Mastologia News. Uma questão de peito. Campanha da SBM ganha projeção nacional. Mastologistas no centro do debate público sobre saúde das mamas

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1 Mastologia News Nº 9 - janeiro/abril de 2012 Uma questão de peito Campanha da SBM ganha projeção nacional Polêmica longe de acabar: idade certa para iniciar a mamografia Mastologistas no centro do debate público sobre saúde das mamas

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3 Editorial Mastologia News/Editorial Queridas e queridos mastologistas, Gostaria, inicialmente, de parabenizar essa maravilhosa Diretoria pelas importantes ações desenvolvidas neste nosso primeiro semestre de Estamos envolvidos nas ações governamentais que dizem respeito à mama: está sendo assim nas questões das próteses mamárias, na reconstrução mamária imediata, na qualificação dos mamógrafos, entre outros assuntos de relevância nacional. Realizamos o lançamento da campanha Eu amo meus peitos no Rio de Janeiro, no Rio Imagem, centro de referência para a realização dos exames de mama pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Temos de ir onde o povo está. Pretendemos repetir esse lançamento na maioria dos estados brasileiros. Dentro da campanha, estamos participando de várias Ações Globais, atividade social voltada para a prestação de serviços à população, promovida pelo Sesi e a TV Globo. Estivemos na Mangueira, em Santa Cruz e na Rocinha, e já estamos planejando nossa presença no Complexo do Alemão. Estamos oferecendo informação qualificada da qual nossa população tanto precisa. E o retorno que temos recebido nos traz enorme satisfação. Acredito estarmos cumprindo nosso papel. Todo esse movimento se amplifica na cobertura jornalística, fomentada pelo trabalho de nossa assessoria de imprensa, que vem mudando o rosto da SBM na mídia. Tivemos nos últimos quatro meses aproximadamente 130 inserções em emissoras de televisão, rádios, jornais, sites e blogs. Com a divulgação e a produção de conteúdos próprios, a população procura cada vez mais o site da SBM para se informar e fazer perguntas. Nosso portal aumentou o acesso em mais de 200% e o número de curtições na fanpage do Facebook dobrou. Mais importante do que isso, esses canais estão sendo úteis para quem precisa. Outra frente de atuação tem sido os movimentos de defesa profissional espalhados por este país continental, juntamente com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira. Precisamos melhorar a nossa remuneração, que hoje é totalmente indigna e aviltante. Em paralelo, já estamos planejando o Congresso Brasileiro de 2013, que deverá ocorrer no segundo semestre, em um projeto extremamente arrojado coordenado pela Regional Minas Gerais. Estamos participando também da finalização do Congresso Mundial de Mastologia, que será realizado em outubro na Bahia, contando com a presença de todos vocês. Todas as ações, que são contadas nesta edição da Mastologia News, têm tornado a especialidade e o especialista mais conhecidos. Em pesquisas realizadas com a população nas ações comunitárias, de 50% a 60% dos cidadãos afirmaram ainda não conhecer a mastologia e, consequentemente, o mastologista. Sua participação, querido amigo, é fundamental, pois este é um trabalho que precisa ser realizado por todos nós, de forma a cada vez mais fortalecermos a nossa marca. E é por isso que gostaria de finalizar agradecendo pela oportunidade de poder dirigir essa associação, a nossa Diretoria pelo empenho e comprometimento, a nossa assessoria de imprensa, a nossa secretaria e a todos os queridos e queridas mastologistas brasileiros. Que Papai do Céu nos ilumine nesta importante caminhada. Carlos Alberto Ruiz Presidente da SBM Mastologia News Criação: Prof. Alfredo Carlos S. D. Barros Diretores responsáveis: Dr. Eduardo Camargo Millen Dr. Guilherme Novita Garcia Produção: Jornalista responsável: Alan Pereira Edição: Natália Calandrini Diagramação: Fabiana Finamore Caroline Monteiro Sugestões: Contatos para publicidade: (21) /

