluções proprietárias e limitadas, daí, a escolha pela biblioteca multiplataforma wxwidgets para o desenvolvimento da interface gráfica e da biblioteca SQLAPI++, para interfaceamento com o Banco de Dados. Assim, este trabalho procura ao mesmo tempo, ser uma referência para aqueles que desejam aprender mais sobre programação multi-plataforma, sobretudo com a bibliotecas wxwidget, e uma alternativa para as corretoras de seguros, que poderão contar com mais esta opção para seu sistema de administração. PALAVRAS-CHAVE Banco de Dados, Programação Multiplataforma, Manutebilidade, GUI, wxwidgets, SQLAPI++, C++. III

5 ÍNDICE DEDICATÓRIA:... I AGRADECIMENTOS:...II RESUMO... III PALAVRAS-CHAVE... III ÍNDICE INTRODUÇÃO O MERCADO DE SEGUROS UMA OPÇÃO INOVADORA AO MERCADO ESCOPO DO SISTEMA REGRAS DE NEGÓCIO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ANÁLISE DO SISTEMA ARQUITETURA EM CAMADAS ANÁLISE ESTRUTURADA MODELO CONCEITUAL Dicionário de dados das entidades do modelo conceitual DIAGRAMAS DE FLUXO DE DADOS DFD de contexto ou de nível DFD de nível DFDs nível Gerenciar_Cliente_Corretor Gerenciar_Producao Gerenciar_Sinistro Gerenciar_Seguradora

6 Gerenciar_Usuario DFDs nível Gerenciar_Proposta Gerenciar_Comissao Gerenciar_Automovel Descrição dos fluxos de dados: Descrição dos depósitos: Descrição dos terminadores: O PROJETO CARACTERÍSTICAS-CHAVE A interface gráfica Banco de Dados genérico Código-fonte comentado e em inglês ARQUITETURA DO SISTEMA MODELOS LÓGICO DOS DADOS Descrição das entidades e seus atributos: Entidade corretor Entidade cliente Entidade pes_fisica Entidade pes_jurídica Entidade endereco Entidade seguradora Entidade proposta Entidade apolice Entidade renovacao Entidade endosso Entidade custo_fixo Entidade cobertura Entidade marca Entidade modelo Entidade cobertura_automovel

7 Entidade acessorio Entidade cobertura_outro Entidade parcela_comissao Entidade parcela_recebida Entidade tipo_sinistro Entidade sinistro Entidade aceitacao Entidade recusa PANORAMA GERAL DO SISTEMA DIAGRAMA MODULAR Propostas Corretores Clientes: Seguradoras: Automóveis: Sinistros Comissões Relatórios Usuários INFORMAÇÕES ADICIONAIS Demais arquivos envolvidos FERRAMENTAS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO FERRAMENTAS DE HARDWARE E SOFTWARE Ferramentas de Software Ferramentas de Hardware BIBLIOTECAS UTILIZADAS A wxwidgets A SQLAPI CONCLUSÕES A WXWIDGETS

8 METODOLOGIA APRENDIZADO FUTURAMENTE BIBLIOGRAFIA: REFERÊNCIAS ADICIONAIS APÊDICE:

9 1. INTRODUÇÃO 1.1. O MERCADO DE SEGUROS Seguro é uma atividade que vem crescendo assustadoramente nos últimos anos. Nos Estados Unidos as pessoas e empresas vêm procurando fazer seguros não só de seus pertences mais valiosos, como também de fatores críticos para seus negócios. Por exemplo: um médico cirurgião já pode fazer seguro de suas mãos, meio absolutamente indispensável para a prática de sua profissão. Outro exemplo seria o seguro para executivos, que algumas empresas já fornecem como benefício aos seus funcionários mais bem posicionados, com alto poder de decisão. No Brasil, o ramo de seguros vem crescendo acentuadamente na última década. Para se ter uma idéia do tamanho deste mercado, observe o texto divulgado pela Seguradora J. Malucelli, em sua home-page: O mercado de seguros no Brasil é ainda bastante promissor, com tendência a crescimento nos próximos anos. Atualmente o setor responde por cerca de 3% do PIB brasileiro, o dobro do registrado no início da década de 90. No mercado da América Latina, o Brasil é líder em prêmios gerados com mais de 40%, quase quatro vezes mais que o segundo colocado no ranking, o México. As principais carteiras comercializadas são Automóveis, Vida e Saúde, sendo que cerca de 30% do mercado brasileiro de seguros é controlado por empresas estrangeiras. Um outro dado interessante é a evolução do número de corretores de seguros ativos por ano, publicado pela Fundação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização, de Previdência Privada e das Empresas Corretoras de Seguros, FENACOR. Observe no gráfico abaixo: 5

