Revista Filosófica de Coimbra

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1 Revista Filosófica de Coimbra Publicação semestral do Instituto de Estudos Filosóficos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra Director: Miguel Baptista Pereira Coordenação Redactorial : António Manuel Martins e Mário Santiago Carvalho Conselho de Redacção: Alexandre F. O. Morujão, Alfredo Reis, Ainândio A. Coxito, Anselmo Borges, António Manuel Martins, António Pedro Pita, Carlos Pitta das Neves, Diogo Falcão Ferrer, Edmundo Balsemão Pires, Fernanda Bernardo, Francisco Vieira Jordão t, Henrique Jales Ribeiro. João Ascenso André, Joaquim das Neves Vicente, José Encarnação Reis, José M. Cruz Pontes, Luísa Portocarrero F. Silva, Marina Ramos Themudo, Mário Santiago de Carvalho, Miguel Baptista Pereira As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos Autores Toda a colaboração é solicitada Distribuição e assinaturas: Fundação Eng. António de Almeida Rua Tenente Valadim, 331 P-4100 Porto Tel ; Fax Redacção: Revista Filosófica de Coimbra Instituto de Estudos Filosóficos Faculdade de Letras P Coimbra Codex Tel ; Fax Preço (IVA incluído): Assinatura anual 1997: 4.000$00 (Portugal) 5.500$00 (Estrangeiro) Número avulso: 2.200$00 (Portugal) 3.000$00 (Estrangeiro) REVISTA PATROCINADA PELA FUNDAÇÃO ENG. ANTÓNIO DE ALMEIDA

2 Revista Filosófica de Coimbra ISSN Publicação semestral Vol. 6 N. 11 Março de 1997 Artigos Miguel Baptista Pereira - Fenomenologia e Transcendência. A propósito de Emmanuel Lévinas ( )... 3 Maria Luísa Portocarrero F. Silva - Filosofia, Praxis e Hermenêutica: a Perspectiva de H.-G. Gadamer António Manuel Martins - Modelos de Democracia Documento Amândio Coxito - Um Texto de Luís A. Vernei contra o!materialismo de Berkeley Estudo Fernanda Bernardo - A morte segundo Emmanuel Levinas : Limite- -Limiar do Eu inter-essado Crónica Ficheiro de Revistas Recensões

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4 CRÓNICA O 2 Congresso Ibero-Americano de Estudos Utilitaristas terá lugar no Convento da Arrábida (Azeitão), de 11 a 15 de Junho de A Comissão Executiva é constituida por José de Sousa e Brito (Lisboa), Esperanza Guisán (Santiago de Compostela) e José Luis Tasset (La Corufia). As conferências e comunicações versarão os seguintes temas: 1. Éticas dos direitos do homem e éticas utilitaristas 2. Lógica dos direitos subjectivos, do dever e da utilidade 3. Fundamentação utilitarista dos direitos do homem 4. O problema da distribuição, a titularidade dos direitos e utilitarismo. De 13 a 14 de Junho de 1997 terá lugar no Instituto de Matemática da Universidade de Viena um Simpósio Internacional subordinado ao tema Tarski e o Círculo de Viena - As relações entre a Austria e a Polónia no Empirismo Lógico. Entre os conferencistas convidados contam - se L. Henkin, J. Hintikka, A. & S. Feferman, Benson Mates, M. Przelecki, R. Woicicki, J. Wolenski e P. Simons. Informa : Institut Wiener Kreis, Museumstr. 5/2/19, A-1070 Wien. De 29 de Junho a 2 de Julho de 1997 terá lugar o 12th Annual Symposium on Logic and Computer Science (LICS 97) em Varsóvia. bell- labs.com Coordenado por J. Kjaer, R. Zieman e H.J. Schmidt terá lugar, na Universidade de Dortmund, de 9 a 11 de Julho de 1997, o V Internationale Dortmunder Nietzsche- Kolloquium subordinado ao tema: "denn ich liebe es schreibend zu denken" - Der junge Nietzsche ( ). Conferências de: J. Figl, K. Jauslin, Pia Daniela Volz- Schmücker, J. Jkyer, H.G. Hádl, R.G. Müller, V. Gerhardt, R. Ziemann, W.Ries e C. Niemeyer. Informa: Prof. Dr. Hermann Josef Schmidt, Universitãt Dortmund, Philosophie, D Dortmund. De 30 de Julho a 2 de Agosto de 1997 terá lugar em Gent (Bélgica) o First World Congress on Paraconsistence. Entre os temas a debater contam-se os seguintes: O papel da inconsistência na História e Filosofia das Ciências, Paraconsistência e Mundividências, A Abordagem polaca à Paraconsistência (Homenagem a S. Jaskowski). Informa: Prof. Dr. D. Batens, Blandijnberg 2, B-9000 Gent. Revista Filosófica de Coimbra-,i." 11 (1997) pp