4 Jornada Catarinense Índice 5 Entrevista José Bines detalha pesquisa sobre uso associado do pertuzumab ao tratamento habitual do câncer de mama 6 Política A SBM está junto com o Congresso Nacional, o Inmetro e a Anvisa prezando pela saúde dos brasileiros 8 10 Capa Mastologistas lançam campanha contra o câncer de mama 12 Pesquisa O que os mastologistas pensam sobre margens cirúrgicas 13 Cursos O calendário de eventos da Escola Brasileira de Mastologia e a cobertura do EBCC 14 Entretenimento As delícias de Viena Debate A mamografia deve começar aos 40 anos ou aos 50? SBM Online Leia no portal brasileiro de saúde das mamas Após intensa batalha da classe médica, a Agência Nacional de Saúde Suplementar(ANS) publicou, no dia 21 de maio, a Instrução Normativa 49, determinando que o pagamento de médicos pelos planos de saúde passará a ser reajustado de acordo com as condições definidas em contrato. Acompanhe na SBM Online os prazos para os planos se adaptarem à nova regra e as recomendações do Conselho Federal de Medicina. Prestação de contas Janeiro a abril de Veja na Área do Médico os temas relacionados ao tratamento das mamas mais debatidos no evento

5 José Bines Mastologia News/Entrevista Nova pesquisa lança luz sobre tratamento com drogas-alvo Conheça participação de mastologistas brasileiros em estudos internacionais sobre o T-DM1 e os usos do pertuzumab: O Brasil faz parte da rede mundial que está pesquisando os efeitos de uma das tecnologias mais promissoras no tratamento do câncer de mama, que são as drogas-alvo. O estudo em questão chama-se Aphinity e irá avaliar a adição do anticorpo monoclonal pertuzumab ao esquema de tratamento habitual em pacientes com câncer de mama inicial com HER-2 positivo. Ao todo, pacientes serão recrutadas. O estudo reúne mais de 700 instituições de pesquisa no mundo todo, sendo 20 brasileiras. Já iniciado em outros países, aqui aguarda a liberação das autoridades regulatórias. O oncologista clínico do Instituto Nacional do Câncer (Inca) José Bines, diretor-científico do Grupo Brasileiro de Câncer de Mama (Gbecam) e participante da pesquisa no Brasil, conta à Mastologia News os detalhes desse trabalho. Qual é a metodologia usada na pesquisa? Pacientes com tumor inicial e HER-2 positivo têm a possibilidade de escolher quanto a sua participação no estudo. Caso concordem e preencham os requisitos para o mesmo, são alocadas de forma aleatória em dois grupos: quimioterapia, trastuzumab e placebo, ou quimioterapia, trastuzumab e pertuzumab. Como está sendo a etapa inicial da pesquisa? Após a concepção do estudo e o estabelecimento de colaboração com divisão de responsabilidades entre as diversas partes, seguiu-se a seleção dos centros participantes e reuniões de iniciação do estudo com os diversos centros, por áreas geográficas no mundo. Dados os vários parceiros, as diferenças culturais e socioeconômicas dos participantes, os tempos para aprovações, assim como a expertise em pesquisa clínica, pode-se imaginar as demandas para a implementação dessa máquina... O estudo tem patrocínio da Roche. É possível conciliar interesses comerciais e os critérios científicos? A Roche é proprietária da medicação pertuzumab. O ponto fundamental do estudo diz respeito à posse do banco de dados e análises realizadas: essas são feitas de forma independente da indústria; nesse caso, pelo Breast International Group (BIG), grupo de pesquisa em câncer de mama. Como é articulada a rede mundial de instituições envolvidas na pesquisa? Estudos com esse número de pacientes somente são possíveis através da colaboração de vários centros médicos. Existe uma infraestrutura enorme que controla a capacitação dos centros participantes, a participação voluntária dos pacientes, o envio da medicação, sua administração, documentação de efeitos colaterais, seguimento dos sujeitos de pesquisa e análise dos resultados. Qual é a tendência dos tratamentos personalizados que usam as drogas-alvo? O estudo Aphinity envolve tratamento direcionado em câncer de mama. A presença de um alvo, no caso HER-2, é necessária para a utilização dessas drogas: isto é, na sua ausência os medicamentos são sabidamente ineficazes. Assim, os tumores são avaliados inicialmente para a presença desse marcador, e somente mulheres com esses tumores são candidatas ao estudo. Estudos em laboratório, seguidos de pacientes com câncer de mama mais avançado, sugerem que a combinação de dois agentes que atacam esse alvo HER-2 (além de quimioterapia) seja mais eficaz do que a ação de um agente isolado. Esse é o raciocínio científico para o estudo. Os gargalos em pesquisa clínica no Brasil podem impedir o avanço dos estudos sobre a saúde das mamas e serem um risco para o estudo Aphinity no País? Sim. A pesquisa clínica no Brasil cresce nos últimos anos: pesquisadores melhor treinados, centros equipados e estruturados. Há muito por caminhar, todavia. Os tempos de aprovação de novos projetos clínicos é ainda muito longo no Brasil, quando comparado com outros países, e isso representa uma grande barreira. 05