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11 Neste cenário de extrema competitividade, com a presença de gigantes no setor, como bancos-corretoras, o pequeno e médio corretor de seguros precisa estruturar o seu negócio muito bem, de modo a permanecer ativo no mercado. Para isso, um sistema que centralize toda a sua produção é fundamental para sua organização, agilidade no acesso às informações e extração de relatórios eficientes e úteis, que permitam uma grande economia de tempo e dinheiro. Além disso, por se tratar de um ramo bastante específico, com muitas características próprias e extremamente dinâmicas, uma vez que as seguradoras constantemente modificam algumas de suas regras, fica difícil adotar uma solução genérica de sistemas de gestão. Isto faz com que seja extremamente aconselhável aos corretores de seguros que adquiram softwares específicos para corretoras de seguros, fornecidos atualmente por algumas poucas empresas UMA OPÇÃO INOVADORA AO MERCADO O mercado de sistemas para corretoras de seguros ainda é pequeno e não há uma solução que possa ser utilizada em Linux. Uma das idéias deste projeto é implementar um sistema que possa ser utilizado também no Linux, o que pode trazer uma economia de licença de software para a corretora. O sistema, cujo nome neste momento é Seguro Fácil, pretende reunir as principais necessidades de uma corretora de seguros. Para levantar estas necessidades, foram feitas entrevistas com dois corretores de seguros, atuantes neste mercado há mais de 15 anos. Com isto, o sistema representa um modelo bastante fiel à realidade das corretoras de seguros. Entretanto, neste ambiente extremamente dinâmico, o sistema pode tornar-se obsoleto com o tempo. Para sua viabilização comercial, seria interessante um compromisso de manutenção periódica, fora os casos de bugs. Analisando este fato como um fator positivo para um software que gere receita com upgrades e tendo em vista suas características positivas, o produto passa a ser interessante de ser comercializado também para empresas de software, que simpatizem com a filosofia deste trabalho e acreditem em potenciais ganhos com o sistema. 7

12 1.3. ESCOPO DO SISTEMA O sistema Seguro Fácil visa implementar as seguintes funcionalidades úteis a uma corretora de seguros: Cadastro de clientes; Cadastro de corretores; Cadastro de seguradoras; Cadastro de propostas; Controle das comissões; Cadastro de sinistros. Baseado nestes cadastros compomos um banco de dados ricos em informações e relacionamentos. A partir dele, poderosos relatórios podem ser gerados a fim de trazer grandes benefícios às corretoras de seguros. O sistema possui uma interface simples e amigável, uma de suas principais vantagens para o usuário. Os cadastros foram implementados utilizando o mesmo princípio. Para cada um deles, implementamos as seguintes funções: incluir, localizar, editar e excluir, de modo padrão e bastante intuitivo para que o tempo de familiarização com os sistema seja o menor possível. 8

13 2. REGRAS DE NEGÓCIO Abaixo, descrevemos as principais regras de negócio e que foram implementadas no nosso sistema. O objetivo desta descrição aqui é fazer uma breve explicação das pricipais características do mercado segurador presentes no Seguro Fácil, a fim de que seja mais fácil o entendimento dos itens implementados no sistema. Cliente: O cliente possui um nome completo; Ele pode ser uma pessoa física ou pessoa jurídica; Em caso de pessoa física, o cliente: o Pode ser do sexo masculino ou feminino; o Possui um estado civil; o Possui uma data de nascimento; o Possui um CPF; Em caso de pessoa jurídica, o cliente: o Possui um CNPJ; o Possui o nome da pessoa que está lidando com a corretora; A cada cliente é atribuído um corretor, pessoa da corretora com o qual fechou o seguro; O cliente possui uma atividade; 9