5 206 Revista Filosófica de Coimbra De 10 a 16 de Agosto de 1997 terá lugar em Kirchberg am Weschel (Austria) o 20. Internationale Wittgenstein - Svntposiuni, subordinado ao tema: O papel da Pragmática na Filosofia Contemporânea. Estão previstas as seguintes secções: 1. Aspectos pragmáticos da Lógica aplicada 2. A Dimensão pragmática da Linguagem 3. Problemas pragmáticos na Filosofia da Ciência 4. Abordagens pragmáticas na Ética e na Teoria da Acção 5. Sistemas e Filósofos pragmáticos 6. Wittgenstein. Entre os conferencistas convidados contam-se; L.W. Adams, M. Bierwirsch, D. Birnbacher, J. Bouveresse, J. Conant, L. Flores, P. Gürdenfors, K. Gentes, Paul Gochet, H. Haider, P.H. Hare, W.L. Harper, R. Hilpincn, R.C. Jcfírcy, 11. Kamp, H. Kreutz, T. Kuipers, N. Kurtonina, F. von Kutschcra, G. Megglc, P. Mittelsládt, E. Morscher, D. Pears, J.L. Pollock, N. Rcschcr, E. von Savigny, E. Sidorenko, B. Skyrms, P. Suppes e R. Wojcicki. Informa: Ostcrreichischc Ludwig Wittgenstein Gesellschaft, Markt 63, A Kirchberg am Wechsel. De 21 a 23 de Agosto de 1997 terá lugar cm Pádua ( Itália) a 11 th Annual Conferente of the European Societyfor Philosophv of Medicine and Health Care. Tema : Investigação em Cuidados de Saúde - Aspectos históricos, éticos e filosóficos. Informa : Prof. Dr. Henk ten Have, Dept of Ethics, Philosophy and History of Medicine, Faculty of Medical Sciences, P.O. Box 9191, HB Nijmegen, Holanda. De 25 a 29 de Agosto de 1997 terá lugar em Viena (Austria) o Fifth Kurt Gãdel Colloquium (KGC'97). Temas: proof theory, automated theorem proving, unification theory, complexity theory, logics of programs, nonstandard logics for theoretical computer science and AI, recursion theory, Iogic programming. Informa : Alexander Leitsch, Technische Universitüt Wien, Institut für Computersprachen E185. 2, Resselgasse 3/1, A-1040 Wien. De 3 a 10 de Setembro de 1997 terá lugar cm Cerisy-La-Salte (França) um colóquio Cent ans de philosophie autrichienne organizado por J.-P. Cometti e K. Mulligan. Informa : J.-P. Cometti, Université de Provence, Département de Philosophie, 29 avenue Robert Schuman, F Aix-en-Provence Cedex. PAIDEIA. XX Congresso Mundial de Filosofia. O vigésimo Congresso Mundial de Filosofia terá lugar em Boston, Mass. USA, de de Agosto de Seguindo a tradição dos congressos anteriores, desenvolverá um tema principal, A Filosofia na Educação da Humanidade, em torno dos seguintes tópicos: *Origens e concepções filosóficas da Paideia *A Filosofia e o Futuro da Educação pp Revista FilosóJìca de Coimbra - n." 11 (1997)

6 Crónica 207 *Educação filosófica e Diversidade cultural *Paideia, Justiça social e Direitos humanos *Os Ideais do Iluminismo e o seu Legado * Pragmatismo: o que é e o que não é *Desafios actuais à Ética *Ciência e Humanidades * Agenda global para o Ensino da Filosofia. Para além destes temas são aceites comunicações em praticamente todas as áreas da filosofia bem como todas as tradições. Data importante a fixar para quem quiser enviar qualquer comunicação ou fazer propostas de discussão de um tema é o dia 1 de Setembro de 1977, data limite para a recepção de material. Para mais informações : contactar o secretariado do congresso. American Organizing Commitee, lnc., Boston University, 745 Commonwealth Avenue, Boston Mass (USA). Fax:+1(617) edu. Para informação em várias línguas e registo em linha através do endereço na Internet : http :/ /web.bu.edu/wcp Revista Filosófica de Coimbra - n. 11 (1997) pp

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8 FICHEIRO DE REVISTAS Acta Philosophica - Roma Vol. 5(1996): N 1: L. Clavell: La perenità delia filosofia dell'essere (5-20); F. D'Agostino: La tolleranza difficile (21-30); G. Kamphausen: Abschied von der Wirklichkeit. Eine soziologische Zeitbetrachtung über die Herrschaft der Wiirte (31-46); A.R. Luno: "Veritatis Splendor" un anno dopo. Appunti per un bilancio (47-76); F. Russo: La libertà. il male, Dio. Gli ultimi scritti di Luigi Pareyson (77-94); M. Jaworski: Dio e l'esitenza umana (95-101); H.J. Padrón: Tecnociencia y ética ( ); José Pereira: John of St. Thomas and Suárez ( ); H.Z. Arreguin: Orexis, telos y physis. Un comentario con ocasión de EN 1094a19ss ( ). N 2: J. M. Burgos: Weber e lo spirito dei capitalismo. Storia di un problema e nuove prospettive ( ); M. Fazio: 11 singolo kierkegaardiano: una sintesi in divenire ( ); M. Marsonet: 1 raporti tra scienza e metafisica ( ); M. P. de Laborda: Sujeto, proprio y esencia: el fundamento de Ia distinción aristotélica de modos de predicar ( ); I. Yarza: Ética y dialéctica. Sócrates, Platón y Aristóteles ( ); A. Maio: 1l desiderio: precedenti storici e concettualizzazione platonica ( ); G.J. Zanotti: El problema de Ia "Theory Ladeness" de los juicios singulares en Ia epistemología contemporánea ( ). Agora - Santiago de Compostela Vol. XIV (1995): N 2: F. Montero Moliner: Kant y Husserl: el problema de Ia subjetividad (5-22); A. Nepomuceno Fernández: Un estudio formal de aspectos relevantes de estructuras informativas (23-30); L. Villegas: Algunos problemas de ias ciencias reconstructivas (31-39); R. Kleszcz: Razón y lógica: Ia tradicción analítica en Polonia (41-53); M. González Fernández: El ideario pirrónico en el oriente medieval (Presencia y divulgación) (55-77). M. J. Bertomeu-Graciela Vidiella: Persona moral y justicia distributiva (81-97); E. Moreno Chumillas: Las utopias de Ia mediocridad (99-111); M. Bordes Solanas: Identidad y continuidad causal: una crítica a Ia teoria de Ia continuidad causal de Shoemaker ( ); Recensiones; Noticias. Análise - Lisboa N 17 (1994): F. Gil: A operação da evidência (9-24); J. M. Gago: O saber comum: etnofísica dos movimentos e da electricidade (25-34); H. M. Macedo: Revista Filosófica de Coimbra -;1.' 11 (1997) pp