6 Saúde das mamas entra na agenda pública Por José Luiz Pedrini, vice-presidente da SBM Na ocasião, chamei atenção para o trauma dessas pacientes, que permanecem sem as mamas, às vezes por mais de uma década. A situação não tem justificativas médicas, uma vez que a reconstrução imediata não prejudica a cura do câncer. A cada ano pelo menos 5 mil mulheres engrossam as filas das mastectomizadas. Para garantir o tratamento completo às mulheres vítimas de câncer, a SBM, junto com o deputado Alexandre Roso (PSB-RS), encaminhou à Comissão de Seguridade Social e Família o Projeto de Lei 3.442, que torna obrigatória a reconstrução imediata das mamas nos casos de retirada como caso do rompimento das próteses de silicone PIP e Rofil mostrou o quanto a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) pode e deve contribuir nas questões de saúde pública, além de evidenciar a respeitabilidade construída pelos nossos mastologistas. A entidade participou de amplos debates realizados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (An- pleta do órgão por motivo de câncer. Nenhuma mulher precisa chegar ao estigma de ficar mastectomizada. No dia 19 de março, o presidente da SBM, Carlos Alberto Ruiz, esteve na Câmara dos Deputados para também explicar a visão da Sociedade Brasileira de Mastologia sobre a situação das próteses de silicone para reconstrução no Brasil. visa), no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), no Senado e na Câmara, tanto sobre as próteses, como sobre saúde da mulher de forma mais ampla. Em fevereiro, estivemos em audiência pública no Senado, presidida pela senadora Ana Amélia (PP-RS) e realizada por sugestão da própria, do senador Paulo Paim e da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e das comissões de Assuntos Sociais e de Direitos Humanos e Legislação Participativa. Foi discutida a situação de milhares de mulheres que aguardam cirurgias de reconstrução da mama, apesar da Lei 9.797/99 prever a obrigatoriedade de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 06 Presidente da SBM, Carlos Ruiz, em audiência na Câmara

7 Mastologia News/Política O Projeto de Lei 3.442, da SBM com o deputado Alexandre Roso, torna obrigatória a reconstrução imediata das mamas Avaliação dos implantes O Brasil não poderá produzir ou importar implantes mamários enquanto não estiver funcionando o sistema para avaliação da qualidade. Para entender as implicações disso, vale explicar como funcionará o processo. A Anvisa é a responsável por conceder o alvará de liberação dos implantes o famoso selo de qualidade. Mas é ao Inmetro (organismo certificador de produto) que deve ser solicitada a avaliação e certificação das próteses de silicone. O Inmetro constituiu um grupo formado por SBM, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Anvisa, Ministério da Saúde e outros para instituir a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) para testar a qualidade dos implantes mamários no Brasil. A RDC deve exigir que a avaliação esteja de acordo com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC). O Inmetro então tem três tarefas: 1) Certificar uma empresa para a análise de polímeros. Foi selecionado o Centro Tecnológico de Polímeros (Cetepo) para avaliar resistência, elasticidade e envelope. 2) Encontrar empresa para análise química do conteúdo do gel de silicone e de metais pesados que necessitam ser inoculados e testados em animais. 3) Selecionar empresa para fazer a auditoria in loco nas fábricas. Após esses passos, as indústrias de implantes mamários deverão solicitar a avaliação dos implantes na Anvisa, que encaminhará para as devidas avaliações. Entra aqui o Cetepo. Este então recebe o pedido da indústria, que é encaminhado para um laboratório onde será analisada a coesividade do gel de silicone, além da resistência e fadiga do material etapas provisoriamente feitas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT) ou Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ). Ainda falta o Cetepo determinar os laboratórios que farão a análise química do gel de silicone na procura de substâncias nocivas, como os metais pesados. De posse dessas análises, será feita a auditoria na sede da empresa fabricante das próteses: higiene, alvarás, esterilizações etc. No próximo passo, a Anvisa será comunicada dos resultados, e então poderá liberar o lote de implantes para sua comercialização. Esse processo inicial pode levar até 14 meses, o que pode implicar no desabastecimento de implantes para a reconstrução mamária nos casos de mastectomia, levando a dano irreversível às mulheres. O Brasil não poderá produzir ou importar implantes mamários enquanto não estiver funcionando o sistema para avaliação da qualidade Leia mais sobre o assunto: 07