14 Cada endereço é composto dos campos: nome da rua, número, complemento, bairro, cidade, estado, CEP; As seguintes informações de contato podem ser preenchidas: , telefone, fax, celular; Informações adicionais podem ser informadas em um campo livre para observações sobre o cliente; Seguradoras: Dados básicos de uma Seguradora: nome, telefone, fax e nome da pessoa de contato com a corretora. A seguradora permite que o segurado divida o pagamento do seu seguro em um certo número de parcelas até o qual ela ainda paga a comissão à corretora em uma única parcela (pagamento integral). A seguradora possui um número máximo de dias para pagar a comissão à corretora, após receber o pagamento da parcela do seguro. Este número máximo de dias pode diferir entre os pagamentos de comissão integrais ou parcelados. O corretor poderá adicionar informações extras sobre a corretora. Um campo livre de observações é destinado a esse fim. Proposta: Proposta é um pedido de realização de um seguro que a Corretora faz à Seguradora; 10

15 N N N N N N N N A proposta pode ser de 3 tipos: seguro novo, renovação de uma apólice ou endosso de apólice; o Apólice: Quando a proposta é aprovada pela seguradora, é emitida uma apólice para o seguro. O segurado recebe sua apólice diretamente em casa, pelo correio, e a corretora recebe uma cópia, normalmente em formato eletrônico pela Internet; A apólice possui uma data de emissão; o Renovação: Assemelha-se a um seguro novo. Possui um número da apólice a ser renovada e a seguradora referente à esta apólice; o Endosso: O endosso é um documento que altera uma proposta de seguro em vigência; O endosso possui um número, informado pela Seguradora após sua aprovação. A apólice endossada continua sendo identificada pelo seu número, porém sabe-se que houve alterações por um endosso. Por estar alterando uma apólice em vigência, a vigência do endosso vai da data em que a proposta de endosso é aprovada até a data do final da apólice endossada. Um endosso pode ser dos tipos: 11

16 Sem movimento: caso não haja mudança no valor do prêmio líquido do seguro em vigência; Cobrança: caso haja um aumento no valor do prêmio líquido; Restituição: caso haja uma diminuição no valor do prêmio líquido; A proposta é referente a apenas uma Seguradora; A proposta é relativa a apenas um cliente; Um cliente pode ter várias propostas; A proposta possui um ramo; Ramos são os diversos tipos de seguros: automóvel, residencial, etc. Nesta versão do sistema, implementamos as coberturas detalhadas apenas para o ramo de automóveis; A proposta possui uma data de entrada, que é a data em que a proposta foi entregue à seguradora; A proposta possui uma vigência, que é constituída das datas inicial e final da validade da apólice do cliente; A proposta possui o número de parcelas que os seguro será pago; Para cada proposta é definido o percentual de comissão que a corretora irá receber pelo seguro; A proposta possuiu os seguintes valores: 12

17 N N N N N o Prêmio líquido: é o valor total do seguro; o Adicional: custo adicional que se queira acrescentar; o Custo da apólice: é um custo fixo que a corretora define com um gasto médio para a realização do seguro; o IOF: Imposto sobre Operações Financeiras. Percentual cobrado em cima do prêmio líquido, atualmente em torno de 7,42 %; o Prêmio Total: é a soma de todos os valores anteriores. É o valor que o cliente pagará à corretora. A proposta possui uma lista de coberturas associadas a ela, que é diferente para cada ramo de seguro; o Seguro de Automóveis: especifica para as coberturas: Itens do automóvel como modelo, placa, chassi, ano de fabricação, ano do modelo e combustível; Bônus: valor de desconto que o segurado possui em seu seguro; Franquia: valor que o segurado terá que pagar caso utilize o seguro para perdas parciais no veículo. Pode ser de 3 tipos: normal, reduzida ou majorada; Importância segurada para responsabilidade civil de danos materiais de terceiros (IS RCF/DM): é o máximo valor que a seguradora pagará para os danos materiais de terceiros em caso de sinistro que os envolva; Importância segurada para responsabilidade civil de danos corporais de terceiros (IS RCF/DC): é o máximo valor que a 13