9 210 Revista Filosófica de Coimbra Metaphorical structure of the self (35-42); J. Gil: Figurações imaginárias do interior do corpo na cultura popular portuguesa (43-75); M. S. Marques: A analogia e a ideia de clínica : unta questão de metantedicina (160); M.F. Molder: Três motes para o pensamento morfológico de Goethe ( ); A.M. Silva: Aspectos psicosociais da epilepsia ( ); F. Medeiros: A heterogeneidade qualitativa do espaço e do tempo sociais nos processos de mudança social ( ); M.V. Cabral : Equidade, economia e cidadania : crescimento económico e equidade social no Portugal democrático ( ). N 18 (1995 ): M. L. C. Soares: Em torno da identidade do singular (5-33); A. Cardoso : A identidade real corno categoria dinâmica no pensamento de F. Suarez ( ); F. Gil: Le vague et le determitté (51-60); R. A. Branco: As estratégias da identidade (61-84); Ph. Caspar: L'individuation des êtres vivants selon 1 ' immunologie moderne: aspects scientifiques et portée ontologique ( ); J. P. Monteiro : Realismo e apreensibilidade ( ). Analogia Filosófica - Xochimilco (México) - 10 (1996): N 2: L. Rossetti: El momento epíkairos (Kairós "espontáneo", kairós negativo, kairós inducido, contra-kairós) (3-30); C. I. Massini Correas: El pensamiento práctico. Consideraciones metodológicas a partir de Tomás de Aquino (31-54); M. Teodoro Ramírez: "No es una metáfora". Filosofia, lenguaje y hermenéutica en Merleau -Ponty (55-71); R. Kuri Camacho: Ser y hermenéutica. El relativismo contemporâneo o el nuevo fundamentalismo laico (73-112); A. Burrieza - A. Diéguez: La instrumentalización del tientpo ( ); A. Martínes Lorca: El concepto de civitas en Ia teoria política de Tomás de Aquino ( ); M. A. Rendón Rojas - M. D. Okolova: La re-presentación extrema del estetismo, del intelectualismo y del moralismo eti política ( ); E. I. Aguayo: El concepto de libertad jurídica en Ia iusfilosofia de Eduardo Gracía Máynez ( ); G. Aguilar Espinoza: Lo que debemos considerar conto principio del conocimiento para filosofar ( ); W. R. Darós: "Naturaleza humana" ett Ia filosofia de M. E Sciacca y Ia concepciótt light de G. Vattimo ( ); G. del C. Balderas Rosas: La concepción de "leys de Ia naturaleza" en el Tractatus de Ludwig Witgenstein ( ), Reservas. AnáMnesis - Ciudad de México VI (1996): N 2: M. Gourgues: "Desde su templo él escuchó mi voz" (5-21); L. Cohen: La Historia Eclesiástica y el cristianismo oriental (23-50); P. Argárate: El movimiento del ser en el pensamiento de san Máximo el Confesor (51-100); H. Zagal Arreguín: Cristianismo posmoderno o modernidad poscristiana? ( ); R. Kuri Camacho: Del pelagianismo a Ia gnosis o Ia historia como mística v Ia fiebre milenarista ( ); V. M. Pérez Valera: Algunos aspectos de Ia Teologia de Ia Liberación en Abraham Joshua Heschel ( ); E. M. Torres: Tres ejemplos de Ia relación fraile-indigena a través de Ias plantas: el tabaco, el cacao y Ias nopaleras ( ). pp Revista Filosófica de Coimbra - a. 11 (1 997)

10 Ficheiro de revistas 211 Aut Aut - Milão N 275 (settembre - ottobre 1996): A. Dal Lago: Dentro/Fuori. Scenari dell'esclusione (3-7); A. Sayad: La doppia pena dei migrante. Riflessioni sul "pensiero di Stato" (8-16); S. Mezzadra: La comunità dei nemici. Migranti, capitalismo e nazione negli scritti di Max Weber sui lavoratori agricoli nei territori prussiani a est dell'elba ( ) (17-42); A. Dal Lago: Nonpersone. Il limbo degli stranieri (43-70); A. Petrillo: L'insicurezza urbana in America (71-92); L. J. D. Wacquant: L'America come utopia rovesciata (93-102); M. Davies: Chi ha assassinato Los Angeles? La sentenza è pronunciata ( ); F. Gambino: Alcune aporie delle migrazioni internazionali ( ); S. Palidda: Verso il "fascismo democratico"? Note su emigrazione, immigrazione e società dominante ( ). Convivium - Barcelona - 9 (1996): H. Banyeres Baltasà: El cant gregorià, un model de música perfecta (5-22); J. M. Garcia de Ia Mora: Francisco Suárez: interpretaciones y críticas (23-37); D. Cifuentes Camacho: En el centro dei laberinto: Ia hybris y el Minotauro (38-48); M. Canais Surís: Fonament de l'axiologia de Plató. (La interpretació dei platonisme a 1'escola de Tubinga) (49-76); S. Münnich: En torno a Ia frase de Nietzsche "La verdad es mujer" (77-91); J. L. Arce Carrascoso: Ontologia y conocimiento en M. Merleau-Ponty (92-116); A. Sanvisens Herreros: Entidad y origen de Ia inforniación ( ); J. M. Romero Baró: Entrevista con Rhené Thom ( ). Crítica de Llibres. Dialogo Filosofico - Madrid 12 (1996): N 3: J. M. Campos: Sobre Ia lógica modal en Tomás de Mercado (México, s. XVI) ( ); G. L. Benítez: Dos propuestas sobre epistemología y ciencia el el siglo XVII novohispano: Carlos de Sigüenza y Sor Juana Inés de Ia Cruz ( ); B. Navarro: Los aspectos de ciencia moderna en Ia filosofia de Clavigero ( ); M. Beuchot: Importancia de lafilosofía novohispana para el hispanismo filosófico ( ); J. García Leal: El desinterés en Ia actitud estética ( ); A. Serrano de Haro: Hannah Arendt y Ia cuestión dei mal radical ( ); M. J. Sánchez Huertas: La didáctica de la filosofia en Italia ( ). Disputatio - Lisboa Vol. 1 (1996): N 1: M. S. Lourenço: Nota de apresentação (3-4); J. Branquinho: Singular propositions and enodes of presentation (5-23); N. Markosian: O paradoxo da pergunta (23-26); J. Cachopo & A. Cardoso: Quine e Ullian: The web of belief (26-40). Estudios Filosoficos - Salamanca XLV (1996): N 130: C. Campo Sánchez: Estructura social, estructura dual ( ); B. Cuesta lvarez: Globalización, pobreza y responsabilidad solidaria ( ); Revista Filosófica de Coimbra - ti." 11 (1997) pp