8 Mastologistas protagonizam combate ao câncer de mama Fotos: André Telles (Rio Imagem e Rocinha) e Fábio Chieppe (Mangueira) A campanha Eu amo meus peitos ganhou o Brasil. Milhares de mulheres estão tendo acesso às informações de prevenção ao câncer de mama disseminadas pela SBM, por meio de atividades junto à população e de intensa divulgação na imprensa, valorizando o mastologista como o médico especializado no assunto. Após o lançamento para todo o país na Ação Global Nacional projeto do Sesi e da Rede Globo para prestar serviços gratuitos à população, foi a vez do Rio de Janeiro abraçar a causa. No dia 28 de maio, o Governo do Estado e a Prefeitura oficializaram o apoio à campanha em cerimônia no Rio Imagem, primeiro complexo imaginológico inteiramente do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Nossa intenção é levar informação para quem mais precisa, que é a mulher brasileira, explicou o presidente da SBM, Carlos Alberto Ruiz, em seu discurso. O secretário de Saúde do Estado do Rio, Sérgio Côrtes, e o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, firmaram compromisso com a redução da mortalidade em função do câncer de mama, que deve chegar a 12 mil até o fim deste ano no país. Essa foi uma das maiores vitórias da SBM. Côrtes antecipou que o Instituto Nacional do Câncer (Inca) vai ajudar o Rio de Janeiro a fazer o mapeamento da rede assistencial em oncologia, com destaque para a saúde da mulher. Quando fomos chamados para participar da campanha, nossos técnicos questionaram que ainda temos muito que fazer. Eu disse: nada melhor que mostrar nosso compromisso em continuar avançando, contou. Rafael Szymanski esclarece população na Ação Global Nacional 08 Carlos Ruiz entre os secretários de saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes e Hans Dohmann, respectivamente Ação Global A Ação Global Nacional aconteceu em 29 cidades brasileiras, atendendo a aproximadamente 2 milhões de pessoas, no início de maio. A SBM contribuiu para este grande movimento de cidadania, com a tenda da Mastologia na Vila Olímpica da Mangueira, no Rio de Janeiro. O que é mastologia, quais os primeiros sintomas do câncer de mama, onde fazer a mamografia foram algumas das questões esclarecidas pelo diretor da SBM, Rafael Szymanski, que conversou com a população durante todo o dia. Participar de atividades como a Ação Global faz parte da função social da SBM. A carência de informação é enorme e a maior parte das mulheres sequer sabe que tem o direito de fazer a mamografia anualmente, conta. Vinte diretores da entidade vieram de diferentes estados do Brasil para prestigiar o evento. Diretoria comemora o lançamento na Mangueira

9 Mastologia News/Capa A SBM repetiu a dose no dia 3 de junho, na Ação Global da Vila Olímpica da Rocinha (RJ). Agora a SBM Nacional e todas as regionais têm o desafio de replicar as experiências bem-sucedidas para todo o Brasil. Mais de 200 atendimentos realizados na Rocinha Marcos Caruso Débora Nascimento e Leandro Hassum Democratizando a informação Tamanha é a importância do combate ao câncer de mama conduzido pela SBM que os atores globais Marco Pigossi (foto superior), o Cassio de Caras & Bocas, e Bruno Gissoni, o Iran da novela Avenida Brasil, literalmente vestiram a camisa da campanha Para multiplicar e fixar os preceitos da campanha Eu amo meus peitos, a SBM está investindo em intensa divulgação para a imprensa. Já foram veiculadas mais de 100 reportagens e notas em TVs, rádios, jornais, sites e blogs. Com isso, dobrou o número de acessos ao site da SBM e de curtições na fanpage da campanha no Facebook. 09