18 N seguradora pagará para os danos corporais de terceiros em caso de sinistro que os envolva. Acessórios: são os vários acessórios do automóvel que podem ser cobertos opcionalmente. São descritos por um nome e possuem um valor associado. o Outros ramos de seguros: não serão implementados detalhadamente nesta versão, mas poderão ser incluídos por meio de texto livre. Comissões: As comissões são inerentes a uma dada proposta; As comissões são separadas em parcelas. O número de parcelas de comissão depende do número de vezes que o cliente quis dividir o pagamento do seguro e do número máximo de parcelas em que o seguro é dividido para que a seguradora pague a comissão de uma única vez. Cada parcela possui os seguintes campos: o Número da parcela: é o índice da parcela na quantidade total de parcelas existentes para uma proposta; o Data de vencimento: baseada na data de vencimento da parcela do seguro do cliente; o Parcela Líquida: valor da parcela para a Seguradora que o segurado vai pagar. Não inclui os custos adicionais que o segurado vai pagar, como IOF e custo da apólice. A comissão da corretora é calculada em cima desta parcela; o Comissão Devida: é o valor da comissão previsto para a corretora receber pela parcela que o cliente irá pagar. É calculada aplicando-se o percentual 14

19 de comissão especificado na proposta em cima da parcela líquida que o cliente pagará; o Data Comissão: data em que a Seguradora pagou a comissão para a corretora; o Valor da comissão recebida: É o valor da comissão que a corretora realmente recebeu, que pode diferir ligeiramente da comissão prevista, dependendo de fatores diversos. Sinistros: Uma proposta pode ter zero, um ou mais sinistros; Um sinistro possui um tipo (colisão, roubo, danos elétricos, incêndio, etc); O sinistro possui um número de sinistro, que é fornecido pela seguradora após o aviso do sinistro; O sinistro possui uma data de ocorrência e uma data de aviso à seguradora; O sinistro possui um valor, que é o valor do orçamento para o reparo do dano causado pelo sinistro; O sinistro pode estar em 3 situações diferentes: aceito, recusado ou pendente; o Aceito: a seguradora indenizará o segurado pelo seu sinistro. Neste caso deve-se informar a data da liquidação e o valor da liquidação; o Recusado: a seguradora não pagará o sinistro do segurado. Neste caso deve-se informar o motivo da recusa; o Pendente: a seguradora ainda não definiu como proceder diante do sinistro. 15

20 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1. ANÁLISE DO SISTEMA A análise de sistemas tem por objetivo estabelecer os objetivos do projeto, de forma que usuários e programadores entendam de modo único as características que o sistema terá. Uma vez feita e entendida a análise, a programação do sistema tende a atender perfeitamente os requisitos estabelecidos, de modo a se evitar um posterior retrabalho devido a divergências entre o que foi implementado e o que se esperava do sistema. Este projeto foi elaborado utilizando-se a análise estruturada de sistemas. Esta escolha foi feita pela simplicidade que esta técnica oferece para a especificação dos processos. Através de diagramas, modela-se de maneira fácil de se entender o que o sistema irá realizar e como os dados serão transformados ARQUITETURA EM CAMADAS A divisão de um projeto em camadas é uma técnica que traz diversas vantagens para a construção do sistema. Com ela, isolamos a programação e os problemas de diferentes partes do sistema. Podemos utilizar produtos de terceiros, como um banco de dados comercial, de modo a não nos preocuparmos em como lidaremos com os dados, além de aumentar a qualidade do produto em desenvolvimento. Ainda, a arquitetura em camadas permite uma melhor divisão do trabalho, conseguindo-se se reunir as diferentes partes do trabalho de modo fácil. Neste projeto, foi utilizada a arquitetura em 2 camadas: banco de dados e aplicação. Entretanto, como veremos no projeto, a camada de aplicação possui algumas facilidades que permite uma certa divisão do trabalho entre as regras de negócios e a interface gráfica. Nesta arquitetura em duas camadas, pode-se hospedar o banco de dados em uma máquina diferente daquela que roda a aplicação. Isto introduz duas grandes vantagens: 16