11 212 Revista Filosófica de Coimbra J. R. López de Ia Osa: Globalización y responsabilidad moral ( ); J. L. Inquieta Etuláin : Sociología y Antropologia en Castilla-León: El reto de Ia interdisciplinariedad ( ); J. Cercós Soto: Que lo que no es, no es ( ). Bibliografía. Études Philosophiques (Les) - Paris 1996: N 3: J. Biard: Présentation t= Philosophie Médiévale, Logique et Sémantique] ( ); S. Knuuttila: Naissance de Ia logique de la volonté dans la pensée médiévale ( ); C. Michon: Asyntétries. Thonias d'aquin ei Guillaume d'occam précurseurs de Frege ( ); C. Panaccio: Le langage mental en discussion : ( ); E. J. Ashworth: Aulour des 'Obliyationes' de Roger Swyneshed: Ia 'nova responsio' ( ); J. Biard: De Ia logique à Ia physique: quantité et mouvement selon Albert de Sa.w ( ); D. O'Bricn: A propos du 'Sophiste' de Platon ( ); F. Rivenc: Théories de Ia vérité et sémantique des conditions de vérité: le projet de Tarski ( ); Analyses et comptes rendus. N 4: J.-L. Veillard-Baron: De Descartes à Malebranche: Ia question de Lhomme ( ); G. Rodis-Lewis: L'âme et le corps chez Descartes et ses successeurs: Ia naissance de l'occasionalisme ( ); J.-L. Viellard-Baron: L'âme et l'amour selon Malebranche ( ); M. Adam: Sur Ia terre comine au ciel. L'homme et Dieu selou Malebranche ( ); J-C. Bardout: Malebranche ou i ' individuation perdue ( ); A. Bitbol-Hespériès: Connaissance de lhomme, connaissance de Dieu ( ); B. Pinchard: Souveraineté de Malebranche. La constance d'une philosophie de l'ordre ( ); L. Millet: L'exégèse à Ia fin du XXe diècle ( ); Analyses et comptes rendus. 1997: N 1: J.-L. Labarrière: Avant-propos [Aristote sur l'imagination] (1-2); V. Caston: Pourquoi Aristote a besoin de l'imagination? (3-39); R. Lefebvre: La 'phantasia ' chez Aristote: subliminalité, indistinction et pathologie de Ia perception (41-58); M. Canto-Sperber: Mouvement des animaux et motivation humaine dans le livre II du 'De Aninia' d'aristote (59-96); J.-L. Labarrière: Désir, 'phantasia ' et intellect dans le 'De Anima' 111, Une réplique à Monique Canto-Sperber (97-125); Orientations bibliographiques ( ); Analyses et comptes rendus. Filosofia - Turim XLVII (1996): N 3: V. Possenti: Razionalità e interiorità ( ); G. Chiurazzi: Flessione e riflessione: "circolarità" ermeneutica e circolarità speculativa ( ); G. M. Tortolone: Immaginazione e soggeto ( ); S. Ferretti: I miti platonici nella "filosofia delle forme simboliche" di Ernst Cassirer ( ); A. Di Chiara: Nota sull'escatologia di Luigi Pareyson ( ); V. Stella: Rosario Assunto interprete delta ntodernità ( ). Rassegna di libri. XLVIII (1997): N 1: A. Deregibus: Coscienzalismo critico e moralità nella filosofia di Bernardino Varisco (3-36); D. Antiseri: Quanto sono "razionali" le norme etiche pp Revista Filosófica de Coimbra -#1." 11 (1997)

12 Ficheiro de revistas 213 e le proposte politiche (37-52 ); D. Drivet: La nozione di mondo negli scritti precritici kantiani ( ) ( ); M. Montuori : Le "nuvole": quale Socrate? ( ); A. Brancaforte : Appunti di filosofia per il 111 millenio ( ); S. Pisa : Filosofia e Cristologia ( ). Rassegna di libri. Kriterion - Belo Horizonte-MG XXXV(1995): N 92: J.-L. Petit: O "descobrimento" da intencionalidade pela teoria analítica da acção (7-23); M. G. S. Nascimento: Materialismo e espinosismo: Diderot leitor de Espinosa (24-36); P. J. Smith: Wittgenstein: racionalidade e ceticismo (37-65); M. J. Campos: Finitude e conhecimento: um diálogo entre Heidegger e Kant (66-79); M. Tiburi: Consciência da necessidade e sobrevivência da arte na teoria estética de Adorno (80-92). Manuscrito - Campinas XIX (1996): N 1: R. Sylvan: What Limits to Thought,!nquiry and Philosophy (19-67); R. H. de S. Pereira: Teoria kantiana do Sujeito (19-95); D. Ginev: Philosophy of the Human Sciences at the End of Modernity (97-126); M. C. Dias: Direitos Sociais Básicos: Uma Investigação Filosófica acerca da Fundamentação dos Direitos Humanos ( ); G. E. R. Haddock: On the Semantics of Mathematical Statements ( ); D. Labonia: Acerca de Ia Teoria "Unitária" de Paul Broca; Elementos para una Critica de Ia Interpretacion Estandar de Ias Ideas de Broca sobre Ia Afasia y Ia Representacion dei Lenguaje en el Cerebro ( ); L. H. de A. Dutra: Ceticismo e Realismo Científico ( ); Reviews and Discussions. Metalogicon - Nápoles/Roma VIII(1995): N 2: A.G. Grappone: Many-valued Sentence Logic: Representation Problems in Standard Sentence Logic (65-72); R. Lello: A Peannian Analysis of Tigrigna - Part Two - Derivation and Grammar Algebra (73-90); M. Malatesta: St. Augustine's Dialectic from the Modern Logic Standpoint - Logical Analysis of Contra Academicos 111,10,22-13,29 (91-120); M. Malatesta: Experimental Philology: Davide Nardoni ( ). IX(1996): N 1: M. Malatesta: Demonstrative Pronoun Logio (1-8); L. Senzasono: Limiti dei platonismo di Galeno (9-90). Recensioni. Philosophica - Lisboa 8 (1996): L. R. dos Santos: Editorial [Descartes e o Círculo Cartesiano] (3-4); J. C. Gonçalves: Leitura Medieval e Moderna de Descartes (5-15); L. R. dos Santos: As Metamorfoses da Luz, ou a Retórica da Evidência na Filosofia Cartesiana (17-36); J. de A. P. Arêdes: Foucault: Da Morte do Sujeito ao Sujeito da Morte (37-49); A. Cardoso: Mathesis Leibniziana (51-77); J. M. Aragüés: Spinoza y el Poder Constituyente (79-94); M. de F. Blanc: A Leitura hegeliana de Espinosa e Leibniz (95-110); A. P. Mesquita: O que é a Filosofia? Sentido Filosófico e Revista Filosófica de Coimbra (1997) pp