10 Rastreamento de câncer de mama: o que (não) fazer? Gustavo Gusso, professor de Clínica Geral da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade Juan Gervas, médico-geral da Equipe Cesca-Madrid (grupo espanhol de pesquisa e docência), doutor em Medicina e professor honorário de Saúde Pública na Universidad Autónoma de Madrid Mercedes Perez Fernandez, médica-geral da Equipe Cesca-Madrid Como apontou Andreu Segura em um debate semelhante para uma publicação espanhola, seria mais fácil responder simplesmente sim, fazer sempre que possível. Enfim, ser médico de família/médico geral não é tarefa simples, porque todos os caminhos são possíveis. Vemos os pacientes sem os vieses de sexo, faixa etária ou órgão acometido. Portanto, poucas são as respostas taxativas na prática geral. Por muitos anos a medicina se ocupou de ajudar as pessoas com problemas de saúde estabelecidos e recentemente houve uma guinada para a prevenção. Esta mudança não foi ao acaso e está relacionada não somente à tentativa de ampliar o alcance da ciência, mas também à escala industrial em que a medicina passou a ser praticada. O objetivo da medicina moderna, não é, portanto, ajudar uma mulher a morrer em decorrência de um acidente vascular cerebral aos 55 anos com as mamas intactas. Vejamos três esquetes ou vinhetas clínicas: 1. Paciente F,de 52 anos, vem fazer exames de rotina, não se sente bem, seu neto foi assassinado há um mês, o filho está preso. Fez mamografia há dois anos. 2. Paciente F, de 52 anos, vem fazer exames de rotina, separou-se do marido, está namorando, começou a fumar com o novo companheiro que tem moto. Fez mamografia há dois anos. 3. Paciente F, de 52 anos, vem fazer exames de rotina. Vive com filho e marido. Trabalha como professora de letras na USP. Fez mamografia há dois anos. Parece claro que a mamografia tem um valor diferente em cada um dos cenários, mesmo que em estudos populacionais tenha se observado benefício no rastreamento na faixa etária acima dos 50 anos de idade. Ou seja, quando questionado se devemos ou não sugerir mamografia para determinada paciente, impossível não responder com outras perguntas como: Que paciente? Em que circunstâncias?. A mamografia de rotina pode produzir alguns resultados como: verdadeiro positivo, falso negativo, falso positivo, e sobrediagnóstico.em 2009, o The Nordic Cochrane Centre concluiu desta forma a revisão sobre o tema do rastreamento: Como o efeito foi menor nos ensaios randomizados, uma estimativa razoável é uma redução de 15%, correspondendo a uma redução do risco absoluto de 0,05%. O rastreamento levou a 30% de excesso de diagnósticos e tratamentos, ou a um aumento do risco absoluto de 0,5%. Isto significa que para cada 2000 mulheres convidadas para rastreamento ao longo de 10 anos, uma poderá ter sua vida prolongada e 10 mulheres saudáveis, que não teriam sido diagnosticadas se não tivessem sido rastreadas, serão tratadas desnecessariamente. Além disso, mais de 200 mulheres experimentarão sofrimento psicológico importante por muitos meses por causa de resultados falso positivos. Assim, não é claro se o rastreamento faz mais bem do que mal. Não é humano seguir as centenas de recomendações sobre prevenção. Todas têm riscos, ou prejuízos e benefícios No futuro próximo as análises epidemiológicas se tornarão ainda mais complexas e o papel do profissional será cada vez mais comunicar os riscos e benefícios aos pacientes de uma forma palatável, que ainda não está clara nem para os médicos. Não é humano seguir as centenas de recomendações relacionadas à prevenção, e todas, sem exceção, têm riscos, ou prejuízos e benefícios. É função dos mastologistas tratar problemas da mama diagnosticados. Porém, é temerário que os mastologistas, ou qualquer outro especialista focal, cuidem de rastreamento, caso contrário a medicina vai cada vez mais se distanciar de seus objetivos e passará a manipular brutalmente os pacientes com grande prejuízo na qualidade de vida. 10