21 Divisão do processamento entre dois computadores: pode aumentar o desempenho do sistema, caso o computador que irá rodar o sistema tenha recursos limitados. Além disso, a empresa que utilizará o sistema pode já possuir um computador hospedanado um SGBD 1, de modo que apenas será necessário criar mais uma instância para o novo sistema. Facilidades para rodar o sistema em rede: instalando-se o sistema nos computadores onde se deseja executá-lo e criando-se um mapeamento de rede para o computador que hospeda o banco de dados, podemos ter vários programas rodando simultaneamente, compartilhando a mesma base de dados. Para isto, entretanto, é aconselhável que o sistema possua algumas proteções para evitar problemas, como acesso simultâneo aos mesmos registros. 1 Sistema Gerenciador de Banco de Dados 17

22 4. ANÁLISE ESTRUTURADA A análise estruturada de sistemas consiste de um conjunto de técnicas e ferramentas que auxiliam o desenvolvimento de um projeto, capazes de levar usuários, analistas e projetistas a formarem um quadro claro e geral do sistema e de como suas partes se encaixam para atender às necessidades daqueles que dele precisam. A construção de um modelo lógico do sistema, onde seus fundamentos sejam perfeitamente descritos, é fundamental para o sucesso do projeto. É importante notar que o êxito neste tipo de atividade não depende apenas da qualidade da implementação envolvida, mas também do perfeito atendimento às solicitações do cliente. A análise estruturada utiliza gráficos para a representação das funções (DFDs 2 ), das informações (DER 3 ) e das dependências de estados (DTE 4 ) Modelo conceitual O modelo conceitual representa as entidades e os relacionamentos do sistema de forma a se entender melhor as especificações que o sistema pretende atender. Ele descreve através de blocos que representam as entidades que compõe o sistema e de como eles se relacionam. O modelo conceitual descrito desta forma é também conhecido como DER. 2 Diagrama de Fluxo de Dados 3 Diagrama de Entidades e Relacionamentos 4 Diagrama de Transição de Estados 18

23 Figura 1: DER do Sistema Dicionário de dados das entidades do modelo conceitual A seguir descreveremos os atributos que compõe as entidades do modelo conceitual do sistema. Entidade Corretor: o Código do corretor o Nome do corretor 19

24 Entidade Cliente o Código do cliente o Nome do cliente o Corretor que atende ao cliente o Principal atividade profissional do cliente o Telefone o Fax o Celular o o Observaões Entidade pes_fisica o Código da pessoa física o Data de nascimento o CPF o Código do estado civil o Código do sexo Entidade estado_civil o Código do Estado Civil o Nome do Estado Civil Entidade sexo o Código do sexo o Nome do sexo Entidade pes_jurídica o Código da pessoa jurídica o CNPJ o Nome da pessoa na empresa cliente que lida com com a corretora 20

25 Entidade endereco o Código do endereço o Código do cliente referente ao endereço o Código do CEP o Número da residência do cliente o Complemento do endereço Entidade estado o Código do estado o Nome do estado Entidade cidade o Código da cidade o Código do estado ao qual pertence a ciadade o Nome da cidade Entidade bairro o Código do bairro o Código da cidade ao qual pertence o bairro o Nome do bairro Entidade rua o Código da rua o Código do bairro ao qual pertence a rua o Nome da rua Entidade cep o Código do CEP o Código da rua do CEP o Código do bairro do CEP o Código da cidade do CEP 21