13 214 Revista Filosófica de Coimbra Virtualidades pedagógicas de uma definição de Filosofia ( ); Documento [Leibniz, Resumo de Metafísica ]; Recensões ; Memória e Prospectiva. Revista Portuguesa de Pedagogia - Coimbra XXX (1996): N 1: M. Fernandes et al.: Crenças de controlo sobre a realização escolar. análise da evolução e diferenciação do construto de "controlo" (3-16); L. Faria: Desenvolvimento intra-individual das concepções pessoais de inteligência duram: a adolescência (17-33); M. O. A. Pereira: As atitudes dos adultos face ao estudo no contexto do ensino superior à distância: Análise de algumas variáveis pe.vsoai.v (35-49); S. N. Jesus et al.: Unia abordagem sóciopolítica do mal-estar docente (51-64); A. P. Relvas: Textos e cotue.vto.v educativos /icnciliure.c (65-78); B. Lefèbvre et al.: Os pais na organização escolar local (79-90); V. R. Alferes. A pedagogização do sexo (91-96); Varia; Recensões e Críticas. Revue Philosophique - Paris 120 (1996): N 3: M. Kail: Jean-Paul Sartre (337); M. Kail: La conscience ti'est pos sujet: pour un matérialisme authentique ( ); H. Rizk: ire social et logique de l'impuissance ( ); R. Harvey: Panbiographisnie chez Sartre ( ); G. Idt: L'engagement dans le ' Journal de guerre I" de Jean-Paul Sartre ( ); Analyses et comptes rendus. N 4: J. Darriulat: Descartes et Ia inélancolie ( ); G. Boss: L'infinité des attributs chez Spinoza ( ); J.-M. Lardic: Alalebranche ei l'arguncent ontologique ( ); J.-M. Gabaude: L'oeuvre musicale d'evanghelos Moutsopolos ( ); Analyses et Comptes Rendus. Síntese - Belo Horizonte 23 (1996): N 74: M. F. de Aquino: Para uma ontologia da linguagem ( ); R. Landim F : Descartes: "Idealista Empírico e Realista Transcendental".' ( ); H. C. de L. Vaz: Theilhard de Chardin e a questão de Deus ( ); C. A. Ramos: Hegel e Schmitt: Unta relação ambígua em torno da afirmação do político ( ); N. Saldanha: Criatividade e metáfora em ciências sociais ( ); H. C. de L. Vaz: A nova imagem de Platão ( ); M. H. Barreto: Observações a respeito de "O culto de Jung" de Richard Noll ( ). Telos - Santiago de Compostela Vol. 4 (1995): N 1: A. G. Müller: Bentham y Ia pobreza (9-37); M. D. Farreli: La satisfacción de das preferencias y los limites del utilitarismo (41-50); D. S. Megales: Autonomía y bienestar en Ia tonta de decisiones públicas (51-82): P. F. Gómez: Breve genealogia de Ia moral por acuerdo (83-113); J. Barragán: La realizabilidad de los sistemas éticos ( ); J. Trabal: Ensayos suprimidos v niveles de discurso en Ia obra de D. Hume ( ). N 2: H. Aznar: Las supuestas tesis utilitaristas de Ia ética de J. Locke (9-46); A. Marturano : La idea de Bentham de Ia lógica deóntica (49-82); G. Williams: La felicidad en J.S. Mill: utilidad o eudainionía? (83-94); J. L. Tasset : Sobre Ia simpatía en sentido moral ( elementos para una ética de Ia razón pasional ) (97-128); S. Frey & I. Bohnet: Regias, discurso o comunidad? pp Revista Filosófica de Coimbra - a. 11 (1997)

14 Ficheiro de revistas 215 Variaciones experimentales sobre liberalismo, teoria dei discurso y comunitarismo ( ); J. R. Larreta: El utilitarismo de satisfacción de preferencias y el "principio de Sidgwick" ( ). Vol. 5 (1996): N 1: J. Montoya: Bentham y los derechos humanos (9-24); E. Guisán: Las personas en serio (Los derechos humanos y el Bienestar) (27-46); D. S. Megales: La polémica Harsanyi-Sen sobre utilitarismo e igualdad (49-77); A. K. Sen, Desigualdades de bienestar y axiomática rawlsiana (79-102); J. C. Harsanyi: Funciones de bienestar social no lineales: una réplica ai Prof. Sen ( ); A. Sen: Funciones de bienestar social no lineales: una réplica ai Profesor Harsanyi ( ); Entrevista: Julia Barragán dialoga con John Harsanyi ( ). N 2: J. S. Brito: 0 direito como conceito limitado da justiça (9-20); J. Griffin: Ley moral,lei positiva (21-46); M. Catalán: La paradoja dei taxidermista. Una ilustración negativa dei juicio práctico deweyano (47-63); M. Carreras: Elección pública y democracia representativa (65-85); P. Schwartz: Importan los hechos para los juicios morales? (87-113); H. Spector: Relatividad agencial: respuesta a Farrell ( ). Teoria - Pisa XVI (1996): N 1: W. Müller-Lauter: Heidegger e Nietzsche (5-30); G. Campioni; "L'uomo superiore" dopo Ia morte di Dio. Appunti di lettura (31-53); Franco Volpi: Nietzsche e il nichilismo contemporaneo (55-66); Adriano Fabris: Heidegger, Nietzsche e il problema dei senso (67-85); Felix Duque: Lo sminuzzamento dello spazio storico (87-92); Carlo Marletti: Note su conoscenza e grammatica (93-99); Leonardo Amoroso: Vichiana ( ). N 2: F. Camera: Ricordo di Alberto Moscato ( ) (3-5); V. Sainati: Teologia e verità. R problema delia traduzione teologica (7-20); A. Peruzzi: Debiti dello strutturalismo (21-63); S. Iovino: L'ethos dell'intersoggettività nei romanzi di Friedrich Jacobi (65-106); N. Sciaccaluga: L'antecipazione nella scienza baconiana ( ). Revista Filosófica de Coimhra - n." 11 (1997) pp