11 Mastologia News/Debate Rastreamento a partir dos 40 anos, uma análise dos benefícios Vera Lucia Nunes Aguillar, coordenadora do Serviço de Imaginologia da Mulher do Hospital Sírio Libanês e doutora pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Observa-se relutância, por parte de algumas sociedades médicas, em indicar o rastreamento mamográfico em mu-lheres com idade dos 40 aos 49 anos, por alegarem ausência de redução de mortalidade significativa nos estudos prospectivos populacionais randomizados. Embora nenhum deles, quando analisado isoladamente, tenha mostrado redução de mortalidade significativa, meta-análises subsequentes mostraram de 15% a 20% de redução no número de mortes pelo câncer de mama, principalmente após acompanhamento mais longo dessas mulheres. Por exemplo, após f/up de 11 a 15 anos dos estudos randomizados suecos, foi constatada uma redução significativa de 29% no número de mortes por câncer de mama nas mulheres com idade entre 40 e 49 anos que realizaram o rastreamento mamográfico. Outros estudos randomizados individuais mostraram resultados similares: 24% de redução de mortalidade em nova análise do HIP, 36% no de Malmo e 45% no de Gothenburg, sendo o mesmo documentado nos serviços de rastreamento populacional instalados na Suécia, nos quais não houve diferença de redução de mortalidade entre mu-lheres dos 40 aos 49 anos e após os 50 anos. O benefício do rastreamento mamográfico é mais difícil de ser demonstrado em mulheres dos 40 aos 49 anos por várias razões: 1. Número pequeno de mulheres pertencentes a este período etário nos estudos randomizados. 2. Menor incidência da doença (portanto menor número de casos, com menor poder estatístico menor). 3. Maior probabilidade de mamas densas, nas quais a sensibilidade da mamografia é sabidamente menor. 4. Em mulheres mais jovens, o câncer de mama tende a ter crescimento mais rápido, com fase préclínica de detecção (lead time) mais curta, o que requer intervalos menores entre os exames. 5. Precisa de seguimento mais longo para demonstrar benefício. A maior controvérsia sobre o rastreamento mamográfico em mulheres com idade entre 40 e 49 anos surgiu em novembro de 2009 com as novas recomendações do United States Preventive Services Task Force (USPSTF), que exclui do rastreamento as mulheres nessa idade. Os responsáveis pela Força Tarefa basearam-se em duas argumentações: a primeira foi de que a redução de mortalidade nas mulheres dos 40 aos 49 anos, estimada pelos resultados dos ensaios clínicos randomizados, foi de apenas 15%, ao contrário do relatado anteriormente. No entanto, o USPSTF incluiu o estudo canadense National Breast Service Screening - NBSS, amplamente criticado por falhas de metodologia e qualidade da mamografia abaixo do aceitável, razão pela qual o benefício do exame foi subestimado. Em segundo lugar, o USPSTF usou o NNI (number of women needed to invite) - número de mulheres que precisam ser convidadas ao rastreamento, para Estudos apontam redução de 29% nas mortes por câncer de mama nas mulheres que fizeram rastreamento entre 40 e 49 anos prevenir uma morte por câncer de mama - em vez do NNS (number of women needed to screen), que é o número de mulheres que precisam realizar o rastreamento mamográfico para prevenir uma morte por câncer de mama. O número de mulheres que precisam realizar o rastreamento mamográfico (NNS) para prevenir uma morte por câncer de mama é muito menor que o NNI, sendo estimado por Hendrick e Helvie em 746, 39% menor que o NNI de 1904, estimado pela USPSTF. Portanto, apesar de todas as controvérsias, existem evidências científicas de que o rastreamento mamográfico traz benefício também para as mulheres com idade entre os 40 e 49 anos, que é a redução de mortalidade pelo câncer de mama. Assim, a maioria das sociedades médicas, incluindo a American Cancer Society (ACS), American College of Radiology (ACR), National Comprehensive Cancer Network (NCCN), National Cancer Institute (NCI), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), recomenda o rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos. Leia os artigos completos, com dados complementares, em 11