26 o Valor do CEP Entidade seguradora o Código da seguradora o Nome da seguradora o Telefone da seguradora o Fax da seguradora o Nome do principal contato na seguradora o Número máximo de dias que a seguradora leva para emitir a apólice após a data de entrada da proposta o Número máximo de parcelas que o cliente pode dividir o pagamento do seu seguro para que a corretora possa receber a sua comissão de uma única vez. o Número máximo de dias que a seguradora demora para pagar a comissão à corretora após receber o pagamento do cliente. o Número máximo de dias que a seguradora demora para pagar a parcela de comissão à corretora após receber o pagamento da parcela cliente. o Observações Entidade ramo o Código do ramo de seguro o Nome do ramo Entidade proposta o Código da proposta o Código da seguradora referente à proposta o Código do cliente referente à proposta o Código do ramo do seguro o Número da proposta o Data de entrada da proposta na seguradora o Data de início da vigência do seguro o Data de fim da vigência do seguro 22

27 o Número de parcelas que o cliente dividirá o pagamento do seguro o Valor do prêmio líquido, ou seja, o preço que a seguradora cobrará pelo seguro o Valor adicional que a corretora queira acrescentar ao seguro o Valor do custo da apólice o Valor acrescido pelo IOF, Imposto sobre Operações Financeiras, obrigatório nese ramo de atividade o Valor do prêmio total, a soma de todos os valores cobrados ao cliente o Valor da primeira parcela o Valor das demais parcelas o Percentual da comissão da corretora para o seguro o Observações Entidade apolice o Código da apólice o Código da proposta referente à apólice o Número da apólice o Data de emissão da apólice Entidade renovacao o Código da renovação o Código da proposta referente à renovação o Código da apólice renovada Entidade tipo_endosso o Código do tipo de endosso o Nome do tipo de endosso Entidade endosso o Código do endosso o Código da proposta referente ao endosso o Código da apólice endossada 23

28 o Código do tipo de endosso o Número do endosso Entidade custo_fixo o Código do custo_fixo o Percentual default definido para o IOF o Valor default definido para o custo da apólice Entidade cobertura o Código da cobertura o Código da proposta referente à cobertura Entidade marca o Código da marca de automóvel o Nome da marca de automóvel Entidade modelo o Código do modelo do automóvel o Código da marca referente ao modelo o Nome do modelo o Capacidade Entidade combustível o Código do combustível o Nome do combustível Entidade tipo_franquia o Código do tipo da franquia o Nome do tipo da franquia Entidade cobertura_automovel o Código da cobertura de automóvel o Código do modelo 24

29 o Nome do proprietário, que pode não ser o cliente do seguro, em alguns casos o Placa o Chassi o Código do combustível o Código do tipo da franquia da cobertura o Valor da franquia o Ano de fabricação o Ano do modelo o Valor do bônus o Importância segurada para a carroceria o Importância segurada para responsabilidade civil de danos materiais de terceiros o Importância segurada para responsabilidade civil de danos corporais de terceiros Entidade acessorio o Código do acessório segurado à parte o Código da cobertura do automóvel referente ao acessório segurado o Nome do acessório o Valor do acessório Entidade cobertura_outro o Código da cobertura para outros ramos de seguro o Descrição das coberturas Entidade parcela_comissao o Código da parcela o Código da proposta referente à parcela de comissão o Número da parcela o Data de vencimento da parcela, ou seja, a data normal que a seguradora deve pagar a parcela à corretora 25

30 o Valor da comissão devida à corretora Entidade parcela_recebida o Código da parcela recebida o Código da parcela devida o Valor da comissão recebida pela corretora o Data de recebimento da comissão Entidade tipo_sinistro o Código do tipo do sinistro o Nome do tipo do sinistro Entidade sinistro o Código do sinistro o Código da proposta referente ao sinistro o Código do tipo do sinistro o Código da seguradora o Descrição do evento o Número do sinistro o Data da ocorrência o Data do aviso o Valor do sinistro o Observações Entidade aceitacao o Código da aceitação o Data da aceitação o Valor da liquidação Entidade recusa o Código da recusa o Descrição do motivo da recusa do pagamento do sinistro 26

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