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16 RECENSÕES G. HOTTOIS, Entre Symboles et Technosciences. Un 1tinéraire Philosophique, Bruxelles, Champ-Vallon, 1996, 267 páginas. O grande mote desta obra de G. HOTTOIS é sem dúvida o seguinte: é necessário que a filosofia acompanhe o desenvolvimento tecnocientífico contemporâneo. Tal acompanhamento não tem sido feito e o resultado é uma separação quase total de campos, que conduz a uma limitação do filosofar à problemática da linguagem. O autor critica, pois, na linha de uma outra obra sua, anteriormente publicada, aquilo a que chama a inflação da linguagem na filosofia contemporânea do Ocidente. Fá-lo, não porque não reconheça a importância da problemática filosófica da linguagem mas pelo significado do que chama a obsessão contemporânea pela temática da linguagem ( 9). Esta representa, em sua opinião, a marginalidade da própria filosofia, unia secundaridade assumida, face ao desenvolvimento da tecnociência e ao seu incontestável monopólio do referente ontológico de toda a linguagem. " A inflação da linguagem e a obsessão linguística da filosofia contemporânea no séc. xx surgem como uma espécie de último brilho do logos: como o fim do homem-linguagem-imagem, do ser vivo que fala à imagem do Deus-verbo,do ser-no-mundo como ser livre" (9). As filosofias contemporâneas, excluídas das suas tradicionais prerrogativas ontológicas reconverteram - se, de facto, ou à análise crítica da linguagem (modelo analítico anglo-saxónico ) ou a uma reflexão linguístico-hermenêutica das condições de acesso ao ser. Mesmo em Unterwegs zur Sprache de Heidegger ou em Wahrheit und Methode de Gadamer, por exemplo, e segundo uma forma diferente na " écriture" de Derrida, a linguagem tomou o lugar do ser: o ser é linguagem. Por outras palavras: a ideia ontológica e extralinguística ( clássica ) da coisa dissolveu - se tanto quanto a filosofia da linguagem " (31-32). É claro que toda a filosofia de natureza fenomenológica, dialéctica e hermenêutica procura sempre salvaguardar a sua abertura a uma realidade mais originária do que o real da ciência. Mas segundo o autor o equívoco persiste. A filosofia contemporânea joga na secundaridade e pode parecer idealista porque postula ingenuamente o carácter realista e não problemático do discurso científico. Ignora todas as modificações que o postulado clássico do realismo físico tem sofrido com o desenvolvimento das tecnociências. E, hoje, não devemos esquecer que estamos na era das intervenções técnicas capazes de transformarem o referente, a natureza e a natureza do homem, de uma maneira que escapa a toda a previsão e esquece completamente todo o apelo de natureza simbólica. Daí que esta obra insista na necessidade do acompanhamento filosófico da tecnociência apresentando, nomeadamente, duas ordens de razões. Em primeiro lugar, a filosofia corre o risco de se fechar num novo idealismo, se ignorar os novos possíveis tecnológicos. Neste contexto, o autor pergunta mesmo - com que direito, excluindo o direito puramente tautológico do Revista Filosófica de Coimbra - n. 11 (1997) pp

17 218 Revista Filosófica de Coimbra símbolo, se afirma o primado do Verbo sobre o fazer? Isto é, deverá o fazer continuar a ser entendido como pura aplicação da teoria? Ou não será justamente chegada a altura de entender que o fazer próprio da tecnociência, operatório por excelência, isto é, não simbólico, precisa de se articular com a dimensão simbólica do pensar, crucial para o futuro do existir e para a manutenção da sua liberdade? Se a tecnociência torna hoje nula a oposição clássica entre a episteme, como ciência teorética pura, e o saber prático e técnico, cabe de facto à filosofia repensar, a partir das novas condições, a importante temática da simbolização. Em segundo lugar, porque seria muito perigoso o divórcio total entre filosofia e tecnociência, uma vez que do ponto de vista puramente técnico toda a simbolização parece inútil e mesmo irrelevante ( ). Para a técnica apenas conta a operacionalidade e a eficácia. O agir técnico é instintivo, imediatista e automático. Funciona de unia maneira quasi-causal. Não abre qualquer espaço para a reflexividade, para a distância e para a crítica. Conduz à funcionalização e a automatismos. " Tal como o instante ou o reflexo, o agir técnico - e aqui tudo é acção, mesmo a própria linguagem - não tem distância; faz com que o sujeito adira ao objecto de uma maneira mecânica ou causal. A técnica está grudada ao mundo (ela é causal e física ) e o homem da técnica está grudado à técnica (ele funciona e age de modo quasi - causal )" (167). O problema fundamental da tecnociência é, de facto, a ausência de mediação emancipadora. A simbolização não existe no meio tecnocientífico e isto significa que neste mundo o homem já não deve mais mediar simbolicamente os seus actos e percepções uma vez que aqui se prescreve univocamente o que cada um deve perceber e fazer (168). A emancipação do sujeito funciona agora apenas no que diz respeito a tudo o que é causa objectiva ou objectivável. Quer isto dizer que a mediação tecnocientífica não é emancipadora no que respeita à ordem do sujeito, porque, retirando-lhe a mediação simbólica, sensível e afectiva, objectiva e instrumentaliza todo o ser humano: "Direi, em resumo, que a ciência e a técnica oferecem uma mediação relativamente a tudo o que é objectivo e causal e que esta mediação é uma libertação da servidão e da sujeição pelo domínio e pelo controlo que oferece ao sujeito : um inivíduo totalmente dedicado à sua sobrevivência ou tomado pela doença e pela dor não tem qual quer possibilidade de cultivar a sua autonomia moral nem tem uma relação livre consigo mesmo e com o outro. As ciências e as técnicas oferecem pois possibilidades e condições necessárias mas não suficientes para a autonomia pessoal, que apenas pode desenvolver -se graças à mediação simbólica" (169). Por outras palavras, ao nível da ciência e da técnica, o homem apenas é reconhecido como objecto ou instrumento biofísico, fonte e lugar de manipulações biofísicas e nunca como sujeito real, isto é, como um ser afectivo que deseja, julga e projecta, um ser que antecipa o sentido, procurando ser livre e responsável (102). O sucesso da operacionalidade e da eficácia tecnocientíficas não se funda, de modo nenhum, em valores antropológicos (92). Pelo contrário, a sua verdadeira condição é o esquecimento ou mesmo a clara anulação do valor expressivo do símbolo, que é sempre aberto, multívoco e suscitado pela sensibilidade ético- -afectiva do estar-no-mundo. Para a tecnociência, a forma humana de vida acaba por não ter qualquer privilégio nem ontológico nem axiológico (208). A Tecnociência torna impossível todo aquele tipo de simbolização que, nas sociedades tradicionais, caracterizou o modo superior que o homem, enquanto ser natural -simbólico, tinha de apreender o meio e nele afirmar uma forma de superioridade, diferente da meramente material. Daí o próprio sentido da cultura, hoje, na época em que se vive a secundaridade filosófica e o império mediático e socioeconómico da tecnociência: um mero conjunto de conhecimentos e competências que permitem ao jovem compreender como funciona a sociedade técnica, isto é, como ela se produz e reproduz. Este conjunto de pp Revista Filosófica de Coimbra - n. 11 (1997)