12 Mastologia News/Pesquisa Margens cirúrgicas no tratamento conservador do câncer de mama Por Eduardo Millen, secretário-geral da SBM e mastologista do Inca Sabe-se de diversos estudos realizados, randomizados duplo cegos, que o tratamento conservador apresenta segurança suficiente para sua aplicação no câncer de mama. Não se admite mais mastectomia desnecessária em pacientes candidatas à cirurgia conservadora, assim como é consenso a necessidade de radioterapia adjuvante. O que ainda não conseguiu-se chegar a consenso absoluto é a distância ideal das margens cirúrgicas, consideradas seguras para este fim. A definição de margem positiva é quando esta toca o tumor. Porém o conceito de margens livres não se faz tão simples, como deveria ser ( não tocar o tumor ). Termo ainda mais ambíguo, utilizado por longo termo, é o de margens exíguas. Afinal, o que elas são? Para muitos, margens exíguas são aquelas compreendidas entre 1-10 mm. Para outros, 5 mm, e há os que considerem 1 ou 2 mm como suficientes. Seriam iguais no carcinoma in situ e no invasor? Em 2009, um artigo publicado na Revista Cancer, denominado Locoregional Treatment of Primary Breast Cancer Consensus Recommendation from an International Expert Panel, do qual participaram experts mundiais, como Monica Morrow, Jay Harris, Jens e Marie Overgaard, Giusepe Viale, Günter Von Mickwitz, Paolo Veronesi, Manfred Kaufman, entre outros, definiu-se como margens livres no CDIS 2mm, e no CDI quando este não toca o tumor. Apesar do Consenso internacional, no Brasil verificamos que existe intenso debate sobre o assunto. Propusemos realizar um breve levantamento do que pensam nossos especialistas. Foram enviados s para todos os especialistas presentes em nosso mailing list. Destes, obtivemos 343 respostas, com resultado bastante interessante. Para o CDIS(figura 1), 11,4% dos médicos que responderam à pesquisa consideraram negativo quando o mesmo não toca o tumor. Os demais consideraram quando a margem é de 1mm (22,4%), 2 mm (24,2%), 5 mm (14,6%) e de 10 mm (27,4%). Para o carcinoma invasor(figura 2), 18,7% dos respondentes consideraram negativo quando este não toca o nanquim. Outros especialistas apontaram margens de 1mm (22,2%), 2mm (18,4%), 5 mm (12%) e maiores de 10 mm (28,9%). Isso reflete diferenças em estados, tempo de especialidade e outras variáveis, mas sobretudo que o assunto não está esgotado. No Instituto Nacional de Câncer, estamos realizando estudo retrospectivo, que quantificará em cirurgias conservadoras, realizadas nos anos de 2005 e 2006, o percentual de margens comprometidas e o respectivo percentual de doenças em peças de ampliações, correlacionando com a distância da margem. Esperamos com isso colaborar para, ao menos, darmos referência nacional ao tema. Participe você também respondendo nosso ou através do site da SBM. Para mais esclarecimentos ou participação, entre em contato no Sua participação será fundamental. Opinião dos especialistas brasileiros ouvidos pela pesquisa 30,0% O que você considera como margens livres no CDIS? O que você considera como margens livres no CDIS? 0 que você considera como margens livres no carcinoma invasor? 0 que você considera como margens livres no carcinoma invasor? 27,4% 35,0% 25,0% 22,4% 24,2% 30,0% 28,9% 20,0% 25,0% 22,2% 15,0% 14,6% 20,0% 18,7% 18,4% 10,0% 11,4% 15,0% 12,0% 10,0% 5,0% 5,0% 12 0,0% nao encostou no nanquim 1 mm 2mm 5mm 10 mm 0,0% nao encostou no nanquim 1 mm 2 mm 5 mm 10 mm