18 Recensões 219 informações e competências práticas, que visam fundamentalmente uma inserção funcional do indivíduo na sociedade, rouba todo o espaço ao simbólico, isto é, à verdadeira condição da liberdade humana. A questão impõe-se pois de um modo decisivo: poderá a filosofia continuar a refugiar-se na secundaridade, quando hoje tomamos finalmente consciência que a mudança imposta ao mundo da vida, desde a segunda metade do século, é grande e geradora de uma crise simultaneamente moral, temporal e simbólica? ( cf ). Poderá a filosofia, simbólica por natureza, responder ainda aos problemas do mundo contemporâneo sem cair numa pura mimesis da técnica, nomeadamente nos seus aspectos de artificialidade, ludismo, mobilidade, não representatividade e pura auto - referencial idade? Por outras palavras : não deverá ela reconhecer e nomeadamente prevenir a sociedade em que vivemos, do verdadeiro perigo da tecnociência : não o do seu progresso e poder operativo, mas do que está implicado na própria mudança ou inversão a que hoje se assiste, com o silêncio da própria filosofia, entre cultura e técnica? A questão fundamental que hoje não pode mais ser escamoteada é, de facto, esta: com a sociedade técnica não mudamos de cultura ou simplesmente de forma de simbolização. Mudamos de vida (163)! Quer isto dizer que a " localização preponderante da energia humana sobre a técnica e já não sobre o simbólico ( o espírito ) é uma mutação que não coincide com uma mudança de cultura ou de símbolo, mas com uma deslocação - uma desvalorização - radical do cultural, do simbólico enquanto tal. Não é pois de espantar que as filosofias, os intelectuais e muitos homens da cultura se alarmem e sintam o acontecimento como uma liquidação da humanidade enquanto tal" ( ). O desenvolvimento tecnocientífico segue o imperativo técnico, segundo o qual é necessário fazer tudo o que é possível. E isto significa exactamente que não devem colocar-se limites a priori e definitivos, isto é, de origem simbólica e intitulados ontológicos ou éticos. Por outras palavras, a tecnocracia procura substituir o poder simbólico por modelos de regulação psico-social, cientificamente fundados e tecnicamente funcionais. A cultura tecnocientífica não permite qualquer articulação simbólica das questões fundamentais da existência humana relativamente à morte, ao sofrimento, ao sentido da vida, ao que está bem e mal, ao amor e ao mistério da consciência. Sob o seu desenvolvimento, não somente o ser e o devir foram des - simbolizados, tornados sem fim e significado como a capacidade de intervenção nos processos cósmicos se torna cada vez maior, compreendendo ainda processos de produção biofísica da própria humanidade. Estes vão desde a genética até às tecnociências do cérebro. Torna-se pois tremendamente difícil continuar a reservar um tratamento puramente simbólico à questão do homem e consequentemente ao futuro da humanidade. Mas, lembra - nos Hottois, a negação e marginalização do símbolo é, em si mesma, nefasta e muito perigosa ( 106). Com efeito, o próprio tornar - se adulto do homem é um processo simbólico, expressivo e formador da afectividade do existir. Sem o símbolo, não existe para o homem nem a liberdade, nem a ética nem a possibilidade de escolha. Só o símbolo autêntico, aberto e plurívoco possibilita a distância da representação e a possibilidade da reflexão e da deliberação. Só ele permite que o homem tenha relativamente a si mesmo e ao mundo uma relação livre, isto é, não limitada a estímulos. A tecnociência esquece o modo como o homem está na evolução : esquece que este ser vivo a que chamamos homem surge dotado de uma diferença específica, a que os filósofos sempre deram o nome de logos, símbolo. É um ser que fala e é capaz de deliberar. É o único animal que se reporta ao real simbolizando-o, quer dizer, distanciando-se dele. Tem mundo e não apenas ambiente, isto é, não está mecanicamente determinado pelo conjunto dos seus instintos. Pode, assim representar o que poderia acontecer nas diversas hipóteses da acção (os cenários do futuro ), o que lhe permite escolher aquilo que julga preferível e agir tendo em vista a realização do que foi escolhido. Claro que pelo facto de ter esta possibilidade Revista FilosJica de Coimbra - a. 11 (1997) pp

19 220 Revista Filosófica de Coimbra o sucesso não está assegurado e o resultado pode revelar-se muito diferente daquilo que a imaginação tinha antecipado. Mas isto não impede que ele realize assim o seu destino, isto é, "não o sofra pura e simplesmente". Não podemos, de facto, esquecer que a tecnociência é, hoje, um factor importante e específico da humanidade. Mas ela não pode ser o único. Por sua vez, a defesa da simbolização, num mundo tecnicamente administrado, como o mundo contemporâneo, não pode evidentemente limitar-se a uma contestação pura e simples da técnica a favor de uma imagem natural - simbólica já plenamente determinada do homem - até porque a tecnociência contesta - a -nem a uma defesa da ideia tradicional de que a sociedade ocidental se divide por duas culturas distintas (95). Deve, pelo contrário, fazer justiça ao que no homem ( 107) resiste a toda a objectivação e mecanização, quer dizer, a essa parte expressiva do sujeito da sua interioridade a que alguns chamarão moral ou espiritual. Só a defesa do símbolo permite a liberdade humana e não podemos esquecer que o fenómeno da humanização exige toda uma evolução ético-afectiva propícia ao desenvolvimento da liberdade ou autonomia. Quer isto dizer que a humanização não parece poder ultrapassar as vias, hoje, ameaçadas do símbolo, da comunicação e do diálogo (94). Logo, a tese puramente autonomista da tecnociência acabaria por conduzir ao fatalismo e ao abandono de valores cruciais do ponto de vista ético-político, isto é, da liberdade, da razão, da afectividade e da responsabilidade. Ela esqueceria o próprio modo como o homem surge no seio da evolução: como um animal simbólico, um ser vivo que fala, que pergunta e delibera. Ora, só o verdadeiro símbolo, autêntico, aberto e plurívoco permite a distância, própria da representação, logo a possibilidade da reflexão e da decisão. Só ele permite uma relação livre não constrangedora com o real. O homem pode escolher, porque é capaz de representar simbolicamente os mundos possíveis, quer dizer as linhas de acção que conduzem a situações diferentes, tendo simultaneamente em conta os constrangimentos físico - causais e as relações simbólicas de sentido e de valor (156). Como pensar então, hoje, a possível interacção entre o ambiente tecnofísico em que vivemos e a dimensão simbólica inalienável do existir? Será ainda possível fazê-lo quando parece que se perdeu totalmente a dimensão afectiva de que os símbolos são portadores? Quando a força que interliga e desliga simbolicamente as pessoas, isto é o desejo e a vontade parecem ter-se eclipsado na indiferença, na inércia, no automatismo e na passividade? Mas não é também verdade que a filosofia tem jogado algum papel neste novo espaço simbólico de acompanhamento da tecnociência, que é a Bioética? (18-19) E não é verdade também que o perigo tecnocrático é integralmente antropológico, e não tecnológico, e que surge quando o saber e a prática tecnocrática exercem a sua função emancipadora universal relativamente a todos os poderes simbólicos particulares instituídos ou em cristalização (189)? E não assistimos hoje à progressiva desvalorização do simbólico no seio das formas humanas de vida? Como avaliar então a tecnociência, nomeadamente quando ela toma o homem como puro objecto operatório? Haverá limites simbólicos e éticos a impôr neste domínio ou poderemos aceitar pacificamente que a tecnociência visa emancipar o homem relativamente a si mesmo, isto é, à sua matéria e à sua forma natural? Mas a que preço e de que modo poderia a tecnociência libertar o homem da sua condição humana? (185) Para Hottois o futuro vai jogar-se no equilíbrio do possível tecnocientífico e do simbolizável. E o que há que ter claramente em conta é o seguinte: `é sempre à margem da physis e a partir dela que simbolizamos e não simplesmente à margem e a partir de textos, livros e discursos como pretenderia uma parte considerável da filosofia retórica e hermenêutica contemporânea. Ora, no futuro é nas tecnociências que a physis se revelará mas também será descoberta e inventada. É pois a partir dela que se deve re-simbolizar. pp Revista Filosófica de Coimbra - a. 11 (1997)

20 Recensões 221 E que, se, de facto o homem se caracteriza pela sua capacidade simbólica e pela assumpção simbólica da sua condição, ele distingue - se também pelo que várias vezes se chamou pulsão de transcendência ou pulsão metafísica ( 212), que hoje se transferiu do simbólico para o tecnocrático. Da morte simbolizada à morte operada, que temos hoje, é toda uma mudança do sentido da própria humanidade que se anuncia. Mas o verdadeiro perigo, que se adivinha, surge pelo facto de continuarmos a ter uma má compreensão da ciência e da técnica contemporâneas, tal como da relação que a humanidade deveria manter com elas (251). É preciso aprender a conceber as ciências e técnicas como tecnociências e deixar de pensar o homem como superior ou exterior aos processos de evolução cósmica com os quais interagem as tecnociências. A humanidade é hoje chamada a gerir a complexa interacção da produção tecnocientífica e da sua própria instituição simbólica. É a articulação entre o poder tecnológico e científico contemporâneos e o polimorfismo simbólico da humanidade que hoje deve ser feita. O grande desafio da filosofia dos dias de hoje será certamente este : integrar a dimensão operatória da técnica, sem destruir a ética. Hoje o problema da escolha, do saber e dever escolher é fundamental, porque não nos é possível actualizar todo o possível sem graves consequências e não nos podemos esquecer que as solidariedades particulares que religam a humanidade, fundando as suas escolhas, apresentam hoje um espectáculo perigoso de conflito de identidades simbólicas, étnicas, morais, religiosas e locais. A própria história da humanidade apresenta constantemente o conflito sempre existente e violento entre estes diferentes tipos de solidariedades. Foi, aliás, o nascimento da ciência moderna, o advento do humanismo progressista da filosofia das Luzes, fundado na adesão ao desenvolvimento das ciências e das técnicas que pacificou este tipo de conflitos, ao funcionar como "operador real e ideológico de universalização" (262). Mas o problema é hoje o seguinte : a mediação simbólica é um valor, uma necessidade e uma exigência fundamental. Como refazê - la sem cair no problema das solidariedades simbólicas particulares e suas diferentes relações com o poder tecnocientífico? Quanto a este assunto, diz-nos Hottois: "Só nos parece aceitável o desenvolvimento de uma simbolização do poder bom. Este tipo de simbolização associaria o máximo de poder ao máximo de amor, tendo do poder uma concepção mais próxima da noção de criatividade do que das noções de domínio ou posse ; uma visão poética, que não esvaziasse, no entanto, o poder do seu poder operatório. Quer isto dizer que é necessário acabar com a oposição poder - amor, aprender a articulá-las na abertura da generosidade, aprender a pensar o poder como doador e não apenas como dominador." (265). M. L. Portocarrero F. Silva M' Carmen Paredes Martín (Ed.), Política y Religión en Hegel, Salamanca, Unidad de Filosofia Teórica - Universidad de Salamanca, 1995, 158 páginas. A publicação editada por Me Carmen P. Martín é o produto de um Simpósio organizado na Universidade de Salamanca em Maio de 1994, no quadro de um projecto de investigação subsidiado pelo Governo Espanhol, por intermédio do respectivo Ministério da Educação e Ciência. Do projecto de investigação foi responsável Mariano Álvarez Gómez e nele se integraram oito colaborações individuais de investigadores especializados, oriundos de Revista Filosófica de Coimbra - n. 11 (1997) pp

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