13 Mastologia News/Cursos Agenda EBM Confira os próximos cursos de atualização da Escola Brasileira de Mastologia Curitiba (PR) Vassouras (RJ) Belém (PA) Sobral (CE) 3 e 4 de agosto 10 e 11 agosto 17 e 18 de agosto 21 e 22 de setembro Congresso Europeu traz novidades em rastreamento, quimio e hormonioterapia Por Renato Torresan, mastologista e médico assistente doutor do Serviço de Mastologia da Unicamp Realizado no mês de março em Viena, na Áustria, o Congresso Europeu da European Breast Cancer Conference (EBCC) este ano foi marcado por muita informação de altíssimo nível. Alguns pontos mereceram grande destaque, como as análises The EBCTCG Oxford Overview ( ), em que os resultados a longo prazo de diversos regimes de quimioterapia e hormonioterapia foram avaliados e correlacionados com curvas de sobrevida. A biologia tumoral também foi extensamente discutida, com novas vias de sinalização (principalmente ativação PI-3 quinase, m-tor e EGFR) e suas correlações com novas modalidades de terapias-alvo. Um painel extremamente interessante sobre perfil genômico reuniu na mesma mesa os especialistas C. Perou, L.J. Van t Veer, C. Sotiriou e T. Sorlie. O rastreamento foi muito discutido, principalmente em cima dos estudos holandeses e suecos, com análises interessantes na população com mamas densas, de idade entre 40 e 50 anos, de alto risco e consequentemente sobre o uso da ressonância magnética e o impacto em custos. Na área cirúrgica, um dos pontos fortes foi a discussão sobre a linfoadenectomia axilar, baseada principalmente nos estudos Z0011 e no estudo randomizado do Istituto Nazionale dei Tumori di Milano (INT 09/98). A radioterapia foi bastante abordada em dois estudos: seguimento por 15 anos de mais de mil pacientes holandesas, com CDIS tratadas com excisão local e RT. E o grupo de Milão finalmente mostrou os dados tão esperados do trial ELIOT. Chamou a atenção também os dados do TEAM (Tamoxifen Exemestane Adjuvant Multinational) trial, em que o aumento de mortalidade e as altas taxas de recorrência nas pacientes idosas e neoplasia hormônio dependente foram claramente associados com tratamentos sistêmicos inferiores ao usual. A plateia participou de debates interessantes sobre a necessidade em biopsiar metástases, o uso racional do bifosfonado na adjuvância do câncer de mama inicial e as margens cirúrgicas. Leia o relato completo do EBCC: 13

14 Mastologia News/Entretenimento Depois do Congresso... Viena, capital da Áustria, é uma cidade que surpreende seus visitantes não só pela sua beleza arquitetônica, espelhada em seus palácios imperiais, diversos museus, igrejas góticas e jardins deslumbrantes, mas também pela agitação da vida moderna. O transporte público é eficiente e suas ruas, além de limpas, são muito seguras. Como não poderia deixar de ser, a cidade de Mozart oferece uma farta programação musical em belíssimos locais. Apesar da grande oferta, para algumas das principais atrações (como por exemplo a ópera Tosca de Puccini no Führungen Wiener Staatsoper) deve-se comprar os ingressos com antecedência em um dos diversos pontos de venda. Sobre a gastronomia, sem dúvida come-se muito bem em Viena e com preços razoáveis. Pode-se variar desde as mais vanguardistas das cozinhas até o tradicional Wiener Schnitzel (filé empanado de vitela, normalmente acompanhado de salada de batatas e rodelas de limão). Este prato pode ser apreciado no tradicionalíssimo restaurante Griechenbeisl, em um antigo e aconchegante prédio da época do cerco de Viena pelos turcos, próximo ao Centro. No século XIX, foi freqüentado por personalidades como Beethovem, Mozart e Wagner. Os cafés são um convite para a degustação de acompanhamentos clássicos como o palatschinken (pequena panqueca com geléia) ou apfelstrudel (torta de maçã). O mais antigo destes estabelecimentos é o Café Frauenhuber, próximo à imperdível Catedral de Stephansdom. Entretanto, ao final da tarde a melhor pedida é uma taça de Por Marcelo Bello, mastologista do Inca e do Hospital Federal da Lagoa Catedral de Stephansdon vinho. A uva mais conhecida da Áustria é a Grüner Veltiliner, que produz um excelente branco seco e frutado, de ótima acidez e boa complexidade. A dica é pedir uma taça de Berg Vogelsang. Outra muito interessante é a Gelber Muskateller, uva branca que produz um vinho normalmente de paladar macio e mineral, com aroma de frutas amarelas e um toque de Moscatel. Uma boa pedida para esta uva é o Wenzel Gelber, que deve ser consumido em torno de 8 C. Portando e sem nenhuma dúvida, considere Viena como uma cidade que não pode faltar nos roteiros das viagens para Europa. Além disso, para os desavisados, vale a pena lembrar que na Áustria não existem cangurus. Marcelo Bello esteve em Viena para o European Breast Cancer Conference em março Ópera de Viena Envie sua dica de entretenimento para Palatschinken 14

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16 Banner Adaptado - eu amo Meus Peitos

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